SUBJECT: Matťria da revista Mente e Cťrebro para vocÍ!
FROM: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/11/2009 14:31

Ol√°, Ciencialist!

JVictor viu uma matéria no site da revista Mente e Cérebro e gostaria que você visitasse: http://www.mentecerebro.com.br/artigos/a_molecula_da_sobrevivencia.html

JVictor também enviou esta mensagem:
Ol√°,

Para os que ainda não leram. Vale a pena. Mulheres de Ciência. E de magnífica qualidade.
Victor.

__________

SUBJECT: Re: Hidropirataria
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2010 02:04

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Belmiro Wolski <belmirow@...>
> Mas os navios n√£o precisam de lastro para voltar?

Vc est√° supondo um navio de carga que vem cheio e volta vazio?

O volume mencionado no texto: "Estima-se que cada embarcação seja
abastecida com 250 milh√Ķes de litros de √°gua doce" √© praticamente toda a capacidade de um petroleiro m√©dio.

Só o lastro não dá isso nem de perto.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Axiomas e Consequências
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2010 02:10

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> A minha d√ļvida √© : ¬†esta defini√ß√£o n√£o √© t√£o arbitr√°ria quanto eu
> definir um ponto como sendo o menor, mas mensurável (na realidade o
> componente básico, a "unidade de medida básica", através da qual
> todas as demais curvas serão medidas, pois agora ele é mensurável)
> elemento da "reta" ("reta", pois acho que não seria exatamente o
> mesmo conceito de reta que temos)?? O que torna uma definição mais
> aceit√°vel que a outra, menos arbitr√°ria que a outra?

Defini√ß√Ķes s√£o arbitr√°rias. O que ocorre √© que voc√™ cria matem√°ticas (ou geometrias) diferentes ao se adotar postulados distintos.

Talvez você se interesse em ler sobre geometria discreta, p.e.

> Se o universo for "discreto", o universo não estará nem aí para
> n√ļmeros reias

O inverso tb se aplica. Se, p.e., o espaço-tempo for contínuo, uma modelagem quantizada será apenas uma aproximação.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Axiomas e Consequências
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2010 08:39

Ola Alberto,
 
Creio que o ponto n√£o seja negar a geometria euclidiana, afinal outras geometrias foram desenvolvidas (por√©m todas considerando-se a mesa defini√ß√£o de ponto),  mas sim se √© poss√≠vel desenvolver uma geometria "discreta" com "defini√ß√Ķes" como ponto = a dimens√£o m√≠nima existente, √°reas m√≠nimas, volumes m√≠nimos (nestes casos, estes s√£o os pr√≥prios limites a que vc se refere), sem entrar em contradi√ß√Ķes....se bem que a teoria dos conjuntos de cantor gera v√°rios paradoxos e est√° a√≠...
 
Abs
Felipe


--- Em ter, 23/2/10, Alberto Mesquita Filho <albmesq@uol.com.br> escreveu:

De: Alberto Mesquita Filho <albmesq@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Axiomas e Consequências
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010, 14:32

 
----- Original Message -----
From: "luiz silva"
Sent: Tuesday, February 23, 2010 9:07 AM
Subject: [ciencialist] Axiomas e Consequências

Ol√° Felipe

> A minha d√ļvida √©: esta defini√ß√£o n√£o √© t√£o arbitr√°ria quanto eu definir um
> ponto como sendo o menor, mas mensur√°vel (na realidade o componente
> básico, a "unidade de medida básica", através da qual todas as demais
> curvas serão medidas, pois agora ele é mensurável) elemento da "reta"
> ("reta", pois acho que n√£o seria exatamente o mesmo conceito de reta que
> temos)?? O que torna uma definição mais aceitável que a outra, menos
> arbitr√°ria que a outra?

Eu não chamaria a isso (ponto = o que não tem partes) de definição mas sim
como algo decorrente do método utilizado para o estudo do universo. Ou seja,
por esta metodologia, ao dividirmos o universo em duas partes obtemos t√£o
somente duas partes e não três, pois o limite entre as partes "não tem
partes", é adimensional.

Por outro lado, assumir este limite como algo a ocupar lugar no espaço (ou
seja, ao dividir-se algo em dois obtém-se três) está muito em acordo com
in√ļmeros outros absurdos aceitos em s√©rie durante todo o s√©culo XX: A
confus√£o de conte√ļdo com continente, das partes com o todo, da f√≠sica
(estudo da natureza) com a matemática (um método para, dentre outras coisas,
se estudar a física), do espaço com o tempo, da matéria com a energia, da
incerteza com a verdade etc.

Não digo que você esteja errado, pois não creio ser impossível descrever o
universo através de uma matemática quantizável, ainda que clássica. Não me
parece porém que seja algo a negar a metodologia milenar e decorrente da
aplicação da geometria de Euclides. A esse respeito eu escrevi recentemente
o seguinte:

****** início da citação ******
3.1 Dimens√Ķes e realidade
O mundo em que vivemos é, sob o ponto de vista espacial, tridimensional.
Qualquer tentativa em caracterizar mundos com uma ou duas dimens√Ķes
espaciais tem muito de ilusória. O plano, por exemplo, presta-se a dividir
um espaço tridimensional em outros dois espaços tridimensionais, mas o plano
em si não ocupa lugar em nenhum desses três espaços considerados. Se bem que
semelhantes, não se deve confundir um plano geométrico com a parede de uma
casa. A parede é tridimensional, enquanto que o plano é adimensional. O
mesmo se diga com relação a uma linha reta (adimensional) e uma corda
esticada (tridimensional) . Em suma: n√£o existem objetos unidimensionais nem
bidimensionais. E "objetos" adimensionais existem apenas em nossa
imaginação.
Uma folha de papel tem uma espessura finita e n√£o nula. A tela do computador
tem uma estrutura um pouco mais complexa, mas também forma imagens graças a
determinados artefatos coerentes com uma espessura finita, pois do contr√°rio
a tela seria totalmente invis√≠vel. As sombras, assim como as proje√ß√Ķes
cinematogr√°ficas, s√£o, pelo menos em teoria, adimensionais. Na pr√°tica, n√£o
obstante, conseguimos observar essas imagens graças às irregularidades dos
objetos e que permitem a sua expressão sob formas visíveis. Uma tela de
cinema, sob o ponto de vista físico, pertence muito mais à categoria das
paredes do que à categoria dos planos geométricos.
Outro conceito importante é o de ponto, também adimensional e, portanto, sem
existência física, ainda que de existência matemática. Os tratados de
geometria costumam dizer que ponto, reta e plano não têm definição, e eu
acrescento: sequer têm existência física. São meros artifícios matemáticos,
ainda que extremamente √ļteis para o estudo da f√≠sica e, em decorr√™ncia, para
o estudo das demais ciências naturais.
****** final da citação ******

O artigo todo está no meu site (link após a minha assinatura) com o título
"Estudo do Movimento através da Metodologia Net-I"

[ ]¬īs
Alberto
http://ecientificoc ultural.com. br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Hidropirataria
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2010 10:21

    S√≥ estou dizendo que o custo do transporte seria bem menor do que voc√™ estimou, se levar em conta que o navio volte vazio. Se eu fosse o capit√£o, pensaria que qualquer coisa que ajude a pagar a viagem de volta est√° de bom tamanho.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qua, 24/2/10, roberto <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: roberto <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Hidropirataria
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010, 5:04

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Belmiro Wolski <belmirow@.. .>
> Mas os navios n√£o precisam de lastro para voltar?

Vc est√° supondo um navio de carga que vem cheio e volta vazio?

O volume mencionado no texto: "Estima-se que cada embarcação seja
abastecida com 250 milh√Ķes de litros de √°gua doce" √© praticamente toda a capacidade de um petroleiro m√©dio.

Só o lastro não dá isso nem de perto.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: [ciencialist] 4 trilh√Ķes de graus Celsius, em laborat√≥rio.
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/02/2010 10:49

Ol√°, Luiz, grato pelo retorno.
O que surpreende √© o n√ļmero alcan√ßado, al√©m da minha curiosidade sobre como foi medida essa temperatura...
Que tipo de estrutura é mantida pela partícula-matéria a essa temperatura?
Abraços
José Renato
........................................
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 21, 2010 5:25 PM
Subject: Re: [ciencialist] 4 trilh√Ķes de graus Celsius, em laborat√≥rio.
Olá José,
 
uma boa notícia, mas alerto sobre o cuidado conceitual sobre "alta temperatura".
A fa√≠sca que sai do esmeril quando vc afia uma faca tem temperatura da ordem dos 2000 ¬ļC e, entretanto, n√£o queima ningu√©m.
No espa√ßo sideral a temperatura das √ļnicas part√≠culas existentes tb superam os 2000 ¬ļC, mas, se algu√©m colocar o bra√ßo para fora da nave ele congelar√° pelo chamado "frio do espa√ßo".
O que ocorre nesses casos (e pode ser o caso do artigo) √© que a temperatura, apesar de alt√≠ssima, ¬īpertence¬ī a uma part√≠cula de massa irris√≥ria. Como a capacidade t√©rmica da part√≠cula, ou seja, o produto de sua massa pelo seu calor espec√≠fico √© ridiculamente pequeno, se a multiplicarmos pela varia√ß√£o de temperatura teremos uma m√≠nima quantidade de calor √† disposi√ß√£o. Por isso a fa√≠sca incandescente que sai do esmeril n√£o queima ningu√©m, ela n√£o tem "lastro" t√©rmico. No espa√ßo, a radia√ß√£o t√©rmica do bra√ßo √© enormemente maior que o calor que recebe das discretas e evanescentes part√≠culas a 2000 ¬ļC.
 
[]¬ī
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Jose Renato
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 19, 2010 9:45 PM
Subject: [ciencialist] 4 trilh√Ķes de graus Celsius, em laborat√≥rio.

 

A TARDE
CIÊNCIA & VIDA

Cientistas conseguem produzir em laboratório a mais alta temperatura

A mais alta temperatura da hist√≥ria criada em laborat√≥rio ¬Ė 4 trilh√Ķes de graus Celsius -, quente o suficiente para desintegrar a mat√©ria e transform√°-la no tipo de sopa que existiu milion√©simos de segundos depois do nascimento do universo foi conseguida por cientista do Laborat√≥rio Nacional de Brookhaven, do Departamento de Energia dos Estados Unidos, em Nova York.

Nesse sentido foi utilizado um acelerador de part√≠culas gigante para fazer colidir √≠ons de ouro na produ√ß√£o de explos√Ķes ultra-quentes, que duraram apenas mil√©simos de segundos.

Para se ter uma id√©ia do feito, o centro do Sol mant√©m-se a 50 milh√Ķes de graus, o ferro derrete a 1.800 graus e a temperatura m√©dia do universo √© atualmente de 0,7 grau acima do zero absoluto.

Eles esperam com o experimento entender por que e como o universo foi formado. ¬ďEssa temperatura √© alta o suficiente para derreter pr√≥tons e n√™utrons¬Ē, disse √† ag√™ncia Reuters Steven Vigdor, do Brookhaven, em uma entrevista coletiva num encontro da Sociedade Americana de F√≠sica, em Washington.

As part√≠culas que se desintegram com o calor formam √°tomos, mas elas pr√≥prias s√£o compostas por componentes menores chamados quarks e gl√ļons.

Os cientistas querem encontrar min√ļsculas irregularidades capazes de explicar por que a mat√©ria acumulou nessa sopa quente primordial. Eles tamb√©m esperam usar seus achados em aplica√ß√Ķes mais pr√°ticas ¬Ė como no campo da ¬ďspintr√īnica¬Ē, que tem como objetivo desenvolver pe√ßas de computador menores, mais r√°pidas e mais potentes.

No experimento foi usado o Colisor Relativ√≠stico de √ćons Pesados (RHIC), um acelerador de part√≠culas com 3,8 quil√īmetros de comprimento e que est√° a 4 metros abaixo do ch√£o em Upton, em Nova York, para colidir √≠ons de ouro bilh√Ķes de vezes.

 ¬ďO RHIC foi projetado para criar mat√©ria nas temperaturas encontradas inicialmente no universo antigo¬Ē, explicou Vigdor. Eles calculam que a temperatura de 4 trilh√Ķes de graus se aproxima muito disso.

 

< http://cienciaevida.atarde.com.br/?p=8433 >


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Atualizado em 21/02/2010


SUBJECT: Re: [ciencialist] Axiomas e Consequências
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/02/2010 14:42

Talvez seja possível, mas seria uma geometria bastante atípica. Veja por
exemplo o caso do mundo virtual do computador. A tela do computador é
quantizada em pixels (quantização clássica). Em uma geometria firmada no
conceito de ponto como algo de espessura quadr√°tica e de um pixel, n√£o h√°
como dividir um quadrado com um n√ļmero impar de pixels em dois ret√Ęngulos
iguais sem que sobre um ret√Ęngulo res√≠duo de lado igual a um pixel. Por
outro lado, o centro de uma circunfer√™ncia com di√Ęmetro par (em pixels) ser√°
sempre formado por quatro pontos, e não um. Aliás, o próprio conceito de
c√≠rculo ou de circunfer√™ncia (seja o seu di√Ęmetro par ou impar) teria que
ser revisto, pois n√£o haveria como se falar em equidist√Ęncia de um centro.
Mas isso n√£o negaria a geometria euclidiana, nem mesmo neste mundo virtual.
Afinal, nossa imaginação é ilimitada e a matemática, decorrente da nossa
imaginação, vai muito além da física. Aliás é nesse sentido (não só, mas
também) que eu digo que física não é matemática. A expressão "o universo é
descrito em linguagem matem√°tica" tem muito de egocentrismo, mesmo porque o
universo existe independentemente da nossa existência, e a matemática é tão
somente uma linguagem e, como tal, inerentemente humana.

[ ]¬īs
Alberto
http://ecientificocultural.com.br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.

************************
----- Original Message -----
From: "luiz silva"
Sent: Wednesday, February 24, 2010 8:39 AM
Subject: Re: [ciencialist] Axiomas e Consequências


Ola Alberto,

Creio que o ponto n√£o seja negar a geometria euclidiana, afinal outras
geometrias foram desenvolvidas (porém todas considerando-se a mesa definição
de ponto), mas sim se é possível desenvolver uma geometria "discreta" com
"defini√ß√Ķes" como ponto = a dimens√£o m√≠nima existente, √°reas m√≠nimas,
volumes mínimos (nestes casos, estes são os próprios limites a que vc se
refere), sem entrar em contradi√ß√Ķes....se bem que a teoria dos conjuntos de
cantor gera vários paradoxos e está aí...

Abs
Felipe




SUBJECT: O poder do presunto
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/02/2010 15:41

Demonstração de como é possível obter uma grande quantidade de energia
usando prosciutto (um tipo de presunto) e um fluxo de oxigênio puro.

http://www.emsintese.com.br/2010/o-poder-do-presunto/

Aceito sugest√Ķes e corre√ß√Ķes.

Até
Luís Brudna


SUBJECT: Re: [ciencialist] Axiomas e Consequências
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2010 20:45

Ola Alberto,
 
√Č disto que estou falando.......Conceitos como circulos, retas, "curvas suaves", etc seriam, na verdade, aproxima√ß√Ķes de figuras/objetos mais irregulares, como no mundo "real". A descri√ß√£o cont√≠nua destes objetos seria, na verdade, uma aproxima√ß√£o.
 
Pensei que esta quantiza√ß√£o acabaria com os reais, por√©m no R3, por exemplo, a estrutura m√≠nima do espa√ßo ter√° um volume. Imaginando um cubo como sendo  esta estrutura com 1uvb(unidade de volume basica), teremos um cubo com arestas de 1umb. Isto levaria a termos uma diagonal, em sua superficie, = raiz de 2. Agora, uma coisa que pensei foi, se todo movimento neste espa√ßo ocorre atrav√©s destas unidades b√°sicas, creio que este raiz de 2 n√£o aparece em nenhuma an√°lise de posi√ß√£o e deslocamento, n√£o √© computado, pois vc sempre se deslocar√° em m√ļltiplos deste volume b√°sico, mesmo que este deslocamento siga a diagonal. Outra sa√≠da √© regrar este deslocamento somente para cima, baixo, frente e tr√°s, lado esquerdo lado direito.Ou seja, raiz de 2 ser√° um real que n√£o ser√° "computado" neste espa√ßo. Al√©m disso, as √°reas da superf√≠cie de qqer objeto ser√° m√ļltipo de 1 uab.
 
