{"id":1641,"date":"2008-11-01T20:53:44","date_gmt":"2008-11-01T23:53:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/?p=1641"},"modified":"2008-11-01T20:53:44","modified_gmt":"2008-11-01T23:53:44","slug":"encontros-casuais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/2008\/11\/01\/encontros-casuais\/","title":{"rendered":"Encontros casuais"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1642\" title=\"ecosport preto\" src=\"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2008\/11\/ecosport-preto.jpg\" alt=\"\" width=\"260\" height=\"164\" \/><\/p>\n<p>\u00c9 incr\u00edvel que para quase todas as coisas que sentimos existe um nome ou algum tipo de descri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Achei na Wikipedia um artigo sobre o fen\u00f4meno <strong>Baader-Meinhof<\/strong>, que \u00e9 aquela sensa\u00e7\u00e3o de que ao aprender algo novo, o assunto \u00e9 encontrado novamente, e repetidas vezes, logo ap\u00f3s ter aprendido a novidade. Por exemplo, quando voc\u00ea finalmente aprende o significado da palavra serendipidade, alguns dias depois parece que voc\u00ea esbarra diversas vezes com a mesma palavra em outras situa\u00e7\u00f5es. Ah&#8230; <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Serendipidade\">serendipidade<\/a> \u00e9 um neologismo que se refere \u00e0s descobertas afortunadas feitas, aparentemente, por acaso.<\/p>\n<p>O termo &#8220;fen\u00f4meno Baader-Meinhof &#8221; foi cunhado por um leitor do jornal de Minessota\u00a0 St. Paul Pioneer Press. . O jornal possui uma coluna di\u00e1ria chamada &#8220;Bulletin Board&#8221;, para a qual os leitores, usando pseud\u00f4nimos, enviam hist\u00f3rias para serem publicadas. O termo foi cunhado quando um leitor apresentou\u00a0 uma hist\u00f3ria por volta de 1986, sobre como ele ou ela primeiro ouviu sobre o grupo terrorista conhecido como o Baader-Meinhof Gang e, em seguida, ouviu falar dele novamente um pouco mais tarde a partir de uma fonte totalmente diferente.<\/p>\n<p>Leitores de repente come\u00e7aram a enviar suas pr\u00f3prias vers\u00f5es do fen\u00f4meno, que rapidamente veio a ser conhecido como fen\u00f4meno Baader-Meinhof .<\/p>\n<p>De acordo com o renomado cientista social Brian Townsend, este &#8220;fen\u00f4meno&#8221; \u00e9 apenas um resultado da nossa percep\u00e7\u00e3o limitada do nosso entorno.<\/p>\n<p>Este fen\u00f4meno \u00e9 muito semelhante com aquela situa\u00e7\u00e3o de pensar em comprar algo e logo em seguida come\u00e7ar a perceber que v\u00e1rias pessoas tem a mesma coisa. Talvez eu poderia dar o nome de fen\u00f4meno Ford Ecosport preto. \ud83d\ude42 No momento que voc\u00ea se decide pela compra do modelo, come\u00e7a a ver dezenas de Ecosports pelas ruas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 incr\u00edvel que para quase todas as coisas que sentimos existe um nome ou algum tipo de descri\u00e7\u00e3o. Achei na Wikipedia um artigo sobre o fen\u00f4meno Baader-Meinhof, que \u00e9 aquela sensa\u00e7\u00e3o de que ao aprender algo novo, o assunto \u00e9 encontrado novamente, e repetidas vezes, logo ap\u00f3s ter aprendido a novidade. Por exemplo, quando voc\u00ea finalmente aprende o significado da palavra serendipidade, alguns dias depois parece que voc\u00ea esbarra diversas vezes com a mesma palavra em outras situa\u00e7\u00f5es. Ah&#8230; serendipidade \u00e9 um neologismo que se refere \u00e0s descobertas afortunadas feitas, aparentemente, por acaso. O termo &#8220;fen\u00f4meno Baader-Meinhof &#8221; foi cunhado <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[],"class_list":["post-1641","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-neurociencias"],"aioseo_notices":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1641","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1641"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1641\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1641"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1641"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.gluon.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1641"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}