SUBJECT: Re: [ciencialist] Oxford Companion
FROM: Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/03/2015 17:57


Pibófilo, 
não é LIMPEZA e sim ARRUMAÇÃO. 

Essa arrumação consiste NUM PASSO ALÉM do que os editores oxfordianos fizeram. 
Esse passo é legítimo porque há discordâncias evidentes na obra. 
As discordâncias são inerentes ao conteúdo - filosofia é a "ciência das discordâncias". No dia em que houver consenso entre os filósofos, a filosofia morre. 

Não há necessidade de nenhuma "capacitação extraordinária".  Inúmeras definições e conceitos das palavrinhas que escolhemos JÁ FORAM CRIADAS. O nosso trabalho se resume a uma ANÁLISE LÓGICA do que já foi produzido. 
A diferença em relação aos filosofos é que nós não vamos fazer filosofia discutindo o pensamento de cada autor. Isso já foi feito no livrão. No próprio prefácio o editor preparou o terreno para nós, quando falou com esta surpreendente franqueza sobre as dissensões entre os autores: 

As a result, this book cannot be wholly consistent. Even with fewer than 248 contributors, if
they were as committed to their views as philosophers usually are, and no doubt should be,
there would be disagreement. There would be disagreement if the book was limited to the
thirty-two Oxford philosophers in it, or, say, the various Californians. As it is, there are
entries, occasionally cheek by jowl, that fight among themselves, or at any rate jostle. As an
editor, I have not tried too hard to subdue or get between my colleagues. (Nor have I bullied
them about what sort of thing to put into the bibliographies at the ends of their entries, or
ruthlessly excluded an entry whose subject is also treated, somewhat differently, somewhere
else.) To do so would have produced more decorum but less truth about philosophy. It would also have touched what I hope is another recommendation of the book: it has not only different views but different voices in it.

O nosso trabalho não seria fruto de MAIS UMA VISÃO FILOSÓFICA, mas simplesmente de uma ANÁLISE LÓGICA - ou lógico-cientifica. 

Me ocorreu agora de enviarmos para o editor o que produzirmos em relação a uma única palavra: Método, por ser certamente uma das mais vitimadas pela confusão. 

absmc 







On Ter 03/03/15 17:31 , "'Pesky Bee' peskybee2@gmail.com [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 

Calilzófilo, tu não achas que para fazer uma pretensa
"limpeza" no trabáio dos diversos qualificadérrimos editores
Oxfordianos seria preciso ter, no mínimo, um caminhão Scania
de conhecimentos e capacitações extraordinófilas? E será que
nós teríamos tudo isso nas costas? Óia que eu tô com um
pouco de dúvida disso...
 
*PB*
 
 
 
Sent: Tuesday, March 03, 2015 5:11 PM
Subject: [ciencialist] Oxford Companion
 


Very interesting, Mr. PB.

Vamos esclarecer a questão com a precisão necessária:

a) A turma do Oxford fez um excelente trabalho que mostra a confusão do barraco. Para colocar ordem no barraco é necessário este trabalho oxfordiano prévio. 
b) O que podemos fazer é propor ao Mr. Oxford que faça um novo mutirão semântico agora com o objetivo de criar uma unica definição para cada elemento do barraco, o que estamos fazendo no nosso laboratório com 30 termos.  10 seriam suficientes para ilustrar a metodologia e os resultados alcançados. Cada definição será acompanhada dos inúmeros conceitos do barraco.  Vamos recolher tudo que o Oxford escreveu sobre a palavra método, acrescentar o que faltou e criar uma definição - ou adotar alguma já existente, com alguma modificação. Foi assim que chegamos à definição de conceito como "representação logico-matemática da essência do objeto" - o conceito de conceito como representação já existia na literatura. Ocorre porém que eu não fiz o registro dos elementos encontrados no barraco, o que estamos fazendo agora.

Importante: as falhas conceituais não são do Oxford e sim da linguagem adotada pelos filósofos. Ao invés de criticar o OXFORD devemos elogiar - porque realmente o trabalho foi muito bem feito - e propor uma outra abordagem para um novo produto.
Thanks
MC




Em Ter 03/03/15 16:11, Pesky Bee peskybee2@gmail.com [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
Calilzóvsky, tu estás a dizêire que se o mané seguir
apenasmente o Oxford Companion, ele ainda assim estará
utilizando uma referência cheia de "confusão no barraco"?
Será que se tu falares isso para os editores desse macro-livrão
eles irão gostar? Será que tu conseguirias convencê-los
de que aquela trabalheira do cão que eles tiveram ainda
contém um montaralhão de "falhas conceituais"? Santa
madrecita da unha encravada do pé torto!
*PB*
Sent: Tuesday, March 03, 2015 4:01 PM
Subject: Re: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2


Fez "ISSO" o que cara pálida?
O Oxford Companion é apenas uma importante referência para o que estamos fazendo e que ele não fez, que é botar ordem no barraco das definições. Ele só mostra a confusão do barraco. Eu já disse isso umas 20 vezes. Porém agora percebi que preciso JUSTIFICAR MAIS CLARAMENTE ESSA ARRUMAÇÃO DO BARRACO, que consiste em: selecionar as definições mais sensatas e compor uma unica definição. Ai de novo você perguntaria - para que fazer isso? Aí de novo eu responderia: para criar um modelo de comunicação baseado na lógica e precisão.
Parece então que essa justificativa é essencial, senão muita gente vai achar que tudo não passa de um diletantismo.

PORTANTO, PESKY BEE, VOCÊ NOS ALERTOU PARA A NECESSIDADE DE EXPLICAR MELHOR E JUSTIFICAR MELHOR O QUE ESTAMOS FAZENDO, já que o nosso mundo acadêmico e não acadêmico aderiu à "patologia da normalidade" - é normal uma palavra ter 30 significados diferentes e cada um usar o significado de sua preferência.

Thanks
​MC

Em Ter 03/03/15 15:14, Pesky Bee peskybee2@gmail.com [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
É o Oxford Companion to Philosophy, tomo com mais de 1.000 páginas que apresenta de maneira ampla e até detalhada definições de termos essenciais para uma Teoria do Conhecimento
Mas Calilzóvsky, homem de Zeus, então se o Oxford já fez
isso tudo, porque refazer? Não seria melhor gastar tempo com
outras coisófilas? Bola prá frente, meu fío (é também o
que diz todo homem que senta-se de forma abrupta e descuidada).
*PB*
Sent: Tuesday, March 03, 2015 12:53 PM
Subject: Re: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2


Oi Homero.
Vamos ver se nesta mensagem você acrescenta um argumento novo para o contraditório.
Não existe nenhum argumento novo, afora a desqualificação de um trabalho que está sendo feito com empenho e seriedade.
Mas, ambiguamente, ao mesmo tempo que você desqualifica diz o seguinte:

É portanto, CLARO que para elementos abstratos a definição se torna mais útil, mais necessária.

É o que estamos fazendo: botando ordem no barraco das definições que poluem dicionários e livros de ciência e filosofia. Como no grupo predominam as "pauladas conceituais" estou colhendo o parecer de algumas pessoas fora do grupo que estão colaborando. Nesta semana recebi essa dica muito interessante:


"Veja na Oxford University Press um trabalho que pode interessar o amigo na busca pela precisão de e na Linguagem. É o Oxford Companion to Philosophy, tomo com mais de 1.000 páginas que apresenta de maneira ampla e até detalhada definições de termos essenciais para uma Teoria do Conhecimento, inclusive alinhando contradições e percorrendo algumas das tuas preocupações legítimas com o tema"

Vou selecionar alguns trechos desta livrão e traduzir, para a revisão do Dr. Alberto.

Abraços
Mtnos Calil
Ps. O nobre amigo e oráculo está desculpado. 


Em Ter 03/03/15 12:14, oraculo@atibaia.com.br [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
Desculpe Mtnos, mas não quero, e não vou, dar corda para essa discussão sem fim.:- ) Ainda acho, afirmo, que se perderam e estão apenas trocando chumbo sem sentido ou objetivo. Apenas para reforçar meu ponto:
ALP - Vamos então REFORÇAR a diferença entre termos concretos e abstratos para deixar claro que a confusão semântica afetou muitissmo mais os abstratos do que os concretos.
CLARO que afetam, EVIDENTEMENTE que afetam, os termos abstratos mais que concretos! É esse tipo de obviedade que perturba e atrapalha o processo de “comunicação” deste “debate”. Ao definir termos que se aplicam a elementos concretos eu posso MOSTRAR o elemento, uma cadeira por exemplo. E podemos partir a definição desse exemplo concreto, o que facilita muito a comunicação.
Na falta de um acordo sempre se pode mostrar os elementos concretos, e “comunicar” a ideia, ainda que no “degrade” existam elementos que não se encaixam da mesma forma que os exemplos.
É assim que crianças aprendem em primeiro lugar, mostre uma cadeira, não é preciso “definir” uma cadeira. Eventualmente ela cresce e seu mundo se torna mais amplo e mais complexo, e ela encontrará elementos, concretos, que não se encaixam na “definição” mental que ela tem de cadeira, ou que estão sob discussão, alguns dizem que é uma cadeira outros que não.
Não posso EVIDENTEMENTE mostrar o “bom” ou a “honra” para uma criança e dizer, veja, isto é um ‘bom” e isto é uma “honra”. E portanto, CLARO que para elementos abstratos a definição se torna mais útil, mais necessária. Mas isso em nada muda o fato de que será usada para comunicar uma ideia ou conceito, e não muda o fato que estão se perdendo em questiúnculas sem sentido, tertúlias flácidas, discutindo o sexo dos anjos, sem comunicar nada nem coisa alguma. E não muda o fato de que, mesmo sem nenhuma definição, a maioria das pessoas acaba compreendendo os conceitos de “bom” e “honra” pelo contexto em que são aplicados, pelo uso, etc.
Parar o “debate” para, em vez de responder a minhas afirmações, se desviar e se perder, de novo, em algo ÓBVIO, definir coisas abstratas é mais difícil e complexo que definir coisas concretas, é um exemplo claro do que estou afirmando. Um Q.E.D. violentamente claro.:-)
Então, desculpe Mtnos, não vejo como este “debate” possa produzir algo de útil ou que tenha qualquer objetivo além de trocar frases elaboradas pela eternidade.
Um abraço.
Homero
Sent: Monday, March 02, 2015 5:40 PM
Subject: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2
 
Definição do verbo definir, segundo Aurélio"
"Enunciar os atributos essenciais e especificos de (uma coisa), de modo que a torne inconfundível com outra."
=================================================
Boa Homero.
Vamos aproveitar o que há de bom no contraditório deixando as questinculas pessoais de lado.
Passo a palavra para o ALP
Homero - Abstratos ou concretos, criamos termos para comunicar uma ideia, e definimos para aumentar a precisão desta comunicação. Em resumo, é isso. É a base da linguagem, sua natureza primária, primitiva. Um som, um equivalente mental para este som, e podemos todos fugir juntos do predador, ou parar antes de cair no abismo, ou chamar outro para se reunir a nós. Com o tempo, deixamos de apenas nomear coisas, para nomear ações, e mesmo ideias bem abstratas, como bom e mau, certo e errado, etc.
ALP - Vamos então REFORÇAR a diferença entre termos concretos e abstratos para deixar claro que a confusão semântica afetou muitissmo mais os abstratos do que os concretos. Simples assim! E não fosse assim, jamais poderiamos pensar na ressignificação dos termos vitimados. Foram apenas cerca de mil. Escolhemos 30 para testar uma metodologia de ressignificação. (escolhi aqui "incoscientemente" o termo metodologia no lugar de método - a propósito, o significado ainda hoje atribuido ao termo metodologia significando "estudo dos métodos" é anacronicamente etimológico. A metodologia pode ser um conjunto de procedimentos para estudar qualquer coisa e não apenas os métodos.

Homero - Quanto mais elaborada a comunicação, maior a necessidade de definir com mais precisão, mas sempre dentro do limite da razão e da lógica, e sempre com o objetivo final em mente, comunicar algo, uma ideia ou conceito. E não, não importa se definimos termos abstratos ou concretos, a função e o processo é o mesmo.
ALP - É ISSO MESMO, HOMERO: ACERTASTE NA MOSCA ( da espécie semantóide). Então para DEFINIR ( o próprio termo sugere)  palavras como MÉTODO não podemos e não devemos atribuir-lhes inúmeros significados criando uma confusão na mente dos membros da nossa querida e sofrida espécie. EIS COMO O AURÉLIO DEFINIU O VERBO DEFINIR:
DEFINIR:  Enunciar os atributos essenciais e especificos de (uma coisa), de modo que a torne inconfundível com outra. 
Obs. Está aí a prova cabal de que os dicionários não têm a função de definir as palavras, se aceitarmos essa definição sugerida para o verbo definir, a qual eu, ALP, aprovo com o maximo de louvor lógico-matemático!
Até o Aurélio está ratificando (com "a" e não com "e" depois do "r") o nosso novo modelo comunicacional!
HOMERO - E chamar de “mitologia científica”, deixa bastante claro seu objetivo, não?.:-)
ALP - AGORA VOCÊ ERROU "REDONDAMENTE" - O objetivo da matematização da linguagem é precisamente o de tornar a comunicação cientifica, como por exemplo ela é na linguagem médica. Não é para você substituir a sua linguagem por outra e sim fazer uso de um outro modelo nas circusntâncias em que a clareza e a precisão se fizerem  necessárias. Entendeu agora?  OOPSSS... VIU COMO O CONTRADITÓRIO FUNCIONA? Agora podemos falar em MODELO DE COMUNICAÇÃO baseado na lógica e  na precisão. 
Obs. Existem duas categorias de cientistas: os mitológicos e os não mitológicos. Um exemplo dos mitológicos é o cientista quantofrênico que tem uma paixão desmedida pelas medições...
Viu cara pálida? Como você está inspirador hoje? Precisamos explorar melhor o seu potencial de inspiracionice.
(SE TODOS OS LIVROS DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA DA CIÊNCIA PASSASSEM POR ESSE PROCESSO DE CONTRADITÓRIO, QUANTOS EQUIVOCOS LÓGICOS DEIXARIAM DE SER PUBLICADOS? . Mais uma idéia surgiu:  fazer destes debates uma espécie de "manual do contraditório".
Com tantas pauladas que o nosso livrinho de definições cientificas está recebendo, ele terá um indice baixo de bobagens. Curioso isso:  o número de equivocos lógicos do livrinho será inversamente proporcional ao número de pauladas que receber! Não vejo a hora de começar a publicar esse debate no site do Mãos Limpas. O debate faz parte do próprio livro que vai sendo escrito AO LONGO DO CAMINHO. As pauladas fazem parte do livro! Olha aí, cara pálida: "definimos"
a função do grupo: DAR PAULADAS CONCEITUAIS!
E seus autores terão o crédito que merecerem! (o crédito não será em pauladas - aqui não funciona  a lógica instintiva do "olho por olho, dente por dente). Existe lógica instintiva ou inconsciente? Bem isso veremos quando chegar a vez da Lógica, do Insight e da Intuição.
Have a good week  and good thinkings.
Logical and rigorous analyst
=========================

On Seg 02/03/15 15:21 , "oraculo@atibaia.com.br [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 
ALP: “Que santa ingenuidade! - o homem cria palavras para vários fins, sendo um deles manipular seu semelhante. O homem é o manipulador do homem e usa a palavra para exercer essa vocação instintiva. A palavra também está a serviço dos instintos. ”
Q.E.D.:- )
Como dito, tertúlias flácidas para a dormecer bovinos.:- ) Está, de novo, tentando jogar com termos, para mudar de assunto  e manter uma discussão interminável. Para manipular é preciso comunicar, e para isso se usam palavras. Não muda minha alegação, nem a função dos termos e das definições destes termos. A palavra estar “a serviço dos instintos” também em nada ajuda ou é relevante para a questão, é apenas mais do mesmo. Sendo o mesmo, nada.:- )
Abstratos ou concretos, criamos termos para comunicar uma ideia, e definimos para aumentar a precisão desta comunicação. Em resumo, é isso. É a base da linguagem, sua natureza primária, primitiva. Um som, um equivalente mental para este som, e podemos todos fugir juntos do predador, ou parar antes de cair no abismo, ou chamar outro para se reunir a nós. Com o tempo, deixamos de apenas nomear coisas, para nomear ações, e mesmo ideias bem abstratas, como bom e mau, certo e errado, etc.
Quanto mais elaborada a comunicação, maior a necessidade de definir com mais precisão, mas sempre dentro do limite da razão e da lógica, e sempre com o objetivo final em mente, comunicar algo, uma ideia ou conceito. E não, não importa se definimos termos abstratos ou concretos, a função e o processo é o mesmo.
E chamar de “mitologia científica”, deixa bastante claro seu objetivo, não?.:-)
Reafirmo e reforço minha análise, são apenas tertúlias flácidas para adormecer bovinos. Desde que possamos definir o que eu quero dizer com bovinos, tertúlias e flácidas claro.:-)
Um abraço.
Homero
Sent: Monday, March 02, 2015 2:55 PM
Subject: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero

Homero - Criamos palavras e termos para comunicar de forma mais eficiente ideias e conceitos, e definimos para melhorar essa comunicação. E só.

ALP - Que santa ingenuidade! - o homem cria palavras para vários fins, sendo um deles manipular seu semelhante. O homem é o manipulador do homem e usa a palavra para exercer essa vocação instintiva. A palavra também está a serviço dos instintos.
Homero - Parece que alguns (...) pensam que devem existir, como Platão acreditava, absolutos perfeitos no mundo das “idéias” a que os termos se referem, e que a única forma de nos comunicarmos é se encontrarmos esses absolutos.
ALP - Desde quando Platão é referência para a Lógica e Precisão na Comunicação? Que confusão platônica, hein?
Homero -  Cadeira, por exemplo, não precis ser definida “ad nauseum” para que seja um termo útil e pertinente. Não existe uma “cadeira” ideal, nem uma forma de definir “cadeira” que se ajuste de forma absoluta a todos os objetos no mundo que possam ser, ou não, enquadrados nesse conceito. Se depender de definir “cadeira” dessa forma, jamais chegaremos a lugar algum e ficaremos enviando mensangens uns para os outros interminavelmente.
ALP -  MY GOD - quantas vezes já foi dito que a ressignificação dos termos em andamento se refere apenas aos termos abstratos?????????????????????????????????????????????? O número de vezes em que isso foi dito é equivalente ao numero de pontos de interrogação. (cadeira não é termo abstrato). 
Homero - Esse tipo de exercício mental insano pode ser um hobby interessante.
ALP - Insanidade é atribuir a um trabalho como este a qualidade de hobby interessante e ao mesmotempo insano (???)  Que regressão semântica, my God. Lógico-terapia urgente!
Homero - Apenas acho que deve ficar claro isso, que não é um debate racional real, legítimo, mas um esforço elaborado de discutir sem parar, sem objetivo e sem finalidade.:- )
ALP - Sem parar? O limite já foi fixado:  são apenas 30 os termos a serem definidos. (ou melhor RESSIGNIFICADOS, com base nos conceitos de ORDEM, LÓGICA, CLAREZA E PRECISÃO, que são alguns dos postulados da mitologia cientifica.  - rsrsrsrs.  Daqui a aproximadamente 3 anos vamos parar. 3 anos para conceituar 30 palavras. Se isso for divertido, vamos precisar colocar a palavra diversão na lista... Ah, pera aí... agora me lembrei que teve um cara que disse que fazer ciência é muito divertido... TENS RAZÃO HOMERO, DIVIRTAMO-NOS CIENTIFICAMENTE!  VIVA!!!
Have a good week  and good thinkings.
ALP
=============================




On Seg 02/03/15 13:11 , "oraculo@atibaia.com.br [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 
Pesky: “Mas que método usaremos para definir? E que definição
de método pode-se usar para praticar corretamente
essa imprescindível tarefa? E qual ...
E por ai vai. Esse trecho do “debate” é perfeito para indicar o problema central dessa discussão toda, a perda total de foco e objetivo, e a não compreensão da função e finalizade de definirmos termos e expressões: comunicar algo.
Paramos de fazer isso lá atrás, neste debate, muito atras, e nada do que tem sido escrito tem qualquer relevância, devido a essa incomprensão básica. Alguns insights interessantes, como os do Alberto Mesquista, piadas boas e nem tão boas, do Pesky, mas tudo sempre atropelado por elucobrações sem base em seguida, de forma a criar mais confusão e menos comunicação, o contrário do que se espera de qualquer conversa lógica e racional.
Criamos palavras e termos para comunicar de forma mais eficiente ideias e conceitos, e definimos para melhorar essa comunicação. E só. Parece que alguns, como o Mtnos, pensam que devem existir, como Platão acreditava, absolutos perfeitos no mundo das “idéias” a que os termos se referem, e que a única forma de nos comunicarmos é se encontrarmos esses absolutos.
E toda conversa fica dando voltas, sem nenhuma finalizade, na procura desses elementos imaginários, absolutos perfeitos, que não existem.
O que existe, em todo universo, não são elementos absolutos, únicos, claros e distintos, mas degrades, e termos que tentam se aplicar a esses degrades de forma a facilitar, ou permitir, nossa comunicação. Cadeira, por exemplo, não precis ser definida “ad nauseum” para que seja um termo útil e pertinente. Não existe uma “cadeira” ideal, nem uma forma de definir “cadeira” que se ajuste de forma absoluta a todos os objetos no mundo que possam ser, ou não, enquadrados nesse conceito. Se depender de definir “cadeira” dessa forma, jamais chegaremos a lugar algum e ficaremos enviando mensangens uns para os outros interminavelmente (isso me lembra algo.:- ).
Se é assim com cadeira, é bem mais complicado para conceitos como ciência, vida, pedra, etc. Sim, pedra. Todo mundo sabe o que é “pedra”, e o termo é perfeitamente útil para comunicação humana. Mas tente definir “pedra” de forma absoluta, que permita aplicar apenas e tão somente a “pedras”, e vamos ter um problema. De tamanho, por exemplo. A areia da praia é formada por grãos microscópicos, feitos da mesma materia  que muitas pedras, mas é “pedra”? Se não for, que tamanho será definido como limite para ser ou não ser pedra?
E “vida”? Uma pedra não está viva, um cão está (se estiver pulando em suas pernas, claro), mas e um vírus? Dependendo da definição de “vida” que adote, virus podem ou não estar “vivos”.
Isso entretanto NÃO torna o termo vírus inútil, ou o termo vida, ou pedra, ou cão. A filosofia da ciência é importante, interessante, e surgiu para melhorar nossa compreensão e nosso uso do termo e do conceito de ciência, mas não precisa ser absoluta a forma como usamos a mesma para isso. E pode ser perfeitamente possível usar mais de uma definição para “ciência”, em casos distintos e para objetivos distintos. O fato de que existe outra forma de definir ciência, que não use o falsificacionismo popperiano, NÃO torna este inútil ou sem valor.
Ao se apegar a detalhes, detalhes sem valor, e tentar esmiuçar as definições, Mtnos torna impossível sair do poço da falta de objetividade, um poço que pós-modernistas cavaram até profundidades absurdas, ilógicas, irracionais. É um tipo de “reductio ad absurdum” do mal.:-).
Toda essa conversa, toda essa tertúlia flácida para adormecer bovinos acaba por esconder o ponto principal da filosofia da ciência, da filosofia na verdade, seu objetivo principal, compreender melhor, e comunicar melhor as ideias, partilhar as mesmas, compreender o que o outro está pensando, da melhor forma possível, com o menor erro possível. Não de forma absoluta ou perfeita, coisa inexistente neste nosso universo, mas da melhor forma possível.
Tentemos discutir a definição de “pedra” ou “vida” ou “cadeira” dessa forma insana, e vamos parar no mesmo ponto em que estamos agora, parecendo que é “impossível” saber o que é pedra ou vida ou cadeira. Vamos discutir, ad nauseum, quando uma cadeira se torna uma poltrona, se poltronas são objetos separados ou um tipo de cadeira, se a pedra que atiro na cabeça do Mtnos é tão pedra quanto o cisco que sai dela e entra em seu olho, etc, etc.
Este “debate” jamais saira desse lamaçal ilógico. Jamais. Pode ser até divertido, e certamente o Mtnos está se divertindo muito, mas é apenas uma elocubração sem sentido, masturbação intelectual, pós modernismo.:-) Nunca sairemos, nunca chegaremos a lugar algum. Se parecer que chegamos, Mtnos dirá, mas, o que exatamente quer dizer com “chegamos” e tudo recomeçará.:- )

Não estou dizendo que deve ser proibido ou que não é legítimo que alguém se divirta dessa forma, claro.:- ) Esse tipo de exercício mental insano pode ser um hobby interessante. Apenas acho que deve ficar claro isso, que não é um debate racional real, legítimo, mas um esforço elaborado de discutir sem parar, sem objetivo e sem finalidade.:- )

Um abraço.
Homero
Sent: Monday, March 02, 2015 12:43 PM
Subject: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica
> Temos que definir este termo: método.
Mas que método usaremos para definir? E que definição
de método pode-se usar para praticar corretamente
essa imprescindível tarefa? E qual a estratégia
que será usada na metodologia definiciatória desses
conceituóides? E o que é "termo"? Temo que precisemos
definir o que é termo. Para levar a termo a tarefa
de definir termo, é preciso criar o método da definição
de termo, e aí teremos que verificar se será
metodologicamente adequado definir a definição de
definição. E do termo. E do método. E ... do que
mesmo estávamos falando?
*PB*
Sent: Sunday, March 01, 2015 6:17 PM
Subject: [ciencialist] Diferença entre método e técnica


Temos que definir este termo: método. Mas, como os filósofos e cientistas odeiam a univocidade semântica, eles deram um jeitinho para misturar os dois termos.
Agora vamos ter que demonstrar esta obviedade: que método e técnica são conceitos distintos. Seria a técnica um "elemento" do método? Ou um elemento da implementação do método?
Ah... e ainda temos que esclarecer a diferença entre método e metodologia!

Haja paciência!
MC - muita calma!


Ps. Graças à TBHR - Teoria do Bom Humor Radical, conseguimos manter o bom humor ao lado da paciência.
===================================


Diferença entre método e técnica
 

1. Método: significa o traçado das etapas fundamentais da pesquisa
Técnica: significa os diversos procedimentos ou a utilização de diversos recursos
peculiares a cada objeto de pesquisa, dentro das diversas etapas do método;
A técnica é a instrumentação específica da ação, é mais instável, obedece ao
progresso tecnológico;
O método é mais geral, mais amplo, menos específico, mais estável.
 
2. A técnica da pesquisa trata dos procedimentos práticos que devem ser adotado para realizar um trabalho científico, qualquer que seja o método aplicado. A técnica serve para registrar e quantificar os dados observados, ordená-los e classificá-los. A técnica especifica como fazer. Para a realização de uma pesquisa, é necessário o uso de técnicas adequadas, capazes de coletar dados suficientes, de modo que dêem conta dos objetivos traçados, quando da sua projeção. Para determinar o tipo de instrumento é necessário observar o que será estudado, a que irá reportar. Na realização de uma pesquisa, depois de definidas as fontes de dados e o tipo de pesquisa, que pode ser de campo ou de laboratório, devemos levantar as técnicas a serem utilizadas para a coleta de dados, destacando-se: questionários, entrevistas, observação, formulários e discussão em grupo. Vale a pena salientar que métodos e técnicas se relacionam, mas são distintos. O método é um conjunto de etapas ordenadamente dispostas, destinadas a realizar e antecipar uma atividade na busca de uma realidade; enquanto a técnica está ligada ao modo de se realizar a atividade de forma mais hábil, mais perfeita. O método se refere ao atendimento de um objetivo, enquanto a técnica operacionaliza o método.
 
3. Numa investigação empírica, os dados consistem nas observações registradas, isentas ainda de análise; tais dados são depois elaborados e analisados a fim de se chegar a conclusões. Os textos metodológicos sobre investigação empírica tendem a utilizar de modo equivalente as expressões método de investigação e técnica de investigação. O que, em sentido restrito, não é correto, pois existe diferença entre método e técnica. O método pode definir-se como um dispositivo ordenado, um procedimento sistemático, um plano geral. A técnica é a aplicação específica do plano metodológico e a forma especial de executá-lo. Utilizando uma analogia, o método é, em relação à técnica, o mesmo que a estratégia perante a tática; a técnica encontra-se assim subordinada ao método e lhe é auxiliar. Por método de investigação entende-se o plano, o esquema ordenador, a estratégia com que o investigador aborda os problemas que estuda.
 
4. O método é a conjugação da hipótese e do experimento. Já a técnica é a descrição do tipo de experimento adotado. Se a pesquisa é feita em laboratório, a técnica estaria no uso de microscópios e outros instrumentos de análise dos materiais em exame. Se a pesquisa é feita no campo social de uma coletividade humana, a técnica poderia estar relacionada à realização de entrevistas ou outras formas de coleta de dados entre seres humanos. Em síntese, a técnica faz parte do método, mas não é o método; é sim um de seus componentes. A informação sobre a técnica, entretanto, é igualmente muito importante para a validação do método.
 
5. A técnica é um meio auxiliar da pesquisa, um instrumento específico, subordinado ao método.
 
6.
a) o método parte das leis e teorias para aplicar o conhecimento a um caso particular, enquanto a técnica parte da enumeração de casos particulares para chegar a uma conclusão geral.
b) o método aponta como fazer, enquanto a técnica indica o que fazer através da coleta de dados em referências bibliográficas.
c) o método é um conjunto de etapas, ordenadamente dispostas, que devem ser vencidas no decorrer da investigação, para se atingir o objetivo da pesquisa; indica o que fazer; a técnica aponta como fazer. Destacam-se como técnicas para a coleta de dados: questionários, entrevistas, observações, formulários e discussões em grupo.
 
7. Entende-se por métodos os procedimentos mais amplos do raciocínio, enquanto técnicas são procedimentos mais restritos que operacionalizam os métodos, mediante emprego de instrumentos adequados.
 
8. Em geral é difícil delimitar a diferença entre método e técnica. O primeiro termo impressiona mais e por isso muitas vezes é usado erroneamente no lugar do segundo. A técnica é acima de tudo uma das formas ou vias passiveis e práticas de se aplicar um método.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Oxford Companion
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/03/2015 18:06


Pibófilo, 
não é LIMPEZA e sim ARRUMAÇÃO.
 
Essa arrumação consiste NUM PASSO ALÉM do que os editores oxfordianos fizeram.
Esse passo é legítimo porque há discordâncias evidentes na obra.
As discordâncias são inerentes ao conteúdo - filosofia é a "ciência das discordâncias". No dia em que houver consenso entre os filósofos, a filosofia morre.
 
Não há necessidade de nenhuma "capacitação extraordinária".  Inúmeras definições e conceitos das palavrinhas que escolhemos JÁ FORAM CRIADAS. O nosso trabalho se resume a uma ANÁLISE LÓGICA do que já foi produzido.
A diferença em relação aos filosofos é que nós não vamos fazer filosofia discutindo o pensamento de cada autor. Isso já foi feito no livrão. No próprio prefácio o editor preparou o terreno para nós, quando falou com esta surpreendente franqueza sobre as dissensões entre os autores:
 
As a result, this book cannot be wholly consistent. Even with fewer than 248 contributors, if
they were as committed to their views as philosophers usually are, and no doubt should be,
there would be disagreement. There would be disagreement if the book was limited to the
thirty-two Oxford philosophers in it, or, say, the various Californians. As it is, there are
entries, occasionally cheek by jowl, that fight among themselves, or at any rate jostle. As an
editor, I have not tried too hard to subdue or get between my colleagues. (Nor have I bullied
them about what sort of thing to put into the bibliographies at the ends of their entries, or
ruthlessly excluded an entry whose subject is also treated, somewhat differently, somewhere
else.) To do so would have produced more decorum but less truth about philosophy. It would also have touched what I hope is another recommendation of the book: it has not only different views but different voices in it.
 
O nosso trabalho não seria fruto de MAIS UMA VISÃO FILOSÓFICA, mas simplesmente de uma ANÁLISE LÓGICA - ou lógico-cientifica.
 
Me ocorreu agora de enviarmos para o editor o que produzirmos em relação a uma única palavra: Método, por ser certamente uma das mais vitimadas pela confusão.
 
absmc
 
 
 
 
 


On Ter 03/03/15 17:31 , "'Pesky Bee' peskybee2@gmail.com [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 
Calilzófilo, tu não achas que para fazer uma pretensa
"limpeza" no trabáio dos diversos qualificadérrimos editores
Oxfordianos seria preciso ter, no mínimo, um caminhão Scania
de conhecimentos e capacitações extraordinófilas? E será que
nós teríamos tudo isso nas costas? Óia que eu tô com um
pouco de dúvida disso...
 
*PB*
 
 
 
Sent: Tuesday, March 03, 2015 5:11 PM
Subject: [ciencialist] Oxford Companion
 


Very interesting, Mr. PB.

Vamos esclarecer a questão com a precisão necessária:

a) A turma do Oxford fez um excelente trabalho que mostra a confusão do barraco. Para colocar ordem no barraco é necessário este trabalho oxfordiano prévio. 
b) O que podemos fazer é propor ao Mr. Oxford que faça um novo mutirão semântico agora com o objetivo de criar uma unica definição para cada elemento do barraco, o que estamos fazendo no nosso laboratório com 30 termos.  10 seriam suficientes para ilustrar a metodologia e os resultados alcançados. Cada definição será acompanhada dos inúmeros conceitos do barraco.  Vamos recolher tudo que o Oxford escreveu sobre a palavra método, acrescentar o que faltou e criar uma definição - ou adotar alguma já existente, com alguma modificação. Foi assim que chegamos à definição de conceito como "representação logico-matemática da essência do objeto" - o conceito de conceito como representação já existia na literatura. Ocorre porém que eu não fiz o registro dos elementos encontrados no barraco, o que estamos fazendo agora.

Importante: as falhas conceituais não são do Oxford e sim da linguagem adotada pelos filósofos. Ao invés de criticar o OXFORD devemos elogiar - porque realmente o trabalho foi muito bem feito - e propor uma outra abordagem para um novo produto.
Thanks
MC




Em Ter 03/03/15 16:11, Pesky Bee peskybee2@gmail.com [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
Calilzóvsky, tu estás a dizêire que se o mané seguir
apenasmente o Oxford Companion, ele ainda assim estará
utilizando uma referência cheia de "confusão no barraco"?
Será que se tu falares isso para os editores desse macro-livrão
eles irão gostar? Será que tu conseguirias convencê-los
de que aquela trabalheira do cão que eles tiveram ainda
contém um montaralhão de "falhas conceituais"? Santa
madrecita da unha encravada do pé torto!
*PB*
Sent: Tuesday, March 03, 2015 4:01 PM
Subject: Re: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2


Fez "ISSO" o que cara pálida?
O Oxford Companion é apenas uma importante referência para o que estamos fazendo e que ele não fez, que é botar ordem no barraco das definições. Ele só mostra a confusão do barraco. Eu já disse isso umas 20 vezes. Porém agora percebi que preciso JUSTIFICAR MAIS CLARAMENTE ESSA ARRUMAÇÃO DO BARRACO, que consiste em: selecionar as definições mais sensatas e compor uma unica definição. Ai de novo você perguntaria - para que fazer isso? Aí de novo eu responderia: para criar um modelo de comunicação baseado na lógica e precisão.
Parece então que essa justificativa é essencial, senão muita gente vai achar que tudo não passa de um diletantismo.

PORTANTO, PESKY BEE, VOCÊ NOS ALERTOU PARA A NECESSIDADE DE EXPLICAR MELHOR E JUSTIFICAR MELHOR O QUE ESTAMOS FAZENDO, já que o nosso mundo acadêmico e não acadêmico aderiu à "patologia da normalidade" - é normal uma palavra ter 30 significados diferentes e cada um usar o significado de sua preferência.

Thanks
​MC

Em Ter 03/03/15 15:14, Pesky Bee peskybee2@gmail.com [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
É o Oxford Companion to Philosophy, tomo com mais de 1.000 páginas que apresenta de maneira ampla e até detalhada definições de termos essenciais para uma Teoria do Conhecimento
Mas Calilzóvsky, homem de Zeus, então se o Oxford já fez
isso tudo, porque refazer? Não seria melhor gastar tempo com
outras coisófilas? Bola prá frente, meu fío (é também o
que diz todo homem que senta-se de forma abrupta e descuidada).
*PB*
Sent: Tuesday, March 03, 2015 12:53 PM
Subject: Re: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2


Oi Homero.
Vamos ver se nesta mensagem você acrescenta um argumento novo para o contraditório.
Não existe nenhum argumento novo, afora a desqualificação de um trabalho que está sendo feito com empenho e seriedade.
Mas, ambiguamente, ao mesmo tempo que você desqualifica diz o seguinte:

É portanto, CLARO que para elementos abstratos a definição se torna mais útil, mais necessária.

É o que estamos fazendo: botando ordem no barraco das definições que poluem dicionários e livros de ciência e filosofia. Como no grupo predominam as "pauladas conceituais" estou colhendo o parecer de algumas pessoas fora do grupo que estão colaborando. Nesta semana recebi essa dica muito interessante:


"Veja na Oxford University Press um trabalho que pode interessar o amigo na busca pela precisão de e na Linguagem. É o Oxford Companion to Philosophy, tomo com mais de 1.000 páginas que apresenta de maneira ampla e até detalhada definições de termos essenciais para uma Teoria do Conhecimento, inclusive alinhando contradições e percorrendo algumas das tuas preocupações legítimas com o tema"

Vou selecionar alguns trechos desta livrão e traduzir, para a revisão do Dr. Alberto.

Abraços
Mtnos Calil
Ps. O nobre amigo e oráculo está desculpado. 


Em Ter 03/03/15 12:14, oraculo@atibaia.com.br [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
Desculpe Mtnos, mas não quero, e não vou, dar corda para essa discussão sem fim.:- ) Ainda acho, afirmo, que se perderam e estão apenas trocando chumbo sem sentido ou objetivo. Apenas para reforçar meu ponto:
ALP - Vamos então REFORÇAR a diferença entre termos concretos e abstratos para deixar claro que a confusão semântica afetou muitissmo mais os abstratos do que os concretos.
CLARO que afetam, EVIDENTEMENTE que afetam, os termos abstratos mais que concretos! É esse tipo de obviedade que perturba e atrapalha o processo de “comunicação” deste “debate”. Ao definir termos que se aplicam a elementos concretos eu posso MOSTRAR o elemento, uma cadeira por exemplo. E podemos partir a definição desse exemplo concreto, o que facilita muito a comunicação.
Na falta de um acordo sempre se pode mostrar os elementos concretos, e “comunicar” a ideia, ainda que no “degrade” existam elementos que não se encaixam da mesma forma que os exemplos.
É assim que crianças aprendem em primeiro lugar, mostre uma cadeira, não é preciso “definir” uma cadeira. Eventualmente ela cresce e seu mundo se torna mais amplo e mais complexo, e ela encontrará elementos, concretos, que não se encaixam na “definição” mental que ela tem de cadeira, ou que estão sob discussão, alguns dizem que é uma cadeira outros que não.
Não posso EVIDENTEMENTE mostrar o “bom” ou a “honra” para uma criança e dizer, veja, isto é um ‘bom” e isto é uma “honra”. E portanto, CLARO que para elementos abstratos a definição se torna mais útil, mais necessária. Mas isso em nada muda o fato de que será usada para comunicar uma ideia ou conceito, e não muda o fato que estão se perdendo em questiúnculas sem sentido, tertúlias flácidas, discutindo o sexo dos anjos, sem comunicar nada nem coisa alguma. E não muda o fato de que, mesmo sem nenhuma definição, a maioria das pessoas acaba compreendendo os conceitos de “bom” e “honra” pelo contexto em que são aplicados, pelo uso, etc.
Parar o “debate” para, em vez de responder a minhas afirmações, se desviar e se perder, de novo, em algo ÓBVIO, definir coisas abstratas é mais difícil e complexo que definir coisas concretas, é um exemplo claro do que estou afirmando. Um Q.E.D. violentamente claro.:-)
Então, desculpe Mtnos, não vejo como este “debate” possa produzir algo de útil ou que tenha qualquer objetivo além de trocar frases elaboradas pela eternidade.
Um abraço.
Homero
Sent: Monday, March 02, 2015 5:40 PM
Subject: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2
 
Definição do verbo definir, segundo Aurélio"
"Enunciar os atributos essenciais e especificos de (uma coisa), de modo que a torne inconfundível com outra."
=================================================
Boa Homero.
Vamos aproveitar o que há de bom no contraditório deixando as questinculas pessoais de lado.
Passo a palavra para o ALP
Homero - Abstratos ou concretos, criamos termos para comunicar uma ideia, e definimos para aumentar a precisão desta comunicação. Em resumo, é isso. É a base da linguagem, sua natureza primária, primitiva. Um som, um equivalente mental para este som, e podemos todos fugir juntos do predador, ou parar antes de cair no abismo, ou chamar outro para se reunir a nós. Com o tempo, deixamos de apenas nomear coisas, para nomear ações, e mesmo ideias bem abstratas, como bom e mau, certo e errado, etc.
ALP - Vamos então REFORÇAR a diferença entre termos concretos e abstratos para deixar claro que a confusão semântica afetou muitissmo mais os abstratos do que os concretos. Simples assim! E não fosse assim, jamais poderiamos pensar na ressignificação dos termos vitimados. Foram apenas cerca de mil. Escolhemos 30 para testar uma metodologia de ressignificação. (escolhi aqui "incoscientemente" o termo metodologia no lugar de método - a propósito, o significado ainda hoje atribuido ao termo metodologia significando "estudo dos métodos" é anacronicamente etimológico. A metodologia pode ser um conjunto de procedimentos para estudar qualquer coisa e não apenas os métodos.

Homero - Quanto mais elaborada a comunicação, maior a necessidade de definir com mais precisão, mas sempre dentro do limite da razão e da lógica, e sempre com o objetivo final em mente, comunicar algo, uma ideia ou conceito. E não, não importa se definimos termos abstratos ou concretos, a função e o processo é o mesmo.
ALP - É ISSO MESMO, HOMERO: ACERTASTE NA MOSCA ( da espécie semantóide). Então para DEFINIR ( o próprio termo sugere)  palavras como MÉTODO não podemos e não devemos atribuir-lhes inúmeros significados criando uma confusão na mente dos membros da nossa querida e sofrida espécie. EIS COMO O AURÉLIO DEFINIU O VERBO DEFINIR:
DEFINIR:  Enunciar os atributos essenciais e especificos de (uma coisa), de modo que a torne inconfundível com outra. 
Obs. Está aí a prova cabal de que os dicionários não têm a função de definir as palavras, se aceitarmos essa definição sugerida para o verbo definir, a qual eu, ALP, aprovo com o maximo de louvor lógico-matemático!
Até o Aurélio está ratificando (com "a" e não com "e" depois do "r") o nosso novo modelo comunicacional!
HOMERO - E chamar de “mitologia científica”, deixa bastante claro seu objetivo, não?.:-)
ALP - AGORA VOCÊ ERROU "REDONDAMENTE" - O objetivo da matematização da linguagem é precisamente o de tornar a comunicação cientifica, como por exemplo ela é na linguagem médica. Não é para você substituir a sua linguagem por outra e sim fazer uso de um outro modelo nas circusntâncias em que a clareza e a precisão se fizerem  necessárias. Entendeu agora?  OOPSSS... VIU COMO O CONTRADITÓRIO FUNCIONA? Agora podemos falar em MODELO DE COMUNICAÇÃO baseado na lógica e  na precisão. 
Obs. Existem duas categorias de cientistas: os mitológicos e os não mitológicos. Um exemplo dos mitológicos é o cientista quantofrênico que tem uma paixão desmedida pelas medições...
Viu cara pálida? Como você está inspirador hoje? Precisamos explorar melhor o seu potencial de inspiracionice.
(SE TODOS OS LIVROS DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA DA CIÊNCIA PASSASSEM POR ESSE PROCESSO DE CONTRADITÓRIO, QUANTOS EQUIVOCOS LÓGICOS DEIXARIAM DE SER PUBLICADOS? . Mais uma idéia surgiu:  fazer destes debates uma espécie de "manual do contraditório".
Com tantas pauladas que o nosso livrinho de definições cientificas está recebendo, ele terá um indice baixo de bobagens. Curioso isso:  o número de equivocos lógicos do livrinho será inversamente proporcional ao número de pauladas que receber! Não vejo a hora de começar a publicar esse debate no site do Mãos Limpas. O debate faz parte do próprio livro que vai sendo escrito AO LONGO DO CAMINHO. As pauladas fazem parte do livro! Olha aí, cara pálida: "definimos"
a função do grupo: DAR PAULADAS CONCEITUAIS!
E seus autores terão o crédito que merecerem! (o crédito não será em pauladas - aqui não funciona  a lógica instintiva do "olho por olho, dente por dente). Existe lógica instintiva ou inconsciente? Bem isso veremos quando chegar a vez da Lógica, do Insight e da Intuição.
Have a good week  and good thinkings.
Logical and rigorous analyst
=========================

On Seg 02/03/15 15:21 , "oraculo@atibaia.com.br [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 
ALP: “Que santa ingenuidade! - o homem cria palavras para vários fins, sendo um deles manipular seu semelhante. O homem é o manipulador do homem e usa a palavra para exercer essa vocação instintiva. A palavra também está a serviço dos instintos. ”
Q.E.D.:- )
Como dito, tertúlias flácidas para a dormecer bovinos.:- ) Está, de novo, tentando jogar com termos, para mudar de assunto  e manter uma discussão interminável. Para manipular é preciso comunicar, e para isso se usam palavras. Não muda minha alegação, nem a função dos termos e das definições destes termos. A palavra estar “a serviço dos instintos” também em nada ajuda ou é relevante para a questão, é apenas mais do mesmo. Sendo o mesmo, nada.:- )
Abstratos ou concretos, criamos termos para comunicar uma ideia, e definimos para aumentar a precisão desta comunicação. Em resumo, é isso. É a base da linguagem, sua natureza primária, primitiva. Um som, um equivalente mental para este som, e podemos todos fugir juntos do predador, ou parar antes de cair no abismo, ou chamar outro para se reunir a nós. Com o tempo, deixamos de apenas nomear coisas, para nomear ações, e mesmo ideias bem abstratas, como bom e mau, certo e errado, etc.
Quanto mais elaborada a comunicação, maior a necessidade de definir com mais precisão, mas sempre dentro do limite da razão e da lógica, e sempre com o objetivo final em mente, comunicar algo, uma ideia ou conceito. E não, não importa se definimos termos abstratos ou concretos, a função e o processo é o mesmo.
E chamar de “mitologia científica”, deixa bastante claro seu objetivo, não?.:-)
Reafirmo e reforço minha análise, são apenas tertúlias flácidas para adormecer bovinos. Desde que possamos definir o que eu quero dizer com bovinos, tertúlias e flácidas claro.:-)
Um abraço.
Homero
Sent: Monday, March 02, 2015 2:55 PM
Subject: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero

Homero - Criamos palavras e termos para comunicar de forma mais eficiente ideias e conceitos, e definimos para melhorar essa comunicação. E só.

