SUBJECT: RE: RES: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
FROM: Betto Sarafelli <sarafelli@hotmail.com>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2014 20:35

Ok, Olá, Adeus...

Já bati em muitas portas digitais, mas, infelizmente, quem sempre me atendeu, foram os sacerdotes de uma religião ilógica, insana e autoritária.  Mas ainda há muitas portas para serem abertas, quem sabe, numa delas, haja algum físico, ou melhor, algum filosofísico que me abram as portas...  Não esqueçam esse nome, o nome é TUGIA.

By Betto Sarafelli

  


To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Date: Sat, 14 Jun 2014 20:11:47 -0300
Subject: RES: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física

 

Caro Betto,

 

Bem, já provei a mim mesmo que, com um esforço apreciável posso entender qualquer coisa em ciência.

Exceto, mesmo turbinando o juizo,  o seguinte:

 

1) O apocalipse bíblico;

2) Meu querido pai;

 

 e, agora,

 

3) esta tua teoria, a tungia.

 

Jurei a mim mesmo que iria ficar só nos itens 1 e 2;  mas o que já não entendia, somada às tuas respostas - tão bem elaboradas quanto a tua tungia... -  às boas perguntas do Hélio, fizeram com que os dois óbices, o  1 e 2,  de repente,  ficassem clarinhos, clarinhos.!...

Bem, foi um ganho.

 

Já estava fora, e, agora, ficarei mais ainda.

 

Boa sorte, pois, com estas loucubrações, como diria Wigner,  eficientemente desarrazoadas.

 

Ah, faço minhas as recomendações do Hélio.  

 

Victor.

 

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: sábado, 14 de junho de 2014 19:42
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física

 

 

OK, então vamos começar por...

 

...”Defina melhor os seguintes termos e aí vai ser possível começar a ler seus arquivos”.

- Matéria Aparente: de modo ontológico, a matéria é indescritível, indistinguível do não ser, não podemos dizer, eis a particular realmente fundamental, a própria materialidade do universo, aqui está ela...

- Insólido: palavra inexistente criada por mim mesmo, que dá ênfase a não existência absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável já existem...

- Contínuo Geométrico: é a estrutura formada pela totalidade (infinita) dos elementos geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...

 
- Interação Girante: é uma regra, um domínio geométrico estabelecido pelas dimensões desses elementos geométricos, por exemplo, um triangulo circunscrito num quadrado, então, o quadrado é quem contém o círculo e não o contrário, é só uma regra que diz que uma figura possui um giro, um sentido de rotação, embora não tenham de fato....

- Méron: vem do grego meros = parte, porção, segmento... + a letra N para designar funcionalidade, portanto, as partes da matéria (aparente).  É melhor do que átomo, que significa “não divisível”, sem partes”, etc...


- absoluta Dimensão Ômega: tudo em minha teoria esta interligado e inclusive a nomenclatura dos corpos e funções desses, assim, Dimensão Ômega é o nome dado a maior dimensão possível, a dimensão infinita do universo, o universo em sua plenitude...

  
- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de barbear (???????????????)
...............[O fio da navalha é enormemente grosso: "No fio da navalha correm dois trens da central" (Guilherme Arantes)]: já isso, não passa de uma tentativa de levar o indivíduo a pensar quão pequena seria aquela faixa de elementos geométricos que foram representadas naquela animação...

 

- geometria adimensional: geometria adimensional ou autosimilar, é a geometria que constrói, entre outras coisas, os fractais, é só pesquisar um pouco....
- geometria autosimilar

- Compalphas: Vem de Componentes Alpha, o componente fundamental, cuja geometria é adimensional ou autosimilar, e que está na “outra ponta” das dimensões do universo, isto é, no que é absolutamente e infinitamente pequeno...

- Interação Cíclica: é uma interação geométrica, regida pela trigonometria aplicada ao raios dos Círculos de Interação...


- Eixos Alpha: podemos dizer o Eixo Alpha, é o vetor campo magnético associado ao Ponto Alpha, isto é, ao ponto central do Compalpha, podem até chama-lo de partículas, mas seria contraditório, pois as partículas supõem materialidade....


- menos “energética”:  é mais ou menos como dizer, mais fome, menos fome, mais forte, menos forte, apenas um modo trivial de dizer, menor momentum, menor energia intrínseca, etc...

 
- Desconstrução Merônica natural: é o mesmo que falar fissão nuclear, ou decaimento natural, porém, como não existe um “núcleo”, formando um “átomo” com “partículas”, não faz sentido dizer.....

 
- Corrente Cíclica: é o mesmo que uma corrente senoidal, já que “elétrons” não existem,.....

etc, etc e etc.: já isto significa, etc, etc e etc. mesmo...




 


To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Date: Sat, 14 Jun 2014 14:45:42 -0700
Subject: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física

 

Betto,

Depois que você pediu para ver "minha teoria" e eu te mostrei o caminho, você falou coisas interessantes, até achei que você queria ser meu discípulo.

:-)
:-)

Mas agora, com este teu novo pptx, ficou difícil.
:-)

Você faz desenhos bonitos mas fala uma língua estranha:
Que língua é esta??

Em certo ponto você diz:
"...tudo que sei traduzo em palavras e formas, textos e desenhos, para mim são suficientes, para outros não"
Talvez seria o suficiente se você traduzisse em português (ou inglês, ou em qualquer língua terráquea)

Defina melhor os seguintes termos e aí vai ser possível começar a ler seus arquivos.

- Matéria Aparente
- Insólido
- Contínuo Geométrico
- Interação Girante
- Méron
- absoluta Dimensão Ômega
- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de barbear (???????????????)
...............[O fio da navalha é enormemente grosso: "No fio da navalha correm dois trens da central" (Guilherme Arantes)]
- geometria adimensional
- geometria autosimilar
- Compalphas
- Interação Cíclica
- Eixos Alpha
- menos “energética”
- Desconstrução Merônica natural
- Corrente Cíclica
etc, etc e etc.
:-)

Em tempo:
- “ELÉTRONS" NÃO EXISTEM

E o que significa a palavra "práticos" em "...deixo isso para os práticos, para os matemáticos";

Não posso te iludir. Acho que esta teoria psicodélica não tem futuro. Falta você falar minimamente a língua dos seu desejados interlocutores.

Eu lamento te dizer isto mas na natureza nem sempre o transmissor (por ex.: você) e o receptor (por ex.: nós) estão na mesma frequência. Não existe uma ligação no "contínuo geométrico circular" entre eles.

Você diz que é físico de nascença, mas, se for importante mesmo para você conversar com físicos de fato e de direito sobre detalhamentos em assuntos tão profundos, você precisa fazer minimamente uma graduação em física numa boa universidade (pelo menos a parte inicial - os 4 primeiros períodos).

Hélio

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Em sex, 13/6/14, Betto Sarafelli sarafelli@hotmail.com [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:

Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Sexta-feira, 13 de Junho de 2014, 23:39


 



   


     
       
       
       

Olá Vitor, não entendo muito bem a
dinâmica de discussão do Ciencialist, nunca sei para quem
vai, ou de quem vem as mensagens, não sei ao certo se esta,
especificamente, foi endereçada para mim, mas tudo tudo
bem.  Vamos ao que interessa...Já vinha
caraminholando umas ideias de como expor umas visualização
do que penso sobre o "electromagnetismo", que
chamo de Interação Cíclica, pois bem, andei fazendo uns
desenhos, umas animações no que tenho de melhor e no que
melhor sei trabalhar em termos gráficos.  É mais ou menos
assim que acontecem as coisas do meu modelo de
universo...














 

 



   


     
       
       
       Victor,



Esta sua última mensagem só confirma o que eu acho.



Victor disse:

> Definitivamente, o conceito de energia está muito
longe de ser trivial.



Energia é trivial: não existe! (no sentido de existência
independente - é apenas forma de quantificar movimentos
atuais e futuros de algo que existe - a matéria)



A conservação de energia mecânica é a a equação de
Torricelli multiplicada por m/2.



Mas na página da wiki sobre energia não existe a palavra
Torricelli e na página sobre Torricelli não existe a
palavra energia. (?)



Victor disse:

> ... a resposta de qualquer físico será, seguramente:
não sei.

>  Simplesmente é assim que a Natureza age.

> Parece uma resposta cretina.

>

> Mas não. Não há como dar outra.

> ....

> ....

> O mais que podemos fazer é dar a coisas como tempo e


> energia conotações práticas, com base na
observação.

> Como a física tem feito, com sucesso.

> De qualquer maneira, a resposta a tais perguntas, e
não

> por serem irrespondíveis, não é de competência da
física.

>

> A preocupação desta é apenas uma: descrever o

> comportamento dos sistemas físicos usando teorias que
mais

> se aproximem do que é observado e que sejam validadas,
sem

> ambiguidades, por alguma estrutura matemática.

> Nem mais nem menos.



Mas se esta é a preocupação da física, qual seria então
a preocupação da engenharia???



Esta acima descrita por você é a preocupação da
engenharia que deve ser assim pois se esperar pelos físicos
nenhuma ponte ou estrada ou prédio será construido. Que
bom que os engenheiros usam os conhecimentos existentes para
construir coisas sem ficar perdendo tempo em descobrir o
porquê estes são assim.



Mas, a função do físico é questionar as causas do
fenômeno observado. Depois de conseguir isto, questionar
sobre as causas destas causas. E assim sucessivamente ad
infinitum. E é assim que eu tento ser no trabalho e,
principalmente, nas horas vagas. Neste sentido o C-List
ajuda bastante.



Victor continua:

> Agora, eu posso dizer quem, com certeza, responderá
às

>  tuas questões: teólogos, filósofos, espíritas,
etc.



Estes, em sua maioria, responderão coisas muito semelhantes
às suas respostas.



Bastando talvez substituir a expressão "porque Deus
assim quer" por "a Dona Natura é assim e
pronto".

:-)

:-)

"a Dona Natura é assim e pronto" ou  "porque
Deus assim quer" podem ser respostas mas sugere outra
pergunta:

O que causa este "assim" da natureza???

E devemos tentar sempre buscar respostas a estas
perguntas.



Talvez, depois eu escrevo mais sobre esta triste história
da física que você narrou na mensagem anterior.



Hélio



PS.:

Porque que certos astros no céu parecem perdidos indo e
voltando em relação aos outros que estão mais fixos uns
em relação aos outros?

Uns diziam: Porque Deus quer.

Outros diziam: Porque a natureza é assim e pronto. 

(A Igreja da época e os cientistas da época - não
necessariamente nesta ordem)



Mas Galileu disse (baixinho para não ir para a fogueira)
"mas que se move, se move" se referindo à
Terra.



--------------------------------------------

Em qui, 12/6/14, 'JVictor' j.victor.neto@uol.com.br
[ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
escreveu:



Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da
matemática e da física

  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br

  Data: Quinta-feira, 12 de Junho de 2014, 18:17

 

 

   

 

 

 

   

 

 

     

       

       

       

 

 

 

 

 

 

 

   

 

   

 

 

 

 

 

  De: JVictor

  [mailto:jvoneto1@gmail.com]

 

  Enviada em: quarta-feira, 11 de junho de 2014

  21:11

 

  Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'

 

  Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus

  sagrado da matemática e

  da física

 

 

 

 

 

   

 

   

 

  Helio,

 

   

 

 

 

  Hélio:Quando eu disse

  ma MSG:

 

  https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/conversations/messages/86132

 

 

 

  quando, na minha opinião, aconteceu no estudo da
natureza

  "... um

  'pequeno' erro, bastante elementar porém a
gerar

  consequências imprevisíveis

  ..."; disse que um dos problemas foi o conceito de

  energia

 

  Este conceito em si não é ruim se a energia for vista

  apenas como uma das

  formas de quantificar o movimento da matéria ou a

  esperança de movimento futuro

  da matéria (tudo é relativo). 

 

 

 

 

 

 

 

  Victor:

    Definitivamente, o conceito de

  energia está

  muito longe de ser trivial. E, parece, não há um

  consenso

  entre os físicos em relação ao que é realmente

  energia.  Em

  verdade, as definições possíveis de serem dadas o são
em

  termos do que a

  energia faz, ou deixa de fazer. Nada que vise a sua

  essencialidade, pois

  esta é uma ponte longe demais. 

 

   Algo

  que eu gostaria de ter escrito a respeito

  é mais

  ou menos como

  está na descrição abaixo.  Pois os conceitos

  desenvolvidos

  "batem"  com o que aprendi, nas longas
lições

  de casa que já fiz. Não

  conheço o autor.  Mas ele tem a exata noção daquilo

  sobre o que discerne.  Delineia

   o que

  se entende por energia, em termos

  práticos,

  utilizáveis e mensuráveis.  

 

   

 

  http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia

 

 

   

 

  Entendo  energia

  como algo que está “visceralmente”  ligado a duas

  coisas:  a

  capacidade de mudar o estado de repouso ou de movimento
dos

  corpos ou sistemas;  e o

  fato notável  de transformação

  de uma forma em outra, atributo este que é

  igualmente intrínseco ao conceito.  Tal como

  dizia Lavoisier.  E isto é tudo

  o

  que a

  ciência precisa saber,  para usar

  no dia a dia e no funcionamento do mundo.  As contas de

  luz

  e de água também podem nos dar o inescapável

  insight.... de sua

  efeitividade.

 

  Helio: 

  Mas rapidamente isto "evoluiu"

  para a lagrangeana; hamiltoniano etc. E, devido a más

  interpretações que

  prevaleceram, fizeram da energia um ser independente.

 

  Deram poderes mágicos aos objetos e proibiram
perguntarem

  por que disto.

 

  Victor: 

  Não é e não

  foi assim.  Os

  formalismos acima têm

  outra origem, embora o conceito de energia mecânica, em

  cada um, lhes seja

  inerente.  A origem dos conceitos a que alude  remonta

  a a

  Fermat e Mautpertuis,

  e surgiram

   simplesmente

  da observação acurada, sem mais nada que a

  intuição,

  conforme irei

  mini-resenhar  e explicar em seguida. 

 

  A

  fonte dessas idéias é o resultado da observação de

  que Dona Natura parece agir de

  tal modo que certas quantidades físicas são

  minimizadas  sempre

  e  quando ocorre, de

  maneira natural,  algum  processo físico.

   Todos

  sabemos, por exemplo, e só para citar o mais conhecido,
que

  um raio luminoso

  sempre percorre o caminho mais curto, entre dois pontos
de

  sua

  trajetória.  Os físicos, desde os primórdios dessa

  "abertura" de

  mente, disseram: eis o que podemos adotar como postulado

  fundamental.  

 

  Já

  que ninguém jamais observou algo diferente.

 

  Então,

  por

  causa disso, para

  chegar às leis da reflexão e refração foi só um
pulo,

  com a

  ajuda inestimável do cálculo diferencial e integral. 
Ou

  seja, a

  observação de que o ângulo de incidência é igual ao
de

  reflexão, sem recorrer a

  mais nada sobre a constituição da luz, é uma

  consequência de um

   fato

  observacional, da

  intuição física acurada daqueles antigos mestres,

   e do

  cálculo infinitesimal. 

 

   Farei

  o relato segundo a ordem cronológica de como as coisas

  ocorreram.

 

  Em

  1657:  Fermat viu neste princípio de minimização
algo

  mais que as

  cordas  e o teclado de um piano!  Reformulou-o e o

  ampliou,

  postulando:  um raio luminoso sempre viaja de um

  um ponto

  em um dado meio a outro ponto em outro   meio de modo

  tal que o caminho percorrido é aquele que

  toma a menor

  quantidade possível de tempo.  Ele tomou isto como

  um postulado

  básico.  Assim Fermat pode obter não apenas a lei d

  reflexão como, também,

  a lei de refração, que já era conhecida, desde os

  experimentos de  W.

  Snell(1580-1626).  

 

   

 

  Em

  1774: 

  Pierre-Louise-Mopreau de Maupertius fez a primeira

  aplicação de um

  princípio da acão

  mínima, baseado num trabalho póstumo de Fermat, embora

  sobre pressuposto muito criticados na época:  ele

  postulou que  o movimento dinâmico realiza-se mediante
um

  caminho de

  ação ou uma ação mínima,

   termo este que subsiste

  até nossos dias sem mudança alguma. Remonta dai, pois,
o

  primeiro insight,

  aplicado à mecânica, do que nos dias de hoje,  se chama
o princípio de

  mínima ação.  (Maupertuis  era adepto da teoria da

  geração

  espontânea, contudo antecipou-se a Darwin, com suas
idéias

  de seleção natural.

  Mas no princípio da ação mínima ele não injetou nem
um

  pouco de

  matemática;  limitava-se a dizer que era assim por que

  era assim e

  pronto, pois era

  desse jeito que a Natureza agia:  ação é

  minimizada

  “(na verdade,

  sabemos hoje, extremizada) através

  dos desígnios ou  sabedoria de Deus”). Tirando a

  referência aloprada 

  a Deus, o resto foi

  aproveitado e reformulado, por matematicos como

  Euler(contemporâneo),

  Lagrange e outros. 

   

 

   

 

  Em

  1760, Lagrange, então com  24 anos, extraordinário

  matemático já nessa

  altura de sua vida, viu nesse princípio algo mais que

  apenas uma declaração

  útil, porém algo

  solta, no bojo

  científico de então. 

 

  En

  passant: Suspeito que

  seus insights, neste mister,  assemelham-se

  aos de Einstein, quando este viu nos dois postulados de
sua

  teoria, o que

  ninguém tinha vista então. 

 

  Desse

  modo, Lagrange  pode estruturar o princípio da mínima

  ação de Maupetuis

  sobre adequadas bases matemáticas.  E o que fez
Lagrange,

  especificamente?  Isto:  usou as variáveis físicas
de

  sistema

  mecânico arbitrário, definidas como posição e

  velocidade. A partir daí,  os conteudos

  energéticos do sistema mecânico ficaram  claros e

  organizados, conteudos estes que são:  sua

  energia cinética e sua

  energia potencial, ou seja:  a  energia mecânica do

  sistema. A partir

  dessa reformulação, uma nova mecânica surgiu, a
chamada

  mecânica de Lagrange.

  Mas não como uma nova teoria. Apenas como uma

  reformulação da mecânica

  Newtoniana, que foi  extensamente ampliada, e certos

  fenômenos, que

  permaneciam ocultas no bojo da TN, foram então
revelados. 

  Além de

  simplificar os cálculos da MeqN.

 

   

 

  O

   trabalho  de

  Lagrange, que reformulou toda a mecânica, teve

  desdobramentos importantes e que aprimoraram mais ainda
o

  modo como usar o

  conceito expresso no principio da mínima ação bem
como

  dando aos conteudos

  energéticos inerentes a todos os sistemas físicos a real
a

  relevância de que

  realmente gozam.  O

  passo  definitivo, nessa mesma linha de pesquisa,

    foi

  dado por  William Rowan Hamilton, que deu uma

  caracterização definitiva

  aos postulados de Lagrange.  Isto ele fez em dois
trabalhos

  que  publicou,  um

  deles em 1834 e o outro no ano seguinte. 

  Estes trabalhos culminaram com o que se conhece  hoje

  como  o princípio

  de Hamilton, cujo enunciado é como segue:

 

  "Entre todos caminhos

  possíveis ao

  longo dos quais um sistema físico pode ser mover de um

  ponto a outro, dentro de

  um intervalo de tempo especificado, o caminho que será

  percorrido é aquele

  que minimiza a integral de tempo da diferença de entre

  as energias cinética

  e potencial do sistema."  

 

   

 

  Em termos

  práticos, e para não ficar no abstrato, deixem-me dar
um

  exemplo simples.

 

  Imagine a

  situação, típica, do que o princípio acima poder

  fazer:  de uma certa

  altura h, um objeto de massa m é solta,

  e chega ao solo em t segundos.  Teoricamente, o objeto
pode

  chegar ao solo

  por diversos caminhos, cada um caracterizado por um

  equação de movimento

  específica, como os três escolhidos, abaixo: 

 

   

 

  1) h = gt_____

 

  2) h = gt²/2_____

 

  3)  h =

  gt3/4

 

  Apenas

  uma das equações de movimento acima, a 2 , atende aos

  requesitos exprtessos em: δS  =  δ∫ L dt = O,  ou
seja, o  de que a integral que

  resulta num valor menor é a do caminho 2; sendo maior
para

  os dois outros. Ou

  para quaisquer outros escolhidos, dentro de uma
infinidade

  deles. Tudo se passa

  como se  a Natureza aplicasse o delta de Dirac e

  selecionasse apenas o caminho

  dado  pela equação de movimento  2...  Sabida, é
que

  ela é. 

 

  Quem

  quiser ver que é assim, basta fazer as contas. Não
são

  difíceis de serem

  feitas.  

 

  Ainda

  que, para um dado h e um dado t, específicos, as 3

  equações dêem os mesmos

  resultados. Apenas para a segunda, a igualdade se
verifica

  para qualquer t,

  enquanto que nas demais,  não.  E isto é
fantástico!

  E  é  absolutamente geral. 

 

  Resumindo:

  Como vê,  o conceito de energia surgem, aquí, como
determinante do que

  pode acontecer ou não!  E não que sofreu
modificação(o

  conceito de energia) em alguma

  fase desses desenvolvimentos, como você imagina.  As

  variáveis associadas

  ao sistema são sempre as usuais: posição, velocidade,

  aceleração;

  ligadas,

  pois não, ao espaço nosso de cada dia!

 

  A

  relação entre estas variáveis resulta nas equações
de

  movimento do sistema

  mecânico. Que é o

  ques procura em matemática, para a descriçãoi
dinâmica

  dos sistemas. 

 

  O

  mais

  notável é o seguinte:  as

  principais teorias atuais, conforme expuz no e-mails

  anterior, estão atreladas ao princípio acima

  comentado, dele

  sendo derivadas. Todas.

 

  A

  equação δS  =

   δ∫ L dt = O dá a dimensão do que expressa

  o

  princípio acima, da

  mínima ação(Hamilton).  

 

  E

  esta

  equação é tal, como disse certo matemático espanhol,
que

  Deus poderia muito bem

  ter sido um pouco mais inteligente e criativo...ao invés
da

  bíblia, poderia ter

  ditado para seus escribas apenasmente  a

  "bíblia" acima. Não é

  por nada não, mas concordo em gênero, número e grau
com

  esta tirada

  inteligente.

 

  Pronto.

 

  Sobre a função de

  Lagrange, certa ocasião postei para o fórum um

  texto onde discutia uma análise da Mecânica
Newtoniana,

  ocasião em que a ação S  =  ∫ L dt foi a tônica,
bem como o

  significado de L, o Lagrangeano, função das variáveis

  dinâmicas.  A quem

  interessar possa, indico as seguintes obras, que tratam

  dessa mecância, chamada

  de Mecânica Analítica:

 

  Mecânica Analítica, de Nivaldo

  A. Lemos; e, o livro de mecânica

  e eletrodinâmica, de L.Landau(há uma tradução em

  português, e o assunto é desenvolvido

  de tal maneira que você diria: ora bolas, desse jeito,
até

  eu  faria!...Uma

  beleza.).

 

   

 

  Hélio: VICTOR

  disse:"...já que decorre da observação de que

  ossistemas da Natureza

  tendem a seguir os caminhos mais curtos,

  tempos mínimos ouextremos."

 

 

 

  Hélio: Eu pergunto:

 

  Por que eles fazem isto? Como escolhem este caminho se
não

  tem celebro nem olho

  nem pé nem cabeça?

 

  Victor:  De certa forma, o texto acima

  explica isso. Contudo, a resposta de qualquer físico

  será, seguramente:

   não

  sei. Simplesmente é assim que a Natureza age. Parece
uma

  resposta cretina.

 

  Mas não. Não há como dar outra. Essa pergunta é

  do mesmo tipo que: 

 

  1) o que havia antes do big bang?  ;2) não importa o
quanto dois

  pontos estejam

  infinitamente próximo, há sempre um número infinito
de

  outros pontos entre

  eles.; 3) o que é a

  consciência? O q ue é a

  vida?

 

  4) ou mesmo, o que é energia(fora das

  conotações que alinhavei mais acima, de cunho prático
e

  operacional)? ou,

 

  5) o que é o tempo? 

 

  O mais que podemos fazer é dar a coisas como

  tempo e energia conotações práticas, com base na

  observação. Como a física tem

  feito, com sucesso.

 

  De qualquer maneira, a resposta a tais

  perguntas, e não por serem irrespondíveis, não é

  de competência da

  física.

 

  A preocupação desta é apenas uma: descrever o

  comportamento dos sistemas físicos usando teorias que
mais

  se aproximem do que

  é observado e que sejam validadas, sem ambiguidades,
por

  alguma estrutura

  matemática. Nem mais nem menos. 

 

  Agora, eu posso dizer quem, com certeza,

  responderá às tuas questões: teólogos, filósofos,

  espíritas, etc. (Nada contra

  qualquer destes últimos abnegados das inutilidades).

 

 

 

  Hélio: Quais forças os levam para isto e são devidos
a

  interações com o que?

 

  Victor:  Mesmos argumentos acima. 

 

 

 

  Hélio: Sem a preocupação em responder estas coisas, a

  ciência vai se tornando

  esotérica.

 

  Victor:  Mas a ciência não precisa ter

  tais preocupações, pois são questões sem condições
de

  resposta.  E,

  certamente, penso, esta condição de impotência não
é,

  de maneira alguma,

  em razão de não havermos atingido um nível mental
mais

  avançado. Acho, mesmo,

  que nunca obteremos respostas. 

 

  Com relação às perguntas que fiz, o físico

  Victor F.Weiskopf e Herman Feshbach publicaram em 1988
um

  artigo  cujo

  título, numa tradução macarrônica dá "Faça
uma

  pergunta imbecil..."

  Garantem que perguntas que fazem sentido, têm resposta

  líquida e certa. Mas faça

  uma pergunta imbecil e receberá uma resposta

  imbecil(estou citando isto do livro "Os seis caminhos
a

  partir de

  Newton", de E.Speyer.)  

 

  Nessa mesma linha de visão, há as questões das

  simetrias;  que especificam o que, por causa delas,
podem

  acontecer e o

  que, de maneira alguma acontecerá. Por exemplo: uma
pedra

  apenas cai para

  baixa, para machucar do dedão. Nunca ao contrário.

 

  Na mesma linha de argumentos sobressaem-se, soberanas,

  algumas impossibilidades em

  física, como: 

 

  1)É

  impossivel usar um feixe eletromagnético como sistema
de

  referência; logo, a

  velocidade da luz é a mesma para todos os

  observadores(invariância esta não

  aplicáveis à frequência ou ao comprimento de onda do

  tal); ou, 

 

  2)É

  impossível dois elétrons no mesmo átomo possuirem os

  mesmos números 

  quânticos, isto é, possuirem o mesmo estado

  físico(princípio da exclusão de

  Pauli); ou,

 

  3)É

  impossível medir uma grandeza física num intervalo de

  tempo zero ou infinito.

  Por conseguinte, a resolução perfeita e a informação

  completa são inatingíveis;

  ou...

 

    Enfim, há

   umas 13 ou mais impossíbilidades físicas, que
omitirei,

  para não

  encompridar mais ainda este já grandinho post

 

  Qualquer que seja o ângulo que olhar, há

  porquês aloprados. Que simplesmente não têm resposta.
And

  so on.

 

  .

 

  Hélio: A lagrangeana é uma ótima ferramenta
matemática,

  mas não diz muito sobre

  a natureza.

 

  Victor:  Claro. E não era mesmo para

  dizer, apesar de ela ser muito mais que apenas ótima.
 O

  que ela faz, e o

  faz de maneira completa e competente, é sistematizar,

  descrever e

  quantificar.

 

 

  Por fim, e para complementar, acrescento o

  seguinte:  explicações extraídas dos formalismos

  matemáticos que ancoram

  as teorias podem ser satisfatórias, sim; mas, de
maneira

  alguma, vai às

  essências, em termos das perguntas que alinhei mais
acima.

   É preciso não

  confundir essas coisas. 

 

  E, ao fim e ao cabo, a humanidade seguirá seu

  curso.

 

  E o elétron, o que é mesmo?

 

  (Obs.: Sobre este

  mesmo tópico, é possível desenvolver argumentos

  complementares, de

  plausibilidade - sobretudo sobre o esoterismo a que 

  aludes. Toda essa

  questão de energias, sobre como os sistemas dinâmicos
se

  comportam, podem ser

  vistas à luz de outro conceito, igualmente muito

  importante, e pouco falado: o

  caráter geodésico de que estes sistemas estão

  revestidos...Aí é que vai

  parecer esotérico, sem sê-lo. Verá é ficará só no

  parecer, mesmo. Esperarei por

  outra madrugada de insônia.

 

 

 

  Sds,

 

  Victor.

 

 

 

  --------------------------------------------

 

  Em dom, 8/6/14, 'JVictor'
j.victor.neto@uol.com.br

  [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>

  escreveu:

 

 

 

  Assunto: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da

  matemática e da física

 

  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br

 

  Data: Domingo, 8 de Junho de 2014, 10:25

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Olá,

 

  Betto,

 

 

 

   

 

 

 

  Certamente Euler,

 

  hoje, não entenderia nada do que professa

 

  vossa filosofia científica.

 

 

 

   

 

 

 

  Mas, a título de

 

  informação - cujo conteudo já deve ser de seu

 

  conhecimento - lembro que  todas teorias atuais(TRG,

  TRR,

 

  Mecânica Quântica,

 

  QED, QCD, Eletromagnetismo e a própria teoria

  Newtoniana,

 

  etc) derivam de um

 

  princípio básico, que começou com ele mesmo,o

  magistral

 

   Euler,  que tem sua

 

  expressão reformulada no Princípio de Hamilton:

 

 

 

 

 

   

 

 

 

  Cuja expressão

 

  matemática é: δS=0,

 

  onde S = , S  é

 

  a ação e L é uma função, que depende da posição e

  da

 

  velocidade do sistema, e δ é a

 

  variação de  S, que deve ser

 

  nula, já que decorre da observação de que os

 

  sistemas da Natureza tendem a seguir os caminhos mais

 

  curtos, tempos mínimos ou

 

  extremos. Ou seja,

 

  aproveitando a sabedoria da Natureza e... a sua

 

  preguiça, que é cósmica!

 

 

 

   O L da integral é

 

  o chamado Lagrangeano, ou função Lagrangeana,

 

  que envolve consequências do movimento  e da
posição,

  em

 

  cada instante:  energia

 

  cinética e/ou potencial.  

 

 

 

  É através desse princípio "bíblico" - pois

 

  bastava deus ter feito

 

  esta simples equação, δS=0, e nada mais -

 

  que as estruturas que regem o comportamento

 

  da Natureza são reveladas, ou seja as equações de

 

  movimento são deduzidas. Toda

 

  teoria deve ter, claro, um suporte estrutural
matemático

 

  consistente que

 

  permita previsões, a serem validadas pelos números que

  se

 

  obtêm nos experimentos

 

  de laboratório. Sem falar que - e falando -  ao lado

 

  disso, a credibilidade de

 

  qualquer teoria física, hoje em dia, está atrelada

  direta

 

  e indissoluvelmente a

 

  este fato:

 

 

 

   

 

 

 

  1 A teoria pode ser

 

  derivada do princípio variacional acima? Se

 

  pode, então toque o barco para a frente que chegará no

 

  Nirvana;

 

 

 

   

 

 

 

  2- Não pode? Bem,

 

  ainda pode tocar o barco para a frente, mas

 

  aviso - e quem avisa amigo é -  é mais provável que

 

  chegue em dado ponto do rio

 

  e...socoorro!, uma cachoeira!

 

 

 

  Aí já

 

  era...

 

 

 

   

 

 

 

  En passant:  A

 

  própria teoria das cordas começou bem: 

 

  obedecendo ao princípio acima. Mesmo assim, é  minha

 

  intuição de que vai

 

  encontrar aquela maldita cachoeira no meio do caminho.

 

 

 

 

 

  Quem vir, vai

 

  viver....

 

 

 

   

 

 

 

  Mais um

 

  observação: o tal salto quântico é observacional; a

 

  matemática

 

  por trás apenas valida.  O problema da MQ quântica

  não

 

  é a matemática  em si, que

 

  a estrutura. Nem as comprovações experimentais(100% de

 

  acertos, em todos os

 

  experimentos-ao menos até onde sei). O problema da MQ

 

  está...nas

 

  interpretações, que muitas são de cunho filosófico -

  e

 

  aí é que o rabo da póbre

 

  porca torce: meteu filosofia no que não lhe compete -

 

  ciência - tenha certeza

 

  de uma coisa: a tampa voa, e ninguém entende

 

  nada.

 

 

 

  O melhor é ficar

 

  com as contas, que, estas sim, podem ser validadas

 

  em  laboratório.

 

 

 

   Afinal de contas,

 

  a física não tem  o objetivo de explicar a

 

  essência das coisas, como saber o que antes do  big

  bang,

 

  ou de que é

 

  constituído(como assim?), como questiona o Hélio, o

  campo

 

  magnético.

 

 

 

  E isto é...

 

  insólido, tomando emprestado uma palavra de vossa

 

  lavra.

 

 

 

  Deixo de comentar o

 

  restante, pois me sinto incompetente para o

 

  mister. Mas irei reler e talvez fazer algumas

 

  considerações, nem tão

 

  "insólidas"-gostei dessa palavra,

 

 

 

   

 

 

 

  Sds,

 

 

 

  Victor.

 

 

 

   

 

 

 

   

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  De: ciencialist@yahoogrupos.com.br

 

  [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]

 

 

 

 

  Enviada em: sábado, 7 de junho de 2014 16:06

 

 

 

  Para: bombaspr@hotmail.com

  [ciencialist]

 

 

 

  Assunto: Re: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da

 

  matemática e da

 

  física

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Sem

 

  dúvida alguma, a matemática é a linguagem de

  tradução

 

  dos processos físicos universais mais perfeita que

  pode

 

  existir.  Mas ela pode ser usada como uma “espada
de

 

  dois

 

  gumes”, ela pode, por meio de artifícios de sua

  própria

 

  estrutura, provar

 

  o improvável, que digam os físicos da “física”

 

  quântica, ou melhor,

 

  do “salto quântico”.   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  E

 

  tomem mais um pouco de lógica filosófica…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Os

 

  físicos dizem que não pode haver estruturas menores
que

  o

 

  comprimento de Plank,

 

  que mede 1,6 × 10−35 m, e que dimensões menores que

 

  esta, estão fora do campo

 

  de entendimentos da física relativística e
quântica. 

 

  Mas isso, só faz

 

  sentido para eles (os físicos), já que aceitam ser o

 

  universo espacialmente finito. 

 

  Porém, de acordo com a TUGIA, o universo é

  espacialmente

 

  (e temporalmente)

 

  infinito, logo, qualquer medida de volume ou
comprimento,

 

  só pode estar situado

 

  exatamente no meio do caminho entre o que é

  indefinidamente

 

  pequeno e

 

  indefinidamente grande, tendo, portanto, a capacidade de

  ser

 

  intrinsicamente

 

  (infinitamente) "grande ou pequeno".

 

 

 

  Ora,

 

  do ponto de vista matemático, segmentos de reta, podem

  ser

 

  divididos

 

  indefinidamente, mesmo neste suposto universo quântico

 

  finito.  Então,

 

  obviamente que tais volumes também podem, não importa
o

 

  modo como isso seja

 

  feito.  Se os tais corpúsculos existem,

  obrigatoriamente,

 

  devem ter lado

 

  de dentro e lado de fora, começo, meio e fim. O lado de

 

  fora, deve ser o

 

  próprio vazio absoluto, pois, assim, cruzamos a

  fronteira

 

  entre o "ser

 

  interior" e o "não ser exterior", sendo

  este

 

  último lado,

 

  dimensionalmente infinito. O lado de dentro, deve ser o

 

  próprio ser absoluto,

 

  que tem começo, meio e fim, portanto, infinitas partes

 

  unidas ou separadas, e

 

  isto se caracteriza como sendo o problema da

  fragmentação

 

  necessariamente

 

  indefinida, inerente a eventuais corpúsculos.

 

 

 

   

 

 

 

  Leia

 

  mais:

 

  http://tugia.webnode.com/os-continuos-geometricos/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Enviado do Email do

 

  Windows

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  De: bombaspr@hotmail.com

 

  [ciencialist]

 

 

 

  Enviado: ‎sábado‎, ‎7‎ de ‎junho‎ de

 

  ‎2014 ‎12‎:‎14

 

 

 

  Para: bombaspr@hotmail.com

 

  [ciencialist]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Estou

 

  sempre à cata de mais informações - vinda de

 

  historiadores, matemáticos e até

 

  mesmo de  curiosos  - a respeito dessa mente gigante e

 

  criativa, que

 

  foi o cidadão

 

 

 

   

 

 

 

  chamado

 

  Leonard Euler.  A ciência de nossos dias deve

  muitíssimo

 

  aos seus

 

  trabalhos em matemática e física. Tão muito que,
mesmo

 

  dividindo a dívida em

 

  1000 módicas prestações mensais o mundo não

  conseguirá

 

  pagar. Também, ele nem

 

  ligará...não precisa mesmo de dinheiro. Nem de meus

 

  elogios.

 

 

 

   

 

 

 

  Aquí,

 

  então, mais belo um apanhado histórico acerca das

 

  principais

 

  criações/descobertas do  físico-matemático, que é

 

  daqueles que não se

 

  fazem mais hoje em dia.

 

 

 

   

 

 

 

  http://www.dmat.ufpe.br/gradua/intervalo/ciencia_hoje_leonhard_euler.pdf

 

 

 

 

 

   

 

 

 

  Os

 

  minimamente interessados nessas coisas ganharão muito,

 

  lendo o artigo do

 

  Zampana.

 

 

 

   

 

 

 

   

 

 

 

  Sds,

 

 

 

  Victor.

 

 

 

   

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SUBJECT: Carezani - O refutador mor da TR
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2014 23:10

 

 

Amigos,

 

 

Alguém tem o livro Autodynamics - Fundamental basis for a new relativiistic mechanics, de Riacrdo Carezani?  Ou já leu a respeito dele?

 

É ideal para aqueles abnegados - e sofredores, como os corintianos!  - que por alguma razão discordam da TR, em parte ou em sua inteireza.

 

Os seguidores do autor - que ocupou a região de mesmas coordenadas  geodésicas que o Maradona -(se ainda não fechou os oinhos, está mais perto, pois sua teoria é dos idos de 1940, quando, na altura, já era meio madurão, portanto deve estar bem avançado na ausência de juventude). Seus seguidores, liderados por um certo arquiteto,  até criaram a SAA-Society for the Advancement of Autodinamics(Non-Profiti Organization #95-4583657).   Aqueles que não concordam com a TR, quaisquer que sejam as razões, tirariam proveito do rol de coisas que discutem por lá, etc e tal.

 

Pesquisei na internet, usando os nomes acima, e não é que encontrei alguns sites que tratam do assunto?

Mas não aprofundei o teor do tratamento que dão ao mister. Apenas lí o que estou postando a seguir.

 

http://en.wikipedia.org/wiki/Autodynamics

 

Minha opinião a respeito?  Deixo para depois ler algum comentário sobre a coisa.

Só digo  outra coisa: todas as "refutações" conceituais -  e são apenas estas: refutação de todos os conceitos relativistas, todos, sem faltar nenhunzinho -  são feitas usando matemática, e não tão simples, nem tão besta. Um prato cheio. Ou seja, tenta embasá-los de uma maneira mais técnica.

 

Sds,

Victor.


SUBJECT: RES: RES: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2014 23:23

Ao menos o Betto é educado, calmo e comedido.

Ante as nossas estranhezas e alguns duros comentários , não esquentou e não saiu por aí afora atirando pedras para todo lado, conforme certos  "teóricos",  de não saudosa memória, que já passaram por aquí. Que agiram agressivamente, detratando os oponentes e tudo o mais

O Betto, não.  Olhou por cima, mantendo seu orgulho.

