<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Glúon  /blog &#187; Exobiologia</title>
	<atom:link href="http://www.gluon.com.br/blog/category/exobiologia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.gluon.com.br/blog</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 09 Jan 2012 12:45:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Plantas em outros planetas &#8211; Scientific American Brasil</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2008/04/23/plantas-cor-planetas-sciam/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2008/04/23/plantas-cor-planetas-sciam/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 13:12:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exobiologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gluon.com.br/blog/2008/04/23/plantas-cor-planetas-sciam/</guid>
		<description><![CDATA[Em março de 2007, Nancy Kiang publicou um artigo descrevendo as possíveis diferenças em plantas que poderiam existir em outros planetas. O artigo foi publicado originalmente na revista Astrobiology. http://www.gluon.com.br/blog/2007/04/16/plantas-planetas/ Spectral Signatures of Photosynthesis. I. Review of Earth Organisms Nancy Y. Kiang, Janet Siefert, Govindjee, Robert E. Blankenship Astrobiology Mar 2007, Vol. 7, No. 1: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/04/capa-sciam-abril-2008.jpg' alt='capa da scientific american abril' /><br />
Em março de 2007, Nancy Kiang publicou um artigo descrevendo as possíveis diferenças em plantas que poderiam existir em outros planetas. O artigo foi publicado originalmente na revista Astrobiology.<br />
<strong><a href="http://www.gluon.com.br/blog/2007/04/16/plantas-planetas/">http://www.gluon.com.br/blog/2007/04/16/plantas-planetas/</a><br />
<em>Spectral Signatures of Photosynthesis. I. Review of Earth Organisms</em></strong><br />
<em>Nancy Y. Kiang, Janet Siefert, Govindjee, Robert E. Blankenship<br />
Astrobiology Mar 2007, Vol. 7, No. 1: 222-251.</em><br />
Agora a mesma autora assina uma matéria de capa na Scientific American Brasil deste mês.<br />
É um assunto que vale a leitura, pois levanta diversas considerações sobre as variedades de possíveis desenvolvimentos biológicos em um planeta, que seriam determinadas pelas condições físico-químicas do ambiente.<br />
O sumário da edição deste mês está disponível em<br />
<a href="http://www2.uol.com.br/sciam/sumario/">http://www2.uol.com.br/sciam/sumario/</a><br />
O texto em inglês está disponível em<br />
<a href="http://www.sciam.com/article.cfm?id=the-color-of-plants-on-other-worlds">http://www.sciam.com/article.cfm?id=the-color-of-plants-on-other-worlds</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gluon.com.br/blog/2008/04/23/plantas-cor-planetas-sciam/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Astrobiologia e as origens da vida</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2007/04/21/origem-vida-astrobiologia/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2007/04/21/origem-vida-astrobiologia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Apr 2007 19:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exobiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gluon.com.br/blog/2007/04/21/origem-vida-astrobiologia/</guid>
		<description><![CDATA[Astrobiologia é um outro nome para o campo da exobiologia. O vídeo abaixo é uma parte do programa COSMOS (California State Summer School for Mathematics and Science). Apesar do mesmo nome, não tem relação direta com os documentários realizados por Carl Sagan. A palestra foi realizada por David Deamer.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Astrobiologia é um outro nome para o campo da exobiologia.<br />
O vídeo abaixo é uma parte do programa COSMOS (California State Summer School for Mathematics and Science). Apesar do mesmo nome, não tem relação direta com os documentários realizados por Carl Sagan.</p>
<p>A palestra foi realizada por David Deamer.<br />
<embed style="width:360px; height:326px;" id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=3838373389890581696&#038;hl=en" flashvars=""> </embed></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gluon.com.br/blog/2007/04/21/origem-vida-astrobiologia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cores de plantas em outros planetas</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2007/04/16/plantas-planetas/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2007/04/16/plantas-planetas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2007 08:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exobiologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gluon.com.br/blog/2007/04/16/plantas-planetas/</guid>