Na pior das hip√≥teses, creio que neste tipo de geometria s√≥ ter√≠amos n√ļmeros reais comput√°veis, ou seja, que podem ser calculados com precis√£o arbitr√°ria. Turing demonstrou a exist√™ncia de n√ļmeros reais comput√°veis e n√ļmeros reias incomput√°veis, e ainda mostrou que o conjunto de  n√£o comput√°veis √© infinitamente maior que os comput√°veis, de uma maneira brilhante. O argumento foi o seguinte, para cada n√ļmero real comput√°vel, temos a necessidade d um algor√≠timo para calcul√°-lo. Assim, a cardinalidade dos n√ļmeros comput√°veis √© igual a cardinalidade dos n√ļmeros naturais, que √© menor que a do n√ļmero reais.
 
O Takata comentou a respeito da geometria discreta, porém ela ainda trabalha com o conceito de ponto adimensional.
 
Obs : C√° para n√≥s,"objetos" adimensionais gerando dimens√£o, gerando s√≥lidos, etc.....Parece que o conceito de ponto serve como solu√ß√£o at√© para o Big Bang ::))
 
Abs
Felipe


--- Em qua, 24/2/10, Alberto Mesquita Filho <albmesq@uol.com.br> escreveu:

De: Alberto Mesquita Filho <albmesq@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Axiomas e Consequências
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010, 14:42

 
Talvez seja possível, mas seria uma geometria bastante atípica. Veja por
exemplo o caso do mundo virtual do computador. A tela do computador é
quantizada em pixels (quantização clássica). Em uma geometria firmada no
conceito de ponto como algo de espessura quadr√°tica e de um pixel, n√£o h√°
como dividir um quadrado com um n√ļmero impar de pixels em dois ret√Ęngulos
iguais sem que sobre um ret√Ęngulo res√≠duo de lado igual a um pixel. Por
outro lado, o centro de uma circunfer√™ncia com di√Ęmetro par (em pixels) ser√°
sempre formado por quatro pontos, e não um. Aliás, o próprio conceito de
c√≠rculo ou de circunfer√™ncia (seja o seu di√Ęmetro par ou impar) teria que
ser revisto, pois n√£o haveria como se falar em equidist√Ęncia de um centro.
Mas isso n√£o negaria a geometria euclidiana, nem mesmo neste mundo virtual.
Afinal, nossa imaginação é ilimitada e a matemática, decorrente da nossa
imaginação, vai muito além da física. Aliás é nesse sentido (não só, mas
também) que eu digo que física não é matemática. A expressão "o universo é
descrito em linguagem matem√°tica" tem muito de egocentrismo, mesmo porque o
universo existe independentemente da nossa existência, e a matemática é tão
somente uma linguagem e, como tal, inerentemente humana.

[ ]¬īs
Alberto
http://ecientificoc ultural.com. br
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.

************ ********* ***
----- Original Message -----
From: "luiz silva"
Sent: Wednesday, February 24, 2010 8:39 AM
Subject: Re: [ciencialist] Axiomas e Consequências

Ola Alberto,

Creio que o ponto n√£o seja negar a geometria euclidiana, afinal outras
geometrias foram desenvolvidas (porém todas considerando- se a mesa definição
de ponto), mas sim se é possível desenvolver uma geometria "discreta" com
"defini√ß√Ķes" como ponto = a dimens√£o m√≠nima existente, √°reas m√≠nimas,
volumes mínimos (nestes casos, estes são os próprios limites a que vc se
refere), sem entrar em contradi√ß√Ķes....se bem que a teoria dos conjuntos de
cantor gera vários paradoxos e está aí...

Abs
Felipe



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SUBJECT: A Humanidade não merece ir à Lua (V)
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 25/02/2010 03:11

A Humanidade não merece ir à Lua (V)

0

Como negar a beleza das explos√Ķes que podem ser vistas acima? √Č imposs√≠vel. S√£o fabulosos fogos de artif√≠cio. E o s√£o em escala ‚Äď e pot√™ncia ‚Äď nunca vistas, porque s√£o alguns dos poucos testes nucleares realizados no espa√ßo. Mais detalhes da breve hist√≥ria das ‚Äúbombas do arco-√≠ris‚ÄĚ podem ser conferidos no excelente document√°rio ‚ÄúNukes in Space‚ÄĚ, do premiado cineasta Peter Kuran.

O pre√ßo que pagamos por esta pirotecnia nuclear no espa√ßo s√£o seus produtos radioativos dispersados pela atmosfera: alguns √°tomos liberados nestas explos√Ķes bem podem fazer parte de seu corpo neste exato momento. Como voc√™ pode imaginar, n√£o s√£o muito saud√°veis.

Beleza e terror. Nós ainda estamos falando da conquista espacial.

Eu gostaria de escrever aqui que a vis√£o grandiosa de Wernher von Braun para o futuro da humanidade no espa√ßo era n√£o apenas mais ambiciosa e confiante que a de Kennedy, como tamb√©m antecipava e refor√ßava sua mensagem conciliadora. Que mesmo antes de se virem pressionados pelo Sputnik e por Gagarin, os americanos se lan√ßariam na conquista espacial pelas ‚Äúnovas esperan√ßas de conhecimento e paz‚ÄĚ que residem no c√©u infinito. Infelizmente, n√£o foi o que ocorreu.

‚ÄúNos pr√≥ximos dez ou 15 anos, a Terra ter√° um novo acompanhante nos c√©us, um sat√©lite artificial que pode ser tanto a maior for√ßa pela paz j√° constru√≠da, ou uma das mais terr√≠veis armas de guerra ‚Äď dependendo de quem o construir e controlar‚ÄĚ.

Era assim que começava a série de artigos de von Braun na Collier’s. Na gênese da visão inspiradora que nos prometeu o Universo em 1952, já estava lá o ultimato de que a conquista espacial deveria ser levada à frente pelo medo, sob o espectro da aniquilação nuclear.

Quando lembramos que a Guerra Fria foi o maior dilema do prisioneiro e como a própria conquista da Lua envolvia de início planos de plataformas para destruir a Terra, estávamos nos referindo a planos promovidos entre outros pelo mesmo von Braun. Afinal, era o antigo cientista de Adolf Hitler que mirava as estrelas, mas como o humorista Mort Sahl brincou, às vezes acertava Londres.

dr_strangelove_1ed07 

Wernher von Braun e sua vis√£o na Collier‚Äôs talvez representem perfeitamente a hist√≥ria da conquista espacial no s√©culo 20, em todas suas contradi√ß√Ķes, em tudo aquilo que pode haver de melhor e pior em nossa natureza. Somos tanto inspirados pela esperan√ßa quanto motivados pelo medo, e quanto maiores os desafios, maiores as esperan√ßas, maiores os medos.

Neste paradoxo aparente, é contudo muito mais comum que finalmente nos comprometamos com ação em projetos onerosos quando nos vemos forçados pelo medo. Ou pelo menos, a história da conquista, da própria corrida espacial é uma longa história de dilemas do prisioneiro. O paradoxo se desfaz quando notamos que é este medo que nos levou a investir na esperança de grandes conquistas.

Porque, como vimos, economicamente algo como o Concorde, e muito menos a conquista da Lua, não fazem sentido. Era preciso algo mais para que nos dedicássemos a eles. E em nossa natureza humana, de macacos dotados de ciência e tecnologia, a esperança por si só não é, ou não foi suficiente para levar à frente tais sonhos. Ao final, foi o medo que motivou a esperança.

‚ÄúL√° onde cresce o perigo, cresce tamb√©m o que salva‚ÄĚ, menciona o fil√≥sofo franc√™s Edgar Morin como um princ√≠pio de esperan√ßa. ‚ÄúDe um modo tr√°gico, quanto mais nos aproximarmos do perigo, mais teremos chances de sair dele, mas aumentar√£o tamb√©m mais os riscos de nele mergulhar‚ÄĚ.

Nossa breve estada em nosso sat√©lite natural foi um dos sobressaltos mais fant√°sticos produzidos por uma das eras em que mais nos aproximamos de mergulhar no terror do apocalipse nuclear. Foi tanto a antecipa√ß√£o de um empreendimento que talvez s√≥ se torne economicamente vi√°vel neste s√©culo ‚Äď ou no pr√≥ximo ‚Äď e que determinar√° a continuidade de nossa civiliza√ß√£o a longo prazo, quanto um dos encontros mais pr√≥ximos com o simples fim de tudo.

Esta é a história a lembrar a partir da pegada de Neil Armstrong. E com uma história assim, a humanidade não merece ir à Lua. Ciência e tecnologia nos oferecem o Universo infinito, mas como macacos nos preocupa muito mais o que outros macacos andam fazendo. Acabamos todos prisioneiros do poço gravitacional terrestre.

Com uma história assim, a humanidade não merece ir à Lua.

Assista ao vídeo

Conseguiremos nos livrar de todos estes dilemas? Depois de toda uma s√©rie de textos pretendendo mostrar por que n√£o merecemos ir √† Lua, n√£o poder√≠amos parar aqui em tom f√ļnebre. Ou talvez pelo tom apocal√≠ptico, nos sejam despertados os sonhos, afinal, este que escreve aqui √© tamb√©m um macaco.

Encerraremos esta s√©rie a seguir com as esperan√ßas de que mere√ßamos voltar √† Lua, e consigamos alcan√ßar as estrelas ‚Äď sem precisar encarar o abismo.


SUBJECT: Re: Hidropirataria
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/02/2010 08:19

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Belmiro Wolski <belmirow@...>
> Só estou dizendo que o custo do transporte seria bem menor do que
> você estimou, se levar em conta que o navio volte vazio. Se eu
> fosse o capit√£o, pensaria que qualquer coisa que ajude a pagar a
> viagem de volta est√° de bom tamanho.

Se for um navio tanque, normalmente eles voltam *cheios* - na Amaz√īnia tem postos de produ√ß√£o de petr√≥leo. Um navio de carga, normalmente n√£o volta vazio - levam produtos de l√°, desde os manufaturados da Zona Franca a toras de madeira e outros produtos - com valor agregado bem maior do que a √°gua. Ou, se n√£o for na Amaz√īnia, na pr√≥xima parada.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Além de Darwin : Promo exclusiva pros clisteiros
FROM: Luana Lima <lunlim@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/02/2010 08:51

ALFRED RUSSEL WALLACE

Em 10 de fevereiro de 2010 14:29, roberto <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:
 

Concurso cultural Darwin 201

Quem quiser concorrer a um exemplar grátis, com autógrafo e dedicatória do autor (o jornalista Reinaldo José Lopes), basta responder aqui na c-list à pergunta abaixo:

"Como se chamava o cientista brit√Ęnico que teve seu trabalho sobre evolu√ß√£o biol√≥gica por sele√ß√£o natural apresentado √† Linnean Society of London no dia 1o de julho de 1858 ao lado do resumo do trabalho de Charles Robert Darwin?"

O prazo para o envio das respostas é até 20 de fevereiro de 2010 às 23h59 (horário de Brasília). (Por favor, moderadores, não liberem as mensagens deste tópico até a data.)

Entre os que acertarem, ser√° sorteado um exemplar.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] O poder do presunto
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/02/2010 08:57

ÔĽŅ
Oi Brudna,
 
sorry, mas com certeza não é uma das melhores que já publicou! Parece-me (como leigo em química) que o problema começa na seguinte falha lá escrita:"A lança térmica lembra muito um maçarico, na qual se queima um tubo de ferro em um sistema rico em oxigênio.".
Um maçarico não queima tubo de ferro algum, ele queima, graças ao oxigênio injetado, o combustível que pode ser hidrogênio, carbureto, ..... e derivados da gordura animal. Em lugar de injetar junto com o O2 o H2 ou o carbureto, o O2 arrasta os combustíveis provenientes das gorduras. Se vc trocar o presunto por uma camada de banha a coisa continua a funcionar.
Quanto ao "poder" do presunto ... ser√° maior que o de uma costeleta de porco?
Com certeza toda esta bobagem que escrevi deriva do fato de n√£o ter entendido bulhufas do que o homem do youtube falou!
 
[]¬ī 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Luis Brudna
To: ciencialist
Sent: Wednesday, February 24, 2010 3:41 PM
Subject: [ciencialist] O poder do presunto

 

Demonstração de como é possível obter uma grande quantidade de energia
usando prosciutto (um tipo de presunto) e um fluxo de oxigênio puro.

http://www.emsintese.com.br/2010/o-poder-do-presunto/

Aceito sugest√Ķes e corre√ß√Ķes.

Até
Luís Brudna


SUBJECT: Espiritismo, ciência e que tais.
FROM: José Victor <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/02/2010 11:32

Ol√°,

Todos os anos Recife é sede de encontro espírita, tipo congresso, a nível nacional, evento de que participam milhares de pessoas vindas de todos os lugares do pais, desde expectadores até palestrantes e conferencistas.

Predomina a linha Kardecista, mas todas as variantes esp√≠ritas t√™m vez  no peda√ßo; eventualmente, participam  os principais credos religiosos, em nome de um certo ecumenismo.  No bojo dos temas tratados est√£o inclusos: a ci√™ncia, que alguns esp√≠ritas "mais cient√≠ficos" tentam incorporar ao espiritismo, no chamado Espiritismo Cient√≠fico, e a Parapsicologia. Parapsic√≥logos, como se denominam os "pesquisadores" deste igualmente ramo de engana√ß√£o, est√£o iembutidos no pacote; mesmo que estes n√£o atribuam aos "fen√īmenos" parapsicol√≥gicos  a√ß√Ķes devidas a esp√≠ritos travessos e brincalh√Ķes, que ainda n√£o partiram, e outras baboseiras.  Muitos deles n√£o acreditam em esp√≠ritos e aparentados; para eles, tudo √© produto da mente humana, que tem poder e capacaidade para uma infinidades de coisas fant√°sticas e incr√≠veis, conforme os mitos inerentes √†s tais,  que achamos estranhas(mesmo que, at√© o momento, n√£o haja qualquer evid√™ncia cient√≠fica que comprove quaisquer dos tais fen√īmenos parapsicol√≥gicos;nenhumzinho.). Pelo sim, pelo n√£o, o que se verifica √© que tais movimentos crescem. Crescem e depois crescem mais ainda. Isto a n√≠vel mundial. Um exemplo corroborador √© a not√≠cia abaixo. N√£o me me incomnoda nem causa espanto  o fato em s√≠, mas a ignor√Ęncia brutal de associarem essas "coisas" √† ci√™ncia, incultindo tais id√©ias na cabe√ßa dos menos esclarecidos e...dos mais esclarecidos tamb√©m, que aceitam e passam a defender a bandeira, incluindo-se, como j√° presenciei, m√©dicos, matem√°ticos, f√≠sicos e profissionais de outros ramos. Parece-me, assim, que a ignor√Ęncia a que me refiro n√£o est√° associada √† ignor√Ęncia de n√£o saber de coisas,  de n√£o ter cultura, and so on.  √Č uma ignor√Ęncia mais profunda, inexplic√°vel. Que leva, inexoravelmente, ao fanatismo religioso, geral e irrestrito. Nem mesmo a total inexist√™ncia de uma m√≠nima evid√™ncia que seja configura um gatilho para, ao menos, o in√≠cio de algum questionamento a respeito dessa brutal perda de tempo. E, ao que parece, o nosso Brasil velho de guerra √© l√≠der mundial nesses dom√≠nios.  Ali√°s, "en passant", esse tipo de ignor√Ęncia √© o mesmo que elege l√≠deres que se apresentam como salvadores da p√°tria, como solu√ß√£o para os problemas e mazelas associadas a tal ou qual povo(ali√°s, todos; s√≥ para ser curto e grosso), brandindo soberbamente uma varinha de cond√£o e mostrando, de maneira l√≠quida e certa, aquela luz no fim do t√ļnel. E todos v√£o nessa.

Que ninguém é de ferro. Exemplos?

Só há um jeito prático de fazer com que esses movimentos "murchem", percam força, ou seja, entrem na fase de brochismo, para ser direto e objetivo:

convidar um bocado de pessoas de "mau olhado", para que estes d√™em umas espiadas nessa coisa, como aconteceu com a √°rvore que Belmiro plantou e que "faleceu" solenemente

quando um seu parente lascou os oinhos, num olhar  l√Ęnguido e fulminante, sobre a pobre...

Cruz credo!

 Sds,

Victor.

 

"21/02/2010 - 19h56

Misterioso mundo da parapsicologia atrai milh√Ķes de pessoas em Paris

Cartas de tar√ī, bolas de cristal, p√™ndulos, astr√≥logos, m√©diuns e videntes: uma feira em Paris levanta um v√©u sobre o mundo misterioso da parapsicologia, que atrai milh√Ķes de pessoas em tempos de crise.

