{"id":3763,"date":"2013-12-05T11:04:41","date_gmt":"2013-12-05T11:04:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/?p=3763"},"modified":"2014-04-15T11:43:44","modified_gmt":"2014-04-15T11:43:44","slug":"flores-nano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/2013\/12\/05\/flores-nano\/","title":{"rendered":"Flores nano"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/nanoflores-silicatos-bario.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/12\/nanoflores-silicatos-bario-460.jpg\" alt=\"estruturas minusculas registradas me microscopio\" width=\"460\" height=\"345\" class=\"alignnone size-full wp-image-3764\" \/><\/a><br \/>\nEste tipo de forma\u00e7\u00e3o nanom\u00e9trica nem sempre tem uma aplica\u00e7\u00e3o imediata e direcionada. \u00c9 comum que os cientistas fa\u00e7am coisas inusitadas para se ter uma demonstra\u00e7\u00e3o de um conceito, de uma possibilidade que a tecnologia em quest\u00e3o permite. Al\u00e9m do que, a beleza ajuda na divulga\u00e7\u00e3o do trabalho da equipe e da potencialidade da pesquisa.<\/p>\n<p>Neste caso a imagem foi obtida quando pesquisadores dissolveram cloreto de b\u00e1rio e silicato de s\u00f3dio em um bequer com \u00e1gua. O di\u00f3xido de carbono do ar naturalmente se dissolve na \u00e1gua, e inicia uma rea\u00e7\u00e3o de precipita\u00e7\u00e3o de cristais de carbonato de b\u00e1rio. Em um efeito secund\u00e1rio isto tamb\u00e9m baixa o pH da solu\u00e7\u00e3o que est\u00e1 bem pr\u00f3xima aos cristais, o que est\u00e3o desencadeia uma rea\u00e7\u00e3o com o silicato de s\u00f3dio dissolvido. Esta segunda rea\u00e7\u00e3o adiciona uma camada de s\u00edlica \u00e0 estrutura em crescimento, usa o \u00e1cido da solu\u00e7\u00e3o, e permite que a forma\u00e7\u00e3o de cristais de carbonato de b\u00e1rio continue. <\/p>\n<p>As cores na imagem n\u00e3o ocorrem naturalmente, foram adicionadas por meio de tratamento computacional da imagem; \u00e9 uma licen\u00e7a art\u00edstica dos pesquisadores. Normalmente este tipo de imagem registrada por meio de miscrocopia eletr\u00f4nica de varredura est\u00e1 em preto e branco. A adi\u00e7\u00e3o de cores pode servir para facilitar a diferencia\u00e7\u00e3o de estruturas que apresentem varia\u00e7\u00f5es f\u00edsicas e\/ou qu\u00edmicas. <\/p>\n<p><em>Imagem em licen\u00e7a Creative Commons, <a href=\"http:\/\/www.flickr.com\/photos\/zeissmicro\/8935018026\/\">via ZEISS Microscopy<\/a>.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este tipo de forma\u00e7\u00e3o nanom\u00e9trica nem sempre tem uma aplica\u00e7\u00e3o imediata e direcionada. \u00c9 comum que os cientistas fa\u00e7am coisas inusitadas para se ter uma demonstra\u00e7\u00e3o de um conceito, de uma possibilidade que a tecnologia em quest\u00e3o permite. Al\u00e9m do que, a beleza ajuda na divulga\u00e7\u00e3o do trabalho da equipe e da potencialidade da pesquisa. Neste caso a imagem foi obtida quando pesquisadores dissolveram cloreto de b\u00e1rio e silicato de s\u00f3dio em um bequer com \u00e1gua. 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