		<description><![CDATA[Se existissem plantas em outros planetas, quais seriam as cores predominantes das folhas?! Essa pergunta ganha sentido quando se investiga a existência de outros planetas fora do sistema solar. Vários (mais de 200) planetas já foram descobertos, mas ainda não existem informações precisas de como são e o que existe neles. Para refinar a investigação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/04/plantas-vermelhas.jpg' alt='cores folhas plantas' /><br />
Se existissem plantas em outros planetas, quais seriam as cores predominantes das folhas?!<br />
Essa pergunta ganha sentido quando se investiga a existência de outros planetas fora do sistema solar. Vários (mais de 200) planetas já foram descobertos, mas ainda não existem informações precisas de como são e o que existe neles.<br />
Para refinar a investigação e tentar saber se existe algum tipo de vida nestes planetas é necessário ter uma idéia de como seriam possíveis plantas que poderiam existir na superfície. Isto porque as plantas poderiam modificar o espectro da luz refletida pelo planeta.<br />
A pesquisa foi conduzida pelo biometeorologista Nancy Kiang, que trabalha no Instituto Goddard para estudos espaciais, da Nasa. Kim explica que as cores dominantes podem ser amarelo, ou laranja, ou ainda o vermelho.<br />
Na Terra, as plantas absorvem a luz azul porque é bastante energética, e a luz vermelha por ter  fótons em abundância nesta faixa. A faixa do espectro refletida (e não utilizada) é a verde, por isso vemos as folhas nesta cor.<br />
Para investigar qual a probabilidade de ter outras cores de plantas, os pesquisadores precisaram levar em conta diversos fatores, como o tamanho e espectro emitido por diversas estrelas, também sobre diferentes possibilidades de atmosfera em outros planetas, elvando em conta a possível presença de ozônio, dióxido de carbono e vapor d&#8217;água.<br />
<strong><a href="http://www.astrobio.net/news/modules.php?op=modload&#038;name=News&#038;file=article&#038;sid=2299">http://www.astrobio.net/news/modules.php?op=modload&#038;name=News&#038;file=article&#038;sid=2299</a></strong></p>
<p><strong>Spectral Signatures of Photosynthesis. I. Review of Earth Organisms</strong><br />
Nancy Y. Kiang, Janet Siefert,  Govindjee, Robert E. Blankenship<br />
Astrobiology Mar 2007, Vol. 7, No. 1: 222-251.<br />
&#8211;<br />
<strong>Spectral Signatures of Photosynthesis. II. Coevolution with Other Stars And The Atmosphere on Extrasolar Worlds</strong><br />
Nancy Y. Kiang, Antígona Segura, Giovanna Tinetti,  Govindjee, Robert E. Blankenship, Martin Cohen, Janet Siefert, David Crisp, Victoria S. Meadows<br />
Astrobiology Mar 2007, Vol. 7, No. 1: 252-274.<br />
<strong><a href="http://www.liebertonline.com/toc/ast/7/1">http://www.liebertonline.com/toc/ast/7/1</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gluon.com.br/blog/2007/04/16/plantas-planetas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comunicação primitiva com extraterrestres</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2007/01/29/comunicar-et/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2007/01/29/comunicar-et/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2007 05:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exobiologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gluon.com.br/blog/2007/02/04/comunicar-et/</guid>
		<description><![CDATA[A idéia de se manter contato com algum tipo de inteligência extraterrestre é antiga. Algumas das primeiras táticas propostas são curiosas e engraçadas. No inicio se pensava que poderiam existir seres inteligentes na Lua ou então em Marte. Em 1820 o matemático Carl Friedrich Gauss propôs que fossem plantadas vastas florestas em formas de quadrados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A idéia de se manter contato com algum tipo de inteligência extraterrestre é antiga. </p>
<p>Algumas das primeiras táticas propostas são curiosas e engraçadas. No inicio se pensava que poderiam existir seres inteligentes na Lua ou então em Marte.</p>
<p>Em 1820 o matemático Carl Friedrich Gauss propôs que fossem plantadas vastas florestas em formas de quadrados que representassem um triângulo retângulo. Deste modo extraterrestres poderiam visualizar a estrutura com um telescópio e perceber que os humanos têm o conhecimento do Teorema de Pitágoras.<br />
<img id="image580" src="http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/01/triangulo_retangulo.jpg" alt="triangulo retangulo pitagoras" /></p>