ALP - Que santa ingenuidade! - o homem cria palavras para vários fins, sendo um deles manipular seu semelhante. O homem é o manipulador do homem e usa a palavra para exercer essa vocação instintiva. A palavra também está a serviço dos instintos.
Homero - Parece que alguns (...) pensam que devem existir, como Platão acreditava, absolutos perfeitos no mundo das “idéias” a que os termos se referem, e que a única forma de nos comunicarmos é se encontrarmos esses absolutos.
ALP - Desde quando Platão é referência para a Lógica e Precisão na Comunicação? Que confusão platônica, hein?
Homero -  Cadeira, por exemplo, não precis ser definida “ad nauseum” para que seja um termo útil e pertinente. Não existe uma “cadeira” ideal, nem uma forma de definir “cadeira” que se ajuste de forma absoluta a todos os objetos no mundo que possam ser, ou não, enquadrados nesse conceito. Se depender de definir “cadeira” dessa forma, jamais chegaremos a lugar algum e ficaremos enviando mensangens uns para os outros interminavelmente.
ALP -  MY GOD - quantas vezes já foi dito que a ressignificação dos termos em andamento se refere apenas aos termos abstratos?????????????????????????????????????????????? O número de vezes em que isso foi dito é equivalente ao numero de pontos de interrogação. (cadeira não é termo abstrato). 
Homero - Esse tipo de exercício mental insano pode ser um hobby interessante.
ALP - Insanidade é atribuir a um trabalho como este a qualidade de hobby interessante e ao mesmotempo insano (???)  Que regressão semântica, my God. Lógico-terapia urgente!
Homero - Apenas acho que deve ficar claro isso, que não é um debate racional real, legítimo, mas um esforço elaborado de discutir sem parar, sem objetivo e sem finalidade.:- )
ALP - Sem parar? O limite já foi fixado:  são apenas 30 os termos a serem definidos. (ou melhor RESSIGNIFICADOS, com base nos conceitos de ORDEM, LÓGICA, CLAREZA E PRECISÃO, que são alguns dos postulados da mitologia cientifica.  - rsrsrsrs.  Daqui a aproximadamente 3 anos vamos parar. 3 anos para conceituar 30 palavras. Se isso for divertido, vamos precisar colocar a palavra diversão na lista... Ah, pera aí... agora me lembrei que teve um cara que disse que fazer ciência é muito divertido... TENS RAZÃO HOMERO, DIVIRTAMO-NOS CIENTIFICAMENTE!  VIVA!!!
Have a good week  and good thinkings.
ALP
=============================




On Seg 02/03/15 13:11 , "oraculo@atibaia.com.br [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 
Pesky: “Mas que método usaremos para definir? E que definição
de método pode-se usar para praticar corretamente
essa imprescindível tarefa? E qual ...
E por ai vai. Esse trecho do “debate” é perfeito para indicar o problema central dessa discussão toda, a perda total de foco e objetivo, e a não compreensão da função e finalizade de definirmos termos e expressões: comunicar algo.
Paramos de fazer isso lá atrás, neste debate, muito atras, e nada do que tem sido escrito tem qualquer relevância, devido a essa incomprensão básica. Alguns insights interessantes, como os do Alberto Mesquista, piadas boas e nem tão boas, do Pesky, mas tudo sempre atropelado por elucobrações sem base em seguida, de forma a criar mais confusão e menos comunicação, o contrário do que se espera de qualquer conversa lógica e racional.
Criamos palavras e termos para comunicar de forma mais eficiente ideias e conceitos, e definimos para melhorar essa comunicação. E só. Parece que alguns, como o Mtnos, pensam que devem existir, como Platão acreditava, absolutos perfeitos no mundo das “idéias” a que os termos se referem, e que a única forma de nos comunicarmos é se encontrarmos esses absolutos.
E toda conversa fica dando voltas, sem nenhuma finalizade, na procura desses elementos imaginários, absolutos perfeitos, que não existem.
O que existe, em todo universo, não são elementos absolutos, únicos, claros e distintos, mas degrades, e termos que tentam se aplicar a esses degrades de forma a facilitar, ou permitir, nossa comunicação. Cadeira, por exemplo, não precis ser definida “ad nauseum” para que seja um termo útil e pertinente. Não existe uma “cadeira” ideal, nem uma forma de definir “cadeira” que se ajuste de forma absoluta a todos os objetos no mundo que possam ser, ou não, enquadrados nesse conceito. Se depender de definir “cadeira” dessa forma, jamais chegaremos a lugar algum e ficaremos enviando mensangens uns para os outros interminavelmente (isso me lembra algo.:- ).
Se é assim com cadeira, é bem mais complicado para conceitos como ciência, vida, pedra, etc. Sim, pedra. Todo mundo sabe o que é “pedra”, e o termo é perfeitamente útil para comunicação humana. Mas tente definir “pedra” de forma absoluta, que permita aplicar apenas e tão somente a “pedras”, e vamos ter um problema. De tamanho, por exemplo. A areia da praia é formada por grãos microscópicos, feitos da mesma materia  que muitas pedras, mas é “pedra”? Se não for, que tamanho será definido como limite para ser ou não ser pedra?
E “vida”? Uma pedra não está viva, um cão está (se estiver pulando em suas pernas, claro), mas e um vírus? Dependendo da definição de “vida” que adote, virus podem ou não estar “vivos”.
Isso entretanto NÃO torna o termo vírus inútil, ou o termo vida, ou pedra, ou cão. A filosofia da ciência é importante, interessante, e surgiu para melhorar nossa compreensão e nosso uso do termo e do conceito de ciência, mas não precisa ser absoluta a forma como usamos a mesma para isso. E pode ser perfeitamente possível usar mais de uma definição para “ciência”, em casos distintos e para objetivos distintos. O fato de que existe outra forma de definir ciência, que não use o falsificacionismo popperiano, NÃO torna este inútil ou sem valor.
Ao se apegar a detalhes, detalhes sem valor, e tentar esmiuçar as definições, Mtnos torna impossível sair do poço da falta de objetividade, um poço que pós-modernistas cavaram até profundidades absurdas, ilógicas, irracionais. É um tipo de “reductio ad absurdum” do mal.:-).
Toda essa conversa, toda essa tertúlia flácida para adormecer bovinos acaba por esconder o ponto principal da filosofia da ciência, da filosofia na verdade, seu objetivo principal, compreender melhor, e comunicar melhor as ideias, partilhar as mesmas, compreender o que o outro está pensando, da melhor forma possível, com o menor erro possível. Não de forma absoluta ou perfeita, coisa inexistente neste nosso universo, mas da melhor forma possível.
Tentemos discutir a definição de “pedra” ou “vida” ou “cadeira” dessa forma insana, e vamos parar no mesmo ponto em que estamos agora, parecendo que é “impossível” saber o que é pedra ou vida ou cadeira. Vamos discutir, ad nauseum, quando uma cadeira se torna uma poltrona, se poltronas são objetos separados ou um tipo de cadeira, se a pedra que atiro na cabeça do Mtnos é tão pedra quanto o cisco que sai dela e entra em seu olho, etc, etc.
Este “debate” jamais saira desse lamaçal ilógico. Jamais. Pode ser até divertido, e certamente o Mtnos está se divertindo muito, mas é apenas uma elocubração sem sentido, masturbação intelectual, pós modernismo.:-) Nunca sairemos, nunca chegaremos a lugar algum. Se parecer que chegamos, Mtnos dirá, mas, o que exatamente quer dizer com “chegamos” e tudo recomeçará.:- )

Não estou dizendo que deve ser proibido ou que não é legítimo que alguém se divirta dessa forma, claro.:- ) Esse tipo de exercício mental insano pode ser um hobby interessante. Apenas acho que deve ficar claro isso, que não é um debate racional real, legítimo, mas um esforço elaborado de discutir sem parar, sem objetivo e sem finalidade.:- )

Um abraço.
Homero
Sent: Monday, March 02, 2015 12:43 PM
Subject: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica
> Temos que definir este termo: método.
Mas que método usaremos para definir? E que definição
de método pode-se usar para praticar corretamente
essa imprescindível tarefa? E qual a estratégia
que será usada na metodologia definiciatória desses
conceituóides? E o que é "termo"? Temo que precisemos
definir o que é termo. Para levar a termo a tarefa
de definir termo, é preciso criar o método da definição
de termo, e aí teremos que verificar se será
metodologicamente adequado definir a definição de
definição. E do termo. E do método. E ... do que
mesmo estávamos falando?
*PB*
Sent: Sunday, March 01, 2015 6:17 PM
Subject: [ciencialist] Diferença entre método e técnica


Temos que definir este termo: método. Mas, como os filósofos e cientistas odeiam a univocidade semântica, eles deram um jeitinho para misturar os dois termos.
Agora vamos ter que demonstrar esta obviedade: que método e técnica são conceitos distintos. Seria a técnica um "elemento" do método? Ou um elemento da implementação do método?
Ah... e ainda temos que esclarecer a diferença entre método e metodologia!

Haja paciência!
MC - muita calma!


Ps. Graças à TBHR - Teoria do Bom Humor Radical, conseguimos manter o bom humor ao lado da paciência.
===================================


Diferença entre método e técnica
 

1. Método: significa o traçado das etapas fundamentais da pesquisa
Técnica: significa os diversos procedimentos ou a utilização de diversos recursos
peculiares a cada objeto de pesquisa, dentro das diversas etapas do método;
A técnica é a instrumentação específica da ação, é mais instável, obedece ao
progresso tecnológico;
O método é mais geral, mais amplo, menos específico, mais estável.
 
2. A técnica da pesquisa trata dos procedimentos práticos que devem ser adotado para realizar um trabalho científico, qualquer que seja o método aplicado. A técnica serve para registrar e quantificar os dados observados, ordená-los e classificá-los. A técnica especifica como fazer. Para a realização de uma pesquisa, é necessário o uso de técnicas adequadas, capazes de coletar dados suficientes, de modo que dêem conta dos objetivos traçados, quando da sua projeção. Para determinar o tipo de instrumento é necessário observar o que será estudado, a que irá reportar. Na realização de uma pesquisa, depois de definidas as fontes de dados e o tipo de pesquisa, que pode ser de campo ou de laboratório, devemos levantar as técnicas a serem utilizadas para a coleta de dados, destacando-se: questionários, entrevistas, observação, formulários e discussão em grupo. Vale a pena salientar que métodos e técnicas se relacionam, mas são distintos. O método é um conjunto de etapas ordenadamente dispostas, destinadas a realizar e antecipar uma atividade na busca de uma realidade; enquanto a técnica está ligada ao modo de se realizar a atividade de forma mais hábil, mais perfeita. O método se refere ao atendimento de um objetivo, enquanto a técnica operacionaliza o método.
 
3. Numa investigação empírica, os dados consistem nas observações registradas, isentas ainda de análise; tais dados são depois elaborados e analisados a fim de se chegar a conclusões. Os textos metodológicos sobre investigação empírica tendem a utilizar de modo equivalente as expressões método de investigação e técnica de investigação. O que, em sentido restrito, não é correto, pois existe diferença entre método e técnica. O método pode definir-se como um dispositivo ordenado, um procedimento sistemático, um plano geral. A técnica é a aplicação específica do plano metodológico e a forma especial de executá-lo. Utilizando uma analogia, o método é, em relação à técnica, o mesmo que a estratégia perante a tática; a técnica encontra-se assim subordinada ao método e lhe é auxiliar. Por método de investigação entende-se o plano, o esquema ordenador, a estratégia com que o investigador aborda os problemas que estuda.
 
4. O método é a conjugação da hipótese e do experimento. Já a técnica é a descrição do tipo de experimento adotado. Se a pesquisa é feita em laboratório, a técnica estaria no uso de microscópios e outros instrumentos de análise dos materiais em exame. Se a pesquisa é feita no campo social de uma coletividade humana, a técnica poderia estar relacionada à realização de entrevistas ou outras formas de coleta de dados entre seres humanos. Em síntese, a técnica faz parte do método, mas não é o método; é sim um de seus componentes. A informação sobre a técnica, entretanto, é igualmente muito importante para a validação do método.
 
5. A técnica é um meio auxiliar da pesquisa, um instrumento específico, subordinado ao método.
 
6.
a) o método parte das leis e teorias para aplicar o conhecimento a um caso particular, enquanto a técnica parte da enumeração de casos particulares para chegar a uma conclusão geral.
b) o método aponta como fazer, enquanto a técnica indica o que fazer através da coleta de dados em referências bibliográficas.
c) o método é um conjunto de etapas, ordenadamente dispostas, que devem ser vencidas no decorrer da investigação, para se atingir o objetivo da pesquisa; indica o que fazer; a técnica aponta como fazer. Destacam-se como técnicas para a coleta de dados: questionários, entrevistas, observações, formulários e discussões em grupo.
 
7. Entende-se por métodos os procedimentos mais amplos do raciocínio, enquanto técnicas são procedimentos mais restritos que operacionalizam os métodos, mediante emprego de instrumentos adequados.
 
8. Em geral é difícil delimitar a diferença entre método e técnica. O primeiro termo impressiona mais e por isso muitas vezes é usado erroneamente no lugar do segundo. A técnica é acima de tudo uma das formas ou vias passiveis e práticas de se aplicar um método.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Oxford Companion
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/03/2015 18:11


Pibófilo, 
não é LIMPEZA e sim ARRUMAÇÃO.
 
Essa arrumação consiste NUM PASSO ALÉM do que os editores oxfordianos fizeram.
Esse passo é legítimo porque há discordâncias evidentes na obra.
As discordâncias são inerentes ao conteúdo - filosofia é a "ciência das discordâncias". No dia em que houver consenso entre os filósofos, a filosofia morre.
 
Não há necessidade de nenhuma "capacitação extraordinária".  Inúmeras definições e conceitos das palavrinhas que escolhemos JÁ FORAM CRIADAS. O nosso trabalho se resume a uma ANÁLISE LÓGICA do que já foi produzido.
A diferença em relação aos filosofos é que nós não vamos fazer filosofia discutindo o pensamento de cada autor. Isso já foi feito no livrão. No próprio prefácio o editor preparou o terreno para nós, quando falou com esta surpreendente franqueza sobre as dissensões entre os autores:
 
As a result, this book cannot be wholly consistent. Even with fewer than 248 contributors, if
they were as committed to their views as philosophers usually are, and no doubt should be,
there would be disagreement. There would be disagreement if the book was limited to the
thirty-two Oxford philosophers in it, or, say, the various Californians. As it is, there are
entries, occasionally cheek by jowl, that fight among themselves, or at any rate jostle. As an
editor, I have not tried too hard to subdue or get between my colleagues. (Nor have I bullied
them about what sort of thing to put into the bibliographies at the ends of their entries, or
ruthlessly excluded an entry whose subject is also treated, somewhat differently, somewhere
else.) To do so would have produced more decorum but less truth about philosophy. It would also have touched what I hope is another recommendation of the book: it has not only different views but different voices in it.
 
O nosso trabalho não seria fruto de MAIS UMA VISÃO FILOSÓFICA, mas simplesmente de uma ANÁLISE LÓGICA - ou lógico-cientifica.
 
Me ocorreu agora de enviarmos para o editor o que produzirmos em relação a uma única palavra: Método, por ser certamente uma das mais vitimadas pela confusão.
 
absmc
 
 
 
 
 


On Ter 03/03/15 17:31 , "'Pesky Bee' peskybee2@gmail.com [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 
Calilzófilo, tu não achas que para fazer uma pretensa
"limpeza" no trabáio dos diversos qualificadérrimos editores
Oxfordianos seria preciso ter, no mínimo, um caminhão Scania
de conhecimentos e capacitações extraordinófilas? E será que
nós teríamos tudo isso nas costas? Óia que eu tô com um
pouco de dúvida disso...
 
*PB*
 
 
 
Sent: Tuesday, March 03, 2015 5:11 PM
Subject: [ciencialist] Oxford Companion
 


Very interesting, Mr. PB.

Vamos esclarecer a questão com a precisão necessária:

a) A turma do Oxford fez um excelente trabalho que mostra a confusão do barraco. Para colocar ordem no barraco é necessário este trabalho oxfordiano prévio. 
b) O que podemos fazer é propor ao Mr. Oxford que faça um novo mutirão semântico agora com o objetivo de criar uma unica definição para cada elemento do barraco, o que estamos fazendo no nosso laboratório com 30 termos.  10 seriam suficientes para ilustrar a metodologia e os resultados alcançados. Cada definição será acompanhada dos inúmeros conceitos do barraco.  Vamos recolher tudo que o Oxford escreveu sobre a palavra método, acrescentar o que faltou e criar uma definição - ou adotar alguma já existente, com alguma modificação. Foi assim que chegamos à definição de conceito como "representação logico-matemática da essência do objeto" - o conceito de conceito como representação já existia na literatura. Ocorre porém que eu não fiz o registro dos elementos encontrados no barraco, o que estamos fazendo agora.

Importante: as falhas conceituais não são do Oxford e sim da linguagem adotada pelos filósofos. Ao invés de criticar o OXFORD devemos elogiar - porque realmente o trabalho foi muito bem feito - e propor uma outra abordagem para um novo produto.
Thanks
MC




Em Ter 03/03/15 16:11, Pesky Bee peskybee2@gmail.com [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
Calilzóvsky, tu estás a dizêire que se o mané seguir
apenasmente o Oxford Companion, ele ainda assim estará
utilizando uma referência cheia de "confusão no barraco"?
Será que se tu falares isso para os editores desse macro-livrão
eles irão gostar? Será que tu conseguirias convencê-los
de que aquela trabalheira do cão que eles tiveram ainda
contém um montaralhão de "falhas conceituais"? Santa
madrecita da unha encravada do pé torto!
*PB*
Sent: Tuesday, March 03, 2015 4:01 PM
Subject: Re: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2


Fez "ISSO" o que cara pálida?
O Oxford Companion é apenas uma importante referência para o que estamos fazendo e que ele não fez, que é botar ordem no barraco das definições. Ele só mostra a confusão do barraco. Eu já disse isso umas 20 vezes. Porém agora percebi que preciso JUSTIFICAR MAIS CLARAMENTE ESSA ARRUMAÇÃO DO BARRACO, que consiste em: selecionar as definições mais sensatas e compor uma unica definição. Ai de novo você perguntaria - para que fazer isso? Aí de novo eu responderia: para criar um modelo de comunicação baseado na lógica e precisão.
Parece então que essa justificativa é essencial, senão muita gente vai achar que tudo não passa de um diletantismo.

PORTANTO, PESKY BEE, VOCÊ NOS ALERTOU PARA A NECESSIDADE DE EXPLICAR MELHOR E JUSTIFICAR MELHOR O QUE ESTAMOS FAZENDO, já que o nosso mundo acadêmico e não acadêmico aderiu à "patologia da normalidade" - é normal uma palavra ter 30 significados diferentes e cada um usar o significado de sua preferência.

Thanks
​MC

Em Ter 03/03/15 15:14, Pesky Bee peskybee2@gmail.com [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
É o Oxford Companion to Philosophy, tomo com mais de 1.000 páginas que apresenta de maneira ampla e até detalhada definições de termos essenciais para uma Teoria do Conhecimento
Mas Calilzóvsky, homem de Zeus, então se o Oxford já fez
isso tudo, porque refazer? Não seria melhor gastar tempo com
outras coisófilas? Bola prá frente, meu fío (é também o
que diz todo homem que senta-se de forma abrupta e descuidada).
*PB*
Sent: Tuesday, March 03, 2015 12:53 PM
Subject: Re: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2


Oi Homero.
Vamos ver se nesta mensagem você acrescenta um argumento novo para o contraditório.
Não existe nenhum argumento novo, afora a desqualificação de um trabalho que está sendo feito com empenho e seriedade.
Mas, ambiguamente, ao mesmo tempo que você desqualifica diz o seguinte:

É portanto, CLARO que para elementos abstratos a definição se torna mais útil, mais necessária.

É o que estamos fazendo: botando ordem no barraco das definições que poluem dicionários e livros de ciência e filosofia. Como no grupo predominam as "pauladas conceituais" estou colhendo o parecer de algumas pessoas fora do grupo que estão colaborando. Nesta semana recebi essa dica muito interessante:


"Veja na Oxford University Press um trabalho que pode interessar o amigo na busca pela precisão de e na Linguagem. É o Oxford Companion to Philosophy, tomo com mais de 1.000 páginas que apresenta de maneira ampla e até detalhada definições de termos essenciais para uma Teoria do Conhecimento, inclusive alinhando contradições e percorrendo algumas das tuas preocupações legítimas com o tema"

Vou selecionar alguns trechos desta livrão e traduzir, para a revisão do Dr. Alberto.

Abraços
Mtnos Calil
Ps. O nobre amigo e oráculo está desculpado. 


Em Ter 03/03/15 12:14, oraculo@atibaia.com.br [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
Desculpe Mtnos, mas não quero, e não vou, dar corda para essa discussão sem fim.:- ) Ainda acho, afirmo, que se perderam e estão apenas trocando chumbo sem sentido ou objetivo. Apenas para reforçar meu ponto:
ALP - Vamos então REFORÇAR a diferença entre termos concretos e abstratos para deixar claro que a confusão semântica afetou muitissmo mais os abstratos do que os concretos.
CLARO que afetam, EVIDENTEMENTE que afetam, os termos abstratos mais que concretos! É esse tipo de obviedade que perturba e atrapalha o processo de “comunicação” deste “debate”. Ao definir termos que se aplicam a elementos concretos eu posso MOSTRAR o elemento, uma cadeira por exemplo. E podemos partir a definição desse exemplo concreto, o que facilita muito a comunicação.
Na falta de um acordo sempre se pode mostrar os elementos concretos, e “comunicar” a ideia, ainda que no “degrade” existam elementos que não se encaixam da mesma forma que os exemplos.
É assim que crianças aprendem em primeiro lugar, mostre uma cadeira, não é preciso “definir” uma cadeira. Eventualmente ela cresce e seu mundo se torna mais amplo e mais complexo, e ela encontrará elementos, concretos, que não se encaixam na “definição” mental que ela tem de cadeira, ou que estão sob discussão, alguns dizem que é uma cadeira outros que não.
Não posso EVIDENTEMENTE mostrar o “bom” ou a “honra” para uma criança e dizer, veja, isto é um ‘bom” e isto é uma “honra”. E portanto, CLARO que para elementos abstratos a definição se torna mais útil, mais necessária. Mas isso em nada muda o fato de que será usada para comunicar uma ideia ou conceito, e não muda o fato que estão se perdendo em questiúnculas sem sentido, tertúlias flácidas, discutindo o sexo dos anjos, sem comunicar nada nem coisa alguma. E não muda o fato de que, mesmo sem nenhuma definição, a maioria das pessoas acaba compreendendo os conceitos de “bom” e “honra” pelo contexto em que são aplicados, pelo uso, etc.
Parar o “debate” para, em vez de responder a minhas afirmações, se desviar e se perder, de novo, em algo ÓBVIO, definir coisas abstratas é mais difícil e complexo que definir coisas concretas, é um exemplo claro do que estou afirmando. Um Q.E.D. violentamente claro.:-)
Então, desculpe Mtnos, não vejo como este “debate” possa produzir algo de útil ou que tenha qualquer objetivo além de trocar frases elaboradas pela eternidade.
Um abraço.
Homero
Sent: Monday, March 02, 2015 5:40 PM
Subject: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2
 
Definição do verbo definir, segundo Aurélio"
"Enunciar os atributos essenciais e especificos de (uma coisa), de modo que a torne inconfundível com outra."
=================================================
Boa Homero.
Vamos aproveitar o que há de bom no contraditório deixando as questinculas pessoais de lado.
Passo a palavra para o ALP
Homero - Abstratos ou concretos, criamos termos para comunicar uma ideia, e definimos para aumentar a precisão desta comunicação. Em resumo, é isso. É a base da linguagem, sua natureza primária, primitiva. Um som, um equivalente mental para este som, e podemos todos fugir juntos do predador, ou parar antes de cair no abismo, ou chamar outro para se reunir a nós. Com o tempo, deixamos de apenas nomear coisas, para nomear ações, e mesmo ideias bem abstratas, como bom e mau, certo e errado, etc.
ALP - Vamos então REFORÇAR a diferença entre termos concretos e abstratos para deixar claro que a confusão semântica afetou muitissmo mais os abstratos do que os concretos. Simples assim! E não fosse assim, jamais poderiamos pensar na ressignificação dos termos vitimados. Foram apenas cerca de mil. Escolhemos 30 para testar uma metodologia de ressignificação. (escolhi aqui "incoscientemente" o termo metodologia no lugar de método - a propósito, o significado ainda hoje atribuido ao termo metodologia significando "estudo dos métodos" é anacronicamente etimológico. A metodologia pode ser um conjunto de procedimentos para estudar qualquer coisa e não apenas os métodos.

Homero - Quanto mais elaborada a comunicação, maior a necessidade de definir com mais precisão, mas sempre dentro do limite da razão e da lógica, e sempre com o objetivo final em mente, comunicar algo, uma ideia ou conceito. E não, não importa se definimos termos abstratos ou concretos, a função e o processo é o mesmo.
ALP - É ISSO MESMO, HOMERO: ACERTASTE NA MOSCA ( da espécie semantóide). Então para DEFINIR ( o próprio termo sugere)  palavras como MÉTODO não podemos e não devemos atribuir-lhes inúmeros significados criando uma confusão na mente dos membros da nossa querida e sofrida espécie. EIS COMO O AURÉLIO DEFINIU O VERBO DEFINIR:
DEFINIR:  Enunciar os atributos essenciais e especificos de (uma coisa), de modo que a torne inconfundível com outra. 
Obs. Está aí a prova cabal de que os dicionários não têm a função de definir as palavras, se aceitarmos essa definição sugerida para o verbo definir, a qual eu, ALP, aprovo com o maximo de louvor lógico-matemático!
Até o Aurélio está ratificando (com "a" e não com "e" depois do "r") o nosso novo modelo comunicacional!
HOMERO - E chamar de “mitologia científica”, deixa bastante claro seu objetivo, não?.:-)
ALP - AGORA VOCÊ ERROU "REDONDAMENTE" - O objetivo da matematização da linguagem é precisamente o de tornar a comunicação cientifica, como por exemplo ela é na linguagem médica. Não é para você substituir a sua linguagem por outra e sim fazer uso de um outro modelo nas circusntâncias em que a clareza e a precisão se fizerem  necessárias. Entendeu agora?  OOPSSS... VIU COMO O CONTRADITÓRIO FUNCIONA? Agora podemos falar em MODELO DE COMUNICAÇÃO baseado na lógica e  na precisão. 
Obs. Existem duas categorias de cientistas: os mitológicos e os não mitológicos. Um exemplo dos mitológicos é o cientista quantofrênico que tem uma paixão desmedida pelas medições...
Viu cara pálida? Como você está inspirador hoje? Precisamos explorar melhor o seu potencial de inspiracionice.
(SE TODOS OS LIVROS DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA DA CIÊNCIA PASSASSEM POR ESSE PROCESSO DE CONTRADITÓRIO, QUANTOS EQUIVOCOS LÓGICOS DEIXARIAM DE SER PUBLICADOS? . Mais uma idéia surgiu:  fazer destes debates uma espécie de "manual do contraditório".
Com tantas pauladas que o nosso livrinho de definições cientificas está recebendo, ele terá um indice baixo de bobagens. Curioso isso:  o número de equivocos lógicos do livrinho será inversamente proporcional ao número de pauladas que receber! Não vejo a hora de começar a publicar esse debate no site do Mãos Limpas. O debate faz parte do próprio livro que vai sendo escrito AO LONGO DO CAMINHO. As pauladas fazem parte do livro! Olha aí, cara pálida: "definimos"
a função do grupo: DAR PAULADAS CONCEITUAIS!
E seus autores terão o crédito que merecerem! (o crédito não será em pauladas - aqui não funciona  a lógica instintiva do "olho por olho, dente por dente). Existe lógica instintiva ou inconsciente? Bem isso veremos quando chegar a vez da Lógica, do Insight e da Intuição.
Have a good week  and good thinkings.
Logical and rigorous analyst
=========================

On Seg 02/03/15 15:21 , "oraculo@atibaia.com.br [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 
ALP: “Que santa ingenuidade! - o homem cria palavras para vários fins, sendo um deles manipular seu semelhante. O homem é o manipulador do homem e usa a palavra para exercer essa vocação instintiva. A palavra também está a serviço dos instintos. ”
Q.E.D.:- )
Como dito, tertúlias flácidas para a dormecer bovinos.:- ) Está, de novo, tentando jogar com termos, para mudar de assunto  e manter uma discussão interminável. Para manipular é preciso comunicar, e para isso se usam palavras. Não muda minha alegação, nem a função dos termos e das definições destes termos. A palavra estar “a serviço dos instintos” também em nada ajuda ou é relevante para a questão, é apenas mais do mesmo. Sendo o mesmo, nada.:- )
Abstratos ou concretos, criamos termos para comunicar uma ideia, e definimos para aumentar a precisão desta comunicação. Em resumo, é isso. É a base da linguagem, sua natureza primária, primitiva. Um som, um equivalente mental para este som, e podemos todos fugir juntos do predador, ou parar antes de cair no abismo, ou chamar outro para se reunir a nós. Com o tempo, deixamos de apenas nomear coisas, para nomear ações, e mesmo ideias bem abstratas, como bom e mau, certo e errado, etc.
Quanto mais elaborada a comunicação, maior a necessidade de definir com mais precisão, mas sempre dentro do limite da razão e da lógica, e sempre com o objetivo final em mente, comunicar algo, uma ideia ou conceito. E não, não importa se definimos termos abstratos ou concretos, a função e o processo é o mesmo.
E chamar de “mitologia científica”, deixa bastante claro seu objetivo, não?.:-)
Reafirmo e reforço minha análise, são apenas tertúlias flácidas para adormecer bovinos. Desde que possamos definir o que eu quero dizer com bovinos, tertúlias e flácidas claro.:-)
Um abraço.
Homero
Sent: Monday, March 02, 2015 2:55 PM
Subject: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero

Homero - Criamos palavras e termos para comunicar de forma mais eficiente ideias e conceitos, e definimos para melhorar essa comunicação. E só.

ALP - Que santa ingenuidade! - o homem cria palavras para vários fins, sendo um deles manipular seu semelhante. O homem é o manipulador do homem e usa a palavra para exercer essa vocação instintiva. A palavra também está a serviço dos instintos.
Homero - Parece que alguns (...) pensam que devem existir, como Platão acreditava, absolutos perfeitos no mundo das “idéias” a que os termos se referem, e que a única forma de nos comunicarmos é se encontrarmos esses absolutos.
ALP - Desde quando Platão é referência para a Lógica e Precisão na Comunicação? Que confusão platônica, hein?
Homero -  Cadeira, por exemplo, não precis ser definida “ad nauseum” para que seja um termo útil e pertinente. Não existe uma “cadeira” ideal, nem uma forma de definir “cadeira” que se ajuste de forma absoluta a todos os objetos no mundo que possam ser, ou não, enquadrados nesse conceito. Se depender de definir “cadeira” dessa forma, jamais chegaremos a lugar algum e ficaremos enviando mensangens uns para os outros interminavelmente.
ALP -  MY GOD - quantas vezes já foi dito que a ressignificação dos termos em andamento se refere apenas aos termos abstratos?????????????????????????????????????????????? O número de vezes em que isso foi dito é equivalente ao numero de pontos de interrogação. (cadeira não é termo abstrato). 
Homero - Esse tipo de exercício mental insano pode ser um hobby interessante.
ALP - Insanidade é atribuir a um trabalho como este a qualidade de hobby interessante e ao mesmotempo insano (???)  Que regressão semântica, my God. Lógico-terapia urgente!
Homero - Apenas acho que deve ficar claro isso, que não é um debate racional real, legítimo, mas um esforço elaborado de discutir sem parar, sem objetivo e sem finalidade.:- )
ALP - Sem parar? O limite já foi fixado:  são apenas 30 os termos a serem definidos. (ou melhor RESSIGNIFICADOS, com base nos conceitos de ORDEM, LÓGICA, CLAREZA E PRECISÃO, que são alguns dos postulados da mitologia cientifica.  - rsrsrsrs.  Daqui a aproximadamente 3 anos vamos parar. 3 anos para conceituar 30 palavras. Se isso for divertido, vamos precisar colocar a palavra diversão na lista... Ah, pera aí... agora me lembrei que teve um cara que disse que fazer ciência é muito divertido... TENS RAZÃO HOMERO, DIVIRTAMO-NOS CIENTIFICAMENTE!  VIVA!!!
Have a good week  and good thinkings.
ALP
=============================




On Seg 02/03/15 13:11 , "oraculo@atibaia.com.br [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 
Pesky: “Mas que método usaremos para definir? E que definição
de método pode-se usar para praticar corretamente
essa imprescindível tarefa? E qual ...
E por ai vai. Esse trecho do “debate” é perfeito para indicar o problema central dessa discussão toda, a perda total de foco e objetivo, e a não compreensão da função e finalizade de definirmos termos e expressões: comunicar algo.
Paramos de fazer isso lá atrás, neste debate, muito atras, e nada do que tem sido escrito tem qualquer relevância, devido a essa incomprensão básica. Alguns insights interessantes, como os do Alberto Mesquista, piadas boas e nem tão boas, do Pesky, mas tudo sempre atropelado por elucobrações sem base em seguida, de forma a criar mais confusão e menos comunicação, o contrário do que se espera de qualquer conversa lógica e racional.
Criamos palavras e termos para comunicar de forma mais eficiente ideias e conceitos, e definimos para melhorar essa comunicação. E só. Parece que alguns, como o Mtnos, pensam que devem existir, como Platão acreditava, absolutos perfeitos no mundo das “idéias” a que os termos se referem, e que a única forma de nos comunicarmos é se encontrarmos esses absolutos.
E toda conversa fica dando voltas, sem nenhuma finalizade, na procura desses elementos imaginários, absolutos perfeitos, que não existem.
O que existe, em todo universo, não são elementos absolutos, únicos, claros e distintos, mas degrades, e termos que tentam se aplicar a esses degrades de forma a facilitar, ou permitir, nossa comunicação. Cadeira, por exemplo, não precis ser definida “ad nauseum” para que seja um termo útil e pertinente. Não existe uma “cadeira” ideal, nem uma forma de definir “cadeira” que se ajuste de forma absoluta a todos os objetos no mundo que possam ser, ou não, enquadrados nesse conceito. Se depender de definir “cadeira” dessa forma, jamais chegaremos a lugar algum e ficaremos enviando mensangens uns para os outros interminavelmente (isso me lembra algo.:- ).
Se é assim com cadeira, é bem mais complicado para conceitos como ciência, vida, pedra, etc. Sim, pedra. Todo mundo sabe o que é “pedra”, e o termo é perfeitamente útil para comunicação humana. Mas tente definir “pedra” de forma absoluta, que permita aplicar apenas e tão somente a “pedras”, e vamos ter um problema. De tamanho, por exemplo. A areia da praia é formada por grãos microscópicos, feitos da mesma materia  que muitas pedras, mas é “pedra”? Se não for, que tamanho será definido como limite para ser ou não ser pedra?
E “vida”? Uma pedra não está viva, um cão está (se estiver pulando em suas pernas, claro), mas e um vírus? Dependendo da definição de “vida” que adote, virus podem ou não estar “vivos”.
Isso entretanto NÃO torna o termo vírus inútil, ou o termo vida, ou pedra, ou cão. A filosofia da ciência é importante, interessante, e surgiu para melhorar nossa compreensão e nosso uso do termo e do conceito de ciência, mas não precisa ser absoluta a forma como usamos a mesma para isso. E pode ser perfeitamente possível usar mais de uma definição para “ciência”, em casos distintos e para objetivos distintos. O fato de que existe outra forma de definir ciência, que não use o falsificacionismo popperiano, NÃO torna este inútil ou sem valor.
Ao se apegar a detalhes, detalhes sem valor, e tentar esmiuçar as definições, Mtnos torna impossível sair do poço da falta de objetividade, um poço que pós-modernistas cavaram até profundidades absurdas, ilógicas, irracionais. É um tipo de “reductio ad absurdum” do mal.:-).
Toda essa conversa, toda essa tertúlia flácida para adormecer bovinos acaba por esconder o ponto principal da filosofia da ciência, da filosofia na verdade, seu objetivo principal, compreender melhor, e comunicar melhor as ideias, partilhar as mesmas, compreender o que o outro está pensando, da melhor forma possível, com o menor erro possível. Não de forma absoluta ou perfeita, coisa inexistente neste nosso universo, mas da melhor forma possível.
Tentemos discutir a definição de “pedra” ou “vida” ou “cadeira” dessa forma insana, e vamos parar no mesmo ponto em que estamos agora, parecendo que é “impossível” saber o que é pedra ou vida ou cadeira. Vamos discutir, ad nauseum, quando uma cadeira se torna uma poltrona, se poltronas são objetos separados ou um tipo de cadeira, se a pedra que atiro na cabeça do Mtnos é tão pedra quanto o cisco que sai dela e entra em seu olho, etc, etc.
Este “debate” jamais saira desse lamaçal ilógico. Jamais. Pode ser até divertido, e certamente o Mtnos está se divertindo muito, mas é apenas uma elocubração sem sentido, masturbação intelectual, pós modernismo.:-) Nunca sairemos, nunca chegaremos a lugar algum. Se parecer que chegamos, Mtnos dirá, mas, o que exatamente quer dizer com “chegamos” e tudo recomeçará.:- )

Não estou dizendo que deve ser proibido ou que não é legítimo que alguém se divirta dessa forma, claro.:- ) Esse tipo de exercício mental insano pode ser um hobby interessante. Apenas acho que deve ficar claro isso, que não é um debate racional real, legítimo, mas um esforço elaborado de discutir sem parar, sem objetivo e sem finalidade.:- )

Um abraço.
Homero
Sent: Monday, March 02, 2015 12:43 PM
Subject: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica
> Temos que definir este termo: método.
Mas que método usaremos para definir? E que definição
de método pode-se usar para praticar corretamente
essa imprescindível tarefa? E qual a estratégia
que será usada na metodologia definiciatória desses
conceituóides? E o que é "termo"? Temo que precisemos
definir o que é termo. Para levar a termo a tarefa
de definir termo, é preciso criar o método da definição
de termo, e aí teremos que verificar se será
metodologicamente adequado definir a definição de
definição. E do termo. E do método. E ... do que
mesmo estávamos falando?
*PB*
Sent: Sunday, March 01, 2015 6:17 PM
Subject: [ciencialist] Diferença entre método e técnica


Temos que definir este termo: método. Mas, como os filósofos e cientistas odeiam a univocidade semântica, eles deram um jeitinho para misturar os dois termos.
Agora vamos ter que demonstrar esta obviedade: que método e técnica são conceitos distintos. Seria a técnica um "elemento" do método? Ou um elemento da implementação do método?
Ah... e ainda temos que esclarecer a diferença entre método e metodologia!

Haja paciência!
MC - muita calma!


Ps. Graças à TBHR - Teoria do Bom Humor Radical, conseguimos manter o bom humor ao lado da paciência.
===================================


Diferença entre método e técnica
 

1. Método: significa o traçado das etapas fundamentais da pesquisa
Técnica: significa os diversos procedimentos ou a utilização de diversos recursos
peculiares a cada objeto de pesquisa, dentro das diversas etapas do método;
A técnica é a instrumentação específica da ação, é mais instável, obedece ao
progresso tecnológico;
O método é mais geral, mais amplo, menos específico, mais estável.
 
2. A técnica da pesquisa trata dos procedimentos práticos que devem ser adotado para realizar um trabalho científico, qualquer que seja o método aplicado. A técnica serve para registrar e quantificar os dados observados, ordená-los e classificá-los. A técnica especifica como fazer. Para a realização de uma pesquisa, é necessário o uso de técnicas adequadas, capazes de coletar dados suficientes, de modo que dêem conta dos objetivos traçados, quando da sua projeção. Para determinar o tipo de instrumento é necessário observar o que será estudado, a que irá reportar. Na realização de uma pesquisa, depois de definidas as fontes de dados e o tipo de pesquisa, que pode ser de campo ou de laboratório, devemos levantar as técnicas a serem utilizadas para a coleta de dados, destacando-se: questionários, entrevistas, observação, formulários e discussão em grupo. Vale a pena salientar que métodos e técnicas se relacionam, mas são distintos. O método é um conjunto de etapas ordenadamente dispostas, destinadas a realizar e antecipar uma atividade na busca de uma realidade; enquanto a técnica está ligada ao modo de se realizar a atividade de forma mais hábil, mais perfeita. O método se refere ao atendimento de um objetivo, enquanto a técnica operacionaliza o método.
 
3. Numa investigação empírica, os dados consistem nas observações registradas, isentas ainda de análise; tais dados são depois elaborados e analisados a fim de se chegar a conclusões. Os textos metodológicos sobre investigação empírica tendem a utilizar de modo equivalente as expressões método de investigação e técnica de investigação. O que, em sentido restrito, não é correto, pois existe diferença entre método e técnica. O método pode definir-se como um dispositivo ordenado, um procedimento sistemático, um plano geral. A técnica é a aplicação específica do plano metodológico e a forma especial de executá-lo. Utilizando uma analogia, o método é, em relação à técnica, o mesmo que a estratégia perante a tática; a técnica encontra-se assim subordinada ao método e lhe é auxiliar. Por método de investigação entende-se o plano, o esquema ordenador, a estratégia com que o investigador aborda os problemas que estuda.
 
4. O método é a conjugação da hipótese e do experimento. Já a técnica é a descrição do tipo de experimento adotado. Se a pesquisa é feita em laboratório, a técnica estaria no uso de microscópios e outros instrumentos de análise dos materiais em exame. Se a pesquisa é feita no campo social de uma coletividade humana, a técnica poderia estar relacionada à realização de entrevistas ou outras formas de coleta de dados entre seres humanos. Em síntese, a técnica faz parte do método, mas não é o método; é sim um de seus componentes. A informação sobre a técnica, entretanto, é igualmente muito importante para a validação do método.
 
5. A técnica é um meio auxiliar da pesquisa, um instrumento específico, subordinado ao método.
 
6.
a) o método parte das leis e teorias para aplicar o conhecimento a um caso particular, enquanto a técnica parte da enumeração de casos particulares para chegar a uma conclusão geral.
b) o método aponta como fazer, enquanto a técnica indica o que fazer através da coleta de dados em referências bibliográficas.
c) o método é um conjunto de etapas, ordenadamente dispostas, que devem ser vencidas no decorrer da investigação, para se atingir o objetivo da pesquisa; indica o que fazer; a técnica aponta como fazer. Destacam-se como técnicas para a coleta de dados: questionários, entrevistas, observações, formulários e discussões em grupo.
 
7. Entende-se por métodos os procedimentos mais amplos do raciocínio, enquanto técnicas são procedimentos mais restritos que operacionalizam os métodos, mediante emprego de instrumentos adequados.
 
8. Em geral é difícil delimitar a diferença entre método e técnica. O primeiro termo impressiona mais e por isso muitas vezes é usado erroneamente no lugar do segundo. A técnica é acima de tudo uma das formas ou vias passiveis e práticas de se aplicar um método.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Oxford Companion
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/03/2015 18:14

> ...quando falou com esta surpreendente franqueza sobre
> as dissensões entre os autores:
 
Mas aí é que está, Calilzófilo da Silva, imagina só essas
dissensões entre autores, obviamente ela também irá afetar
essa análise que se está propunhando. Vai ser uma guerra
entre autores com conceituações diferentófilas. E óia que
eu vou até um passo além: eu diria que essas dissensões são
inviáveis de se "arrêzorvê", pois dependem de premissas
distintas que os pensadóires carregam lá dentro de suas
entranhas neurais. Aí o que se pode concluir é que eventuais
tentativas de normatização e analização dessas coisófilas
todas poderá estar esbarrando em uma muralha maior do que
a da China: a impossibilidade prática de se "arrêzorvê"
(unificar/normatizar/alisar/aplainar/pintar/dourar) essas
conceituações danadas e desgraçadas. Faz sentido isso que
estou propunhando ou será que eu tô ficando lôco?
 
*PB*
 
 
 
Sent: Tuesday, March 03, 2015 5:11 PM
Subject: [ciencialist] Oxford Companion
 


Very interesting, Mr. PB.

Vamos esclarecer a questão com a precisão necessária:

a) A turma do Oxford fez um excelente trabalho que mostra a confusão do barraco. Para colocar ordem no barraco é necessário este trabalho oxfordiano prévio. 
b) O que podemos fazer é propor ao Mr. Oxford que faça um novo mutirão semântico agora com o objetivo de criar uma unica definição para cada elemento do barraco, o que estamos fazendo no nosso laboratório com 30 termos.  10 seriam suficientes para ilustrar a metodologia e os resultados alcançados. Cada definição será acompanhada dos inúmeros conceitos do barraco.  Vamos recolher tudo que o Oxford escreveu sobre a palavra método, acrescentar o que faltou e criar uma definição - ou adotar alguma já existente, com alguma modificação. Foi assim que chegamos à definição de conceito como "representação logico-matemática da essência do objeto" - o conceito de conceito como representação já existia na literatura. Ocorre porém que eu não fiz o registro dos elementos encontrados no barraco, o que estamos fazendo agora.

Importante: as falhas conceituais não são do Oxford e sim da linguagem adotada pelos filósofos. Ao invés de criticar o OXFORD devemos elogiar - porque realmente o trabalho foi muito bem feito - e propor uma outra abordagem para um novo produto.
Thanks
MC
 

SUBJECT: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/03/2015 19:47

Peskysóvsky escreveu (msg 87904): Não seria melhor gastar tempo com outras coisófilas?
 
Perfeito, cara pálida, digo, abelha pálida. Sugiro então que você deixe o Mtnos falando com as moscas e entre conosco no projeto do Belmiróvsky que é bem mais gratificante, qual seja: (msg 87895) «Que tal uma discussão sobre as origens da verruga no nariz da bruxas? Com certeza vai ser algo mais interessante.» Caso o assunto não lhe interesse, o Homeróvsky há alguns anos estava interessado em desenvolver um projeto que, se não me engano, era sobre os minotauros. Quem sabe você possa ajudá-lo nesta tarefa que seria também bastante interessante de ser exposta aqui na Ciencialist.
 
Peskysóvsky escreveu (msg 87906): Será que se tu falares isso para os editores desse macro-livrão eles irão gostar?
 
Tem gosto pra tudo, então não é impossível que o Calilzóvsky consiga encontrar uma editora que aceite publicar aquilo que ele vem falando com as moscas. Mas veja bem: Você não é uma mosca e sim uma abelha, logo sugiro que adira ou ao projeto do Belmiróvsky ou então ao do Homeróvsky, que são bem mais gratificantes. Com uma pequena incursão no Google consegui verificar que o interesse pelo tema verruga no nariz das bruxas é imenso e portanto qualquer editora irá se interessar em publicar nossa discussão a respeito do assunto, que é por demais científico. Apenas para ilustrar reuni alguns links relativos a livros já publicados e que poderão nos ajudar neste projeto.
 
 
Peskyzóvsky escreveu (msg 87908): tu não achas que para fazer uma pretensa "limpeza" no trabáio dos diversos qualificadérrimos editores Oxfordianos seria preciso ter, no mínimo, um caminhão Scania
 
De fato. Como diria o saudoso Léo, é muita areia para o nosso caminhãozinho. Não obstante, a verruga do nariz das bruxas cabe perfeitamente no nosso caminhãozinho e a chance de sucesso é bem maior. Pense bem: Deixe o Calilzóvsky falando com as moscas, com o Freud e com o ALP e venha engrossar a fileira dos ciencialisteiros que possuem graves transtornos mentais. Afinal, e como disse o Calilzóvsky, Freud cura esses graves transtornos mensais em apenas 9 meses (msg 87896), é o tempo de uma gestação [quiçá possamos fazer uma terapia de grupo com o Freud no terreiro da Mãe Joana, que é bem melhor para contatar o Freud do que o terreiro do Calilzóvsky). Já o livro que ele está escrevendo está previsto para algo em torno de 3 ou mais anos, ou seja, seriam 3 ou mais gestações (Haja camisinha!).
 
Peskyzóvsky escreveu (msg 87912): Faz sentido isso que estou propunhando ou será que eu tô ficando lôco?
 
Louco é um pouco forte. Digamos que você está adquirindo um grave transtorno mental. Então repito mais uma vez: Deixe o Calilzóvsky falando com as moscas e junte-se a nós neste projeto Belmirovskyano que é bem mais interessante.
 
[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.

SUBJECT: Re: Re: [ciencialist] Oxford Companion
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/03/2015 21:36

Grande Pesky!!!
Você acendeu um "holofote metodólogico"!!!
O que está faltando - e eu não tinha me apercebido disso - é exatamente um melhor esclarecimento sobre a metodologia deste treco que estamos montando. A visualização da metodologia me parece que estava demandando uma aplicação (ou uma explicação baseada na aplicação)  que não chegou a ser feita e apenas comentada. 
Vou tentar agora, através de um exemplo, mostrar que não estamos propondo MAIS UMA forma de conceituar as coisas e sim uma ressignificação baseada num  PROCEDIMENTO LÓGICO-SEMÂNTICO 

Tomemos como exemplo este verdadeiro absurdo lógico apresentado no dicionário de filosofia do  Abbagnano: 

METODOLOGIA 
Com este termo podem ser designadas quatro coisas diferentes:
1-  a lógica ou parte da lógica que estuda os métodos; 
2-  lógica transcendental aplicada; 
3 - conjunto de procedimentos metódicos de uma ou mais ciências; 
4-  a análise filosófica de tais procedimentos.


