SUBJECT: RE: [ciencialist] APRESENTE AS PROVAS, JOAQUIM SALLES / Ideologia do Vale Tudo para o sexo.
FROM: Maria Teresa Nevares <mtnevares@hotmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2012 17:31

M. Calil, se você fosse homossexual, acha que teria direitos humanos?
Essa sua questão tem pontos cegos.
Tente com sinceridade se sentir um homossexual, depois diga a si mesmo se foi fácil ou se teve preconceitos.
Quanto à sexualidade, este assunto cabe em filosofias, "quem eu sou? por que eu sou? de onde eu vim, para onde eu vou?", assuntos muito mais sérios e profundos do que ciências exatas.
Envolve a natureza de Deus e do que Ele criou. E, entre outras coisas, não julgar para não ser julgado. Olhar para a trave do próprio olho sem olhar para a trave do olho dos outros. Somos apenas humanos e falíveis.
Eu sinto como você que o assunto é sério, mas é da alçada de Deus, nem minha, nem da ciência do DIREITO OBJETIVO, onde a Justiça nunca aparece. Faz parte da ciência do DIREITO NATURAL, de São Tomás de Aquino. Diante do Direito Natural, somos, toda a humanidade, um bando do ignorantes e irracionais, podemos nos chamar de crianças com tudo para aprender a respeito dos relacionamentos entre todos os seres humanos. Aliás, Direito Natural também se aprende em Faculdades de Direito, mas depois não se aplica nada.
Agora, uma promessa, escreva o que quiser, eu não vou responder, porque eu só tenho para responder o seguinte: Estude profundamente Filosofias e Religiões Comparadas. Você tem discernimento para chegar onde quiser.
E que Deus me perdoe de eu ter me pronunciado só no final.



To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: belmirow@yahoo.com.br
Date: Sun, 4 Mar 2012 12:11:36 -0800
Subject: Re: [ciencialist] APRESENTE AS PROVAS, JOAQUIM SALLES / Ideologia do Vale Tudo para o sexo.

 

       CANSEI !! (Assim mesmo, em maiúsculas). Haja saco!!!!!!
 
 
       ] [,s
 
       Belmiro

De: Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Domingo, 4 de Março de 2012 15:04
Assunto: Re: [ciencialist] APRESENTE AS PROVAS, JOAQUIM SALLES / Ideologia do Vale Tudo para o sexo.

 
SE CONSIDERAREM FALSA, A MINHA PREMISSA SEGUNDO A QUAL DOIS HOMENS NÃO DEVEM EDUCAR UMA MENINA FACE AOS RISCOS DE A MESMA SER AFETADA EM SEU DESENVOLVIMENTO PSICO-EMOCIONAL,   A IDEOLOGIA DO VALE TUDO VAI SE EXPANDIR PELO PLANETA FAZENDO A ESQUIFRENIA SOCIAL ATINGIR
NIVEIS JAMAIS IMAGINADOS. MAS NO FRIGIR DOS OVOS ESSA SE TRATA NO CASO DA LOUCURA SEXUAL UMA REGRESSÃO À ÉPOCA DE NOSSAS TRIBOS SELVAGENS.
 
 
ESSE ASSUNTO É TÃO ÓBVIO, MAS TÃO ÓBVIO, QUE DE MINHA PARTE NÃO VOU PERDER TEMPO PARA PROVAR O ÓBVIO.
 
QUANDO SE ROMPE UM PARADIGMA, COMO OS HOMOSSEXUAIS ESTÃO DEFENDENDO, CABE A ELES APRESENTAR A PROVA.
 
A DISCUSSÃO AQUI É CIENTIFICA E NÃO TEM NADA VER COM PERSEGUIÇÃO AOS HOMOSSEXUAIS. PELO CONTRÁRIO ESTOU
PEDINDO QUE ELES APRESENTEM AS PROVAS. ELES, SEUS DEFENSORES, OS PSIQUIATRA, ETC.  SE ESTOU PEDINDO QUE
APRESENTEM AS PROVAS, OBVIAMENTE ESTOU ME RELACIONANDO COM OS HOMOSSEXUAIS SEM NENHUM PRECONCEITO DE
QUALQUER NATUREZA.
 
A REVOLUÇÃO CIENTIFICA (OU DOS PARADIGMAS, SEGUNDO KUHN) SE DÁ ATRAVÉS DE TEORIAS COMPROVADAS.
QUEM APRESENTA AS PROVAS SÃO OS AUTORES DA NOVA TEORIA.
 
VOCÊ DEFENDE UMA TEORIA REVOLUCIONÁRIA, MAS NÃO QUER TER O TRABALHO DE JUSTIFICÁ-LA.
 
ME DÊ ENTÃO APENAS UMA FONTE DA INTERNET ONDE ESTEJA PUBLICADA UMA PESQUISA QUE DEMONTRE A RACIONALIDADE DESTA LOUCURA.
 
NEM ISSO O ROBERTO QUER FAZER?
 
ESTOU ACHANDO MUITA ESTRANHO E SURPREENDENTE O POSICIONAMENTO DE VOCÊS.
 
ABRAÇOS
 
M.CALIL
 
Ps1. Vou sugerir para os psiquiatras malucos (só para os malucos, não estou generalizando) que fizeram essa pesquisa que façam uma outra para provar que o relacionamento sexual entre os dois homens e sua menina adotaa, a partir dos 9 anos, não vai afetar o seu desenvolvimento psico-emocional, se o processo de sedução seguir determinados procedimentos. Há alguns anos a Veja publicou uma matéria de uma socióloga defendendo a tese de que não há mal algum no relacionamento entre adultos e crianças. Os loucos estão, portanto, invadindo todas as áreas para a alegria dos donos do poder mundial.
 
Ps2. QUAL É O LINK ONDE ESTÁ A PESQUISA QUE PROVA A FALÁCIA? ONDE ESTÁ? PUBLICARAM ESSA PESQUISA NA INTERNET? JÁ CONSULTEI VARIOS SITES E ATÉ AGORA SÓ VI BLA-BLA-BLA.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, March 04, 2012 12:06 PM
Subject: Re: [ciencialist] APRESENTE AS PROVAS, ROBERTO

 
Caro Mtnos,

Não vc não usou o bom senso. Partiu de algumas premissas falsas ou pelo menos não comprovadas. Uma delas que o sexo é de determinação "cultural" bem na linha de um pseudo-seguidor de Freud ( aquele viciado em cocaína, famoso, que influiu na sociedade fortemente). 

Outro ponto é que quer definir algo de "ideologia zero" contudo seu texto é fortemente ideológico nem se dando ao trabalho de ver a resposta do Takata e o link apontados por ele. 

O próprio Takata informou de varias "estratégias" usadas pela natureza, que podemos considerar "homossexual", do ponto de vista humano, contudo deram certo, pois os animais que seguem essa linha estão ai a algum "tempinho"...


Podemos partir de outra linha de  pensamento. Veja, por exemplo, em http://depositode.blogspot.com/2010/05/adocao-e-casamento-gay.html.
Antes que fale da que o  liberalismo é amoral recomendo também ler http://depositode.blogspot.com/2008/12/amoralidade-do-liberalismo.html. Ah, sim certamente dirá que o texto seguem uma ideologia, verdade; mas também recomendo ler nesse link http://depositode.blogspot.com/2009/08/devaneios-sobre-metodologia-e.html . 

No fundo, o que quer não é saber se crianças podem ser educadas por pais homossexuais e isso faz mal a elas... quer uma definição de ideologia zero. A sua, do bom senso, não é uma de ideologia zero.

O meu bom senso mostra e ainda a observação de alguns casos, (que minha paixão relata de crianças das escolas onde deu aula) que existem os mais diversos formatos - de fato  - de famílias ( avós, irmãos mais velhos, padrinhos, tios etc) cuidando das crianças. Raros são os casos de famílias "papai e mamãe", por inúmeras razões: morte, doenças, pais desconhecido ou omisso e por ai vai. A sexualidade ou bom desenvolvimento de uma criança nada tem haver com isso, agora cabe a você provar que o bom senso esta errado :) 

E prova mão é artigo citando provas...Prova é pesquisa, sua metodologia etc etc

Abraços

Joaquim

Em 3 de março de 2012 23:25, Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br> escreveu:
 
APRESENTE AS PROVAS ROBERTO.
EU SO USEI O BOM SENSO ATÉ AGORA.
APRENDI COM A NATUREZA QUE UMA MENINA NÃO PODE SER EDUCADA POR DOIS HOMENS.
SE ESTE BOM SENSO OU SENSO COMUM ESTIVER EQUIVOCADO, CABE A VOCÊ APRESENTAR AS PROVAS.
ONDE ESTÃO AS PESQUISAS?
ME APRESENTE APENAS UMA QUE PROVA QUE EU ESTOU ERRADO. PROVA NÃO É ARTIGO CITANDO PROVAS... PROVA É A PESQUISA, SUA METODOLOGIA, ETC. ETC.
 
VOU EXAMINAR A PESQUISA DIREITINHO PARA VER SE ELA TEM CONSISTÊNCIA E REPRESENTATIVIDADE ESTATISTICA.
 
 
OBRIGADO
M.CALIL
 
 
----- Original Message -----
From: roberto
Sent: Saturday, March 03, 2012 10:42 PM
Subject: [ciencialist] Re: bebês, sexo, regua e relógio

 
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luiz Eduardo
> Perguntei se as variaveis estudadas são bastante e suficientes.

Uma ampla gama de variáveis foram pesquisadas ao longo destes quase 40 anos.

Vc pode enviar uma cartinha listando as falhas metodológicas do conjunto de pesquisas para tentar demover a APA de seu posicionamento oficial.

Se quiser fazer dinheiro, em vez de ser adotado por um casal guei, pode pedir verbas pras associações cristãs e financiar pesquisas contrárias.

Roberto Takata






SUBJECT: A BARBARIE DO SECULO CONSIDERADA PELA IDEOLOGIA DO VALE TUDO COMO FALACIA
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2012 22:21

Bunca vi tanta falácia numa critica ao texto meu. Isso se deve ao fato de você não entender bulhufas de psicologia (psicologia não behaviourista, não pseudo "experimentalista".
 
mas de novo, o feed-back merece registro... a psicologia humana/humanista também está indo para o beleleu... este grupo está expressando essa queda fatal...
 
tem gente que mete o pau na psicanálise sem conhecê-la
tem gente que lê alguns livro do Freud e acha que isso é suficiente para conhecer a psicanálsie.
 
E tem gente que não sabe que Freud foi apenas um pioneiro que tem muitos seguidores que depuraram a ortodoxia do pioneiro.
 
ESTE TAMANHO DE LETRA NÃO É DE GRITO.
O DE GRITO É BEM MAIOR QUE ISSO.
 
ESTE TAMANHO É DE INDIGNAÇÃO COM AS BARBÁRIES QUE ESTÃO TODAS ESCRITAS, MAS QUE NÃO SERÃO DIVULGADAS COM O NOME DOS AUTORES, PARA ASSIM PRESERVAR A IMAGEM PESSOAL DELES.
 
MAS QUEM QUISER TER SEU NOME AO LADO DAS BARBÁRIES LOGICAMENTE SERÁ ATENDIDO.
 
POR ENQUANTO A MAIOR BARBARIE AQUI REGISTRADA  É QUE DOIS HOMENS PODEM EDUCAR UMA MENINA SEM NENHUM PREJUIZO PARA SEU DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL. ESSA VAI SER UMA DAS BARBARIES IDEOLOGICAS DO SECULO XXI. MAS OUTRAS VIRÃO...
 
FICO NA TORCIDA PARA QUE HAJA UMA CONTRIBUIÇÃO POSITIVA DO GRUPO, PARA ASSIM,
CONTERMO A ESQUIZOFRENIA SOCIAL EM MARCHA.
 
ASSIM O FALSO E O VERDADEIRO VÃO SE MISTURANDO PARA COMPOR O CENÁRIO DA TRAGÉDIA DO SECULO XXI.
 
Mtnos Calil
Consultor organizacional
 
 
----- Original Message -----
From: Ivan Carlos
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, March 04, 2012 9:57 PM
Subject: RE: [ciencialist] Logica e precisão na comunicação com Alvaro Augusto + psicanalise.

 

2 cents

Nunca vi tanta falácia em um único texto.

...e por que gritastes tanto, Mtnos?

Ivan Carlos

CISO, Consultant

+55 (11) 8112-0666

www.icarlos.net

From: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] On Behalf Of Mtnos Calil
Sent: domingo, 4 de março de 2012 16:13
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: [ciencialist] Logica e precisão na comunicação com Alvaro Augusto + psicanalise.




Obrigado, Alvaro Augusto.

Não houve nenhuma quebra de compromisso de minha parte.

O que faltou nas minhas frases foi PRECISÃO NA COMUNICAÇÃO - eu dei ênfase às maluquices.

Veja:

a) Com a primeira frase faltou eu esclarecer que ALGUNS PSICOLOGOS MALUCOS ESTÃO NO PODER QUE GOVERNA A HUMANIDADE.

b) Com a segunda frase faltou eu esclarecer que não vou cometer o descuido de qualificar qualquer psiquiatra da associação brasileira de psiquiaria como sendo maluco.

Nos dois casos talvez fosse melhor aspear a palavra maluco.

O que existe de FATO é psiquiatras com um nivel de neurose incompativel com o bom exercicio da profissão, o que ocorre em todas as áreas psi de onde emergem psicoterapeutas.  A psicoterapia (e a psicanálise) só funcionando quando o paciente aceita fazer as mudanças comportamentais necessárias, o que depende de muitos fatores, inclusive da empatia com o analista/terapeuta.

DOU UM EXEMPLO: TIVE UMA REUNIÃO COM UM DOS TRÊS PSIQUIATRAS MAIS FAMOSOS DO BRASIL NA CASA DELE. DE REPENTE O FILHO DELE QUE APARENTAVA APENAS 4 ANOS ESTAVA DEPENDURADO NO ALTO DA CORTINA DA SALA.

ESTE PSIQUIATRA FAMOSO E MALUCO NÃO SABIA SEQUER DAR LIMITES OBVIOS PARA O FILHO.

OUTRA MALUQUICE QUE ELE FEZ FOI COLOCAR NUM GRUPO DE PSICOTERAPIA UM PACIENTE QUE ELE MESMO QUALIFICOU DE ESQUIZOFRÊNICO.

TEM UM OUTRO PSIQUIATRA FAMOSO QUE É CONSIDERADO POR MUITA GENTE COMO MALUCO.

ESTE JÁ FALECEU. O OUTRO NÃO.

QUANDO EU TIVER TEMPO VOU LANÇAR UM SERVIÇO GRATUITO DE ORIENTAÇÃO PARA CLIENTES DA ÁREA PSI, ORIENTANDO OS PACIENTES A AVALIAREM SEUS PROFISSIONAIS. O BOM MESMO SERIA MONTAR UMA ASSOCIAÇÃO DE CLIENTES DA ÁREA PSI. QUEM SABE ESTE SEJA O ÚLTIMO PROJETO DA MINHA VIDA.

COM BASE EM 20 ANOS DE ANÁLISE EU APRENDI A AVALIAR ESTES PROFISSIONAIS. E MESMO ANTES DE COMEÇAR MINHA ANÁLISE DEFINI ESTES CRITÉRIOS PARA SELECIONAR MEU ANALISTA E POR UM MILAGRE ENCONTREI-O:

1. TER SIDO FORMADO PELA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PSICANÁLISE

2. TER ROMPIDO COM ELA, POIS ESSA SOCIEDADE ERA UMA SEITA (SE CONTINUA SENDO, NÃO SEI).

3. TER FEITO SUA ANÁLISE NA INGLATERRA OU ESTADOS UNIDOS COM PROFISSIONAIS DE PRIMEIRA LINHA PUBLICAMENTE RECONHECIDOS COMO TAL.

4. TER PARTICIPADO DE CONGRESSOS INTERNACIONAIS

5. FAZER PSICANÁLISE EM GRUPO CUJO CUSTO É MUIIIIIIIIIITO MAIS BARATO DO QUE A ANÁLISE INDIVIDUAL.

HÁ 4 MESES CONDUZI O FILHO DE UM EMPRESÁRIO PARA UMA ENTREVISTA NA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PSICANÁLISE, ONDE SOLICITEI DA SECRETÁRIA QUE LÁ TRABALHA HÁ MAIS DE 20 ANOS, OS NOMES DOS 3 MELHORES ANALISTAS QUE MORAM EM SÃO PAULO. LOGO EM SEGUIDA TELEFONEI PARA UM DELES QUE CONCORDOU EM ME RECEBER COM O JOVEM A QUEM EU ESTAVA RECOMENDANDO ANALISE. ESTE ANALISTA FOI MUITO GENTIL, NOS RECEBEU PARA UMA BOA CONVERSA, MAS O JOVEM, COMO RESIDE NO INTERIOR DE SÃO PAULO AINDA NÃO RESOLVEU O QUE VAI FAZER DA VIDA (OU MELHOR DA ANÁLISE...). MAS ESSE ANALISTA NÃO FAZ PSICANÁLISE EM GRUPO, O QUE NÃO DEIXA DE SER UMA LIMITAÇÃO. MAS ISSO NÃO IMPEDE QUE O PACIENTE CONSIGA BONS RESULTADOS. ( BONS RESULTADOS EM ANÁLISE SIGNIFICA "TESULTADOS PARCIAIS".  CONHECI DOIS PACIENTES DE DOIS PSIQUIATRAS "MALUCOS" (AGORA USEI AS ASPAS) QUE FIZERAM ANÁLISE DURANTE 20 ANOS E NÃO MUDARAM NADA. (ou praticamente nada). ELES CONHECERAM "TUDO" A RESPEITO DELES... MAS QUEM CONHECE PSICANÁLISE E NÃO PRATICA NÃO MUDA NADA.

O CONHECIMENTO AQUI SIGNIFICA COISAS COMPLEXAS COMO REVIVER A INFÂNCIA, O QUE IMPLICA SENTIR NOVAMENTE O SOFRIMENTO E OS TRAUMAS DA INFÂNCIA E RELACIONAR-SE COM O ANALISTA COMO SE ELE FOSSE O PAI OU A MÃE... (O NOME DISSO É TRANSFERÊNCIA).

DO PONTO DE VISTA DA METODOLOGIA CIENTIFICA, ESSA ÁREA DA CIÊNCIA, AINDA ESTÁ ENGATINHANDO. MAQUIAVEL DIZIA QUE NÃO HÁ NADA MAIS DIFICIL NESTE MUNDO DO QUE MUDAR A ORDEM ESTABELECIDA DAS COISAS, AO QUE EU ACRESCENTARIA: "INCLUSIVE NA MENTE DAS PESSOAS", A QUEM CABE A DIFICIL TAREFA DE CONTROLAR AS EMOÇÕES E DE CURAR AS NEUROSES, QUE PODEMOS MELHOR DESIGNAR COM A EXPRESSÃO "TRANSTORNOS EMOCIONAIS". PORÉM EXISTE UM PROBLEMA QUE OS PSICANALSITAS EM GERAL NÃO TRATAM, QUE DIZ RESPEITO À LOGICA NA COMUNICAÇÃO.

ABRAÇOS

M.CALIL

----- Original Message -----

Sent: Sunday, March 04, 2012 3:39 PM

Subject: Re: [ciencialist] Logica e precisão na comunicação com Alvaro Augusto.

 

Vejamos sua frase anterior (grifos em vermelho são meus):

QUANDO UMA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA DÁ A ENTENDER,  PUBLICAMENTE QUE UMA MENINA PODE SER EDUCADA POR DOIS HOMENS, TEMOS AÍ A PROVA DE COMO A  HUMANIDADE ESTÁ SENDO GOVERNADA POR IGNORANTES, NO CASO DOS POLITICOS, E POR MALUCOS, NO CASO DA ÁREA PSI. VOU SOLICITAR UM PARECER DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO, E COM BASE NESTE PARECER, VOU TOMAR AS PROVIDÊNCIAS CABIVEIS. NÃO VOU CHAMAR NENHUM PSIQUIATRA DE MALUCO... SÓ VOU PEDIR AS PROVAS, SE OS PSIQUIATRAS BRASILEIROS TIVEREM A MESMO PARECER DOS AMERICANOS. SÓ QUE DESTA VEZ, A INTERNET SERÁ INUNDADA COM OS RESULTADOS DESTA CONSULTA, SEM FALAR EM OUTRAS PROVIDÊNCIAS PERTINENTES.

Na verdade você antes usou um ad hominem, ou seja, dirigiu a crítica contra os "psis" e não contra os resultados e afirmações deles, e depois disse que não iria usá-los (e não o inverso, como eu afirmei).

[ ]s

Alvaro Augusto



Em 04/03/2012 15:08, Mtnos Calil escreveu:

ME MOSTRE A PROMESSA QUE EU NÃO ESTOU CUMPRINDO.

NÃO TEREI A MENOR DIFICULDADE DE CUMPRIR O QUE PROMETI, EXCETO SE FUI VITIMA DE UMA MOMENTANEA CONFUSÃO MENTAL.

VAMOS VERIFICAR!!! A VERIFICAÇÃO É PREMISSA BÁSICA DA METODOLOGIA CIENTIFICA.

FAVOR REPRODUZIR AS FRASES QUE REVELAM UMA PROMESSA NÃO CUMPRIDA!

ABRAÇOS

M.CALIL

----- Original Message -----

Sent: Sunday, March 04, 2012 12:34 PM

Subject: Re: [ciencialist] BARBARIE CONSUMADA PELOS PSIQUIATRAS AMERICANOS

 

Caro Mtnos,

Você continua usando "ad hominens", mesmo quando promete, duas linhas antes, que não irá usá-los.

[ ]s

Alvaro Augusto


Em 03/03/2012 23:20, Mtnos Calil escreveu:

QUANDO UMA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA DÁ A ENTENDER,  PUBLICAMENTE QUE UMA MENINA PODE SER EDUCADA POR DOIS HOMENS, TEMOS AÍ A PROVA DE COMO A  HUMANIDADE ESTÁ SENDO GOVERNADA POR IGNORANTES, NO CASO DOS POLITICOS, E POR MALUCOS, NO CASO DA ÁREA PSI. VOU SOLICITAR UM PARECER DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO, E COM BASE NESTE PARECER, VOU TOMAR AS PROVIDÊNCIAS CABIVEIS. NÃO VOU CHAMAR NENHUM PSIQUIATRA DE MALUCO... SÓ VOU PEDIR AS PROVAS, SE OS PSIQUIATRAS BRASILEIROS TIVEREM A MESMO PARECER DOS AMERICANOS. SÓ QUE DESTA VEZ, A INTERNET SERÁ INUNDADA COM OS RESULTADOS DESTA CONSULTA, SEM FALAR EM OUTRAS PROVIDÊNCIAS PERTINENTES.

VAMOS VER O QUE VAI DIZER A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO. Já mandei um e-mail para eles.

Abraços

M.Calil

"Numerosos estudos sobre as últimas três décadas demonstram consistentemente que crianças criadas por pais gays ou lésbicas exibem o mesmo nível de funcionamento emocional, cognitivo, social e sexual como crianças criadas por pais heterossexuais"

Approved by the Board of Trustees, November 2002
Approved by the Assembly, November 2002

 "Policy documents are approved by the APA Assembly and Board of Trustees… These are …position statements that define APA official policy on specific subjects…" -- APA Operations Manual.


Numerous studies over the last three decades consistently demonstrate that children raised by gay or lesbian parents exhibit the same level of emotional, cognitive, social, and sexual functioning as children raised by heterosexual parents.  This research indicates that optimal development for children is based not on the sexual orientation of the parents, but on stable attachments to committed and nurturing adults.  The research also shows that children who have two parents, regardless of the parents’ sexual orientations, do better than children with only one parent. 

While some states have approved legislation sanctioning second parent adoption, other court judgments and legislation have prohibited lesbian women and gay men from adopting or co-parenting.  Therefore, in most of the United States, only one partner in a committed gay or lesbian couple may have a legal parental relationship to a child they are raising together.  Adoption by a second parent, however, would not only formalize a child’s existing relationships with both parents in a same-sex couple, it would also provide vital security for the child.  Children could avail themselves of both parents’ health insurance benefits, access to medical care, death benefits, inheritance rights, and child support from both parents in the event of separation.  Adoption protects both parents’ rights to custody and/or visitation if the couple separates or if one parent dies. 

The American Psychiatric Association has historically supported equity, parity, and non-discrimination regarding legal issues affecting mental health.  In 2000, APA supported the legal recognition of same sex unions and their associated legal rights, benefits, and responsibilities.  APA has also supported efforts to educate the public about homosexuality and the mental health needs of lesbian women, gay men, and their families.  Removing legal barriers that adversely affect the emotional and physical health of children raised by lesbian and gay parents is consistent with the goals of the APA. 

The American Psychiatric Association supports initiatives which allow same-sex couples to adopt and co-parent children and supports all the associated legal rights, benefits, and responsibilities which arise from such initiatives. 

This position statement was drafted and proposed by the Committee on Gay, Lesbian, and Bisexual Issues and was supported by the Council on Minority Mental Health and Health Disparities.





SUBJECT: Re: [ciencialist] Logica e precisão na comunicação com Alvaro Augusto + psicanalise.
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2012 22:25

CONTINUA QUERENDO ENSINAR O PAI NOSSO AO VIGÁRIO.
 
COM 13 ANOS DE IDADE EU JÁ SABIA QUE PSIQUIATRIA E PSICANÁLISE ERAM COISAS DIFERENTES.
 
E ASSIM VAMOS CHEGANDO À BEIRA DO PRECIPICIO DO PENSAMENTO LÓGICO.
 
MAS TUDO ISSO ESTÁ SERVINDO DE PESQUISA EXPERIMENTAL, COM FARTAS PROVAS DOCUMENTAIS.
 
ABRAÇOS E OBRIGADO POR CONTRIBUIR COM O "EXPERIMENTO".
 
M.CALIL
 
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, March 04, 2012 8:07 PM
Subject: Re: [ciencialist] Logica e precisão na comunicação com Alvaro Augusto + psicanalise.

 

Certo, não houve nenhuma quebra de compromisso. Somos nós que devemos adivinhar os pontos que você esqueceu de incluir...

Em tempo, não confunda psiquiatria com psicanálise. A primeira é parte da medicina, enquanto a segunda só é levada a sério na França, na Argentina e em algumas partes do Brasil. Quanto à diferença entre as duas e a psicologia, deixo para você descobrir, pois parece que você está confundindo tudo...

[ ]s

Alvaro Augusto




Em 04/03/2012 16:13, Mtnos Calil escreveu:

Obrigado, Alvaro Augusto.
Não houve nenhuma quebra de compromisso de minha parte.
O que faltou nas minhas frases foi PRECISÃO NA COMUNICAÇÃO - eu dei ênfase às maluquices.
 
Veja:
 
a) Com a primeira frase faltou eu esclarecer que ALGUNS PSICOLOGOS MALUCOS ESTÃO NO PODER QUE GOVERNA A HUMANIDADE.
 
b) Com a segunda frase faltou eu esclarecer que não vou cometer o descuido de qualificar qualquer psiquiatra da associação brasileira de psiquiaria como sendo maluco.
 
Nos dois casos talvez fosse melhor aspear a palavra maluco.
 
O que existe de FATO é psiquiatras com um nivel de neurose incompativel com o bom exercicio da profissão, o que ocorre em todas as áreas psi de onde emergem psicoterapeutas.  A psicoterapia (e a psicanálise) só funcionando quando o paciente aceita fazer as mudanças comportamentais necessárias, o que depende de muitos fatores, inclusive da empatia com o analista/terapeuta.
 
DOU UM EXEMPLO: TIVE UMA REUNIÃO COM UM DOS TRÊS PSIQUIATRAS MAIS FAMOSOS DO BRASIL NA CASA DELE. DE REPENTE O FILHO DELE QUE APARENTAVA APENAS 4 ANOS ESTAVA DEPENDURADO NO ALTO DA CORTINA DA SALA.
 
ESTE PSIQUIATRA FAMOSO E MALUCO NÃO SABIA SEQUER DAR LIMITES OBVIOS PARA O FILHO.
 
OUTRA MALUQUICE QUE ELE FEZ FOI COLOCAR NUM GRUPO DE PSICOTERAPIA UM PACIENTE QUE ELE MESMO QUALIFICOU DE ESQUIZOFRÊNICO.
 
TEM UM OUTRO PSIQUIATRA FAMOSO QUE É CONSIDERADO POR MUITA GENTE COMO MALUCO.
 
ESTE JÁ FALECEU. O OUTRO NÃO.
 
QUANDO EU TIVER TEMPO VOU LANÇAR UM SERVIÇO GRATUITO DE ORIENTAÇÃO PARA CLIENTES DA ÁREA PSI, ORIENTANDO OS PACIENTES A AVALIAREM SEUS PROFISSIONAIS. O BOM MESMO SERIA MONTAR UMA ASSOCIAÇÃO DE CLIENTES DA ÁREA PSI. QUEM SABE ESTE SEJA O ÚLTIMO PROJETO DA MINHA VIDA.
 
COM BASE EM 20 ANOS DE ANÁLISE EU APRENDI A AVALIAR ESTES PROFISSIONAIS. E MESMO ANTES DE COMEÇAR MINHA ANÁLISE DEFINI ESTES CRITÉRIOS PARA SELECIONAR MEU ANALISTA E POR UM MILAGRE ENCONTREI-O:
 
1. TER SIDO FORMADO PELA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PSICANÁLISE
2. TER ROMPIDO COM ELA, POIS ESSA SOCIEDADE ERA UMA SEITA (SE CONTINUA SENDO, NÃO SEI).
3. TER FEITO SUA ANÁLISE NA INGLATERRA OU ESTADOS UNIDOS COM PROFISSIONAIS DE PRIMEIRA LINHA PUBLICAMENTE RECONHECIDOS COMO TAL.
4. TER PARTICIPADO DE CONGRESSOS INTERNACIONAIS
5. FAZER PSICANÁLISE EM GRUPO CUJO CUSTO É MUIIIIIIIIIITO MAIS BARATO DO QUE A ANÁLISE INDIVIDUAL.
 
HÁ 4 MESES CONDUZI O FILHO DE UM EMPRESÁRIO PARA UMA ENTREVISTA NA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PSICANÁLISE, ONDE SOLICITEI DA SECRETÁRIA QUE LÁ TRABALHA HÁ MAIS DE 20 ANOS, OS NOMES DOS 3 MELHORES ANALISTAS QUE MORAM EM SÃO PAULO. LOGO EM SEGUIDA TELEFONEI PARA UM DELES QUE CONCORDOU EM ME RECEBER COM O JOVEM A QUEM EU ESTAVA RECOMENDANDO ANALISE. ESTE ANALISTA FOI MUITO GENTIL, NOS RECEBEU PARA UMA BOA CONVERSA, MAS O JOVEM, COMO RESIDE NO INTERIOR DE SÃO PAULO AINDA NÃO RESOLVEU O QUE VAI FAZER DA VIDA (OU MELHOR DA ANÁLISE...). MAS ESSE ANALISTA NÃO FAZ PSICANÁLISE EM GRUPO, O QUE NÃO DEIXA DE SER UMA LIMITAÇÃO. MAS ISSO NÃO IMPEDE QUE O PACIENTE CONSIGA BONS RESULTADOS. ( BONS RESULTADOS EM ANÁLISE SIGNIFICA "TESULTADOS PARCIAIS".  CONHECI DOIS PACIENTES DE DOIS PSIQUIATRAS "MALUCOS" (AGORA USEI AS ASPAS) QUE FIZERAM ANÁLISE DURANTE 20 ANOS E NÃO MUDARAM NADA. (ou praticamente nada). ELES CONHECERAM "TUDO" A RESPEITO DELES... MAS QUEM CONHECE PSICANÁLISE E NÃO PRATICA NÃO MUDA NADA.
O CONHECIMENTO AQUI SIGNIFICA COISAS COMPLEXAS COMO REVIVER A INFÂNCIA, O QUE IMPLICA SENTIR NOVAMENTE O SOFRIMENTO E OS TRAUMAS DA INFÂNCIA E RELACIONAR-SE COM O ANALISTA COMO SE ELE FOSSE O PAI OU A MÃE... (O NOME DISSO É TRANSFERÊNCIA).
 
DO PONTO DE VISTA DA METODOLOGIA CIENTIFICA, ESSA ÁREA DA CIÊNCIA, AINDA ESTÁ ENGATINHANDO. MAQUIAVEL DIZIA QUE NÃO HÁ NADA MAIS DIFICIL NESTE MUNDO DO QUE MUDAR A ORDEM ESTABELECIDA DAS COISAS, AO QUE EU ACRESCENTARIA: "INCLUSIVE NA MENTE DAS PESSOAS", A QUEM CABE A DIFICIL TAREFA DE CONTROLAR AS EMOÇÕES E DE CURAR AS NEUROSES, QUE PODEMOS MELHOR DESIGNAR COM A EXPRESSÃO "TRANSTORNOS EMOCIONAIS". PORÉM EXISTE UM PROBLEMA QUE OS PSICANALSITAS EM GERAL NÃO TRATAM, QUE DIZ RESPEITO À LOGICA NA COMUNICAÇÃO.
 
ABRAÇOS
M.CALIL
 
 
 
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, March 04, 2012 3:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Logica e precisão na comunicação com Alvaro Augusto.

 

Vejamos sua frase anterior (grifos em vermelho são meus):

QUANDO UMA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA DÁ A ENTENDER,  PUBLICAMENTE QUE UMA MENINA PODE SER EDUCADA POR DOIS HOMENS, TEMOS AÍ A PROVA DE COMO A  HUMANIDADE ESTÁ SENDO GOVERNADA POR IGNORANTES, NO CASO DOS POLITICOS, E POR MALUCOS, NO CASO DA ÁREA PSI. VOU SOLICITAR UM PARECER DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO, E COM BASE NESTE PARECER, VOU TOMAR AS PROVIDÊNCIAS CABIVEIS. NÃO VOU CHAMAR NENHUM PSIQUIATRA DE MALUCO... SÓ VOU PEDIR AS PROVAS, SE OS PSIQUIATRAS BRASILEIROS TIVEREM A MESMO PARECER DOS AMERICANOS. SÓ QUE DESTA VEZ, A INTERNET SERÁ INUNDADA COM OS RESULTADOS DESTA CONSULTA, SEM FALAR EM OUTRAS PROVIDÊNCIAS PERTINENTES.

Na verdade você antes usou um ad hominem, ou seja, dirigiu a crítica contra os "psis" e não contra os resultados e afirmações deles, e depois disse que não iria usá-los (e não o inverso, como eu afirmei).

[ ]s

Alvaro Augusto



Em 04/03/2012 15:08, Mtnos Calil escreveu:

ME MOSTRE A PROMESSA QUE EU NÃO ESTOU CUMPRINDO.
NÃO TEREI A MENOR DIFICULDADE DE CUMPRIR O QUE PROMETI, EXCETO SE FUI VITIMA DE UMA MOMENTANEA CONFUSÃO MENTAL.
VAMOS VERIFICAR!!! A VERIFICAÇÃO É PREMISSA BÁSICA DA METODOLOGIA CIENTIFICA.
FAVOR REPRODUZIR AS FRASES QUE REVELAM UMA PROMESSA NÃO CUMPRIDA!
 
ABRAÇOS
M.CALIL
 
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, March 04, 2012 12:34 PM
Subject: Re: [ciencialist] BARBARIE CONSUMADA PELOS PSIQUIATRAS AMERICANOS

 

Caro Mtnos,

Você continua usando "ad hominens", mesmo quando promete, duas linhas antes, que não irá usá-los.

[ ]s

Alvaro Augusto


Em 03/03/2012 23:20, Mtnos Calil escreveu:

 

QUANDO UMA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA DÁ A ENTENDER,  PUBLICAMENTE QUE UMA MENINA PODE SER EDUCADA POR DOIS HOMENS, TEMOS AÍ A PROVA DE COMO A  HUMANIDADE ESTÁ SENDO GOVERNADA POR IGNORANTES, NO CASO DOS POLITICOS, E POR MALUCOS, NO CASO DA ÁREA PSI. VOU SOLICITAR UM PARECER DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO, E COM BASE NESTE PARECER, VOU TOMAR AS PROVIDÊNCIAS CABIVEIS. NÃO VOU CHAMAR NENHUM PSIQUIATRA DE MALUCO... SÓ VOU PEDIR AS PROVAS, SE OS PSIQUIATRAS BRASILEIROS TIVEREM A MESMO PARECER DOS AMERICANOS. SÓ QUE DESTA VEZ, A INTERNET SERÁ INUNDADA COM OS RESULTADOS DESTA CONSULTA, SEM FALAR EM OUTRAS PROVIDÊNCIAS PERTINENTES.

VAMOS VER O QUE VAI DIZER A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO. Já mandei um e-mail para eles.

Abraços

M.Calil

 

"Numerosos estudos sobre as últimas três décadas demonstram consistentemente que crianças criadas por pais gays ou lésbicas exibem o mesmo nível de funcionamento emocional, cognitivo, social e sexual como crianças criadas por pais heterossexuais"

 

 

Approved by the Board of Trustees, November 2002
Approved by the Assembly, November 2002

   "Policy documents are approved by the APA Assembly and Board of Trustees… These are …position statements that define APA official policy on specific subjects…" -- APA Operations Manual.

Numerous studies over the last three decades consistently demonstrate that children raised by gay or lesbian parents exhibit the same level of emotional, cognitive, social, and sexual functioning as children raised by heterosexual parents.  This research indicates that optimal development for children is based not on the sexual orientation of the parents, but on stable attachments to committed and nurturing adults.  The research also shows that children who have two parents, regardless of the parents’ sexual orientations, do better than children with only one parent. 

While some states have approved legislation sanctioning second parent adoption, other court judgments and legislation have prohibited lesbian women and gay men from adopting or co-parenting.  Therefore, in most of the United States, only one partner in a committed gay or lesbian couple may have a legal parental relationship to a child they are raising together.  Adoption by a second parent, however, would not only formalize a child’s existing relationships with both parents in a same-sex couple, it would also provide vital security for the child.  Children could avail themselves of both parents’ health insurance benefits, access to medical care, death benefits, inheritance rights, and child support from both parents in the event of separation.  Adoption protects both parents’ rights to custody and/or visitation if the couple separates or if one parent dies. 

The American Psychiatric Association has historically supported equity, parity, and non-discrimination regarding legal issues affecting mental health.  In 2000, APA supported the legal recognition of same sex unions and their associated legal rights, benefits, and responsibilities.  APA has also supported efforts to educate the public about homosexuality and the mental health needs of lesbian women, gay men, and their families.  Removing legal barriers that adversely affect the emotional and physical health of children raised by lesbian and gay parents is consistent with the goals of the APA. 

The American Psychiatric Association supports initiatives which allow same-sex couples to adopt and co-parent children and supports all the associated legal rights, benefits, and responsibilities which arise from such initiatives. 

This position statement was drafted and proposed by the Committee on Gay, Lesbian, and Bisexual Issues and was supported by the Council on Minority Mental Health and Health Disparities.





SUBJECT: ad hominem do ad hominem
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2012 22:59

 
 
Um Argumentum ad hominem (latim, argumento contra a pessoa) é uma falácia identificada quando alguém procura negar uma proposição com uma crítica a seu autor e não ao seu conteúdo.[1][2]
 
Eu prefiro chamar essa atitude de tresloucada do que ser tão generoso recorrendo ao latim.
 
 
Se eu identificar alguns ad hominam do grupo, estarei fazendo  o "ad hominem do ad hominem".
 
 
DIZER QUE UM PSIQUIATRA É "MALUCO" PORQUE DEIXA UM FILHO DE 4 ANOS SE PEDURAR NO TOPO DE UMA CORTINA, correndo o risco de quebrar uma perna, É UMA ANÁLISE LÓGICA QUE FOI TRANFORMADA PELO INCONSCIENTE "AMALUCADO" DE ALGUEM EM  "FALÁCIA".
 
DOIS HOMENS EDUCAREM UMA MENINA É CIENTIFICAMENTE CORRETO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
CONCLUSÃO: ESTAMOS NA ERA DAS INVERSÕES IDEOLOGICAS (MAIS UM CONCEITO PARA A IDEOLOGIA ZERO).
 
Essas inversões equivalem ao fenômeno da projeção quando um maluco transfere a sua maluquice para terceiros.
 
Abraços terapêuticos
M.Calil
 
Ps. Um dos treinamentos que eu faço é este: como discordar das idéias dos outros sem agredir o outro.
Para algumas pessoas isso é impossivel, porque elas não conseguem CONTROLAR A EMOÇÃO DO INCONFORMISMO COM A OPINIÃO DO OUTRO.
EU POR EXEMPLO, APELO PARA ESTE TAMANHO DE LETRA QUANDO OUÇO BARBARIDADES QUE FEREM O SENSO COMUM. MAS, CONVENHAMOS, NÃO DEIXA DE SER
UM CONTROLE, JÁ QUE O GRITO E A RAIVA ESTÃO SENDO CONTIDOS... E ATÉ COM RSRSRSRSRSRS. ( NÃO CONFUNDIR COM Rio Grande do Sul).
 
 
=

SUBJECT: Ideologia do Vale Tudo para estragar a educação dos filhos - com Joaquim Salles
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2012 23:13

 
1. A IDEOLOGIA ZERO É UMA TESE QUE ESTÁ EM DESENVOLVIMENTO, BASEADA NUMA EXTENSA BIBLIOGRAFIA. AQUI NÃO HAVERÁ PROVA EXPERIMENTAL ALGUMA E SIM DEMONSTRAÇÕES LÓGICAS DE QUE A IDEOLOGIA É UMA FALÁCIA,INCLUSIVE PELA SIMPLES RAZÃO DE TER RECEBIDO DEZENAS DE SIGNIFICADOS. ISTO JÁ ESTÁ PROVADO... QUE A PALAVRA RECEBEU DEZENAS DE SIGNIFICADOS, INCLUSIVE ALGUNS ANTAGÔNICOS. ESTOU FAZENDO A PESQUISA PARA LEVANTAR PELO MENOS 50 CONCEITOS.
 
2. ESSA MANIA QUE TOMOU CONTA DO GRUPO DE "PASSAR LINKS" É DE UMA PLENA IRRACIONALIDADE. JÁ FORAM PASSADOS UNS 30 LINKS. É ASSIM QUE SE FAZ CIÊNCIA? É MUITO CÔMODO. PRIMEIRO VOCÊ APRESENTA A SUA TESE E DEPOIS AS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.
 
3. LINHA PSEUDO-CIENTIFICA FREUDIANA?  FREUD ELABOROU TEORIAS CIENTIFICAS E NÃO CIENTIFICAS, SENDO QUE A IDEOLOGIA ZERO NÃO FOI INSPIRADA NELE EM SIM NA SIMPLES VERIFICAÇÃO DA ESQUIZOFRENIA LINGUISTICA. HÁ UM CAMPO EM QUE A PSICANÁLISE SERVE PARA A IDEOLOGIA ZERO, MAS O CONCEITO DE FORMA ALGUMA DEPENDE DA PSICANÁLISE
 
4. VOCÊ ESTÁ FUGINDO DA QUESTÃO FULCRAL.  DEFENDE A EDUCAÇÃO DE UMA MENINA POR DOIS HOMENS E NÁO APRESENTA NENHUMA PROVA PARA JUSTIFICAR ESTE ABSURDO.
 
5. ESSA FRASE SUA É UM ATENTADO CONTRA A PSICOLOGIA INFANTIL:
 
Criança não quer saber se os pais são viados, putas,ladrão, cientista, adotado, rico, pobre,filosofo, irmão mais velhos atuando como pais, avós nessas função, se é politicamente correto ou não; o que criança quer e precisa é de carinho, amor e segurança. De uma olha nos estúdios da pedagogia e das fases do desenvolvimento.
 
E ainda manda consultar estudos de pedagogia? Você o Tanaka estão brincando. Criança precisa de pais equilibrados, criança precisa do modelo de pai e de modelo de mãe.  A menina que vai ser mãe amanhã precisa de uma  mãe-mulher como referência .
 
Eu recorrì à psicopedagogia para educar meus filhos. E também a psicanálise para ter conhecimento e controle do meu mundo emocional. E para isso pouco me serviu ter lido antes da análise cerca de metade das obras completas de Freud. Na primeira sessão o analista meu deu uma aula mostrando a diferença entre a teoria e a prática.
 
Um dos conceitos chaves para a educação infantil é este: dar limites com amor. Isso eu aprrendi com uma psicopedagoga que frequentou a minha casa durante algum tempo para observar o comportamento dos pais e dos filhos.
 
Na minha vida eu dei prioridade máxima à educação dos meus filhos e verifiquei como a educação por mais brilhante que seja não muda aspectos básicos do caráter
individual.  E a constituição da personalidade depende de fatores genéticos que nenhum educador muda.
 
ABRAÇOS
MTNOS CALIL
 
Ps1. PARA MIM VOCÊ E TANAKA ESTÃO SENDO MUITO COLABORATIVOS, PORQUE ESTÃO DANDO UMA DEMONSTRAÇÃO CONCRETA, PARA OS LEITORES DA IDEOLOGIA ZERO,  SOBRE OS ESTRAGOS QUE A "IDEOLOGIA DO VALE TUDO" PODE PROVOCAR NA EDUCAÇÃO.  VOCÊ EXPRESSAM UMA CORRENTE DE PENSAMENTO QUE VAI SE EXPANDIR DIANTE DAS CAMPANHAS DE MANIPULAÇÃO DOS DONOS DO PODER, DAS QUAIS VOCÊS SÃO MAIS VITIMAS DO QUE AGENTES.  
 
O MEU POSICIONAMENTO NÃO É CONTRA O HOMOSSEXUALISMO OU HOMOSSEXUALIDADE E SIM CONTRA ESSA ABERRAÇÃO DE UMA MENINA SER EDUCADA POR DOIS HOMENS. NA OCASIÃO DA REDAÇÃO DESTE CAPITULO VOU DESMISTIFICAR A FARSA DAS PESQUISAS, DESDE QUE TENHA ACESSO AO RELATÓRIO DA PESQUISA.  E SE NÃO TIVER, A FARSA ESTARA AUTOMATICAMENTE CONFIRMADA. O QUE ACONTECE? PORQUE VOCÊS NÃO INFORMAM ONDE ESTÁ O RELATÓRIO DA PESQUISA?. EU PRECISO EXAMINAR O RELATÓRIO DAS PESQUISAS FEITAS NOS EUA E O NÃO O BLABLABLA EM TORNO DELE. ISSO JUSTIFICA A SUSPEITA QUE VOCÊS DESCONHECEM AS PESQUISAS E SÓ SE BASEIAM EM RELATOS SUBJETIVOS A RESPEITO DAS MESMAS.
 
OUTRA IDÉIA QUE VOCÊS DESPERTARAM: AS PESQUISAS PSEUDO-CIENTIFICAS OCUPAM UM ESPAÇO IMPORTANTE NA ESTRATÉGIA DE MANIPULAÇÃO.
 
ESTOU REALMENTE SURPRESO ( NÃO É IRONIA) COM A QUANTIDADE DE FEED-BACKS QUE ESTOU RECEBENDO AQUI PARA O LIVRO. TODO DIA SURGE UMA NOVA IDÉIA, UM NOVO INSIGHT.GRANDE PARTE DAS COLOCAÇÕES DO CONTRA, FEITAS AQUI SERÃO PUBLICADAS NO LIVRO.   MAIS DO QUE ISSO: UMA PARTE DO TEXTO DO LIVRO ESTÁ SENDO ESCRITA AQUI. THANKS A LOT!
 
 
Ps2 - ESTOU MANDANDO COPIA PARA UM AMIGO QUE ESTÁ ESCREVENDO UM LIVRO SOBRE FUTEBOL PARA MOSTRAR COMO UM LIVRO PODE SER BASEADO, EM PARTE, NAS DISCUSSÕES INTERNÉTICAS.  COM AS PORRADAS QUE EU ESTOU LEVANDO AQUI, DA PARA ESCREVER DOIS LIVROS, SENDO UM DELES SOBRE A IDEOLOGIA DAS PORRADAS E OUTRAS COSITAS ASSOCIADAS AO TRANSTORNO IDEOLOGICO.... EPA.... MAIS UM CONCEITO... VIVA: TRANSTORNO IDEOLOGICO, TRANSTORNO IDEOLÓGICO-EMOCIONAL...
NOSSA SENHORA, QUANTO MAIS PORRADA EU LEVO MAIS IDÉIAS SURGEM... QUE MASOQUISMO PRODUTIVO, DOUTOR SEGISMUNDO.
 
----- Original Message -----
From: Joaquim Salles
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, March 04, 2012 6:17 PM
Subject: Re: [ciencialist] APRESENTE AS PROVAS, JOAQUIM SALLES / Ideologia do ValeTudo para o sexo.

 

Caro Mtnos Calil,


Bom quem precisa provar é o senhor, visto que foi quem afirmou inicialmente, logo a "bola é sua e prove" e com ideologia zero por gentileza.

Mas esse assunto é tão obvio, mas tão obvio que, o que afirma, é falso, que já passei alguns link sobre o tema só para auxiliar o seu entendimento. Sem falar dos inumerosa links do Takata passou e nem teve a gentiliza de ler.

Do ponto de vista do direto e da moral - e de outra ideologia que não sua - já passei o link : http://depositode.blogspot.com/2010/05/adocao-e-casamento-gay.html.  Não concorda com ele: ótimo escreva para o autor do post. 

Também não leu o meu comentário - aparentemente pela resposta -  e ao que tudo indica que seque uma linha pseudo-cientifica freudiana misturada com sua moral (ideologia). A sua tese inicial é 100% ideológica.Nem provou uma das suas teses auto-evidente: que a sexualidade tem influencia cultural. Outra tese sua é que o desenvolvimento de uma pessoa nessa situação será negativo. Também essa recusa a apresentar evidencias. 

A unica evidencia que vi da sua parte foi a afirmação de uma psico, totalmente influenciada sobre a ideologia moral dela, afirmando algo - que pelo seu texto - quer dar cunho cientifico. Da contra parte vi do Tanaka informações de vários estudos que não refutam a tese de que a adoção por pais de mesma orientação sexual causam transtornos ao desenvolvimento da criança.

Criança não quer saber se os pais são viados, putas,ladrão, cientista, adotado, rico, pobre,filosofo, irmão mais velhos atuando como pais, avós nessas função, se é politicamente correto ou não; o que criança quer e precisa é de carinho, amor e segurança. De uma olha nos estúdios da pedagogia e das fases do desenvolvimento.

Portanto não vi nenhuma evidencia sua para a sua afirmação, inclusive recusa a apresentar evidencia, o que no minimo, é estranho para quem afirma que segue um método cientifico. Do ponto de vista moral/ético existe pelo menos uma linha que não aponta erros. Do ponto de vista da pesquisa o caro Takata apresentou vários estudos...

Abraços

Joaquim


Em 4 de março de 2012 15:04, Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br> escreveu:
 

SE CONSIDERAREM FALSA, A MINHA PREMISSA SEGUNDO A QUAL DOIS HOMENS NÃO DEVEM EDUCAR UMA MENINA FACE AOS RISCOS DE A MESMA SER AFETADA EM SEU DESENVOLVIMENTO PSICO-EMOCIONAL,   A IDEOLOGIA DO VALE TUDO VAI SE EXPANDIR PELO PLANETA FAZENDO A ESQUIFRENIA SOCIAL ATINGIR
NIVEIS JAMAIS IMAGINADOS. MAS NO FRIGIR DOS OVOS ESSA SE TRATA NO CASO DA LOUCURA SEXUAL UMA REGRESSÃO À ÉPOCA DE NOSSAS TRIBOS SELVAGENS.
 
 
ESSE ASSUNTO É TÃO ÓBVIO, MAS TÃO ÓBVIO, QUE DE MINHA PARTE NÃO VOU PERDER TEMPO PARA PROVAR O ÓBVIO.
 
QUANDO SE ROMPE UM PARADIGMA, COMO OS HOMOSSEXUAIS ESTÃO DEFENDENDO, CABE A ELES APRESENTAR A PROVA.
 
A DISCUSSÃO AQUI É CIENTIFICA E NÃO TEM NADA VER COM PERSEGUIÇÃO AOS HOMOSSEXUAIS. PELO CONTRÁRIO ESTOU
PEDINDO QUE ELES APRESENTEM AS PROVAS. ELES, SEUS DEFENSORES, OS PSIQUIATRA, ETC.  SE ESTOU PEDINDO QUE
APRESENTEM AS PROVAS, OBVIAMENTE ESTOU ME RELACIONANDO COM OS HOMOSSEXUAIS SEM NENHUM PRECONCEITO DE
QUALQUER NATUREZA.
 
A REVOLUÇÃO CIENTIFICA (OU DOS PARADIGMAS, SEGUNDO KUHN) SE DÁ ATRAVÉS DE TEORIAS COMPROVADAS.
QUEM APRESENTA AS PROVAS SÃO OS AUTORES DA NOVA TEORIA.
 
VOCÊ DEFENDE UMA TEORIA REVOLUCIONÁRIA, MAS NÃO QUER TER O TRABALHO DE JUSTIFICÁ-LA.
 
ME DÊ ENTÃO APENAS UMA FONTE DA INTERNET ONDE ESTEJA PUBLICADA UMA PESQUISA QUE DEMONTRE A RACIONALIDADE DESTA LOUCURA.
 
NEM ISSO O ROBERTO QUER FAZER?
 
ESTOU ACHANDO MUITA ESTRANHO E SURPREENDENTE O POSICIONAMENTO DE VOCÊS.
 
ABRAÇOS
 
M.CALIL
 
Ps1. Vou sugerir para os psiquiatras malucos (só para os malucos, não estou generalizando) que fizeram essa pesquisa que façam uma outra para provar que o relacionamento sexual entre os dois homens e sua menina adotaa, a partir dos 9 anos, não vai afetar o seu desenvolvimento psico-emocional, se o processo de sedução seguir determinados procedimentos. Há alguns anos a Veja publicou uma matéria de uma socióloga defendendo a tese de que não há mal algum no relacionamento entre adultos e crianças. Os loucos estão, portanto, invadindo todas as áreas para a alegria dos donos do poder mundial.
 
Ps2. QUAL É O LINK ONDE ESTÁ A PESQUISA QUE PROVA A FALÁCIA? ONDE ESTÁ? PUBLICARAM ESSA PESQUISA NA INTERNET? JÁ CONSULTEI VARIOS SITES E ATÉ AGORA SÓ VI BLA-BLA-BLA.
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, March 04, 2012 12:06 PM
Subject: Re: [ciencialist] APRESENTE AS PROVAS, ROBERTO

 

Caro Mtnos,


Não vc não usou o bom senso. Partiu de algumas premissas falsas ou pelo menos não comprovadas. Uma delas que o sexo é de determinação "cultural" bem na linha de um pseudo-seguidor de Freud ( aquele viciado em cocaína, famoso, que influiu na sociedade fortemente). 

Outro ponto é que quer definir algo de "ideologia zero" contudo seu texto é fortemente ideológico nem se dando ao trabalho de ver a resposta do Takata e o link apontados por ele. 

O próprio Takata informou de varias "estratégias" usadas pela natureza, que podemos considerar "homossexual", do ponto de vista humano, contudo deram certo, pois os animais que seguem essa linha estão ai a algum "tempinho"...


Podemos partir de outra linha de  pensamento. Veja, por exemplo, em http://depositode.blogspot.com/2010/05/adocao-e-casamento-gay.html.
Antes que fale da que o  liberalismo é amoral recomendo também ler http://depositode.blogspot.com/2008/12/amoralidade-do-liberalismo.html. Ah, sim certamente dirá que o texto seguem uma ideologia, verdade; mas também recomendo ler nesse link http://depositode.blogspot.com/2009/08/devaneios-sobre-metodologia-e.html . 

No fundo, o que quer não é saber se crianças podem ser educadas por pais homossexuais e isso faz mal a elas... quer uma definição de ideologia zero. A sua, do bom senso, não é uma de ideologia zero.

O meu bom senso mostra e ainda a observação de alguns casos, (que minha paixão relata de crianças das escolas onde deu aula) que existem os mais diversos formatos - de fato  - de famílias ( avós, irmãos mais velhos, padrinhos, tios etc) cuidando das crianças. Raros são os casos de famílias "papai e mamãe", por inúmeras razões: morte, doenças, pais desconhecido ou omisso e por ai vai. A sexualidade ou bom desenvolvimento de uma criança nada tem haver com isso, agora cabe a você provar que o bom senso esta errado :) 

E prova mão é artigo citando provas...Prova é pesquisa, sua metodologia etc etc

Abraços

Joaquim

Em 3 de março de 2012 23:25, Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br> escreveu:
 

APRESENTE AS PROVAS ROBERTO.
EU SO USEI O BOM SENSO ATÉ AGORA.
APRENDI COM A NATUREZA QUE UMA MENINA NÃO PODE SER EDUCADA POR DOIS HOMENS.
SE ESTE BOM SENSO OU SENSO COMUM ESTIVER EQUIVOCADO, CABE A VOCÊ APRESENTAR AS PROVAS.
ONDE ESTÃO AS PESQUISAS?
ME APRESENTE APENAS UMA QUE PROVA QUE EU ESTOU ERRADO. PROVA NÃO É ARTIGO CITANDO PROVAS... PROVA É A PESQUISA, SUA METODOLOGIA, ETC. ETC.
 
VOU EXAMINAR A PESQUISA DIREITINHO PARA VER SE ELA TEM CONSISTÊNCIA E REPRESENTATIVIDADE ESTATISTICA.
 
 
OBRIGADO
M.CALIL
 
 
----- Original Message -----
From: roberto
Sent: Saturday, March 03, 2012 10:42 PM
Subject: [ciencialist] Re: bebês, sexo, regua e relógio

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luiz Eduardo
> Perguntei se as variaveis estudadas são bastante e suficientes.

Uma ampla gama de variáveis foram pesquisadas ao longo destes quase 40 anos.

Vc pode enviar uma cartinha listando as falhas metodológicas do conjunto de pesquisas para tentar demover a APA de seu posicionamento oficial.

Se quiser fazer dinheiro, em vez de ser adotado por um casal guei, pode pedir verbas pras associações cristãs e financiar pesquisas contrárias.