Um em cada seis franceses consulta anualmente um vidente, um médium, um astrólogo, passando pela leitura de cartas, da mão e da borra de café, segundo os organizadores desta Feira do Corpo e do Espírito, celebrada na capital francesa há 24 anos.

"Na Am√©rica Latina, e na Espanha, o n√ļmero de consultas aos adivinhos √© bem maior", comenta o espanhol Ram√≥n Sala, um dos organizadores.

Num pequeno espaço, atrás de uma espessa cortina de veludo, Didier Beltran conta à AFP que desde pequeno tem o dom de ver o futuro, o que o assustava muito.

"Ouvia coisas, via imagens, como num filme, ao olhar as pessoas. Via instantes de seu futuro, sentia como elas eram", conta. "Às vezes tinha medo, porque podia saber coisas tristes que iam acontecer".

At√© que decidiu p√īr o dom a servi√ßo das pessoas, diz.

"Um verdadeiro vidente √© um artista. Assim como h√° pessoas que nascem com ouvido para a m√ļsica e outros com o dom para a pintura, a matem√°tica, h√° gente que tem o poder especial de ver o futuro", afirma C√©cile Laligan, assessora de imprensa da feira.

Neste final de semana havia muitas mulheres e suas perguntas giravam, em maioria, em torno do mundo sentimental e familiar.

No entanto, cerca de 40% dos participantes s√£o homens. Entre eles, h√° diretores de empresa e estudantes, passando por jovens desempregados, precisou Laligan.

"Os homens trazem outras preocupa√ß√Ķes, sobretudo trabalhistas, profissionais", confirma outro "expert" nas artes da adivinha√ß√£o, Monsieur Olivier, que cobra entre 80 a 100 d√≥lares por uma hora de consulta.

"Acabo de atender um chefe de empresa", disse Olivier, explicando que, com a crise, aumentou bastante o n√ļmero de consultas.

Ramón Salas reconhece que neste meio - onde não se exigem diplomas, nem formação - "existem muitos charlatães", mas "tentamos reduzir sua presença ao mínimo", comenta


SUBJECT: Re: [ciencialist] O poder do presunto
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/02/2010 13:25

Acho que o problema ficou na frase que escrevi. Errei no ritmo da frase. :-)

O que eu queria dizer √© que a lan√ßa t√©rmica √© ¬īferro + oxig√™nio¬ī,
diferenciando do tradicional maçarico.

Vou tentar alterar a frase para melhorar o entendimento do texto.

Obrigado
Até
Luís Brudna
http://www.emsintese.com.br

2010/2/25 Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
> Oi Brudna,
> sorry, mas com certeza não é uma das melhores que já publicou! Parece-me (como leigo em química) que o problema começa na seguinte falha lá escrita:"A lança térmica lembra muito um maçarico, na qual se queima um tubo de ferro em um sistema rico em oxigênio.".
> Um maçarico não queima tubo de ferro algum, ele queima, graças ao oxigênio injetado, o combustível que pode ser hidrogênio, carbureto, ..... e derivados da gordura animal. Em lugar de injetar junto com o O2 o H2 ou o carbureto, o O2 arrasta os combustíveis provenientes das gorduras. Se vc trocar o presunto por uma camada de banha a coisa continua a funcionar.
> Quanto ao "poder" do presunto ... será maior que o de uma costeleta de porco?
> Com certeza toda esta bobagem que escrevi deriva do fato de n√£o ter entendido bulhufas do que o homem do youtube falou!
>
> []¬ī
>      ===========================
>             Luiz Ferraz Netto [Léo]
>         leo@feiradeciencias.com.br
>            leobarretos@uol.com.br
>          luizferraz.netto@gmail.com
>      http://www.feiradeciencias.com.br
>      ===========================
>
> ----- Original Message -----
> From: Luis Brudna
> To: ciencialist
> Sent: Wednesday, February 24, 2010 3:41 PM
> Subject: [ciencialist] O poder do presunto
>
>
> Demonstração de como é possível obter uma grande quantidade de energia
> usando prosciutto (um tipo de presunto) e um fluxo de oxigênio puro.
>
> http://www.emsintese.com.br/2010/o-poder-do-presunto/
>
> Aceito sugest√Ķes e corre√ß√Ķes.
>
> Até
> Luís Brudna
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] O poder do presunto
FROM: André L F S Bacci <andrebacci.listas@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/02/2010 16:16

2010/2/25 Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Oi Brudna,
 
sorry, mas com certeza não é uma das melhores que já publicou! Parece-me (como leigo em química) que o problema começa na seguinte falha lá escrita:"A lança térmica lembra muito um maçarico, na qual se queima um tubo de ferro em um sistema rico em oxigênio.".
Um maçarico não queima tubo de ferro algum, ele queima, graças ao oxigênio injetado, o combustível que pode ser hidrogênio, carbureto, ..... e derivados da gordura animal. Em lugar de injetar junto com o O2 o H2 ou o carbureto, o O2 arrasta os combustíveis provenientes das gorduras. Se vc trocar o presunto por uma camada de banha a coisa continua a funcionar.

Um maçarico "queima" uma chapa de ferro, apenas aplicando oxigênio à mesma. Para cortar concreto, por exemplo, que não queima com oxigênio puro, usa-se a tal lança térmica, que é consumida junto com o oxigênio para produzir calor no final da lança.

A confusão aqui pode estar em acreditar que muita gente sabe que o maçarico trabalha sempre com combustível, enquanto que a maioria das vezes somente é usado combustível para aquecer uma ponta de metal. Depois disso, o acetileno é desligado e é oxigênio puro e o próprio metal em corte que mantém o processo de corte.

Tirando esse "conhecimento prévio" é que a frase faz sentido.

André

SUBJECT: Re: [ciencialist] O poder do presunto
FROM: André L F S Bacci <andrebacci.listas@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/02/2010 16:28

2010/2/25 André L F S Bacci <andrebacci.listas@gmail.com>:
> A confusão aqui pode estar em acreditar que muita gente sabe que o maçarico
> trabalha sempre com combustível, enquanto que a maioria das vezes somente é
> usado combustível para aquecer uma ponta de metal. Depois disso, o acetileno
> é desligado e é oxigênio puro e o próprio metal em corte que mantém o
> processo de corte.

Tsc...

"A confus√£o aqui pode estar em acreditar que muita gente sabe que o
maçarico trabalha QUASE sempre SEM combustível, enquanto que a maioria
das vezes somente é usado combustível para aquecer uma ponta de metal.
Depois disso, o acetileno é desligado e é oxigênio puro e o próprio
metal em corte que mantém o processo de corte.

Tirando esse "conhecimento prévio" é que a frase faz sentido."

André


SUBJECT: Re: Além de Darwin : Promo exclusiva pros clisteiros
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/02/2010 04:34

Luana,

Infelizmente, o prazo já havia vencido. Mas você pode ainda concorrer a um exemplar aqui: http://genereporter.blogspot.com/2010/02/research-blogging-awards-2010.html

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luana Lima <lunlim@...>
> *ALFRED RUSSEL WALLACE*
>
> Em 10 de fevereiro de 2010 14:29, roberto
> > O prazo para o envio das respostas é até 20 de fevereiro de 2010 às
> > 23h59 (horário de Brasília).




SUBJECT: Re: [ciencialist] Espiritismo, ciência e que tais.
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/02/2010 10:49



--- Em qui, 25/2/10, José Victor <j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:

De: José Victor <j.victor.neto@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Espiritismo, ciência e que tais.
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010, 14:32

 
>convidar um bocado de pessoas de "mau olhado", para que estes d√™em umas >espiadas nessa coisa, como aconteceu com a √°rvore que Belmiro plantou e que >"faleceu" solenemente
>quando um seu parente lascou os oinhos, num olhar  l√Ęnguido e fulminante, >sobre a pobre...

   N√£o foi uma, foram 5 jabuticabeiras que coincidentemente secaram logo ap√≥s o olhar de raio laser. Diga-se de passagem, foram plantadas pelo m√©todo da alporquia, ou como diz o L√©o, galho plantado a porretadas que acaba brotando com ra√≠zes d√©beis. De qualquer forma, s√≥ relatei o ocorrido. A cren√ßa no olho obeso fica por conta de cada um.. Particularmente acredito que foi efeito de f√≥tons energ√©ticos amplificados na gordura da retina da pessoa que incidiram sobre as folhas jovenss e tenras das plantas e as queimaram pelo excesso de energia.

 
      [],s
 
      Belmiro

 

"21/02/2010 - 19h56

Misterioso mundo da parapsicologia atrai milh√Ķes de pessoas em Paris

Cartas de tar√ī, bolas de cristal, p√™ndulos, astr√≥logos, m√©diuns e videntes: uma feira em Paris levanta um v√©u sobre o mundo misterioso da parapsicologia, que atrai milh√Ķes de pessoas em tempos de crise.

Um em cada seis franceses consulta anualmente um vidente, um médium, um astrólogo, passando pela leitura de cartas, da mão e da borra de café, segundo os organizadores desta Feira do Corpo e do Espírito, celebrada na capital francesa há 24 anos.

"Na Am√©rica Latina, e na Espanha, o n√ļmero de consultas aos adivinhos √© bem maior", comenta o espanhol Ram√≥n Sala, um dos organizadores.

Num pequeno espaço, atrás de uma espessa cortina de veludo, Didier Beltran conta à AFP que desde pequeno tem o dom de ver o futuro, o que o assustava muito.

"Ouvia coisas, via imagens, como num filme, ao olhar as pessoas. Via instantes de seu futuro, sentia como elas eram", conta. "Às vezes tinha medo, porque podia saber coisas tristes que iam acontecer".

At√© que decidiu p√īr o dom a servi√ßo das pessoas, diz.

"Um verdadeiro vidente √© um artista. Assim como h√° pessoas que nascem com ouvido para a m√ļsica e outros com o dom para a pintura, a matem√°tica, h√° gente que tem o poder especial de ver o futuro", afirma C√©cile Laligan, assessora de imprensa da feira.

Neste final de semana havia muitas mulheres e suas perguntas giravam, em maioria, em torno do mundo sentimental e familiar.

No entanto, cerca de 40% dos participantes s√£o homens. Entre eles, h√° diretores de empresa e estudantes, passando por jovens desempregados, precisou Laligan.

"Os homens trazem outras preocupa√ß√Ķes, sobretudo trabalhistas, profissionais" , confirma outro "expert" nas artes da adivinha√ß√£o, Monsieur Olivier, que cobra entre 80 a 100 d√≥lares por uma hora de consulta.

"Acabo de atender um chefe de empresa", disse Olivier, explicando que, com a crise, aumentou bastante o n√ļmero de consultas.

Ramón Salas reconhece que neste meio - onde não se exigem diplomas, nem formação - "existem muitos charlatães", mas "tentamos reduzir sua presença ao mínimo", comenta


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SUBJECT: Matematica da Mega Sena
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/02/2010 15:13

As informa√ß√Ķes presentes no na mat√©ria
Apostadores de bol√£o premiado no RS desafiam a matem√°tica
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u699234.shtml

est√£o corretas?

Até
Luís Brudna


SUBJECT: Re: [ciencialist] Matematica da Mega Sena
FROM: jeff@jeff.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/02/2010 16:17

Eu entendo que a chance dele ganhar agora continua sendo uma em 50
milh√Ķes, pois um sorteio n√£o tem liga√ß√£o com o outro, n√©? Sen√£o, se ele
mandar a mulher dele jogar para ele, as suas chances "voltariam" a ser uma
em 50 milh√Ķes? :) Ele estaria agora condenado (por alguma for√ßa
sobrenatural, sei l√°... :) a ter uma chance em 7,6 trilh√Ķes pro resto da
vida? :) Meio místico né? :)

[]¬ī,s
Jeff.

> As informa√ɬß√ɬĶes presentes no na mat√ɬ©ria
> Apostadores de bolão premiado no RS desafiam a matemática
> http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u699234.shtml
>
> estão corretas?
>
> Até
> Luís Brudna
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Matematica da Mega Sena
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/02/2010 21:48

ÔĽŅ
Outro dia, numa dessas filas de Casa Lotérica, ouvi
duas senhoras conversando, sobre os efeitos de uma
pessoa pobre ganhar algo como 70 milh√Ķes. Que aquilo
bagunçaria sua vida, que sua tranqulidade iria para o brejo,
que a sua segurança no que concerne à sua integridade
e mental seria muito prejudicada, que ficaria sujeito ao
assédio de parentes e pessoas mais próximas, que isso,
enfim, talvez n√£o fosse bom, etc. O seja, dinheiro muito,
tanto quanto um total como acima, seria uma "desgraça",
pela certa infelicidade que traria, etc.
Bem, elas estavam com cartelas nas m√£os para jogarem.
 
Fiquei com muita vontade de dizer a elas: senhoras, dinheiro
muito, mesmo muito demais, s√≥ √© ruim mesmo para quem n√£o o tem!
 
Quanto a alguém ganhar algo assim duas vezes seguidas, as probabilidades
s√£o exatamente as mesmas, e igual para todas as demais envolvidadas nas
apostas. Só e zero para quem não joga, como, "inteligentemente", aponta o
matem√°tico da reportagem.
 
Contudo, houve um político, aí pelos idos do governo Collor, que alegou haver
abiscoitado essa dita mega-sena mais de duzentas vezes, para justificar os
muitos milh√Ķes em sua conta, roubados do er√°rio. Cara de pau, aquele la¬ī.
 
Dá licença que vou conferir a "fezinha" que fiz hoje. Sem trocadilho.
 
E assim caminha a humanidade.
 
Sds,
Victor.
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Luis Brudna
To: ciencialist
Sent: Saturday, February 27, 2010 3:13 PM
Subject: [ciencialist] Matematica da Mega Sena

 

As informa√ß√Ķes presentes no na mat√©ria
Apostadores de bol√£o premiado no RS desafiam a matem√°tica
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u699234.shtml

est√£o corretas?

Até
Luís Brudna


SUBJECT: Re: Matematica da Mega Sena
FROM: "Homero" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/02/2010 22:37

Ol√° Brudna

De um modo geral me parece que sim, as chances s√£o de 1 em 50 milh√Ķes aproximadamente.

Apenas a chance de quem "ganhou mas n√£o levou" n√£o afeta os novos jogos, continua a mesma.

Há uma diferença entre a chance de ganhar, individual, que não é afetada por ter ganho antes, e apostar que alguém ganhará duas vezes, que certamente diminui.

Se apostar que Fulano vai ganhar, ter√° uma chance em 50 milh√Ķes de acertar, se apostar que o mesmo fulano vai ganhar duas vezes, sua chance diminuir√° bastante.

Mas para o fulano, n√£o importa se ele ganhar uma vez, sua chance de ganhar de novo n√£o muda.

Problema parecido √© avaliar a chance de ganhar com a seq√ľ√™ncia 1, 2, 3, 4, 5 e 6, ou com a seq√ľ√™ncia 9, 12, 16, 23, 35, 45. Qualquer pessoa normal dir√° que a chance da primeira seq√ľ√™ncia √© muito menor que a da segunda. Mas estar√° errada.

Se o primeiro n√ļmero que sair for "1", isso n√£o afetar√° a chance do segundo n√ļmero ser "2". Ainda ser√° uma chance em 49 de sair 2 em seguida.

As pessoas tendem a confundir (eu inclusive..:-) a chance de sair uma seq√ľ√™ncia de n√ļmeros seguidos versus sair uma seq√ľencia de n√ļmeros n√£o seguidos. Nesse caso, se eu fosse apostar que, ou sai uma seq√ľ√™ncia de n√ļmeros seguidos ou uma de n√ļmeros n√£o seguidos, eu apostaria na segunda possibilidade, claro.

Mas entre duas seq√ľencias de 6 n√ļmeros determinada, as chances s√£o iguais. Ent√£o, entre 1, 2, 3, 4, 5, e 6 e 12, 15, 25, 34, 45, 56, n√£o h√° diferen√ßa de chances.

A chance de alguém que já ganhou ganhar novamente é a mesma de quem nunca ganhou.

Um abraço.