Tem sentido se dizer HOJE que a metodologia designa a lógica? Metodologia seria sinônimo de lógica? 

Tem sentido a palavra metodologia designar essas 4 coisas?
Cada uma delas foi adotada por algum filósofo em algum tempo?
Mas não nos interessa o que Platão, Aristóteles ou Kant pensavam a respeito de metodologia. O nosso objetivo não é estudar o significado que as palavras foram adquirindo ao longo da história. Na idade da pedra grega, como eu já disse, ciência significava conhecimento.
 
Vejamos então o que Abbagnano fala sobre o significado ATUAL do termo metodologia, de acordo com o item 3 citado acima:

Com o nome de M. hoje é freqüentemente indicado o conjunto de procedimentos técnicos

de averiguação ou verificação à disposição de determinada disciplina ou grupo de disciplinas.
Nesse sentido fala-se, p. ex., de "M. das ciências naturais" ou de "M. historiográfica".
Nesse aspecto, a M. é elaborada no interior de uma disciplina científica ou de um grupo de
disciplinas e não tem outro objetivo além de garantir às disciplinas em questão o uso cada
vez mais eficaz das técnicas de procedimento de que dispõem.”

 
Sem entrar no mérito de detalhes desta definição, a simples designação do termo como “conjunto de procedimentos técnicos de averiguação ou verificação” já é suficiente para devolvermos aos arquivos da história da filosofia as duas conceituações anteriores. Porém não se trata aqui de um julgamento pessoal, pois existe um consenso entre amplos setores do mercado a respeito do conceito de metodologia (ou método) como conjunto de procedimentos.
 
Vejamos agora o que Abbagnano fala do 4º. significado que está logo abaixo deste simples e breve comentário:  
a metodologia se tranformou agora em “disciplina filosófica autônoma” (...) e “sucessora da metafísica” ???

"A  M. vem-se constituindo como disciplina filosófica relativamente autônoma
e destinada à análise das técnicas de investigação empregadas em uma ou mais ciências.
Nesse sentido, não são objetos da M. os "métodos" das ciências, ou seja, as classificações
amplas e aproximativas (análise, síntese, indução, dedução, experimentação, etc), nas quais se inserem as técnicas da pesquisa científica, mas tão-somente essas técnicas, consideradas
em suas estruturas específicas e nas condições que possibilitam o seu uso. Tais técnicas
compreedem, obviamente, qualquer procedimento lingüístico ou operacional, qualquer
conceito e qualquer instrumento que uma ou mais disciplinas utilizem na aquisição e na verificação
de seus resultados. Nesse sentido, a M. é sucessora  da metafísica, porque a ela cabem
os problemas que concernem às relações entre as ciências e as zonas de interferência (e
algumas vezes de conflito) entre ciências diferentes."

Sintetizando, dos 4 significados atribuídos ao termos, SELECIONAMOS o terceiro que vai compor uma ampla lista com outros conceitos de outras fontes.
 
Se este  exemplo não foi suficiente, continuo ao seu dispor. De qualquer forma já está claríssimo que vamos ter um capitulo sobre a metodologia dessa tal de “matematização da linguagem”, baseada na univocidade.
 

Abraços Lógicos, Lógicos!!!
MC

 
Em tempo: é claro que método e metodologia são coisas diferentes que demandam definições diferentes. Uma parte do mercado, com base no sufixo do termo, considera a metodologia como  "estudo"  ao invés de conjunto de procedimentos. Ocorre aqui um apego anacrônico à etimologia do termo. - às vezes é recomendável resgatarmos o sentido etimológico de alguns termos, mas isso é raro. É o caso do conceito de método como caminho (adotado por Descartes) que se justifica hoje por dar ao método a necessária flexibilidade que os quantofrênicos abominam porque são quimico-dependentes das réguas e relógios. 

========================================================

Em Ter 03/03/15 18:14, Pesky Bee peskybee2@gmail.com [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 

> ...quando falou com esta surpreendente franqueza sobre
> as dissensões entre os autores:
Mas aí é que está, Calilzófilo da Silva, imagina só essas
dissensões entre autores, obviamente ela também irá afetar
essa análise que se está propunhando. Vai ser uma guerra
entre autores com conceituações diferentófilas. E óia que
eu vou até um passo além: eu diria que essas dissensões são
inviáveis de se "arrêzorvê", pois dependem de premissas
distintas que os pensadóires carregam lá dentro de suas
entranhas neurais. Aí o que se pode concluir é que eventuais
tentativas de normatização e analização dessas coisófilas
todas poderá estar esbarrando em uma muralha maior do que
a da China: a impossibilidade prática de se "arrêzorvê"
(unificar/normatizar/alisar/aplainar/pintar/dourar) essas
conceituações danadas e desgraçadas. Faz sentido isso que
estou propunhando ou será que eu tô ficando lôco?
*PB*
Sent: Tuesday, March 03, 2015 5:11 PM
Subject: [ciencialist] Oxford Companion


Very interesting, Mr. PB.

Vamos esclarecer a questão com a precisão necessária:

a) A turma do Oxford fez um excelente trabalho que mostra a confusão do barraco. Para colocar ordem no barraco é necessário este trabalho oxfordiano prévio. 
b) O que podemos fazer é propor ao Mr. Oxford que faça um novo mutirão semântico agora com o objetivo de criar uma unica definição para cada elemento do barraco, o que estamos fazendo no nosso laboratório com 30 termos.  10 seriam suficientes para ilustrar a metodologia e os resultados alcançados. Cada definição será acompanhada dos inúmeros conceitos do barraco.  Vamos recolher tudo que o Oxford escreveu sobre a palavra método, acrescentar o que faltou e criar uma definição - ou adotar alguma já existente, com alguma modificação. Foi assim que chegamos à definição de conceito como "representação logico-matemática da essência do objeto" - o conceito de conceito como representação já existia na literatura. Ocorre porém que eu não fiz o registro dos elementos encontrados no barraco, o que estamos fazendo agora.

Importante: as falhas conceituais não são do Oxford e sim da linguagem adotada pelos filósofos. Ao invés de criticar o OXFORD devemos elogiar - porque realmente o trabalho foi muito bem feito - e propor uma outra abordagem para um novo produto.
Thanks
MC

SUBJECT: Galeria Wolski
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/03/2015 23:19


    Prezados.

    A galeria Wolski conta com algumas novidades. Façam um tour em Galeria Wolski — Páginas Pessoais - UTFPR
 
Só um aviso: as obras são indáveis, invendíveis e imprestáveis. Bem, pensando melhor, algumas foram dáveis.

*BW*

SUBJECT: Re: [ciencialist] Galeria Wolski - Cuidado!!!
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/03/2015 23:55



CUIDADO:
Mantenha seus louva-a-deus longe de qualquer outro inseto.
 Os louva-a-deus possuem um apetite voraz por insetos, podendo até gerar cenas de canibalismo. Eles são predadores supremos no reino dos insetos e irão perseguir ou esperar a presa para atacá-la. Não dê ao seu louva-a-deus a oportunidade de ele devorar outro animal da mesma espécie. 

Darwin 



Em Ter 03/03/15 23:19, Belmiro Wolski belmirow@yahoo.com.br [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 

    Prezados.
    A galeria Wolski conta com algumas novidades. Façam um tour em Galeria Wolski — Páginas Pessoais - UTFPR
Só um aviso: as obras são indáveis, invendíveis e imprestáveis. Bem, pensando melhor, algumas foram dáveis.
*BW*

SUBJECT: Re: [ciencialist] Galeria Wolski
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2015 03:02

Muito boa a Galeria Wolski. Só tome o cuidado apontado pelo Mtnos pois do contrário a Liga Protetora dos Insetos irá cair em cima de você.
 
Parabéns!
 
[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
 
*************************************
Sent: Tuesday, March 3, 2015 11:19 PM
Subject: [ciencialist] Galeria Wolski
 
 

 
    Prezados.
 
    A galeria Wolski conta com algumas novidades. Façam um tour em Galeria Wolski — Páginas Pessoais - UTFPR
 
Só um aviso: as obras são indáveis, invendíveis e imprestáveis. Bem, pensando melhor, algumas foram dáveis.
 
*BW*

SUBJECT: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2015 11:06

> Você não é uma mosca e sim uma abelha,
 
Albertão, estou concordado com todas as vossas argumentações
abaixo escrevinhadas. Peguei a frase acima apenas para dar um
detalhinho relevante sobre as abelhas: tu sabias que esse
bichinho danadinho tem cerca de 1 milhão de neurônios no
cerebrinho? É neurônio que não acaba mais!
 
Eu diria que, dada a envergadura do trabalhófilo que o
Calilzão está propondo, talvez precisemos convocar umas
duas ou três abelhinhas para ajudá-lo!
 
*PB*
 
 
 
Sent: Tuesday, March 03, 2015 7:47 PM
Subject: Re: [ciencialist] Diferença entre método e técnica - ALP responde para Homero - 2
 


Peskysóvsky escreveu (msg 87904): Não seria melhor gastar tempo com outras coisófilas?
 
Perfeito, cara pálida, digo, abelha pálida. Sugiro então que você deixe o Mtnos falando com as moscas e entre conosco no projeto do Belmiróvsky que é bem mais gratificante, qual seja: (msg 87895) «Que tal uma discussão sobre as origens da verruga no nariz da bruxas? Com certeza vai ser algo mais interessante.» Caso o assunto não lhe interesse, o Homeróvsky há alguns anos estava interessado em desenvolver um projeto que, se não me engano, era sobre os minotauros. Quem sabe você possa ajudá-lo nesta tarefa que seria também bastante interessante de ser exposta aqui na Ciencialist.
 
Peskysóvsky escreveu (msg 87906): Será que se tu falares isso para os editores desse macro-livrão eles irão gostar?
 
Tem gosto pra tudo, então não é impossível que o Calilzóvsky consiga encontrar uma editora que aceite publicar aquilo que ele vem falando com as moscas. Mas veja bem: Você não é uma mosca e sim uma abelha, logo sugiro que adira ou ao projeto do Belmiróvsky ou então ao do Homeróvsky, que são bem mais gratificantes. Com uma pequena incursão no Google consegui verificar que o interesse pelo tema verruga no nariz das bruxas é imenso e portanto qualquer editora irá se interessar em publicar nossa discussão a respeito do assunto, que é por demais científico. Apenas para ilustrar reuni alguns links relativos a livros já publicados e que poderão nos ajudar neste projeto.
 
 
Peskyzóvsky escreveu (msg 87908): tu não achas que para fazer uma pretensa "limpeza" no trabáio dos diversos qualificadérrimos editores Oxfordianos seria preciso ter, no mínimo, um caminhão Scania
 
De fato. Como diria o saudoso Léo, é muita areia para o nosso caminhãozinho. Não obstante, a verruga do nariz das bruxas cabe perfeitamente no nosso caminhãozinho e a chance de sucesso é bem maior. Pense bem: Deixe o Calilzóvsky falando com as moscas, com o Freud e com o ALP e venha engrossar a fileira dos ciencialisteiros que possuem graves transtornos mentais. Afinal, e como disse o Calilzóvsky, Freud cura esses graves transtornos mensais em apenas 9 meses (msg 87896), é o tempo de uma gestação [quiçá possamos fazer uma terapia de grupo com o Freud no terreiro da Mãe Joana, que é bem melhor para contatar o Freud do que o terreiro do Calilzóvsky). Já o livro que ele está escrevendo está previsto para algo em torno de 3 ou mais anos, ou seja, seriam 3 ou mais gestações (Haja camisinha!).
 
Peskyzóvsky escreveu (msg 87912): Faz sentido isso que estou propunhando ou será que eu tô ficando lôco?
 
Louco é um pouco forte. Digamos que você está adquirindo um grave transtorno mental. Então repito mais uma vez: Deixe o Calilzóvsky falando com as moscas e junte-se a nós neste projeto Belmirovskyano que é bem mais interessante.
 
[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
 

SUBJECT: Re: [ciencialist] Oxford Companion
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2015 11:07

> Você acendeu um "holofote metodólogico"!!!
 
Hum... deixa eu ver como falar isto sem que o god pule
no meu pescoço. Se tu gostou desse holofote metodológico,
tu precisas ver um outro holofote que produzo, em
operação de alto risco, que é feito através da ... hum...
do posicionamento do orifício ejetor traseiro de forma a
observar para a Lua, com a subsequente incineração
de uma vela (ou fósforo) justamente na linha de "tiro"
da mencionada abertura circular, e dessa forma iniciar
um processo de ejeção intempestiva de gases gutu-intestinais
a fim de provocar uma intensa emissão luminosa (principalmente
na faixa de frequência do infra-vermelho), que costuma
deixar a criançada (e até alguns adultos) em estado de
êxtase visual (e também olfativo, hahahahaha).
 
*PB*
 
 
 
Sent: Tuesday, March 03, 2015 9:36 PM
Subject: Re: Re: [ciencialist] Oxford Companion
 


Grande Pesky!!!
Você acendeu um "holofote metodólogico"!!!
O que está faltando - e eu não tinha me apercebido disso - é exatamente um melhor esclarecimento sobre a metodologia deste treco que estamos montando. A visualização da metodologia me parece que estava demandando uma aplicação (ou uma explicação baseada na aplicação)  que não chegou a ser feita e apenas comentada.
Vou tentar agora, através de um exemplo, mostrar que não estamos propondo MAIS UMA forma de conceituar as coisas e sim uma ressignificação baseada num  PROCEDIMENTO LÓGICO-SEMÂNTICO

Tomemos como exemplo este verdadeiro absurdo lógico apresentado no dicionário de filosofia do  Abbagnano:

METODOLOGIA 
Com este termo podem ser designadas quatro coisas diferentes:
1-  a lógica ou parte da lógica que estuda os métodos;
2-  lógica transcendental aplicada;
3 - conjunto de procedimentos metódicos de uma ou mais ciências;
4-  a análise filosófica de tais procedimentos.


Tem sentido se dizer HOJE que a metodologia designa a lógica? Metodologia seria sinônimo de lógica?

Tem sentido a palavra metodologia designar essas 4 coisas?
Cada uma delas foi adotada por algum filósofo em algum tempo?
Mas não nos interessa o que Platão, Aristóteles ou Kant pensavam a respeito de metodologia. O nosso objetivo não é estudar o significado que as palavras foram adquirindo ao longo da história. Na idade da pedra grega, como eu já disse, ciência significava conhecimento.
 
Vejamos então o que Abbagnano fala sobre o significado ATUAL do termo metodologia, de acordo com o item 3 citado acima:

Com o nome de M. hoje é freqüentemente indicado o conjunto de procedimentos técnicos

de averiguação ou verificação à disposição de determinada disciplina ou grupo de disciplinas.
Nesse sentido fala-se, p. ex., de "M. das ciências naturais" ou de "M. historiográfica".
Nesse aspecto, a M. é elaborada no interior de uma disciplina científica ou de um grupo de
disciplinas e não tem outro objetivo além de garantir às disciplinas em questão o uso cada
vez mais eficaz das técnicas de procedimento de que dispõem.”

 
Sem entrar no mérito de detalhes desta definição, a simples designação do termo como “conjunto de procedimentos técnicos de averiguação ou verificação” já é suficiente para devolvermos aos arquivos da história da filosofia as duas conceituações anteriores. Porém não se trata aqui de um julgamento pessoal, pois existe um consenso entre amplos setores do mercado a respeito do conceito de metodologia (ou método) como conjunto de procedimentos.
 
Vejamos agora o que Abbagnano fala do 4º. significado que está logo abaixo deste simples e breve comentário: 
a metodologia se tranformou agora em “disciplina filosófica autônoma” (...) e “sucessora da metafísica” ???

"A  M. vem-se constituindo como disciplina filosófica relativamente autônoma
e destinada à análise das técnicas de investigação empregadas em uma ou mais ciências.
Nesse sentido, não são objetos da M. os "métodos" das ciências, ou seja, as classificações
amplas e aproximativas (análise, síntese, indução, dedução, experimentação, etc), nas quais se inserem as técnicas da pesquisa científica, mas tão-somente essas técnicas, consideradas
em suas estruturas específicas e nas condições que possibilitam o seu uso. Tais técnicas
compreedem, obviamente, qualquer procedimento lingüístico ou operacional, qualquer
conceito e qualquer instrumento que uma ou mais disciplinas utilizem na aquisição e na verificação
de seus resultados. Nesse sentido, a M. é sucessora  da metafísica, porque a ela cabem
os problemas que concernem às relações entre as ciências e as zonas de interferência (e
algumas vezes de conflito) entre ciências diferentes."

Sintetizando, dos 4 significados atribuídos ao termos, SELECIONAMOS o terceiro que vai compor uma ampla lista com outros conceitos de outras fontes.
 
Se este  exemplo não foi suficiente, continuo ao seu dispor. De qualquer forma já está claríssimo que vamos ter um capitulo sobre a metodologia dessa tal de “matematização da linguagem”, baseada na univocidade.
 

Abraços Lógicos, Lógicos!!!
MC

 
Em tempo: é claro que método e metodologia são coisas diferentes que demandam definições diferentes. Uma parte do mercado, com base no sufixo do termo, considera a metodologia como  "estudo"  ao invés de conjunto de procedimentos. Ocorre aqui um apego anacrônico à etimologia do termo. - às vezes é recomendável resgatarmos o sentido etimológico de alguns termos, mas isso é raro. É o caso do conceito de método como caminho (adotado por Descartes) que se justifica hoje por dar ao método a necessária flexibilidade que os quantofrênicos abominam porque são quimico-dependentes das réguas e relógios.

========================================================

Em Ter 03/03/15 18:14, Pesky Bee peskybee2@gmail.com [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
> ...quando falou com esta surpreendente franqueza sobre
> as dissensões entre os autores:
Mas aí é que está, Calilzófilo da Silva, imagina só essas
dissensões entre autores, obviamente ela também irá afetar
essa análise que se está propunhando. Vai ser uma guerra
entre autores com conceituações diferentófilas. E óia que
eu vou até um passo além: eu diria que essas dissensões são
inviáveis de se "arrêzorvê", pois dependem de premissas
distintas que os pensadóires carregam lá dentro de suas
entranhas neurais. Aí o que se pode concluir é que eventuais
tentativas de normatização e analização dessas coisófilas
todas poderá estar esbarrando em uma muralha maior do que
a da China: a impossibilidade prática de se "arrêzorvê"
(unificar/normatizar/alisar/aplainar/pintar/dourar) essas
conceituações danadas e desgraçadas. Faz sentido isso que
estou propunhando ou será que eu tô ficando lôco?
*PB*
Sent: Tuesday, March 03, 2015 5:11 PM
Subject: [ciencialist] Oxford Companion


Very interesting, Mr. PB.

Vamos esclarecer a questão com a precisão necessária:

a) A turma do Oxford fez um excelente trabalho que mostra a confusão do barraco. Para colocar ordem no barraco é necessário este trabalho oxfordiano prévio.
b) O que podemos fazer é propor ao Mr. Oxford que faça um novo mutirão semântico agora com o objetivo de criar uma unica definição para cada elemento do barraco, o que estamos fazendo no nosso laboratório com 30 termos.  10 seriam suficientes para ilustrar a metodologia e os resultados alcançados. Cada definição será acompanhada dos inúmeros conceitos do barraco.  Vamos recolher tudo que o Oxford escreveu sobre a palavra método, acrescentar o que faltou e criar uma definição - ou adotar alguma já existente, com alguma modificação. Foi assim que chegamos à definição de conceito como "representação logico-matemática da essência do objeto" - o conceito de conceito como representação já existia na literatura. Ocorre porém que eu não fiz o registro dos elementos encontrados no barraco, o que estamos fazendo agora.

Importante: as falhas conceituais não são do Oxford e sim da linguagem adotada pelos filósofos. Ao invés de criticar o OXFORD devemos elogiar - porque realmente o trabalho foi muito bem feito - e propor uma outra abordagem para um novo produto.
Thanks
MC
 

SUBJECT: Re: [ciencialist] Galeria Wolski
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2015 11:08

Belmiróvsky, não sei se tu irás considerar a opinião
de um abelho valedora de muita coisa, mas permita-me
dizer que tu és, sem meias palavras, um artista.
 
*PB*
 
 
 
Sent: Tuesday, March 03, 2015 11:19 PM
Subject: [ciencialist] Galeria Wolski
 


 
    Prezados.
 
    A galeria Wolski conta com algumas novidades. Façam um tour em Galeria Wolski — Páginas Pessoais - UTFPR
 
*BW*

Enviado por: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
 

SUBJECT: Recado de Carnap para Pesky Bee
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/03/2015 12:18

Prezado Pesky Bee.
Como é do seu conhecimento, meu trabalhão sobre a lógica sintaxe (ou sintaxe da lógica) até hoje não foi bem compreendido pelos humanóides que têm uma enorme dificuldade de enxergar o invisível, o que reconheçamos, é algo nada fácil... É verdade que eu exagerei na dose lexical, como eu próprio reconheci. ENTRETANTO, OS SEMANTÓIDES AFETADOS PELO TRANSTORNO IDEOLÓGICO QUE NOMEOU O SIGNIFICADO COMO O REI DA LINGUAGEM, tentaram destruir o que havia de bom na minha obra.
O que eu não esperava jamais é descortinar aqui no mundo sintático onde viverei eternamente, um humanóide revelar essa extraordinária competência léxico-sintática exposta de forma tão exuberante que até o mais míope dos semantóides pode enxergar. 
Espero que seus amigos do ciencialist percebem a riqueza sintática do seu texto.
Porém, se eles tiverem alguma dificuldade para esta percepção, coloco-me desde já ao seu dispor para ajudá-los a entender a coisa. 
Aproveito a oportunidade para lhe pedir um favor: diga ao sr. Calil para ser justo comigo e reservar pelo menos um capítulo do seu livro para a sintaxe. 
Muito obrigado e parabéns pela sua performance sintática. 

Rudolf Carnap
 
Morou no planeta Terra entre 1891 e 1970, quando escreveu a Sintaxe Lógica da Linguagem, na década de 30, tendo exercido a defesa coerente e obstinada do positivismo lógico. 



Em Qua 04/03/15 11:07, Pesky Bee peskybee2@gmail.com [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 

> Você acendeu um "holofote metodólogico"!!!
Hum... deixa eu ver como falar isto sem que o god pule
no meu pescoço. Se tu gostou desse holofote metodológico,
tu precisas ver um outro holofote que produzo, em
operação de alto risco, que é feito através da ... hum...
do posicionamento do orifício ejetor traseiro de forma a
observar para a Lua, com a subsequente incineração
de uma vela (ou fósforo) justamente na linha de "tiro"
da mencionada abertura circular, e dessa forma iniciar
um processo de ejeção intempestiva de gases gutu-intestinais
a fim de provocar uma intensa emissão luminosa (principalmente
na faixa de frequência do infra-vermelho), que costuma
deixar a criançada (e até alguns adultos) em estado de
êxtase visual (e também olfativo, hahahahaha).
*PB*
Sent: Tuesday, March 03, 2015 9:36 PM
Subject: Re: Re: [ciencialist] Oxford Companion


Grande Pesky!!!
Você acendeu um "holofote metodólogico"!!!
O que está faltando - e eu não tinha me apercebido disso - é exatamente um melhor esclarecimento sobre a metodologia deste treco que estamos montando. A visualização da metodologia me parece que estava demandando uma aplicação (ou uma explicação baseada na aplicação)  que não chegou a ser feita e apenas comentada.
Vou tentar agora, através de um exemplo, mostrar que não estamos propondo MAIS UMA forma de conceituar as coisas e sim uma ressignificação baseada num  PROCEDIMENTO LÓGICO-SEMÂNTICO

Tomemos como exemplo este verdadeiro absurdo lógico apresentado no dicionário de filosofia do  Abbagnano:

METODOLOGIA 
Com este termo podem ser designadas quatro coisas diferentes:
1-  a lógica ou parte da lógica que estuda os métodos;
2-  lógica transcendental aplicada;
3 - conjunto de procedimentos metódicos de uma ou mais ciências;
4-  a análise filosófica de tais procedimentos.


Tem sentido se dizer HOJE que a metodologia designa a lógica? Metodologia seria sinônimo de lógica?

Tem sentido a palavra metodologia designar essas 4 coisas?
Cada uma delas foi adotada por algum filósofo em algum tempo?
Mas não nos interessa o que Platão, Aristóteles ou Kant pensavam a respeito de metodologia. O nosso objetivo não é estudar o significado que as palavras foram adquirindo ao longo da história. Na idade da pedra grega, como eu já disse, ciência significava conhecimento.
 
Vejamos então o que Abbagnano fala sobre o significado ATUAL do termo metodologia, de acordo com o item 3 citado acima:

Com o nome de M. hoje é freqüentemente indicado o conjunto de procedimentos técnicos

de averiguação ou verificação à disposição de determinada disciplina ou grupo de disciplinas.
Nesse sentido fala-se, p. ex., de "M. das ciências naturais" ou de "M. historiográfica".
Nesse aspecto, a M. é elaborada no interior de uma disciplina científica ou de um grupo de
disciplinas e não tem outro objetivo além de garantir às disciplinas em questão o uso cada
vez mais eficaz das técnicas de procedimento de que dispõem.”

 
Sem entrar no mérito de detalhes desta definição, a simples designação do termo como “conjunto de procedimentos técnicos de averiguação ou verificação” já é suficiente para devolvermos aos arquivos da história da filosofia as duas conceituações anteriores. Porém não se trata aqui de um julgamento pessoal, pois existe um consenso entre amplos setores do mercado a respeito do conceito de metodologia (ou método) como conjunto de procedimentos.
 
Vejamos agora o que Abbagnano fala do 4º. significado que está logo abaixo deste simples e breve comentário: 
a metodologia se tranformou agora em “disciplina filosófica autônoma” (...) e “sucessora da metafísica” ???

"A  M. vem-se constituindo como disciplina filosófica relativamente autônoma
e destinada à análise das técnicas de investigação empregadas em uma ou mais ciências.
Nesse sentido, não são objetos da M. os "métodos" das ciências, ou seja, as classificações
amplas e aproximativas (análise, síntese, indução, dedução, experimentação, etc), nas quais se inserem as técnicas da pesquisa científica, mas tão-somente essas técnicas, consideradas
em suas estruturas específicas e nas condições que possibilitam o seu uso. Tais técnicas
compreedem, obviamente, qualquer procedimento lingüístico ou operacional, qualquer
conceito e qualquer instrumento que uma ou mais disciplinas utilizem na aquisição e na verificação
de seus resultados. Nesse sentido, a M. é sucessora  da metafísica, porque a ela cabem
os problemas que concernem às relações entre as ciências e as zonas de interferência (e
algumas vezes de conflito) entre ciências diferentes."

Sintetizando, dos 4 significados atribuídos ao termos, SELECIONAMOS o terceiro que vai compor uma ampla lista com outros conceitos de outras fontes.
 
Se este  exemplo não foi suficiente, continuo ao seu dispor. De qualquer forma já está claríssimo que vamos ter um capitulo sobre a metodologia dessa tal de “matematização da linguagem”, baseada na univocidade.
 

Abraços Lógicos, Lógicos!!!
MC

 
Em tempo: é claro que método e metodologia são coisas diferentes que demandam definições diferentes. Uma parte do mercado, com base no sufixo do termo, considera a metodologia como  "estudo"  ao invés de conjunto de procedimentos. Ocorre aqui um apego anacrônico à etimologia do termo. - às vezes é recomendável resgatarmos o sentido etimológico de alguns termos, mas isso é raro. É o caso do conceito de método como caminho (adotado por Descartes) que se justifica hoje por dar ao método a necessária flexibilidade que os quantofrênicos abominam porque são quimico-dependentes das réguas e relógios.

========================================================

Em Ter 03/03/15 18:14, Pesky Bee peskybee2@gmail.com [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
> ...quando falou com esta surpreendente franqueza sobre
> as dissensões entre os autores:
Mas aí é que está, Calilzófilo da Silva, imagina só essas
dissensões entre autores, obviamente ela também irá afetar
essa análise que se está propunhando. Vai ser uma guerra
entre autores com conceituações diferentófilas. E óia que
eu vou até um passo além: eu diria que essas dissensões são
inviáveis de se "arrêzorvê", pois dependem de premissas
distintas que os pensadóires carregam lá dentro de suas
entranhas neurais. Aí o que se pode concluir é que eventuais
tentativas de normatização e analização dessas coisófilas
todas poderá estar esbarrando em uma muralha maior do que
a da China: a impossibilidade prática de se "arrêzorvê"
(unificar/normatizar/alisar/aplainar/pintar/dourar) essas
conceituações danadas e desgraçadas. Faz sentido isso que
estou propunhando ou será que eu tô ficando lôco?
*PB*
Sent: Tuesday, March 03, 2015 5:11 PM
Subject: [ciencialist] Oxford Companion


Very interesting, Mr. PB.

Vamos esclarecer a questão com a precisão necessária:

a) A turma do Oxford fez um excelente trabalho que mostra a confusão do barraco. Para colocar ordem no barraco é necessário este trabalho oxfordiano prévio.
b) O que podemos fazer é propor ao Mr. Oxford que faça um novo mutirão semântico agora com o objetivo de criar uma unica definição para cada elemento do barraco, o que estamos fazendo no nosso laboratório com 30 termos.  10 seriam suficientes para ilustrar a metodologia e os resultados alcançados. Cada definição será acompanhada dos inúmeros conceitos do barraco.  Vamos recolher tudo que o Oxford escreveu sobre a palavra método, acrescentar o que faltou e criar uma definição - ou adotar alguma já existente, com alguma modificação. Foi assim que chegamos à definição de conceito como "representação logico-matemática da essência do objeto" - o conceito de conceito como representação já existia na literatura. Ocorre porém que eu não fiz o registro dos elementos encontrados no barraco, o que estamos fazendo agora.

Importante: as falhas conceituais não são do Oxford e sim da linguagem adotada pelos filósofos. Ao invés de criticar o OXFORD devemos elogiar - porque realmente o trabalho foi muito bem feito - e propor uma outra abordagem para um novo produto.
Thanks
MC

SUBJECT: Re: [ciencialist] Recado de Carnap para Pesky Bee
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2015 12:39

Tu já pensastes que legalófilo seria se pudessemos colocar
em uma mesma sala os seguintes personagens para levar um lero:
 
- Rudolf Carnapófilo de Souza
- Freudófilo Psicanalítico da Silva
- Edgar Morinzófilo do CãoChupandoManga
 
Cutucar essa cambada e ver o que eles falariam. Eu chuto
que seria altíssimamente divertido (ou então seria a
cura definitiva para quem sofre de insônia, hahahahaha).
E aí imagina só se jogarmos o Calilzófilo nessa encrenca,
o que será que aconteceria? Só Zeus sabe!
 
*PB*
 
 
 
 
Sent: Wednesday, March 04, 2015 12:18 PM
Subject: [ciencialist] Recado de Carnap para Pesky Bee
 


Prezado Pesky Bee.
Como é do seu conhecimento, meu trabalhão sobre a lógica sintaxe (ou sintaxe da lógica) até hoje não foi bem compreendido pelos humanóides que têm uma enorme dificuldade de enxergar o invisível, o que reconheçamos, é algo nada fácil... É verdade que eu exagerei na dose lexical, como eu próprio reconheci. ENTRETANTO, OS SEMANTÓIDES AFETADOS PELO TRANSTORNO IDEOLÓGICO QUE NOMEOU O SIGNIFICADO COMO O REI DA LINGUAGEM, tentaram destruir o que havia de bom na minha obra.
O que eu não esperava jamais é descortinar aqui no mundo sintático onde viverei eternamente, um humanóide revelar essa extraordinária competência léxico-sintática exposta de forma tão exuberante que até o mais míope dos semantóides pode enxergar.
Espero que seus amigos do ciencialist percebem a riqueza sintática do seu texto.
Porém, se eles tiverem alguma dificuldade para esta percepção, coloco-me desde já ao seu dispor para ajudá-los a entender a coisa.
Aproveito a oportunidade para lhe pedir um favor: diga ao sr. Calil para ser justo comigo e reservar pelo menos um capítulo do seu livro para a sintaxe.
Muito obrigado e parabéns pela sua performance sintática.

Rudolf Carnap
 
Morou no planeta Terra entre 1891 e 1970, quando escreveu a Sintaxe Lógica da Linguagem, na década de 30, tendo exercido a defesa coerente e obstinada do positivismo lógico.



Em Qua 04/03/15 11:07, Pesky Bee peskybee2@gmail.com [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 
> Você acendeu um "holofote metodólogico"!!!
Hum... deixa eu ver como falar isto sem que o god pule
no meu pescoço. Se tu gostou desse holofote metodológico,
tu precisas ver um outro holofote que produzo, em
operação de alto risco, que é feito através da ... hum...
do posicionamento do orifício ejetor traseiro de forma a
observar para a Lua, com a subsequente incineração
de uma vela (ou fósforo) justamente na linha de "tiro"
da mencionada abertura circular, e dessa forma iniciar
um processo de ejeção intempestiva de gases gutu-intestinais
a fim de provocar uma intensa emissão luminosa (principalmente
na faixa de frequência do infra-vermelho), que costuma
deixar a criançada (e até alguns adultos) em estado de
êxtase visual (e também olfativo, hahahahaha).
*PB*
Sent: Tuesday, March 03, 2015 9:36 PM
Subject: Re: Re: [ciencialist] Oxford Companion


Grande Pesky!!!
Você acendeu um "holofote metodólogico"!!!
O que está faltando - e eu não tinha me apercebido disso - é exatamente um melhor esclarecimento sobre a metodologia deste treco que estamos montando. A visualização da metodologia me parece que estava demandando uma aplicação (ou uma explicação baseada na aplicação)  que não chegou a ser feita e apenas comentada.
Vou tentar agora, através de um exemplo, mostrar que não estamos propondo MAIS UMA forma de conceituar as coisas e sim uma ressignificação baseada num  PROCEDIMENTO LÓGICO-SEMÂNTICO

Tomemos como exemplo este verdadeiro absurdo lógico apresentado no dicionário de filosofia do  Abbagnano:

METODOLOGIA 
Com este termo podem ser designadas quatro coisas diferentes:
1-  a lógica ou parte da lógica que estuda os métodos;
2-  lógica transcendental aplicada;
3 - conjunto de procedimentos metódicos de uma ou mais ciências;
4-  a análise filosófica de tais procedimentos.


Tem sentido se dizer HOJE que a metodologia designa a lógica? Metodologia seria sinônimo de lógica?

Tem sentido a palavra metodologia designar essas 4 coisas?
Cada uma delas foi adotada por algum filósofo em algum tempo?
Mas não nos interessa o que Platão, Aristóteles ou Kant pensavam a respeito de metodologia. O nosso objetivo não é estudar o significado que as palavras foram adquirindo ao longo da história. Na idade da pedra grega, como eu já disse, ciência significava conhecimento.
 

 

SUBJECT: Cartas abertas para Ted Honderich, edior do Oxford Companion to Philosophy - 1
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/03/2015 15:23

Prezado e  lustre Professor Ted Honderich, editor do Oxford Companion to Philosophy
 
Em primeiro lugar gostaríamos de destacar que sua obra encabeçará a nossa lista de referências do nosso book de introdução à matematização da linguagem. Para isso vamos consultar todos os verbetes da sua obra referentes aos 30 termos que vamos definir. Depois que a introdução estiver finalizada, a submeteremos à sua apreciação. Quem sabe o sr. ou algum de seus colaboradores tenha interesse em participar desta empreitada, seguindo a mesma linha editorial traçada brilhantemente por V.Sa.para o Oxford Companion to Philosophy,  colocando lado a lado conceitos antagônicos.
 
Trazemos para a sua apreciação uma proposta inusitada voltada para a univocidade semântica fundamentada nos mais rigorosos procedimentos lógicos.  Por exemplo,  ao invés de começarmos a definir os termos selecionados (v.lista anexa) apresentando os respectivos conceitos, começamos por dizer O QUE A COISA NÃO É.
 
Para ilustrar essa metodologia vamos analisar o que apareceu no seu book relativamente ao termo MÉTODO
 
Ocorre, como o sr. sabe, que este termo foi um dos mais atingidos pelos transtornos semânticos da polissemia. A quantidade de conceitos que estamos levantando para este termo já se aproxma de 100!!!
Cem conceitos (ou visões conceituais) diferentes para a mesma palavra configura  um grave transtorno linguístico. Poderiamos até fazer um teste metodológico com os 100 dos 250 colaboradores do Oxford Companion solicitando que cada um deles apresentasse a sua versão conceitual preferida para o termo Método.
 
Depois de uma longa análise dos signficados atribuídos a este termo, chegamos à conclusão de que um dos elementos essenciais para a definição de Método é o seguinte:
 
Método é um conjunto de procedimentos.
 
Felizmente, para a nossa sorte, este conceito desfruta de bom índice de popularidade em nosso mundo acadêmico global. Ele constituirá a raiz da nossa definição de método sendo que todos os enunciados que lhe forem antagônicos serão excluídos da lista de conceitos selecionados. Este é outro ponto de nossa metodologia – fazemos uma pré-seleção de no mínimo dez conceitos que não se antagonizam com a raiz.
 
Vejamos agora o que o Oxford Companion fala sobre o método....
 
My God! What happened, Mr. Honderish!!??
 
O seu colaborador, um seguidor de John Stuart Mill simplesmente adotou os “5 métodos”  para definir o que é método?  Ocorre que o Mill criou 5 métodos diferentes, mas não definiu o que é método.  
Veja o que o seu colaborador escreveu sobre um dos 5 métodos, o  da concordância.
 
It determines that 'If two or more instances of the phenomenon under investigation have only one circumstance in common, the circumstance in which alone all the instances agree is the cause (or effect) of the given phenomenon'. ( Se duas ou mais instâncias de um fenômeno sob investigação têm somente uma circunstância em comum, a circunstância na qual todas as instâncias concordam, é a causa (ou efeito) do dado fenômeno.)
 
E onde está a definição (ou conceito) de método ? E no exemplo dado, sobre a mistura de uma substância alcalina com óleo, (v.abaixo)  percebe-se a aplicação do método indutivo ( o que se deduz do exemplo dado).
 
E na descrição dos outros 4 métodos o que se vê, novamente são exemplos do método indutivo.
 
Enfim, Mr. Honderish, o seu colaborador não definiu o que é método, e não apresentou a definição de método de Mill.
 
Esse é um transtorno muito comum na linguagem filosófica (e também na não filosófica) : falamos sobre diferentes tipos através dos quais uma coisa se manifesta e perdemos de vista que a definição da coisa precede a definição dos seus diferentes tipos.
 
Isso não significa, porém, que essa “teoria dos 5 métodos” não ofereça subsídios interessantes para a construção da nossa definição de método, o que veremos num outro momento do “caminho metodológico” que estamos percorrendo para definir a palavra método.

Thank you very much for your attention
MC 

 
Texto da edição de 1995: 

method, joint. J. S. Mill proposed to unify two of his five canons of experimental inquiry,
*Method of concomitant variation; method of residues.
 
method, scientific: see scientific method.
methodic doubt: see doubt.
method in philosophy: see philosophical inquiry: first premisses and principles.
method of agreement. J. S. Mill's A System of Logic (1843) proposed the 'method of
agreement' as the first of five canons of experimental inquiry.
 
It determines that 'If two or more instances of the phenomenon under investigation have only one circumstance in common, the circumstance in which alone all the instances agree is the cause (or effect) of the given phenomenon'.
 
For example, if an alkaline substance is combined with an oil in several
otherwise different varieties of circumstance, and in each case a soap results, then the
combination of an oil and an alkali causes the production of a soap. It is thus not an
observed regularity of co-occurrence that evidences the causation but an observed
elimination of all but one hypothesis. However, to secure this elimination we need to test,
and may not in fact know, all the eligible hypotheses.
L.J.C.
 
*Methods joint; method of concomitant variation; method of difference; method of residues.
method of concomitant variations.
 
The fifth of J. S. Mill's five canons of experimental inquiry (A System of Logic (1843)).
Phenomena which vary concomitantly can be assumed to be causally related, whether one causes the other, or they are effects of a common cause.
 
The method is useful, Mill thinks, for cases where the methods of agreement and difference
cannot be applied because we are facing phenomena which can be neither excluded (to see
what happens in their absence) nor isolated (to exclude irrelevant factors); but it has
limitations, he adds, because we often cannot tell whether all of one phenomenon relates
causally to the other, and it cannot tell us what happens outside the limits of the observed
variations. Like the other canons it assumes that there are causes to be found within the
sphere of our present knowledge.
 
A.R.L.
J. S. Mill, A System of Logic, bk. 3, ch. 8 (London, 1843).
 
method of difference.
 
J. S. Mill proposed the 'method of difference' as the second of five
canons of experimental inquiry. It determines that 'If an instance in which the phenomenon
under investigation occurs, and an instance in which it does not occur, have every
circumstance in common save one, that one occurring only in the former; the circumstance
in which alone the two instances differ is the effect, or the cause, or an indispensable part
of the cause of the phenomenon'. For example, when a man is shot through the heart, it is
by this method we know that it was the gunshot which killed him: for he was in the fullness
of life immediately before, all circumstances being the same except the wound. But in some
cases it may be difficult to establish that two instances have every circumstance in common
save one.
L.J.C.
 
*Joint method; method of agreement; method of concomitant variation; method of residues.
 
method of residues.
 
J. S. Mill's fourth canon of experimental inquiry was entitled the 'method of residues': namely, 'Subduct from any phenomenon such part as is known to be the effect of certain antecedents, and the residue of the phenomenon is the effect of the remaining antecedents'. For example, said Mill, if the movements of a comet cannot be wholly accounted for by its gravitation towards the sun and the planets, the residual feature must be explained by the resistance of the medium through which it moves. But Mill
recognized that in practice we may not be able to be certain that one particular factor is the
only antecedent to which the residual phenomenon may be referred. So any induction by
the method of residues needs to be confirmed by obtaining the residual phenomenon
artificially and trying it separately, or by deriving its operation from otherwise known laws.
L.J.C.
 
*Method, joint; method of agreement; method of concomitant variations; method of
methodological holism and individualism. There are two large debates in *social
philosophy or social ontology, both with methodological ramifications for the *philosophy
of social science (Pet-tit, The Common Mind).
 
One is concerned with how far human beings (non-causally) depend on their social relationships for the possession of the ability to think, or for the possession of some such characteristic human capacity. The atomist denies any such dependence while the non-atomist asserts that it obtains. The other debate is concerned with Whether the existence of aggregate social entities—in particular, the obtaining of aggregate-level regularities—means that human beings do not conform in full to our commonplace psychological image of them as more or less autonomous, more or less rational creatures. The individualist denies that aggregate entities entail any compromise of such commonplace psychology while the non-individualist maintains that there is some more or less significant compromise involved.
 
There are also many other methodologically relevant debates that are loosely associated
with these divisions. Some examples are the debates over whether aggregate-level social
theory is reducible to psychological theory; whether individual-level explanation is
preferable to aggregate-level explanation in social science; whether social scientific
discovery is likely to force any revisions on our commonplace psychology; whether
individual subjects are reciprocally influenced by the aggregate entities they constitute, as
they form the concepts of such entities; whether individual agents are so constrained by the
circumstances of their social setting that we need only attend to those circumstances—we
can ignore psychological matters of belief and desire—in predicting what they will do; and
whether historically significant individual actions are generally dispensable, in the sense
that had the individuals involved not done what they did, there would have been others to take
their place.
 
The term 'methodological individualism' is usually employed with a variety of connotations
across the range of positions identified here. The self-described methodological
individualist will certainly be an individualist in the sense defined above; he will probably
be an atomist; and he will tend to go for the position that is thought most flattering to the
status of the individual in each of the other debates. The term 'methodological holism' is
less commonly employed and its connotations will vary in the same way.
P.P.


 LISTA DOS TERMOS A SEREM DEFINIDOS
 1Consciência
 2Inconsciente
 3Conceito
 4Representação
 5Insight
 6Intuição
 7Imaginação
 8Lógica
 9Lógica matemática
10Essência
11Objeto
12Definição
13Ciência
14Espírito cientifico
15Cientista
16Senso Comum
17Conhecimento e Conhecimento Cientifico
18Método e Método Cientifico
19Hipótese
20Teoria
21Idéia
22Pensamento
23Pensamento lógico
24Pensamento lógico-científico
25Ponto
26Número e número par
27Ideologia Zero
28Informação
29 
30 
 




SUBJECT: Re: [ciencialist] Cartas abertas para Ted Honderich, edior do Oxford Companion to Philosophy - 1
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2015 15:47

> Prezado e  lustre Professor Ted Honderich
 
... professor Ted Honderich, ouça minhas palavras: tutáfû,
mano véio! (achtung, kopf hoch: soy un citizen incorrigibile,
uncroyable!)
 
*PB*
 
 
 
 
Sent: Wednesday, March 04, 2015 3:23 PM
Subject: [ciencialist] Cartas abertas para Ted Honderich, edior do Oxford Companion to Philosophy - 1
 


Prezado e  lustre Professor Ted Honderich, editor do Oxford Companion to Philosophy
 
Em primeiro lugar gostaríamos de destacar que sua obra encabeçará a nossa lista de referências do nosso book de introdução à matematização da linguagem. Para isso vamos consultar todos os verbetes da sua obra referentes aos 30 termos que vamos definir. Depois que a introdução estiver finalizada, a submeteremos à sua apreciação. Quem sabe o sr. ou algum de seus colaboradores tenha interesse em participar desta empreitada, seguindo a mesma linha editorial traçada brilhantemente por V.Sa.para o Oxford Companion to Philosophy,  colocando lado a lado conceitos antagônicos.
 
Trazemos para a sua apreciação uma proposta inusitada voltada para a univocidade semântica fundamentada nos mais rigorosos procedimentos lógicos.  Por exemplo, ao invés de começarmos a definir os termos selecionados (v.lista anexa) apresentando os respectivos conceitos, começamos por dizer O QUE A COISA NÃO É.
 
Para ilustrar essa metodologia vamos analisar o que apareceu no seu book relativamente ao termo MÉTODO
 
Ocorre, como o sr. sabe, que este termo foi um dos mais atingidos pelos transtornos semânticos da polissemia. A quantidade de conceitos que estamos levantando para este termo já se aproxma de 100!!!
Cem conceitos (ou visões conceituais) diferentes para a mesma palavra configura  um grave transtorno linguístico. Poderiamos até fazer um teste metodológico com os 100 dos 250 colaboradores do Oxford Companion solicitando que cada um deles apresentasse a sua versão conceitual preferida para o termo Método.
 
Depois de uma longa análise dos signficados atribuídos a este termo, chegamos à conclusão de que um dos elementos essenciais para a definição de Método é o seguinte:
 
Método é um conjunto de procedimentos.
 
Felizmente, para a nossa sorte, este conceito desfruta de bom índice de popularidade em nosso mundo acadêmico global. Ele constituirá a raiz da nossa definição de método sendo que todos os enunciados que lhe forem antagônicos serão excluídos da lista de conceitos selecionados. Este é outro ponto de nossa metodologia – fazemos uma pré-seleção de no mínimo dez conceitos que não se antagonizam com a raiz.
 
Vejamos agora o que o Oxford Companion fala sobre o método....
 
My God! What happened, Mr. Honderish!!??
 
O seu colaborador, um seguidor de John Stuart Mill simplesmente adotou os “5 métodos”  para definir o que é método?  Ocorre que o Mill criou 5 métodos diferentes, mas não definiu o que é método. 
Veja o que o seu colaborador escreveu sobre um dos 5 métodos, o  da concordância.
 
It determines that 'If two or more instances of the phenomenon under investigation have only one circumstance in common, the circumstance in which alone all the instances agree is the cause (or effect) of the given phenomenon'. ( Se duas ou mais instâncias de um fenômeno sob investigação têm somente uma circunstância em comum, a circunstância na qual todas as instâncias concordam, é a causa (ou efeito) do dado fenômeno.)
 
E onde está a definição (ou conceito) de método ? E no exemplo dado, sobre a mistura de uma substância alcalina com óleo, (v.abaixo)  percebe-se a aplicação do método indutivo ( o que se deduz do exemplo dado).
 