<p>Em 1840 Joseph von Littrow, diretor do Observatório de Vienna, sugeriu cavar uma vala circular de 30km de diâmetro no deserto do Saara. A vala seria enchida com água e querosene e depois seria ateado fogo para sinalizar nossa presença para outros mundos. Outras formas de valas poderiam indicar que somos inteligentes. </p>
<p>Em 1869 o francês Charles Cros concebeu a idéia de contruir um imenso espelho para focar a luz do Sol e queimar a superfície de Marte com números. Outro plano era estabelecer uma rede de espelhos em algumas cidades européias para simular a forma da constelação da Ursa Maior (Big Dipper) para os marcianos.</p>
<p>Mais histórias em<br />
<strong><a href="http://www.bigear.org/vol1no4/ozma.htm">http://www.bigear.org/vol1no4/ozma.htm</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gluon.com.br/blog/2007/01/29/comunicar-et/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Terraformar Marte em 1000 anos</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2007/01/22/terraformacao-marte/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2007/01/22/terraformacao-marte/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2007 04:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exobiologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gluon.com.br/blog/2007/01/22/terraformacao-marte/</guid>
		<description><![CDATA[Terraformação é a transformação de um planeta ou qualquer outro corpo celeste para que tenha condições de ser habitado por humanos. Esse tipo de procedimento nunca foi tentado e ainda vai demorar muito para acontecer. O plano para terraformar Marte em seis etapas, desenvolvido por Robert Zubrin, demoraria 1000 anos para ser completado. O que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img id="image558" src="http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/01/terraformacao.jpg" alt="terraformacao marte" /><br />
Terraformação é a transformação de um planeta ou qualquer outro corpo celeste para que tenha condições de ser habitado por humanos. Esse tipo de procedimento nunca foi tentado e ainda vai demorar muito para acontecer.<br />
O plano para terraformar Marte em seis etapas, desenvolvido por Robert Zubrin, demoraria 1000 anos para ser completado. O que é razoável, já que o processo é complicado e gigantesco.<br />
O plano para Marte inclui ajustar a quantidade de água, CO2 e oxigênio para que os residentes do planeta não necessitem usar roupas especiais para vagar pela superfície.<br />
As etapas propostas por Zubrin são:</p>
<p><strong>Passo 1</strong><br />
-Opção a- Espelho em órbita &#8211; um espelho com diâmetro de vários quilômetros poderia garantir um equilíbrio térmico na variante temperatura de Marte<br />
-Opção b- Impactar asteróides &#8211; dirigir asteróides de encontro à Marte para conseguir energia suficiente para derreter água no subssolo do planeta. Além disso o asteróide poderia garantir material para enriquecer a pobre atmosfera.<br />
-Opção c- Efeito estufa &#8211; artificializar a presença de gases que causem um efeito estufa em Marte garantiria uma temperatura adequada. Mesmo na Terra um efeito estufa (não artificial) garante que a temperatura do nosso planeta não seja tão baixa.</p>
<p><strong>Passo 2</strong><br />
- Liberar CO2 do solo marciano &#8211; aquecendo o solo seria possível extrair este gás e em 50 anos seria garantida a quantidade necessária</p>
<p><strong>Passo 3</strong><br />
- Plantações &#8211; plantas em estufas especiais poderiam retirar o CO2 da atmosfera e conseguir a liberação de oxigênio. Mas o processo deve começar com organismos simples. Uma vez tendo uma temperatura por volta de 32 Celsius, água líquida poderia estar disponível, facilitando  as próximas etapas.</p>
<p><strong>Passo 4</strong><br />
- Colheita &#8211; as plantas mortas devem ser impedidas de retonar como CO2 para a atmosfera. Neste caso o sequestro do carbono com a colheita seria uma boa solução.</p>
<p><strong>Passo 5</strong><br />
- Aguardar &#8211; em 1000 anos poderiamos ter um planeta minimamente habitável.</p>
<p>Certamente todo esse processo é muito mais complicado do que tentar manter a Terra em condições habitáveis.</p>
<p><strong><a href="http://www.spacescan.org/entry/are-you-ready-to-colonize-mars-in-1000-years/">http://www.spacescan.org/entry/are-you-ready-to-colonize-mars-in-1000-years/</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gluon.com.br/blog/2007/01/22/terraformacao-marte/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>19</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cite des Sciences</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2007/01/20/museu-ciencias-paris/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2007/01/20/museu-ciencias-paris/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Jan 2007 22:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exobiologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gluon.com.br/blog/2007/01/20/museu-ciencias-paris/</guid>