Homero




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luis Brudna <luisbrudna@...> escreveu
>
> As informa√ß√Ķes presentes no na mat√©ria
> Apostadores de bol√£o premiado no RS desafiam a matem√°tica
> http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u699234.shtml
>
> est√£o corretas?
>
> Até
> Luís Brudna
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Matematica da Mega Sena
FROM: "FranklinDS:. DS:." <franklinds@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/02/2010 00:43


Caros matem√°ticos,

Gostaria de fazer a pergunta de uma outra forma... Qual a probabilidade de ser sorteado na megasena, justamente um bol√£o que n√£o foi registrado?
[]S
Fklinds

Em 27 de fevereiro de 2010 21:48, JVictor <j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:
 

ÔĽŅ

Outro dia, numa dessas filas de Casa Lotérica, ouvi
duas senhoras conversando, sobre os efeitos de uma
pessoa pobre ganhar algo como 70 milh√Ķes. Que aquilo
bagunçaria sua vida, que sua tranqulidade iria para o brejo,
que a sua segurança no que concerne à sua integridade
e mental seria muito prejudicada, que ficaria sujeito ao
assédio de parentes e pessoas mais próximas, que isso,
enfim, talvez n√£o fosse bom, etc. O seja, dinheiro muito,
tanto quanto um total como acima, seria uma "desgraça",
pela certa infelicidade que traria, etc.
Bem, elas estavam com cartelas nas m√£os para jogarem.
 
Fiquei com muita vontade de dizer a elas: senhoras, dinheiro
muito, mesmo muito demais, só é ruim mesmo para quem não o tem!
 
Quanto a alguém ganhar algo assim duas vezes seguidas, as probabilidades
s√£o exatamente as mesmas, e igual para todas as demais envolvidadas nas
apostas. Só e zero para quem não joga, como, "inteligentemente", aponta o
matem√°tico da reportagem.
 
Contudo, houve um político, aí pelos idos do governo Collor, que alegou haver
abiscoitado essa dita mega-sena mais de duzentas vezes, para justificar os
muitos milh√Ķes em sua conta, roubados do er√°rio. Cara de pau, aquele la¬ī.
 
Dá licença que vou conferir a "fezinha" que fiz hoje. Sem trocadilho.
 
E assim caminha a humanidade.
 
Sds,
Victor.
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Luis Brudna
Sent: Saturday, February 27, 2010 3:13 PM
Subject: [ciencialist] Matematica da Mega Sena

 

As informa√ß√Ķes presentes no na mat√©ria
Apostadores de bol√£o premiado no RS desafiam a matem√°tica
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u699234.shtml

est√£o corretas?

Até
Luís Brudna



SUBJECT: Re: Matematica da Mega Sena
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/02/2010 01:41

Se acertar com um dado bol√£o tem uma chance em 758 mil e cada aposta individual tem uma chance em 50 milh√Ķes e ele fez 5 apostas; as chances de acertar nas duas ocasi√Ķes √©:

1/758.000 x 5/50.000.000 = 1/(758.000 x 50.000.000) = 7,6.10^12 = 7,6 trilh√Ķes.

Mas a mat√©ria √© mal escrita. Temos que adivinhar que Barona √© um dos participantes do bol√£o e d√° a impress√£o de que ele ganhou mesmo uma segunda vez. E mais, como o primeiro sorteio - o do bol√£o - j√° foi, as chances dele acertar no segundo sorteio continua a ser 1 em 50 milh√Ķes para cada aposta, como para qualquer outra pessoa.

A chance de 1 para 7,6 trilh√Ķes √© a chance *a priori*.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luis Brudna <luisbrudna@...>
> As informa√ß√Ķes presentes no na mat√©ria
> Apostadores de bol√£o premiado no RS desafiam a matem√°tica
> http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u699234.shtml
>
> est√£o corretas?
>
> Até
> Luís Brudna



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Matematica da Mega Sena
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/02/2010 08:23

√Č isso a√≠ mesmo, Homero.
 
Ou seja, a cada jogo, tudo é exatamente como antes.
Mesmas possibilidades para todos e a mesma certeza de que ficar√° mais pobre, toda vez que outro for sorteado, ou ningu√©m ficar rindo √† toa.  Cada  dezena entra no
jogo sem importar a sequência em que entra, sem importar se faz parte da data
de nascimento de alguém, do CPF ou outra etiqueta de identifcação
pessoal, sem importarm ainda, se j√° entrou ou n√£o em algum sorteio.
Simples assim.
Essa, a raz√£o da t√£o alta entropia, que s√≥ se reduz a zero para o
feliz e risonho novo rico.
Sempre esperando que essa monstruosa fun√ß√£o de onda, que "olha" para todos com a mesma e chata imparcialidade, colapse sobre cara-p√°lida aqu√≠, sempre invisto al√≠, de leve, numas dezenazinhas. 
Parece, at√©, que essa pr√°tica de jogo institucionalizado est√° sendo um objetivo prim√°rio na vida de todos. Bem, a Caixa Econ√īmica agradece penhoradamente.
Sds,
Victor.
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Homero
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, February 27, 2010 10:37 PM
Subject: [ciencialist] Re: Matematica da Mega Sena

 

Ol√° Brudna

De um modo geral me parece que sim, as chances s√£o de 1 em 50 milh√Ķes aproximadamente.

Apenas a chance de quem "ganhou mas n√£o levou" n√£o afeta os novos jogos, continua a mesma.

Há uma diferença entre a chance de ganhar, individual, que não é afetada por ter ganho antes, e apostar que alguém ganhará duas vezes, que certamente diminui.

Se apostar que Fulano vai ganhar, ter√° uma chance em 50 milh√Ķes de acertar, se apostar que o mesmo fulano vai ganhar duas vezes, sua chance diminuir√° bastante.

Mas para o fulano, n√£o importa se ele ganhar uma vez, sua chance de ganhar de novo n√£o muda.

Problema parecido √© avaliar a chance de ganhar com a seq√ľ√™ncia 1, 2, 3, 4, 5 e 6, ou com a seq√ľ√™ncia 9, 12, 16, 23, 35, 45. Qualquer pessoa normal dir√° que a chance da primeira seq√ľ√™ncia √© muito menor que a da segunda. Mas estar√° errada.

Se o primeiro n√ļmero que sair for "1", isso n√£o afetar√° a chance do segundo n√ļmero ser "2". Ainda ser√° uma chance em 49 de sair 2 em seguida.

As pessoas tendem a confundir (eu inclusive..:-) a chance de sair uma seq√ľ√™ncia de n√ļmeros seguidos versus sair uma seq√ľencia de n√ļmeros n√£o seguidos. Nesse caso, se eu fosse apostar que, ou sai uma seq√ľ√™ncia de n√ļmeros seguidos ou uma de n√ļmeros n√£o seguidos, eu apostaria na segunda possibilidade, claro.

Mas entre duas seq√ľencias de 6 n√ļmeros determinada, as chances s√£o iguais. Ent√£o, entre 1, 2, 3, 4, 5, e 6 e 12, 15, 25, 34, 45, 56, n√£o h√° diferen√ßa de chances.

A chance de alguém que já ganhou ganhar novamente é a mesma de quem nunca ganhou.

Um abraço.

Homero

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luis Brudna <luisbrudna@...> escreveu
>
> As informa√ß√Ķes presentes no na mat√©ria
> Apostadores de bol√£o premiado no RS desafiam a matem√°tica
> http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u699234.shtml
>
> est√£o corretas?
>
> Até
> Luís Brudna
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Matematica da Mega Sena
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/02/2010 10:22

    Caro Victor,
 
    De certa forma, as senhoras tem raz√£o. √Č claro que ter dinheiro demais √© menos ruim que ter pouco. Por isso elas apostam.
    Mas a loteria tem disso e muito mais. Fico abismado com as filas para apostar quando a megasena est√° acumulada. As pessoas, a maioria humildes, n√£o tem no√ß√£o do valor do pr√™mio. Quando n√£o est√° acumulado, parece que n√£o vale a pena apostar. Afinal, s√£o apenas alguns poucos milh√Ķes de reais. Melhor esperar acumular e enfrentar filas imensas para concorrer a pr√™mios melhores.
     Outra coisa s√£o os coment√°rios quando saem os resultados. - Sa√≠ram n√ļmeros muito dif√≠ceis, ningu√©m vai acertar. Por falar nisso, um professor amigo meu, muito farrista, pregou uma pe√ßa em um colega dele, h√° muito tempo. Este colega marcava as apostas na sala dos professores. Furtivamente, meu amigo copiou as apostas. Logo que saiu o sorteio, anotou em um papel aqueles n√ļmeros que o colega jogara, como se fosse o resultado. Muito safado, esperou o seu colega se aproximar e fingiu estar conferindo as apostas de um suposto jogo que ele teria feito, e comentou. - Porcaria, n√£o deu de novo... tamb√©m, com esses n√ļmeros que sa√≠ram... Seu colega, que ainda n√£o sabia do resultado do sorteio, pediu para ver os n√ļmeros. Quase desmaiou quando viu que tinha "acertado". E o meu amigo ainda completou que havia s√≥ um ganhador. O professor saiu em disparada at√© a lot√©rica mais pr√≥xima, que n√£o era t√£o pr√≥xima assim, pois era preciso tomar um √īnibus. Resultado de tudo isso, n√£o se falam at√© hoje.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em dom, 28/2/10, JVictor <j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:

De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Matematica da Mega Sena
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Domingo, 28 de Fevereiro de 2010, 0:48

 
ÔĽŅ
Outro dia, numa dessas filas de Casa Lotérica, ouvi
duas senhoras conversando, sobre os efeitos de uma
pessoa pobre ganhar algo como 70 milh√Ķes. Que aquilo
bagunçaria sua vida, que sua tranqulidade iria para o brejo,
que a sua segurança no que concerne à sua integridade
e mental seria muito prejudicada, que ficaria sujeito ao
assédio de parentes e pessoas mais próximas, que isso,
enfim, talvez n√£o fosse bom, etc. O seja, dinheiro muito,
tanto quanto um total como acima, seria uma "desgraça",
pela certa infelicidade que traria, etc.
Bem, elas estavam com cartelas nas m√£os para jogarem.
 
Fiquei com muita vontade de dizer a elas: senhoras, dinheiro
muito, mesmo muito demais, s√≥ √© ruim mesmo para quem n√£o o tem!
 
Quanto a alguém ganhar algo assim duas vezes seguidas, as probabilidades
s√£o exatamente as mesmas, e igual para todas as demais envolvidadas nas
apostas. Só e zero para quem não joga, como, "inteligentemente" , aponta o
matem√°tico da reportagem.
 
Contudo, houve um político, aí pelos idos do governo Collor, que alegou haver
abiscoitado essa dita mega-sena mais de duzentas vezes, para justificar os
muitos milh√Ķes em sua conta, roubados do er√°rio. Cara de pau, aquele la¬ī.
 
Dá licença que vou conferir a "fezinha" que fiz hoje. Sem trocadilho.
 
E assim caminha a humanidade.
 
Sds,
Victor.
 
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Saturday, February 27, 2010 3:13 PM
Subject: [ciencialist] Matematica da Mega Sena

 
As informa√ß√Ķes presentes no na mat√©ria
Apostadores de bol√£o premiado no RS desafiam a matem√°tica
http://www1. folha.uol. com.br/folha/ cotidiano/ ult95u699234. shtml

est√£o corretas?

Até
Luís Brudna


Veja quais s√£o os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - M√ļsica - Esportes

SUBJECT: Ciensinando: novo blog do projeto HAAAN
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 28/02/2010 12:01

Ciensinando: novo blog do projeto HAAAN

Publicado em 28 fev 2010 em Ceticismo, Ciência |
Tags: , , , , | 0 coment√°rios

Ciensinando_blog

“Imagine a seguinte situação: o despertador toca, você levanta sonolento e descobre que o telefone celular está desligado… para piorar, não liga quando você aperta o botão. Como você estava dormindo, imagina que a bateria descarrou durante a noite e tenta recarregá-la. Depois de alguns minutos na tomada, você percebe que o aparelho insiste em não ligar, então pensa:

‚ÄúHum, se eu tivesse outra bateria poderia test√°-la no celular, a√≠ saberia se o defeito est√° na anterior ou no pr√≥prio telefone!‚ÄĚ

O pensamento acima parece √≥bvio e qualquer pessoa teria essa ideia se estivesse na mesma situa√ß√£o. Por√©m, a parte legal √© que esse racioc√≠nio demonstra uma aplica√ß√£o direta do M√©todo Cient√≠fico!‚ÄĚ

√Č apenas uma das brilhantes analogias atrav√©s das quais o bi√≥logo Gabriel Cunha passa a divulgar ci√™ncia em Ciensinando, o mais novo blog hospedado pelo projeto HAAAN.

‚ÄúSempre discutimos inclus√£o social, inclus√£o digital, mas por que n√£o cogitamos tamb√©m uma inclus√£o cient√≠fica por meio da educa√ß√£o?‚ÄĚ, pergunta Cunha. ‚ÄúCom base nessa premissa, o intuito √© incentivar a divulga√ß√£o de Ci√™ncias para todos, sem exce√ß√£o. Para isso, basta compartilhar ideias sobre o processo cient√≠fico e o pensamento cr√≠tico, trocando experi√™ncias e conhecimento. Afinal, antes de tudo, a Ci√™ncia estimula o racioc√≠nio e permite a an√°lise das oportunidades que a vida apresenta pelos mais diversos √Ęngulos‚ÄĚ.

Publicando textos desde o início do mês, Cinensinando já apresenta em uma série de textos uma introdução à ciência, ao método científico e pensamento críticos, em linguagem mais do que acessível a todos. Confira! Ciensinando, divulgação e educação em ciências.


SUBJECT: OVNIs: Antes de serem Extraterrestres, eram Nazistas
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 28/02/2010 12:43

OVNIs: Antes de serem Extraterrestres, eram Nazistas

Publicado em 28 fev 2010 em Ceticismo, Destaques, Ufologia |
Tags: , , , , , | 0 coment√°rios

AmazingStories-July1943-sma

Apenas veja a ilustração: de um ponto de vista puramente de fantasia, poderia haver algo mais simplesmente sensacional que discos voadores nazistas lutando na Segunda Guerra Mundial? Nazistas, eles são malvados, e agora têm discos voadores!

Al√©m de uma com√©dia em produ√ß√£o, este bem poderia ser o enredo de um (bom) filme de Indiana Jones. De fato, a LucasFilm Games lan√ßou no in√≠cio da d√©cada de 1990 o jogo ‚ÄúSecret Weapons of the Luftwaffe‚ÄĚ ‚Äď que n√£o chegou a incluir discos voadores nazistas, mas permitia pilotar uma asa voadora Horten (que foi recentemente recriada, a prop√≥sito).

iron_sky_02

Meu próprio interesse pela ufologia começou quando era mais jovem e li sobre estas histórias de incríveis aeronaves discóides criadas pelos alemães. Há mesmo modelos em escala à venda. Eu realmente acreditei em tais histórias, e descobri-las como o que realmente eram motivou a criação de CeticismoAberto.

Porque, voc√™ v√™, hist√≥rias e rumores sobre discos voadores nazistas s√£o promovidas como fato real por n√£o t√£o poucos ‚Äď em revistas, livros e principalmente pela rede. Voc√™ pode ler tudo sobre como Adolf Hitler (n√£o) fugiu para bases subterr√Ęneas no p√≥lo Sul e os nazistas (n√£o) visitaram Marte na d√©cada de 1960 na extensa pesquisa de Kevin McClure desvendando O Mito dos UFOs Nazistas, originalmente publicada no boletim brit√Ęnico Magonia, ou seu sum√°rio e atualiza√ß√£o publicado em 2003 na revista Fortean Times, em ingl√™s.

REALTARMANZESCA-2121954C-sm

Agora, o pesquisador Maurizio Verga publica um fascinante artigo adicionando muito mais informa√ß√£o ao assunto, em especial a suas origens. O artigo est√° em italiano ‚Äď aqui est√° uma tradu√ß√£o autom√°tica ao portugu√™s ‚Äď mas vale bem o esfor√ßo tentar compreend√™-lo ainda que n√£o se entenda perfeitamente a l√≠ngua.

Uma das descobertas mais curiosas de Verga √© a ilustra√ß√£o no in√≠cio deste texto. O coment√°rio de que seria algo sensacional de ‚Äúum ponto de vista puramente de fantasia‚ÄĚ n√£o foi feito por acaso: preste aten√ß√£o na assinatura.

O desenho vem da revista de fantasia Amazing Stories, publicada em julho de 1943. Isto é quatro anos antes do início da obsessão moderna por discos voadores, e assim muito, muito antes que qualquer pessoa os associasse a nazistas, muito menos a seres extraterrestres.