Deve ter dito: ora, são uns pobres tolos, não sabem o que estão perdendo, por não tungirem seus precioso tempos lendo e estudando minha cara tungia.   Eles que sabem, eles que sabem!

E se pirulitou com decência, pompa e dignidade!...

 

Sds,

Victor.

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: sábado, 14 de junho de 2014 20:36
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RE: RES: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física

 

 

Ok, Olá, Adeus...

 

Já bati em muitas portas digitais, mas, infelizmente, quem sempre me atendeu, foram os sacerdotes de uma religião ilógica, insana e autoritária.  Mas ainda há muitas portas para serem abertas, quem sabe, numa delas, haja algum físico, ou melhor, algum filosofísico que me abram as portas...  Não esqueçam esse nome, o nome é TUGIA.

 

By Betto Sarafelli

 

  


To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Date: Sat, 14 Jun 2014 20:11:47 -0300
Subject: RES: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física

 

 

Caro Betto,

 

Bem, já provei a mim mesmo que, com um esforço apreciável posso entender qualquer coisa em ciência.

Exceto, mesmo turbinando o juizo,  o seguinte:

 

1) O apocalipse bíblico;

2) Meu querido pai;

 

 e, agora,

 

3) esta tua teoria, a tungia.

 

Jurei a mim mesmo que iria ficar só nos itens 1 e 2;  mas o que já não entendia, somada às tuas respostas - tão bem elaboradas quanto a tua tungia... -  às boas perguntas do Hélio, fizeram com que os dois óbices, o  1 e 2,  de repente,  ficassem clarinhos, clarinhos.!...

Bem, foi um ganho.

 

Já estava fora, e, agora, ficarei mais ainda.

 

Boa sorte, pois, com estas loucubrações, como diria Wigner,  eficientemente desarrazoadas.

 

Ah, faço minhas as recomendações do Hélio.  

 

Victor.

 

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: sábado, 14 de junho de 2014 19:42
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física

 

 

OK, então vamos começar por...

 

...”Defina melhor os seguintes termos e aí vai ser possível começar a ler seus arquivos”.

- Matéria Aparente: de modo ontológico, a matéria é indescritível, indistinguível do não ser, não podemos dizer, eis a particular realmente fundamental, a própria materialidade do universo, aqui está ela...

- Insólido: palavra inexistente criada por mim mesmo, que dá ênfase a não existência absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável já existem...

- Contínuo Geométrico: é a estrutura formada pela totalidade (infinita) dos elementos geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...

 
- Interação Girante: é uma regra, um domínio geométrico estabelecido pelas dimensões desses elementos geométricos, por exemplo, um triangulo circunscrito num quadrado, então, o quadrado é quem contém o círculo e não o contrário, é só uma regra que diz que uma figura possui um giro, um sentido de rotação, embora não tenham de fato....

- Méron: vem do grego meros = parte, porção, segmento... + a letra N para designar funcionalidade, portanto, as partes da matéria (aparente).  É melhor do que átomo, que significa “não divisível”, sem partes”, etc...


- absoluta Dimensão Ômega: tudo em minha teoria esta interligado e inclusive a nomenclatura dos corpos e funções desses, assim, Dimensão Ômega é o nome dado a maior dimensão possível, a dimensão infinita do universo, o universo em sua plenitude...

  
- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de barbear (???????????????)
...............[O fio da navalha é enormemente grosso: "No fio da navalha correm dois trens da central" (Guilherme Arantes)]: já isso, não passa de uma tentativa de levar o indivíduo a pensar quão pequena seria aquela faixa de elementos geométricos que foram representadas naquela animação...

 

- geometria adimensional: geometria adimensional ou autosimilar, é a geometria que constrói, entre outras coisas, os fractais, é só pesquisar um pouco....
- geometria autosimilar

- Compalphas: Vem de Componentes Alpha, o componente fundamental, cuja geometria é adimensional ou autosimilar, e que está na “outra ponta” das dimensões do universo, isto é, no que é absolutamente e infinitamente pequeno...

- Interação Cíclica: é uma interação geométrica, regida pela trigonometria aplicada ao raios dos Círculos de Interação...


- Eixos Alpha: podemos dizer o Eixo Alpha, é o vetor campo magnético associado ao Ponto Alpha, isto é, ao ponto central do Compalpha, podem até chama-lo de partículas, mas seria contraditório, pois as partículas supõem materialidade....


- menos “energética”:  é mais ou menos como dizer, mais fome, menos fome, mais forte, menos forte, apenas um modo trivial de dizer, menor momentum, menor energia intrínseca, etc...

 
- Desconstrução Merônica natural: é o mesmo que falar fissão nuclear, ou decaimento natural, porém, como não existe um “núcleo”, formando um “átomo” com “partículas”, não faz sentido dizer.....

 
- Corrente Cíclica: é o mesmo que uma corrente senoidal, já que “elétrons” não existem,.....

etc, etc e etc.: já isto significa, etc, etc e etc. mesmo...



 


To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Date: Sat, 14 Jun 2014 14:45:42 -0700
Subject: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física

 

Betto,

Depois que você pediu para ver "minha teoria" e eu te mostrei o caminho, você falou coisas interessantes, até achei que você queria ser meu discípulo.

:-)
:-)

Mas agora, com este teu novo pptx, ficou difícil.
:-)

Você faz desenhos bonitos mas fala uma língua estranha:
Que língua é esta??

Em certo ponto você diz:
"...tudo que sei traduzo em palavras e formas, textos e desenhos, para mim são suficientes, para outros não"
Talvez seria o suficiente se você traduzisse em português (ou inglês, ou em qualquer língua terráquea)

Defina melhor os seguintes termos e aí vai ser possível começar a ler seus arquivos.

- Matéria Aparente
- Insólido
- Contínuo Geométrico
- Interação Girante
- Méron
- absoluta Dimensão Ômega
- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de barbear (???????????????)
...............[O fio da navalha é enormemente grosso: "No fio da navalha correm dois trens da central" (Guilherme Arantes)]
- geometria adimensional
- geometria autosimilar
- Compalphas
- Interação Cíclica
- Eixos Alpha
- menos “energética”
- Desconstrução Merônica natural
- Corrente Cíclica
etc, etc e etc.
:-)

Em tempo:
- “ELÉTRONS" NÃO EXISTEM

E o que significa a palavra "práticos" em "...deixo isso para os práticos, para os matemáticos";

Não posso te iludir. Acho que esta teoria psicodélica não tem futuro. Falta você falar minimamente a língua dos seu desejados interlocutores.

Eu lamento te dizer isto mas na natureza nem sempre o transmissor (por ex.: você) e o receptor (por ex.: nós) estão na mesma frequência. Não existe uma ligação no "contínuo geométrico circular" entre eles.

Você diz que é físico de nascença, mas, se for importante mesmo para você conversar com físicos de fato e de direito sobre detalhamentos em assuntos tão profundos, você precisa fazer minimamente uma graduação em física numa boa universidade (pelo menos a parte inicial - os 4 primeiros períodos).

Hélio

--------------------------------------------
Em sex, 13/6/14, Betto Sarafelli sarafelli@hotmail.com [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:

Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Sexta-feira, 13 de Junho de 2014, 23:39


 



   


     
       
       
       

Olá Vitor, não entendo muito bem a
dinâmica de discussão do Ciencialist, nunca sei para quem
vai, ou de quem vem as mensagens, não sei ao certo se esta,
especificamente, foi endereçada para mim, mas tudo tudo
bem.  Vamos ao que interessa...Já vinha
caraminholando umas ideias de como expor umas visualização
do que penso sobre o "electromagnetismo", que
chamo de Interação Cíclica, pois bem, andei fazendo uns
desenhos, umas animações no que tenho de melhor e no que
melhor sei trabalhar em termos gráficos.  É mais ou menos
assim que acontecem as coisas do meu modelo de
universo...














 

 



   


     
       
       
       Victor,



Esta sua última mensagem só confirma o que eu acho.



Victor disse:

> Definitivamente, o conceito de energia está muito
longe de ser trivial.



Energia é trivial: não existe! (no sentido de existência
independente - é apenas forma de quantificar movimentos
atuais e futuros de algo que existe - a matéria)



A conservação de energia mecânica é a a equação de
Torricelli multiplicada por m/2.



Mas na página da wiki sobre energia não existe a palavra
Torricelli e na página sobre Torricelli não existe a
palavra energia. (?)



Victor disse:

> ... a resposta de qualquer físico será, seguramente:
não sei.

>  Simplesmente é assim que a Natureza age.

> Parece uma resposta cretina.

>

> Mas não. Não há como dar outra.

> ....

> ....

> O mais que podemos fazer é dar a coisas como tempo e


> energia conotações práticas, com base na
observação.

> Como a física tem feito, com sucesso.

> De qualquer maneira, a resposta a tais perguntas, e
não

> por serem irrespondíveis, não é de competência da
física.

>

> A preocupação desta é apenas uma: descrever o

> comportamento dos sistemas físicos usando teorias que
mais

> se aproximem do que é observado e que sejam validadas,
sem

> ambiguidades, por alguma estrutura matemática.

> Nem mais nem menos.



Mas se esta é a preocupação da física, qual seria então
a preocupação da engenharia???



Esta acima descrita por você é a preocupação da
engenharia que deve ser assim pois se esperar pelos físicos
nenhuma ponte ou estrada ou prédio será construido. Que
bom que os engenheiros usam os conhecimentos existentes para
construir coisas sem ficar perdendo tempo em descobrir o
porquê estes são assim.



Mas, a função do físico é questionar as causas do
fenômeno observado. Depois de conseguir isto, questionar
sobre as causas destas causas. E assim sucessivamente ad
infinitum. E é assim que eu tento ser no trabalho e,
principalmente, nas horas vagas. Neste sentido o C-List
ajuda bastante.



Victor continua:

> Agora, eu posso dizer quem, com certeza, responderá
às

>  tuas questões: teólogos, filósofos, espíritas,
etc.



Estes, em sua maioria, responderão coisas muito semelhantes
às suas respostas.



Bastando talvez substituir a expressão "porque Deus
assim quer" por "a Dona Natura é assim e
pronto".

:-)

:-)

"a Dona Natura é assim e pronto" ou  "porque
Deus assim quer" podem ser respostas mas sugere outra
pergunta:

O que causa este "assim" da natureza???

E devemos tentar sempre buscar respostas a estas
perguntas.



Talvez, depois eu escrevo mais sobre esta triste história
da física que você narrou na mensagem anterior.



Hélio



PS.:

Porque que certos astros no céu parecem perdidos indo e
voltando em relação aos outros que estão mais fixos uns
em relação aos outros?

Uns diziam: Porque Deus quer.

Outros diziam: Porque a natureza é assim e pronto. 

(A Igreja da época e os cientistas da época - não
necessariamente nesta ordem)



Mas Galileu disse (baixinho para não ir para a fogueira)
"mas que se move, se move" se referindo à
Terra.



--------------------------------------------

Em qui, 12/6/14, 'JVictor' j.victor.neto@uol.com.br
[ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
escreveu:



Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da
matemática e da física

  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br

  Data: Quinta-feira, 12 de Junho de 2014, 18:17

 

 

   

 

 

 

   

 

 

     

       

       

       

 

 

 

 

 

 

 

   

 

   

 

 

 

 

 

  De: JVictor

  [mailto:jvoneto1@gmail.com]

 

  Enviada em: quarta-feira, 11 de junho de 2014

  21:11

 

  Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'

 

  Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus

  sagrado da matemática e

  da física

 

 

 

 

 

   

 

   

 

  Helio,

 

   

 

 

 

  Hélio:Quando eu disse

  ma MSG:

 

  https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/conversations/messages/86132

 

 

 

  quando, na minha opinião, aconteceu no estudo da
natureza

  "... um

  'pequeno' erro, bastante elementar porém a
gerar

  consequências imprevisíveis

  ..."; disse que um dos problemas foi o conceito de

  energia

 

  Este conceito em si não é ruim se a energia for vista

  apenas como uma das

  formas de quantificar o movimento da matéria ou a

  esperança de movimento futuro

  da matéria (tudo é relativo). 

 

 

 

 

 

 

 

  Victor:

    Definitivamente, o conceito de

  energia está

  muito longe de ser trivial. E, parece, não há um

  consenso

  entre os físicos em relação ao que é realmente

  energia.  Em

  verdade, as definições possíveis de serem dadas o são
em

  termos do que a

  energia faz, ou deixa de fazer. Nada que vise a sua

  essencialidade, pois

  esta é uma ponte longe demais. 

 

   Algo

  que eu gostaria de ter escrito a respeito

  é mais

  ou menos como

  está na descrição abaixo.  Pois os conceitos

  desenvolvidos

  "batem"  com o que aprendi, nas longas
lições

  de casa que já fiz. Não

  conheço o autor.  Mas ele tem a exata noção daquilo

  sobre o que discerne.  Delineia

   o que

  se entende por energia, em termos

  práticos,

  utilizáveis e mensuráveis.  

 

   

 

  http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia

 

 

   

 

  Entendo  energia

  como algo que está “visceralmente”  ligado a duas

  coisas:  a

  capacidade de mudar o estado de repouso ou de movimento
dos

  corpos ou sistemas;  e o

  fato notável  de transformação

  de uma forma em outra, atributo este que é

  igualmente intrínseco ao conceito.  Tal como

  dizia Lavoisier.  E isto é tudo

  o

  que a

  ciência precisa saber,  para usar

  no dia a dia e no funcionamento do mundo.  As contas de

  luz

  e de água também podem nos dar o inescapável

  insight.... de sua

  efeitividade.

 

  Helio: 

  Mas rapidamente isto "evoluiu"

  para a lagrangeana; hamiltoniano etc. E, devido a más

  interpretações que

  prevaleceram, fizeram da energia um ser independente.

 

  Deram poderes mágicos aos objetos e proibiram
perguntarem

  por que disto.

 

  Victor: 

  Não é e não

  foi assim.  Os

  formalismos acima têm

  outra origem, embora o conceito de energia mecânica, em

  cada um, lhes seja

  inerente.  A origem dos conceitos a que alude  remonta

  a a

  Fermat e Mautpertuis,

  e surgiram

   simplesmente

  da observação acurada, sem mais nada que a

  intuição,

  conforme irei

  mini-resenhar  e explicar em seguida. 

 

  A

  fonte dessas idéias é o resultado da observação de

  que Dona Natura parece agir de

  tal modo que certas quantidades físicas são

  minimizadas  sempre

  e  quando ocorre, de

  maneira natural,  algum  processo físico.

   Todos

  sabemos, por exemplo, e só para citar o mais conhecido,
que

  um raio luminoso

  sempre percorre o caminho mais curto, entre dois pontos
de

  sua

  trajetória.  Os físicos, desde os primórdios dessa

  "abertura" de

  mente, disseram: eis o que podemos adotar como postulado

  fundamental.  

 

  Já

  que ninguém jamais observou algo diferente.

 

  Então,

  por

  causa disso, para

  chegar às leis da reflexão e refração foi só um
pulo,

  com a

  ajuda inestimável do cálculo diferencial e integral. 
Ou

  seja, a

  observação de que o ângulo de incidência é igual ao
de

  reflexão, sem recorrer a

  mais nada sobre a constituição da luz, é uma

  consequência de um

   fato

  observacional, da

  intuição física acurada daqueles antigos mestres,

   e do

  cálculo infinitesimal. 

 

   Farei

  o relato segundo a ordem cronológica de como as coisas

  ocorreram.

 

  Em

  1657:  Fermat viu neste princípio de minimização
algo

  mais que as

  cordas  e o teclado de um piano!  Reformulou-o e o

  ampliou,

  postulando:  um raio luminoso sempre viaja de um

  um ponto

  em um dado meio a outro ponto em outro   meio de modo

  tal que o caminho percorrido é aquele que

  toma a menor

  quantidade possível de tempo.  Ele tomou isto como

  um postulado

  básico.  Assim Fermat pode obter não apenas a lei d

  reflexão como, também,

  a lei de refração, que já era conhecida, desde os

  experimentos de  W.

  Snell(1580-1626).  

 

   

 

  Em

  1774: 

  Pierre-Louise-Mopreau de Maupertius fez a primeira

  aplicação de um

  princípio da acão

  mínima, baseado num trabalho póstumo de Fermat, embora

  sobre pressuposto muito criticados na época:  ele

  postulou que  o movimento dinâmico realiza-se mediante
um

  caminho de

  ação ou uma ação mínima,

   termo este que subsiste

  até nossos dias sem mudança alguma. Remonta dai, pois,
o

  primeiro insight,

  aplicado à mecânica, do que nos dias de hoje,  se chama
o princípio de

  mínima ação.  (Maupertuis  era adepto da teoria da

  geração

  espontânea, contudo antecipou-se a Darwin, com suas
idéias

  de seleção natural.

  Mas no princípio da ação mínima ele não injetou nem
um

  pouco de

  matemática;  limitava-se a dizer que era assim por que

  era assim e

  pronto, pois era

  desse jeito que a Natureza agia:  ação é

  minimizada

  “(na verdade,

  sabemos hoje, extremizada) através

  dos desígnios ou  sabedoria de Deus”). Tirando a

  referência aloprada 

  a Deus, o resto foi

  aproveitado e reformulado, por matematicos como

  Euler(contemporâneo),

  Lagrange e outros. 

   

 

   

 

  Em

  1760, Lagrange, então com  24 anos, extraordinário

  matemático já nessa

  altura de sua vida, viu nesse princípio algo mais que

  apenas uma declaração

  útil, porém algo

  solta, no bojo

  científico de então. 

 

  En

  passant: Suspeito que

  seus insights, neste mister,  assemelham-se

  aos de Einstein, quando este viu nos dois postulados de
sua

  teoria, o que

  ninguém tinha vista então. 

 

  Desse

  modo, Lagrange  pode estruturar o princípio da mínima

  ação de Maupetuis

  sobre adequadas bases matemáticas.  E o que fez
Lagrange,

  especificamente?  Isto:  usou as variáveis físicas
de

  sistema

  mecânico arbitrário, definidas como posição e

  velocidade. A partir daí,  os conteudos

  energéticos do sistema mecânico ficaram  claros e

  organizados, conteudos estes que são:  sua

  energia cinética e sua

  energia potencial, ou seja:  a  energia mecânica do

  sistema. A partir

  dessa reformulação, uma nova mecânica surgiu, a
chamada

  mecânica de Lagrange.

  Mas não como uma nova teoria. Apenas como uma

  reformulação da mecânica

  Newtoniana, que foi  extensamente ampliada, e certos

  fenômenos, que

  permaneciam ocultas no bojo da TN, foram então
revelados. 

  Além de

  simplificar os cálculos da MeqN.

 

   

 

  O

   trabalho  de

  Lagrange, que reformulou toda a mecânica, teve

  desdobramentos importantes e que aprimoraram mais ainda
o

  modo como usar o

  conceito expresso no principio da mínima ação bem
como

  dando aos conteudos

  energéticos inerentes a todos os sistemas físicos a real
a

  relevância de que

  realmente gozam.  O

  passo  definitivo, nessa mesma linha de pesquisa,

    foi

  dado por  William Rowan Hamilton, que deu uma

  caracterização definitiva

  aos postulados de Lagrange.  Isto ele fez em dois
trabalhos

  que  publicou,  um

  deles em 1834 e o outro no ano seguinte. 

  Estes trabalhos culminaram com o que se conhece  hoje

  como  o princípio

  de Hamilton, cujo enunciado é como segue:

 

  "Entre todos caminhos

  possíveis ao

  longo dos quais um sistema físico pode ser mover de um

  ponto a outro, dentro de

  um intervalo de tempo especificado, o caminho que será

  percorrido é aquele

  que minimiza a integral de tempo da diferença de entre

  as energias cinética

  e potencial do sistema."  

 

   

 

  Em termos

  práticos, e para não ficar no abstrato, deixem-me dar
um

  exemplo simples.

 

  Imagine a

  situação, típica, do que o princípio acima poder

  fazer:  de uma certa

  altura h, um objeto de massa m é solta,

  e chega ao solo em t segundos.  Teoricamente, o objeto
pode

  chegar ao solo

  por diversos caminhos, cada um caracterizado por um

  equação de movimento

  específica, como os três escolhidos, abaixo: 

 

   

 

  1) h = gt_____

 

  2) h = gt²/2_____

 

  3)  h =

  gt3/4

 

  Apenas

  uma das equações de movimento acima, a 2 , atende aos

  requesitos exprtessos em: δS  =  δ∫ L dt = O,  ou
seja, o  de que a integral que

  resulta num valor menor é a do caminho 2; sendo maior
para

  os dois outros. Ou

  para quaisquer outros escolhidos, dentro de uma
infinidade

  deles. Tudo se passa

  como se  a Natureza aplicasse o delta de Dirac e

  selecionasse apenas o caminho

  dado  pela equação de movimento  2...  Sabida, é
que

  ela é. 

 

  Quem

  quiser ver que é assim, basta fazer as contas. Não
são

  difíceis de serem

  feitas.  

 

  Ainda

  que, para um dado h e um dado t, específicos, as 3

  equações dêem os mesmos

  resultados. Apenas para a segunda, a igualdade se
verifica

  para qualquer t,

  enquanto que nas demais,  não.  E isto é
fantástico!

  E  é  absolutamente geral. 

 

  Resumindo:

  Como vê,  o conceito de energia surgem, aquí, como
determinante do que

  pode acontecer ou não!  E não que sofreu
modificação(o

  conceito de energia) em alguma

  fase desses desenvolvimentos, como você imagina.  As

  variáveis associadas

  ao sistema são sempre as usuais: posição, velocidade,

  aceleração;

  ligadas,

  pois não, ao espaço nosso de cada dia!

 

  A

  relação entre estas variáveis resulta nas equações
de

  movimento do sistema

  mecânico. Que é o

  ques procura em matemática, para a descriçãoi
dinâmica

  dos sistemas. 

 

  O

  mais

  notável é o seguinte:  as

  principais teorias atuais, conforme expuz no e-mails

  anterior, estão atreladas ao princípio acima

  comentado, dele

  sendo derivadas. Todas.

 

  A

  equação δS  =

   δ∫ L dt = O dá a dimensão do que expressa

  o

  princípio acima, da

  mínima ação(Hamilton).  

 

  E

  esta

  equação é tal, como disse certo matemático espanhol,
que

  Deus poderia muito bem

  ter sido um pouco mais inteligente e criativo...ao invés
da

  bíblia, poderia ter

  ditado para seus escribas apenasmente  a

  "bíblia" acima. Não é

  por nada não, mas concordo em gênero, número e grau
com

  esta tirada

  inteligente.

 

  Pronto.

 

  Sobre a função de

  Lagrange, certa ocasião postei para o fórum um

  texto onde discutia uma análise da Mecânica
Newtoniana,

  ocasião em que a ação S  =  ∫ L dt foi a tônica,
bem como o

  significado de L, o Lagrangeano, função das variáveis

  dinâmicas.  A quem

  interessar possa, indico as seguintes obras, que tratam

  dessa mecância, chamada

  de Mecânica Analítica:

 

  Mecânica Analítica, de Nivaldo

  A. Lemos; e, o livro de mecânica

  e eletrodinâmica, de L.Landau(há uma tradução em

  português, e o assunto é desenvolvido

  de tal maneira que você diria: ora bolas, desse jeito,
até

  eu  faria!...Uma

  beleza.).

 

   

 

  Hélio: VICTOR

  disse:"...já que decorre da observação de que

  ossistemas da Natureza

  tendem a seguir os caminhos mais curtos,

  tempos mínimos ouextremos."

 

 

 

  Hélio: Eu pergunto:

 

  Por que eles fazem isto? Como escolhem este caminho se
não

  tem celebro nem olho

  nem pé nem cabeça?

 

  Victor:  De certa forma, o texto acima

  explica isso. Contudo, a resposta de qualquer físico

  será, seguramente:

   não

  sei. Simplesmente é assim que a Natureza age. Parece
uma

  resposta cretina.

 

  Mas não. Não há como dar outra. Essa pergunta é

  do mesmo tipo que: 

 

  1) o que havia antes do big bang?  ;2) não importa o
quanto dois

  pontos estejam

  infinitamente próximo, há sempre um número infinito
de

  outros pontos entre

  eles.; 3) o que é a

  consciência? O q ue é a

  vida?

 

  4) ou mesmo, o que é energia(fora das

  conotações que alinhavei mais acima, de cunho prático
e

  operacional)? ou,

 

  5) o que é o tempo? 

 

  O mais que podemos fazer é dar a coisas como

  tempo e energia conotações práticas, com base na

  observação. Como a física tem

  feito, com sucesso.

 

  De qualquer maneira, a resposta a tais

  perguntas, e não por serem irrespondíveis, não é

  de competência da

  física.

 

  A preocupação desta é apenas uma: descrever o

  comportamento dos sistemas físicos usando teorias que
mais

  se aproximem do que

  é observado e que sejam validadas, sem ambiguidades,
por

  alguma estrutura

  matemática. Nem mais nem menos. 

 

  Agora, eu posso dizer quem, com certeza,

  responderá às tuas questões: teólogos, filósofos,

  espíritas, etc. (Nada contra

  qualquer destes últimos abnegados das inutilidades).

 

 

 

  Hélio: Quais forças os levam para isto e são devidos
a

  interações com o que?

 

  Victor:  Mesmos argumentos acima. 

 

 

 

  Hélio: Sem a preocupação em responder estas coisas, a

  ciência vai se tornando

  esotérica.

 

  Victor:  Mas a ciência não precisa ter

  tais preocupações, pois são questões sem condições
de

  resposta.  E,

  certamente, penso, esta condição de impotência não
é,

  de maneira alguma,

  em razão de não havermos atingido um nível mental
mais

  avançado. Acho, mesmo,

  que nunca obteremos respostas. 

 

  Com relação às perguntas que fiz, o físico

  Victor F.Weiskopf e Herman Feshbach publicaram em 1988
um

  artigo  cujo

  título, numa tradução macarrônica dá "Faça
uma

  pergunta imbecil..."

  Garantem que perguntas que fazem sentido, têm resposta

  líquida e certa. Mas faça

  uma pergunta imbecil e receberá uma resposta

  imbecil(estou citando isto do livro "Os seis caminhos
a

  partir de

  Newton", de E.Speyer.)  

 

  Nessa mesma linha de visão, há as questões das

  simetrias;  que especificam o que, por causa delas,
podem

  acontecer e o

  que, de maneira alguma acontecerá. Por exemplo: uma
pedra

  apenas cai para

  baixa, para machucar do dedão. Nunca ao contrário.

 

  Na mesma linha de argumentos sobressaem-se, soberanas,

  algumas impossibilidades em

  física, como: 

 

  1)É

  impossivel usar um feixe eletromagnético como sistema
de

  referência; logo, a

  velocidade da luz é a mesma para todos os

  observadores(invariância esta não

  aplicáveis à frequência ou ao comprimento de onda do

  tal); ou, 

 

  2)É

  impossível dois elétrons no mesmo átomo possuirem os

  mesmos números 

  quânticos, isto é, possuirem o mesmo estado

  físico(princípio da exclusão de

  Pauli); ou,

 

  3)É

  impossível medir uma grandeza física num intervalo de

  tempo zero ou infinito.

  Por conseguinte, a resolução perfeita e a informação

  completa são inatingíveis;

  ou...

 

    Enfim, há

   umas 13 ou mais impossíbilidades físicas, que
omitirei,

  para não

  encompridar mais ainda este já grandinho post

 

  Qualquer que seja o ângulo que olhar, há

  porquês aloprados. Que simplesmente não têm resposta.
And

  so on.

 

  .

 

  Hélio: A lagrangeana é uma ótima ferramenta
matemática,

  mas não diz muito sobre

  a natureza.

 

  Victor:  Claro. E não era mesmo para

  dizer, apesar de ela ser muito mais que apenas ótima.
 O

  que ela faz, e o

  faz de maneira completa e competente, é sistematizar,

  descrever e

  quantificar.

 

 

  Por fim, e para complementar, acrescento o

  seguinte:  explicações extraídas dos formalismos

  matemáticos que ancoram

  as teorias podem ser satisfatórias, sim; mas, de
maneira

  alguma, vai às

  essências, em termos das perguntas que alinhei mais
acima.

   É preciso não

  confundir essas coisas. 

 

  E, ao fim e ao cabo, a humanidade seguirá seu

  curso.

 

  E o elétron, o que é mesmo?

 

  (Obs.: Sobre este

  mesmo tópico, é possível desenvolver argumentos

  complementares, de

  plausibilidade - sobretudo sobre o esoterismo a que 

  aludes. Toda essa

  questão de energias, sobre como os sistemas dinâmicos
se

  comportam, podem ser

  vistas à luz de outro conceito, igualmente muito

  importante, e pouco falado: o

  caráter geodésico de que estes sistemas estão

  revestidos...Aí é que vai

  parecer esotérico, sem sê-lo. Verá é ficará só no

  parecer, mesmo. Esperarei por

  outra madrugada de insônia.

 

 

 

  Sds,

 

  Victor.

 

 

 

  --------------------------------------------

 

  Em dom, 8/6/14, 'JVictor'
j.victor.neto@uol.com.br

  [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>

  escreveu:

 

 

 

  Assunto: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da

  matemática e da física

 

  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br

 

  Data: Domingo, 8 de Junho de 2014, 10:25

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Olá,

 

  Betto,

 

 

 

   

 

 

 

  Certamente Euler,

 

  hoje, não entenderia nada do que professa

 

  vossa filosofia científica.

 

 

 

   

 

 

 

  Mas, a título de

 

  informação - cujo conteudo já deve ser de seu

 

  conhecimento - lembro que  todas teorias atuais(TRG,

  TRR,

 

  Mecânica Quântica,

 

  QED, QCD, Eletromagnetismo e a própria teoria

  Newtoniana,

 

  etc) derivam de um

 

  princípio básico, que começou com ele mesmo,o

  magistral

 

   Euler,  que tem sua

 

  expressão reformulada no Princípio de Hamilton:

 

 

 

 

 

   

 

 

 

  Cuja expressão

 

  matemática é: δS=0,

 

  onde S = , S  é

 

  a ação e L é uma função, que depende da posição e

  da

 

  velocidade do sistema, e δ é a

 

  variação de  S, que deve ser

 

  nula, já que decorre da observação de que os

 

  sistemas da Natureza tendem a seguir os caminhos mais

 

  curtos, tempos mínimos ou

 

  extremos. Ou seja,

 

  aproveitando a sabedoria da Natureza e... a sua

 

  preguiça, que é cósmica!

 

 

 

   O L da integral é

 

  o chamado Lagrangeano, ou função Lagrangeana,

 

  que envolve consequências do movimento  e da
posição,

  em

 

  cada instante:  energia

 

  cinética e/ou potencial.  

 

 

 

  É através desse princípio "bíblico" - pois

 

  bastava deus ter feito

 

  esta simples equação, δS=0, e nada mais -

 

  que as estruturas que regem o comportamento

 

  da Natureza são reveladas, ou seja as equações de

 

  movimento são deduzidas. Toda

 

  teoria deve ter, claro, um suporte estrutural
matemático

 

  consistente que

 

  permita previsões, a serem validadas pelos números que

  se

 

  obtêm nos experimentos

 

  de laboratório. Sem falar que - e falando -  ao lado

 

  disso, a credibilidade de

 

  qualquer teoria física, hoje em dia, está atrelada

  direta

 

  e indissoluvelmente a

 

  este fato:

 

 

 

   

 

 

 

  1 A teoria pode ser

 

  derivada do princípio variacional acima? Se

 

  pode, então toque o barco para a frente que chegará no

 

  Nirvana;

 

 

 

   

 

 

 

  2- Não pode? Bem,

 

  ainda pode tocar o barco para a frente, mas

 

  aviso - e quem avisa amigo é -  é mais provável que

 

  chegue em dado ponto do rio

 

  e...socoorro!, uma cachoeira!

 

 

 

  Aí já

 

  era...

 

 

 

   

 

 

 

  En passant:  A

 

  própria teoria das cordas começou bem: 

 

  obedecendo ao princípio acima. Mesmo assim, é  minha

 

  intuição de que vai

 

  encontrar aquela maldita cachoeira no meio do caminho.

 

 

 

 

 

  Quem vir, vai

 

  viver....

 

 

 

   

 

 

 

  Mais um

 

  observação: o tal salto quântico é observacional; a

 

  matemática

 

  por trás apenas valida.  O problema da MQ quântica

  não

 

  é a matemática  em si, que

 

  a estrutura. Nem as comprovações experimentais(100% de

 

  acertos, em todos os

 

  experimentos-ao menos até onde sei). O problema da MQ

 

  está...nas

 

  interpretações, que muitas são de cunho filosófico -

  e

 

  aí é que o rabo da póbre

 

  porca torce: meteu filosofia no que não lhe compete -

 

  ciência - tenha certeza

 

  de uma coisa: a tampa voa, e ninguém entende

 

  nada.

 

 

 

  O melhor é ficar

 

  com as contas, que, estas sim, podem ser validadas

 

  em  laboratório.

 

 

 

   Afinal de contas,

 

  a física não tem  o objetivo de explicar a

 

  essência das coisas, como saber o que antes do  big

  bang,

 

  ou de que é

 

  constituído(como assim?), como questiona o Hélio, o

  campo

 

  magnético.

 

 

 

  E isto é...

 

  insólido, tomando emprestado uma palavra de vossa

 

  lavra.

 

 

 

  Deixo de comentar o

 

  restante, pois me sinto incompetente para o

 

  mister. Mas irei reler e talvez fazer algumas

 

  considerações, nem tão

 

  "insólidas"-gostei dessa palavra,

 

 

 

   

 

 

 

  Sds,

 

 

 

  Victor.

 

 

 

   

 

 

 

   

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  De: ciencialist@yahoogrupos.com.br

 

  [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]

 

 

 

 

  Enviada em: sábado, 7 de junho de 2014 16:06

 

 

 

  Para: bombaspr@hotmail.com

  [ciencialist]

 

 

 

  Assunto: Re: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da

 

  matemática e da

 

  física

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Sem

 

  dúvida alguma, a matemática é a linguagem de

  tradução

 

  dos processos físicos universais mais perfeita que

  pode

 

  existir.  Mas ela pode ser usada como uma “espada
de

 

  dois

 

  gumes”, ela pode, por meio de artifícios de sua

  própria

 

  estrutura, provar

 

  o improvável, que digam os físicos da “física”

 

  quântica, ou melhor,

 

  do “salto quântico”.   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  E

 

  tomem mais um pouco de lógica filosófica…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Os

 

  físicos dizem que não pode haver estruturas menores
que

  o

 

  comprimento de Plank,

 

  que mede 1,6 × 10−35 m, e que dimensões menores que

 

  esta, estão fora do campo

 

  de entendimentos da física relativística e
quântica. 

 

  Mas isso, só faz

 

  sentido para eles (os físicos), já que aceitam ser o

 

  universo espacialmente finito. 

 

  Porém, de acordo com a TUGIA, o universo é

  espacialmente

 

  (e temporalmente)

 

  infinito, logo, qualquer medida de volume ou
comprimento,

 

  só pode estar situado

 

  exatamente no meio do caminho entre o que é

  indefinidamente

 

  pequeno e

 

  indefinidamente grande, tendo, portanto, a capacidade de

  ser

 

  intrinsicamente

 

  (infinitamente) "grande ou pequeno".

 

 

 

  Ora,

 

  do ponto de vista matemático, segmentos de reta, podem

  ser

 

  divididos

 

  indefinidamente, mesmo neste suposto universo quântico

 

  finito.  Então,

 

  obviamente que tais volumes também podem, não importa
o

 

  modo como isso seja

 

  feito.  Se os tais corpúsculos existem,

  obrigatoriamente,

 

  devem ter lado

 

  de dentro e lado de fora, começo, meio e fim. O lado de

 

  fora, deve ser o

 

  próprio vazio absoluto, pois, assim, cruzamos a

  fronteira

 

  entre o "ser

 

  interior" e o "não ser exterior", sendo

  este

 

  último lado,

 

  dimensionalmente infinito. O lado de dentro, deve ser o

 

  próprio ser absoluto,

 

  que tem começo, meio e fim, portanto, infinitas partes

 

  unidas ou separadas, e

 

  isto se caracteriza como sendo o problema da

  fragmentação

 

  necessariamente

 

  indefinida, inerente a eventuais corpúsculos.

 

 

 

   

 

 

 

  Leia

 

  mais:

 

  http://tugia.webnode.com/os-continuos-geometricos/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Enviado do Email do

 

  Windows

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  De: bombaspr@hotmail.com

 

  [ciencialist]

 

 

 

  Enviado: ‎sábado‎, ‎7‎ de ‎junho‎ de

 

  ‎2014 ‎12‎:‎14

 

 

 

  Para: bombaspr@hotmail.com

 

  [ciencialist]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Estou

 

  sempre à cata de mais informações - vinda de

 

  historiadores, matemáticos e até

 

  mesmo de  curiosos  - a respeito dessa mente gigante e

 

  criativa, que

 

  foi o cidadão

 

 

 

   

 

 

 

  chamado

 

  Leonard Euler.  A ciência de nossos dias deve

  muitíssimo

 

  aos seus

 

  trabalhos em matemática e física. Tão muito que,
mesmo

 

  dividindo a dívida em

 

  1000 módicas prestações mensais o mundo não

  conseguirá

 

  pagar. Também, ele nem

 

  ligará...não precisa mesmo de dinheiro. Nem de meus

 

  elogios.

 

 

 

   

 

 

 

  Aquí,

 

  então, mais belo um apanhado histórico acerca das

 

  principais

 

  criações/descobertas do  físico-matemático, que é

 

  daqueles que não se

 

  fazem mais hoje em dia.

 

 

 

   

 

 

 

  http://www.dmat.ufpe.br/gradua/intervalo/ciencia_hoje_leonhard_euler.pdf

 

 

 

 

 

   

 

 

 

  Os

 

  minimamente interessados nessas coisas ganharão muito,

 

  lendo o artigo do

 

  Zampana.

 

 

 

   

 

 

 

   

 

 

 

  Sds,

 

 

 

  Victor.

 

 

 

   

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

   

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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SUBJECT: Energia ou não energia, to be or not to be. Respsta: yes to be, e end.
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/06/2014 06:56

Olá,

 

Estava com um post preparado para postar, que é para isso que serve um post.   Mas como ficou mais longo do que de costume, e  eu não posso fazer cortes, sob pena de sacrificar importantes(para mim, claro) informações históricas - com alguma coisa de tecnicidade pelo meio - resolvi buscar outra maneira de mostrar que não era o eletromagnetismo de Maxwell que deu "pau" naquela épocas tão distantes, como disse num e-mail o Hélio, o homem que, numa canetada, digo, numa "postada",  jogou água fria em nossas pobres mentes,  que têm o "desplante"  de associar a "entidade" energia a todos os processos que ocorrem na Natureza, e de maneira indissociável.  Ainda estou "molhado" e trêmulo de frio,  de tanta água fria que foi.  Gostaria que as contas de energia elétrica e hidráulica mensais dessem razão a Hélio.  Mas não, tenho que pagar mesmo...pois foi algo que comprei, como mercadoria, e dele me valí para tudo que meu deus dos desvalidos e carentes energéticos oferece nesta vida. Mas, como Hélio  "faleceu" o conceito de energia,  postulando que se trata de  elemento ou entidade ilusória e inexistente - um me engana que eu gosto, enfim -  fiz o arrazoado que ora estou defenestrando, e negando a vocês o enooooorme prazer de ler tão longa prosopopéia... Pois bem, quase como  a título de compensação, encontrei um artigo - aliás, um trabalho de tese de história da física, coordenado pelo competente e sabido Professor R.A.Martins - que poderá esclarecer muitos aspectos do crime, de maneira objetiva, segundo meu ponto de vista.