Roberto Takata




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: LITERATURA CIENTIFICA CONSAGRA A ESQUIZOFRENIA SOCIAL - E OCONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA O QUE FAZ?
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 12:40

ENQUANTO A PSICOLOGIA NÃO SE TRANSFORMAR NUMA VERDADEIRA CIÊNCIA
AO ALCANCE DE TODOS,  A HUMANIDADE CONTINUARÁ SENDO MANIPULADA PELOS BICHOS DOMINANTES. O FATO É QUE ALGUMAS (OU MUITAS) PESSOAS JÁ PODEM SE BENEFICIAR
DA PSICOLOGIA MULTIDISCIPLINAR QUE INTEGRA VÁRIAS ÁREAS DESTA CIÊNCIA EMBRIONÁRIA, INCLUSIVE A PSICANÁLISE, NO QUE DIZ RESPEITO, POR EXEMPLO, À INVESTIGAÇÃO DAS FORÇAS INCONSCIENTES QUE "CONDICIONAM" O COMPORTAMENTO HUMANO
 
A QUALIDADE DOS CURSOS DE PSICOLOGIA PODE MELHORAR MUITO COM BASE NOS CONHECIMENTOS ATUAIS. O QUE FALTA AOS ACADÊMICOS DA ÁREA É VISÃO MULTIDISCIPLINAR.
 
ABRAÇOS
 
M.CALIL
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 05, 2012 8:21 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: LITERATURA CIENTIFICA CONSAGRA A ESQUIZOFRENIA SOCIAL - E OCONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA O QUE FAZ?

 

  De Calil, de 03/03/2012

GENERALIZAÇÃO É UM VICIO IDEOLOGICO, MEU AMIGO.
 
QUANDO EU DIGO  POR EXEMPLO, QUE A MAIORIA DOS PSICOLOGOS FORMADOS NÃO ESTÃO PREPARADOS PARA FAZER PSICOTERAPIA, PORQUE ELES PROPRIOS NÃO FORAM DEVIDAMENTE ANALISADOS, É PORQUE EU CONHEÇO O ASSUNTO. ESTUDEI, POR EXEMPLO, NUMA FACULDADE DE PSICOLOGIA E FIQUEI HORRORIZADO COM O BAIXO NIVEL DE ENSINO QUE FORMA PSICOLOGOS QUE O CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA AUTORIZA A EXERCEREM UMA PROFISSÃO DELICADISSIMA, SEM ESTAREM PREPARADOS PARA ISSO.
   
Generalização é vício ideológico só para ramos não científicos; em ciência, generalização é confronto sério perante a natureza para consolidação de uma teoria.
Psicologia nem mesmo é ciência, beira a conhecimento vulgar, ou seja, é individual; compõe-se de percepções, de imagens e de recordações. É bem diferente do conhecimento científico onde, através de investigação metódica, escrupulosa e rigorosa, suprime tudo o que há de individual e particular no conhecimento vulgar; recolhe os elementos comuns a uns tantos intelectos e que poderiam ser comuns a todos os intelectos. É fato objetivo e sociológico; conhecimento coletivo, obra humana, social. 
Resulta de constatar fatos e raciocinar sobre eles visando à descoberta de relações invariáveis entre eles (leis da natureza).
 
[]´
 
 
  ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Saturday, March 03, 2012 10:46 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: LITERATURA CIENTIFICA CONSAGRA A ESQUIZOFRENIA SOCIAL - E O CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA O QUE FAZ?

 

GENERALIZAÇÃO É UM VICIO IDEOLOGICO, MEU AMIGO.


SUBJECT: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 14:27


(DESCULPE O PLEONASMO, POIS TODA IDEOLOGIA É ANTI-CIENTIFICA).
 
Olá Abelha Aborrecida ( Pesky Bee)
 
A QUESTÃO NÃO É SER ANTI, E SIM A FAVOR DA VERDADE.
DOIS HOMENS EDUCANDO UMA MENINA É DOIDICE PURA.
NÃO É A HOMOSSEXUALIDADE QUE ESTÁ EM DISCUSSÃO E SIM A EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS.
PAIS ALCOOLATRAS TAMBÉM NÃO PODEM EDUCAR CRIANÇAS SEM AFETAR O SEU DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL.
 
SINTO MUITO, MAS VOCÊS ESTÃO PERDENDO O SENSO COMUM, QUE É PRÉ-REQUISITO DO PENSAMENTO CIENTIFICO.
QUANDO PESSOAS ORIENTADAS PARA A CIÊNCIA SÃO VITIMADAS POR ESTE TRANSTORNO, TEMOS AÍ MAIS UMA PROVA
DE QUE A HUMANIDADE ESTÁ CAMINHANDO PARA A BEIRA DO PRECIPICIO.
 
O FATO DE ALGUÉM SER HOMOSSEXUAL NÃO O IMPEDE DE PRESERVAR O BOM SENSO, INCLUSIVE FAZER TERAPIA PARA VIVER MELHOR COMO HOMOSSEXUAL.
 
PORTANTO NÃO HÁ PRECONCEITO ALGUM DE MINHA PARTE.
 
VOLTE AO CONTRADITÓRIO CIENTIFICO, PESKY BEE.
 
VOCÊ ME PRESENTEOU COM O CONCEITO DE EXPECTATIVA COGNITIVA.
 
OBRIGADO, ABELHA ABORRECIDA.
 
ABRAÇOS
M.CALIL
 
 
Ps1. Para reduzir a população para um ou dois bilhões de habs. nada melhor do que CONVERTER os hetero para a homossexualidade. Além disso a divisão da humanidade em heteros e gays é uma excelente estratégia para os bichos dominantes, que estão acima do bem e do mal e também do sexo.
 
Ps2. Uma campanha contra a heterosessexualidade poderia ser objeto de um filme que bateria o recorde de bilheteria. O problema é que os dois homens não poderiam mais educar nenhuma menina. opsss. a IDELOGIA DA HOMOSSEXUALIDADE.... mais um capitulo do livrinho IDEOLOGIA ZERO... capitulo não, trechinho, porque a ideologia invadiu de tal forma o pensamento humano que se aplica a tudo hoje... até num rótulo da coca cola onde está escrita a palavra FELICIDADE. Ideologia da felicidade?
Meu Deus... assim o livro vai precisar de dez volumes... Ou seria melhor escrever o DICIONÁRIO DAS IDEOLOGIAS?
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Pesky Bee
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 05, 2012 12:06 PM
Subject: Re: [ciencialist] BARBARIE CONSUMADA PELOS PSIQUIATRAS AMERICANOS

 

O estranho no Mtnos é, pelo fato de parecer ser anti-homossexual,
ele gostar tanto de ad hominems....
 
Sorry, não resisti, deixa eu voltar para debaixo da minha pedra ;-)
 
*PB*
 
 
 
Sent: Sunday, March 04, 2012 12:34 PM
Subject: Re: [ciencialist] BARBARIE CONSUMADA PELOS PSIQUIATRAS AMERICANOS
 


Caro Mtnos,

Você continua usando "ad hominens", mesmo quando promete, duas linhas antes, que não irá usá-los.

[ ]s

Alvaro Augusto


Em 03/03/2012 23:20, Mtnos Calil escreveu:

 

QUANDO UMA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA DÁ A ENTENDER,  PUBLICAMENTE QUE UMA MENINA PODE SER EDUCADA POR DOIS HOMENS, TEMOS AÍ A PROVA DE COMO A  HUMANIDADE ESTÁ SENDO GOVERNADA POR IGNORANTES, NO CASO DOS POLITICOS, E POR MALUCOS, NO CASO DA ÁREA PSI. VOU SOLICITAR UM PARECER DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO, E COM BASE NESTE PARECER, VOU TOMAR AS PROVIDÊNCIAS CABIVEIS. NÃO VOU CHAMAR NENHUM PSIQUIATRA DE MALUCO... SÓ VOU PEDIR AS PROVAS, SE OS PSIQUIATRAS BRASILEIROS TIVEREM A MESMO PARECER DOS AMERICANOS. SÓ QUE DESTA VEZ, A INTERNET SERÁ INUNDADA COM OS RESULTADOS DESTA CONSULTA, SEM FALAR EM OUTRAS PROVIDÊNCIAS PERTINENTES.

VAMOS VER O QUE VAI DIZER A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO. Já mandei um e-mail para eles.

Abraços

M.Calil

 

"Numerosos estudos sobre as últimas três décadas demonstram consistentemente que crianças criadas por pais gays ou lésbicas exibem o mesmo nível de funcionamento emocional, cognitivo, social e sexual como crianças criadas por pais heterossexuais"

 

 

Approved by the Board of Trustees, November 2002
Approved by the Assembly, November 2002

  "Policy documents are approved by the APA Assembly and Board of Trustees… These are …position statements that define APA official policy on specific subjects…" -- APA Operations Manual.

Numerous studies over the last three decades consistently demonstrate that children raised by gay or lesbian parents exhibit the same level of emotional, cognitive, social, and sexual functioning as children raised by heterosexual parents.  This research indicates that optimal development for children is based not on the sexual orientation of the parents, but on stable attachments to committed and nurturing adults.  The research also shows that children who have two parents, regardless of the parents’ sexual orientations, do better than children with only one parent. 

While some states have approved legislation sanctioning second parent adoption, other court judgments and legislation have prohibited lesbian women and gay men from adopting or co-parenting.  Therefore, in most of the United States, only one partner in a committed gay or lesbian couple may have a legal parental relationship to a child they are raising together.  Adoption by a second parent, however, would not only formalize a child’s existing relationships with both parents in a same-sex couple, it would also provide vital security for the child.  Children could avail themselves of both parents’ health insurance benefits, access to medical care, death benefits, inheritance rights, and child support from both parents in the event of separation.  Adoption protects both parents’ rights to custody and/or visitation if the couple separates or if one parent dies. 

The American Psychiatric Association has historically supported equity, parity, and non-discrimination regarding legal issues affecting mental health.  In 2000, APA supported the legal recognition of same sex unions and their associated legal rights, benefits, and responsibilities.  APA has also supported efforts to educate the public about homosexuality and the mental health needs of lesbian women, gay men, and their families.  Removing legal barriers that adversely affect the emotional and physical health of children raised by lesbian and gay parents is consistent with the goals of the APA. 

The American Psychiatric Association supports initiatives which allow same-sex couples to adopt and co-parent children and supports all the associated legal rights, benefits, and responsibilities which arise from such initiatives. 

This position statement was drafted and proposed by the Committee on Gay, Lesbian, and Bisexual Issues and was supported by the Council on Minority Mental Health and Health Disparities.


SUBJECT: VERDADES ESSENCIAIS????
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 14:54

MARAVILHA!
 
ISSO LEMBRAO LIVRO  " MENTIRAS ESSENCIAIS, VERDADES SIMPLES" QUE EXPLICA DIREITINHO COMO O SER HUMANO É GOVERNADO PELAS MENTIRAS. SEM ELAS NÃO CONSEGUIRIA SOBREVIVER. QUÃO ESTRANHA É ESSA REALIDADE HUMANA. MAS PARECE QUE OS ANIMAIS TAMBÉM MENTE SOB A FORMA DISCRETA DA DISSIMULAÇÃO. A VIDA DEPENDE ENTÃO DE MENTIRAS E DISSIMULAÇÕES? SERÁ QUE AS NUVENS TAMBÉM DISSIMULAM ALGUMA COISA AO CAMINHAREM PELO CÉU? ESPERO QUE NÃO.
 
ABRAÇOS
M.CALIL
 
 
----- Original Message -----
From: JVictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 05, 2012 1:49 PM
Subject: RES: [ciencialist] Já que é pra injetar vida na lista...

 

Não. A ciência não explica vida. Apenas descreve-a em suas mais diversas manifestações.

Teria que explicar também os agregados mais nobres: consciência, sonhos, inteligência, essas coisinhas...

Falo isso em termos de verdades essenciais. Mas a ciência descreve muito bem como certas combinações de que fala  podem gerar vida.

Só isso.

Agora, se perguntar a religiosos, estes têm uma explicação, não apenas descritiva. Mas de fato, em termos de verdades essenciais indiscutíveis.

                                                                                                                                                                    

Não. Em minha opinião.

O que a ciência faz, e o faz muito bem, é descrever como a vida se processa, em todas as suas nuances e peculiaridades.

Mas, só. Em termos de verdades essenciais, ou o que seja isso, necas(o nope de Takata).  E assim caminhamos, ad eternum.

Junto à vida, vêm: sonhos, consciência, inteligência. Estas coisitas.

Mas há grupos que têm uma explicação indiscutível para o fenômeno vida. Como surge, para que surge, quais os objetivos a serem alcançados(ou inferno ou céu ou um purgatorizinho como intermediário entre um dos nirvanas, pois há grupos que também cultuam um satâzinho, de leve).

É isso.

Sds,

Victor.

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Nikola Tesla
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 11:32
Para: ciencialist
Assunto: [ciencialist] Já que é pra injetar vida na lista...

 

Não sou biólogo nem bioquímico, mas uma polêmica sobre evolução surgiu
na Acropolis entre o abelinha incômoda e outros membros e eu achei
pertinente trazer para cá...

A ciência é capaz de explicar a vida (ou o surgimento da mesma)? Como
moléculas inorgânicas se organizam e acabam dando origem à vida? É
possível distinguir o vivo do não-vivo apenas bioquímicamente? É
possível explicar o "porque a vida acontece" (e não apenas o como)?

Taí uma boa pergunta.


SUBJECT: DITADURA DA IGNORÂNCIA ACADÊMICA A SERVIÇO DA ESQUIZOFRENIA SOCIAL.
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 15:09


PRINCIPIOS ELEMENTARES DE PSICOLOGIA SÃO TRANSFORMADOS EM PRECONCEITOS.
QUANDO ACHAM NORMAL E ADEQUADO DOIS HOMENS EDUCAREM UMA MENINA E QUANDO INSTITUIÇÕES COMO A ASSOCIAÇÃO DE PSIQUIATRIA DOS ESTADOS UNIDOS REFERENDAM ESSA BARBÁRIE, VEJO NISSO UM FENÔMENO CONVERGENTE COM A ESQUIZOFRENIA SOCIAL, QUE PODEMOS CHAMAR DITADURA DA IGNORÂNCIA A SERVIÇO DA MANIPULAÇÃO DOS BICHOS DOMINANTES.
ASSIM O HOMEM VAI PERDENDO A SUA CAPACIDADE DE PENSAR, TRANSFERINDO-A PARA OS BICHOS DOMINANTES, OS QUAIS POR SUAVEZ ESTÃO FICANDO MALUQUINHOS.
 
TROLL NÃO ATUA CONTRA A MANIPULAÇÃO DO HOMEM PELO HOMEM. E NISSO QUE ESTOU INVESTINDO COM A IDELOGIA ZERO QUE É UM GOLPE MORTIFERO CONTRA TODAS AS FORMAS DE MANIPULAÇÃO IDEOLÓGICA.
 
M.CALIL
 
Ps. O próximo passo é a legitimação acadêmica das relações sexuais entre adultos e crianças. Ninguém teve coragem ainda de defender esse descaminho? Por que não demonstrar que isso também é preconceito? Afinal qual é o homem de uma menina de 9 anos aprender a fazer sexo com adultos? Se o adulto não estuprá-la, tudo bem, né, oh defensores da IDEOLOGIA DO VALE TUDO que buscam validação cientifica para o vale tudo... afinal o mundo é feito de "caos organizacional". Ciência agora virou ideologia??? Essa é boa. A ideologia é que tinha virado ciência, agora vai voltar às origens? SIM ESTÁ VOLTANDO. PORTANTO PODEMOS FALAR EM "CIENCIA IDEOLOGICA" - mais um tema para a coleação da Ideologia Zero. Realmente é incrivel esse processo de feed-back que não para... Num tô entendendo... cada critica gera um insight... acho melhor tirar umas férias do ciencialist.. já estou ficando tonto com tantos insights mais os 57 conceitos de ideologia que o Zizek colocou num unico livro. MY GOD, HELP ME.
 
pS2. A ditadura da ignorância acadêmíca é mais um conceito para a ideologia zero.
 
BEMANVENTURADA A HORA QUE A PARTICULA DEUS MANDOU EU ME REINSCREVER NO CIENCIALIST. RECEBA MINHA GRATIDÃO ETERNA, PARTICULA DEUS!
 
Eu que sou fanático pelo contraditório, estou chocado com os resultados. Perdi toda a necessidade de convencer os outros sobre qualquer assunto. Só quero que eles me alimentem (feed). Egoismo puro? Não cara pálida, pois eu também estou alimentando... alimentação circular e recursiva (rsrsrsrsrs).
 
pS3.  ACADEMIA NUNCA FOI SINÔNIMO DE SABER. (Cf. academia brasileira de letras... tudo em minúsculas).
 
ps4.  A MINHA FRASE ACERCA DOS DOIS HOMENS EDUCANDO UMA MENINA, PEGOU MUITOS AQUI DE CALÇA CURTA. (hehehe).
 
 
----- Original Message -----
From: Marcelo C Pinto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 05, 2012 9:28 AM
Subject: Re: [ciencialist] APRESENTE AS PROVAS, JOAQUIM SALLES / Ideologia do ValeTudo para o sexo.

 

Pô, o cara é um TROLL :-). Não consigo entender o porquê de tanta gente
aqui ficar gastando latim com ele.

Vem com esse papo de ideologia zero, mas suas ideias são fortemente
baseadas em ideologia (pode chamar também de preconceito) basta ver a
thread dos pais gays que adotam. Comete várias falácias e nem sabe o que
é isso.

Sugiro para esse novo amigo da lista a leitura do ótimo livro do Sagan:
O Mundo Assombrado pelos Demônios
(https://www.google.com/search?q=O+Mundo+Assombrado+pelos+Dem%C3%B4nios&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t)

E uma boa leitura aqui nesse link sobre falácia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fal%C3%A1cia

E ainda aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Netiqueta (sobre netiqueta).

"Evitar enviar mensagens exclusivamente em maiúsculas, grifos exagerados,"

Marcelo C Pinto

Em 3/4/2012 5:11 PM, Belmiro Wolski escreveu:
>
>
> CANSEI !! (Assim mesmo, em maiúsculas). Haja saco!!!!!!
>
>
> ] [,s
>
> Belmiro
>
> *De:* Mtnos Calil <mtnoscalil@terra.com.br>
> *Para:* ciencialist@yahoogrupos.com.br
> *Enviadas:* Domingo, 4 de Março de 2012 15:04
> *Assunto:* Re: [ciencialist] APRESENTE AS PROVAS, JOAQUIM SALLES /
> Ideologia do Vale Tudo para o sexo.
>

--
Marcelo C Pinto
Chave Pública gpg_pgp: http://j.mp/bWjSXU


SUBJECT: HOMOSSEXUALISMO COM ÉTICA - MAIS UM INSIGHT.
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 15:15

E NINGUÉM APRESENTA PROVA NENHUMA...
SÓ MANDAM ACESSAR SITES NA INTERNET...
NÃO HÁ NENHUMA PROVA QUE PODE SER COPIADA DE UM DESTES SITES... ?
OU É PREGUIÇA?
 
OU É A PSICOLOGIA DO AUTO-ENGANO EM PROCESSO?
 
NÃO BASTA SER GAY: É PRECISO SER GAY ÉTICO...
 
NOSSA SENHORA... ESSE FOI O MAIS PODEROSO INSIGHT SOBRE O ASSUNTO:
 
HOMOSSEXUALISMO COM ÉTICA.
 
EXISTEM DOIS TIPOS DE HOMOSSEUXALISMO: COM ÉTICA E SEM ÉTICA, IGUALSINHO AO HETERO.
 
ABRAÇOS
M.CALIL
 
pS. Não vou virar homo, mas já começo a defender os gays, propondo HOMOSSEXUALISMO COM ÉTICA. SE TIVER ALGUM GAY NO GRUPO, VAMOS DISCUTIR AMIGAVELMENTE ESTE ASSUNTO???
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Joaquim Salles
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 05, 2012 11:50 AM
Subject: Re: [ciencialist] APRESENTE AS PROVAS, JOAQUIM SALLES / Ideologia do ValeTudo para o sexo.

 

Olá  Marcelo C Pinto,


Plenamente de acordo com suas observações. Desde a primeira mensagem tenho essa opinião :)

Porem, como dizia minha bisavó materna, devemos sempre buscar o lado bom de tudo, mesmo que de um baita trabalho :) As vezes acho que isso é impossível mesmo, de achar o lado bom das coisas, mas quem sou eu para brigar com a sabedoria da minha bisavó? O Belmiro tem razão: é chato mesmo :)  O meu consolo é que poderia dizer a minha bisavó que "belmiro" é o nome do meu bisavô logo ele ta certo: "haja saco" :). Tá bom, não é uma resposta cientifica...mas da uma boa sensação...

Por exemplo, vc passou ótimos links. Outros também apresentaram argumentos importantes sobre a "questão de pais gays podem adotar".A forma que ele colocou a questão é fortemente preconceituosa contudo aprendi  ou relembrei fatos com as respostas de varias pessoas aqui. Quem sabe - sempre querendo ver o lado bom das coisas - que (acho) responda a sua pergunta: "Não consigo entender o porquê de tanta gente aqui ficar gastando latim com ele", por que assim ajudamos aqueles que apenas lêem as mensagens da lista.

É um mero palpite,

Abraços

Joaquim

Em 5 de março de 2012 09:28, Marcelo C Pinto <mpinto2009@gmail.com> escreveu:
 

Pô, o cara é um TROLL :-). Não consigo entender o porquê de tanta gente
aqui ficar gastando latim com ele.

Vem com esse papo de ideologia zero, mas suas ideias são fortemente
baseadas em ideologia (pode chamar também de preconceito) basta ver a
thread dos pais gays que adotam. Comete várias falácias e nem sabe o que
é isso.

Sugiro para esse novo amigo da lista a leitura do ótimo livro do Sagan:
O Mundo Assombrado pelos Demônios
(https://www.google.com/search?q=O+Mundo+Assombrado+pelos+Dem%C3%B4nios&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t)

E uma boa leitura aqui nesse link sobre falácia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fal%C3%A1cia

E ainda aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Netiqueta (sobre netiqueta).

"Evitar enviar mensagens exclusivamente em maiúsculas, grifos exagerados,"

Marcelo C Pinto

Em 3/4/2012 5:11 PM, Belmiro Wolski escreveu:


>
>
> CANSEI !! (Assim mesmo, em maiúsculas). Haja saco!!!!!!
>
>
> ] [,s
>
> Belmiro


SUBJECT: REGUAS E RELÓGIOS - revendo uma definição lógico-matemática
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 15:24


QUE TAL COMEÇARMOS A MEDIR O PENSAMENTO HUMANO COM RÉGUAS E RELÓGIOS?
 
O SISTEMA LPC - lógica e precisão na comunicação, que é irmão da Ideologia Zero propõe a matematização da linguagem com base neste principio elementarisssimo: cada palavra devem ter um unico significado, já que a maioria delas só tem mesmo um significado, como se pode constatar no texto que acabei de escrever. - quase todas as palavras têm um único significado.
 
Não precisamos criar outra linguagem como  pretendia o Bertrand Russel - basta acabarmos com a confusão da nossa.
 
A propósito ai vai uma definição matemática de uma palavra metafisica> CONCEITO - representação lógico-matemática da essência do objeto.  (dizem que o conceito de essência é metafisico, mas no sentido que uso (de identidade linguistica) não é não. A essência distingue, no nivel da representação,  um objeto do outro, como em caneta e lápis.
 
Se a definição de conceito tiver algum equivoco lógico, podemos corrigir, uai.
 
Abraços
M.Calil
 
 
 
----- Original Message -----
From: JVictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 05, 2012 8:19 AM
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

Olá, Alberto,

Obrigado.

Não, nem sei o que é ideologia zero, apesar das discussões circulares(estas, sim, circulares) que rodopiam por aqui.  Melhor dizendo, não tenho qq interesse por essas coisas, que não se pode medir com réguas e relógios(não sei se já deu para entender que essa expressão que uso, réguas e relógios, na verdade,  é algo como uma metáfora, e significa muito mais que as duas palavras. Pois representa, na verdade, a concretização de todo o aparato tecnológico que existe para medições de distâncias e tempos, segundo os métodos científicos.

Sds,

Victor.

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 11:27
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

Olá Victor

Muito boa a sua resposta. Você conseguiu se expressar sem se utilizar de uma
única palavra. Que mal pergunte: Você está treinando a «ideologia zero»? ;-)

Desculpe pela brincadeira, essas coisas acontecem no ruindows (as msgs
escapam sorrateiramente antes que consigamos completar o texto).

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.

***************************
-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Monday, March 05, 2012 7:19 AM
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula


SUBJECT: Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 16:48


MUITO INTERESSANTE.
 
A FORÇA E A PRESSÃO DA IDEOLOGIA SERÁ IGUAL A ZERO, QUANDO.... (depois completamos a frase)
 
..... A FORÇA RESULTANTE SERÁ SEMPRE ZERO EM QUALQUER LUGAR DA MENTE, DESDE QUE.....
 
LEGAL!
 
ABRAÇOS
M.CALIL
 
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Hélio Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 05, 2012 4:08 PM
Subject: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

Oi Belmiro,
Neste caso, a força resultante na partícula é zero.
A pressão na partícula será diferente de zero, pois as contribuições das forças para a pressão não se anularão.
Se ela estiver num buraco no centro do planeta a força e a pressão na partícula serão zero, em qualquer lugar do buraco que esta partícula estiver, não precisa estar exatamente no centro.
Se imaginarmos que a partícula é do mesmo material que o planeta e não pode fluir através do material do planeta, a força resultante na partícula será sempre zero em qualquer lugar dentro do planeta que ela estiver. No caso da pressão, acho que a coisa é bem mais complicada.
Hélio
 

De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 13:28
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 
 
 
     Olás a todos,
 
     Creio que a pergunta pode ser encarada como trivial, e as respostas, idem. Se houver corpos externos nas proximidades do corpo (planeta) em questão, então, sim, esta contribuição deverá ser computada e vai desequilibrar a força na partícula colocada no ponto de gravidade zero do planeta (Tá bom, Léo?). Mas o intuito da pergunta é despertar para duas situações muito parecidas A primeira, considerando que a partícula é inerente ao planeta, ou seja, faz parte do planeta. A outra, seria imaginar que essa partícula está no centro, porém desvinculada do planeta. Algo como abrir um buraco no centro do planeta e depositar essa partícula lá dentro. Nas duas situações, a força resultante sobre ela será nula, mas a pressão não (Se nada ao redor estiver interferindo). Se levarmos em conta que o buraco pode ser do tamanho que apenas caiba a partícula (apenas com um delta r maior) ficaremos com uma situação semelhante mas com resultados muito diferentes. A diferença entre a partícula na primeira situação e na segunda será apenas do ponto de vista de interações elétricas. Como vocês vêem esta situação?
 
    [],s
 
    Belmiro

De: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 9:03
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 
Leo, Belmiro, Alberto e Victor,
 
Eu estou esperando o Belmiro explicar melhor para poder responder. Se ele está considerando o planeta Terra como um objeto sujeito ao campo gravitacional do Sol, a análise seria outra. Neste caso acho bom incluir as contribuições devido a lua que não são desprezíveis (ver minha MSG anterior sobre as marés).
 
 Hélio

De: Luiz Ferraz Netto <leo@feiradeciencias.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br; leo@feiradeciencias.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 8:29
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

Belmiro,
Nenhum planeta tem centro de gravidade, pois seria justamente o local onde não há gravidade alguma!
Isto é tema da psicologia e é puramente psico-emocional. No melhor dos casos é o horizonte de eventos entre o Milk e o Ades.
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Sunday, March 04, 2012 5:47 PM
Subject: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 
   Verdade!   Ainda existe vida no C-list. Pergunta para iniciar uma discussão (e talvez terminá-la em uma única resposta).
 
   Qual a força (e pressão) atuante sobre uma partícula localizada no centro de gravidade de um planeta, sob a ótica de Newton e de Einstein?
 
    [],s
 
    Belmiro

De: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Domingo, 4 de Março de 2012 17:37
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Homero x Ideologia Zero

 
Ola Alberto,

Mas veja o lado positivo:  isto praticamente trouxe nossa clist de volta a vida. Agora é só aproveitarmos o embalo, e voltarmos para nossas discussões sobre teorias, experimentos, etc.

Abs
Felipe

De: Alberto Mesquita Filho <albmesq@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Sábado, 3 de Março de 2012 18:24
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Homero x Ideologia Zero

-----Mensagem Original-----
From: Nikola Tesla
Sent: Friday, March 02, 2012 6:55 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: [ciencialist] Re: Homero x Ideologia Zero

> Entrei há pouco nessa lista, achando que iria encontrar muita física,
> mas...

Pelo visto os amantes da física se cansaram de minhas heresias ;-) e foram
cantar noutras freguesias. Sobraram alguns mas nem tantos para que se possa
encontrar aqui, nos dias atuais, «muita física», como acontecia em passado
recente.

> se a discussão é política, enfim... Estou assistindo de camarote essa
> discussão...

Pois eu já deixei o camarote há muito tempo. Dependendo da thread tenho
encaminhado as msgs diretamente para a lixeira. A sua não recebeu esse
tratamento pois fiquei curioso com o seu cognome. Nem o Homero (cujo nome
faz parte desta thread) tem demonstrado ter «saco» para aguentar essa
discussão. De qualquer forma, achei interessante o seu posicionamento, mas
não irei comentar para não alongar este assunto de certa maneira off topic,
haja vista nossa história de mais de 13 anos de discussões bastante
proveitosas.

De qualquer forma, seja bem-vindo e não estranhe o que se segue logo após a
minha assinatura. Se estranhar, é só dar um alô.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



------------------------------------

#####  #####  #####

Página de apoio
http://www.ciencialist.com


#####  #####  #####  #####Links do Yahoo! Grupos

<*> Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
    http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/

<*> Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
    ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br

<*> O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos:
    http://br.yahoo.com/info/utos.html













SUBJECT: Re: [ciencialist] O "brainstorming" vs. o poder dos introvertidos
FROM: Nikola Tesla <pontozero36@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/03/2012 17:09

Gostei muito do artigo também. Muito pertinente esta discussão.

Em 05/03/12, Pesky Bee<peskybee2@gmail.com> escreveu:
> Vale a pena mesmo. O artigo toca em um ponto
> bastante importante: temos sim que permitir a
> "introspecção dos tímidos", pois vem deles muita
> coisa de revolucionária em nossa sociedade. E aí
> existe outro ponto importante, que é aquela febre
> da conectividade, a cambadinha com seus smartphones,
> ipads, twitter e facebook. Considero essas coisinhas
> um atentado contra a profundidade de reflexão, que
> poderá vir a ser coisa rara, caso essa moda pegue
> feio mesmo. Para quem quiser mais informação sobre
> isso, vejam o livro "The Shallows", do Nicholas Carr,
> onde ele "desce o pau" nessa maneira moderna de
> se manter constantemente interrompido por trivialidades.
>
> *PB*
>
>
>
> -----Mensagem Original-----
> From: roberto
> Sent: Sunday, March 04, 2012 10:48 AM
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Subject: [ciencialist] O "brainstorming" vs. o poder dos introvertidos
>
> Hélio Schwartsman: O "brainstorming" vs. o poder dos introvertidos
> http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/1056486-o-brainstorming-vs-o-poder-dos-introvertidos.shtml
> ----------
>
> Vale a pena ler.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>
>
> ------------------------------------
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.com
>
>
> ##### ##### ##### #####Links do Yahoo! Grupos
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: Nikola Tesla <pontozero36@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/03/2012 17:22

A visão do Victor é interessante. Gostaria de mais detalhes. Qualquer
um que se arrisque a dar uma causa, um mecanismo para a gravidade
merece atenção.

Recomendo aos amantes da física darem uma olhada no site de Xavier
Borg, e, sobre gravidade, ver usa teoria EMRP (Eletro-magnetic
radiation pressure).

www.blazelabs.com

Segundo esta, se é que eu a entendi, não haveria qualquer força
gravitacional sobre esta partícula. Acrescento ainda que as forças
elétricas também seriam nulas.

[ ]s

Tesla

Em 05/03/12, Hélio Carvalho<helicar_br@yahoo.com.br> escreveu:
> Oi Belmiro,
>
> Neste caso, a força resultante na partícula é zero.
> A pressão na partícula será diferente de zero, pois as contribuições das
> forças para a pressão não se anularão.
>
> Se ela estiver num buraco no centro do planeta a força e a pressão na
> partícula serão zero, em qualquer lugar do buraco que esta partícula
> estiver, não precisa estar exatamente no centro.
>
> Se imaginarmos que a partícula é do mesmo material que o planeta e não pode
> fluir através do material do planeta, a força resultante na partícula será
> sempre zero em qualquer lugar dentro do planeta que ela estiver. No caso da
> pressão, acho que a coisa é bem mais complicada.
>
> Hélio
>
>
> ________________________________
> De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
> Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 13:28
> Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
> partícula
>
>
>
>
>
>      Olás a todos,
>
>      Creio que a pergunta pode ser encarada como trivial, e as respostas,
> idem. Se houver corpos externos nas proximidades do corpo (planeta) em
> questão, então, sim, esta contribuição deverá ser computada e vai
> desequilibrar a força na partícula colocada no ponto de gravidade zero do
> planeta (Tá bom, Léo?). Mas o intuito da pergunta é despertar para duas
> situações muito parecidas A primeira, considerando que a partícula é
> inerente ao planeta, ou seja, faz parte do planeta. A outra, seria imaginar
> que essa partícula está no centro, porém desvinculada do planeta. Algo como
> abrir um buraco no centro do planeta e depositar essa partícula lá dentro.
> Nas duas situações, a força resultante sobre ela será nula, mas a pressão
> não (Se nada ao redor estiver interferindo). Se levarmos em conta que o
> buraco pode ser do tamanho que apenas caiba a partícula (apenas com um delta
> r maior) ficaremos com uma situação semelhante mas com
> resultados muito diferentes. A diferença entre a partícula na primeira
> situação e na segunda será apenas do ponto de vista de interações elétricas.
> Como vocês vêem esta situação?
>
>     [],s
>
>     Belmiro
>
>
> ________________________________
> De: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
> Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 9:03
> Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
> partícula
>
>
>
> Leo, Belmiro, Alberto e Victor,
>
> Eu estou esperando o Belmiro explicar melhor para poder responder. Se ele
> está considerando o planeta Terra como um objeto sujeito ao campo
> gravitacional do Sol, a análise seria outra. Neste caso acho bom incluir as
> contribuições devido a lua que não são desprezíveis (ver minha MSG anterior
> sobre as marés).
>
>  Hélio
>
>
> ________________________________
> De: Luiz Ferraz Netto <leo@feiradeciencias.com.br>
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br; leo@feiradeciencias.com.br
> Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 8:29
> Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
> partícula
>
>
>
> 
> Belmiro,
> Nenhum planeta tem centro de gravidade, pois seria justamente o local onde
> não há gravidade alguma!
> Isto é tema da psicologia e é puramente psico-emocional. No melhor dos casos
> é o horizonte de eventos entre o Milk e o Ades.
> []´
>      ===========================
>             Luiz Ferraz Netto [Léo]
>         leo@feiradeciencias.com.br
>          luizferraz.netto@gmail.com
>      http://www.feiradeciencias.com.br
>      ===========================
> ----- Original Message -----
>>From: Belmiro Wolski
>>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>>Sent: Sunday, March 04, 2012 5:47 PM
>>Subject: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
>> partícula
>>
>>
>>   Verdade!   Ainda existe vida no C-list. Pergunta para iniciar uma
>> discussão (e talvez terminá-la em uma única resposta).
>>
>>   Qual a força (e pressão) atuante sobre uma partícula localizada no
>> centro de gravidade de um planeta, sob a ótica de Newton e de Einstein?
>>
>>    [],s
>>
>>    Belmiro
>>
>>
>>
>>________________________________
>>De: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
>>Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>>Enviadas: Domingo, 4 de Março de 2012 17:37
>>Assunto: Re: [ciencialist] Re: Homero x Ideologia Zero
>>
>>
>>
>>Ola Alberto,
>>
>>
>>Mas veja o lado positivo:  isto praticamente trouxe nossa clist de volta a
>> vida. Agora é só aproveitarmos o embalo, e voltarmos para nossas
>> discussões sobre teorias, experimentos, etc.
>>
>>
>>Abs
>>Felipe
>>
>>
>>
>>________________________________
>>De: Alberto Mesquita Filho <albmesq@uol.com.br>
>>Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>>Enviadas: Sábado, 3 de Março de 2012 18:24
>>Assunto: Re: [ciencialist] Re: Homero x Ideologia Zero
>>
>>-----Mensagem Original-----
>>From: Nikola Tesla
>>Sent: Friday, March 02, 2012 6:55 PM
>>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>>Subject: Re: [ciencialist] Re: Homero x Ideologia Zero
>>
>>> Entrei há pouco nessa lista, achando que iria encontrar muita física,
>>> mas...
>>
>>Pelo visto os amantes da física se cansaram de minhas heresias ;-) e foram
>>cantar noutras freguesias. Sobraram alguns mas nem tantos para que se possa
>>encontrar aqui, nos dias atuais, «muita física», como acontecia em passado
>>recente.
>>
>>> se a discussão é política, enfim... Estou assistindo de camarote essa
>>> discussão...
>>
>>Pois eu já deixei o camarote há muito tempo. Dependendo da thread tenho
>>encaminhado as msgs diretamente para a lixeira. A sua não recebeu esse
>>tratamento pois fiquei curioso com o seu cognome. Nem o Homero (cujo nome
>>faz parte desta thread) tem demonstrado ter «saco» para aguentar essa
>>discussão. De qualquer forma, achei interessante o seu posicionamento, mas
>>não irei comentar para não alongar este assunto de certa maneira off topic,
>>haja vista nossa história de mais de 13 anos de discussões bastante
>>proveitosas.
>>
>>De qualquer forma, seja bem-vindo e não estranhe o que se segue logo após a
>>minha assinatura. Se estranhar, é só dar um alô.
>>
>>[ ]´s
>>Alberto
>>http://ecientificocultural.com.br
>>Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
>>coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>>
>>
>>
>>------------------------------------
>>
>>#####  #####  #####
>>
>>Página de apoio
>>http://www.ciencialist.com
>>
>>
>>#####  #####  #####  #####Links do Yahoo! Grupos
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>
>
>
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] BARBARIE CONSUMADA PELOS PSIQUIATRAS AMERICANOS
FROM: Nikola Tesla <pontozero36@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/03/2012 17:23

kkkkkkkkkkkkkk

2012/3/5, Pesky Bee <peskybee2@gmail.com>:
> O estranho no Mtnos é, pelo fato de parecer ser anti-homossexual,
> ele gostar tanto de ad hominems....
>
> Sorry, não resisti, deixa eu voltar para debaixo da minha pedra ;-)
>
> *PB*
>
>
>
> From: Alvaro Augusto (L)
> Sent: Sunday, March 04, 2012 12:34 PM
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Subject: Re: [ciencialist] BARBARIE CONSUMADA PELOS PSIQUIATRAS AMERICANOS
>
>
>
> Caro Mtnos,
>
> Você continua usando "ad hominens", mesmo quando promete, duas linhas antes,
> que não irá usá-los.
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
> Em 03/03/2012 23:20, Mtnos Calil escreveu:
>
>
> QUANDO UMA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA DÁ A ENTENDER,
> PUBLICAMENTE QUE UMA MENINA PODE SER EDUCADA POR DOIS HOMENS, TEMOS AÍ A
> PROVA DE COMO A HUMANIDADE ESTÁ SENDO GOVERNADA POR IGNORANTES, NO CASO DOS
> POLITICOS, E POR MALUCOS, NO CASO DA ÁREA PSI. VOU SOLICITAR UM PARECER DA
> ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO, E COM BASE NESTE PARECER,
> VOU TOMAR AS PROVIDÊNCIAS CABIVEIS. NÃO VOU CHAMAR NENHUM PSIQUIATRA DE
> MALUCO... SÓ VOU PEDIR AS PROVAS, SE OS PSIQUIATRAS BRASILEIROS TIVEREM A
> MESMO PARECER DOS AMERICANOS. SÓ QUE DESTA VEZ, A INTERNET SERÁ INUNDADA COM
> OS RESULTADOS DESTA CONSULTA, SEM FALAR EM OUTRAS PROVIDÊNCIAS PERTINENTES.
>
> VAMOS VER O QUE VAI DIZER A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A
> RESPEITO. Já mandei um e-mail para eles.
>
> Abraços
>
> M.Calil
>
>
>
> "Numerosos estudos sobre as últimas três décadas demonstram
> consistentemente que crianças criadas por pais gays ou lésbicas exibem o
> mesmo nível de funcionamento emocional, cognitivo, social e sexual como
> crianças criadas por pais heterossexuais"
>
>
>
>
>
> Approved by the Board of Trustees, November 2002
> Approved by the Assembly, November 2002
>
>
> "Policy documents are approved by the APA Assembly and Board of
> Trustees… These are …position statements that define APA official policy on
> specific subjects…" -- APA Operations Manual.
>
>
> Numerous studies over the last three decades consistently demonstrate that
> children raised by gay or lesbian parents exhibit the same level of
> emotional, cognitive, social, and sexual functioning as children raised by
> heterosexual parents. This research indicates that optimal development for
> children is based not on the sexual orientation of the parents, but on
> stable attachments to committed and nurturing adults. The research also
> shows that children who have two parents, regardless of the parents’ sexual
> orientations, do better than children with only one parent.
> While some states have approved legislation sanctioning second parent
> adoption, other court judgments and legislation have prohibited lesbian
> women and gay men from adopting or co-parenting. Therefore, in most of the
> United States, only one partner in a committed gay or lesbian couple may
> have a legal parental relationship to a child they are raising together.
> Adoption by a second parent, however, would not only formalize a child’s
> existing relationships with both parents in a same-sex couple, it would also
> provide vital security for the child. Children could avail themselves of
> both parents’ health insurance benefits, access to medical care, death
> benefits, inheritance rights, and child support from both parents in the
> event of separation. Adoption protects both parents’ rights to custody
> and/or visitation if the couple separates or if one parent dies.
>
> The American Psychiatric Association has historically supported equity,
> parity, and non-discrimination regarding legal issues affecting mental
> health. In 2000, APA supported the legal recognition of same sex unions and
> their associated legal rights, benefits, and responsibilities. APA has also
> supported efforts to educate the public about homosexuality and the mental
> health needs of lesbian women, gay men, and their families. Removing legal
> barriers that adversely affect the emotional and physical health of children
> raised by lesbian and gay parents is consistent with the goals of the APA.
>
> The American Psychiatric Association supports initiatives which allow
> same-sex couples to adopt and co-parent children and supports all the
> associated legal rights, benefits, and responsibilities which arise from
> such initiatives.
>
> This position statement was drafted and proposed by the Committee on Gay,
> Lesbian, and Bisexual Issues and was supported by the Council on Minority
> Mental Health and Health Disparities.
>
>
>
>
>
>
>
>
>


SUBJECT: Re: Já que é pra injetar vida na lista...
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/03/2012 18:21

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Nikola Tesla <pontozero36@...>
> Acho muito difícil 1% de diferença de DNA dar
> origem ao homem inteligente a partir de um primata.

Tto qto se sabe, dá e sobra:
http://www.formspring.me/genereporter/q/180503600500347929

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Já que é pra injetar vida na lista...
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/03/2012 18:52

Depois que você explicar o surgimento da vida na Terra, restará explicar
a origem desse "princípio inteligente organizador ". É só um jeito de
empurrar a solução para mais longe.

[ ]s

Alvaro Augusto



Em 05/03/2012 17:07, Nikola Tesla escreveu:
> Takata e PB,
>
> Obrigado pelos links. Vou pesquisar melhor tudo o que vocês colocaram
> como referência aqui antes de emitir uma próxima opinião a respeito.
> Era esse tipo de contribuição que esperava desta lista.
>
> A princípio, e antes de me aprofundar melhor no assunto, concordo com
> o Victor (em parte). Acho muito difícil 1% de diferença de DNA dar
> origem ao homem inteligente a partir de um primata. A vida é demasiado
> complexa, me parece implicada realmente um princípio inteligente
> organizador, mas eu não colocaria religião na equação. Não falaria de
> Deus nem de criacionismo. Apenas de um princípio inteligente
> negentrópico. Com isso me aproximo da visão de Wilhelm Reich e dos
> antigos vitalistas.
>
> Mas tudo isso com humildade. Não sou expecialista no assunto.
>
> [ ]s
>
> Tesla
>
> Em 05/03/12, JVictor<j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:
>> Não. A ciência não explica vida. Apenas descreve-a em suas mais diversas
>> manifestações.
>>
>> Teria que explicar também os agregados mais nobres: consciência, sonhos,
>> inteligência, essas coisinhas...
>>
>> Falo isso em termos de verdades essenciais. Mas a ciência descreve muito bem
>> como certas combinações de que fala podem gerar vida.
>>
>> Só isso.
>>
>> Agora, se perguntar a religiosos, estes têm uma explicação, não apenas
>> descritiva. Mas de fato, em termos de verdades essenciais indiscutíveis.
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>> Não. Em minha opinião.
>>
>> O que a ciência faz, e o faz muito bem, é descrever como a vida se processa,
>> em todas as suas nuances e peculiaridades.
>>
>> Mas, só. Em termos de verdades essenciais, ou o que seja isso, necas(o nope
>> de Takata). E assim caminhamos, ad eternum.
>>
>>
>>
>> Junto à vida, vêm: sonhos, consciência, inteligência. Estas coisitas.
>>
>>
>>
>> Mas há grupos que têm uma explicação indiscutível para o fenômeno vida. Como
>> surge, para que surge, quais os objetivos a serem alcançados(ou inferno ou
>> céu ou um purgatorizinho como intermediário entre um dos nirvanas, pois há
>> grupos que também cultuam um satâzinho, de leve).
>>
>>
>>
>> É isso.
>>
>>
>>
>> Sds,
>>
>> Victor.
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>> De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
>> Em nome de Nikola Tesla
>> Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 11:32
>> Para: ciencialist
>> Assunto: [ciencialist] Já que é pra injetar vida na lista...
>>
>>
>>
>>
>>
>> Não sou biólogo nem bioquímico, mas uma polêmica sobre evolução surgiu
>> na Acropolis entre o abelinha incômoda e outros membros e eu achei
>> pertinente trazer para cá...
>>
>> A ciência é capaz de explicar a vida (ou o surgimento da mesma)? Como
>> moléculas inorgânicas se organizam e acabam dando origem à vida? É
>> possível distinguir o vivo do não-vivo apenas bioquímicamente? É
>> possível explicar o "porque a vida acontece" (e não apenas o como)?
>>
>> Taí uma boa pergunta.
>>
>>


SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 20:32

Victor,

 
Novamente você está esquecendo da terceira "bolinha".
Veja minhas MSGs anteriores:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79708
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79925

Eu vou tentar novamente te explicar como vão as coisas na natureza:
:-)
 
Imagine 3 esferas:
Esfera "A" de 3x10^20 kg (M_A = 3x10^20 kg)
Esfera "B" de 1x10^20 kg (M_B = 1x10^20 kg)
Esfera "C" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)

Todas com raios de 3x10^6 m

Coloque no espaço distante de tudo as bolinhas A e B a uma distância de 3x10^8 m. (D(t=0) = 3x10^8 m)
No instante inicial a aceleração absoluta de B em direção a A é:
a_B = G M_A / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_A e não de M_B - isto é Newton)
No mesmo instante a aceleração absoluta de A em direção a B é:
a_A = G M_B / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_B e não de M_A)

As duas acelerações dependem da distância em cada instante D(t)
Logo elas começam com uma aceleração relativa de a_{AB} = G M_B M_A / [D(t=0)]^2

A aceleração relativa muda com o tempo assim:
a_{AB}(t) = G M_B M_A / [D(t)]^2

O tempo para baterem depende das massas.
Se no lugar de B for colocada a C o tempo para baterem será menor.

Mas se uma delas tem massa muiiiiito maior que as outras duas:
Esfera "a" de 3 kg (m_a = 3 kg)
Esfera "b" de 1 kg (m_b = 1 kg)
Esfera "C2" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)
 
Raio de a = raio de b = 1m.

E cada um é colocado um pouco acima da superfície de C. As diferenças serão imperceptíveis.

Assim, praticamente, as acelerações relativas a_{aC} = a_{bC} e serão iguais às acelerações absolutas a_a e a_b

Hélio

 

De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 13:37
Assunto: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 
Existe, sim, a interaçãogravitacinal. Nunca disse que não. O que tenho sustentado é a causa, as razões subjacentes, cujas explicações Newtonianas não se sustentam; mas que ficam bem simples, e sem pontas soltas, na TR.
 
Volto um pouco a um  e-mail que lhe fiz e que você respondeu, reduzindo meus argumentos a ( -1). Tudo bem, é seu ponto de vista.
Mas arriscarei outra argumentação via TN, para ver se há ainda há pontas soltas. No e-mail anterior, falei do ponto  Aristotélico, desbancado por Galilei, corretamente.  Mas a própria TN  até ampararia o modo de pensar Aristotélico, nesse mister, quando ele diz que corpos mais pesados devem cair mais rápido que os mais leves.  Mas, em nosso sentimento, não parece ser assim?  Foi neste sentido que fiz as analogias com puxões e empurrões, produzidos pelos corpos de massas(ou pesos) diferentes.  Mas, parece, não tive êxito naquelas heresias. Pois, está aqui outro ponto de vista. Vamos tentar explicar o fato de,  no vácuo e num referencial em queda livre todos os corpos caírem do mesmo jeito. Considere um grão de açúcar e uma bola de ferro de 5 kg, e o fato de, em queda livre, manterem a mesmíssima razão F/m, conforme você discutiu antes, ok? Não vamos dizer que a bola de ferro cai mais rápido que o grão em vista de a bola ser mais pesada e, por isso, apressar-se para machucar meu pé. Isto era Aristóteles que ensinava. Como Newton explicaria? Assim: os dois corpos têm massas muito diferentes, e os efeitos da inércia devido ao mais pesado(a bola de ferro) é muito, muito maior que os efeitos inerciais do grão. E isto é fato.  Mas, apesar disso, a natureza garante que a razão  F/m permanece igual! Quer dizer, a inércia é o agente que “atrasa” a bola, em relação ao grão, de modo que F/m seja constante. Contudo, ainda aqui vemos outra coisa : e se ao invés da bola de ferro de 5kg , que tem inércia compatível com esses kg, usarmos outra bola de ferro que tenha inércia compatível com 1000Kg, com uma forma qualquer? Ora, esse fato não altera a situação: o grão e esta tonelada de massa continuam a cair do mesmo jeito, sem choro nem vela!. Ou seja, qualquer que seja o efeito inercial, segundo a TN e não segundo Aristóteles, as coisas continuam como antes. Então falta alguma coisa nessa equação!  Ou seja, a TN explica, mas...não explica.
A explicação via TR, via curvatura do espaçotempo, é muito mais simples, natural, e não deixa essas interrogações serem escritas!. Mas sobre isto já tentei esclarecer.   Mas irei heretizar novamente.  Assuma que o espaçotempo é curvo, só por um instante, e pense no universo como um sólido deformável(uma idéia que começou com Sakarov), formado de linhas de fluxo de tempo(algo como na fluidodinâmica, stream lines, ou linhas de corrente, que é um artifício, um modelo,  válido, usado para estudo daquele assunto) ou linhas de mundo, que são geodésicas, como aquele exemplo que dei do deslocamento geodésico de duas partículas muito vizinhas do equador para um pólo. Elas se aproximam, de modo acelerado, devido a seguirem, obrigatoriamente, suas geodésicas. Por causa da superfície curva da terra.  E não importam tamanho, forma, peso, inercial, ou o que seja.  Se a curvatura é a mesma, eles se aproximam, ou “caem” do mesmo jeito. O  comportamento do movimento no espaçotempo curvo, é democrático, o mesmo para qq corpo, independente da forma, pesos, efeitos inerciais, o que for.  E isto vemos mais claramente analisando a matemática relevante aos processos matemáticos(coisas feias e matemágicas, como você diz, mas sem razão). Mas juro que não mordem e são bastante esclarecedores. E não foi Einstein quem as inventou).  Pontas soltas, agora? Não.
Mas, reconheço, não é muito fácil expressar, com precisão, em palavras. Há sempre que se recorrer a uma ajudinha  da matemática relevante.
Bom, só para não ser tão sucinto.
 
Sds,
Victor
 
 
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 12:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
 
 
-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Monday, March 05, 2012 7:42 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula

Olá Victor

> Força gravitacional é que inexiste. A atração, atribuída à GMm/R²,
> interpretada como força, tipo 2 Lei, força elétrica, força nuclear, forças
> de atrito, entre outras, está equivocada. A “força” gravitacional deve-se
> a outra causa mais simples, que explica de maneira correta esses efeitos,
> sem dubiedades, sem pontas soltas, de maneira natural. Só não digo que
> causa é essa, senão...

Não vou discutir esse assunto pois não chegaremos a nada. Quero apenas
enfatizar um detalhe de minha msg que você não reproduziu: «Se neste
universo houverem apenas a partícula de prova e o planeta, a força deverá
ser nula.»

Há uma certa impropriedade na construção da frase, pois pensei em planeta
meramente como um corpo rígido e sem a atmosfera (idealidade). Note que
neste caso a única interação existente (queira você chamá-la de força ou
não) é a gravitacional. A menos que você diga que não há nenhuma interação
gravitacional e que os corpos se atraem por obra do divino espírito santo,
digo, espaço curvo da TR. Seria isto?

No caso pressuposto (idealidade) a interação, no centro de gravidade, a meu
ver é nula nas duas teorias.

> Sou seja, como a TR trata da gravidade, somente, as outras forças, não
> gravitacionais, como listado acima, estão salvas.
> Aliás, sequer é uma força ideológica.

Ideologia é um tema bastante complexo e não é meu propósito vir a discutir
aqui o que seja. Pensando em termos bem elementares, poderíamos assumir a
postura do filósofo Destutt de Tracy e assumir a ideologia como algo «que
atribui a origem das ideias humanas às percepções sensoriais do mundo
externo» (dicionário Houaiss). Eu chamo a atração gravitacional de força e,
a aceitarmos a postura de Tracy, seria uma idéia a satisfazer o que é
captável pelos sentidos. Você chama de puxão. OK, você está no seu direito,
chame-a como quiser. Mas não queira impor aos demais essa idéia tresloucada.
Se na intimidade força elétrica (ou outras) e força gravitacional
representam coisas diversas, isto não lhe dá o direito de modificar o
sentido das palavras.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 21:00

Oi Hélio

De: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 20:32
Assunto: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

Victor,

 
Novamente você está esquecendo da terceira "bolinha".
Veja minhas MSGs anteriores:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79708
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79925

Eu vou tentar novamente te explicar como vão as coisas na natureza:
:-)
 
Imagine 3 esferas:
Esfera "A" de 3x10^20 kg (M_A = 3x10^20 kg)
Esfera "B" de 1x10^20 kg (M_B = 1x10^20 kg)
Esfera "C" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)

Todas com raios de 3x10^6 m

Coloque no espaço distante de tudo as bolinhas A e B a uma distância de 3x10^8 m. (D(t=0) = 3x10^8 m)
No instante inicial a aceleração absoluta de B em direção a A é:
a_B = G M_A / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_A e não de M_B - isto é Newton)
No mesmo instante a aceleração absoluta de A em direção a B é:
a_A = G M_B / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_B e não de M_A)

As duas acelerações dependem da distância em cada instante D(t)
Logo elas começam com uma aceleração relativa de a_{AB} = G M_B M_A / [D(t=0)]^2
 
 
Não seria a_A +a_B = G(M_A+M_B)/[D(t=0)]^2 ?
 
A aceleração relativa muda com o tempo assim:
a_{AB}(t) = G M_B M_A / [D(t)]^2

O tempo para baterem depende das massas.
Se no lugar de B for colocada a C o tempo para baterem será menor.
 
Mas se uma delas tem massa muiiiiito maior que as outras duas:
Esfera "a" de 3 kg (m_a = 3 kg)
Esfera "b" de 1 kg (m_b = 1 kg)
Esfera "C2" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)
 
Raio de a = raio de b = 1m.

E cada um é colocado um pouco acima da superfície de C. As diferenças serão imperceptíveis.

Assim, praticamente, as acelerações relativas a_{aC} = a_{bC} e serão iguais às acelerações absolutas a_a e a_b

Hélio

 [],s
 
 Belmiro

De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 13:37
Assunto: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 
Existe, sim, a interaçãogravitacinal. Nunca disse que não. O que tenho sustentado é a causa, as razões subjacentes, cujas explicações Newtonianas não se sustentam; mas que ficam bem simples, e sem pontas soltas, na TR.
 
Volto um pouco a um  e-mail que lhe fiz e que você respondeu, reduzindo meus argumentos a ( -1). Tudo bem, é seu ponto de vista.
Mas arriscarei outra argumentação via TN, para ver se há ainda há pontas soltas. No e-mail anterior, falei do ponto  Aristotélico, desbancado por Galilei, corretamente.  Mas a própria TN  até ampararia o modo de pensar Aristotélico, nesse mister, quando ele diz que corpos mais pesados devem cair mais rápido que os mais leves.  Mas, em nosso sentimento, não parece ser assim?  Foi neste sentido que fiz as analogias com puxões e empurrões, produzidos pelos corpos de massas(ou pesos) diferentes.  Mas, parece, não tive êxito naquelas heresias. Pois, está aqui outro ponto de vista. Vamos tentar explicar o fato de,  no vácuo e num referencial em queda livre todos os corpos caírem do mesmo jeito. Considere um grão de açúcar e uma bola de ferro de 5 kg, e o fato de, em queda livre, manterem a mesmíssima razão F/m, conforme você discutiu antes, ok? Não vamos dizer que a bola de ferro cai mais rápido que o grão em vista de a bola ser mais pesada e, por isso, apressar-se para machucar meu pé. Isto era Aristóteles que ensinava. Como Newton explicaria? Assim: os dois corpos têm massas muito diferentes, e os efeitos da inércia devido ao mais pesado(a bola de ferro) é muito, muito maior que os efeitos inerciais do grão. E isto é fato.  Mas, apesar disso, a natureza garante que a razão  F/m permanece igual! Quer dizer, a inércia é o agente que “atrasa” a bola, em relação ao grão, de modo que F/m seja constante. Contudo, ainda aqui vemos outra coisa : e se ao invés da bola de ferro de 5kg , que tem inércia compatível com esses kg, usarmos outra bola de ferro que tenha inércia compatível com 1000Kg, com uma forma qualquer? Ora, esse fato não altera a situação: o grão e esta tonelada de massa continuam a cair do mesmo jeito, sem choro nem vela!. Ou seja, qualquer que seja o efeito inercial, segundo a TN e não segundo Aristóteles, as coisas continuam como antes. Então falta alguma coisa nessa equação!  Ou seja, a TN explica, mas...não explica.
A explicação via TR, via curvatura do espaçotempo, é muito mais simples, natural, e não deixa essas interrogações serem escritas!. Mas sobre isto já tentei esclarecer.   Mas irei heretizar novamente.  Assuma que o espaçotempo é curvo, só por um instante, e pense no universo como um sólido deformável(uma idéia que começou com Sakarov), formado de linhas de fluxo de tempo(algo como na fluidodinâmica, stream lines, ou linhas de corrente, que é um artifício, um modelo,  válido, usado para estudo daquele assunto) ou linhas de mundo, que são geodésicas, como aquele exemplo que dei do deslocamento geodésico de duas partículas muito vizinhas do equador para um pólo. Elas se aproximam, de modo acelerado, devido a seguirem, obrigatoriamente, suas geodésicas. Por causa da superfície curva da terra.  E não importam tamanho, forma, peso, inercial, ou o que seja.  Se a curvatura é a mesma, eles se aproximam, ou “caem” do mesmo jeito. O  comportamento do movimento no espaçotempo curvo, é democrático, o mesmo para qq corpo, independente da forma, pesos, efeitos inerciais, o que for.  E isto vemos mais claramente analisando a matemática relevante aos processos matemáticos(coisas feias e matemágicas, como você diz, mas sem razão). Mas juro que não mordem e são bastante esclarecedores. E não foi Einstein quem as inventou).  Pontas soltas, agora? Não.
Mas, reconheço, não é muito fácil expressar, com precisão, em palavras. Há sempre que se recorrer a uma ajudinha  da matemática relevante.
Bom, só para não ser tão sucinto.
 