Como Verga nota, na d√©cada de 1950 essa exata cena ‚Äď um disco voador lutando com uma esquadrilha de Fortalezas Voadoras ‚Äď seria promovida como um evento supostamente real ocorrido sobre Schweinfurt em 1944. A cena de fantasia supostamente real √© vendida at√© hoje.

ds500-4

[Acima, arte de Daniele Sabatini, 1998. Compare-a com a ilustração de Amazing Stories de 55 anos antes]

Não é nenhuma notícia ao teórico psicossocial que todo e qualquer elemento supostamente real na ufologia pode ser encontrado anos antes na ficção científica. Alguns exemplos, no entanto, podem ser ainda assim impressionantes pela forma como a realidade vendida por ufólogos pode ter sido precedida nos mínimos detalhes na ficção, e a ilustração de Amazing Stories encontrada por Verga é claramente um exemplo.

UFOs Nazistas n√£o s√£o apenas uma sub-√°rea curiosa da ufologia. Nos primeiros anos da √°rea, a id√©ia de que discos voadores seriam armas secretas bem humanas era uma das explica√ß√Ķes mais populares para no novo mist√©rio nos c√©us, como uma pesquisa Gallup conduzida em 1947 demonstra. Antes de serem extraterrestres, os discos voadores eram nazistas.

A hipótese extraterrestre nem chegou a ser mencionada na pesquisa de opinião, e a idéia só seria popularizada anos depois pelo major Donald Keyhoe.

Em outro detalhe interessante, Verga tamb√©m nota que o pr√≥prio Keyhoe menciona a hist√≥ria que ouviu de que os discos voadores seriam reais‚Ķ aeronaves brit√Ęnicas reais, capturadas dos nazistas depois da guerra. Foram transferidas depois √† Austr√°lia e Canad√°, ou assim contava a hist√≥ria.

Os primórdios da ufologia são comumente esquecidos ou omitidos por aqueles que vendem extraterrestres, porque abordar a área sob o enfoque histórico, elucidando seu aspecto cultural, não convém a suas fantasias e mercado.

Vale notar que os OVNIs nazistas chegam mesmo a envolver um agente nazista capturado no Brasil, em ainda outra reviravolta abordada por Verga. N√£o deixe de ler ‚Äď e tradutores volunt√°rios para que este trabalho seja disponibilizado em portugu√™s sempre s√£o bem-vindos: WikiUFO, UFO nazisti: leggende dischi volanti tedeschi Nazi UFOs saucers.


SUBJECT: Cérebro reage mais fortemente à igualdade do que à busca de benefício próprio
FROM: "Homero" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/02/2010 19:05

Cérebro reage mais fortemente à igualdade do que à busca de benefício próprio

http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2010/02/24/cerebro-reage-mais-fortemente-igualdade-do-que-busca-de-beneficio-proprio-915933604.asp

Publicada em 25/02/2010 às 00h08m
O Globo

RIO - A desigualdade que vemos mundo afora n√£o tem a cumplicidade de nosso c√©rebro. Um estudo publicado pela revista "Nature" mostra que, dentro de n√≥s, a satisfa√ß√£o √© muito maior quando todos t√™m direito a benef√≠cios. Cientistas do Instituto Californiano de Tecnologia (Caltech) e do Trinity College, de Dublin, reuniram imagens de resson√Ęncia magn√©tica que comprovam como o c√©rebro humano aprecia a igualdade. A descoberta p√Ķe em xeque a ideia de que a no√ß√£o de justi√ßa seria cultural.

O material obtido comprova que o centro de recompensa existente no órgão responde mais fortemente quando vemos uma pessoa pobre receber algum benefício do que quando o mesmo ocorre com um rico. Para surpresa dos estudiosos, a conclusão é a mesma até na análise do cérebro de endinheirados.

- Esta √© a figura mais recente em nosso √°lbum sobre a natureza humana. Temos, agora, muitas ferramentas para estudar as rea√ß√Ķes do c√©rebro - comemora Colin Camerer, professor de Economia Comportamental da Caltech e um dos co-autores do artigo.
Resposta além da regra social

Há muito se sabe que nós, humanos, não gostamos da desigualdade, especialmente no que se refere a dinheiro. Diga a duas pessoas com o mesmo emprego que seus salários são diferentes, e vai haver descontentamento. Não se sabia, porém, o quanto esse desgosto é embutido.

- A aversão à desigualdade não é regra social ou fruto de uma convenção - rejeita John O'Doherty, professor de psicologia da Caltech. - Há realmente algo a ser considerado no processamento de recompensas em nosso cérebro.

√Āreas cerebrais como o c√≥rtex pr√©-frontal ventromedial e o estriado ventral, que criam respostas positivas no corpo, foram analisadas em 40 volunt√°rios, submetidos a uma s√©rie de situa√ß√Ķes envolvendo transa√ß√Ķes financeiras.

Antes de come√ßar o processamento de por resson√Ęncia magn√©tica, os participantes foram divididos em duplas. Um ganharia o que era chamado de "grande doa√ß√£o financeira" (US$ 50); outro come√ßaria a experi√™ncia de bolsos vazios. O modo como os volunt√°rios - ou, mais especificamente, os centros de recompensa de seus c√©rebros - reagiram aos v√°rios cen√°rios apresentados dependia fortemente de sua riqueza no in√≠cio do estudo.

- Quem come√ßou pobre tinha uma rea√ß√£o cerebral mais forte a situa√ß√Ķes em que recebia dinheiro, e quase nenhuma resposta a cen√°rios em que os ganhos eram para outras pessoas - explica Camerer.

Até aqui, nenhuma surpresa. O que chamou atenção foi o outro lado da moeda.

- Os ricos do in√≠cio da pesquisa reagiam mais fortemente quando outros ganhavam dinheiro do que nas situa√ß√Ķes em que eles mesmos eram beneficiados - lembra Camerer. - Em outras palavras, seus c√©rebros achavam melhor ver os outros enriquecendo.

O'Doherty também se encarregou de resumir o estudo: o cérebro não responde apenas ao interesse próprio do organismo. Os centros de recompensa também reagem à premiação de outros indivíduos.

- Reagimos de forma muito diferente √†s desigualdades vantajosas e √†s desvantajosas - conclui. - Somos sens√≠veis a diferen√ßas sutis no contexto social. De certa forma, isso √© contr√°rio √†s vis√Ķes prevalecentes que temos sobre a natureza humana. Como psic√≥logo e neurocientista cognitivo que trabalha com recompensa e motiva√ß√£o, vejo o c√©rebro como um dispositivo feito para maximizar nosso pr√≥prio interesse. O fato de que essa estrutura parece t√£o adaptada em responder aos benef√≠cios obtidos por outros d√° uma nova refer√™ncia.

" Somos sensíveis a diferenças sutis no contexto social "

Camerer, economista, assume no artigo que sua vis√£o foi derrubada. Tamb√©m acostumado a pensar que as pessoas est√£o mais interessadas em seu pr√≥prio benef√≠cio, o pesquisador admite que, "se isso fosse verdade, n√£o ter√≠amos as rea√ß√Ķes apontadas pelo artigo quando outras pessoas ganham dinheiro".
Ricos podem ter sentido culpa

Ainda assim, Camerer lan√ßa uma nova interpreta√ß√£o aos resultados do levantamento. √Č prov√°vel que as rea√ß√Ķes dos participantes ricos tenham sido parcialmente motivadas por interesse pr√≥prio: ou a redu√ß√£o de seu desconforto.

- Pensamos que, para as pessoas ricas do início da pesquisa, ver os outros ganhando dinheiro reduz sua culpa por serem mais afortunados - opina.

O próximo passo dos pesquisadores é entender como esta avaliação que o cérebro faz da desigualdade traduz-se no comportamento.

- Uma pessoa que descobre ter salário menor do que outra com o mesmo emprego pode acabar trabalhando com menos afinco, e, além disso, ter pouca motivação - avalia O'Doherty. - Será interessante entender que mecanismos cerebrais dão suporte a essas mudanças.



SUBJECT: Re: [ciencialist] OVNIs: Antes de serem Extraterrestres, eram Nazistas
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/03/2010 12:37

OIa Kentaro,
 
Ja vi alguns programas no Discovery, History sobre o assunto.......exsitem filmes da √©poca, onde nazistas testam prot√≥tipos de aeronaves n√£o convencionais(em forma de disco, asa voadoras, etc).
 
Claro que isso n√£o significa que os Ovnis s√£o nazistas...mas eles pesquisavam e estavam querendo desenvolver outros tipos de aeronaves.
 
Abs
Felipe

--- Em dom, 28/2/10, Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com> escreveu:

De: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
Assunto: [ciencialist] OVNIs: Antes de serem Extraterrestres, eram Nazistas
Para:
Data: Domingo, 28 de Fevereiro de 2010, 12:43

 

OVNIs: Antes de serem Extraterrestres, eram Nazistas

AmazingStories-July1943-sma
Apenas veja a ilustração: de um ponto de vista puramente de fantasia, poderia haver algo mais simplesmente sensacional que discos voadores nazistas lutando na Segunda Guerra Mundial? Nazistas, eles são malvados, e agora têm discos voadores!
Al√©m de uma com√©dia em produ√ß√£o, este bem poderia ser o enredo de um (bom) filme de Indiana Jones. De fato, a LucasFilm Games lan√ßou no in√≠cio da d√©cada de 1990 o jogo ‚ÄúSecret Weapons of the Luftwaffe‚ÄĚ ‚Äď que n√£o chegou a incluir discos voadores nazistas, mas permitia pilotar uma asa voadora Horten (que foi recentemente recriada, a prop√≥sito).
iron_sky_02
Meu próprio interesse pela ufologia começou quando era mais jovem e li sobre estas histórias de incríveis aeronaves discóides criadas pelos alemães. Há mesmo modelos em escala à venda. Eu realmente acreditei em tais histórias, e descobri-las como o que realmente eram motivou a criação de CeticismoAberto.
Porque, voc√™ v√™, hist√≥rias e rumores sobre discos voadores nazistas s√£o promovidas como fato real por n√£o t√£o poucos ‚Äď em revistas, livros e principalmente pela rede. Voc√™ pode ler tudo sobre como Adolf Hitler (n√£o) fugiu para bases subterr√Ęneas no p√≥lo Sul e os nazistas (n√£o) visitaram Marte na d√©cada de 1960 na extensa pesquisa de Kevin McClure desvendando O Mito dos UFOs Nazistas, originalmente publicada no boletim brit√Ęnico Magonia, ou seu sum√°rio e atualiza√ß√£o publicado em 2003 na revista Fortean Times, em ingl√™s.
REALTARMANZESCA-2121954C-sm
Agora, o pesquisador Maurizio Verga publica um fascinante artigo adicionando muito mais informa√ß√£o ao assunto, em especial a suas origens. O artigo est√° em italiano ‚Äď aqui est√° uma tradu√ß√£o autom√°tica ao portugu√™s ‚Äď mas vale bem o esfor√ßo tentar compreend√™-lo ainda que n√£o se entenda perfeitamente a l√≠ngua.
Uma das descobertas mais curiosas de Verga √© a ilustra√ß√£o no in√≠cio deste texto. O coment√°rio de que seria algo sensacional de ‚Äúum ponto de vista puramente de fantasia‚ÄĚ n√£o foi feito por acaso: preste aten√ß√£o na assinatura.
O desenho vem da revista de fantasia Amazing Stories, publicada em julho de 1943. Isto é quatro anos antes do início da obsessão moderna por discos voadores, e assim muito, muito antes que qualquer pessoa os associasse a nazistas, muito menos a seres extraterrestres.
Como Verga nota, na d√©cada de 1950 essa exata cena ‚Äď um disco voador lutando com uma esquadrilha de Fortalezas Voadoras ‚Äď seria promovida como um evento supostamente real ocorrido sobre Schweinfurt em 1944. A cena de fantasia supostamente real √© vendida at√© hoje.
ds500-4

[Acima, arte de Daniele Sabatini, 1998. Compare-a com a ilustração de Amazing Stories de 55 anos antes]

Não é nenhuma notícia ao teórico psicossocial que todo e qualquer elemento supostamente real na ufologia pode ser encontrado anos antes na ficção científica. Alguns exemplos, no entanto, podem ser ainda assim impressionantes pela forma como a realidade vendida por ufólogos pode ter sido precedida nos mínimos detalhes na ficção, e a ilustração de Amazing Stories encontrada por Verga é claramente um exemplo.
UFOs Nazistas n√£o s√£o apenas uma sub-√°rea curiosa da ufologia. Nos primeiros anos da √°rea, a id√©ia de que discos voadores seriam armas secretas bem humanas era uma das explica√ß√Ķes mais populares para no novo mist√©rio nos c√©us, como uma pesquisa Gallup conduzida em 1947 demonstra. Antes de serem extraterrestres, os discos voadores eram nazistas.
A hipótese extraterrestre nem chegou a ser mencionada na pesquisa de opinião, e a idéia só seria popularizada anos depois pelo major Donald Keyhoe.
Em outro detalhe interessante, Verga tamb√©m nota que o pr√≥prio Keyhoe menciona a hist√≥ria que ouviu de que os discos voadores seriam reais‚Ķ aeronaves brit√Ęnicas reais, capturadas dos nazistas depois da guerra. Foram transferidas depois √† Austr√°lia e Canad√°, ou assim contava a hist√≥ria.
Os primórdios da ufologia são comumente esquecidos ou omitidos por aqueles que vendem extraterrestres, porque abordar a área sob o enfoque histórico, elucidando seu aspecto cultural, não convém a suas fantasias e mercado.
Vale notar que os OVNIs nazistas chegam mesmo a envolver um agente nazista capturado no Brasil, em ainda outra reviravolta abordada por Verga. N√£o deixe de ler ‚Äď e tradutores volunt√°rios para que este trabalho seja disponibilizado em portugu√™s sempre s√£o bem-vindos: WikiUFO, UFO nazisti: leggende dischi volanti tedeschi Nazi UFOs saucers.


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SUBJECT: Registrada a criação do maior círculo em plantação
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 01/03/2010 22:29

Registrada a criação do maior círculo em plantação

Publicado em 1 mar 2010 em Ceticismo, Destaques, Fortianismo |
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projetoatlas 

Quase 25 hectares. 530 x 450 metros de tamanho. Criado em uma noite de agosto de 2009 na prov√≠ncia de Zeeland, Holanda, √© o maior agriglifo moderno, ou ‚Äúc√≠rculo ingl√™s‚ÄĚ, j√° criado. E com um detalhe.

Tudo foi registrado em v√≠deo, porque esta foi uma cria√ß√£o bem humana. Para ser mais preciso, envolveu 60 humanos e foi capturado em seu processo de concep√ß√£o e cria√ß√£o pelas c√Ęmeras do programa de TV holand√™s ‚ÄúTry Before You Die‚ÄĚ. Clique na imagem abaixo para conferir o v√≠deo com a simp√°tica apresentadora Geraldine, que se tornou uma das l√≠deres de equipe no processo:

atlascirculoplantacao

Obra da equipe XL D-Sign, que vem criando forma√ß√Ķes fant√°sticas h√° mais de dez anos ‚Äď muitas das quais s√£o promovidas como ‚Äúmisteriosas‚ÄĚ at√© hoje ‚Äď esta √ļltima forma√ß√£o gigante, a maior forma√ß√£o em planta√ß√£o na hist√≥ria, foi parte do projeto Atlas, que pretendia n√£o apenas quebrar o recorde de tamanho como tamb√©m ‚Äútransmitir a mensagem da beleza e vulnerabilidade do homem a emergir‚ÄĚ.

atlas_03

O gigantesco desenho de hectares de tamanho tem uma série de simbologias, da metamorfose ao Homem Vitruviano, passando pelo Homem-Mariposa e mesmo chackras. Simbologia humana, com mensagem humana, criada por humanos e para humanos, superando tudo que já foi criado em círculos ingleses até hoje.

Nada disso ‚Äď nem nenhum dos artigos que publicamos ‚Äď pode ser suficiente para convencer aqueles que cr√™em em um mist√©rio nos c√≠rculos ingleses. Mencionar√£o, por exemplo, supostas anomalias nas plantas de c√≠rculos ‚Äúaut√™nticos‚ÄĚ ‚Äď anomalias evidenciadas por uma equipe e por estudos duvidosos, que reconhecem eles mesmos que as mesmas ‚Äúanomalias‚ÄĚ tamb√©m surgem em plantas amassadas caoticamente (as forma√ß√Ķes ‚Äún√£o-geom√©tricas‚ÄĚ).