Depois, se for o caso, comentarei os eventuais comentários -se  eventuais comentários houver - ao conteudo do texto ora oferecido a quem interessar possa. De grátis.

Ei-lo:

http://webbif.ifi.unicamp.br/tesesOnline/teses/IF487.pdf

 

Bom domingo .

 

Sds,

Victor.

 


SUBJECT: Re: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/06/2014 13:03

> - Matéria Aparente: de modo ontológico, a matéria é indescritível, indistinguível do não ser,
>  não podemos dizer, eis a particular realmente fundamental, a própria materialidade do
> universo, aqui está ela...

> - Insólido: palavra inexistente criada por mim mesmo, que dá ênfase a não existência

> absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável já existem...

> - Contínuo Geométrico: é a estrutura formada pela totalidade (infinita) dos elementos

> geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...

 
 
Proponho, humildemente, que a teoria cujos principais
termos estão acima definidos, seja chamada de TCG
(ou seja, a Teoria da Cagalhagem Geral). Recomendo,
para elaboração maior de tal teoria, que todos
os cientistas imbuidos em desenvolvê-la tomem
altas doses de Activia e de laxantes à base de
fibras. Comer repolho com brócolis também irá ajudar.
Com isso, a produção necessária à desconstipação dessa
teoria será fartamente atingida. E não se esqueçam de
adquirir farto número de rolos de papel higiênico!
 
*PB*
 
 
 
 
 
Sent: Saturday, June 14, 2014 7:42 PM
Subject: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
 


OK, então vamos começar por...

 

...”Defina melhor os seguintes termos e aí vai ser possível começar a ler seus arquivos”.

- Matéria Aparente: de modo ontológico, a matéria é indescritível, indistinguível do não ser, não podemos dizer, eis a particular realmente fundamental, a própria materialidade do universo, aqui está ela...

- Insólido: palavra inexistente criada por mim mesmo, que dá ênfase a não existência absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável já existem...

- Contínuo Geométrico: é a estrutura formada pela totalidade (infinita) dos elementos geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...


- Interação Girante: é uma regra, um domínio geométrico estabelecido pelas dimensões desses elementos geométricos, por exemplo, um triangulo circunscrito num quadrado, então, o quadrado é quem contém o círculo e não o contrário, é só uma regra que diz que uma figura possui um giro, um sentido de rotação, embora não tenham de fato....
<!--[if !supportLineBreakNewLine]-->
<!--[endif]-->

- Méron: vem do grego meros = parte, porção, segmento... + a letra N para designar funcionalidade, portanto, as partes da matéria (aparente).  É melhor do que átomo, que significa “não divisível”, sem partes”, etc...


- absoluta Dimensão Ômega: tudo em minha teoria esta interligado e inclusive a nomenclatura dos corpos e funções desses, assim, Dimensão Ômega é o nome dado a maior dimensão possível, a dimensão infinita do universo, o universo em sua plenitude...


- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de barbear (???????????????)
...............[O fio da navalha é enormemente grosso: "No fio da navalha correm dois trens da central" (Guilherme Arantes)]: já isso, não passa de uma tentativa de levar o indivíduo a pensar quão pequena seria aquela faixa de elementos geométricos que foram representadas naquela animação...

 

- geometria adimensional: geometria adimensional ou autosimilar, é a geometria que constrói, entre outras coisas, os fractais, é só pesquisar um pouco....
- geometria autosimilar
<!--[if !supportLineBreakNewLine]-->
<!--[endif]-->

- Compalphas: Vem de Componentes Alpha, o componente fundamental, cuja geometria é adimensional ou autosimilar, e que está na “outra ponta” das dimensões do universo, isto é, no que é absolutamente e infinitamente pequeno...
<!--[if !supportLineBreakNewLine]-->
<!--[endif]-->

- Interação Cíclica: é uma interação geométrica, regida pela trigonometria aplicada ao raios dos Círculos de Interação...


- Eixos Alpha: podemos dizer o Eixo Alpha, é o vetor campo magnético associado ao Ponto Alpha, isto é, ao ponto central do Compalpha, podem até chama-lo de partículas, mas seria contraditório, pois as partículas supõem materialidade....


- menos “energética”:  é mais ou menos como dizer, mais fome, menos fome, mais forte, menos forte, apenas um modo trivial de dizer, menor momentum, menor energia intrínseca, etc...


- Desconstrução Merônica natural: é o mesmo que falar fissão nuclear, ou decaimento natural, porém, como não existe um “núcleo”, formando um “átomo” com “partículas”, não faz sentido dizer.....


- Corrente Cíclica: é o mesmo que uma corrente senoidal, já que “elétrons” não existem,.....
<!--[if !supportLineBreakNewLine]-->
<!--[endif]-->

etc, etc e etc.: já isto significa, etc, etc e etc. mesmo...



<!--[if !supportLineBreakNewLine]-->
<!--[endif]-->

 

SUBJECT: Re: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/06/2014 13:05

> ...tomando emprestado o palavreado do PB, meu caro Belmirovski
 
Mas veja só, quanta honra! Estou em lágrimas! Minhas novidades
chamatórias e nomenclaturais já estão sendo utilizadas
de forma massiva! Agora só falta o Bettão mudar o nome de
TUGIA para a TCG. E eu iria propor um símbolo para essa
teorizófila, mas acho que vocês não iriam gostar muito...
 
*PB*
 
 
 
Sent: Saturday, June 14, 2014 8:04 PM
Subject: Re: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
 


Opa, estou online agora e peguei essa bola… (copa do brasil), tomando emprestado o palavreado do PB, meu caro Belmirovski (acho que é assim), me parece que vocês não tiveram a menor curiosidade de dar uma olhada nas minhas pobres páginas da TUGIA.  Quando enviei para vocês aquelas apresentações ppt, acho que fui claro em dizer que “bem poderíamos chamar… para efeito de adequação ao conceitos da física… e esses tipos de coisas… basta ver na página da TUGIA que está tudo lá, todos os nomes, todas as asneiras e tudo o mais…
 
Querem chamar de magnético, de partículas, de energia, basta trocar os nomes dos santos e modo como eles operam seus milagres…  
 
Enviado do Email do Windows
 
De: mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviado: ‎sábado‎, ‎14‎ de ‎junho‎ de ‎2014 ‎20‎:‎03
Para: mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br
 
 

Hélio,

Agora você tocou no ponto principal. Realmente, o Betto precisa se definir (e definir os seus termos). No começo, falou em campo magnético e mostrou as tais interações seidasquanta. Depois que foi questionado sobre a instabilidade do sistema quanto ao magnetismo, disse que não era mais magnetismo. Mas afinal das contas tem magnetismo envolvido aí ou não? Ou é apenas analogia. Está tudo muito confuso. Ou realmente ele está muito adiante do seu tempo, ou está enganando a si próprio.
 
[],s
 
Belmiro


Em Sábado, 14 de Junho de 2014 18:45, "Hélio Carvalho helicar_br@yahoo.com.br [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:


 
Betto,

Depois que você pediu para ver "minha teoria" e eu te mostrei o caminho, você falou coisas interessantes, até achei que você queria ser meu discípulo.

:-)
:-)

Mas agora, com este teu novo pptx, ficou difícil.
:-)

Você faz desenhos bonitos mas fala uma língua estranha:
Que língua é esta??

Em certo ponto você diz:
"...tudo que sei traduzo em palavras e formas, textos e desenhos, para mim são suficientes, para outros não"
Talvez seria o suficiente se você traduzisse em português (ou inglês, ou em qualquer língua terráquea)

Defina melhor os seguintes termos e aí vai ser possível começar a ler seus arquivos.

- Matéria Aparente
- Insólido
- Contínuo Geométrico
- Interação Girante
- Méron
- absoluta Dimensão Ômega
- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de barbear (???????????????)
...............[O fio da navalha é enormemente grosso: "No fio da navalha correm dois trens da central" (Guilherme Arantes)]
- geometria adimensional
- geometria autosimilar
- Compalphas
- Interação Cíclica
- Eixos Alpha
- menos “energética”
- Desconstrução Merônica natural
- Corrente Cíclica
etc, etc e etc.
:-)

Em tempo:
- “ELÉTRONS" NÃO EXISTEM

SUBJECT: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
FROM: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2014 21:41

Betto,

Não sei se você está ainda na "escuta", mas ...


Betto disse:
> - Matéria Aparente: de modo ontológico, a
> matéria é indescritível, indistinguível
> do não ser, não podemos dizer, eis a particular
> realmente fundamental, a própria
> materialidade do universo, aqui está ela...
>
> - Insólido: palavra inexistente criada por mim
> mesmo, que dá ênfase a não existência
> absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável
> já existem...
>

Você não está sozinho nesta, muita gente tem esta ideia de que matéria não existe.
Alguns dizem que matéria nada mais é que energia condensada.
Para mim isto é extremamente absurdo.
Energia é que não existe, ela é apenas uma forma de quantificar movimentos passados e futuros da matéria.
[Agora eu aprimorei esta minha qualificação de energia, onde se lia "atuais" agora se lê "passados" pois a rigor a energia cinética conta uma história]

> - Contínuo Geométrico: é a estrutura formada
> pela totalidade (infinita) dos elementos
> geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...
>

Você também não está sozinho nesta, vários acreditam em tudo conectado.
Teorias de aether.
Um tal de Mach que tem a ilusão que estrelas distantes age instantaneamente num balde porque tudo no universo está interligado.
Um tal de.... opss.
Sir Albert Einstein que acredita numa gelatina 4D que ele chama de espaço-tempo (não inventou outro nome pois não tem este seu dom de denominar)
:-)

> - Interação Girante: é uma regra, um domínio
> geométrico estabelecido pelas dimensões
> desses elementos geométricos, ...
>... ... ... , é só uma regra que diz que uma
> figura possui um giro, um sentido de rotação,
> embora não tenham de fato....

Um giro que não é giro?
Viu esta Alberto?
Isto também é pregado pela ciência oficial sobre o elétron. Neste sentido, também não há novidade.

> - Méron: vem do grego meros = parte,
> porção, segmento... + a letra N para
> designar funcionalidade, portanto, as
> partes da matéria (aparente). É melhor
> do que átomo, que significa “não
> divisível”, sem partes”, etc...

Ótimo nome para uma partícula fundamental. Seria o nome ideal para uma partícula fundamental na "minha teoria", mas você usou primeiro.
:-)

> - absoluta Dimensão Ômega: tudo em
> minha teoria esta interligado e inclusive
> a nomenclatura dos corpos e funções
> desses, assim, Dimensão Ômega é o
> nome dado a maior dimensão possível,
> a dimensão infinita do universo, o universo
> em sua plenitude...
>

LOL...
(lembrei da Maria Natália neste triste dia em que torci por Portugal que perdeu para Alemanha aqui na Copa)

> - Desconstrução Merônica natural:
> é o mesmo que falar fissão nuclear, ou
> decaimento natural, porém, como não
> existe um “núcleo”, formando um “átomo”
> com “partículas”, não faz sentido dizer.....

É sem ser, existe sem existir, gira sem girar, é divisível sem ser etc.
Você aprendeu com a relatividade de Einstein como ser ambíguo.
Se É sua teoria estará certa, se não É, também.
Se EXISTE sua teoria estará certa, se não EXISTE, também.
Se GIRA sua teoria estará certa, se não GIRA, também.
Se É DIVISÍVEL sua teoria estará certa, se não É DIVISÍVEL, também.
:-)


Hélio



--------------------------------------------
Em sáb, 14/6/14, Betto Sarafelli sarafelli@hotmail.com [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:

Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Sábado, 14 de Junho de 2014, 19:42


 











OK,
então vamos começar por...

 

...”Defina
melhor os seguintes termos e aí vai ser possível começar
a ler seus arquivos”.



- Matéria Aparente: de modo ontológico, a matéria é
indescritível, indistinguível
do não ser, não podemos dizer, eis a particular realmente
fundamental, a própria
materialidade do universo, aqui está ela...

- Insólido:
palavra inexistente criada por mim mesmo, que dá ênfase a
não existência
absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável já
existem...

- Contínuo
Geométrico: é a estrutura formada pela totalidade
(infinita) dos elementos
geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...

 

- Interação Girante: é uma regra, um domínio geométrico
estabelecido pelas
dimensões desses elementos geométricos, por exemplo, um
triangulo circunscrito
num quadrado, então, o quadrado é quem contém o círculo
e não o contrário, é só
uma regra que diz que uma figura possui um giro, um sentido
de rotação, embora
não tenham de fato....





- Méron:
vem do grego meros = parte, porção, segmento... + a letra
N para designar
funcionalidade, portanto, as partes da matéria
(aparente).  É melhor do que átomo, que significa “não
divisível”,
sem partes”, etc...



- absoluta Dimensão Ômega: tudo em minha teoria esta
interligado e inclusive a
nomenclatura dos corpos e funções desses, assim, Dimensão
Ômega é o nome dado a
maior dimensão possível, a dimensão infinita do universo,
o universo em sua
plenitude...

  

- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de
barbear (???????????????)

...............[O fio da navalha é enormemente grosso:
"No fio da navalha
correm dois trens da central" (Guilherme Arantes)]: já
isso, não passa de
uma tentativa de levar o indivíduo a pensar quão pequena
seria aquela faixa de
elementos geométricos que foram representadas naquela
animação...

 

- geometria
adimensional: geometria adimensional ou autosimilar, é a
geometria que constrói,
entre outras coisas, os fractais, é só pesquisar um
pouco....

- geometria autosimilar





-
Compalphas: Vem de Componentes Alpha, o
componente fundamental, cuja
geometria é adimensional ou autosimilar, e que está na
“outra ponta” das
dimensões do universo, isto é, no que é absolutamente e
infinitamente
pequeno...





- Interação
Cíclica: é uma interação geométrica, regida pela
trigonometria aplicada ao
raios dos Círculos de Interação...



- Eixos Alpha: podemos dizer o Eixo Alpha, é o vetor campo
magnético associado
ao Ponto Alpha, isto é, ao ponto central do Compalpha,
podem até chama-lo de
partículas, mas seria contraditório, pois as partículas
supõem materialidade....



- menos “energética”:  é mais ou menos
como dizer, mais fome, menos fome, mais forte, menos forte,
apenas um modo
trivial de dizer, menor momentum, menor energia intrínseca,
etc...

 

- Desconstrução Merônica natural: é o mesmo que falar
fissão nuclear, ou
decaimento natural, porém, como não existe um
“núcleo”, formando um “átomo” com
“partículas”, não faz sentido dizer.....

 

- Corrente Cíclica: é o mesmo que uma corrente senoidal,
já que “elétrons” não
existem,.....





etc, etc e
etc.: já isto significa, etc, etc e etc.
mesmo...










To:
ciencialist@yahoogrupos.com.br
From:
ciencialist@yahoogrupos.com.br
Date: Sat, 14
Jun 2014 14:45:42 -0700
Subject: RE: ENC:
RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da
física
















 









Betto,



Depois que você pediu para ver "minha teoria" e
eu te mostrei o caminho, você falou coisas interessantes,
até achei que você queria ser meu discípulo.



:-)

:-)



Mas agora, com este teu novo pptx, ficou difícil.

:-)



Você faz desenhos bonitos mas fala uma língua estranha:

Que língua é esta??



Em certo ponto você diz:

"...tudo que sei traduzo em palavras e formas, textos e
desenhos, para mim são suficientes, para outros
não"

Talvez seria o suficiente se você traduzisse em português
(ou inglês, ou em qualquer língua terráquea)



Defina melhor os seguintes termos e aí vai ser possível
começar a ler seus arquivos.



- Matéria Aparente

- Insólido

- Contínuo Geométrico

- Interação Girante

- Méron

- absoluta Dimensão Ômega

- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de
barbear (???????????????)

...............[O fio da navalha é enormemente grosso:
"No fio da navalha correm dois trens da central"
(Guilherme Arantes)]

- geometria adimensional

- geometria autosimilar

- Compalphas

- Interação Cíclica

- Eixos Alpha

- menos “energética”

- Desconstrução Merônica natural

- Corrente Cíclica

etc, etc e etc.

:-)



Em tempo:

- “ELÉTRONS" NÃO EXISTEM



E o que significa a palavra "práticos" em
"...deixo isso para os práticos, para os
matemáticos";



Não posso te iludir. Acho que esta teoria psicodélica não
tem futuro. Falta você falar minimamente a língua dos seu
desejados interlocutores.



Eu lamento te dizer isto mas na natureza nem sempre o
transmissor (por ex.: você) e o receptor (por ex.: nós)
estão na mesma frequência. Não existe uma ligação no
"contínuo geométrico circular" entre eles.



Você diz que é físico de nascença, mas, se for
importante mesmo para você conversar com físicos de fato e
de direito sobre detalhamentos em assuntos tão profundos,
você precisa fazer minimamente uma graduação em física
numa boa universidade (pelo menos a parte inicial - os 4
primeiros períodos).



Hélio



--------------------------------------------

Em sex, 13/6/14, Betto Sarafelli sarafelli@hotmail.com
[ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
escreveu:



Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado
da matemática e da física

Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br"
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>

Data: Sexta-feira, 13 de Junho de 2014, 23:39





 







   





     

       

       

       



Olá Vitor, não entendo muito bem a

dinâmica de discussão do Ciencialist, nunca sei para
quem

vai, ou de quem vem as mensagens, não sei ao certo se
esta,

especificamente, foi endereçada para mim, mas tudo tudo

bem.  Vamos ao que interessa...Já vinha

caraminholando umas ideias de como expor umas
visualização

do que penso sobre o "electromagnetismo", que

chamo de Interação Cíclica, pois bem, andei fazendo
uns

desenhos, umas animações no que tenho de melhor e no
que

melhor sei trabalhar em termos gráficos.  É mais ou
menos

assim que acontecem as coisas do meu modelo de

universo...





























 



 







   





     

       

       

       Victor,







Esta sua última mensagem só confirma o que eu acho.







Victor disse:



> Definitivamente, o conceito de energia está muito

longe de ser trivial.







Energia é trivial: não existe! (no sentido de
existência

independente - é apenas forma de quantificar movimentos

atuais e futuros de algo que existe - a matéria)







A conservação de energia mecânica é a a equação de

Torricelli multiplicada por m/2.







Mas na página da wiki sobre energia não existe a
palavra

Torricelli e na página sobre Torricelli não existe a

palavra energia. (?)







Victor disse:



> ... a resposta de qualquer físico será, seguramente:


não sei.



>  Simplesmente é assim que a Natureza age.



> Parece uma resposta cretina.



>



> Mas não. Não há como dar outra.



> ....



> ....



> O mais que podemos fazer é dar a coisas como tempo
e





> energia conotações práticas, com base na

observação.



> Como a física tem feito, com sucesso.



> De qualquer maneira, a resposta a tais perguntas, e

não



> por serem irrespondíveis, não é de competência
da

física.



>



> A preocupação desta é apenas uma: descrever o



> comportamento dos sistemas físicos usando teorias
que

mais



> se aproximem do que é observado e que sejam
validadas,

sem



> ambiguidades, por alguma estrutura matemática.



> Nem mais nem menos.







Mas se esta é a preocupação da física, qual seria
então

a preocupação da engenharia???







Esta acima descrita por você é a preocupação da

engenharia que deve ser assim pois se esperar pelos
físicos

nenhuma ponte ou estrada ou prédio será construido.
Que

bom que os engenheiros usam os conhecimentos existentes
para

construir coisas sem ficar perdendo tempo em descobrir o

porquê estes são assim.







Mas, a função do físico é questionar as causas do

fenômeno observado. Depois de conseguir isto,
questionar

sobre as causas destas causas. E assim sucessivamente ad

infinitum. E é assim que eu tento ser no trabalho e,

principalmente, nas horas vagas. Neste sentido o C-List

ajuda bastante.







Victor continua:



> Agora, eu posso dizer quem, com certeza,
responderá

às



>  tuas questões: teólogos, filósofos,
espíritas,

etc.







Estes, em sua maioria, responderão coisas muito
semelhantes

às suas respostas.







Bastando talvez substituir a expressão "porque
Deus

assim quer" por "a Dona Natura é assim e

pronto".



:-)



:-)



"a Dona Natura é assim e pronto" ou 
"porque

Deus assim quer" podem ser respostas mas sugere
outra

pergunta:



O que causa este "assim" da natureza???



E devemos tentar sempre buscar respostas a estas

perguntas.







Talvez, depois eu escrevo mais sobre esta triste
história

da física que você narrou na mensagem anterior.







Hélio







PS.:



Porque que certos astros no céu parecem perdidos indo e

voltando em relação aos outros que estão mais fixos
uns

em relação aos outros?



Uns diziam: Porque Deus quer.



Outros diziam: Porque a natureza é assim e pronto. 



(A Igreja da época e os cientistas da época - não

necessariamente nesta ordem)







Mas Galileu disse (baixinho para não ir para a
fogueira)

"mas que se move, se move" se referindo à

Terra.







--------------------------------------------



Em qui, 12/6/14, 'JVictor'
j.victor.neto@uol.com.br

[ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>

escreveu:







Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado
da

matemática e da física



  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br



  Data: Quinta-feira, 12 de Junho de 2014, 18:17



 



 



   



 



 



 



   



 



 



     



       



       



       



 



 



 



 



 



 



 



   



 



   



 



 



 



 



 



  De: JVictor



  [mailto:jvoneto1@gmail.com]



 



  Enviada em: quarta-feira, 11 de junho de 2014



  21:11



 



  Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'



 



  Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus



  sagrado da matemática e



  da física



 



 



 



 



 



   



 



   



 



  Helio,



 



   



 



 



 



  Hélio:Quando eu disse



  ma MSG:



 



 
https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/conversations/messages/86132



 



 



 



  quando, na minha opinião, aconteceu no estudo da

natureza



  "... um



  'pequeno' erro, bastante elementar porém a

gerar



  consequências imprevisíveis



  ..."; disse que um dos problemas foi o conceito
de



  energia



 



  Este conceito em si não é ruim se a energia for
vista



  apenas como uma das



  formas de quantificar o movimento da matéria ou a



  esperança de movimento futuro



  da matéria (tudo é relativo). 



 



 



 



 



 



 



 



  Victor:



    Definitivamente, o conceito de



  energia está



  muito longe de ser trivial. E, parece, não há um



  consenso



  entre os físicos em relação ao que é realmente



  energia.  Em



  verdade, as definições possíveis de serem dadas o
são

em



  termos do que a



  energia faz, ou deixa de fazer. Nada que vise a sua



  essencialidade, pois



  esta é uma ponte longe demais. 



 



   Algo



  que eu gostaria de ter escrito a respeito



  é mais



  ou menos como



  está na descrição abaixo.  Pois os conceitos



  desenvolvidos



  "batem"  com o que aprendi, nas longas

lições



  de casa que já fiz. Não



  conheço o autor.  Mas ele tem a exata noção
daquilo



  sobre o que discerne.  Delineia



   o que



  se entende por energia, em termos



  práticos,



  utilizáveis e mensuráveis.  



 



   



 



  http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia



 



 



   



 



  Entendo  energia



  como algo que está “visceralmente”  ligado a
duas



  coisas:  a



  capacidade de mudar o estado de repouso ou de
movimento

dos



  corpos ou sistemas;  e o



  fato notável  de transformação



  de uma forma em outra, atributo este que é



  igualmente intrínseco ao conceito.  Tal como



  dizia Lavoisier.  E isto é tudo



  o



  que a



  ciência precisa saber,  para usar



  no dia a dia e no funcionamento do mundo.  As contas
de



  luz



  e de água também podem nos dar o inescapável



  insight.... de sua



  efeitividade.



 



  Helio: 



  Mas rapidamente isto "evoluiu"



  para a lagrangeana; hamiltoniano etc. E, devido a más



  interpretações que



  prevaleceram, fizeram da energia um ser independente.



 



  Deram poderes mágicos aos objetos e proibiram

perguntarem



  por que disto.



 



  Victor: 



  Não é e não



  foi assim.  Os



  formalismos acima têm



  outra origem, embora o conceito de energia mecânica,
em



  cada um, lhes seja



  inerente.  A origem dos conceitos a que alude
 remonta



  a a



  Fermat e Mautpertuis,



  e surgiram



   simplesmente



  da observação acurada, sem mais nada que a



  intuição,



  conforme irei



  mini-resenhar  e explicar em seguida. 



 



  A



  fonte dessas idéias é o resultado da observação de



  que Dona Natura parece agir de



  tal modo que certas quantidades físicas são



  minimizadas  sempre



  e  quando ocorre, de



  maneira natural,  algum  processo físico.



   Todos



  sabemos, por exemplo, e só para citar o mais
conhecido,

que



  um raio luminoso



  sempre percorre o caminho mais curto, entre dois
pontos

de



  sua



  trajetória.  Os físicos, desde os primórdios dessa



  "abertura" de



  mente, disseram: eis o que podemos adotar como
postulado



  fundamental.  



 



  Já



  que ninguém jamais observou algo diferente.



 



  Então,



  por



  causa disso, para



  chegar às leis da reflexão e refração foi só um

pulo,



  com a



  ajuda inestimável do cálculo diferencial e
integral. 

Ou



  seja, a



  observação de que o ângulo de incidência é igual
ao

de



  reflexão, sem recorrer a



  mais nada sobre a constituição da luz, é uma



  consequência de um



   fato



  observacional, da



  intuição física acurada daqueles antigos mestres,



   e do



  cálculo infinitesimal. 



 



   Farei



  o relato segundo a ordem cronológica de como as
coisas



  ocorreram.



 



  Em



  1657:  Fermat viu neste princípio de minimização

algo



  mais que as



  cordas  e o teclado de um piano!  Reformulou-o e o



  ampliou,



  postulando:  um raio luminoso sempre viaja de um



  um ponto



  em um dado meio a outro ponto em outro   meio de
modo



  tal que o caminho percorrido é aquele que



  toma a menor



  quantidade possível de tempo.  Ele tomou isto como



  um postulado



  básico.  Assim Fermat pode obter não apenas a lei d



  reflexão como, também,



  a lei de refração, que já era conhecida, desde os



  experimentos de  W.



  Snell(1580-1626).  



 



   



 



  Em



  1774: 



  Pierre-Louise-Mopreau de Maupertius fez a primeira



  aplicação de um



  princípio da acão



  mínima, baseado num trabalho póstumo de Fermat,
embora



  sobre pressuposto muito criticados na época:  ele



  postulou que  o movimento dinâmico realiza-se
mediante

um



  caminho de



  ação ou uma ação mínima,



   termo este que subsiste



  até nossos dias sem mudança alguma. Remonta dai,
pois,

o



  primeiro insight,



  aplicado à mecânica, do que nos dias de hoje,  se
chama

o princípio de



  mínima ação.  (Maupertuis  era adepto da teoria
da



  geração



  espontânea, contudo antecipou-se a Darwin, com suas

idéias



  de seleção natural.



  Mas no princípio da ação mínima ele não injetou
nem

um



  pouco de



  matemática;  limitava-se a dizer que era assim por
que



  era assim e



  pronto, pois era



  desse jeito que a Natureza agia:  ação é



  minimizada



  “(na verdade,



  sabemos hoje, extremizada) através



  dos desígnios ou  sabedoria de Deus”). Tirando a



  referência aloprada 



  a Deus, o resto foi



  aproveitado e reformulado, por matematicos como



  Euler(contemporâneo),



  Lagrange e outros. 



   



 



   



 



  Em



  1760, Lagrange, então com  24 anos, extraordinário



  matemático já nessa



  altura de sua vida, viu nesse princípio algo mais que



  apenas uma declaração



  útil, porém algo



  solta, no bojo



  científico de então. 



 



  En



  passant: Suspeito que



  seus insights, neste mister,  assemelham-se



  aos de Einstein, quando este viu nos dois postulados
de

sua



  teoria, o que



  ninguém tinha vista então. 



 



  Desse



  modo, Lagrange  pode estruturar o princípio da
mínima



  ação de Maupetuis



  sobre adequadas bases matemáticas.  E o que fez

Lagrange,



  especificamente?  Isto:  usou as variáveis físicas

de



  sistema



  mecânico arbitrário, definidas como posição e



  velocidade. A partir daí,  os conteudos



  energéticos do sistema mecânico ficaram  claros e



  organizados, conteudos estes que são:  sua



  energia cinética e sua



  energia potencial, ou seja:  a  energia mecânica do



  sistema. A partir



  dessa reformulação, uma nova mecânica surgiu, a

chamada



  mecânica de Lagrange.



  Mas não como uma nova teoria. Apenas como uma



  reformulação da mecânica



  Newtoniana, que foi  extensamente ampliada, e certos



  fenômenos, que



  permaneciam ocultas no bojo da TN, foram então

revelados. 



  Além de



  simplificar os cálculos da MeqN.



 



   



 



  O



   trabalho  de



  Lagrange, que reformulou toda a mecânica, teve



  desdobramentos importantes e que aprimoraram mais
ainda

o



  modo como usar o



  conceito expresso no principio da mínima ação bem

como



  dando aos conteudos



  energéticos inerentes a todos os sistemas físicos a
real

a



  relevância de que



  realmente gozam.  O



  passo  definitivo, nessa mesma linha de pesquisa,



    foi



  dado por  William Rowan Hamilton, que deu uma



  caracterização definitiva



  aos postulados de Lagrange.  Isto ele fez em dois

trabalhos



  que  publicou,  um



  deles em 1834 e o outro no ano seguinte. 



  Estes trabalhos culminaram com o que se conhece  hoje



  como  o princípio



  de Hamilton, cujo enunciado é como segue:



 



  "Entre todos caminhos



  possíveis ao



  longo dos quais um sistema físico pode ser mover de
um



  ponto a outro, dentro de



  um intervalo de tempo especificado, o caminho que
será



  percorrido é aquele



  que minimiza a integral de tempo da diferença de
entre



  as energias cinética



  e potencial do sistema."  



 



   



 



  Em termos



  práticos, e para não ficar no abstrato, deixem-me
dar

um



  exemplo simples.



 



  Imagine a



  situação, típica, do que o princípio acima poder



  fazer:  de uma certa



  altura h, um objeto de massa m é solta,



  e chega ao solo em t segundos.  Teoricamente, o
objeto

pode



  chegar ao solo



  por diversos caminhos, cada um caracterizado por um



  equação de movimento



  específica, como os três escolhidos, abaixo: 



 



   



 



  1) h = gt_____



 



  2) h = gt²/2_____



 



  3)  h =



  gt3/4



 



  Apenas



  uma das equações de movimento acima, a 2 , atende
aos



  requesitos exprtessos em: δS  =  δ∫ L dt = O,
 ou

seja, o  de que a integral que



  resulta num valor menor é a do caminho 2; sendo maior

para



  os dois outros. Ou



  para quaisquer outros escolhidos, dentro de uma

infinidade



  deles. Tudo se passa



  como se  a Natureza aplicasse o delta de Dirac e



  selecionasse apenas o caminho



  dado  pela equação de movimento  2...  Sabida, é

que



  ela é. 



 



  Quem



  quiser ver que é assim, basta fazer as contas. Não

são



  difíceis de serem



  feitas.  



 



  Ainda



  que, para um dado h e um dado t, específicos, as 3



  equações dêem os mesmos



  resultados. Apenas para a segunda, a igualdade se

verifica



  para qualquer t,



  enquanto que nas demais,  não.  E isto é

fantástico!



  E  é  absolutamente geral. 



 



  Resumindo:



  Como vê,  o conceito de energia surgem, aquí, como

determinante do que



  pode acontecer ou não!  E não que sofreu

modificação(o



  conceito de energia) em alguma



  fase desses desenvolvimentos, como você imagina.  As



  variáveis associadas



  ao sistema são sempre as usuais: posição,
velocidade,



  aceleração;



  ligadas,



  pois não, ao espaço nosso de cada dia!



 



  A



  relação entre estas variáveis resulta nas
equações

de



  movimento do sistema



  mecânico. Que é o



  ques procura em matemática, para a descriçãoi

dinâmica



  dos sistemas. 



 



  O



  mais



  notável é o seguinte:  as



  principais teorias atuais, conforme expuz no e-mails



  anterior, estão atreladas ao princípio acima



  comentado, dele



  sendo derivadas. Todas.



 



  A



  equação δS  =



   δ∫ L dt = O dá a dimensão do que expressa



  o



  princípio acima, da



  mínima ação(Hamilton).  



 



  E



  esta



  equação é tal, como disse certo matemático
espanhol,

que



  Deus poderia muito bem



  ter sido um pouco mais inteligente e criativo...ao
invés

da



  bíblia, poderia ter



  ditado para seus escribas apenasmente  a



  "bíblia" acima. Não é



  por nada não, mas concordo em gênero, número e grau

com



  esta tirada



  inteligente.



 



  Pronto.



 



  Sobre a função de



  Lagrange, certa ocasião postei para o fórum um



  texto onde discutia uma análise da Mecânica

Newtoniana,



  ocasião em que a ação S  =  ∫ L dt foi a
tônica,

bem como o



  significado de L, o Lagrangeano, função das
variáveis



  dinâmicas.  A quem



  interessar possa, indico as seguintes obras, que
tratam



  dessa mecância, chamada



  de Mecânica Analítica:



 



  Mecânica Analítica, de Nivaldo



  A. Lemos; e, o livro de mecânica



  e eletrodinâmica, de L.Landau(há uma tradução em



  português, e o assunto é desenvolvido



  de tal maneira que você diria: ora bolas, desse
jeito,

até



  eu  faria!...Uma



  beleza.).



 



   



 



  Hélio: VICTOR



  disse:"...já que decorre da observação de que



  ossistemas da Natureza



  tendem a seguir os caminhos mais curtos,



  tempos mínimos ouextremos."



 



 



 



  Hélio: Eu pergunto:



 



  Por que eles fazem isto? Como escolhem este caminho se

não



  tem celebro nem olho



  nem pé nem cabeça?



 



  Victor:  De certa forma, o texto acima



  explica isso. Contudo, a resposta de qualquer físico



  será, seguramente:



   não



  sei. Simplesmente é assim que a Natureza age. Parece

uma



  resposta cretina.



 



  Mas não. Não há como dar outra. Essa pergunta é



  do mesmo tipo que: 



 



  1) o que havia antes do big bang?  ;2) não importa o

quanto dois



  pontos estejam



  infinitamente próximo, há sempre um número infinito

de



  outros pontos entre



  eles.; 3) o que é a



  consciência? O q ue é a



  vida?



 



  4) ou mesmo, o que é energia(fora das



  conotações que alinhavei mais acima, de cunho
prático

e



  operacional)? ou,



 



  5) o que é o tempo? 



 



  O mais que podemos fazer é dar a coisas como



  tempo e energia conotações práticas, com base na



  observação. Como a física tem



  feito, com sucesso.



 



  De qualquer maneira, a resposta a tais



  perguntas, e não por serem irrespondíveis, não é



  de competência da



  física.



 



  A preocupação desta é apenas uma: descrever o



  comportamento dos sistemas físicos usando teorias que

mais



  se aproximem do que



  é observado e que sejam validadas, sem ambiguidades,

por



  alguma estrutura



  matemática. Nem mais nem menos. 



 



  Agora, eu posso dizer quem, com certeza,



  responderá às tuas questões: teólogos, filósofos,



  espíritas, etc. (Nada contra



  qualquer destes últimos abnegados das inutilidades).



 



 



 



  Hélio: Quais forças os levam para isto e são
devidos

a



  interações com o que?



 



  Victor:  Mesmos argumentos acima. 



 



 



 



  Hélio: Sem a preocupação em responder estas coisas,
a



  ciência vai se tornando



  esotérica.



 



  Victor:  Mas a ciência não precisa ter



  tais preocupações, pois são questões sem
condições

de



  resposta.  E,



  certamente, penso, esta condição de impotência não

é,



  de maneira alguma,



  em razão de não havermos atingido um nível mental

mais



  avançado. Acho, mesmo,



  que nunca obteremos respostas. 



 



  Com relação às perguntas que fiz, o físico



  Victor F.Weiskopf e Herman Feshbach publicaram em 1988

um



  artigo  cujo



  título, numa tradução macarrônica dá "Faça

uma



  pergunta imbecil..."



  Garantem que perguntas que fazem sentido, têm
resposta



  líquida e certa. Mas faça



  uma pergunta imbecil e receberá uma resposta



  imbecil(estou citando isto do livro "Os seis
caminhos

a



  partir de



  Newton", de E.Speyer.)  



 



  Nessa mesma linha de visão, há as questões das



  simetrias;  que especificam o que, por causa delas,

podem



  acontecer e o



  que, de maneira alguma acontecerá. Por exemplo: uma

pedra



  apenas cai para



  baixa, para machucar do dedão. Nunca ao contrário.



 



  Na mesma linha de argumentos sobressaem-se, soberanas,



  algumas impossibilidades em



  física, como: 



 



  1)É



  impossivel usar um feixe eletromagnético como sistema

de



  referência; logo, a



  velocidade da luz é a mesma para todos os



  observadores(invariância esta não



  aplicáveis à frequência ou ao comprimento de onda
do



  tal); ou, 



 



  2)É



  impossível dois elétrons no mesmo átomo possuirem
os



  mesmos números 



  quânticos, isto é, possuirem o mesmo estado



  físico(princípio da exclusão de



  Pauli); ou,



 



  3)É



  impossível medir uma grandeza física num intervalo
de



  tempo zero ou infinito.



  Por conseguinte, a resolução perfeita e a
informação



  completa são inatingíveis;



  ou...



 



    Enfim, há



   umas 13 ou mais impossíbilidades físicas, que

omitirei,



  para não



  encompridar mais ainda este já grandinho post



 



  Qualquer que seja o ângulo que olhar, há



  porquês aloprados. Que simplesmente não têm
resposta.

And



  so on.



 



  .



 



  Hélio: A lagrangeana é uma ótima ferramenta

matemática,



  mas não diz muito sobre



  a natureza.



 



  Victor:  Claro. E não era mesmo para



  dizer, apesar de ela ser muito mais que apenas ótima.

 O



  que ela faz, e o



  faz de maneira completa e competente, é sistematizar,



  descrever e



  quantificar.



 



 



  Por fim, e para complementar, acrescento o



  seguinte:  explicações extraídas dos formalismos



  matemáticos que ancoram



  as teorias podem ser satisfatórias, sim; mas, de

maneira



  alguma, vai às



  essências, em termos das perguntas que alinhei mais

acima.



   É preciso não



  confundir essas coisas. 



 



  E, ao fim e ao cabo, a humanidade seguirá seu



  curso.



 



  E o elétron, o que é mesmo?



 



  (Obs.: Sobre este



  mesmo tópico, é possível desenvolver argumentos



  complementares, de



  plausibilidade - sobretudo sobre o esoterismo a que 



  aludes. Toda essa



  questão de energias, sobre como os sistemas
dinâmicos

se



  comportam, podem ser



  vistas à luz de outro conceito, igualmente muito



  importante, e pouco falado: o



  caráter geodésico de que estes sistemas estão



  revestidos...Aí é que vai



  parecer esotérico, sem sê-lo. Verá é ficará só
no



  parecer, mesmo. Esperarei por



  outra madrugada de insônia.



 



 



 



  Sds,



 



  Victor.



 



 



 



  --------------------------------------------



 



  Em dom, 8/6/14, 'JVictor'

j.victor.neto@uol.com.br



  [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>



  escreveu:



 



 



 



  Assunto: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da



  matemática e da física



 



  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br



 



  Data: Domingo, 8 de Junho de 2014, 10:25



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  Olá,



 



  Betto,



 



 



 



   



 



 



 



  Certamente Euler,



 



  hoje, não entenderia nada do que professa



 



  vossa filosofia científica.