E na descrição dos outros 4 métodos o que se vê, novamente são exemplos do método indutivo.
 
Enfim, Mr. Honderish, o seu colaborador não definiu o que é método, e não apresentou a definição de método de Mill.
 
Esse é um transtorno muito comum na linguagem filosófica (e também na não filosófica) : falamos sobre diferentes tipos através dos quais uma coisa se manifesta e perdemos de vista que a definição da coisa precede a definição dos seus diferentes tipos.
 
Isso não significa, porém, que essa “teoria dos 5 métodos” não ofereça subsídios interessantes para a construção da nossa definição de método, o que veremos num outro momento do “caminho metodológico” que estamos percorrendo para definir a palavra método.

Thank you very much for your attention
MC

 
Texto da edição de 1995:

method, joint. J. S. Mill proposed to unify two of his five canons of experimental inquiry,
*Method of concomitant variation; method of residues.
 
method, scientific: see scientific method.
methodic doubt: see doubt.
method in philosophy: see philosophical inquiry: first premisses and principles.
method of agreement. J. S. Mill's A System of Logic (1843) proposed the 'method of
agreement' as the first of five canons of experimental inquiry.
 
It determines that 'If two or more instances of the phenomenon under investigation have only one circumstance in common, the circumstance in which alone all the instances agree is the cause (or effect) of the given phenomenon'.
 
For example, if an alkaline substance is combined with an oil in several
otherwise different varieties of circumstance, and in each case a soap results, then the
combination of an oil and an alkali causes the production of a soap. It is thus not an
observed regularity of co-occurrence that evidences the causation but an observed
elimination of all but one hypothesis. However, to secure this elimination we need to test,
and may not in fact know, all the eligible hypotheses.
L.J.C.
 
*Methods joint; method of concomitant variation; method of difference; method of residues.
method of concomitant variations.
 
The fifth of J. S. Mill's five canons of experimental inquiry (A System of Logic (1843)).
Phenomena which vary concomitantly can be assumed to be causally related, whether one causes the other, or they are effects of a common cause.
 
The method is useful, Mill thinks, for cases where the methods of agreement and difference
cannot be applied because we are facing phenomena which can be neither excluded (to see
what happens in their absence) nor isolated (to exclude irrelevant factors); but it has
limitations, he adds, because we often cannot tell whether all of one phenomenon relates
causally to the other, and it cannot tell us what happens outside the limits of the observed
variations. Like the other canons it assumes that there are causes to be found within the
sphere of our present knowledge.
 
A.R.L.
J. S. Mill, A System of Logic, bk. 3, ch. 8 (London, 1843).
 
method of difference.
 
J. S. Mill proposed the 'method of difference' as the second of five
canons of experimental inquiry. It determines that 'If an instance in which the phenomenon
under investigation occurs, and an instance in which it does not occur, have every
circumstance in common save one, that one occurring only in the former; the circumstance
in which alone the two instances differ is the effect, or the cause, or an indispensable part
of the cause of the phenomenon'. For example, when a man is shot through the heart, it is
by this method we know that it was the gunshot which killed him: for he was in the fullness
of life immediately before, all circumstances being the same except the wound. But in some
cases it may be difficult to establish that two instances have every circumstance in common
save one.
L.J.C.
 
*Joint method; method of agreement; method of concomitant variation; method of residues.
 
method of residues.
 
J. S. Mill's fourth canon of experimental inquiry was entitled the 'method of residues': namely, 'Subduct from any phenomenon such part as is known to be the effect of certain antecedents, and the residue of the phenomenon is the effect of the remaining antecedents'. For example, said Mill, if the movements of a comet cannot be wholly accounted for by its gravitation towards the sun and the planets, the residual feature must be explained by the resistance of the medium through which it moves. But Mill
recognized that in practice we may not be able to be certain that one particular factor is the
only antecedent to which the residual phenomenon may be referred. So any induction by
the method of residues needs to be confirmed by obtaining the residual phenomenon
artificially and trying it separately, or by deriving its operation from otherwise known laws.
L.J.C.
 
*Method, joint; method of agreement; method of concomitant variations; method of
methodological holism and individualism. There are two large debates in *social
philosophy or social ontology, both with methodological ramifications for the *philosophy
of social science (Pet-tit, The Common Mind).
 
One is concerned with how far human beings (non-causally) depend on their social relationships for the possession of the ability to think, or for the possession of some such characteristic human capacity. The atomist denies any such dependence while the non-atomist asserts that it obtains. The other debate is concerned with Whether the existence of aggregate social entities—in particular, the obtaining of aggregate-level regularities—means that human beings do not conform in full to our commonplace psychological image of them as more or less autonomous, more or less rational creatures. The individualist denies that aggregate entities entail any compromise of such commonplace psychology while the non-individualist maintains that there is some more or less significant compromise involved.
 
There are also many other methodologically relevant debates that are loosely associated
with these divisions. Some examples are the debates over whether aggregate-level social
theory is reducible to psychological theory; whether individual-level explanation is
preferable to aggregate-level explanation in social science; whether social scientific
discovery is likely to force any revisions on our commonplace psychology; whether
individual subjects are reciprocally influenced by the aggregate entities they constitute, as
they form the concepts of such entities; whether individual agents are so constrained by the
circumstances of their social setting that we need only attend to those circumstances—we
can ignore psychological matters of belief and desire—in predicting what they will do; and
whether historically significant individual actions are generally dispensable, in the sense
that had the individuals involved not done what they did, there would have been others to take
their place.
 
The term 'methodological individualism' is usually employed with a variety of connotations
across the range of positions identified here. The self-described methodological
individualist will certainly be an individualist in the sense defined above; he will probably
be an atomist; and he will tend to go for the position that is thought most flattering to the
status of the individual in each of the other debates. The term 'methodological holism' is
less commonly employed and its connotations will vary in the same way.
P.P.


  LISTA DOS TERMOS A SEREM DEFINIDOS
1 Consciência
2 Inconsciente
3 Conceito
4 Representação
5 Insight
6 Intuição
7 Imaginação
8 Lógica
9 Lógica matemática
10 Essência
11 Objeto
12 Definição
13 Ciência
14 Espírito cientifico
15 Cientista
16 Senso Comum
17 Conhecimento e Conhecimento Cientifico
18 Método e Método Cientifico
19 Hipótese
20 Teoria
21 Idéia
22 Pensamento
23 Pensamento lógico
24 Pensamento lógico-científico
25 Ponto
26 Número e número par
27 Ideologia Zero
28 Informação
29  
30  
 

 

SUBJECT: O "Oxford Companion to Philosophy" não tem a finalidade de definir os termos que apresenta
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/03/2015 23:58

Definir significa:
"Enunciar os atributos essenciais e especificos de (uma coisa), de modo que a torne inconfundível com outra."
Aurélio Buarque de Holanda Ferreira
Novo Dicionário da Lingua Portuguesa, 2a, edição, 1986

Adotada essa definição para o verbo definir, impõe-se a conclusão que não é função dos dicionários definir o significado das palavras.
MC 

================================================


Olá Pesky. 
Depois da fuçada que eu dei hoje no  "Oxford Companion to Philosophy" (OCP)
vi que o livrão NÃO TEM A FINALIDADE DE DEFINIR NADA. 
A nossa proposta é que seja feita uma nova publicação onde os termos sejam definidos. 
Procurei no OCP a definição de ciência e não achei. 
O que localizei foram textos que FALAM SOBRE ciência, assim estruturados: 

science, feminist philosophy of.
science, history of the philosophy of
science, problems of the philosophy of
science, social philosophy of
science, art, and religion.
science, pseudo: see pseudo-science.
science, the unity of: see unity of science.
science and knowledge: see knowledge and science.
science and life: see life and science
science and philosophy: see philosophy and science.

O livrão desfila um CONHECIMENTO ENCICLOPÉDICO DE FILOSOFIA, enquanto a  finalidade do nosso livrinho  se resume em ressignificar apenas 30 termos largamente utilizados em ciência, com base numa metodologia especialmente criada com esse fim. Portanto estamos formatando  um grãosinho de areia no mundo do conhecimento. 
Abraços
Mtnos Calil 

Ps. Se não cabe aos dicionários definir o significado das palavras, tenho que apagar todas as criticas que fiz aos dicionaristas por cometerem a suposta falha de não apresentarem definições. 



On Qua 04/03/15 15:47 , "'Pesky Bee' peskybee2@gmail.com [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 

> Prezado e  Ilustre Professor Ted Honderich
... professor Ted Honderich, ouça minhas palavras: tutáfû,
mano véio! (achtung, kopf hoch: soy un citizen incorrigibile,
uncroyable!)
*PB*
Sent: Wednesday, March 04, 2015 3:23 PM
Subject: [ciencialist] Cartas abertas para Ted Honderich, edior do Oxford Companion to Philosophy - 1


Prezado e  lustre Professor Ted Honderich, editor do Oxford Companion to Philosophy
 
Em primeiro lugar gostaríamos de destacar que sua obra encabeçará a nossa lista de referências do nosso book de introdução à matematização da linguagem. Para isso vamos consultar todos os verbetes da sua obra referentes aos 30 termos que vamos definir. Depois que a introdução estiver finalizada, a submeteremos à sua apreciação. Quem sabe o sr. ou algum de seus colaboradores tenha interesse em participar desta empreitada, seguindo a mesma linha editorial traçada brilhantemente por V.Sa.para o Oxford Companion to Philosophy,  colocando lado a lado conceitos antagônicos.
 
Trazemos para a sua apreciação uma proposta inusitada voltada para a univocidade semântica fundamentada nos mais rigorosos procedimentos lógicos.  Por exemplo, ao invés de começarmos a definir os termos selecionados (v.lista anexa) apresentando os respectivos conceitos, começamos por dizer O QUE A COISA NÃO É.
 
Para ilustrar essa metodologia vamos analisar o que apareceu no seu book relativamente ao termo MÉTODO
 
Ocorre, como o sr. sabe, que este termo foi um dos mais atingidos pelos transtornos semânticos da polissemia. A quantidade de conceitos que estamos levantando para este termo já se aproxma de 100!!!
Cem conceitos (ou visões conceituais) diferentes para a mesma palavra configura  um grave transtorno linguístico. Poderiamos até fazer um teste metodológico com os 100 dos 250 colaboradores do Oxford Companion solicitando que cada um deles apresentasse a sua versão conceitual preferida para o termo Método.
 
Depois de uma longa análise dos signficados atribuídos a este termo, chegamos à conclusão de que um dos elementos essenciais para a definição de Método é o seguinte:
 
Método é um conjunto de procedimentos.
 
Felizmente, para a nossa sorte, este conceito desfruta de bom índice de popularidade em nosso mundo acadêmico global. Ele constituirá a raiz da nossa definição de método sendo que todos os enunciados que lhe forem antagônicos serão excluídos da lista de conceitos selecionados. Este é outro ponto de nossa metodologia – fazemos uma pré-seleção de no mínimo dez conceitos que não se antagonizam com a raiz.
 
Vejamos agora o que o Oxford Companion fala sobre o método....
 
My God! What happened, Mr. Honderish!!??
 
O seu colaborador, um seguidor de John Stuart Mill simplesmente adotou os “5 métodos”  para definir o que é método?  Ocorre que o Mill criou 5 métodos diferentes, mas não definiu o que é método. 
Veja o que o seu colaborador escreveu sobre um dos 5 métodos, o  da concordância.
 
It determines that 'If two or more instances of the phenomenon under investigation have only one circumstance in common, the circumstance in which alone all the instances agree is the cause (or effect) of the given phenomenon'. ( Se duas ou mais instâncias de um fenômeno sob investigação têm somente uma circunstância em comum, a circunstância na qual todas as instâncias concordam, é a causa (ou efeito) do dado fenômeno.)
 
E onde está a definição (ou conceito) de método ? E no exemplo dado, sobre a mistura de uma substância alcalina com óleo, (v.abaixo)  percebe-se a aplicação do método indutivo ( o que se deduz do exemplo dado).
 
E na descrição dos outros 4 métodos o que se vê, novamente são exemplos do método indutivo.
 
Enfim, Mr. Honderish, o seu colaborador não definiu o que é método, e não apresentou a definição de método de Mill.
 
Esse é um transtorno muito comum na linguagem filosófica (e também na não filosófica) : falamos sobre diferentes tipos através dos quais uma coisa se manifesta e perdemos de vista que a definição da coisa precede a definição dos seus diferentes tipos.
 
Isso não significa, porém, que essa “teoria dos 5 métodos” não ofereça subsídios interessantes para a construção da nossa definição de método, o que veremos num outro momento do “caminho metodológico” que estamos percorrendo para definir a palavra método.

Thank you very much for your attention
MC

 
Texto da edição de 1995:

method, joint. J. S. Mill proposed to unify two of his five canons of experimental inquiry,
*Method of concomitant variation; method of residues.
 
method, scientific: see scientific method.
methodic doubt: see doubt.
method in philosophy: see philosophical inquiry: first premisses and principles.
method of agreement. J. S. Mill's A System of Logic (1843) proposed the 'method of
agreement' as the first of five canons of experimental inquiry.
 
It determines that 'If two or more instances of the phenomenon under investigation have only one circumstance in common, the circumstance in which alone all the instances agree is the cause (or effect) of the given phenomenon'.
 
For example, if an alkaline substance is combined with an oil in several
otherwise different varieties of circumstance, and in each case a soap results, then the
combination of an oil and an alkali causes the production of a soap. It is thus not an
observed regularity of co-occurrence that evidences the causation but an observed
elimination of all but one hypothesis. However, to secure this elimination we need to test,
and may not in fact know, all the eligible hypotheses.
L.J.C.
 
*Methods joint; method of concomitant variation; method of difference; method of residues.
method of concomitant variations.
 
The fifth of J. S. Mill's five canons of experimental inquiry (A System of Logic (1843).
Phenomena which vary concomitantly can be assumed to be causally related, whether one causes the other, or they are effects of a common cause.
 
The method is useful, Mill thinks, for cases where the methods of agreement and difference
cannot be applied because we are facing phenomena which can be neither excluded (to see
what happens in their absence) nor isolated (to exclude irrelevant factors); but it has
limitations, he adds, because we often cannot tell whether all of one phenomenon relates
causally to the other, and it cannot tell us what happens outside the limits of the observed
variations. Like the other canons it assumes that there are causes to be found within the
sphere of our present knowledge.
 
A.R.L.
J. S. Mill, A System of Logic, bk. 3, ch. 8 (London, 1843).
 
method of difference.
 
J. S. Mill proposed the 'method of difference' as the second of five
canons of experimental inquiry. It determines that 'If an instance in which the phenomenon
under investigation occurs, and an instance in which it does not occur, have every
circumstance in common save one, that one occurring only in the former; the circumstance
in which alone the two instances differ is the effect, or the cause, or an indispensable part
of the cause of the phenomenon'. For example, when a man is shot through the heart, it is
by this method we know that it was the gunshot which killed him: for he was in the fullness
of life immediately before, all circumstances being the same except the wound. But in some
cases it may be difficult to establish that two instances have every circumstance in common
save one.
L.J.C.
 
*Joint method; method of agreement; method of concomitant variation; method of residues.
 
method of residues.
 
J. S. Mill's fourth canon of experimental inquiry was entitled the 'method of residues': namely, 'Subduct from any phenomenon such part as is known to be the effect of certain antecedents, and the residue of the phenomenon is the effect of the remaining antecedents'. For example, said Mill, if the movements of a comet cannot be wholly accounted for by its gravitation towards the sun and the planets, the residual feature must be explained by the resistance of the medium through which it moves. But Mill
recognized that in practice we may not be able to be certain that one particular factor is the
only antecedent to which the residual phenomenon may be referred. So any induction by
the method of residues needs to be confirmed by obtaining the residual phenomenon
artificially and trying it separately, or by deriving its operation from otherwise known laws.
L.J.C.
 
*Method, joint; method of agreement; method of concomitant variations; method of
methodological holism and individualism. There are two large debates in *social
philosophy or social ontology, both with methodological ramifications for the *philosophy
of social science (Pet-tit, The Common Mind).
 
One is concerned with how far human beings (non-causally) depend on their social relationships for the possession of the ability to think, or for the possession of some such characteristic human capacity. The atomist denies any such dependence while the non-atomist asserts that it obtains. The other debate is concerned with Whether the existence of aggregate social entities—in particular, the obtaining of aggregate-level regularities—means that human beings do not conform in full to our commonplace psychological image of them as more or less autonomous, more or less rational creatures. The individualist denies that aggregate entities entail any compromise of such commonplace psychology while the non-individualist maintains that there is some more or less significant compromise involved.
 
There are also many other methodologically relevant debates that are loosely associated
with these divisions. Some examples are the debates over whether aggregate-level social
theory is reducible to psychological theory; whether individual-level explanation is
preferable to aggregate-level explanation in social science; whether social scientific
discovery is likely to force any revisions on our commonplace psychology; whether
individual subjects are reciprocally influenced by the aggregate entities they constitute, as
they form the concepts of such entities; whether individual agents are so constrained by the
circumstances of their social setting that we need only attend to those circumstances—we
can ignore psychological matters of belief and desire—in predicting what they will do; and
whether historically significant individual actions are generally dispensable, in the sense
that had the individuals involved not done what they did, there would have been others to take
their place.
 
The term 'methodological individualism' is usually employed with a variety of connotations
across the range of positions identified here. The self-described methodological
individualist will certainly be an individualist in the sense defined above; he will probably
be an atomist; and he will tend to go for the position that is thought most flattering to the
status of the individual in each of the other debates. The term 'methodological holism' is
less commonly employed and its connotations will vary in the same way.
P.P.


LISTA DOS TERMOS A SEREM DEFINIDOS
1Consciência
2Inconsciente
3Conceito
4Representação
5Insight
6Intuição
7Imaginação
8Lógica
9Lógica matemática
10Essência
11Objeto
12Definição
13Ciência
14Espírito cientifico
15Cientista
16Senso Comum
17Conhecimento e Conhecimento Cientifico
18Método e Método Cientifico
19Hipótese
20Teoria
21Idéia
22Pensamento
23Pensamento lógico
24Pensamento lógico-científico
25Ponto
26Número e número par
27Ideologia Zero
28Informação
29
30
 


SUBJECT: Re: [ciencialist] O "Oxford Companion to Philosophy" não tem a finalidade de definir os termos que apresenta
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 01:32

Mtnos escreveu:
 
Se não cabe aos dicionários definir o significado das palavras, tenho que apagar todas as criticas que fiz aos dicionaristas por cometerem a suposta falha de não apresentarem definições.
 
Apagar como, cara pálida? Está sugerindo que o moderador da Ciencialist delete as suas mensagens? De minha parte eu aprovo essa idéia e deixo aqui a sugestão de que ele delete também as suas próximas mensagens. Mas como sei que nada disso irá acontecer, sugiro que antes de criticar os dicionaristas você procure, no seu dicionário, o significado de dicionário. No Houaiss, por exemplo, lê-se:
 
Rubrica: lexicologia. compilação completa ou parcial das unidades léxicas de uma língua (palavras, locuções, afixos etc.) ou de certas categorias específicas suas, organizadas numa ordem convencionada, ger. alfabética, e que pode fornecer, além das definições, informações sobre sinônimos, antônimos, ortografia, pronúncia, classe gramatical, etimologia etc.
 
Aliás, seria de boa política que você parasse de achincalhar de maneira evasiva e generalizada os filósofos e os cientistas. Se quiser faça críticas construtivas e dê nome aos bois. Seria também de bom alvitre que você parasse de apresentar aqui textos psicografados, pois esta é uma lista de ciência e não o terreiro da mãe Joana. Uma coisa é citar máximas de um autor famoso e já falecido; outra coisa é assumir que esse autor pensa com o seu cérebro e/ou incorpora-se no mesmo. Se quiser produzir diálogos entre seres contraditórios, procure aprender com os Diálogos de Galileu. Do contrário, restrinja-se a discutir com os seus botões e/ou com o seu psicanalista e pare de infernizar a Ciencialist.
 
[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.

SUBJECT: Re: Re: [ciencialist] O "Oxford Companion to Philosophy" não tem a finalidade de definir os termos que apresenta
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/03/2015 02:03

"SEJAS CASTO COMO O GELO, PURO COMO A NEVE, NÃO ESCAPARÁS À CALÚNIA"- Shakespeare. 

CUIDADO COM O EXCESSO DE AGRESSIVIDADE, DR. ALBERTO. 
ALÉM PROVOCAR OS EFEITOS COLATERAIS ESPECIFICOS, PODERÁ, NO CASO, PROVOCAR UM SENTIMENTO DOLOROSO DE FRUSTRAÇÃO FACE AO FRACASSO DE SEU INTENTO DESTRUTIVO. 
E SUA ESTRATÉGIA DE ATAQUE NÃO ESTÁ FUNCIONANDO, POIS EU TRANSFORMO A ENERGIA NEGATIVA EM POSITIVA. 
QUANTO AOS FILÓSOFOS E CIENTISTAS, ELES SENDO HUMANOS, APRESENTAM DOIS TIPOS BÁSICOS: 

A) OS INTERESSADOS NO BEM COMUM
B) OS EGOISTAS. 

EXISTEM PORTANTO FILÓSOFOS DO BEM. BERTRAND RUSSEL FOI UM DELES - AOS 90 ANOS PARTICIPAVA DE UMA PASSEATA EM FAVOR DA PAZ. EXISTEM TAMBÉM OS FILÓSOFOS CUJAS IDÉIAS ALIMENTAM O PROCESSO DE MATEMATIZAÇÃO DA LINGUAGEM EM CURSO, COMO O WITTGST. QUE SUPEROU SEU MESTRE RUSSEL. 

PORTANTO O SR. ESTÁ ATRIBUINDO A MIM FALSAS ACUSAÇÕES. ISSO É DECORRENTE DA RAIVA - AS EMOÇÕES CEGAM A RAZÃO. 

E AO CONTRÁRIO DO QUE PLANEJAVA, ESTA MENSAGEM AGRESSIVA TEVE O EFEITO BENÉFICO DE ME LEMBRAR DE UM TEMA PENDENTE QUE É A PRECISÃO DA LINGUAGEM MÉDICA QUE O SR. PODERIA USAR NA SUA LINGUAGEM FILOSÓFICA. 

ABRAÇOS COM AGRESSIVIDADE ZERO E NARCISISMO ZERO

MC 







Em Qui 05/03/15 01:32, Alberto Mesquita Filho albmesq@uol.com.br [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 

Mtnos escreveu:
Se não cabe aos dicionários definir o significado das palavras, tenho que apagar todas as criticas que fiz aos dicionaristas por cometerem a suposta falha de não apresentarem definições.
Apagar como, cara pálida? Está sugerindo que o moderador da Ciencialist delete as suas mensagens? De minha parte eu aprovo essa idéia e deixo aqui a sugestão de que ele delete também as suas próximas mensagens. Mas como sei que nada disso irá acontecer, sugiro que antes de criticar os dicionaristas você procure, no seu dicionário, o significado de dicionário. No Houaiss, por exemplo, lê-se:
Rubrica: lexicologia. compilação completa ou parcial das unidades léxicas de uma língua (palavras, locuções, afixos etc.) ou de certas categorias específicas suas, organizadas numa ordem convencionada, ger. alfabética, e que pode fornecer, além das definições, informações sobre sinônimos, antônimos, ortografia, pronúncia, classe gramatical, etimologia etc.
Aliás, seria de boa política que você parasse de achincalhar de maneira evasiva e generalizada os filósofos e os cientistas. Se quiser faça críticas construtivas e dê nome aos bois. Seria também de bom alvitre que você parasse de apresentar aqui textos psicografados, pois esta é uma lista de ciência e não o terreiro da mãe Joana. Uma coisa é citar máximas de um autor famoso e já falecido; outra coisa é assumir que esse autor pensa com o seu cérebro e/ou incorpora-se no mesmo. Se quiser produzir diálogos entre seres contraditórios, procure aprender com os Diálogos de Galileu. Do contrário, restrinja-se a discutir com os seus botões e/ou com o seu psicanalista e pare de infernizar a Ciencialist.
[ ]´s
Alberto

http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.

SUBJECT: Especiação x Adaptação
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ListadeCiência <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 10:21

 

Mas como a espécie vai se tornar outra sem que seja pela "fixação" das características que a adaptação via seleção natural realiza ?

Abs
Felipe


SUBJECT: Re: [ciencialist] O "Oxford Companion to Philosophy" não tem a finalidade de definir os termos que apresenta
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 10:47

"Enunciar os atributos essenciais e especificos de (uma coisa), de modo que a torne inconfundível com outra."
 
Mas Calilzóvsky, tu compreendes que cada palavrita pode ter
inúmeras (algumas dezenas, outras várias dezenas) de
especificações atributais diferentes e que sejam necessárias
para distingui-las de usos diversos da mesma palavrita?
Quem faz isso normalmente é o tal do "contexto" (sem o
qual ficaríamos louquinhos da silva). Se formos seguir
essa sugestófila de sempre especificar a variante da
palavrita que estamos a usar, o caos se abrirá perante nós!
 
Veja lá, a palavra "árvore" pode ter um porrilhão de
distintas significacionices. Imagina só a conversa entre
dois manés que adiram (tô falando bonito hoje, heim?)
a essa tua propunhação:
 
- Mas a árvore (def:15) do conhecimento que temos sobre
   as árvores (def:2) está arvorada (def:32) em uma
   raiz (def:69) diferenciada, de acordo com a real (def:83)
   significação (def:12) do emissário (def:73) da
   informação (def:237-parágrafo B).
 
- Discordo. A árvore (def:23) que estou propondo é diferente
   da árvore (def:15) que tu estás propunhando, e isso torna
   a arvoração (def:32) diferente da tua (vira arvoração def:37).
 
- Mas veja bem, a raiz (def:69) que eu propus é diferente da
   raiz (def:38) que tu estás sugerindo em vossa mensagem.
 
- De modo algum! Minha raiz (def:12) é perfeitamente compatível
   com a tua raiz (def:69).
 
- Discordo! Minha raiz (def:69, veja bem, sessenta e nove!) requer
   que os dois elementos estejam sobrepostos um sobre o outro, de
   forma invertida, para que haja contato das extremidades
   sugadoras um do outro e aí...
 
Como diriam os nortistas, êita lasquéira danada da porra!
 
*PB*
 
 
 
 
Sent: Wednesday, March 04, 2015 11:58 PM
Subject: [ciencialist] O "Oxford Companion to Philosophy" não tem a finalidade de definir os termos que apresenta
 


Definir significa:
"Enunciar os atributos essenciais e especificos de (uma coisa), de modo que a torne inconfundível com outra."
Aurélio Buarque de Holanda Ferreira
Novo Dicionário da Lingua Portuguesa, 2a, edição, 1986

Adotada essa definição para o verbo definir, impõe-se a conclusão que não é função dos dicionários definir o significado das palavras.
MC

================================================


Olá Pesky.
Depois da fuçada que eu dei hoje no  "Oxford Companion to Philosophy" (OCP)
vi que o livrão NÃO TEM A FINALIDADE DE DEFINIR NADA.
A nossa proposta é que seja feita uma nova publicação onde os termos sejam definidos.
Procurei no OCP a definição de ciência e não achei.
O que localizei foram textos que FALAM SOBRE ciência, assim estruturados:

science, feminist philosophy of.
science, history of the philosophy of
science, problems of the philosophy of
science, social philosophy of
science, art, and religion.
science, pseudo: see pseudo-science.
science, the unity of: see unity of science.
science and knowledge: see knowledge and science.
science and life: see life and science
science and philosophy: see philosophy and science.

O livrão desfila um CONHECIMENTO ENCICLOPÉDICO DE FILOSOFIA, enquanto a  finalidade do nosso livrinho  se resume em ressignificar apenas 30 termos largamente utilizados em ciência, com base numa metodologia especialmente criada com esse fim. Portanto estamos formatando  um grãosinho de areia no mundo do conhecimento.
Abraços
Mtnos Calil

Ps. Se não cabe aos dicionários definir o significado das palavras, tenho que apagar todas as criticas que fiz aos dicionaristas por cometerem a suposta falha de não apresentarem definições.


 
On Qua 04/03/15 15:47 , "'Pesky Bee' peskybee2@gmail.com [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 
> Prezado e  Ilustre Professor Ted Honderich
... professor Ted Honderich, ouça minhas palavras: tutáfû,
mano véio! (achtung, kopf hoch: soy un citizen incorrigibile,
uncroyable!)
*PB*
Sent: Wednesday, March 04, 2015 3:23 PM
Subject: [ciencialist] Cartas abertas para Ted Honderich, edior do Oxford Companion to Philosophy - 1


Prezado e  lustre Professor Ted Honderich, editor do Oxford Companion to Philosophy
 
Em primeiro lugar gostaríamos de destacar que sua obra encabeçará a nossa lista de referências do nosso book de introdução à matematização da linguagem. Para isso vamos consultar todos os verbetes da sua obra referentes aos 30 termos que vamos definir. Depois que a introdução estiver finalizada, a submeteremos à sua apreciação. Quem sabe o sr. ou algum de seus colaboradores tenha interesse em participar desta empreitada,

SUBJECT: Re: [ciencialist] O "Oxford Companion to Philosophy" não tem a finalidade de definir os termos que apresenta
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 10:48

> "SEJAS CASTO COMO O GELO, PURO COMO A NEVE, NÃO ESCAPARÁS À CALÚNIA"-
 
Dito de outra forma, sempre haverá um cocô de cachorro
para tu pisares quando saires de casa, hahahahaha
 
*PB*
 
 
 
Sent: Thursday, March 05, 2015 2:03 AM
Subject: Re: Re: [ciencialist] O "Oxford Companion to Philosophy" não tem a finalidade de definir os termos que apresenta
 


"SEJAS CASTO COMO O GELO, PURO COMO A NEVE, NÃO ESCAPARÁS À CALÚNIA"- Shakespeare.

CUIDADO COM O EXCESSO DE AGRESSIVIDADE, DR. ALBERTO.
ALÉM PROVOCAR OS EFEITOS COLATERAIS ESPECIFICOS, PODERÁ, NO CASO, PROVOCAR UM SENTIMENTO DOLOROSO DE FRUSTRAÇÃO FACE AO FRACASSO DE SEU INTENTO DESTRUTIVO.
E SUA ESTRATÉGIA DE ATAQUE NÃO ESTÁ FUNCIONANDO, POIS EU TRANSFORMO A ENERGIA NEGATIVA EM POSITIVA.
QUANTO AOS FILÓSOFOS E CIENTISTAS, ELES SENDO HUMANOS, APRESENTAM DOIS TIPOS BÁSICOS:

A) OS INTERESSADOS NO BEM COMUM
B) OS EGOISTAS.

EXISTEM PORTANTO FILÓSOFOS DO BEM. BERTRAND RUSSEL FOI UM DELES - AOS 90 ANOS PARTICIPAVA DE UMA PASSEATA EM FAVOR DA PAZ. EXISTEM TAMBÉM OS FILÓSOFOS CUJAS IDÉIAS ALIMENTAM O PROCESSO DE MATEMATIZAÇÃO DA LINGUAGEM EM CURSO, COMO O WITTGST. QUE SUPEROU SEU MESTRE RUSSEL.

PORTANTO O SR. ESTÁ ATRIBUINDO A MIM FALSAS ACUSAÇÕES. ISSO É DECORRENTE DA RAIVA - AS EMOÇÕES CEGAM A RAZÃO.

E AO CONTRÁRIO DO QUE PLANEJAVA, ESTA MENSAGEM AGRESSIVA TEVE O EFEITO BENÉFICO DE ME LEMBRAR DE UM TEMA PENDENTE QUE É A PRECISÃO DA LINGUAGEM MÉDICA QUE O SR. PODERIA USAR NA SUA LINGUAGEM FILOSÓFICA.

ABRAÇOS COM AGRESSIVIDADE ZERO E NARCISISMO ZERO

MC


 

SUBJECT: Re: [ciencialist] Especiação x Adaptação
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 11:51

> Mas como a espécie vai se tornar outra sem que seja
> pela "fixação" das características que a adaptação via
> seleção natural realiza ?
 
Felipão, na minha visão da coisa (não sou biólogo, mas
vou dar um chutão nessa bola), são duas as forças que
agem na evolução: a primeira é a famosa seleção natural.
A segunda (que as vezes a gente esquece) são as mutações.
Só que as mutações não são totalmente malucóides. Acredito
que muita porcariada fique nos genes, e só tem uma
chance de gerar uma espécie nova quando as pressões
da seleção natural enfraquecem por alguma razão, e deixam
essas antigas estropiações aflorarem.
 
É mais ou menos como um carro com motorzão superpotente.
Se ele estiver sendo dirigido por um ás do volante,
esse carro vai andar direitinho, com um desempenho
notável. Mas se esse ás do volante tiver tomado umas
cachaças a mais, o carro vai começar a apresentar
"comportamentos bizarros", estranhófilos, que não são
típicos da operação sob "álcool zero".
 
Mas se esse carro estiver sob o comando desse mané
bebáço e estiver em uma pista dessas da fórmula
Indy, então ele apresentará comportamentos bizarros,
mas não tão estranhófilos quanto se estivesse em
uma área totalmente livre.
 
*PB*
 
 
 
 
Sent: Thursday, March 05, 2015 10:21 AM
Subject: [ciencialist] Especiação x Adaptação
 
 

SUBJECT: O conflito entre a pureza da neve a impureza das fezes
FROM: Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 12:33

Não, não, Pesky! 

Para dar essas pisadas não é preciso sair de casa! 

Mas em casa ou fora dela, rir nestas ocasiões, é algo "es-tapa-fúr-dio"

MC (sem as estrelinhas narcisicas laterais)

Ps. Seriamos todos estapaf'úrdidos por natureza evolucionária? 



On Qui 05/03/15 10:48 , "'Pesky Bee' peskybee2@gmail.com [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 

> "SEJAS CASTO COMO O GELO, PURO COMO A NEVE, NÃO ESCAPARÁS À CALÚNIA"-
 
Dito de outra forma, sempre haverá um cocô de cachorro
para tu pisares quando saires de casa, hahahahaha
 
*PB*
 
 
 
Sent: Thursday, March 05, 2015 2:03 AM
Subject: Re: Re: [ciencialist] O "Oxford Companion to Philosophy" não tem a finalidade de definir os termos que apresenta
 


"SEJAS CASTO COMO O GELO, PURO COMO A NEVE, NÃO ESCAPARÁS À CALÚNIA"- Shakespeare.

CUIDADO COM O EXCESSO DE AGRESSIVIDADE, DR. ALBERTO.
ALÉM PROVOCAR OS EFEITOS COLATERAIS ESPECIFICOS, PODERÁ, NO CASO, PROVOCAR UM SENTIMENTO DOLOROSO DE FRUSTRAÇÃO FACE AO FRACASSO DE SEU INTENTO DESTRUTIVO.
E SUA ESTRATÉGIA DE ATAQUE NÃO ESTÁ FUNCIONANDO, POIS EU TRANSFORMO A ENERGIA NEGATIVA EM POSITIVA.
QUANTO AOS FILÓSOFOS E CIENTISTAS, ELES SENDO HUMANOS, APRESENTAM DOIS TIPOS BÁSICOS:

A) OS INTERESSADOS NO BEM COMUM
B) OS EGOISTAS.

EXISTEM PORTANTO FILÓSOFOS DO BEM. BERTRAND RUSSEL FOI UM DELES - AOS 90 ANOS PARTICIPAVA DE UMA PASSEATA EM FAVOR DA PAZ. EXISTEM TAMBÉM OS FILÓSOFOS CUJAS IDÉIAS ALIMENTAM O PROCESSO DE MATEMATIZAÇÃO DA LINGUAGEM EM CURSO, COMO O WITTGST. QUE SUPEROU SEU MESTRE RUSSEL.

PORTANTO O SR. ESTÁ ATRIBUINDO A MIM FALSAS ACUSAÇÕES. ISSO É DECORRENTE DA RAIVA - AS EMOÇÕES CEGAM A RAZÃO.

E AO CONTRÁRIO DO QUE PLANEJAVA, ESTA MENSAGEM AGRESSIVA TEVE O EFEITO BENÉFICO DE ME LEMBRAR DE UM TEMA PENDENTE QUE É A PRECISÃO DA LINGUAGEM MÉDICA QUE O SR. PODERIA USAR NA SUA LINGUAGEM FILOSÓFICA.

ABRAÇOS COM AGRESSIVIDADE ZERO E NARCISISMO ZERO

MC


 



SUBJECT: Re: [ciencialist] Especiação x Adaptação
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 12:48

Ola Pesky,

Mas o problema é que, pelo que está no artigo, teria mudança mesmo sem pressão seletiva para adaptação. Isso , pelo pouco que sei da Evolução, vai totalmente contra o mecanismo que explicaria a variedade de especies.

Takata, Homero....help us!!!rs


Em Quinta-feira, 5 de Março de 2015 11:51, "'Pesky Bee' peskybee2@gmail.com [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:


 
> Mas como a espécie vai se tornar outra sem que seja
> pela "fixação" das características que a adaptação via
> seleção natural realiza ?
 
Felipão, na minha visão da coisa (não sou biólogo, mas
vou dar um chutão nessa bola), são duas as forças que
agem na evolução: a primeira é a famosa seleção natural.
A segunda (que as vezes a gente esquece) são as mutações.
Só que as mutações não são totalmente malucóides. Acredito
que muita porcariada fique nos genes, e só tem uma
chance de gerar uma espécie nova quando as pressões
da seleção natural enfraquecem por alguma razão, e deixam
essas antigas estropiações aflorarem.
 
É mais ou menos como um carro com motorzão superpotente.
Se ele estiver sendo dirigido por um ás do volante,
esse carro vai andar direitinho, com um desempenho
notável. Mas se esse ás do volante tiver tomado umas
cachaças a mais, o carro vai começar a apresentar
"comportamentos bizarros", estranhófilos, que não são
típicos da operação sob "álcool zero".
 
Mas se esse carro estiver sob o comando desse mané
bebáço e estiver em uma pista dessas da fórmula
Indy, então ele apresentará comportamentos bizarros,
mas não tão estranhófilos quanto se estivesse em
uma área totalmente livre.
 
*PB*
 
 
 
 
Sent: Thursday, March 05, 2015 10:21 AM
Subject: [ciencialist] Especiação x Adaptação
 
 



SUBJECT: Re: [ciencialist] Especiação x Adaptação: os mitos da evolução e da seleção natural
FROM: Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 14:16

Se você pode chutar, PB,  então eu também posso. Direitos esportivos iguais! 
-----------------------------------------------

Como o ser humano é mitológico (porque o seu sistema "mente/desejo/curiosidade"
encontra nos mitos uma forma de se alimentar), nada mais natural que surgissem os mitos da evolução pós-darwiniana. 

Mas eu penso que o próprio conceito de evolução é mitológico, na medida em que é confundido com PROGRESSO, como se este progresso fosse  algo linear pré-determinado. Não existe nada "pré-determinado". O determinismo é uma criação autopoiética que leva em conta inúmeros fatores, sendo o acaso um deles. 

Existem dois tipos de mudanças: as evolucionárias que contribuem para a preservação das espécies e as regressivas que contribuem para seu desaparecimento. Mas entre umas e outras, existem caracteristicas genéticas que se mantém inalteradas durante milhões e milhões de anos. 

Precisamos então DESMISTIFICAR os conceitos de seleção natural e de evolução. 
Essas coisófilas existem mas não são tão poderosas quanto os mitos apregoam. 
(coisófila é um exemplo da linguagem pibófila que estou aprendendo). 

A sociedade humana precisa ser vista como sociedade e não apenas como espécie. 
Portanto, o conceito de "espécie humana" precisa ser desmitologizado. 

Diz o mito que o homem é um ser racional e social.
Ocorre que não existe o social sem o anti-social nem o racional sem o irracional. 
A espécie humana é a unica que consegue ver com total clareza sua imagem refletida no espelho. (alguns outros animais, como os "chimpas"  conseguem reconhecer apenas alguns detalhes desta imagem).
É claro que esta competência mental-visual é produto da evolução. 

Mas falar em evolução humana no sentido puramente biológico é uma coisa estapafúrdia, resultante de uma evolução regressiva chamada especialização. (no sentido do conhecimento especializado, como acontece hoje com a ciência que para evoluir teve que se fragmentar - e sem essa fragmentação a medicina não nos teria premiado com mais anos de vida, nem a tecnologia nos teria brindando com o conforto proporcionados pelos 
"eletros" domésticos. (ainda bem que domesticamos os eletros e seus eletrons). 

Como a seleção natural não entende nada de nada - idem a evolução - a vida das "espécies" aqui na terra foi se processando de uma forma caótica, aos trancos e barrancos. Ocorre que nenhuma espécie consegue ter uma visão global do mundo em que vive. Mal as espécies conseguem ter uma visão de si mesmas, que dirá então do conjunto! E com a espécie dita  humana acontece o mesmo caos e a mesma miopia, com uma diferença básica em relação a outras espécies: ela é a única que consegue interferir no mundo natural, inclusive para destruir uma parte dele. Os genes também não entendem nada de nada e sua tarefa se restringe à própria reprodução e de suas células companheiras. 

A vida em si constitui um milagre da natureza. Nós não podemos esperar nada além do que esse milagre nos proporcionou. Nós somos sim uma espécie "sapiens". Só falta admitir que além de sapiens somos também "demens".  Enquanto o nosso lado "sapiens" coordena a evolução social do homem (ainda hoje usamos o termo homem para designar os homens e as mulheres???) o nosso lado "demens" promove a regressão, que é companheira inseparável da evolução. Não existe evolução sem regressão!!! 

Vou dar um exemplo de como estamos hoje evoluindo regredindo: enquanto a sociedade humana está atravessando a maior crise de sua história referente ao periodo que conhecemos da pseudo-civilização, alguns biólogos estão preocupados com os grilos havaianos que pararam de cantar - v. abaixo. (avisa o Dr. A.M.F,  que eu disse ALGUNS biólogos, para assim evitar que a mente inconsciente dele produza falsas generalizações). 

Abraços
Mtnos Calil 

Ps. Pela criação da APAH - Associação Protetora dos Animais Humanos. Se os insetos merecem proteção nós também merecemos.  Será que merecemos mesmo? (outro eco?? = merecemos/mesmo - como esses ecos me perseguem..espero que não me ceguem.) 



Evolução faz grilo havaiano


 parar de cantar


23/09/2006
Estadão  - Em poucas gerações, disseminou-se, entre os grilos machos da ilhahavaiana de Kauai, uma mudança genética que os tornou incapazes de cantar para atrair fêmeas. A princípio essa poderia ter sido uma mutação prejudicial, forçando os grilos "mudos" ao celibato e, por conseqüência, ao desaparecimento.

Mas não foi o que ocorreu: os machos não-cantantes desenvolveram um comportamento que lhes permite acasalar. Além disso, ao não emitir som, esses machos mutantes escaparam de uma mosca que usa o estalo do grilo para localizar hospedeiros nos quais põe ovos.

Uma equipe de cientistas, liderada por Marlene Zuk, da Universidade da Califórnia, Riverside, descobriu que, após 20 gerações, mais de 90% dos grilos machos da espécie Teleogryllus oceanicus em Kauai passaram a ter as "asas chatas" que impedem o canto. A mutação realmente protege o grilo da infecção pela mosca parasitária Ormia ochracea.

Ao encontrar um grilo macho, a mosca bota ovos nele. Ao nascer, as larvas matam o hospedeiro. Os resultados do estudo aparecem no periódico Biology Letters.

"A cada visita que fizemos a Kauai, desde 1991, observamos menos grilos", disse Zuk. "Em 2001, mal ouvimos um único macho cantar. Mas em 2003, embora não ouvíssemos nenhum macho, descobrimos que eles não só abundavam, mas também que quase todos tinham asas como as fêmeas, sem a estrutura necessária para produzir o canto".

Zuk pondera que a proteção contra a mosca tem um "alto preço": como as fêmeas localizam os machos silenciosos? A bióloga levanta a hipótese de que os machos que não cantam agem como "satélites" dos que ainda podem cantar, posicionando-se ao redor deles, e interceptam algumas das fêmeas que se dirigem aos machos tradicionais.

"O comportamento dos ´asas-chatas´ permite que capitalizem nos poucos cantantes que permanecem, e assim escapar da mosca e se reproduzir. Isto é a evolução em ação", diz a bióloga.

=========================================================





On Qui 05/03/15 11:51 , "'Pesky Bee' peskybee2@gmail.com [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 

> Mas como a espécie vai se tornar outra sem que seja
> pela "fixação" das características que a adaptação via
> seleção natural realiza ?
 
Felipão, na minha visão da coisa (não sou biólogo, mas
vou dar um chutão nessa bola), são duas as forças que
agem na evolução: a primeira é a famosa seleção natural.

A segunda (que as vezes a gente esquece) são as mutações.
Só que as mutações não são totalmente malucóides. Acredito
que muita porcariada fique nos genes, e só tem uma
chance de gerar uma espécie nova quando as pressões
da seleção natural enfraquecem por alguma razão, e deixam
essas antigas estropiações aflorarem.
 
É mais ou menos como um carro com motorzão superpotente.
Se ele estiver sendo dirigido por um ás do volante,
esse carro vai andar direitinho, com um desempenho
notável. Mas se esse ás do volante tiver tomado umas
cachaças a mais, o carro vai começar a apresentar
"comportamentos bizarros", estranhófilos, que não são
típicos da operação sob "álcool zero".
 
Mas se esse carro estiver sob o comando desse mané
bebáço e estiver em uma pista dessas da fórmula
Indy, então ele apresentará comportamentos bizarros,
mas não tão estranhófilos quanto se estivesse em
uma área totalmente livre.
 
*PB*
 
 
 
 
Sent: Thursday, March 05, 2015 10:21 AM
Subject: [ciencialist] Especiação x Adaptação
 
 



SUBJECT: Re: [ciencialist] Especiação x Adaptação
FROM: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 14:37

Oi Felipe,

Lá pelas tantas ele fala:
"Dado o isolamento durante o devido tempo, uma população vai se tornar uma nova espécie mesmo que não sofra alterações adaptativas".

Não sei se entendi mas vou tentar... vamos ver se é assim...

Existem tendências a mutações que seriam típicas daquela espécie, "já programadas". Ou seja, a própria configuração genética desta espécie aumentam as possibilidades destas determinadas mutações.

Mas, se estas mutações forem desfavoráveis para a adaptação com o meio, este bichinhos vão ter uma vida difícil.

No fundo, acho que era isto mesmo que passava na cabeça do Darwin.

Nada mudou!

Não sou especialista nisto. Com a palavra Takata, se ele ainda estiver por aqui.

Hélio


De: "luiz silva luizfelipecsrj@yahoo.com.br [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Para: ListadeCiência <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Quinta-feira, 5 de Março de 2015 10:21
Assunto: [ciencialist] Especiação x Adaptação

 
 

Mas como a espécie vai se tornar outra sem que seja pela "fixação" das características que a adaptação via seleção natural realiza ?

Abs
Felipe




SUBJECT: Re: [ciencialist] Especiação x Adaptação
FROM: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 14:58

Complementando...

Pelo que eu entendi das aulas da tia de biologia, Darwin NÃO achava que as mutações genéticas eram provocadas pelo estresse sofrido pelos bichos.

As mutações acontecem. A seleção natural se dá devido a combinação entre as mutações (já ocorridas) e o meio.

Quem sobrevive a isto, passa esta nova configuração genética para frente.

Hélio


De: "Hélio Carvalho helicar_br@yahoo.com.br [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Quinta-feira, 5 de Março de 2015 14:37
Assunto: Re: [ciencialist] Especiação x Adaptação

 
Oi Felipe,

Lá pelas tantas ele fala:
"Dado o isolamento durante o devido tempo, uma população vai se tornar uma nova espécie mesmo que não sofra alterações adaptativas".

Não sei se entendi mas vou tentar... vamos ver se é assim...

Existem tendências a mutações que seriam típicas daquela espécie, "já programadas". Ou seja, a própria configuração genética desta espécie aumentam as possibilidades destas determinadas mutações.

Mas, se estas mutações forem desfavoráveis para a adaptação com o meio, este bichinhos vão ter uma vida difícil.

No fundo, acho que era isto mesmo que passava na cabeça do Darwin.

Nada mudou!

Não sou especialista nisto. Com a palavra Takata, se ele ainda estiver por aqui.