2

Ou mencionar√£o uma forma√ß√£o criada em julho de 1996, com 149 c√≠rculos e centenas de metros de tamanho, surgida supostamente em menos de 45 minutos. Este √© um feito que mesmo os melhores circlemakers podem ter dificuldade em recriar. √Č a forma√ß√£o apelidada ‚ÄúConjunto de Julia‚ÄĚ, em refer√™ncia ao conjunto fractal com que se assemelha. Seria esta a prova de algo inexplicado e n√£o-humano?

Cabe verificar como se saberia que a formação foi criada em menos de 45 minutos. E resulta que este dado se baseia no relato de um médico que voou sobre a área com seu avião particular ao redor das 17:30h, e retornou 45 minutos depois. Em sua primeira passagem, disse o médico, ele não notou nada. Apenas no retorno descobriu a formação, e ele foi um dos primeiros a relatar o desenho.

Podemos confiar neste testemunho como evid√™ncia de forma√ß√Ķes gigantes surgindo em alguns minutos?

‚ÄúQuando o doutor voou sobre a forma√ß√£o, ele simplesmente n√£o a viu na primeira vez‚ÄĚ, diz Rod Dickinson. ‚ÄúAcontece sempre. Seu relato estava errado. Ele simplesmente n√£o o viu‚ÄĚ. Dickinson √© um dos principais circlemakers, e assegura com seguran√ßa que¬† ‚Äú[a forma√ß√£o] foi criada na noite anterior, por tr√™s pessoas, em quase tr√™s horas, come√ßando √†s 2:45 da manh√£. Esteve l√° o dia inteiro‚ÄĚ. Ele diz conhecer os criadores dessa forma√ß√£o, mas duvida que viriam a p√ļblico. Como n√£o vieram.

Incr√©dulo, o uf√≥logo americano Michael Lindemann retruca: ‚ÄúVoc√™ quer dizer que o desenho esteve l√°, ao lado da rodovia, o dia inteiro e ningu√©m o viu? Voc√™ est√° brincando?‚ÄĚ

‚ÄúSe voc√™ fosse l√°, veria como o campo desce e se esconde da estrada. A forma√ß√£o estava em uma esp√©cie de depress√£o, abaixo do n√≠vel da rodovia. De carro, voc√™ n√£o a poderia ver. Voc√™ precisaria sair, andar em dire√ß√£o dela e olhar para baixo para v√™-la‚ÄĚ, respondeu Dickinson.

‚ÄúMas h√° muito tr√°fego a√©reo na regi√£o. Avi√Ķes devem ter voado sobre ela v√°rias vezes naquele dia‚Ä̂Ķ

‚ÄúClaro, mas muitos deles simplesmente n√£o a viram, e o resto n√£o deve ter se importado em report√°-la, at√© que aquele doutor o relatou √† tarde. Eu sei que isso pode acontecer, porque criei v√°rias forma√ß√Ķes grandes e ent√£o esperei por um dia, at√© mesmo v√°rios dias, at√© que fossem descobertos‚ÄĚ.

√Č um fen√īmeno que j√° deve ser conhecido, s√£o os Gorilas Invis√≠veis. Segundo Dickinson, ali√°s, a mesma equipe que criou o ‚ÄúConjunto de Julia‚ÄĚ, viria a criar logo depois o ‚ÄúConjunto de Julia Triplo‚ÄĚ:

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Aos que pensem que o circlemaker Dickinson est√° simplesmente mentindo e estas forma√ß√Ķes seriam sobrenaturais, preste aten√ß√£o nos c√≠rculos menores ao redor das duas forma√ß√Ķes. Embora os c√≠rculos maiores tenham sido criados com linhas-guia, e estejam assim corretamente alinhados, os c√≠rculos menores ao seu redor foram amassados ‚Äú√† m√£o-livre‚ÄĚ, e h√° alguns erros grosseiros em sua disposi√ß√£o.

Mas nada disso deve convencer os que queiram acreditar no mistério. Perguntado sobre se o que faz poderia ser considerado fraude, Dickinson oferece uma resposta magnífica:

‚ÄúN√£o, n√£o √© de forma alguma fraude. N√£o somos n√≥s, [circlemakers] que dizemos ‚ÄėVeja, essas forma√ß√Ķes devem ter sido criadas por OVNIs‚Äô ou algo assim. N√≥s simplesmente as criamos, como pura arte. Ent√£o outras pessoas, pesquisadores e ‚Äėexperts‚Äô, inventam todo tipo de hist√≥rias e explica√ß√Ķes. √Č interessante observar tudo isso acontecer, mas n√£o somos n√≥s que fazemos isso. Nenhum dos circlemakers tenta convencer ningu√©m de que essas forma√ß√Ķes s√£o criadas por alguma for√ßa incomum. E quando n√≥s de fato dizemos √†s pessoas que estamos criando essas forma√ß√Ķes, a maioria n√£o acredita em n√≥s de toda forma‚ÄĚ.

O maior ‚Äúc√≠rculo ingl√™s‚ÄĚ foi criado em uma noite na Holanda e registrado pelas c√Ęmeras de um programa de TV. A maioria n√£o acreditar√° que isso se relacione com os ‚Äúverdadeiros‚ÄĚ c√≠rculos ingleses. [via Francesco Grassi‚Äôs Blog]


SUBJECT: Duvida - Relatividade
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ListadeCiência <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/03/2010 12:07

Pessoal,
 
Queria entender um pouco mais, se for poss√≠vel, o espa√ßo-tempo na relatividade (ou pelo menos a minha d√ļvida).
 
 Segundo a cosmologia, o espa√ßo e o  tempo formam um √ļnico "tecido c√≥smico" o espa√ßo-tempo, ambos criados no big-bang. Ainda segundo a cosmologia o universo encontra-se, atualmente, em expans√£o acelerada, o que segnifica que o espa√ßo est√° se expandindo aceleradamente(pelo que entendi, mais espa√ßo est√° sendo criado neste processo). Assim, porque temos uma acelera√ß√£o no espa√ßo, mas o tempo continua "linear"?
 
Nas teorias envolvendo o big-crunch, o espaço iria colapsar junto com a matéria, ou somente a matéria iria colapsar dentro de um espaço anteriormente expandido ? E como fica o tempo durante o processo de colapso, caso o espaço-tempo colapse junto com a matéria do universo ?
 
Agradeço a ajuda.
 
Abs
Felipe


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SUBJECT: ‚ÄúInvasores‚ÄĚ ‚Äď Hist√≥rias reais de extraterrestres na Argentina
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 03/03/2010 17:27

‚ÄúInvasores‚ÄĚ ‚Äď Hist√≥rias reais de extraterrestres na Argentina

Publicado em 3 mar 2010 em Ceticismo, Destaques, Ufologia |
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invasores‚ÄúPsychoceramics‚ÄĚ, ou psicocer√Ęmica, √© o estudo de vasos quebrados, uma fascinante √°rea fundada pelo professor Josiah Stinkney Carberry. Um professor, √© preciso dizer, que nunca existiu, para uma ci√™ncia, a psicocer√Ęmica, que √© uma piada acad√™mica. Explica-se.

Os "vasos quebrados" s√£o em verdade um trocadilho com os "crackpots", termo ingl√™s que significa literalmente cer√Ęmicas danificadas, mas tamb√©m se refere a pessoas que possuem e promovem cren√ßas pouco convencionais. O sujeito exc√™ntrico, que frequentemente se compara a Colombo e Galileu em sua vis√£o √ļnica, pouco convencional, √© um vaso quebrado, √© um crackpot, e √© assim objeto de estudo da psicocer√Ęmica.

At√© que ponto esta piada pode ser engra√ßada, ou mesmo √ļtil?

‚ÄúInvasores. Historias reales de extraterrestres en la Argentina‚ÄĚ, do jornalista Alejandro Agostinelli (Editorial Sudamericana, 2009) caracteriza e demonstra o melhor que a psicocer√Ęmica pode oferecer.

Longe de tomar uma posição crítica árida, expondo simplesmente as rachaduras nos potes, ou uma talvez pior, a cínica, buscando apenas ridicularizar aos crackpots, Agostinelli mergulha de forma acima de tudo humana, como uma figura ativa, investigando há décadas o tema e expondo a imensa riqueza de detalhes que pode haver em cada figura que alega manter contatos regulares com seres extraterrestres.

‚ÄúEste livro espera proporcionar um modelo de an√°lise segundo o qual a compreens√£o destas hist√≥rias n√£o termina com descobertas fascinantes como a de Gal√≠ndez, [o cientista], segundo a qual a gram√°tica de Ganimedes √© id√™ntica ao castelhano. Para mim, a fant√°stica obstina√ß√£o de Zagorski, [o crackpot], por revelar ao mundo sua experi√™ncia e deslumbrar com uma obra √† qual dedicou consider√°vel tempo e energia tem o mesmo valor hist√≥rico que a do cientista que se ocupou de refut√°-la‚ÄĚ.

O trecho resume a abordagem de "Invasores", e se deve agradar ao crente, n√£o deve assustar ao c√©tico: Agostinelli n√£o √© um relativista p√≥s-moderno defendendo que explica√ß√Ķes "cient√≠ficas" sejam apenas um outro sistema de cren√ßas ‚Äď e que bastaria n√£o acreditar na gravidade para sair levitando pelo Universo. Pelo contr√°rio, h√° sempre men√ß√£o √†s respostas prosaicas que possam estar por tr√°s de fen√īmenos como supostos ataques de Chupacabras pela Argentina.

Ocorre no entanto que ‚Äúa hist√≥ria n√£o termina com estas descobertas fascinantes‚ÄĚ. H√° sempre mais. O que dizer de um cineasta que inventa uma hist√≥ria completamente fict√≠cia e, ao ser confrontado com uma vers√£o quase id√™ntica promovida como supostamente real, jamais verificada‚Ķ cogita seriamente se sua hist√≥ria fict√≠cia n√£o poderia ser mesmo real?

aca-en-arecibo-1
[ O autor, Alejandro Agostinelli, em busca de extraterrestres ]

‚ÄúEles riram de Colombo, eles riram de Galileu. Mas eles tamb√©m riram do Bozo‚ÄĚ, brincava Carl Sagan, mas o pr√≥prio astr√īnomo c√©tico demonstrava uma not√°vel compaix√£o em sua abordagem de crackpots. Porque, afinal, tanto Colombo quanto Galileu eram sim figuras exc√™ntricas aos olhos de seus contempor√Ęneos, vasos quebrados. E um exemplo ainda mais not√°vel de excentricidade √© justamente uma das maiores figuras da ci√™ncia: Isaac Newton.

O ingl√™s que inventou o c√°lculo, o telesc√≥pio refletor, decomp√īs a luz e foi a primeira mente a desvendar os mecanismos por tr√°s dos movimentos celestes, de quebra relacionando-os com aqueles bem mundanos, em verdade dedicou mais esfor√ßos a seus estudos b√≠blicos do que √†queles que o imortalizariam na ci√™ncia. Era um perfeito crackpot, que defendia sua virgindade com um fervor e orgulho que podem ser motivo de riso hoje. Mas este mesmo Newton, motivo de riso, √© Newton, motivo de orgulho para toda a humanidade.

H√° uma t√™nue linha separando o crackpot ridicularizado daqueles que acabam entrando para a hist√≥ria ‚Äď e que, assim, acabam tendo suas excentricidades relevadas ou mesmo omitidas. E ela nem pode ser uma linha. Nem pode ser uma separa√ß√£o.

√Č muito pouco prov√°vel que quaisquer das figuras abordadas por Agostinelli, por mais curiosas que sejam, entrem realmente para a hist√≥ria, seja por suas id√©ias ou por seus supostos contatos alien√≠genas. Mas a psicocer√Ęmica deve servir para descobrir como o espiritismo se mescla com os primeiros contatos com extraterrestres, e como dois irm√£os revelando mensagens aliens eram tamb√©m t√©cnicos, mesmo entusiastas da ci√™ncia, dedicados como Newton a atividades mais bem vistas socialmente.

E que, como Marie Curie, podem ter falecido prematuramente por contamina√ß√£o radioativa decorrentes de seus experimentos. Tais mortes n√£o s√£o realmente t√£o her√≥icas quanto a da descobridora da radioatividade ‚Äď at√© porque os irm√£os, d√©cadas depois, deveriam estar mais do que cientes dos perigos de suas experi√™ncias ‚Äď mas s√£o no m√≠nimo motivo para despertar certa simpatia do mais empedernido c√©tico que ainda seja um admirador da ci√™ncia. Vasos quebrados dedicados integralmente a suas id√©ias e sonhos n√£o-convencionais‚Ķ com mais deles, as chances de que algum acabe se tornando um novo Galileu ou Newton s√£o muito maiores.

‚ÄúInvasores‚ÄĚ por enquanto est√° dispon√≠vel apenas em castelhano, e como o subt√≠tulo deixa claro, s√£o hist√≥rias extraterrestres argentinas. Vindas de nosso vizinho, contudo, e sendo a ufologia a √°rea n√£o t√£o grande que √©, h√° v√°rias refer√™ncias que abarcam o Brasil, da dupla da revista Cruzeiro familiar a uf√≥logos tupiniquins Jo√£o Martins e Ed Keffel, ao epis√≥dio do pouso de disco voador em Casimiro de Abreu, Rio de Janeiro, at√© a bizonha hist√≥ria do culto "Lineamento Universal Superior".

Com uma abordagem que deve agradar tanto √†queles que acreditam como √†queles que duvidam que extraterrestres estejam entre n√≥s, seja na Argentina ou em qualquer lugar do Universo, ‚ÄúInvasores‚ÄĚ cumpre seu subt√≠tulo e revela as fant√°sticas hist√≥rias reais de extraterrestres na Argentina. √Č um livro mais do que recomendado, obrigat√≥rio na biblioteca de todo interessado por extraterrestres ‚Äď e psicocer√Ęmica.

- ‚Äď -

"Invasores. Historias reales de extraterrestres en la Argentina" pode ser adquirido diretamente com o autor.

O primeiro cap√≠tulo com a hist√≥ria da tradu√ß√£o de Ganimedes ao √©pico poema ga√ļcho Mart√≠n Fierro pode ser conferido aqui: Primero fue el varkulets.

Confira outras resenhas e cr√≠ticas por todo o mundo em Dijeron de ‚ÄúInvasores‚ÄĚ.


SUBJECT: Educação técnica e libertadora - Yvette Amaral
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2010 17:03

 

[ Educam-se cidad√£os para manipular os genes, √≠ntimos da energia nuclear, mas desconhecedores do mist√©rio humano das m√ļltiplas dimens√Ķes. ]

 

............................................................. 

 

Educação técnica e libertadora

 

Yvette Amaral ¬Ė professora universit√°ria

 

 

Em novembro se realizou em Bras√≠lia o F√≥rum Mundial de educa√ß√£o Profissional e Tecnol√≥gica. Inicialmente Dr. Eliezer Pacheco, secret√°rio de Educa√ß√£o Profissional e Tecnol√≥gica do MEC estimula a plat√©ia: ¬ďEduca√ß√£o t√©cnica n√£o √© forma√ß√£o de m√£o-de-obra para o capital. O jovem pode ser mec√Ęnico, como pode ser fil√≥sofo ou poeta¬Ē. Este pensamento contraria a oposi√ß√£o que se v√™ entre tecnologia e humanismo, que n√£o s√£o segmentos isolados do saber humano, por√©m podem sintonizar-se num projeto de educa√ß√£o libertadora. Completa o racioc√≠nio, invocando o grande educador Paulo Freire, que diz em Pedagogia do Oprimido: ¬ďA forma√ß√£o t√©cnico-cient√≠fica n√£o √© antag√īnica √† forma√ß√£o humanista dos homens, desde que a ci√™ncia e tecnologia, na sociedade revolucion√°ria, devem estar a servi√ßo de sua liberta√ß√£o permanente e de sua humaniza√ß√£o¬Ē.  Esta verdade fica clara no dado que a revista Caros Amigos apresenta: ¬ďdois ter√ßos dos que produziram os campos de concentra√ß√£o nazista tinham doutorado¬Ē. Isto prova que o homem n√£o √© integralmente educado se as ci√™ncias humanas n√£o embasam sua forma√ß√£o. Da√≠ a preens√£o que causa a atual defasagem entre o progresso cient√≠fico e tecnol√≥gico e o amadurecimento do homem que deve comandar a t√©cnica. Educam-se cidad√£os para manipular os genes, √≠ntimos da energia nuclear, mas desconhecedores do mist√©rio humano das m√ļltiplas dimens√Ķes. A humaniza√ß√£o da t√©cnica √© um grande desafio, porque, sendo ela neutra na sua aplica√ß√£o, pode servir √† vida ou destru√≠-la.