		<description><![CDATA[No domingo passado visitei o &#8216;Cité des Sciences et de l&#8217;Industrie&#8217;. É um museu de ciências em Paris. As exposições são bem interativas e é possível manipular vários experimentos de física. No dia em que fui a exposição temporária em destaque era sobre a possibilidade de vida fora da Terra. A abordagem foi, da cultura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No domingo passado visitei o &#8216;Cité des Sciences et de l&#8217;Industrie&#8217;.<br />
É um museu de ciências em Paris. As exposições são bem interativas e é possível manipular vários experimentos de física.<br />
No dia em que fui a exposição temporária em destaque era sobre a possibilidade de vida fora da Terra. A abordagem foi, da cultura pop que fala sobre os extraterrestres, pela demonstração de seres curiosos que vivem aqui na Terra e sobre especulações de como poderia ser a vida em outro planeta.<br />
Aproveitei e comprei o livro &#8216;À la recherche d&#8217;une vie extraterrestre&#8217;.<br />
<img id="image555" src="http://www.gluon.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/01/vie.jpg" alt="vie extraterrestre book" /><br />
Acabei de ler e achei muito resumido, mas o interessante é que o livro é atual e fornece informações recentes sobre a pesquisa feita em Marte.<br />
Fotos da visita podem ser vistas no link<br />
<strong><a href="http://picasaweb.google.com/luisbrudna/CiteDesSciences">http://picasaweb.google.com/luisbrudna/CiteDesSciences</a><br />
</strong><br />
Uma amostra&#8230;<br />
<a href="http://picasaweb.google.com/luisbrudna/CiteDesSciences/photo#5022231695692349922"><img src="http://lh4.google.com/image/luisbrudna/RbKNHklzQeI/AAAAAAAABVs/sPsjyKxFGBo/s288/DSC00988.JPG"/></a><br />
&#8211;<br />
<a href="http://picasaweb.google.com/luisbrudna/CiteDesSciences/photo#5022233082966786914"><img src="http://lh3.google.com/image/luisbrudna/RbKOYUlzQ2I/AAAAAAAABYs/W5lhs8KSmgI/s288/DSC01023.JPG"/></a><br />
&#8211;<br />
<a href="http://picasaweb.google.com/luisbrudna/CiteDesSciences/photo#5022233181751034770"><img src="http://lh6.google.com/image/luisbrudna/RbKOeElzQ5I/AAAAAAAABZE/Dq9WS5FoTNw/s288/DSC01027.JPG"/></a><br />
&#8211;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gluon.com.br/blog/2007/01/20/museu-ciencias-paris/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nós, os marcianos, artigo de Marcelo Gleiser</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2006/08/28/marcianos-marcelo-gleiser/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2006/08/28/marcianos-marcelo-gleiser/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2006 21:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exobiologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gluon.com.br/blog/2006/08/28/marcianos-marcelo-gleiser/</guid>
		<description><![CDATA[Mas os marcianos não ficaram apenas na ficção. A possibilidade de que a vida tenha existido e ainda exista em Marte é foco de pesquisas realizadas por cientistas no mundo inteiro. http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=40278]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.gluon.com.br/blog/imagens/marcianos.jpg' alt='marcianos' /><!--adsense--><br />
<em>Mas os marcianos não ficaram apenas na ficção. A possibilidade de que<br />
a vida tenha existido e ainda exista em Marte é foco de pesquisas realizadas por cientistas no mundo inteiro.</em><br />
<strong><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=40278" target=_blank >http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=40278</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gluon.com.br/blog/2006/08/28/marcianos-marcelo-gleiser/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Razões para a falha do SETI</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2006/08/26/falha-seti/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2006/08/26/falha-seti/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2006 05:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exobiologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gluon.com.br/blog/2006/08/26/falha-seti/</guid>