Hélio




De: "luiz silva luizfelipecsrj@yahoo.com.br [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Para: ListadeCiência <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Quinta-feira, 5 de Março de 2015 10:21
Assunto: [ciencialist] Especiação x Adaptação

 
 

Mas como a espécie vai se tornar outra sem que seja pela "fixação" das características que a adaptação via seleção natural realiza ?

Abs
Felipe






SUBJECT: Re: [ciencialist] Especiação x Adaptação
FROM: <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 15:20

Olá pessoal
 
Muita hora nessa calma.:-) Praticamente toda semana surge um “estudo que refuta Darwin” na mídia, especialmente nas manchetes, mas que quando se lê o estudo propriamente, não é nada disso, muito pelo contrário.
 
Nesse artigo, me parece, o mais provável é mais do mesmo, o reporter (jornaleiro) lê o estudo, pinça trechos, que não entende bem mas pensa serem “impactantes” e faz seu artigo com base nisso, e não nas conclusões reais do estudo.
 
A questão da separação já é conhecida, bem conhecida, e é justamente o que impede que determinadas modificações se percam na população de indivíduos. É a fixação, que permite a especiação.
 
Se um determinado ajuste genético se espalha pela população, mas não há separação entre os que tem e os que não tem essa modificação, ela ou se perde, ou se torna geral. Nesse caso em vez de duas espécies termos apenas um fluxo único de mudanças na linha do tempo.
 
O que o estudo provavelmente encontrou foi uma maior importância na separação física, ambiental, do que se calculava antes. São cálculos, estatística, não chaves de mudança tipo “ou evolui por mutação ou por separação”. A mutação ainda é a base, a pressão seletiva ainda pressiona, mas, aparentemente (não lemos o estudo propriamente) a separação ocupa um lugar com mais peso do que se considerava antes.
 
E mesmo com isso é preciso cautela, é preciso que o estudo seja avaliado, analisado, repetido, replicado, etc, antes de aceitar suas conclusões com segurança.
 
Se você isolar duas populações, digamos como nas ilhas de Galapagos, mas NENHUMA mutação ocorrer, não vai haver especiação. As duas populações continuarão eternamente como são. Se isolar duas populações, ocorrer mutações, mas NENHUMA pressão seletiva ocorrer, ou seja, nenhuma das mutações ajuda ou atrapalha a sobrevivência, também não terá especiação. No máximo, uma deriva lenta e sem padrão, acumulando pequenos erros de código genético, variações neutras no genes.
 
Ainda é preciso, mesmo com isolamento, mutações, herança de caracteres e pressão seletiva.
 
Mesmo a ideia de que o período de separação é parecido para qualquer espécie, os tais 2 milhões de anos, não é nova, é é a base dos estudos de marcadores genéticos, e seu uso no cálculo destas separações.
 
Como quase sempre, estudos que a mídia vendo como “revolucionários, que mudam totalmente a teoria evolutiva” acabam se mostrando complementos úteis a esta teoria, e apenas um passo a mais na compreensão destes processos.
 
Um abraço.
 
Homero
 
 
 
 
 
Sent: Thursday, March 05, 2015 2:58 PM
Subject: Re: [ciencialist] Especiação x Adaptação
 
 

Complementando...
 
Pelo que eu entendi das aulas da tia de biologia, Darwin NÃO achava que as mutações genéticas eram provocadas pelo estresse sofrido pelos bichos.
 
As mutações acontecem. A seleção natural se dá devido a combinação entre as mutações (já ocorridas) e o meio.
 
Quem sobrevive a isto, passa esta nova configuração genética para frente.
 
Hélio
 

De: "Hélio Carvalho helicar_br@yahoo.com.br [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Quinta-feira, 5 de Março de 2015 14:37
Assunto: Re: [ciencialist] Especiação x Adaptação
 
 
Oi Felipe,
 
Lá pelas tantas ele fala:
"Dado o isolamento durante o devido tempo, uma população vai se tornar uma nova espécie mesmo que não sofra alterações adaptativas".
 
Não sei se entendi mas vou tentar... vamos ver se é assim...
 
Existem tendências a mutações que seriam típicas daquela espécie, "já programadas". Ou seja, a própria configuração genética desta espécie aumentam as possibilidades destas determinadas mutações.
 
Mas, se estas mutações forem desfavoráveis para a adaptação com o meio, este bichinhos vão ter uma vida difícil.
 
No fundo, acho que era isto mesmo que passava na cabeça do Darwin.
 
Nada mudou!
 
Não sou especialista nisto. Com a palavra Takata, se ele ainda estiver por aqui.
 
Hélio
 



De: "luiz silva luizfelipecsrj@yahoo.com.br [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Para: ListadeCiência <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Quinta-feira, 5 de Março de 2015 10:21
Assunto: [ciencialist] Especiação x Adaptação
 
 
 
 
Mas como a espécie vai se tornar outra sem que seja pela "fixação" das características que a adaptação via seleção natural realiza ?
 
Abs
Felipe
 





SUBJECT: Solicitação para o moderador do Ciencialist
FROM: Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2015 23:47

Prezado moderador. 
Venho através desta solicitar ao sr. autorização para enviar uma mensagem semanal para o grupo abordando a gravíssima crise pela qual está passando o nosso país. 
Abaixo apresento uma mensagem sobre o tema, de modo a ter uma referência para o sr. tomar uma decisão.
Agradecendo por sua atenção aguardo a sua deliberação
Atenciosamente
Mtnos Calil 
Por uma ciência voltada para o bem comum. 

=============================================
 


Novos exércitos ... Guerra Civil? O que vai acontecer no país da Esquizofrenia Social? 


On Qui 05/03/15 18:32 , Mtnos Calil mtnoscalil@terra.com.br sent:
Eu sei que a expressão "esquizofrenia social" é rejeitada pela humanidade que não quer admitir de forma alguma que está numa fase de acelerado enlouquecimento.  Essa recusa em admitir um fato tão visível se deve a um MECANISMO DE DEFESA chamado NEGAÇÃO, aplicado agora a uma tragédia global, que se manifesta coletivamente, através da expansão desenfreada da criminalidade, das formas mais variadas de violência, das guerras religiosas, das guerras do tráfico de drogas, nas guerras nos campos de futebol, na degeneração acelerada dos valores morais, na destruição das culturas nacionais, na infantiização dos adultos, na adultização das crianças, na corrupção sem limites, nas crises econômicas, etc. etc. 

Os textos e imagens reproduzidos abaixo constituem um excelente retrato desta que é uma das maiores crises já enfrentadas pela Historia da Humanidade. 

Diante deste quadro trágico, a questão que se coloca é: ONDE VAMOS PARAR? QUAL SERÁ O LIMITE DESTE PROCESSO GLOBALIZADO DE LOUCURA? 

E no Brasil, o que vai acontecer agora? 
A minha resposta a esta pergunta talvez esteja muita simplificada e se resume nisso: não vai acontecer nenhuma mudança significativa no "estado das coisas" em que estamos encalacrados: 

1. Segurança Pública. 

Não existe mais segurança pública. A população brasileira vive em estado de plena INsegurança. Ninguém por exemplo, tem certeza que não será assaltado dentro ou fora de casa. Ninguém pode ter certeza de que seus familiares voltarão para casa sem sofrer nenhum acidente. O nosso sistema prisional está LITERALMENTE FALIDO, sendo que o crime organizado controla boa parte de nossas prisões. Mais de 90% dos homicidios ficam completamente impunes, não se localizando sequer os autores dos crimes de morte. 

2. Guerra civil? 

Fala-se que o Brasil está marchando para uma guerra civil. Mas nós já estamos numa guerra civil não declarada e que se vê diariamente nos tiroteios entre a polícia e os bandidos, o que tem provocado a morte por "balas perdidas".  Encontraram uma expressão para suavizar a barbárie. A policia tem que perseguir e prender os bandidos. Mas estes reagem à bala e a policia obviamente não pode se render. O resultado é que civis inocentes estão perdendo a vida, inclusive CRIANÇAS. 

3. Intervenção militar? 

Continuo com a convicção de que os militares não vão intervir. Há várias razões para isso: 

a) Uma intervenção militar agora provocaria uma guerra civil declarada podendo provocar a morte de  algumas centenas de milhares de pessoas. Quando dias atrás Lula ameaçou com uma intervenção do "Exército" do Stédile, lider do MST, ele sabia disso. Talvez tenha exagerado na dose, já que ele costuma falar "por impulso". 

b) Eu mesmo já ouvi de algum militares declarações do tipo: 

- A sociedade brasileira quis que saíssemos do poder. Atendemos a essa reivindicação e agora não tem sentido voltarmos a intervir. 

4. Impeachment de Dilma? 

Para os tucanos isso não interessa pois traria à tona as pendências da privatização realizadas no Governo de FHC. O próprio PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA, acabou de solicitar ao SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL que excluisse a DILMA  E O AECIO  (nas entrelinhas estão LULA E FHC), das investigações do Petrolão.  Como já aconteceu com o MENSALÃO, as punições não vão atingir as estrelas de 1a. grandeza das  "organizações" políticas envolvidas. Até o Zé Dirceu que seria o Presidente do Brasil no lugar da Dilma, aceitou resignadamente o papel de bode expiatório de Lula. 

5. Comunismo no Brasil? 

5.1. Como todos sabem ou deveriam saber,  Lula nunca foi comunista. Ele se associou à esquerda visando apenas a tomada do poder. O ser humano (ou uma parte dos seres humanos) têm uma forte ambição pelo poder. Me refiro ao poder politico que atende a uma necessidade psicológica de PROJEÇÃO PESSOAL, que a politica, com o apoio indispensavel da MIDIA, satisfaz. A politica se transformou na arte de administrar o bem comum em beneficio próprio. Ocorre de, às vezes esse beneficio ser psicológico, além é claro de rechear os bolsos dos politicos. 

5.2. Mesmo que o  "Exército" de Stedile saia às ruas, não será para acabar com a propriedade privada. O que o MST, quer é exatamente a posse de algumas porções de terra que passam a ser propriedade  de seus membros. O MST não vai vitimar o nosso agro-negócio que hoje tem importância decisiva para evitar que a nossa economia afunde de vez. O MST não pretende se apropriar de nenhum banco (pode até montar um banco rural...) e de nenhuma industria automobilistica. O Stedile não é uma versão do Lenin para o século XXI. E se quiser fazer este papel pra valer, vai se ferrar. O capitalismo já derrotou o comunismo faz tempo e o morto não vai ressuscitar na América Latina. Basta ver o caos que tomou conta da Venezuela. 

6. E a economia? 

6.1. A política econômica adotada pela Dilma é exatamente a mesma que seria adotada pelo Aécio. Toda a discussão em torno deste assunto que vemos na midia, se deve ao fato do tema ser "midiático", ou seja: vende jornal (os poucos que ainda conseguem ser vendidos) e dá audiência para as emissoras de TV. A CRISE ECONOMICA DO PAÍS E O ESCÂNDALO DA PETROBRÁS são hoje os dois assuntos prediletos da mídia. Ontem o dólar chegou a ser vendido a 3 reais!!! Olha que noticia espetacular! (para quem comprou dólar a 2,50 ou menos,  de fato é uma boa noticia). 

6.2. Vamos ter muito desemprego? Não temos dados ainda para responder a esta pergunta. Que vai haver desemprego, é óbvio. A dúvida diz respeito à % de desempregados que vamos ter no Brasil. Nos ultimos anos verificamos que apesar do pifio crescimento econômico não tivemos uma elevação da taxa de desemprego. Alguns setores serão mais afetados do que outros, como é o caso da industria automobilistica e da construção civil que foram beneficiados por uma politica de crédito que já tinha avançado além dos limites. 

6.3. E a inflação? 

Vai continuar, mas não será explosiva como foi no tempo do real. Será combatida, como já está sendo, através de uma taxa de juros exorbitante que provoca a retração no consumo e na produção. E pela primeira vez desde que o PT assumiu o poder, as verbas sociais serão cortadas. Reduzir as despesas do Estado envolve cortar as verbas destinadas aos programas sociais, sendo que a Caixa Econômica Federal já cancelou os recursos destinados ao projeto "Minha Casa Minha Vida". 


6.4. E o dólar onde vai parar ? 

Se o Brasil tivesse sido governado como deveria, o bom seria que o dólar ficasse estabilizado em torno dos 3 reais. Mas essa elevação não será mantida por muito tempo (dois ou três anos? ). A valor equilibrado do câmbio seria esse, mas a desvalorização do real deveria ser progressiva para não provocar a inflação. Agora com a elevação simultânea do dólar e da taxa de juros e mais o ajuste fiscal, com a redução das despesas (e investimentos) do Governo a crise  só poderá ficar mesmo grave. Lembro que o dólar chegou a 4 reais quando Lula assumiu o primeiro mandato em 2002 e depois despencou. Será que vai despencar novamente no final do 2o. mandato da Dilma, ou mesmo antes? O que o Governo deveria fazer para manter o dólar na casa dos 3 reais? Vamos perguntar a quem entende do assunto.

Mtnos Calil 

Ps. Daqui a algum tempo vamos verificar os erros e acertos destas previsões. 



----- Original Message -----
From: brasil brasil@brasilbrasileiro.pro.br 
Sent: Qui 05/03/15 15:25
Subject: Fwd: Novosexércitos ..... Guerra Civil

REPASSADO.

.............................................

Agora vão arrebentar com o Paraná/Gov. Richa (e a imprensa apoia c/falsos dados de popularidade). Vão concentrar dia 13 os protestos lá com quebradeira e muita violência (black blocs, MTST, MST, PSOL, PP, PCB, ETC). Depois vão p/ Brasília (p/ o dia 15).  O Eduardo Cunha (nome incluído na lista por Cardozo e Dilma) serve p/ dar tempo, tumultuando o processo-petrolão, considerando que o ministro da Defesa (?) consta da lista ao lado do ex e da atual governante (?). Estamos, na minha opinião, em pleno golpe. Há não ser que dia 15 se consiga derrubar e/ou o STF reaja.

Tudo isso é assustador.
 
XXXX

---------- Mensagem encaminhada ----------
De:
Data: 4 de março de 2015 17:30
Assunto: ENC: Novos exércitos ..... Guerra Civil
Para: 

REPASSANDO 
 
PARA QUEM ACHAVA QUE ERA BRINCADEIRA...
CHEGOU A HORA DA VERDADE. SE QUISER DEMOCRACIA VAI TER QUE LUTAR E PARAR DE DESDENHAR AS FFAA

, ACREDITANDO NOS VAGABUNDOS QUE DIZEM QUE FOMOS DITADORES NO PASSADO...

SÓ TENTAMOS MANTER UM BRASIL LIVRE PARA AS PESSOAS DE BEM...         


ESTÁ NA HORA DO ÚNICO EXÉRCITO OFICIAL COMEÇAR A SE PREPARAR E ATUAR, O MAIS RAPIDAMENTE POSSÍVEL, CONTRA ESSE ESTADO DE COISAS. DEPOIS NÃO ADIANTA CHORAR. SETOR DE INTELIGÊNCIA AO TRABALHO.
VAMOS RESPEITAR A CONSTITUIÇÃO VIGENTE E ENQUADRAR ESSES BANDIDOS QUE PENSAM QUE PODEM. VAI HAVER DERRAMAMENTO DE SANGUE... MAS, COMO ESTÁ NÃO PODE FICAR!
 

Repassando,

Eu não sei quanto a vocês, mas se tem uma coisa que me preocupa seriamente com relação ao futuro do Brasil é o aparecimento da ideia de "exércitos" que não são o  Exército Brasileiro, cujo patrono é o Duque de Caxias (e que está semi-sucateado).
Não só porque a ideia de um exército dificilmente se desvincularia do conceito de uma guerra. Há quem diga permanentemente que ja estamos em franca guerra civil e  que o tráfico está plantando as sementes de um "exército do tráfico". Certa vez li em

algum lugar que traficantes estavam usando fazendas compradas com dinheiro da droga para treinar os moleques no uso dos armamentos pesados comprados de fabricantes de todo o mundo, e que entram no Brasil muito facilmente pelas nossas porosas (convenientemente?) fronteiras, principalmente com o Paraguai.

 


É impressionante o nível do armamento que se encontra nos morros

 
download (51)
Tenho um amigo que foi recentemente ao Paraguai e me contou de sua surpresa ao ser puxado pelo braço de rua em rua por homens que lhe perguntavam se ele queria comprar uísque, viagra ou armas.
Até então, os mecanismos de repressão ao tráfico do Estado, que eram as polícias militar e civil e suas unidades de elite (Bope e Core) tinham a vantagem de lidar com um monte de bandido que mal sabia manipular o armamento que eles tinham em mãos. Mas no momento em que o trafico se articula ao ponto de dar treinamento padrão Al qaeda para seu exército, é um sinal de que a coisa está indo mal.
Fica ainda pior, quando o ex-presidente Lula, tomado pela cachaça (sem trocadilhos com a doença do cara) de falar para as massas começou a agitar o povo dizendo que o PT iria para o enfrentamento deliberado e a coisa ia ficar feia quando o Stédile botasse o exército dele nas ruas.
1424986889
Para que não me acusem de ser midia golpista, aqui esta o trecho do discurso de um ex-presidente da república, que não parece se dar conta da liturgia necessária ao cargo que ocupa na história desse país:
Há um problema fundamental quando uma autoridade – que inegavelmente um presidente que saiu com 80% de aprovação popular representa – qualifica um movimento social tipo o movimento dos sem terra, como um "Exército" sob seu controle e de seus asseclas. O povo acredita nisso. Os sem terra se sentem valorizados, esquecendo que viraram uma massa de manobra para os interesses de certos grupos, e passama se comportar como um exército literalmente, considerando inclusive que terão as bênçãos do governo brasileiro para colocarem para quebrar, seguindo o mantra do presidente do PT no RIo, Washington Quaquá, que até foi acionado judicialmente pelo Ministério Público depois de pregar "porrada" contra seus adversários.
dando-porrada

 
Aliás, prontamente atendido como ilustram as fotos do dia do discurso do Lula no Rio:
PETROBRAS/ATO
MANIFESTANTES SE ENFRENTAN                                          POR CASO DE CORRUPCIÓN   EN                                          PETROBRÁS EN RÍO DE JANEIRO
 
A cena de pessoas uniformizadas descendo a porrada nos opositores parece bem emblemática e coerente com a ideia de que o PT diante dos problemas em que os seus governos meteram o país, pretendem lutar para não largar o osso na literalidade da porradaria. Diante desse cenário a ideia de exército do MST do Stédile é um tanto quanto assustadora. Estranhamente, o PT toma justamente o lugar, repetindo os atos de quem eles tanto criticaram em sua história.
A ideia de um exército de pessoas armados com paus, facões e foices (só pra ficar nas armas brancas) e usá-lo para ameaçar quem se opõe ao governo – o mesmo que banca esses caras com guaraná e pão com mortadela, freta ônibus para levá-los aos locais de conflito – é assustadora por si, mas ganha contornos ainda mais preocupantes quando vemos que há toda uma máquina ideológica construída para doutrinar criancinhas lá na base.  E que curiosamente, é um método bem similar ao que foi feito pelo Hitler e pelo Islã, onde a doutrinação começa de berço.

UNiformizados e com                                            revistinhas e   livretos                                            voltados para eles, a                                            juventude do MST se   porta                                            como uma facção paramilitar

Uniformizados e com revistinhas e livretos voltados para eles, os "Semterrinha do MST" se portam como uma facção paramilitar com gritos de guerra e tudo mais.

 É no mínimo curioso, que embora o MST não seja nenhuma organização oficial, ou empresa, que tenha meios produtivos ou parque industrial instalado, a organização tem recebido milhões do BNDES e também do PT.  Há quem sustente que Stédile esteja negociando com a Venezuela o treinamento de membros do MST em guerrilha urbana, para mais tarde, operar nos moldes do exército paralelo que controla o jogo político na Venezuela. Inicialmente essas ideias me pareciam muito improváveis, mas hoje, já não sei de mais nada.
br-guerra-civil-brasil-mst

Lideranças se comportam como militares e rola até uma abóbada de aço!

especial_semterrinha_20101
Assim, quando Lula chama o MST de exército, pode ser mais do que só uma das muitas babaquices que o Lula fala. Pode ser um ato falho que revela como o PT enxerga o potencial do MST.
SEM-TERRINHA-500x500
Claro que é impossível ter certeza de qualquer coisa neste Brasil Polarizado de hoje, que lembra o dilema do vestido, para alguns está uma merda, para outros está muito bom. Mas é inegável que Lula os classificou como "exército" e eles de fato tem se comportado de modo extremamente organizado.
Também é um fato inegável que o Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) instaurou inquérito civil para apurar um suposto recrutamento ilegal de crianças e adolescentes brasileiros pelo governo da Venezuela.
Segundo o órgão, eles seriam levados para serem doutrinados a atuar na chamada "revolução bolivariana".
Voc~e pode   não                                                acreditar no papeo de                                                crianças sendo   treinadas,                                                mas aqui temos uma foto de                                                Stédile, o   dono do

Você pode não acreditar no papo de crianças sendo treinadas na Venezuela, mas aqui temos uma foto de Stédile, o dono do "exército" segundo o Lula, abraçado com Maduro.

A ação contra a União é assinada pelo procurador da República Ailton Benedito. Ele diz que tomou a medida baseando em notícias veiculadas pela imprensa brasileira de que o vice-presidente setorial do Desenvolvimento do Socialismo Territorial da Venezuela e titular do Ministério das Comunas, Elías Jaua, leva adolescentes brasileiros para o país desde 2011.
No inquérito, consta ainda uma notícia veiculada no site do governo venezuelano de que 26 crianças e adolescentes participaram do treinamento no estado de Sucre das chamadas "Brigadas Populares de Comunicação", com o intuito de moldá-los como "futuros jornalistas para servir o país".
"Temos que saber em que condições, quem levou e quem autorizou a ida dessas pessoas até a Venezuela. Abrimos o inquérito justamente para apurar em que circunstâncias isso ocorreu, qual a idade dos envolvidos, de onde são e qual a real quantidade deles", disse Benedito ao G1. fonte
O uso de crianças e adolescentes em conflitos armados, é hoje uma das grandes mazelas na América do Sul. Mas não só aqui. O drama é conhecido nas guerrilhas do Oriente Médio e África, e o uso de meninos imberbes usando metralhadoras é crescente em todo o mundo.
Exército   sub-15 na                                              Colômbia

Exército sub-15 na Colômbia

Recentemente, governos vizinhos, como a Colômbia, Peru e Paraguai registram casos de sequestros e resgate de crianças de adolescentes em fuga do recrutamento forçado para guerrilha e ações  paramilitares. Há relatos de menores infiltrados até nas FORÇAS ARMADAS REGULARES.
Isso é uma excrescência bizarra que não vejo ninguém noticiando, ainda não entendi bem o porque. O fato é que crianças hoje são arrancadas de suas famílias e levados para áreas remotas de fazendas, onde são submetidos a treinamento militares com armas pesadas e a doutrinamento ideológico por radicais que podem ser tanto de esquerda quanto de direita. Ninguém é santo na atual situação das coisas.
life_mag_cover_pal_kids_w_guns_1970_1226344-kids-with-gunsstudent_riotFunny-Kids-with-Guns-3-500x322
Esses meninos, quando conseguem escapar, são obrigados a viver escondidos por programas de inserção social ou em abrigos de fundações internacionais que oferecem ajuda em zonas de conflito, porque o medo real é a morte por vingança da "deserção".Além de serem tradicionalmente encontradas nas fileiras das Farcs, a prática de usar "niños, niñas y adolescentes" é relatada também em outros grupos em guerra. Na Colômbia, há relatos de casos no ELN (Exército de libertação Nacional) e  milícias contra-revolucionárias, os temidos esquadrões paramilitares, como as Bacrim ( Bandas Criminales).No Peru, a Guerra política e ideológica, a favor e contra, abastece as redes sociais da internet com vídeos de meninos e meninas com idades em torno de 10 anos gritando palavras de ordem contra o "imperialismo" e defendendo a "revolução comunista", o projeto de conquista do poder do Sendero Luminoso, braço radical do Partido Comunista Peruano, que voltou com força total depois de quase ser extinto nos  anos 2000. Ainda de perto, vem o Paraguai com a Força Tarefa Conjuta (FTC), agrupamento especial do Exército e Polícia Nacional.  As famílias de adolescentes de 15, 16 e 17 anos presos ou abatidos nos tiroteios com o Exército do povo Paraguaio (EPP) podem ser vistas à cores a poucos quilômetros da fronteira com o Brasil.Como as farcs também os paramilitares estão gradualmente admitindo o uso de menores nos seus exércitos. É o caso da Autodefesa Unida da Colômbia, AUC, milícia onde diversos de seus comandantes paramilitares admitiram a existência de menores em suas tropas.

Como se não fosse merda suficiente, vem aí o exército religioso do Edir Macedo

Já circulam na internet muitos vídeos impressionantes, que mostram muitos jovens marchando fardados e em posição de ordem em um templo religioso de uma igreja evangélica. No vídeo, eles recebem comandos de um suposto bispo da igreja, e respondem "o altar" a perguntas como "o que é que vocês querem?". Até a representação de um 'escudo militar' com a sigla G.A (Gladiadores do Altar) é utilizada pelo grupo.


"Exército religioso" no Brasil. Isso não é impressionante?

Muitas pessoas estão começando agora a se preocupar com uma possível 'ditadura evangélica' no Brasil.
Segundo algumas pessoas, a criação de um exército religioso sob comando de um grupo limitado de pastores da Igreja Universal teria semelhança com o Estado Islâmico, cujas práticas principais são dominar o mundo e aniquilar todas as religiões que não sejam a deles.
Não duvido que o plano estratégico do Edir Macedo seja treinar esses caras e efetivamente fazer um exército, mas para garantir a integridade das igrejas dele no Oriente. Sabe-se que muitas igrejas evangélicas foram destruídas pelos Muçulmanos em conflitos. Na Líbia, principalmente. Sem ter governo para recorrer, a solução viável seria constituir sua própria milícia, tal como fez a Máfia Colombiana nos anos 80, afim de assegurar os seus "negócios" com a cocaína.

Gladiadores do   Altar

Hoje Gladiadores do Altar. Amanhã o Bope da Universal...

Mas uma vez construído seu próprio "exército", ele te dá poder. E fica a dúvida sobre como seria exercido este poder religioso no Brasil. Sobretudo num país onde lideres religiosos gozam de tamanho prestígio que tem passaporte diplomático, canais de Tv, alguns são acusados de aproximação perigosa com o narcotráfico e todos eles não pagam nenhum tostão de imposto sobre as montanhas de dinheiro arrecadadas diariamente de seus fiéis.
À sombra dos grupos intolerantes que vão adquirindo cada vez mais poder, constroem bancadas no governo e até financiam políticos, há uma sensação gradual de insegurança que se espalha no país.
Hoje pode ser só mais uma papagaiada da Igreja que cria replica da Arca da Aliança, constrói imitação do Templo de Salomão e cujo líder máximo é um cara que já foi até preso por estelionato... Mas amanhã, será que essa "inovação" será controlável? Será que não estamos alimentando as primeiras células de um câncer que tragará este país?
alx_2015-02-26t183653z_1265281338_gm1eb2r06aa01_rtrmadp_3_mideast-crisis-iraq-museum_original
As imagens dos idiotas religiosos destruindo estátuas Assírias de 8000 anos nos museus do Iraque chocou o mundo, mas pouco se fala nas ações deliberadas de grupos religiosos que pregam a intolerância, e seguindo suas próprias ideias, invadem e destroem outros templos religiosos, como igrejas católicas e em um expressivo número de casos, terreiros de umbanda.
intolerancia
fonte
paisdesanto
fonte
evangelicomalucoimagem-montes-claros-ancoradouro-1-625x468
fonte
 
Você acha muito diferente o fato de um evangélico doutrinado a achar que somente a religião dele é a certa se convencer que deve destruir todos os símbolos das demais religiões e o sujeito do Estado Islâmico que resolve destruir os símbolos antigos da civilização mesopotâmica? Eu acho que são coisas diferentes sim, mas elas tem um elo em comum, que é a estupidez.
 

Nunca duvide da capacidade humana para a estupidez.

Voltando à questão dos Exércitos religiosos desse país, qual será a medida do controle dessas pessoas se eles começarem a usar o poder financeiro e quase ilimitado das religiões que pululam no Brasil para impor seu sistema de crenças na base da porrada?

jovens-universal-exército

Cenas do Exército religioso da Universal

 

Cenas do congresso                                              Nazista em   Nuremberg,                                              1938.

Cenas do congresso Nazista em Nuremberg, 1938.

Há uma assustadora semelhança, não acha?
Todas as vezes que alguém conclamar as pessoas a "Lutar em Nome de Deus", pode esperar, que cedo ou tarde, vai dar merda. E do mesmo jeito, o risco de converter militância em milícia é enorme, e dará o mesmo malcheiroso resultado.

Nas fileiras   do                                              Exército do PT estão alguns                                              membros imigrantes de                                              outros países.

Nas fileiras do Exército do PT estão alguns membros imigrantes de outros países, como o Haiti. Suspeito?

Os exércitos estão se formando. Isso é um fato. No que isso vai dar, eu não sei, mas não parece boa coisa.
Uma ideia que apita direto na minha cabeça é que ao longo de todos esses quase quarenta anos de Brasil, toda vez que eu pensei "agora não pode mais piorar", piorou, e muito.

 

Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
www.avast.com

 




Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
www.avast.com

 

 



SUBJECT: Re: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 07:16

Acho que vou sair do grupo.

*BW*


Em Quinta-feira, 5 de Março de 2015 23:48, "Mtnos Calil mtnoscalil@terra.com.br [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:


 
Prezado moderador. 
Venho através desta solicitar ao sr. autorização para enviar uma mensagem semanal para o grupo abordando a gravíssima crise pela qual está passando o nosso país. 
Abaixo apresento uma mensagem sobre o tema, de modo a ter uma referência para o sr. tomar uma decisão.
Agradecendo por sua atenção aguardo a sua deliberação
Atenciosamente
Mtnos Calil 
Por uma ciência voltada para o bem comum. 

=============================================
 


Novos exércitos ... Guerra Civil? O que vai acontecer no país da Esquizofrenia Social? 


On Qui 05/03/15 18:32 , Mtnos Calil mtnoscalil@terra.com.br sent:
Eu sei que a expressão "esquizofrenia social" é rejeitada pela humanidade que não quer admitir de forma alguma que está numa fase de acelerado enlouquecimento.  Essa recusa em admitir um fato tão visível se deve a um MECANISMO DE DEFESA chamado NEGAÇÃO, aplicado agora a uma tragédia global, que se manifesta coletivamente, através da expansão desenfreada da criminalidade, das formas mais variadas de violência, das guerras religiosas, das guerras do tráfico de drogas, nas guerras nos campos de futebol, na degeneração acelerada dos valores morais, na destruição das culturas nacionais, na infantiização dos adultos, na adultização das crianças, na corrupção sem limites, nas crises econômicas, etc. etc. 

Os textos e imagens reproduzidos abaixo constituem um excelente retrato desta que é uma das maiores crises já enfrentadas pela Historia da Humanidade. 

Diante deste quadro trágico, a questão que se coloca é: ONDE VAMOS PARAR? QUAL SERÁ O LIMITE DESTE PROCESSO GLOBALIZADO DE LOUCURA? 

E no Brasil, o que vai acontecer agora? 
A minha resposta a esta pergunta talvez esteja muita simplificada e se resume nisso: não vai acontecer nenhuma mudança significativa no "estado das coisas" em que estamos encalacrados: 

1. Segurança Pública. 

Não existe mais segurança pública. A população brasileira vive em estado de plena INsegurança. Ninguém por exemplo, tem certeza que não será assaltado dentro ou fora de casa. Ninguém pode ter certeza de que seus familiares voltarão para casa sem sofrer nenhum acidente. O nosso sistema prisional está LITERALMENTE FALIDO, sendo que o crime organizado controla boa parte de nossas prisões. Mais de 90% dos homicidios ficam completamente impunes, não se localizando sequer os autores dos crimes de morte. 

2. Guerra civil? 

Fala-se que o Brasil está marchando para uma guerra civil. Mas nós já estamos numa guerra civil não declarada e que se vê diariamente nos tiroteios entre a polícia e os bandidos, o que tem provocado a morte por "balas perdidas".  Encontraram uma expressão para suavizar a barbárie. A policia tem que perseguir e prender os bandidos. Mas estes reagem à bala e a policia obviamente não pode se render. O resultado é que civis inocentes estão perdendo a vida, inclusive CRIANÇAS. 

3. Intervenção militar? 

Continuo com a convicção de que os militares não vão intervir. Há várias razões para isso: 

a) Uma intervenção militar agora provocaria uma guerra civil declarada podendo provocar a morte de  algumas centenas de milhares de pessoas. Quando dias atrás Lula ameaçou com uma intervenção do "Exército" do Stédile, lider do MST, ele sabia disso. Talvez tenha exagerado na dose, já que ele costuma falar "por impulso". 

b) Eu mesmo já ouvi de algum militares declarações do tipo: 

- A sociedade brasileira quis que saíssemos do poder. Atendemos a essa reivindicação e agora não tem sentido voltarmos a intervir. 

4. Impeachment de Dilma? 

Para os tucanos isso não interessa pois traria à tona as pendências da privatização realizadas no Governo de FHC. O próprio PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA, acabou de solicitar ao SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL que excluisse a DILMA  E O AECIO  (nas entrelinhas estão LULA E FHC), das investigações do Petrolão.  Como já aconteceu com o MENSALÃO, as punições não vão atingir as estrelas de 1a. grandeza das  "organizações" políticas envolvidas. Até o Zé Dirceu que seria o Presidente do Brasil no lugar da Dilma, aceitou resignadamente o papel de bode expiatório de Lula. 

5. Comunismo no Brasil? 

5.1. Como todos sabem ou deveriam saber,  Lula nunca foi comunista. Ele se associou à esquerda visando apenas a tomada do poder. O ser humano (ou uma parte dos seres humanos) têm uma forte ambição pelo poder. Me refiro ao poder politico que atende a uma necessidade psicológica de PROJEÇÃO PESSOAL, que a politica, com o apoio indispensavel da MIDIA, satisfaz. A politica se transformou na arte de administrar o bem comum em beneficio próprio. Ocorre de, às vezes esse beneficio ser psicológico, além é claro de rechear os bolsos dos politicos. 

5.2. Mesmo que o  "Exército" de Stedile saia às ruas, não será para acabar com a propriedade privada. O que o MST, quer é exatamente a posse de algumas porções de terra que passam a ser propriedade  de seus membros. O MST não vai vitimar o nosso agro-negócio que hoje tem importância decisiva para evitar que a nossa economia afunde de vez. O MST não pretende se apropriar de nenhum banco (pode até montar um banco rural...) e de nenhuma industria automobilistica. O Stedile não é uma versão do Lenin para o século XXI. E se quiser fazer este papel pra valer, vai se ferrar. O capitalismo já derrotou o comunismo faz tempo e o morto não vai ressuscitar na América Latina. Basta ver o caos que tomou conta da Venezuela. 

6. E a economia? 

6.1. A política econômica adotada pela Dilma é exatamente a mesma que seria adotada pelo Aécio. Toda a discussão em torno deste assunto que vemos na midia, se deve ao fato do tema ser "midiático", ou seja: vende jornal (os poucos que ainda conseguem ser vendidos) e dá audiência para as emissoras de TV. A CRISE ECONOMICA DO PAÍS E O ESCÂNDALO DA PETROBRÁS são hoje os dois assuntos prediletos da mídia. Ontem o dólar chegou a ser vendido a 3 reais!!! Olha que noticia espetacular! (para quem comprou dólar a 2,50 ou menos,  de fato é uma boa noticia). 

6.2. Vamos ter muito desemprego? Não temos dados ainda para responder a esta pergunta. Que vai haver desemprego, é óbvio. A dúvida diz respeito à % de desempregados que vamos ter no Brasil. Nos ultimos anos verificamos que apesar do pifio crescimento econômico não tivemos uma elevação da taxa de desemprego. Alguns setores serão mais afetados do que outros, como é o caso da industria automobilistica e da construção civil que foram beneficiados por uma politica de crédito que já tinha avançado além dos limites. 

6.3. E a inflação? 

Vai continuar, mas não será explosiva como foi no tempo do real. Será combatida, como já está sendo, através de uma taxa de juros exorbitante que provoca a retração no consumo e na produção. E pela primeira vez desde que o PT assumiu o poder, as verbas sociais serão cortadas. Reduzir as despesas do Estado envolve cortar as verbas destinadas aos programas sociais, sendo que a Caixa Econômica Federal já cancelou os recursos destinados ao projeto "Minha Casa Minha Vida". 


6.4. E o dólar onde vai parar ? 

Se o Brasil tivesse sido governado como deveria, o bom seria que o dólar ficasse estabilizado em torno dos 3 reais. Mas essa elevação não será mantida por muito tempo (dois ou três anos? ). A valor equilibrado do câmbio seria esse, mas a desvalorização do real deveria ser progressiva para não provocar a inflação. Agora com a elevação simultânea do dólar e da taxa de juros e mais o ajuste fiscal, com a redução das despesas (e investimentos) do Governo a crise  só poderá ficar mesmo grave. Lembro que o dólar chegou a 4 reais quando Lula assumiu o primeiro mandato em 2002 e depois despencou. Será que vai despencar novamente no final do 2o. mandato da Dilma, ou mesmo antes? O que o Governo deveria fazer para manter o dólar na casa dos 3 reais? Vamos perguntar a quem entende do assunto.

Mtnos Calil 

Ps. Daqui a algum tempo vamos verificar os erros e acertos destas previsões. 



----- Original Message -----
From: brasil brasil@brasilbrasileiro.pro.br 
Sent: Qui 05/03/15 15:25
Subject: Fwd: Novosexércitos ..... Guerra Civil

REPASSADO.
.............................................
Agora vão arrebentar com o Paraná/Gov. Richa (e a imprensa apoia c/falsos dados de popularidade). Vão concentrar dia 13 os protestos lá com quebradeira e muita violência (black blocs, MTST, MST, PSOL, PP, PCB, ETC). Depois vão p/ Brasília (p/ o dia 15).  O Eduardo Cunha (nome incluído na lista por Cardozo e Dilma) serve p/ dar tempo, tumultuando o processo-petrolão, considerando que o ministro da Defesa (?) consta da lista ao lado do ex e da atual governante (?). Estamos, na minha opinião, em pleno golpe. Há não ser que dia 15 se consiga derrubar e/ou o STF reaja.
Tudo isso é assustador.
 
XXXX

---------- Mensagem encaminhada ----------
De:
Data: 4 de março de 2015 17:30
Assunto: ENC: Novos exércitos ..... Guerra Civil
Para: 

REPASSANDO 
 
PARA QUEM ACHAVA QUE ERA BRINCADEIRA...
CHEGOU A HORA DA VERDADE. SE QUISER DEMOCRACIA VAI TER QUE LUTAR E PARAR DE DESDENHAR AS FFAA

, ACREDITANDO NOS VAGABUNDOS QUE DIZEM QUE FOMOS DITADORES NO PASSADO...
SÓ TENTAMOS MANTER UM BRASIL LIVRE PARA AS PESSOAS DE BEM...         

ESTÁ NA HORA DO ÚNICO EXÉRCITO OFICIAL COMEÇAR A SE PREPARAR E ATUAR, O MAIS RAPIDAMENTE POSSÍVEL, CONTRA ESSE ESTADO DE COISAS. DEPOIS NÃO ADIANTA CHORAR. SETOR DE INTELIGÊNCIA AO TRABALHO.
VAMOS RESPEITAR A CONSTITUIÇÃO VIGENTE E ENQUADRAR ESSES BANDIDOS QUE PENSAM QUE PODEM. VAI HAVER DERRAMAMENTO DE SANGUE... MAS, COMO ESTÁ NÃO PODE FICAR!
 
Repassando,

Eu não sei quanto a vocês, mas se tem uma coisa que me preocupa seriamente com relação ao futuro do Brasil é o aparecimento da ideia de "exércitos" que não são o  Exército Brasileiro, cujo patrono é o Duque de Caxias (e que está semi-sucateado).
Não só porque a ideia de um exército dificilmente se desvincularia do conceito de uma guerra. Há quem diga permanentemente que ja estamos em franca guerra civil e  que o tráfico está plantando as sementes de um "exército do tráfico". Certa vez li em
algum lugar que traficantes estavam usando fazendas compradas com dinheiro da droga para treinar os moleques no uso dos armamentos pesados comprados de fabricantes de todo o mundo, e que entram no Brasil muito facilmente pelas nossas porosas (convenientemente?) fronteiras, principalmente com o Paraguai.
 
alt
É impressionante o nível do armamento que se encontra nos morros
 
download (51)
Tenho um amigo que foi recentemente ao Paraguai e me contou de sua surpresa ao ser puxado pelo braço de rua em rua por homens que lhe perguntavam se ele queria comprar uísque, viagra ou armas.
Até então, os mecanismos de repressão ao tráfico do Estado, que eram as polícias militar e civil e suas unidades de elite (Bope e Core) tinham a vantagem de lidar com um monte de bandido que mal sabia manipular o armamento que eles tinham em mãos. Mas no momento em que o trafico se articula ao ponto de dar treinamento padrão Al qaeda para seu exército, é um sinal de que a coisa está indo mal.
Fica ainda pior, quando o ex-presidente Lula, tomado pela cachaça (sem trocadilhos com a doença do cara) de falar para as massas começou a agitar o povo dizendo que o PT iria para o enfrentamento deliberado e a coisa ia ficar feia quando o Stédile botasse o exército dele nas ruas.
1424986889
Para que não me acusem de ser midia golpista, aqui esta o trecho do discurso de um ex-presidente da república, que não parece se dar conta da liturgia necessária ao cargo que ocupa na história desse país:
Há um problema fundamental quando uma autoridade – que inegavelmente um presidente que saiu com 80% de aprovação popular representa – qualifica um movimento social tipo o movimento dos sem terra, como um "Exército" sob seu controle e de seus asseclas. O povo acredita nisso. Os sem terra se sentem valorizados, esquecendo que viraram uma massa de manobra para os interesses de certos grupos, e passama se comportar como um exército literalmente, considerando inclusive que terão as bênçãos do governo brasileiro para colocarem para quebrar, seguindo o mantra do presidente do PT no RIo, Washington Quaquá, que até foi acionado judicialmente pelo Ministério Público depois de pregar "porrada" contra seus adversários.
dando-porrada

 
Aliás, prontamente atendido como ilustram as fotos do dia do discurso do Lula no Rio:
PETROBRAS/ATO
MANIFESTANTES SE ENFRENTAN                                          POR CASO DE CORRUPCIÓN   EN                                          PETROBRÁS EN RÍO DE JANEIRO
 
A cena de pessoas uniformizadas descendo a porrada nos opositores parece bem emblemática e coerente com a ideia de que o PT diante dos problemas em que os seus governos meteram o país, pretendem lutar para não largar o osso na literalidade da porradaria. Diante desse cenário a ideia de exército do MST do Stédile é um tanto quanto assustadora. Estranhamente, o PT toma justamente o lugar, repetindo os atos de quem eles tanto criticaram em sua história.
A ideia de um exército de pessoas armados com paus, facões e foices (só pra ficar nas armas brancas) e usá-lo para ameaçar quem se opõe ao governo – o mesmo que banca esses caras com guaraná e pão com mortadela, freta ônibus para levá-los aos locais de conflito – é assustadora por si, mas ganha contornos ainda mais preocupantes quando vemos que há toda uma máquina ideológica construída para doutrinar criancinhas lá na base.  E que curiosamente, é um método bem similar ao que foi feito pelo Hitler e pelo Islã, onde a doutrinação começa de berço.
UNiformizados e com                                            revistinhas e   livretos                                            voltados para eles, a                                            juventude do MST se   porta                                            como uma facção paramilitar
Uniformizados e com revistinhas e livretos voltados para eles, os "Semterrinha do MST" se portam como uma facção paramilitar com gritos de guerra e tudo mais.
 É no mínimo curioso, que embora o MST não seja nenhuma organização oficial, ou empresa, que tenha meios produtivos ou parque industrial instalado, a organização tem recebido milhões do BNDES e também do PT.  Há quem sustente que Stédile esteja negociando com a Venezuela o treinamento de membros do MST em guerrilha urbana, para mais tarde, operar nos moldes do exército paralelo que controla o jogo político na Venezuela. Inicialmente essas ideias me pareciam muito improváveis, mas hoje, já não sei de mais nada.
br-guerra-civil-brasil-mst
Lideranças se comportam como militares e rola até uma abóbada de aço!
especial_semterrinha_20101
Assim, quando Lula chama o MST de exército, pode ser mais do que só uma das muitas babaquices que o Lula fala. Pode ser um ato falho que revela como o PT enxerga o potencial do MST.
SEM-TERRINHA-500x500
Claro que é impossível ter certeza de qualquer coisa neste Brasil Polarizado de hoje, que lembra o dilema do vestido, para alguns está uma merda, para outros está muito bom. Mas é inegável que Lula os classificou como "exército" e eles de fato tem se comportado de modo extremamente organizado.
Também é um fato inegável que o Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) instaurou inquérito civil para apurar um suposto recrutamento ilegal de crianças e adolescentes brasileiros pelo governo da Venezuela.
Segundo o órgão, eles seriam levados para serem doutrinados a atuar na chamada "revolução bolivariana".
Voc~e pode   não                                                acreditar no papeo de                                                crianças sendo   treinadas,                                                mas aqui temos uma foto de                                                Stédile, o   dono do
Você pode não acreditar no papo de crianças sendo treinadas na Venezuela, mas aqui temos uma foto de Stédile, o dono do "exército" segundo o Lula, abraçado com Maduro.
A ação contra a União é assinada pelo procurador da República Ailton Benedito. Ele diz que tomou a medida baseando em notícias veiculadas pela imprensa brasileira de que o vice-presidente setorial do Desenvolvimento do Socialismo Territorial da Venezuela e titular do Ministério das Comunas, Elías Jaua, leva adolescentes brasileiros para o país desde 2011.
No inquérito, consta ainda uma notícia veiculada no site do governo venezuelano de que 26 crianças e adolescentes participaram do treinamento no estado de Sucre das chamadas "Brigadas Populares de Comunicação", com o intuito de moldá-los como "futuros jornalistas para servir o país".
"Temos que saber em que condições, quem levou e quem autorizou a ida dessas pessoas até a Venezuela. Abrimos o inquérito justamente para apurar em que circunstâncias isso ocorreu, qual a idade dos envolvidos, de onde são e qual a real quantidade deles", disse Benedito ao G1. fonte
O uso de crianças e adolescentes em conflitos armados, é hoje uma das grandes mazelas na América do Sul. Mas não só aqui. O drama é conhecido nas guerrilhas do Oriente Médio e África, e o uso de meninos imberbes usando metralhadoras é crescente em todo o mundo.
Exército   sub-15 na                                              Colômbia
Exército sub-15 na Colômbia
Recentemente, governos vizinhos, como a Colômbia, Peru e Paraguai registram casos de sequestros e resgate de crianças de adolescentes em fuga do recrutamento forçado para guerrilha e ações  paramilitares. Há relatos de menores infiltrados até nas FORÇAS ARMADAS REGULARES.
Isso é uma excrescência bizarra que não vejo ninguém noticiando, ainda não entendi bem o porque. O fato é que crianças hoje são arrancadas de suas famílias e levados para áreas remotas de fazendas, onde são submetidos a treinamento militares com armas pesadas e a doutrinamento ideológico por radicais que podem ser tanto de esquerda quanto de direita. Ninguém é santo na atual situação das coisas.
life_mag_cover_pal_kids_w_guns_1970_1226344-kids-with-gunsstudent_riotFunny-Kids-with-Guns-3-500x322
Esses meninos, quando conseguem escapar, são obrigados a viver escondidos por programas de inserção social ou em abrigos de fundações internacionais que oferecem ajuda em zonas de conflito, porque o medo real é a morte por vingança da "deserção".Além de serem tradicionalmente encontradas nas fileiras das Farcs, a prática de usar "niños, niñas y adolescentes" é relatada também em outros grupos em guerra. Na Colômbia, há relatos de casos no ELN (Exército de libertação Nacional) e  milícias contra-revolucionárias, os temidos esquadrões paramilitares, como as Bacrim ( Bandas Criminales).No Peru, a Guerra política e ideológica, a favor e contra, abastece as redes sociais da internet com vídeos de meninos e meninas com idades em torno de 10 anos gritando palavras de ordem contra o "imperialismo" e defendendo a "revolução comunista", o projeto de conquista do poder do Sendero Luminoso, braço radical do Partido Comunista Peruano, que voltou com força total depois de quase ser extinto nos  anos 2000. Ainda de perto, vem o Paraguai com a Força Tarefa Conjuta (FTC), agrupamento especial do Exército e Polícia Nacional.  As famílias de adolescentes de 15, 16 e 17 anos presos ou abatidos nos tiroteios com o Exército do povo Paraguaio (EPP) podem ser vistas à cores a poucos quilômetros da fronteira com o Brasil.Como as farcs também os paramilitares estão gradualmente admitindo o uso de menores nos seus exércitos. É o caso da Autodefesa Unida da Colômbia, AUC, milícia onde diversos de seus comandantes paramilitares admitiram a existência de menores em suas tropas.