Sds,
Victor
 
 
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 12:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
 
 
-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Monday, March 05, 2012 7:42 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula

Olá Victor

> Força gravitacional é que inexiste. A atração, atribuída à GMm/R²,
> interpretada como força, tipo 2 Lei, força elétrica, força nuclear, forças
> de atrito, entre outras, está equivocada. A “força” gravitacional deve-se
> a outra causa mais simples, que explica de maneira correta esses efeitos,
> sem dubiedades, sem pontas soltas, de maneira natural. Só não digo que
> causa é essa, senão...

Não vou discutir esse assunto pois não chegaremos a nada. Quero apenas
enfatizar um detalhe de minha msg que você não reproduziu: «Se neste
universo houverem apenas a partícula de prova e o planeta, a força deverá
ser nula.»

Há uma certa impropriedade na construção da frase, pois pensei em planeta
meramente como um corpo rígido e sem a atmosfera (idealidade). Note que
neste caso a única interação existente (queira você chamá-la de força ou
não) é a gravitacional. A menos que você diga que não há nenhuma interação
gravitacional e que os corpos se atraem por obra do divino espírito santo,
digo, espaço curvo da TR. Seria isto?

No caso pressuposto (idealidade) a interação, no centro de gravidade, a meu
ver é nula nas duas teorias.

> Sou seja, como a TR trata da gravidade, somente, as outras forças, não
> gravitacionais, como listado acima, estão salvas.
> Aliás, sequer é uma força ideológica.

Ideologia é um tema bastante complexo e não é meu propósito vir a discutir
aqui o que seja. Pensando em termos bem elementares, poderíamos assumir a
postura do filósofo Destutt de Tracy e assumir a ideologia como algo «que
atribui a origem das ideias humanas às percepções sensoriais do mundo
externo» (dicionário Houaiss). Eu chamo a atração gravitacional de força e,
a aceitarmos a postura de Tracy, seria uma idéia a satisfazer o que é
captável pelos sentidos. Você chama de puxão. OK, você está no seu direito,
chame-a como quiser. Mas não queira impor aos demais essa idéia tresloucada.
Se na intimidade força elétrica (ou outras) e força gravitacional
representam coisas diversas, isto não lhe dá o direito de modificar o
sentido das palavras.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.





SUBJECT: Re: Já que é pra injetar vida na lista...
FROM: "marcelleandro2009" <marcelleandro2009@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/03/2012 21:02

Eu não li o texto e espero não estar sendo redundante.
Devido a evolução ser um "processo acumulativo", apenas uma pequena (2%)quantidade da cadeia de dna é de genes realmente ativos, no que se refere a instruções da fisionomia humana. Então este percentual de 1% de diferença se torna imensamente mais significativo...

Marcel

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Nikola Tesla <pontozero36@>
> > Acho muito difícil 1% de diferença de DNA dar
> > origem ao homem inteligente a partir de um primata.
>
> Tto qto se sabe, dá e sobra:
> http://www.formspring.me/genereporter/q/180503600500347929
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Lições indianas - (Correio Braziliense)
FROM: Rafael Picate <rpicate@gmail.com>
TO: undisclosed-recipients:;
BCC: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/03/2012 21:28

4. Lições indianas
 
Crescimento da produção científica na Índia, baseado na prioridade à inovação tecnológica e na participação da iniciativa privada, é destaque na revista Science. Para especialistas, o modelo do país asiático tem o que ensinar ao Brasil.

O mundo vive um período de mudanças em que as tradicionais potências mundiais, como os Estados Unidos e a Europa, perdem espaço econômico e político para as chamadas nações em desenvolvimento. Movimento semelhante ocorre no terreno científico, com a Índia podendo ser considerada a "bola da vez". Tanto é que o conhecimento produzido naquele país foi tema recentemente de um especial publicado na renomada revista científica Science. Para especialistas, o florescimento da ciência na Índia - que na última década elevou a quantidade de publicações em periódicos internacionais de 2,2% para 3,4% - pode inspirar o Brasil, que também segue uma trajetória de expansão em suas pesquisas e já foi alvo de atenção da mesma publicação científica.

 

Parte do sucesso indiano vem dos investimentos em inovação e da participação da iniciativa privada. Em entrevista à Science, o primeiro-ministro Manmohan Singh explica que a meta é direcionar pelo menos 2% do PIB (soma das riquezas do país) para o setor. "Precisamos gastar muito mais com as áreas de desenvolvimento ativamente ligadas à evolução da ciência, da tecnologia e da inovação", afirma. "O que destinamos do PIB para pesquisa e desenvolvimento em ciência e tecnologia é praticamente a mesma porcentagem que os outros países em desenvolvimento. Mas é no setor privado que nosso país tem muito mais a fazer", completa.

 

Durante muito tempo, as pesquisas indianas estiveram ligadas principalmente a foguetes e artefatos atômicos. Pesquisadores de outras áreas tinham apenas duas opções: penar para conseguir minguados recursos ou sair do país em busca de melhores condições de trabalho. A maioria preferia o segundo caminho e, assim como o Brasil, a Índia funcionava como celeiro de bons pesquisadores aproveitados por outras nações.

 

Retorno ao país - Hoje, o país experimenta um movimento inverso. Doutores e pós-doutores retornam para casa, onde sobram recursos para a área tecnológica. A farmacologia e o desenvolvimento de novas drogas, que representavam 4% da produção científica indiana em 1999, passaram para 7% em 2009. Química pulou de 3% para 5%. Em 10 anos, o desenvolvimento de novos materiais, que representavam pouco mais de 2% dos artigos publicados no país, pulou para mais de 4%, segundo a Science. A evolução também é qualitativa. De acordo com a base de dados Thomson Reuters Web of Knowledge, o impacto das pesquisas indianas pulou de 40% para 60% da média mundial.

 

Para a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, o que a Índia conseguiu enxergar antes do Brasil é que gastos com inovação são, na verdade, investimento. "Em 2009, no auge da crise, o governo Barack Obama aumentou os investimentos em ciência e tecnologia", exemplifica a pesquisadora, para quem os impactos desse movimento serão sentidos em médio e longo prazos. "O resultado não será sentido agora, mas no futuro. Sem ciência e tecnologia, o Brasil será eternamente um país que vive do extrativismo. É como se você estivesse matando o que vai te sustentar daqui a alguns anos", opina Nader, que lamenta a diminuição de recursos recentemente anunciada no Brasil, que atualmente investe cerca de 1% do PIB no setor.

 

O governo federal determinou um corte de R$1,48 bilhão, cerca de 22% do que havia sido originalmente proposto na Lei Orçamentária Anual (LOA). "Isso é um verdadeiro crime", afirma a cientista. Procurado pelo Correio, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) respondeu por meio de nota que "está discutindo e avaliando, internamente e com suas unidades, as possibilidades de readequação orçamentária de modo a preservar as ações prioritárias no contexto da Estratégia Nacional de Ciência e Tecnologia 2012-2015".

 

Demandas - Diversificar as áreas de excelência, como a Índia vem fazendo, é uma demanda brasileira antiga. Se os indianos, por muito tempo, se preocuparam quase exclusivamente com foguetes, por aqui a agricultura, as pesquisas contra o câncer, as ciências espaciais e o meio ambiente são prioridade. A queixa é que pesquisadores de áreas como linguística, ciências humanas, artes e ciência pura - que estuda questões mais básicas do saber - se sentem abandonados pelos órgãos de financiamento. "Com o corte nos investimentos em ciência, o problema tende a se tornar generalizado. Nossos investimentos estão muito aquém do necessário", alerta Helena Nader.

 

Outro obstáculo que a Índia teve de vencer foi mudar a sua reputação no exterior. Em 1974, quando o país fez seu primeiro teste nuclear, uma série de nações passou a impor sanções ao país e impedir a compra de uma série de seus produtos tecnológicos. Muitos pesquisadores que nada tinham a ver com a questão nuclear viam suas pesquisas paradas por falta de insumos que precisavam ser importados. Um acordo com os Estados Unidos em 2007 apaziguou a comunidade internacional sobre a expansão do armamento nuclear indiano.

 

No Brasil, alguns episódios negativos nos últimos tempos, embora não tenham manchado completamente a fama do País, como aconteceu com a Índia, geraram insatisfação de líderes de grandes projetos. A dificuldade em enviar os recursos necessários e a demora do Congresso Nacional em aprovar grandes projetos geraram algumas reclamações - públicas ou não - em relação à ação brasileira. Em 2007, o País foi "convidado a se retirar" do projeto da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) por não conseguir entregar os equipamentos cujo desenvolvimento ficou sob sua responsabilidade. Outro exemplo: embora há anos em negociação, o Brasil ainda não ratificou o tratado em que ingressa oficialmente no Observatório Europeu do Sul (ESO). Em janeiro, o presidente do ESO, Tim de Zeeuw, atribuiu à demora brasileira "uma das razões para o projeto do Extreme Large Telescope (E-ELT) ainda não ter saído do papel". O MCTI não comentou sobre esses episódios na nota enviada à reportagem.

 

Episódios como esses mostram que nações em desenvolvimento, apesar de viverem uma expansão significativa, precisam enfrentar muitos obstáculos para alcançar o patamar em que estão Estados Unidos e Reino Unido, como aponta Lytton Leite Guimarães, pesquisador do Núcleo de Estudos Asiáticos da Universidade de Brasília (UnB). "A corrupção ainda é um problema para todos os Brics [grupo que reúne Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul]. E a burocracia também atrapalha o desenvolvimento de grandes projetos", analisa.

 

Além disso, Guimarães vê problemas específicos de cada país que prejudicam a produção do conhecimento e o tratamento dado à ciência. "O governo indiano ainda investe muito pouco em infraestrutura. As grandes ferrovias do país, por exemplo, são herança do tempo em que a Inglaterra dominou o país", comenta o pesquisador, lembrando que o problema da pobreza na Índia é ainda maior que o do Brasil. "Hoje, vejo os dois países de maneira equilibrada. A Índia tem mais problemas sociais e de infraestrutura, mas investe mais. Em longo prazo, se não ampliar os investimentos, o Brasil pode ficar para trás", completa.

 

Citações - O índice de impacto de uma pesquisa se refere a quanto aquele estudo influenciou pesquisas posteriores em sua área. Para aferi-lo, a Thomson Reuters mapeia os artigos publicados em milhares de periódicos e verifica quais artigos são citados como fontes nas novas pesquisas publicadas. Quanto mais citado, maior impacto causou a pesquisa.

 

Destaque verde e amarelo - Em dezembro de 2011, a revista Science dedicou ao Brasil um espaço semelhante ao dado agora para a Índia. No artigo, a publicação elogiava, entre outras coisas, a ascensão do País ao posto de 13ª maior fonte de artigos científicos no mundo - depois de dobrar sua produção de conhecimento em apenas 10 anos - e a construção de 134 campi de universidades federais que estava em curso.

 

Ao mesmo tempo, o periódico chamava a atenção para as distorções da produção, que conduz pesquisas caras e de alta complexidade, mas ainda apresenta desigualdades gritantes tanto nas áreas do conhecimento quanto na produção geográfica das pesquisas. Sozinho, São Paulo produz metade dos artigos publicados. A revista também criticou o baixo impacto dos artigos tupiniquins.

 

Alguns anos antes, em 2007, um especial sobre professores que produzem conhecimento de ponta, apesar da dificuldade em seus países, elogiou a atuação do pesquisador Antônio Carlos Pavão, do Departamento de Química Fundamental da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em junho de 2010, um balanço dos primeiros anos de funcionamento do projeto Biota-Fapesp também foi destaque na Science. O projeto mapeia e ajuda a conservar a biodiversidade do estado de São Paulo.


(Correio Braziliense) 


SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 22:17

Oi todos,

Na minha última mensagem cometi um erro.

Não é produto das massa e sim soma.

Vou reproduzir abaixo com as correções e outros complementos.

Victor, ignore a MSG anterior.



Victor,

 
Novamente você está esquecendo da terceira "bolinha".
Veja minhas MSGs anteriores:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79708
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79925

Eu vou tentar novamente te explicar como vão as coisas na natureza:
:-)
 
Imagine 3 esferas:
Esfera "A" de 3x10^20 kg (M_A = 3x10^20 kg)
Esfera "B" de 1x10^20 kg (M_B = 1x10^20 kg)
Esfera "C" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)

Todas com raios de 3x10^6 m

Coloque no espaço distante de tudo as bolinhas A e B a uma distância de 3x10^8 m. (D(t=0) = 3x10^8 m)
No instante inicial a aceleração absoluta de B em direção a A é:
a_B = G M_A / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_A e não de M_B - isto é Newton)
No mesmo instante a aceleração absoluta de A em direção a B é:
a_A = G M_B / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_B e não de M_A)

As duas acelerações dependem da distância em cada instante D(t)
Logo elas começam com uma aceleração relativa:

a_{AB} = a_A - a_B   
a_{AB} = G [M_B + M_A] / [D(t=0)]^2     (é soma pois as acelerações estão em sentido contrário)

Então a aceleração relativa muda com o tempo assim:
a_{AB}(t) = G [M_B + M_A] / [D(t)]^2

O tempo para baterem depende das massas.
Se no lugar de B for colocada a C, o tempo para baterem será menor.

Mas se uma delas tem massa muiiiiito maior que as outras duas:
Esfera "a" de 3 kg (m_a = 3 kg)
Esfera "b" de 1 kg (m_b = 1 kg)
Esfera "C" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)
 
Raio de a = raio de b = 1m.

E cada um é colocado um pouco acima da superfície de C. As diferenças serão imperceptíveis.

Assim, praticamente, as acelerações relativas a_{aC} = a_{bC} e serão iguais às acelerações absolutas a_a = a_b

Hélio


De: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 20:32
Assunto: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

Victor,

 
Novamente você está esquecendo da terceira "bolinha".
Veja minhas MSGs anteriores:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79708
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79925

Eu vou tentar novamente te explicar como vão as coisas na natureza:
:-)
 
Imagine 3 esferas:
Esfera "A" de 3x10^20 kg (M_A = 3x10^20 kg)
Esfera "B" de 1x10^20 kg (M_B = 1x10^20 kg)
Esfera "C" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)

Todas com raios de 3x10^6 m

Coloque no espaço distante de tudo as bolinhas A e B a uma distância de 3x10^8 m. (D(t=0) = 3x10^8 m)
No instante inicial a aceleração absoluta de B em direção a A é:
a_B = G M_A / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_A e não de M_B - isto é Newton)
No mesmo instante a aceleração absoluta de A em direção a B é:
a_A = G M_B / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_B e não de M_A)

As duas acelerações dependem da distância em cada instante D(t)
Logo elas começam com uma aceleração relativa de a_{AB} = G M_B M_A / [D(t=0)]^2

A aceleração relativa muda com o tempo assim:
a_{AB}(t) = G M_B M_A / [D(t)]^2

O tempo para baterem depende das massas.
Se no lugar de B for colocada a C o tempo para baterem será menor.

Mas se uma delas tem massa muiiiiito maior que as outras duas:
Esfera "a" de 3 kg (m_a = 3 kg)
Esfera "b" de 1 kg (m_b = 1 kg)
Esfera "C2" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)
 
Raio de a = raio de b = 1m.

E cada um é colocado um pouco acima da superfície de C. As diferenças serão imperceptíveis.

Assim, praticamente, as acelerações relativas a_{aC} = a_{bC} e serão iguais às acelerações absolutas a_a e a_b

Hélio

 

De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 13:37
Assunto: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 
Existe, sim, a interaçãogravitacinal. Nunca disse que não. O que tenho sustentado é a causa, as razões subjacentes, cujas explicações Newtonianas não se sustentam; mas que ficam bem simples, e sem pontas soltas, na TR.
 
Volto um pouco a um  e-mail que lhe fiz e que você respondeu, reduzindo meus argumentos a ( -1). Tudo bem, é seu ponto de vista.
Mas arriscarei outra argumentação via TN, para ver se há ainda há pontas soltas. No e-mail anterior, falei do ponto  Aristotélico, desbancado por Galilei, corretamente.  Mas a própria TN  até ampararia o modo de pensar Aristotélico, nesse mister, quando ele diz que corpos mais pesados devem cair mais rápido que os mais leves.  Mas, em nosso sentimento, não parece ser assim?  Foi neste sentido que fiz as analogias com puxões e empurrões, produzidos pelos corpos de massas(ou pesos) diferentes.  Mas, parece, não tive êxito naquelas heresias. Pois, está aqui outro ponto de vista. Vamos tentar explicar o fato de,  no vácuo e num referencial em queda livre todos os corpos caírem do mesmo jeito. Considere um grão de açúcar e uma bola de ferro de 5 kg, e o fato de, em queda livre, manterem a mesmíssima razão F/m, conforme você discutiu antes, ok? Não vamos dizer que a bola de ferro cai mais rápido que o grão em vista de a bola ser mais pesada e, por isso, apressar-se para machucar meu pé. Isto era Aristóteles que ensinava. Como Newton explicaria? Assim: os dois corpos têm massas muito diferentes, e os efeitos da inércia devido ao mais pesado(a bola de ferro) é muito, muito maior que os efeitos inerciais do grão. E isto é fato.  Mas, apesar disso, a natureza garante que a razão  F/m permanece igual! Quer dizer, a inércia é o agente que “atrasa” a bola, em relação ao grão, de modo que F/m seja constante. Contudo, ainda aqui vemos outra coisa : e se ao invés da bola de ferro de 5kg , que tem inércia compatível com esses kg, usarmos outra bola de ferro que tenha inércia compatível com 1000Kg, com uma forma qualquer? Ora, esse fato não altera a situação: o grão e esta tonelada de massa continuam a cair do mesmo jeito, sem choro nem vela!. Ou seja, qualquer que seja o efeito inercial, segundo a TN e não segundo Aristóteles, as coisas continuam como antes. Então falta alguma coisa nessa equação!  Ou seja, a TN explica, mas...não explica.
A explicação via TR, via curvatura do espaçotempo, é muito mais simples, natural, e não deixa essas interrogações serem escritas!. Mas sobre isto já tentei esclarecer.   Mas irei heretizar novamente.  Assuma que o espaçotempo é curvo, só por um instante, e pense no universo como um sólido deformável(uma idéia que começou com Sakarov), formado de linhas de fluxo de tempo(algo como na fluidodinâmica, stream lines, ou linhas de corrente, que é um artifício, um modelo,  válido, usado para estudo daquele assunto) ou linhas de mundo, que são geodésicas, como aquele exemplo que dei do deslocamento geodésico de duas partículas muito vizinhas do equador para um pólo. Elas se aproximam, de modo acelerado, devido a seguirem, obrigatoriamente, suas geodésicas. Por causa da superfície curva da terra.  E não importam tamanho, forma, peso, inercial, ou o que seja.  Se a curvatura é a mesma, eles se aproximam, ou “caem” do mesmo jeito. O  comportamento do movimento no espaçotempo curvo, é democrático, o mesmo para qq corpo, independente da forma, pesos, efeitos inerciais, o que for.  E isto vemos mais claramente analisando a matemática relevante aos processos matemáticos(coisas feias e matemágicas, como você diz, mas sem razão). Mas juro que não mordem e são bastante esclarecedores. E não foi Einstein quem as inventou).  Pontas soltas, agora? Não.
Mas, reconheço, não é muito fácil expressar, com precisão, em palavras. Há sempre que se recorrer a uma ajudinha  da matemática relevante.
Bom, só para não ser tão sucinto.
 
Sds,
Victor
 
 
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 12:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
 
 
-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Monday, March 05, 2012 7:42 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula

Olá Victor

> Força gravitacional é que inexiste. A atração, atribuída à GMm/R²,
> interpretada como força, tipo 2 Lei, força elétrica, força nuclear, forças
> de atrito, entre outras, está equivocada. A “força” gravitacional deve-se
> a outra causa mais simples, que explica de maneira correta esses efeitos,
> sem dubiedades, sem pontas soltas, de maneira natural. Só não digo que
> causa é essa, senão...

Não vou discutir esse assunto pois não chegaremos a nada. Quero apenas
enfatizar um detalhe de minha msg que você não reproduziu: «Se neste
universo houverem apenas a partícula de prova e o planeta, a força deverá
ser nula.»

Há uma certa impropriedade na construção da frase, pois pensei em planeta
meramente como um corpo rígido e sem a atmosfera (idealidade). Note que
neste caso a única interação existente (queira você chamá-la de força ou
não) é a gravitacional. A menos que você diga que não há nenhuma interação
gravitacional e que os corpos se atraem por obra do divino espírito santo,
digo, espaço curvo da TR. Seria isto?

No caso pressuposto (idealidade) a interação, no centro de gravidade, a meu
ver é nula nas duas teorias.

> Sou seja, como a TR trata da gravidade, somente, as outras forças, não
> gravitacionais, como listado acima, estão salvas.
> Aliás, sequer é uma força ideológica.

Ideologia é um tema bastante complexo e não é meu propósito vir a discutir
aqui o que seja. Pensando em termos bem elementares, poderíamos assumir a
postura do filósofo Destutt de Tracy e assumir a ideologia como algo «que
atribui a origem das ideias humanas às percepções sensoriais do mundo
externo» (dicionário Houaiss). Eu chamo a atração gravitacional de força e,
a aceitarmos a postura de Tracy, seria uma idéia a satisfazer o que é
captável pelos sentidos. Você chama de puxão. OK, você está no seu direito,
chame-a como quiser. Mas não queira impor aos demais essa idéia tresloucada.
Se na intimidade força elétrica (ou outras) e força gravitacional
representam coisas diversas, isto não lhe dá o direito de modificar o
sentido das palavras.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.





SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 22:21

Veleu, Belmiro,

Eu vi o erro e já corrigi.

Hélio


De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 21:00
Assunto: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

Oi Hélio

De: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
Para: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 20:32
Assunto: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

Victor,

 
Novamente você está esquecendo da terceira "bolinha".
Veja minhas MSGs anteriores:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79708
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79925

Eu vou tentar novamente te explicar como vão as coisas na natureza:
:-)
 
Imagine 3 esferas:
Esfera "A" de 3x10^20 kg (M_A = 3x10^20 kg)
Esfera "B" de 1x10^20 kg (M_B = 1x10^20 kg)
Esfera "C" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)

Todas com raios de 3x10^6 m

Coloque no espaço distante de tudo as bolinhas A e B a uma distância de 3x10^8 m. (D(t=0) = 3x10^8 m)
No instante inicial a aceleração absoluta de B em direção a A é:
a_B = G M_A / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_A e não de M_B - isto é Newton)
No mesmo instante a aceleração absoluta de A em direção a B é:
a_A = G M_B / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_B e não de M_A)

As duas acelerações dependem da distância em cada instante D(t)
Logo elas começam com uma aceleração relativa de a_{AB} = G M_B M_A / [D(t=0)]^2
 
 
Não seria a_A +a_B = G(M_A+M_B)/[D(t=0)]^2 ?
 
A aceleração relativa muda com o tempo assim:
a_{AB}(t) = G M_B M_A / [D(t)]^2

O tempo para baterem depende das massas.
Se no lugar de B for colocada a C o tempo para baterem será menor.
 
Mas se uma delas tem massa muiiiiito maior que as outras duas:
Esfera "a" de 3 kg (m_a = 3 kg)
Esfera "b" de 1 kg (m_b = 1 kg)
Esfera "C2" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)
 
Raio de a = raio de b = 1m.

E cada um é colocado um pouco acima da superfície de C. As diferenças serão imperceptíveis.

Assim, praticamente, as acelerações relativas a_{aC} = a_{bC} e serão iguais às acelerações absolutas a_a e a_b

Hélio

 [],s
 
 Belmiro

De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 13:37
Assunto: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 
Existe, sim, a interaçãogravitacinal. Nunca disse que não. O que tenho sustentado é a causa, as razões subjacentes, cujas explicações Newtonianas não se sustentam; mas que ficam bem simples, e sem pontas soltas, na TR.
 
Volto um pouco a um  e-mail que lhe fiz e que você respondeu, reduzindo meus argumentos a ( -1). Tudo bem, é seu ponto de vista.
Mas arriscarei outra argumentação via TN, para ver se há ainda há pontas soltas. No e-mail anterior, falei do ponto  Aristotélico, desbancado por Galilei, corretamente.  Mas a própria TN  até ampararia o modo de pensar Aristotélico, nesse mister, quando ele diz que corpos mais pesados devem cair mais rápido que os mais leves.  Mas, em nosso sentimento, não parece ser assim?  Foi neste sentido que fiz as analogias com puxões e empurrões, produzidos pelos corpos de massas(ou pesos) diferentes.  Mas, parece, não tive êxito naquelas heresias. Pois, está aqui outro ponto de vista. Vamos tentar explicar o fato de,  no vácuo e num referencial em queda livre todos os corpos caírem do mesmo jeito. Considere um grão de açúcar e uma bola de ferro de 5 kg, e o fato de, em queda livre, manterem a mesmíssima razão F/m, conforme você discutiu antes, ok? Não vamos dizer que a bola de ferro cai mais rápido que o grão em vista de a bola ser mais pesada e, por isso, apressar-se para machucar meu pé. Isto era Aristóteles que ensinava. Como Newton explicaria? Assim: os dois corpos têm massas muito diferentes, e os efeitos da inércia devido ao mais pesado(a bola de ferro) é muito, muito maior que os efeitos inerciais do grão. E isto é fato.  Mas, apesar disso, a natureza garante que a razão  F/m permanece igual! Quer dizer, a inércia é o agente que “atrasa” a bola, em relação ao grão, de modo que F/m seja constante. Contudo, ainda aqui vemos outra coisa : e se ao invés da bola de ferro de 5kg , que tem inércia compatível com esses kg, usarmos outra bola de ferro que tenha inércia compatível com 1000Kg, com uma forma qualquer? Ora, esse fato não altera a situação: o grão e esta tonelada de massa continuam a cair do mesmo jeito, sem choro nem vela!. Ou seja, qualquer que seja o efeito inercial, segundo a TN e não segundo Aristóteles, as coisas continuam como antes. Então falta alguma coisa nessa equação!  Ou seja, a TN explica, mas...não explica.
A explicação via TR, via curvatura do espaçotempo, é muito mais simples, natural, e não deixa essas interrogações serem escritas!. Mas sobre isto já tentei esclarecer.   Mas irei heretizar novamente.  Assuma que o espaçotempo é curvo, só por um instante, e pense no universo como um sólido deformável(uma idéia que começou com Sakarov), formado de linhas de fluxo de tempo(algo como na fluidodinâmica, stream lines, ou linhas de corrente, que é um artifício, um modelo,  válido, usado para estudo daquele assunto) ou linhas de mundo, que são geodésicas, como aquele exemplo que dei do deslocamento geodésico de duas partículas muito vizinhas do equador para um pólo. Elas se aproximam, de modo acelerado, devido a seguirem, obrigatoriamente, suas geodésicas. Por causa da superfície curva da terra.  E não importam tamanho, forma, peso, inercial, ou o que seja.  Se a curvatura é a mesma, eles se aproximam, ou “caem” do mesmo jeito. O  comportamento do movimento no espaçotempo curvo, é democrático, o mesmo para qq corpo, independente da forma, pesos, efeitos inerciais, o que for.  E isto vemos mais claramente analisando a matemática relevante aos processos matemáticos(coisas feias e matemágicas, como você diz, mas sem razão). Mas juro que não mordem e são bastante esclarecedores. E não foi Einstein quem as inventou).  Pontas soltas, agora? Não.
Mas, reconheço, não é muito fácil expressar, com precisão, em palavras. Há sempre que se recorrer a uma ajudinha  da matemática relevante.
Bom, só para não ser tão sucinto.
 
Sds,
Victor
 
 
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 12:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
 
 
-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Monday, March 05, 2012 7:42 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula

Olá Victor

> Força gravitacional é que inexiste. A atração, atribuída à GMm/R²,
> interpretada como força, tipo 2 Lei, força elétrica, força nuclear, forças
> de atrito, entre outras, está equivocada. A “força” gravitacional deve-se
> a outra causa mais simples, que explica de maneira correta esses efeitos,
> sem dubiedades, sem pontas soltas, de maneira natural. Só não digo que
> causa é essa, senão...

Não vou discutir esse assunto pois não chegaremos a nada. Quero apenas
enfatizar um detalhe de minha msg que você não reproduziu: «Se neste
universo houverem apenas a partícula de prova e o planeta, a força deverá
ser nula.»

Há uma certa impropriedade na construção da frase, pois pensei em planeta
meramente como um corpo rígido e sem a atmosfera (idealidade). Note que
neste caso a única interação existente (queira você chamá-la de força ou
não) é a gravitacional. A menos que você diga que não há nenhuma interação
gravitacional e que os corpos se atraem por obra do divino espírito santo,
digo, espaço curvo da TR. Seria isto?

No caso pressuposto (idealidade) a interação, no centro de gravidade, a meu
ver é nula nas duas teorias.

> Sou seja, como a TR trata da gravidade, somente, as outras forças, não
> gravitacionais, como listado acima, estão salvas.
> Aliás, sequer é uma força ideológica.

Ideologia é um tema bastante complexo e não é meu propósito vir a discutir
aqui o que seja. Pensando em termos bem elementares, poderíamos assumir a
postura do filósofo Destutt de Tracy e assumir a ideologia como algo «que
atribui a origem das ideias humanas às percepções sensoriais do mundo
externo» (dicionário Houaiss). Eu chamo a atração gravitacional de força e,
a aceitarmos a postura de Tracy, seria uma idéia a satisfazer o que é
captável pelos sentidos. Você chama de puxão. OK, você está no seu direito,
chame-a como quiser. Mas não queira impor aos demais essa idéia tresloucada.
Se na intimidade força elétrica (ou outras) e força gravitacional
representam coisas diversas, isto não lhe dá o direito de modificar o
sentido das palavras.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.







SUBJECT: os fisicos e a bomba atômica
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 23:03

SEGUNDO A MATÉRIA ABAIXO, EINSTEIN ESTIMULOU O GOVERNO AMERICANO A PRODUZIR A BOMBA ATÔMICA ....
 
QUANTO À AFIRMATIVA DE EINSTEIN TRABALHOU EM PARCERIA COM FREUD, ISSO NÃO É VERDADE.
O QUE ACONTECEU FOI QUE EINSTEIN SIMPLESMENTE MANDOU UMA CARTA PARA FREUD COLOCANDO A QUESTÃO DA GUERRA.
 
 

Continuando o texto sobre Einstein…

lego_einstein Em 1933, um ano após visitar universidades e instituições de pesquisas nos Estados Unidos, Einstein renunciou a seus cargos na Alemanha, onde os nazistas já estavam no poder, e fixou residência em território americano. Passou a ensinar no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, do qual se tornaria diretor. Em 1940 adotou a cidadania americana.

Durante esse período, o desenvolvimento de armas nucleares e as manifestações cada vez mais freqüentes de racismo no mundo constituíram as principais preocupações de Einstein. Os físicos alemães Otto Hahn e Lise Meitner tinham descoberto como provocar artificialmente a fissão do urânio. Na Itália, as pesquisas de Enrico Fermi indicavam ser possível provocar uma reação em cadeia, com a liberação de um número cada vez maior de átomos de urânio e, em conseqüência, de enorme quantidade de energia. Fermi, que acabara de chegar aos Estados Unidos, e os físicos húngaros Leo Szilard e Eugene Wigner pediram então a Einstein que entrasse em contato com a Casa Branca. Ele escreveu então uma carta ao presidente Franklin Roosevelt em que alertava para o risco que significaria para a humanidade a utilização pelos nazistas da tecnologia nuclear na fabricação de armas de grande poder destrutivo. Logo após receber a mensagem, o chefe de estado americano deu início ao projeto Manhattan, que tornou os Estados Unidos pioneiros no aproveitamento da energia atômica em todo o mundo e resultou na fabricação da primeira bomba atômica.

Embora não tivesse participado do projeto e sequer soubesse que uma bomba atômica tinha sido construída até que Hiroxima fosse arrasada, em 1945, o nome de Einstein passou para a história associado ao advento da era atômica. Durante a segunda guerra mundial, ele participou da organização de grupos de apoio aos refugiados e, terminado o conflito, após o lançamento de bombas atômicas em Hiroxima e Nagasaki, uniu-se a outros cientistas que lutavam para evitar nova utilização da bomba. Intensificando a militância pacifista, defendeu particularmente o estabelecimento de uma organização mundial de controle sobre as armas atômicas. Em 1945, renunciou ao cargo de diretor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, mas continuou a trabalhar naquela instituição.

A intensa atividade intelectual de Einstein resultou na publicação de grande número de trabalhos, entre os quais vale destacar Warum Krieg? (1933; Por que a guerra?), em colaboração com Sigmund Freud; Mein Weltbild (1949; O mundo como eu o vejo); e Out of My Later Years (1950; Meus últimos anos). A principal característica de sua obra foi uma síntese do conhecimento sobre o mundo físico, que acabou por levar a uma compreensão mais abrangente e mais profunda do universo. Suas descobertas tornaram possível entender o comportamento das partículas animadas de grande velocidade e suas respectivas leis. Os princípios da relatividade revolucionaram a física newtoniana pois, com o emprego de aceleradores, tornou-se possível obter partículas animadas de enorme velocidade, cuja mecânica em muito se afasta das leis newtonianas.

Einstein conseguiu reduzir as leis da mecânica e harmonizá-las com aquelas que regem as propriedades dos campos eletromagnéticos. Com sua concepção de fóton, permitiu que mais tarde se fundissem, na teoria ondulatória de Louis de Broglie, a mecânica e o eletromagnetismo, o que no século anterior parecia impossível. Albert Einstein morreu em Princeton, em 18 de abril de 1955.

Teoria da Relatividade

As hipóteses relativistas elaboradas por Albert Einstein no início do século XX para explicar a estrutura do cosmos transcenderam o âmbito científico e, com o passar dos anos, se transformaram num símbolo paradigmático da filosofia e do modo de entender o mundo durante o que se chamou de era da relativização.

Teoria da relatividade é o modelo da física que, por meio de uma concepção generalizada dos sistemas naturais, descreve o movimento de corpos submetidos a velocidades semelhantes à da Luz. Enunciada fundamentalmente por Albert Einstein, no início do século XX, a teoria da relatividade suscitou ampla renovação científica ao alterar algumas ideias básicas da física clássica e oferecer uma explicação coerente e unificada para grande número de fenômenos da natureza.

Em virtude de sua complexidade e das datas de publicação dos trabalhos de Einstein, a teoria da relatividade se distingue entre o modelo especial, ou restrito, postulado em 1905 e apoiado em alguns trabalhos precursores, e a Relatividade Geral, publicada por Einstein entre 1912 e 1917, que inclui a noção de Campo Gravitacional e procura condensar num modelo único todas as manifestações físicas do universo.

Historicamente, a teoria da relatividade ampliou as idéias existentes no momento de sua aparição e englobou as teorias clássicas como um caso particular de suas propostas. Assim, a mecânica clássica, baseada nos princípios da dinâmica de Isaac Newton, e os fundamentos da eletricidade e do magnetismo, reunidos nas leis enunciadas por James Clerk Maxwell, constituem casos particulares da teoria relativista sob as condições especiais presentes em sistemas com componentes de movimento extremamente lento em comparação com a velocidade de deslocamento da luz que é de aproximadamente 300.000 quilômetros por segundo (velocidade essa capaz de, teoricamente, dar 7 voltas no planeta terra em um segundo – com essa mesma velocidade se chegaria à Lua em um segundo, e no Sol em 8 minutos)


SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: Hélio Carvalho <helicar_br@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 23:32

Victor,

Vou responder mais algumas coisinhas da sua MSG.

Victor disse:
 ...Assuma que o espaçotempo é curvo, só por um instante,... 

Por um instante, até daria. Mas só consigo prender a respiração por 20 s, e não dá para eu escrever uma MSG em 20 s.
:-)

Victor disse:
 ...ao invés da bola de ferro de 5kg , que tem inércia compatível com esses kg, usarmos outra bola de ferro que tenha inércia compatível com 1000Kg, ...

Inércia não é uma grandeza quantificável. Não existe inércia de 5 e outra de 1000 kg, não existe o dobro de inercia nem a metade. Inércia é um estado do corpo. Ou ele está em estado de inércia ou não está e ponto.

Victor disse:
...e pense no universo como um sólido deformável (...), formado de linhas de fluxo de tempo (algo como na fluidodinâmica,...)...

O éter de Einstein! E o assunto "fluxo de tempo" daria uma thread à parte.

Victor, não esqueça que a terra é a terceira bolinha.
Vou fechar o nariz agora:
O grão de arroz também deformaria o éter de Einstein por onde a terra cairia em direção do grão de arroz.

Ufa! Deu tempo de escrever esta última frase antes de ficar completamente sem ar.
:-)
:-)
:-)

Como falei em MSG anterior: Todas estas experiências propostas por você sempre foram consideradas como grande triunfo da teoria Newtoniana. E por séculos. As experiências que parecem contradizer Newton não são estas mais corriqueiras.
Mas isto também já era previsto por ele. Pois ele sabia que ela era incompleta.
Os resultados destas experiências propostas por você consagraram a TN muito antes do bisavô de Einstein nascer.
Se o grão de arroz atrai a Terra na TN, então Einstein o fará atrair a terra na RG dele de alguma forma.

Repetindo o que disse antes:
Todas as teorias são, no mínimo, incompletas. Algumas, no entanto, são bastante equivocadas.

Hélio



De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 13:37
Assunto: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 
Existe, sim, a interaçãogravitacinal. Nunca disse que não. O que tenho sustentado é a causa, as razões subjacentes, cujas explicações Newtonianas não se sustentam; mas que ficam bem simples, e sem pontas soltas, na TR.
 
Volto um pouco a um  e-mail que lhe fiz e que você respondeu, reduzindo meus argumentos a ( -1). Tudo bem, é seu ponto de vista.
Mas arriscarei outra argumentação via TN, para ver se há ainda há pontas soltas. No e-mail anterior, falei do ponto  Aristotélico, desbancado por Galilei, corretamente.  Mas a própria TN  até ampararia o modo de pensar Aristotélico, nesse mister, quando ele diz que corpos mais pesados devem cair mais rápido que os mais leves.  Mas, em nosso sentimento, não parece ser assim?  Foi neste sentido que fiz as analogias com puxões e empurrões, produzidos pelos corpos de massas(ou pesos) diferentes.  Mas, parece, não tive êxito naquelas heresias. Pois, está aqui outro ponto de vista. Vamos tentar explicar o fato de,  no vácuo e num referencial em queda livre todos os corpos caírem do mesmo jeito. Considere um grão de açúcar e uma bola de ferro de 5 kg, e o fato de, em queda livre, manterem a mesmíssima razão F/m, conforme você discutiu antes, ok? Não vamos dizer que a bola de ferro cai mais rápido que o grão em vista de a bola ser mais pesada e, por isso, apressar-se para machucar meu pé. Isto era Aristóteles que ensinava. Como Newton explicaria? Assim: os dois corpos têm massas muito diferentes, e os efeitos da inércia devido ao mais pesado(a bola de ferro) é muito, muito maior que os efeitos inerciais do grão. E isto é fato.  Mas, apesar disso, a natureza garante que a razão  F/m permanece igual! Quer dizer, a inércia é o agente que “atrasa” a bola, em relação ao grão, de modo que F/m seja constante. Contudo, ainda aqui vemos outra coisa : e se ao invés da bola de ferro de 5kg , que tem inércia compatível com esses kg, usarmos outra bola de ferro que tenha inércia compatível com 1000Kg, com uma forma qualquer? Ora, esse fato não altera a situação: o grão e esta tonelada de massa continuam a cair do mesmo jeito, sem choro nem vela!. Ou seja, qualquer que seja o efeito inercial, segundo a TN e não segundo Aristóteles, as coisas continuam como antes. Então falta alguma coisa nessa equação!  Ou seja, a TN explica, mas...não explica.
A explicação via TR, via curvatura do espaçotempo, é muito mais simples, natural, e não deixa essas interrogações serem escritas!. Mas sobre isto já tentei esclarecer.   Mas irei heretizar novamente.  Assuma que o espaçotempo é curvo, só por um instante, e pense no universo como um sólido deformável(uma idéia que começou com Sakarov), formado de linhas de fluxo de tempo(algo como na fluidodinâmica, stream lines, ou linhas de corrente, que é um artifício, um modelo,  válido, usado para estudo daquele assunto) ou linhas de mundo, que são geodésicas, como aquele exemplo que dei do deslocamento geodésico de duas partículas muito vizinhas do equador para um pólo. Elas se aproximam, de modo acelerado, devido a seguirem, obrigatoriamente, suas geodésicas. Por causa da superfície curva da terra.  E não importam tamanho, forma, peso, inercial, ou o que seja.  Se a curvatura é a mesma, eles se aproximam, ou “caem” do mesmo jeito. O  comportamento do movimento no espaçotempo curvo, é democrático, o mesmo para qq corpo, independente da forma, pesos, efeitos inerciais, o que for.  E isto vemos mais claramente analisando a matemática relevante aos processos matemáticos(coisas feias e matemágicas, como você diz, mas sem razão). Mas juro que não mordem e são bastante esclarecedores. E não foi Einstein quem as inventou).  Pontas soltas, agora? Não.
Mas, reconheço, não é muito fácil expressar, com precisão, em palavras. Há sempre que se recorrer a uma ajudinha  da matemática relevante.
Bom, só para não ser tão sucinto.
 
Sds,
Victor
 
 
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 12:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
 
 
-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Monday, March 05, 2012 7:42 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula

Olá Victor

> Força gravitacional é que inexiste. A atração, atribuída à GMm/R²,
> interpretada como força, tipo 2 Lei, força elétrica, força nuclear, forças
> de atrito, entre outras, está equivocada. A “força” gravitacional deve-se
> a outra causa mais simples, que explica de maneira correta esses efeitos,
> sem dubiedades, sem pontas soltas, de maneira natural. Só não digo que
> causa é essa, senão...

Não vou discutir esse assunto pois não chegaremos a nada. Quero apenas
enfatizar um detalhe de minha msg que você não reproduziu: «Se neste
universo houverem apenas a partícula de prova e o planeta, a força deverá
ser nula.»

Há uma certa impropriedade na construção da frase, pois pensei em planeta
meramente como um corpo rígido e sem a atmosfera (idealidade). Note que
neste caso a única interação existente (queira você chamá-la de força ou
não) é a gravitacional. A menos que você diga que não há nenhuma interação
gravitacional e que os corpos se atraem por obra do divino espírito santo,
digo, espaço curvo da TR. Seria isto?

No caso pressuposto (idealidade) a interação, no centro de gravidade, a meu
ver é nula nas duas teorias.

> Sou seja, como a TR trata da gravidade, somente, as outras forças, não
> gravitacionais, como listado acima, estão salvas.
> Aliás, sequer é uma força ideológica.

Ideologia é um tema bastante complexo e não é meu propósito vir a discutir
aqui o que seja. Pensando em termos bem elementares, poderíamos assumir a
postura do filósofo Destutt de Tracy e assumir a ideologia como algo «que
atribui a origem das ideias humanas às percepções sensoriais do mundo
externo» (dicionário Houaiss). Eu chamo a atração gravitacional de força e,
a aceitarmos a postura de Tracy, seria uma idéia a satisfazer o que é
captável pelos sentidos. Você chama de puxão. OK, você está no seu direito,
chame-a como quiser. Mas não queira impor aos demais essa idéia tresloucada.
Se na intimidade força elétrica (ou outras) e força gravitacional
representam coisas diversas, isto não lhe dá o direito de modificar o
sentido das palavras.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [unidad_latinoamericana] La Feria del Libro ha sido todo un éxito, opina la ONU en Cuba
FROM: Roberto Lopez <robertozapata2231@yahoo.com.ar>
TO: "unidad_latinoamericana@yahoogroups.com" <unidad_latinoamericana@yahoogroups.com>, "AAGRUPOSJOVENESVIRTUALES@YAHOOGROUPS.COM.MX" <AAGRUPOSJOVENESVIRTUALES@YAHOOGROUPS.COM.MX>, "AAGRUPOSJOVENESVIRTUALES@YAHOOGROUPS.COM.MX" <AAGRUPOSJOVENESVIRTUALES@YAHOOGROUPS.COM.MX>, "bolivia-politica@gruposyahoo.com.ar" <bolivia-politica@gruposyahoo.com.ar>, "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2012 23:40

SI USTED QUIERE SEGUIR VEBIENDO ES PROBLEMA SUYO
SINUSTED QUIERE DEJAR DE BEBER EL PROBLEMA ES NUESTRO

De: La Polilla <LaBaez@gmail.com>
Para: Brigada TerrMedios <brig_medios@listas.mmsc.laneta.apc.org>
CC: cuba coraje <cuba-coraje@googlegroups.com>; ALINE CASTRO <redportiamerica.br@gmail.com>
Enviado: viernes, 24 de febrero de 2012 19:07
Asunto: [unidad_latinoamericana] La Feria del Libro ha sido todo un éxito, opina la ONU en Cuba
 
Texto: Alberto D. Pérez y Conchy Pérez-Fernández 
Fotos: Miguel Bolívar

Ferias del LibroDesde que inició su participación hace ya 15 años en las tradicionales Ferias del Libro que todos los febreros abren sus puertas en la histórica Fortaleza habanera de La Cabaña y luego se desplazan al resto del país para júbilo de todos los cubanos, el Sistema de las Naciones Unidas en Cuba comprobó el interés de los lectores antillanos, que colmaron diariamente la exposición ofrecida por la ONU.
La Coordinadora Residente de la ONU en Cuba, Bárbara Pesce-Monteiro.
La Coordinadora Residente de la ONU en
Cuba, Bárbara Pesce-Monteiro.
La exhibición montada por la ONU ha sido de interés para todo público
La exhibición montada por la ONU ha sido
 de interés para todo público
 
Este año, la fiesta cubana de la lectura estuvo dedicada a las culturas del Gran Caribe, y se anunció que para el próximo año será Angola el país invitado.
El libro y la lectura son parte sustantiva de la vida cotidiana de los cubanos. Y hay muy buenas razones para ello. En primer lugar, Cuba es el único país de este hemisferio donde ha sido erradicado para siempre, desde hace ya medio siglo, el fantasma terrible del analfabetismo.
Desde finales de 1961, cuando un ejército de alfabetizadores proclamó su victoria al librar a Cuba de ese flagelo, las editoriales cubanas han sumado su producción multifacética a volúmenes de editoriales foráneas para llenar las expectativas y necesidades de los habitantes de la mayor de las Antillas.
El Stand de las Naciones Unidas ofreció nuevamente este año a los lectores cubanos su amplia producción editorial que ha convertido al Sistema en una de las principales fuentes mundiales de información de todo tipo.
Y es que el Sistema de la ONU lanza a la luz pública anualmente cientos de miles de libros y publicaciones con textos de interés general y especializado e informes científicos y técnicos del más alto nivel, muy solicitados internacionalmente.
Para Bárbara Pesce-Monteiro, Coordinadora Residente del Sistema de las Naciones Unidas en Cuba, las Ferias constituyen una oportunidad singular de entrar en contacto con el público cubano y contribuir a satisfacer su interés por acceder a la rica fuente de conocimientos que atesoran las instituciones especializadas de la ONU.
"Mediante nuestras publicaciones, dice a GI, accedemos a un público ilustrado e inteligente, que aprecia y procesa la información que recibe. En el marco de la Feria, auspiciamos también casi una veintena de mesas de reflexión sobre diversos temas de amplio interés, con una excelente acogida del público".
En nuestro stand, agrega, hemos mostrado cientos de textos especializados producidos por nuestras instituciones, como son el Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD); informaciones sobre Agricultura y Alimentación, por la FAO y el Programa Mundial de Alimentos (PMA); la salud: las Organizaciones Mundial y Panamericana de la Salud (OPS/OMS); por la Organización para la Educación, Ciencia y Cultura (UNESCO), así como otras agencias especializadas de nuestro Sistema, entre ellas UN-HABITAT (Asentamientos Humanos) y ACNUR —la agencia para los Refugiados, entre muchas otras.
La muestra presentada por el Sistema de las Naciones Unidas incluyó también a la infancia, ya que como en años anteriores copatrocinamos la exhibición infantil, con la participación directa de UNICEF, el Fondo de las Naciones Unidas para la Infancia, dice la Coordinadora Residente.
"Ese enorme tesoro de conocimientos está, inobjetablemente, a disposición por entero de la nación cubana", insiste Bárbara Pesce-Monteiro.
Y es en esa dirección que se ha enrumbado nuevamente este año la participación de la ONU en esta tan exitosa 21 Feria del Libro de Cuba, que ahora recorre toda la geografía cubana para que NO quede ni una sola persona sin recibir sus beneficios.
-- Lic. Rosa Cristina Báez Valdés "La Polilla Cubana"Moderadora Lista Cuba coraje, Coord. Red Social Hermes para Cuba y A. Latina y miembro fundador de la Red de Trincheras Amigas

@LaPolillaCubana
http://cubacoraje.blogspot.com/http://auto-hermes.ning.com/profile/RosaCBaez  http://elblogdelapolillacubana.wordpress.comhttp://lapolillacubana.blogcip.cuhttp://lapolillacubana.typepad.comhttp://bloguerosrevolucion.ning.com/profile/RosaCBaez http://5heroes.multiply.comhttp://losqueremoslibres.blogspot.com/
¡JUNTOS PODEMOS  LOGRARLO!
Libertad a los 5
¡YA!

SUBJECT: Re: Já que é pra injetar vida na lista...
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 01:21

Complementando a questão das diferenças genéticas entre humanos e chimpanzés.

"Comparative genomics allow us to search the human genome for segments that were extensively changed in the last ~5 million years since divergence from our common ancestor with chimpanzee, but are highly conserved in other species and thus are likely to be functional. We found 202 genomic elements that are highly conserved in vertebrates but show evidence of significantly accelerated substitution rates in human. These are mostly in non-coding DNA, often near genes associated with transcription and DNA binding. Resequencing confirmed that the five most accelerated elements are dramatically changed in human but not in other primates, with seven times more substitutions in human than in chimp. The accelerated elements, and in particular the top five, show a strong bias for adenine and thymine to guanine and cytosine nucleotide changes and are disproportionately located in high recombination and high guanine and cytosine content environments near telomeres, suggesting either biased gene conversion or isochore selection. In addition, there is some evidence of directional selection in the regions containing the two most accelerated regions. A combination of evolutionary forces has contributed to accelerated evolution of the fastest evolving elements in the human genome."
http://www.plosgenetics.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pgen.0020168
--------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: RES: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 03:15

Hélio,

 

Desculpe-me não entrar no mérito de sua análise, a não ser dizendo que, ainda que houvesse uma tricentésima zelhionésima bolinha, o comportamento de todas, e quaisquer que fossem suas massas,  seria exatamente o mesmo. Nesse mister, a natureza, como disse antes, não faz diferença. Essa é a razão da TR, a razão que  lhe deu origem. E é isso que estou tentando mostrar.  Pode até  imaginar uma bola composta de milhares de outras, menores. Como um aglomerado de grãos de açúcar, em forma de bola. Cada bolinha vai seguir, na queda livre da bola, sua própria linha de tempo, sua própria geodésica. Devido a isso, ou mesmo usando a gravidade de Newton, essa bola acabará numa forma diferente, tipo uma elipsóide. Os grãos mais próximos da massa central sofrem um aceleração maior que os da parte superior, a bola estica; os grãos nas direções x e y aproximam-se(com aceleração), nesse caso elas encolhem.  Isto tudo devido às forças de marés.  Desse simples experimento mental, e usando a equação gravitacional de Poisson e mais umas considerações vitais sobre o movimento desse corpo mais complexo(que depois você extrapolará para a Terra em seu movimento em torna do Sol, ou de outros planetas e corpos cósmicos em seus movimentos siderais; todos esses corpos movimentam-se em torno de seus respectivos centros de massa seguindo geodésicas no espaçotempo 4-dimensional) e obter as equações de campo de Einstein. Pode até obter uma versão mais simplificada para obter a aceleração transversal entre duas partículas qq da bola(e, por extensão, entre todas), relacionada essa aceleração(que, também, pode ser extraída de Poisson), que é igual  , ou seja, você obtém uma expressão que dá a taxa percentual da variação de volume(no tempo) do corpo em queda livre. (Para uma  motivação e não torcer o nariz ante o que digo, de primeira, veja como é,  dimensionalmente,  a equação de Poisson, que é a expressão gravitacional da Lei de Gravitação de Newton).  A equação acima poderá ser relacionada a outra envolvendo fluxos de densidade de massa específica e de momentos, nas direções (t, x,y,z).  E isto dá uma forma simples e menos “apavorante” que as equações de Einstein, mas permite extrair a maioria das conseqüências(não todas) que são extraídas destas últimas. Com a vantagem de deixar claríssimo o significado da TR. Pode-se mostrar, por outro lado,  que esta forma simplificada poderá ser obtida, também, das equações de campo. (Pode ser que este papo atual, envolvendo essas coisas heréticas, pareça maçante, ou pedante. Mas é que estou supondo que você conhece, como físico, o aparato matemático que envolve essas coisas). Sobre a equação de Poisson já fiz umas considerações(parciais, parciais, lembra? Mas há mais aspectos a serem discutidos...) de suas limitações e também de seu incrível e “mágico” poder de análise. É, realmente, uma das poucas, baseadas no inverso do quadrado, a ter tanta penetração tanto na física teórica(você, como físico, deve saber disso) como em outras áreas da física, diferentes. Ainda mais, esse  mesmíssimo resultado, que tem aplicações na cosmologia, conduz, numa primeira aproximação, ao tensor de Ricci, que é o de Riemann só que magrinho(com dois índices apenas). E esse tensor de Ricci tem um significado físico e geométrico que dão às equações de Einstein o seu mais profundo significado físico bem como seu poder de descrever a natureza. É o  “cão chupando manga”, esse Ricci.  Daí o título da thread  “Newton quase chegou lá. Só faltou o quase...”). Ao contrário do que pensam, Newton está presente em tudo, e sua TN é o norte que orientou a TR e orienta o funcionamento das engrenagens desse nosso mundo. Simples assim.

E desculpem-me também por não conseguir ser sucinto nas exposições desse tipo.

Sds,

Victor.

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Hélio Carvalho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 20:32
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

Victor,

 

Novamente você está esquecendo da terceira "bolinha".
Veja minhas MSGs anteriores:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79708
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79925

Eu vou tentar novamente te explicar como vão as coisas na natureza:

:-)

 

Imagine 3 esferas:

Esfera "C" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)

Todas com raios de 3x10^6 m

Coloque no espaço distante de tudo as bolinhas A e B a uma distância de 3x10^8 m. (D(t=0) = 3x10^8 m)
No instante inicial a aceleração absoluta de B em direção a A é:
a_B = G M_A / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_A e não de M_B - isto é Newton)
No mesmo instante a aceleração absoluta de A em direção a B é:
a_A = G M_B / [D(t=0)]^2  (é uma aceleração que só depende de M_B e não de M_A)

As duas acelerações dependem da distância em cada instante D(t)
Logo elas começam com uma aceleração relativa de a_{AB} = G M_B M_A / [D(t=0)]^2

A aceleração relativa muda com o tempo assim:

a_{AB}(t) = G M_B M_A / [D(t)]^2

O tempo para baterem depende das massas.
Se no lugar de B for colocada a C o tempo para baterem será menor.

Mas se uma delas tem massa muiiiiito maior que as outras duas:

Esfera "a" de 3 kg (m_a = 3 kg)

Esfera "b" de 1 kg (m_b = 1 kg)

Esfera "C2" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)
 
Raio de a = raio de b = 1m.

E cada um é colocado um pouco acima da superfície de C. As diferenças serão imperceptíveis.

Assim, praticamente, as acelerações relativas a_{aC} = a_{bC} e serão iguais às acelerações absolutas a_a e a_b

Hélio

 

 

 

De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 13:37
Assunto: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

 

Existe, sim, a interaçãogravitacinal. Nunca disse que não. O que tenho sustentado é a causa, as razões subjacentes, cujas explicações Newtonianas não se sustentam; mas que ficam bem simples, e sem pontas soltas, na TR.

 

Volto um pouco a um  e-mail que lhe fiz e que você respondeu, reduzindo meus argumentos a ( -1). Tudo bem, é seu ponto de vista.

Mas arriscarei outra argumentação via TN, para ver se há ainda há pontas soltas. No e-mail anterior, falei do ponto  Aristotélico, desbancado por Galilei, corretamente.  Mas a própria TN  até ampararia o modo de pensar Aristotélico, nesse mister, quando ele diz que corpos mais pesados devem cair mais rápido que os mais leves.  Mas, em nosso sentimento, não parece ser assim?  Foi neste sentido que fiz as analogias com puxões e empurrões, produzidos pelos corpos de massas(ou pesos) diferentes.  Mas, parece, não tive êxito naquelas heresias. Pois, está aqui outro ponto de vista. Vamos tentar explicar o fato de,  no vácuo e num referencial em queda livre todos os corpos caírem do mesmo jeito. Considere um grão de açúcar e uma bola de ferro de 5 kg, e o fato de, em queda livre, manterem a mesmíssima razão F/m, conforme você discutiu antes, ok? Não vamos dizer que a bola de ferro cai mais rápido que o grão em vista de a bola ser mais pesada e, por isso, apressar-se para machucar meu pé. Isto era Aristóteles que ensinava. Como Newton explicaria? Assim: os dois corpos têm massas muito diferentes, e os efeitos da inércia devido ao mais pesado(a bola de ferro) é muito, muito maior que os efeitos inerciais do grão. E isto é fato.  Mas, apesar disso, a natureza garante que a razão  F/m permanece igual! Quer dizer, a inércia é o agente que “atrasa” a bola, em relação ao grão, de modo que F/m seja constante. Contudo, ainda aqui vemos outra coisa : e se ao invés da bola de ferro de 5kg , que tem inércia compatível com esses kg, usarmos outra bola de ferro que tenha inércia compatível com 1000Kg, com uma forma qualquer? Ora, esse fato não altera a situação: o grão e esta tonelada de massa continuam a cair do mesmo jeito, sem choro nem vela!. Ou seja, qualquer que seja o efeito inercial, segundo a TN e não segundo Aristóteles, as coisas continuam como antes. Então falta alguma coisa nessa equação!  Ou seja, a TN explica, mas...não explica.

