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	<title>Glúon  /blog &#187; Neurociências</title>
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		<title>Sinestesia &#8211; um clip</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 23:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinestesia é uma condição neurológica na qual algumas pessoas conseguem realizar uma mistura de sentidos, como por exemplo, ver sons, cheirar cores, etc. Saboreie este vídeo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sinestesia é uma condição neurológica na qual algumas pessoas conseguem realizar uma mistura de sentidos, como por exemplo, ver sons, cheirar cores, etc.</p>
<p>Saboreie este vídeo<br />
<object width="460" height="283"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qZEL31Mq2OA?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/qZEL31Mq2OA?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="460" height="283"></embed></object></p>
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		<title>Eu deveria ter dito&#8230;</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2010/09/26/eu-deveria-ter-dito/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Sep 2010 21:13:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>

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		<description><![CDATA[Aquela sensação de ter perdido a chance e o momento exato para dizer alguma frase ou expressar uma ideia, tem um nome! A sensação é batizada de ´L&#8217;esprit de l&#8217;escalier´, que em francês significa´Espírito da escada´, que tem este nome porque a sensação ocorre na escada, quando você está saindo do local onde estava conversando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/escadas-flickr.jpg" alt="escadas logo" title="escadaria" width="460" height="223" class="alignnone size-full wp-image-2439" /><br />
Aquela sensação de ter perdido a chance e o momento exato para dizer alguma frase ou expressar uma ideia, tem um nome!<br />
A sensação é batizada de ´<strong>L&#8217;esprit de l&#8217;escalier</strong>´, que em francês significa´Espírito da escada´, que tem este nome porque a sensação ocorre na escada, quando você está saindo do local onde estava conversando ou debatendo com alguém.<br />
Penso que esta sensação é recorrente em discussões, debates ou momentos de humor; nos quais a velocidade de raciocínio e momento certo são primordiais para expressar corretamente as ideias.</p>
<p>Mais sobre isso, na wikipedia<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/L'espirit_de_l'escalier">http://en.wikipedia.org/wiki/L&#8217;espirit_de_l&#8217;escalier</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lavagem cerebral</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2010/09/01/lavagem-cerebral/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 21:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>

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		<description><![CDATA[Que vós permitais este trocadilho fraquinho&#8230; (nível Régis Rösing). A loja ThinkGeek, especializada em produtos para geeks e nerds, vende um par de sabonetes em formato de cérebro, por apenas $19.99. São sabonetes à base de glicerina, com óleo de oliva, azeite de dendê e manteiga de karité. E o perfume é de framboesa! Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que vós permitais este trocadilho fraquinho&#8230; (nível Régis Rösing).<br />
A loja ThinkGeek, especializada em produtos para geeks e nerds, vende um par de sabonetes em formato de cérebro, por apenas $19.99.<br />
<img src="http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/think-sabonete-cerebro.jpg" alt="sabonete em formato de cérebro" title="abby normal" width="400" height="423" class="alignnone size-full wp-image-2357" /><br />
São sabonetes à base de glicerina, com óleo de oliva, azeite de dendê e manteiga de karité. E o perfume é de framboesa!</p>
<p>Em<br />
<a href="http://www.thinkgeek.com/homeoffice/gear/e173/">http://www.thinkgeek.com/homeoffice/gear/e173/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Basta elogiar!</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2009/02/21/basta-elogiar/</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 18:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ceticismo]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>