Quem raciocina apenas com n√ļmeros, monta uma bomba at√īmica para sepultar Hiroshima e Nagasaki e coloca as torres g√™meas sob escombros; √© doutor nas ci√™ncias exatas, mas ignora que todos os homens s√£o irm√£os. A educa√ß√£o para o desenvolvimento √© uma proposta aberta ao progresso, mas exige que seja o homem o maior beneficiado por ele. Por que os pol√≠ticos desprezam os interesses do povo, os profissionais esquecem que trabalho √© servi√ßo, e h√° tanta ambi√ß√£o pela riqueza e pelo poder? Porque n√£o h√° uma consci√™ncia coletiva fundamentada na fraternidade e na justi√ßa.

 

 

* Transcrito do jornal A TARDE de 04.03.2010, quinta-feira.


SUBJECT: Re: Duvida - Relatividade
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/03/2010 06:29

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> Assim, porque temos uma aceleração no espaço, mas o tempo continua
> "linear"?

Os corpos não estão se movendo através do espaço - tanto é que é possível haver taxas de recessão supraluminais (acima da velocidade da luz). Então o tempo local não muda.

Mas em um sentido o tempo est√° a se expandir - e aceleradamente -, no mesmo sentido que as dist√Ęncias: como a luz demora para ir de um ponto a outro um tempo finito, o aumento da dist√Ęncia implica em aumento do tempo da viagem da luz de uma gal√°xia a outra no espa√ßo. Se olhamos objetos distantes, estaremo vendo o passado. √Č por isso que observamos estrelas aparentemente mais "velhas" do que o universo - e √© isso que demonstra expans√£o acelerada do universo.

> Nas teorias envolvendo o big-crunch, o espaço iria colapsar junto
> com a matéria, ou somente a matéria iria colapsar dentro de um
> espaço anteriormente expandido ? E como fica o tempo durante o
> processo de colapso, caso o espaço-tempo colapse junto com a
> matéria do universo ?

O espa√ßo colapsa junto. O tempo continua a correr normalmente. Ela n√£o volta durante o colapso - at√© mesmo Hawking achou, durante um tempo, que o tempo voltaria, mas a√≠ percebeu que a bendita lei da termodin√Ęmica n√£o permitiria.

[]s,

Roberto Takata


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/03/2010 10:07

Ola Takata,
 
Mas no "fim" do big-crunch tanto espa√ßo, qto tempo "deixam" de existir e surgem novamente em um novo big-bang, criando um universo de baixa entropia (menor do que o que colapsou)  ou o espa√ßo colapsa, o tempo continua e o novo universo surge com uma entropia maior que a do universo anterior ?
 
Abs
Felipe

--- Em sex, 5/3/10, roberto <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: roberto <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sexta-feira, 5 de Março de 2010, 6:29

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, luiz silva
> Assim, porque temos uma acelera√ß√£o no espa√ßo, mas o tempo continua
> "linear"?

Os corpos não estão se movendo através do espaço - tanto é que é possível haver taxas de recessão supraluminais (acima da velocidade da luz). Então o tempo local não muda.

Mas em um sentido o tempo est√° a se expandir - e aceleradamente -, no mesmo sentido que as dist√Ęncias: como a luz demora para ir de um ponto a outro um tempo finito, o aumento da dist√Ęncia implica em aumento do tempo da viagem da luz de uma gal√°xia a outra no espa√ßo. Se olhamos objetos distantes, estaremo vendo o passado. √Č por isso que observamos estrelas aparentemente mais "velhas" do que o universo - e √© isso que demonstra expans√£o acelerada do universo.

> Nas teorias envolvendo o big-crunch, o espaço iria colapsar junto
> com a matéria, ou somente a matéria iria colapsar dentro de um
> espaço anteriormente expandido ? E como fica o tempo durante o
> processo de colapso, caso o espaço-tempo colapse junto com a
> matéria do universo ?

O espa√ßo colapsa junto. O tempo continua a correr normalmente. Ela n√£o volta durante o colapso - at√© mesmo Hawking achou, durante um tempo, que o tempo voltaria, mas a√≠ percebeu que a bendita lei da termodin√Ęmica n√£o permitiria.

[]s,

Roberto Takata


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SUBJECT: 'Man the Hunter' theory is debunked in new book
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/03/2010 11:41

Fonte: http://news.wustl.edu/news/Pages/4582.aspx

Man the Hunter' theory is debunked in new book
February 18, 2006
By Neil Schoenherr
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Robert W. Sussman presented on the theory of Man the Hunted during
"The Origin and Nature of Human Sociality" at 8:30 a.m. Feb. 19 as
part of the American Association for the Advancement of Science's
Annual Meeting Feb. 16-20 in St. Louis, MO.


You wouldn't know it by current world events, but humans actually
evolved to be peaceful, cooperative and social animals.

In his latest book, an anthropologist at Washington University in St.
Louis goes against the prevailing view and argues that primates,
including early humans, evolved not as hunters but as prey of many
predators, including wild dogs and cats, hyenas, eagles and
crocodiles.

Despite popular theories posed in research papers and popular
literature, early man was not an aggressive killer, argues Robert W.
Sussman, Ph.D., professor of anthropology in Arts & Sciences.

Sussman's book, "Man the Hunted: Primates, Predators and Human
Evolution," poses a new theory, based on the fossil record and living
primate species, that primates have been prey for millions of years, a
fact that greatly influenced the evolution of early man.

He co-authored the book with Donna L. Hart, Ph.D., a member of the
faculty of Pierre Laclede Honors College and the Department of
Anthropology at the University of Missouri-St. Louis. The book is
scheduled to be released in late February.

Our intelligence, cooperation and many other features we have as
modern humans developed from our attempts to out-smart the predator,
says Sussman.

Since the 1924 discovery of the first early humans,
australopithicenes, which lived from seven million years ago to two
million years ago, many scientists theorized that those early human
ancestors were hunters and possessed a killer instinct.

Through his research and writing, Sussman has worked for years to
debunk that theory. An expert in the ecology and social structure of
primates, Sussman does extensive fieldwork in primate behavior and
ecology in Costa Rica, Guyana, Madagascar and Mauritius. He is the
author and editor of several books, including "The Origins and Nature
of Sociality," "Primate Ecology and Social Structure," and "The
Biological Basis of Human Behavior: A Critical Review."

The idea of "Man the Hunter" is the generally accepted paradigm of
human evolution, says Sussman, who recently served as editor of
American Anthropologist. "It developed from a basic Judeo-Christian
ideology of man being inherently evil, aggressive and a natural
killer. In fact, when you really examine the fossil and living
non-human primate evidence, that is just not the case."

Studying the fossil evidence

Robert Sussman

And examine the evidence they did. Sussman and Hart's research is
based on studying the fossil evidence dating back nearly seven million
years. "Most theories on Man the Hunter fail to incorporate this key
fossil evidence," Sussman says. "We wanted evidence, not just theory.
We thoroughly examined literature available on the skulls, bones,
footprints and on environmental evidence, both of our hominid
ancestors and the predators that coexisted with them."

Since the process of human evolution is so long and varied, Sussman
and Hart decided to focus their research on one specific species,
Australopithecus afarensis, which lived between five million and two
and a half million years ago and is one of the better known early
human species. Most paleontologists agree that Australopithecus
afarensis is the common link between fossils that came before and
those that came after. It shares dental, cranial and skeletal traits
with both. It's also a very well-represented species in the fossil
record.

"Australopithecus afarensis was probably quite strong, like a small
ape," Sussman says. Adults ranged from around 3 to 5 feet and they
weighed 60-100 pounds. They were basically smallish bipedal primates.
Their teeth were relatively small, very much like modern humans, and
they were fruit and nut eaters.

But what Sussman and Hart discovered is that Australopithecus
afarensis was not dentally pre-adapted to eat meat. "It didn't have
the sharp shearing blades necessary to retain and cut such foods,"
Sussman says. "These early humans simply couldn't eat meat. If they
couldn't eat meat, why would they hunt?"

It was not possible for early humans to consume a large amount of meat
until fire was controlled and cooking was possible. Sussman points out
that the first tools didn't appear until two million years ago. And
there wasn't good evidence of fire until after 800,000 years ago. "In
fact, some archaeologists and paleontologists don't think we had a
modern, systematic method of hunting until as recently as 60,000 years
ago," he says.

"Furthermore, Australopithecus afarensis was an edge species," adds
Sussman. They could live in the trees and on the ground and could take
advantage of both. "Primates that are edge species, even today, are
basically prey species, not predators," Sussman argues.

The predators living at the same time as Australopithecus afarensis
were huge and there were 10 times as many as today. There were hyenas
as big as bears, as well as saber-toothed cats and many other
mega-sized carnivores, reptiles and raptors. Australopithecus
afarensis didn't have tools, didn't have big teeth and was three feet
tall. He was using his brain, his agility and his social skills to get
away from these predators. "He wasn't hunting them," says Sussman. "He
was avoiding them at all costs."

Approximately 6 percent to 10 percent of early humans were preyed upon
according to evidence that includes teeth marks on bones, talon marks
on skulls and holes in a fossil cranium into which sabertooth cat
fangs fit, says Sussman. The predation rate on savannah antelope and
certain ground-living monkeys today is around 6 percent to 10 percent
as well.

Sussman and Hart provide evidence that many of our modern human
traits, including those of cooperation and socialization, developed as
a result of being a prey species and the early human's ability to
out-smart the predators. These traits did not result from trying to
hunt for prey or kill our competitors, says Sussman.

"One of the main defenses against predators by animals without
physical defenses is living in groups," says Sussman. "In fact, all
diurnal primates (those active during the day) live in permanent
social groups. Most ecologists agree that predation pressure is one of
the major adaptive reasons for this group-living. In this way there
are more eyes and ears to locate the predators and more individuals to
mob them if attacked or to confuse them by scattering. There are a
number of reasons that living in groups is beneficial for animals that
otherwise would be very prone to being preyed upon."


SUBJECT: Re: [ciencialist] Duvida - Relatividade
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/03/2010 22:49

Ol√°, Takata!
Considerando as leis da termodin√Ęmica e a conserva√ß√£o de energia como
poderia haver um colapso do existente ao inexistente?
[]s
José Renato
...........................................

----- Original Message -----
From: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, March 05, 2010 6:29 AM
Subject: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> Assim, porque temos uma aceleração no espaço, mas o tempo continua
> "linear"?

Os corpos não estão se movendo através do espaço - tanto é que é possível
haver taxas de recess√£o supraluminais (acima da velocidade da luz). Ent√£o o
tempo local n√£o muda.

Mas em um sentido o tempo est√° a se expandir - e aceleradamente -, no mesmo
sentido que as dist√Ęncias: como a luz demora para ir de um ponto a outro um
tempo finito, o aumento da dist√Ęncia implica em aumento do tempo da viagem
da luz de uma galáxia a outra no espaço. Se olhamos objetos distantes,
estaremo vendo o passado. √Č por isso que observamos estrelas aparentemente
mais "velhas" do que o universo - e é isso que demonstra expansão acelerada
do universo.

> Nas teorias envolvendo o big-crunch, o espaço iria colapsar junto
> com a matéria, ou somente a matéria iria colapsar dentro de um
> espaço anteriormente expandido ? E como fica o tempo durante o
> processo de colapso, caso o espaço-tempo colapse junto com a
> matéria do universo ?

O espaço colapsa junto. O tempo continua a correr normalmente. Ela não volta
durante o colapso - até mesmo Hawking achou, durante um tempo, que o tempo
voltaria, mas a√≠ percebeu que a bendita lei da termodin√Ęmica n√£o permitiria.

[]s,

Roberto Takata


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Atualizado em 05/03/2010




SUBJECT: Re: Duvida - Relatividade
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2010 17:46

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> Mas no "fim" do big-crunch tanto espaço, qto tempo "deixam" de
> existir e surgem novamente em um novo big-bang, criando um universo
> de baixa entropia (menor do que o que colapsou)  ou o espaço
> colapsa, o tempo continua e o novo universo surge com uma entropia
> maior que a do universo anterior ?

A rigor ninguém sabe o que ocorreria "depois" de um Big Crunch do mesmo modo que ninguém sabe o que teria ocorrido "antes' do Big Bang (ou da singularidade inicial).

Mas a hipótese do Big Crunch ficou um pouco esfriada pela observação de que a expansão do universo está acelerada - alguns falam em Big Rip como o destino final de nosso universo.

De todo modo, na hipótese de um Big Crunch, muitos cosmólogos acreditam que haveria uma exportação da entropia anterior - supondo um sistema realmente isolado. Mas é tudo especulação. Em parte essa questão passa pelo problema não resolvido da entropia de um buraco negro.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Duvida - Relatividade
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2010 17:50

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@...>
> Considerando as leis da termodin√Ęmica e a conserva√ß√£o de energia
> como poderia haver um colapso do existente ao inexistente?

Bem, n√£o estar√≠amos tratando propriamente do inexistente, mas de uma singularidade. √Č mais ou menos o que imaginamos que ocorra com estrelas de grande massa em algum ponto de sua evolu√ß√£o.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/03/2010 22:25

   Oi Felipe e Takata,
 
   Permitam-me um pitaco. Segundo a teoria do universo eterno (que ainda carece de alguns ajustes), quando ocorre o bigcrunch a densidade de energia nos "√°tomos" do espa√ßo √© t√£o grande que ele repele esta energia, o que implica em gravidade repulsiva. Isto √©, segundo esta teoria, o existente n√£o passa a inexistente (respondendo ao Jos√© Renato) mas simplesmente volta a se expandir. Entretanto, nesta fase conturbada, oscila√ß√Ķes qu√Ęnticas apagam a mem√≥ria do universo  atual (viu? a mec√Ęnica qu√Ęntica tem resposta para tudo) e ele ressurge com baixa entropia, zero bala mesmo, inclusive com o cron√īmetro zerado. E viva a bendita lei da termodin√Ęmica.
 
   [],s
 
   Belmiro

--- Em sex, 5/3/10, luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br> escreveu:

De: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sexta-feira, 5 de Março de 2010, 13:07

 
Ola Takata,
 
Mas no "fim" do big-crunch tanto espa√ßo, qto tempo "deixam" de existir e surgem novamente em um novo big-bang, criando um universo de baixa entropia (menor do que o que colapsou)  ou o espa√ßo colapsa, o tempo continua e o novo universo surge com uma entropia maior que a do universo anterior ?
 
Abs
Felipe

--- Em sex, 5/3/10, roberto <roberto.takata@ bol.com.br> escreveu:

De: roberto <roberto.takata@ bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Sexta-feira, 5 de Março de 2010, 6:29

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, luiz silva
> Assim, porque temos uma acelera√ß√£o no espa√ßo, mas o tempo continua
> "linear"?

Os corpos não estão se movendo através do espaço - tanto é que é possível haver taxas de recessão supraluminais (acima da velocidade da luz). Então o tempo local não muda.

Mas em um sentido o tempo est√° a se expandir - e aceleradamente -, no mesmo sentido que as dist√Ęncias: como a luz demora para ir de um ponto a outro um tempo finito, o aumento da dist√Ęncia implica em aumento do tempo da viagem da luz de uma gal√°xia a outra no espa√ßo. Se olhamos objetos distantes, estaremo vendo o passado. √Č por isso que observamos estrelas aparentemente mais "velhas" do que o universo - e √© isso que demonstra expans√£o acelerada do universo.

> Nas teorias envolvendo o big-crunch, o espaço iria colapsar junto
> com a matéria, ou somente a matéria iria colapsar dentro de um
> espaço anteriormente expandido ? E como fica o tempo durante o
> processo de colapso, caso o espaço-tempo colapse junto com a
> matéria do universo ?

O espa√ßo colapsa junto. O tempo continua a correr normalmente. Ela n√£o volta durante o colapso - at√© mesmo Hawking achou, durante um tempo, que o tempo voltaria, mas a√≠ percebeu que a bendita lei da termodin√Ęmica n√£o permitiria.