 



 



 



   



 



 



 



  Mas, a título de



 



  informação - cujo conteudo já deve ser de seu



 



  conhecimento - lembro que  todas teorias atuais(TRG,



  TRR,



 



  Mecânica Quântica,



 



  QED, QCD, Eletromagnetismo e a própria teoria



  Newtoniana,



 



  etc) derivam de um



 



  princípio básico, que começou com ele mesmo,o



  magistral



 



   Euler,  que tem sua



 



  expressão reformulada no Princípio de Hamilton:



 



 



 



 



 



   



 



 



 



  Cuja expressão



 



  matemática é: δS=0,



 



  onde S = , S  é



 



  a ação e L é uma função, que depende da posição
e



  da



 



  velocidade do sistema, e δ é a



 



  variação de  S, que deve ser



 



  nula, já que decorre da observação de que os



 



  sistemas da Natureza tendem a seguir os caminhos mais



 



  curtos, tempos mínimos ou



 



  extremos. Ou seja,



 



  aproveitando a sabedoria da Natureza e... a sua



 



  preguiça, que é cósmica!



 



 



 



   O L da integral é



 



  o chamado Lagrangeano, ou função Lagrangeana,



 



  que envolve consequências do movimento  e da

posição,



  em



 



  cada instante:  energia



 



  cinética e/ou potencial.  



 



 



 



  É através desse princípio "bíblico" -
pois



 



  bastava deus ter feito



 



  esta simples equação, δS=0, e nada mais -



 



  que as estruturas que regem o comportamento



 



  da Natureza são reveladas, ou seja as equações de



 



  movimento são deduzidas. Toda



 



  teoria deve ter, claro, um suporte estrutural

matemático



 



  consistente que



 



  permita previsões, a serem validadas pelos números
que



  se



 



  obtêm nos experimentos



 



  de laboratório. Sem falar que - e falando -  ao lado



 



  disso, a credibilidade de



 



  qualquer teoria física, hoje em dia, está atrelada



  direta



 



  e indissoluvelmente a



 



  este fato:



 



 



 



   



 



 



 



  1 A teoria pode ser



 



  derivada do princípio variacional acima? Se



 



  pode, então toque o barco para a frente que chegará
no



 



  Nirvana;



 



 



 



   



 



 



 



  2- Não pode? Bem,



 



  ainda pode tocar o barco para a frente, mas



 



  aviso - e quem avisa amigo é -  é mais provável
que



 



  chegue em dado ponto do rio



 



  e...socoorro!, uma cachoeira!



 



 



 



  Aí já



 



  era...



 



 



 



   



 



 



 



  En passant:  A



 



  própria teoria das cordas começou bem: 



 



  obedecendo ao princípio acima. Mesmo assim, é 
minha



 



  intuição de que vai



 



  encontrar aquela maldita cachoeira no meio do caminho.



 



 



 



 



 



  Quem vir, vai



 



  viver....



 



 



 



   



 



 



 



  Mais um



 



  observação: o tal salto quântico é observacional;
a



 



  matemática



 



  por trás apenas valida.  O problema da MQ quântica



  não



 



  é a matemática  em si, que



 



  a estrutura. Nem as comprovações experimentais(100%
de



 



  acertos, em todos os



 



  experimentos-ao menos até onde sei). O problema da MQ



 



  está...nas



 



  interpretações, que muitas são de cunho filosófico
-



  e



 



  aí é que o rabo da póbre



 



  porca torce: meteu filosofia no que não lhe compete -



 



  ciência - tenha certeza



 



  de uma coisa: a tampa voa, e ninguém entende



 



  nada.



 



 



 



  O melhor é ficar



 



  com as contas, que, estas sim, podem ser validadas



 



  em  laboratório.



 



 



 



   Afinal de contas,



 



  a física não tem  o objetivo de explicar a



 



  essência das coisas, como saber o que antes do  big



  bang,



 



  ou de que é



 



  constituído(como assim?), como questiona o Hélio, o



  campo



 



  magnético.



 



 



 



  E isto é...



 



  insólido, tomando emprestado uma palavra de vossa



 



  lavra.



 



 



 



  Deixo de comentar o



 



  restante, pois me sinto incompetente para o



 



  mister. Mas irei reler e talvez fazer algumas



 



  considerações, nem tão



 



  "insólidas"-gostei dessa palavra,



 



 



 



   



 



 



 



  Sds,



 



 



 



  Victor.



 



 



 



   



 



 



 



   



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  De: ciencialist@yahoogrupos.com.br



 



  [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]



 



 



 



 



  Enviada em: sábado, 7 de junho de 2014 16:06



 



 



 



  Para: bombaspr@hotmail.com



  [ciencialist]



 



 



 



  Assunto: Re: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da



 



  matemática e da



 



  física



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  Sem



 



  dúvida alguma, a matemática é a linguagem de



  tradução



 



  dos processos físicos universais mais perfeita que



  pode



 



  existir.  Mas ela pode ser usada como uma “espada

de



 



  dois



 



  gumes”, ela pode, por meio de artifícios de sua



  própria



 



  estrutura, provar



 



  o improvável, que digam os físicos da “física”



 



  quântica, ou melhor,



 



  do “salto quântico”.   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  E



 



  tomem mais um pouco de lógica filosófica…



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  Os



 



  físicos dizem que não pode haver estruturas menores

que



  o



 



  comprimento de Plank,



 



  que mede 1,6 × 10−35 m, e que dimensões menores
que



 



  esta, estão fora do campo



 



  de entendimentos da física relativística e

quântica. 



 



  Mas isso, só faz



 



  sentido para eles (os físicos), já que aceitam ser o



 



  universo espacialmente finito. 



 



  Porém, de acordo com a TUGIA, o universo é



  espacialmente



 



  (e temporalmente)



 



  infinito, logo, qualquer medida de volume ou

comprimento,



 



  só pode estar situado



 



  exatamente no meio do caminho entre o que é



  indefinidamente



 



  pequeno e



 



  indefinidamente grande, tendo, portanto, a capacidade
de



  ser



 



  intrinsicamente



 



  (infinitamente) "grande ou pequeno".



 



 



 



  Ora,



 



  do ponto de vista matemático, segmentos de reta,
podem



  ser



 



  divididos



 



  indefinidamente, mesmo neste suposto universo
quântico



 



  finito.  Então,



 



  obviamente que tais volumes também podem, não
importa

o



 



  modo como isso seja



 



  feito.  Se os tais corpúsculos existem,



  obrigatoriamente,



 



  devem ter lado



 



  de dentro e lado de fora, começo, meio e fim. O lado
de



 



  fora, deve ser o



 



  próprio vazio absoluto, pois, assim, cruzamos a



  fronteira



 



  entre o "ser



 



  interior" e o "não ser exterior",
sendo



  este



 



  último lado,



 



  dimensionalmente infinito. O lado de dentro, deve ser
o



 



  próprio ser absoluto,



 



  que tem começo, meio e fim, portanto, infinitas
partes



 



  unidas ou separadas, e



 



  isto se caracteriza como sendo o problema da



  fragmentação



 



  necessariamente



 



  indefinida, inerente a eventuais corpúsculos.



 



 



 



   



 



 



 



  Leia



 



  mais:



 



  http://tugia.webnode.com/os-continuos-geometricos/



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  Enviado do Email do



 



  Windows



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  De: bombaspr@hotmail.com



 



  [ciencialist]



 



 



 



  Enviado: ‎sábado‎, ‎7‎ de ‎junho‎ de



 



  ‎2014 ‎12‎:‎14



 



 



 



  Para: bombaspr@hotmail.com



 



  [ciencialist]



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  Estou



 



  sempre à cata de mais informações - vinda de



 



  historiadores, matemáticos e até



 



  mesmo de  curiosos  - a respeito dessa mente gigante
e



 



  criativa, que



 



  foi o cidadão



 



 



 



   



 



 



 



  chamado



 



  Leonard Euler.  A ciência de nossos dias deve



  muitíssimo



 



  aos seus



 



  trabalhos em matemática e física. Tão muito que,

mesmo



 



  dividindo a dívida em



 



  1000 módicas prestações mensais o mundo não



  conseguirá



 



  pagar. Também, ele nem



 



  ligará...não precisa mesmo de dinheiro. Nem de meus



 



  elogios.



 



 



 



   



 



 



 



  Aquí,



 



  então, mais belo um apanhado histórico acerca das



 



  principais



 



  criações/descobertas do  físico-matemático, que
é



 



  daqueles que não se



 



  fazem mais hoje em dia.



 



 



 



   



 



 



 



 
http://www.dmat.ufpe.br/gradua/intervalo/ciencia_hoje_leonhard_euler.pdf



 



 



 



 



 



   



 



 



 



  Os



 



  minimamente interessados nessas coisas ganharão
muito,



 



  lendo o artigo do



 



  Zampana.



 



 



 



   



 



 



 



   



 



 



 



  Sds,



 



 



 



  Victor.



 



 



 



   



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



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  font-family:Arial;font-size:13px;font-weight:700;}



 



 



 



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SUBJECT: RES: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/06/2014 07:14

Por algum tempo imaginei que estas" coisas",   que lançava no fórum eram só para espantar, para causar  "frisson".

 Mas, não, infelizmente, o negócio é sério, pelo caráter recorrente com que acontece!

 

Pérola 1:

"[Agora eu aprimorei esta minha qualificação de energia, onde se lia "atuais" agora se lê "passados" pois a rigor a energia cinética conta uma história]"

 

Ué, e cuma isso pode acontecer, a energia contar a história, se...não existe?

E ainda mais com rigor?

 

Isto é que é ciência, "pura e legítima" (credo!):

 

Pérolas 2:

Ai:

"É sem ser, existe sem existir, gira sem girar, é divisível sem ser etc.
Você aprendeu com a relatividade de Einstein como ser ambíguo.
Se É sua teoria estará certa, se não É, também.
Se EXISTE sua teoria estará certa, se não EXISTE, também.
Se GIRA sua teoria estará certa, se não GIRA, também.
Se É DIVISÍVEL sua teoria estará certa, se não É DIVISÍVEL, também."

Ui"

 

 

Isto está muito parecido com os poemas do absurdo, do poeta  pernambucano, Antonio Marinho.

 

Com a diferença de que este, mesmo em  sua abissal ignorância, era genial.

 

Ah!, pergunta: o que é mais ambíguo:  as pérolas 1 e 2, ou  "... ser ambíguo com a relatividade?"

Se optar, como já logrou fazer, pela relatividade, então, amigo,  prufi!    Uma mera  proof e... e eu, boca de siri enlatado.

 

Ai, ai.  do que você está falando? Seria a criação de um a escola "insólida"?  Pois, até que parece.

 

Estou com saudades do Amauri e outros abnegados do "insólido", que foram defenestrados num passado nem tão recente.

 

Tô out, tô out.

 

Victor

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 16 de junho de 2014 21:41
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física

 

 

Betto,

Não sei se você está ainda na "escuta", mas ...

Betto disse:
> - Matéria Aparente: de modo ontológico, a
> matéria é indescritível, indistinguível
> do não ser, não podemos dizer, eis a particular
> realmente fundamental, a própria
> materialidade do universo, aqui está ela...
>
> - Insólido: palavra inexistente criada por mim
> mesmo, que dá ênfase a não existência
> absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável
> já existem...
>

Você não está sozinho nesta, muita gente tem esta ideia de que matéria não existe.
Alguns dizem que matéria nada mais é que energia condensada.
Para mim isto é extremamente absurdo.
Energia é que não existe, ela é apenas uma forma de quantificar movimentos passados e futuros da matéria.
[Agora eu aprimorei esta minha qualificação de energia, onde se lia "atuais" agora se lê "passados" pois a rigor a energia cinética conta uma história]

> - Contínuo Geométrico: é a estrutura formada
> pela totalidade (infinita) dos elementos
> geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...
>

Você também não está sozinho nesta, vários acreditam em tudo conectado.
Teorias de aether.
Um tal de Mach que tem a ilusão que estrelas distantes age instantaneamente num balde porque tudo no universo está interligado.
Um tal de.... opss.
Sir Albert Einstein que acredita numa gelatina 4D que ele chama de espaço-tempo (não inventou outro nome pois não tem este seu dom de denominar)
:-)

> - Interação Girante: é uma regra, um domínio
> geométrico estabelecido pelas dimensões
> desses elementos geométricos, ...
>... ... ... , é só uma regra que diz que uma
> figura possui um giro, um sentido de rotação,
> embora não tenham de fato....

Um giro que não é giro?
Viu esta Alberto?
Isto também é pregado pela ciência oficial sobre o elétron. Neste sentido, também não há novidade.

> - Méron: vem do grego meros = parte,
> porção, segmento... + a letra N para
> designar funcionalidade, portanto, as
> partes da matéria (aparente). É melhor
> do que átomo, que significa “não
> divisível”, sem partes”, etc...

Ótimo nome para uma partícula fundamental. Seria o nome ideal para uma partícula fundamental na "minha teoria", mas você usou primeiro.
:-)

> - absoluta Dimensão Ômega: tudo em
> minha teoria esta interligado e inclusive
> a nomenclatura dos corpos e funções
> desses, assim, Dimensão Ômega é o
> nome dado a maior dimensão possível,
> a dimensão infinita do universo, o universo
> em sua plenitude...
>

LOL...
(lembrei da Maria Natália neste triste dia em que torci por Portugal que perdeu para Alemanha aqui na Copa)

> - Desconstrução Merônica natural:
> é o mesmo que falar fissão nuclear, ou
> decaimento natural, porém, como não
> existe um “núcleo”, formando um “átomo”
> com “partículas”, não faz sentido dizer.....

É sem ser, existe sem existir, gira sem girar, é divisível sem ser etc.
Você aprendeu com a relatividade de Einstein como ser ambíguo.
Se É sua teoria estará certa, se não É, também.
Se EXISTE sua teoria estará certa, se não EXISTE, também.
Se GIRA sua teoria estará certa, se não GIRA, também.
Se É DIVISÍVEL sua teoria estará certa, se não É DIVISÍVEL, também.
:-)

Hélio

--------------------------------------------
Em sáb, 14/6/14, Betto Sarafelli sarafelli@hotmail.com [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:

Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Sábado, 14 de Junho de 2014, 19:42


 











OK,
então vamos começar por...

 

...”Defina
melhor os seguintes termos e aí vai ser possível começar
a ler seus arquivos”.



- Matéria Aparente: de modo ontológico, a matéria é
indescritível, indistinguível
do não ser, não podemos dizer, eis a particular realmente
fundamental, a própria
materialidade do universo, aqui está ela...

- Insólido:
palavra inexistente criada por mim mesmo, que dá ênfase a
não existência
absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável já
existem...

- Contínuo
Geométrico: é a estrutura formada pela totalidade
(infinita) dos elementos
geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...

 

- Interação Girante: é uma regra, um domínio geométrico
estabelecido pelas
dimensões desses elementos geométricos, por exemplo, um
triangulo circunscrito
num quadrado, então, o quadrado é quem contém o círculo
e não o contrário, é só
uma regra que diz que uma figura possui um giro, um sentido
de rotação, embora
não tenham de fato....





- Méron:
vem do grego meros = parte, porção, segmento... + a letra
N para designar
funcionalidade, portanto, as partes da matéria
(aparente).  É melhor do que átomo, que significa “não
divisível”,
sem partes”, etc...



- absoluta Dimensão Ômega: tudo em minha teoria esta
interligado e inclusive a
nomenclatura dos corpos e funções desses, assim, Dimensão
Ômega é o nome dado a
maior dimensão possível, a dimensão infinita do universo,
o universo em sua
plenitude...

  

- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de
barbear (???????????????)

...............[O fio da navalha é enormemente grosso:
"No fio da navalha
correm dois trens da central" (Guilherme Arantes)]: já
isso, não passa de
uma tentativa de levar o indivíduo a pensar quão pequena
seria aquela faixa de
elementos geométricos que foram representadas naquela
animação...

 

- geometria
adimensional: geometria adimensional ou autosimilar, é a
geometria que constrói,
entre outras coisas, os fractais, é só pesquisar um
pouco....

- geometria autosimilar





-
Compalphas: Vem de Componentes Alpha, o
componente fundamental, cuja
geometria é adimensional ou autosimilar, e que está na
“outra ponta” das
dimensões do universo, isto é, no que é absolutamente e
infinitamente
pequeno...





- Interação
Cíclica: é uma interação geométrica, regida pela
trigonometria aplicada ao
raios dos Círculos de Interação...



- Eixos Alpha: podemos dizer o Eixo Alpha, é o vetor campo
magnético associado
ao Ponto Alpha, isto é, ao ponto central do Compalpha,
podem até chama-lo de
partículas, mas seria contraditório, pois as partículas
supõem materialidade....



- menos “energética”:  é mais ou menos
como dizer, mais fome, menos fome, mais forte, menos forte,
apenas um modo
trivial de dizer, menor momentum, menor energia intrínseca,
etc...

 

- Desconstrução Merônica natural: é o mesmo que falar
fissão nuclear, ou
decaimento natural, porém, como não existe um
“núcleo”, formando um “átomo” com
“partículas”, não faz sentido dizer.....

 

- Corrente Cíclica: é o mesmo que uma corrente senoidal,
já que “elétrons” não
existem,.....





etc, etc e
etc.: já isto significa, etc, etc e etc.
mesmo...










To:
ciencialist@yahoogrupos.com.br
From:
ciencialist@yahoogrupos.com.br
Date: Sat, 14
Jun 2014 14:45:42 -0700
Subject: RE: ENC:
RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da
física
















 









Betto,



Depois que você pediu para ver "minha teoria" e
eu te mostrei o caminho, você falou coisas interessantes,
até achei que você queria ser meu discípulo.



:-)

:-)



Mas agora, com este teu novo pptx, ficou difícil.

:-)



Você faz desenhos bonitos mas fala uma língua estranha:

Que língua é esta??



Em certo ponto você diz:

"...tudo que sei traduzo em palavras e formas, textos e
desenhos, para mim são suficientes, para outros
não"

Talvez seria o suficiente se você traduzisse em português
(ou inglês, ou em qualquer língua terráquea)



Defina melhor os seguintes termos e aí vai ser possível
começar a ler seus arquivos.



- Matéria Aparente

- Insólido

- Contínuo Geométrico

- Interação Girante

- Méron

- absoluta Dimensão Ômega

- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de
barbear (???????????????)

...............[O fio da navalha é enormemente grosso:
"No fio da navalha correm dois trens da central"
(Guilherme Arantes)]

- geometria adimensional

- geometria autosimilar

- Compalphas

- Interação Cíclica

- Eixos Alpha

- menos “energética”

- Desconstrução Merônica natural

- Corrente Cíclica

etc, etc e etc.

:-)



Em tempo:

- “ELÉTRONS" NÃO EXISTEM



E o que significa a palavra "práticos" em
"...deixo isso para os práticos, para os
matemáticos";



Não posso te iludir. Acho que esta teoria psicodélica não
tem futuro. Falta você falar minimamente a língua dos seu
desejados interlocutores.



Eu lamento te dizer isto mas na natureza nem sempre o
transmissor (por ex.: você) e o receptor (por ex.: nós)
estão na mesma frequência. Não existe uma ligação no
"contínuo geométrico circular" entre eles.



Você diz que é físico de nascença, mas, se for
importante mesmo para você conversar com físicos de fato e
de direito sobre detalhamentos em assuntos tão profundos,
você precisa fazer minimamente uma graduação em física
numa boa universidade (pelo menos a parte inicial - os 4
primeiros períodos).



Hélio



--------------------------------------------

Em sex, 13/6/14, Betto Sarafelli sarafelli@hotmail.com
[ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
escreveu:



Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado
da matemática e da física

Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br"
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>

Data: Sexta-feira, 13 de Junho de 2014, 23:39





 







   





     

       

       

       



Olá Vitor, não entendo muito bem a

dinâmica de discussão do Ciencialist, nunca sei para
quem

vai, ou de quem vem as mensagens, não sei ao certo se
esta,

especificamente, foi endereçada para mim, mas tudo tudo

bem.  Vamos ao que interessa...Já vinha

caraminholando umas ideias de como expor umas
visualização

do que penso sobre o "electromagnetismo", que

chamo de Interação Cíclica, pois bem, andei fazendo
uns

desenhos, umas animações no que tenho de melhor e no
que

melhor sei trabalhar em termos gráficos.  É mais ou
menos

assim que acontecem as coisas do meu modelo de

universo...





























 



 







   





     

       

       

       Victor,







Esta sua última mensagem só confirma o que eu acho.







Victor disse:



> Definitivamente, o conceito de energia está muito

longe de ser trivial.







Energia é trivial: não existe! (no sentido de
existência

independente - é apenas forma de quantificar movimentos

atuais e futuros de algo que existe - a matéria)







A conservação de energia mecânica é a a equação de

Torricelli multiplicada por m/2.







Mas na página da wiki sobre energia não existe a
palavra

Torricelli e na página sobre Torricelli não existe a

palavra energia. (?)







Victor disse:



> ... a resposta de qualquer físico será, seguramente:


não sei.



>  Simplesmente é assim que a Natureza age.



> Parece uma resposta cretina.



>



> Mas não. Não há como dar outra.



> ....



> ....



> O mais que podemos fazer é dar a coisas como tempo
e





> energia conotações práticas, com base na

observação.



> Como a física tem feito, com sucesso.



> De qualquer maneira, a resposta a tais perguntas, e

não



> por serem irrespondíveis, não é de competência
da

física.



>



> A preocupação desta é apenas uma: descrever o



> comportamento dos sistemas físicos usando teorias
que

mais



> se aproximem do que é observado e que sejam
validadas,

sem



> ambiguidades, por alguma estrutura matemática.



> Nem mais nem menos.







Mas se esta é a preocupação da física, qual seria
então

a preocupação da engenharia???







Esta acima descrita por você é a preocupação da

engenharia que deve ser assim pois se esperar pelos
físicos

nenhuma ponte ou estrada ou prédio será construido.
Que

bom que os engenheiros usam os conhecimentos existentes
para

construir coisas sem ficar perdendo tempo em descobrir o

porquê estes são assim.







Mas, a função do físico é questionar as causas do

fenômeno observado. Depois de conseguir isto,
questionar

sobre as causas destas causas. E assim sucessivamente ad

infinitum. E é assim que eu tento ser no trabalho e,

principalmente, nas horas vagas. Neste sentido o C-List

ajuda bastante.







Victor continua:



> Agora, eu posso dizer quem, com certeza,
responderá

às



>  tuas questões: teólogos, filósofos,
espíritas,

etc.







Estes, em sua maioria, responderão coisas muito
semelhantes

às suas respostas.







Bastando talvez substituir a expressão "porque
Deus

assim quer" por "a Dona Natura é assim e

pronto".



:-)



:-)



"a Dona Natura é assim e pronto" ou 
"porque

Deus assim quer" podem ser respostas mas sugere
outra

pergunta:



O que causa este "assim" da natureza???



E devemos tentar sempre buscar respostas a estas

perguntas.







Talvez, depois eu escrevo mais sobre esta triste
história

da física que você narrou na mensagem anterior.







Hélio







PS.:



Porque que certos astros no céu parecem perdidos indo e

voltando em relação aos outros que estão mais fixos
uns

em relação aos outros?



Uns diziam: Porque Deus quer.



Outros diziam: Porque a natureza é assim e pronto. 



(A Igreja da época e os cientistas da época - não

necessariamente nesta ordem)







Mas Galileu disse (baixinho para não ir para a
fogueira)

"mas que se move, se move" se referindo à

Terra.







--------------------------------------------



Em qui, 12/6/14, 'JVictor'
j.victor.neto@uol.com.br

[ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>

escreveu:







Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado
da

matemática e da física



  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br



  Data: Quinta-feira, 12 de Junho de 2014, 18:17



 



 



   



 



 



 



   



 



 



     



       



       



       



 



 



 



 



 



 



 



   



 



   



 



 



 



 



 



  De: JVictor



  [mailto:jvoneto1@gmail.com]



 



  Enviada em: quarta-feira, 11 de junho de 2014



  21:11



 



  Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'



 



  Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus



  sagrado da matemática e



  da física



 



 



 



 



 



   



 



   



 



  Helio,



 



   



 



 



 



  Hélio:Quando eu disse



  ma MSG:



 



 
https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/conversations/messages/86132



 



 



 



  quando, na minha opinião, aconteceu no estudo da

natureza



  "... um



  'pequeno' erro, bastante elementar porém a

gerar



  consequências imprevisíveis



  ..."; disse que um dos problemas foi o conceito
de



  energia



 



  Este conceito em si não é ruim se a energia for
vista



  apenas como uma das



  formas de quantificar o movimento da matéria ou a



  esperança de movimento futuro



  da matéria (tudo é relativo). 



 



 



 



 



 



 



 



  Victor:



    Definitivamente, o conceito de



  energia está



  muito longe de ser trivial. E, parece, não há um



  consenso



  entre os físicos em relação ao que é realmente



  energia.  Em



  verdade, as definições possíveis de serem dadas o
são

em



  termos do que a



  energia faz, ou deixa de fazer. Nada que vise a sua



  essencialidade, pois



  esta é uma ponte longe demais. 



 



   Algo



  que eu gostaria de ter escrito a respeito



  é mais



  ou menos como



  está na descrição abaixo.  Pois os conceitos



  desenvolvidos



  "batem"  com o que aprendi, nas longas

lições



  de casa que já fiz. Não



  conheço o autor.  Mas ele tem a exata noção
daquilo



  sobre o que discerne.  Delineia



   o que



  se entende por energia, em termos



  práticos,



  utilizáveis e mensuráveis.  



 



   



 



  http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia



 



 



   



 



  Entendo  energia



  como algo que está “visceralmente”  ligado a
duas



  coisas:  a



  capacidade de mudar o estado de repouso ou de
movimento

dos



  corpos ou sistemas;  e o



  fato notável  de transformação



  de uma forma em outra, atributo este que é



  igualmente intrínseco ao conceito.  Tal como



  dizia Lavoisier.  E isto é tudo



  o



  que a



  ciência precisa saber,  para usar



  no dia a dia e no funcionamento do mundo.  As contas
de



  luz



  e de água também podem nos dar o inescapável



  insight.... de sua



  efeitividade.



 



  Helio: 



  Mas rapidamente isto "evoluiu"



  para a lagrangeana; hamiltoniano etc. E, devido a más



  interpretações que



  prevaleceram, fizeram da energia um ser independente.



 



  Deram poderes mágicos aos objetos e proibiram

perguntarem



  por que disto.



 



  Victor: 



  Não é e não



  foi assim.  Os



  formalismos acima têm



  outra origem, embora o conceito de energia mecânica,
em



  cada um, lhes seja



  inerente.  A origem dos conceitos a que alude
 remonta



  a a



  Fermat e Mautpertuis,



  e surgiram



   simplesmente



  da observação acurada, sem mais nada que a



  intuição,



  conforme irei



  mini-resenhar  e explicar em seguida. 



 



  A



  fonte dessas idéias é o resultado da observação de



  que Dona Natura parece agir de



  tal modo que certas quantidades físicas são



  minimizadas  sempre



  e  quando ocorre, de



  maneira natural,  algum  processo físico.



   Todos



  sabemos, por exemplo, e só para citar o mais
conhecido,

que



  um raio luminoso



  sempre percorre o caminho mais curto, entre dois
pontos

de



  sua



  trajetória.  Os físicos, desde os primórdios dessa



  "abertura" de



  mente, disseram: eis o que podemos adotar como
postulado



  fundamental.  



 



  Já



  que ninguém jamais observou algo diferente.



 



  Então,



  por



  causa disso, para



  chegar às leis da reflexão e refração foi só um

pulo,



  com a



  ajuda inestimável do cálculo diferencial e
integral. 

Ou



  seja, a



  observação de que o ângulo de incidência é igual
ao

de



  reflexão, sem recorrer a



  mais nada sobre a constituição da luz, é uma



  consequência de um



   fato



  observacional, da



  intuição física acurada daqueles antigos mestres,



   e do



  cálculo infinitesimal. 



 



   Farei



  o relato segundo a ordem cronológica de como as
coisas



  ocorreram.



 



  Em



  1657:  Fermat viu neste princípio de minimização

algo



  mais que as



  cordas  e o teclado de um piano!  Reformulou-o e o



  ampliou,



  postulando:  um raio luminoso sempre viaja de um



  um ponto



  em um dado meio a outro ponto em outro   meio de
modo



  tal que o caminho percorrido é aquele que



  toma a menor



  quantidade possível de tempo.  Ele tomou isto como



  um postulado



  básico.  Assim Fermat pode obter não apenas a lei d



  reflexão como, também,



  a lei de refração, que já era conhecida, desde os



  experimentos de  W.



  Snell(1580-1626).  



 



   



 



  Em



  1774: 



  Pierre-Louise-Mopreau de Maupertius fez a primeira



  aplicação de um



  princípio da acão



  mínima, baseado num trabalho póstumo de Fermat,
embora



  sobre pressuposto muito criticados na época:  ele



  postulou que  o movimento dinâmico realiza-se
mediante

um



  caminho de



  ação ou uma ação mínima,



   termo este que subsiste



  até nossos dias sem mudança alguma. Remonta dai,
pois,

o



  primeiro insight,



  aplicado à mecânica, do que nos dias de hoje,  se
chama

o princípio de



  mínima ação.  (Maupertuis  era adepto da teoria
da



  geração



  espontânea, contudo antecipou-se a Darwin, com suas

idéias



  de seleção natural.



  Mas no princípio da ação mínima ele não injetou
nem

um



  pouco de



  matemática;  limitava-se a dizer que era assim por
que



  era assim e



  pronto, pois era



  desse jeito que a Natureza agia:  ação é



  minimizada



  “(na verdade,



  sabemos hoje, extremizada) através



  dos desígnios ou  sabedoria de Deus”). Tirando a



  referência aloprada 



  a Deus, o resto foi



  aproveitado e reformulado, por matematicos como



  Euler(contemporâneo),



  Lagrange e outros. 



   



 



   



 



  Em



  1760, Lagrange, então com  24 anos, extraordinário



  matemático já nessa



  altura de sua vida, viu nesse princípio algo mais que



  apenas uma declaração



  útil, porém algo



  solta, no bojo



  científico de então. 



 



  En



  passant: Suspeito que



  seus insights, neste mister,  assemelham-se



  aos de Einstein, quando este viu nos dois postulados
de

sua



  teoria, o que



  ninguém tinha vista então. 



 



  Desse



  modo, Lagrange  pode estruturar o princípio da
mínima



  ação de Maupetuis



  sobre adequadas bases matemáticas.  E o que fez

Lagrange,



  especificamente?  Isto:  usou as variáveis físicas

de



  sistema



  mecânico arbitrário, definidas como posição e



  velocidade. A partir daí,  os conteudos



  energéticos do sistema mecânico ficaram  claros e



  organizados, conteudos estes que são:  sua



  energia cinética e sua



  energia potencial, ou seja:  a  energia mecânica do



  sistema. A partir



  dessa reformulação, uma nova mecânica surgiu, a

chamada



  mecânica de Lagrange.



  Mas não como uma nova teoria. Apenas como uma



  reformulação da mecânica



  Newtoniana, que foi  extensamente ampliada, e certos



  fenômenos, que



  permaneciam ocultas no bojo da TN, foram então

revelados. 



  Além de



  simplificar os cálculos da MeqN.



 



   



 



  O



   trabalho  de



  Lagrange, que reformulou toda a mecânica, teve



  desdobramentos importantes e que aprimoraram mais
ainda

o



  modo como usar o



  conceito expresso no principio da mínima ação bem

como



  dando aos conteudos



  energéticos inerentes a todos os sistemas físicos a
real

a



  relevância de que



  realmente gozam.  O



  passo  definitivo, nessa mesma linha de pesquisa,



    foi



  dado por  William Rowan Hamilton, que deu uma



  caracterização definitiva



  aos postulados de Lagrange.  Isto ele fez em dois

trabalhos



  que  publicou,  um



  deles em 1834 e o outro no ano seguinte. 



  Estes trabalhos culminaram com o que se conhece  hoje



  como  o princípio



  de Hamilton, cujo enunciado é como segue:



 



  "Entre todos caminhos



  possíveis ao



  longo dos quais um sistema físico pode ser mover de
um



  ponto a outro, dentro de



  um intervalo de tempo especificado, o caminho que
será



  percorrido é aquele



  que minimiza a integral de tempo da diferença de
entre



  as energias cinética



  e potencial do sistema."  



 



   



 



  Em termos



  práticos, e para não ficar no abstrato, deixem-me
dar

um



  exemplo simples.



 



  Imagine a



  situação, típica, do que o princípio acima poder



  fazer:  de uma certa



  altura h, um objeto de massa m é solta,



  e chega ao solo em t segundos.  Teoricamente, o
objeto

pode



  chegar ao solo



  por diversos caminhos, cada um caracterizado por um



  equação de movimento



  específica, como os três escolhidos, abaixo: 



 



   



 



  1) h = gt_____



 



  2) h = gt²/2_____



 



  3)  h =



  gt3/4



 



  Apenas



  uma das equações de movimento acima, a 2 , atende
aos



  requesitos exprtessos em: δS  =  δ∫ L dt = O,
 ou

seja, o  de que a integral que



  resulta num valor menor é a do caminho 2; sendo maior

para



  os dois outros. Ou



  para quaisquer outros escolhidos, dentro de uma

infinidade



  deles. Tudo se passa



  como se  a Natureza aplicasse o delta de Dirac e



  selecionasse apenas o caminho



  dado  pela equação de movimento  2...  Sabida, é

que



  ela é. 



 



  Quem



  quiser ver que é assim, basta fazer as contas. Não

são



  difíceis de serem



  feitas.  



 



  Ainda



  que, para um dado h e um dado t, específicos, as 3



  equações dêem os mesmos



  resultados. Apenas para a segunda, a igualdade se

verifica



  para qualquer t,



  enquanto que nas demais,  não.  E isto é

fantástico!



  E  é  absolutamente geral. 



 



  Resumindo:



  Como vê,  o conceito de energia surgem, aquí, como

determinante do que



  pode acontecer ou não!  E não que sofreu

modificação(o



  conceito de energia) em alguma



  fase desses desenvolvimentos, como você imagina.  As



  variáveis associadas



  ao sistema são sempre as usuais: posição,
velocidade,



  aceleração;



  ligadas,



  pois não, ao espaço nosso de cada dia!



 



  A



  relação entre estas variáveis resulta nas
equações

de



  movimento do sistema



  mecânico. Que é o



  ques procura em matemática, para a descriçãoi

dinâmica



  dos sistemas. 



 



  O



  mais



  notável é o seguinte:  as



  principais teorias atuais, conforme expuz no e-mails



  anterior, estão atreladas ao princípio acima



  comentado, dele



  sendo derivadas. Todas.



 



  A



  equação δS  =



   δ∫ L dt = O dá a dimensão do que expressa



  o



  princípio acima, da



  mínima ação(Hamilton).  



 



  E



  esta



  equação é tal, como disse certo matemático
espanhol,

que



  Deus poderia muito bem



  ter sido um pouco mais inteligente e criativo...ao
invés

da



  bíblia, poderia ter



  ditado para seus escribas apenasmente  a



  "bíblia" acima. Não é



  por nada não, mas concordo em gênero, número e grau

com



  esta tirada



  inteligente.



 



  Pronto.



 



  Sobre a função de



  Lagrange, certa ocasião postei para o fórum um



  texto onde discutia uma análise da Mecânica

Newtoniana,



  ocasião em que a ação S  =  ∫ L dt foi a
tônica,

bem como o



  significado de L, o Lagrangeano, função das
variáveis



  dinâmicas.  A quem



  interessar possa, indico as seguintes obras, que
tratam



  dessa mecância, chamada



  de Mecânica Analítica:



 



  Mecânica Analítica, de Nivaldo



  A. Lemos; e, o livro de mecânica



  e eletrodinâmica, de L.Landau(há uma tradução em



  português, e o assunto é desenvolvido



  de tal maneira que você diria: ora bolas, desse
jeito,

até



  eu  faria!...Uma



  beleza.).



 



   



 



  Hélio: VICTOR



  disse:"...já que decorre da observação de que



  ossistemas da Natureza



  tendem a seguir os caminhos mais curtos,



  tempos mínimos ouextremos."



 



 



 



  Hélio: Eu pergunto:



 



  Por que eles fazem isto? Como escolhem este caminho se

não



  tem celebro nem olho



  nem pé nem cabeça?



 



  Victor:  De certa forma, o texto acima



  explica isso. Contudo, a resposta de qualquer físico



  será, seguramente:



   não



  sei. Simplesmente é assim que a Natureza age. Parece

uma



  resposta cretina.



 



  Mas não. Não há como dar outra. Essa pergunta é



  do mesmo tipo que: 



 



  1) o que havia antes do big bang?  ;2) não importa o

quanto dois



  pontos estejam



  infinitamente próximo, há sempre um número infinito

de



  outros pontos entre



  eles.; 3) o que é a



  consciência? O q ue é a



  vida?



 



  4) ou mesmo, o que é energia(fora das



  conotações que alinhavei mais acima, de cunho
prático

e



  operacional)? ou,



 



  5) o que é o tempo? 



 



  O mais que podemos fazer é dar a coisas como



  tempo e energia conotações práticas, com base na



  observação. Como a física tem



  feito, com sucesso.



 



  De qualquer maneira, a resposta a tais



  perguntas, e não por serem irrespondíveis, não é



  de competência da



  física.



 



  A preocupação desta é apenas uma: descrever o



  comportamento dos sistemas físicos usando teorias que

mais



  se aproximem do que



  é observado e que sejam validadas, sem ambiguidades,

por



  alguma estrutura



  matemática. Nem mais nem menos. 



 



  Agora, eu posso dizer quem, com certeza,



  responderá às tuas questões: teólogos, filósofos,



  espíritas, etc. (Nada contra



  qualquer destes últimos abnegados das inutilidades).



 



 



 



  Hélio: Quais forças os levam para isto e são
devidos

a



  interações com o que?



 



  Victor:  Mesmos argumentos acima. 



 



 



 



  Hélio: Sem a preocupação em responder estas coisas,
a



  ciência vai se tornando



  esotérica.



 



  Victor:  Mas a ciência não precisa ter



  tais preocupações, pois são questões sem
condições

de



  resposta.  E,



  certamente, penso, esta condição de impotência não

é,



  de maneira alguma,



  em razão de não havermos atingido um nível mental

mais



  avançado. Acho, mesmo,



  que nunca obteremos respostas. 



 



  Com relação às perguntas que fiz, o físico



  Victor F.Weiskopf e Herman Feshbach publicaram em 1988

um



  artigo  cujo



  título, numa tradução macarrônica dá "Faça

uma



  pergunta imbecil..."



  Garantem que perguntas que fazem sentido, têm
resposta



  líquida e certa. Mas faça



  uma pergunta imbecil e receberá uma resposta



  imbecil(estou citando isto do livro "Os seis
caminhos

a



  partir de



  Newton", de E.Speyer.)  



 



  Nessa mesma linha de visão, há as questões das



  simetrias;  que especificam o que, por causa delas,

podem



  acontecer e o



  que, de maneira alguma acontecerá. Por exemplo: uma

pedra



  apenas cai para



  baixa, para machucar do dedão. Nunca ao contrário.



 



  Na mesma linha de argumentos sobressaem-se, soberanas,



  algumas impossibilidades em



  física, como: 



 



  1)É



  impossivel usar um feixe eletromagnético como sistema

de



  referência; logo, a



  velocidade da luz é a mesma para todos os



  observadores(invariância esta não



  aplicáveis à frequência ou ao comprimento de onda
do



  tal); ou, 



 



  2)É



  impossível dois elétrons no mesmo átomo possuirem
os



  mesmos números 



  quânticos, isto é, possuirem o mesmo estado



  físico(princípio da exclusão de



  Pauli); ou,



 



  3)É



  impossível medir uma grandeza física num intervalo
de



  tempo zero ou infinito.



  Por conseguinte, a resolução perfeita e a
informação



  completa são inatingíveis;



  ou...