Como se não fosse merda suficiente, vem aí o exército religioso do Edir Macedo

Já circulam na internet muitos vídeos impressionantes, que mostram muitos jovens marchando fardados e em posição de ordem em um templo religioso de uma igreja evangélica. No vídeo, eles recebem comandos de um suposto bispo da igreja, e respondem "o altar" a perguntas como "o que é que vocês querem?". Até a representação de um 'escudo militar' com a sigla G.A (Gladiadores do Altar) é utilizada pelo grupo.
alt
"Exército religioso" no Brasil. Isso não é impressionante?
Muitas pessoas estão começando agora a se preocupar com uma possível 'ditadura evangélica' no Brasil.
Segundo algumas pessoas, a criação de um exército religioso sob comando de um grupo limitado de pastores da Igreja Universal teria semelhança com o Estado Islâmico, cujas práticas principais são dominar o mundo e aniquilar todas as religiões que não sejam a deles.
Não duvido que o plano estratégico do Edir Macedo seja treinar esses caras e efetivamente fazer um exército, mas para garantir a integridade das igrejas dele no Oriente. Sabe-se que muitas igrejas evangélicas foram destruídas pelos Muçulmanos em conflitos. Na Líbia, principalmente. Sem ter governo para recorrer, a solução viável seria constituir sua própria milícia, tal como fez a Máfia Colombiana nos anos 80, afim de assegurar os seus "negócios" com a cocaína.
Gladiadores do   Altar
Hoje Gladiadores do Altar. Amanhã o Bope da Universal...
Mas uma vez construído seu próprio "exército", ele te dá poder. E fica a dúvida sobre como seria exercido este poder religioso no Brasil. Sobretudo num país onde lideres religiosos gozam de tamanho prestígio que tem passaporte diplomático, canais de Tv, alguns são acusados de aproximação perigosa com o narcotráfico e todos eles não pagam nenhum tostão de imposto sobre as montanhas de dinheiro arrecadadas diariamente de seus fiéis.
À sombra dos grupos intolerantes que vão adquirindo cada vez mais poder, constroem bancadas no governo e até financiam políticos, há uma sensação gradual de insegurança que se espalha no país.
Hoje pode ser só mais uma papagaiada da Igreja que cria replica da Arca da Aliança, constrói imitação do Templo de Salomão e cujo líder máximo é um cara que já foi até preso por estelionato... Mas amanhã, será que essa "inovação" será controlável? Será que não estamos alimentando as primeiras células de um câncer que tragará este país?
alx_2015-02-26t183653z_1265281338_gm1eb2r06aa01_rtrmadp_3_mideast-crisis-iraq-museum_original
As imagens dos idiotas religiosos destruindo estátuas Assírias de 8000 anos nos museus do Iraque chocou o mundo, mas pouco se fala nas ações deliberadas de grupos religiosos que pregam a intolerância, e seguindo suas próprias ideias, invadem e destroem outros templos religiosos, como igrejas católicas e em um expressivo número de casos, terreiros de umbanda.
intolerancia
fonte
paisdesanto
fonte
evangelicomalucoimagem-montes-claros-ancoradouro-1-625x468
fonte
 
Você acha muito diferente o fato de um evangélico doutrinado a achar que somente a religião dele é a certa se convencer que deve destruir todos os símbolos das demais religiões e o sujeito do Estado Islâmico que resolve destruir os símbolos antigos da civilização mesopotâmica? Eu acho que são coisas diferentes sim, mas elas tem um elo em comum, que é a estupidez.
 

Nunca duvide da capacidade humana para a estupidez.

Voltando à questão dos Exércitos religiosos desse país, qual será a medida do controle dessas pessoas se eles começarem a usar o poder financeiro e quase ilimitado das religiões que pululam no Brasil para impor seu sistema de crenças na base da porrada?
jovens-universal-exército
Cenas do Exército religioso da Universal
 
Cenas do congresso                                              Nazista em   Nuremberg,                                              1938.
Cenas do congresso Nazista em Nuremberg, 1938.
Há uma assustadora semelhança, não acha?
Todas as vezes que alguém conclamar as pessoas a "Lutar em Nome de Deus", pode esperar, que cedo ou tarde, vai dar merda. E do mesmo jeito, o risco de converter militância em milícia é enorme, e dará o mesmo malcheiroso resultado.
Nas fileiras   do                                              Exército do PT estão alguns                                              membros imigrantes de                                              outros países.
Nas fileiras do Exército do PT estão alguns membros imigrantes de outros países, como o Haiti. Suspeito?
Os exércitos estão se formando. Isso é um fato. No que isso vai dar, eu não sei, mas não parece boa coisa.
Uma ideia que apita direto na minha cabeça é que ao longo de todos esses quase quarenta anos de Brasil, toda vez que eu pensei "agora não pode mais piorar", piorou, e muito.
 
alt
alt
Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
www.avast.com
 



alt
Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
www.avast.com
 
 





SUBJECT: Re: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist
FROM: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2015 08:19

Assim o troll vence...
Fará um resumo semanal do facebook! rsrsrsrsrs

Abraços Tipoalgo.

Em 6 de março de 2015 07:16, Belmiro Wolski belmirow@yahoo.com.br [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:
 

Acho que vou sair do grupo.

*BW*

Enviado por: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>









SUBJECT: RES: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist
FROM: "Cacildo Krebs" <krebscacildo@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 09:03

Sr. Mtnos Calil!

 

Quem hoje no Brasil, de sã consciência, sendo intelectual ou não, não concorda que o país está enfrentando uma das suas maiores crises políticas de toda a sua história. Desde a queda da ditadura militar, tivemos 7 eleições, 4 Presidentes eleitos, sendo 1 impeachment. Caso saia o impeachment da nossa Presidente será o 2º impeachment em 4 Presidentes eleitos, ou seja 50% dos Presidentes eleitos expulsos do governo por incompetência ou por se locupletar dessa posição para benefício próprio e de outros, sem dar a mínima para os interesses da nação e do povo.

Quem sabe, dentro de todas as teorias aqui expostas, filosofando e tentando definir os mais variados conceitos, consigamos definir o que se passa na cabeça dos políticos, do povo e qual o nosso sentimento de nação.

Nunca desejamos tanto a intervenção militar como agora nesse momento.

É uma pena. Enquanto o mundo progride e supera as suas deficiências, o tempo passa e aqui nada acontece de novo. Sempre a mesma coisa de governo para governo. Roubo, formação de quadrilha, luta pelo poder, decisões políticas erradas, etc.

 

Abs

Cacildo Krebs

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 5 de março de 2015 23:48
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist

 

 

Prezado moderador. 

Venho através desta solicitar ao sr. autorização para enviar uma mensagem semanal para o grupo abordando a gravíssima crise pela qual está passando o nosso país. 

Abaixo apresento uma mensagem sobre o tema, de modo a ter uma referência para o sr. tomar uma decisão.

Agradecendo por sua atenção aguardo a sua deliberação

Atenciosamente

Mtnos Calil 

Por uma ciência voltada para o bem comum. 

 

=============================================
 

 

 

Novos exércitos ... Guerra Civil? O que vai acontecer no país da Esquizofrenia Social? 


On Qui 05/03/15 18:32 , Mtnos Calil mtnoscalil@terra.com.br sent:

Eu sei que a expressão "esquizofrenia social" é rejeitada pela humanidade que não quer admitir de forma alguma que está numa fase de acelerado enlouquecimento.  Essa recusa em admitir um fato tão visível se deve a um MECANISMO DE DEFESA chamado NEGAÇÃO, aplicado agora a uma tragédia global, que se manifesta coletivamente, através da expansão desenfreada da criminalidade, das formas mais variadas de violência, das guerras religiosas, das guerras do tráfico de drogas, nas guerras nos campos de futebol, na degeneração acelerada dos valores morais, na destruição das culturas nacionais, na infantiização dos adultos, na adultização das crianças, na corrupção sem limites, nas crises econômicas, etc. etc. 

 

Os textos e imagens reproduzidos abaixo constituem um excelente retrato desta que é uma das maiores crises já enfrentadas pela Historia da Humanidade. 

 

Diante deste quadro trágico, a questão que se coloca é: ONDE VAMOS PARAR? QUAL SERÁ O LIMITE DESTE PROCESSO GLOBALIZADO DE LOUCURA? 

 

E no Brasil, o que vai acontecer agora? 

A minha resposta a esta pergunta talvez esteja muita simplificada e se resume nisso: não vai acontecer nenhuma mudança significativa no "estado das coisas" em que estamos encalacrados: 

 

1. Segurança Pública. 

 

Não existe mais segurança pública. A população brasileira vive em estado de plena INsegurança. Ninguém por exemplo, tem certeza que não será assaltado dentro ou fora de casa. Ninguém pode ter certeza de que seus familiares voltarão para casa sem sofrer nenhum acidente. O nosso sistema prisional está LITERALMENTE FALIDO, sendo que o crime organizado controla boa parte de nossas prisões. Mais de 90% dos homicidios ficam completamente impunes, não se localizando sequer os autores dos crimes de morte. 

 

2. Guerra civil? 

 

Fala-se que o Brasil está marchando para uma guerra civil. Mas nós já estamos numa guerra civil não declarada e que se vê diariamente nos tiroteios entre a polícia e os bandidos, o que tem provocado a morte por "balas perdidas".  Encontraram uma expressão para suavizar a barbárie. A policia tem que perseguir e prender os bandidos. Mas estes reagem à bala e a policia obviamente não pode se render. O resultado é que civis inocentes estão perdendo a vida, inclusive CRIANÇAS. 

 

3. Intervenção militar? 

 

Continuo com a convicção de que os militares não vão intervir. Há várias razões para isso: 

 

a) Uma intervenção militar agora provocaria uma guerra civil declarada podendo provocar a morte de  algumas centenas de milhares de pessoas. Quando dias atrás Lula ameaçou com uma intervenção do "Exército" do Stédile, lider do MST, ele sabia disso. Talvez tenha exagerado na dose, já que ele costuma falar "por impulso". 

 

b) Eu mesmo já ouvi de algum militares declarações do tipo: 

 

- A sociedade brasileira quis que saíssemos do poder. Atendemos a essa reivindicação e agora não tem sentido voltarmos a intervir. 

 

4. Impeachment de Dilma? 

 

Para os tucanos isso não interessa pois traria à tona as pendências da privatização realizadas no Governo de FHC. O próprio PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA, acabou de solicitar ao SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL que excluisse a DILMA  E O AECIO  (nas entrelinhas estão LULA E FHC), das investigações do Petrolão.  Como já aconteceu com o MENSALÃO, as punições não vão atingir as estrelas de 1a. grandeza das  "organizações" políticas envolvidas. Até o Zé Dirceu que seria o Presidente do Brasil no lugar da Dilma, aceitou resignadamente o papel de bode expiatório de Lula. 

 

5. Comunismo no Brasil? 

 

5.1. Como todos sabem ou deveriam saber,  Lula nunca foi comunista. Ele se associou à esquerda visando apenas a tomada do poder. O ser humano (ou uma parte dos seres humanos) têm uma forte ambição pelo poder. Me refiro ao poder politico que atende a uma necessidade psicológica de PROJEÇÃO PESSOAL, que a politica, com o apoio indispensavel da MIDIA, satisfaz. A politica se transformou na arte de administrar o bem comum em beneficio próprio. Ocorre de, às vezes esse beneficio ser psicológico, além é claro de rechear os bolsos dos politicos. 

 

5.2. Mesmo que o  "Exército" de Stedile saia às ruas, não será para acabar com a propriedade privada. O que o MST, quer é exatamente a posse de algumas porções de terra que passam a ser propriedade  de seus membros. O MST não vai vitimar o nosso agro-negócio que hoje tem importância decisiva para evitar que a nossa economia afunde de vez. O MST não pretende se apropriar de nenhum banco (pode até montar um banco rural...) e de nenhuma industria automobilistica. O Stedile não é uma versão do Lenin para o século XXI. E se quiser fazer este papel pra valer, vai se ferrar. O capitalismo já derrotou o comunismo faz tempo e o morto não vai ressuscitar na América Latina. Basta ver o caos que tomou conta da Venezuela. 

 

6. E a economia? 

 

6.1. A política econômica adotada pela Dilma é exatamente a mesma que seria adotada pelo Aécio. Toda a discussão em torno deste assunto que vemos na midia, se deve ao fato do tema ser "midiático", ou seja: vende jornal (os poucos que ainda conseguem ser vendidos) e dá audiência para as emissoras de TV. A CRISE ECONOMICA DO PAÍS E O ESCÂNDALO DA PETROBRÁS são hoje os dois assuntos prediletos da mídia. Ontem o dólar chegou a ser vendido a 3 reais!!! Olha que noticia espetacular! (para quem comprou dólar a 2,50 ou menos,  de fato é uma boa noticia). 

 

6.2. Vamos ter muito desemprego? Não temos dados ainda para responder a esta pergunta. Que vai haver desemprego, é óbvio. A dúvida diz respeito à % de desempregados que vamos ter no Brasil. Nos ultimos anos verificamos que apesar do pifio crescimento econômico não tivemos uma elevação da taxa de desemprego. Alguns setores serão mais afetados do que outros, como é o caso da industria automobilistica e da construção civil que foram beneficiados por uma politica de crédito que já tinha avançado além dos limites. 

 

6.3. E a inflação? 

 

Vai continuar, mas não será explosiva como foi no tempo do real. Será combatida, como já está sendo, através de uma taxa de juros exorbitante que provoca a retração no consumo e na produção. E pela primeira vez desde que o PT assumiu o poder, as verbas sociais serão cortadas. Reduzir as despesas do Estado envolve cortar as verbas destinadas aos programas sociais, sendo que a Caixa Econômica Federal já cancelou os recursos destinados ao projeto "Minha Casa Minha Vida". 

 

 

6.4. E o dólar onde vai parar ? 

 

Se o Brasil tivesse sido governado como deveria, o bom seria que o dólar ficasse estabilizado em torno dos 3 reais. Mas essa elevação não será mantida por muito tempo (dois ou três anos? ). A valor equilibrado do câmbio seria esse, mas a desvalorização do real deveria ser progressiva para não provocar a inflação. Agora com a elevação simultânea do dólar e da taxa de juros e mais o ajuste fiscal, com a redução das despesas (e investimentos) do Governo a crise  só poderá ficar mesmo grave. Lembro que o dólar chegou a 4 reais quando Lula assumiu o primeiro mandato em 2002 e depois despencou. Será que vai despencar novamente no final do 2o. mandato da Dilma, ou mesmo antes? O que o Governo deveria fazer para manter o dólar na casa dos 3 reais? Vamos perguntar a quem entende do assunto.

 

Mtnos Calil 

 

Ps. Daqui a algum tempo vamos verificar os erros e acertos destas previsões. 

 

 


----- Original Message -----
From: brasil brasil@brasilbrasileiro.pro.br 
Sent: Qui 05/03/15 15:25
Subject: Fwd: Novosexércitos ..... Guerra Civil


REPASSADO.

.............................................

Agora vão arrebentar com o Paraná/Gov. Richa (e a imprensa apoia c/falsos dados de popularidade). Vão concentrar dia 13 os protestos lá com quebradeira e muita violência (black blocs, MTST, MST, PSOL, PP, PCB, ETC). Depois vão p/ Brasília (p/ o dia 15).  O Eduardo Cunha (nome incluído na lista por Cardozo e Dilma) serve p/ dar tempo, tumultuando o processo-petrolão, considerando que o ministro da Defesa (?) consta da lista ao lado do ex e da atual governante (?). Estamos, na minha opinião, em pleno golpe. Há não ser que dia 15 se consiga derrubar e/ou o STF reaja.

Tudo isso é assustador.

 

XXXX

 

---------- Mensagem encaminhada ----------
De:
Data: 4 de março de 2015 17:30
Assunto: ENC: Novos exércitos ..... Guerra Civil
Para: 

REPASSANDO 
 
PARA QUEM ACHAVA QUE ERA BRINCADEIRA...
CHEGOU A HORA DA VERDADE. SE QUISER DEMOCRACIA VAI TER QUE LUTAR E PARAR DE DESDENHAR AS FFAA

, ACREDITANDO NOS VAGABUNDOS QUE DIZEM QUE FOMOS DITADORES NO PASSADO...

SÓ TENTAMOS MANTER UM BRASIL LIVRE PARA AS PESSOAS DE BEM...         


ESTÁ NA HORA DO ÚNICO EXÉRCITO OFICIAL COMEÇAR A SE PREPARAR E ATUAR, O MAIS RAPIDAMENTE POSSÍVEL, CONTRA ESSE ESTADO DE COISAS. DEPOIS NÃO ADIANTA CHORAR. SETOR DE INTELIGÊNCIA AO TRABALHO.
VAMOS RESPEITAR A CONSTITUIÇÃO VIGENTE E ENQUADRAR ESSES BANDIDOS QUE PENSAM QUE PODEM. VAI HAVER DERRAMAMENTO DE SANGUE... MAS, COMO ESTÁ NÃO PODE FICAR!

 

Repassando,

Eu não sei quanto a vocês, mas se tem uma coisa que me preocupa seriamente com relação ao futuro do Brasil é o aparecimento da ideia de "exércitos" que não são o  Exército Brasileiro, cujo patrono é o Duque de Caxias (e que está semi-sucateado).
Não só porque a ideia de um exército dificilmente se desvincularia do conceito de uma guerra. Há quem diga permanentemente que ja estamos em franca guerra civil e  que o tráfico está plantando as sementes de um "exército do tráfico". Certa vez li em

​ algum lugar que traficantes estavam usando fazendas compradas com dinheiro da droga para treinar os moleques no uso dos armamentos pesados comprados de fabricantes de todo o mundo, e que entram no Brasil muito facilmente pelas nossas porosas (convenientemente?) fronteiras, principalmente com o Paraguai.

 

Imagem removida pelo remetente.

É impressionante o nível do armamento que se encontra nos morros

 
Imagem removida pelo remetente. download (51)
Tenho um amigo que foi recentemente ao Paraguai e me contou de sua surpresa ao ser puxado pelo braço de rua em rua por homens que lhe perguntavam se ele queria comprar uísque, viagra ou armas.
Até então, os mecanismos de repressão ao tráfico do Estado, que eram as polícias militar e civil e suas unidades de elite (Bope e Core) tinham a vantagem de lidar com um monte de bandido que mal sabia manipular o armamento que eles tinham em mãos. Mas no momento em que o trafico se articula ao ponto de dar treinamento padrão Al qaeda para seu exército, é um sinal de que a coisa está indo mal.
Fica ainda pior, quando o ex-presidente Lula, tomado pela cachaça (sem trocadilhos com a doença do cara) de falar para as massas começou a agitar o povo dizendo que o PT iria para o enfrentamento deliberado e a coisa ia ficar feia quando o Stédile botasse o exército dele nas ruas.
Imagem removida pelo remetente. 1424986889
Para que não me acusem de ser midia golpista, aqui esta o trecho do discurso de um ex-presidente da república, que não parece se dar conta da liturgia necessária ao cargo que ocupa na história desse país:
Há um problema fundamental quando uma autoridade – que inegavelmente um presidente que saiu com 80% de aprovação popular representa – qualifica um movimento social tipo o movimento dos sem terra, como um "Exército" sob seu controle e de seus asseclas. O povo acredita nisso. Os sem terra se sentem valorizados, esquecendo que viraram uma massa de manobra para os interesses de certos grupos, e passama se comportar como um exército literalmente, considerando inclusive que terão as bênçãos do governo brasileiro para colocarem para quebrar, seguindo o mantra do presidente do PT no RIo, Washington Quaquá, que até foi acionado judicialmente pelo Ministério Público depois de pregar "porrada" contra seus adversários.
Imagem removida pelo remetente. dando-porrada
 
Aliás, prontamente atendido como ilustram as fotos do dia do discurso do Lula no Rio:
Imagem removida pelo remetente. PETROBRAS/ATO
Imagem removida pelo remetente. MANIFESTANTES SE ENFRENTAN                                          POR CASO DE CORRUPCIÓN   EN                                          PETROBRÁS EN RÍO DE JANEIRO
 
A cena de pessoas uniformizadas descendo a porrada nos opositores parece bem emblemática e coerente com a ideia de que o PT diante dos problemas em que os seus governos meteram o país, pretendem lutar para não largar o osso na literalidade da porradaria. Diante desse cenário a ideia de exército do MST do Stédile é um tanto quanto assustadora. Estranhamente, o PT toma justamente o lugar, repetindo os atos de quem eles tanto criticaram em sua história.
A ideia de um exército de pessoas armados com paus, facões e foices (só pra ficar nas armas brancas) e usá-lo para ameaçar quem se opõe ao governo – o mesmo que banca esses caras com guaraná e pão com mortadela, freta ônibus para levá-los aos locais de conflito – é assustadora por si, mas ganha contornos ainda mais preocupantes quando vemos que há toda uma máquina ideológica construída para doutrinar criancinhas lá na base.  E que curiosamente, é um método bem similar ao que foi feito pelo Hitler e pelo Islã, onde a doutrinação começa de berço.

Imagem removida pelo remetente. UNiformizados e com                                            revistinhas e   livretos                                            voltados para eles, a                                            juventude do MST se   porta                                            como uma facção paramilitar

Uniformizados e com revistinhas e livretos voltados para eles, os "Semterrinha do MST" se portam como uma facção paramilitar com gritos de guerra e tudo mais.

 É no mínimo curioso, que embora o MST não seja nenhuma organização oficial, ou empresa, que tenha meios produtivos ou parque industrial instalado, a organização tem recebido milhões do BNDES e também do PT.  Há quem sustente que Stédile esteja negociando com a Venezuela o treinamento de membros do MST em guerrilha urbana, para mais tarde, operar nos moldes do exército paralelo que controla o jogo político na Venezuela. Inicialmente essas ideias me pareciam muito improváveis, mas hoje, já não sei de mais nada.

Imagem removida pelo remetente. br-guerra-civil-brasil-mst

Lideranças se comportam como militares e rola até uma abóbada de aço!

Imagem removida pelo remetente. especial_semterrinha_20101

Assim, quando Lula chama o MST de exército, pode ser mais do que só uma das muitas babaquices que o Lula fala. Pode ser um ato falho que revela como o PT enxerga o potencial do MST.

Imagem removida pelo remetente. SEM-TERRINHA-500x500

Claro que é impossível ter certeza de qualquer coisa neste Brasil Polarizado de hoje, que lembra o dilema do vestido, para alguns está uma merda, para outros está muito bom. Mas é inegável que Lula os classificou como "exército" e eles de fato tem se comportado de modo extremamente organizado.

Também é um fato inegável que o Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) instaurou inquérito civil para apurar um suposto recrutamento ilegal de crianças e adolescentes brasileiros pelo governo da Venezuela.

Segundo o órgão, eles seriam levados para serem doutrinados a atuar na chamada "revolução bolivariana".

Imagem removida pelo remetente. Voc~e pode   não                                                acreditar no papeo de                                                crianças sendo   treinadas,                                                mas aqui temos uma foto de                                                Stédile, o   dono do

Você pode não acreditar no papo de crianças sendo treinadas na Venezuela, mas aqui temos uma foto de Stédile, o dono do "exército" segundo o Lula, abraçado com Maduro.

A ação contra a União é assinada pelo procurador da República Ailton Benedito. Ele diz que tomou a medida baseando em notícias veiculadas pela imprensa brasileira de que o vice-presidente setorial do Desenvolvimento do Socialismo Territorial da Venezuela e titular do Ministério das Comunas, Elías Jaua, leva adolescentes brasileiros para o país desde 2011.

No inquérito, consta ainda uma notícia veiculada no site do governo venezuelano de que 26 crianças e adolescentes participaram do treinamento no estado de Sucre das chamadas "Brigadas Populares de Comunicação", com o intuito de moldá-los como "futuros jornalistas para servir o país".

"Temos que saber em que condições, quem levou e quem autorizou a ida dessas pessoas até a Venezuela. Abrimos o inquérito justamente para apurar em que circunstâncias isso ocorreu, qual a idade dos envolvidos, de onde são e qual a real quantidade deles", disse Benedito ao G1. fonte

O uso de crianças e adolescentes em conflitos armados, é hoje uma das grandes mazelas na América do Sul. Mas não só aqui. O drama é conhecido nas guerrilhas do Oriente Médio e África, e o uso de meninos imberbes usando metralhadoras é crescente em todo o mundo.

Imagem removida pelo remetente. Exército   sub-15 na                                              Colômbia

Exército sub-15 na Colômbia

Recentemente, governos vizinhos, como a Colômbia, Peru e Paraguai registram casos de sequestros e resgate de crianças de adolescentes em fuga do recrutamento forçado para guerrilha e ações  paramilitares. Há relatos de menores infiltrados até nas FORÇAS ARMADAS REGULARES.

Isso é uma excrescência bizarra que não vejo ninguém noticiando, ainda não entendi bem o porque. O fato é que crianças hoje são arrancadas de suas famílias e levados para áreas remotas de fazendas, onde são submetidos a treinamento militares com armas pesadas e a doutrinamento ideológico por radicais que podem ser tanto de esquerda quanto de direita. Ninguém é santo na atual situação das coisas.

Imagem removida pelo remetente. life_mag_cover_pal_kids_w_guns_1970_1Imagem removida pelo remetente. 226344-kids-with-gunsImagem removida pelo remetente. student_riotImagem removida pelo remetente. Funny-Kids-with-Guns-3-500x322

Esses meninos, quando conseguem escapar, são obrigados a viver escondidos por programas de inserção social ou em abrigos de fundações internacionais que oferecem ajuda em zonas de conflito, porque o medo real é a morte por vingança da "deserção".Além de serem tradicionalmente encontradas nas fileiras das Farcs, a prática de usar "niños, niñas y adolescentes" é relatada também em outros grupos em guerra. Na Colômbia, há relatos de casos no ELN (Exército de libertação Nacional) e  milícias contra-revolucionárias, os temidos esquadrões paramilitares, como as Bacrim ( Bandas Criminales).No Peru, a Guerra política e ideológica, a favor e contra, abastece as redes sociais da internet com vídeos de meninos e meninas com idades em torno de 10 anos gritando palavras de ordem contra o "imperialismo" e defendendo a "revolução comunista", o projeto de conquista do poder do Sendero Luminoso, braço radical do Partido Comunista Peruano, que voltou com força total depois de quase ser extinto nos  anos 2000. Ainda de perto, vem o Paraguai com a Força Tarefa Conjuta (FTC), agrupamento especial do Exército e Polícia Nacional.  As famílias de adolescentes de 15, 16 e 17 anos presos ou abatidos nos tiroteios com o Exército do povo Paraguaio (EPP) podem ser vistas à cores a poucos quilômetros da fronteira com o Brasil.Como as farcs também os paramilitares estão gradualmente admitindo o uso de menores nos seus exércitos. É o caso da Autodefesa Unida da Colômbia, AUC, milícia onde diversos de seus comandantes paramilitares admitiram a existência de menores em suas tropas.

Como se não fosse merda suficiente, vem aí o exército religioso do Edir Macedo

Já circulam na internet muitos vídeos impressionantes, que mostram muitos jovens marchando fardados e em posição de ordem em um templo religioso de uma igreja evangélica. No vídeo, eles recebem comandos de um suposto bispo da igreja, e respondem "o altar" a perguntas como "o que é que vocês querem?". Até a representação de um 'escudo militar' com a sigla G.A (Gladiadores do Altar) é utilizada pelo grupo.

Imagem removida pelo remetente.

"Exército religioso" no Brasil. Isso não é impressionante?

Muitas pessoas estão começando agora a se preocupar com uma possível 'ditadura evangélica' no Brasil.
Segundo algumas pessoas, a criação de um exército religioso sob comando de um grupo limitado de pastores da Igreja Universal teria semelhança com o Estado Islâmico, cujas práticas principais são dominar o mundo e aniquilar todas as religiões que não sejam a deles.
Não duvido que o plano estratégico do Edir Macedo seja treinar esses caras e efetivamente fazer um exército, mas para garantir a integridade das igrejas dele no Oriente. Sabe-se que muitas igrejas evangélicas foram destruídas pelos Muçulmanos em conflitos. Na Líbia, principalmente. Sem ter governo para recorrer, a solução viável seria constituir sua própria milícia, tal como fez a Máfia Colombiana nos anos 80, afim de assegurar os seus "negócios" com a cocaína.

Imagem removida pelo remetente. Gladiadores do   Altar

Hoje Gladiadores do Altar. Amanhã o Bope da Universal...

Mas uma vez construído seu próprio "exército", ele te dá poder. E fica a dúvida sobre como seria exercido este poder religioso no Brasil. Sobretudo num país onde lideres religiosos gozam de tamanho prestígio que tem passaporte diplomático, canais de Tv, alguns são acusados de aproximação perigosa com o narcotráfico e todos eles não pagam nenhum tostão de imposto sobre as montanhas de dinheiro arrecadadas diariamente de seus fiéis.
À sombra dos grupos intolerantes que vão adquirindo cada vez mais poder, constroem bancadas no governo e até financiam políticos, há uma sensação gradual de insegurança que se espalha no país.
Hoje pode ser só mais uma papagaiada da Igreja que cria replica da Arca da Aliança, constrói imitação do Templo de Salomão e cujo líder máximo é um cara que já foi até preso por estelionato... Mas amanhã, será que essa "inovação" será controlável? Será que não estamos alimentando as primeiras células de um câncer que tragará este país?
Imagem removida pelo remetente. alx_2015-02-26t183653z_1265281338_gm1eb2r06aa01_rtrmadp_3_mideast-crisis-iraq-museum_original
As imagens dos idiotas religiosos destruindo estátuas Assírias de 8000 anos nos museus do Iraque chocou o mundo, mas pouco se fala nas ações deliberadas de grupos religiosos que pregam a intolerância, e seguindo suas próprias ideias, invadem e destroem outros templos religiosos, como igrejas católicas e em um expressivo número de casos, terreiros de umbanda.
Imagem removida pelo remetente. intolerancia
fonte
Imagem removida pelo remetente. paisdesanto
fonte
Imagem removida pelo remetente. evangelicomalucoImagem removida pelo remetente. imagem-montes-claros-ancoradouro-1-625x468
fonte
 
Você acha muito diferente o fato de um evangélico doutrinado a achar que somente a religião dele é a certa se convencer que deve destruir todos os símbolos das demais religiões e o sujeito do Estado Islâmico que resolve destruir os símbolos antigos da civilização mesopotâmica? Eu acho que são coisas diferentes sim, mas elas tem um elo em comum, que é a estupidez.
 

Nunca duvide da capacidade humana para a estupidez.

Voltando à questão dos Exércitos religiosos desse país, qual será a medida do controle dessas pessoas se eles começarem a usar o poder financeiro e quase ilimitado das religiões que pululam no Brasil para impor seu sistema de crenças na base da porrada?

Imagem removida pelo remetente. jovens-universal-exército

Cenas do Exército religioso da Universal

 

Imagem removida pelo remetente. Cenas do congresso                                              Nazista em   Nuremberg,                                              1938.

Cenas do congresso Nazista em Nuremberg, 1938.

Há uma assustadora semelhança, não acha?
Todas as vezes que alguém conclamar as pessoas a "Lutar em Nome de Deus", pode esperar, que cedo ou tarde, vai dar merda. E do mesmo jeito, o risco de converter militância em milícia é enorme, e dará o mesmo malcheiroso resultado.

Imagem removida pelo remetente. Nas fileiras   do                                              Exército do PT estão alguns                                              membros imigrantes de                                              outros países.

Nas fileiras do Exército do PT estão alguns membros imigrantes de outros países, como o Haiti. Suspeito?

Os exércitos estão se formando. Isso é um fato. No que isso vai dar, eu não sei, mas não parece boa coisa.
Uma ideia que apita direto na minha cabeça é que ao longo de todos esses quase quarenta anos de Brasil, toda vez que eu pensei "agora não pode mais piorar", piorou, e muito.

 

Imagem removida pelo remetente.

Imagem removida pelo remetente.

Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
www.avast.com

 

 


Imagem removida pelo remetente.

Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
www.avast.com

 

 

 

 


SUBJECT: Re: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist
FROM: brudna@yahoo.com
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 09:35

Belmiro, 
seria uma pena você sair do grupo.
Não costumo fazer pedidos para alguém permanecer no grupo. Faço isso para não criar uma divisão de 'queridinhos do administrador'. :-) Mas a tua participação é valiosa e bem vinda.

Espero que decida pela permanência.

Abraços
Luís Brudna
luisbrudna@gmail.com
=-=


SUBJECT: Re: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 09:41

Sai não, Belmiróvsky. Já, já o Calilzóvsky irá se
cansar e terminará de fazer churrasco de nossas
peludas esferas mediano-frontais.
 
*PB*
 
 
 
Sent: Friday, March 06, 2015 7:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist
 


Acho que vou sair do grupo.

*BW*


Em Quinta-feira, 5 de Março de 2015 23:48, "Mtnos Calil mtnoscalil@terra.com.br [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:


 
Prezado moderador.
Venho através desta solicitar ao sr. autorização para enviar uma mensagem semanal para o grupo abordando a gravíssima crise pela qual está passando o nosso país.
Abaixo apresento uma mensagem sobre o tema, de modo a ter uma referência para o sr. tomar uma decisão.
Agradecendo por sua atenção aguardo a sua deliberação
Atenciosamente
Mtnos Calil
Por uma ciência voltada para o bem comum.
 

SUBJECT: Rw: Solicitação para o moderador do Ciencialist
FROM: "José Renato (Terra)" <jrma@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2015 09:57


Krebs, endosso sua iniciativa e o acolhimento dado a ela pelo moderador. 
O uso do conhecimento só tem utilidade quando reverte em benefício da natureza universal na qual estamos inserido. A crise em que o país foi mergulhado, é oportunidade única de aprendizado filosófico, político, científico, jurídico  e social, de grande e inestimável valor a nós do grupo. Parabéns!

Abraços

José Renato
....................................................

'Cacildo Krebs' krebscacildo@gmail.com [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Para:<ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviado em:Sex 06/03/15 09:03

Recebido em:Sex 06/03/15 09:04


Sr. Mtnos Calil!


Quem hoje no Brasil, de sã consciência, sendo intelectual ou não, não concorda que o país está enfrentando uma das suas maiores crises políticas de toda a sua história? Desde a queda da ditadura militar, tivemos 7 eleições, 4 Presidentes eleitos, sendo 1 impeachment. Caso saia o impeachment da Presidente será o 2º impeachment em 4 Presidentes eleitos, ou seja: 50% dos Presidentes eleitos expulsos do governo por incompetência ou por se locupletarem dessa posição para benefício próprio e de outros, sem dar a mínima para os interesses da nação e do povo.

Quem sabe, dentro de todas as teorias aqui expostas, filosofando e tentando definir os mais variados conceitos, consigamos definir o que se passa na cabeça dos políticos, do povo, e qual o nosso sentimento de nação.

Nunca desejamos tanto a intervenção militar como agora nesse momento.

É uma pena. Enquanto o mundo progride e supera as suas deficiências, o tempo passa e aqui nada acontece de novo. Sempre a mesma coisa, de governo para governo: roubo, formação de quadrilha, luta pelo poder, decisões políticas erradas, etc.

Abs

Cacildo Krebs

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 5 de março de 2015 23:48
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist


Prezado moderador. 

Venho através desta solicitar ao sr. autorização para enviar uma mensagem semanal para o grupo abordando a gravíssima crise pela qual está passando o nosso país. 

Abaixo apresento uma mensagem sobre o tema, de modo a ter uma referência para o sr. tomar uma decisão.

Agradecendo por sua atenção aguardo a sua deliberação

Atenciosamente

Mtnos Calil 

Por uma ciência voltada para o bem comum. 

=============================================


SUBJECT: Facebook altera sua percepção do mundo
FROM: brudna@yahoo.com
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 10:06

Devemos ter cuidado ao usar o Face.

O algoritmo de seleção de notícias e mensagens que vemos é construído para filtrar assuntos de nosso 'interesse'. O Face usa o comportamento de cliques, likes, tempo de permanência em grupos e páginas, interação com amigos e semi-estranhos, gostos diversos, etc. ; e de posse dessas informações faz um apanhado do que o usuário provavelmente gostaria de ver.


Assim, se vc clicar em notícias anti-PT ou anti-PSDB (ou qquer assunto polêmico) o Face vai começar a largar mais daquele assunto. Dessa forma nossa percepção pode ser alterada em poucos dias de uso da plataforma. Se acompanharmos o caos, o Face mostrará ainda mais caos!


Não é culpa do Face. É assim que empresas tentam agradar um cliente. Mostram o produto que desejamos comprar. Lojas online fazem isso. O Google faz isso. 


Até

Luís Brudna

luisbrudna@gmail.com

=-=


SUBJECT: Sol e o clima terrestre
FROM: Jeff <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 10:18

http://www.apolo11.com/spacenews.php?titulo=Atividade_solar_fraca_estamos_no_inicio_de_uma_nova_era_glacial_&posic=dat_20150306-092558.inc

Viria a calhar? :) Se uma variação dessa puder influenciar o clima terrestre...

[]s,
Jeff.

 

SUBJECT: Re: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist
FROM: <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 12:43

Não. Apenas não.
 
Sim, temos problemas, não, intervenção militar não é uma solução. O que esta listado na catilinária sem sentido abaixo, todos os “problemas” como impeachement, protestos, escandalos, etc, derivam da natureza da democracia, não de seus defeitos.
 
Os USA, uma democracia, teve impeachment. Países europeus, com sistemas parlamentaristas, perdem seus primeiros ministros com frequência. Seus jornais relatam escandalos e problemas. Isso é uma democracia. Apenas ditaduras, violentas, mantem governantes por décadas, e não tem nem protestos, nem “baderna”, pois tudo é controlado pela força, e nada é exposto em jornais e TVs.
 
O que não impede a corrupção, em larga escala, apenas garante que os corruptos sejam sempre os mesmos e fortunas sejam acumuladas sem a imprensa a atrapalhar e pessoas a reclamar.
 
Precisamos de mais democracia, mais participação, de aumento da cidadânia e da compreensão do que é e como funciona a cidadânia, a democracia, o estado de direito. Leva tempo, exige esforço, de gerações, e em geral começa a se tornar mais claro para as pessoas justamente com crises e dificuldades. Foi assim que a Europa se tornou mais democrática e mais civilizada, a partir de guerras, invernos rigorosos, etc, o que motivou as pessoas a se tornarem melhores, para que a sociedade se tornasse melhor.
 
Eu sinto pelo atual estado do país, mas vejo como uma purgação, que talvez, talvez, leve as pessoas a entenderem como isso tudo funciona. A democracia é o dia seguinte, a capacidade de lidar com a perda da eleição sem tentar matar ou massacrar o vencedor, e sem tentar oprimir e massacrar o vencido.
 
Nunca teremos uma uniformidade em que apenas “os bons e inteligentes” votem, sendo os “bons e inteligentes” os que pensam “como eu”. Democracia, com todos os seus problemas, é justamente a compreensão desse fato, e a forma mais justa e equilibrada de lidar com esse fato: pessoas, mesmo as que pensam de forma diferente de mim, tem direitos, e vão continuar a existir. E é preciso conviver com elas, não massacra-las ou impedir que votem.
 
Um texto meu sobre a loucura dessas últimas eleições, sobre o que é uma democracia sólida. E fico envergonhado de postar isso aqui, em uma lista de ciência, que deveria debater ciência, em um nível maior que a picuinha de comentaristas de internet (a mais baixa forma de vida já detectada neste planeta).
 
Democracia o Dia Seguinte
 
Então não, apenas não.
 
Homero
 
 
 
Sent: Friday, March 06, 2015 9:03 AM
Subject: RES: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist
 
 

Sr. Mtnos Calil!

Quem hoje no Brasil, de sã consciência, sendo intelectual ou não, não concorda que o país está enfrentando uma das suas maiores crises políticas de toda a sua história. Desde a queda da ditadura militar, tivemos 7 eleições, 4 Presidentes eleitos, sendo 1 impeachment. Caso saia o impeachment da nossa Presidente será o 2º impeachment em 4 Presidentes eleitos, ou seja 50% dos Presidentes eleitos expulsos do governo por incompetência ou por se locupletar dessa posição para benefício próprio e de outros, sem dar a mínima para os interesses da nação e do povo.

Quem sabe, dentro de todas as teorias aqui expostas, filosofando e tentando definir os mais variados conceitos, consigamos definir o que se passa na cabeça dos políticos, do povo e qual o nosso sentimento de nação.

Nunca desejamos tanto a intervenção militar como agora nesse momento.

É uma pena. Enquanto o mundo progride e supera as suas deficiências, o tempo passa e aqui nada acontece de novo. Sempre a mesma coisa de governo para governo. Roubo, formação de quadrilha, luta pelo poder, decisões políticas erradas, etc.

Abs

Cacildo Krebs

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 5 de março de 2015 23:48
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist

 

Prezado moderador.

Venho através desta solicitar ao sr. autorização para enviar uma mensagem semanal para o grupo abordando a gravíssima crise pela qual está passando o nosso país.

Abaixo apresento uma mensagem sobre o tema, de modo a ter uma referência para o sr. tomar uma decisão.

Agradecendo por sua atenção aguardo a sua deliberação

Atenciosamente

Mtnos Calil

Por uma ciência voltada para o bem comum.

=============================================
 

Novos exércitos ... Guerra Civil? O que vai acontecer no país da Esquizofrenia Social?


On Qui 05/03/15 18:32 , Mtnos Calil mtnoscalil@terra.com.br sent:

Eu sei que a expressão "esquizofrenia social" é rejeitada pela humanidade que não quer admitir de forma alguma que está numa fase de acelerado enlouquecimento.  Essa recusa em admitir um fato tão visível se deve a um MECANISMO DE DEFESA chamado NEGAÇÃO, aplicado agora a uma tragédia global, que se manifesta coletivamente, através da expansão desenfreada da criminalidade, das formas mais variadas de violência, das guerras religiosas, das guerras do tráfico de drogas, nas guerras nos campos de futebol, na degeneração acelerada dos valores morais, na destruição das culturas nacionais, na infantiização dos adultos, na adultização das crianças, na corrupção sem limites, nas crises econômicas, etc. etc.

Os textos e imagens reproduzidos abaixo constituem um excelente retrato desta que é uma das maiores crises já enfrentadas pela Historia da Humanidade.

Diante deste quadro trágico, a questão que se coloca é: ONDE VAMOS PARAR? QUAL SERÁ O LIMITE DESTE PROCESSO GLOBALIZADO DE LOUCURA?

E no Brasil, o que vai acontecer agora?

A minha resposta a esta pergunta talvez esteja muita simplificada e se resume nisso: não vai acontecer nenhuma mudança significativa no "estado das coisas" em que estamos encalacrados:

1. Segurança Pública.

Não existe mais segurança pública. A população brasileira vive em estado de plena INsegurança. Ninguém por exemplo, tem certeza que não será assaltado dentro ou fora de casa. Ninguém pode ter certeza de que seus familiares voltarão para casa sem sofrer nenhum acidente. O nosso sistema prisional está LITERALMENTE FALIDO, sendo que o crime organizado controla boa parte de nossas prisões. Mais de 90% dos homicidios ficam completamente impunes, não se localizando sequer os autores dos crimes de morte.

2. Guerra civil?

Fala-se que o Brasil está marchando para uma guerra civil. Mas nós já estamos numa guerra civil não declarada e que se vê diariamente nos tiroteios entre a polícia e os bandidos, o que tem provocado a morte por "balas perdidas".  Encontraram uma expressão para suavizar a barbárie. A policia tem que perseguir e prender os bandidos. Mas estes reagem à bala e a policia obviamente não pode se render. O resultado é que civis inocentes estão perdendo a vida, inclusive CRIANÇAS.

3. Intervenção militar?

Continuo com a convicção de que os militares não vão intervir. Há várias razões para isso:

a) Uma intervenção militar agora provocaria uma guerra civil declarada podendo provocar a morte de  algumas centenas de milhares de pessoas. Quando dias atrás Lula ameaçou com uma intervenção do "Exército" do Stédile, lider do MST, ele sabia disso. Talvez tenha exagerado na dose, já que ele costuma falar "por impulso".

b) Eu mesmo já ouvi de algum militares declarações do tipo:

- A sociedade brasileira quis que saíssemos do poder. Atendemos a essa reivindicação e agora não tem sentido voltarmos a intervir.

4. Impeachment de Dilma?

Para os tucanos isso não interessa pois traria à tona as pendências da privatização realizadas no Governo de FHC. O próprio PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA, acabou de solicitar ao SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL que excluisse a DILMA  E O AECIO  (nas entrelinhas estão LULA E FHC), das investigações do Petrolão.  Como já aconteceu com o MENSALÃO, as punições não vão atingir as estrelas de 1a. grandeza das  "organizações" políticas envolvidas. Até o Zé Dirceu que seria o Presidente do Brasil no lugar da Dilma, aceitou resignadamente o papel de bode expiatório de Lula.

5. Comunismo no Brasil?

5.1. Como todos sabem ou deveriam saber,  Lula nunca foi comunista. Ele se associou à esquerda visando apenas a tomada do poder. O ser humano (ou uma parte dos seres humanos) têm uma forte ambição pelo poder. Me refiro ao poder politico que atende a uma necessidade psicológica de PROJEÇÃO PESSOAL, que a politica, com o apoio indispensavel da MIDIA, satisfaz. A politica se transformou na arte de administrar o bem comum em beneficio próprio. Ocorre de, às vezes esse beneficio ser psicológico, além é claro de rechear os bolsos dos politicos.

5.2. Mesmo que o  "Exército" de Stedile saia às ruas, não será para acabar com a propriedade privada. O que o MST, quer é exatamente a posse de algumas porções de terra que passam a ser propriedade  de seus membros. O MST não vai vitimar o nosso agro-negócio que hoje tem importância decisiva para evitar que a nossa economia afunde de vez. O MST não pretende se apropriar de nenhum banco (pode até montar um banco rural...) e de nenhuma industria automobilistica. O Stedile não é uma versão do Lenin para o século XXI. E se quiser fazer este papel pra valer, vai se ferrar. O capitalismo já derrotou o comunismo faz tempo e o morto não vai ressuscitar na América Latina. Basta ver o caos que tomou conta da Venezuela.

6. E a economia?

6.1. A política econômica adotada pela Dilma é exatamente a mesma que seria adotada pelo Aécio. Toda a discussão em torno deste assunto que vemos na midia, se deve ao fato do tema ser "midiático", ou seja: vende jornal (os poucos que ainda conseguem ser vendidos) e dá audiência para as emissoras de TV. A CRISE ECONOMICA DO PAÍS E O ESCÂNDALO DA PETROBRÁS são hoje os dois assuntos prediletos da mídia. Ontem o dólar chegou a ser vendido a 3 reais!!! Olha que noticia espetacular! (para quem comprou dólar a 2,50 ou menos,  de fato é uma boa noticia).

6.2. Vamos ter muito desemprego? Não temos dados ainda para responder a esta pergunta. Que vai haver desemprego, é óbvio. A dúvida diz respeito à % de desempregados que vamos ter no Brasil. Nos ultimos anos verificamos que apesar do pifio crescimento econômico não tivemos uma elevação da taxa de desemprego. Alguns setores serão mais afetados do que outros, como é o caso da industria automobilistica e da construção civil que foram beneficiados por uma politica de crédito que já tinha avançado além dos limites.