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		<description><![CDATA[A neurocientista Suzana Herculano-Houzel escreve uma rápida crítica à astrologia. Ela ressalta que estamos sujeitos a aceitar, sem desconfiar, um elogio genérico ou uma crítica positiva. Ela diz: Caímos feito patos em definições da nossa essência, sejam elas feitas por astrólogos, tarólogos ou cartomantes. Basta que elas contenham elogios genéricos o suficiente (&#8220;Você é uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A neurocientista Suzana Herculano-Houzel escreve uma rápida crítica à astrologia. Ela ressalta que estamos sujeitos a aceitar, sem desconfiar, um elogio genérico ou uma crítica positiva.<br />
Ela diz:</p>
<blockquote><p>Caímos feito patos em definições da nossa essência, sejam elas feitas por astrólogos, tarólogos ou cartomantes. Basta que elas contenham elogios genéricos o suficiente (&#8220;Você é uma pessoa bondosa&#8221;) e críticas positivas à nossa personalidade (&#8220;Você tem dificuldade em dizer não aos amigos&#8221;) para que até o mais cético dos humanos se identifique.</p></blockquote>
<p>Texto completo disponível apenas no Jornal Folha de SP.</p>
<p>Isso é muito semelhante ao que já foi dito por Sigmund Freud <em>“Podemos nos defender de um ataque, mas somos indefesos a um elogio.” </em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um antropólogo em Marte</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2009/02/15/um-antropologo-em-marte/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 17:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de ler o livro ´Um antropólogo em Marte´ de Oliver Sacks. O livro é uma coleção de narração de casos de distúrbios neurológicos. Ao todo são sete histórias: - O caso do pintor daltônico &#8211; caso de um pintor que após um acidente de automóvel passou a ver o mundo em preto e branco. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/02/antropologo-em-marte.gif" alt="antropologo-em-marte" title="antropologo-em-marte" width="153" height="193" class="alignnone size-full wp-image-2203" /><br />
Acabei de ler o livro ´Um antropólogo em Marte´ de Oliver Sacks. O livro é uma coleção de narração de casos de distúrbios neurológicos. Ao todo são sete histórias:<br />
- <strong>O caso do pintor daltônico</strong> &#8211; caso de um pintor que após um acidente de automóvel passou a ver o mundo em preto e branco.<br />
- <strong>O último hippie</strong> -<br />
- <strong>Uma vida de cirurgião</strong> &#8211; cirurgião que sofre da Síndrome de Tourrete. A Síndrome é caracterizada principalmente por tíques involuntários e movimentos repentinos. Este quadro poderia ser um problema para um médico que precisa de grande controle motor em uma cirurgia. Oliver Sacks descobre que o padrão de tiques desaparece quando o cirurgião está concentrado no ritmo do trabalho.<br />
- <strong>Ver e não ver</strong> &#8211; Cego que recupera a visão após uma cirurgia. Esta hist´roa demonstra como o processo da visão não é simplesmente uma ´fotografia´ do mundo, e que uma imensa carga de aprendizado é necessário para o cérebro interpretar os sinais que recebe dos olhos. A história servio como base para o roteiro do filme ´<a href="http://www.adorocinema.com/filmes/a-primeira-vista/a-primeira-vista.asp">À Primeira Vista</a>´.<br />
- <strong>A paisagem dos seus sonhos</strong> &#8211; Relato sobre um pintor obcecado em pintar a sua cidade natal<br />
- <strong>Prodígios</strong> &#8211; sobre autistas <em>savants</em>.<br />
- <strong>Um antropólogo em Marte</strong> &#8211; Oliver convive alguns dias com uma autista que relata como é o seu dia a dia e a dificuldade que encontra em entender as relações sociais.</p>
<p>Trecho do  livro</p>
<blockquote><p>&#8220;Outro homem, um juiz aposentado descrito na literatura neurológica, teve uma lesão no lobo frontal em consequência de fragmentos de uma granada no cérebro e, por conseguinte, viu-se totalmente desprovido de emoção. Poder-se-ia pensar que a falta de emoção, e as propensões que a acompanham, o tornaria mais imparcial &#8211; um juiz sem igual. Mas ele mesmo, com grande discernimento, renunciou ao cargo, alegando não poder mais entender com compaixão os motivos de alguém preocupado e que, já que a Justiça envolvia o sentimento e não apenas o pensamento, sua lesão o desqualificaria totalmente para o cargo. &#8220;</p></blockquote>
<p>O próximo livro de minha lista de leituras&#8230; Quebrando o Encanto &#8211; Daniel Dennett</p>
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		<title>Concorra &#8211; Por que o bocejo é contagioso?</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2009/01/06/sorteio-bocejo-contagioso/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 19:28:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>

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		<description><![CDATA[Você tem alguma pergunta intrigante? Algum comentário interessante sobre neurociências? Participe e concorra a um exemplar do livro ´Por que o bocejo é contagioso?´ da Suzana herculano-Houzel. Mais informações no blog http://lablogatorios.com.br/massacritica/2009/resenha-bocejo-contagioso/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você tem alguma pergunta intrigante?</p>
<p>Algum comentário interessante sobre neurociências?</p>
<p>Participe e concorra a um exemplar do livro ´<a href="http://lablogatorios.com.br/massacritica/2009/resenha-bocejo-contagioso/">Por que o bocejo é contagioso?</a>´ da Suzana herculano-Houzel.</p>
<p>Mais informações no blog<br />
<a href="http://lablogatorios.com.br/massacritica/2009/resenha-bocejo-contagioso/">http://lablogatorios.com.br/massacritica/2009/resenha-bocejo-contagioso/</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Encontros casuais</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2008/11/01/encontros-casuais/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2008/11/01/encontros-casuais/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 23:53:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Neurociências]]></category>