		<description><![CDATA[O SETI ( Search for Extraterrestrial Intelligence ) é um projeto de busca de vida inteligente fora da Terra. Até o momento nenhum tipo de sinal foi encontrado. Alguns dos possíveis motivos da falha: 1 &#8211; A tecnologia utilizada para a detecção é ultrapassada 2 &#8211; Se sociedades com altas tecnologias ou máquinas pensantes estivessem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.gluon.com.br/blog/imagens/seti.jpg' alt='antenas seti' /><!--adsense--><br />
 O SETI ( Search for Extraterrestrial Intelligence ) é um projeto de busca de vida inteligente fora da Terra. Até o momento nenhum tipo de sinal foi encontrado.<br />
Alguns dos possíveis motivos da falha:<br />
1 &#8211; A tecnologia utilizada para a detecção é ultrapassada<br />
2 &#8211; Se sociedades com altas tecnologias ou máquinas pensantes estivessem colonizando o espaço, já teriam nos encontrado. Certamente estamos sozinhos.<br />
3 &#8211; Os alienígenas não tem o mínimo interesse em comunicação com os humanos. Somos muito destruidores.<br />
4 &#8211; O SETI está procurando nos lugares errados.<br />
Mais explicações no link<br />
<strong><a href="http://space.com/searchforlife/seti_thursday_060720.html" target=_blank >http://space.com/searchforlife/seti_thursday_060720.html</a></strong></p>
<p>Leia mais neste blog<br />
<a href="http://www.gluon.com.br/blog/2005/07/14/estamos-sozinhos/">Estamos sozinhos?</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gluon.com.br/blog/2006/08/26/falha-seti/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estaremos sozinhos no Universo?</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2006/07/26/sozinhos-universo/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2006/07/26/sozinhos-universo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2006 22:57:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exobiologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gluon.com.br/blog/?p=327</guid>
		<description><![CDATA[(&#8230;) Em função, contudo, do gigantesco tamanho do Universo conhecido, e da sua idade provável, 13,4 bilhões de anos (de acordo com os cálculos mais recentes com base no modelo do Big Bang), é quase certo que a Biogênese tenha ocorrido várias vezes no passado. (&#8230;) Com a inexistência de dados confiáveis é prematura qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.gluon.com.br/blog/imagens/universo2.jpg' alt='universo 2 ' /><!--adsense#Admaior--><br />
<em>(&#8230;)<br />
Em função, contudo, do gigantesco tamanho do Universo conhecido, e da sua idade provável, 13,4 bilhões de anos (de acordo com os cálculos mais recentes com base no modelo do Big Bang), é quase certo que a Biogênese tenha ocorrido várias vezes no passado.<br />
(&#8230;)<br />
Com a inexistência de dados confiáveis é prematura qualquer tentativa de se fazer previsões quantitativas, mas um palpite razoável é que outros sistemas planetários habitados por seres vivos devem situar-se muito longe, mesmo em perspectiva astronômica, aqui da Terra.</em><br />
Leia mais<br />
<strong><a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=39429" target=_blank >http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=39429</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gluon.com.br/blog/2006/07/26/sozinhos-universo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O que é vida?</title>
		<link>http://www.gluon.com.br/blog/2005/11/19/definir-vida/</link>
		<comments>http://www.gluon.com.br/blog/2005/11/19/definir-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Nov 2005 06:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gluon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Exobiologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.gluon.com.br/blog/2005/11/19/definir-vida/</guid>
		<description><![CDATA[Para poder procurar ou teorizar sobre a possibilidade de vida fora da Terra é necessário primeiro ter uma boa definição do que é vida. Em um artigo publicado na Plos Biology, Chris P. McKay, faz um apanhado sobre o assunto. What Is Life—and How Do We Search for It in Other Worlds? http://dx.doi.org/10.1371/journal.pbio.0020302]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para poder procurar ou teorizar sobre a possibilidade de vida fora da Terra é necessário primeiro ter uma boa definição do que é vida.<br />
Em um artigo publicado na Plos Biology, Chris P. McKay, faz um apanhado sobre o assunto.<br />
<em>What Is Life—and How Do We Search for It in Other Worlds?</em><br />
<strong><a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pbio.0020302">http://dx.doi.org/10.1371/journal.pbio.0020302</a></strong></p>
<p><!--adsense--></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.gluon.com.br/blog/2005/11/19/definir-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>40</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