6.3. E a inflação?

Vai continuar, mas não será explosiva como foi no tempo do real. Será combatida, como já está sendo, através de uma taxa de juros exorbitante que provoca a retração no consumo e na produção. E pela primeira vez desde que o PT assumiu o poder, as verbas sociais serão cortadas. Reduzir as despesas do Estado envolve cortar as verbas destinadas aos programas sociais, sendo que a Caixa Econômica Federal já cancelou os recursos destinados ao projeto "Minha Casa Minha Vida".

6.4. E o dólar onde vai parar ?

Se o Brasil tivesse sido governado como deveria, o bom seria que o dólar ficasse estabilizado em torno dos 3 reais. Mas essa elevação não será mantida por muito tempo (dois ou três anos? ). A valor equilibrado do câmbio seria esse, mas a desvalorização do real deveria ser progressiva para não provocar a inflação. Agora com a elevação simultânea do dólar e da taxa de juros e mais o ajuste fiscal, com a redução das despesas (e investimentos) do Governo a crise  só poderá ficar mesmo grave. Lembro que o dólar chegou a 4 reais quando Lula assumiu o primeiro mandato em 2002 e depois despencou. Será que vai despencar novamente no final do 2o. mandato da Dilma, ou mesmo antes? O que o Governo deveria fazer para manter o dólar na casa dos 3 reais? Vamos perguntar a quem entende do assunto.

Mtnos Calil

Ps. Daqui a algum tempo vamos verificar os erros e acertos destas previsões.


----- Original Message -----
From: brasil brasil@brasilbrasileiro.pro.br
Sent: Qui 05/03/15 15:25
Subject: Fwd: Novosexércitos ..... Guerra Civil


REPASSADO.

.............................................

Agora vão arrebentar com o Paraná/Gov. Richa (e a imprensa apoia c/falsos dados de popularidade). Vão concentrar dia 13 os protestos lá com quebradeira e muita violência (black blocs, MTST, MST, PSOL, PP, PCB, ETC). Depois vão p/ Brasília (p/ o dia 15).  O Eduardo Cunha (nome incluído na lista por Cardozo e Dilma) serve p/ dar tempo, tumultuando o processo-petrolão, considerando que o ministro da Defesa (?) consta da lista ao lado do ex e da atual governante (?). Estamos, na minha opinião, em pleno golpe. Há não ser que dia 15 se consiga derrubar e/ou o STF reaja.

Tudo isso é assustador.

XXXX

---------- Mensagem encaminhada ----------
De:
Data: 4 de março de 2015 17:30
Assunto: ENC: Novos exércitos ..... Guerra Civil
Para:

REPASSANDO
 
PARA QUEM ACHAVA QUE ERA BRINCADEIRA...
CHEGOU A HORA DA VERDADE. SE QUISER DEMOCRACIA VAI TER QUE LUTAR E PARAR DE DESDENHAR AS FFAA

, ACREDITANDO NOS VAGABUNDOS QUE DIZEM QUE FOMOS DITADORES NO PASSADO...

SÓ TENTAMOS MANTER UM BRASIL LIVRE PARA AS PESSOAS DE BEM...         


ESTÁ NA HORA DO ÚNICO EXÉRCITO OFICIAL COMEÇAR A SE PREPARAR E ATUAR, O MAIS RAPIDAMENTE POSSÍVEL, CONTRA ESSE ESTADO DE COISAS. DEPOIS NÃO ADIANTA CHORAR. SETOR DE INTELIGÊNCIA AO TRABALHO.
VAMOS RESPEITAR A CONSTITUIÇÃO VIGENTE E ENQUADRAR ESSES BANDIDOS QUE PENSAM QUE PODEM. VAI HAVER DERRAMAMENTO DE SANGUE... MAS, COMO ESTÁ NÃO PODE FICAR!

Repassando,

Eu não sei quanto a vocês, mas se tem uma coisa que me preocupa seriamente com relação ao futuro do Brasil é o aparecimento da ideia de "exércitos" que não são o  Exército Brasileiro, cujo patrono é o Duque de Caxias (e que está semi-sucateado).
Não só porque a ideia de um exército dificilmente se desvincularia do conceito de uma guerra. Há quem diga permanentemente que ja estamos em franca guerra civil e  que o tráfico está plantando as sementes de um "exército do tráfico". Certa vez li em

​ algum lugar que traficantes estavam usando fazendas compradas com dinheiro da droga para treinar os moleques no uso dos armamentos pesados comprados de fabricantes de todo o mundo, e que entram no Brasil muito facilmente pelas nossas porosas (convenientemente?) fronteiras, principalmente com o Paraguai.

Imagem removida pelo remetente.

É impressionante o nível do armamento que se encontra nos morros


Imagem removida pelo remetente. download (51)
Tenho um amigo que foi recentemente ao Paraguai e me contou de sua surpresa ao ser puxado pelo braço de rua em rua por homens que lhe perguntavam se ele queria comprar uísque, viagra ou armas.
Até então, os mecanismos de repressão ao tráfico do Estado, que eram as polícias militar e civil e suas unidades de elite (Bope e Core) tinham a vantagem de lidar com um monte de bandido que mal sabia manipular o armamento que eles tinham em mãos. Mas no momento em que o trafico se articula ao ponto de dar treinamento padrão Al qaeda para seu exército, é um sinal de que a coisa está indo mal.
Fica ainda pior, quando o ex-presidente Lula, tomado pela cachaça (sem trocadilhos com a doença do cara) de falar para as massas começou a agitar o povo dizendo que o PT iria para o enfrentamento deliberado e a coisa ia ficar feia quando o Stédile botasse o exército dele nas ruas.
Imagem removida pelo remetente. 1424986889
Para que não me acusem de ser midia golpista, aqui esta o trecho do discurso de um ex-presidente da república, que não parece se dar conta da liturgia necessária ao cargo que ocupa na história desse país:
Há um problema fundamental quando uma autoridade – que inegavelmente um presidente que saiu com 80% de aprovação popular representa – qualifica um movimento social tipo o movimento dos sem terra, como um "Exército" sob seu controle e de seus asseclas. O povo acredita nisso. Os sem terra se sentem valorizados, esquecendo que viraram uma massa de manobra para os interesses de certos grupos, e passama se comportar como um exército literalmente, considerando inclusive que terão as bênçãos do governo brasileiro para colocarem para quebrar, seguindo o mantra do presidente do PT no RIo, Washington Quaquá, que até foi acionado judicialmente pelo Ministério Público depois de pregar "porrada" contra seus adversários.
Imagem removida pelo remetente. dando-porrada
 
Aliás, prontamente atendido como ilustram as fotos do dia do discurso do Lula no Rio:
Imagem removida pelo remetente. PETROBRAS/ATO
Imagem removida pelo remetente. MANIFESTANTES SE ENFRENTAN                                          POR CASO DE CORRUPCIÓN   EN                                          PETROBRÁS EN RÍO DE JANEIRO
 
A cena de pessoas uniformizadas descendo a porrada nos opositores parece bem emblemática e coerente com a ideia de que o PT diante dos problemas em que os seus governos meteram o país, pretendem lutar para não largar o osso na literalidade da porradaria. Diante desse cenário a ideia de exército do MST do Stédile é um tanto quanto assustadora. Estranhamente, o PT toma justamente o lugar, repetindo os atos de quem eles tanto criticaram em sua história.
A ideia de um exército de pessoas armados com paus, facões e foices (só pra ficar nas armas brancas) e usá-lo para ameaçar quem se opõe ao governo – o mesmo que banca esses caras com guaraná e pão com mortadela, freta ônibus para levá-los aos locais de conflito – é assustadora por si, mas ganha contornos ainda mais preocupantes quando vemos que há toda uma máquina ideológica construída para doutrinar criancinhas lá na base.  E que curiosamente, é um método bem similar ao que foi feito pelo Hitler e pelo Islã, onde a doutrinação começa de berço.

Imagem removida pelo remetente. UNiformizados e com                                            revistinhas e   livretos                                            voltados para eles, a                                            juventude do MST se   porta                                            como uma facção paramilitar

Uniformizados e com revistinhas e livretos voltados para eles, os "Semterrinha do MST" se portam como uma facção paramilitar com gritos de guerra e tudo mais.

É no mínimo curioso, que embora o MST não seja nenhuma organização oficial, ou empresa, que tenha meios produtivos ou parque industrial instalado, a organização tem recebido milhões do BNDES e também do PT.  Há quem sustente que Stédile esteja negociando com a Venezuela o treinamento de membros do MST em guerrilha urbana, para mais tarde, operar nos moldes do exército paralelo que controla o jogo político na Venezuela. Inicialmente essas ideias me pareciam muito improváveis, mas hoje, já não sei de mais nada.

Imagem removida pelo remetente. br-guerra-civil-brasil-mst

Lideranças se comportam como militares e rola até uma abóbada de aço!

Imagem removida pelo remetente. especial_semterrinha_20101

Assim, quando Lula chama o MST de exército, pode ser mais do que só uma das muitas babaquices que o Lula fala. Pode ser um ato falho que revela como o PT enxerga o potencial do MST.

Imagem removida pelo remetente. SEM-TERRINHA-500x500

Claro que é impossível ter certeza de qualquer coisa neste Brasil Polarizado de hoje, que lembra o dilema do vestido, para alguns está uma merda, para outros está muito bom. Mas é inegável que Lula os classificou como "exército" e eles de fato tem se comportado de modo extremamente organizado.

Também é um fato inegável que o Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) instaurou inquérito civil para apurar um suposto recrutamento ilegal de crianças e adolescentes brasileiros pelo governo da Venezuela.

Segundo o órgão, eles seriam levados para serem doutrinados a atuar na chamada "revolução bolivariana".

Imagem removida pelo remetente. Voc~e pode   não                                                acreditar no papeo de                                                crianças sendo   treinadas,                                                mas aqui temos uma foto de                                                Stédile, o   dono do

Você pode não acreditar no papo de crianças sendo treinadas na Venezuela, mas aqui temos uma foto de Stédile, o dono do "exército" segundo o Lula, abraçado com Maduro.

A ação contra a União é assinada pelo procurador da República Ailton Benedito. Ele diz que tomou a medida baseando em notícias veiculadas pela imprensa brasileira de que o vice-presidente setorial do Desenvolvimento do Socialismo Territorial da Venezuela e titular do Ministério das Comunas, Elías Jaua, leva adolescentes brasileiros para o país desde 2011.

No inquérito, consta ainda uma notícia veiculada no site do governo venezuelano de que 26 crianças e adolescentes participaram do treinamento no estado de Sucre das chamadas "Brigadas Populares de Comunicação", com o intuito de moldá-los como "futuros jornalistas para servir o país".

"Temos que saber em que condições, quem levou e quem autorizou a ida dessas pessoas até a Venezuela. Abrimos o inquérito justamente para apurar em que circunstâncias isso ocorreu, qual a idade dos envolvidos, de onde são e qual a real quantidade deles", disse Benedito ao G1. fonte

O uso de crianças e adolescentes em conflitos armados, é hoje uma das grandes mazelas na América do Sul. Mas não só aqui. O drama é conhecido nas guerrilhas do Oriente Médio e África, e o uso de meninos imberbes usando metralhadoras é crescente em todo o mundo.

Imagem removida pelo remetente. Exército   sub-15 na                                              Colômbia

Exército sub-15 na Colômbia

Recentemente, governos vizinhos, como a Colômbia, Peru e Paraguai registram casos de sequestros e resgate de crianças de adolescentes em fuga do recrutamento forçado para guerrilha e ações  paramilitares. Há relatos de menores infiltrados até nas FORÇAS ARMADAS REGULARES.

Isso é uma excrescência bizarra que não vejo ninguém noticiando, ainda não entendi bem o porque. O fato é que crianças hoje são arrancadas de suas famílias e levados para áreas remotas de fazendas, onde são submetidos a treinamento militares com armas pesadas e a doutrinamento ideológico por radicais que podem ser tanto de esquerda quanto de direita. Ninguém é santo na atual situação das coisas.

Imagem removida pelo remetente. life_mag_cover_pal_kids_w_guns_1970_1Imagem removida pelo remetente. 226344-kids-with-gunsImagem removida pelo remetente. student_riotImagem removida pelo remetente. Funny-Kids-with-Guns-3-500x322

Esses meninos, quando conseguem escapar, são obrigados a viver escondidos por programas de inserção social ou em abrigos de fundações internacionais que oferecem ajuda em zonas de conflito, porque o medo real é a morte por vingança da "deserção".Além de serem tradicionalmente encontradas nas fileiras das Farcs, a prática de usar "niños, niñas y adolescentes" é relatada também em outros grupos em guerra. Na Colômbia, há relatos de casos no ELN (Exército de libertação Nacional) e  milícias contra-revolucionárias, os temidos esquadrões paramilitares, como as Bacrim ( Bandas Criminales).No Peru, a Guerra política e ideológica, a favor e contra, abastece as redes sociais da internet com vídeos de meninos e meninas com idades em torno de 10 anos gritando palavras de ordem contra o "imperialismo" e defendendo a "revolução comunista", o projeto de conquista do poder do Sendero Luminoso, braço radical do Partido Comunista Peruano, que voltou com força total depois de quase ser extinto nos  anos 2000. Ainda de perto, vem o Paraguai com a Força Tarefa Conjuta (FTC), agrupamento especial do Exército e Polícia Nacional.  As famílias de adolescentes de 15, 16 e 17 anos presos ou abatidos nos tiroteios com o Exército do povo Paraguaio (EPP) podem ser vistas à cores a poucos quilômetros da fronteira com o Brasil.Como as farcs também os paramilitares estão gradualmente admitindo o uso de menores nos seus exércitos. É o caso da Autodefesa Unida da Colômbia, AUC, milícia onde diversos de seus comandantes paramilitares admitiram a existência de menores em suas tropas.

Como se não fosse merda suficiente, vem aí o exército religioso do Edir Macedo

Já circulam na internet muitos vídeos impressionantes, que mostram muitos jovens marchando fardados e em posição de ordem em um templo religioso de uma igreja evangélica. No vídeo, eles recebem comandos de um suposto bispo da igreja, e respondem "o altar" a perguntas como "o que é que vocês querem?". Até a representação de um 'escudo militar' com a sigla G.A (Gladiadores do Altar) é utilizada pelo grupo.

Imagem removida pelo remetente.

"Exército religioso" no Brasil. Isso não é impressionante?

Muitas pessoas estão começando agora a se preocupar com uma possível 'ditadura evangélica' no Brasil.
Segundo algumas pessoas, a criação de um exército religioso sob comando de um grupo limitado de pastores da Igreja Universal teria semelhança com o Estado Islâmico, cujas práticas principais são dominar o mundo e aniquilar todas as religiões que não sejam a deles.
Não duvido que o plano estratégico do Edir Macedo seja treinar esses caras e efetivamente fazer um exército, mas para garantir a integridade das igrejas dele no Oriente. Sabe-se que muitas igrejas evangélicas foram destruídas pelos Muçulmanos em conflitos. Na Líbia, principalmente. Sem ter governo para recorrer, a solução viável seria constituir sua própria milícia, tal como fez a Máfia Colombiana nos anos 80, afim de assegurar os seus "negócios" com a cocaína.

Imagem removida pelo remetente. Gladiadores do   Altar

Hoje Gladiadores do Altar. Amanhã o Bope da Universal...

Mas uma vez construído seu próprio "exército", ele te dá poder. E fica a dúvida sobre como seria exercido este poder religioso no Brasil. Sobretudo num país onde lideres religiosos gozam de tamanho prestígio que tem passaporte diplomático, canais de Tv, alguns são acusados de aproximação perigosa com o narcotráfico e todos eles não pagam nenhum tostão de imposto sobre as montanhas de dinheiro arrecadadas diariamente de seus fiéis.
À sombra dos grupos intolerantes que vão adquirindo cada vez mais poder, constroem bancadas no governo e até financiam políticos, há uma sensação gradual de insegurança que se espalha no país.
Hoje pode ser só mais uma papagaiada da Igreja que cria replica da Arca da Aliança, constrói imitação do Templo de Salomão e cujo líder máximo é um cara que já foi até preso por estelionato... Mas amanhã, será que essa "inovação" será controlável? Será que não estamos alimentando as primeiras células de um câncer que tragará este país?
Imagem removida pelo remetente. alx_2015-02-26t183653z_1265281338_gm1eb2r06aa01_rtrmadp_3_mideast-crisis-iraq-museum_original
As imagens dos idiotas religiosos destruindo estátuas Assírias de 8000 anos nos museus do Iraque chocou o mundo, mas pouco se fala nas ações deliberadas de grupos religiosos que pregam a intolerância, e seguindo suas próprias ideias, invadem e destroem outros templos religiosos, como igrejas católicas e em um expressivo número de casos, terreiros de umbanda.
Imagem removida pelo remetente. intolerancia
fonte
Imagem removida pelo remetente. paisdesanto
fonte
Imagem removida pelo remetente. evangelicomalucoImagem removida pelo remetente. imagem-montes-claros-ancoradouro-1-625x468
fonte
 
Você acha muito diferente o fato de um evangélico doutrinado a achar que somente a religião dele é a certa se convencer que deve destruir todos os símbolos das demais religiões e o sujeito do Estado Islâmico que resolve destruir os símbolos antigos da civilização mesopotâmica? Eu acho que são coisas diferentes sim, mas elas tem um elo em comum, que é a estupidez.
 

Nunca duvide da capacidade humana para a estupidez.

Voltando à questão dos Exércitos religiosos desse país, qual será a medida do controle dessas pessoas se eles começarem a usar o poder financeiro e quase ilimitado das religiões que pululam no Brasil para impor seu sistema de crenças na base da porrada?

Imagem removida pelo remetente. jovens-universal-exército

Cenas do Exército religioso da Universal

Imagem removida pelo remetente. Cenas do congresso                                              Nazista em   Nuremberg,                                              1938.

Cenas do congresso Nazista em Nuremberg, 1938.

Há uma assustadora semelhança, não acha?
Todas as vezes que alguém conclamar as pessoas a "Lutar em Nome de Deus", pode esperar, que cedo ou tarde, vai dar merda. E do mesmo jeito, o risco de converter militância em milícia é enorme, e dará o mesmo malcheiroso resultado.

Imagem removida pelo remetente. Nas fileiras   do                                              Exército do PT estão alguns                                              membros imigrantes de                                              outros países.

Nas fileiras do Exército do PT estão alguns membros imigrantes de outros países, como o Haiti. Suspeito?

Os exércitos estão se formando. Isso é um fato. No que isso vai dar, eu não sei, mas não parece boa coisa.
Uma ideia que apita direto na minha cabeça é que ao longo de todos esses quase quarenta anos de Brasil, toda vez que eu pensei "agora não pode mais piorar", piorou, e muito.

Imagem removida pelo remetente.

Imagem removida pelo remetente.

Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
www.avast.com


Imagem removida pelo remetente.

Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
www.avast.com


SUBJECT: Re: Re: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist
FROM: Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: "oraculo@atibaia.com.br [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
CC: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 14:01

Diante de problemas graves, a nossa reação natural é procurar soluções alternativas. 

E quando não as encontramos no mundo real, criamos soluções imaginárias. 

A solução para os problemas do Brasil depende de uma profunda reforma sistêmica que está completamente fora do nosso alcance, pois essa reforma abalaria os interesses egoisticos dos donos do poder econômico dos quais os politicos são subordinados servis. No lugar de uma ditadura militar nos moldes de 64, precisamos de uma REVOLUÇÃO POLITICA E SOCIAL, com a finalidade de promover reformas estruturais em profundidade, o que só pode ser feito mesmo no mundo da imaginação. 

O Brasil está como sempre esteve, localizado na periferia do capitalismo, batizada de América Latina. É um enorme quintal ocupado por multinacionais e mega-especuladores. Por exemplo, o famoso George Soros, o principal acionista privado da Petrobrás já faturou com ela 90 bilhões. A midia não divulga isso porque também depende do capital especulativo. No caso da Globo arrumaram um socio mexicano! O Pão de Açucar foi vendido para os franceses. A nossa maior empresa de convênios médicos foi vendida para uma empresa americana por mais de 2 bilhões. 

Morto o comunismo, só restaria à humanidade civilizar o capitalismo. Mas para isso seria necessário antes, completar o nosso processo civilizatório, uma idéia que é rejeitada com veemência por uma ditadura genética que fez do homem, para a sua própria sobrevivência, um ser egoista nato. Como disse Kant, o homem é um ser social e anti-social. Cito Kant ao invés do cientista Richard Dawkins e seu best-seller "O gene egoísta", porque Kant é mais "neutro" devido à sua formação metafisica. Mas nem tudo que Kant disse era metafisico. 

Mtnos Calil 
Teoria dos 5 zeros:  ideologia zero, narcisismo zero, ilusão zero, ingenuidade zero e expectativa zero. 

Ps1. O otimismo e o pessimismo são duas faces da mesma moeda ideológica. 

Ps2. Não existindo solução cientifica para os problemas do Brasil, só nos resta fazer um diagnóstico baseado no pensamento cientifico multidisciplinar. A compreensão dos problemas politicos depende da compreensão dos problemas econômicos que depende da compreensão dos problemas sociais, que depende da compreensão dos problemas psicológicos, que depende da compreensão dos problemas biologicos. O homem é um ser problemático e complexo por natureza. Foi resultado de um capricho evolucionário da seleção natural que encontrou na cultura o estimulo para ser extravagante. É o ser vivo mais atrapalhado que existe no mundo. O mais brilhante, o mais genial e também o mais atrapalhado, "demens" mesmo, agora numa fase regressiva de seu desenvolvimento. 

Ps3. Um dos maiores escândalos do Brasil é a divida publica. A agiotagem é uma das ferramentas clássicas dos especuladores.  E tem cobertura legal, já que as leis são feitas pelos "bichos dominantes".  E quando as leis atrapalham, elas simplesmente deixam de ser cumpridas. Simples assim. 



On Sex 06/03/15 12:43 , "oraculo@atibaia.com.br [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 

Não. Apenas não.
 
Sim, temos problemas, não, intervenção militar não é uma solução. O que esta listado na catilinária sem sentido abaixo, todos os “problemas” como impeachement, protestos, escandalos, etc, derivam da natureza da democracia, não de seus defeitos.
 
Os USA, uma democracia, teve impeachment. Países europeus, com sistemas parlamentaristas, perdem seus primeiros ministros com frequência. Seus jornais relatam escandalos e problemas. Isso é uma democracia. Apenas ditaduras, violentas, mantem governantes por décadas, e não tem nem protestos, nem “baderna”, pois tudo é controlado pela força, e nada é exposto em jornais e TVs.
 
O que não impede a corrupção, em larga escala, apenas garante que os corruptos sejam sempre os mesmos e fortunas sejam acumuladas sem a imprensa a atrapalhar e pessoas a reclamar.
 
Precisamos de mais democracia, mais participação, de aumento da cidadânia e da compreensão do que é e como funciona a cidadânia, a democracia, o estado de direito. Leva tempo, exige esforço, de gerações, e em geral começa a se tornar mais claro para as pessoas justamente com crises e dificuldades. Foi assim que a Europa se tornou mais democrática e mais civilizada, a partir de guerras, invernos rigorosos, etc, o que motivou as pessoas a se tornarem melhores, para que a sociedade se tornasse melhor.
 
Eu sinto pelo atual estado do país, mas vejo como uma purgação, que talvez, talvez, leve as pessoas a entenderem como isso tudo funciona. A democracia é o dia seguinte, a capacidade de lidar com a perda da eleição sem tentar matar ou massacrar o vencedor, e sem tentar oprimir e massacrar o vencido.
 
Nunca teremos uma uniformidade em que apenas “os bons e inteligentes” votem, sendo os “bons e inteligentes” os que pensam “como eu”. Democracia, com todos os seus problemas, é justamente a compreensão desse fato, e a forma mais justa e equilibrada de lidar com esse fato: pessoas, mesmo as que pensam de forma diferente de mim, tem direitos, e vão continuar a existir. E é preciso conviver com elas, não massacra-las ou impedir que votem.
 
Um texto meu sobre a loucura dessas últimas eleições, sobre o que é uma democracia sólida. E fico envergonhado de postar isso aqui, em uma lista de ciência, que deveria debater ciência, em um nível maior que a picuinha de comentaristas de internet (a mais baixa forma de vida já detectada neste planeta).
 
Democracia o Dia Seguinte
 
Então não, apenas não.
 
Homero
 
 
 
Sent: Friday, March 06, 2015 9:03 AM
Subject: RES: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist
 
 

Sr. Mtnos Calil!

Quem hoje no Brasil, de sã consciência, sendo intelectual ou não, não concorda que o país está enfrentando uma das suas maiores crises políticas de toda a sua história. Desde a queda da ditadura militar, tivemos 7 eleições, 4 Presidentes eleitos, sendo 1 impeachment. Caso saia o impeachment da nossa Presidente será o 2º impeachment em 4 Presidentes eleitos, ou seja 50% dos Presidentes eleitos expulsos do governo por incompetência ou por se locupletar dessa posição para benefício próprio e de outros, sem dar a mínima para os interesses da nação e do povo.

Quem sabe, dentro de todas as teorias aqui expostas, filosofando e tentando definir os mais variados conceitos, consigamos definir o que se passa na cabeça dos políticos, do povo e qual o nosso sentimento de nação.

Nunca desejamos tanto a intervenção militar como agora nesse momento.

É uma pena. Enquanto o mundo progride e supera as suas deficiências, o tempo passa e aqui nada acontece de novo. Sempre a mesma coisa de governo para governo. Roubo, formação de quadrilha, luta pelo poder, decisões políticas erradas, etc.

Abs

Cacildo Krebs

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 5 de março de 2015 23:48
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist

 

Prezado moderador.

Venho através desta solicitar ao sr. autorização para enviar uma mensagem semanal para o grupo abordando a gravíssima crise pela qual está passando o nosso país.

Abaixo apresento uma mensagem sobre o tema, de modo a ter uma referência para o sr. tomar uma decisão.

Agradecendo por sua atenção aguardo a sua deliberação

Atenciosamente

Mtnos Calil

Por uma ciência voltada para o bem comum.

=============================================
 

Novos exércitos ... Guerra Civil? O que vai acontecer no país da Esquizofrenia Social?


On Qui 05/03/15 18:32 , Mtnos Calil mtnoscalil@terra.com.br sent:

Eu sei que a expressão "esquizofrenia social" é rejeitada pela humanidade que não quer admitir de forma alguma que está numa fase de acelerado enlouquecimento.  Essa recusa em admitir um fato tão visível se deve a um MECANISMO DE DEFESA chamado NEGAÇÃO, aplicado agora a uma tragédia global, que se manifesta coletivamente, através da expansão desenfreada da criminalidade, das formas mais variadas de violência, das guerras religiosas, das guerras do tráfico de drogas, nas guerras nos campos de futebol, na degeneração acelerada dos valores morais, na destruição das culturas nacionais, na infantiização dos adultos, na adultização das crianças, na corrupção sem limites, nas crises econômicas, etc. etc.

Os textos e imagens reproduzidos abaixo constituem um excelente retrato desta que é uma das maiores crises já enfrentadas pela Historia da Humanidade.

Diante deste quadro trágico, a questão que se coloca é: ONDE VAMOS PARAR? QUAL SERÁ O LIMITE DESTE PROCESSO GLOBALIZADO DE LOUCURA?

E no Brasil, o que vai acontecer agora?

A minha resposta a esta pergunta talvez esteja muita simplificada e se resume nisso: não vai acontecer nenhuma mudança significativa no "estado das coisas" em que estamos encalacrados:

1. Segurança Pública.

Não existe mais segurança pública. A população brasileira vive em estado de plena INsegurança. Ninguém por exemplo, tem certeza que não será assaltado dentro ou fora de casa. Ninguém pode ter certeza de que seus familiares voltarão para casa sem sofrer nenhum acidente. O nosso sistema prisional está LITERALMENTE FALIDO, sendo que o crime organizado controla boa parte de nossas prisões. Mais de 90% dos homicidios ficam completamente impunes, não se localizando sequer os autores dos crimes de morte.

2. Guerra civil?

Fala-se que o Brasil está marchando para uma guerra civil. Mas nós já estamos numa guerra civil não declarada e que se vê diariamente nos tiroteios entre a polícia e os bandidos, o que tem provocado a morte por "balas perdidas".  Encontraram uma expressão para suavizar a barbárie. A policia tem que perseguir e prender os bandidos. Mas estes reagem à bala e a policia obviamente não pode se render. O resultado é que civis inocentes estão perdendo a vida, inclusive CRIANÇAS.

3. Intervenção militar?

Continuo com a convicção de que os militares não vão intervir. Há várias razões para isso:

a) Uma intervenção militar agora provocaria uma guerra civil declarada podendo provocar a morte de  algumas centenas de milhares de pessoas. Quando dias atrás Lula ameaçou com uma intervenção do "Exército" do Stédile, lider do MST, ele sabia disso. Talvez tenha exagerado na dose, já que ele costuma falar "por impulso".

b) Eu mesmo já ouvi de algum militares declarações do tipo:

- A sociedade brasileira quis que saíssemos do poder. Atendemos a essa reivindicação e agora não tem sentido voltarmos a intervir.

4. Impeachment de Dilma?

Para os tucanos isso não interessa pois traria à tona as pendências da privatização realizadas no Governo de FHC. O próprio PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA, acabou de solicitar ao SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL que excluisse a DILMA  E O AECIO  (nas entrelinhas estão LULA E FHC), das investigações do Petrolão.  Como já aconteceu com o MENSALÃO, as punições não vão atingir as estrelas de 1a. grandeza das  "organizações" políticas envolvidas. Até o Zé Dirceu que seria o Presidente do Brasil no lugar da Dilma, aceitou resignadamente o papel de bode expiatório de Lula.

5. Comunismo no Brasil?

5.1. Como todos sabem ou deveriam saber,  Lula nunca foi comunista. Ele se associou à esquerda visando apenas a tomada do poder. O ser humano (ou uma parte dos seres humanos) têm uma forte ambição pelo poder. Me refiro ao poder politico que atende a uma necessidade psicológica de PROJEÇÃO PESSOAL, que a politica, com o apoio indispensavel da MIDIA, satisfaz. A politica se transformou na arte de administrar o bem comum em beneficio próprio. Ocorre de, às vezes esse beneficio ser psicológico, além é claro de rechear os bolsos dos politicos.

5.2. Mesmo que o  "Exército" de Stedile saia às ruas, não será para acabar com a propriedade privada. O que o MST, quer é exatamente a posse de algumas porções de terra que passam a ser propriedade  de seus membros. O MST não vai vitimar o nosso agro-negócio que hoje tem importância decisiva para evitar que a nossa economia afunde de vez. O MST não pretende se apropriar de nenhum banco (pode até montar um banco rural...) e de nenhuma industria automobilistica. O Stedile não é uma versão do Lenin para o século XXI. E se quiser fazer este papel pra valer, vai se ferrar. O capitalismo já derrotou o comunismo faz tempo e o morto não vai ressuscitar na América Latina. Basta ver o caos que tomou conta da Venezuela.

6. E a economia?

6.1. A política econômica adotada pela Dilma é exatamente a mesma que seria adotada pelo Aécio. Toda a discussão em torno deste assunto que vemos na midia, se deve ao fato do tema ser "midiático", ou seja: vende jornal (os poucos que ainda conseguem ser vendidos) e dá audiência para as emissoras de TV. A CRISE ECONOMICA DO PAÍS E O ESCÂNDALO DA PETROBRÁS são hoje os dois assuntos prediletos da mídia. Ontem o dólar chegou a ser vendido a 3 reais!!! Olha que noticia espetacular! (para quem comprou dólar a 2,50 ou menos,  de fato é uma boa noticia).

6.2. Vamos ter muito desemprego? Não temos dados ainda para responder a esta pergunta. Que vai haver desemprego, é óbvio. A dúvida diz respeito à % de desempregados que vamos ter no Brasil. Nos ultimos anos verificamos que apesar do pifio crescimento econômico não tivemos uma elevação da taxa de desemprego. Alguns setores serão mais afetados do que outros, como é o caso da industria automobilistica e da construção civil que foram beneficiados por uma politica de crédito que já tinha avançado além dos limites.

6.3. E a inflação?

Vai continuar, mas não será explosiva como foi no tempo do real. Será combatida, como já está sendo, através de uma taxa de juros exorbitante que provoca a retração no consumo e na produção. E pela primeira vez desde que o PT assumiu o poder, as verbas sociais serão cortadas. Reduzir as despesas do Estado envolve cortar as verbas destinadas aos programas sociais, sendo que a Caixa Econômica Federal já cancelou os recursos destinados ao projeto "Minha Casa Minha Vida".

6.4. E o dólar onde vai parar ?

Se o Brasil tivesse sido governado como deveria, o bom seria que o dólar ficasse estabilizado em torno dos 3 reais. Mas essa elevação não será mantida por muito tempo (dois ou três anos? ). A valor equilibrado do câmbio seria esse, mas a desvalorização do real deveria ser progressiva para não provocar a inflação. Agora com a elevação simultânea do dólar e da taxa de juros e mais o ajuste fiscal, com a redução das despesas (e investimentos) do Governo a crise  só poderá ficar mesmo grave. Lembro que o dólar chegou a 4 reais quando Lula assumiu o primeiro mandato em 2002 e depois despencou. Será que vai despencar novamente no final do 2o. mandato da Dilma, ou mesmo antes? O que o Governo deveria fazer para manter o dólar na casa dos 3 reais? Vamos perguntar a quem entende do assunto.

Mtnos Calil

Ps. Daqui a algum tempo vamos verificar os erros e acertos destas previsões.


----- Original Message -----
From: brasil brasil@brasilbrasileiro.pro.br
Sent: Qui 05/03/15 15:25
Subject: Fwd: Novosexércitos ..... Guerra Civil


REPASSADO.

.............................................

Agora vão arrebentar com o Paraná/Gov. Richa (e a imprensa apoia c/falsos dados de popularidade). Vão concentrar dia 13 os protestos lá com quebradeira e muita violência (black blocs, MTST, MST, PSOL, PP, PCB, ETC). Depois vão p/ Brasília (p/ o dia 15).  O Eduardo Cunha (nome incluído na lista por Cardozo e Dilma) serve p/ dar tempo, tumultuando o processo-petrolão, considerando que o ministro da Defesa (?) consta da lista ao lado do ex e da atual governante (?). Estamos, na minha opinião, em pleno golpe. Há não ser que dia 15 se consiga derrubar e/ou o STF reaja.

Tudo isso é assustador.

XXXX

---------- Mensagem encaminhada ----------
De:
Data: 4 de março de 2015 17:30
Assunto: ENC: Novos exércitos ..... Guerra Civil
Para:

REPASSANDO
 
PARA QUEM ACHAVA QUE ERA BRINCADEIRA...
CHEGOU A HORA DA VERDADE. SE QUISER DEMOCRACIA VAI TER QUE LUTAR E PARAR DE DESDENHAR AS FFAA

, ACREDITANDO NOS VAGABUNDOS QUE DIZEM QUE FOMOS DITADORES NO PASSADO...

SÓ TENTAMOS MANTER UM BRASIL LIVRE PARA AS PESSOAS DE BEM...         


ESTÁ NA HORA DO ÚNICO EXÉRCITO OFICIAL COMEÇAR A SE PREPARAR E ATUAR, O MAIS RAPIDAMENTE POSSÍVEL, CONTRA ESSE ESTADO DE COISAS. DEPOIS NÃO ADIANTA CHORAR. SETOR DE INTELIGÊNCIA AO TRABALHO.
VAMOS RESPEITAR A CONSTITUIÇÃO VIGENTE E ENQUADRAR ESSES BANDIDOS QUE PENSAM QUE PODEM. VAI HAVER DERRAMAMENTO DE SANGUE... MAS, COMO ESTÁ NÃO PODE FICAR!

Repassando,

Eu não sei quanto a vocês, mas se tem uma coisa que me preocupa seriamente com relação ao futuro do Brasil é o aparecimento da ideia de "exércitos" que não são o  Exército Brasileiro, cujo patrono é o Duque de Caxias (e que está semi-sucateado).
Não só porque a ideia de um exército dificilmente se desvincularia do conceito de uma guerra. Há quem diga permanentemente que ja estamos em franca guerra civil e  que o tráfico está plantando as sementes de um "exército do tráfico". Certa vez li em

​ algum lugar que traficantes estavam usando fazendas compradas com dinheiro da droga para treinar os moleques no uso dos armamentos pesados comprados de fabricantes de todo o mundo, e que entram no Brasil muito facilmente pelas nossas porosas (convenientemente?) fronteiras, principalmente com o Paraguai.

Imagem removida pelo remetente.

É impressionante o nível do armamento que se encontra nos morros


Imagem removida pelo remetente. download (51)
Tenho um amigo que foi recentemente ao Paraguai e me contou de sua surpresa ao ser puxado pelo braço de rua em rua por homens que lhe perguntavam se ele queria comprar uísque, viagra ou armas.
Até então, os mecanismos de repressão ao tráfico do Estado, que eram as polícias militar e civil e suas unidades de elite (Bope e Core) tinham a vantagem de lidar com um monte de bandido que mal sabia manipular o armamento que eles tinham em mãos. Mas no momento em que o trafico se articula ao ponto de dar treinamento padrão Al qaeda para seu exército, é um sinal de que a coisa está indo mal.
Fica ainda pior, quando o ex-presidente Lula, tomado pela cachaça (sem trocadilhos com a doença do cara) de falar para as massas começou a agitar o povo dizendo que o PT iria para o enfrentamento deliberado e a coisa ia ficar feia quando o Stédile botasse o exército dele nas ruas.
Imagem removida pelo remetente. 1424986889
Para que não me acusem de ser midia golpista, aqui esta o trecho do discurso de um ex-presidente da república, que não parece se dar conta da liturgia necessária ao cargo que ocupa na história desse país:
Há um problema fundamental quando uma autoridade – que inegavelmente um presidente que saiu com 80% de aprovação popular representa – qualifica um movimento social tipo o movimento dos sem terra, como um "Exército" sob seu controle e de seus asseclas. O povo acredita nisso. Os sem terra se sentem valorizados, esquecendo que viraram uma massa de manobra para os interesses de certos grupos, e passama se comportar como um exército literalmente, considerando inclusive que terão as bênçãos do governo brasileiro para colocarem para quebrar, seguindo o mantra do presidente do PT no RIo, Washington Quaquá, que até foi acionado judicialmente pelo Ministério Público depois de pregar "porrada" contra seus adversários.
Imagem removida pelo remetente. dando-porrada
 
Aliás, prontamente atendido como ilustram as fotos do dia do discurso do Lula no Rio:
Imagem removida pelo remetente. PETROBRAS/ATO
Imagem removida pelo remetente. MANIFESTANTES SE ENFRENTAN                                          POR CASO DE CORRUPCIÓN   EN                                          PETROBRÁS EN RÍO DE JANEIRO
 
A cena de pessoas uniformizadas descendo a porrada nos opositores parece bem emblemática e coerente com a ideia de que o PT diante dos problemas em que os seus governos meteram o país, pretendem lutar para não largar o osso na literalidade da porradaria. Diante desse cenário a ideia de exército do MST do Stédile é um tanto quanto assustadora. Estranhamente, o PT toma justamente o lugar, repetindo os atos de quem eles tanto criticaram em sua história.
A ideia de um exército de pessoas armados com paus, facões e foices (só pra ficar nas armas brancas) e usá-lo para ameaçar quem se opõe ao governo – o mesmo que banca esses caras com guaraná e pão com mortadela, freta ônibus para levá-los aos locais de conflito – é assustadora por si, mas ganha contornos ainda mais preocupantes quando vemos que há toda uma máquina ideológica construída para doutrinar criancinhas lá na base.  E que curiosamente, é um método bem similar ao que foi feito pelo Hitler e pelo Islã, onde a doutrinação começa de berço.

Imagem removida pelo remetente. UNiformizados e com                                            revistinhas e   livretos                                            voltados para eles, a                                            juventude do MST se   porta                                            como uma facção paramilitar

Uniformizados e com revistinhas e livretos voltados para eles, os "Semterrinha do MST" se portam como uma facção paramilitar com gritos de guerra e tudo mais.

É no mínimo curioso, que embora o MST não seja nenhuma organização oficial, ou empresa, que tenha meios produtivos ou parque industrial instalado, a organização tem recebido milhões do BNDES e também do PT.  Há quem sustente que Stédile esteja negociando com a Venezuela o treinamento de membros do MST em guerrilha urbana, para mais tarde, operar nos moldes do exército paralelo que controla o jogo político na Venezuela. Inicialmente essas ideias me pareciam muito improváveis, mas hoje, já não sei de mais nada.

Imagem removida pelo remetente. br-guerra-civil-brasil-mst

Lideranças se comportam como militares e rola até uma abóbada de aço!

Imagem removida pelo remetente. especial_semterrinha_20101

Assim, quando Lula chama o MST de exército, pode ser mais do que só uma das muitas babaquices que o Lula fala. Pode ser um ato falho que revela como o PT enxerga o potencial do MST.

Imagem removida pelo remetente. SEM-TERRINHA-500x500

Claro que é impossível ter certeza de qualquer coisa neste Brasil Polarizado de hoje, que lembra o dilema do vestido, para alguns está uma merda, para outros está muito bom. Mas é inegável que Lula os classificou como "exército" e eles de fato tem se comportado de modo extremamente organizado.

Também é um fato inegável que o Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) instaurou inquérito civil para apurar um suposto recrutamento ilegal de crianças e adolescentes brasileiros pelo governo da Venezuela.

Segundo o órgão, eles seriam levados para serem doutrinados a atuar na chamada "revolução bolivariana".

Imagem removida pelo remetente. Voc~e pode   não                                                acreditar no papeo de                                                crianças sendo   treinadas,                                                mas aqui temos uma foto de                                                Stédile, o   dono do

Você pode não acreditar no papo de crianças sendo treinadas na Venezuela, mas aqui temos uma foto de Stédile, o dono do "exército" segundo o Lula, abraçado com Maduro.

A ação contra a União é assinada pelo procurador da República Ailton Benedito. Ele diz que tomou a medida baseando em notícias veiculadas pela imprensa brasileira de que o vice-presidente setorial do Desenvolvimento do Socialismo Territorial da Venezuela e titular do Ministério das Comunas, Elías Jaua, leva adolescentes brasileiros para o país desde 2011.

No inquérito, consta ainda uma notícia veiculada no site do governo venezuelano de que 26 crianças e adolescentes participaram do treinamento no estado de Sucre das chamadas "Brigadas Populares de Comunicação", com o intuito de moldá-los como "futuros jornalistas para servir o país".

"Temos que saber em que condições, quem levou e quem autorizou a ida dessas pessoas até a Venezuela. Abrimos o inquérito justamente para apurar em que circunstâncias isso ocorreu, qual a idade dos envolvidos, de onde são e qual a real quantidade deles", disse Benedito ao G1. fonte

O uso de crianças e adolescentes em conflitos armados, é hoje uma das grandes mazelas na América do Sul. Mas não só aqui. O drama é conhecido nas guerrilhas do Oriente Médio e África, e o uso de meninos imberbes usando metralhadoras é crescente em todo o mundo.

Imagem removida pelo remetente. Exército   sub-15 na                                              Colômbia

Exército sub-15 na Colômbia

Recentemente, governos vizinhos, como a Colômbia, Peru e Paraguai registram casos de sequestros e resgate de crianças de adolescentes em fuga do recrutamento forçado para guerrilha e ações  paramilitares. Há relatos de menores infiltrados até nas FORÇAS ARMADAS REGULARES.

Isso é uma excrescência bizarra que não vejo ninguém noticiando, ainda não entendi bem o porque. O fato é que crianças hoje são arrancadas de suas famílias e levados para áreas remotas de fazendas, onde são submetidos a treinamento militares com armas pesadas e a doutrinamento ideológico por radicais que podem ser tanto de esquerda quanto de direita. Ninguém é santo na atual situação das coisas.

Imagem removida pelo remetente. life_mag_cover_pal_kids_w_guns_1970_1Imagem removida pelo remetente. 226344-kids-with-gunsImagem removida pelo remetente. student_riotImagem removida pelo remetente. Funny-Kids-with-Guns-3-500x322

Esses meninos, quando conseguem escapar, são obrigados a viver escondidos por programas de inserção social ou em abrigos de fundações internacionais que oferecem ajuda em zonas de conflito, porque o medo real é a morte por vingança da "deserção".Além de serem tradicionalmente encontradas nas fileiras das Farcs, a prática de usar "niños, niñas y adolescentes" é relatada também em outros grupos em guerra. Na Colômbia, há relatos de casos no ELN (Exército de libertação Nacional) e  milícias contra-revolucionárias, os temidos esquadrões paramilitares, como as Bacrim ( Bandas Criminales).No Peru, a Guerra política e ideológica, a favor e contra, abastece as redes sociais da internet com vídeos de meninos e meninas com idades em torno de 10 anos gritando palavras de ordem contra o "imperialismo" e defendendo a "revolução comunista", o projeto de conquista do poder do Sendero Luminoso, braço radical do Partido Comunista Peruano, que voltou com força total depois de quase ser extinto nos  anos 2000. Ainda de perto, vem o Paraguai com a Força Tarefa Conjuta (FTC), agrupamento especial do Exército e Polícia Nacional.  As famílias de adolescentes de 15, 16 e 17 anos presos ou abatidos nos tiroteios com o Exército do povo Paraguaio (EPP) podem ser vistas à cores a poucos quilômetros da fronteira com o Brasil.Como as farcs também os paramilitares estão gradualmente admitindo o uso de menores nos seus exércitos. É o caso da Autodefesa Unida da Colômbia, AUC, milícia onde diversos de seus comandantes paramilitares admitiram a existência de menores em suas tropas.

Como se não fosse merda suficiente, vem aí o exército religioso do Edir Macedo

Já circulam na internet muitos vídeos impressionantes, que mostram muitos jovens marchando fardados e em posição de ordem em um templo religioso de uma igreja evangélica. No vídeo, eles recebem comandos de um suposto bispo da igreja, e respondem "o altar" a perguntas como "o que é que vocês querem?". Até a representação de um 'escudo militar' com a sigla G.A (Gladiadores do Altar) é utilizada pelo grupo.

Imagem removida pelo remetente.

"Exército religioso" no Brasil. Isso não é impressionante?

Muitas pessoas estão começando agora a se preocupar com uma possível 'ditadura evangélica' no Brasil.
Segundo algumas pessoas, a criação de um exército religioso sob comando de um grupo limitado de pastores da Igreja Universal teria semelhança com o Estado Islâmico, cujas práticas principais são dominar o mundo e aniquilar todas as religiões que não sejam a deles.
Não duvido que o plano estratégico do Edir Macedo seja treinar esses caras e efetivamente fazer um exército, mas para garantir a integridade das igrejas dele no Oriente. Sabe-se que muitas igrejas evangélicas foram destruídas pelos Muçulmanos em conflitos. Na Líbia, principalmente. Sem ter governo para recorrer, a solução viável seria constituir sua própria milícia, tal como fez a Máfia Colombiana nos anos 80, afim de assegurar os seus "negócios" com a cocaína.

Imagem removida pelo remetente. Gladiadores do   Altar

Hoje Gladiadores do Altar. Amanhã o Bope da Universal...