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		<description><![CDATA[É incrível que para quase todas as coisas que sentimos existe um nome ou algum tipo de descrição. Achei na Wikipedia um artigo sobre o fenômeno Baader-Meinhof, que é aquela sensação de que ao aprender algo novo, o assunto é encontrado novamente, e repetidas vezes, logo após ter aprendido a novidade. Por exemplo, quando você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1642" title="ecosport preto" src="http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/11/ecosport-preto.jpg" alt="" width="260" height="164" /></p>
<p>É incrível que para quase todas as coisas que sentimos existe um nome ou algum tipo de descrição.</p>
<p>Achei na Wikipedia um artigo sobre o fenômeno <strong>Baader-Meinhof</strong>, que é aquela sensação de que ao aprender algo novo, o assunto é encontrado novamente, e repetidas vezes, logo após ter aprendido a novidade. Por exemplo, quando você finalmente aprende o significado da palavra serendipidade, alguns dias depois parece que você esbarra diversas vezes com a mesma palavra em outras situações. Ah&#8230; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Serendipidade">serendipidade</a> é um neologismo que se refere às descobertas afortunadas feitas, aparentemente, por acaso.</p>
<p>O termo &#8220;fenômeno Baader-Meinhof &#8221; foi cunhado por um leitor do jornal de Minessota  St. Paul Pioneer Press. . O jornal possui uma coluna diária chamada &#8220;Bulletin Board&#8221;, para a qual os leitores, usando pseudônimos, enviam histórias para serem publicadas. O termo foi cunhado quando um leitor apresentou  uma história por volta de 1986, sobre como ele ou ela primeiro ouviu sobre o grupo terrorista conhecido como o Baader-Meinhof Gang e, em seguida, ouviu falar dele novamente um pouco mais tarde a partir de uma fonte totalmente diferente.</p>
<p>Leitores de repente começaram a enviar suas próprias versões do fenômeno, que rapidamente veio a ser conhecido como fenômeno Baader-Meinhof .</p>
<p>De acordo com o renomado cientista social Brian Townsend, este &#8220;fenômeno&#8221; é apenas um resultado da nossa percepção limitada do nosso entorno.</p>
<p>Este fenômeno é muito semelhante com aquela situação de pensar em comprar algo e logo em seguida começar a perceber que várias pessoas tem a mesma coisa. Talvez eu poderia dar o nome de fenômeno Ford Ecosport preto. <img src='http://www.gluon.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  No momento que você se decide pela compra do modelo, começa a ver dezenas de Ecosports pelas ruas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Ache o homem no café</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2008/09/24/ache-o-homem-no-cafe/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 14:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desafios e jogos]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa brincadeira já está na internet a um bom tempo. Hoje recebi ela novamente e demorei mais um pouco para encontrar o tal homem no café. Normalmente a mensagem vem acompanhada de um texto que informa que se você demorar para encontrar o homem é sinal de que tem um hemisfério direito do cérebro pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa brincadeira já está na internet a um bom tempo.<br />
Hoje recebi ela novamente e demorei mais um pouco para encontrar o tal homem no café.</p>
<p>Normalmente a mensagem vem acompanhada de um texto que informa que se você demorar para encontrar o homem é sinal de que tem um hemisfério direito do cérebro pouco desenvolvido. Não acredito muito nesta teoria.<br />
Mas a brincadeira é interessante.</p>
<p><strong>Observe a imagem abaixo e encontre o homem no café.</strong><br />
<img src="http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/homem-cafe.jpg" alt="" title="homem no cafe" width="355" height="244" class="alignnone size-full wp-image-1534" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Banco de cérebros</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2008/09/22/banco-de-cerebros/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 22:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentários]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>