A explicação via TR, via curvatura do espaçotempo, é muito mais simples, natural, e não deixa essas interrogações serem escritas!. Mas sobre isto já tentei esclarecer.   Mas irei heretizar novamente.  Assuma que o espaçotempo é curvo, só por um instante, e pense no universo como um sólido deformável(uma idéia que começou com Sakarov), formado de linhas de fluxo de tempo(algo como na fluidodinâmica, stream lines, ou linhas de corrente, que é um artifício, um modelo,  válido, usado para estudo daquele assunto) ou linhas de mundo, que são geodésicas, como aquele exemplo que dei do deslocamento geodésico de duas partículas muito vizinhas do equador para um pólo. Elas se aproximam, de modo acelerado, devido a seguirem, obrigatoriamente, suas geodésicas. Por causa da superfície curva da terra.  E não importam tamanho, forma, peso, inercial, ou o que seja.  Se a curvatura é a mesma, eles se aproximam, ou “caem” do mesmo jeito. O  comportamento do movimento no espaçotempo curvo, é democrático, o mesmo para qq corpo, independente da forma, pesos, efeitos inerciais, o que for.  E isto vemos mais claramente analisando a matemática relevante aos processos matemáticos(coisas feias e matemágicas, como você diz, mas sem razão). Mas juro que não mordem e são bastante esclarecedores. E não foi Einstein quem as inventou).  Pontas soltas, agora? Não.

Mas, reconheço, não é muito fácil expressar, com precisão, em palavras. Há sempre que se recorrer a uma ajudinha  da matemática relevante.

Bom, só para não ser tão sucinto.

 

Sds,

Victor

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 12:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

 

-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Monday, March 05, 2012 7:42 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula

Olá Victor

> Força gravitacional é que inexiste. A atração, atribuída à GMm/R²,
> interpretada como força, tipo 2 Lei, força elétrica, força nuclear, forças
> de atrito, entre outras, está equivocada. A “força” gravitacional deve-se
> a outra causa mais simples, que explica de maneira correta esses efeitos,
> sem dubiedades, sem pontas soltas, de maneira natural. Só não digo que
> causa é essa, senão...

Não vou discutir esse assunto pois não chegaremos a nada. Quero apenas
enfatizar um detalhe de minha msg que você não reproduziu: «Se neste
universo houverem apenas a partícula de prova e o planeta, a força deverá
ser nula.»

Há uma certa impropriedade na construção da frase, pois pensei em planeta
meramente como um corpo rígido e sem a atmosfera (idealidade). Note que
neste caso a única interação existente (queira você chamá-la de força ou
não) é a gravitacional. A menos que você diga que não há nenhuma interação
gravitacional e que os corpos se atraem por obra do divino espírito santo,
digo, espaço curvo da TR. Seria isto?

No caso pressuposto (idealidade) a interação, no centro de gravidade, a meu
ver é nula nas duas teorias.

> Sou seja, como a TR trata da gravidade, somente, as outras forças, não
> gravitacionais, como listado acima, estão salvas.
> Aliás, sequer é uma força ideológica.

Ideologia é um tema bastante complexo e não é meu propósito vir a discutir
aqui o que seja. Pensando em termos bem elementares, poderíamos assumir a
postura do filósofo Destutt de Tracy e assumir a ideologia como algo «que
atribui a origem das ideias humanas às percepções sensoriais do mundo
externo» (dicionário Houaiss). Eu chamo a atração gravitacional de força e,
a aceitarmos a postura de Tracy, seria uma idéia a satisfazer o que é
captável pelos sentidos. Você chama de puxão. OK, você está no seu direito,
chame-a como quiser. Mas não queira impor aos demais essa idéia tresloucada.
Se na intimidade força elétrica (ou outras) e força gravitacional
representam coisas diversas, isto não lhe dá o direito de modificar o
sentido das palavras.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 04:23

Grande Hélio!!!

Não sei se, com esta bela argumentação, você irá convencer o Victor. Mas
pelo menos serviu para que eu entendesse melhor a confusão que ele está
fazendo [Você há de concordar comigo que ele não é nem um pouquinho
didático, nem mesmo quando expõe suas (dele) incertezas ;-)]. A rigor eu nem
estava pensando em aceleração relativa, haja vista que a imperceptibilidade
por você apontada passou-me como uma obviedade e eu nem estava me dando ao
luxo de pensar nestas diferenças desprezíveis e imensuráveis (falha minha,
sem dúvida).

Valeu!!!

PS: Parabéns também ao Belmiro por ter apontado o erro na msg anterior (eu
diria que foi mais um descuido).

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.

***************************
-----Mensagem Original-----
From: Hélio Carvalho
Sent: Monday, March 05, 2012 10:17 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre
uma partícula

Oi todos,

Na minha última mensagem cometi um erro.
Não é produto das massa e sim soma.
Vou reproduzir abaixo com as correções e outros complementos.
Victor, ignore a MSG anterior.

Victor,

Novamente você está esquecendo da terceira "bolinha".
Veja minhas MSGs anteriores:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79708
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79925

Eu vou tentar novamente te explicar como vão as coisas na natureza:
:-)

Imagine 3 esferas:
Esfera "A" de 3x10^20 kg (M_A = 3x10^20 kg)
Esfera "B" de 1x10^20 kg (M_B = 1x10^20 kg)
Esfera "C" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)

Todas com raios de 3x10^6 m

Coloque no espaço distante de tudo as bolinhas A e B a uma distância de
3x10^8 m. (D(t=0) = 3x10^8 m)
No instante inicial a aceleração absoluta de B em direção a A é:
a_B = G M_A / [D(t=0)]^2 (é uma aceleração que só depende de M_A e não de
M_B - isto é Newton)
No mesmo instante a aceleração absoluta de A em direção a B é:
a_A = G M_B / [D(t=0)]^2 (é uma aceleração que só depende de M_B e não de
M_A)

As duas acelerações dependem da distância em cada instante D(t)
Logo elas começam com uma aceleração relativa:

a_{AB} = a_A - a_B
a_{AB} = G [M_B + M_A] / [D(t=0)]^2 (é soma pois as acelerações estão em
sentido contrário)

Então a aceleração relativa muda com o tempo assim:
a_{AB}(t) = G [M_B + M_A] / [D(t)]^2

O tempo para baterem depende das massas.
Se no lugar de B for colocada a C, o tempo para baterem será menor.

Mas se uma delas tem massa muiiiiito maior que as outras duas:
Esfera "a" de 3 kg (m_a = 3 kg)
Esfera "b" de 1 kg (m_b = 1 kg)
Esfera "C" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)

Raio de a = raio de b = 1m.

E cada um é colocado um pouco acima da superfície de C. As diferenças serão
imperceptíveis.

Assim, praticamente, as acelerações relativas a_{aC} = a_{bC} e serão iguais
às acelerações absolutas a_a = a_b

Hélio



SUBJECT: RES: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 06:39

Hélio,

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Hélio Carvalho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 23:32
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

Victor,

 

Vou responder mais algumas coisinhas da sua MSG.

 

Victor disse:

 ...Assuma que o espaçotempo é curvo, só por um instante,...

 

Por um instante, até daria. Mas só consigo prender a respiração por 20 s, e não dá para eu escrever uma MSG em 20 s.

:-)

 

Victor: Mas você entendeu a colocação, não entendeu?

 

Victor disse:

 ...ao invés da bola de ferro de 5kg , que tem inércia compatível com esses kg, usarmos outra bola de ferro que tenha inércia compatível com 1000Kg, ...

 

Inércia não é uma grandeza quantificável. Não existe inércia de 5 e outra de 1000 kg, não existe o dobro de inercia nem a metade. Inércia é um estado do corpo. Ou ele está em estado de inércia ou não está e ponto.

 

Victor:  Tenta empurrar ou puxar um corpo de 1kg e outro de 100kg, tenta. E verás a diferença.   Inercia de um corpo ou sistema  é medida pela resistência que impõe à uma mudança de estado, seja de repouso, seja de movimento. Fica na frente de um carro, em movimento, mesmo com os motores desligados e na frente de uma bola de futebol em movimento. Qual dos dois você conseguirá parar? De uma coisa tenho certeza, pode até fazer o primeiro experimento. Mas, antes, cuide para que a família fique amparada e tudo o mais. E nos dê um tchau, antes.  E, sim, a inércia é mensurável. É proporcional à massa de inércia...

 

Victor disse:

...e pense no universo como um sólido deformável (...), formado de linhas de fluxo de tempo (algo como na fluidodinâmica,...)...

 

O éter de Einstein! E o assunto "fluxo de tempo" daria uma thread à parte.

 

Victor: O nome que se dê é irrelevante. Se quer, comece uma thread com o tema.

 

Victor, não esqueça que a terra é a terceira bolinha.

 

Victor: Sim, mas isso é irrelevante ante o comportamento dela e de todas as demais no espaço no espaço tempo, pois não tem  privilégio não, todas seguem suas geodésicas, todas seguem o fluxo de geodésicas. Se o espaçotempo fosse plano, como já expuz em outros exemplos, todos esses corpos seguiriam linhas retas,todas suas trajetórias seriam paralelas, se o movimento de todas iniciou na mesma direção, and so on.

 

Vou fechar o nariz agora:

O grão de arroz também deformaria o éter de Einstein por onde a terra cairia em direção do grão de arroz.

 

Victor:  Sinceramente, não entendi a aluzão quanto a fechar o nariz. E a segundo afirmação está equivocada.

 

Ufa! Deu tempo de escrever esta última frase antes de ficar completamente sem ar.

 

Victor:   É. Foi

:-)

:-)

:-)

 

Como falei em MSG anterior: Todas estas experiências propostas por você sempre foram consideradas como grande triunfo da teoria Newtoniana. E por séculos.

Victor: Propostas sim, pode ser. Mas o problema não é esse, o problema são as respostas, as explicações claras, objetivas e sem pontas soltas. É isto que estou tentando discutir.

 

 As experiências que parecem contradizer Newton não são estas mais corriqueiras.

 

Victor:  Muito bem, e quais são as não corriqueiras? Você está admitindo que alguma coisa contradiz Newton?

 

Mas isto também já era previsto por ele.

 

Victor:  Newton, claro, previu muitas coisas. Sua teoria já permitiu antecipar fenômenos desconhecidos, entre eles a descoberta de planetas. Mas nem todos  em acordo com os fatos experimentais. Mas o problema não era de Newton, mas da estrutura de sua TN, por causa mesmo dos princípios em que está fundada.  E foram certas contradições, repito, e mais a discordância em relação a afirmações suas, a respeito de tempo e espaço, que Levaram Einstein à TR.

 

 

Pois ele sabia que ela era incompleta.

 

Victor: Sim, e que tem isso demais? Qualquer teorizador tem consciência disso. Ninguém está dizendo o contrário.

 

Os resultados destas experiências propostas por você consagraram a TN muito antes do bisavô de Einstein nascer.

 

Victor:  Amigo, você não estaria mal informado? Por favor, para que minha ignorância se ilumine(tomando emprestado um frase de Tesla, o daqui), amplie essas informações.  Que a TN é consagrada, também nunca ninguém disse o contrário.

 

Se o grão de arroz atrai a Terra na TN, então Einstein o fará atrair a terra na RG dele de alguma forma.

 

Victor:  Sim, mas por motivos diferentíssimos do que vai em sua consiciência.

 

Repetindo o que disse antes:

Todas as teorias são, no mínimo, incompletas. Algumas, no entanto, são bastante equivocadas.

 

Victor. Concordo, claro. Quanto à segunda frase, sei que você está se referindo à TR, não é?  Se for, este será um problemão para você, enquanto físico.

Anote isto, e serás feliz.

 

Sds,

Victor.

 

 

Hélio

 


De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 13:37
Assunto: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

 

Existe, sim, a interaçãogravitacinal. Nunca disse que não. O que tenho sustentado é a causa, as razões subjacentes, cujas explicações Newtonianas não se sustentam; mas que ficam bem simples, e sem pontas soltas, na TR.

 

Volto um pouco a um  e-mail que lhe fiz e que você respondeu, reduzindo meus argumentos a ( -1). Tudo bem, é seu ponto de vista.

Mas arriscarei outra argumentação via TN, para ver se há ainda há pontas soltas. No e-mail anterior, falei do ponto  Aristotélico, desbancado por Galilei, corretamente.  Mas a própria TN  até ampararia o modo de pensar Aristotélico, nesse mister, quando ele diz que corpos mais pesados devem cair mais rápido que os mais leves.  Mas, em nosso sentimento, não parece ser assim?  Foi neste sentido que fiz as analogias com puxões e empurrões, produzidos pelos corpos de massas(ou pesos) diferentes.  Mas, parece, não tive êxito naquelas heresias. Pois, está aqui outro ponto de vista. Vamos tentar explicar o fato de,  no vácuo e num referencial em queda livre todos os corpos caírem do mesmo jeito. Considere um grão de açúcar e uma bola de ferro de 5 kg, e o fato de, em queda livre, manterem a mesmíssima razão F/m, conforme você discutiu antes, ok? Não vamos dizer que a bola de ferro cai mais rápido que o grão em vista de a bola ser mais pesada e, por isso, apressar-se para machucar meu pé. Isto era Aristóteles que ensinava. Como Newton explicaria? Assim: os dois corpos têm massas muito diferentes, e os efeitos da inércia devido ao mais pesado(a bola de ferro) é muito, muito maior que os efeitos inerciais do grão. E isto é fato.  Mas, apesar disso, a natureza garante que a razão  F/m permanece igual! Quer dizer, a inércia é o agente que “atrasa” a bola, em relação ao grão, de modo que F/m seja constante. Contudo, ainda aqui vemos outra coisa : e se ao invés da bola de ferro de 5kg , que tem inércia compatível com esses kg, usarmos outra bola de ferro que tenha inércia compatível com 1000Kg, com uma forma qualquer? Ora, esse fato não altera a situação: o grão e esta tonelada de massa continuam a cair do mesmo jeito, sem choro nem vela!. Ou seja, qualquer que seja o efeito inercial, segundo a TN e não segundo Aristóteles, as coisas continuam como antes. Então falta alguma coisa nessa equação!  Ou seja, a TN explica, mas...não explica.

A explicação via TR, via curvatura do espaçotempo, é muito mais simples, natural, e não deixa essas interrogações serem escritas!. Mas sobre isto já tentei esclarecer.   Mas irei heretizar novamente.  Assuma que o espaçotempo é curvo, só por um instante, e pense no universo como um sólido deformável(uma idéia que começou com Sakarov), formado de linhas de fluxo de tempo(algo como na fluidodinâmica, stream lines, ou linhas de corrente, que é um artifício, um modelo,  válido, usado para estudo daquele assunto) ou linhas de mundo, que são geodésicas, como aquele exemplo que dei do deslocamento geodésico de duas partículas muito vizinhas do equador para um pólo. Elas se aproximam, de modo acelerado, devido a seguirem, obrigatoriamente, suas geodésicas. Por causa da superfície curva da terra.  E não importam tamanho, forma, peso, inercial, ou o que seja.  Se a curvatura é a mesma, eles se aproximam, ou “caem” do mesmo jeito. O  comportamento do movimento no espaçotempo curvo, é democrático, o mesmo para qq corpo, independente da forma, pesos, efeitos inerciais, o que for.  E isto vemos mais claramente analisando a matemática relevante aos processos matemáticos(coisas feias e matemágicas, como você diz, mas sem razão). Mas juro que não mordem e são bastante esclarecedores. E não foi Einstein quem as inventou).  Pontas soltas, agora? Não.

Mas, reconheço, não é muito fácil expressar, com precisão, em palavras. Há sempre que se recorrer a uma ajudinha  da matemática relevante.

Bom, só para não ser tão sucinto.

 

Sds,

Victor

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 12:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

 

-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Monday, March 05, 2012 7:42 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula

Olá Victor

> Força gravitacional é que inexiste. A atração, atribuída à GMm/R²,
> interpretada como força, tipo 2 Lei, força elétrica, força nuclear, forças
> de atrito, entre outras, está equivocada. A “força” gravitacional deve-se
> a outra causa mais simples, que explica de maneira correta esses efeitos,
> sem dubiedades, sem pontas soltas, de maneira natural. Só não digo que
> causa é essa, senão...

Não vou discutir esse assunto pois não chegaremos a nada. Quero apenas
enfatizar um detalhe de minha msg que você não reproduziu: «Se neste
universo houverem apenas a partícula de prova e o planeta, a força deverá
ser nula.»

Há uma certa impropriedade na construção da frase, pois pensei em planeta
meramente como um corpo rígido e sem a atmosfera (idealidade). Note que
neste caso a única interação existente (queira você chamá-la de força ou
não) é a gravitacional. A menos que você diga que não há nenhuma interação
gravitacional e que os corpos se atraem por obra do divino espírito santo,
digo, espaço curvo da TR. Seria isto?

No caso pressuposto (idealidade) a interação, no centro de gravidade, a meu
ver é nula nas duas teorias.

> Sou seja, como a TR trata da gravidade, somente, as outras forças, não
> gravitacionais, como listado acima, estão salvas.
> Aliás, sequer é uma força ideológica.

Ideologia é um tema bastante complexo e não é meu propósito vir a discutir
aqui o que seja. Pensando em termos bem elementares, poderíamos assumir a
postura do filósofo Destutt de Tracy e assumir a ideologia como algo «que
atribui a origem das ideias humanas às percepções sensoriais do mundo
externo» (dicionário Houaiss). Eu chamo a atração gravitacional de força e,
a aceitarmos a postura de Tracy, seria uma idéia a satisfazer o que é
captável pelos sentidos. Você chama de puxão. OK, você está no seu direito,
chame-a como quiser. Mas não queira impor aos demais essa idéia tresloucada.
Se na intimidade força elétrica (ou outras) e força gravitacional
representam coisas diversas, isto não lhe dá o direito de modificar o
sentido das palavras.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.


SUBJECT: RES: [ciencialist] Caçadores de mitos - o homem pisou na lua?
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 07:18

Honestamente, gostaria de ler  o  que têm a dizer os céticosquantoaohomemnalua, a respeito desses experimentos, dessas simulações.  Infelizmente, tenho a certeza(a menos do PI de Hzbg) de que não arredarão o pé, e montarão argumentos para refutar os trabalhos(e resultados) vistos aqui.

Será? Com a palavra as pessoas. Lembrem-se, suas conclusões valem uma passagem para a lua, num futuro próximo, quando eu explicar a origem da vida e faturar 300 bilhões de dólares(20 é pouquinho...).

 

Sds,

Victor.

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de JVictor
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 19:43
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Caçadores de mitos - o homem pisou na lua?

 

 


SUBJECT: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 08:06

-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Tuesday, March 06, 2012 6:39 AM
Subject: RES: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre
uma partícula

Olá Victor

Vou opinar apenas sobre dois quesitos de sua msg, mesmo porque, e em linhas
gerais, eu discordo de quase tudo o que você diz em termos de física e por
motivos que todos estão cansados de saber. Não há porque insistir nessa
minha chatice.

O primeiro relaciona-se ao emprego do termo inércia. Concordo em parte com o
que o Hélio diz, mesmo porque se massa e inércia fossem a mesma coisa, seria
redundante falarmos em massa inercial. Em defesa de nosso vernáculo direi
que são coisas distintas, ainda que bastante aparentadas.

Dito isso, acho também que o Hélio pecou um pouco pelo rigorismo. Mesmo
porque há quem diga que «a massa é a medida da inércia». Interpretando
esta frase ao pé da letra, e não vejo pecado nisso, poderíamos pensar que a
inércia é sim quantificável, e quem a quantifica é a massa (no caso, aquela
massa definida através da segunda lei de Newton). O estranho, e até mesmo
errado a meu ver, e não sei se foi isso o que você fez, seria dizer que um
corpo tem uma inércia de 5 kg.

Em outro trecho você está respondendo ao Hélio quando ele afirma que «Newton
sabia que a sua teoria era incompleta». Você respondeu então:

> Victor: Sim, e que tem isso demais? Qualquer teorizador tem consciência
> disso. Ninguém está dizendo o contrário.

Cuidado!!! Esta frase é ambígua. Qualquer teorizador tem consciência do quê?
1) De que a teoria de Newton é incompleta?
ou:
2) De que qualquer teoria é incompleta?

Se a resposta for a primeira (Qualquer teorizador tem consciência de que a
teoria de Newton é incompleta) eu concordo em termos. E digo em termos
porque você está generalizando, e nem sempre é bom generalizar. No lugar de
teorizador eu colocaria «qualquer bom teorizador e que conheça bem a teoria
de Newton». Mesmo porque eu conheço físicos «respeitáveis» (teorizadores ou
não) que desconhecem (ou pelo menos que simulam desconhecer, sabe-se lá com
que finalidade) esta característica da teoria newtoniana.

Se a sua resposta for a segunda, eu diria que você, antes de emitir opiniões
desse tipo, precisaria estudar um pouquinho filosofia da ciência. E já que
você é fã de Einstein, sugiro começar pelo estudo do debate travado entre
Einstein e Bohr na década de 30 do século passado. Alguns chegam
erroneamente a dizer que Einstein era contra a teoria quântica. Isto não é
verdade, mesmo porque Einstein foi um dos construtores (e foram muitos) da
mesma. O motivo principal do debate é que para Bohr a teoria quântica era
uma teoria completa e para Einstein ela comportava algumas reformulações (ou
seja, seria incompleta).

Num dado trecho da sua msg lê-se uma afirmação do Hélio:

> > Hélio: Todas as teorias são, no mínimo, incompletas. [...]

Veja que aqui ele não está se referindo à completude no mesmo sentido
anterior. Ele está dando a sua (dele) opinião sobre teorias em geral. Isto é
o que a história das ciências constata: O tempo passa e as teorias mudam.

O caráter ser ou não ser completa em geral é dado pelo autor da teoria, e
não por seus estudiosos. Se a teoria for completa (como a teoria quântica de
Bohr), a história mostra que cedo ou tarde ela acabará se despersonalizando
e será substituída por outra teoria. Se a teoria for incompleta ela
comportará adições sem se despersonalizar (manterá em seu núcleo alguns
princípios intocáveis), e portanto completando-se sem se despersonalizar.
Obviamente isto não garante nada, pois a partir daí ela passa a ser completa
e, cedo ou tarde, acabará também se despersonalizando e substituída por
outra.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist]- Já que é pra injetar vida na lista...DESAFIO
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leo@feiradeciencias.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <leo@feiradeciencias.com.br>
DATE: 06/03/2012 10:19

Vou propor um desafio aos amigos da C-List.
 
Receber mensagens de propostas de moto contínuo dos mais variados níveis educacionais de consulentes já é coisa de meu dia-a-dia, acontece que entre tais propostas está aparecendo consulentes de nível superior, mesmo professores e engenheiros. Abaixo copio a mais recente (ou seja, a primeira da semana), de um engenheiro.
O desafio é criar um texto padrão que explique 'didaticamente' a impossibilidade desta proeza e comente os 'Youtubes' que pululam por ai exibindo os mais perfeitos motos perpétuos e produzindo energia à rodo. Eis o texto:
------------------

Boa tarde professor Leo, gostaria de lhe dar os parabéns pelo site e com todo o respeito argumentar contra sua confiança tão grande nas leis da termodinâmica, quem as criou? quem pode garantir ? vejo em meus proprios professores o cabresto do "o que ensinaram no passado" e nada mais pode ser verdade... que energia faz a terra girar ? que energia me prende a terra, que energia segura o imã na minha geladeira? qual energia faz as correntes marítimas circularem?
mais de 5 mil patentes de soluções de energia livre já foram compradas de inventores a fim de manter o uso do petroleo que hoje é comandado pelos mesmos homens que comandam o banco mundial e a política de todo sistema. Deixarei a seguir links de equipamentos que realmente funcianam e suas respectivas referencias

Torian III projeto de um motor magnético desenvolvido por um argentino.
http://www.youtube.com/watch?v=UlVDTA3-qUs
Esse projeto é de uma universidade na Holanda se não me engano.
http://www.youtube.com/watch?v=JdZHxj0XeJo
E esse pra mim o mais fantástico de todos, Chas Campbell um senhor australiano que foi a mídia e mostrou sua roda desequilibrada acionando seu alternador e gerando quase 10 KV.
http://www.youtube.com/watch?v=2qyvX9j5i3U


Eu tenho mais refencias se lhe interessar.
Grande abraço

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Eng. Civil 

xxxxxxxxxxxxxxxxxx

--------------------------------

[]´

PS: O 'ganhador' deste desafio receberá como brinde, sem custos de correio, um fuzil magnético de meu acervo.

     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: roberto
Sent: Monday, March 05, 2012 11:25 AM
Subject: [ciencialist] Re: Já que é pra injetar vida na lista...

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto (L)"
> >> A ciência é capaz de explicar a vida (ou o surgimento da mesma)?
> Essa é a pergunta de 100 bilhões de dólares!

Nem tto. Um milhão de dólares divididos em 20 ano:


SUBJECT: Re: [ciencialist] Caçadores de mitos - o homem pisou na lua?
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 10:25

Caro Victor,

A descrença no pouso na Lua não está ligada a evidências e argumentos racionais, mas à crença em uma espécie de teoria da conspiração. Assim, os descrentes explicarão as conclusões dos MythBusters simplesmente dizendo que o programa faz parte da conspiração. E tudo continuará como antes.

Para mim, a maior prova de que tudo foi real é que, imediatamente após 20 de julho de 1969, a URSS desativou seu programa lunar e desmontou as instalações. E,  naquela época, não havia ninguém mais bem informado sobre as atividades norte-americanas do que os soviéticos.

[ ]s

Alvaro Augusto


Em 06/03/2012 07:18, JVictor escreveu:

Honestamente, gostaria de ler  o  que têm a dizer os céticosquantoaohomemnalua, a respeito desses experimentos, dessas simulações.  Infelizmente, tenho a certeza(a menos do PI de Hzbg) de que não arredarão o pé, e montarão argumentos para refutar os trabalhos(e resultados) vistos aqui.

Será? Com a palavra as pessoas. Lembrem-se, suas conclusões valem uma passagem para a lua, num futuro próximo, quando eu explicar a origem da vida e faturar 300 bilhões de dólares(20 é pouquinho...).

 

Sds,

Victor.

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de JVictor
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 19:43
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Caçadores de mitos - o homem pisou na lua?

 

 



SUBJECT: Re: [ciencialist]- Já que é pra injetar vida na lista...DESAFIO
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 10:47

Quanto a esses "colegas", só posso dizer: ai, ai...

Talvez meu post sobre o assunto ajude um pouco: http://alvaroaugusto.blogspot.com/2006/11/mquinas-impossveis.html

[ ]s

Alvaro Augusto



Em 06/03/2012 10:19, Luiz Ferraz Netto escreveu:
Vou propor um desafio aos amigos da C-List.
 
Receber mensagens de propostas de moto contínuo dos mais variados níveis educacionais de consulentes já é coisa de meu dia-a-dia, acontece que entre tais propostas está aparecendo consulentes de nível superior, mesmo professores e engenheiros. Abaixo copio a mais recente (ou seja, a primeira da semana), de um engenheiro.
O desafio é criar um texto padrão que explique 'didaticamente' a impossibilidade desta proeza e comente os 'Youtubes' que pululam por ai exibindo os mais perfeitos motos perpétuos e produzindo energia à rodo. Eis o texto:
------------------

Boa tarde professor Leo, gostaria de lhe dar os parabéns pelo site e com todo o respeito argumentar contra sua confiança tão grande nas leis da termodinâmica, quem as criou? quem pode garantir ? vejo em meus proprios professores o cabresto do "o que ensinaram no passado" e nada mais pode ser verdade... que energia faz a terra girar ? que energia me prende a terra, que energia segura o imã na minha geladeira? qual energia faz as correntes marítimas circularem?
mais de 5 mil patentes de soluções de energia livre já foram compradas de inventores a fim de manter o uso do petroleo que hoje é comandado pelos mesmos homens que comandam o banco mundial e a política de todo sistema. Deixarei a seguir links de equipamentos que realmente funcianam e suas respectivas referencias

Torian III projeto de um motor magnético desenvolvido por um argentino.
http://www.youtube.com/watch?v=UlVDTA3-qUs
Esse projeto é de uma universidade na Holanda se não me engano.
http://www.youtube.com/watch?v=JdZHxj0XeJo
E esse pra mim o mais fantástico de todos, Chas Campbell um senhor australiano que foi a mídia e mostrou sua roda desequilibrada acionando seu alternador e gerando quase 10 KV.
http://www.youtube.com/watch?v=2qyvX9j5i3U


Eu tenho mais refencias se lhe interessar.
Grande abraço

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Eng. Civil 

xxxxxxxxxxxxxxxxxx

--------------------------------

[]´

PS: O 'ganhador' deste desafio receberá como brinde, sem custos de correio, um fuzil magnético de meu acervo.

     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: roberto
Sent: Monday, March 05, 2012 11:25 AM
Subject: [ciencialist] Re: Já que é pra injetar vida na lista...

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto (L)"
> >> A ciência é capaz de explicar a vida (ou o surgimento da mesma)?
> Essa é a pergunta de 100 bilhões de dólares!

Nem tto. Um milhão de dólares divididos em 20 ano:




SUBJECT: Re: [ciencialist] ad hominem do ad hominem
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 12:14

Mtnos, não vou entrar nessa seara, pois está longe das
coisas que gosto de discutir. Só diria que se tu tens
tanta coisa contra dois homens educarem uma menina,
pergunto-te o que fazer em um caso hipotético: um
sujeito que acabou de perder a esposa e tem uma filha
(biológica ou adotada, não importa). Seu amigo de infância
(homem, uma bichalda ou um mulherengo, também não importa)
vem morar com os dois. Deveria o estado intervir nesse caso?
Se não deveria intervir, porque deveria intervir no
caso de duas bichaldas e uma filhinha? Só por causa do
que eles fazem lá no quarto fechado? Complicado, né?
O mesmo padrão de caso pode ser arguido para o caso de
duas sapatonas.
 
Mas aponto que já existe uma alternativa racional para lidar
com essas coisas. Sam Harris publicou recentemente um livro
chamado "The Moral Landscape", onde ele propõe que a ciência e
a razão têm capacidade até mesmo de dar pitacos na moralidade
e ética humanas. Estamos vivendo novos tempos!
 
*PB*
 
 
 
 
Sent: Sunday, March 04, 2012 10:59 PM
Subject: [ciencialist] ad hominem do ad hominem
 


 
 
Um Argumentum ad hominem (latim, argumento contra a pessoa) é uma falácia identificada quando alguém procura negar uma proposição com uma crítica a seu autor e não ao seu conteúdo.[1][2]
 
Eu prefiro chamar essa atitude de tresloucada do que ser tão generoso recorrendo ao latim.
 
 
Se eu identificar alguns ad hominam do grupo, estarei fazendo  o "ad hominem do ad hominem".
 
 
DIZER QUE UM PSIQUIATRA É "MALUCO" PORQUE DEIXA UM FILHO DE 4 ANOS SE PEDURAR NO TOPO DE UMA CORTINA, correndo o risco de quebrar uma perna, É UMA ANÁLISE LÓGICA QUE FOI TRANFORMADA PELO INCONSCIENTE "AMALUCADO" DE ALGUEM EM  "FALÁCIA".
 
DOIS HOMENS EDUCAREM UMA MENINA É CIENTIFICAMENTE CORRETO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
CONCLUSÃO: ESTAMOS NA ERA DAS INVERSÕES IDEOLOGICAS (MAIS UM CONCEITO PARA A IDEOLOGIA ZERO).
 
Essas inversões equivalem ao fenômeno da projeção quando um maluco transfere a sua maluquice para terceiros.
 
Abraços terapêuticos
M.Calil
 
Ps. Um dos treinamentos que eu faço é este: como discordar das idéias dos outros sem agredir o outro.
Para algumas pessoas isso é impossivel, porque elas não conseguem CONTROLAR A EMOÇÃO DO INCONFORMISMO COM A OPINIÃO DO OUTRO.
EU POR EXEMPLO, APELO PARA ESTE TAMANHO DE LETRA QUANDO OUÇO BARBARIDADES QUE FEREM O SENSO COMUM. MAS, CONVENHAMOS, NÃO DEIXA DE SER
UM CONTROLE, JÁ QUE O GRITO E A RAIVA ESTÃO SENDO CONTIDOS... E ATÉ COM RSRSRSRSRSRS. ( NÃO CONFUNDIR COM Rio Grande do Sul).
 
 
=

SUBJECT: Re: [ciencialist]- Já que é pra injetar vida na lista...DESAFIO
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 12:28

Eu ainda mantenho a minha proposta de financiamento de projetos de moto-perpétuo por meio de opção de recompra (valor de até 2 mil reais) - sim, cobro juros escorchantes.

Os interessados devem apresentar atestado de sanidade mental e documento que demonstra ciência de que o conhecimento científico atual considera moto-perpétuos impossíveis.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@...> escreveu
>
> Quanto a esses "colegas", só posso dizer: ai, ai...
>
> Talvez meu post sobre o assunto ajude um pouco:
> http://alvaroaugusto.blogspot.com/2006/11/mquinas-impossveis.html
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
>
> Em 06/03/2012 10:19, Luiz Ferraz Netto escreveu:
> >
> >
> > Vou propor um desafio aos amigos da C-List.
> > Receber mensagens de propostas de moto contínuo dos mais variados
> > níveis educacionais de consulentes já é coisa de meu dia-a-dia,
> > acontece que entre tais propostas está aparecendo consulentes de nível
> > superior, mesmo professores e engenheiros. Abaixo copio a mais recente
> > (ou seja, a primeira da semana), de um engenheiro.
> > O desafio é criar um texto padrão que explique 'didaticamente' a
> > impossibilidade desta proeza e comente os 'Youtubes' que pululam por
> > ai exibindo os mais perfeitos motos perpétuos e produzindo energia à
> > rodo. Eis o texto:
> > ------------------
> >
> > Boa tarde professor Leo, gostaria de lhe dar os parabéns pelo site e
> > com todo o respeito argumentar contra sua confiança tão grande nas
> > leis da termodinâmica, quem as criou? quem pode garantir ? vejo em
> > meus proprios professores o cabresto do "o que ensinaram no passado" e
> > nada mais pode ser verdade... que energia faz a terra girar ? que
> > energia me prende a terra, que energia segura o imã na minha
> > geladeira? qual energia faz as correntes marítimas circularem?
> > mais de 5 mil patentes de soluções de energia livre já foram compradas
> > de inventores a fim de manter o uso do petroleo que hoje é comandado
> > pelos mesmos homens que comandam o banco mundial e a política de todo
> > sistema. Deixarei a seguir links de equipamentos que realmente
> > funcianam e suas respectivas referencias
> >
> > Torian III projeto de um motor magnético desenvolvido por um argentino.
> > http://www.youtube.com/watch?v=UlVDTA3-qUs
> > Esse projeto é de uma universidade na Holanda se não me engano.
> > http://www.youtube.com/watch?v=JdZHxj0XeJo
> > E esse pra mim o mais fantástico de todos, Chas Campbell um senhor
> > australiano que foi a mídia e mostrou sua roda desequilibrada
> > acionando seu alternador e gerando quase 10 KV.
> > http://www.youtube.com/watch?v=2qyvX9j5i3U
> >
> >
> > Eu tenho mais refencias se lhe interessar.
> > Grande abraço
> > ------------------------------------------------------------------------
> > */xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx/*
> >
> > /Eng. Civil/
> >
> > /xxxxxxxxxxxxxxxxxx/
> >
> > /--------------------------------/
> >
> > /[]´/
> >
> > /PS: O 'ganhador' deste desafio receberá como brinde, sem custos de
> > correio, um fuzil magnético de meu acervo./
> >
> > ===========================
> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > leo@... <mailto:leo@...>
> > luizferraz.netto@... <mailto:luizferraz.netto@...>
> > http://www.feiradeciencias.com.br
> > ===========================
> >
> > ----- Original Message -----
> > *From:* roberto <mailto:roberto.takata@...>
> > *To:* ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > <mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > *Sent:* Monday, March 05, 2012 11:25 AM
> > *Subject:* [ciencialist] Re: Já que é pra injetar vida na lista...
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > <mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br>, "Alvaro Augusto (L)"
> > > >> A ciência é capaz de explicar a vida (ou o surgimento da mesma)?
> > > Essa é a pergunta de 100 bilhões de dólares!
> >
> > Nem tto. Um milhão de dólares divididos em 20 ano:
> >
> >
>




SUBJECT: O pensamento cientifico x ideologia (Filosofia da ciência )
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 13:25

A IDEOLOGIA ZERO SIGNIFICA UM ESTADO MENTAL CONSCIENTE QUE PERMITE AO CIDADÃO COMUM  IDENTIFICAR E CLASSIFICAR TODOS OS SEUS PENSAMENTOS EM DUAS CATEGORIAS: PENSAMENTOS IDEOLÓGICOS E PENSAMENTOS LÓGICO-CIENTIFICOS, dando - lhe assim a condição para eliminar todas as ideologias que quiser.

O pensamento lógico-cientificio não é privilégio dos cientistas como podem pensar alguns arrogantes do mundo acadêmico.
A precisão linguistica é condição básica para o pensamento lógico ou racional, sendo este pensamento lógico e racional, praticado por qualquer ser humano a partir da sua mais tenra infância, já que o cérebro nasce dotado com um sistema neuronal softwarizado que as crianças vão acionando no processo de aprendizagem da fala.
No mundo acadêmico prevalece a tese de que o SENSO COMUM é a negação do pensamento cientifico, o que é um absurdo lógico, pois o senso comum é pré-requisito do pensamento lógico. O fato de alguma coisa ser "comum" não desqualifica essa coisa. Este erro de julgamento pode ser simplesmente fruto de um descuido semântico, a que nenhum cientista deveria se permitir, pode ser fruto de arrogância (narcisismo) ou ambos.
 
A definição de "senso comum" deve ser produto do próprio pensamento lógico-cientifico e não de conceituações arbitrárias como, por exemplo essa:

A ciência distingue-se do senso comum porque este é uma opinião baseada em hábitos, preconceitos, tradições cristalizadas, enquanto a primeira baseia-se em pesquisas, investigações metódicas e sistemáticas e na exigência de que as teorias sejam internamente coerentes e digam a verdade sobre a realidade. A ciência é conhecimento que resulta de um trabalho racional.

Numa sessão da minha análise, conduzida por um médico e psicanalista de 1a. linha (tanto na mediciana como na psicanálise e com forte vocação cientifica), ele me disse: "FALTA SENSO COMUM AO FULANO".
 
A afirmativa de que a "ciência é conhecimento aque resulta de um trabalho racional" contrapondo-se ao senso comum é ILÓGICA. Ocorre que os cientistas do mundo fisico não são especialistas nem em lógica nem em linguistica, o mesmo ocorrendo com os "filósofos da ciência" - a ciência ainda precisa mesmo de filósofos? Ou os cientistas é que precisam aprender a filosofar?
 
(enquanto a fisica for a ciência-mãe, a humanidade não tem salvação, embora a salvação segundo alguns (John Gray é um deles) não passa de um belo mito que se mantém vivo até hoje; que os fisicos tenham a humildade de reconhecer isso se quiserem ser sábios - a humildade é pré-requisito da sabedoria e deveria ser também da ciência. Mas infelizmente o conhecimento cientifico está ainda num estágio inferior ao da sabedoria.
 
O SENSO COMUM É (como a própria expressão indica) é um atributo elementar do pensamento lógico comum a todas as pessoas. Em algumas pessoas o senso comum pode ser afetado em algumas áreas e não em outras. Até um esquizofrênico pode ter seu senso comum fucionando perfeitamente em determinadas áreas ou funções.
 
O INIMIGO DA CIÊNCIA NÃO É O SENSO COMUM E SIM O PENSAMENTO IDEOLÓGICO. O SENSO COMUM É UM ANTIDOTO DO PENSAMENTO IDEOLÓGICO E UM PRÉ-REQUISITO DO PENSAMENTO CIENTIFICO. QUANDO OS CIENTISTAS ESTRUTURAM TEORIAS DE ACEITAÇÃO COMUM ENTRE ELES E QUE NO FUTURO SÃO REVISTAS OU ABANDONADAS, NÃO LHES FALTOU SENSO COMUM. O EQUIVOCO QUE COMETEM É INERENTE AO PRÓPRIO DESENVOLVIMENTO CIENTIFICO.
 
Se fóssemos usar a expressão senso comum neste sentido equivocado, poderiamos dizer que falta aos cientistas o senso comum para perceber que a hiper-especialização mutila o saber, já que este equivoco entre eles é bastante generalizado (comum) e inevitável, porque a especialização que mutila o saber,
é essencial para o avanço da ciência (ou seja do saber...).
 
O que os cientistas precisam é de humildade para se aproximar do senso comum tornando o conhecimento cientifico acessivel ao povo. Outra coisa que precisam
fazer é deixar de ser serviçais dos donos do poder. Esta é a razão pela qua a ciência, fora do mundo fisico, está fracassando redondamente na missão de contribuir para o processo civilizatório da espécie humana. Ao contrário, dá armas para os selvagens pós-modernos exercerem a sua sanha de dominação, como a bomba atômica.
Teria faltando senso comum aos fisicos e cientistas que construiram a bomba atômica? Ou foram simplesmente ingênuos e cometeram um erro em boa fé? Claro que não! Dizem por exemplo que Einstein assessorou o governo americano na construção da bomba para evitar um eventual ataque dos alemães de Hitler.
 
 
A matéria abaixo não está assinada... foi apenas "postada".
ISSO SIM QUE É FALTA DE SENSO COMUM: PUBLICAR MATÉRIAS SEM INFORMAR QUEM SÃO SEUS AUTORES.
 
Abraços
M.Calil
 
Ps1. O que temos em mente é fortalecer o senso comum com o pensamento lógico-cientifico com o objetivo de destruir o pensamento ideológico. O termo "destruir" foi utilizado aqui com o mesmo espírito da "destruição criativa". É portanto uma destruição benigna, a qual porém, tem o inconveniente da dor provocada pelo auto-conhecimento. Afinal se não usarmos o pensamento cientifico para promover o auto-conhecimento do homem, a nossa espécie corre o risco de se auto-destruir, usando para isso das invenções cientificas destruitivas, a exemplo da bomba atômica, a maior de todas as expressões da "esquizofrenia social". Onde estavam com a cabeça
os fisicos no momento em que construiram a bomba atômica? Certamente não era no mundo do senso comum.
 
Ps2. Poderiam dizer que o artigo abaixo foi escrito por um jovem estudante. Mesmo assim, o jovem estudante estaria expressando bem o pensamento de seus professores.
 
Ps3. A midia e seus patrocinadores estão promovendo a infantilização dos adultos. Se vocês não quiserem contribuir com essa barbárie da industria cultural, não usem bonequinhos como estes usados neste gráfico. Mais um exemplo de falta de senso comum - em matérias para adultos usar recursos gráficos infantis.
 
==============================================================

Senso Comum e Atitude Científica

http://giulianofilosofo.blogspot.com/2007/09/senso-comum-e-atitude-cientfica.html

Há uma grande diferença entre nossas certezas cotidianas e o pensamento científico. Nossas opiniões cotidianas formam o senso comum da nossa sociedade, criam certezas que são transmitidas de geração a geração, e muitas vezes, se transformam em crença religiosa, tornando-se uma doutrina inquestionável. Vejamos alguns exemplos:
O Sol é menor do que a Terra, o Sol se move em torno da Terra que permanece imóvel, as cores existem em si mesmas. A família é uma realidade natural criada pela natureza para garantir a sobrevivência humana e para atender à afetividade natural dos humanos, que sentem necessidade de viver juntos.
O conhecimento científico desconfia da veracidade de nossas certezas, de nossa adesão imediata às coisas, da ausência de critica e da falta de curiosidade. Por isso onde vemos fatos e acontecimentos, a atitude cientifica vê problemas e obstáculos, aparências que precisam ser explicadas e, em certos casos, afastadas. Retornemos aos nossos exemplos:
A astronomia demonstra que o Sol é muitas vezes maior do que a Terra e, desde Copérnico, que é a Terra que se move em torno do Sol. A óptica demonstra que as cores são ondas luminosas, obtidas pela refração e reflexão ou decomposição da luz branca. Historiadores e antropólogos mostram que o que entendemos por família (pai, mãe, irmãos, esposa, marido) é uma instituição social recentíssima – data do século XV – e é própria da Europa ocidental, mostram também que não é um fato natural, mas uma criação humana, exigida por condições históricas determinadas.

Características do Senso Comum

Um breve exame dos nossos saberes cotidianos e do senso comum de nossa sociedade revela que possuem algumas características que lhes são próprias:
- são subjetivos, isto é, exprimem sentimentos e opiniões individuais ou de grupos, variando de uma pessoa para outra ou de um grupo para outro, dependendo das condições em que vivemos.
- por serem subjetivos, levam a uma avaliação qualitativa das coisas conforme os efeitos que produzem em nossos órgãos dos sentidos ou conforme os desejos que despertam em nós e o tipo de finalidade ou de uso que lhes atribuímos.
- agrupam-se ou distinguem-se conforme as coisas e os fatos nos pareçam semelhantes ou diferentes.
- são individualizadores, isto é, cada coisa ou cada fato nos parece como um indivíduo distinto dos outros por possuir qualidades que nos afetam de maneira diferente.
- mas são também generalizadores, pois tendem a reunir numa só opinião ou numa só idéia coisas e fatos julgados semelhantes.
- em decorrência das generalizações, tendem a estabelecer relações de causa e efeito entre as coisas ou entre os fatos.
- não se surpreendem nem se admiram com a regularidade, constância, repetição e diferença das coisas, mas, ao contrário, a admiração e o espanto se dirigem para o que é imaginado como único, extraordinário, maravilhoso ou miraculoso.
- pelo mesmo motivo e não por compreenderem o que seja a investigação cientifica, tendem a vê-la quase como magia, considerando que ambas lidam com o misterioso, o oculto, o incompreensível.
- costumam projetar nas coisas ou no mundo sentimentos de angustia e de medo diante do desconhecido.
- por serem subjetivos, generalizadores, expressões de sentimento de medo e angustia e de incompreensão quanto ao trabalho cientifico, nossas certezas cotidianas e o senso comum de nossa sociedade cristalizam-se em preconceitos com os quais passamos a interpretar a realidade que nos cerca e todos os acontecimentos.

Características do pensamento cientifico

Em quase todos os aspectos podemos dizer que o pensamento filosófico-cientifico opõe-se ponto por ponto às características do senso comum:
- é objetivo, pois procura as estruturas universais e necessárias das coisas investigadas.
- é quantitativo, ou seja, busca medidas, padrões, critérios de comparação e de avaliação para coisas que parecem diferentes.
- é homogêneo, isto é, busca as leis gerais de funcionamento dos fenômenos, que são as mesmas para os fatos que nos parecem diferentes.
- é generalizador, pois reúne individualidades sob as mesmas leis, os mesmos padrões ou critérios de medida, mostrando que possuem a mesma estrutura, embora sejam sensorialmente percebidas como diferentes.
- é diferenciador, pois não reúne nem generaliza por semelhanças aparentes, mas distingue entre os que parecem iguais, desde que obedeçam a estruturas diferentes.
- só estabelece relações causais depois de investigar a natureza ou estrutura do fato estudado e suas relações com outros semelhantes e diferentes.
- surpreende-se com a regularidade, a constância, a freqüência, a repetição e a diferença das coisas e procura mostrar que o maravilhoso, o extraordinário ou o milagroso é um caso particular do que é regular, normal, freqüente.
- distingue-se da magia. A atitude cientifica opera um desencantamento do mundo, mostrando que nele não agem forças secretas, mas causas e relações racionais que podem ser conhecidas e que tais conhecimentos podem ser transmitidos a todos.
- afirma que, pelo conhecimento, o homem pode libertar-se do medo e das superstições, deixando de projetá-los no mundo e nos outros.
- procura renovar-se continuamente, evitando a transformação das teorias em doutrinas e destas em preconceitos sociais. O fato cientifico resulta de um trabalho paciente e lento de investigação e de pesquisa racional, aberto a mudanças, não sendo nem um mistério incompreensível nem uma doutrina geral sobre o mundo.
A ciência distingue-se do senso comum porque este é uma opinião baseada em hábitos, preconceitos, tradições cristalizadas, enquanto a primeira baseia-se em pesquisas, investigações metódicas e sistemáticas e na exigência de que as teorias sejam internamente coerentes e digam a verdade sobre a realidade. A ciência é conhecimento que resulta de um trabalho racional.

SUBJECT: Re: [ciencialist] Caçadores de mitos - o homem pisou na lua?
FROM: Marcelo C Pinto <mpinto2009@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 13:40

Alvaro,

Eu já ouvi gente dizendo que a URSS fazia parte dessa conspiração. Não tem jeito, o negócio se estende ad infinitum :-D

Marcelo C Pinto

Em 06-03-2012 10:25, Alvaro Augusto (L) escreveu:
 

Caro Victor,

A descrença no pouso na Lua não está ligada a evidências e argumentos racionais, mas à crença em uma espécie de teoria da conspiração. Assim, os descrentes explicarão as conclusões dos MythBusters simplesmente dizendo que o programa faz parte da conspiração. E tudo continuará como antes.

Para mim, a maior prova de que tudo foi real é que, imediatamente após 20 de julho de 1969, a URSS desativou seu programa lunar e desmontou as instalações. E,  naquela época, não havia ninguém mais bem informado sobre as atividades norte-americanas do que os soviéticos.

[ ]s

Alvaro Augusto


Em 06/03/2012 07:18, JVictor escreveu:

Honestamente, gostaria de ler  o  que têm a dizer os céticosquantoaohomemnalua, a respeito desses experimentos, dessas simulações.  Infelizmente, tenho a certeza(a menos do PI de Hzbg) de que não arredarão o pé, e montarão argumentos para refutar os trabalhos(e resultados) vistos aqui.

Será? Com a palavra as pessoas. Lembrem-se, suas conclusões valem uma passagem para a lua, num futuro próximo, quando eu explicar a origem da vida e faturar 300 bilhões de dólares(20 é pouquinho...).

 

Sds,

Victor.

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de JVictor
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 19:43
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Caçadores de mitos - o homem pisou na lua?

 

 




SUBJECT: Menina educada por dois homens? Só se for com acompanhamento psicoterápico. - for Bee not Pesky.
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 13:59

Prezado Pesky.
 
Perdão pela falta de precisão - eu não estava esperando o retorno do seu contraditório para esta questão.  Concordo plenamente com você em deixar de fora do contraditório esse assunto. Minha intenção foi colocar em discussão um modelo cientifico de educação de crianças, o qual requer a participação de um homem e de uma mulher, sendo que nos primeiros meses (e até anos) de vida, A PRESENÇA DA MULHER É FUNDAMENTAL, POR SER ELA A MÃE, DE CUJO VENTRE NASCE O FILHO. A menina precisa obviamente do modelo feminino de mãe para um crescimento saudável. Mas como comentei em mensagem anterior, o senso comum também costuma faltar aos cientistas sendo, natural, infelizmente, que falte também aos psiquiatras da associação americana. Vamos ver se os psiquiatras brasileiros vão seguir a trilha insana de seus "irmãos do norte".
 
O último tema em que conseguimos um bom resultado no contraditório foi o da expectativa quando você sugeriu o conceito de EXPECTATIVA COGNITIVA contrapondo-a à expectativa emocional. (pensei a respeito e acho que toda expectativa é emocional, variando apenas o grau, mas essa classificação das expectativas é uma boa idéia. A ansiedade é  comumemente resultado de expectativas.).
 
Abraços
M.Calil
 
Ps1. Entre ser jogada às feras numa selva e ser adotada por dois homens que vão (des)educá-la, o bom senso e o senso comum sugerem deixar a menina viva e torcer para que ela tenha o menor impacto negativo possivel em sua educação anormal. Se eu fosse um dos pais trataria logo de colocar a menina em psicoterapia, a partir da idade minima compativel com este trabalho. No caso a psicoterapeuta (ou ludoterapeuta) deveria ser do sexo feminino. Isso deveria ser uma exigência da lei, se os legisladores da matéria entenderem o bea-a-bá da psicologia infantil.QUANDO POLITICOS E JUIZES IGNORAM O BEA-A-BÁ DA PSICOLOGIA INFANTIL, É SINAL DO FIM DOS TEMPOS PÓS-MODERNOS. A tecnologia acelerou o curso do tempo. Vamos então acabar logo com essa falácia da pós-modernidade??
 
Ps2. Quanto a essa pretensão de usar a razão como ferramenta da moral, lamento informá-lo que essa idéia é bem antiga, tendo no minimo 100 anos de vida. De qualquer forma é bom saber que os cientistas estão acordando para a ética, que é definida por alguns como a CIÊNCIA DA CONDUTA HUMANA. Felizmente está definição já estava pronta....  Se a ética é a ciência da conduta humana obviamente ela deve ser estruturada com base em argumentos lógico-cientificos que respeitem as diretrizes da seleção natural bem como a eterna utopia da igualdade social. (existe a ética pessoal e a ética social). A ética foi fundada nas tribos selvagens primitivas como repressão à farra sexual. Como todos sabem o homem é governado pelo principio do prazer. Que melhor coisa podemos ter na vida do que o prazer de viver?
Ocorre apenas que o prazer natural é selvagem e precisa de controles civilizatórios. Por isso os próprios selvagens perceberam que a farra poderia destruir sua
comunidade e passaram a reprimi-la violentamente, recorrendo à pena de morte para os infratores. Ontem na Av. 23 de Maio, em São Paulo, um corinthiano levou uma surra violenta porque estava no banco de trás com o pênis de fora para ser contemplada pela filha do motorista, de 5 anos. NINGUÉM FALA, PORÉM, QUE A MIDIA ESTÁ, EM NOME DA LIBERDADE DE IMPRENSA, PROMOVENDO A ESQUIZOFRENIA SOCIAL, PELO EFEITO EXEMPLARIDADE.
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Pesky Bee
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, March 06, 2012 12:14 PM
Subject: Re: [ciencialist] ad hominem do ad hominem

 

Mtnos, não vou entrar nessa seara, pois está longe das
coisas que gosto de discutir. Só diria que se tu tens
tanta coisa contra dois homens educarem uma menina,
pergunto-te o que fazer em um caso hipotético: um
sujeito que acabou de perder a esposa e tem uma filha
(biológica ou adotada, não importa). Seu amigo de infância
(homem, uma bichalda ou um mulherengo, também não importa)
vem morar com os dois. Deveria o estado intervir nesse caso?
Se não deveria intervir, porque deveria intervir no
caso de duas bichaldas e uma filhinha? Só por causa do
que eles fazem lá no quarto fechado? Complicado, né?
O mesmo padrão de caso pode ser arguido para o caso de
duas sapatonas.
 
Mas aponto que já existe uma alternativa racional para lidar
com essas coisas. Sam Harris publicou recentemente um livro
chamado "The Moral Landscape", onde ele propõe que a ciência e
a razão têm capacidade até mesmo de dar pitacos na moralidade
e ética humanas. Estamos vivendo novos tempos!
 
*PB*
 
 
 
 
Sent: Sunday, March 04, 2012 10:59 PM
Subject: [ciencialist] ad hominem do ad hominem
 


 
 
Um Argumentum ad hominem (latim, argumento contra a pessoa) é uma falácia identificada quando alguém procura negar uma proposição com uma crítica a seu autor e não ao seu conteúdo.[1][2]
 
Eu prefiro chamar essa atitude de tresloucada do que ser tão generoso recorrendo ao latim.
 
 
Se eu identificar alguns ad hominam do grupo, estarei fazendo  o "ad hominem do ad hominem".
 
 
DIZER QUE UM PSIQUIATRA É "MALUCO" PORQUE DEIXA UM FILHO DE 4 ANOS SE PEDURAR NO TOPO DE UMA CORTINA, correndo o risco de quebrar uma perna, É UMA ANÁLISE LÓGICA QUE FOI TRANFORMADA PELO INCONSCIENTE "AMALUCADO" DE ALGUEM EM  "FALÁCIA".
 
DOIS HOMENS EDUCAREM UMA MENINA É CIENTIFICAMENTE CORRETO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
CONCLUSÃO: ESTAMOS NA ERA DAS INVERSÕES IDEOLOGICAS (MAIS UM CONCEITO PARA A IDEOLOGIA ZERO).
 
Essas inversões equivalem ao fenômeno da projeção quando um maluco transfere a sua maluquice para terceiros.
 
Abraços terapêuticos
M.Calil
 
Ps. Um dos treinamentos que eu faço é este: como discordar das idéias dos outros sem agredir o outro.
Para algumas pessoas isso é impossivel, porque elas não conseguem CONTROLAR A EMOÇÃO DO INCONFORMISMO COM A OPINIÃO DO OUTRO.
EU POR EXEMPLO, APELO PARA ESTE TAMANHO DE LETRA QUANDO OUÇO BARBARIDADES QUE FEREM O SENSO COMUM. MAS, CONVENHAMOS, NÃO DEIXA DE SER
UM CONTROLE, JÁ QUE O GRITO E A RAIVA ESTÃO SENDO CONTIDOS... E ATÉ COM RSRSRSRSRSRS. ( NÃO CONFUNDIR COM Rio Grande do Sul).
 
 
=


SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "marcelleandro2009" <marcelleandro2009@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 14:15

Mtnos,

> A QUESTÃO NÃO É SER ANTI, E SIM A FAVOR DA VERDADE.
DOIS HOMENS EDUCANDO UMA MENINA É DOIDICE PURA.
NÃO É A HOMOSSEXUALIDADE QUE ESTÁ EM DISCUSSÃO E SIM A EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS.


Mesmo eu não sendo também muito fã desta idéia, mas é nítido como você desconsidera o contexto. Doidice é jogar crianças em rios ou em latão de lixo quando nascem, viver em orfanatos lotados e com pouca estrutura, espancá-los até a morte, jogá-los de um prédio por influência de uma madrasta, estuprá-los para sanar uma necessidade doentia, colocá-los para trabalhar como escravos, deixá-los morrer de fome, etc. Isto é doidice Mtnos.

Deixá-los serem criados por pais do mesmo sexo, que sejam estáveis e serenos, tranquilos e amorosos, cuidadosos e responsáveis, é dos "males" o menor! Ou um homessexual não poderia ter também estas qualidades que as crianças mais precisam? Qual a relação dentre estas qualidades com a preferência sexual do indivíduo?