Mas uma vez construído seu próprio "exército", ele te dá poder. E fica a dúvida sobre como seria exercido este poder religioso no Brasil. Sobretudo num país onde lideres religiosos gozam de tamanho prestígio que tem passaporte diplomático, canais de Tv, alguns são acusados de aproximação perigosa com o narcotráfico e todos eles não pagam nenhum tostão de imposto sobre as montanhas de dinheiro arrecadadas diariamente de seus fiéis.
À sombra dos grupos intolerantes que vão adquirindo cada vez mais poder, constroem bancadas no governo e até financiam políticos, há uma sensação gradual de insegurança que se espalha no país.
Hoje pode ser só mais uma papagaiada da Igreja que cria replica da Arca da Aliança, constrói imitação do Templo de Salomão e cujo líder máximo é um cara que já foi até preso por estelionato... Mas amanhã, será que essa "inovação" será controlável? Será que não estamos alimentando as primeiras células de um câncer que tragará este país?
Imagem removida pelo remetente. alx_2015-02-26t183653z_1265281338_gm1eb2r06aa01_rtrmadp_3_mideast-crisis-iraq-museum_original
As imagens dos idiotas religiosos destruindo estátuas Assírias de 8000 anos nos museus do Iraque chocou o mundo, mas pouco se fala nas ações deliberadas de grupos religiosos que pregam a intolerância, e seguindo suas próprias ideias, invadem e destroem outros templos religiosos, como igrejas católicas e em um expressivo número de casos, terreiros de umbanda.
Imagem removida pelo remetente. intolerancia
fonte
Imagem removida pelo remetente. paisdesanto
fonte
Imagem removida pelo remetente. evangelicomalucoImagem removida pelo remetente. imagem-montes-claros-ancoradouro-1-625x468
fonte
 
Você acha muito diferente o fato de um evangélico doutrinado a achar que somente a religião dele é a certa se convencer que deve destruir todos os símbolos das demais religiões e o sujeito do Estado Islâmico que resolve destruir os símbolos antigos da civilização mesopotâmica? Eu acho que são coisas diferentes sim, mas elas tem um elo em comum, que é a estupidez.
 

Nunca duvide da capacidade humana para a estupidez.

Voltando à questão dos Exércitos religiosos desse país, qual será a medida do controle dessas pessoas se eles começarem a usar o poder financeiro e quase ilimitado das religiões que pululam no Brasil para impor seu sistema de crenças na base da porrada?

Imagem removida pelo remetente. jovens-universal-exército

Cenas do Exército religioso da Universal

Imagem removida pelo remetente. Cenas do congresso                                              Nazista em   Nuremberg,                                              1938.

Cenas do congresso Nazista em Nuremberg, 1938.

Há uma assustadora semelhança, não acha?
Todas as vezes que alguém conclamar as pessoas a "Lutar em Nome de Deus", pode esperar, que cedo ou tarde, vai dar merda. E do mesmo jeito, o risco de converter militância em milícia é enorme, e dará o mesmo malcheiroso resultado.

Imagem removida pelo remetente. Nas fileiras   do                                              Exército do PT estão alguns                                              membros imigrantes de                                              outros países.

Nas fileiras do Exército do PT estão alguns membros imigrantes de outros países, como o Haiti. Suspeito?

Os exércitos estão se formando. Isso é um fato. No que isso vai dar, eu não sei, mas não parece boa coisa.
Uma ideia que apita direto na minha cabeça é que ao longo de todos esses quase quarenta anos de Brasil, toda vez que eu pensei "agora não pode mais piorar", piorou, e muito.

Imagem removida pelo remetente.

Imagem removida pelo remetente.

Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
www.avast.com


Imagem removida pelo remetente.

Este email foi escaneado pelo Avast antivírus.
www.avast.com



SUBJECT: Re: [ciencialist] Rw: Solicitação para o moderador do Ciencialist
FROM: Cacildo Krebs Neto <krebscacildo@gmail.com>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 16:57

Agradecido José Renato. Desejamos o melhor para o nosso país, com ou sem militares. Precisamos de uma verdadeira revolução cultural nesse Brasil. A impressão que temos é que está tudo errado.
Um bom debate entre os filósofos, nesses tempos de crise é fazer a comparação entre "Populismo" e "República". Creio que o cerne do problema está por aí.

Abraços
Cacildo Krebs

Enviado do meu iPhone

Em 06/03/2015, às 09:57, José Renato (Terra) jrma@terra.com.br [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:

 


Krebs, endosso sua iniciativa e o acolhimento dado a ela pelo moderador. 
O uso do conhecimento só tem utilidade quando reverte em benefício da natureza universal na qual estamos inserido. A crise em que o país foi mergulhado, é oportunidade única de aprendizado filosófico, político, científico, jurídico  e social, de grande e inestimável valor a nós do grupo. Parabéns!

Abraços

José Renato
....................................................

'Cacildo Krebs' krebscacildo@gmail.com [ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviado em:Sex 06/03/15 09:03

Recebido em:Sex 06/03/15 09:04


Sr. Mtnos Calil!


Quem hoje no Brasil, de sã consciência, sendo intelectual ou não, não concorda que o país está enfrentando uma das suas maiores crises políticas de toda a sua história? Desde a queda da ditadura militar, tivemos 7 eleições, 4 Presidentes eleitos, sendo 1 impeachment. Caso saia o impeachment da Presidente será o 2º impeachment em 4 Presidentes eleitos, ou seja: 50% dos Presidentes eleitos expulsos do governo por incompetência ou por se locupletarem dessa posição para benefício próprio e de outros, sem dar a mínima para os interesses da nação e do povo.

Quem sabe, dentro de todas as teorias aqui expostas, filosofando e tentando definir os mais variados conceitos, consigamos definir o que se passa na cabeça dos políticos, do povo, e qual o nosso sentimento de nação.

Nunca desejamos tanto a intervenção militar como agora nesse momento.

É uma pena. Enquanto o mundo progride e supera as suas deficiências, o tempo passa e aqui nada acontece de novo. Sempre a mesma coisa, de governo para governo: roubo, formação de quadrilha, luta pelo poder, decisões políticas erradas, etc.

Abs

Cacildo Krebs

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 5 de março de 2015 23:48
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist


Prezado moderador. 

Venho através desta solicitar ao sr. autorização para enviar uma mensagem semanal para o grupo abordando a gravíssima crise pela qual está passando o nosso país. 

Abaixo apresento uma mensagem sobre o tema, de modo a ter uma referência para o sr. tomar uma decisão.

Agradecendo por sua atenção aguardo a sua deliberação

Atenciosamente

Mtnos Calil 

Por uma ciência voltada para o bem comum. 

=============================================


SUBJECT: Re: [ciencialist] Facebook altera sua percepção do mundo
FROM: Cacildo Krebs Neto <krebscacildo@gmail.com>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 17:02

Boa observação. Se você entrar no Booking, por exemplo, começa a chover propagandas de agências de viagens para os mais variados locais. Tudo derrepente.

Enviado do meu iPhone

Em 06/03/2015, às 10:06, brudna@yahoo.com [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:

 

Devemos ter cuidado ao usar o Face.

O algoritmo de seleção de notícias e mensagens que vemos é construído para filtrar assuntos de nosso 'interesse'. O Face usa o comportamento de cliques, likes, tempo de permanência em grupos e páginas, interação com amigos e semi-estranhos, gostos diversos, etc. ; e de posse dessas informações faz um apanhado do que o usuário provavelmente gostaria de ver.


Assim, se vc clicar em notícias anti-PT ou anti-PSDB (ou qquer assunto polêmico) o Face vai começar a largar mais daquele assunto. Dessa forma nossa percepção pode ser alterada em poucos dias de uso da plataforma. Se acompanharmos o caos, o Face mostrará ainda mais caos!


Não é culpa do Face. É assim que empresas tentam agradar um cliente. Mostram o produto que desejamos comprar. Lojas online fazem isso. O Google faz isso. 


Até

Luís Brudna

luisbrudna@gmail.com

=-=


SUBJECT: Descobri o que a Ciencialist não é!;
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 20:08

Acessando a página de informações da Ciencialist [https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/info] encontrei os seguintes dizeres no item Descrição do Grupo:
 
- Favor não debater religião e política neste grupo. - Quem enviar excesso de off-topic será moderado.
 
Falta agora definir Smiley piscando o que seria «debater religião, política e excesso de off-topic», mas creio que independentemente do que sejam, a discussão destes assuntos provavelmente seria off-topic, logo deixo o dito pelo não dito.
 
[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
 
PS 1.: Estou pensando seriamente em seguir a sugestão do Belmiro (sair do grupo), mas como já pensei nisso várias vezes no passado e acabei não saindo, fica também o dito pelo não dito. Prosseguirei aqui dando vazão a meu grave transtorno mental e/ou conduta esquizóide, termos estes que, dentre outros, foram sugeridos, creio que de maneira elogiosa, casta e pura como a neve, pelo Diretor de Redação do Instituto Mãos Limpas Brasil.

SUBJECT: Re: [ciencialist] Descobri o que a Ciencialist não é!;
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2015 21:47

Discutir politica é uma coisa muito diferente de discutir soluções cientificas para os problemas do Brasil (e da humanidade).
Mas isso requer "espirito cientifico". 
E por falar nos transtornos citados pelo Dr. Alberto,  esse é um dos temas fundamentais da psicologia do poder e dos politicos. 
A humanidade está sendo governada por alguns psicopatas. 
Não existe solução "especializada" para os problemas politicos que são uma parte de um conjunto complexo e multidisciplinar. 
Discutir politica isoladamente das outras partes que compõem o conjunto é pura perda de tempo. As partes fundamentais deste conjunto são : POLITICA-ECONOMIA-SOCIOLOGIA-PSICOLOGIA-BIOLOGIA, sendo que cada uma destas partes é por sua vez, um conjunto de outras partes. 

A formação de um espirito cientifico é pré-requisito da busca de uma saída para o labirinto em que se encontra a humanidade. 
Mesmo que não haja saída, o unico caminho é o cientifico. Milagres podem acontecer no meio do caminho. O surgimento da vida em nosso planeta foi um milagre - neste sentido:  fenômeno cuja chance de acontecer é infinitezimal. E se um milagre desta dimensão ocorreu, outro também pode acontecer. 
O que é espirito cientifico? Uma das referências para se responder a esta pergunta é o livro do professor de Fisica Gaston Bachelard (1884-1962), intitulado "Formação do Espírito Cientifico" que segue no arquivo anexo. (Um cientista e professor de fisica que fala em "psicanálise do conhecimento" )

Mtnos Calil 

Ps. Transtornos mentais e emocionais fazem parte da conduta humana e é essa é uma das razões fundamentais de algumas desgraças da humanidade como as provocadas pelas guerras, onde o prazer de matar, de torturar e de estuprar se manifesta selvagemente.  O homem é um animal  apenas semi-civilizado. A guerra é em si mesma um ato de loucura. O homem é sapiens e demens, mas seu narcisismo o impede de enxergar o lado demens. E só a ciência pode salvar a humanidade. Mas para isso ela própria precisa passar por uma grande reforma "espiritual",  no sentido mental e cientifico do termo. 



Em Sex 06/03/15 20:08, Alberto Mesquita Filho albmesq@uol.com.br [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:
 

Acessando a página de informações da Ciencialist [https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/info] encontrei os seguintes dizeres no item Descrição do Grupo:
- Favor não debater religião e política neste grupo. - Quem enviar excesso de off-topic será moderado.
 
Falta agora definir Smiley piscando o que seria «debater religião, política e excesso de off-topic», mas creio que independentemente do que sejam, a discussão destes assuntos provavelmente seria off-topic, logo deixo o dito pelo não dito.
[ ]´s
Alberto

http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
PS 1.: Estou pensando seriamente em seguir a sugestão do Belmiro (sair do grupo), mas como já pensei nisso várias vezes no passado e acabei não saindo, fica também o dito pelo não dito. Prosseguirei aqui dando vazão a meu grave transtorno mental e/ou conduta esquizóide, termos estes que, dentre outros, foram sugeridos, creio que de maneira elogiosa, casta e pura como a neve, pelo Diretor de Redação do Instituto Mãos Limpas Brasil.

SUBJECT: Re: [ciencialist] Descobri o que a Ciencialist não é!;
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2015 23:40

Prezado Mtnos
 
Não entendi a sua resposta. Em nenhum momento eu afirmei que V.Sª. estava discutindo política mas, se a carapuça lhe serviu, talvez seja o caso de levar o problema ao divã de seu analista.
 
Mais uma vez grato pela maneira elogiosa, casta e pura como a neve com que tem se referido, e não é de hoje, aos defeitos que V.Sª. tem imputado a minha pessoa, quais sejam, transtornos emocionais graves, personalidade esquizóide e narcisismo dentre outros. Folgo em saber que V.Sª. me considera membro de uma casta apenas semi-civilizada e que, pelo menos em teoria, tem condições de se salvar.
 
No mais, um grande abraço e continue usando e abusando da Ciencialist que, por sinal, parece estar com os seus dias contados. Não há bem nem mal que dure para sempre.
 
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
 
PS: Não é de bom tom adicionar anexos às mensagens. A lista possui uma seção de arquivos para esta finalidade [https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/files]. O anexo na msg fica perdido no decorrer do tempo podendo ser necessário reanexá-lo. Já na seção de arquivos ele poderá sempre ser linkado, tantas vezes quantas forem necessárias. O único problema é se o artigo possuir direitos autorais, mas neste caso o crime seria o mesmo nas duas situações.
 
******************************************************************
Sent: Friday, March 6, 2015 9:47 PM
Subject: Re: [ciencialist] Descobri o que a Ciencialist não é!;
 
 

Discutir politica é uma coisa muito diferente de discutir soluções cientificas para os problemas do Brasil (e da humanidade).
Mas isso requer "espirito cientifico".
E por falar nos transtornos citados pelo Dr. Alberto,  esse é um dos temas fundamentais da psicologia do poder e dos politicos.
A humanidade está sendo governada por alguns psicopatas.
Não existe solução "especializada" para os problemas politicos que são uma parte de um conjunto complexo e multidisciplinar.
Discutir politica isoladamente das outras partes que compõem o conjunto é pura perda de tempo. As partes fundamentais deste conjunto são : POLITICA-ECONOMIA-SOCIOLOGIA-PSICOLOGIA-BIOLOGIA, sendo que cada uma destas partes é por sua vez, um conjunto de outras partes.

A formação de um espirito cientifico é pré-requisito da busca de uma saída para o labirinto em que se encontra a humanidade.
Mesmo que não haja saída, o unico caminho é o cientifico. Milagres podem acontecer no meio do caminho. O surgimento da vida em nosso planeta foi um milagre - neste sentido:  fenômeno cuja chance de acontecer é infinitezimal. E se um milagre desta dimensão ocorreu, outro também pode acontecer.
O que é espirito cientifico? Uma das referências para se responder a esta pergunta é o livro do professor de Fisica Gaston Bachelard (1884-1962), intitulado "Formação do Espírito Cientifico" que segue no arquivo anexo. (Um cientista e professor de fisica que fala em "psicanálise do conhecimento" )

Mtnos Calil

Ps. Transtornos mentais e emocionais fazem parte da conduta humana e é essa é uma das razões fundamentais de algumas desgraças da humanidade como as provocadas pelas guerras, onde o prazer de matar, de torturar e de estuprar se manifesta selvagemente.  O homem é um animal  apenas semi-civilizado. A guerra é em si mesma um ato de loucura. O homem é sapiens e demens, mas seu narcisismo o impede de enxergar o lado demens. E só a ciência pode salvar a humanidade. Mas para isso ela própria precisa passar por uma grande reforma "espiritual",  no sentido mental e cientifico do termo.


SUBJECT: RES: [ciencialist] Facebook altera sua percepção do mundo
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2015 06:31

Brudna,

 

Creia. Nos últimos meses, essa notícia que postou foi o de que mais valioso caiu por aqui.

Ao menos para mim.

 

Grato.

 

Victor.

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 6 de março de 2015 10:07
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Facebook altera sua percepção do mundo

 

 

Devemos ter cuidado ao usar o Face.

O algoritmo de seleção de notícias e mensagens que vemos é construído para filtrar assuntos de nosso 'interesse'. O Face usa o comportamento de cliques, likes, tempo de permanência em grupos e páginas, interação com amigos e semi-estranhos, gostos diversos, etc. ; e de posse dessas informações faz um apanhado do que o usuário provavelmente gostaria de ver.

 

Assim, se vc clicar em notícias anti-PT ou anti-PSDB (ou qquer assunto polêmico) o Face vai começar a largar mais daquele assunto. Dessa forma nossa percepção pode ser alterada em poucos dias de uso da plataforma. Se acompanharmos o caos, o Face mostrará ainda mais caos!

 

Não é culpa do Face. É assim que empresas tentam agradar um cliente. Mostram o produto que desejamos comprar. Lojas online fazem isso. O Google faz isso. 

 

Até

Luís Brudna

luisbrudna@gmail.com

=-=


SUBJECT: Revolução cultural com espírito cientifico?
FROM: Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2015 13:46

Prezado Cacildo Krebs

Aos politicos e aos mega-especuladores como George Soros que já faturou 90 bilhões com a Petrobrás (ele é o maior acionista privado da empresa colocado lá por FHC), a ciência só  tem valor quando usada em favor de seus interesses. 
Portando dessa gente não se pode esperar absolutamente nada. 
A quem caberia então organizar a revolução cultural? 
Uma das primeiras providências dessa revolução seria transformar a mídia num meio de formação da tal falada cidadania. 

Mas a midia tem como foco PURAMENTE A AUDIÊNCIA CUJOS DADOS SÃO FORNECIDOS PELO IBOPE. 
Para obter audiência as emissoras de TV fazem o que agrada ao povo. Se os programas tivessem qualidade a audiência despencaria. Para que os programas tenham qualidade é preciso educar o povo, o que exige uma reforma do ensino que compete aos politicos fazer. E tudo que depende dos políticos obviamente não terá nenhum "espirito cientifico". 
A ciência, como se diz, é baseada em FATOS. As teorias são subordinadas aos fatos que vão comprovar se elas estavam certas ou não. 

Uma revolução cultural demanda um programa, um planejamento, uma estratégia de caráter cientifico. Se não for orientada pela pensamento cientifico fracassará como tantas revoluções de nossa historia. 
Além disso, para fazer essa revolução são necessários muitos recursos financeiros. 
A internet é sem dúvida um bom meio de comunicação.

Mas é um "meio" cuja eficácia depende de ORGANIZAÇÃO que mobilize amplos setores da sociedade. 
E sequer o nosso mundo acadêmico, as nossas universidades estão pensando nisso. 

Abraços
Mtnos Calil 



Sr. Mtnos Calil!


Quem hoje no Brasil, de sã consciência, sendo intelectual ou não, não concorda que o país está enfrentando uma das suas maiores crises políticas de toda a sua história? Desde a queda da ditadura militar, tivemos 7 eleições, 4 Presidentes eleitos, sendo 1 impeachment. Caso saia o impeachment da Presidente será o 2º impeachment em 4 Presidentes eleitos, ou seja: 50% dos Presidentes eleitos expulsos do governo por incompetência ou por se locupletarem dessa posição para benefício próprio e de outros, sem dar a mínima para os interesses da nação e do povo.

Quem sabe, dentro de todas as teorias aqui expostas, filosofando e tentando definir os mais variados conceitos, consigamos definir o que se passa na cabeça dos políticos, do povo, e qual o nosso sentimento de nação.

Nunca desejamos tanto a intervenção militar como agora nesse momento.

É uma pena. Enquanto o mundo progride e supera as suas deficiências, o tempo passa e aqui nada acontece de novo. Sempre a mesma coisa, de governo para governo: roubo, formação de quadrilha, luta pelo poder, decisões políticas erradas, etc.

Abs

Cacildo Krebs

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 5 de março de 2015 23:48
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist


Prezado moderador. 

Venho através desta solicitar ao sr. autorização para enviar uma mensagem semanal para o grupo abordando a gravíssima crise pela qual está passando o nosso país. 

Abaixo apresento uma mensagem sobre o tema, de modo a ter uma referência para o sr. tomar uma decisão.

Agradecendo por sua atenção aguardo a sua deliberação

Atenciosamente

Mtnos Calil 

Por uma ciência voltada para o bem comum. 

=============================================



SUBJECT: Re: [ciencialist] Descobri o que a Ciencialist não é!;
FROM: Jeff <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2015 15:23

Com certeza seria muito mais inteligente decidirmos as coisas usando o método científico, em vez de democracia né... Em vez de escolhermos ideias (ou, pior ainda, escolhermos algumas poucas pessoas pra escolherem ideias), através de simples contagens de votos, baseados em vantagens pessoais e opiniões sem a necessidade de qualquer fundamento, seria muito melhor decidirmos tudo o que pudermos com conclusões tiradas através do uso do método científico né... Para cada problema, em vez de votarmos numa solução, seria adotada a solução cientificamente comprovada mais eficiente, que poderia ser criada por quaisquer pessoas. Amanhã outros poderiam desenvolver uma solução melhor...

Poderíamos fazer isso pra praticamente todos os nossos problemas, até pra questões morais. A ciência é "democrática", no sentido de que todos podem fazer, desde que conheçam o método. O ideal, portanto, seria, também, que todos tivessem uma ótima educação científica, formando cidadãos-cientistas, pra que todos tivessem entendimento e capacidade de participar. Pra implementarmos isso, poderíamos desenvolver um sistema de informação, acessível por todos, colaborativo, de código aberto, pro gerenciamento dos projetos, com um processo que garantisse a mais rigorosa aplicação do método científico no desenvolvimento destes.

Hoje temos uma ciência bem sólida e avançada, e tecnologia mais do que suficiente pra usarmos ciência na administração da sociedade com a possibilidade de participação de todos (milhões, bilhões de cabeças), mas, apenas por tradição, por "inércia", com a contínua manipulação pelos poderosos tentando manter as coisas, ainda usamos este sistema obsoleto de 2500 anos... Além de outros piores...

P.S.: Uma democracia direta e mais sofisticada assim já seria um grande avanço em relação ao que fazemos hoje: 
https://www.youtube.com/watch?v=aCQsJk0ktmw

[]s,
Jeff.


 

Discutir politica é uma coisa muito diferente de discutir soluções cientificas para os problemas do Brasil (e da humanidade).
Mas isso requer "espirito cientifico". 
E por falar nos transtornos citados pelo Dr. Alberto,  esse é um dos temas fundamentais da psicologia do poder e dos politicos. 
A humanidade está sendo governada por alguns psicopatas. 
Não existe solução "especializada" para os problemas politicos que são uma parte de um conjunto complexo e multidisciplinar. 
Discutir politica isoladamente das outras partes que compõem o conjunto é pura perda de tempo. As partes fundamentais deste conjunto são : POLITICA-ECONOMIA-SOCIOLOGIA-PSICOLOGIA-BIOLOGIA, sendo que cada uma destas partes é por sua vez, um conjunto de outras partes. 

A formação de um espirito cientifico é pré-requisito da busca de uma saída para o labirinto em que se encontra a humanidade. 
Mesmo que não haja saída, o unico caminho é o cientifico. Milagres podem acontecer no meio do caminho. O surgimento da vida em nosso planeta foi um milagre - neste sentido:  fenômeno cuja chance de acontecer é infinitezimal. E se um milagre desta dimensão ocorreu, outro também pode acontecer. 
O que é espirito cientifico? Uma das referências para se responder a esta pergunta é o livro do professor de Fisica Gaston Bachelard (1884-1962), intitulado "Formação do Espírito Cientifico" que segue no arquivo anexo. (Um cientista e professor de fisica que fala em "psicanálise do conhecimento" )

Mtnos Calil 

Ps. Transtornos mentais e emocionais fazem parte da conduta humana e é essa é uma das razões fundamentais de algumas desgraças da humanidade como as provocadas pelas guerras, onde o prazer de matar, de torturar e de estuprar se manifesta selvagemente.  O homem é um animal  apenas semi-civilizado. A guerra é em si mesma um ato de loucura. O homem é sapiens e demens, mas seu narcisismo o impede de enxergar o lado demens. E só a ciência pode salvar a humanidade. Mas para isso ela própria precisa passar por uma grande reforma "espiritual",  no sentido mental e cientifico do termo. 



Em Sex 06/03/15 20:08, Alberto Mesquita Filho albmesq@uol.com.br [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 

 

Acessando a página de informações da Ciencialist [https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/info] encontrei os seguintes dizeres no item Descrição do Grupo:
 
- Favor não debater religião e política neste grupo. - Quem enviar excesso de off-topic será moderado.
 
Falta agora definir Smiley piscando o que seria «debater religião, política e excesso de off-topic», mas creio que independentemente do que sejam, a discussão destes assuntos provavelmente seria off-topic, logo deixo o dito pelo não dito.
 
[ ]´s
Alberto

http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
 
PS 1.: Estou pensando seriamente em seguir a sugestão do Belmiro (sair do grupo), mas como já pensei nisso várias vezes no passado e acabei não saindo, fica também o dito pelo não dito. Prosseguirei aqui dando vazão a meu grave transtorno mental e/ou conduta esquizóide, termos estes que, dentre outros, foram sugeridos, creio que de maneira elogiosa, casta e pura como a neve, pelo Diretor de Redação do Instituto Mãos Limpas Brasil.
 

 

 

SUBJECT: Re: [ciencialist] Descobri o que a Ciencialist não é!;
FROM: Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2015 16:36

1. "...educação científica, formando cidadãos-cientistas"

Essa é a frase mais genial que eu já vi no Ciencialist. 
Compensou todos os ataques e calúnias de que fui vitima (uma delas, tresloucada, dizia que minha intenção era destruir o grupo!). 

O Papa Francisco que está querendo modernizar (e moralizar) a Igreja Católica poderia apoiar esta proposta, pois ao mesmo tempo que uma pessoa acredita em Deus pode adotar uma "estratégia cientifica de vida" (aqui na terra, mesmo que acredite na vida após a morte). Jogar a ciência contra a religião não é uma estratégia cientifica. Pelo contrário, é uma estratégia fundamentalista. A formação do verdadeiro espirito cientifico é incompativel com o cientificismo (ou fundamentalismo cientifico anti-cientifico). 

2. Hoje temos uma ciência bem sólida e avançada, e tecnologia mais do que suficiente pra usarmos ciência na administração da sociedade. 

Há muitos anos que espero ler ou ouvir de alguém estas palavras. Se eu fosse religioso, diria que Deus resolveu me dar este presente pelas mãos do sr. Jeff. 

3. Poderíamos fazer isso para praticamente todos os nossos problemas, até para questões morais. 

Dentre as definições "científicas" que consegui encontrar no Aurélio, a que mais me surpreendeu foi essa: "Ética é a ciência da conduta humana". 

Segue abaixo os links onde se encontram matérias do projeto em andamento no Mãos Limpas,  "Ética, por uma ciência da conduta humana" 

O tema da "Educação cientifica" voltada para a formação de  "cidadãos cientistas"  ( e também de "cientistas cidadãos" passará a fazer parte desta série. 

Ética: por uma ciência da conduta humana - Agressão- 1
Ética: por uma ciência da conduta humana - Agressão -3
Ética: por uma ciência da conduta humana - Introdução
Ética: por uma ciência da conduta humana - sessão de debates
Ética: por uma ciência da conduta humana- Agressão- 2

MC

Ps. Atuando na área de consultoria empresarial, um dia me ocorreu que as empresas careciam de uma "administração cientifica". Porem não cheguei a dizer isso para NENHUM EMPRESÁRIO, pois no sistema vigente, as empresas são obrigadas a seguir as "LEIS DE MERCADO" tanto quanto a humanidade é obrigada a seguir as leis da natureza, sendo que nenhumas nem outras foram criadas pela ciência.
 



On Sáb 07/03/15 15:23 , "Jeff jeff@jeff.com.br [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 

Com certeza seria muito mais inteligente decidirmos as coisas usando o método científico, em vez de democracia né... Em vez de escolhermos ideias (ou, pior ainda, escolhermos algumas poucas pessoas pra escolherem ideias), através de simples contagens de votos, baseados em vantagens pessoais e opiniões sem a necessidade de qualquer fundamento, seria muito melhor decidirmos tudo o que pudermos com conclusões tiradas através do uso do método científico né... Para cada problema, em vez de votarmos numa solução, seria adotada a solução cientificamente comprovada mais eficiente, que poderia ser criada por quaisquer pessoas. Amanhã outros poderiam desenvolver uma solução melhor...

Poderíamos fazer isso pra praticamente todos os nossos problemas, até pra questões morais. A ciência é "democrática", no sentido de que todos podem fazer, desde que conheçam o método. O ideal, portanto, seria, também, que todos tivessem uma ótima educação científica, formando cidadãos-cientistas, pra que todos tivessem entendimento e capacidade de participar. Pra implementarmos isso, poderíamos desenvolver um sistema de informação, acessível por todos, colaborativo, de código aberto, pro gerenciamento dos projetos, com um processo que garantisse a mais rigorosa aplicação do método científico no desenvolvimento destes.

Hoje temos uma ciência bem sólida e avançada, e tecnologia mais do que suficiente pra usarmos ciência na administração da sociedade com a possibilidade de participação de todos (milhões, bilhões de cabeças), mas, apenas por tradição, por "inércia", com a contínua manipulação pelos poderosos tentando manter as coisas, ainda usamos este sistema obsoleto de 2500 anos... Além de outros piores...

P.S.: Uma democracia direta e mais sofisticada assim já seria um grande avanço em relação ao que fazemos hoje: 
https://www.youtube.com/watch?v=aCQsJk0ktmw

[]s,
Jeff.


 

Discutir politica é uma coisa muito diferente de discutir soluções cientificas para os problemas do Brasil (e da humanidade).
Mas isso requer "espirito cientifico". 
E por falar nos transtornos citados pelo Dr. Alberto,  esse é um dos temas fundamentais da psicologia do poder e dos politicos. 
A humanidade está sendo governada por alguns psicopatas. 
Não existe solução "especializada" para os problemas politicos que são uma parte de um conjunto complexo e multidisciplinar. 
Discutir politica isoladamente das outras partes que compõem o conjunto é pura perda de tempo. As partes fundamentais deste conjunto são : POLITICA-ECONOMIA-SOCIOLOGIA-PSICOLOGIA-BIOLOGIA, sendo que cada uma destas partes é por sua vez, um conjunto de outras partes. 

A formação de um espirito cientifico é pré-requisito da busca de uma saída para o labirinto em que se encontra a humanidade. 
Mesmo que não haja saída, o unico caminho é o cientifico. Milagres podem acontecer no meio do caminho. O surgimento da vida em nosso planeta foi um milagre - neste sentido:  fenômeno cuja chance de acontecer é infinitezimal. E se um milagre desta dimensão ocorreu, outro também pode acontecer. 
O que é espirito cientifico? Uma das referências para se responder a esta pergunta é o livro do professor de Fisica Gaston Bachelard (1884-1962), intitulado "Formação do Espírito Cientifico" que segue no arquivo anexo. (Um cientista e professor de fisica que fala em "psicanálise do conhecimento" )

Mtnos Calil 

Ps. Transtornos mentais e emocionais fazem parte da conduta humana e é essa é uma das razões fundamentais de algumas desgraças da humanidade como as provocadas pelas guerras, onde o prazer de matar, de torturar e de estuprar se manifesta selvagemente.  O homem é um animal  apenas semi-civilizado. A guerra é em si mesma um ato de loucura. O homem é sapiens e demens, mas seu narcisismo o impede de enxergar o lado demens. E só a ciência pode salvar a humanidade. Mas para isso ela própria precisa passar por uma grande reforma "espiritual",  no sentido mental e cientifico do termo. 



Em Sex 06/03/15 20:08, Alberto Mesquita Filho albmesq@uol.com.br [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 

 

Acessando a página de informações da Ciencialist [https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/info] encontrei os seguintes dizeres no item Descrição do Grupo:
 
- Favor não debater religião e política neste grupo. - Quem enviar excesso de off-topic será moderado.
 
Falta agora definir Smiley piscando o que seria «debater religião, política e excesso de off-topic», mas creio que independentemente do que sejam, a discussão destes assuntos provavelmente seria off-topic, logo deixo o dito pelo não dito.
 
[ ]´s
Alberto

http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
 
PS 1.: Estou pensando seriamente em seguir a sugestão do Belmiro (sair do grupo), mas como já pensei nisso várias vezes no passado e acabei não saindo, fica também o dito pelo não dito. Prosseguirei aqui dando vazão a meu grave transtorno mental e/ou conduta esquizóide, termos estes que, dentre outros, foram sugeridos, creio que de maneira elogiosa, casta e pura como a neve, pelo Diretor de Redação do Instituto Mãos Limpas Brasil.
 

 

 



SUBJECT: A tecnologia e a ciência podem transformar o mundo social e politico?
FROM: Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2015 21:37

 

“ Uma democracia direta e mais sofisticada assim já seria um grande avanço em relação ao que fazemos hoje”
https://www.youtube.com/watch?v=aCQsJk0ktmw

 

=======================================

 

Muito interessante este vídeo porque coloca em pauta o assunto

dos limites da tecnologia (e da ciência)  para a transformação da sociedade. 

 

A primeira revolução tecnológica da Historia foi a agricultura, que ocorreu há cerca de dez mil anos. Passado tanto tempo, não conseguimos até hoje resolver num país do tamanho do Brasil sequer os conflitos agrários e ainda estamos discutindo a reforma agrária que é uma medida capitalista, como se fosse comunista.  Este exemplo revela que a tecnologia não é instrumento para a solução dos conflitos sociais humanos. (nem dos animais não humanos).

 

O video supervaloriza a importância da "Era Digital" como instrumento para a implantação de uma "democracia pura". 

 

No entanto,  internet já é em si mesma a maior revolução na comunicação da história da humanidade. Nos países desenvolvidos toda a população tem acesso à internet e isso nada influenciou a falsa democracia existentes nestes paises. 

 

O video propõe o fim dos políticos profissionais sem levar em conta O QUE É A POLITICA. 

A proposta leva em conta tecnologia mas não a ciência aplicada ao mundo social e político. 

O que precisa mudar no homem não está ao alcance de qualquer tecnologia e que se resume em essência, na sua forma de SE RELACIONAR. Que adianta todos os habitantes da terra terem acesso à internet se, como ocorre hoje, apenas 85 habitantes concentram riqueza equivalente à possuida por 3,5 bilhões? 

 

Outro aspecto da REALIDADE (ou seja, dos FATOS que são a matéria prima da ciência) é que existe no Brasil cerca de um milhão de leis elaboradas pelos políticos, o que é impossível de ser executado com a participação da população. 

 

Não sou contra a proposta de promovermos um avanço através dos computadores, mas discordo da  forma (não cientifica)  em que ela foi apresentada. É óbvio que os donos do poder não vão desmontar a máquina dos políticos profissionais. Para que isso ocorresse seria necessária uma revolução através da qual os autores da proposta (ou seus representantes) assumissem o poder.  


E mesmo que essa revolução acontecesse e a proposta fosse implantada pela força, a história já revelou como no caso da Revolução Francesa de 1789 e da Russa de 1917, que tudo volta a ser como antes no quartel d’Abrantes – (exceto a tecnologia que em nada mudou as relações de poder – parece que existe uma lei social inexorável, segundo a qual a sociedade só pode ser governada por uma minoria que ao assumir o poder faz uso dele para privilegiar seus ocupantes).

 

Quanto a Rousseau, ele foi um filósofo que ficou consagrado por uma teoria que eu desconfio que nem ele mesmo acreditava – a do bom selvagem (ou “tabula rasa”) segundo a qual o homem nasce um anjo e depois se demoniza devido à cultura.

 

O que me estranha é que ainda hoje Rousseau seja considerado um arauto da democracia. Seus  seguidores não levaram a sério o que ele disse sobre a democracia no seu Best seller  “Le contrate social” (O contrato Social)?: 

 

“...il nʼa jamais existé de véritable démocratie, et il nʼen existera jamais"

 

Ele explica  porque a democracia nunca existiu e nunca existirá:

 

Il est contre lʼordre naturel que le grand nombre  gouverne et que le petit soit gouverné. “On ne peut imaginer que le peuple reste incessamment assemblé pour vaquer aux affaires publiques...”  ,


ratificando a citada “lei social” segundo a qual a humanidade tem que ser governada por uma pequena minoria .

 

Moral da história:  se a democracia “pura” é uma fantasia,  só resta à maioria que é dominada pela minoria continuar lutando para ampliar seu reduzido espaço na falsa democracia. É claro que a Era Digital facilita essa DURA LUTA, mas sem as ilusões do mito igualitarista que  a Historia já descartou. E o pior: hoje estamos numa fase REGRESSIVA do pseudo “Estado de Direito Democrático”.

Se quisermos aplicar o pensamento cientifico ao mundo social e politico temos que recorrer à estratégia clinica do diagnóstico. A “democracia pura” não foi resultante de um diagnóstico cientifico, o que não a invalida, mas sugere a sua reconstrução. 

 

MC

 

Ps. Muito contribui para uma visão cientifica da política a obra de Hannah Arendt.  Ela mostra como a ética e a política não se dão bem. Porém sem uma compreensão biopsicólogica da “natureza humana” que fez do homem um ser competitivo (e predador) a visão cientifica não se completa e fica restrita ao “culturalismo roussoniano”. 


Ps2. O livro do Rousseau está aqui: 

http://www.rousseauonline.ch/pdf/rousseauonline-0004.pdf


Eu fui lá para conferir se não houve alguma falha na tradução para o português da frase que fala que a democracia (verdadeira)  nunca existirá. Não houve, e esse "verdadeira" confirma que, segundo Rousseau, a existente era falsa. (e obviamente continua sendo).


Ps3. Vale lembrar que a palavra "democracia" é mais uma muito falada e pouco definida. 







On Sáb 07/03/15 15:23 , "Jeff jeff@jeff.com.br [ciencialist]" ciencialist@yahoogrupos.com.br sent:
 

Com certeza seria muito mais inteligente decidirmos as coisas usando o método científico, em vez de democracia né... Em vez de escolhermos ideias (ou, pior ainda, escolhermos algumas poucas pessoas pra escolherem ideias), através de simples contagens de votos, baseados em vantagens pessoais e opiniões sem a necessidade de qualquer fundamento, seria muito melhor decidirmos tudo o que pudermos com conclusões tiradas através do uso do método científico né... Para cada problema, em vez de votarmos numa solução, seria adotada a solução cientificamente comprovada mais eficiente, que poderia ser criada por quaisquer pessoas. Amanhã outros poderiam desenvolver uma solução melhor...

Poderíamos fazer isso pra praticamente todos os nossos problemas, até pra questões morais. A ciência é "democrática", no sentido de que todos podem fazer, desde que conheçam o método. O ideal, portanto, seria, também, que todos tivessem uma ótima educação científica, formando cidadãos-cientistas, pra que todos tivessem entendimento e capacidade de participar. Pra implementarmos isso, poderíamos desenvolver um sistema de informação, acessível por todos, colaborativo, de código aberto, pro gerenciamento dos projetos, com um processo que garantisse a mais rigorosa aplicação do método científico no desenvolvimento destes.

Hoje temos uma ciência bem sólida e avançada, e tecnologia mais do que suficiente pra usarmos ciência na administração da sociedade com a possibilidade de participação de todos (milhões, bilhões de cabeças), mas, apenas por tradição, por "inércia", com a contínua manipulação pelos poderosos tentando manter as coisas, ainda usamos este sistema obsoleto de 2500 anos... Além de outros piores...

P.S.: Uma democracia direta e mais sofisticada assim já seria um grande avanço em relação ao que fazemos hoje: 
https://www.youtube.com/watch?v=aCQsJk0ktmw

[]s,
Jeff.


 

Discutir politica é uma coisa muito diferente de discutir soluções cientificas para os problemas do Brasil (e da humanidade).
Mas isso requer "espirito cientifico". 
E por falar nos transtornos citados pelo Dr. Alberto,  esse é um dos temas fundamentais da psicologia do poder e dos politicos. 
A humanidade está sendo governada por alguns psicopatas. 
Não existe solução "especializada" para os problemas politicos que são uma parte de um conjunto complexo e multidisciplinar. 
Discutir politica isoladamente das outras partes que compõem o conjunto é pura perda de tempo. As partes fundamentais deste conjunto são : POLITICA-ECONOMIA-SOCIOLOGIA-PSICOLOGIA-BIOLOGIA, sendo que cada uma destas partes é por sua vez, um conjunto de outras partes. 

A formação de um espirito cientifico é pré-requisito da busca de uma saída para o labirinto em que se encontra a humanidade. 
Mesmo que não haja saída, o unico caminho é o cientifico. Milagres podem acontecer no meio do caminho. O surgimento da vida em nosso planeta foi um milagre - neste sentido:  fenômeno cuja chance de acontecer é infinitezimal. E se um milagre desta dimensão ocorreu, outro também pode acontecer. 
O que é espirito cientifico? Uma das referências para se responder a esta pergunta é o livro do professor de Fisica Gaston Bachelard (1884-1962), intitulado "Formação do Espírito Cientifico" que segue no arquivo anexo. (Um cientista e professor de fisica que fala em "psicanálise do conhecimento" )

Mtnos Calil 

Ps. Transtornos mentais e emocionais fazem parte da conduta humana e é essa é uma das razões fundamentais de algumas desgraças da humanidade como as provocadas pelas guerras, onde o prazer de matar, de torturar e de estuprar se manifesta selvagemente.  O homem é um animal  apenas semi-civilizado. A guerra é em si mesma um ato de loucura. O homem é sapiens e demens, mas seu narcisismo o impede de enxergar o lado demens. E só a ciência pode salvar a humanidade. Mas para isso ela própria precisa passar por uma grande reforma "espiritual",  no sentido mental e cientifico do termo. 



Em Sex 06/03/15 20:08, Alberto Mesquita Filho albmesq@uol.com.br [ciencialist] ciencialist@yahoogrupos.com.br escreveu:

 

 

Acessando a página de informações da Ciencialist [https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/ciencialist/info] encontrei os seguintes dizeres no item Descrição do Grupo:
 
- Favor não debater religião e política neste grupo. - Quem enviar excesso de off-topic será moderado.
 
Falta agora definir Smiley piscando o que seria «debater religião, política e excesso de off-topic», mas creio que independentemente do que sejam, a discussão destes assuntos provavelmente seria off-topic, logo deixo o dito pelo não dito.
 
[ ]´s
Alberto

http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
 
PS 1.: Estou pensando seriamente em seguir a sugestão do Belmiro (sair do grupo), mas como já pensei nisso várias vezes no passado e acabei não saindo, fica também o dito pelo não dito. Prosseguirei aqui dando vazão a meu grave transtorno mental e/ou conduta esquizóide, termos estes que, dentre outros, foram sugeridos, creio que de maneira elogiosa, casta e pura como a neve, pelo Diretor de Redação do Instituto Mãos Limpas Brasil.
 

 

 



SUBJECT: Re: [ciencialist] Revolução cultural com espírito cientifico?
FROM: Cacildo Krebs Neto <krebscacildo@gmail.com>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/03/2015 11:15

Concordo em tudo Sr. Mtnos. Penso da mesma forma. O problema de uma Revolução Cultural num povo, de determinado país leva, pelo menos, 20 anos para começar a surgir efeito e ninguém quer investir para colher frutos num futuro muito distante. Esse é o grande problema. As políticas adotadas são para o "agora".

Abraços
Cacildo Krebs

Enviado do meu iPhone

Em 07/03/2015, às 13:46, Mtnos Calil mtnoscalil@terra.com.br [ciencialist] <ciencialist@yahoogrupos.com.br> escreveu:

 

Prezado Cacildo Krebs

Aos politicos e aos mega-especuladores como George Soros que já faturou 90 bilhões com a Petrobrás (ele é o maior acionista privado da empresa colocado lá por FHC), a ciência só  tem valor quando usada em favor de seus interesses. 
Portando dessa gente não se pode esperar absolutamente nada. 
A quem caberia então organizar a revolução cultural? 
Uma das primeiras providências dessa revolução seria transformar a mídia num meio de formação da tal falada cidadania. 

Mas a midia tem como foco PURAMENTE A AUDIÊNCIA CUJOS DADOS SÃO FORNECIDOS PELO IBOPE. 
Para obter audiência as emissoras de TV fazem o que agrada ao povo. Se os programas tivessem qualidade a audiência despencaria. Para que os programas tenham qualidade é preciso educar o povo, o que exige uma reforma do ensino que compete aos politicos fazer. E tudo que depende dos políticos obviamente não terá nenhum "espirito cientifico". 
A ciência, como se diz, é baseada em FATOS. As teorias são subordinadas aos fatos que vão comprovar se elas estavam certas ou não. 

Uma revolução cultural demanda um programa, um planejamento, uma estratégia de caráter cientifico. Se não for orientada pela pensamento cientifico fracassará como tantas revoluções de nossa historia. 
Além disso, para fazer essa revolução são necessários muitos recursos financeiros. 
A internet é sem dúvida um bom meio de comunicação.

Mas é um "meio" cuja eficácia depende de ORGANIZAÇÃO que mobilize amplos setores da sociedade. 
E sequer o nosso mundo acadêmico, as nossas universidades estão pensando nisso. 

Abraços
Mtnos Calil 



Sr. Mtnos Calil!


Quem hoje no Brasil, de sã consciência, sendo intelectual ou não, não concorda que o país está enfrentando uma das suas maiores crises políticas de toda a sua história? Desde a queda da ditadura militar, tivemos 7 eleições, 4 Presidentes eleitos, sendo 1 impeachment. Caso saia o impeachment da Presidente será o 2º impeachment em 4 Presidentes eleitos, ou seja: 50% dos Presidentes eleitos expulsos do governo por incompetência ou por se locupletarem dessa posição para benefício próprio e de outros, sem dar a mínima para os interesses da nação e do povo.

Quem sabe, dentro de todas as teorias aqui expostas, filosofando e tentando definir os mais variados conceitos, consigamos definir o que se passa na cabeça dos políticos, do povo, e qual o nosso sentimento de nação.

Nunca desejamos tanto a intervenção militar como agora nesse momento.

É uma pena. Enquanto o mundo progride e supera as suas deficiências, o tempo passa e aqui nada acontece de novo. Sempre a mesma coisa, de governo para governo: roubo, formação de quadrilha, luta pelo poder, decisões políticas erradas, etc.

Abs

Cacildo Krebs

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 5 de março de 2015 23:48
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Solicitação para o moderador do Ciencialist


Prezado moderador. 

Venho através desta solicitar ao sr. autorização para enviar uma mensagem semanal para o grupo abordando a gravíssima crise pela qual está passando o nosso país. 

Abaixo apresento uma mensagem sobre o tema, de modo a ter uma referência para o sr. tomar uma decisão.

Agradecendo por sua atenção aguardo a sua deliberação

Atenciosamente

Mtnos Calil 

Por uma ciência voltada para o bem comum. 

=============================================



SUBJECT: 7 experimentos cientificos
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br,indianotransparencia@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/03/2015 13:28

Minha opinião: a palavra experimento não significa necessariamente que ele leva à verdade dos fatos. Posso ter essa opinião? Segundo o emérito professor de Fisica Gaston Bachelard ( 1884-1962),  em ciência a opinião não vale nada. Felizmente o que eu disse não foi uma opinião. Foi apenas a repetição de uma obviedade ululante. Graças a Bachelard, a palavra opinião vai entrar na minha lista de 11 palavras que devem ser extintas do vocabulário humano, por serem uma afronta ao espírito cientifico: 

1. Achar (no sentido de pensar)
2. Opinião 
3. Interpretação, quando utilizada fora do ambiente artistico e literário, onde cada um interpreta o que quiser do modo que quiser 
4. Ideologia 
5. Política  - a sub-raça dos politicos seria extinta e substituida por administradores da coisa pública. Falta porém arrumar um termo substitutivo. A ficção do analfabeto politico do Brecht valeu para o século XX, onde foram feitos os experimentos suficientes para provar que analfabeto é aquele que defende a politica. Essa "prova" não tem validade cientifica? Ok, então que seja uma hipótese! Ou nem como hipótese teria validade cientifica? Então precisamos definir os significados da hipótese científica e da hipótese não cientifica. 
6. A palavra certo no lugar de incerto. Muito estranho isso... mas é assim: "em certa ocasião eu tive uma certa idéia a respeito de uma certa teoria a respeito do principio da incerteza do Heisemberg", onde o certo vira incerto. 
7.
8.
9.
10.
11. 

MC - Pela ciência ao alcance de todos, de preferência com bom humor dominical. 

Ps. Segundo meu experimento, muitas pessoas acordam num estado depressivo que é removido em poucos minutos com café acompanhado de um alimento doce. (v. experimento 1). A causa deste efeito é que a cafeína e o açucar depertam as células cerebrinas do bom humor. O meu experimento não tem validade cientifica porque não foi feito em nenhuma universidade. O próximo experimento que vou fazer é no lugar de tomar cafeina e comer coisas açucaradas, vou IMAGINAR que estou fazendo isso, para verificar se o efeito placebo tem lugar. 

=======================================================
7 coisas que afetam a maneira como você vê o mundo.

Saiba como alguns fatores podem alterar a sua percepção de tempo, satisfação, ética e certos comportamentos