 



    Enfim, há



   umas 13 ou mais impossíbilidades físicas, que

omitirei,



  para não



  encompridar mais ainda este já grandinho post



 



  Qualquer que seja o ângulo que olhar, há



  porquês aloprados. Que simplesmente não têm
resposta.

And



  so on.



 



  .



 



  Hélio: A lagrangeana é uma ótima ferramenta

matemática,



  mas não diz muito sobre



  a natureza.



 



  Victor:  Claro. E não era mesmo para



  dizer, apesar de ela ser muito mais que apenas ótima.

 O



  que ela faz, e o



  faz de maneira completa e competente, é sistematizar,



  descrever e



  quantificar.



 



 



  Por fim, e para complementar, acrescento o



  seguinte:  explicações extraídas dos formalismos



  matemáticos que ancoram



  as teorias podem ser satisfatórias, sim; mas, de

maneira



  alguma, vai às



  essências, em termos das perguntas que alinhei mais

acima.



   É preciso não



  confundir essas coisas. 



 



  E, ao fim e ao cabo, a humanidade seguirá seu



  curso.



 



  E o elétron, o que é mesmo?



 



  (Obs.: Sobre este



  mesmo tópico, é possível desenvolver argumentos



  complementares, de



  plausibilidade - sobretudo sobre o esoterismo a que 



  aludes. Toda essa



  questão de energias, sobre como os sistemas
dinâmicos

se



  comportam, podem ser



  vistas à luz de outro conceito, igualmente muito



  importante, e pouco falado: o



  caráter geodésico de que estes sistemas estão



  revestidos...Aí é que vai



  parecer esotérico, sem sê-lo. Verá é ficará só
no



  parecer, mesmo. Esperarei por



  outra madrugada de insônia.



 



 



 



  Sds,



 



  Victor.



 



 



 



  --------------------------------------------



 



  Em dom, 8/6/14, 'JVictor'

j.victor.neto@uol.com.br



  [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>



  escreveu:



 



 



 



  Assunto: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da



  matemática e da física



 



  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br



 



  Data: Domingo, 8 de Junho de 2014, 10:25



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  Olá,



 



  Betto,



 



 



 



   



 



 



 



  Certamente Euler,



 



  hoje, não entenderia nada do que professa



 



  vossa filosofia científica.



 



 



 



   



 



 



 



  Mas, a título de



 



  informação - cujo conteudo já deve ser de seu



 



  conhecimento - lembro que  todas teorias atuais(TRG,



  TRR,



 



  Mecânica Quântica,



 



  QED, QCD, Eletromagnetismo e a própria teoria



  Newtoniana,



 



  etc) derivam de um



 



  princípio básico, que começou com ele mesmo,o



  magistral



 



   Euler,  que tem sua



 



  expressão reformulada no Princípio de Hamilton:



 



 



 



 



 



   



 



 



 



  Cuja expressão



 



  matemática é: δS=0,



 



  onde S = , S  é



 



  a ação e L é uma função, que depende da posição
e



  da



 



  velocidade do sistema, e δ é a



 



  variação de  S, que deve ser



 



  nula, já que decorre da observação de que os



 



  sistemas da Natureza tendem a seguir os caminhos mais



 



  curtos, tempos mínimos ou



 



  extremos. Ou seja,



 



  aproveitando a sabedoria da Natureza e... a sua



 



  preguiça, que é cósmica!



 



 



 



   O L da integral é



 



  o chamado Lagrangeano, ou função Lagrangeana,



 



  que envolve consequências do movimento  e da

posição,



  em



 



  cada instante:  energia



 



  cinética e/ou potencial.  



 



 



 



  É através desse princípio "bíblico" -
pois



 



  bastava deus ter feito



 



  esta simples equação, δS=0, e nada mais -



 



  que as estruturas que regem o comportamento



 



  da Natureza são reveladas, ou seja as equações de



 



  movimento são deduzidas. Toda



 



  teoria deve ter, claro, um suporte estrutural

matemático



 



  consistente que



 



  permita previsões, a serem validadas pelos números
que



  se



 



  obtêm nos experimentos



 



  de laboratório. Sem falar que - e falando -  ao lado



 



  disso, a credibilidade de



 



  qualquer teoria física, hoje em dia, está atrelada



  direta



 



  e indissoluvelmente a



 



  este fato:



 



 



 



   



 



 



 



  1 A teoria pode ser



 



  derivada do princípio variacional acima? Se



 



  pode, então toque o barco para a frente que chegará
no



 



  Nirvana;



 



 



 



   



 



 



 



  2- Não pode? Bem,



 



  ainda pode tocar o barco para a frente, mas



 



  aviso - e quem avisa amigo é -  é mais provável
que



 



  chegue em dado ponto do rio



 



  e...socoorro!, uma cachoeira!



 



 



 



  Aí já



 



  era...



 



 



 



   



 



 



 



  En passant:  A



 



  própria teoria das cordas começou bem: 



 



  obedecendo ao princípio acima. Mesmo assim, é 
minha



 



  intuição de que vai



 



  encontrar aquela maldita cachoeira no meio do caminho.



 



 



 



 



 



  Quem vir, vai



 



  viver....



 



 



 



   



 



 



 



  Mais um



 



  observação: o tal salto quântico é observacional;
a



 



  matemática



 



  por trás apenas valida.  O problema da MQ quântica



  não



 



  é a matemática  em si, que



 



  a estrutura. Nem as comprovações experimentais(100%
de



 



  acertos, em todos os



 



  experimentos-ao menos até onde sei). O problema da MQ



 



  está...nas



 



  interpretações, que muitas são de cunho filosófico
-



  e



 



  aí é que o rabo da póbre



 



  porca torce: meteu filosofia no que não lhe compete -



 



  ciência - tenha certeza



 



  de uma coisa: a tampa voa, e ninguém entende



 



  nada.



 



 



 



  O melhor é ficar



 



  com as contas, que, estas sim, podem ser validadas



 



  em  laboratório.



 



 



 



   Afinal de contas,



 



  a física não tem  o objetivo de explicar a



 



  essência das coisas, como saber o que antes do  big



  bang,



 



  ou de que é



 



  constituído(como assim?), como questiona o Hélio, o



  campo



 



  magnético.



 



 



 



  E isto é...



 



  insólido, tomando emprestado uma palavra de vossa



 



  lavra.



 



 



 



  Deixo de comentar o



 



  restante, pois me sinto incompetente para o



 



  mister. Mas irei reler e talvez fazer algumas



 



  considerações, nem tão



 



  "insólidas"-gostei dessa palavra,



 



 



 



   



 



 



 



  Sds,



 



 



 



  Victor.



 



 



 



   



 



 



 



   



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  De: ciencialist@yahoogrupos.com.br



 



  [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]



 



 



 



 



  Enviada em: sábado, 7 de junho de 2014 16:06



 



 



 



  Para: bombaspr@hotmail.com



  [ciencialist]



 



 



 



  Assunto: Re: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da



 



  matemática e da



 



  física



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  Sem



 



  dúvida alguma, a matemática é a linguagem de



  tradução



 



  dos processos físicos universais mais perfeita que



  pode



 



  existir.  Mas ela pode ser usada como uma “espada

de



 



  dois



 



  gumes”, ela pode, por meio de artifícios de sua



  própria



 



  estrutura, provar



 



  o improvável, que digam os físicos da “física”



 



  quântica, ou melhor,



 



  do “salto quântico”.   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  E



 



  tomem mais um pouco de lógica filosófica…



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  Os



 



  físicos dizem que não pode haver estruturas menores

que



  o



 



  comprimento de Plank,



 



  que mede 1,6 × 10−35 m, e que dimensões menores
que



 



  esta, estão fora do campo



 



  de entendimentos da física relativística e

quântica. 



 



  Mas isso, só faz



 



  sentido para eles (os físicos), já que aceitam ser o



 



  universo espacialmente finito. 



 



  Porém, de acordo com a TUGIA, o universo é



  espacialmente



 



  (e temporalmente)



 



  infinito, logo, qualquer medida de volume ou

comprimento,



 



  só pode estar situado



 



  exatamente no meio do caminho entre o que é



  indefinidamente



 



  pequeno e



 



  indefinidamente grande, tendo, portanto, a capacidade
de



  ser



 



  intrinsicamente



 



  (infinitamente) "grande ou pequeno".



 



 



 



  Ora,



 



  do ponto de vista matemático, segmentos de reta,
podem



  ser



 



  divididos



 



  indefinidamente, mesmo neste suposto universo
quântico



 



  finito.  Então,



 



  obviamente que tais volumes também podem, não
importa

o



 



  modo como isso seja



 



  feito.  Se os tais corpúsculos existem,



  obrigatoriamente,



 



  devem ter lado



 



  de dentro e lado de fora, começo, meio e fim. O lado
de



 



  fora, deve ser o



 



  próprio vazio absoluto, pois, assim, cruzamos a



  fronteira



 



  entre o "ser



 



  interior" e o "não ser exterior",
sendo



  este



 



  último lado,



 



  dimensionalmente infinito. O lado de dentro, deve ser
o



 



  próprio ser absoluto,



 



  que tem começo, meio e fim, portanto, infinitas
partes



 



  unidas ou separadas, e



 



  isto se caracteriza como sendo o problema da



  fragmentação



 



  necessariamente



 



  indefinida, inerente a eventuais corpúsculos.



 



 



 



   



 



 



 



  Leia



 



  mais:



 



  http://tugia.webnode.com/os-continuos-geometricos/



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  Enviado do Email do



 



  Windows



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  De: bombaspr@hotmail.com



 



  [ciencialist]



 



 



 



  Enviado: ‎sábado‎, ‎7‎ de ‎junho‎ de



 



  ‎2014 ‎12‎:‎14



 



 



 



  Para: bombaspr@hotmail.com



 



  [ciencialist]



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



  Estou



 



  sempre à cata de mais informações - vinda de



 



  historiadores, matemáticos e até



 



  mesmo de  curiosos  - a respeito dessa mente gigante
e



 



  criativa, que



 



  foi o cidadão



 



 



 



   



 



 



 



  chamado



 



  Leonard Euler.  A ciência de nossos dias deve



  muitíssimo



 



  aos seus



 



  trabalhos em matemática e física. Tão muito que,

mesmo



 



  dividindo a dívida em



 



  1000 módicas prestações mensais o mundo não



  conseguirá



 



  pagar. Também, ele nem



 



  ligará...não precisa mesmo de dinheiro. Nem de meus



 



  elogios.



 



 



 



   



 



 



 



  Aquí,



 



  então, mais belo um apanhado histórico acerca das



 



  principais



 



  criações/descobertas do  físico-matemático, que
é



 



  daqueles que não se



 



  fazem mais hoje em dia.



 



 



 



   



 



 



 



 
http://www.dmat.ufpe.br/gradua/intervalo/ciencia_hoje_leonhard_euler.pdf



 



 



 



 



 



   



 



 



 



  Os



 



  minimamente interessados nessas coisas ganharão
muito,



 



  lendo o artigo do



 



  Zampana.



 



 



 



   



 



 



 



   



 



 



 



  Sds,



 



 



 



  Victor.



 



 



 



   



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



   



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



 



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/06/2014 09:17

> Você não está sozinho nesta, muita gente tem esta
> ideia de que matéria não existe
 
Verdade verdadeira! Tem um montão de gente lá no
Hospital Psiquiátrico da Penha que comungam dessas
elocubrações todas.
 
*PB*
 
 
 
-----Mensagem Original-----
From: Hélio Carvalho helicar_br@yahoo.com.br [ciencialist]
Sent: Monday, June 16, 2014 9:41 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
 
Betto,
 
Não sei se você está ainda na "escuta", mas ...
 
 
Betto disse:
>  - Matéria Aparente: de modo ontológico, a
> matéria é indescritível, indistinguível
> do não ser, não podemos dizer, eis a particular
> realmente fundamental, a própria
> materialidade do universo, aqui está ela...
>
> - Insólido: palavra inexistente criada por mim
> mesmo, que dá ênfase a não existência
> absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável
>  já existem...
>
 
Você não está sozinho nesta, muita gente tem esta ideia de que matéria não existe.
Alguns dizem que matéria nada mais é que energia condensada.
Para mim isto é extremamente absurdo.
Energia é que não existe, ela é apenas uma forma de quantificar movimentos passados e futuros da matéria.
[Agora eu aprimorei esta minha qualificação de energia, onde se lia "atuais" agora se lê "passados" pois a rigor a energia cinética conta uma história]
 
> - Contínuo Geométrico: é a estrutura formada
> pela totalidade (infinita) dos elementos
> geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...
>
 
Você também não está sozinho nesta, vários acreditam em tudo conectado.
Teorias de aether.
Um tal de Mach que tem a ilusão que estrelas distantes age instantaneamente num balde porque tudo no universo está interligado.
Um tal de.... opss.
Sir Albert Einstein que acredita numa gelatina 4D que ele chama de espaço-tempo (não inventou outro nome pois não tem este seu dom de denominar)
:-)
 
> - Interação Girante: é uma regra, um domínio
> geométrico estabelecido pelas dimensões
> desses elementos geométricos, ...
>... ... ... , é só uma regra que diz que uma
> figura possui um giro, um sentido de rotação,
> embora não tenham de fato....
 
Um giro que não é giro?
Viu esta Alberto?
Isto também é pregado pela ciência oficial sobre o elétron. Neste sentido, também não há novidade.
 
> - Méron: vem do grego meros = parte,
>  porção, segmento... + a letra  N para
> designar funcionalidade, portanto, as
> partes da matéria (aparente).  É melhor
> do que átomo, que significa “não
> divisível”,  sem partes”, etc...
 
Ótimo nome para uma partícula fundamental. Seria o nome ideal para uma partícula fundamental na "minha teoria", mas você usou primeiro.
:-)
 
> - absoluta Dimensão Ômega: tudo em
> minha teoria esta interligado e inclusive
> a nomenclatura dos corpos e funções
> desses, assim, Dimensão Ômega é o
> nome dado a maior dimensão possível,
> a dimensão infinita do universo, o universo
> em sua plenitude...
>
 
LOL...
(lembrei da Maria Natália neste triste dia em que torci por Portugal que perdeu para Alemanha aqui na Copa)
 
> - Desconstrução Merônica natural:
> é o mesmo que falar fissão nuclear, ou
> decaimento natural, porém, como não
> existe um “núcleo”, formando um “átomo”
> com “partículas”, não faz sentido dizer.....
 
É sem ser, existe sem existir, gira sem girar, é divisível sem ser etc.
Você aprendeu com a relatividade de Einstein como ser ambíguo.
Se É sua teoria estará certa, se não É, também.
Se EXISTE sua teoria estará certa, se não EXISTE, também.
Se GIRA sua teoria estará certa, se não GIRA, também.
Se É DIVISÍVEL sua teoria estará certa, se não É DIVISÍVEL, também.
:-)
 
 
Hélio
 
 
 
 
 

SUBJECT: A fantástica leveza do Geogebra.
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/06/2014 06:53

Olá, nesta quarta de zero a zero.(En passant: Se o técnico fosse o heroi  Dunga, globo e escobares aloprados teriam caido de "pau" sobre ele e os jogadores, que ora  formam  um time não tão bom quanto a seleção de Dunga. Não me surpreendi um vintém sequer.)

 

Bem, mas o assunto é outro, que nada tem a ver. Alguém, aí, tem filhos no ensino fundamental, começando nas fases de aprender geometria?  

Há uns meses - já conhecia de nome, de ouví falar, mas nunca me interessei, achava que já havia passado o tempo de aprender essas "besteiras",

resolví baixar o programa Geogebra(V.4.4)- e é dele que falo - e comecei a fuçar, fuçar, lendo um tutorial daquí, outro dalí, nas  horas vagas que não me sobram para esses luxos,  vendo umas aulas em vídeo no Youtube( e as há em profusão, eficientíssimas), e a triste conclusão:  porque diabos não me interessei por isso antes? 

Meus caminhos teriam sido de grandes atalhos.

 O programa Geogebra é muito bom demais, para muito mais da conta.   Fácil de trabalhar(até eu aprendi, ao menos o essencial para meus propósitos; permite qualquer tipo de construção em matemática e geometria Euclideana, plana ou não, com uma versatilidade alguns milhares de vezes maior que a de são Lula, que manipula opinião alheia e políticos, de qualquer tendência ou escola, de uma maneira que nem um deus conseguiria, deslizando seguro e furioso por toda a geometria  política deste país, sofrido de bola.

 

Assim, não é demais  recomendar enfaticamente  aos pais  que participam deste  forum,  administradores de filhos nas  fases iniciais de formação , ou não , que sugiram aos mesmos - que são muitos bons e eficientes nessas coisas de PC, que aprendem coisas que me fazem ficar com  "inveja" - que comecem a brincar com o soft, até pelas possibilidades de criações gráficas de que o Geogebra é capaz. E descobri, ainda sobre o tal:

-o autor é um alemão, jovem ainda;

-há inúmeros desenvolvedores no mundo inteiro, liderados pelo Markus,  aprimorando o soft a cada dia(atualmente a versão é 5.5, mas é beta);

-inúmeras escolas do mundo inteiro o usam para o ensino de geometria e matemática;

- e, sobretudo, é de grátis.

 

Outra utilidade, não " insólida":    serve, inclusive,  para quem de nós,  "enferrujado" e desejoso de uma revisão em matemática e geometria, de maneira visual ,  queira fazer isso sem dor e sem perda de tempo apreciável.

 

Basta escrever no google geogebra 4.4 + downolad e pronto.

 

Espero que esta seja uma informação alguma valia.

 

Sds,

Victor.

-

 

 

 

 


SUBJECT: Re: RES: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
FROM: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/06/2014 18:45


Victor,

É sério e espanta também.

Numa mensagem recente eu disse algo como:

"Campo magnético não existe, mas mesmo não existindo ele pode ser expresso como ..."
e coloquei a expressão do campo magnético gerado por um dipolo pontual.

Eu poderia dizer algo parecido em relação à energia ou às ondas transversais.

Isto não é ambiguidade, pois, quando eu falo de não existência, eu quase sempre complemento que tipo de "existência" eu estou falando.

É para funcionar como uma vacina para quem acha que tudo é formado por "energias", que a matéria é energia condensada, que algo material é uma dualidade onda-partícula (colocando a existência de partícula no mesmo patamar da existência de onda ou de energia).

Partículas são matéria logo existe no sentido forte de existência.
Estou adotando, provisoriamente, esta classificação, forte ou fraca, para “existência”, se encontrar classificação melhor, eu mudo.

Energia e ondas são formas de quantificação e descrição de modo de movimento, logo não existe de fato como coisa material.

O grande erro da física foi atribuir existência no sentido forte para coisas imateriais.
E aí começou todo este esoterismo na ciência.

Minha ênfase em tom espantador quer ter função de vacina contra esta praga!!

Outra coisa:
Mesmo que eu fosse tão ambíguo a ponto de chegar em 10 % da ambiguidade de Einstein, eu estaria sendo ambíguo numa lista de discussão e não num artigo científico.

Hélio

PS.:
Qualquer dia destes, eu vou mostrar como e porque a expressão da conservação de energia vem da equação de Torricelli.



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Em ter, 17/6/14, 'JVictor' j.victor.neto@uol.com.br [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:

Assunto: RES: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 17 de Junho de 2014, 7:14


 

















Por algum tempo
imaginei que estas" coisas",   que
lançava no fórum eram só para espantar, para causar
 "frisson".

 Mas, não,
infelizmente, o negócio é sério, pelo caráter recorrente
com que acontece!

 

Pérola
1:

"[Agora
eu aprimorei esta minha qualificação de
energia, onde se lia "atuais" agora se lê
"passados" pois a
rigor a energia cinética conta uma história]"

 

Ué, e cuma isso
pode acontecer, a energia contar a história,
se...não existe?

E ainda mais com
rigor?

 

Isto é que é
ciência, "pura e legítima" (credo!):

 

Pérolas 2:


Ai:

"É sem ser, existe
sem existir, gira sem girar, é
divisível sem ser etc.

Você aprendeu com a relatividade de Einstein como ser
ambíguo.

Se É sua teoria estará certa, se não É, também.

Se EXISTE sua teoria estará certa, se não EXISTE,
também.

Se GIRA sua teoria estará certa, se não GIRA, também.

Se É DIVISÍVEL sua teoria estará certa, se não É
DIVISÍVEL, também."

Ui"

 

 

Isto está muito
parecido com os poemas do absurdo, do poeta  pernambucano,
Antonio Marinho.

 

Com a diferença de
que este, mesmo em  sua abissal ignorância,
era genial.

 

Ah!, pergunta: o que
é mais ambíguo:  as pérolas 1 e 2, ou  "...
ser ambíguo com a relatividade?"

Se optar, como já
logrou fazer, pela relatividade, então, amigo,
 prufi!    Uma mera  proof e... e eu, boca de siri
enlatado.

 

Ai, ai.  do que
você está falando? Seria a criação de um a escola
"insólida"?  Pois, até que parece.

 

Estou com saudades
do Amauri e outros abnegados do
"insólido", que foram defenestrados num passado
nem tão recente.

 

Tô out, tô
out.

 

Victor

 





De:
ciencialist@yahoogrupos.com.br
[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]

Enviada em: segunda-feira, 16 de junho de 2014
21:41

Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br

Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus
sagrado da matemática
e da física





 

 







Betto,



Não sei se você está ainda na "escuta", mas
...



Betto disse:

> - Matéria Aparente: de modo ontológico, a

> matéria é indescritível, indistinguível

> do não ser, não podemos dizer, eis a particular

> realmente fundamental, a própria

> materialidade do universo, aqui está ela...

>

> - Insólido: palavra inexistente criada por mim

> mesmo, que dá ênfase a não existência

> absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável

> já existem...

>



Você não está sozinho nesta, muita gente tem esta ideia
de que matéria não
existe.

Alguns dizem que matéria nada mais é que energia
condensada.

Para mim isto é extremamente absurdo.

Energia é que não existe, ela é apenas uma forma de
quantificar movimentos
passados e futuros da matéria.

[Agora eu aprimorei esta minha qualificação de energia,
onde se lia
"atuais" agora se lê "passados" pois a
rigor a energia
cinética conta uma história]



> - Contínuo Geométrico: é a estrutura formada

> pela totalidade (infinita) dos elementos

> geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...

>



Você também não está sozinho nesta, vários acreditam em
tudo conectado.

Teorias de aether.

Um tal de Mach que tem a ilusão que estrelas distantes age
instantaneamente num
balde porque tudo no universo está interligado.

Um tal de.... opss.

Sir Albert Einstein que acredita numa gelatina 4D que ele
chama de espaço-tempo
(não inventou outro nome pois não tem este seu dom de
denominar)

:-)



> - Interação Girante: é uma regra, um domínio

> geométrico estabelecido pelas dimensões

> desses elementos geométricos, ...

>... ... ... , é só uma regra que diz que uma

> figura possui um giro, um sentido de rotação,

> embora não tenham de fato....



Um giro que não é giro?

Viu esta Alberto?

Isto também é pregado pela ciência oficial sobre o
elétron. Neste sentido,
também não há novidade.



> - Méron: vem do grego meros = parte,

> porção, segmento... + a letra N para

> designar funcionalidade, portanto, as

> partes da matéria (aparente). É melhor

> do que átomo, que significa “não

> divisível”, sem partes”, etc...



Ótimo nome para uma partícula fundamental. Seria o nome
ideal para uma
partícula fundamental na "minha teoria", mas
você usou primeiro.

:-)



> - absoluta Dimensão Ômega: tudo em

> minha teoria esta interligado e inclusive

> a nomenclatura dos corpos e funções

> desses, assim, Dimensão Ômega é o

> nome dado a maior dimensão possível,

> a dimensão infinita do universo, o universo

> em sua plenitude...

>



LOL...

(lembrei da Maria Natália neste triste dia em que torci por
Portugal que perdeu
para Alemanha aqui na Copa)



> - Desconstrução Merônica natural:

> é o mesmo que falar fissão nuclear, ou

> decaimento natural, porém, como não

> existe um “núcleo”, formando um “átomo”

> com “partículas”, não faz sentido dizer.....



É sem ser, existe sem existir, gira sem girar, é
divisível sem ser etc.

Você aprendeu com a relatividade de Einstein como ser
ambíguo.

Se É sua teoria estará certa, se não É, também.

Se EXISTE sua teoria estará certa, se não EXISTE,
também.

Se GIRA sua teoria estará certa, se não GIRA, também.

Se É DIVISÍVEL sua teoria estará certa, se não É
DIVISÍVEL, também.

:-)



Hélio



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Em sáb, 14/6/14, Betto Sarafelli sarafelli@hotmail.com
[ciencialist]
<ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:



Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado
da matemática e da
física

Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br"
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>

Data: Sábado, 14 de Junho de 2014, 19:42





 























OK,

então vamos começar por...



 



...”Defina

melhor os seguintes termos e aí vai ser possível
começar

a ler seus arquivos”.







- Matéria Aparente: de modo ontológico, a matéria é

indescritível, indistinguível

do não ser, não podemos dizer, eis a particular
realmente

fundamental, a própria

materialidade do universo, aqui está ela...



- Insólido:

palavra inexistente criada por mim mesmo, que dá ênfase
a

não existência

absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável já

existem...



- Contínuo

Geométrico: é a estrutura formada pela totalidade

(infinita) dos elementos

geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...



 



- Interação Girante: é uma regra, um domínio
geométrico

estabelecido pelas

dimensões desses elementos geométricos, por exemplo, um

triangulo circunscrito

num quadrado, então, o quadrado é quem contém o
círculo

e não o contrário, é só

uma regra que diz que uma figura possui um giro, um
sentido

de rotação, embora

não tenham de fato....











- Méron:

vem do grego meros = parte, porção, segmento... + a
letra

N para designar

funcionalidade, portanto, as partes da matéria

(aparente).  É melhor do que átomo, que significa
“não

divisível”,

sem partes”, etc...







- absoluta Dimensão Ômega: tudo em minha teoria esta

interligado e inclusive a

nomenclatura dos corpos e funções desses, assim,
Dimensão

Ômega é o nome dado a

maior dimensão possível, a dimensão infinita do
universo,

o universo em sua

plenitude...



  



- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de

barbear (???????????????)



...............[O fio da navalha é enormemente grosso:

"No fio da navalha

correm dois trens da central" (Guilherme Arantes)]:


isso, não passa de

uma tentativa de levar o indivíduo a pensar quão
pequena

seria aquela faixa de

elementos geométricos que foram representadas naquela

animação...



 



- geometria

adimensional: geometria adimensional ou autosimilar, é a

geometria que constrói,

entre outras coisas, os fractais, é só pesquisar um

pouco....



- geometria autosimilar











-

Compalphas: Vem de Componentes Alpha, o

componente fundamental, cuja

geometria é adimensional ou autosimilar, e que está na

“outra ponta” das

dimensões do universo, isto é, no que é absolutamente
e

infinitamente

pequeno...











- Interação

Cíclica: é uma interação geométrica, regida pela

trigonometria aplicada ao

raios dos Círculos de Interação...







- Eixos Alpha: podemos dizer o Eixo Alpha, é o vetor
campo

magnético associado

ao Ponto Alpha, isto é, ao ponto central do Compalpha,

podem até chama-lo de

partículas, mas seria contraditório, pois as
partículas

supõem materialidade....







- menos “energética”:  é mais ou menos

como dizer, mais fome, menos fome, mais forte, menos
forte,

apenas um modo

trivial de dizer, menor momentum, menor energia
intrínseca,

etc...



 



- Desconstrução Merônica natural: é o mesmo que falar

fissão nuclear, ou

decaimento natural, porém, como não existe um

“núcleo”, formando um “átomo” com

“partículas”, não faz sentido dizer.....



 



- Corrente Cíclica: é o mesmo que uma corrente
senoidal,

já que “elétrons” não

existem,.....











etc, etc e

etc.: já isto significa, etc, etc e etc.

mesmo...





















To:

ciencialist@yahoogrupos.com.br

From:

ciencialist@yahoogrupos.com.br

Date: Sat, 14

Jun 2014 14:45:42 -0700

Subject: RE: ENC:

RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e
da

física

































 



















Betto,







Depois que você pediu para ver "minha teoria"
e

eu te mostrei o caminho, você falou coisas
interessantes,

até achei que você queria ser meu discípulo.







:-)



:-)







Mas agora, com este teu novo pptx, ficou difícil.



:-)







Você faz desenhos bonitos mas fala uma língua estranha:



Que língua é esta??







Em certo ponto você diz:



"...tudo que sei traduzo em palavras e formas, textos
e

desenhos, para mim são suficientes, para outros

não"



Talvez seria o suficiente se você traduzisse em
português

(ou inglês, ou em qualquer língua terráquea)







Defina melhor os seguintes termos e aí vai ser possível

começar a ler seus arquivos.







- Matéria Aparente



- Insólido



- Contínuo Geométrico



- Interação Girante



- Méron



- absoluta Dimensão Ômega



- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de

barbear (???????????????)



...............[O fio da navalha é enormemente grosso:

"No fio da navalha correm dois trens da
central"

(Guilherme Arantes)]



- geometria adimensional



- geometria autosimilar



- Compalphas



- Interação Cíclica



- Eixos Alpha



- menos “energética”



- Desconstrução Merônica natural



- Corrente Cíclica



etc, etc e etc.



:-)







Em tempo:



- “ELÉTRONS" NÃO EXISTEM







E o que significa a palavra "práticos" em

"...deixo isso para os práticos, para os

matemáticos";







Não posso te iludir. Acho que esta teoria psicodélica
não

tem futuro. Falta você falar minimamente a língua dos
seu

desejados interlocutores.







Eu lamento te dizer isto mas na natureza nem sempre o

transmissor (por ex.: você) e o receptor (por ex.: nós)

estão na mesma frequência. Não existe uma ligação no

"contínuo geométrico circular" entre eles.







Você diz que é físico de nascença, mas, se for

importante mesmo para você conversar com físicos de fato
e

de direito sobre detalhamentos em assuntos tão
profundos,

você precisa fazer minimamente uma graduação em
física

numa boa universidade (pelo menos a parte inicial - os 4

primeiros períodos).







Hélio







--------------------------------------------



Em sex, 13/6/14, Betto Sarafelli sarafelli@hotmail.com

[ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>

escreveu:







Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus
sagrado

da matemática e da física



Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br"

<ciencialist@yahoogrupos.com.br>



Data: Sexta-feira, 13 de Junho de 2014, 23:39











 















   











     



       



       



       







Olá Vitor, não entendo muito bem a



dinâmica de discussão do Ciencialist, nunca sei para

quem



vai, ou de quem vem as mensagens, não sei ao certo se

esta,



especificamente, foi endereçada para mim, mas tudo tudo



bem.  Vamos ao que interessa...Já vinha



caraminholando umas ideias de como expor umas

visualização



do que penso sobre o "electromagnetismo", que



chamo de Interação Cíclica, pois bem, andei fazendo

uns



desenhos, umas animações no que tenho de melhor e no

que



melhor sei trabalhar em termos gráficos.  É mais ou

menos



assim que acontecem as coisas do meu modelo de



universo...



























































 







 















   











     



       



       



       Victor,















Esta sua última mensagem só confirma o que eu acho.















Victor disse:







> Definitivamente, o conceito de energia está muito



longe de ser trivial.















Energia é trivial: não existe! (no sentido de

existência



independente - é apenas forma de quantificar movimentos



atuais e futuros de algo que existe - a matéria)















A conservação de energia mecânica é a a equação de



Torricelli multiplicada por m/2.















Mas na página da wiki sobre energia não existe a

palavra



Torricelli e na página sobre Torricelli não existe a



palavra energia. (?)















Victor disse:







> ... a resposta de qualquer físico será,
seguramente:





não sei.







>  Simplesmente é assim que a Natureza age.







> Parece uma resposta cretina.







>







> Mas não. Não há como dar outra.







> ....







> ....







> O mais que podemos fazer é dar a coisas como tempo

e











> energia conotações práticas, com base na



observação.







> Como a física tem feito, com sucesso.







> De qualquer maneira, a resposta a tais perguntas, e



não







> por serem irrespondíveis, não é de competência

da



física.







>







> A preocupação desta é apenas uma: descrever o







> comportamento dos sistemas físicos usando teorias

que



mais







> se aproximem do que é observado e que sejam

validadas,



sem







> ambiguidades, por alguma estrutura matemática.







> Nem mais nem menos.















Mas se esta é a preocupação da física, qual seria

então



a preocupação da engenharia???















Esta acima descrita por você é a preocupação da



engenharia que deve ser assim pois se esperar pelos

físicos



nenhuma ponte ou estrada ou prédio será construido.

Que



bom que os engenheiros usam os conhecimentos existentes

para



construir coisas sem ficar perdendo tempo em descobrir o



porquê estes são assim.















Mas, a função do físico é questionar as causas do



fenômeno observado. Depois de conseguir isto,

questionar



sobre as causas destas causas. E assim sucessivamente ad



infinitum. E é assim que eu tento ser no trabalho e,



principalmente, nas horas vagas. Neste sentido o C-List



ajuda bastante.















Victor continua:







> Agora, eu posso dizer quem, com certeza,

responderá



às







>  tuas questões: teólogos, filósofos,

espíritas,



etc.















Estes, em sua maioria, responderão coisas muito

semelhantes



às suas respostas.















Bastando talvez substituir a expressão "porque

Deus



assim quer" por "a Dona Natura é assim e



pronto".







:-)







:-)







"a Dona Natura é assim e pronto" ou 

"porque



Deus assim quer" podem ser respostas mas sugere

outra



pergunta:







O que causa este "assim" da natureza???







E devemos tentar sempre buscar respostas a estas



perguntas.















Talvez, depois eu escrevo mais sobre esta triste

história



da física que você narrou na mensagem anterior.















Hélio















PS.:







Porque que certos astros no céu parecem perdidos indo e



voltando em relação aos outros que estão mais fixos

uns



em relação aos outros?







Uns diziam: Porque Deus quer.







Outros diziam: Porque a natureza é assim e pronto. 







(A Igreja da época e os cientistas da época - não



necessariamente nesta ordem)















Mas Galileu disse (baixinho para não ir para a

fogueira)



"mas que se move, se move" se referindo à



Terra.















--------------------------------------------







Em qui, 12/6/14, 'JVictor'

j.victor.neto@uol.com.br



[ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>



escreveu:















Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado

da



matemática e da física







  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br







  Data: Quinta-feira, 12 de Junho de 2014, 18:17







 







 







   







 







 







 







   







 







 







     







       







       







       







 







 







 







 







 







 







 







   







 







   







 







 







 







 







 







  De: JVictor







  [mailto:jvoneto1@gmail.com]







 







  Enviada em: quarta-feira, 11 de junho de 2014







  21:11







 







  Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'







 







  Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus







  sagrado da matemática e







  da física







 







 







 







 







 







   







 







   







 







  Helio,







 







   







 







 







 







  Hélio:Quando eu disse







  ma MSG:







 







 

https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/conversations/messages/86132







 







 







 







  quando, na minha opinião, aconteceu no estudo da



natureza







  "... um







  'pequeno' erro, bastante elementar porém a



gerar







  consequências imprevisíveis







  ..."; disse que um dos problemas foi o conceito

de







  energia







 







  Este conceito em si não é ruim se a energia for

vista







  apenas como uma das







  formas de quantificar o movimento da matéria ou a







  esperança de movimento futuro







  da matéria (tudo é relativo). 







 







 







 







 







 







 







 







  Victor:







    Definitivamente, o conceito de







  energia está







  muito longe de ser trivial. E, parece, não há um







  consenso







  entre os físicos em relação ao que é realmente







  energia.  Em







  verdade, as definições possíveis de serem dadas o

são



em







  termos do que a







  energia faz, ou deixa de fazer. Nada que vise a sua







  essencialidade, pois







  esta é uma ponte longe demais. 







 







   Algo







  que eu gostaria de ter escrito a respeito







  é mais







  ou menos como







  está na descrição abaixo.  Pois os conceitos







  desenvolvidos







  "batem"  com o que aprendi, nas longas



lições







  de casa que já fiz. Não







  conheço o autor.  Mas ele tem a exata noção

daquilo







  sobre o que discerne.  Delineia







   o que







  se entende por energia, em termos







  práticos,







  utilizáveis e mensuráveis.  







 







   







 







  http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia







 







 







   







 







  Entendo  energia







  como algo que está “visceralmente”  ligado a

duas







  coisas:  a







  capacidade de mudar o estado de repouso ou de

movimento



dos







  corpos ou sistemas;  e o







  fato notável  de transformação







  de uma forma em outra, atributo este que é







  igualmente intrínseco ao conceito.  Tal como







  dizia Lavoisier.  E isto é tudo







  o







  que a







  ciência precisa saber,  para usar







  no dia a dia e no funcionamento do mundo.  As contas

de







  luz







  e de água também podem nos dar o inescapável







  insight.... de sua







  efeitividade.







 







  Helio: 







  Mas rapidamente isto "evoluiu"







  para a lagrangeana; hamiltoniano etc. E, devido a más







  interpretações que







  prevaleceram, fizeram da energia um ser independente.







 







  Deram poderes mágicos aos objetos e proibiram



perguntarem







  por que disto.







 







  Victor: 







  Não é e não







  foi assim.  Os







  formalismos acima têm







  outra origem, embora o conceito de energia mecânica,

em







  cada um, lhes seja







  inerente.  A origem dos conceitos a que alude

 remonta







  a a







  Fermat e Mautpertuis,







  e surgiram







   simplesmente







  da observação acurada, sem mais nada que a







  intuição,







  conforme irei







  mini-resenhar  e explicar em seguida. 







 







  A







  fonte dessas idéias é o resultado da observação de







  que Dona Natura parece agir de







  tal modo que certas quantidades físicas são







  minimizadas  sempre







  e  quando ocorre, de







  maneira natural,  algum  processo físico.







   Todos







  sabemos, por exemplo, e só para citar o mais

conhecido,



que







  um raio luminoso







  sempre percorre o caminho mais curto, entre dois

pontos



de







  sua







  trajetória.  Os físicos, desde os primórdios dessa







  "abertura" de







  mente, disseram: eis o que podemos adotar como

postulado







  fundamental.  







 







  Já







  que ninguém jamais observou algo diferente.







 







  Então,







  por







  causa disso, para







  chegar às leis da reflexão e refração foi só um



pulo,







  com a







  ajuda inestimável do cálculo diferencial e

integral. 



Ou







  seja, a







  observação de que o ângulo de incidência é igual

ao



de







  reflexão, sem recorrer a







  mais nada sobre a constituição da luz, é uma







  consequência de um







   fato







  observacional, da







  intuição física acurada daqueles antigos mestres,







   e do







  cálculo infinitesimal. 







 







   Farei







  o relato segundo a ordem cronológica de como as

coisas







  ocorreram.







 







  Em







  1657:  Fermat viu neste princípio de minimização



algo







  mais que as







  cordas  e o teclado de um piano!  Reformulou-o e o







  ampliou,







  postulando:  um raio luminoso sempre viaja de um







  um ponto







  em um dado meio a outro ponto em outro   meio de

modo







  tal que o caminho percorrido é aquele que







  toma a menor







  quantidade possível de tempo.  Ele tomou isto como







  um postulado







  básico.  Assim Fermat pode obter não apenas a lei d







  reflexão como, também,







  a lei de refração, que já era conhecida, desde os







  experimentos de  W.







  Snell(1580-1626).  







 







   







 







  Em







  1774: 







  Pierre-Louise-Mopreau de Maupertius fez a primeira







  aplicação de um







  princípio da acão







  mínima, baseado num trabalho póstumo de Fermat,

embora







  sobre pressuposto muito criticados na época:  ele







  postulou que  o movimento dinâmico realiza-se

mediante



um







  caminho de







  ação ou uma ação mínima,







   termo este que subsiste







  até nossos dias sem mudança alguma. Remonta dai,

pois,



o







  primeiro insight,







  aplicado à mecânica, do que nos dias de hoje,  se

chama



o princípio de







  mínima ação.  (Maupertuis  era adepto da teoria

da







  geração







  espontânea, contudo antecipou-se a Darwin, com suas



idéias







  de seleção natural.