Você tem situações bem piores para levantar suas bandeiras. Que tal mãe solteiras adolescentes sem nenhuma estrutura econômica? Este quadro sim, gera muito mais sofrimento às crianças e em maiores proporções, do que esta que você tanto se preocupa.

Caímos naquela mesma questão de se idealizar de mais e ser prático (realista) de menos. As situações têm que ser avaliadas perante seu contexto, sempre!

Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente por imitação!

Mas até que ponto pode-se dizer que seria um aprendizado negativo, e mesmo assim, que esta forma (negativa) não seja tolerável dentro do contexto que estas mesmas crianças teriam como opção. Ou mesmo que certos cuidados e práticas não seriam suficientes para amenizar a questão?

Para um adulto heterossexual, ter em sua infância modelos bem definidos desta sexualidade, facilita a diferenciação e definição do mesmo. Entretanto, não ter as coisas bem definidas, não significa que vá influenciar uma criança em se tornar efetivamente um homossexual, ou a ter transtornos psicológicos – ou algo do tipo. No máximo, ser apenas mais tolerante e receptivo a esta ideia, e a talvez, ter alguns comportamentos um tanto mistos ou menos definidos.

Onde você vê, de forma embasada, agravantes de influência maiores que estes?


A sociedade tem "doidices" muito mais importantes para se preocupar! Bastas olhar em volta.

Marcel




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Mtnos Calil" <mtnoscalil@...> escreveu
>
> (DESCULPE O PLEONASMO, POIS TODA IDEOLOGIA É ANTI-CIENTIFICA).
>
> Olá Abelha Aborrecida ( Pesky Bee)
>
> A QUESTÃO NÃO É SER ANTI, E SIM A FAVOR DA VERDADE.
> DOIS HOMENS EDUCANDO UMA MENINA É DOIDICE PURA.
> NÃO É A HOMOSSEXUALIDADE QUE ESTÁ EM DISCUSSÃO E SIM A EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS.
> PAIS ALCOOLATRAS TAMBÉM NÃO PODEM EDUCAR CRIANÇAS SEM AFETAR O SEU DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL.
>
> SINTO MUITO, MAS VOCÊS ESTÃO PERDENDO O SENSO COMUM, QUE É PRÉ-REQUISITO DO PENSAMENTO CIENTIFICO.
> QUANDO PESSOAS ORIENTADAS PARA A CIÊNCIA SÃO VITIMADAS POR ESTE TRANSTORNO, TEMOS AÍ MAIS UMA PROVA
> DE QUE A HUMANIDADE ESTÁ CAMINHANDO PARA A BEIRA DO PRECIPICIO.
>
> O FATO DE ALGUÉM SER HOMOSSEXUAL NÃO O IMPEDE DE PRESERVAR O BOM SENSO, INCLUSIVE FAZER TERAPIA PARA VIVER MELHOR COMO HOMOSSEXUAL.
>
> PORTANTO NÃO HÁ PRECONCEITO ALGUM DE MINHA PARTE.
>
> VOLTE AO CONTRADITÓRIO CIENTIFICO, PESKY BEE.
>
> VOCÊ ME PRESENTEOU COM O CONCEITO DE EXPECTATIVA COGNITIVA.
>
> OBRIGADO, ABELHA ABORRECIDA.
>
> ABRAÇOS
> M.CALIL
>
>
> Ps1. Para reduzir a população para um ou dois bilhões de habs. nada melhor do que CONVERTER os hetero para a homossexualidade. Além disso a divisão da humanidade em heteros e gays é uma excelente estratégia para os bichos dominantes, que estão acima do bem e do mal e também do sexo.
>
> Ps2. Uma campanha contra a heterosessexualidade poderia ser objeto de um filme que bateria o recorde de bilheteria. O problema é que os dois homens não poderiam mais educar nenhuma menina. opsss. a IDELOGIA DA HOMOSSEXUALIDADE.... mais um capitulo do livrinho IDEOLOGIA ZERO... capitulo não, trechinho, porque a ideologia invadiu de tal forma o pensamento humano que se aplica a tudo hoje... até num rótulo da coca cola onde está escrita a palavra FELICIDADE. Ideologia da felicidade?
> Meu Deus... assim o livro vai precisar de dez volumes... Ou seria melhor escrever o DICIONÁRIO DAS IDEOLOGIAS?
>
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Pesky Bee
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Monday, March 05, 2012 12:06 PM
> Subject: Re: [ciencialist] BARBARIE CONSUMADA PELOS PSIQUIATRAS AMERICANOS
>
>
>
>
> O estranho no Mtnos é, pelo fato de parecer ser anti-homossexual,
> ele gostar tanto de ad hominems....
>
> Sorry, não resisti, deixa eu voltar para debaixo da minha pedra ;-)
>
> *PB*
>
>
>
> From: Alvaro Augusto (L)
> Sent: Sunday, March 04, 2012 12:34 PM
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Subject: Re: [ciencialist] BARBARIE CONSUMADA PELOS PSIQUIATRAS AMERICANOS
>
>
>
> Caro Mtnos,
>
> Você continua usando "ad hominens", mesmo quando promete, duas linhas antes, que não irá usá-los.
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
> Em 03/03/2012 23:20, Mtnos Calil escreveu:
>
>
> QUANDO UMA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA DÁ A ENTENDER, PUBLICAMENTE QUE UMA MENINA PODE SER EDUCADA POR DOIS HOMENS, TEMOS AÍ A PROVA DE COMO A HUMANIDADE ESTÁ SENDO GOVERNADA POR IGNORANTES, NO CASO DOS POLITICOS, E POR MALUCOS, NO CASO DA ÁREA PSI. VOU SOLICITAR UM PARECER DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO, E COM BASE NESTE PARECER, VOU TOMAR AS PROVIDÊNCIAS CABIVEIS. NÃO VOU CHAMAR NENHUM PSIQUIATRA DE MALUCO... SÓ VOU PEDIR AS PROVAS, SE OS PSIQUIATRAS BRASILEIROS TIVEREM A MESMO PARECER DOS AMERICANOS. SÓ QUE DESTA VEZ, A INTERNET SERÁ INUNDADA COM OS RESULTADOS DESTA CONSULTA, SEM FALAR EM OUTRAS PROVIDÊNCIAS PERTINENTES.
>
> VAMOS VER O QUE VAI DIZER A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO. Já mandei um e-mail para eles.
>
> Abraços
>
> M.Calil
>
>
>
> "Numerosos estudos sobre as últimas três décadas demonstram consistentemente que crianças criadas por pais gays ou lésbicas exibem o mesmo nível de funcionamento emocional, cognitivo, social e sexual como crianças criadas por pais heterossexuais"
>
>
>
>
>
> Approved by the Board of Trustees, November 2002
> Approved by the Assembly, November 2002
>
>
> "Policy documents are approved by the APA Assembly and Board of Trustees… These are …position statements that define APA official policy on specific subjects…" -- APA Operations Manual.
>
>
> Numerous studies over the last three decades consistently demonstrate that children raised by gay or lesbian parents exhibit the same level of emotional, cognitive, social, and sexual functioning as children raised by heterosexual parents. This research indicates that optimal development for children is based not on the sexual orientation of the parents, but on stable attachments to committed and nurturing adults. The research also shows that children who have two parents, regardless of the parents’ sexual orientations, do better than children with only one parent.
> While some states have approved legislation sanctioning second parent adoption, other court judgments and legislation have prohibited lesbian women and gay men from adopting or co-parenting. Therefore, in most of the United States, only one partner in a committed gay or lesbian couple may have a legal parental relationship to a child they are raising together. Adoption by a second parent, however, would not only formalize a child’s existing relationships with both parents in a same-sex couple, it would also provide vital security for the child. Children could avail themselves of both parents’ health insurance benefits, access to medical care, death benefits, inheritance rights, and child support from both parents in the event of separation. Adoption protects both parents’ rights to custody and/or visitation if the couple separates or if one parent dies.
>
> The American Psychiatric Association has historically supported equity, parity, and non-discrimination regarding legal issues affecting mental health. In 2000, APA supported the legal recognition of same sex unions and their associated legal rights, benefits, and responsibilities. APA has also supported efforts to educate the public about homosexuality and the mental health needs of lesbian women, gay men, and their families. Removing legal barriers that adversely affect the emotional and physical health of children raised by lesbian and gay parents is consistent with the goals of the APA.
>
> The American Psychiatric Association supports initiatives which allow same-sex couples to adopt and co-parent children and supports all the associated legal rights, benefits, and responsibilities which arise from such initiatives.
>
> This position statement was drafted and proposed by the Committee on Gay, Lesbian, and Bisexual Issues and was supported by the Council on Minority Mental Health and Health Disparities.
>




SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 14:49

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do
> assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado
> ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma
> criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente
> por imitação!

Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos.

E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação.

"Three propositions that are central to J. R. Harris's group socialization theory (1995, 1998) are considered in this review. These propositions are as follows: (a) Parental behaviors have no long-term effects on children's psychological characteristics, (b) peer groups are the primary environmental influence on psychological functioning, and (c) dyadic relationships are situation-specific and do not generalize. The evidence that J. R. Harris has outlined in support of each of these propositions is reviewed, as is additional empirical research not considered by J. R. Harris. Serious limitations to each proposition are identified. The available evidence is more consistent with a model of multiple socialization agents. An expanded research agenda that permits a more definitive test of J. R. Harris's propositions and social relationship theory is proposed."
http://psycnet.apa.org/journals/dev/36/6/699/

"Parental drug use was found to be minimal in comparison to older siblings and peers."
http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
---------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Mil formas de loucura (e corrupção) com Marcel
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 15:01

OLA Marcel.
 
PROPONHO USARMOS O RIGOR LÓGICO NA DISCUSSÃO.
ASSIM PODEMOS APROVEITAR A DISCUSSÃO PARA APRIMORAR A NOSSA COMUNICAÇÃO LÓGICO-CIENTIFICA.
 
 
1. Você deu alguns bons exemplos da "esquizofrenia social" que contamina a humanidade. Eu apenas destaquei um exemplo. O fato de ter destacado um exemplo não permite a dedução (i)lógica de que eu estou fora do contexto.
 
2. É pura ingenuidade pré-julgar que os pais homo sejam estáveis, serenos, tranquilos e amorosos. Isso pode ocorrer EXCEPCIONALMENTE.
 
3. A legislação deveria OBRIGAR os pais do mesmo sexo a recorrer à psicoterapia da criança e também a psicopedagogia que ensina pais a educarem os filhos.
Este seria um procedimento cientifico. TODOS OS PAIS SEJAM HETEROS OU NÃO DEVERIAM SER OBRIGADOS A RECORRER A PSICOTERAPIA E A PSICOPEDAGOGIA PARA
EDUCAREM EFICAZMENTE OS FILHOS (e com AMOR). Isso é ciência aplicada na vida social e não essa "sociologia" para inglês ver que chamam de "ciência"... sociologia é ciência? Num brinca comigo, meu chapa... (você não me disse que sociologia é ciência... ainda bem).
 
4. Erros mais graves não justificam os erros menos graves. Eu não vou dedicar a minha vida a este problema especifico. O considero como um exemplo importante
da esquizofrenia social, exatamente por que a prática está sendo DEFENDIDA.
 
5. Quando eu vi pela primeira vez na TV o bebê jogado no lixo comentei com quem estava a meu lado: nos próximos dias teremos um novo episódio igual, graças ao efeito exemplaridade que essa midia corrupta e perversa explora com a finalidade de obter dinheiro dos anunciantes e poder da classe politica... enquanto isso, os cientistas ficam assistindo de camarote... até porque são financiados pelo sistema.
 
Abraços
M.Calil
 
 
 
----- Original Message -----
From: marcelleandro2009
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, March 06, 2012 2:15 PM
Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE

 

Mtnos,

> A QUESTÃO NÃO É SER ANTI, E SIM A FAVOR DA VERDADE.
DOIS HOMENS EDUCANDO UMA MENINA É DOIDICE PURA.
NÃO É A HOMOSSEXUALIDADE QUE ESTÁ EM DISCUSSÃO E SIM A EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS.

Mesmo eu não sendo também muito fã desta idéia, mas é nítido como você desconsidera o contexto. Doidice é jogar crianças em rios ou em latão de lixo quando nascem, viver em orfanatos lotados e com pouca estrutura, espancá-los até a morte, jogá-los de um prédio por influência de uma madrasta, estuprá-los para sanar uma necessidade doentia, colocá-los para trabalhar como escravos, deixá-los morrer de fome, etc. Isto é doidice Mtnos.

Deixá-los serem criados por pais do mesmo sexo, que sejam estáveis e serenos, tranquilos e amorosos, cuidadosos e responsáveis, é dos "males" o menor! Ou um homessexual não poderia ter também estas qualidades que as crianças mais precisam? Qual a relação dentre estas qualidades com a preferência sexual do indivíduo?

Você tem situações bem piores para levantar suas bandeiras. Que tal mãe solteiras adolescentes sem nenhuma estrutura econômica? Este quadro sim, gera muito mais sofrimento às crianças e em maiores proporções, do que esta que você tanto se preocupa.

Caímos naquela mesma questão de se idealizar de mais e ser prático (realista) de menos. As situações têm que ser avaliadas perante seu contexto, sempre!

Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente por imitação!

Mas até que ponto pode-se dizer que seria um aprendizado negativo, e mesmo assim, que esta forma (negativa) não seja tolerável dentro do contexto que estas mesmas crianças teriam como opção. Ou mesmo que certos cuidados e práticas não seriam suficientes para amenizar a questão?

Para um adulto heterossexual, ter em sua infância modelos bem definidos desta sexualidade, facilita a diferenciação e definição do mesmo. Entretanto, não ter as coisas bem definidas, não significa que vá influenciar uma criança em se tornar efetivamente um homossexual, ou a ter transtornos psicológicos – ou algo do tipo. No máximo, ser apenas mais tolerante e receptivo a esta ideia, e a talvez, ter alguns comportamentos um tanto mistos ou menos definidos.

Onde você vê, de forma embasada, agravantes de influência maiores que estes?

A sociedade tem "doidices" muito mais importantes para se preocupar! Bastas olhar em volta.

Marcel

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Mtnos Calil" <mtnoscalil@...> escreveu
>
> (DESCULPE O PLEONASMO, POIS TODA IDEOLOGIA É ANTI-CIENTIFICA).
>
> Olá Abelha Aborrecida ( Pesky Bee)
>
> A QUESTÃO NÃO É SER ANTI, E SIM A FAVOR DA VERDADE.
> DOIS HOMENS EDUCANDO UMA MENINA É DOIDICE PURA.
> NÃO É A HOMOSSEXUALIDADE QUE ESTÁ EM DISCUSSÃO E SIM A EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS.
> PAIS ALCOOLATRAS TAMBÉM NÃO PODEM EDUCAR CRIANÇAS SEM AFETAR O SEU DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL.
>
> SINTO MUITO, MAS VOCÊS ESTÃO PERDENDO O SENSO COMUM, QUE É PRÉ-REQUISITO DO PENSAMENTO CIENTIFICO.
> QUANDO PESSOAS ORIENTADAS PARA A CIÊNCIA SÃO VITIMADAS POR ESTE TRANSTORNO, TEMOS AÍ MAIS UMA PROVA
> DE QUE A HUMANIDADE ESTÁ CAMINHANDO PARA A BEIRA DO PRECIPICIO.
>
> O FATO DE ALGUÉM SER HOMOSSEXUAL NÃO O IMPEDE DE PRESERVAR O BOM SENSO, INCLUSIVE FAZER TERAPIA PARA VIVER MELHOR COMO HOMOSSEXUAL.
>
> PORTANTO NÃO HÁ PRECONCEITO ALGUM DE MINHA PARTE.
>
> VOLTE AO CONTRADITÓRIO CIENTIFICO, PESKY BEE.
>
> VOCÊ ME PRESENTEOU COM O CONCEITO DE EXPECTATIVA COGNITIVA.
>
> OBRIGADO, ABELHA ABORRECIDA.
>
> ABRAÇOS
> M.CALIL
>
>
> Ps1. Para reduzir a população para um ou dois bilhões de habs. nada melhor do que CONVERTER os hetero para a homossexualidade. Além disso a divisão da humanidade em heteros e gays é uma excelente estratégia para os bichos dominantes, que estão acima do bem e do mal e também do sexo.
>
> Ps2. Uma campanha contra a heterosessexualidade poderia ser objeto de um filme que bateria o recorde de bilheteria. O problema é que os dois homens não poderiam mais educar nenhuma menina. opsss. a IDELOGIA DA HOMOSSEXUALIDADE.... mais um capitulo do livrinho IDEOLOGIA ZERO... capitulo não, trechinho, porque a ideologia invadiu de tal forma o pensamento humano que se aplica a tudo hoje... até num rótulo da coca cola onde está escrita a palavra FELICIDADE. Ideologia da felicidade?
> Meu Deus... assim o livro vai precisar de dez volumes... Ou seria melhor escrever o DICIONÁRIO DAS IDEOLOGIAS?
>
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Pesky Bee
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Monday, March 05, 2012 12:06 PM
> Subject: Re: [ciencialist] BARBARIE CONSUMADA PELOS PSIQUIATRAS AMERICANOS
>
>
>
>
> O estranho no Mtnos é, pelo fato de parecer ser anti-homossexual,
> ele gostar tanto de ad hominems....
>
> Sorry, não resisti, deixa eu voltar para debaixo da minha pedra ;-)
>
> *PB*
>
>
>
> From: Alvaro Augusto (L)
> Sent: Sunday, March 04, 2012 12:34 PM
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Subject: Re: [ciencialist] BARBARIE CONSUMADA PELOS PSIQUIATRAS AMERICANOS
>
>
>
> Caro Mtnos,
>
> Você continua usando "ad hominens", mesmo quando promete, duas linhas antes, que não irá usá-los.
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
> Em 03/03/2012 23:20, Mtnos Calil escreveu:
>
>
> QUANDO UMA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PSIQUIATRIA DÁ A ENTENDER, PUBLICAMENTE QUE UMA MENINA PODE SER EDUCADA POR DOIS HOMENS, TEMOS AÍ A PROVA DE COMO A HUMANIDADE ESTÁ SENDO GOVERNADA POR IGNORANTES, NO CASO DOS POLITICOS, E POR MALUCOS, NO CASO DA ÁREA PSI. VOU SOLICITAR UM PARECER DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO, E COM BASE NESTE PARECER, VOU TOMAR AS PROVIDÊNCIAS CABIVEIS. NÃO VOU CHAMAR NENHUM PSIQUIATRA DE MALUCO... SÓ VOU PEDIR AS PROVAS, SE OS PSIQUIATRAS BRASILEIROS TIVEREM A MESMO PARECER DOS AMERICANOS. SÓ QUE DESTA VEZ, A INTERNET SERÁ INUNDADA COM OS RESULTADOS DESTA CONSULTA, SEM FALAR EM OUTRAS PROVIDÊNCIAS PERTINENTES.
>
> VAMOS VER O QUE VAI DIZER A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA A RESPEITO. Já mandei um e-mail para eles.
>
> Abraços
>
> M.Calil
>
>
>
> "Numerosos estudos sobre as últimas três décadas demonstram consistentemente que crianças criadas por pais gays ou lésbicas exibem o mesmo nível de funcionamento emocional, cognitivo, social e sexual como crianças criadas por pais heterossexuais"
>
>
>
>
>
> Approved by the Board of Trustees, November 2002
> Approved by the Assembly, November 2002
>
>
> "Policy documents are approved by the APA Assembly and Board of Trustees… These are …position statements that define APA official policy on specific subjects…" -- APA Operations Manual.
>
>
> Numerous studies over the last three decades consistently demonstrate that children raised by gay or lesbian parents exhibit the same level of emotional, cognitive, social, and sexual functioning as children raised by heterosexual parents. This research indicates that optimal development for children is based not on the sexual orientation of the parents, but on stable attachments to committed and nurturing adults. The research also shows that children who have two parents, regardless of the parents’ sexual orientations, do better than children with only one parent.
> While some states have approved legislation sanctioning second parent adoption, other court judgments and legislation have prohibited lesbian women and gay men from adopting or co-parenting. Therefore, in most of the United States, only one partner in a committed gay or lesbian couple may have a legal parental relationship to a child they are raising together. Adoption by a second parent, however, would not only formalize a child’s existing relationships with both parents in a same-sex couple, it would also provide vital security for the child. Children could avail themselves of both parents’ health insurance benefits, access to medical care, death benefits, inheritance rights, and child support from both parents in the event of separation. Adoption protects both parents’ rights to custody and/or visitation if the couple separates or if one parent dies.
>
> The American Psychiatric Association has historically supported equity, parity, and non-discrimination regarding legal issues affecting mental health. In 2000, APA supported the legal recognition of same sex unions and their associated legal rights, benefits, and responsibilities. APA has also supported efforts to educate the public about homosexuality and the mental health needs of lesbian women, gay men, and their families. Removing legal barriers that adversely affect the emotional and physical health of children raised by lesbian and gay parents is consistent with the goals of the APA.
>
> The American Psychiatric Association supports initiatives which allow same-sex couples to adopt and co-parent children and supports all the associated legal rights, benefits, and responsibilities which arise from such initiatives.
>
> This position statement was drafted and proposed by the Committee on Gay, Lesbian, and Bisexual Issues and was supported by the Council on Minority Mental Health and Health Disparities.
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Caçadores de mitos - o homem pisou na lua?
FROM: Erich Weick <erich_weick@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 15:08

Só para ilustrar o debate...

http://www.showdalua.com/ 

[]`s

Erich

--- Em ter, 6/3/12, Marcelo C Pinto <mpinto2009@gmail.com> escreveu:

De: Marcelo C Pinto <mpinto2009@gmail.com>
Assunto: Re: [ciencialist] Caçadores de mitos - o homem pisou na lua?
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 6 de Março de 2012, 13:40

 

Alvaro,

Eu já ouvi gente dizendo que a URSS fazia parte dessa conspiração. Não tem jeito, o negócio se estende ad infinitum :-D

Marcelo C Pinto

Em 06-03-2012 10:25, Alvaro Augusto (L) escreveu:

 

Caro Victor,

A descrença no pouso na Lua não está ligada a evidências e argumentos racionais, mas à crença em uma espécie de teoria da conspiração. Assim, os descrentes explicarão as conclusões dos MythBusters simplesmente dizendo que o programa faz parte da conspiração. E tudo continuará como antes.

Para mim, a maior prova de que tudo foi real é que, imediatamente após 20 de julho de 1969, a URSS desativou seu programa lunar e desmontou as instalações. E,  naquela época, não havia ninguém mais bem informado sobre as atividades norte-americanas do que os soviéticos.

[ ]s

Alvaro Augusto


Em 06/03/2012 07:18, JVictor escreveu:

Honestamente, gostaria de ler  o  que têm a dizer os céticosquantoaohomemnalua, a respeito desses experimentos, dessas simulações.  Infelizmente, tenho a certeza(a menos do PI de Hzbg) de que não arredarão o pé, e montarão argumentos para refutar os trabalhos(e resultados) vistos aqui.

Será? Com a palavra as pessoas. Lembrem-se, suas conclusões valem uma passagem para a lua, num futuro próximo, quando eu explicar a origem da vida e faturar 300 bilhões de dólares(20 é pouquinho...).

 

Sds,

Victor.

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de JVictor
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 19:43
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Caçadores de mitos - o homem pisou na lua?

 

 




SUBJECT: A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 15:10

Prezado Roberto.
 
Você lê um artigo que trás uma informação como essa e já vai julgando verdadeira a informação, sem avaliar a pesquisa, sua metodologia, etc?
 
"No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos"
 
Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil.
 
Recomendo a você que em casos como esse, tome o cuidado para não assumir a defesa de pesquisas que podem ser tão falsas quanto a conclusão enunciada acima, a qual violenta os mais elementares principios de psicopedagogia.
 
Psiquiatras já estão defendendo o absurdo. Espero que o mesmo não ocorra generalizadamente com os psicólogos. Eis aí uma bela oportunidade para conselhor regional de psicologia se manifestar e dar um puxão de orelhas na associação de psiquiatria dos states.
 
Abraços
M.Calil
 
 


 
 
 
----- Original Message -----
From: roberto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, March 06, 2012 2:49 PM
Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do
> assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado
> ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma
> criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente
> por imitação!

Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos.

E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação.

"Three propositions that are central to J. R. Harris's group socialization theory (1995, 1998) are considered in this review. These propositions are as follows: (a) Parental behaviors have no long-term effects on children's psychological characteristics, (b) peer groups are the primary environmental influence on psychological functioning, and (c) dyadic relationships are situation-specific and do not generalize. The evidence that J. R. Harris has outlined in support of each of these propositions is reviewed, as is additional empirical research not considered by J. R. Harris. Serious limitations to each proposition are identified. The available evidence is more consistent with a model of multiple socialization agents. An expanded research agenda that permits a more definitive test of J. R. Harris's propositions and social relationship theory is proposed."
http://psycnet.apa.org/journals/dev/36/6/699/

"Parental drug use was found to be minimal in comparison to older siblings and peers."
http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
---------

[]s,

Roberto Takata


SUBJECT: Re: [ciencialist]- Já que é pra injetar vida na lista...DESAFIO
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 15:20

-----Mensagem Original-----
From: Luiz Ferraz Netto
Sent: Tuesday, March 06, 2012 10:19 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br ; leo@feiradeciencias.com.br
Subject: Re: [ciencialist]- Já que é pra injetar vida na lista...DESAFIO

> Léo: Vou propor um desafio aos amigos da C-List.
> O desafio é criar um texto padrão que explique 'didaticamente' a
> impossibilidade desta proeza e comente os 'Youtubes' que pululam por ai
> exibindo os mais perfeitos motos perpétuos e produzindo energia à rodo.

Oi Léo

Eu tenho a impressão que é tão impossível construir um moto perpétuo quanto
provar a impossibilidade. Mesmo porque, e a meu ver, o universo como um todo
é um moto perpétuo. Em passado longínquo já comentei aqui essa idéia. Vide,
por exemplo, a msg 6037:
http://ecientificocultural.com.br/ECC3/cst3.htm#6037
Ou seja, a impossibilidade, a meu ver, não seria física, mas de natureza
operacional. O dia em que dominarmos a mecânica de uma partícula a que chamo
por entropino (quiçá seja o próprio neutrino) essa impossibilidade, a meu
ver, irá para a cucuia. Mas ainda não estamos sequer engatinhando nesta
direção. Quiçá daqui a alguns séculos...

Quanto aos motos perpétuos que pululam por aí, talvez dê para apontar
incongruências mas seria uma tarefa trabalhosa e bastante ingrata. Para cada
idéia que você conseguir destruir surgirão outras dez a espera de que você
também as destrua. Acho mais fácil convencer o Victor de que a TR está
furada ;-)))))))) (gargalhada).

Vamos então ao texto do consulente:

> Consulente do Léo: Boa tarde professor Leo, gostaria de lhe dar os
> parabéns pelo site e com todo o respeito argumentar contra sua confiança
> tão grande nas leis da termodinâmica, quem as criou?

Mayer, Blair, Joule, Carnot (século XVIII) e tantos outros (na realidade
eles não as criaram, mas as descobriram pela análise das experiências).

> Consulente do Léo: quem pode garantir?

A experimentação. Pelo menos a experimentação que dominamos nos dias atuais.
Como dei a entender acima, quiçá daqui a alguns séculos consigamos dominar
uma experimentação mais sofisticada e aí sim, com base nos mesmos princípios
que a sustentarão (e que hoje não dominamos, pois sequer os conhecemos),
consigamos «clonar» uma possível reversibilidade do universo.

De qualquer forma é bom que se diga que a experimentação não é enfática. Ela
não nos garante que o segundo princípio está correto (não há como garantir
uma impossibilidade). Simplesmente ela tem demonstrado a consistência e a
resistência à falseabiidade das teorias que se apoiam neste princípio.

> Consulente do Léo: vejo em meus proprios professores o cabresto do "o que
> ensinaram no passado" e nada mais pode ser verdade... que energia faz a
> terra girar?

Pensando em termos ideais, nenhuma energia. Um corpo rígido e isolado do
restante do universo, se estiver em giro permanecerá girando «per omnia
saecula saeculorum» (para todo o sempre; eternamente). Esta não é a lei da
inércia, mas decorre da mesma. Com a Terra a coisa é um pouquinho diferente,
mas nem tanto.

> Consulente do Léo: que energia me prende a terra, que energia segura o imã
> na minha geladeira? qual energia faz as correntes marítimas circularem?

Sugiro que esse sujeito compre um tratado de física pois ele está fazendo
perguntas por demais óbvias mas de respostas bastante extensas. Algumas
dessas perguntas, por si só, justificariam um livro.

> Consulente do Léo: mais de 5 mil patentes de soluções de energia livre já
> foram compradas de inventores a fim de manter o uso do petroleo que hoje é
> comandado pelos mesmos homens que comandam o banco mundial e a política de
> todo sistema. Deixarei a seguir links de equipamentos que realmente
> funcianam e suas respectivas referencias
> Torian III projeto de um motor magnético desenvolvido por um argentino.
> http://www.youtube.com/watch?v=UlVDTA3-qUs
> Esse projeto é de uma universidade na Holanda se não me engano.
> http://www.youtube.com/watch?v=JdZHxj0XeJo
> E esse pra mim o mais fantástico de todos, Chas Campbell um senhor
> australiano que foi a mídia e mostrou sua roda desequilibrada acionando
> seu alternador e gerando quase 10 KV.
> http://www.youtube.com/watch?v=2qyvX9j5i3U

Reproduzo o que disse acima: talvez dê para apontar incongruências mas
seria uma tarefa trabalhosa e bastante ingrata. Para cada idéia que
conseguirmos destruir surgirão outras dez a espera de serem destruídas.

> Consulente do Léo: Eu tenho mais refencias se lhe interessar.

E se eu responder a todas, pelas minhas contas surgirão pelo menos mais
trinta links (3 × 10 = 30).

Para mostrar que eu não tenho preconceitos contra a idéia, no Espaço
Científico Cultural você encontrará um desses links [Vide:
http://ecientificocultural.com.br/ECC3/frcm.htm ], de um grande amigo
(também engenheiro) e a quem eu respeito muito. Não obstante, e por motivos
que ficaram implícitos acima, não consigo entender como este ou qualquer
outro moto perpétuo possa existir, tendo sido construído com as ferramentas
que possuímos hoje.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 15:31

Tecla SAP:
"Oh, meu Deus! Eu continuo a me recusar a ler tais pesquisas que se acumulam ao longo de quase 40 anos - sim, estou atrasado, mas visão retrógrada é mesmo pra estar atrasada, não?

Eu sei que você passou os links e reproduziu os trechos, mas enfim, eu já falei que isso de aceitar fatos científicos que contrariem minha crença é contra a minha religião.

Claro que *eu* não li as pesquisas, então assumo que você também não leu. E mesmo que você tivesse lido, claro que a metodologia - que não me dei ao trabalho de verificar qual é - está errada. Sim, a pergunta que fiz sobre você ter lido a pesquisa é uma pergunta apenas retórica, porque meu posicionamento a respeito de você ter lido ou não não depende de você ter lido ou não. E a metodologia está errada pelo fato de ter dado um resultado que vai contra tudo o que acredito nessa matéria.

Sim, vocês todos têm que acreditar no que *eu* acredito e não no que os *fatos* trazidos pelas pesquisas indicam."
------

Roberto Takata


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Mtnos Calil" <mtnoscalil@...> > Prezado Roberto.
>
> Você lê um artigo que trás uma informação como essa e já vai julgando verdadeira a informação, sem avaliar a pesquisa, sua metodologia, etc?




SUBJECT: Re: [ciencialist] A PESQUISA DA FALCIA ou A FALCIA DA PESQUISA - com Takata.
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 16:07

Longe eu de querer entrar nessa discussão (cruz credo!),
mas caríssimo coléga Calil, tu não achas que tu só poderias
dizer que essa conclusão é "absurda" se tu tivesses apresentado
um estudo que concluisse pelo oposto do que foi apresentado?
 
Tu sabes, né? Se valesse o "ultrajamento" que uma pessoa
sente em relação a uma alegação, estaríamos todos nós ainda
debaixo do sistema Ptolemaico, achando que o Sol é que gira
em torno da Terra. Afinal, o Sol girar em torno da Terra
é de uma obviedade gritante! Quem em sã consciência iria
negar isso ao ver o astro-rei deslocando-se de leste a
oeste, todo santo dia?
 
Mas eis que nos lembramos que o mundo não funciona como
sonhamos (ou queremos) que ele funcione. E a ciência está
aí para dizer que não parece haver diferença notória entre
a educação recebida por uma criança sob o teto de um casal
de homossexuais. E eu não me surpreenderia se essa criança
saísse até melhor do que as "normais", já que teria uma
lição de tolerância à diversidade desde a mais tenra idade.
 
*PB*
 
 
 
Sent: Tuesday, March 06, 2012 3:10 PM
Subject: [ciencialist] A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.
 


Prezado Roberto.
 
Você lê um artigo que trás uma informação como essa e já vai julgando verdadeira a informação, sem avaliar a pesquisa, sua metodologia, etc?
 
"No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos"
 
Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil.
 
Recomendo a você que em casos como esse, tome o cuidado para não assumir a defesa de pesquisas que podem ser tão falsas quanto a conclusão enunciada acima, a qual violenta os mais elementares principios de psicopedagogia.
 
Psiquiatras já estão defendendo o absurdo. Espero que o mesmo não ocorra generalizadamente com os psicólogos. Eis aí uma bela oportunidade para conselhor regional de psicologia se manifestar e dar um puxão de orelhas na associação de psiquiatria dos states.
 
Abraços
M.Calil
 
 


 
 
 
----- Original Message -----
From: roberto
Sent: Tuesday, March 06, 2012 2:49 PM
Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
 
 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do
> assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado
> ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma
> criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente
> por imitação!

Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos.

E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação.

"Three propositions that are central to J. R. Harris's group socialization theory (1995, 1998) are considered in this review. These propositions are as follows: (a) Parental behaviors have no long-term effects on children's psychological characteristics, (b) peer groups are the primary environmental influence on psychological functioning, and (c) dyadic relationships are situation-specific and do not generalize. The evidence that J. R. Harris has outlined in support of each of these propositions is reviewed, as is additional empirical research not considered by J. R. Harris. Serious limitations to each proposition are identified. The available evidence is more consistent with a model of multiple socialization agents. An expanded research agenda that permits a more definitive test of J. R. Harris's propositions and social relationship theory is proposed."
http://psycnet.apa.org/journals/dev/36/6/699/

"Parental drug use was found to be minimal in comparison to older siblings and peers."
http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
---------

[]s,

Roberto Takata


SUBJECT: Alemanha Oriental em 1990, antes da que do muro, e dez anos depois.
FROM: Rafael Picate <rpicate@gmail.com>
TO: undisclosed-recipients:;
BCC: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 16:21

Muito legal esta galeria de fotos da Alemanha Oriental, foram feitas em 1990,  antes da queda do muro e dez anos depois.


http://www.spiegel.de/fotostrecke/fotostrecke-59943.html

http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,720326,00.html

Rafael

SUBJECT: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 16:44

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: terça-feira, 6 de março de 2012 08:06
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

 

-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Tuesday, March 06, 2012 6:39 AM
Subject: RES: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre
uma partícula

Olá Victor

Vou opinar apenas sobre dois quesitos de sua msg, mesmo porque, e em linhas
gerais, eu discordo de quase tudo o que você diz em termos de física e por
motivos que todos estão cansados de saber. Não há porque insistir nessa
minha chatice.

O primeiro relaciona-se ao emprego do termo inércia. Concordo em parte com o
que o Hélio diz, mesmo porque se massa e inércia fossem a mesma coisa, seria
redundante falarmos em massa inercial. Em defesa de nosso vernáculo direi
que são coisas distintas, ainda que bastante aparentadas.

Alberto: Dito isso, acho também que o Hélio pecou um pouco pelo rigorismo. Mesmo
porque há quem diga que «a massa é a medida da inércia». Interpretando
esta frase ao pé da letra, e não vejo pecado nisso, poderíamos pensar que a
inércia é sim quantificável, e quem a quantifica é a massa (no caso, aquela
massa definida através da segunda lei de Newton). O estranho, e até mesmo
errado a meu ver, e não sei se foi isso o que você fez, seria dizer que um
corpo tem uma inércia de 5 kg.

Victor: Não, eu não disse que um corpo tem inércia de de 5kg. De qq maneira, entendi que o Hélio quis essa mesma significação e na há porque criticar uma simplicidade dessas.  O que disse foi:  “.... inércia é mensurável. É proporcional à massa de inércia...” E poderia ter acrescentado: ou gravitacional!, e ainda assim não estaria errado.  Contudo, a inércia correspondente a uma massa de 5kg na terra é diferente da inércia, ou resistência à mudança de estado, apresentada pela mesma massa na lua.

Alberto: Em outro trecho você está respondendo ao Hélio quando ele afirma que «Newton
sabia que a sua teoria era incompleta». Você respondeu então:

> Victor: Sim, e que tem isso demais? Qualquer teorizador tem consciência
> disso. Ninguém está dizendo o contrário.

Cuidado!!! Esta frase é ambígua. Qualquer teorizador tem consciência do quê?
1) De que a teoria de Newton é incompleta?
ou:
2) De que qualquer teoria é incompleta?

Se a resposta for a primeira (Qualquer teorizador tem consciência de que a
teoria de Newton é incompleta) eu concordo em termos. E digo em termos
porque você está generalizando, e nem sempre é bom generalizar. No lugar de
teorizador eu colocaria «qualquer bom teorizador e que conheça bem a teoria
de Newton». Mesmo porque eu conheço físicos «respeitáveis» (teorizadores ou
não) que desconhecem (ou pelo menos que simulam desconhecer, sabe-se lá com
que finalidade) esta característica da teoria newtoniana.

Victor:  Primeira. Mas eu precisaria expandir mais o pensamento. Não fiz por isto considerar sua  irrelevância  para o que se está discutindo.

Faz parte da história e das interpretações dos fatos. Acaba sendo subjetivo. (E também não escapamos desses pequenos pecados, subjetividades, eu e você inclusos até o pescoço!...)

Alberto: Se a sua resposta for a segunda, eu diria que você, antes de emitir opiniões
desse tipo, precisaria estudar um pouquinho filosofia da ciência. E já que
você é fã de Einstein, sugiro começar pelo estudo do debate travado entre
Einstein e Bohr na década de 30 do século passado. Alguns chegam
erroneamente a dizer que Einstein era contra a teoria quântica. Isto não é
verdade, mesmo porque Einstein foi um dos construtores (e foram muitos) da
mesma. O motivo principal do debate é que para Bohr a teoria quântica era
uma teoria completa e para Einstein ela comportava algumas reformulações (ou
seja, seria incompleta).

Victor:  Bem, eu não preciso de estudar filosofia de ciência alguma para tirar algumas conclusões.

O melhor mesmo é estudar a teoria, e tirar as conclusões que os dados que ela manipula podem fornecer.

O resto, acaba sendo apenas opinião pessoal e, não raro, opiniões que estão carregadas daquilo que o tal filósofo da ciência gostaria que fosse.

Interesso-me, claro, pela história da ciência. Mas procuro separar o joio do trigo.

Sou fã de Einstein tanto quanto sou de Newton, de Euler, Poisson, Gauss, Feynman, Helmotz, Minkowski, Planck, entre outros. Cada um em suas áreas e suas competências.

Admiro-os sobretudo pela inteligência. Agora, sou mesmo fã é da criação deles, de seus insights, únicos. A TR poderia ter vindo de outro. Se tivesse a mesma estrutura que esta que estudo tem, e me chamasse atenção, a ênfase seria a mesma. Mas outros mortais, como Prof. H.Fleming de quem também sou fã, de carteirinha.

E lhe asseguro conheço bem os diálogos entre Einstein e Bohr. E quem, nestas tarefas de pesquisas teóricas, ainda que para consumo próprio, não sabe? Só se for doido. E isto, parece, não sou.  Ainda. Mas agradeço a sugestão.  E, se quer saber, para mim, Einstein na estava tão errado.  Concordo, sim, com as posturas dele a respeito desse assunto. O problema da MQ são as interpretações, de cunho filosófico, como o próprio Bohr fez,  que eles, físicos bandeados para a filosofia, dão. Mas, ao invés de dizer que está errado, só em razão de não entender(e certamente é este o caso) assumo que isto é algo provisório, talvez por umas duas vidas... É no que dá misturar filosofia com ciência, com coisas que se podem medir com réguas e relógios. A MQ é uma teoria cujo suporte matemático e bases conceitos estão corretos; tanto é que  resistiu, até hoje, aos testes e as medidas com réguas e relógios, sem nenhuma falha, que foram feitos até hoje.  Ou isto é mais uma falácia? Se disser que sim, meu amigo, e sei que vai dizer,  paciência, paciência. Ela é incompleta no sentido em que lhe falta um elemento de realidade, conforme vociferava Einstein. Mas isto não a impediu de obter o sucesso que tem obtido. Certamente o elemento de realidade que acho que falta está atrelado aos meus preconceitos em relação ao determinismo da física clássica. E talvez, também, nem saiba definir exatamente o que viria ser esse elemento de realidade. Mas, com certeza, não é nada parecido com a minha consciência interferindo(aquí o nó) nas minhas medições com réguas e relógios.

Claro que o texto acima nada tem a ver com o assunto que estou expondo, de cunho essencialmente físico. E não influi em nada no que já expuz. Estou apenas respondendo ao seu textos,  que é de cunho igualmente pessoal, subjetivo.

Alberto: Num dado trecho da sua msg lê-se uma afirmação do Hélio:

> > Hélio: Todas as teorias são, no mínimo, incompletas. [...]

Veja que aqui ele não está se referindo à completude no mesmo sentido
anterior. Ele está dando a sua (dele) opinião sobre teorias em geral. Isto é
o que a história das ciências constata: O tempo passa e as teorias mudam.
O caráter ser ou não ser completa em geral é dado pelo autor da teoria, e
não por seus estudiosos. Se a teoria for completa (como a teoria quântica de
Bohr), a história mostra que cedo ou tarde ela acabará se despersonalizando
e será substituída por outra teoria. Se a teoria for incompleta ela
comportará adições sem se despersonalizar (manterá em seu núcleo alguns
princípios intocáveis), e portanto completando-se sem se despersonalizar.
Obviamente isto não garante nada, pois a partir daí ela passa a ser completa
e, cedo ou tarde, acabará também se despersonalizando e substituída por
outra.

Victor: Concordo, em parte com o conteúdo acima. Contudo estranho sua  afirmação:

Se a teoria for completa (como a teoria quântica de
Bohr)”, uma vez que, no meu entendimento, esta Teoria, para um moço chamado Alberto Mesquita,  sequer é uma teoria. Ou é mais um engano meu?


[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.


SUBJECT: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 17:16

Alberto,

 

Infelizmente, este retorno nada tem de científico.  Apenas é compatível com o seu texto.

Espero não chatear os companheiros do fórum.

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: terça-feira, 6 de março de 2012 04:24
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

 

Grande Hélio!!!

Alberto: Não sei se, com esta bela argumentação, você irá convencer o Victor.

Victor: Convencer-me de quê? Não nenhum argumento contundente, da parte de vocês, de de outros quaisquer, que sequer arranhe a TR.

É preciso muito mais que argumentos pessoais, sem estarem acompanhados dos corretos aparatos matemáticos e as contrapartidas experimentais para destronar não a TR, mas qualquer outra teoria. A vontade não funciona.

E acrescento uma coisa, sinceramente, não estou empenhado em convencer a você, Hélio ou qualquer outro de que a TR está certa. O que tenho procurado fazer é, em cima das opiniões pessoais de cada, expor o meu ponto de vista e tenho procurado fazê-lo da melhor maneira que posso. Discutam os erros conceituais, tragam para cá, mas com argumentos sólidos. Por argumentos sólidos considero aqueles que são a base da TR. São sobre eles que discuto e que entendo, ou penso entender a TR.

Alberto: Mas pelo menos serviu para que eu entendesse melhor a confusão que ele está
fazendo [Você há de concordar comigo que ele não é nem um pouquinho
didático, nem mesmo quando expõe suas (dele) incertezas ;-)].

Victor: Você entendeu quê confusão?  Desculpe-me, Alberto, sem querer ser grosseiro, que não sei fazer este tipo,  mas o fato de você não entender o que escrevo sobre TR, talvez até pela falta de didática, como diz, apoiado pelos princípios que norteiam a TR não significam que eu estou fazendo confusão, ou expondo coisas erradas.   Mas, parece, não é assim que você entende.  Procurarei melhor. Mas, faça-me um favor: aponte-me  onde acha que estou errado, com argumentos em bases aceitáveis, e pronto. Se reconhecer que estou errado, tenha certeza de que lhe ficarei grato.  Os argumentos que você usa estão atrelados ao seu pensamento Newtoniano sobre espaço e tempo, e isto,  já se viu, com registro em cartório e tudo o mais, que só deve servir como parte da história da ciência.  Nada mais, segundo minhas convicções. Quanto a não ser didático, é outra coisa. E aceito a crítica, embora achando que não seja tão assim, e que meus textos ficam tão claros para os outros quanto para mim.  Ao menos eu os entendo!...

Alberto: A rigor eu nem estava pensando em aceleração relativa, haja vista que a imperceptibilidade
por você apontada passou-me como uma obviedade e eu nem estava me dando ao
luxo de pensar nestas diferenças desprezíveis e imensuráveis (falha minha,
sem dúvida).

Victor:  Volto a repetir essa obviedade. Partículas em queda livre, conforme já discuti aqui, e não há nisso qq confusão, ao seguirem suas geodésicas, são aceleradas uma em relação à outra, por efeito das forças de marés. E essa aceleração de uma em relação à outra não é nada desprezível ou imensurável. Exemplo: é uma dessas, e é desprezível ou imensurável?  É confusão, isto?

Sorry, como diria o Léo.

Sds,

Victor.

Valeu!!!

PS: Parabéns também ao Belmiro por ter apontado o erro na msg anterior (eu
diria que foi mais um descuido).

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.

***************************
-----Mensagem Original-----
From: Hélio Carvalho
Sent: Monday, March 05, 2012 10:17 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre
uma partícula

Oi todos,

Na minha última mensagem cometi um erro.
Não é produto das massa e sim soma.
Vou reproduzir abaixo com as correções e outros complementos.
Victor, ignore a MSG anterior.

Victor,

Novamente você está esquecendo da terceira "bolinha".
Veja minhas MSGs anteriores:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79708
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/79925

Eu vou tentar novamente te explicar como vão as coisas na natureza:
:-)

Imagine 3 esferas:
Esfera "A" de 3x10^20 kg (M_A = 3x10^20 kg)
Esfera "B" de 1x10^20 kg (M_B = 1x10^20 kg)
Esfera "C" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)

Todas com raios de 3x10^6 m

Coloque no espaço distante de tudo as bolinhas A e B a uma distância de
3x10^8 m. (D(t=0) = 3x10^8 m)
No instante inicial a aceleração absoluta de B em direção a A é:
a_B = G M_A / [D(t=0)]^2 (é uma aceleração que só depende de M_A e não de
M_B - isto é Newton)
No mesmo instante a aceleração absoluta de A em direção a B é:
a_A = G M_B / [D(t=0)]^2 (é uma aceleração que só depende de M_B e não de
M_A)

As duas acelerações dependem da distância em cada instante D(t)
Logo elas começam com uma aceleração relativa:

a_{AB} = a_A - a_B
a_{AB} = G [M_B + M_A] / [D(t=0)]^2 (é soma pois as acelerações estão em
sentido contrário)

Então a aceleração relativa muda com o tempo assim:
a_{AB}(t) = G [M_B + M_A] / [D(t)]^2

O tempo para baterem depende das massas.
Se no lugar de B for colocada a C, o tempo para baterem será menor.

Mas se uma delas tem massa muiiiiito maior que as outras duas:
Esfera "a" de 3 kg (m_a = 3 kg)
Esfera "b" de 1 kg (m_b = 1 kg)
Esfera "C" de 6x10^20 kg (M_C = 6x10^20 kg)

Raio de a = raio de b = 1m.

E cada um é colocado um pouco acima da superfície de C. As diferenças serão
imperceptíveis.

Assim, praticamente, as acelerações relativas a_{aC} = a_{bC} e serão iguais
às acelerações absolutas a_a = a_b

Hélio


SUBJECT: RES: [ciencialist]- Já que é pra injetar vida na lista...DESAFIO
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 17:21

Álvaro,

 

Realmente, realmente, é duro. Para mim esses professores e engenheiros deveriam voltar ao  estudo dos princípios elementares da física, consagrados pelo tempo, pela observação, pelos experimentos.  Só digo uma última coisa:  Putz!, com toda a força de minha sinceridade.

Parabéns pelo artigo.  Mata a cobra e mostra o pau(o que matou a cobra...).

 

Sds,

Victor.

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alvaro Augusto (L)
Enviada em: terça-feira, 6 de março de 2012 10:48
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist]- Já que é pra injetar vida na lista...DESAFIO

 

 

Quanto a esses "colegas", só posso dizer: ai, ai...

Talvez meu post sobre o assunto ajude um pouco: http://alvaroaugusto.blogspot.com/2006/11/mquinas-impossveis.html

[ ]s

Alvaro Augusto



Em 06/03/2012 10:19, Luiz Ferraz Netto escreveu:

Vou propor um desafio aos amigos da C-List.

 

Receber mensagens de propostas de moto contínuo dos mais variados níveis educacionais de consulentes já é coisa de meu dia-a-dia, acontece que entre tais propostas está aparecendo consulentes de nível superior, mesmo professores e engenheiros. Abaixo copio a mais recente (ou seja, a primeira da semana), de um engenheiro.

O desafio é criar um texto padrão que explique 'didaticamente' a impossibilidade desta proeza e comente os 'Youtubes' que pululam por ai exibindo os mais perfeitos motos perpétuos e produzindo energia à rodo. Eis o texto:

------------------


Boa tarde professor Leo, gostaria de lhe dar os parabéns pelo site e com todo o respeito argumentar contra sua confiança tão grande nas leis da termodinâmica, quem as criou? quem pode garantir ? vejo em meus proprios professores o cabresto do "o que ensinaram no passado" e nada mais pode ser verdade... que energia faz a terra girar ? que energia me prende a terra, que energia segura o imã na minha geladeira? qual energia faz as correntes marítimas circularem?
mais de 5 mil patentes de soluções de energia livre já foram compradas de inventores a fim de manter o uso do petroleo que hoje é comandado pelos mesmos homens que comandam o banco mundial e a política de todo sistema. Deixarei a seguir links de equipamentos que realmente funcianam e suas respectivas referencias

Torian III projeto de um motor magnético desenvolvido por um argentino.
http://www.youtube.com/watch?v=UlVDTA3-qUs
Esse projeto é de uma universidade na Holanda se não me engano.
http://www.youtube.com/watch?v=JdZHxj0XeJo
E esse pra mim o mais fantástico de todos, Chas Campbell um senhor australiano que foi a mídia e mostrou sua roda desequilibrada acionando seu alternador e gerando quase 10 KV.
http://www.youtube.com/watch?v=2qyvX9j5i3U


Eu tenho mais refencias se lhe interessar.
Grande abraço


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Eng. Civil 

xxxxxxxxxxxxxxxxxx

--------------------------------

[]´

PS: O 'ganhador' deste desafio receberá como brinde, sem custos de correio, um fuzil magnético de meu acervo.

     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================

----- Original Message -----

From: roberto

Sent: Monday, March 05, 2012 11:25 AM

Subject: [ciencialist] Re: Já que é pra injetar vida na lista...

 

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto (L)"
> >> A ciência é capaz de explicar a vida (ou o surgimento da mesma)?
> Essa é a pergunta de 100 bilhões de dólares!

Nem tto. Um milhão de dólares divididos em 20 ano:

 

 


SUBJECT: Re: [ciencialist]- J que pra injetar vida na lista...DESAFIO
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 18:50

> Mata a cobra e mostra o pau(o que matou a cobra...)
 
Será que não dói esse negócio de matar cobra a pau?
E não estou falando da dor que a cobra sente.
(vocês não fazem ideia de como tenho que me segurar
para não falar mais bobagens ainda)
 
Mas esse negócio de moto contínuo é uma coisa que só
pode ser debelada por via empírica. Porque os proponentes
dessa absurdidade irão sempre insistir que o inexorável aumento
de entropia no universo é, no final das contas, apenas uma
lei indutiva, e que poderia estar errada (a bem da verdade,
é isso mesmo).
 
Então, o fato é que a única forma de corroborar essa
insanidade de moto contínuo é apresentar um exemplar,
abri-lo para especialistas e verificar na prática se ele
produz mais do que consome. Aposto o meu "matador de
cobras" que não produzirá (ou que o inventor se recusará
a dizer como funciona o "artefato", o que dá na mesma).
 
*PB*
 
 
 
From: JVictor
Sent: Tuesday, March 06, 2012 5:21 PM
Subject: RES: [ciencialist]- Já que é pra injetar vida na lista...DESAFIO
 


Álvaro,

 

Realmente, realmente, é duro. Para mim esses professores e engenheiros deveriam voltar ao  estudo dos princípios elementares da física, consagrados pelo tempo, pela observação, pelos experimentos.  Só digo uma última coisa:  Putz!, com toda a força de minha sinceridade.

Parabéns pelo artigo.  Mata a cobra e mostra o pau(o que matou a cobra...).

 

Sds,

Victor.

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alvaro Augusto (L)
Enviada em: terça-feira, 6 de março de 2012 10:48
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist]- Já que é pra injetar vida na lista...DESAFIO

 

 

Quanto a esses "colegas", só posso dizer: ai, ai...

Talvez meu post sobre o assunto ajude um pouco: http://alvaroaugusto.blogspot.com/2006/11/mquinas-impossveis.html

[ ]s

Alvaro Augusto



Em 06/03/2012 10:19, Luiz Ferraz Netto escreveu:

Vou propor um desafio aos amigos da C-List.

 

Receber mensagens de propostas de moto contínuo dos mais variados níveis educacionais de consulentes já é coisa de meu dia-a-dia, acontece que entre tais propostas está aparecendo consulentes de nível superior, mesmo professores e engenheiros. Abaixo copio a mais recente (ou seja, a primeira da semana), de um engenheiro.

O desafio é criar um texto padrão que explique 'didaticamente' a impossibilidade desta proeza e comente os 'Youtubes' que pululam por ai exibindo os mais perfeitos motos perpétuos e produzindo energia à rodo. Eis o texto:

------------------


Boa tarde professor Leo, gostaria de lhe dar os parabéns pelo site e com todo o respeito argumentar contra sua confiança tão grande nas leis da termodinâmica, quem as criou? quem pode garantir ? vejo em meus proprios professores o cabresto do "o que ensinaram no passado" e nada mais pode ser verdade... que energia faz a terra girar ? que energia me prende a terra, que energia segura o imã na minha geladeira? qual energia faz as correntes marítimas circularem?
mais de 5 mil patentes de soluções de energia livre já foram compradas de inventores a fim de manter o uso do petroleo que hoje é comandado pelos mesmos homens que comandam o banco mundial e a política de todo sistema. Deixarei a seguir links de equipamentos que realmente funcianam e suas respectivas referencias

Torian III projeto de um motor magnético desenvolvido por um argentino.
http://www.youtube.com/watch?v=UlVDTA3-qUs
Esse projeto é de uma universidade na Holanda se não me engano.
http://www.youtube.com/watch?v=JdZHxj0XeJo
E esse pra mim o mais fantástico de todos, Chas Campbell um senhor australiano que foi a mídia e mostrou sua roda desequilibrada acionando seu alternador e gerando quase 10 KV.
http://www.youtube.com/watch?v=2qyvX9j5i3U


Eu tenho mais refencias se lhe interessar.
Grande abraço


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Eng. Civil 

xxxxxxxxxxxxxxxxxx

--------------------------------

[]´

PS: O 'ganhador' deste desafio receberá como brinde, sem custos de correio, um fuzil magnético de meu acervo.

     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================

----- Original Message -----

From: roberto

Sent: Monday, March 05, 2012 11:25 AM

Subject: [ciencialist] Re: Já que é pra injetar vida na lista...

 

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto (L)"
> >> A ciência é capaz de explicar a vida (ou o surgimento da mesma)?
> Essa é a pergunta de 100 bilhões de dólares!

Nem tto. Um milhão de dólares divididos em 20 ano:

 

 


SUBJECT: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 18:50

-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Tuesday, March 06, 2012 4:44 PM
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula

Olá Victor

Vou opinar apenas sobre um quesito de sua msg anterior, mesmo porque, e por
incrível que pareça ;-) parece que começamos a concordar em algumas coisas
(não tudo é claro, mas nada que mereça prolongarmos o debate através dessas
pequenas discordâncias).

> > Alberto: [...] Se a teoria for completa (como a teoria quântica de
> > Bohr), a história mostra que cedo ou tarde ela acabará se
> > despersonalizando e será substituída por outra teoria. [...]

> Victor: Concordo, em parte com o conteúdo acima. Contudo estranho sua
> afirmação: “ Se a teoria for completa (como a teoria quântica de Bohr)”,
> uma vez que, no meu entendimento, esta Teoria, para um moço chamado
> Alberto Mesquita, sequer é uma teoria. Ou é mais um engano meu?

Não me lembro de ter dito nada parecido com isso mas se disse certamente foi
no calor de uma discussão e muito provavelmente de maneira tresloucada
(ninguém é de ferro). Costumo dizer sim que «uma teoria sem risco algum, na
opinião de Popper, não é científica; e eu iria além: sequer é teoria.» [Vide
http://ecientificocultural.com.br/ECC3/metcien1.htm ].

O que eu penso sobre a teoria quântica, e que talvez tenha dado essa
impressão, é que muitos de seus fanáticos defensores aceitam-na «como se»
ela estivesse isenta de riscos. Pretendem dessa forma defendê-la com
argumentos que não se sustentam. Ou seja, isto que eles estão tentando
defender não é teoria e não tem nada a ver com a teoria quântica de Bohr nem
com a de qualquer outro físico de respeito [Einstein, De Broglie,
Schrodinger, Pauli etc.].

Por incrível que possa parecer sou um grande admirador tanto de Einstein
quanto de Bohr. Eles estão temporalmente bem mais próximos de nós do que
Galileu ou Newton (cuja leitura não é fácil de ser captada nos dias atuais).
Consequentemente, na minha juventude aprendi muito mais o significado de o
que é teorizar lendo Einstein e Bohr do que lendo Newton. E se hoje, aos 69
anos de idade [grato pelo «moço» ;-)], acredito entender muito do que foi
proposto por Newton, devo muito disso ao fato de ter aprendido com esses
gigantes do século XX, especialmente Einstein e Bohr. Foram eles os grandes
teorizadores que, bem ou mal, conseguiram me inspirar. Se as teorias deles
(e são teorias sim!) correspondem ou não à realidade, considero isto pouco
importante frente a maneira de raciocinar que eles adotaram ao formularem
essas teorias. Neste sentido diria então que «eles não me deram o peixe»
mas, perdoe-me pela falta de modéstia, «me ensinaram a pescar».