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		<description><![CDATA[Doe seu cérebro, ele pode ser importante para a pesquisa científica. Aqui no blog já comentei sobre a ´Coleção de cérebros de cientistas russos´, que tinha como objetivo verificar quais características do cérebro poderiam representar a genialidade de um indivíduo. Saindo um pouco desta questão de ´busca da origem da genialidade´ os atuais bancos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Doe seu cérebro, ele pode ser importante para a pesquisa científica.</p>
<p>Aqui no blog já comentei sobre a ´<a href="http://www.gluon.com.br/blog/2008/07/24/cerebro-colecao/">Coleção de cérebros de cientistas russos</a>´, que tinha como objetivo verificar quais características do cérebro poderiam representar a genialidade de um indivíduo.</p>
<p>Saindo um pouco desta questão de ´busca da origem da genialidade´ os atuais bancos de cérebro procuram entender melhor os mecanismos atuantes em doenças mentais severas.<br />
Para alcançar este objetivo é necessário obter amostras de diversos cérebros, que podem elucidar, pela observação de informações neuroanatômicas e químicas, as diferenças existentes entre um cérebro normal e um acometido por alguma doença.</p>
<p>Uma das divulgadoras da campanha por doação de cérebros é a neurocientista Jill Bolte Taylor. No entanto, em 1996 a sua tarefa foi interrompida por um severo derrame que a deixou incapacitada por diversos anos.<br />
Jill Taylor escreveu o livro <strong><a href="http://www.ediouro.com.br/acientista/">A cientista que curou seu próprio cérebro</a></strong>, no qual narra o que sentiu no momento do derrame e como conseguiu gradualmente recuperar as funções cerebrais.</p>
<p>Parte da história de Jill e do Banco de Cérebros é também tema do interessante documentário ´<em>Understanding: The Amazing Brain</em>´, nele é possível ver a Jill construindo um dos seus vitrais em forma de cérebro.<br />
<img src="http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/cerebro-vidro.jpg" alt="" title="cerebro vidro jill" width="230" height="175" class="alignnone size-full wp-image-1529" /></p>
<p>Faça a sua doação:<br />
<a href="http://www.brainbank.mclean.org/">http://www.brainbank.mclean.org/</a></p>
<p><em>Recebi o livro da Jill como cortesia da <strong>Editora Ediouro</strong>. Leia a resenha completa em</em><br />
<strong><a href="http://lablogatorios.com.br/massacritica/2008/resenha-cientista-que-curou-seu-proprio-cerebro/">http://lablogatorios.com.br/massacritica/2008/resenha-cientista-que-curou-seu-proprio-cerebro/</a></strong></p>
<p><a href="http://www.ediouro.com.br/acientista/"><img src="http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/cientista-curou-cerebro-capa.jpg" alt="" title="capa livro jill" width="150" height="227" class="alignnone size-full wp-image-1531" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mente artificial (agosto de 1962)</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2008/09/05/mente-rede-artificial/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2008/09/05/mente-rede-artificial/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 21:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Neurociências]]></category>

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		<description><![CDATA[(clique na imagem para ampliar) Mente artificial Experts em computadores continuam assegurando que o Homem e sua mente nunca serão substituídos por suas maravilhas eletrônicas. Mas um pequeno neurônio eletrônico em forma de rosquinha foi anunciado como um duplicador artificial de parte do sistema nervoso humano. E, de acordo com o Aeronutronic Division of Ford [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/mente-mechanixgr.jpg"><img src='http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/mente-mechanixpeq.jpg' alt='mente-mechanixpeq.jpg' /><br />
(clique na imagem para ampliar)</a><br />
Mente artificial</p>
<p>Experts em computadores continuam assegurando que o Homem e sua mente nunca serão substituídos por suas maravilhas eletrônicas. Mas um pequeno neurônio eletrônico em forma de rosquinha foi anunciado como um duplicador artificial de parte do sistema nervoso humano. E, de acordo com o Aeronutronic Division of Ford Motor Co., o dispositivo também realiza processos de aprendizagem</p>
<p>O invento é chamado de MIND ( Magnetic Integrator Neuron Duplicator ).</p>
<p>Como uma célula viva o MIND pode lembrar experiências e aprender novos fatos sobre controle de um professor humano ou mecânico. O sistema foi modelado conforme a junção sináptica dos tecidos nervosos humanos ou animais, selecionando os sinais disponíveis e passando alguns de uma célula para a outra.</p>
<p>Joseph Hawkins, gerente da Aero-nutronic’s Self-Organizing Machines Department, alerta, &#8220;estamos ainda muito longeda complexidade do cérebro humano com seus aproximadamente 10 bilhões de neurônios&#8221;. Embora o MIND seja somente um quarto do tamanho de uma moeda, um número correspondente deles empilhados resultaria em uma pilha de 128.000km, afirma ele. Mas o baixo custo e alta velocidade do MIND permitirão a produção de redes neurais artificia muito maiores do que as construídas até hoje.</p>
<p><a href="http://blog.modernmechanix.com/2008/06/13/artificial-mind—next-from-science/">http://blog.modernmechanix.com/2008/06/13/artificial-mind—next-from-science/<br />
</a></p>
<p><small>Original (English) content from Modern Mechanix (<strong><a href="http://blog.modernmechanix.com/">http://blog.modernmechanix.com/</a></strong>). Content translated with permission, but portuguese text not reviewed by the original author. Please do not distribute beyond this site without permission from both author and translator. </small></p>
<p><strong>OBS: matéria publicada em 1962!</strong></p>
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