  Mas no princípio da ação mínima ele não injetou

nem



um







  pouco de







  matemática;  limitava-se a dizer que era assim por

que







  era assim e







  pronto, pois era







  desse jeito que a Natureza agia:  ação é







  minimizada







  “(na verdade,







  sabemos hoje, extremizada) através







  dos desígnios ou  sabedoria de Deus”). Tirando a







  referência aloprada 







  a Deus, o resto foi







  aproveitado e reformulado, por matematicos como







  Euler(contemporâneo),







  Lagrange e outros. 







   







 







   







 







  Em







  1760, Lagrange, então com  24 anos, extraordinário







  matemático já nessa







  altura de sua vida, viu nesse princípio algo mais que







  apenas uma declaração







  útil, porém algo







  solta, no bojo







  científico de então. 







 







  En







  passant: Suspeito que







  seus insights, neste mister,  assemelham-se







  aos de Einstein, quando este viu nos dois postulados

de



sua







  teoria, o que







  ninguém tinha vista então. 







 







  Desse







  modo, Lagrange  pode estruturar o princípio da

mínima







  ação de Maupetuis







  sobre adequadas bases matemáticas.  E o que fez



Lagrange,







  especificamente?  Isto:  usou as variáveis físicas



de







  sistema







  mecânico arbitrário, definidas como posição e







  velocidade. A partir daí,  os conteudos







  energéticos do sistema mecânico ficaram  claros e







  organizados, conteudos estes que são:  sua







  energia cinética e sua







  energia potencial, ou seja:  a  energia mecânica do







  sistema. A partir







  dessa reformulação, uma nova mecânica surgiu, a



chamada







  mecânica de Lagrange.







  Mas não como uma nova teoria. Apenas como uma







  reformulação da mecânica







  Newtoniana, que foi  extensamente ampliada, e certos







  fenômenos, que







  permaneciam ocultas no bojo da TN, foram então



revelados. 







  Além de







  simplificar os cálculos da MeqN.







 







   







 







  O







   trabalho  de







  Lagrange, que reformulou toda a mecânica, teve







  desdobramentos importantes e que aprimoraram mais

ainda



o







  modo como usar o







  conceito expresso no principio da mínima ação bem



como







  dando aos conteudos







  energéticos inerentes a todos os sistemas físicos a

real



a







  relevância de que







  realmente gozam.  O







  passo  definitivo, nessa mesma linha de pesquisa,







    foi







  dado por  William Rowan Hamilton, que deu uma







  caracterização definitiva







  aos postulados de Lagrange.  Isto ele fez em dois



trabalhos







  que  publicou,  um







  deles em 1834 e o outro no ano seguinte. 







  Estes trabalhos culminaram com o que se conhece  hoje







  como  o princípio







  de Hamilton, cujo enunciado é como segue:







 







  "Entre todos caminhos







  possíveis ao







  longo dos quais um sistema físico pode ser mover de

um







  ponto a outro, dentro de







  um intervalo de tempo especificado, o caminho que

será







  percorrido é aquele







  que minimiza a integral de tempo da diferença de

entre







  as energias cinética







  e potencial do sistema."  







 







   







 







  Em termos







  práticos, e para não ficar no abstrato, deixem-me

dar



um







  exemplo simples.







 







  Imagine a







  situação, típica, do que o princípio acima poder







  fazer:  de uma certa







  altura h, um objeto de massa m é solta,







  e chega ao solo em t segundos.  Teoricamente, o

objeto



pode







  chegar ao solo







  por diversos caminhos, cada um caracterizado por um







  equação de movimento







  específica, como os três escolhidos, abaixo: 







 







   







 







  1) h = gt_____







 







  2) h = gt²/2_____







 







  3)  h =







  gt3/4







 







  Apenas







  uma das equações de movimento acima, a 2 , atende

aos







  requesitos exprtessos em: δS  =  δ∫ L dt = O,

 ou



seja, o  de que a integral que







  resulta num valor menor é a do caminho 2; sendo maior



para







  os dois outros. Ou







  para quaisquer outros escolhidos, dentro de uma



infinidade







  deles. Tudo se passa







  como se  a Natureza aplicasse o delta de Dirac e







  selecionasse apenas o caminho







  dado  pela equação de movimento  2...  Sabida, é



que







  ela é. 







 







  Quem







  quiser ver que é assim, basta fazer as contas. Não



são







  difíceis de serem







  feitas.  







 







  Ainda







  que, para um dado h e um dado t, específicos, as 3







  equações dêem os mesmos







  resultados. Apenas para a segunda, a igualdade se



verifica







  para qualquer t,







  enquanto que nas demais,  não.  E isto é



fantástico!







  E  é  absolutamente geral. 







 







  Resumindo:







  Como vê,  o conceito de energia surgem, aquí, como



determinante do que







  pode acontecer ou não!  E não que sofreu



modificação(o







  conceito de energia) em alguma







  fase desses desenvolvimentos, como você imagina.  As







  variáveis associadas







  ao sistema são sempre as usuais: posição,

velocidade,







  aceleração;







  ligadas,







  pois não, ao espaço nosso de cada dia!







 







  A







  relação entre estas variáveis resulta nas

equações



de







  movimento do sistema







  mecânico. Que é o







  ques procura em matemática, para a descriçãoi



dinâmica







  dos sistemas. 







 







  O







  mais







  notável é o seguinte:  as







  principais teorias atuais, conforme expuz no e-mails







  anterior, estão atreladas ao princípio acima







  comentado, dele







  sendo derivadas. Todas.







 







  A







  equação δS  =







   δ∫ L dt = O dá a dimensão do que expressa







  o







  princípio acima, da







  mínima ação(Hamilton).  







 







  E







  esta







  equação é tal, como disse certo matemático

espanhol,



que







  Deus poderia muito bem







  ter sido um pouco mais inteligente e criativo...ao

invés



da







  bíblia, poderia ter







  ditado para seus escribas apenasmente  a







  "bíblia" acima. Não é







  por nada não, mas concordo em gênero, número e grau



com







  esta tirada







  inteligente.







 







  Pronto.







 







  Sobre a função de







  Lagrange, certa ocasião postei para o fórum um







  texto onde discutia uma análise da Mecânica



Newtoniana,







  ocasião em que a ação S  =  ∫ L dt foi a

tônica,



bem como o







  significado de L, o Lagrangeano, função das

variáveis







  dinâmicas.  A quem







  interessar possa, indico as seguintes obras, que

tratam







  dessa mecância, chamada







  de Mecânica Analítica:







 







  Mecânica Analítica, de Nivaldo







  A. Lemos; e, o livro de mecânica







  e eletrodinâmica, de L.Landau(há uma tradução em







  português, e o assunto é desenvolvido







  de tal maneira que você diria: ora bolas, desse

jeito,



até







  eu  faria!...Uma







  beleza.).







 







   







 







  Hélio: VICTOR







  disse:"...já que decorre da observação de que







  ossistemas da Natureza







  tendem a seguir os caminhos mais curtos,







  tempos mínimos ouextremos."







 







 







 







  Hélio: Eu pergunto:







 







  Por que eles fazem isto? Como escolhem este caminho se



não







  tem celebro nem olho







  nem pé nem cabeça?







 







  Victor:  De certa forma, o texto acima







  explica isso. Contudo, a resposta de qualquer físico







  será, seguramente:







   não







  sei. Simplesmente é assim que a Natureza age. Parece



uma







  resposta cretina.







 







  Mas não. Não há como dar outra. Essa pergunta é







  do mesmo tipo que: 







 







  1) o que havia antes do big bang?  ;2) não importa o



quanto dois







  pontos estejam







  infinitamente próximo, há sempre um número infinito



de







  outros pontos entre







  eles.; 3) o que é a







  consciência? O q ue é a







  vida?







 







  4) ou mesmo, o que é energia(fora das







  conotações que alinhavei mais acima, de cunho

prático



e







  operacional)? ou,







 







  5) o que é o tempo? 







 







  O mais que podemos fazer é dar a coisas como







  tempo e energia conotações práticas, com base na







  observação. Como a física tem







  feito, com sucesso.







 







  De qualquer maneira, a resposta a tais







  perguntas, e não por serem irrespondíveis, não é







  de competência da







  física.







 







  A preocupação desta é apenas uma: descrever o







  comportamento dos sistemas físicos usando teorias que



mais







  se aproximem do que







  é observado e que sejam validadas, sem ambiguidades,



por







  alguma estrutura







  matemática. Nem mais nem menos. 







 







  Agora, eu posso dizer quem, com certeza,







  responderá às tuas questões: teólogos, filósofos,







  espíritas, etc. (Nada contra







  qualquer destes últimos abnegados das inutilidades).







 







 







 







  Hélio: Quais forças os levam para isto e são

devidos



a







  interações com o que?







 







  Victor:  Mesmos argumentos acima. 







 







 







 







  Hélio: Sem a preocupação em responder estas coisas,

a







  ciência vai se tornando







  esotérica.







 







  Victor:  Mas a ciência não precisa ter







  tais preocupações, pois são questões sem

condições



de







  resposta.  E,







  certamente, penso, esta condição de impotência não



é,







  de maneira alguma,







  em razão de não havermos atingido um nível mental



mais







  avançado. Acho, mesmo,







  que nunca obteremos respostas. 







 







  Com relação às perguntas que fiz, o físico







  Victor F.Weiskopf e Herman Feshbach publicaram em 1988



um







  artigo  cujo







  título, numa tradução macarrônica dá "Faça



uma







  pergunta imbecil..."







  Garantem que perguntas que fazem sentido, têm

resposta







  líquida e certa. Mas faça







  uma pergunta imbecil e receberá uma resposta







  imbecil(estou citando isto do livro "Os seis

caminhos



a







  partir de







  Newton", de E.Speyer.)  







 







  Nessa mesma linha de visão, há as questões das







  simetrias;  que especificam o que, por causa delas,



podem







  acontecer e o







  que, de maneira alguma acontecerá. Por exemplo: uma



pedra







  apenas cai para







  baixa, para machucar do dedão. Nunca ao contrário.







 







  Na mesma linha de argumentos sobressaem-se, soberanas,







  algumas impossibilidades em







  física, como: 







 







  1)É







  impossivel usar um feixe eletromagnético como sistema



de







  referência; logo, a







  velocidade da luz é a mesma para todos os







  observadores(invariância esta não







  aplicáveis à frequência ou ao comprimento de onda

do







  tal); ou, 







 







  2)É







  impossível dois elétrons no mesmo átomo possuirem

os







  mesmos números 







  quânticos, isto é, possuirem o mesmo estado







  físico(princípio da exclusão de







  Pauli); ou,







 







  3)É







  impossível medir uma grandeza física num intervalo

de







  tempo zero ou infinito.







  Por conseguinte, a resolução perfeita e a

informação







  completa são inatingíveis;







  ou...







 







    Enfim, há







   umas 13 ou mais impossíbilidades físicas, que



omitirei,







  para não







  encompridar mais ainda este já grandinho post







 







  Qualquer que seja o ângulo que olhar, há







  porquês aloprados. Que simplesmente não têm

resposta.



And







  so on.







 







  .







 







  Hélio: A lagrangeana é uma ótima ferramenta



matemática,







  mas não diz muito sobre







  a natureza.







 







  Victor:  Claro. E não era mesmo para







  dizer, apesar de ela ser muito mais que apenas ótima.



 O







  que ela faz, e o







  faz de maneira completa e competente, é sistematizar,







  descrever e







  quantificar.







 







 







  Por fim, e para complementar, acrescento o







  seguinte:  explicações extraídas dos formalismos







  matemáticos que ancoram







  as teorias podem ser satisfatórias, sim; mas, de



maneira







  alguma, vai às







  essências, em termos das perguntas que alinhei mais



acima.







   É preciso não







  confundir essas coisas. 







 







  E, ao fim e ao cabo, a humanidade seguirá seu







  curso.







 







  E o elétron, o que é mesmo?







 







  (Obs.: Sobre este







  mesmo tópico, é possível desenvolver argumentos







  complementares, de







  plausibilidade - sobretudo sobre o esoterismo a que 







  aludes. Toda essa







  questão de energias, sobre como os sistemas

dinâmicos



se







  comportam, podem ser







  vistas à luz de outro conceito, igualmente muito







  importante, e pouco falado: o







  caráter geodésico de que estes sistemas estão







  revestidos...Aí é que vai







  parecer esotérico, sem sê-lo. Verá é ficará só

no







  parecer, mesmo. Esperarei por







  outra madrugada de insônia.







 







 







 







  Sds,







 







  Victor.







 







 







 







  --------------------------------------------







 







  Em dom, 8/6/14, 'JVictor'



j.victor.neto@uol.com.br







  [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>







  escreveu:







 







 







 







  Assunto: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da







  matemática e da física







 







  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br







 







  Data: Domingo, 8 de Junho de 2014, 10:25







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  Olá,







 







  Betto,







 







 







 







   







 







 







 







  Certamente Euler,







 







  hoje, não entenderia nada do que professa







 







  vossa filosofia científica.







 







 







 







   







 







 







 







  Mas, a título de







 







  informação - cujo conteudo já deve ser de seu







 







  conhecimento - lembro que  todas teorias atuais(TRG,







  TRR,







 







  Mecânica Quântica,







 







  QED, QCD, Eletromagnetismo e a própria teoria







  Newtoniana,







 







  etc) derivam de um







 







  princípio básico, que começou com ele mesmo,o







  magistral







 







   Euler,  que tem sua







 







  expressão reformulada no Princípio de Hamilton:







 







 







 







 







 







   







 







 







 







  Cuja expressão







 







  matemática é: δS=0,







 







  onde S = , S  é







 







  a ação e L é uma função, que depende da posição

e







  da







 







  velocidade do sistema, e δ é a







 







  variação de  S, que deve ser







 







  nula, já que decorre da observação de que os







 







  sistemas da Natureza tendem a seguir os caminhos mais







 







  curtos, tempos mínimos ou







 







  extremos. Ou seja,







 







  aproveitando a sabedoria da Natureza e... a sua







 







  preguiça, que é cósmica!







 







 







 







   O L da integral é







 







  o chamado Lagrangeano, ou função Lagrangeana,







 







  que envolve consequências do movimento  e da



posição,







  em







 







  cada instante:  energia







 







  cinética e/ou potencial.  







 







 







 







  É através desse princípio "bíblico" -

pois







 







  bastava deus ter feito







 







  esta simples equação, δS=0, e nada mais -







 







  que as estruturas que regem o comportamento







 







  da Natureza são reveladas, ou seja as equações de







 







  movimento são deduzidas. Toda







 







  teoria deve ter, claro, um suporte estrutural



matemático







 







  consistente que







 







  permita previsões, a serem validadas pelos números

que







  se







 







  obtêm nos experimentos







 







  de laboratório. Sem falar que - e falando -  ao lado







 







  disso, a credibilidade de







 







  qualquer teoria física, hoje em dia, está atrelada







  direta







 







  e indissoluvelmente a







 







  este fato:







 







 







 







   







 







 







 







  1 A teoria pode ser







 







  derivada do princípio variacional acima? Se







 







  pode, então toque o barco para a frente que chegará

no







 







  Nirvana;







 







 







 







   







 







 







 







  2- Não pode? Bem,







 







  ainda pode tocar o barco para a frente, mas







 







  aviso - e quem avisa amigo é -  é mais provável

que







 







  chegue em dado ponto do rio







 







  e...socoorro!, uma cachoeira!







 







 







 







  Aí já







 







  era...







 







 







 







   







 







 







 







  En passant:  A







 







  própria teoria das cordas começou bem: 







 







  obedecendo ao princípio acima. Mesmo assim, é 

minha







 







  intuição de que vai







 







  encontrar aquela maldita cachoeira no meio do caminho.







 







 







 







 







 







  Quem vir, vai







 







  viver....







 







 







 







   







 







 







 







  Mais um







 







  observação: o tal salto quântico é observacional;

a







 







  matemática







 







  por trás apenas valida.  O problema da MQ quântica







  não







 







  é a matemática  em si, que







 







  a estrutura. Nem as comprovações experimentais(100%

de







 







  acertos, em todos os







 







  experimentos-ao menos até onde sei). O problema da MQ







 







  está...nas







 







  interpretações, que muitas são de cunho filosófico

-







  e







 







  aí é que o rabo da póbre







 







  porca torce: meteu filosofia no que não lhe compete -







 







  ciência - tenha certeza







 







  de uma coisa: a tampa voa, e ninguém entende







 







  nada.







 







 







 







  O melhor é ficar







 







  com as contas, que, estas sim, podem ser validadas







 







  em  laboratório.







 







 







 







   Afinal de contas,







 







  a física não tem  o objetivo de explicar a







 







  essência das coisas, como saber o que antes do  big







  bang,







 







  ou de que é







 







  constituído(como assim?), como questiona o Hélio, o







  campo







 







  magnético.







 







 







 







  E isto é...







 







  insólido, tomando emprestado uma palavra de vossa







 







  lavra.







 







 







 







  Deixo de comentar o







 







  restante, pois me sinto incompetente para o







 







  mister. Mas irei reler e talvez fazer algumas







 







  considerações, nem tão







 







  "insólidas"-gostei dessa palavra,







 







 







 







   







 







 







 







  Sds,







 







 







 







  Victor.







 







 







 







   







 







 







 







   







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  De: ciencialist@yahoogrupos.com.br







 







  [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]







 







 







 







 







  Enviada em: sábado, 7 de junho de 2014 16:06







 







 







 







  Para: bombaspr@hotmail.com







  [ciencialist]







 







 







 







  Assunto: Re: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da







 







  matemática e da







 







  física







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  Sem







 







  dúvida alguma, a matemática é a linguagem de







  tradução







 







  dos processos físicos universais mais perfeita que







  pode







 







  existir.  Mas ela pode ser usada como uma “espada



de







 







  dois







 







  gumes”, ela pode, por meio de artifícios de sua







  própria







 







  estrutura, provar







 







  o improvável, que digam os físicos da “física”







 







  quântica, ou melhor,







 







  do “salto quântico”.   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  E







 







  tomem mais um pouco de lógica filosófica…







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  Os







 







  físicos dizem que não pode haver estruturas menores



que







  o







 







  comprimento de Plank,







 







  que mede 1,6 × 10−35 m, e que dimensões menores

que







 







  esta, estão fora do campo







 







  de entendimentos da física relativística e



quântica. 







 







  Mas isso, só faz







 







  sentido para eles (os físicos), já que aceitam ser o







 







  universo espacialmente finito. 







 







  Porém, de acordo com a TUGIA, o universo é







  espacialmente







 







  (e temporalmente)







 







  infinito, logo, qualquer medida de volume ou



comprimento,







 







  só pode estar situado







 







  exatamente no meio do caminho entre o que é







  indefinidamente







 







  pequeno e







 







  indefinidamente grande, tendo, portanto, a capacidade

de







  ser







 







  intrinsicamente







 







  (infinitamente) "grande ou pequeno".







 







 







 







  Ora,







 







  do ponto de vista matemático, segmentos de reta,

podem







  ser







 







  divididos







 







  indefinidamente, mesmo neste suposto universo

quântico







 







  finito.  Então,







 







  obviamente que tais volumes também podem, não

importa



o







 







  modo como isso seja







 







  feito.  Se os tais corpúsculos existem,







  obrigatoriamente,







 







  devem ter lado







 







  de dentro e lado de fora, começo, meio e fim. O lado

de







 







  fora, deve ser o







 







  próprio vazio absoluto, pois, assim, cruzamos a







  fronteira







 







  entre o "ser







 







  interior" e o "não ser exterior",

sendo







  este







 







  último lado,







 







  dimensionalmente infinito. O lado de dentro, deve ser

o







 







  próprio ser absoluto,







 







  que tem começo, meio e fim, portanto, infinitas

partes







 







  unidas ou separadas, e







 







  isto se caracteriza como sendo o problema da







  fragmentação







 







  necessariamente







 







  indefinida, inerente a eventuais corpúsculos.







 







 







 







   







 







 







 







  Leia







 







  mais:







 







  http://tugia.webnode.com/os-continuos-geometricos/







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  Enviado do Email do







 







  Windows







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  De: bombaspr@hotmail.com







 







  [ciencialist]







 







 







 







  Enviado: ‎sábado‎, ‎7‎ de ‎junho‎ de







 







  ‎2014 ‎12‎:‎14







 







 







 







  Para: bombaspr@hotmail.com







 







  [ciencialist]







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  Estou







 







  sempre à cata de mais informações - vinda de







 







  historiadores, matemáticos e até







 







  mesmo de  curiosos  - a respeito dessa mente gigante

e







 







  criativa, que







 







  foi o cidadão







 







 







 







   







 







 







 







  chamado







 







  Leonard Euler.  A ciência de nossos dias deve







  muitíssimo







 







  aos seus







 







  trabalhos em matemática e física. Tão muito que,



mesmo







 







  dividindo a dívida em







 







  1000 módicas prestações mensais o mundo não







  conseguirá







 







  pagar. Também, ele nem







 







  ligará...não precisa mesmo de dinheiro. Nem de meus







 







  elogios.







 







 







 







   







 







 







 







  Aquí,







 







  então, mais belo um apanhado histórico acerca das







 







  principais







 







  criações/descobertas do  físico-matemático, que

é







 







  daqueles que não se







 







  fazem mais hoje em dia.







 







 







 







   







 







 







 







 

http://www.dmat.ufpe.br/gradua/intervalo/ciencia_hoje_leonhard_euler.pdf







 







 







 







 







 







   







 







 







 







  Os







 







  minimamente interessados nessas coisas ganharão

muito,







 







  lendo o artigo do







 







  Zampana.







 







 







 







   







 







 







 







   







 







 







 







  Sds,







 







 







 







  Victor.







 







 







 







   







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







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SUBJECT: RES: RES: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/06/2014 20:04

Ok.

 

Victor.

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 18 de junho de 2014 18:46
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: RES: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física

 

 


Victor,

É sério e espanta também.

Numa mensagem recente eu disse algo como:

"Campo magnético não existe, mas mesmo não existindo ele pode ser expresso como ..."
e coloquei a expressão do campo magnético gerado por um dipolo pontual.

Eu poderia dizer algo parecido em relação à energia ou às ondas transversais.

Isto não é ambiguidade, pois, quando eu falo de não existência, eu quase sempre complemento que tipo de "existência" eu estou falando.

É para funcionar como uma vacina para quem acha que tudo é formado por "energias", que a matéria é energia condensada, que algo material é uma dualidade onda-partícula (colocando a existência de partícula no mesmo patamar da existência de onda ou de energia).

Partículas são matéria logo existe no sentido forte de existência.
Estou adotando, provisoriamente, esta classificação, forte ou fraca, para “existência”, se encontrar classificação melhor, eu mudo.

Energia e ondas são formas de quantificação e descrição de modo de movimento, logo não existe de fato como coisa material.

O grande erro da física foi atribuir existência no sentido forte para coisas imateriais.
E aí começou todo este esoterismo na ciência.

Minha ênfase em tom espantador quer ter função de vacina contra esta praga!!

Outra coisa:
Mesmo que eu fosse tão ambíguo a ponto de chegar em 10 % da ambiguidade de Einstein, eu estaria sendo ambíguo numa lista de discussão e não num artigo científico.

Hélio

PS.:
Qualquer dia destes, eu vou mostrar como e porque a expressão da conservação de energia vem da equação de Torricelli.

--------------------------------------------
Em ter, 17/6/14, 'JVictor' j.victor.neto@uol.com.br [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:

Assunto: RES: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 17 de Junho de 2014, 7:14


 

















Por algum tempo
imaginei que estas" coisas",   que
lançava no fórum eram só para espantar, para causar
 "frisson".

 Mas, não,
infelizmente, o negócio é sério, pelo caráter recorrente
com que acontece!

 

Pérola
1:

"[Agora
eu aprimorei esta minha qualificação de
energia, onde se lia "atuais" agora se lê
"passados" pois a
rigor a energia cinética conta uma história]"

 

Ué, e cuma isso
pode acontecer, a energia contar a história,
se...não existe?

E ainda mais com
rigor?

 

Isto é que é
ciência, "pura e legítima" (credo!):

 

Pérolas 2:


Ai:

"É sem ser, existe
sem existir, gira sem girar, é
divisível sem ser etc.

Você aprendeu com a relatividade de Einstein como ser
ambíguo.

Se É sua teoria estará certa, se não É, também.

Se EXISTE sua teoria estará certa, se não EXISTE,
também.

Se GIRA sua teoria estará certa, se não GIRA, também.

Se É DIVISÍVEL sua teoria estará certa, se não É
DIVISÍVEL, também."

Ui"

 

 

Isto está muito
parecido com os poemas do absurdo, do poeta  pernambucano,
Antonio Marinho.

 

Com a diferença de
que este, mesmo em  sua abissal ignorância,
era genial.

 

Ah!, pergunta: o que
é mais ambíguo:  as pérolas 1 e 2, ou  "...
ser ambíguo com a relatividade?"

Se optar, como já
logrou fazer, pela relatividade, então, amigo,
 prufi!    Uma mera  proof e... e eu, boca de siri
enlatado.

 

Ai, ai.  do que
você está falando? Seria a criação de um a escola
"insólida"?  Pois, até que parece.

 

Estou com saudades
do Amauri e outros abnegados do
"insólido", que foram defenestrados num passado
nem tão recente.

 

Tô out, tô
out.

 

Victor

 





De:
ciencialist@yahoogrupos.com.br
[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]

Enviada em: segunda-feira, 16 de junho de 2014
21:41

Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br

Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus
sagrado da matemática
e da física





 

 







Betto,



Não sei se você está ainda na "escuta", mas
...



Betto disse:

> - Matéria Aparente: de modo ontológico, a

> matéria é indescritível, indistinguível

> do não ser, não podemos dizer, eis a particular

> realmente fundamental, a própria

> materialidade do universo, aqui está ela...

>

> - Insólido: palavra inexistente criada por mim

> mesmo, que dá ênfase a não existência

> absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável

> já existem...

>



Você não está sozinho nesta, muita gente tem esta ideia
de que matéria não
existe.

Alguns dizem que matéria nada mais é que energia
condensada.

Para mim isto é extremamente absurdo.

Energia é que não existe, ela é apenas uma forma de
quantificar movimentos
passados e futuros da matéria.

[Agora eu aprimorei esta minha qualificação de energia,
onde se lia
"atuais" agora se lê "passados" pois a
rigor a energia
cinética conta uma história]



> - Contínuo Geométrico: é a estrutura formada

> pela totalidade (infinita) dos elementos

> geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...

>



Você também não está sozinho nesta, vários acreditam em
tudo conectado.

Teorias de aether.

Um tal de Mach que tem a ilusão que estrelas distantes age
instantaneamente num
balde porque tudo no universo está interligado.

Um tal de.... opss.

Sir Albert Einstein que acredita numa gelatina 4D que ele
chama de espaço-tempo
(não inventou outro nome pois não tem este seu dom de
denominar)

:-)



> - Interação Girante: é uma regra, um domínio

> geométrico estabelecido pelas dimensões

> desses elementos geométricos, ...

>... ... ... , é só uma regra que diz que uma

> figura possui um giro, um sentido de rotação,

> embora não tenham de fato....



Um giro que não é giro?

Viu esta Alberto?

Isto também é pregado pela ciência oficial sobre o
elétron. Neste sentido,
também não há novidade.



> - Méron: vem do grego meros = parte,

> porção, segmento... + a letra N para

> designar funcionalidade, portanto, as

> partes da matéria (aparente). É melhor

> do que átomo, que significa “não

> divisível”, sem partes”, etc...



Ótimo nome para uma partícula fundamental. Seria o nome
ideal para uma
partícula fundamental na "minha teoria", mas
você usou primeiro.

:-)



> - absoluta Dimensão Ômega: tudo em

> minha teoria esta interligado e inclusive

> a nomenclatura dos corpos e funções

> desses, assim, Dimensão Ômega é o

> nome dado a maior dimensão possível,

> a dimensão infinita do universo, o universo

> em sua plenitude...

>



LOL...

(lembrei da Maria Natália neste triste dia em que torci por
Portugal que perdeu
para Alemanha aqui na Copa)



> - Desconstrução Merônica natural:

> é o mesmo que falar fissão nuclear, ou

> decaimento natural, porém, como não

> existe um “núcleo”, formando um “átomo”

> com “partículas”, não faz sentido dizer.....



É sem ser, existe sem existir, gira sem girar, é
divisível sem ser etc.

Você aprendeu com a relatividade de Einstein como ser
ambíguo.

Se É sua teoria estará certa, se não É, também.

Se EXISTE sua teoria estará certa, se não EXISTE,
também.

Se GIRA sua teoria estará certa, se não GIRA, também.

Se É DIVISÍVEL sua teoria estará certa, se não É
DIVISÍVEL, também.

:-)



Hélio



--------------------------------------------

Em sáb, 14/6/14, Betto Sarafelli sarafelli@hotmail.com
[ciencialist]
<ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:



Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado
da matemática e da
física

Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br"
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>

Data: Sábado, 14 de Junho de 2014, 19:42





 























OK,

então vamos começar por...



 



...”Defina

melhor os seguintes termos e aí vai ser possível
começar

a ler seus arquivos”.







- Matéria Aparente: de modo ontológico, a matéria é

indescritível, indistinguível

do não ser, não podemos dizer, eis a particular
realmente

fundamental, a própria

materialidade do universo, aqui está ela...



- Insólido:

palavra inexistente criada por mim mesmo, que dá ênfase
a

não existência

absoluta, pois imaterial, incorpóreo, impalpável já

existem...



- Contínuo

Geométrico: é a estrutura formada pela totalidade

(infinita) dos elementos

geométricos que eu tanto falo, os Compalphas...



 



- Interação Girante: é uma regra, um domínio
geométrico

estabelecido pelas

dimensões desses elementos geométricos, por exemplo, um

triangulo circunscrito

num quadrado, então, o quadrado é quem contém o
círculo

e não o contrário, é só

uma regra que diz que uma figura possui um giro, um
sentido

de rotação, embora

não tenham de fato....











- Méron:

vem do grego meros = parte, porção, segmento... + a
letra

N para designar

funcionalidade, portanto, as partes da matéria

(aparente).  É melhor do que átomo, que significa
“não

divisível”,

sem partes”, etc...







- absoluta Dimensão Ômega: tudo em minha teoria esta

interligado e inclusive a

nomenclatura dos corpos e funções desses, assim,
Dimensão

Ômega é o nome dado a

maior dimensão possível, a dimensão infinita do
universo,

o universo em sua

plenitude...



  



- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de

barbear (???????????????)



...............[O fio da navalha é enormemente grosso:

"No fio da navalha

correm dois trens da central" (Guilherme Arantes)]:


isso, não passa de

uma tentativa de levar o indivíduo a pensar quão
pequena

seria aquela faixa de

elementos geométricos que foram representadas naquela

animação...



 



- geometria

adimensional: geometria adimensional ou autosimilar, é a

geometria que constrói,

entre outras coisas, os fractais, é só pesquisar um

pouco....



- geometria autosimilar











-

Compalphas: Vem de Componentes Alpha, o

componente fundamental, cuja

geometria é adimensional ou autosimilar, e que está na

“outra ponta” das

dimensões do universo, isto é, no que é absolutamente
e

infinitamente

pequeno...











- Interação

Cíclica: é uma interação geométrica, regida pela

trigonometria aplicada ao

raios dos Círculos de Interação...







- Eixos Alpha: podemos dizer o Eixo Alpha, é o vetor
campo

magnético associado

ao Ponto Alpha, isto é, ao ponto central do Compalpha,

podem até chama-lo de

partículas, mas seria contraditório, pois as
partículas

supõem materialidade....







- menos “energética”:  é mais ou menos

como dizer, mais fome, menos fome, mais forte, menos
forte,

apenas um modo

trivial de dizer, menor momentum, menor energia
intrínseca,

etc...



 



- Desconstrução Merônica natural: é o mesmo que falar

fissão nuclear, ou

decaimento natural, porém, como não existe um

“núcleo”, formando um “átomo” com

“partículas”, não faz sentido dizer.....



 



- Corrente Cíclica: é o mesmo que uma corrente
senoidal,

já que “elétrons” não

existem,.....











etc, etc e

etc.: já isto significa, etc, etc e etc.

mesmo...





















To:

ciencialist@yahoogrupos.com.br

From:

ciencialist@yahoogrupos.com.br

Date: Sat, 14

Jun 2014 14:45:42 -0700

Subject: RE: ENC:

RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e
da

física

































 



















Betto,







Depois que você pediu para ver "minha teoria"
e

eu te mostrei o caminho, você falou coisas
interessantes,

até achei que você queria ser meu discípulo.







:-)



:-)







Mas agora, com este teu novo pptx, ficou difícil.



:-)







Você faz desenhos bonitos mas fala uma língua estranha:



Que língua é esta??







Em certo ponto você diz:



"...tudo que sei traduzo em palavras e formas, textos
e

desenhos, para mim são suficientes, para outros

não"



Talvez seria o suficiente se você traduzisse em
português

(ou inglês, ou em qualquer língua terráquea)







Defina melhor os seguintes termos e aí vai ser possível

começar a ler seus arquivos.







- Matéria Aparente



- Insólido



- Contínuo Geométrico



- Interação Girante



- Méron



- absoluta Dimensão Ômega



- Mérons integrantes do fio cortante de uma lâmina de

barbear (???????????????)



...............[O fio da navalha é enormemente grosso:

"No fio da navalha correm dois trens da
central"

(Guilherme Arantes)]



- geometria adimensional



- geometria autosimilar



- Compalphas



- Interação Cíclica



- Eixos Alpha



- menos “energética”



- Desconstrução Merônica natural



- Corrente Cíclica



etc, etc e etc.



:-)







Em tempo:



- “ELÉTRONS" NÃO EXISTEM







E o que significa a palavra "práticos" em

"...deixo isso para os práticos, para os

matemáticos";







Não posso te iludir. Acho que esta teoria psicodélica
não

tem futuro. Falta você falar minimamente a língua dos
seu

desejados interlocutores.







Eu lamento te dizer isto mas na natureza nem sempre o

transmissor (por ex.: você) e o receptor (por ex.: nós)

estão na mesma frequência. Não existe uma ligação no

"contínuo geométrico circular" entre eles.







Você diz que é físico de nascença, mas, se for

importante mesmo para você conversar com físicos de fato
e

de direito sobre detalhamentos em assuntos tão
profundos,

você precisa fazer minimamente uma graduação em
física

numa boa universidade (pelo menos a parte inicial - os 4

primeiros períodos).







Hélio







--------------------------------------------



Em sex, 13/6/14, Betto Sarafelli sarafelli@hotmail.com

[ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>

escreveu:







Assunto: RE: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus
sagrado

da matemática e da física



Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br"

<ciencialist@yahoogrupos.com.br>



Data: Sexta-feira, 13 de Junho de 2014, 23:39











 















   











     



       



       



       







Olá Vitor, não entendo muito bem a



dinâmica de discussão do Ciencialist, nunca sei para

quem



vai, ou de quem vem as mensagens, não sei ao certo se

esta,



especificamente, foi endereçada para mim, mas tudo tudo



bem.  Vamos ao que interessa...Já vinha



caraminholando umas ideias de como expor umas

visualização



do que penso sobre o "electromagnetismo", que



chamo de Interação Cíclica, pois bem, andei fazendo

uns



desenhos, umas animações no que tenho de melhor e no

que



melhor sei trabalhar em termos gráficos.  É mais ou

menos



assim que acontecem as coisas do meu modelo de



universo...



























































 







 















   











     



       



       



       Victor,















Esta sua última mensagem só confirma o que eu acho.















Victor disse:







> Definitivamente, o conceito de energia está muito



longe de ser trivial.















Energia é trivial: não existe! (no sentido de

existência



independente - é apenas forma de quantificar movimentos



atuais e futuros de algo que existe - a matéria)















A conservação de energia mecânica é a a equação de



Torricelli multiplicada por m/2.















Mas na página da wiki sobre energia não existe a

palavra



Torricelli e na página sobre Torricelli não existe a



palavra energia. (?)















Victor disse:







> ... a resposta de qualquer físico será,
seguramente:





não sei.







>  Simplesmente é assim que a Natureza age.







> Parece uma resposta cretina.







>







> Mas não. Não há como dar outra.







> ....







> ....







> O mais que podemos fazer é dar a coisas como tempo

e











> energia conotações práticas, com base na



observação.







> Como a física tem feito, com sucesso.







> De qualquer maneira, a resposta a tais perguntas, e



não







> por serem irrespondíveis, não é de competência

da



física.







>







> A preocupação desta é apenas uma: descrever o







> comportamento dos sistemas físicos usando teorias

que



mais







> se aproximem do que é observado e que sejam

validadas,



sem







> ambiguidades, por alguma estrutura matemática.







> Nem mais nem menos.















Mas se esta é a preocupação da física, qual seria

então



a preocupação da engenharia???















Esta acima descrita por você é a preocupação da



engenharia que deve ser assim pois se esperar pelos

físicos



nenhuma ponte ou estrada ou prédio será construido.

Que



bom que os engenheiros usam os conhecimentos existentes

para



construir coisas sem ficar perdendo tempo em descobrir o



porquê estes são assim.















Mas, a função do físico é questionar as causas do



fenômeno observado. Depois de conseguir isto,

questionar



sobre as causas destas causas. E assim sucessivamente ad



infinitum. E é assim que eu tento ser no trabalho e,



principalmente, nas horas vagas. Neste sentido o C-List



ajuda bastante.















Victor continua:







> Agora, eu posso dizer quem, com certeza,

responderá



às







>  tuas questões: teólogos, filósofos,

espíritas,



etc.















Estes, em sua maioria, responderão coisas muito

semelhantes



às suas respostas.















Bastando talvez substituir a expressão "porque

Deus



assim quer" por "a Dona Natura é assim e



pronto".







:-)







:-)







"a Dona Natura é assim e pronto" ou 

"porque



Deus assim quer" podem ser respostas mas sugere

outra



pergunta:







O que causa este "assim" da natureza???







E devemos tentar sempre buscar respostas a estas



perguntas.















Talvez, depois eu escrevo mais sobre esta triste

história



da física que você narrou na mensagem anterior.















Hélio















PS.:







Porque que certos astros no céu parecem perdidos indo e



voltando em relação aos outros que estão mais fixos

uns



em relação aos outros?







Uns diziam: Porque Deus quer.







Outros diziam: Porque a natureza é assim e pronto. 







(A Igreja da época e os cientistas da época - não



necessariamente nesta ordem)















Mas Galileu disse (baixinho para não ir para a

fogueira)



"mas que se move, se move" se referindo à



Terra.















--------------------------------------------







Em qui, 12/6/14, 'JVictor'

j.victor.neto@uol.com.br



[ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>



escreveu:















Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado

da



matemática e da física







  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br







  Data: Quinta-feira, 12 de Junho de 2014, 18:17







 







 







   







 







 







 







   







 







 







     







       







       







       







 







 







 







 







 







 







 







   







 







   







 







 







 







 







 







  De: JVictor







  [mailto:jvoneto1@gmail.com]







 







  Enviada em: quarta-feira, 11 de junho de 2014







  21:11







 







  Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'







 







  Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus







  sagrado da matemática e







  da física







 







 







 







 







 







   







 







   







 







  Helio,







 







   







 







 







 







  Hélio:Quando eu disse







  ma MSG:







 







 

https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/conversations/messages/86132







 







 







 







  quando, na minha opinião, aconteceu no estudo da



natureza







  "... um







  'pequeno' erro, bastante elementar porém a



gerar







  consequências imprevisíveis







  ..."; disse que um dos problemas foi o conceito

de







  energia







 







  Este conceito em si não é ruim se a energia for

vista







  apenas como uma das







  formas de quantificar o movimento da matéria ou a







  esperança de movimento futuro







  da matéria (tudo é relativo). 