Concluirei dizendo que tanto Einstein quanto Bohr devem estar se remoendo
em seus túmulos ao constatarem os argumentos falaciosos apresentados por
seus fanáticos «seguidores» em defesa de suas teorias, pois ambos tinham
plena consciência de que suas teorias eram repletas de riscos, mesmo porque
do contrário, e a meu ver, «sequer seriam teorias». Como diria o meu avô,
esses falsos seguidores «estão pretendendo ser mais realistas do que o rei».

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.
FROM: "Homero" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 18:53

Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "

Não, não é. Nada, em todos os estudos já feitos, indica isso. O que ocorre é que está deixando seu desconforto com relação ao homossexualismo, sua psiquê com problemas com relação a dois homens que se amam, interferir em seu julgamento.

Parece pensar que todos, inclusive crianças, compartilham desse desconforto, dessa homofobia, que aliás é cultural e ideológica. Não é assim. 

Crianças precisam de afeto, carinho, proteção, conforto, e pais amorosos. Não importa se são do mesmo sexo, e serem do mesmo sexo NÃO indica nada sobre suas capacidades de serem bons pais.

Mesmo que indicasse, e NADA existe que sustente esse absurdo (e o "bom senso" que defende será objeto de crítica logo mais.:-), ainda assim entre crescer em um orfanato, e crescer em uma família, ainda que não a ideal, é melhor opção a família.

Agora o "bom senso"..:-)

Mtnos: "SINTO MUITO, MAS VOCÊS ESTÃO PERDENDO O SENSO COMUM, QUE É PRÉ-REQUISITO DO PENSAMENTO CIENTIFICO."

Pelo contrário, a ciência, e o método científico em especial, são tentativas de escaparmos do "senso comum", do "bom senso", que tende a nos iludir e enganar.

O bom senso é útil, de forma limitada, em relação a coisas simples, e nos ajuda a não enfiar a mão em buracos, pois podem ter animais peçonhentos, ou não andar na beira do precipício, pois podemos cair.

Mas também nos diz que, evidentemente, o Sol gira ao redor da Terra, que continentes não se movem, que objetos mais pesados caem mais depressa, (e, para você, e apenas para você e mais alguns, que pessoas do mesmo sexo não são bons pais), entre outras maluquices.

O método desenvolvido para "testar" o que parece ser "evidente, questão de bom senso", nos trouxe até aqui, e produziu o conjunto de conhecimentos que chamamos de ciência - conhecimento científico. Por isso o rigor exigido para validar afirmações e conclusões, mesmo, ou principalmente, as derivadas do "senso comum".

Quando o Takata apresenta os estudos sobre casais do mesmo sexo, e seus filhos, é isso que ele está fazendo, mostrando que seu "bom senso", derivado de uma criação homofóbica/cultural, de seu preconceito pessoal, e injustificado, está errado.

Pode aceitar isso, pode apresentar estudos que refutem isso. Ou pode "espernear" sem parar, gritando e tapando os ouvidos "lá lá lá, não estou ouvindo, lá lá lá, faz mal sim, lá lá lá..." e assim por diante.

Mas é uma tremenda tolice.:-)

Se há desconforto com pais gays, é com adultos que se sentem "esquisitos" com isso, não com crianças. Se há constrangimento com crianças, filhas de pais gays, é devido a pressão da sociedade, preconceito e estupidez, e é isso que tem de mudar, não a paternidade de pessoas do mesmo sexo. Para entender (se é que deseja isso), veja uma criança e seu primeiro contato com um casal gay, neste video muito bacana: http://www.youtube.com/watch?v=myiRAjF4QHY

Melhores sociedades, mais tolerantes e mais justas, tendem a entender isso. Sociedades homofóbicas tendem a se "fixar" no "bom senso", que de senso e bom não tem nada, para tentar evitar o desconforto do preconceito homofóbico: se eu não puder ver, então posso fingir que não existe.

Sei que não lê nada que é sugerido, nem nenhum dos links postados (é perigoso, não? Pode acabar entendendo seu erro.:-), mas vou postar assim mesmo, quem sabe outra pessoa ache interessante:

Como o bom senso nos atrapalha na compreensão da ciência e do universo
http://bulevoador.com.br/2010/02/6941/

Mtnos: "tome o cuidado para não assumir a defesa de pesquisas que podem ser tão falsas quanto a conclusão enunciada acima, a qual violenta os mais elementares principios de psicopedagogia. "

Esse trecho é interessante, esclarecedor.:-) Ele se iguala a todas as diatribes feitas por malucos diversos, quando as evidências contrariam suas crenças, e não há mais saída a vista: espernear e gritar.

Cardeais Católicos escreveram exatamente o mesmo sobre os trabalhos de Galileu, "tão falsos quanto a conclusão enunciada", a Terra gira ao redor do Sol. Também eles, como você, não tinham evidências, nem estudos, que sustentassem essa afirmação, e também eles, como você, tentaram o "apelo a emoção", as frases "fortes e de impacto", e como você, falharam e passaram ridículo.

Você não tem a mais remota ideia do que sejam os mais princípios de psicopedagogia, elementares ou não. A menor. Tem apenas o seu desconforto pessoal, que pretende universal: se eu me sinto assim, só de pensar em um casal gay, ENTÃO todas as pessoas, e crianças, devem também sentir. E isso "deve" fazer mal.

Bem, você não é a medida de todas as coisas, pelo contrário. É apenas alguém que tem medo do que desconhece, e uma cultura homofóbica que o faz reagir dessa forma, tentando ignorar os estudos que refutam sua posição, e "ganhar no grito".

Por sorte, ninguém liga muito mesmo para gritos, seus gritos, e casais amorosos, de qualquer sexo, continuaram a adotar e a cuidar de órfãos que necessitem.

Homero

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Pesky Bee" <peskybee2@...> escreveu
>
> Longe eu de querer entrar nessa discussão (cruz credo!),
> mas caríssimo coléga Calil, tu não achas que tu só poderias
> dizer que essa conclusão é "absurda" se tu tivesses apresentado
> um estudo que concluisse pelo oposto do que foi apresentado?
>
> Tu sabes, né? Se valesse o "ultrajamento" que uma pessoa
> sente em relação a uma alegação, estaríamos todos nós ainda
> debaixo do sistema Ptolemaico, achando que o Sol é que gira
> em torno da Terra. Afinal, o Sol girar em torno da Terra
> é de uma obviedade gritante! Quem em sã consciência iria
> negar isso ao ver o astro-rei deslocando-se de leste a
> oeste, todo santo dia?
>
> Mas eis que nos lembramos que o mundo não funciona como
> sonhamos (ou queremos) que ele funcione. E a ciência está
> aí para dizer que não parece haver diferença notória entre
> a educação recebida por uma criança sob o teto de um casal
> de homossexuais. E eu não me surpreenderia se essa criança
> saísse até melhor do que as "normais", já que teria uma
> lição de tolerância à diversidade desde a mais tenra idade.
>
> *PB*
>
>
>
> From: Mtnos Calil
> Sent: Tuesday, March 06, 2012 3:10 PM
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Subject: [ciencialist] A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.
>
>
>
>
> Prezado Roberto.
>
> Você lê um artigo que trás uma informação como essa e já vai julgando verdadeira a informação, sem avaliar a pesquisa, sua metodologia, etc?
>
> "No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos"
>
> Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil.
>
> Recomendo a você que em casos como esse, tome o cuidado para não assumir a defesa de pesquisas que podem ser tão falsas quanto a conclusão enunciada acima, a qual violenta os mais elementares principios de psicopedagogia.
>
> Psiquiatras já estão defendendo o absurdo. Espero que o mesmo não ocorra generalizadamente com os psicólogos. Eis aí uma bela oportunidade para conselhor regional de psicologia se manifestar e dar um puxão de orelhas na associação de psiquiatria dos states.
>
> Abraços
> M.Calil
>
>
>
>
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: roberto
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, March 06, 2012 2:49 PM
> Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do
> > assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado
> > ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma
> > criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente
> > por imitação!
>
> Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos.
>
> E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação.
>
> "Three propositions that are central to J. R. Harris's group socialization theory (1995, 1998) are considered in this review. These propositions are as follows: (a) Parental behaviors have no long-term effects on children's psychological characteristics, (b) peer groups are the primary environmental influence on psychological functioning, and (c) dyadic relationships are situation-specific and do not generalize. The evidence that J. R. Harris has outlined in support of each of these propositions is reviewed, as is additional empirical research not considered by J. R. Harris. Serious limitations to each proposition are identified. The available evidence is more consistent with a model of multiple socialization agents. An expanded research agenda that permits a more definitive test of J. R. Harris's propositions and social relationship theory is proposed."
> http://psycnet.apa.org/journals/dev/36/6/699/
>
> "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older siblings and peers."
> http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
> ---------
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>

SUBJECT: Re: Já que é pra injetar vida na lista...
FROM: "Homero" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 18:55

Como complemento, para ajudar a entender como pequenas diferenças de genes podem criar grandes diferenças entre espécies, recomendo o livro Infinitas Formas de Grande Beleza, sobre evo-devo, embriologia e evolução, de Sean B. Caroll.

Pode ser adquirido aqui, neste link:

http://www.americanas.com.br/produto/5597577/livros/cienciasbiologicas/biologia/livro-infinitas-formas-de-grande-beleza

É um dos mais interessantes livros sobre evolução, desenvolvimento e biologia que já li.

Homero



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@...> escreveu
>
> Complementando a questão das diferenças genéticas entre humanos e chimpanzés.
>
> "Comparative genomics allow us to search the human genome for segments that were extensively changed in the last ~5 million years since divergence from our common ancestor with chimpanzee, but are highly conserved in other species and thus are likely to be functional. We found 202 genomic elements that are highly conserved in vertebrates but show evidence of significantly accelerated substitution rates in human. These are mostly in non-coding DNA, often near genes associated with transcription and DNA binding. Resequencing confirmed that the five most accelerated elements are dramatically changed in human but not in other primates, with seven times more substitutions in human than in chimp. The accelerated elements, and in particular the top five, show a strong bias for adenine and thymine to guanine and cytosine nucleotide changes and are disproportionately located in high recombination and high guanine and cytosine content environments near telomeres, suggesting either biased gene conversion or isochore selection. In addition, there is some evidence of directional selection in the regions containing the two most accelerated regions. A combination of evolutionary forces has contributed to accelerated evolution of the fastest evolving elements in the human genome."
> http://www.plosgenetics.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pgen.0020168
> --------------
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>



SUBJECT: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 19:06

Alberto,

 

Ok, ok.

 

Sds,

Victor.

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: terça-feira, 6 de março de 2012 18:51
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 

 

-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Tuesday, March 06, 2012 4:44 PM
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula

Olá Victor

Vou opinar apenas sobre um quesito de sua msg anterior, mesmo porque, e por
incrível que pareça ;-) parece que começamos a concordar em algumas coisas
(não tudo é claro, mas nada que mereça prolongarmos o debate através dessas
pequenas discordâncias).

> > Alberto: [...] Se a teoria for completa (como a teoria quântica de
> > Bohr), a história mostra que cedo ou tarde ela acabará se
> > despersonalizando e será substituída por outra teoria. [...]

> Victor: Concordo, em parte com o conteúdo acima. Contudo estranho sua
> afirmação: “ Se a teoria for completa (como a teoria quântica de Bohr)”,
> uma vez que, no meu entendimento, esta Teoria, para um moço chamado
> Alberto Mesquita, sequer é uma teoria. Ou é mais um engano meu?

Não me lembro de ter dito nada parecido com isso mas se disse certamente foi
no calor de uma discussão e muito provavelmente de maneira tresloucada
(ninguém é de ferro). Costumo dizer sim que «uma teoria sem risco algum, na
opinião de Popper, não é científica; e eu iria além: sequer é teoria.» [Vide
http://ecientificocultural.com.br/ECC3/metcien1.htm ].

O que eu penso sobre a teoria quântica, e que talvez tenha dado essa
impressão, é que muitos de seus fanáticos defensores aceitam-na «como se»
ela estivesse isenta de riscos. Pretendem dessa forma defendê-la com
argumentos que não se sustentam. Ou seja, isto que eles estão tentando
defender não é teoria e não tem nada a ver com a teoria quântica de Bohr nem
com a de qualquer outro físico de respeito [Einstein, De Broglie,
Schrodinger, Pauli etc.].

Por incrível que possa parecer sou um grande admirador tanto de Einstein
quanto de Bohr. Eles estão temporalmente bem mais próximos de nós do que
Galileu ou Newton (cuja leitura não é fácil de ser captada nos dias atuais).
Consequentemente, na minha juventude aprendi muito mais o significado de o
que é teorizar lendo Einstein e Bohr do que lendo Newton. E se hoje, aos 69
anos de idade [grato pelo «moço» ;-)], acredito entender muito do que foi
proposto por Newton, devo muito disso ao fato de ter aprendido com esses
gigantes do século XX, especialmente Einstein e Bohr. Foram eles os grandes
teorizadores que, bem ou mal, conseguiram me inspirar. Se as teorias deles
(e são teorias sim!) correspondem ou não à realidade, considero isto pouco
importante frente a maneira de raciocinar que eles adotaram ao formularem
essas teorias. Neste sentido diria então que «eles não me deram o peixe»
mas, perdoe-me pela falta de modéstia, «me ensinaram a pescar».

Concluirei dizendo que tanto Einstein quanto Bohr devem estar se remoendo
em seus túmulos ao constatarem os argumentos falaciosos apresentados por
seus fanáticos «seguidores» em defesa de suas teorias, pois ambos tinham
plena consciência de que suas teorias eram repletas de riscos, mesmo porque
do contrário, e a meu ver, «sequer seriam teorias». Como diria o meu avô,
esses falsos seguidores «estão pretendendo ser mais realistas do que o rei».

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.


SUBJECT: Re: RES: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 19:41

  Desculpe a intromição, mas vou responder em itálico e rosinha que é para ficar bem light.

De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Terça-feira, 6 de Março de 2012 6:39
Assunto: RES: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula

 
Hélio,
 
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Hélio Carvalho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 23:32
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
 
Victor,
 
Vou responder mais algumas coisinhas da sua MSG.
 
Victor disse:
 ...Assuma que o espaçotempo é curvo, só por um instante,...
 
Por um instante, até daria. Mas só consigo prender a respiração por 20 s, e não dá para eu escrever uma MSG em 20 s.
:-)
 
Victor: Mas você entendeu a colocação, não entendeu?
 
Victor disse:
 ...ao invés da bola de ferro de 5kg , que tem inércia compatível com esses kg, usarmos outra bola de ferro que tenha inércia compatível com 1000Kg, ...
         Não teria sido mais didático falar em uma bola de 1000kg?
Inércia não é uma grandeza quantificável. Não existe inércia de 5 e outra de 1000 kg, não existe o dobro de inercia nem a metade. Inércia é um estado do corpo. Ou ele está em estado de inércia ou não está e ponto.
 
Victor:  Tenta empurrar ou puxar um corpo de 1kg e outro de 100kg, tenta. E verás a diferença.   Inercia de um corpo ou sistema  é medida pela resistência que impõe à uma mudança de estado, seja de repouso, seja de movimento. Fica na frente de um carro, em movimento, mesmo com os motores desligados e na frente de uma bola de futebol em movimento. Qual dos dois você conseguirá parar? De uma coisa tenho certeza, pode até fazer o primeiro experimento. Mas, antes, cuide para que a família fique amparada e tudo o mais. E nos dê um tchau, antes.  E, sim, a inércia é mensurável. É proporcional à massa de inércia...
 
Victor disse:
...e pense no universo como um sólido deformável (...), formado de linhas de fluxo de tempo (algo como na fluidodinâmica,...)...
 
O éter de Einstein! E o assunto "fluxo de tempo" daria uma thread à parte.
 
Victor: O nome que se dê é irrelevante. Se quer, comece uma thread com o tema.
 
Victor, não esqueça que a terra é a terceira bolinha.
 
Victor: Sim, mas isso é irrelevante ante o comportamento dela e de todas as demais no espaço no espaço tempo, pois não tem  privilégio não, todas seguem suas geodésicas, todas seguem o fluxo de geodésicas. Se o espaçotempo fosse plano, como já expuz em outros exemplos, todos esses corpos seguiriam linhas retas,todas suas trajetórias seriam paralelas, se o movimento de todas iniciou na mesma direção, and so on.
 
Vou fechar o nariz agora:
O grão de arroz também deformaria o éter de Einstein por onde a terra cairia em direção do grão de arroz.
 
Victor:  Sinceramente, não entendi a aluzão quanto a fechar o nariz. E a segundo afirmação está equivocada.
 
Como assim, equivocada? A afirmativa está corretíssima
 
 
Ufa! Deu tempo de escrever esta última frase antes de ficar completamente sem ar.
 
Victor:   É. Foi
:-)
:-)
:-)
 
Como falei em MSG anterior: Todas estas experiências propostas por você sempre foram consideradas como grande triunfo da teoria Newtoniana. E por séculos.
Victor: Propostas sim, pode ser. Mas o problema não é esse, o problema são as respostas, as explicações claras, objetivas e sem pontas soltas. É isto que estou tentando discutir.
 
Bem, só estão faltando as explicações claras, objetivas e sem pontas soltas...
 
 As experiências que parecem contradizer Newton não são estas mais corriqueiras.
 
Victor:  Muito bem, e quais são as não corriqueiras? Você está admitindo que alguma coisa contradiz Newton?
 
Mas isto também já era previsto por ele.
 
Victor:  Newton, claro, previu muitas coisas. Sua teoria já permitiu antecipar fenômenos desconhecidos, entre eles a descoberta de planetas. Mas nem todos  em acordo com os fatos experimentais. Mas o problema não era de Newton, mas da estrutura de sua TN, por causa mesmo dos princípios em que está fundada.  E foram certas contradições, repito, e mais a discordância em relação a afirmações suas, a respeito de tempo e espaço, que Levaram Einstein à TR.
 
 
Pois ele sabia que ela era incompleta.
 
Victor: Sim, e que tem isso demais? Qualquer teorizador tem consciência disso. Ninguém está dizendo o contrário.
 
Os resultados destas experiências propostas por você consagraram a TN muito antes do bisavô de Einstein nascer.
 
Victor:  Amigo, você não estaria mal informado? Por favor, para que minha ignorância se ilumine(tomando emprestado um frase de Tesla, o daqui), amplie essas informações.  Que a TN é consagrada, também nunca ninguém disse o contrário.
 
Se o grão de arroz atrai a Terra na TN, então Einstein o fará atrair a terra na RG dele de alguma forma.
 
Victor:  Sim, mas por motivos diferentíssimos do que vai em sua consiciência.
 
Explique-os então.
 
Repetindo o que disse antes:
Todas as teorias são, no mínimo, incompletas. Algumas, no entanto, são bastante equivocadas.
 
Victor. Concordo, claro. Quanto à segunda frase, sei que você está se referindo à TR, não é?  Se for, este será um problemão para você, enquanto físico.
Anote isto, e serás feliz.
 
Sds,
Victor.
 
 
Hélio
 
De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 5 de Março de 2012 13:37
Assunto: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
 
 
Existe, sim, a interaçãogravitacinal. Nunca disse que não. O que tenho sustentado é a causa, as razões subjacentes, cujas explicações Newtonianas não se sustentam; mas que ficam bem simples, e sem pontas soltas, na TR.
 
Volto um pouco a um  e-mail que lhe fiz e que você respondeu, reduzindo meus argumentos a ( -1). Tudo bem, é seu ponto de vista.
Mas arriscarei outra argumentação via TN, para ver se há ainda há pontas soltas. No e-mail anterior, falei do ponto  Aristotélico, desbancado por Galilei, corretamente.  Mas a própria TN  até ampararia o modo de pensar Aristotélico, nesse mister, quando ele diz que corpos mais pesados devem cair mais rápido que os mais leves.  Mas, em nosso sentimento, não parece ser assim?  Foi neste sentido que fiz as analogias com puxões e empurrões, produzidos pelos corpos de massas(ou pesos) diferentes.  Mas, parece, não tive êxito naquelas heresias. Pois, está aqui outro ponto de vista. Vamos tentar explicar o fato de,  no vácuo e num referencial em queda livre todos os corpos caírem do mesmo jeito. Considere um grão de açúcar e uma bola de ferro de 5 kg, e o fato de, em queda livre, manterem a mesmíssima razão F/m, conforme você discutiu antes, ok? Não vamos dizer que a bola de ferro cai mais rápido que o grão em vista de a bola ser mais pesada e, por isso, apressar-se para machucar meu pé. Isto era Aristóteles que ensinava. Como Newton explicaria? Assim: os dois corpos têm massas muito diferentes, e os efeitos da inércia devido ao mais pesado(a bola de ferro) é muito, muito maior que os efeitos inerciais do grão. E isto é fato.  Mas, apesar disso, a natureza garante que a razão  F/m permanece igual! Quer dizer, a inércia é o agente que “atrasa” a bola, em relação ao grão, de modo que F/m seja constante. Contudo, ainda aqui vemos outra coisa : e se ao invés da bola de ferro de 5kg , que tem inércia compatível com esses kg, usarmos outra bola de ferro que tenha inércia compatível com 1000Kg, com uma forma qualquer? Ora, esse fato não altera a situação: o grão e esta tonelada de massa continuam a cair do mesmo jeito, sem choro nem vela!. Ou seja, qualquer que seja o efeito inercial, segundo a TN e não segundo Aristóteles, as coisas continuam como antes. Então falta alguma coisa nessa equação!  Ou seja, a TN explica, mas...não explica.
A explicação via TR, via curvatura do espaçotempo, é muito mais simples, natural, e não deixa essas interrogações serem escritas!. Mas sobre isto já tentei esclarecer.   Mas irei heretizar novamente.  Assuma que o espaçotempo é curvo, só por um instante, e pense no universo como um sólido deformável(uma idéia que começou com Sakarov), formado de linhas de fluxo de tempo(algo como na fluidodinâmica, stream lines, ou linhas de corrente, que é um artifício, um modelo,  válido, usado para estudo daquele assunto) ou linhas de mundo, que são geodésicas, como aquele exemplo que dei do deslocamento geodésico de duas partículas muito vizinhas do equador para um pólo. Elas se aproximam, de modo acelerado, devido a seguirem, obrigatoriamente, suas geodésicas. Por causa da superfície curva da terra.  E não importam tamanho, forma, peso, inercial, ou o que seja.  Se a curvatura é a mesma, eles se aproximam, ou “caem” do mesmo jeito. O  comportamento do movimento no espaçotempo curvo, é democrático, o mesmo para qq corpo, independente da forma, pesos, efeitos inerciais, o que for.  E isto vemos mais claramente analisando a matemática relevante aos processos matemáticos(coisas feias e matemágicas, como você diz, mas sem razão). Mas juro que não mordem e são bastante esclarecedores. E não foi Einstein quem as inventou).  Pontas soltas, agora? Não.
Mas, reconheço, não é muito fácil expressar, com precisão, em palavras. Há sempre que se recorrer a uma ajudinha  da matemática relevante.
Bom, só para não ser tão sucinto.
 
Sds,
Victor
 
 
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alberto Mesquita Filho
Enviada em: segunda-feira, 5 de março de 2012 12:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
 
 
-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Monday, March 05, 2012 7:42 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula

Olá Victor

> Força gravitacional é que inexiste. A atração, atribuída à GMm/R²,
> interpretada como força, tipo 2 Lei, força elétrica, força nuclear, forças
> de atrito, entre outras, está equivocada. A “força” gravitacional deve-se
> a outra causa mais simples, que explica de maneira correta esses efeitos,
> sem dubiedades, sem pontas soltas, de maneira natural. Só não digo que
> causa é essa, senão...

Não vou discutir esse assunto pois não chegaremos a nada. Quero apenas
enfatizar um detalhe de minha msg que você não reproduziu: «Se neste
universo houverem apenas a partícula de prova e o planeta, a força deverá
ser nula.»

Há uma certa impropriedade na construção da frase, pois pensei em planeta
meramente como um corpo rígido e sem a atmosfera (idealidade). Note que
neste caso a única interação existente (queira você chamá-la de força ou
não) é a gravitacional. A menos que você diga que não há nenhuma interação
gravitacional e que os corpos se atraem por obra do divino espírito santo,
digo, espaço curvo da TR. Seria isto?

No caso pressuposto (idealidade) a interação, no centro de gravidade, a meu
ver é nula nas duas teorias.

> Sou seja, como a TR trata da gravidade, somente, as outras forças, não
> gravitacionais, como listado acima, estão salvas.
> Aliás, sequer é uma força ideológica.

Ideologia é um tema bastante complexo e não é meu propósito vir a discutir
aqui o que seja. Pensando em termos bem elementares, poderíamos assumir a
postura do filósofo Destutt de Tracy e assumir a ideologia como algo «que
atribui a origem das ideias humanas às percepções sensoriais do mundo
externo» (dicionário Houaiss). Eu chamo a atração gravitacional de força e,
a aceitarmos a postura de Tracy, seria uma idéia a satisfazer o que é
captável pelos sentidos. Você chama de puxão. OK, você está no seu direito,
chame-a como quiser. Mas não queira impor aos demais essa idéia tresloucada.
Se na intimidade força elétrica (ou outras) e força gravitacional
representam coisas diversas, isto não lhe dá o direito de modificar o
sentido das palavras.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist]- Já que é pra injetar vida na lista...DESAFIO
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 19:54

   Já lhe disse. Você é um homem de pouca fé. Como pode não acreditar naquilo que está vendo acontecer? Eu mesmo tenho um projeto de um motoperpétuo que vai extrair energia da aura humana. Só que da sua não dá nem uns poucos milijoules.Tá quase pronto.
 
   [],s
 
   Belmiro

De: Luiz Ferraz Netto <leo@feiradeciencias.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br; leo@feiradeciencias.com.br
Enviadas: Terça-feira, 6 de Março de 2012 10:19
Assunto: Re: [ciencialist]- Já que é pra injetar vida na lista...DESAFIO

 
Vou propor um desafio aos amigos da C-List.
 
Receber mensagens de propostas de moto contínuo dos mais variados níveis educacionais de consulentes já é coisa de meu dia-a-dia, acontece que entre tais propostas está aparecendo consulentes de nível superior, mesmo professores e engenheiros. Abaixo copio a mais recente (ou seja, a primeira da semana), de um engenheiro.
O desafio é criar um texto padrão que explique 'didaticamente' a impossibilidade desta proeza e comente os 'Youtubes' que pululam por ai exibindo os mais perfeitos motos perpétuos e produzindo energia à rodo. Eis o texto:
------------------

Boa tarde professor Leo, gostaria de lhe dar os parabéns pelo site e com todo o respeito argumentar contra sua confiança tão grande nas leis da termodinâmica, quem as criou? quem pode garantir ? vejo em meus proprios professores o cabresto do "o que ensinaram no passado" e nada mais pode ser verdade... que energia faz a terra girar ? que energia me prende a terra, que energia segura o imã na minha geladeira? qual energia faz as correntes marítimas circularem?
mais de 5 mil patentes de soluções de energia livre já foram compradas de inventores a fim de manter o uso do petroleo que hoje é comandado pelos mesmos homens que comandam o banco mundial e a política de todo sistema. Deixarei a seguir links de equipamentos que realmente funcianam e suas respectivas referencias

Torian III projeto de um motor magnético desenvolvido por um argentino.
http://www.youtube.com/watch?v=UlVDTA3-qUs
Esse projeto é de uma universidade na Holanda se não me engano.
http://www.youtube.com/watch?v=JdZHxj0XeJo
E esse pra mim o mais fantástico de todos, Chas Campbell um senhor australiano que foi a mídia e mostrou sua roda desequilibrada acionando seu alternador e gerando quase 10 KV.
http://www.youtube.com/watch?v=2qyvX9j5i3U


Eu tenho mais refencias se lhe interessar.
Grande abraço
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Eng. Civil 
xxxxxxxxxxxxxxxxxx
--------------------------------
[]´
PS: O 'ganhador' deste desafio receberá como brinde, sem custos de correio, um fuzil magnético de meu acervo.
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: roberto
Sent: Monday, March 05, 2012 11:25 AM
Subject: [ciencialist] Re: Já que é pra injetar vida na lista...

 
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto (L)"
> >> A ciência é capaz de explicar a vida (ou o surgimento da mesma)?
> Essa é a pergunta de 100 bilhões de dólares!

Nem tto. Um milhão de dólares divididos em 20 ano:



SUBJECT: Re: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma partícula
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 20:32

-----Mensagem Original-----
From: JVictor
Sent: Tuesday, March 06, 2012 5:16 PM
Subject: RES: [ciencialist] Força ideológica (digo, resultante) sobre uma
partícula

> > Alberto: Grande Hélio!!!
> > Não sei se, com esta bela argumentação, você irá convencer o Victor.

> Victor: Convencer-me de quê? Não nenhum argumento contundente, da parte de
> vocês, de de outros quaisquer, que sequer arranhe a TR.

Mas quem falou em arranhar a TR com o argumento apresentado? Na minha
modesta opinião o Hélio não estava contestando a TR mas sim os argumentos
que você apresentou num pretenso ataque à TN.

> Victor: É preciso muito mais que argumentos pessoais, sem estarem
> acompanhados dos corretos aparatos matemáticos e as contrapartidas
> experimentais para destronar não a TR, mas qualquer outra teoria. A
> vontade não funciona. E acrescento uma coisa, sinceramente, não estou
> empenhado em convencer a você, Hélio ou qualquer outro de que a TR está
> certa. O que tenho procurado fazer é, em cima das opiniões pessoais de
> cada, expor o meu ponto de vista e tenho procurado fazê-lo da melhor
> maneira que posso. Discutam os erros conceituais, tragam para cá, mas com
> argumentos sólidos. Por argumentos sólidos considero aqueles que são a
> base da TR. São sobre eles que discuto e que entendo, ou penso entender a
> TR.

Mas ninguém está, pelo menos aqui e agora, criticando a TR. Por outro lado,
se você está feliz com o «peixe» que ganhou do titio Einstein, ótimo! Mas
pelo menos nos deixe «brincar de pescar» da maneira que o titio Einstein
tentou nos ensinar (não sei se conseguiu, mas pelo menos tentou). [Quem
não entendeu esta última frase sugiro que leia minha msg anterior].

> > Alberto: Mas pelo menos serviu para que eu entendesse melhor a confusão
> > que ele está fazendo [Você há de concordar comigo que ele não é nem um
> > pouquinho didático, nem mesmo quando expõe suas (dele) incertezas ;-)].

> Victor: Você entendeu quê confusão?

Sei lá! Com esta msg atual eu acabei ficando ainda mais confuso. Agora mesmo
você está confundindo um argumento apresentado para rebater uma crítica que
«você» fez à TN com algo que, «na sua opinião», teria sido apresentado para
«arranhar» a TR.

> Victor: Desculpe-me, Alberto, sem querer ser grosseiro, que não sei fazer
> este tipo, mas o fato de você não entender o que escrevo sobre TR, talvez
> até pela falta de didática, como diz, apoiado pelos princípios que
> norteiam a TR não significam que eu estou fazendo confusão, ou expondo
> coisas erradas.

Sem pretender também ser grosseiro, mas já sendo, diria que sob certos
aspectos você está certo pois o buraco parece-me ser um pouco mais embaixo.
Não é que «eu não entenda o que você escreve sobre a TR» ou que «você esteja
expondo coisas erradas». Na realidade eu não entendo é sobre que assunto
você está falando. Você sequer demonstra ter localizado o assunto que está
sendo discutido no momento, como aquela confusão acima apontada entre TN e
TR.

> Victor: Mas, parece, não é assim que você entende. Procurarei melhor.
> Mas, faça-me um favor: aponte-me onde acha que estou errado, com
> argumentos em bases aceitáveis, e pronto. Se reconhecer que estou errado,
> tenha certeza de que lhe ficarei grato.

Bem, já que você insistiu, eu tentei expor acima o que penso a respeito.
Sorry, se o feri com palavras.

> Victor: Os argumentos que você usa estão atrelados ao seu pensamento
> Newtoniano sobre espaço e tempo, e isto, já se viu, com registro em
> cartório e tudo o mais, que só deve servir como parte da história da
> ciência. Nada mais, segundo minhas convicções.

Com as quais obviamente eu não concordo: «que só sirva como parte da
história».

> Victor: Quanto a não ser didático, é outra coisa. E aceito a crítica,
> embora achando que não seja tão assim, e que meus textos ficam tão claros
> para os outros quanto para mim. Ao menos eu os entendo!...

Bem, eu dei a minha opinião e, a pedidos, procurei expandir o que disse
anteriormente. Tenho dialogado com dezenas (creio que já estou próximo da
centena) de físicos ou amantes da física (engenheiros etc.) e raramente noto
tamanha confusão. Muitas vezes sequer consigo captar o assunto que está
sendo tratado (falha minha, talvez).

> > Alberto: A rigor eu nem estava pensando em aceleração relativa, haja
> > vista que a imperceptibilidade por você apontada passou-me como uma
> > obviedade e eu nem estava me dando ao luxo de pensar nestas diferenças
> > desprezíveis e imensuráveis (falha minha, sem dúvida).

> Victor: Volto a repetir essa obviedade. Partículas em queda livre,
> conforme já discuti aqui, e não há nisso qq confusão, ao seguirem suas
> geodésicas, são aceleradas uma em relação à outra, por efeito das forças
> de marés. E essa aceleração de uma em relação à outra não é nada
> desprezível ou imensurável. Exemplo: é uma dessas, e é desprezível ou
> imensurável? É confusão, isto?

Ficou-me a impressão de que você não entendeu a msg do Hélio, mas deixa isso
prá lá.

> Victor: Sorry, como diria o Léo.

Idem, ibidem.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: A PESQUISA
FROM: Luiz Eduardo <luizeduardo.egroups@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 20:41

At 21:53 06/03/2012 +0000, you wrote:
 

Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "




To perplexo.

Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
o divertido Ferrari foi expulso...

e agora vocês permitem e estimulam a discusão de...
PSICOLOGIA...
como Ciência ?


Estarão todas aqui enfim saindo do armário ?

Quantas surpresas a vida não nos reserva.

Periga estar ficando cheio de restaurante vegetariano em Barretos.

L.E.


===============================

SUBJECT: Re: [ciencialist] CIÊNCIA SEM ÉTICA?
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 21:22

Eis que as coisas absurdas e malucas são objeto das ciências do psiquismo humano, as quais
mesmo não tendo a precisão da fisica são ESSENCIAIS PARA A EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS.
Trata-se, portanto da ETICA APLICADA À CIÊNCIA.
 
CIENCIA SEM ÉTICA É PURO CIENTIFICISMO DESPROVIDO DE QUALQUER SENSO SOCIAL.
 
M.CALIL
 
Ps. Ética = ciência da conduta humana.
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, March 06, 2012 8:41 PM
Subject: [ciencialist] A PESQUISA

 

At 21:53 06/03/2012 +0000, you wrote:



Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "




To perplexo.

Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
o divertido Ferrari foi expulso...

e agora vocês permitem e estimulam a discusão de...
PSICOLOGIA...
como Ciência ?


Estarão todas aqui enfim saindo do armário ?

Quantas surpresas a vida não nos reserva.

Periga estar ficando cheio de restaurante vegetariano em Barretos.

L.E.


===============================


SUBJECT: Re: [ciencialist] A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - c/ Pesky Bee.
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/03/2012 21:25

Prezada Abelha (Bee) Aborrecida ( Pesky).
 
Permita-me ficar um pouco aborrecido com você, mas sem nunca perder de vista o rigor do pensamento logico-matemático que o Bertrand Russel achava que
não era possivel de ser alcançado pela linguagem humana que sofre do mal congênito da ambiguidade.
 
A minha sensação/percepção é que nós dois estamos conseguindo basear nossa discussão num crescente rigor lógico.
Quem sabe essa "neutralidade cientifica" possa contaminar outros membros do grupo.
 
Quando você diz,  ou melhor pergunta educadamente
 
[ "tu não achas que tu só poderias dizer que essa conclusão é "absurda" se tu tivesses apresentado um estudo que concluisse pelo oposto do que foi apresentado?]
 
está sendo sensato ao mesmo tempo que não desfila dezenas de links que os outros me mandaram consultar.
Eu poderia em troca, desfilar os inúmeros livros de psicologia que possuo em minha biblioteca de 600 volumes, sendo cerca de 100 da área psi.
 
Porque não faço isso? Porque não dou a este tema o mesmo peso dado a outros assuntos que compõem a pauta da Ideologia Zero?
 
Devido à obviedade que cerca este assunto.
 
Eu teria que perder um tempão para demonstrar o óbvio, enquanto outras tarefas prioritárias me aguardam.
Entretanto, aprendi com esta breve e superficial discussão sobre o tema, o quanto a "barbarização intelectual" está atingindo o nosso mundo acadêmico.
Se, entretanto, alguém apresentasse as provas da falácia seria fácil e rapido, imagino eu, desmontar essa aberração.
De outro mondo eu teria que escrever um longo artigo para explicar os processos de identificação homem com homem mulher com mulher que são vitais para a saude mental  e emocional das crianças, além de mencionar inclinações genéticas da homossexualidade. Existem, por exemplo, heterossexuais que revelam traços genéticas de uma masculinidade mais fraca, digamos assim.  Este trabalho seria  equivalente a você escrever um artigo para explicar que é a terra que gira em torno do sol, em pleno seculo XXI, na era quântica. Veja o absurdo a que chegamos!!! Tudo porque fora das "ciências naturais", "exatas", "físicas", sei lá como chamar essas ciências, está imperando a IDEOLOGIA DO VALE TUDO.
 
Por isso um sociólogo da Universidade de Southern, Califórnia chega ao ponto de qualificar COMO "TESE"  A IDEIA DE QUE AS CRIANÇAS  DEVEM SER CRIADAS POR UMA MAE E UM PAI PARA TEREM BOM COMPORTAMENTO. Esse cara deve ser um behaviourista radical que nao entende bulhufas de psicologia infantil. O fato de uma criança ir bem ou mal na escola não tem nada a ver com o fato de os pais serem homo ou hetero. O que interessa no caso é o quadro clinico de psicopatologia, que para esse sociologo deve ser um palavrão. O que importa são os TRANSTORNOS EMOCIONAIS da criança. Existem crianças e adolescentes que vão muito bem na escola revelando ao mesmo tempo um quadro clinico psicotico.
 
O fato é que "cultura homo" está na moda sendo uma boa estratégia de marketing para os pseudo cientistas surfarem nesta onda. Parece que os EUA estão bem
"avançados" nesta cultura.
 
Logo mais teremos que fazer uma campanha em defesa dos heterossexuais que começam a ser considerados bichos fora de época.
 
Abraços
M.Calil
 
Ps1.  Estou me referindo no caso, a crianças pequenas e não a adolescentes. Quando eu era adolescente já estava lendo o Freud e meus pais não tinham qualquer influência hetero sobre meus pensamentos... rsrsrsrsrsrsrsrs. 
 
Ps2. Segue também um artigo sobre o COMPLEXO DE ÉDIPO, que apesar de ter uma concepção freudiana bastante ortodoxo, consegue mostrar a importância do complexo de édipo, que só pode existir se os pais forem de sexo diferente. Um tema interessante para essa questão seria: QUAL É A INFLUENCIA EMOCIONAL NA CRIANÇA QUE NÃO PASSOU PELO COMPLEXO DE ÉDIPO PORQUE OS PAIS ERAM DO MESMO SEXO. (já que o óbvio tem que ser resgatado, paciência, né...)
 
==============================
 

... Por exemplo, um estudo recente analisou cerca de 90 adolescentes, metade vivendo com casais do mesmo sexo e os outros com os casais heterossexuais, mostrando que ambos os grupos se saíram da mesma forma na escola. meninos de famílias do mesmo sexo tiveram médias de notas de cerca de 2,9, em comparação com 2,65 para os seus homólogos nos lares heterossexuais. As meninas adolescentes mostraram resultados semelhantes, com um 2,8 para famílias do mesmo sexo e de 2,9 para meninas de famílias heterossexuais.

Outro estudo descobriu que crianças com duas mães ou dois pais eram menos propensas, do que suas contrapartes de famílias "tradicionais", a participar de atividades delinqüentes, tais como danos materiais, furtos e entrar em brigas.

"A questão de fundo, é que a ciência mostra que crianças criadas por dois pais do mesmo sexo, tem um comportamento tão bom ou melhor, que as crianças criadas pelos dois pais sexo diferente", disse Timothy Biblarz, um sociólogo da Universidade de Southern California. "Isto é obviamente, incompatível com a tese generalizada de que as crianças devem ser criadas por uma mãe e um pai, para terem um bom comportamento." Ambos os estudos foram descritos em um documento de revisão de literatura publicada em Fevereiro de 2010, no Journal of Marriage and Family.


               O Complexo de Édipo é de extrema importância para a formação da personalidade da criança. De acordo com Gomes (1998) Freud foi a primeira pessoa a dar importância ao mito do Édipo, que havia sido descoberto há 2400 anos atrás pelos gregos. A primeira definição feita por Freud era o fato de o filho apaixonar-se pela mãe e ter ciúmes do pai, conferindo ao Complexo de Édipo um caráter de universalidade. Assim para Freud (1924, apud GOMES, 1998 p.43):
 
Deve haver algo que torna uma vez dentro de nós pronta a reconhecer a força compulsiva do destino no Édipo. É o destino de todos nós, talvez dirigir nosso primeiro impulso sexual no sentido de nossa mãe e o nosso primeiro ódio e o nosso primeiro desejo assassino contra nosso pai. Nossos sonhos nos convencem que isto é o que se verifica. Mostra a realização dos nossos próprios desejos de infância.
É durante a fase fálica, no período da vida de cerca de dois anos e meio a seis anos, que segundo Brenner (1987) se constitui a fase edipiana. As relações de objeto que abrangem o complexo edipiano são de grande importância tanto para o desenvolvimento mental normal quanto para o patológico. Freud em seus estudos clínicos descobriu que no inconsciente dos pacientes neuróticos se manifestavam fantasias de incesto com o genitor do sexo oposto, ligadas ao ciúme e à raiva homicida contra o genitor do mesmo sexo. Ele fez então uma analogia com a lenda grega de Édipo, denominando assim esta constelação também em pessoas normais.
Fiori (1981) afirma que:
Se a libido se organiza em torno dos genitais; se há busca de satisfação por meio de uma relação homem-mulher; se essa ligação é desejada e sentida como prazerosa; se a mãe foi o suporte afetivo inicial, é a mulher mais próxima e de quem o garoto mais gosta – a atraco que o menino sentirá pela mãe, com características agora sexuais, será conseqüência natural do processo.

Segundo Fenichel (2000) tem uma grande importância para a formação do Complexo de Édipo tudo o que a criança aprende ou pensa sobre a vida sexual dos pais. Fiori (1981) destaca que os carinhos trocados entre o pai e a mãe são diferentes dos carinhos que a mãe troca com o filho. É com o pai que a mãe se fecha no quarto, enquanto sua mente ainda muito infantil fica fantasiando sobre o que acontece. A criança pode não conhecer o relacionamento sexual, mas em sua fantasia acredita que alguma coisa boa acontece com a mãe, que lhe é proibido, e está sendo realizada pelo pai. Para Brenner (1987) no início do período edipiano a criança, menino ou menina, mantém com a mãe sua relação mais forte de objeto. Ao mesmo tempo, desenvolve-se o desejo de ter com exclusividade seu amor e admiração, o que se relaciona ao desejo de ser como o pai. Esta fase é igual para ambos os sexos. Paralelamente aos anelos sexuais pela mãe e ao desejo de ser o único objeto de seu amor, surgem os desejos de aniquilação ou desaparecimento de quaisquer rivais, ou seja, o pai e os irmãos, pois desejam a posse exclusiva do genitor. A partir daí começa então a se diferenciar o complexo edipiano no menino e na menina.
Aqui discutiremos o que acontece com os meninos. O menino teme que em conseqüência de seus desejos pela mãe, perca seu pênis. O que segundo Brenner (1987) de acordo com os psicanalistas é chamado de castração. A criança passa a observar pessoas reais que não possuem pênis, isto é, meninas e mulheres, e acaba convencendo-se de que a castração é a verdadeira possibilidade. Esses conflitos farão com que a criança reprima seus desejos edipianos no inconsciente. O menino passa a ter uma raiva ciumenta contra a mãe, por ter se sentido rejeitado por ela, assim desperta um desejo de livrar-se dela e de ser amado pelo pai, em seu lugar. Provocando assim, o medo da castração, depois que descobre que ser mulher é não ter pênis, reprimindo então seus desejos.
Segundo Jeammet (2000, p.119):
Permitindo a triangulação, a criança sai de sua relação dual com sua mãe, relação da qual nós temos visto que a criança devia livrar-se progressivamente sob pena de permanecer numa relação em espelho de parasitismo e captação mútua. Designando o pai como objeto de seu amor e de seu interesse, a mãe oferece a possibilidade de um outro modelo diferente dela mesma que seja ao mesmo tempo para a criança, já que amado pela mãe, e assim não a afastando excessivamente dela.
Outro aspecto importante nesta fase que precisa ser mencionado é a questão da masturbação genital, que constitui a atividade sexual da criança. Segundo Brenner (1987 p.124) “tanto a atividade masturbatória quanto as fantasias que a acompanham substituem em grande parte a expressão direta dos impulsos sexuais e agressivos em relação aos pais.” Ao terminar a fase edipiana a masturbação é abandonada, ou bastante diminuída, e só volta a aparecer na puberdade. As fantasias edipianas são reprimidas, mas alguns aspectos disfarçados da mesma subsistem na consciência, como os devaneios familiares da infância, e passam a exercem uma influencia em quase todos os aspectos da vida mental: sobre a atividade criadora, artística, vocacional, entre outras que são sublimadas; sobre a formação do caráter e sobre quaisquer sintomas neuróticos que se possam manifestar no indivíduo.

Além de todas estas influências que o Complexo de Édipo exerce sobre a vida futura do individuo, Brenner (1987) fala sobre a formação superego, a terceira do grupo de funções mentais que Freud denominou como hipótese estrutural do aparelho psíquico. O superego é responsável pelas funções morais da personalidade, ou seja, a consciência incluindo a aprovação e desaprovação de ações e desejos baseados na retidão, auto-observação crítica, a autopunição, exigência de reparação e arrependimento por haver agido mal, auto-elogio como recompensa por ações virtuosas. O núcleo verdadeiro das proibições do superego é constituído pela exigência de que a criança repudie os desejos e sentimentos incestuosos que acompanharam o Complexo de Édipo. Surgem a partir daí as identificações com os pais onde os desejos e os medos da punição são transformados quando a criança percebe que para ser amada precisa ser igual a eles.
  Para Jeammet (2000) a resolução do Complexo Edipiano abre caminho às identificações, em particular com o genitor do mesmo sexo, mas passa pela renúncia da satisfação sexual com o genitor do sexo oposto.

Segundo Fiori (1981) a identificação não é o suficiente para resolver o conflito e afastar o temor da castração. Mesmo identificando-se com o pai, se o desejo pela mãe permanece o conflito continua me aberto. Essa identificação tão útil para um desenvolvimento adequado só resolve um primeiro momento da angústia. Torna-se indispensável renunciar o elemento motor do conflito, a atração pela mãe. Reprimir o amor pela mãe significa reprimir a sexualidade. A energia presente na atração sexual pela mãe fica com a repressão, fica sem forças para se realizar. Assim o amor sexual pela mãe é sublimado para outros tipos de atividades. Essa repressão possui duas conseqüências evolutivas: propicia a sublimação e a entrada no período de latência e cristaliza a constituição do superego.
Costa (2000, p.137) afirma que “apesar de sua retirada da lembrança, estas e outras fantasias infantis, assim como todos os sentimentos amorosos e agressivos com ela relacionados, mantêm-se ativos no inconsciente, presentificando-se na conduta e nas escolhas do adulto”. A qualidade dos vínculos criados no convívio familiar na infância estabelece um padrão de relacionamento na mente do indivíduo proporcionando-o a repetir e recriar, ao longo de sua vida, em diversas circunstâncias. Este modelo infantil de relação culmina por ocasião do casamento quando melhor do que em qualquer outro momento, a pessoa, tem a oportunidade de se tornar protagonista da admirada, invejada e excluente relação dos pais. Portanto, a boa resolução da situação edípica é de extrema importância para que os relacionamentos da infância sejam substituídos por escolhas adequadas na vida adulta.
 
Autora: Denise Marcon
Psicóloga
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 
=
----- Original Message -----
From: Pesky Bee
Sent: Tuesday, March 06, 2012 4:07 PM
Subject: Re: [ciencialist] A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - comTakata.

 

Longe eu de querer entrar nessa discussão (cruz credo!),
mas caríssimo coléga Calil, tu não achas que tu só poderias
dizer que essa conclusão é "absurda" se tu tivesses apresentado
um estudo que concluisse pelo oposto do que foi apresentado?
 
Tu sabes, né? Se valesse o "ultrajamento" que uma pessoa
sente em relação a uma alegação, estaríamos todos nós ainda
debaixo do sistema Ptolemaico, achando que o Sol é que gira
em torno da Terra. Afinal, o Sol girar em torno da Terra
é de uma obviedade gritante! Quem em sã consciência iria
negar isso ao ver o astro-rei deslocando-se de leste a
oeste, todo santo dia?
 
Mas eis que nos lembramos que o mundo não funciona como
sonhamos (ou queremos) que ele funcione. E a ciência está
aí para dizer que não parece haver diferença notória entre
a educação recebida por uma criança sob o teto de um casal
de homossexuais. E eu não me surpreenderia se essa criança
saísse até melhor do que as "normais", já que teria uma
lição de tolerância à diversidade desde a mais tenra idade.
 
*PB*
 
 
 
Sent: Tuesday, March 06, 2012 3:10 PM
Subject: [ciencialist] A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.
 


Prezado Roberto.
 
Você lê um artigo que trás uma informação como essa e já vai julgando verdadeira a informação, sem avaliar a pesquisa, sua metodologia, etc?
 
"No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos"
 
Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil.
 
Recomendo a você que em casos como esse, tome o cuidado para não assumir a defesa de pesquisas que podem ser tão falsas quanto a conclusão enunciada acima, a qual violenta os mais elementares principios de psicopedagogia.
 
Psiquiatras já estão defendendo o absurdo. Espero que o mesmo não ocorra generalizadamente com os psicólogos. Eis aí uma bela oportunidade para conselhor regional de psicologia se manifestar e dar um puxão de orelhas na associação de psiquiatria dos states.
 
Abraços
M.Calil
 
 


 
 
 
----- Original Message -----
From: roberto
Sent: Tuesday, March 06, 2012 2:49 PM
Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
 
 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do
> assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado
> ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma
> criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente
> por imitação!

Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos.

E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação.

"Three propositions that are central to J. R. Harris's group socialization theory (1995, 1998) are considered in this review. These propositions are as follows: (a) Parental behaviors have no long-term effects on children's psychological characteristics, (b) peer groups are the primary environmental influence on psychological functioning, and (c) dyadic relationships are situation-specific and do not generalize. The evidence that J. R. Harris has outlined in support of each of these propositions is reviewed, as is additional empirical research not considered by J. R. Harris. Serious limitations to each proposition are identified. The available evidence is more consistent with a model of multiple socialization agents. An expanded research agenda that permits a more definitive test of J. R. Harris's propositions and social relationship theory is proposed."
http://psycnet.apa.org/journals/dev/36/6/699/

"Parental drug use was found to be minimal in comparison to older siblings and peers."
http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
---------

[]s,

Roberto Takata


SUBJECT: Re: A PESQUISA
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 21:28

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luiz Eduardo
> Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
> o divertido Ferrari foi expulso...

Expulso de onde, cara pálida?

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] A PESQUISA
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2012 22:38

Psicologia é um campo muito grande. Algumas áreas dela são claramente científicas, outras não.

[ ]s

Alvaro Augusto


Em 06/03/2012 20:41, Luiz Eduardo escreveu:
At 21:53 06/03/2012 +0000, you wrote:
 

Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "




To perplexo.

Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
o divertido Ferrari foi expulso...

e agora vocês permitem e estimulam a discusão de...
PSICOLOGIA...
como Ciência ?


Estarão todas aqui enfim saindo do armário ?

Quantas surpresas a vida não nos reserva.

Periga estar ficando cheio de restaurante vegetariano em Barretos.

L.E.


===============================



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A PESQUISA
FROM: Luiz Eduardo <luizeduardo.egroups@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 01:11


> Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
> o divertido Ferrari foi expulso...

Expulso de onde, cara pálida?

Roberto Takata







Posso então chamar ele de volta ?

L.E.



======================================

SUBJECT: Re: A PESQUISA
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 01:32

Lulu
> > > Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
> > > o divertido Ferrari foi expulso...

Eu
> >Expulso de onde, cara pálida?

Lulu
> Posso então chamar ele de volta ?

Repito a pergunta: Expulso de onde, cara pálida?

Roberto Takata



SUBJECT: O SENSO COMUM É A BASE DO PENSAMENTO CIENTIFICO - com Homero e Pesky Bee
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 02:15

"... todas as pessoas, desde o berço, empenham-se em um tipo de pensamento científico. Somos todos físicos, biólogos, engenheiros, psicólogos e matemáticos intuitivos. Graças a esses talentos inatos, passamos a perna em robôs e devastamos o planeta." - Steven Pinker, Como funciona a mente.

 
PREZADO HOMERO, PREZADO PESKY.
 
 
JÁ NÃO ESTOU MAIS SÓ NESTE MUNDO - ENCONTREI O PRIMEIRO CIENTISTA CUJO PENSAMENTO É CONVERGENTE COM A TESE DA IDEOLOGIA ZERO: STEVEN PINKER, AUTOR DE COMO FUNCIONA A MENTE E OUTROS LIVROS QUE VAMOS COMENTAR.
 
O QUE ACONTECEU FOI ALGO BEM SEMELHANTE AO ACHADO DA ESQUIZOFRENIA SOCIAL.
HÁ CERCA DE DOIS ANOS CRIEI ESTA EXPRESSÃO, DIGITEI-A NO GOOGLE E ENCONTREI NO BRASIL UMA PSICOLOGA QUE TINHA RECENTEMENTE PUBLICADO UM LIVRO COM O MESMO NOME.
 
NO MÊS PASSADO 30 DIAS DIGITEI NO GOOGLE "COMO FUNCIONA A MENTE" E ......... BINGO! LÁ ESTAVA O PINKER COM ESTE OUTRO LIVRO.
 
O QUE INTERESSAVA PARA A IDEOLOGIA ZERO ERAM SUBSIDIOS FAVORÁVEIS A ESTA TESE:
 
O PENSAMENTO CIENTIFICO ESTÁ AO ALCANCE DE QUALQUER CIDADÃO (Ã) PROVIDA DE SENSO COMUM/ TODOS OS NÃO CIENTISTAS PODEM E DEVEM COMEÇAR A USAR O PENSAMENTO CIENTIFICO PARA ADMINISTRAR OS PROBLEMAS DA VIDA (SEM FALAR NOS POLITICOS QUE NÃO SABEM SEQUER ADMINISTRAR A COISA PÚBLICA , TAREFA PARA A QUAL FORAM DESIGNADOS... MAS NÃO FORAM PREPARADOS... ELES SE AUTO-DESIGNARAM...E O RESULTADO CATASTRÓFICO SE VE NA ADMINISTRAÇÃO DE UMA CIDADE COMO SAO PAULO...
 
OS CIENTISTAS (EM GERAL, É CLARO QUE HÁ EXCEÇÕES) SE COLOCARAM NARCISICAMENTE ACIMA DOS SIMPLES MORTAIS, FECHARAM-SE NO SEU MUNDO DESPREZANDO DE FORMA CRUEL A SOCIEDADE HUMANA, QUE SÓ PÔDE SER BENEFICIADA PELO AVANÇO CIENTIFICO NAS ÁREAS QUE OS CIENTISTAS E SEUS PARCEIROS DO PODER DETERMINARAM. POR ISSO A SOCIOLOGIA NÃO SE TRANSFORMOU EM CIÊNCIA E A PSICOLOGIA AINDA ESTÁ RESTRITA AOS CONSULTÓRIOS E LABORATÓRIOS DOS PROFISSIONAIS DA ÁREA PSI.
 
AGORA POUCO, CHEGANDO  NA METADE DO LIVRO DE PINKER, ENCONTREI AS PALAVRAS QUE REPRODUZI LÁ EM CIMA E VIM CORRENDO COLOCÁ-LAS NO COMPUTADOR E ENVIÁ-LAS PARA O GRUPO. NÃO SEI QUE HORA VAI CHEGAR NO GRUPO. VEJAM SÓ: FUI LOGO ENCONTRAR UM PADRINHO DA IDEOLOGIA ZERO DA ESTATURA DE UM STEVEN PINKER. OUTROS PADRINHOS OU "TESTEMUNHAS DE DEFESA SURGIRÃO". UM DELES É RUBEM ALVES.
 
OBS. A MENSAGEM ABAIXO JÁ ESTAVA ESCRITA ANTES DESTA. Não é preciso dizer que há uma diferença entre o pensamento cientifico do cientista e o pensamento cientifico do cidadão comum. Mas apesar disso, precisamos verificar se a principal diferença não se localiza no objeto e na metodologia da ciência. Enfim, já no começo do livrinho ganhei este presente do Pinker. Viva!
 
E QUANTO À FILOSOFIA DA CIÊNCIA? O QUE A CIÊNCIA (LEIA-SE OS CIENTISTAS) PRECISAM É DA PSICANÁLISE FREUDIANA MISTURADA COM LÓGICA NA COMUNICAÇÃO E NÃO DE FILOSOFIA. É A FILOSOFIA QUE PRECISA DE CIÊNCIA! A APLICAÇÃO DA CIÊNCIA À FILOSOFIA REDUZIRIA A PÓ UNS 80% DOS TEXTOS FILOSÓFICOS. (vários filósofos concordariam com essa depuração ideologica cirurgica. Um deles certamente seria Bertrand Russell).
 
 
 
=======================================================
 
 
Olá Homero.
 
Desta discussão, o que interessa para a ideologia zero é o senso comum que é pré-requisito da lógica do pensamento cientifico.
 
Se os cientistas se colocaram acima do senso comum, isso é problema deles.
 
Quem não tem senso comum está com o sistema lógico afetado, ou seja: a saúde mental, necessária para o bom trabalho cientifico, requer senso comum.
 
A critica ao senso comum não passa de um distúrbio semântico produto da ideologia do "cientificismo".
 
Não basta ter senso comum para ser cientista, mas sem ele ninguém faz ciência.
 
Foi recorrendo ao senso comum que o homem, há 10 mil anos, fez a primeira revolução tecnológica da História - a agricultura.
 
Abraços
M.Calil
 
Ps. Quanto à idéia de que para a boa educação de crianças não importa se os pais são ou não  do mesmo sexo é um atentado ao senso comum, aos senso lógico e ao senso cientifico.  Tudo se passa na sua mente como se eu estivesse ideologicamente influenciado pela homofobia, quando estou tratando especificamente da educação de crianças, tema sobre o qual o amigo parece ter qualquer vivência. Cabe portanto aos cientistas a humildade de descerem de seu pedestal e começarem a respeitar o senso comum. Eu não tenho nenhum link para indicar em favor da minha tese. E se for o único no mundo a pensar assim, paciência. Como tudo indica que não estou esquizofrênico, vou adiante com a essa idéia: O SENSO COMUM É PRÉ-REQUISITO DO PENSAMENTO LÓGICO. A idéia é simples e o enigma vai ser esclarecido creio eu, no plano semântico.
 
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Homero
Sent: Tuesday, March 06, 2012 6:53 PM
Subject: [ciencialist] Re: A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.

 

Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "

Não, não é. Nada, em todos os estudos já feitos, indica isso. O que ocorre é que está deixando seu desconforto com relação ao homossexualismo, sua psiquê com problemas com relação a dois homens que se amam, interferir em seu julgamento.

Parece pensar que todos, inclusive crianças, compartilham desse desconforto, dessa homofobia, que aliás é cultural e ideológica. Não é assim. 

Crianças precisam de afeto, carinho, proteção, conforto, e pais amorosos. Não importa se são do mesmo sexo, e serem do mesmo sexo NÃO indica nada sobre suas capacidades de serem bons pais.

Mesmo que indicasse, e NADA existe que sustente esse absurdo (e o "bom senso" que defende será objeto de crítica logo mais.:-), ainda assim entre crescer em um orfanato, e crescer em uma família, ainda que não a ideal, é melhor opção a família.

Agora o "bom senso"..:-)

Mtnos: "SINTO MUITO, MAS VOCÊS ESTÃO PERDENDO O SENSO COMUM, QUE É PRÉ-REQUISITO DO PENSAMENTO CIENTIFICO."

 
 
Pelo contrário, a ciência, e o método científico em especial, são tentativas de escaparmos do "senso comum", do "bom senso", que tende a nos iludir e enganar.

O bom senso é útil, de forma limitada, em relação a coisas simples, e nos ajuda a não enfiar a mão em buracos, pois podem ter animais peçonhentos, ou não andar na beira do precipício, pois podemos cair.

Mas também nos diz que, evidentemente, o Sol gira ao redor da Terra, que continentes não se movem, que objetos mais pesados caem mais depressa, (e, para você, e apenas para você e mais alguns, que pessoas do mesmo sexo não são bons pais), entre outras maluquices.

O método desenvolvido para "testar" o que parece ser "evidente, questão de bom senso", nos trouxe até aqui, e produziu o conjunto de conhecimentos que chamamos de ciência - conhecimento científico. Por isso o rigor exigido para validar afirmações e conclusões, mesmo, ou principalmente, as derivadas do "senso comum".

Quando o Takata apresenta os estudos sobre casais do mesmo sexo, e seus filhos, é isso que ele está fazendo, mostrando que seu "bom senso", derivado de uma criação homofóbica/cultural, de seu preconceito pessoal, e injustificado, está errado.

Pode aceitar isso, pode apresentar estudos que refutem isso. Ou pode "espernear" sem parar, gritando e tapando os ouvidos "lá lá lá, não estou ouvindo, lá lá lá, faz mal sim, lá lá lá..." e assim por diante.

Mas é uma tremenda tolice.:-)

Se há desconforto com pais gays, é com adultos que se sentem "esquisitos" com isso, não com crianças. Se há constrangimento com crianças, filhas de pais gays, é devido a pressão da sociedade, preconceito e estupidez, e é isso que tem de mudar, não a paternidade de pessoas do mesmo sexo. Para entender (se é que deseja isso), veja uma criança e seu primeiro contato com um casal gay, neste video muito bacana: http://www.youtube.com/watch?v=myiRAjF4QHY

Melhores sociedades, mais tolerantes e mais justas, tendem a entender isso. Sociedades homofóbicas tendem a se "fixar" no "bom senso", que de senso e bom não tem nada, para tentar evitar o desconforto do preconceito homofóbico: se eu não puder ver, então posso fingir que não existe.

Sei que não lê nada que é sugerido, nem nenhum dos links postados (é perigoso, não? Pode acabar entendendo seu erro.:-), mas vou postar assim mesmo, quem sabe outra pessoa ache interessante:

Como o bom senso nos atrapalha na compreensão da ciência e do universo
http://bulevoador.com.br/2010/02/6941/

Mtnos: "tome o cuidado para não assumir a defesa de pesquisas que podem ser tão falsas quanto a conclusão enunciada acima, a qual violenta os mais elementares principios de psicopedagogia. "

Esse trecho é interessante, esclarecedor.:-) Ele se iguala a todas as diatribes feitas por malucos diversos, quando as evidências contrariam suas crenças, e não há mais saída a vista: espernear e gritar.

Cardeais Católicos escreveram exatamente o mesmo sobre os trabalhos de Galileu, "tão falsos quanto a conclusão enunciada", a Terra gira ao redor do Sol. Também eles, como você, não tinham evidências, nem estudos, que sustentassem essa afirmação, e também eles, como você, tentaram o "apelo a emoção", as frases "fortes e de impacto", e como você, falharam e passaram ridículo.

Você não tem a mais remota ideia do que sejam os mais princípios de psicopedagogia, elementares ou não. A menor. Tem apenas o seu desconforto pessoal, que pretende universal: se eu me sinto assim, só de pensar em um casal gay, ENTÃO todas as pessoas, e crianças, devem também sentir. E isso "deve" fazer mal.

Bem, você não é a medida de todas as coisas, pelo contrário. É apenas alguém que tem medo do que desconhece, e uma cultura homofóbica que o faz reagir dessa forma, tentando ignorar os estudos que refutam sua posição, e "ganhar no grito".

Por sorte, ninguém liga muito mesmo para gritos, seus gritos, e casais amorosos, de qualquer sexo, continuaram a adotar e a cuidar de órfãos que necessitem.

Homero

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Pesky Bee" <peskybee2@...> escreveu
>
> Longe eu de querer entrar nessa discussão (cruz credo!),
> mas caríssimo coléga Calil, tu não achas que tu só poderias
> dizer que essa conclusão é "absurda" se tu tivesses apresentado
> um estudo que concluisse pelo oposto do que foi apresentado?
>
> Tu sabes, né? Se valesse o "ultrajamento" que uma pessoa
> sente em relação a uma alegação, estaríamos todos nós ainda
> debaixo do sistema Ptolemaico, achando que o Sol é que gira
> em torno da Terra. Afinal, o Sol girar em torno da Terra
> é de uma obviedade gritante! Quem em sã consciência iria
> negar isso ao ver o astro-rei deslocando-se de leste a
> oeste, todo santo dia?
>
> Mas eis que nos lembramos que o mundo não funciona como
> sonhamos (ou queremos) que ele funcione. E a ciência está
> aí para dizer que não parece haver diferença notória entre
> a educação recebida por uma criança sob o teto de um casal
> de homossexuais. E eu não me surpreenderia se essa criança
> saísse até melhor do que as "normais", já que teria uma
> lição de tolerância à diversidade desde a mais tenra idade.
>
> *PB*
>
>
>
> From: Mtnos Calil
> Sent: Tuesday, March 06, 2012 3:10 PM
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Subject: [ciencialist] A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.
>
>
>
>
> Prezado Roberto.
>
> Você lê um artigo que trás uma informação como essa e já vai julgando verdadeira a informação, sem avaliar a pesquisa, sua metodologia, etc?
>
> "No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos"
>
> Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil.
>
> Recomendo a você que em casos como esse, tome o cuidado para não assumir a defesa de pesquisas que podem ser tão falsas quanto a conclusão enunciada acima, a qual violenta os mais elementares principios de psicopedagogia.
>
> Psiquiatras já estão defendendo o absurdo. Espero que o mesmo não ocorra generalizadamente com os psicólogos. Eis aí uma bela oportunidade para conselhor regional de psicologia se manifestar e dar um puxão de orelhas na associação de psiquiatria dos states.
>
> Abraços
> M.Calil
>
>
>
>
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: roberto
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, March 06, 2012 2:49 PM
> Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do
> > assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado
> > ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma
> > criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente
> > por imitação!
>
> Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos.
>
> E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação.
>
> "Three propositions that are central to J. R. Harris's group socialization theory (1995, 1998) are considered in this review. These propositions are as follows: (a) Parental behaviors have no long-term effects on children's psychological characteristics, (b) peer groups are the primary environmental influence on psychological functioning, and (c) dyadic relationships are situation-specific and do not generalize. The evidence that J. R. Harris has outlined in support of each of these propositions is reviewed, as is additional empirical research not considered by J. R. Harris. Serious limitations to each proposition are identified. The available evidence is more consistent with a model of multiple socialization agents. An expanded research agenda that permits a more definitive test of J. R. Harris's propositions and social relationship theory is proposed."
> http://psycnet.apa.org/journals/dev/36/6/699/
>
> "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older siblings and peers."
> http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
> ---------
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>


SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "marcelleandro2009" <marcelleandro2009@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 10:29

Roberto,

> > Marcel: "...Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente por imitação!..."
> > Roberto: "...Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos. E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação...."

MARCEL: Sim, claro! Mas nestes casos pelo fato, da maioria, proporcionarem um ambiente acolhedor e tipo de criação muito próximo do comum. Não se poderia ter resultados diferentes! As necessidades mais básicas e emocionais destas crianças são atendidas. Fatos corriqueiros, típicos destes casais, pouco afetam emocionalmente - a longo prazo (personalidade) - uma criança, a ponto de apresentar-se padrões emocionais fora do comum. Não significa que pais influenciam pouco, mas sim, de forma simplória, que pais comuns resultem em filhos comuns.

Mas um padrão psicológico, comum à uma criança, é algo também resultante do aprendizado ao longo de suas vidas, e os pais e ambiente familiar, contribuem fortemente nisto. Há níveis diferentes de intensidades e em fases diferentes da vida (infância, adolescência, etc), é claro. Mas, como bem sabemos, este ambiente familiar não se limita apenas à insights sexuais dos pais, e sobre o que eles fazem dentro de um quarto.

Em muitos casos, os níveis de experiências PODEM apresentar resultados muito mais significativos, e é desta grande possibilidade que eu me referia no contexto. Por exemplo, já foi constatado que no tabagismo, o fato de se ter pais fumantes e familiares próximos (ambiente familiar), influencia os filhos a serem um pouco mais receptivos à este hábito.
Da mesma forma, ocorre com bebidas alcoólicas ou mesmo drogas. Há uma tendência da criança ou adolescente estar mais familiarizado com o tema e a ser mais ousado nestas novas experiências. Até um relacionamento ruim entre pais e filhos aumenta esta tendência.

- http://www.cebrid.epm.br/levantamento_brasil2/013-Discussao.pdf
- http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-35862003000500004&script=sci_arttext
- http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/882798-jovens-comecam-a-fumar-por-influencia-de-pais-amigos-e-baladas.shtml

De forma inversa que ambiente familiar religioso se mostra como um importante inibidor destas mesmas drogas;

- http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462004000200004


No caso de Pais mais instruídos, oferecem (e investem) aos seus filhos condições de absorverem níveis mais refinados de aprendizado, gerando resultados importantes em suas vidas e autoestima. Favorecendo (não determinando) para que se tornem adultos mais instruídos, confiantes e habilidosos em se comunicar, gerando benefícios profissionais, sociais e emocionais.

Pais mais serenos e amorosos, que tenham um relacionamento mais aberto com seus filhos, favorecem (não determina) às crianças se tornarem adultos menos turbulentos e mais equilibrados. Já que situações tempestuosas e tensas, são menos frequentes e menos alimentadas nestes contextos.

Pais obesos contribuem (em parte) também, com seus hábitos alimentares, a influenciarem seus filhos a seguirem o mesmo rumo.

E por ai vai....


Marcel




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do
> > assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado
> > ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma
> > criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente
> > por imitação!
>
> Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos.
>
> E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação.
>
> "Three propositions that are central to J. R. Harris's group socialization theory (1995, 1998) are considered in this review. These propositions are as follows: (a) Parental behaviors have no long-term effects on children's psychological characteristics, (b) peer groups are the primary environmental influence on psychological functioning, and (c) dyadic relationships are situation-specific and do not generalize. The evidence that J. R. Harris has outlined in support of each of these propositions is reviewed, as is additional empirical research not considered by J. R. Harris. Serious limitations to each proposition are identified. The available evidence is more consistent with a model of multiple socialization agents. An expanded research agenda that permits a more definitive test of J. R. Harris's propositions and social relationship theory is proposed."
> http://psycnet.apa.org/journals/dev/36/6/699/
>
> "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older siblings and peers."
> http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
> ---------
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] A PESQUISA
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 10:45

Já li de relance por aqui que muitos consideram a psicologia
como algo longe da seara da ciência. Permitam-me agregar
algumas monossilábicas palavras sobre o assunto.
 
Há psicologias e "psicologias". Se o sujeito estiver falando
da psicodinâmica freudiana, até concordo que isso está mais
para o lado da filosofia do que da ciência (em que pese alguns
recentes estudos neurocientíficos que encontraram mecanismos
neurais para coisas como a repressão freudiana).
 
Outro tipo de psicologia que não é ciência são as várias
linhagens das psicologias humanistas (Carl Rogers, Abraham
Maslow e outros).
 
Mas existem diversas psicologias que são bastante científicas.
É o caso da psicologia cognitiva e do behaviorismo. A primeira
tem íntimas ligações com a neurociência, a ponto de, na
intersecção das duas, ter-se formado uma disciplina relativamente
recente (a neurociência cognitiva). Modelos das emoções humanas
também tem sido também objeto de suporte empírico.
 
Então dá para concluir que "psicologia é ciência" ou "psicologia
não é ciência" são ambas alegações problemáticas.
 
*PB*
 
 
 
 
Sent: Tuesday, March 06, 2012 8:41 PM
Subject: [ciencialist] A PESQUISA
 


At 21:53 06/03/2012 +0000, you wrote:


Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "




To perplexo.

Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
o divertido Ferrari foi expulso...

e agora vocês permitem e estimulam a discusão de...
PSICOLOGIA...
como Ciência ?


Estarão todas aqui enfim saindo do armário ?

Quantas surpresas a vida não nos reserva.

Periga estar ficando cheio de restaurante vegetariano em Barretos.

L.E.


===============================

SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 11:51

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> Por exemplo, já foi constatado que no tabagismo, o fato de se ter
> pais fumantes e familiares próximos (ambiente familiar), influencia
> os filhos a serem um pouco mais receptivos à este hábito.

Aí q eu digo que há controvérsias e citei:

> > "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older
> > siblings and peers."
> > http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
> > ---------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 12:20


Em 07/03/2012 11:51, roberto escreveu:
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
>> Por exemplo, já foi constatado que no tabagismo, o fato de se ter
>> pais fumantes e familiares próximos (ambiente familiar), influencia
>> os filhos a serem um pouco mais receptivos à este hábito.
> Aí q eu digo que há controvérsias e citei:
>
>>> "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older
>>> siblings and peers."
>>> http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
>>> ---------
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>

No fim, talvez tudo isso esteja ligado a um fator mais básico, mas que
temos dificuldade em aceitar: predisposição genética.

[ ]s

Alvaro Augusto


SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "marcelleandro2009" <marcelleandro2009@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 12:32

Roberto,

> > Por exemplo, já foi constatado que no tabagismo, o fato de se ter
> > pais fumantes e familiares próximos (ambiente familiar), influencia
> > os filhos a serem um pouco mais receptivos à este hábito.

> > > Aí q eu digo que há controvérsias e citei:
> > > "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older
> > > siblings and peers."
> > > http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390

Oq estamos discutindo, se há ou não influência dos pais, ou, se há outros que influenciam mais que os pais?

A uma constatação que a influência é maior no caso do irmão mais velho (que os pais também influenciaram) e colegas (que os pais também podem inflenciar ter ou não este contato), em relação aos pais, e não que os pais não influenciem os filhos. Aponta-se apenas que há diferentes níveis. Ok?

Veja o link que eu mandei da CEBRID, além dos outros, que são baseados em levantamentos bem interessantes.

Marcel



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.
FROM: Simon Viegas <simonviegas@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 13:07

«Mtnos: "SINTO MUITO, MAS VOCÊS ESTÃO PERDENDO O SENSO COMUM, QUE É PRÉ-REQUISITO DO PENSAMENTO CIENTIFICO."»

Essa eu também não entendi... A ciência não seria justamente o oposto disso do senso comum?

Senso Comum = Verdade popular - Achismo da maioria. Já a Ciência seria uma "verdade" comprovada por métodos científicos.

Exemplos de senso comum:

- "leite com manga faz mal"!. Até hoje tem gente que acredita. ¬¬
- "sentar em banco quente (que alguém acabou de levantar), dá hemorroida". Sempre ouvi isso, nunca li ou ouvi comprovação científica.
- "água gelada faz mal para garganta inflamada". Mito! (segundo consta.. rs)

Um exemplo claro de NÃO senso comum: FÍSICA QUÂNTICA (nada trivial). E que tal fato de nada viajar mais rápido que a luz? (por quê que luz não pega embalo?)


Att,
--
Simon Viegas
Técnico em Informática e Graduando em Sistemas de Informações.
Cel : 71-8898-7219
MAIL / MSN : SimonViegas@gmail.com
Visitem meu blog:
http://EstilingueAtomico.blogspot.com/

PROTEJA MEU ENDEREÇO, COMO ESTOU PROTEGENDO O SEU. ENVIE MENSAGENS COMO "CÓPIA OCULTA" E DELETE OS ENDEREÇOS QUE HOUVEREM NA MENSAGEM RECEBIDA ANTES DE RETRANSMITIR

DICA: Para denunciar um site falso:
http://www.google.com/safebrowsing/report_phish/



Em 6 de março de 2012 18:53, Homero <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:


Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "

Não, não é. Nada, em todos os estudos já feitos, indica isso. O que ocorre é que está deixando seu desconforto com relação ao homossexualismo, sua psiquê com problemas com relação a dois homens que se amam, interferir em seu julgamento.

Parece pensar que todos, inclusive crianças, compartilham desse desconforto, dessa homofobia, que aliás é cultural e ideológica. Não é assim. 

Crianças precisam de afeto, carinho, proteção, conforto, e pais amorosos. Não importa se são do mesmo sexo, e serem do mesmo sexo NÃO indica nada sobre suas capacidades de serem bons pais.

Mesmo que indicasse, e NADA existe que sustente esse absurdo (e o "bom senso" que defende será objeto de crítica logo mais.:-), ainda assim entre crescer em um orfanato, e crescer em uma família, ainda que não a ideal, é melhor opção a família.

Agora o "bom senso"..:-)

Mtnos: "SINTO MUITO, MAS VOCÊS ESTÃO PERDENDO O SENSO COMUM, QUE É PRÉ-REQUISITO DO PENSAMENTO CIENTIFICO."

Pelo contrário, a ciência, e o método científico em especial, são tentativas de escaparmos do "senso comum", do "bom senso", que tende a nos iludir e enganar.

O bom senso é útil, de forma limitada, em relação a coisas simples, e nos ajuda a não enfiar a mão em buracos, pois podem ter animais peçonhentos, ou não andar na beira do precipício, pois podemos cair.

Mas também nos diz que, evidentemente, o Sol gira ao redor da Terra, que continentes não se movem, que objetos mais pesados caem mais depressa, (e, para você, e apenas para você e mais alguns, que pessoas do mesmo sexo não são bons pais), entre outras maluquices.

O método desenvolvido para "testar" o que parece ser "evidente, questão de bom senso", nos trouxe até aqui, e produziu o conjunto de conhecimentos que chamamos de ciência - conhecimento científico. Por isso o rigor exigido para validar afirmações e conclusões, mesmo, ou principalmente, as derivadas do "senso comum".

Quando o Takata apresenta os estudos sobre casais do mesmo sexo, e seus filhos, é isso que ele está fazendo, mostrando que seu "bom senso", derivado de uma criação homofóbica/cultural, de seu preconceito pessoal, e injustificado, está errado.

Pode aceitar isso, pode apresentar estudos que refutem isso. Ou pode "espernear" sem parar, gritando e tapando os ouvidos "lá lá lá, não estou ouvindo, lá lá lá, faz mal sim, lá lá lá..." e assim por diante.

Mas é uma tremenda tolice.:-)

Se há desconforto com pais gays, é com adultos que se sentem "esquisitos" com isso, não com crianças. Se há constrangimento com crianças, filhas de pais gays, é devido a pressão da sociedade, preconceito e estupidez, e é isso que tem de mudar, não a paternidade de pessoas do mesmo sexo. Para entender (se é que deseja isso), veja uma criança e seu primeiro contato com um casal gay, neste video muito bacana: http://www.youtube.com/watch?v=myiRAjF4QHY

Melhores sociedades, mais tolerantes e mais justas, tendem a entender isso. Sociedades homofóbicas tendem a se "fixar" no "bom senso", que de senso e bom não tem nada, para tentar evitar o desconforto do preconceito homofóbico: se eu não puder ver, então posso fingir que não existe.

Sei que não lê nada que é sugerido, nem nenhum dos links postados (é perigoso, não? Pode acabar entendendo seu erro.:-), mas vou postar assim mesmo, quem sabe outra pessoa ache interessante:

Como o bom senso nos atrapalha na compreensão da ciência e do universo

Mtnos: "tome o cuidado para não assumir a defesa de pesquisas que podem ser tão falsas quanto a conclusão enunciada acima, a qual violenta os mais elementares principios de psicopedagogia. "

Esse trecho é interessante, esclarecedor.:-) Ele se iguala a todas as diatribes feitas por malucos diversos, quando as evidências contrariam suas crenças, e não há mais saída a vista: espernear e gritar.

Cardeais Católicos escreveram exatamente o mesmo sobre os trabalhos de Galileu, "tão falsos quanto a conclusão enunciada", a Terra gira ao redor do Sol. Também eles, como você, não tinham evidências, nem estudos, que sustentassem essa afirmação, e também eles, como você, tentaram o "apelo a emoção", as frases "fortes e de impacto", e como você, falharam e passaram ridículo.

Você não tem a mais remota ideia do que sejam os mais princípios de psicopedagogia, elementares ou não. A menor. Tem apenas o seu desconforto pessoal, que pretende universal: se eu me sinto assim, só de pensar em um casal gay, ENTÃO todas as pessoas, e crianças, devem também sentir. E isso "deve" fazer mal.

Bem, você não é a medida de todas as coisas, pelo contrário. É apenas alguém que tem medo do que desconhece, e uma cultura homofóbica que o faz reagir dessa forma, tentando ignorar os estudos que refutam sua posição, e "ganhar no grito".

Por sorte, ninguém liga muito mesmo para gritos, seus gritos, e casais amorosos, de qualquer sexo, continuaram a adotar e a cuidar de órfãos que necessitem.

Homero

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Pesky Bee" <peskybee2@...> escreveu
>
> Longe eu de querer entrar nessa discussão (cruz credo!),
> mas caríssimo coléga Calil, tu não achas que tu só poderias
> dizer que essa conclusão é "absurda" se tu tivesses apresentado
> um estudo que concluisse pelo oposto do que foi apresentado?
>
> Tu sabes, né? Se valesse o "ultrajamento" que uma pessoa
> sente em relação a uma alegação, estaríamos todos nós ainda
> debaixo do sistema Ptolemaico, achando que o Sol é que gira
> em torno da Terra. Afinal, o Sol girar em torno da Terra
> é de uma obviedade gritante! Quem em sã consciência iria
> negar isso ao ver o astro-rei deslocando-se de leste a
> oeste, todo santo dia?
>
> Mas eis que nos lembramos que o mundo não funciona como
> sonhamos (ou queremos) que ele funcione. E a ciência está
> aí para dizer que não parece haver diferença notória entre
> a educação recebida por uma criança sob o teto de um casal
> de homossexuais. E eu não me surpreenderia se essa criança
> saísse até melhor do que as "normais", já que teria uma
> lição de tolerância à diversidade desde a mais tenra idade.
>
> *PB*
>
>
>
> From: Mtnos Calil
> Sent: Tuesday, March 06, 2012 3:10 PM
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Subject: [ciencialist] A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.
>
>
>
>
> Prezado Roberto.
>
> Você lê um artigo que trás uma informação como essa e já vai julgando verdadeira a informação, sem avaliar a pesquisa, sua metodologia, etc?
>
> "No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos"
>
> Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil.
>
> Recomendo a você que em casos como esse, tome o cuidado para não assumir a defesa de pesquisas que podem ser tão falsas quanto a conclusão enunciada acima, a qual violenta os mais elementares principios de psicopedagogia.
>
> Psiquiatras já estão defendendo o absurdo. Espero que o mesmo não ocorra generalizadamente com os psicólogos. Eis aí uma bela oportunidade para conselhor regional de psicologia se manifestar e dar um puxão de orelhas na associação de psiquiatria dos states.
>
> Abraços
> M.Calil
>
>
>
>
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: roberto
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, March 06, 2012 2:49 PM
> Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do
> > assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado
> > ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma
> > criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente
> > por imitação!
>
> Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos.
>
> E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação.
>
> "Three propositions that are central to J. R. Harris's group socialization theory (1995, 1998) are considered in this review. These propositions are as follows: (a) Parental behaviors have no long-term effects on children's psychological characteristics, (b) peer groups are the primary environmental influence on psychological functioning, and (c) dyadic relationships are situation-specific and do not generalize. The evidence that J. R. Harris has outlined in support of each of these propositions is reviewed, as is additional empirical research not considered by J. R. Harris. Serious limitations to each proposition are identified. The available evidence is more consistent with a model of multiple socialization agents. An expanded research agenda that permits a more definitive test of J. R. Harris's propositions and social relationship theory is proposed."
> http://psycnet.apa.org/journals/dev/36/6/699/
>
> "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older siblings and peers."
> http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
> ---------
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] A PESQUISA SOBRE INSENSATEZ
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 13:14

O FATO DE A PSICOLOGIA NÃO INTERESSAR A ALGUNS CIENTISTAS É PROVA DE INSENSATEZ.
EXISTEM PORTANTO DUAS CATEGORIAS DE CIENTISTAS:
OS QUE TÊM SENSO COMUM E OS QUE NÃO TÊM SENSO COMUM.
PODE UM CIENTISTA SER ACOMETIDO DE PERTURBAÇÕES MENTAIS OU EMOCIONAIS.
CLARO QUE PODE, COMO QUALQUER SER HUMANO.
ABRAÇOS
M.CALIL
 
Ps1. A psicologia tem teorias cientificas comprovadas, outras não comprovadas, outras especulativas, etc.
Ps2. A neuro-ciência não pode substituir a psicologia. Ambas devem trabalhar em conjunto.
Ps3. Enfim continuamos a discutir o sexo dos anjos. Assim caminha a humanidade, para o precipicio.
 
 
----- Original Message -----
From: Pesky Bee
Sent: Wednesday, March 07, 2012 10:45 AM
Subject: Re: [ciencialist] A PESQUISA

 

Já li de relance por aqui que muitos consideram a psicologia
como algo longe da seara da ciência. Permitam-me agregar
algumas monossilábicas palavras sobre o assunto.
 
Há psicologias e "psicologias". Se o sujeito estiver falando
da psicodinâmica freudiana, até concordo que isso está mais
para o lado da filosofia do que da ciência (em que pese alguns
recentes estudos neurocientíficos que encontraram mecanismos
neurais para coisas como a repressão freudiana).
 
Outro tipo de psicologia que não é ciência são as várias
linhagens das psicologias humanistas (Carl Rogers, Abraham
Maslow e outros).
 
Mas existem diversas psicologias que são bastante científicas.
É o caso da psicologia cognitiva e do behaviorismo. A primeira
tem íntimas ligações com a neurociência, a ponto de, na
intersecção das duas, ter-se formado uma disciplina relativamente
recente (a neurociência cognitiva). Modelos das emoções humanas
também tem sido também objeto de suporte empírico.
 
Então dá para concluir que "psicologia é ciência" ou "psicologia
não é ciência" são ambas alegações problemáticas.
 
*PB*
 
 
 
 
Sent: Tuesday, March 06, 2012 8:41 PM
Subject: [ciencialist] A PESQUISA
 


At 21:53 06/03/2012 +0000, you wrote:


Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "




To perplexo.

Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
o divertido Ferrari foi expulso...

e agora vocês permitem e estimulam a discusão de...
PSICOLOGIA...
como Ciência ?


Estarão todas aqui enfim saindo do armário ?

Quantas surpresas a vida não nos reserva.

Periga estar ficando cheio de restaurante vegetariano em Barretos.

L.E.


===============================


SUBJECT: LAZER PRODUTIVO COM ROBERTO.
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 13:29

ROBERTO.
FAÇO UM APELO PARA SERMOS MAIS PRODUTIVOS.
VAMOS ESCOLHER UM ASSUNTO DE INTERESSE COMUM E TRABALHAR EM CIMA DELE.
ASSIM PERDEMOS UM TEMPO VALIOSO.
MESMO QUE SEJA POR PURO LAZER, É MELHOR FAZER UM LAZER PRODUTIVO.
ABRAÇOS
M.CALIL
 
 
 
----- Original Message -----
From: roberto
Sent: Wednesday, March 07, 2012 11:51 AM
Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> Por exemplo, já foi constatado que no tabagismo, o fato de se ter
> pais fumantes e familiares próximos (ambiente familiar), influencia
> os filhos a serem um pouco mais receptivos à este hábito.

Aí q eu digo que há controvérsias e citei:

> > "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older
> > siblings and peers."
> > http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
> > ---------

[]s,

Roberto Takata


SUBJECT: Re: [ciencialist] A PESQUISA
FROM: Luiz Eduardo <luizeduardo.egroups@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 13:38


Ciência é um método.
E pode ser aplicado a qualquer fenômeno.

Agora... tem que ter um método que respeite as exigencias do "método científico".
Não é o que tenho visto por aqui... terra dos dogmas dos agora periféricos dos publicadores em revistas.

E não era esse meu foco.
Meu foco era sobre liberdade de expressão, caso antigo, caso Ferrari,
um questionador do método
e que daqui foi escorraçado.

L.E.


==================


At 10:45 07/03/2012 -0300, you wrote:
 

Já li de relance por aqui que muitos consideram a psicologia
como algo longe da seara da ciência. Permitam-me agregar
algumas monossilábicas palavras sobre o assunto.
 
Há psicologias e "psicologias". Se o sujeito estiver falando
da psicodinâmica freudiana, até concordo que isso está mais
para o lado da filosofia do que da ciência (em que pese alguns
recentes estudos neurocientíficos que encontraram mecanismos
neurais para coisas como a repressão freudiana).
 
Outro tipo de psicologia que não é ciência são as várias
linhagens das psicologias humanistas (Carl Rogers, Abraham
Maslow e outros).
 
Mas existem diversas psicologias que são bastante científicas.
É o caso da psicologia cognitiva e do behaviorismo. A primeira
tem íntimas ligações com a neurociência, a ponto de, na
intersecção das duas, ter-se formado uma disciplina relativamente
recente (a neurociência cognitiva). Modelos das emoções humanas
também tem sido também objeto de suporte empírico.
 
Então dá para concluir que "psicologia é ciência" ou "psicologia
não é ciência" são ambas alegações problemáticas.
 
*PB*
 
 
 
 
From: Luiz Eduardo
Sent: Tuesday, March 06, 2012 8:41 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: [ciencialist] A PESQUISA
 


At 21:53 06/03/2012 +0000, you wrote:


Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "




To perplexo.

Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
o divertido Ferrari foi expulso...

e agora vocês permitem e estimulam a discusão de...
PSICOLOGIA...
como Ciência ?


Estarão todas aqui enfim saindo do armário ?

Quantas surpresas a vida não nos reserva.

Periga estar ficando cheio de restaurante vegetariano em Barretos.

L.E.


===============================

SUBJECT: Internem o pesquisador anti-cientifico
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 13:41

O pesquisador que chegou a essa conclusão deveria ser internado para algum tratamento neuronal visando a reinstalação do senso comum, bom senso e sensatez no seu cérebro.
 
Como há neurocientistas que acham que todos os problemas mentais e cerebrais vão ser resolvidos diretamente com os neurônios, dispensando a intermediação da mente, um deles poderia cuidar deste paciente. A prova da loucura do pesquisador está nesta frase reproduzida pelo Roberto.
Note bem: não estou dizendo que o Roberto endoidou e sim o camarada que conclui isso com base em "pesquisas".:
 
No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos.
 
O interessante desta mensagem, para a Ideologia Zero, é que ela é uma prova cabal de como já entramos no reinado da Esquizofrenia Social, Esquifronia Cultural, Esquisofrenia Linguística. Enfim, pelo menos  alguns humanos estão conscientes a respeito da loucura a que chegamos. Mas não se impressionem, pois a tendência é a coisa se agravar. Ainda estamos longe do fundo do poço.
 
Abraços
Mtnos Calil
 
Ps. Não existem mais sanatórios.... jogaram os doentes mentais nas ruas.
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, March 07, 2012 10:29 AM
Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE

 

Roberto,

> > Marcel: "...Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente por imitação!..."
> > Roberto: "...Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos. E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação...."

MARCEL: Sim, claro! Mas nestes casos pelo fato, da maioria, proporcionarem um ambiente acolhedor e tipo de criação muito próximo do comum. Não se poderia ter resultados diferentes! As necessidades mais básicas e emocionais destas crianças são atendidas. Fatos corriqueiros, típicos destes casais, pouco afetam emocionalmente - a longo prazo (personalidade) - uma criança, a ponto de apresentar-se padrões emocionais fora do comum. Não significa que pais influenciam pouco, mas sim, de forma simplória, que pais comuns resultem em filhos comuns.

Mas um padrão psicológico, comum à uma criança, é algo também resultante do aprendizado ao longo de suas vidas, e os pais e ambiente familiar, contribuem fortemente nisto. Há níveis diferentes de intensidades e em fases diferentes da vida (infância, adolescência, etc), é claro. Mas, como bem sabemos, este ambiente familiar não se limita apenas à insights sexuais dos pais, e sobre o que eles fazem dentro de um quarto.

Em muitos casos, os níveis de experiências PODEM apresentar resultados muito mais significativos, e é desta grande possibilidade que eu me referia no contexto. Por exemplo, já foi constatado que no tabagismo, o fato de se ter pais fumantes e familiares próximos (ambiente familiar), influencia os filhos a serem um pouco mais receptivos à este hábito.
Da mesma forma, ocorre com bebidas alcoólicas ou mesmo drogas. Há uma tendência da criança ou adolescente estar mais familiarizado com o tema e a ser mais ousado nestas novas experiências. Até um relacionamento ruim entre pais e filhos aumenta esta tendência.

- http://www.cebrid.epm.br/levantamento_brasil2/013-Discussao.pdf
- http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-35862003000500004&script=sci_arttext
- http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/882798-jovens-comecam-a-fumar-por-influencia-de-pais-amigos-e-baladas.shtml

De forma inversa que ambiente familiar religioso se mostra como um importante inibidor destas mesmas drogas;

- http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-44462004000200004

No caso de Pais mais instruídos, oferecem (e investem) aos seus filhos condições de absorverem níveis mais refinados de aprendizado, gerando resultados importantes em suas vidas e autoestima. Favorecendo (não determinando) para que se tornem adultos mais instruídos, confiantes e habilidosos em se comunicar, gerando benefícios profissionais, sociais e emocionais.

Pais mais serenos e amorosos, que tenham um relacionamento mais aberto com seus filhos, favorecem (não determina) às crianças se tornarem adultos menos turbulentos e mais equilibrados. Já que situações tempestuosas e tensas, são menos frequentes e menos alimentadas nestes contextos.

Pais obesos contribuem (em parte) também, com seus hábitos alimentares, a influenciarem seus filhos a seguirem o mesmo rumo.

E por ai vai....

Marcel

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do
> > assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado
> > ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma
> > criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente
> > por imitação!
>
> Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos.
>
> E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação.
>
> "Three propositions that are central to J. R. Harris's group socialization theory (1995, 1998) are considered in this review. These propositions are as follows: (a) Parental behaviors have no long-term effects on children's psychological characteristics, (b) peer groups are the primary environmental influence on psychological functioning, and (c) dyadic relationships are situation-specific and do not generalize. The evidence that J. R. Harris has outlined in support of each of these propositions is reviewed, as is additional empirical research not considered by J. R. Harris. Serious limitations to each proposition are identified. The available evidence is more consistent with a model of multiple socialization agents. An expanded research agenda that permits a more definitive test of J. R. Harris's propositions and social relationship theory is proposed."
> http://psycnet.apa.org/journals/dev/36/6/699/
>
> "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older siblings and peers."
> http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
> ---------
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>


SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 14:04

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> Oq estamos discutindo, se há ou não influência dos pais, ou, se há
> outros que influenciam mais que os pais?

Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser desprezível ou até ausente.

> Aponta-se apenas que há diferentes níveis. Ok?

Um dos quais pode ser virtualmente zero.

> Veja o link que eu mandei da CEBRID, além dos outros, que são
> baseados em levantamentos bem interessantes.

Eu vi. Estou dizendo é que há controvérsias. Se não houvesse estudos indicando influência dos pais, não seria controvérsia.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: A PESQUISA
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 14:06

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luiz Eduardo
> E não era esse meu foco.
> Meu foco era sobre liberdade de expressão, caso antigo, caso
> Ferrari, um questionador do método
> e que daqui foi escorraçado.

Agora vai ter q provar que o Ferrari foi escorraçado da c-list.

Roberto Takata



SUBJECT: Método com Luiz Eduardo.
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 14:11

Olá camarada.
 
Pode me explicar por favor o que é Método?
Parece que esta palavrinha foi vitima da esquizofrenia linguistica que atribui a uma mesma palavras os mais variados sentidos, para que assim a comunicação entre os seres humano se torne a mais confusa possivel.
 
Grato,
M.Calil
 
CIÊNCIA - TEORIA - MÉTODO - TÉCNICA - LÓGICA  SÃO ALGUMAS PALAVRAS QUE PRECISAM DE UM TRATAMENTO PSICANALITICO URGENTE. TERAPIA LINGUISTICA? SIM, MAS AS PALAVRAS NÃO PRECISAM DEITAR NO DIVÃ DO FREUD.
 
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, March 07, 2012 1:38 PM
Subject: Re: [ciencialist] A PESQUISA

 


Ciência é um método.
E pode ser aplicado a qualquer fenômeno.

Agora... tem que ter um método que respeite as exigencias do "método científico".
Não é o que tenho visto por aqui... terra dos dogmas dos agora periféricos dos publicadores em revistas.

E não era esse meu foco.
Meu foco era sobre liberdade de expressão, caso antigo, caso Ferrari,
um questionador do método
e que daqui foi escorraçado.

L.E.


==================


At 10:45 07/03/2012 -0300, you wrote:



Já li de relance por aqui que muitos consideram a psicologia
como algo longe da seara da ciência. Permitam-me agregar
algumas monossilábicas palavras sobre o assunto.
 
Há psicologias e "psicologias". Se o sujeito estiver falando
da psicodinâmica freudiana, até concordo que isso está mais
para o lado da filosofia do que da ciência (em que pese alguns
recentes estudos neurocientíficos que encontraram mecanismos
neurais para coisas como a repressão freudiana).
 
Outro tipo de psicologia que não é ciência são as várias
linhagens das psicologias humanistas (Carl Rogers, Abraham
Maslow e outros).
 
Mas existem diversas psicologias que são bastante científicas.
É o caso da psicologia cognitiva e do behaviorismo. A primeira
tem íntimas ligações com a neurociência, a ponto de, na
intersecção das duas, ter-se formado uma disciplina relativamente
recente (a neurociência cognitiva). Modelos das emoções humanas
também tem sido também objeto de suporte empírico.
 
Então dá para concluir que "psicologia é ciência" ou "psicologia
não é ciência" são ambas alegações problemáticas.
 
*PB*
 
 
 
 
From: Luiz Eduardo
Sent: Tuesday, March 06, 2012 8:41 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: [ciencialist] A PESQUISA
 


At 21:53 06/03/2012 +0000, you wrote:


Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "




To perplexo.

Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
o divertido Ferrari foi expulso...

e agora vocês permitem e estimulam a discusão de...
PSICOLOGIA...
como Ciência ?


Estarão todas aqui enfim saindo do armário ?

Quantas surpresas a vida não nos reserva.

Periga estar ficando cheio de restaurante vegetariano em Barretos.

L.E.


===============================


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A PESQUISA DO FERRARI
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 14:14

Olá Roberto.
 
Pede para o amigo do Ferrari o e-mail do Ferrari.
Se o assunto do Ferrari é sociologia, vamos botar essa pseudo-ciência no banco dos réus.
A ciência, não o Ferrari. O que devia acabar é a produção do automóvel da mesma marca.
 
absmc
 
----- Original Message -----
From: roberto
Sent: Wednesday, March 07, 2012 2:06 PM
Subject: [ciencialist] Re: A PESQUISA

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luiz Eduardo
> E não era esse meu foco.
> Meu foco era sobre liberdade de expressão, caso antigo, caso
> Ferrari, um questionador do método
> e que daqui foi escorraçado.

Agora vai ter q provar que o Ferrari foi escorraçado da c-list.

Roberto Takata


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A PESQUISA
FROM: Luiz Eduardo <luizeduardo.egroups@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 14:24


Agora vai ter q provar que o Ferrari foi escorraçado da c-list.

Roberto Takata





Vou publicar em algum Journal de Bullying... e te mando o link.


L.E.














=========================

SUBJECT: Re: A PESQUISA
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 14:31

> >Agora vai ter q provar que o Ferrari foi escorraçado da c-list.
> >Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luiz Eduardo
> Vou publicar em algum Journal de Bullying... e te mando o link.

Tem 48 horas. Contanto a partir de agora: 14h31 (horário de Brasília) 07/03/2012.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: STEVEN PINKER e a Matematização da Linguagem.
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 14:34

Vamos subsidiar a matematização da linguagem com as teorias do Pinker, que está se popularizando. Até o site da Veja fala dele, nesta matéria, escrita por um anônimo. Anônimo na Veja? É...

O anônimo confundiu a linguagem matemática com a linguagem poética. Não há conflito algum entre os dois tipos de linguagem ( há outros tipos de linguagem: musical, gestual, etc.)

Quanto aos caprichos da lingua inglesa e portuguesa, Pinker sabe que a poesia não precisa por exemplo, que o verbo poético SENTIR tenha 23 diferentes signfiicados (Cf. Aurélio, 2a edição, 1986)
 
Olha o absurdo que o anônimo fala:
 
Línguas naturais não são e nunca foram escravas da lógica matemática.
 
Não se trata de escravidão e sim de regras elementarissimas da gramática, sintaxe e semântica.
 
O conceito de lógica matemática, felizmente não precisa de nenhuma fórmula para ser compreendido.
 
Sorte da Ideologia Zero que não vai operar com fórmulas, para que assim os processos de higienização mental (não confundir com lavagem cerebral ou comunicação sublminar: a ideologia zero é transparente)... para que assim os processos de higienização mental sejam acessiveis àqueles que detestam a matemática.
Lógica matematica para quem detesta matemática? (Yes... good insight, my friends, isn't?).
 
Abraços
Mtnos Calil
Fã do Steve Pinker, Freud e cia.  que compõem a SMMD - Salada mista multi-disciplinar

 

======================

Steven Pinker

13/03/2011

às 12:34 \ Crônica - DE QUEM?

Matemática e poesia

Quem escreve sobre a língua portuguesa, e espero não ser arbitrário ao generalizar aqui uma experiência pessoal, esbarra o tempo todo nesse tipo de filho ingrato: o sujeito que considera sua língua-mãe uma desgraça, um compêndio de dificuldades e pegadinhas criadas pelos gramáticos por puro sadismo e, o que é pior, um sistema desprovido da mais elementar lógica.

Os paladinos da lógica são os mais divertidos: incapazes de abstração, ficam nervosos diante de expressões idiomáticas rasteiras (“pois não” quando se quer dizer “sim”, que absurdo!) e têm um gosto especial por atacar a dupla negação (“não vi ninguém”), um despautério matemático que seria a prova definitiva de que o português, contrariando os princípios mais elementares do raciocínio, é um veículo inadequado para o próprio pensamento – o que explicaria, ai de nós, simplesmente tudo!

É claro que na vida real a dupla negação não tem nada de mais. Línguas naturais não são e nunca foram escravas da lógica matemática, têm sua própria lógica: no caso, a reiteração funciona como reforço da negativa, não como anulação. O mesmo se dá em francês (ne… pas) e até mesmo no inglês coloquial (I can’t get no satisfaction) – justo o inglês, que os filhos ingratos da lusofonia costumam erigir em exemplo de “língua lógica”.

Certamente não estão familiarizados com uma tirada do linguista canadense-americano Steven Pinker, autor de “O instinto da linguagem”, que é hoje o nome mais influente da língua inglesa em sua especialidade. Como lembra Pinker, repetindo uma piadinha de uso corrente, o seu é um idioma “amalucado e ilógico” em que um sujeito plays at a recital and recites at a play.

“Toca num recital e recita numa peça” não tem a mesma graça, ou seja, a tradução é impossível. Ou assim eu imaginava até receber de um leitor esta transcriação (à moda de Haroldo de Campos) do joguinho de palavras de Pinker: em português, a gente “calça uma bota e bota uma calça”.

Bendita falta de rigor matemático, que alguns chamam de poesia.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A PESQUISA
FROM: Luiz Eduardo <luizeduardo.egroups@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 14:34

At 17:31 07/03/2012 +0000, you wrote:
 

> >Agora vai ter q provar que o Ferrari foi escorraçado da c-list.
> >Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luiz Eduardo
> Vou publicar em algum Journal de Bullying... e te mando o link.

Tem 48 horas. Contanto a partir de agora: 14h31 (horário de Brasília) 07/03/2012.

[]s,

Roberto Takata



Não tenho cumplices nessa revista.
Só em outras.

Portanto...
dentro do mundo cientifico que bem conhecemos...
se tu não tem um esqueminha amigo...
UM ARTIGO DEMORARÁ ANOS   PARA  SER  PUBLICADO.


ah... jovens inocentes...
ah... adultos manipuladores de dados...





SUBJECT: sdio e qumica no caldinho knorr
FROM: Luiz Eduardo <luizeduardo.egroups@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 14:36

At 17:31 07/03/2012 +0000, you wrote:
 



sódio...
ou cloreto de sódio ?

qual o conhecimento do consumidor em química ?


sugiro dar uma olhada nos rótulos de caldinhos de carne.








=========================================================

SUBJECT: Re: A PESQUISA
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 15:01

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luiz Eduardo
> UM ARTIGO DEMORARÁ ANOS PARA SER PUBLICADO.

Azar. Tem 47h30 agora.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: STEVE PINKER EM POUCAS PALAVRAS - isso é ciência pura.. viu?
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 15:23

AI VAI UMA BOA E RESUMIDA APRESENTAÇÃO DE STEVE PINKER. INFELIZMENTE ELE E OUTROS AINDA PRECISAM SE PREOCUPAR EM DEMONSTRAR A OBVIEDADE DE QUE O NOSSO CÉREBRO JÁ NASCE COM OS DISPOSITIVOS INATOS NECESSÁRIOS PARA APRENDERMOS A FALAR. ENFIM, ASSIM É A NATUREZA HUMANA...AS OBVIEDADES PRECISAM SER ETERNAMENTE DEMONSTRADAS. A BOA NOTICIA É QUE A METODOLOGIA CIENTIFICA COMEÇA A DISCIPLINAR AS CIENCIAS DITAS "HUMANAS". PRECISAMOS ACABAR COM ESSE MITO DE QUE O RIGOR CIENTIFICO SÓ É POSSIVEL NAS CIÊNCIAS NÃO HUMANAS.

ABRAÇOS

M.CALIL

Ps. É melhor falarmos em CIÊNCIA COGNITIVA DO QUE EM NEURO-CIENCIA COGNITIVA, PARA QUE NENHUMA DAS CIÊNCIA DO GRUPO TENHA QUE SE SUBORDINAR À OUTRA. Lembro que o auto-conhecimento é ou deve ser parte desta ciência, e que o inconsciente é premissa básica para o auto-conhecimento.

O Instinto da Linguagem (Um Best-seller na Neurociência)

Jorge Campos

Na década de 50, em Cambridge - no MIT e em Harvard - as investigações científicas com os primeiros computadores e o desenvolvimento da lógica e da matemátíca no

contexto da psicologia e da lingüística, abriram caminho para a pesquisa interdisciplinar das hoje denominadas ciências cognitivas. De lá para cá, um roteiro sofisticado de teorias e experiências sobre as complexas relações entre cérebro-mente e linguagem resultaram numa explosão de centros de pesquisa na área cognitiva, a congregar esforços de lingüistas, psicólogos, informatas, matemáticos, filósofos e, até, antropólogos, no âmbito das grandes universidades americanas. O modelo behaviorista de Skinner, padrão de ciência psicológica, na década de 50, demolido pelosargumentos de Chomsky, Miller e outros, era, praticamente, soterrado por uma avalanche de resultados expressivos na nova perspectiva de relações cognitivas. Mas toda essa rnicrocósmica revolução permaneceu, ao longo desses 40 anos, praticamente restrita ao ambiente universitário, especialmente americano, e, com poucas exceções, europeu. Agora, nos anos 90, as conseqüências de toda essa aventura científica começam a repercutir sob a forma de resultados mais conclusivos

Capazes de atrair o interesse do grande público e pessoas cultas em geral. Uma das provas disso é o best-seller do ano passado "The Language Instínct" , de Steve Pinker, professor e diretor do poderoso Centro de Neurociência Cognitiva do Instituto Tecnológico de Massachusetts.

Pinker, cuja pesquisa sobre aspectos cognitivos da visão e da linguagem já havia merecido distinções acadêmicas da Associação Americana de Psicologia e da Academia Nacional de Ciências, passa, agora, a ter, também, o reconhecimento do grande público culto americano, que começa a aceitar, com curiosidade, a investigação da linguagem, enquanto faculdade natural da cognição humana.

"The Language Instiínct" é uma obra de quase 500 páginas, extremamente bem escrita, fortemente documentada, com argumentação consistente , e absolutamente bem definida pelo propósito de entrar no conjunto das produções conhecidas como ciência popular. Como o próprio Pinker a caracteriza, "The Language Inst¡nct" procura ser interessante para um amplo espectro de leitores, entre os quais estão os estudantes, professores, pessoas cultas em geral, e, inclusive, especialistas, para os quais a obra dedica um número expressivo de informações atualizadas sobre a ciência da linguagem.

Descobertas legítimas (ou até não-descobertas), hipóteses interessantes, propostas teóricas, tudo o que tem assumido relevância recente sobre o assunto é contemplado por Pinker.

Estruturas profundas universais, gens da gramática natural, redes neuronais, linguagem de chimpanzés, crianças-animais, sábios-idiotas, inteligência artificial, danos do cérebro e origem das línguas são alguns dos polêmicos temas abordados por '1The Language Instinct", que interessam aos leitores da ciência popular.

Mas, subjacente a todo esse mosaico de tópicos mais fortes e curiosos, Pinker, certamente, desenvolve algumas bem conhecidas teses que sustentam o programa de investigação neurocientífica do MIT há muitos anos. A principal delas é a tese consagrada por Chomsky de que a linguagem humana é um órgão mental, um sistema neuronal, um módulo computacional do cérebro, ou, em última análise, como Pinker prefere caracterizá-la, um instinto.

Se na década de 50, a vítima das teses do MIT foi o behaviorismo skinneriano, o alvo, agora, é a obscura e frouxa, mas popular, concepção de linguagem enquanto fenômeno social. O chamado Modelo Padrão de Ciências Sociais (MPCS) é, de fato, um dos sustentáculos da cultura do século XX e atacá-lo significa romper com toda urna tradição para a qual a linguagem é uma construção da cultura e da sociedade humana, cujo produto, as línguas particulares, são códigos sociais compartilhados por urna certa comunidade. Na linha do pensamento de Pinker, ninguém nega exatamente o caráter cultural, social e simbólico, em última análise, de urna língua. O que se nega é que esse obscuro produto geo-político, cheio de idiossincrasia e fronteiras dialetais indetermináveis, chamado 'língua' , deva ser a essência da linguagem. Para Pinker/Chomsky, as línguas são apenas produtos, resultados históricos e superficiais da poderosa faculdade da linguagem, da inscrição genética que caracteriza um módulo especializado do cérebro humano.

Dentro desse quadro, a lingüística, enquanto um ramo das ciências naturais, cabe sair do descritivismo de língua particulares para a explanação do estado inicial, da gramática universal, da base comum ao complexo cérebro-mente próprio do ser humano. Já há, para Pinker, uMa alternativa sólida, inclusive em psicologia, para o MPCS, cuja falta de resultados mais expressivos é a própria causa mais forte de sua decadência. Trata-se do que tem sido denominado "Psicologia Evolutiva' , a medida que se caracteriza como uMa disciplina que, finalmente, se integra, junto com a antropologia mais moderna, ao reino das ciências naturais. Para a psicologia evolutiva, dentro dessa concepção que reúne neurocientistas como David Marr e M. Gazzaniga, antropólogos como D.Sperber e D. Symons e lingüistas como Jackendoff, aprendizagem não existe sem algum mecanismo inato que a possibilite, e esse estado inicial, pressuposto necessariamente, é o que realmente passa a ser relevante para a investigação da complexa cognição humana.

" The Language Inst¡nct ", obviamente, apresenta uma pesada rede de evidências para sustentar as teses fortes de Pinker. Tal como Chomsky adverte, a contra-exemplificação às hipóteses de uMa gramática universal, ou instinto da linguagem, como diz Pinker, não pode ser reduzida a reflexões argumentativas ou especulações metafísicas. Trata-se de uMa hipótese dentro das ciências naturais, que deve ser refutável sob o peso de evidências empíricas respeitáveis, e, preferentemente, que estejam ancoradas em hipóteses alternativas de mesmo nível explanatório. Caso contrário, pode ser indício, apenas, de fé injustificada no MPCS ou de ceticismo típico de alguma bem conhecida origem filosófica.


SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "Homero" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 15:28

Olá Takata e Marcel

Ainda sobre pais homossexuais e criação de filhos, acho que há um aspecto que devemos também analisar.

Takata: "Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser desprezível ou até ausente."

Influência é um termo neutro, pois pode ser positivo ou negativo. Assim, mesmo que se considere que há influência de pais na criação de filhos, que tipo de influencia seria necessária para preocupar ou até impedir que se tenha o direito de adotar ou criar filhos?

Sabemos que a influência de maus tratos, que pode causar traumas de ongo prazo, pode tirar o pátrio poder de pai e mãe. Por outro lado a influência de gostar de ler, ou mesmo de ser corinthiano ou palmeirense, não.

Assim, se um pai ou mãe tenta influênciar um filho, para que este passe a roubar como meio de vida, parece claro, e razoável, que seja impedida de criar, ou de adotar uma criança. Se um pai ou mãe tentam influênciar um filho para que estude, se forme em uma faculdade, e seja produtivo, não se deve impedir uma adoção ou criação.

Vamos supor que se descubra, sem sombra de dúvida, e contrariando todas as evidências até o momento disponíveis, que a opção sexual é mesmo uma opção. Que pode ser "influênciada" de alguma forma. Por favor, é apenas uma hipótese, todas as evidências apontam o contrário, e qualquer heterossexual pode entender isso se pensar em como seria 'escolher" deixar de ser hetero.:-)

Mas, dentro dessa hipótese, poque seria condenável, ou proibido, essa influência? Ser homossexual não é crime, e não aceitamos o conceito de "pecado" da religião (embora seja possível encontrar religiões em que ser gay não é nem mesmo pecado.:-), não implica em algo desonesto ou daninho. Se for uma escolha, é uma escolha como gostar de verde, ser corinthiano, comer jiló e quiabo, andar de patinete, etc.

Considerando que é a sociedade que discrimina essa pretensa "opção", e não uma falha ou dano intrínseco a ela, se tivermos uma sociedade melhor, que não faça distinção a partir da mesma, porque pais gays não poderiam educar filhos, como pais corinthianos podem?

Porque a "influência" de pais hetero, no sentido de conduzir seus filhos a serem heteros, é "menos perniciosa" que a de pais gays, SE fosse possível que crianças "escolhessem" a atração sexual a partir de exemplos?

A frase recorrente, ao se tentar explicar porque gays tem direito é, "você gostaria de ter um filho gay"? Mas, porque eu não gostaria? Sim, isso me preocuparia, porque esta sociedade trata mal gays, mas e se não tratasse, se fosse apenas uma forma, entre muitas, de se relacionar? Porque eu me preocuparia com isso, e não com a felicidade (ou infelicidade) de meu filho/filha?

A influência mínima, como considerou o Takata, pode ser apenas de educar uma criança a ter menos medo de admitir sua natureza. Dessa forma, uma criança, que criada em família hetero, que sofre por toda vida tentando esconder essa natureza, com medo da reação de sua familia, da sociedade, dos amigos, inclusive formando outra família "hetero", e colocando mais pessoas em sofrimento, pode simplesmente ter mais espaço para ser quem é na família gay.

Ou, mesmo sendo hetero, ser mais tolerante, mais razoável, mais justo, com pessoas gays, e em algum tempo no futuro, formar uma sociedade que reflita isso, essa tolerância e razoabilidade.

Um arbaço.

Homero









--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > Oq estamos discutindo, se há ou não influência dos pais, ou, se há
> > outros que influenciam mais que os pais?
>
> Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser desprezível ou até ausente.
>
> > Aponta-se apenas que há diferentes níveis. Ok?
>
> Um dos quais pode ser virtualmente zero.
>
> > Veja o link que eu mandei da CEBRID, além dos outros, que são
> > baseados em levantamentos bem interessantes.
>
> Eu vi. Estou dizendo é que há controvérsias. Se não houvesse estudos indicando influência dos pais, não seria controvérsia.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>

SUBJECT: senso comum com Simon Viegas
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 15:34

Pois é Simon.
 
Alguém resolveu  contrapor o "senso" cientifico ao senso comum, provavelmente para menosprezar os pobres mortais que não são cientistas, ou seja, 99,99% da espécie humana.
 