 







 







 







 







 







 







 







  Victor:







    Definitivamente, o conceito de







  energia está







  muito longe de ser trivial. E, parece, não há um







  consenso







  entre os físicos em relação ao que é realmente







  energia.  Em







  verdade, as definições possíveis de serem dadas o

são



em







  termos do que a







  energia faz, ou deixa de fazer. Nada que vise a sua







  essencialidade, pois







  esta é uma ponte longe demais. 







 







   Algo







  que eu gostaria de ter escrito a respeito







  é mais







  ou menos como







  está na descrição abaixo.  Pois os conceitos







  desenvolvidos







  "batem"  com o que aprendi, nas longas



lições







  de casa que já fiz. Não







  conheço o autor.  Mas ele tem a exata noção

daquilo







  sobre o que discerne.  Delineia







   o que







  se entende por energia, em termos







  práticos,







  utilizáveis e mensuráveis.  







 







   







 







  http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia







 







 







   







 







  Entendo  energia







  como algo que está “visceralmente”  ligado a

duas







  coisas:  a







  capacidade de mudar o estado de repouso ou de

movimento



dos







  corpos ou sistemas;  e o







  fato notável  de transformação







  de uma forma em outra, atributo este que é







  igualmente intrínseco ao conceito.  Tal como







  dizia Lavoisier.  E isto é tudo







  o







  que a







  ciência precisa saber,  para usar







  no dia a dia e no funcionamento do mundo.  As contas

de







  luz







  e de água também podem nos dar o inescapável







  insight.... de sua







  efeitividade.







 







  Helio: 







  Mas rapidamente isto "evoluiu"







  para a lagrangeana; hamiltoniano etc. E, devido a más







  interpretações que







  prevaleceram, fizeram da energia um ser independente.







 







  Deram poderes mágicos aos objetos e proibiram



perguntarem







  por que disto.







 







  Victor: 







  Não é e não







  foi assim.  Os







  formalismos acima têm







  outra origem, embora o conceito de energia mecânica,

em







  cada um, lhes seja







  inerente.  A origem dos conceitos a que alude

 remonta







  a a







  Fermat e Mautpertuis,







  e surgiram







   simplesmente







  da observação acurada, sem mais nada que a







  intuição,







  conforme irei







  mini-resenhar  e explicar em seguida. 







 







  A







  fonte dessas idéias é o resultado da observação de







  que Dona Natura parece agir de







  tal modo que certas quantidades físicas são







  minimizadas  sempre







  e  quando ocorre, de







  maneira natural,  algum  processo físico.







   Todos







  sabemos, por exemplo, e só para citar o mais

conhecido,



que







  um raio luminoso







  sempre percorre o caminho mais curto, entre dois

pontos



de







  sua







  trajetória.  Os físicos, desde os primórdios dessa







  "abertura" de







  mente, disseram: eis o que podemos adotar como

postulado







  fundamental.  







 







  Já







  que ninguém jamais observou algo diferente.







 







  Então,







  por







  causa disso, para







  chegar às leis da reflexão e refração foi só um



pulo,







  com a







  ajuda inestimável do cálculo diferencial e

integral. 



Ou







  seja, a







  observação de que o ângulo de incidência é igual

ao



de







  reflexão, sem recorrer a







  mais nada sobre a constituição da luz, é uma







  consequência de um







   fato







  observacional, da







  intuição física acurada daqueles antigos mestres,







   e do







  cálculo infinitesimal. 







 







   Farei







  o relato segundo a ordem cronológica de como as

coisas







  ocorreram.







 







  Em







  1657:  Fermat viu neste princípio de minimização



algo







  mais que as







  cordas  e o teclado de um piano!  Reformulou-o e o







  ampliou,







  postulando:  um raio luminoso sempre viaja de um







  um ponto







  em um dado meio a outro ponto em outro   meio de

modo







  tal que o caminho percorrido é aquele que







  toma a menor







  quantidade possível de tempo.  Ele tomou isto como







  um postulado







  básico.  Assim Fermat pode obter não apenas a lei d







  reflexão como, também,







  a lei de refração, que já era conhecida, desde os







  experimentos de  W.







  Snell(1580-1626).  







 







   







 







  Em







  1774: 







  Pierre-Louise-Mopreau de Maupertius fez a primeira







  aplicação de um







  princípio da acão







  mínima, baseado num trabalho póstumo de Fermat,

embora







  sobre pressuposto muito criticados na época:  ele







  postulou que  o movimento dinâmico realiza-se

mediante



um







  caminho de







  ação ou uma ação mínima,







   termo este que subsiste







  até nossos dias sem mudança alguma. Remonta dai,

pois,



o







  primeiro insight,







  aplicado à mecânica, do que nos dias de hoje,  se

chama



o princípio de







  mínima ação.  (Maupertuis  era adepto da teoria

da







  geração







  espontânea, contudo antecipou-se a Darwin, com suas



idéias







  de seleção natural.







  Mas no princípio da ação mínima ele não injetou

nem



um







  pouco de







  matemática;  limitava-se a dizer que era assim por

que







  era assim e







  pronto, pois era







  desse jeito que a Natureza agia:  ação é







  minimizada







  “(na verdade,







  sabemos hoje, extremizada) através







  dos desígnios ou  sabedoria de Deus”). Tirando a







  referência aloprada 







  a Deus, o resto foi







  aproveitado e reformulado, por matematicos como







  Euler(contemporâneo),







  Lagrange e outros. 







   







 







   







 







  Em







  1760, Lagrange, então com  24 anos, extraordinário







  matemático já nessa







  altura de sua vida, viu nesse princípio algo mais que







  apenas uma declaração







  útil, porém algo







  solta, no bojo







  científico de então. 







 







  En







  passant: Suspeito que







  seus insights, neste mister,  assemelham-se







  aos de Einstein, quando este viu nos dois postulados

de



sua







  teoria, o que







  ninguém tinha vista então. 







 







  Desse







  modo, Lagrange  pode estruturar o princípio da

mínima







  ação de Maupetuis







  sobre adequadas bases matemáticas.  E o que fez



Lagrange,







  especificamente?  Isto:  usou as variáveis físicas



de







  sistema







  mecânico arbitrário, definidas como posição e







  velocidade. A partir daí,  os conteudos







  energéticos do sistema mecânico ficaram  claros e







  organizados, conteudos estes que são:  sua







  energia cinética e sua







  energia potencial, ou seja:  a  energia mecânica do







  sistema. A partir







  dessa reformulação, uma nova mecânica surgiu, a



chamada







  mecânica de Lagrange.







  Mas não como uma nova teoria. Apenas como uma







  reformulação da mecânica







  Newtoniana, que foi  extensamente ampliada, e certos







  fenômenos, que







  permaneciam ocultas no bojo da TN, foram então



revelados. 







  Além de







  simplificar os cálculos da MeqN.







 







   







 







  O







   trabalho  de







  Lagrange, que reformulou toda a mecânica, teve







  desdobramentos importantes e que aprimoraram mais

ainda



o







  modo como usar o







  conceito expresso no principio da mínima ação bem



como







  dando aos conteudos







  energéticos inerentes a todos os sistemas físicos a

real



a







  relevância de que







  realmente gozam.  O







  passo  definitivo, nessa mesma linha de pesquisa,







    foi







  dado por  William Rowan Hamilton, que deu uma







  caracterização definitiva







  aos postulados de Lagrange.  Isto ele fez em dois



trabalhos







  que  publicou,  um







  deles em 1834 e o outro no ano seguinte. 







  Estes trabalhos culminaram com o que se conhece  hoje







  como  o princípio







  de Hamilton, cujo enunciado é como segue:







 







  "Entre todos caminhos







  possíveis ao







  longo dos quais um sistema físico pode ser mover de

um







  ponto a outro, dentro de







  um intervalo de tempo especificado, o caminho que

será







  percorrido é aquele







  que minimiza a integral de tempo da diferença de

entre







  as energias cinética







  e potencial do sistema."  







 







   







 







  Em termos







  práticos, e para não ficar no abstrato, deixem-me

dar



um







  exemplo simples.







 







  Imagine a







  situação, típica, do que o princípio acima poder







  fazer:  de uma certa







  altura h, um objeto de massa m é solta,







  e chega ao solo em t segundos.  Teoricamente, o

objeto



pode







  chegar ao solo







  por diversos caminhos, cada um caracterizado por um







  equação de movimento







  específica, como os três escolhidos, abaixo: 







 







   







 







  1) h = gt_____







 







  2) h = gt²/2_____







 







  3)  h =







  gt3/4







 







  Apenas







  uma das equações de movimento acima, a 2 , atende

aos







  requesitos exprtessos em: δS  =  δ∫ L dt = O,

 ou



seja, o  de que a integral que







  resulta num valor menor é a do caminho 2; sendo maior



para







  os dois outros. Ou







  para quaisquer outros escolhidos, dentro de uma



infinidade







  deles. Tudo se passa







  como se  a Natureza aplicasse o delta de Dirac e







  selecionasse apenas o caminho







  dado  pela equação de movimento  2...  Sabida, é



que







  ela é. 







 







  Quem







  quiser ver que é assim, basta fazer as contas. Não



são







  difíceis de serem







  feitas.  







 







  Ainda







  que, para um dado h e um dado t, específicos, as 3







  equações dêem os mesmos







  resultados. Apenas para a segunda, a igualdade se



verifica







  para qualquer t,







  enquanto que nas demais,  não.  E isto é



fantástico!







  E  é  absolutamente geral. 







 







  Resumindo:







  Como vê,  o conceito de energia surgem, aquí, como



determinante do que







  pode acontecer ou não!  E não que sofreu



modificação(o







  conceito de energia) em alguma







  fase desses desenvolvimentos, como você imagina.  As







  variáveis associadas







  ao sistema são sempre as usuais: posição,

velocidade,







  aceleração;







  ligadas,







  pois não, ao espaço nosso de cada dia!







 







  A







  relação entre estas variáveis resulta nas

equações



de







  movimento do sistema







  mecânico. Que é o







  ques procura em matemática, para a descriçãoi



dinâmica







  dos sistemas. 







 







  O







  mais







  notável é o seguinte:  as







  principais teorias atuais, conforme expuz no e-mails







  anterior, estão atreladas ao princípio acima







  comentado, dele







  sendo derivadas. Todas.







 







  A







  equação δS  =







   δ∫ L dt = O dá a dimensão do que expressa







  o







  princípio acima, da







  mínima ação(Hamilton).  







 







  E







  esta







  equação é tal, como disse certo matemático

espanhol,



que







  Deus poderia muito bem







  ter sido um pouco mais inteligente e criativo...ao

invés



da







  bíblia, poderia ter







  ditado para seus escribas apenasmente  a







  "bíblia" acima. Não é







  por nada não, mas concordo em gênero, número e grau



com







  esta tirada







  inteligente.







 







  Pronto.







 







  Sobre a função de







  Lagrange, certa ocasião postei para o fórum um







  texto onde discutia uma análise da Mecânica



Newtoniana,







  ocasião em que a ação S  =  ∫ L dt foi a

tônica,



bem como o







  significado de L, o Lagrangeano, função das

variáveis







  dinâmicas.  A quem







  interessar possa, indico as seguintes obras, que

tratam







  dessa mecância, chamada







  de Mecânica Analítica:







 







  Mecânica Analítica, de Nivaldo







  A. Lemos; e, o livro de mecânica







  e eletrodinâmica, de L.Landau(há uma tradução em







  português, e o assunto é desenvolvido







  de tal maneira que você diria: ora bolas, desse

jeito,



até







  eu  faria!...Uma







  beleza.).







 







   







 







  Hélio: VICTOR







  disse:"...já que decorre da observação de que







  ossistemas da Natureza







  tendem a seguir os caminhos mais curtos,







  tempos mínimos ouextremos."







 







 







 







  Hélio: Eu pergunto:







 







  Por que eles fazem isto? Como escolhem este caminho se



não







  tem celebro nem olho







  nem pé nem cabeça?







 







  Victor:  De certa forma, o texto acima







  explica isso. Contudo, a resposta de qualquer físico







  será, seguramente:







   não







  sei. Simplesmente é assim que a Natureza age. Parece



uma







  resposta cretina.







 







  Mas não. Não há como dar outra. Essa pergunta é







  do mesmo tipo que: 







 







  1) o que havia antes do big bang?  ;2) não importa o



quanto dois







  pontos estejam







  infinitamente próximo, há sempre um número infinito



de







  outros pontos entre







  eles.; 3) o que é a







  consciência? O q ue é a







  vida?







 







  4) ou mesmo, o que é energia(fora das







  conotações que alinhavei mais acima, de cunho

prático



e







  operacional)? ou,







 







  5) o que é o tempo? 







 







  O mais que podemos fazer é dar a coisas como







  tempo e energia conotações práticas, com base na







  observação. Como a física tem







  feito, com sucesso.







 







  De qualquer maneira, a resposta a tais







  perguntas, e não por serem irrespondíveis, não é







  de competência da







  física.







 







  A preocupação desta é apenas uma: descrever o







  comportamento dos sistemas físicos usando teorias que



mais







  se aproximem do que







  é observado e que sejam validadas, sem ambiguidades,



por







  alguma estrutura







  matemática. Nem mais nem menos. 







 







  Agora, eu posso dizer quem, com certeza,







  responderá às tuas questões: teólogos, filósofos,







  espíritas, etc. (Nada contra







  qualquer destes últimos abnegados das inutilidades).







 







 







 







  Hélio: Quais forças os levam para isto e são

devidos



a







  interações com o que?







 







  Victor:  Mesmos argumentos acima. 







 







 







 







  Hélio: Sem a preocupação em responder estas coisas,

a







  ciência vai se tornando







  esotérica.







 







  Victor:  Mas a ciência não precisa ter







  tais preocupações, pois são questões sem

condições



de







  resposta.  E,







  certamente, penso, esta condição de impotência não



é,







  de maneira alguma,







  em razão de não havermos atingido um nível mental



mais







  avançado. Acho, mesmo,







  que nunca obteremos respostas. 







 







  Com relação às perguntas que fiz, o físico







  Victor F.Weiskopf e Herman Feshbach publicaram em 1988



um







  artigo  cujo







  título, numa tradução macarrônica dá "Faça



uma







  pergunta imbecil..."







  Garantem que perguntas que fazem sentido, têm

resposta







  líquida e certa. Mas faça







  uma pergunta imbecil e receberá uma resposta







  imbecil(estou citando isto do livro "Os seis

caminhos



a







  partir de







  Newton", de E.Speyer.)  







 







  Nessa mesma linha de visão, há as questões das







  simetrias;  que especificam o que, por causa delas,



podem







  acontecer e o







  que, de maneira alguma acontecerá. Por exemplo: uma



pedra







  apenas cai para







  baixa, para machucar do dedão. Nunca ao contrário.







 







  Na mesma linha de argumentos sobressaem-se, soberanas,







  algumas impossibilidades em







  física, como: 







 







  1)É







  impossivel usar um feixe eletromagnético como sistema



de







  referência; logo, a







  velocidade da luz é a mesma para todos os







  observadores(invariância esta não







  aplicáveis à frequência ou ao comprimento de onda

do







  tal); ou, 







 







  2)É







  impossível dois elétrons no mesmo átomo possuirem

os







  mesmos números 







  quânticos, isto é, possuirem o mesmo estado







  físico(princípio da exclusão de







  Pauli); ou,







 







  3)É







  impossível medir uma grandeza física num intervalo

de







  tempo zero ou infinito.







  Por conseguinte, a resolução perfeita e a

informação







  completa são inatingíveis;







  ou...







 







    Enfim, há







   umas 13 ou mais impossíbilidades físicas, que



omitirei,







  para não







  encompridar mais ainda este já grandinho post







 







  Qualquer que seja o ângulo que olhar, há







  porquês aloprados. Que simplesmente não têm

resposta.



And







  so on.







 







  .







 







  Hélio: A lagrangeana é uma ótima ferramenta



matemática,







  mas não diz muito sobre







  a natureza.







 







  Victor:  Claro. E não era mesmo para







  dizer, apesar de ela ser muito mais que apenas ótima.



 O







  que ela faz, e o







  faz de maneira completa e competente, é sistematizar,







  descrever e







  quantificar.







 







 







  Por fim, e para complementar, acrescento o







  seguinte:  explicações extraídas dos formalismos







  matemáticos que ancoram







  as teorias podem ser satisfatórias, sim; mas, de



maneira







  alguma, vai às







  essências, em termos das perguntas que alinhei mais



acima.







   É preciso não







  confundir essas coisas. 







 







  E, ao fim e ao cabo, a humanidade seguirá seu







  curso.







 







  E o elétron, o que é mesmo?







 







  (Obs.: Sobre este







  mesmo tópico, é possível desenvolver argumentos







  complementares, de







  plausibilidade - sobretudo sobre o esoterismo a que 







  aludes. Toda essa







  questão de energias, sobre como os sistemas

dinâmicos



se







  comportam, podem ser







  vistas à luz de outro conceito, igualmente muito







  importante, e pouco falado: o







  caráter geodésico de que estes sistemas estão







  revestidos...Aí é que vai







  parecer esotérico, sem sê-lo. Verá é ficará só

no







  parecer, mesmo. Esperarei por







  outra madrugada de insônia.







 







 







 







  Sds,







 







  Victor.







 







 







 







  --------------------------------------------







 







  Em dom, 8/6/14, 'JVictor'



j.victor.neto@uol.com.br







  [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>







  escreveu:







 







 







 







  Assunto: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da







  matemática e da física







 







  Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br







 







  Data: Domingo, 8 de Junho de 2014, 10:25







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  Olá,







 







  Betto,







 







 







 







   







 







 







 







  Certamente Euler,







 







  hoje, não entenderia nada do que professa







 







  vossa filosofia científica.







 







 







 







   







 







 







 







  Mas, a título de







 







  informação - cujo conteudo já deve ser de seu







 







  conhecimento - lembro que  todas teorias atuais(TRG,







  TRR,







 







  Mecânica Quântica,







 







  QED, QCD, Eletromagnetismo e a própria teoria







  Newtoniana,







 







  etc) derivam de um







 







  princípio básico, que começou com ele mesmo,o







  magistral







 







   Euler,  que tem sua







 







  expressão reformulada no Princípio de Hamilton:







 







 







 







 







 







   







 







 







 







  Cuja expressão







 







  matemática é: δS=0,







 







  onde S = , S  é







 







  a ação e L é uma função, que depende da posição

e







  da







 







  velocidade do sistema, e δ é a







 







  variação de  S, que deve ser







 







  nula, já que decorre da observação de que os







 







  sistemas da Natureza tendem a seguir os caminhos mais







 







  curtos, tempos mínimos ou







 







  extremos. Ou seja,







 







  aproveitando a sabedoria da Natureza e... a sua







 







  preguiça, que é cósmica!







 







 







 







   O L da integral é







 







  o chamado Lagrangeano, ou função Lagrangeana,







 







  que envolve consequências do movimento  e da



posição,







  em







 







  cada instante:  energia







 







  cinética e/ou potencial.  







 







 







 







  É através desse princípio "bíblico" -

pois







 







  bastava deus ter feito







 







  esta simples equação, δS=0, e nada mais -







 







  que as estruturas que regem o comportamento







 







  da Natureza são reveladas, ou seja as equações de







 







  movimento são deduzidas. Toda







 







  teoria deve ter, claro, um suporte estrutural



matemático







 







  consistente que







 







  permita previsões, a serem validadas pelos números

que







  se







 







  obtêm nos experimentos







 







  de laboratório. Sem falar que - e falando -  ao lado







 







  disso, a credibilidade de







 







  qualquer teoria física, hoje em dia, está atrelada







  direta







 







  e indissoluvelmente a







 







  este fato:







 







 







 







   







 







 







 







  1 A teoria pode ser







 







  derivada do princípio variacional acima? Se







 







  pode, então toque o barco para a frente que chegará

no







 







  Nirvana;







 







 







 







   







 







 







 







  2- Não pode? Bem,







 







  ainda pode tocar o barco para a frente, mas







 







  aviso - e quem avisa amigo é -  é mais provável

que







 







  chegue em dado ponto do rio







 







  e...socoorro!, uma cachoeira!







 







 







 







  Aí já







 







  era...







 







 







 







   







 







 







 







  En passant:  A







 







  própria teoria das cordas começou bem: 







 







  obedecendo ao princípio acima. Mesmo assim, é 

minha







 







  intuição de que vai







 







  encontrar aquela maldita cachoeira no meio do caminho.







 







 







 







 







 







  Quem vir, vai







 







  viver....







 







 







 







   







 







 







 







  Mais um







 







  observação: o tal salto quântico é observacional;

a







 







  matemática







 







  por trás apenas valida.  O problema da MQ quântica







  não







 







  é a matemática  em si, que







 







  a estrutura. Nem as comprovações experimentais(100%

de







 







  acertos, em todos os







 







  experimentos-ao menos até onde sei). O problema da MQ







 







  está...nas







 







  interpretações, que muitas são de cunho filosófico

-







  e







 







  aí é que o rabo da póbre







 







  porca torce: meteu filosofia no que não lhe compete -







 







  ciência - tenha certeza







 







  de uma coisa: a tampa voa, e ninguém entende







 







  nada.







 







 







 







  O melhor é ficar







 







  com as contas, que, estas sim, podem ser validadas







 







  em  laboratório.







 







 







 







   Afinal de contas,







 







  a física não tem  o objetivo de explicar a







 







  essência das coisas, como saber o que antes do  big







  bang,







 







  ou de que é







 







  constituído(como assim?), como questiona o Hélio, o







  campo







 







  magnético.







 







 







 







  E isto é...







 







  insólido, tomando emprestado uma palavra de vossa







 







  lavra.







 







 







 







  Deixo de comentar o







 







  restante, pois me sinto incompetente para o







 







  mister. Mas irei reler e talvez fazer algumas







 







  considerações, nem tão







 







  "insólidas"-gostei dessa palavra,







 







 







 







   







 







 







 







  Sds,







 







 







 







  Victor.







 







 







 







   







 







 







 







   







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  De: ciencialist@yahoogrupos.com.br







 







  [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]







 







 







 







 







  Enviada em: sábado, 7 de junho de 2014 16:06







 







 







 







  Para: bombaspr@hotmail.com







  [ciencialist]







 







 







 







  Assunto: Re: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da







 







  matemática e da







 







  física







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  Sem







 







  dúvida alguma, a matemática é a linguagem de







  tradução







 







  dos processos físicos universais mais perfeita que







  pode







 







  existir.  Mas ela pode ser usada como uma “espada



de







 







  dois







 







  gumes”, ela pode, por meio de artifícios de sua







  própria







 







  estrutura, provar







 







  o improvável, que digam os físicos da “física”







 







  quântica, ou melhor,







 







  do “salto quântico”.   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  E







 







  tomem mais um pouco de lógica filosófica…







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  Os







 







  físicos dizem que não pode haver estruturas menores



que







  o







 







  comprimento de Plank,







 







  que mede 1,6 × 10−35 m, e que dimensões menores

que







 







  esta, estão fora do campo







 







  de entendimentos da física relativística e



quântica. 







 







  Mas isso, só faz







 







  sentido para eles (os físicos), já que aceitam ser o







 







  universo espacialmente finito. 







 







  Porém, de acordo com a TUGIA, o universo é







  espacialmente







 







  (e temporalmente)







 







  infinito, logo, qualquer medida de volume ou



comprimento,







 







  só pode estar situado







 







  exatamente no meio do caminho entre o que é







  indefinidamente







 







  pequeno e







 







  indefinidamente grande, tendo, portanto, a capacidade

de







  ser







 







  intrinsicamente







 







  (infinitamente) "grande ou pequeno".







 







 







 







  Ora,







 







  do ponto de vista matemático, segmentos de reta,

podem







  ser







 







  divididos







 







  indefinidamente, mesmo neste suposto universo

quântico







 







  finito.  Então,







 







  obviamente que tais volumes também podem, não

importa



o







 







  modo como isso seja







 







  feito.  Se os tais corpúsculos existem,







  obrigatoriamente,







 







  devem ter lado







 







  de dentro e lado de fora, começo, meio e fim. O lado

de







 







  fora, deve ser o







 







  próprio vazio absoluto, pois, assim, cruzamos a







  fronteira







 







  entre o "ser







 







  interior" e o "não ser exterior",

sendo







  este







 







  último lado,







 







  dimensionalmente infinito. O lado de dentro, deve ser

o







 







  próprio ser absoluto,







 







  que tem começo, meio e fim, portanto, infinitas

partes







 







  unidas ou separadas, e







 







  isto se caracteriza como sendo o problema da







  fragmentação







 







  necessariamente







 







  indefinida, inerente a eventuais corpúsculos.







 







 







 







   







 







 







 







  Leia







 







  mais:







 







  http://tugia.webnode.com/os-continuos-geometricos/







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  Enviado do Email do







 







  Windows







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  De: bombaspr@hotmail.com







 







  [ciencialist]







 







 







 







  Enviado: ‎sábado‎, ‎7‎ de ‎junho‎ de







 







  ‎2014 ‎12‎:‎14







 







 







 







  Para: bombaspr@hotmail.com







 







  [ciencialist]







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







  Estou







 







  sempre à cata de mais informações - vinda de







 







  historiadores, matemáticos e até







 







  mesmo de  curiosos  - a respeito dessa mente gigante

e







 







  criativa, que







 







  foi o cidadão







 







 







 







   







 







 







 







  chamado







 







  Leonard Euler.  A ciência de nossos dias deve







  muitíssimo







 







  aos seus







 







  trabalhos em matemática e física. Tão muito que,



mesmo







 







  dividindo a dívida em







 







  1000 módicas prestações mensais o mundo não







  conseguirá







 







  pagar. Também, ele nem







 







  ligará...não precisa mesmo de dinheiro. Nem de meus







 







  elogios.







 







 







 







   







 







 







 







  Aquí,







 







  então, mais belo um apanhado histórico acerca das







 







  principais







 







  criações/descobertas do  físico-matemático, que

é







 







  daqueles que não se







 







  fazem mais hoje em dia.







 







 







 







   







 







 







 







 

http://www.dmat.ufpe.br/gradua/intervalo/ciencia_hoje_leonhard_euler.pdf







 







 







 







 







 







   







 







 







 







  Os







 







  minimamente interessados nessas coisas ganharão

muito,







 







  lendo o artigo do







 







  Zampana.







 







 







 







   







 







 







 







   







 







 







 







  Sds,







 







 







 







  Victor.







 







 







 







   







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







   







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







 







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SUBJECT: ENC: Vamos entender o cérebro | Pequenos mumificadores | Rotas alternativas | Esquadrilha na fábrica
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/06/2014 07:01

Revista Pesquisa Fapesp > Vamos entender o cérebro | Pequenos mumificadores | Rotas alternativas | Esquadrilha na fábrica > j.victor.neto@uol.com.br

Deve ser um belo projeto, esse. Toda e qualquer soma não   poderá ser considerada uma gasto, uma despesa; mas um investimento de extrema valia.

Mas útil que as "despesas" ou "investimentos" políticos por aí afora.

 

Eu tenho dúvidas, mas os experts em evolução deste  fórum, bem que poderiam opinar sobre uma resposta a: 

será que o cérebro já atingiu o nível máximo de evolução, ou seja, será que os bacanas neurônios nossos de cada dia encontraram todas as possibilidades para suas sinapses? 

Minha resposta:  certamente não!  

Atendendo a que os organismos evoluem no sentido da sobrevivência,  e nesse andar da carruagem , aprimora seus processos,   restando, quase que apenas,  os mais aptos(Hitler não quis esperar, e deu uma mãozinha....),  será necessário mesmo que  o gatilho sejam as adversidades?  Se for assim, haja mais adversidades, pois as que azeitaram os mecanismos da evolução, até agora, parece, ainda não foram suficientes. 

 

Sds,

Victor.

 

De: Revista Pesquisa FAPESP [mailto:boletim@revistapesquisa.fapesp.br]
Enviada em: sexta-feira, 20 de junho de 2014 03:24
Para: j.victor.neto@uol.com.br
Assunto: Vamos entender o cérebro | Pequenos mumificadores | Rotas alternativas | Esquadrilha na fábrica

 

Esta é uma mensagem automática. Por favor, não respondai
Se você deseja nos enviar um e-mail, escreva para: cartas@fapesp.br
Caso não queira receber mais este boletim, clique aqui


SUBJECT: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/06/2014 07:13

 

 

Hélio, estou retomando, como disse num post anterior,  os últimos tópicos de tua mensagem, que já comentei. Mas, agora, tentarei uma justificativa que torne mais clara a questão, ao menos de meu ponto de vista. Este post também ficará grandinho. Mas vamos lá.

Hélio: VICTOR disse:"...já que decorre da observação de que ossistemas da Natureza tendem a seguir os caminhos mais curtos, tempos mínimos ouextremos."

Hélio: Eu pergunto:
Por que eles fazem isto? Como escolhem este caminho se não tem celebro nem olho nem pé nem cabeça?

Victor:  Como já enfatizei, não existe uma resposta para essas perguntas, a não ser assumir, mesmo,  o óbvio:  que é assim que a Natureza age. 

A simples observação, sem mais nada  além dos sentidos, da mente, e dos olhos,  permite descrever, com precisão invariável,  como a Natureza  se comporta.  Os  movimentos dos sistemas físicos, dinâmicos, considerados abaixo,  será aquele isento de forças externas, de qualquer natureza.

1 - Corpo que cai de  uma certa altura, uma pedra, por exemplo, sem impulso inicial.  O caminho percorrido é especial  e é chamado de geodésica.  É o único caminho possível cuja integral de ação dá um valor que é o menor possível.   

2 - A água num rio sempre procurará as rotas cuja integral da ação seja mínima.  Ainda que haja obstáculos pelo melo, o rio procurará aqueles caminhos que lhe conduzirá aos pontos mais baixos, ou de menor energia potencial;

3- Um raio luminoso sempre se deslocara entre dois pontos, em meios diferentes, pelo caminho que corresponderá a um tempo mínimo. (Mas o caminho não será, necessariamente, o menor);

4- Água nos lagos, independemente da topologia do fundo ou das bordas, sempre estará no mais baixo nível de energia potencial e, se houver uma "brechinha", procurará locais mais baixos ainda. Que besta não é. (Por isso é bom sair de perto de represas, pois se houver uma falhinha qq  na estrutura...)

E há uma infinidade de outros comportamentos de sistemas que ocorrem de modo a minimizar caminhos ou os tempos de ocorrência(como no exemplo 3, retro).

O fato, líquido e certo, contudo, é que  não há um cérebro, uma mente, um olho, nem pé nem cabeça, que possam promover este modus  geral de comportamento.  

Como todos nós  - estudiosos de ciências ou não, simples curiosos,  podemos concluir.    E, como as respostas imbecis para as perguntas imbecis que fiz no outro e-mail,  para os fatos acima não há como chegar a uma resposta, não há como chegar às suas essencialidades, com parecem sugerir teus questionamentos.  Uma resposta positiva, objetiva, envolvendo essencialidades, seria o santo graal dos místicos e religiosos, pois,  então,  nela, estaria embutida  uma intenção. E nesta intenção, sobressair-se-ia (êta, aquí disse bonito, com uma mesóclise aloprada)  a figura magistral e barbuda de...God! Com toda circunstância e pompa.

O fato é que as teorias científicas, como as que citei no post prévio, têm sua gênese no princípio da mínima ação. Todas as suas expressões matemáticas podem ser  "paridas"  da equação que deveria ser a verdadeira bíblia, comentada no post anterior, e que a copio aquí:  δS = 0.   E isto é magistral, uma unificação,  um ponto básico, pois funciona como uma validação teórica de qualquer  teoria física, cuja estrutura de ancoragem estabeleceu-se por outros caminhos.  Como, entre outras, a RG. Toda a RG pode ser  deduzida, com vantagens teóricas, a partir de uma certa Lagrangiana, sem nada a ver com os procedimentos padrões, que seguem argumentos físicos associados ao espaço e ao comportamento dinâmico dos objetos num campo gravitacional.  Como fez Hilbert;  e o próprio Einstein, entre outros.  Isto é, o princípio é eficiente tanto nos fenômenos mais simples, de visualização imediata, como nos que apresenta uma aparente maior complexidade.

(Devo alertar, contudo, para o seguinte: o problema principal desses procedimentos está não no princípio em si, ou nas suas consequências matemáticas, mas na obtenção da Lagrangiana que vai compor a ação!  É aí que entra o verdadeiro tirocínio do físico - ou do matemático. Às vezes, como para os campos gravitacional e eletromagnético, essas Lagrangianas são deduzidas a partir de argumentos de plausibilidade associadas à física.

Está aí, pois, o que entendo como toda a "essência' possível,  se é isto  que se procura.  Simplesmente simples assim.  Não sabe as teorias de Feynmann, e seu formalismo matemático, que usa aquelas integrais de percurso?  Pois bem, está aí o seu fundamento matemático:  δS = 0.  (Como já disse, as exposições de Landau, em seu Mecânica e Eletromagnetismo, são muito claras, e não exigem nada de matemática avançada, apenas as lembranças do cálculo que um dia viram no básico universitário. Por isso, recomendo a quem interessar possa.)

Para mostrar que outros enfoques - para os mesmos fatos observacionais - conduzem às mesmas conclusões, farei algumas considerações a respeito de outra estrutura matemática, outros conceitos físicos e geométricos, que permitem justificar esses comportamentos dinâmicos, e  aos quais , os exemplos acima, e mais outros milhares, estão igualmente atrelados.

Sds,

Victor.

 

 

 

 

 


Hélio: Quais forças os levam para isto e são devidos a interações com o que?

Victor:  


Hélio: Sem a preocupação em responder estas coisas, a ciência vai se tornando esotérica.

.
Hélio: A lagrangeana é uma ótima ferramenta matemática, mas não diz muito sobre a natureza.

Victor: 

Sds,

Victor.

--------------------------------------------
Em dom, 8/6/14, 'JVictor' j.victor.neto@uol.com.br [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:

Assunto: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Domingo, 8 de Junho de 2014, 10:25


 

















Olá,
Betto,

 

Certamente Euler,
hoje, não entenderia nada do que professa
vossa filosofia científica.

 

Mas, a título de
informação - cujo conteudo já deve ser de seu
conhecimento - lembro que  todas teorias atuais(TRG, TRR,
Mecânica Quântica,
QED, QCD, Eletromagnetismo e a própria teoria Newtoniana,
etc) derivam de um
princípio básico, que começou com ele mesmo,o magistral
 Euler,  que tem sua
expressão reformulada no Princípio de Hamilton:


 

Cuja expressão
matemática é: δS=0,
onde S = , S  é
a ação e L é uma função, que depende da posição e da
velocidade do sistema, e δ é a
variação de  S, que deve ser
nula, já que decorre da observação de que os
sistemas da Natureza tendem a seguir os caminhos mais
curtos, tempos mínimos ou
extremos. Ou seja,
aproveitando a sabedoria da Natureza e... a sua
preguiça, que é cósmica!

 O L da integral é
o chamado Lagrangeano, ou função Lagrangeana,
que envolve consequências do movimento  e da posição, em
cada instante:  energia
cinética e/ou potencial.  

É através desse princípio "bíblico" - pois
bastava deus ter feito
esta simples equação, δS=0, e nada mais -
que as estruturas que regem o comportamento
da Natureza são reveladas, ou seja as equações de
movimento são deduzidas. Toda
teoria deve ter, claro, um suporte estrutural matemático
consistente que
permita previsões, a serem validadas pelos números que se
obtêm nos experimentos
de laboratório. Sem falar que - e falando -  ao lado
disso, a credibilidade de
qualquer teoria física, hoje em dia, está atrelada direta
e indissoluvelmente a
este fato:

 

1 A teoria pode ser
derivada do princípio variacional acima? Se
pode, então toque o barco para a frente que chegará no
Nirvana;

 

2- Não pode? Bem,
ainda pode tocar o barco para a frente, mas
aviso - e quem avisa amigo é -  é mais provável que
chegue em dado ponto do rio
e...socoorro!, uma cachoeira!

Aí já
era...

 

En passant:  A
própria teoria das cordas começou bem: 
obedecendo ao princípio acima. Mesmo assim, é  minha
intuição de que vai
encontrar aquela maldita cachoeira no meio do caminho.


Quem vir, vai
viver....

 

Mais um
observação: o tal salto quântico é observacional; a
matemática
por trás apenas valida.  O problema da MQ quântica não
é a matemática  em si, que
a estrutura. Nem as comprovações experimentais(100% de
acertos, em todos os
experimentos-ao menos até onde sei). O problema da MQ
está...nas
interpretações, que muitas são de cunho filosófico - e
aí é que o rabo da póbre
porca torce: meteu filosofia no que não lhe compete -
ciência - tenha certeza
de uma coisa: a tampa voa, e ninguém entende
nada.

O melhor é ficar
com as contas, que, estas sim, podem ser validadas
em  laboratório.

 Afinal de contas,
a física não tem  o objetivo de explicar a
essência das coisas, como saber o que antes do  big bang,
ou de que é
constituído(como assim?), como questiona o Hélio, o campo
magnético.

E isto é...
insólido, tomando emprestado uma palavra de vossa
lavra.

Deixo de comentar o
restante, pois me sinto incompetente para o
mister. Mas irei reler e talvez fazer algumas
considerações, nem tão
"insólidas"-gostei dessa palavra,

 

Sds,

Victor.

 

 

 





De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]

Enviada em: sábado, 7 de junho de 2014 16:06

Para: bombaspr@hotmail.com [ciencialist]

Assunto: Re: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da
matemática e da
física





 

 











Sem
dúvida alguma, a matemática é a linguagem de tradução
dos processos físicos universais mais perfeita que pode
existir.  Mas ela pode ser usada como uma “espada de
dois
gumes”, ela pode, por meio de artifícios de sua própria
estrutura, provar
o improvável, que digam os físicos da “física”
quântica, ou melhor,
do “salto quântico”.   





 





E
tomem mais um pouco de lógica filosófica…





 





Os
físicos dizem que não pode haver estruturas menores que o
comprimento de Plank,
que mede 1,6 × 10−35 m, e que dimensões menores que
esta, estão fora do campo
de entendimentos da física relativística e quântica. 
Mas isso, só faz
sentido para eles (os físicos), já que aceitam ser o
universo espacialmente finito. 
Porém, de acordo com a TUGIA, o universo é espacialmente
(e temporalmente)
infinito, logo, qualquer medida de volume ou comprimento,
só pode estar situado
exatamente no meio do caminho entre o que é indefinidamente
pequeno e
indefinidamente grande, tendo, portanto, a capacidade de ser
intrinsicamente
(infinitamente) "grande ou pequeno".

Ora,
do ponto de vista matemático, segmentos de reta, podem ser
divididos
indefinidamente, mesmo neste suposto universo quântico
finito.  Então,
obviamente que tais volumes também podem, não importa o
modo como isso seja
feito.  Se os tais corpúsculos existem, obrigatoriamente,
devem ter lado
de dentro e lado de fora, começo, meio e fim. O lado de
fora, deve ser o
próprio vazio absoluto, pois, assim, cruzamos a fronteira
entre o "ser
interior" e o "não ser exterior", sendo este
último lado,
dimensionalmente infinito. O lado de dentro, deve ser o
próprio ser absoluto,
que tem começo, meio e fim, portanto, infinitas partes
unidas ou separadas, e
isto se caracteriza como sendo o problema da fragmentação
necessariamente
indefinida, inerente a eventuais corpúsculos.