O senso comum é fundamento do pensamento cientifico.
PROVA: A DESCOBERTA/invenção da agricultura dez mil anos atrás.
 
A ciência começa com o senso comum, mas falta a muitos cientistas aplicar o senso comum e começar a entender que as ciências precisam se juntar, como finalmente já começa a acontecer com por exemplo, a CIÊNCIA COGNITIVA. Da mesma forma lhes falta a consciência social de que a ciência deve ter formas de apresentação acessiveis ao grande público, sobretudo em áreas como educação, psicologia, biologia, etc.
 
Pretendo, com a ajuda dos amigos, desmontar essa convenção segundo a qual ciencia e senso comum são antagônicos.
 
O pensamento cientifico pode e deve ser praticado pelos não cientistas.
 
Parece que boa parte dos cientistas são elitistas ( e narcisicos). Afinal eles são também "pobres mentais", embora geniais.
 
Abraços
M.Calil
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, March 07, 2012 1:07 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.

 

«Mtnos: "SINTO MUITO, MAS VOCÊS ESTÃO PERDENDO O SENSO COMUM, QUE É PRÉ-REQUISITO DO PENSAMENTO CIENTIFICO."»

Essa eu também não entendi... A ciência não seria justamente o oposto disso do senso comum?

Senso Comum = Verdade popular - Achismo da maioria. Já a Ciência seria uma "verdade" comprovada por métodos científicos.

Exemplos de senso comum:

- "leite com manga faz mal"!. Até hoje tem gente que acredita. ¬¬
- "sentar em banco quente (que alguém acabou de levantar), dá hemorroida". Sempre ouvi isso, nunca li ou ouvi comprovação científica.
- "água gelada faz mal para garganta inflamada". Mito! (segundo consta.. rs)

Um exemplo claro de NÃO senso comum: FÍSICA QUÂNTICA (nada trivial). E que tal fato de nada viajar mais rápido que a luz? (por quê que luz não pega embalo?)


Att,
--
Simon Viegas
Técnico em Informática e Graduando em Sistemas de Informações.
Cel : 71-8898-7219
MAIL / MSN : SimonViegas@gmail.com
Visitem meu blog:
http://EstilingueAtomico.blogspot.com/

PROTEJA MEU ENDEREÇO, COMO ESTOU PROTEGENDO O SEU. ENVIE MENSAGENS COMO "CÓPIA OCULTA" E DELETE OS ENDEREÇOS QUE HOUVEREM NA MENSAGEM RECEBIDA ANTES DE RETRANSMITIR

DICA: Para denunciar um site falso:
http://www.google.com/safebrowsing/report_phish/



Em 6 de março de 2012 18:53, Homero <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:


Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "

Não, não é. Nada, em todos os estudos já feitos, indica isso. O que ocorre é que está deixando seu desconforto com relação ao homossexualismo, sua psiquê com problemas com relação a dois homens que se amam, interferir em seu julgamento.

Parece pensar que todos, inclusive crianças, compartilham desse desconforto, dessa homofobia, que aliás é cultural e ideológica. Não é assim. 

Crianças precisam de afeto, carinho, proteção, conforto, e pais amorosos. Não importa se são do mesmo sexo, e serem do mesmo sexo NÃO indica nada sobre suas capacidades de serem bons pais.

Mesmo que indicasse, e NADA existe que sustente esse absurdo (e o "bom senso" que defende será objeto de crítica logo mais.:-), ainda assim entre crescer em um orfanato, e crescer em uma família, ainda que não a ideal, é melhor opção a família.

Agora o "bom senso"..:-)

Mtnos: "SINTO MUITO, MAS VOCÊS ESTÃO PERDENDO O SENSO COMUM, QUE É PRÉ-REQUISITO DO PENSAMENTO CIENTIFICO."

Pelo contrário, a ciência, e o método científico em especial, são tentativas de escaparmos do "senso comum", do "bom senso", que tende a nos iludir e enganar.

O bom senso é útil, de forma limitada, em relação a coisas simples, e nos ajuda a não enfiar a mão em buracos, pois podem ter animais peçonhentos, ou não andar na beira do precipício, pois podemos cair.

Mas também nos diz que, evidentemente, o Sol gira ao redor da Terra, que continentes não se movem, que objetos mais pesados caem mais depressa, (e, para você, e apenas para você e mais alguns, que pessoas do mesmo sexo não são bons pais), entre outras maluquices.

O método desenvolvido para "testar" o que parece ser "evidente, questão de bom senso", nos trouxe até aqui, e produziu o conjunto de conhecimentos que chamamos de ciência - conhecimento científico. Por isso o rigor exigido para validar afirmações e conclusões, mesmo, ou principalmente, as derivadas do "senso comum".

Quando o Takata apresenta os estudos sobre casais do mesmo sexo, e seus filhos, é isso que ele está fazendo, mostrando que seu "bom senso", derivado de uma criação homofóbica/cultural, de seu preconceito pessoal, e injustificado, está errado.

Pode aceitar isso, pode apresentar estudos que refutem isso. Ou pode "espernear" sem parar, gritando e tapando os ouvidos "lá lá lá, não estou ouvindo, lá lá lá, faz mal sim, lá lá lá..." e assim por diante.

Mas é uma tremenda tolice.:-)

Se há desconforto com pais gays, é com adultos que se sentem "esquisitos" com isso, não com crianças. Se há constrangimento com crianças, filhas de pais gays, é devido a pressão da sociedade, preconceito e estupidez, e é isso que tem de mudar, não a paternidade de pessoas do mesmo sexo. Para entender (se é que deseja isso), veja uma criança e seu primeiro contato com um casal gay, neste video muito bacana: http://www.youtube.com/watch?v=myiRAjF4QHY

Melhores sociedades, mais tolerantes e mais justas, tendem a entender isso. Sociedades homofóbicas tendem a se "fixar" no "bom senso", que de senso e bom não tem nada, para tentar evitar o desconforto do preconceito homofóbico: se eu não puder ver, então posso fingir que não existe.

Sei que não lê nada que é sugerido, nem nenhum dos links postados (é perigoso, não? Pode acabar entendendo seu erro.:-), mas vou postar assim mesmo, quem sabe outra pessoa ache interessante:

Como o bom senso nos atrapalha na compreensão da ciência e do universo

Mtnos: "tome o cuidado para não assumir a defesa de pesquisas que podem ser tão falsas quanto a conclusão enunciada acima, a qual violenta os mais elementares principios de psicopedagogia. "

Esse trecho é interessante, esclarecedor.:-) Ele se iguala a todas as diatribes feitas por malucos diversos, quando as evidências contrariam suas crenças, e não há mais saída a vista: espernear e gritar.

Cardeais Católicos escreveram exatamente o mesmo sobre os trabalhos de Galileu, "tão falsos quanto a conclusão enunciada", a Terra gira ao redor do Sol. Também eles, como você, não tinham evidências, nem estudos, que sustentassem essa afirmação, e também eles, como você, tentaram o "apelo a emoção", as frases "fortes e de impacto", e como você, falharam e passaram ridículo.

Você não tem a mais remota ideia do que sejam os mais princípios de psicopedagogia, elementares ou não. A menor. Tem apenas o seu desconforto pessoal, que pretende universal: se eu me sinto assim, só de pensar em um casal gay, ENTÃO todas as pessoas, e crianças, devem também sentir. E isso "deve" fazer mal.

Bem, você não é a medida de todas as coisas, pelo contrário. É apenas alguém que tem medo do que desconhece, e uma cultura homofóbica que o faz reagir dessa forma, tentando ignorar os estudos que refutam sua posição, e "ganhar no grito".

Por sorte, ninguém liga muito mesmo para gritos, seus gritos, e casais amorosos, de qualquer sexo, continuaram a adotar e a cuidar de órfãos que necessitem.

Homero

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Pesky Bee" <peskybee2@...> escreveu
>
> Longe eu de querer entrar nessa discussão (cruz credo!),
> mas caríssimo coléga Calil, tu não achas que tu só poderias
> dizer que essa conclusão é "absurda" se tu tivesses apresentado
> um estudo que concluisse pelo oposto do que foi apresentado?
>
> Tu sabes, né? Se valesse o "ultrajamento" que uma pessoa
> sente em relação a uma alegação, estaríamos todos nós ainda
> debaixo do sistema Ptolemaico, achando que o Sol é que gira
> em torno da Terra. Afinal, o Sol girar em torno da Terra
> é de uma obviedade gritante! Quem em sã consciência iria
> negar isso ao ver o astro-rei deslocando-se de leste a
> oeste, todo santo dia?
>
> Mas eis que nos lembramos que o mundo não funciona como
> sonhamos (ou queremos) que ele funcione. E a ciência está
> aí para dizer que não parece haver diferença notória entre
> a educação recebida por uma criança sob o teto de um casal
> de homossexuais. E eu não me surpreenderia se essa criança
> saísse até melhor do que as "normais", já que teria uma
> lição de tolerância à diversidade desde a mais tenra idade.
>
> *PB*
>
>
>
> From: Mtnos Calil
> Sent: Tuesday, March 06, 2012 3:10 PM
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Subject: [ciencialist] A PESQUISA DA FALÁCIA ou A FALÁCIA DA PESQUISA - com Takata.
>
>
>
>
> Prezado Roberto.
>
> Você lê um artigo que trás uma informação como essa e já vai julgando verdadeira a informação, sem avaliar a pesquisa, sua metodologia, etc?
>
> "No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos"
>
> Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil.
>
> Recomendo a você que em casos como esse, tome o cuidado para não assumir a defesa de pesquisas que podem ser tão falsas quanto a conclusão enunciada acima, a qual violenta os mais elementares principios de psicopedagogia.
>
> Psiquiatras já estão defendendo o absurdo. Espero que o mesmo não ocorra generalizadamente com os psicólogos. Eis aí uma bela oportunidade para conselhor regional de psicologia se manifestar e dar um puxão de orelhas na associação de psiquiatria dos states.
>
> Abraços
> M.Calil
>
>
>
>
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: roberto
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, March 06, 2012 2:49 PM
> Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > Quanto a influência, qualquer um que já é pai ou que conheça do
> > assunto, sabe que o tipo de criação provindo de um determinado
> > ambiente familiar, logicamente influencia psicologicamente uma
> > criança. Óbvio! É bem esclarecido como eles aprendem demasiadamente
> > por imitação!
>
> Não é tão óbvio. No caso de casais homoafetivos, as pesquisas indicam não haver nenhuma diferença detectável nos parâmetros psicológicos de crianças criadas por eles em relação a crianças criadas por casais heteroafetivos.
>
> E há uma certa controvérsia sobre a relevância da influência dos pais no comportamento e na personalidade dos filhos em comparação a outras influências como amigos e meios de comunicação.
>
> "Three propositions that are central to J. R. Harris's group socialization theory (1995, 1998) are considered in this review. These propositions are as follows: (a) Parental behaviors have no long-term effects on children's psychological characteristics, (b) peer groups are the primary environmental influence on psychological functioning, and (c) dyadic relationships are situation-specific and do not generalize. The evidence that J. R. Harris has outlined in support of each of these propositions is reviewed, as is additional empirical research not considered by J. R. Harris. Serious limitations to each proposition are identified. The available evidence is more consistent with a model of multiple socialization agents. An expanded research agenda that permits a more definitive test of J. R. Harris's propositions and social relationship theory is proposed."
> http://psycnet.apa.org/journals/dev/36/6/699/
>
> "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older siblings and peers."
> http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
> ---------
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "marcelleandro2009" <marcelleandro2009@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 15:36

Roberto,

Entre as controversas, não esqueçamos que a influência de pais>filhos, sobre este hábito, não se limita aos pais usarem droga ou não. O cenário é mais amplo. Demais influências de educação e laços familiares, mesmo sobre esta questão (uso de drogas), também existem.

Marcel

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > Oq estamos discutindo, se há ou não influência dos pais, ou, se há
> > outros que influenciam mais que os pais?
>
> Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser desprezível ou até ausente.
>
> > Aponta-se apenas que há diferentes níveis. Ok?
>
> Um dos quais pode ser virtualmente zero.
>
> > Veja o link que eu mandei da CEBRID, além dos outros, que são
> > baseados em levantamentos bem interessantes.
>
> Eu vi. Estou dizendo é que há controvérsias. Se não houvesse estudos indicando influência dos pais, não seria controvérsia.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: PARABÉNS AO ORACULO DE ATIBAIA
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 15:46

POR SUA COMPETÊNCIA "INVEJÁVEL" DE DEMONSTRAR O ÓBVIO COM UMA PACIÊNCIA E DIDATICA INCOMUNS. ESSA VIRTUDE É ESSENCIAL PARA DIFUNDIR O PENSAMENTO CIENTIFICO FORA DO CIRCULO ACADÊMICO NARCISICO. VOU PROCURAR UM PATROCINADOR PARA O HOMERO EXERCER SUA SANTA PACIÊNCIA NA REDAÇÃO DE TEXTOS EM DEFESA DA IDEOLOGIA COM OS QUAIS ELE CONCORDA.
 
Abraços
M.Calil
 
Ps1. Coloquei o "invejável" entre aspas, pois a inveja é uma das mais graves perturbações do psiquismo humano que afeta as pessoas super-frustradas, que não toleram o sucesso de seu semelhante porque se sentem fracassadas na vida.  (agora fui didático e resumido... hehehe).
 
Ps2. Que tal a criação de uma associação HOMOHÉTERO para discutir a psicologia infantil?
 
----- Original Message -----
From: Homero
Sent: Wednesday, March 07, 2012 3:28 PM
Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE

 

Olá Takata e Marcel


Ainda sobre pais homossexuais e criação de filhos, acho que há um aspecto que devemos também analisar.

Takata: "Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser desprezível ou até ausente."

Influência é um termo neutro, pois pode ser positivo ou negativo. Assim, mesmo que se considere que há influência de pais na criação de filhos, que tipo de influencia seria necessária para preocupar ou até impedir que se tenha o direito de adotar ou criar filhos?

Sabemos que a influência de maus tratos, que pode causar traumas de ongo prazo, pode tirar o pátrio poder de pai e mãe. Por outro lado a influência de gostar de ler, ou mesmo de ser corinthiano ou palmeirense, não.

Assim, se um pai ou mãe tenta influênciar um filho, para que este passe a roubar como meio de vida, parece claro, e razoável, que seja impedida de criar, ou de adotar uma criança. Se um pai ou mãe tentam influênciar um filho para que estude, se forme em uma faculdade, e seja produtivo, não se deve impedir uma adoção ou criação.

Vamos supor que se descubra, sem sombra de dúvida, e contrariando todas as evidências até o momento disponíveis, que a opção sexual é mesmo uma opção. Que pode ser "influênciada" de alguma forma. Por favor, é apenas uma hipótese, todas as evidências apontam o contrário, e qualquer heterossexual pode entender isso se pensar em como seria 'escolher" deixar de ser hetero.:-)

Mas, dentro dessa hipótese, poque seria condenável, ou proibido, essa influência? Ser homossexual não é crime, e não aceitamos o conceito de "pecado" da religião (embora seja possível encontrar religiões em que ser gay não é nem mesmo pecado.:-), não implica em algo desonesto ou daninho. Se for uma escolha, é uma escolha como gostar de verde, ser corinthiano, comer jiló e quiabo, andar de patinete, etc.

Considerando que é a sociedade que discrimina essa pretensa "opção", e não uma falha ou dano intrínseco a ela, se tivermos uma sociedade melhor, que não faça distinção a partir da mesma, porque pais gays não poderiam educar filhos, como pais corinthianos podem?

Porque a "influência" de pais hetero, no sentido de conduzir seus filhos a serem heteros, é "menos perniciosa" que a de pais gays, SE fosse possível que crianças "escolhessem" a atração sexual a partir de exemplos?

A frase recorrente, ao se tentar explicar porque gays tem direito é, "você gostaria de ter um filho gay"? Mas, porque eu não gostaria? Sim, isso me preocuparia, porque esta sociedade trata mal gays, mas e se não tratasse, se fosse apenas uma forma, entre muitas, de se relacionar? Porque eu me preocuparia com isso, e não com a felicidade (ou infelicidade) de meu filho/filha?

A influência mínima, como considerou o Takata, pode ser apenas de educar uma criança a ter menos medo de admitir sua natureza. Dessa forma, uma criança, que criada em família hetero, que sofre por toda vida tentando esconder essa natureza, com medo da reação de sua familia, da sociedade, dos amigos, inclusive formando outra família "hetero", e colocando mais pessoas em sofrimento, pode simplesmente ter mais espaço para ser quem é na família gay.

Ou, mesmo sendo hetero, ser mais tolerante, mais razoável, mais justo, com pessoas gays, e em algum tempo no futuro, formar uma sociedade que reflita isso, essa tolerância e razoabilidade.

Um arbaço.

Homero









--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > Oq estamos discutindo, se há ou não influência dos pais, ou, se há
> > outros que influenciam mais que os pais?
>
> Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser desprezível ou até ausente.
>
> > Aponta-se apenas que há diferentes níveis. Ok?
>
> Um dos quais pode ser virtualmente zero.
>
> > Veja o link que eu mandei da CEBRID, além dos outros, que são
> > baseados em levantamentos bem interessantes.
>
> Eu vi. Estou dizendo é que há controvérsias. Se não houvesse estudos indicando influência dos pais, não seria controvérsia.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Método com Luiz Eduardo.
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 15:50

-----Mensagem Original-----
From: Mtnos Calil
Subject: [ciencialist] Método com Luiz Eduardo.

> Pode me explicar por favor o que é Método?
> Parece que esta palavrinha foi vitima da esquizofrenia linguistica que
> atribui a uma mesma palavras os mais variados sentidos, para que assim a
> comunicação entre os seres humano se torne a mais confusa possivel.

Posso me intrometer nesta conversa particular? ;-)

Parodiando Rubem Alves eu costumo dizer o seguinte:

Na maioria das vezes não sei o que as pessoas querem dizer quando usam a
expressão método científico. É curioso o poder mágico que essa locução
possui. Quando alguém afirma que a coisa se resolve através do método
científico, todos se calam como se, de repente, tivesse raiado a mais
radiosa luz em suas mentes. Às vezes eu chego a suspeitar que elas se calam
não porque a luz tenha raiado, mas por puro medo. Medo de perguntar o que é
método científico.

Mais sobre o assunto você poderá ler em um editorial que escrevi em 2006
intitulado «Os vários métodos científicos»:
http://ecientificocultural.com.br/ECC3/editor45.htm

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 15:55

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> Entre as controversas, não esqueçamos que a influência de pais
> filhos, sobre este hábito, não se limita aos pais usarem droga ou
> não. O cenário é mais amplo. Demais influências de educação e laços
> familiares, mesmo sobre esta questão (uso de drogas), também
> existem.

Sim, pode ser mais amplo - ou não. Estou apontando que não é uma coisa óbvia. Há dados q contradizem. É possível se racionalizar de n formas diferentes pra explicar isso sob a hipótese da influência decisiva da criação. Não é essa a proposta, é apenas mostrar que isso não é algo que está claro no momento atual das pesquisas (ao contrário da situação da criação por pais homoafetivos e o desenvolvimento psicológico das crianças em que há uma ampla coleção de dados que indicam que não há diferenças entre crianças criadas por pais heteroafetivos e homoafetivos).

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 16:15

É preciso lembrar que em muitos casos a tal da
influência pais->filhos, se realmente existir,
pode acabar sendo sob a forma de uma correlação negativa.
 
Sabemos que muitos adolescentes costumam perseguir valores
opostos aos de seus pais. Já vi casos de adolescentes
bastante rebeldes em famílias "quietinhas", assim
como outros bastante "certinhos" em uma família de
pais bem agitados e festeiros.
 
Isso tudo é só para colocar mais areia nesse virabrequim,
já que seria possível pensar em filhos altamente heterossexuais
justamente por terem sido criados em familias homo. Pronto,
agora o Mtnos poderá enfiar mais uma agulha no vodoo que ele
deve ter feito de mim e de outros por aqui ;-)
 
*PB*
 
 
 
-----Mensagem Original-----
From: marcelleandro2009
Sent: Wednesday, March 07, 2012 3:36 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
 
Roberto,
 
Entre as controversas, não esqueçamos que a influência de pais>filhos, sobre este hábito,  não se limita aos pais usarem droga ou não. O cenário é mais amplo. Demais influências de educação e laços familiares, mesmo sobre esta questão (uso de drogas), também existem.
 
Marcel
 
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > Oq estamos discutindo, se há ou não influência dos pais, ou, se há
> > outros que influenciam mais que os pais?
>
> Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser desprezível ou até ausente.
>
> > Aponta-se apenas que há diferentes níveis. Ok?
>
> Um dos quais pode ser virtualmente zero.
>
> > Veja o link que eu mandei da CEBRID, além dos outros, que são
> > baseados em levantamentos bem interessantes.
>
> Eu vi. Estou dizendo é que há controvérsias. Se não houvesse estudos indicando influência dos pais, não seria controvérsia.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
 
 
 
 
------------------------------------
 
#####   #####   #####
 
Página de apoio
http://www.ciencialist.com
 
 
#####   #####   #####   #####Links do Yahoo! Grupos
 
<*> Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
    http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
 
<*> Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
    ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
 
<*> O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos:
    http://br.yahoo.com/info/utos.html
 

SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 16:17

> No fim, talvez tudo isso esteja ligado a um fator mais básico, mas que
> temos dificuldade em aceitar: predisposição genética
 
Concordo totalmente com isso, e até mesmo com a escolha
de palavras. Parece que temos dificuldades de aceitar
(uns mais outros menos) algo que deve ter predisposição
genética (e com predisposição deve-se entender "inclinação
que pode não ser determinante", dependendo das reais
condições do restante da educação).
 
Um outro fator, que é importante justamente na orientação
sexual, é o momento em que isso se processa: em geral,
da pré-adolescência em diante, que é quando as "coisas lá
embaixo da cintura" entram em erupção. E nesse momento, a
família já é secundária em termos de influência, sendo o grupo
de amigos e o ambiente da escola mais preponderantes. Mais
uma agulha para o Mtnos Calil enfiar no vodoo!
 
*PB*
 
 
 
 
-----Mensagem Original-----
From: Alvaro Augusto (L)
Sent: Wednesday, March 07, 2012 12:20 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
 
 
Em 07/03/2012 11:51, roberto escreveu:
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
>> Por exemplo, já foi constatado que no tabagismo, o fato de se ter
>> pais fumantes e familiares próximos (ambiente familiar), influencia
>> os filhos a serem um pouco mais receptivos à este hábito.
> Aí q eu digo que há controvérsias e citei:
>
>>> "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older
>>> siblings and peers."
>>> http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
>>> ---------
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>
 
No fim, talvez tudo isso esteja ligado a um fator mais básico, mas que
temos dificuldade em aceitar: predisposição genética.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
 
------------------------------------
 
#####   #####   #####
 
Página de apoio
http://www.ciencialist.com
 
 
#####   #####   #####   #####Links do Yahoo! Grupos
 
<*> Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
    http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
 
<*> Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
    ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
 
<*> O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos:
    http://br.yahoo.com/info/utos.html
 

SUBJECT: Re: [ciencialist] A PESQUISA
FROM: "Pesky Bee" <peskybee2@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 16:19

Não sei como o Ferrarizão saiu, mas pelo pouco que
me lembro dele realmente ele era um "contestador"
(para ser infantilmente minimizador dos fatos).
 
Eu adoraria ter o Ferrari de volta, gosto muito de
lidar com maluc.. quero dizer, com gente que pensa diferente.
 
*PB*
 
 
 
Sent: Wednesday, March 07, 2012 1:38 PM
Subject: Re: [ciencialist] A PESQUISA
 



Ciência é um método.
E pode ser aplicado a qualquer fenômeno.

Agora... tem que ter um método que respeite as exigencias do "método científico".
Não é o que tenho visto por aqui... terra dos dogmas dos agora periféricos dos publicadores em revistas.

E não era esse meu foco.
Meu foco era sobre liberdade de expressão, caso antigo, caso Ferrari,
um questionador do método
e que daqui foi escorraçado.

L.E.


==================


At 10:45 07/03/2012 -0300, you wrote:


Já li de relance por aqui que muitos consideram a psicologia
como algo longe da seara da ciência. Permitam-me agregar
algumas monossilábicas palavras sobre o assunto.
 
Há psicologias e "psicologias". Se o sujeito estiver falando
da psicodinâmica freudiana, até concordo que isso está mais
para o lado da filosofia do que da ciência (em que pese alguns
recentes estudos neurocientíficos que encontraram mecanismos
neurais para coisas como a repressão freudiana).
 
Outro tipo de psicologia que não é ciência são as várias
linhagens das psicologias humanistas (Carl Rogers, Abraham
Maslow e outros).
 
Mas existem diversas psicologias que são bastante científicas.
É o caso da psicologia cognitiva e do behaviorismo. A primeira
tem íntimas ligações com a neurociência, a ponto de, na
intersecção das duas, ter-se formado uma disciplina relativamente
recente (a neurociência cognitiva). Modelos das emoções humanas
também tem sido também objeto de suporte empírico.
 
Então dá para concluir que "psicologia é ciência" ou "psicologia
não é ciência" são ambas alegações problemáticas.
 
*PB*
 
 
 
 
From: Luiz Eduardo
Sent: Tuesday, March 06, 2012 8:41 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: [ciencialist] A PESQUISA
 


At 21:53 06/03/2012 +0000, you wrote:


Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "




To perplexo.

Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
o divertido Ferrari foi expulso...

e agora vocês permitem e estimulam a discusão de...
PSICOLOGIA...
como Ciência ?


Estarão todas aqui enfim saindo do armário ?

Quantas surpresas a vida não nos reserva.

Periga estar ficando cheio de restaurante vegetariano em Barretos.

L.E.


===============================

SUBJECT: Re: A PESQUISA
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 16:32

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Pesky Bee" <peskybee2@...>
> Não sei como o Ferrarizão saiu

Tto qto eu sei, ele saiu por vontade própria.

Nos registros de atividades de gerenciamento não consta nenhuma ação de expulsão contra o gajo.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] A PESQUISA
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 16:33

Não é suficiente ser contestador. Proponentes de motos perpétuos, alguns dos quais estão silenciosos nesta lista, também são contestadores, mas o trabalho deles não vai dar em nada. É necessário ser contestador na direção certa.

[ ]s

Alvaro Augusto


Em 07/03/2012 16:19, Pesky Bee escreveu:
Não sei como o Ferrarizão saiu, mas pelo pouco que
me lembro dele realmente ele era um "contestador"
(para ser infantilmente minimizador dos fatos).
 
Eu adoraria ter o Ferrari de volta, gosto muito de
lidar com maluc.. quero dizer, com gente que pensa diferente.
 
*PB*
 
 
 
Sent: Wednesday, March 07, 2012 1:38 PM
Subject: Re: [ciencialist] A PESQUISA
 



Ciência é um método.
E pode ser aplicado a qualquer fenômeno.

Agora... tem que ter um método que respeite as exigencias do "método científico".
Não é o que tenho visto por aqui... terra dos dogmas dos agora periféricos dos publicadores em revistas.

E não era esse meu foco.
Meu foco era sobre liberdade de expressão, caso antigo, caso Ferrari,
um questionador do método
e que daqui foi escorraçado.

L.E.


==================


At 10:45 07/03/2012 -0300, you wrote:


Já li de relance por aqui que muitos consideram a psicologia
como algo longe da seara da ciência. Permitam-me agregar
algumas monossilábicas palavras sobre o assunto.
 
Há psicologias e "psicologias". Se o sujeito estiver falando
da psicodinâmica freudiana, até concordo que isso está mais
para o lado da filosofia do que da ciência (em que pese alguns
recentes estudos neurocientíficos que encontraram mecanismos
neurais para coisas como a repressão freudiana).
 
Outro tipo de psicologia que não é ciência são as várias
linhagens das psicologias humanistas (Carl Rogers, Abraham
Maslow e outros).
 
Mas existem diversas psicologias que são bastante científicas.
É o caso da psicologia cognitiva e do behaviorismo. A primeira
tem íntimas ligações com a neurociência, a ponto de, na
intersecção das duas, ter-se formado uma disciplina relativamente
recente (a neurociência cognitiva). Modelos das emoções humanas
também tem sido também objeto de suporte empírico.
 
Então dá para concluir que "psicologia é ciência" ou "psicologia
não é ciência" são ambas alegações problemáticas.
 
*PB*
 
 
 
 
From: Luiz Eduardo
Sent: Tuesday, March 06, 2012 8:41 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: [ciencialist] A PESQUISA
 


At 21:53 06/03/2012 +0000, you wrote:


Como o Pesky, eu não queria entrar nessa discussão absurda e maluca. Mas, como disseram antes, as vezes é importante para esclarecer os que apenas leem a lista.

Mtnos: "Esse é o maior aburdo que já ouvi na vida em matéria de psicologia infantil. "




To perplexo.

Por muito menos, por discutir CIENCIAS SOCIAIS...
o divertido Ferrari foi expulso...

e agora vocês permitem e estimulam a discusão de...
PSICOLOGIA...
como Ciência ?


Estarão todas aqui enfim saindo do armário ?

Quantas surpresas a vida não nos reserva.

Periga estar ficando cheio de restaurante vegetariano em Barretos.

L.E.


===============================


SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "marcelleandro2009" <marcelleandro2009@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 17:07

Homero,

> Homero: "...A frase recorrente, ao se tentar explicar porque gays tem direito é, "você gostaria de ter um filho gay"? Mas, porque eu não gostaria? Sim, isso me preocuparia, porque esta sociedade trata mal gays, mas e se não tratasse, se fosse apenas uma forma, entre muitas, de se relacionar? Porque eu me preocuparia com isso, e não com a felicidade (ou infelicidade) de meu filho/filha?..."

É uma abordagem importante. Eu vejo que existe um círculo vicioso, onde...como a sociedade lida com esta diferença hoje é onde se alimenta toda esta rejeição no futuro. Consideremos também o atual estereótipo de um homessexual, que é extremamente forte e joga contra toda esta causa.

Veja, por exemplo, a KHda que a Globo está fazendo atualmente. Insistiu gradualmente, e também em causa própria (muitos diretores), novela após novela, em incluir personagens homessexuais. E para que? Para serem motivo de piada e ridicularizarão! Está influenciando toda uma geração a ter um leque extenso de conteúdo para fazer bullying com estas pessoas, e a aumentar ainda mais o preconceito.
Quem vai querer ter um filho que possa ser chamado de Crô, da atual novela? Ou de Valéria Vasques?
Hoje a exposição na mídia é maior, mas, corre o risco de prejudicar mais do que ajudar.

Marcel





--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Homero" <oraculo@...> escreveu
>
> Olá Takata e Marcel
> Ainda sobre pais homossexuais e criação de filhos, acho que há um
> aspecto que devemos também analisar.
> Takata: "Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser
> desprezível ou até ausente."
> Influência é um termo neutro, pois pode ser positivo ou negativo.
> Assim, mesmo que se considere que há influência de pais na
> criação de filhos, que tipo de influencia seria necessária para
> preocupar ou até impedir que se tenha o direito de adotar ou criar
> filhos?
> Sabemos que a influência de maus tratos, que pode causar traumas de
> ongo prazo, pode tirar o pátrio poder de pai e mãe. Por outro lado
> a influência de gostar de ler, ou mesmo de ser corinthiano ou
> palmeirense, não.
> Assim, se um pai ou mãe tenta influênciar um filho, para que este
> passe a roubar como meio de vida, parece claro, e razoável, que seja
> impedida de criar, ou de adotar uma criança. Se um pai ou mãe
> tentam influênciar um filho para que estude, se forme em uma
> faculdade, e seja produtivo, não se deve impedir uma adoção ou
> criação.
> Vamos supor que se descubra, sem sombra de dúvida, e contrariando
> todas as evidências até o momento disponíveis, que a opção
> sexual é mesmo uma opção. Que pode ser "influênciada" de alguma
> forma. Por favor, é apenas uma hipótese, todas as evidências
> apontam o contrário, e qualquer heterossexual pode entender isso se
> pensar em como seria 'escolher" deixar de ser hetero.:-)
> Mas, dentro dessa hipótese, poque seria condenável, ou proibido,
> essa influência? Ser homossexual não é crime, e não
> aceitamos o conceito de "pecado" da religião (embora seja possível
> encontrar religiões em que ser gay não é nem mesmo pecado.:-),
> não implica em algo desonesto ou daninho. Se for uma escolha, é
> uma escolha como gostar de verde, ser corinthiano, comer jiló e
> quiabo, andar de patinete, etc.
> Considerando que é a sociedade que discrimina essa pretensa
> "opção", e não uma falha ou dano intrínseco a ela, se tivermos
> uma sociedade melhor, que não faça distinção a partir da mesma,
> porque pais gays não poderiam educar filhos, como pais corinthianos
> podem?
> Porque a "influência" de pais hetero, no sentido de conduzir seus
> filhos a serem heteros, é "menos perniciosa" que a de pais gays, SE
> fosse possível que crianças "escolhessem" a atração sexual a
> partir de exemplos?
> A frase recorrente, ao se tentar explicar porque gays tem direito é,
> "você gostaria de ter um filho gay"? Mas, porque eu não gostaria?
> Sim, isso me preocuparia, porque esta sociedade trata mal gays, mas e se
> não tratasse, se fosse apenas uma forma, entre muitas, de se
> relacionar? Porque eu me preocuparia com isso, e não com a felicidade
> (ou infelicidade) de meu filho/filha?
> A influência mínima, como considerou o Takata, pode ser apenas de
> educar uma criança a ter menos medo de admitir sua natureza. Dessa
> forma, uma criança, que criada em família hetero, que sofre por
> toda vida tentando esconder essa natureza, com medo da reação de sua
> familia, da sociedade, dos amigos, inclusive formando outra família
> "hetero", e colocando mais pessoas em sofrimento, pode simplesmente ter
> mais espaço para ser quem é na família gay.
> Ou, mesmo sendo hetero, ser mais tolerante, mais razoável, mais
> justo, com pessoas gays, e em algum tempo no futuro, formar uma
> sociedade que reflita isso, essa tolerância e razoabilidade.
> Um arbaço.
> Homero
>
>
>
>
>
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@>
> escreveu
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > > Oq estamos discutindo, se há ou não influência dos pais,
> ou, se há
> > > outros que influenciam mais que os pais?
> >
> > Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser
> desprezível ou até ausente.
> >
> > > Aponta-se apenas que há diferentes níveis. Ok?
> >
> > Um dos quais pode ser virtualmente zero.
> >
> > > Veja o link que eu mandei da CEBRID, além dos outros, que são
> > > baseados em levantamentos bem interessantes.
> >
> > Eu vi. Estou dizendo é que há controvérsias. Se não
> houvesse estudos indicando influência dos pais, não seria
> controvérsia.
> >
> > []s,
> >
> > Roberto Takata
> >
>




SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "marcelleandro2009" <marcelleandro2009@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 17:23

Homero,

Agora outro ponto de vista;

> Homero: "...Vamos supor que se descubra, sem sombra de dúvida, e contrariando todas as evidências até o momento disponíveis, que a opção sexual é mesmo uma opção. Que pode ser "influênciada" de alguma forma. Por favor, é apenas uma hipótese, todas as evidências apontam o contrário, e qualquer heterossexual pode entender isso se pensar em como seria 'escolher" deixar de ser hetero.:-)... Mas, dentro dessa hipótese, poque seria condenável, ou proibido, essa influência?"

Pode não ser tão simples de se concluir em alguns casos. Veja o exemplo do link abaixo. Até onde este menino está "optando", ou está sendo influenciado, ou tem pré-disposição? Até onde é valido este tipo de tratamento nesta idade? É condenável ou não, uma certa influencia (as mães no mínimo autorizaram o tratamento), neste caso? E por último, até onde um caso como este não prejudica toda esta causa de adoção?

http://www.hospitaldalma.com/2011/10/menino-inicia-tratamento-de-mudanca-de.html

Marcel





--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Homero" <oraculo@...> escreveu
>
> Olá Takata e Marcel
> Ainda sobre pais homossexuais e criação de filhos, acho que há um
> aspecto que devemos também analisar.
> Takata: "Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser
> desprezível ou até ausente."
> Influência é um termo neutro, pois pode ser positivo ou negativo.
> Assim, mesmo que se considere que há influência de pais na
> criação de filhos, que tipo de influencia seria necessária para
> preocupar ou até impedir que se tenha o direito de adotar ou criar
> filhos?
> Sabemos que a influência de maus tratos, que pode causar traumas de
> ongo prazo, pode tirar o pátrio poder de pai e mãe. Por outro lado
> a influência de gostar de ler, ou mesmo de ser corinthiano ou
> palmeirense, não.
> Assim, se um pai ou mãe tenta influênciar um filho, para que este
> passe a roubar como meio de vida, parece claro, e razoável, que seja
> impedida de criar, ou de adotar uma criança. Se um pai ou mãe
> tentam influênciar um filho para que estude, se forme em uma
> faculdade, e seja produtivo, não se deve impedir uma adoção ou
> criação.
> Vamos supor que se descubra, sem sombra de dúvida, e contrariando
> todas as evidências até o momento disponíveis, que a opção
> sexual é mesmo uma opção. Que pode ser "influênciada" de alguma
> forma. Por favor, é apenas uma hipótese, todas as evidências
> apontam o contrário, e qualquer heterossexual pode entender isso se
> pensar em como seria 'escolher" deixar de ser hetero.:-)
> Mas, dentro dessa hipótese, poque seria condenável, ou proibido,
> essa influência? Ser homossexual não é crime, e não
> aceitamos o conceito de "pecado" da religião (embora seja possível
> encontrar religiões em que ser gay não é nem mesmo pecado.:-),
> não implica em algo desonesto ou daninho. Se for uma escolha, é
> uma escolha como gostar de verde, ser corinthiano, comer jiló e
> quiabo, andar de patinete, etc.
> Considerando que é a sociedade que discrimina essa pretensa
> "opção", e não uma falha ou dano intrínseco a ela, se tivermos
> uma sociedade melhor, que não faça distinção a partir da mesma,
> porque pais gays não poderiam educar filhos, como pais corinthianos
> podem?
> Porque a "influência" de pais hetero, no sentido de conduzir seus
> filhos a serem heteros, é "menos perniciosa" que a de pais gays, SE
> fosse possível que crianças "escolhessem" a atração sexual a
> partir de exemplos?
> A frase recorrente, ao se tentar explicar porque gays tem direito é,
> "você gostaria de ter um filho gay"? Mas, porque eu não gostaria?
> Sim, isso me preocuparia, porque esta sociedade trata mal gays, mas e se
> não tratasse, se fosse apenas uma forma, entre muitas, de se
> relacionar? Porque eu me preocuparia com isso, e não com a felicidade
> (ou infelicidade) de meu filho/filha?
> A influência mínima, como considerou o Takata, pode ser apenas de
> educar uma criança a ter menos medo de admitir sua natureza. Dessa
> forma, uma criança, que criada em família hetero, que sofre por
> toda vida tentando esconder essa natureza, com medo da reação de sua
> familia, da sociedade, dos amigos, inclusive formando outra família
> "hetero", e colocando mais pessoas em sofrimento, pode simplesmente ter
> mais espaço para ser quem é na família gay.
> Ou, mesmo sendo hetero, ser mais tolerante, mais razoável, mais
> justo, com pessoas gays, e em algum tempo no futuro, formar uma
> sociedade que reflita isso, essa tolerância e razoabilidade.
> Um arbaço.
> Homero
>
>
>
>
>
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@>
> escreveu
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > > Oq estamos discutindo, se há ou não influência dos pais,
> ou, se há
> > > outros que influenciam mais que os pais?
> >
> > Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser
> desprezível ou até ausente.
> >
> > > Aponta-se apenas que há diferentes níveis. Ok?
> >
> > Um dos quais pode ser virtualmente zero.
> >
> > > Veja o link que eu mandei da CEBRID, além dos outros, que são
> > > baseados em levantamentos bem interessantes.
> >
> > Eu vi. Estou dizendo é que há controvérsias. Se não
> houvesse estudos indicando influência dos pais, não seria
> controvérsia.
> >
> > []s,
> >
> > Roberto Takata
> >
>




SUBJECT: EMC ejeção de massa coronal
FROM: "Franklin DS:." <franklinds@gmail.com>
TO: Nathália Ingrid Carvalho Silva <similia@gmail.com>, Mcocar - RR <carvalhomarcosadv@yahoo.com.br>, ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 17:24

Partículas de sol atingem a Terra nesta semana

De acordo com o Centro de Prognósticos Climatológicos espaciais (SWPC), partículas de uma forte erupção no sol devem continuar atingindo a Terra nesta quarta-feira, o que teria começado ainda na segunda-feira

Publicado em: 7 de março de 2012

Partículas de sol atingem a Terra nesta semana

De acordo com o Centro de Prognósticos Climatológicos espaciais (SWPC), partículas de uma forte erupção no sol devem continuar atingindo a Terra nesta quarta-feira, o que teria começado ainda na segunda-feira.

A SWPC informou que a tempestade foi diagnosticada como classe X 1.1, assim sendo, uma das mais poderosas erupções solares que já ocorreram no Universo. Tão forte o fato, que o campo magnético do planeta pode ser alterado, obrigando assim, aviões a mudarem a rota.

Este ano, como já havia sido previsto, as tempestades solares serão intensas e, de acordo com os especialistas, desde o ano de 2005 o episódio vem aumentando consideravelmente. O fenômeno pode inclusive interferir nos meios de comunicações.

No entanto, com o aumento das tempestades, um fenômeno é mais facilmente verificado, as auroras boreais, que embelezam diversos lugares com suas cores vibrantes e luminosas.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: Rafael Picate <rpicate@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 17:27

Tem uma questão importante que são os valores, de cara podemos pensar num ex-presidente e seu filho "ronaldinho", mas vamos para outro exemplo para não ferir suscetibilidades. Famílias de mafiosos que perpetuam  valores destrutivos para uma sociedade. Qual é a certeza de que os gays perpetuariam valores maléficos? 
Rafael



Em 7 de março de 2012 16:15, Pesky Bee <peskybee2@gmail.com> escreveu:
 

É preciso lembrar que em muitos casos a tal da
influência pais->filhos, se realmente existir,
pode acabar sendo sob a forma de uma correlação negativa.
 
Sabemos que muitos adolescentes costumam perseguir valores
opostos aos de seus pais. Já vi casos de adolescentes
bastante rebeldes em famílias "quietinhas", assim
como outros bastante "certinhos" em uma família de
pais bem agitados e festeiros.
 
Isso tudo é só para colocar mais areia nesse virabrequim,
já que seria possível pensar em filhos altamente heterossexuais
justamente por terem sido criados em familias homo. Pronto,
agora o Mtnos poderá enfiar mais uma agulha no vodoo que ele
deve ter feito de mim e de outros por aqui ;-)
 
*PB*
 
 
 
-----Mensagem Original-----
From: marcelleandro2009
Sent: Wednesday, March 07, 2012 3:36 PM
Subject: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
 
Roberto,
 
Entre as controversas, não esqueçamos que a influência de pais>filhos, sobre este hábito,  não se limita aos pais usarem droga ou não. O cenário é mais amplo. Demais influências de educação e laços familiares, mesmo sobre esta questão (uso de drogas), também existem.
 
Marcel
 
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > Oq estamos discutindo, se há ou não influência dos pais, ou, se há
> > outros que influenciam mais que os pais?
>
> Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser desprezível ou até ausente.
>
> > Aponta-se apenas que há diferentes níveis. Ok?
>
> Um dos quais pode ser virtualmente zero.
>
> > Veja o link que eu mandei da CEBRID, além dos outros, que são
> > baseados em levantamentos bem interessantes.
>
> Eu vi. Estou dizendo é que há controvérsias. Se não houvesse estudos indicando influência dos pais, não seria controvérsia.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
 
 
 
 
------------------------------------
 
#####   #####   #####
 
Página de apoio
 
 
#####   #####   #####   #####Links do Yahoo! Grupos
 
<*> Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
 
<*> Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
 
<*> O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos:
 



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A PESQUISA
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 17:33

-----Mensagem Original-----
From: roberto
Sent: Wednesday, March 07, 2012 4:32 PM
Subject: [ciencialist] Re: A PESQUISA

> > Não sei como o Ferrarizão saiu

> Tto qto eu sei, ele saiu por vontade própria.
> Nos registros de atividades de gerenciamento não consta nenhuma ação de
> expulsão contra o gajo.

Também não lembro de ninguém que tenha sido expulso da Ciencialist.
Massacrados sim, mas isto eu acho que faz parte do jogo. Injuriados também,
mas creio que é muito difícil evitar que isso ocorra.

Embora eu não tenha nada contra o Ferrari (inclusive creio ter discutido
cavalheirescamente com o gajo) suas idéias estavam extremamente fora da
esfera de ação da lista.

A máxima punição que me lembro de ter presenciado aqui foi o «convite» para
este ou aquele indivíduo criar uma lista para discutir determinados assuntos
que alguns julgavam estar fora do escopo da lista. Fora isto lembro-me de
ter recebido repreensões (em pvt) após ter me excedido em meio ao calor de
debates (creio que muitos outros foram também repreendidos, haja vista que
alguns chegaram a comentar e até mesmo se desculpar publicamente).

Houve também uma punição coletiva, e a meu ver merecida, quando ficamos por
vários meses sob a censura dos administradores da lista.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: ME DÁ O E-MAIL DO FERRARI POR FAVOR
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 17:35

PERMITAM-ME FALAR COM O CONTESTADOR.
OBRIGADO
M.CALIL
 
 
----- Original Message -----
From: roberto
Sent: Wednesday, March 07, 2012 4:32 PM
Subject: [ciencialist] Re: A PESQUISA

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Pesky Bee" <peskybee2@...>
> Não sei como o Ferrarizão saiu

Tto qto eu sei, ele saiu por vontade própria.

Nos registros de atividades de gerenciamento não consta nenhuma ação de expulsão contra o gajo.

[]s,

Roberto Takata


SUBJECT: Objetividade no assunto - uma menina recem nascida adotada por dois homens - c/Bee.
FROM: "Mtnos Calil" <mtnoscalil@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2012 17:42

Olá Bee.
Vou dar uma dica para você tratar deste assunto com metodologia cientifica.
Considere o caso de uma menina recém-nascida que foi adotada por dois homens.
Ela tem 3 dias de idade. Imagine agora como será que os pais vão fazer na prática.
Quem é o pai, quem é a mãe? Ou a criança já começa a ser criada  sem mãe?
Se são dois homens eles se vestem como homens.
Como fica a necessidade psicológica da menina ter uma mãe.
Ou existe uma nova teoria homo-cientifica nos arquivos do Roberto que revelou que não existe nenhuma necessidade psicológica de uma menina recem nascida se relacionar com a mãe?
 
Abraços
M.Calil
 
Ps. Estou aprendendo com o Homero na rte de demonstrar o óbvio.
 
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Pesky Bee
Sent: Wednesday, March 07, 2012 4:17 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE

 

> No fim, talvez tudo isso esteja ligado a um fator mais básico, mas que
> temos dificuldade em aceitar: predisposição genética
 
Concordo totalmente com isso, e até mesmo com a escolha
de palavras. Parece que temos dificuldades de aceitar
(uns mais outros menos) algo que deve ter predisposição
genética (e com predisposição deve-se entender "inclinação
que pode não ser determinante", dependendo das reais
condições do restante da educação).
 
Um outro fator, que é importante justamente na orientação
sexual, é o momento em que isso se processa: em geral,
da pré-adolescência em diante, que é quando as "coisas lá
embaixo da cintura" entram em erupção. E nesse momento, a
família já é secundária em termos de influência, sendo o grupo
de amigos e o ambiente da escola mais preponderantes. Mais
uma agulha para o Mtnos Calil enfiar no vodoo!
 
*PB*
 
 
 
 
-----Mensagem Original-----
From: Alvaro Augusto (L)
Sent: Wednesday, March 07, 2012 12:20 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: [ciencialist] Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
 
 
Em 07/03/2012 11:51, roberto escreveu:
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
>> Por exemplo, já foi constatado que no tabagismo, o fato de se ter
>> pais fumantes e familiares próximos (ambiente familiar), influencia
>> os filhos a serem um pouco mais receptivos à este hábito.
> Aí q eu digo que há controvérsias e citei:
>
>>> "Parental drug use was found to be minimal in comparison to older
>>> siblings and peers."
>>> http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/10826088609027390
>>> ---------
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>
 
No fim, talvez tudo isso esteja ligado a um fator mais básico, mas que
temos dificuldade em aceitar: predisposição genética.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
 
------------------------------------
 
#####   #####   #####
 
Página de apoio
http://www.ciencialist.com
 
 
#####   #####   #####   #####Links do Yahoo! Grupos
 
<*> Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
    http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
 
<*> Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
    ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
 
<*> O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos:
    http://br.yahoo.com/info/utos.html
 


SUBJECT: Re: A IDELOGIA ANTI-CIENTIFICA DA HOMOSSEXUALIDADE
FROM: "Homero" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2012 18:03

Olá Marcel

Marcel: " Pode não ser tão simples de se concluir em alguns casos. Veja o exemplo do link abaixo. "

Com certeza, eu nunca disse que seria fácil, ou que haveria uma resposta simples.:-) Alguns problemas simplesmente não tem uma solução ideal, ou mesmo "boa", apenas a "menos pior". 

Certamente vão ocorrer casos de abusos, e de erros, como em qualquer família. A questão é se essa possibilidade é maior que em qualquer outro tipo de família, por padrão.

Vou usar o exemplo do Rafael, do outro email, que achei excelente, a família de mafiosos (ou de nazistas). Podemos, por padrão, igualar o risco de erros dessas famílias, com as famílias gays? Há alguma evidências disso? O que dizem os estudos? 

Dizem que não. Que, em média, famílias gays são tão capazes, amorosas, gentis, e de boa influência, quanto as não gays. E que quando isso é dessa forma, as crianças são criadas sem dano ou prejuízo.

Malucos, teremos em todos os tipos de famílias. Todos. Não há garantias, e o melhor que podemos fazer é ter sistemas de suporte e verificação, para detectar os casos em que ha´risco. Mas nada justifica impedir, antes de tudo, a possibilidade de adoção apenas por ser um casal homossexual. Não há justificativa.

Esse caso que mencionou está no limite do risco. Se fosse uma família hetero, com boa índole, e o menino estivesse sendo acompanhado de perto por pessoas com capacidade e cuidado, eu diria que está correto, embora não seja o melhor (o melhor seria se a natureza nunca errasse, e ninguém nascesse com problemas de identidade de gênero, mas isso não é possível).

Se o menino é transgenero, então quanto mais cedo, menos sofrimento. Mas o mesmo problema que podemos apontar, a partir de uma família de lésbicas (influência daninha), pode ocorrer ao contrário. Uma família hetero poderia, ao ver os primeiros sinais de transgenero no menino, massacra-lo, destruir sua psique, tentando mante-lo no gênero masculino, a força muitas vezes (pais heteros que espancam filhos mais delicados, mesmo que não gays, são bastante comuns). Algumas vezes, com a morte como resultado (recomendo um filme fantástico com a Sigouney Weaver, Prayers for Bobby - http://www.imdb.com/title/tt1073510/).

Como no caso da família hetero, que deveria perder a guarda por espancar um filho menino gay, acho que se for demonstrado que a família gay está pressionando um menino hetero, para se tornar transgenero, também deveria.

Familias não são absolutos, mas respondem, devem responder, a sistemas de segurança sociais.

Eu não sei o suficiente deste menino para opinar. E não tenho uma resposta ideal, será sempre um ajuste, um paliativo, uma solução caso a caso. 

O que não se pode, seja que tipo de família for, é ter uma posição preconcebida de qualquer tipo como, famílias heteros são boas sempre, famílias gays são ruins sempre. Especialmente sem evidências que sustentem essas posições, ou a partir de preconceitos e desconfortos pessoais como o Mtnos.

Sabemos que temos um padrão mental corporal, ligado ao gênero. Sabemos que meninos que desenvolvem seios tem profundos problemas com isso. Que homens que perdem os genitais, entram em profunda depressão, que pode levar a morte. Nascer dentro de um corpo que não corresponde a nosso padrão cerebral de gênero deve ser uma tortura impressionante.

Assim, a questão é saber se o menino tem esse problema, mais do que saber se seus pais são heteros ou gays. Se, como tudo indica, o padrão não é escolhido, mas genético, então é apenas um acidente que este menino esteja sendo criado por um casal gay.

Sempre, repetindo, ocorrerão absurdos e abusos. Há alguns anos um casal de lésbicas surdas teve um filho, e fez o possível para que nascesse surdo também. Alegando que "surdez não é defeito", elas pediram o semem de um amigo também surdo. Seu filho nasceu surdo.

Acho isso totalmente absurdo, maluco, insano, criminoso! A luta contra a discriminação de surdos, legitima, importante, fundamental em uma sociedade civilizada, não pode ser confundida com esse tipo de ação daninha e sem sentido, que intencionalmente priva uma criança de um dos sentidos mais interessantes que é a audição, priva de música, de comunicação, etc.

A comunidade surda deve lutar para que não exista mais discriminação, e que diminua a possibilidade de surdez, não para criar uma sociedade a parte, e a força.

Então, sempre haverão malucos. Podemos, no máximo, controla-los, não acabar com eles.:-)

Um abraço.

Homero











--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009" <marcelleandro2009@...> escreveu
>
> Homero,
>
> Agora outro ponto de vista;
>
> > Homero: "...Vamos supor que se descubra, sem sombra de dúvida, e contrariando todas as evidências até o momento disponíveis, que a opção sexual é mesmo uma opção. Que pode ser "influênciada" de alguma forma. Por favor, é apenas uma hipótese, todas as evidências apontam o contrário, e qualquer heterossexual pode entender isso se pensar em como seria 'escolher" deixar de ser hetero.:-)... Mas, dentro dessa hipótese, poque seria condenável, ou proibido, essa influência?"
>
> Pode não ser tão simples de se concluir em alguns casos. Veja o exemplo do link abaixo. Até onde este menino está "optando", ou está sendo influenciado, ou tem pré-disposição? Até onde é valido este tipo de tratamento nesta idade? É condenável ou não, uma certa influencia (as mães no mínimo autorizaram o tratamento), neste caso? E por último, até onde um caso como este não prejudica toda esta causa de adoção?
>
> http://www.hospitaldalma.com/2011/10/menino-inicia-tratamento-de-mudanca-de.html
>
> Marcel
>
>
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Homero" oraculo@ escreveu
> >
> > Olá Takata e Marcel
> > Ainda sobre pais homossexuais e criação de filhos, acho que há um
> > aspecto que devemos também analisar.
> > Takata: "Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser
> > desprezível ou até ausente."
> > Influência é um termo neutro, pois pode ser positivo ou negativo.
> > Assim, mesmo que se considere que há influência de pais na
> > criação de filhos, que tipo de influencia seria necessária para
> > preocupar ou até impedir que se tenha o direito de adotar ou criar
> > filhos?
> > Sabemos que a influência de maus tratos, que pode causar traumas de
> > ongo prazo, pode tirar o pátrio poder de pai e mãe. Por outro lado
> > a influência de gostar de ler, ou mesmo de ser corinthiano ou
> > palmeirense, não.
> > Assim, se um pai ou mãe tenta influênciar um filho, para que este
> > passe a roubar como meio de vida, parece claro, e razoável, que seja
> > impedida de criar, ou de adotar uma criança. Se um pai ou mãe
> > tentam influênciar um filho para que estude, se forme em uma
> > faculdade, e seja produtivo, não se deve impedir uma adoção ou
> > criação.
> > Vamos supor que se descubra, sem sombra de dúvida, e contrariando
> > todas as evidências até o momento disponíveis, que a opção
> > sexual é mesmo uma opção. Que pode ser "influênciada" de alguma
> > forma. Por favor, é apenas uma hipótese, todas as evidências
> > apontam o contrário, e qualquer heterossexual pode entender isso se
> > pensar em como seria 'escolher" deixar de ser hetero.:-)
> > Mas, dentro dessa hipótese, poque seria condenável, ou proibido,
> > essa influência? Ser homossexual não é crime, e não
> > aceitamos o conceito de "pecado" da religião (embora seja possível
> > encontrar religiões em que ser gay não é nem mesmo pecado.:-),
> > não implica em algo desonesto ou daninho. Se for uma escolha, é
> > uma escolha como gostar de verde, ser corinthiano, comer jiló e
> > quiabo, andar de patinete, etc.
> > Considerando que é a sociedade que discrimina essa pretensa
> > "opção", e não uma falha ou dano intrínseco a ela, se tivermos
> > uma sociedade melhor, que não faça distinção a partir da mesma,
> > porque pais gays não poderiam educar filhos, como pais corinthianos
> > podem?
> > Porque a "influência" de pais hetero, no sentido de conduzir seus
> > filhos a serem heteros, é "menos perniciosa" que a de pais gays, SE
> > fosse possível que crianças "escolhessem" a atração sexual a
> > partir de exemplos?
> > A frase recorrente, ao se tentar explicar porque gays tem direito é,
> > "você gostaria de ter um filho gay"? Mas, porque eu não gostaria?
> > Sim, isso me preocuparia, porque esta sociedade trata mal gays, mas e se
> > não tratasse, se fosse apenas uma forma, entre muitas, de se
> > relacionar? Porque eu me preocuparia com isso, e não com a felicidade
> > (ou infelicidade) de meu filho/filha?
> > A influência mínima, como considerou o Takata, pode ser apenas de
> > educar uma criança a ter menos medo de admitir sua natureza. Dessa
> > forma, uma criança, que criada em família hetero, que sofre por
> > toda vida tentando esconder essa natureza, com medo da reação de sua
> > familia, da sociedade, dos amigos, inclusive formando outra família
> > "hetero", e colocando mais pessoas em sofrimento, pode simplesmente ter
> > mais espaço para ser quem é na família gay.
> > Ou, mesmo sendo hetero, ser mais tolerante, mais razoável, mais
> > justo, com pessoas gays, e em algum tempo no futuro, formar uma
> > sociedade que reflita isso, essa tolerância e razoabilidade.
> > Um arbaço.
> > Homero
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "roberto" <roberto.takata@>
> > escreveu
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro2009"
> > > > Oq estamos discutindo, se há ou não influência dos pais,
> > ou, se há
> > > > outros que influenciam mais que os pais?
> > >
> > > Se a influência é *mínima*, pode ser o caso de ser
> > desprezível ou até ausente.
> > >
> > > > Aponta-se apenas que há diferentes níveis. Ok?
> > >
> > > Um dos quais pode ser virtualmente zero.
> > >
> > > > Veja o link que eu mandei da CEBRID, além dos outros, que são
> > > > baseados em levantamentos bem interessantes.
> > >
> > > Eu vi. Estou dizendo é que há controvérsias. Se não
> > houvesse estudos indicando influência dos pais, não seria
> > controvérsia.
> > >
> > > []s,
> > >