 

Leia
mais:
http://tugia.webnode.com/os-continuos-geometricos/






 





 







 





Enviado do Email do
Windows





 









De: bombaspr@hotmail.com
[ciencialist]

Enviado: ‎sábado‎, ‎7‎ de ‎junho‎ de
‎2014 ‎12‎:‎14

Para: bombaspr@hotmail.com
[ciencialist]







 





 









Estou
sempre à cata de mais informações - vinda de
historiadores, matemáticos e até
mesmo de  curiosos  - a respeito dessa mente gigante e
criativa, que
foi o cidadão

 

chamado
Leonard Euler.  A ciência de nossos dias deve muitíssimo
aos seus
trabalhos em matemática e física. Tão muito que, mesmo
dividindo a dívida em
1000 módicas prestações mensais o mundo não conseguirá
pagar. Também, ele nem
ligará...não precisa mesmo de dinheiro. Nem de meus
elogios.

 

Aquí,
então, mais belo um apanhado histórico acerca das
principais
criações/descobertas do  físico-matemático, que é
daqueles que não se
fazem mais hoje em dia.

 

http://www.dmat.ufpe.br/gradua/intervalo/ciencia_hoje_leonhard_euler.pdf


 

Os
minimamente interessados nessas coisas ganharão muito,
lendo o artigo do
Zampana.

 

 

Sds,

Victor.

 

 









 
































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SUBJECT: Re: [ciencialist] ENC: Vamos entender o cérebro | Pequenos mumificadores | Rotas alternativas | Esquadrilha na fábrica
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/06/2014 10:27

Revista Pesquisa Fapesp > Vamos entender o cérebro | Pequenos mumificadores | Rotas alternativas | Esquadrilha na fábrica > j.victor.neto@uol.com.br
> será que o cérebro já atingiu o nível máximo de evolução
 
JVictão, essa é uma perguntelha danada de complicada.
Mas é complicada mesmo! Porque se estivéssemos falando de
animais "convencionais" (macacos, porcos, cães, golfinhos,
petistas, etc.) então a resposta certamente seria: o cérebro
continuaria a evoluir. Mas estamos falando do danado
do Homo Sapiens, e tenho razões para acreditar que
o cérebro humano chegou a um ponto em que a sua
evolução se dará por processo muito mais acelerado
do que a seleção natural convencional.
 
Claro, isso que eu disse pode soar como barbaridade
insustentável, se logo a seguir desses palavróides não
viesse algum tipo de explanatoriedade mais convincente.
 
E aqui vão minhas mui humildes considerações: pelo fato
de nosso cérebro ter atingido um fortíssimo estágio de
uso de "tecnologias exteriores" (leia-se eletrônica,
dispositivos eletro-pneumo-mecânicos, computação sofisticada,
etc.), falta pouco para que comecemos a "injetar" essas
porcariadas desgraçadas todas dentro de nós mesmos (e o
Miguel Nicolelis está aí para não me desmentir).
 
Assim que conseguirmos enfiar dispositivos computacionais
fortemente integrados em nossas redes neurais internas,
aí a coisa vai entrar em um "loop evolutivo" tremendamente
exponencial. Sei lá onde esse negócio vai parar. Confesso
que estou com o "orifício corrugado traseiro" na mão de
pensar esses coisóides todos.
 
Se a cambada hoje já está dominada pelos smartphones a ponto
de ter reduzida a sua vida exterior para só ficar olhando
essas porcariadas, imagina só quando o google inventar um
"pendrive de plugar na cuca" e a cambada ficar fazendo
pu!#$%#$taria mental no facebosta o tempo todo...
 
*PB*
 
 
 
Sent: Friday, June 20, 2014 7:01 AM
Subject: [ciencialist] ENC: Vamos entender o cérebro | Pequenos mumificadores | Rotas alternativas | Esquadrilha na fábrica
 


Deve ser um belo projeto, esse. Toda e qualquer soma não   poderá ser considerada uma gasto, uma despesa; mas um investimento de extrema valia.

Mas útil que as "despesas" ou "investimentos" políticos por aí afora.

 

Eu tenho dúvidas, mas os experts em evolução deste  fórum, bem que poderiam opinar sobre uma resposta a: 

será que o cérebro já atingiu o nível máximo de evolução, ou seja, será que os bacanas neurônios nossos de cada dia encontraram todas as possibilidades para suas sinapses? 

Minha resposta:  certamente não! 

Atendendo a que os organismos evoluem no sentido da sobrevivência,  e nesse andar da carruagem , aprimora seus processos,   restando, quase que apenas,  os mais aptos(Hitler não quis esperar, e deu uma mãozinha....),  será necessário mesmo que  o gatilho sejam as adversidades?  Se for assim, haja mais adversidades, pois as que azeitaram os mecanismos da evolução, até agora, parece, ainda não foram suficientes. 

 

Sds,

Victor.

 

De: Revista Pesquisa FAPESP [mailto:boletim@revistapesquisa.fapesp.br]
Enviada em: sexta-feira, 20 de junho de 2014 03:24
Para: j.victor.neto@uol.com.br
Assunto: Vamos entender o cérebro | Pequenos mumificadores | Rotas alternativas | Esquadrilha na fábrica

 

Esta é uma mensagem automática. Por favor, não respondai
Se você deseja nos enviar um e-mail, escreva para: cartas@fapesp.br
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SUBJECT: ENC: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
FROM: José Victor <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/06/2014 15:26

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 13 de junho de 2014 10:58
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física

 

 

Victor,

Hélio:  Esta sua última mensagem só confirma o que eu acho.

Victor: O que você acha, e o que escrevi, claramente,  não são as mesmas coisas.

Victor disse:
> Definitivamente, o conceito de energia está muito longe de ser trivial.

Hélio:  Energia é trivial: não existe! (no sentido de existência independente - é apenas forma de quantificar movimentos atuais e futuros de algo que existe - a matéria)

Victor:  Trivial é quando a coisa é tão simples, tão visível, tão clara, de modo sobre ela não reste a menor dúvida. Não dê espaço a qualquer questionamento.

Energia, tempo e outras coisitas nossas de cada instante: parecem evidentes, claras, e que todos nós sabemos de que trata, até que... perguntemos sobre! Um filósofo religioso, de não sei lá das quantas, teve esse insight, e proclamou essa sabedoria aos quatro ventos.


Hélio: A conservação de energia mecânica é a a equação de Torricelli multiplicada por m/2.

Mas na página da wiki sobre energia não existe a palavra Torricelli e na página sobre Torricelli não existe a palavra energia. (?)

Victor:  Sim, mas e Desculpe-me, mas trocadalho não cabe nessas conversas,em razão de que nada agrega. O conceito de energia é algo bem maior do que a pérola que escreveu.

Victor disse:
> ... a resposta de qualquer físico será, seguramente: não sei.
> Simplesmente é assim que a Natureza age.
> Parece uma resposta cretina.
>
> Mas não. Não há como dar outra.
> ....
> ....
> O mais que podemos fazer é dar a coisas como tempo e
> energia conotações práticas, com base na observação.
> Como a física tem feito, com sucesso.
> De qualquer maneira, a resposta a tais perguntas, e não
> por serem irrespondíveis, não é de competência da física.
>
> A preocupação desta é apenas uma: descrever o
> comportamento dos sistemas físicos usando teorias que mais
> se aproximem do que é observado e que sejam validadas, sem
> ambiguidades, por alguma estrutura matemática.
> Nem mais nem menos.

Hélio:  se esta é a preocupação da física, qual seria então a preocupação da engenharia???

Victor-  Unicamente esta: Projetar, construir, fazer acontecer, empurrar a tecnologia para patamares cada vez mais altos, da melhor e mais eficiente maneira que puder,usando, com inteligência, e conhecimento, as leis da Natureza, que os físicos descobriram e deram a eles de mão beijada.Sendo que, de lambuja, engenheiros, até com freqüência apreciável, têm tido uma participação magistral nestes processos de descobertas e criações. Em todas as áreas.  


Helío: Esta acima descrita por você é a preocupação da engenharia que deve ser assim pois se esperar pelos físicos nenhuma ponte ou estrada ou prédio será construido. Que bom que os engenheiros usam os conhecimentos existentes para construir coisas sem ficar perdendo tempo em descobrir o porquê estes são assim.

Victor: É por aí  e, também, como expuz mais acima.


Hélio: Mas, a função do físico é questionar as causas do fenômeno observado. Depois de conseguir isto, questionar sobre as causas destas causas. E assim sucessivamente ad infinitum. E é assim que eu tento ser no trabalho e, principalmente, nas horas vagas. Neste sentido o C-List ajuda bastante.

Victor:  Nunca disse que o físico, o cientista, não deva questionar, e questionar. Mas, o que mais conseguirá será um conhecimento para descrições cada vez mais próximas da realidade, sabendo que esta pode encontrar-se longe do que realmente queira ensejar.   Claro que toda solução é, de alguma forma, a resposta a um questionamento, a uma pergunta. Nenhuma revolução científica foi feita sem que, antes, houvesse perguntas e questionamentos cruciais, ante a ocorrência de “furos” ou inconsistências em alguma teoria de plantão. (En passant: a TR não é um bom exemplo para dissidências conscientes e inteligentes. Pelo seguinte:  por absoluta falta de capacidade de compreensão dos fundamentos da TR, muitas questões, mascaradas de paradoxos, foram feitas, nos últimos cento e 10 anos. Mas, todas – todas mesmo, e são dezenas delas -  foram refutadas a partir dos próprios pressupostos da teoria. Como é para ser, com uma boa teoria.).  

Desculpe-me, mas o que acho é que o amigo ainda não compreendeu- ou não aceita,ou não quer - o que quero dizer com “não sei”. E já me referi a isso diversas vezes, por aqui.  Então, não fará mal um lembrete.  Quando me reporto a este tema, o que quero fazer significativo é o seguinte:  os físicos procuram, sim, descrever como os processos da Natureza ocorrem, quais os mecanismos que, agindo agora, são a causa de como agirão adiante, no tempo, de maneira causal.  Se aplico uma força sobre um corpo, ele se move. Se um corpo é largado de um certa altura do solo ele cai, e cai em razão de haver uma força central agindo sobre ele, e essa força central é uma conseqüência de uma ação gravitacional da massa da terra sobre ele. E o físico pode ir mais longe, procurando  uma explicação mais condizente com a realidade, usando ferramentas como as  da RG, que descrevem a queda em termos de propriedades geométricas do espaço  ou, simplesmente, dando uma explicação mais simples, usando a velha e boa aproximação Newtoniana.  Mas em ambos os casos, apenas, e somente apenas, sabemos como descrever o movimento; mas não sabemos – e jamais chegaremos lá – às razões, s essencialidades, por trás do fato de o espaço exibir uma curvatura ante a presença de energias`,  e de os corpos “deslizarem” por ela, simulando uma queda sob o efeito de forças,conforme a visão Newtoniana. E já se vê, aqui, que, com maior razão, a descrição Newtoniana fica mais longe ainda de se vislumbrar uma essencialidade, até porque, sequer, a descrição é realista- e não apenas por se tratar de uma mera aproximação- ou seja, é  um tudo se passa como se assim fosse, ainda que quantitativamente. Sem qualquer demérito.

São os porquês dos porquês....dos porquês tão “caçados” por filósofos, principalmente. No caso da religião, não. A coisa é muitíssimo simples, e não deixa qualquer margem a dúvidas. Prevalecem as certezas indiscutíveis. Tudo obedece a um plano Divino, e tudo funciona como foi planejado. Não cai uma folha que não esteja nos desígnios e na vontade de um Deus. Sabemos descrever com precisão cada vez maior o “porquê” o corpo cai sob a ação gravitacional, sabemos até que tipo de trajetória especial o corpo descreve em tais circunstâncias e que, também, esta trajetória é tal  que o percurso entre dois pontos, ou o tempo gasto para isso, são os menores(aliás,extremantes), estando, aí, presentes os efeitos do que Fermat, Maupertuis,Lagrange e Hamilton identificaram como o princípio da ação mínima, que parece ser, mesmo, uma expressão global do comportamento da Natureza. E,nestes processos naturais, comparecem,de maneira inescapável, fenômenos que se conservam, como a energia mecânica bem como as simetrias associadas,que me informam o que, na Natureza, sem ação externa, pode acontecer e o que não pode, nem que a vaca tussa...  Uma pedra nunca  cai para cima, a massa de um corpo(ou sua inércia) não pode ser negativa, não posso extrair energia do nada, and so on.

Sei de tudo isso, como quantificar essas coisas, e como fazer as previsões que as teorias associadas permitem.  Mas não sei dizer as razões, em termos de essencialidades, que fazem com que a Natureza age dessa maneira, e não ao contrário, ou intermediária.  Mas de uma coisa eu tenho certeza: não há intenções, desígnios, um programa a ser cumprido por todos e todos os séculos amém. Não há um designer, responsável por essas coisas, ou mesmos pelas misérias do mundo, em toda a sua generalidade.

Se o amigo discorda – e já vi que discorda – então boa sorte .

Imagino que sejam as idéias visceralmente inculcadas no “inconsciente coletivo”  de que deve existir algo como uma essencialidade, um âmago, ou um designer par trás desse comportamento tão azeitado, previsível e certinho que a Natureza exibe;  que é como, observacionalmente, ela  se nos apresenta. Isto, no mundo macroscópico. No microscópico, então, isto é um pouco mais  drástico.  Naqueles “tugúrios” prevalecem, de maneira inexorável,  as certezas absolutas de que...tudo é incerto, probabilístico! E buscar os porquês, agora, é que não tem mesmo sentido, devido ao óbvio espectro de incertezas associado.

Victor continua:
> Agora, eu posso dizer quem, com certeza, responderá às
> tuas questões: teólogos, filósofos, espíritas, etc.

Estes, em sua maioria, responderão coisas muito semelhantes às suas respostas.

Victor:  Nope. Vide os “capítulos e versículos” acima, e em outras mensagens que já postei.


Bastando talvez substituir a expressão "porque Deus assim quer" por "a Dona Natura é assim e pronto".

Victor:  Ah!, agora compreendi o seu ponto!  Contudo, em momento algum, seja agora, ou anteriormente, mim proferir nada

que sugira a prosopopéia que acima você disparou...


Hélio: "a Dona Natura é assim e pronto" ou "porque Deus assim quer" podem ser respostas mas sugere outra pergunta:
O que causa este "assim" da natureza???
E devemos tentar sempre buscar respostas a estas perguntas.

Victor:  Claro, claro, mas, de minha parte, guardo as ressalvas que fiz acima. Agora, quanto a chegar lá...


Hélio: Talvez, depois eu escrevo mais sobre esta triste história da física que você narrou na mensagem anterior

Victor:  Esperarei. Mas, em outro e-mail, você falou em esoterismo embutido nestas coisas todas. Talvez eu lhe responda concordando, mas concluindo que, se houver esoterismo, este é...matemático e imposto pela própria Natureza. 

No momento, acabo de gastar o cartucho nas respostas acima. Mas recarregarei o bacamarte, e voltarei.

 

Victor.


Hélio

PS.:
Porque que certos astros no céu parecem perdidos indo e voltando em relação aos outros que estão mais fixos uns em relação aos outros?
Uns diziam: Porque Deus quer.
Outros diziam: Porque a natureza é assim e pronto. (E esta é a única resposta possível, lamentavelmente, para  muitos).
(A Igreja da época e os cientistas da época - não necessariamente nesta ordem)

Mas Galileu disse (baixinho para não ir para a fogueira) "mas que se move, se move" se referindo à Terra.

--------------------------------------------
Em qui, 12/6/14, 'JVictor' j.victor.neto@uol.com.br [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:

Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da matemática e da física
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 12 de Junho de 2014, 18:17


 



   


     
       
       
       







   

   





De: JVictor
[mailto:jvoneto1@gmail.com]

Enviada em: quarta-feira, 11 de junho de 2014
21:11

Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'

Assunto: ENC: RES: [ciencialist] Euler, o deus
sagrado da matemática e
da física





   

   

Helio,

   



Hélio:Quando eu disse
ma MSG:

https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/conversations/messages/86132



quando, na minha opinião, aconteceu no estudo da natureza
"... um
'pequeno' erro, bastante elementar porém a gerar
consequências imprevisíveis
..."; disse que um dos problemas foi o conceito de
energia

Este conceito em si não é ruim se a energia for vista
apenas como uma das
formas de quantificar o movimento da matéria ou a
esperança de movimento futuro
da matéria (tudo é relativo). 







Victor:
  Definitivamente, o conceito de
energia está
muito longe de ser trivial. E, parece, não há um
consenso
entre os físicos em relação ao que é realmente
energia.  Em
verdade, as definições possíveis de serem dadas o são em
termos do que a
energia faz, ou deixa de fazer. Nada que vise a sua
essencialidade, pois
esta é uma ponte longe demais. 

 Algo
que eu gostaria de ter escrito a respeito
é mais
ou menos como
está na descrição abaixo.  Pois os conceitos
desenvolvidos
"batem"  com o que aprendi, nas longas lições
de casa que já fiz. Não
conheço o autor.  Mas ele tem a exata noção daquilo
sobre o que discerne.  Delineia
 o que
se entende por energia, em termos
práticos,
utilizáveis e mensuráveis.  

   

http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia


   

Entendo  energia
como algo que está “visceralmente”  ligado a duas
coisas:  a
capacidade de mudar o estado de repouso ou de movimento dos
corpos ou sistemas;  e o
fato notável  de transformação
de uma forma em outra, atributo este que é
igualmente intrínseco ao conceito.  Tal como
dizia Lavoisier.  E isto é tudo
o
que a
ciência precisa saber,  para usar
no dia a dia e no funcionamento do mundo.  As contas de
luz
e de água também podem nos dar o inescapável
insight.... de sua
efeitividade.

Helio: 
Mas rapidamente isto "evoluiu"
para a lagrangeana; hamiltoniano etc. E, devido a más
interpretações que
prevaleceram, fizeram da energia um ser independente.

Deram poderes mágicos aos objetos e proibiram perguntarem
por que disto.

Victor: 
Não é e não
foi assim.  Os
formalismos acima têm
outra origem, embora o conceito de energia mecânica, em
cada um, lhes seja
inerente.  A origem dos conceitos a que alude  remonta
a a
Fermat e Mautpertuis,
e surgiram
 simplesmente
da observação acurada, sem mais nada que a
intuição,
conforme irei
mini-resenhar  e explicar em seguida. 

A
fonte dessas idéias é o resultado da observação de
que Dona Natura parece agir de
tal modo que certas quantidades físicas são
minimizadas  sempre
e  quando ocorre, de
maneira natural,  algum  processo físico.
 Todos
sabemos, por exemplo, e só para citar o mais conhecido, que
um raio luminoso
sempre percorre o caminho mais curto, entre dois pontos de
sua
trajetória.  Os físicos, desde os primórdios dessa
"abertura" de
mente, disseram: eis o que podemos adotar como postulado
fundamental.  


que ninguém jamais observou algo diferente.

Então,
por
causa disso, para
chegar às leis da reflexão e refração foi só um pulo,
com a
ajuda inestimável do cálculo diferencial e integral.  Ou
seja, a
observação de que o ângulo de incidência é igual ao de
reflexão, sem recorrer a
mais nada sobre a constituição da luz, é uma
consequência de um
 fato
observacional, da
intuição física acurada daqueles antigos mestres,
 e do
cálculo infinitesimal. 

 Farei
o relato segundo a ordem cronológica de como as coisas
ocorreram.

Em
1657:  Fermat viu neste princípio de minimização algo
mais que as
cordas  e o teclado de um piano!  Reformulou-o e o
ampliou,
postulando:  um raio luminoso sempre viaja de um
um ponto
em um dado meio a outro ponto em outro   meio de modo
tal que o caminho percorrido é aquele que
toma a menor
quantidade possível de tempo.  Ele tomou isto como
um postulado
básico.  Assim Fermat pode obter não apenas a lei d
reflexão como, também,
a lei de refração, que já era conhecida, desde os
experimentos de  W.
Snell(1580-1626).  

   

Em
1774: 
Pierre-Louise-Mopreau de Maupertius fez a primeira
aplicação de um
princípio da acão
mínima, baseado num trabalho póstumo de Fermat, embora
sobre pressuposto muito criticados na época:  ele
postulou que  o movimento dinâmico realiza-se mediante um
caminho de
ação ou uma ação mínima,
 termo este que subsiste
até nossos dias sem mudança alguma. Remonta dai, pois, o
primeiro insight,
aplicado à mecânica, do que nos dias de hoje,  se chama o princípio de
mínima ação.  (Maupertuis  era adepto da teoria da
geração
espontânea, contudo antecipou-se a Darwin, com suas idéias
de seleção natural.
Mas no princípio da ação mínima ele não injetou nem um
pouco de
matemática;  limitava-se a dizer que era assim por que
era assim e
pronto, pois era
desse jeito que a Natureza agia:  ação é
minimizada
“(na verdade,
sabemos hoje, extremizada) através
dos desígnios ou  sabedoria de Deus”). Tirando a
referência aloprada 
a Deus, o resto foi
aproveitado e reformulado, por matematicos como
Euler(contemporâneo),
Lagrange e outros. 
 

   

Em
1760, Lagrange, então com  24 anos, extraordinário
matemático já nessa
altura de sua vida, viu nesse princípio algo mais que
apenas uma declaração
útil, porém algo
solta, no bojo
científico de então. 

En
passant: Suspeito que
seus insights, neste mister,  assemelham-se
aos de Einstein, quando este viu nos dois postulados de sua
teoria, o que
ninguém tinha vista então. 

Desse
modo, Lagrange  pode estruturar o princípio da mínima
ação de Maupetuis
sobre adequadas bases matemáticas.  E o que fez Lagrange,
especificamente?  Isto:  usou as variáveis físicas de
sistema
mecânico arbitrário, definidas como posição e
velocidade. A partir daí,  os conteudos
energéticos do sistema mecânico ficaram  claros e
organizados, conteudos estes que são:  sua
energia cinética e sua
energia potencial, ou seja:  a  energia mecânica do
sistema. A partir
dessa reformulação, uma nova mecânica surgiu, a chamada
mecânica de Lagrange.
Mas não como uma nova teoria. Apenas como uma
reformulação da mecânica
Newtoniana, que foi  extensamente ampliada, e certos
fenômenos, que
permaneciam ocultas no bojo da TN, foram então revelados. 
Além de
simplificar os cálculos da MeqN.

   

O
 trabalho  de
Lagrange, que reformulou toda a mecânica, teve
desdobramentos importantes e que aprimoraram mais ainda o
modo como usar o
conceito expresso no principio da mínima ação bem como
dando aos conteudos
energéticos inerentes a todos os sistemas físicos a real a
relevância de que
realmente gozam.  O
passo  definitivo, nessa mesma linha de pesquisa,
  foi
dado por  William Rowan Hamilton, que deu uma
caracterização definitiva
aos postulados de Lagrange.  Isto ele fez em dois trabalhos
que  publicou,  um
deles em 1834 e o outro no ano seguinte. 
Estes trabalhos culminaram com o que se conhece  hoje
como  o princípio
de Hamilton, cujo enunciado é como segue:

"Entre todos caminhos
possíveis ao
longo dos quais um sistema físico pode ser mover de um
ponto a outro, dentro de
um intervalo de tempo especificado, o caminho que será
percorrido é aquele
que minimiza a integral de tempo da diferença de entre
as energias cinética
e potencial do sistema."  

   

Em termos
práticos, e para não ficar no abstrato, deixem-me dar um
exemplo simples.

Imagine a
situação, típica, do que o princípio acima poder
fazer:  de uma certa
altura h, um objeto de massa m é solta,
e chega ao solo em t segundos.  Teoricamente, o objeto pode
chegar ao solo
por diversos caminhos, cada um caracterizado por um
equação de movimento
específica, como os três escolhidos, abaixo: 

   

1) h = gt_____

2) h = gt²/2_____

3)  h =
gt3/4

Apenas
uma das equações de movimento acima, a 2 , atende aos
requesitos exprtessos em: δS  =  δ∫ L dt = O,  ou seja, o  de que a integral que
resulta num valor menor é a do caminho 2; sendo maior para
os dois outros. Ou
para quaisquer outros escolhidos, dentro de uma infinidade
deles. Tudo se passa
como se  a Natureza aplicasse o delta de Dirac e
selecionasse apenas o caminho
dado  pela equação de movimento  2...  Sabida, é que
ela é. 

Quem
quiser ver que é assim, basta fazer as contas. Não são
difíceis de serem
feitas.  

Ainda
que, para um dado h e um dado t, específicos, as 3
equações dêem os mesmos
resultados. Apenas para a segunda, a igualdade se verifica
para qualquer t,
enquanto que nas demais,  não.  E isto é fantástico!
E  é  absolutamente geral. 

Resumindo:
Como vê,  o conceito de energia surgem, aquí, como determinante do que
pode acontecer ou não!  E não que sofreu modificação(o
conceito de energia) em alguma
fase desses desenvolvimentos, como você imagina.  As
variáveis associadas
ao sistema são sempre as usuais: posição, velocidade,
aceleração;
ligadas,
pois não, ao espaço nosso de cada dia!

A
relação entre estas variáveis resulta nas equações de
movimento do sistema
mecânico. Que é o
ques procura em matemática, para a descriçãoi dinâmica
dos sistemas. 

O
mais
notável é o seguinte:  as
principais teorias atuais, conforme expuz no e-mails
anterior, estão atreladas ao princípio acima
comentado, dele
sendo derivadas. Todas.

A
equação δS  =
 δ∫ L dt = O dá a dimensão do que expressa
o
princípio acima, da
mínima ação(Hamilton).  

E
esta
equação é tal, como disse certo matemático espanhol, que
Deus poderia muito bem
ter sido um pouco mais inteligente e criativo...ao invés da
bíblia, poderia ter
ditado para seus escribas apenasmente  a
"bíblia" acima. Não é
por nada não, mas concordo em gênero, número e grau com
esta tirada
inteligente.

Pronto.

Sobre a função de
Lagrange, certa ocasião postei para o fórum um
texto onde discutia uma análise da Mecânica Newtoniana,
ocasião em que a ação S  =  ∫ L dt foi a tônica, bem como o
significado de L, o Lagrangeano, função das variáveis
dinâmicas.  A quem
interessar possa, indico as seguintes obras, que tratam
dessa mecância, chamada
de Mecânica Analítica:

Mecânica Analítica, de Nivaldo
A. Lemos; e, o livro de mecânica
e eletrodinâmica, de L.Landau(há uma tradução em
português, e o assunto é desenvolvido
de tal maneira que você diria: ora bolas, desse jeito, até
eu  faria!...Uma
beleza.).

   

Hélio: VICTOR
disse:"...já que decorre da observação de que
ossistemas da Natureza
tendem a seguir os caminhos mais curtos,
tempos mínimos ouextremos."



Hélio: Eu pergunto:

Por que eles fazem isto? Como escolhem este caminho se não
tem celebro nem olho
nem pé nem cabeça?

Victor:  De certa forma, o texto acima
explica isso. Contudo, a resposta de qualquer físico
será, seguramente:
 não
sei. Simplesmente é assim que a Natureza age. Parece uma
resposta cretina.

Mas não. Não há como dar outra. Essa pergunta é
do mesmo tipo que: 

1) o que havia antes do big bang?  ;2) não importa o quanto dois
pontos estejam
infinitamente próximo, há sempre um número infinito de
outros pontos entre
eles.; 3) o que é a
consciência? O q ue é a
vida?

4) ou mesmo, o que é energia(fora das
conotações que alinhavei mais acima, de cunho prático e
operacional)? ou,

5) o que é o tempo? 

O mais que podemos fazer é dar a coisas como
tempo e energia conotações práticas, com base na
observação. Como a física tem
feito, com sucesso.

De qualquer maneira, a resposta a tais
perguntas, e não por serem irrespondíveis, não é
de competência da
física.

A preocupação desta é apenas uma: descrever o
comportamento dos sistemas físicos usando teorias que mais
se aproximem do que
é observado e que sejam validadas, sem ambiguidades, por
alguma estrutura
matemática. Nem mais nem menos. 

Agora, eu posso dizer quem, com certeza,
responderá às tuas questões: teólogos, filósofos,
espíritas, etc. (Nada contra
qualquer destes últimos abnegados das inutilidades).



Hélio: Quais forças os levam para isto e são devidos a
interações com o que?

Victor:  Mesmos argumentos acima. 



Hélio: Sem a preocupação em responder estas coisas, a
ciência vai se tornando
esotérica.

Victor:  Mas a ciência não precisa ter
tais preocupações, pois são questões sem condições de
resposta.  E,
certamente, penso, esta condição de impotência não é,
de maneira alguma,
em razão de não havermos atingido um nível mental mais
avançado. Acho, mesmo,
que nunca obteremos respostas. 

Com relação às perguntas que fiz, o físico
Victor F.Weiskopf e Herman Feshbach publicaram em 1988 um
artigo  cujo
título, numa tradução macarrônica dá "Faça uma
pergunta imbecil..."
Garantem que perguntas que fazem sentido, têm resposta
líquida e certa. Mas faça
uma pergunta imbecil e receberá uma resposta
imbecil(estou citando isto do livro "Os seis caminhos a
partir de
Newton", de E.Speyer.)  

Nessa mesma linha de visão, há as questões das
simetrias;  que especificam o que, por causa delas, podem
acontecer e o
que, de maneira alguma acontecerá. Por exemplo: uma pedra
apenas cai para
baixa, para machucar do dedão. Nunca ao contrário.

Na mesma linha de argumentos sobressaem-se, soberanas,
algumas impossibilidades em
física, como: 

1)É
impossivel usar um feixe eletromagnético como sistema de
referência; logo, a
velocidade da luz é a mesma para todos os
observadores(invariância esta não
aplicáveis à frequência ou ao comprimento de onda do
tal); ou, 

2)É
impossível dois elétrons no mesmo átomo possuirem os
mesmos números 
quânticos, isto é, possuirem o mesmo estado
físico(princípio da exclusão de
Pauli); ou,

3)É
impossível medir uma grandeza física num intervalo de
tempo zero ou infinito.
Por conseguinte, a resolução perfeita e a informação
completa são inatingíveis;
ou...

  Enfim, há
 umas 13 ou mais impossíbilidades físicas, que omitirei,
para não
encompridar mais ainda este já grandinho post

Qualquer que seja o ângulo que olhar, há
porquês aloprados. Que simplesmente não têm resposta. And
so on.

.

Hélio: A lagrangeana é uma ótima ferramenta matemática,
mas não diz muito sobre
a natureza.

Victor:  Claro. E não era mesmo para
dizer, apesar de ela ser muito mais que apenas ótima.  O
que ela faz, e o
faz de maneira completa e competente, é sistematizar,
descrever e
quantificar.


Por fim, e para complementar, acrescento o
seguinte:  explicações extraídas dos formalismos
matemáticos que ancoram
as teorias podem ser satisfatórias, sim; mas, de maneira
alguma, vai às
essências, em termos das perguntas que alinhei mais acima.
 É preciso não
confundir essas coisas. 

E, ao fim e ao cabo, a humanidade seguirá seu
curso.

E o elétron, o que é mesmo?

(Obs.: Sobre este
mesmo tópico, é possível desenvolver argumentos
complementares, de
plausibilidade - sobretudo sobre o esoterismo a que 
aludes. Toda essa
questão de energias, sobre como os sistemas dinâmicos se
comportam, podem ser
vistas à luz de outro conceito, igualmente muito
importante, e pouco falado: o
caráter geodésico de que estes sistemas estão
revestidos...Aí é que vai
parecer esotérico, sem sê-lo. Verá é ficará só no
parecer, mesmo. Esperarei por
outra madrugada de insônia.



Sds,

Victor.



--------------------------------------------

Em dom, 8/6/14, 'JVictor' j.victor.neto@uol.com.br
[ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
escreveu:



Assunto: RES: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da
matemática e da física

Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br

Data: Domingo, 8 de Junho de 2014, 10:25





 



































Olá,

Betto,



 



Certamente Euler,

hoje, não entenderia nada do que professa

vossa filosofia científica.



 



Mas, a título de

informação - cujo conteudo já deve ser de seu

conhecimento - lembro que  todas teorias atuais(TRG,
TRR,

Mecânica Quântica,

QED, QCD, Eletromagnetismo e a própria teoria
Newtoniana,

etc) derivam de um

princípio básico, que começou com ele mesmo,o
magistral

 Euler,  que tem sua

expressão reformulada no Princípio de Hamilton:





 



Cuja expressão

matemática é: δS=0,

onde S = , S  é

a ação e L é uma função, que depende da posição e
da

velocidade do sistema, e δ é a

variação de  S, que deve ser

nula, já que decorre da observação de que os

sistemas da Natureza tendem a seguir os caminhos mais

curtos, tempos mínimos ou

extremos. Ou seja,

aproveitando a sabedoria da Natureza e... a sua

preguiça, que é cósmica!



 O L da integral é

o chamado Lagrangeano, ou função Lagrangeana,

que envolve consequências do movimento  e da posição,
em

cada instante:  energia

cinética e/ou potencial.  



É através desse princípio "bíblico" - pois

bastava deus ter feito

esta simples equação, δS=0, e nada mais -

que as estruturas que regem o comportamento

da Natureza são reveladas, ou seja as equações de

movimento são deduzidas. Toda

teoria deve ter, claro, um suporte estrutural matemático

consistente que

permita previsões, a serem validadas pelos números que
se

obtêm nos experimentos

de laboratório. Sem falar que - e falando -  ao lado

disso, a credibilidade de

qualquer teoria física, hoje em dia, está atrelada
direta

e indissoluvelmente a

este fato:



 



1 A teoria pode ser

derivada do princípio variacional acima? Se

pode, então toque o barco para a frente que chegará no

Nirvana;



 



2- Não pode? Bem,

ainda pode tocar o barco para a frente, mas

aviso - e quem avisa amigo é -  é mais provável que

chegue em dado ponto do rio

e...socoorro!, uma cachoeira!



Aí já

era...



 



En passant:  A

própria teoria das cordas começou bem: 

obedecendo ao princípio acima. Mesmo assim, é  minha

intuição de que vai

encontrar aquela maldita cachoeira no meio do caminho.





Quem vir, vai

viver....



 



Mais um

observação: o tal salto quântico é observacional; a

matemática

por trás apenas valida.  O problema da MQ quântica
não

é a matemática  em si, que

a estrutura. Nem as comprovações experimentais(100% de

acertos, em todos os

experimentos-ao menos até onde sei). O problema da MQ

está...nas

interpretações, que muitas são de cunho filosófico -
e

aí é que o rabo da póbre

porca torce: meteu filosofia no que não lhe compete -

ciência - tenha certeza

de uma coisa: a tampa voa, e ninguém entende

nada.



O melhor é ficar

com as contas, que, estas sim, podem ser validadas

em  laboratório.



 Afinal de contas,

a física não tem  o objetivo de explicar a

essência das coisas, como saber o que antes do  big
bang,

ou de que é

constituído(como assim?), como questiona o Hélio, o
campo

magnético.



E isto é...

insólido, tomando emprestado uma palavra de vossa

lavra.



Deixo de comentar o

restante, pois me sinto incompetente para o

mister. Mas irei reler e talvez fazer algumas

considerações, nem tão

"insólidas"-gostei dessa palavra,



 



Sds,



Victor.



 



 



 











De: ciencialist@yahoogrupos.com.br

[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]




Enviada em: sábado, 7 de junho de 2014 16:06



Para: bombaspr@hotmail.com
[ciencialist]



Assunto: Re: [ciencialist] Euler, o deus sagrado da

matemática e da

física











 



 























Sem

dúvida alguma, a matemática é a linguagem de
tradução

dos processos físicos universais mais perfeita que
pode

existir.  Mas ela pode ser usada como uma “espada de

dois

gumes”, ela pode, por meio de artifícios de sua
própria

estrutura, provar

o improvável, que digam os físicos da “física”

quântica, ou melhor,

do “salto quântico”.   











 











E

tomem mais um pouco de lógica filosófica…











 











Os

físicos dizem que não pode haver estruturas menores que
o

comprimento de Plank,

que mede 1,6 × 10−35 m, e que dimensões menores que

esta, estão fora do campo

de entendimentos da física relativística e quântica. 

Mas isso, só faz

sentido para eles (os físicos), já que aceitam ser o

universo espacialmente finito. 

Porém, de acordo com a TUGIA, o universo é
espacialmente

(e temporalmente)

infinito, logo, qualquer medida de volume ou comprimento,

só pode estar situado

exatamente no meio do caminho entre o que é
indefinidamente

pequeno e

indefinidamente grande, tendo, portanto, a capacidade de
ser

intrinsicamente

(infinitamente) "grande ou pequeno".



Ora,

do ponto de vista matemático, segmentos de reta, podem
ser

divididos

indefinidamente, mesmo neste suposto universo quântico

finito.  Então,

obviamente que tais volumes também podem, não importa o

modo como isso seja

feito.  Se os tais corpúsculos existem,
obrigatoriamente,

devem ter lado

de dentro e lado de fora, começo, meio e fim. O lado de

fora, deve ser o

próprio vazio absoluto, pois, assim, cruzamos a
fronteira

entre o "ser

interior" e o "não ser exterior", sendo
este

último lado,

dimensionalmente infinito. O lado de dentro, deve ser o

próprio ser absoluto,

que tem começo, meio e fim, portanto, infinitas partes

unidas ou separadas, e

isto se caracteriza como sendo o problema da
fragmentação

necessariamente

indefinida, inerente a eventuais corpúsculos.



 



Leia

mais:

http://tugia.webnode.com/os-continuos-geometricos/













 











 















 











Enviado do Email do

Windows











 



















De: bombaspr@hotmail.com

[ciencialist]



Enviado: ‎sábado‎, ‎7‎ de ‎junho‎ de

‎2014 ‎12‎:‎14



Para: bombaspr@hotmail.com

[ciencialist]















 











 



















Estou

sempre à cata de mais informações - vinda de

historiadores, matemáticos e até

mesmo de  curiosos  - a respeito dessa mente gigante e

criativa, que

foi o cidadão



 



chamado

Leonard Euler.  A ciência de nossos dias deve
muitíssimo

aos seus

trabalhos em matemática e física. Tão muito que, mesmo

dividindo a dívida em

1000 módicas prestações mensais o mundo não
conseguirá

pagar. Também, ele nem

ligará...não precisa mesmo de dinheiro. Nem de meus

elogios.



 



Aquí,

então, mais belo um apanhado histórico acerca das

principais

criações/descobertas do  físico-matemático, que é

daqueles que não se

fazem mais hoje em dia.



 



http://www.dmat.ufpe.br/gradua/intervalo/ciencia_hoje_leonhard_euler.pdf





 



Os

minimamente interessados nessas coisas ganharão muito,

lendo o artigo do

Zampana.



 



 



Sds,



Victor.



 



 



















 

































































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SUBJECT: ENC: FW: Iidosos saudáveis.
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/06/2014 07:43

Amigos,

 

Um aviso, neste início de semana.

 

Só para aqueles que, com sorte, irão ficar idosos:

 

Bem, mesmo antes de chegar à fase temporal do Tonico, façam o que disse a  tia Marocas.

 

Sds,

Victor.

 

 

 


 

 Idosos saudáveis.
     
Meu tio Tonico estava bem de saúde, até que sua esposa, minha tia Marocas, a pedido de sua filha, minha prima Totinha, disse:
 
-Tonico, você vai fazer 70 anos, está na hora de fazer um check up com o médico.
 
- Para quê, estou me sentindo muito bem!
 
- Porque a prevenção deve ser feita agora, quando você ainda se sente jovem, disse minha tia.
 
Então, meu tio Tonico foi ver um médico. O médico, sabiamente, mandou-o fazer testes e análises de tudo o que poderia ser feito e que o plano de saúde cobrisse.
 
Duas semanas mais tarde, o médico disse que os resultados estavam muito bons, mas tinha algumas coisas que podiam melhorar. Então receitou:
 
Comprimidos Atorvastatina para o colesterol.