[]s,

Roberto Takata


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SUBJECT: O negacionismo (aquecimento global) e a política
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2010 10:10

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0703201003.htm

Santa aliança

CRIACIONISTAS E NEGACIONISTAS DA MUDAN√áA CLIM√ĀTICA CAUSADA PELO HOMEM UNEM FOR√áAS, ADOTANDO ESTRAT√ČGIAS E DISCURSO PARECIDO

Mike Blake - 03.dez.08/Reuters

Incêndio se aproxima de igreja presbiteriana em Carbon Canyon, no Estado americano da Califórnia

REINALDO JOS√Č LOPES
DA REPORTAGEM LOCAL

Uma lei que acaba de ser aprovada pela assembleia da Dakota do Sul (Meio-Oeste dos EUA) faz recomenda√ß√Ķes para o ensino de ci√™ncias nas escolas p√ļblicas estaduais, advertindo "isso √© uma teoria, n√£o um fato cient√≠fico comprovado" e pedindo a apresenta√ß√£o "equilibrada e objetiva" dos dados. Errou quem est√° achando que a lei versa sobre a teoria da evolu√ß√£o. O tema dela √© o ensino do aquecimento global.
A semelhan√ßa de palavras-chave est√° longe de ser mera coincid√™ncia. A lei da Dakota do Sul parece apenas tomar de empr√©stimo a ret√≥rica dos criacionistas americanos e aplic√°-la a mais uma quest√£o pol√™mica, mas outros Estados americanos, como Texas, Louisiana, Oklahoma e Kentucky, tamb√©m aprovaram ou discutiram legisla√ß√£o que cita, lado a lado, a teoria da evolu√ß√£o e as mudan√ßas clim√°ticas como assuntos que os professores deveriam explorar como controversos ou em aberto. H√° uma converg√™ncia ao menos parcial de interesses entre criacionistas e c√©ticos do clima (como s√£o chamados os que negam o aquecimento global ou, ao menos, a contribui√ß√£o majorit√°ria do homem para o fen√īmeno).
Esse é o perfil, por exemplo, do senador James Inhofe (Partido Republicano de Oklahoma), ou dos membros do Discovery Institute, a organização americana que é a principal proponente do chamado design inteligente, versão repaginada do criacionismo.
Mas n√£o se trata de um fen√īmeno restrito aos EUA. O representante do design inteligente no Brasil, En√©zio de Almeida Filho, j√° se declarou com frequ√™ncia um c√©tico da mudan√ßa clim√°tica causada pelo homem em seu blog, "Desafiando a Nomenklatura Cient√≠fica". Crist√£os criacionistas brasileiros, como o adventista Michelson Borges, editor da Casa Publicadora Brasileira e mantenedor do blog "Criacionismo.com.br", reconhecem a aproxima√ß√£o entre os dois campos. "A converg√™ncia se d√° simplesmente pelo fato de que os criacionistas, no esfor√ßo por se pautarem por pesquisas fidedignas e dados concretos, deram-se conta, j√° h√° algum tempo, de que estava havendo certo exagero na quest√£o do aquecimento antropogenicamente causado", afirma ele.
Joshua Rosenau, do Centro Nacional para Educação Científica dos EUA, lembra que os dados mais recentes sobre as atitudes da população americana em relação à ciência indicam uma proximidade estatística entre criacionistas e céticos da mudança climática.
"A correla√ß√£o n√£o √© imensa, mas tamb√©m n√£o √© trivial", contou ele √† Folha. "A aceita√ß√£o do aquecimento global [causado pelo homem] √© de duas a tr√™s vezes mais comum entre as pessoas que tamb√©m aceitam a evolu√ß√£o. Por outro lado, entre os criacionistas, o n√ļmero de pessoas que aceita o aquecimento √© mais ou menos igual ao das que o negam", diz Rosenau, citando levantamento feita no ano passado pelo Centro de Pesquisas Pew com cerca de 2.000 americanos.

Astros e chifres
A linguagem do projeto de lei original da Dakota do Sul (o qual, a rigor, n√£o estabelece san√ß√Ķes, mas apenas faz recomenda√ß√Ķes aos professores) leva qualquer um a se sentir tentado a atribuir a alian√ßa entre c√©ticos do clima e criacionistas √† ignor√Ęncia compartilhada.
O texto falava da "variedade de din√Ęmicas climatol√≥gicas, meteorol√≥gicas, astrol√≥gicas, termol√≥gicas e ecol√≥gicas que podem efetuar [sic] os fen√īmenos mundiais do clima" e usava a cria√ß√£o de vacas leiteiras na Groenl√Ęndia medieval como exemplo dos benef√≠cios de um planeta mais quente. Tanto a astrologia quanto os bovinos sumiram do texto final.


Retórica da "teoria que não é um fato" se tornou tão disseminada que seu uso pode até ser inconsciente

A parceria entre criacionistas e c√©ticos do clima se fortalece num momento pol√≠tico complicado para a ci√™ncia clim√°tica. Uma s√©rie de deslizes na maneira como foi produzido o √ļltimo relat√≥rio do IPCC, o painel do clima da ONU, foram usados para turbinar o descr√©dito contra as conclus√Ķes dos pesquisadores no come√ßo deste ano. Tamb√©m n√£o ajudou o vazamento de uma s√©rie de e-mails trocados entre climatologistas, roubados dos servidores da Universidade de East Anglia, que os c√©ticos do clima interpretaram como ind√≠cios de maquiagem dos dados sobre o aquecimento global.
As acusa√ß√Ķes foram rebatidas, em grande medida, mas sua divulga√ß√£o tem ajudado a direita americana a encurralar o governo Obama em suas tentativas de aprovar leis capazes de limitar a emiss√£o de gases do efeito estufa nos EUA.

Afinidades eletivas
As afinidades entre criacionistas e negacionistas do clima são complexas. Em parte, há a coincidência ideológica e social, já que ambos os grupos estão associados à direita de inspiração religiosa.
Alguns criacionistas, como Borges, t√™m reservas teol√≥gicas em rela√ß√£o ao movimento ambientalista associado ao combate √† mudan√ßa clim√°tica global (leia entrevista √† direita). E h√°, claro, o casamento de interesses econ√īmicos.
"Dos negacionistas do aquecimento global, a maioria √© motivada principalmente pelos neg√≥cios e pela pol√≠tica. Um n√ļmero chocante de pessoas parece se opor √† ideia porque n√£o gostam de Al Gore. Muitos trabalham em empresas petrol√≠feras ou pertencem a ind√ļstrias que teriam de pagar pela mitiga√ß√£o do aquecimento", diz Rosenau. "Ent√£o, creio que √© uma alian√ßa entre conservadores religiosos e conservadores econ√īmicos. Descobriram t√°ticas que funcionam e compartilham-nas livremente."
Para Sandro de Souza, bi√≥logo do Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o C√Ęncer que abordou o movimento criacionista em seu livro "A Goleada de Darwin" (Editora Record), √© mais f√°cil imaginar qual √© o interesse pol√≠tico de criacionistas em apoiar o negacionismo clim√°tico. "√Č uma maneira de colocar as coisas no mesmo saco. Os criacionistas diriam: "Voc√™s viram como eles [os climatologistas] colocaram a ideologia na frente da ci√™ncia". Ora, assim como a ideologia contaminou o clima, tamb√©m poderia contaminar a teoria da evolu√ß√£o. Seria uma esp√©cie de prova de princ√≠pio para eles", exemplifica o bi√≥logo brasileiro.
"Os criacionistas apoiam qualquer cr√≠tica do status quo cient√≠fico porque acreditam que isso favorece seu argumento central: n√£o aceitar as conclus√Ķes dos cientistas. Sobreposi√ß√Ķes culturais e sociais entre criacionistas e negacionistas existem, mas est√£o longe de serem precisas. Muitos negacionistas n√£o apoiam o criacionismo", adverte Francisco Ayala, ex-frade dominicano e bi√≥logo da Universidade da Calif√≥rnia em Irvine que acompanha de perto os debates sobre a teoria da evolu√ß√£o nos EUA.
Exemplo disso √© Richard Lindzen, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), o qual, em suas apresenta√ß√Ķes, ironizou os pr√≥prios climatologistas que defendem o aquecimento global causado pelo homem comparando-os aos defensores do design inteligente.
Rosenau também lembra que nem todos os criacionistas aderiram ao campo negacionista. "Cristãos teologicamente mais liberais, que podem acreditar na criação divina mas não desejam que ela seja ensinada nas escolas, tendem a simpatizar com o movimento do Cuidado com a Criação [movimento ambientalista evangélico], e a aceitar o fato do aquecimento global justamente porque acreditam que Deus lhes deu o domínio sobre a Terra", afirma.

Criacionista vê "paganismo"

DA REPORTAGEM LOCAL

O adventista Michelson Borges se considera um moderado. Diz que ele e seus pares não negam totalmente a contribuição humana para o aquecimento global e condena as tendências "pagãs" do movimento ambientalista. Leia trechos da entrevista. (RJL)

 

FOLHA - Ser criacionista hoje equivale automaticamente a negar a mudança climática?
MICHELSON BORGES -
√Č bom que fique claro que os criacionistas n√£o negam a mudan√ßa clim√°tica e nem a parcela de contribui√ß√£o humana nisso. Contudo, os que t√™m estudado o assunto perceberam que o aquecimento global n√£o √© totalmente provocado pelo ser humano. Trata-se de um fen√īmeno natural para o qual a ci√™ncia ainda n√£o tem um modelo que possa ser corroborado pelas evid√™ncias.

FOLHA - Os meios evang√©licos e adventistas brasileiros parecem seguir muito de perto as tend√™ncias que nascem nos EUA. N√£o √© problem√°tico aceitar um discurso que talvez tenha mais a ver com necessidades sociais e econ√īmicas americanas?
BORGES -
Os criacionistas do Brasil reconhecem que a controvérsia entre darwinistas e criacionistas nos Estados Unidos tem certo tom político, uma vez que muitos que defendem o criacionismo por lá fazem parte da chamada nova direita cristã, fortemente envolvida na vida política do país.
Mas n√£o podemos inferir disso que todos os criacionistas est√£o preocupados em impor suas ideias por via pol√≠tica. Prova disso √© a posi√ß√£o da Sociedade Criacionista Brasileira sobre o ensino do criacionismo nas escolas p√ļblicas: somos contra.

FOLHA - Qual o motivo teológico de ver o ambientalismo com reservas?
BORGES -
Os crist√£os entendem que foram incumbidos por Deus de administrar a cria√ß√£o, n√£o por motiva√ß√Ķes pol√≠ticas ou movidos por algum tipo de cren√ßa pag√£ de que a Terra seria uma divindade. Se, de fato, √≥rg√£os como o IPCC "maquiaram" informa√ß√Ķes, por que fizeram isso? O medo de que a Terra estaria com seus dias contados foi alimentado. Vimos um fen√īmeno: o ambientalismo se tornando uma religi√£o urbana de alcance mundial. A pauta ambiental, ao que parece, deve gerar uma mobiliza√ß√£o interdenominacional em torno do domingo como dia de observ√Ęncia religiosa e de "repouso da Terra", tendo em vista que esse dia √© sagrado para a maioria dos crist√£os [coisa inaceit√°vel para os adventistas, para quem s√≥ o s√°bado √© sagrado].


--
Usando o revolucion√°rio cliente de e-mail do Opera: http://www.opera.com/mail/

SUBJECT: Forro isolante térmico 2.0, Bomba aspirante-premente (40 mm) etc
FROM: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2010 10:43

Ol√° Mestres e todos.

Encaminho os "links" de mais 3 "engenhocas alternativas":

Forro isolante térmico 2.0 com caixas TETRA PAK
http://picasaweb.google.com.br/tipoalgo/Diversos#5443432385109669986

Bomba aspirante-premente (40 mm) em PVC
http://picasaweb.google.com.br/tipoalgo/Diversos#5443433204928955490

Sistema auxiliar de bombeamento em PET
http://picasaweb.google.com.br/tipoalgo/Diversos#5445881748485100594

Este sistema de bombeamento se mostrou mais eficiente que o anterior a ar comprimido.

Li em algum lugar que "Energia na forma de trabalho costuma ser mais valiosa que energia na forma de calor".
Até onde isto é verdade?

Abraços
Tipoalgo

SUBJECT: Re: Forro isolante térmico 2.0, Bomba aspirante-premente (40 mm) etc
FROM: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/03/2010 11:03

Ol√° a todos.

Os links corretos s√£o:

Forro isolante térmico 2.0 com caixas TETRA PAK

Bomba aspirante-premente (40 mm) em PVC

Sistema auxiliar de bombeamento em PET
http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/S7aYHhF7y5_hGwpckDRDzA?feat=directlink


Abraços
Tipoalgo

SUBJECT: Re: [ciencialist] Duvida - Relatividade
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/03/2010 21:19

ÔĽŅ
Ol√°, Belmiro e Takata, se estamos falando e considerando que na *singularidade* que poder√° ocorrer no big-crunch - em que a mat√©ria, o espa√ßo e o "tempo" entrar√£o em colapso, perder√£o sua configura√ß√£o e "desaparecer√£o" - estamos tratando de algo diferente da configura√ß√£o "inversa" da mat√©ria e da anti-mat√©ria onde ambas s√£o percept√≠veis, s√£o "existentes". 
 
Parece-me que no big-crunch estamos mais pr√≥ximos de uma compara√ß√£o em que as "erup√ß√Ķes de energia" deixam de ocorrer, visto que n√£o h√° mais quebra estrutural da harmonia daquilo que denominamos de "nada". Desse modo, nada mais ser√° percept√≠vel, nada mais ter√° "exist√™ncia percept√≠vel" para n√≥s outros humanos ou n√£o, que detectamos atrav√©s de seus diversos sentidos as altera√ß√Ķes que ocorrem no espa√ßo, na mat√©ria... 
 
Um colapso total seria semelhante ao desaparecimento dos "desenhos" ou linhas de for√ßa que uma barra imantada provoca em limalhas quando seus el√©trons "repousam" em suas √≥rbitas, sem mais a polariza√ß√£o t√≠pica dos im√£s. 
 
Abraços
 
José Renato
........................................ 
----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, March 06, 2010 10:25 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
   Oi Felipe e Takata,
 
   Permitam-me um pitaco. Segundo a teoria do universo eterno (que ainda carece de alguns ajustes), quando ocorre o bigcrunch a densidade de energia nos "√°tomos" do espa√ßo √© t√£o grande que ele repele esta energia, o que implica em gravidade repulsiva. Isto √©, segundo esta teoria, o existente n√£o passa a inexistente (respondendo ao Jos√© Renato) mas simplesmente volta a se expandir. Entretanto, nesta fase conturbada, oscila√ß√Ķes qu√Ęnticas apagam a mem√≥ria do universo  atual (viu? a mec√Ęnica qu√Ęntica tem resposta para tudo) e ele ressurge com baixa entropia, zero bala mesmo, inclusive com o cron√īmetro zerado. E viva a bendita lei da termodin√Ęmica.
 
   [],s
 
   Belmiro

--- Em sex, 5/3/10, luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br> escreveu:

De: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sexta-feira, 5 de Março de 2010, 13:07

 
Ola Takata,
 
Mas no "fim" do big-crunch tanto espa√ßo, qto tempo "deixam" de existir e surgem novamente em um novo big-bang, criando um universo de baixa entropia (menor do que o que colapsou)  ou o espa√ßo colapsa, o tempo continua e o novo universo surge com uma entropia maior que a do universo anterior ?
 
Abs
Felipe

--- Em sex, 5/3/10, roberto <roberto.takata@ bol.com.br> escreveu:

De: roberto <roberto.takata@ bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Sexta-feira, 5 de Março de 2010, 6:29

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, luiz silva
> Assim, porque temos uma acelera√ß√£o no espa√ßo, mas o tempo continua
> "linear"?

Os corpos não estão se movendo através do espaço - tanto é que é possível haver taxas de recessão supraluminais (acima da velocidade da luz). Então o tempo local não muda.

Mas em um sentido o tempo est√° a se expandir - e aceleradamente -, no mesmo sentido que as dist√Ęncias: como a luz demora para ir de um ponto a outro um tempo finito, o aumento da dist√Ęncia implica em aumento do tempo da viagem da luz de uma gal√°xia a outra no espa√ßo. Se olhamos objetos distantes, estaremo vendo o passado. √Č por isso que observamos estrelas aparentemente mais "velhas" do que o universo - e √© isso que demonstra expans√£o acelerada do universo.

> Nas teorias envolvendo o big-crunch, o espaço iria colapsar junto
> com a matéria, ou somente a matéria iria colapsar dentro de um
> espaço anteriormente expandido ? E como fica o tempo durante o
> processo de colapso, caso o espaço-tempo colapse junto com a
> matéria do universo ?

O espa√ßo colapsa junto. O tempo continua a correr normalmente. Ela n√£o volta durante o colapso - at√© mesmo Hawking achou, durante um tempo, que o tempo voltaria, mas a√≠ percebeu que a bendita lei da termodin√Ęmica n√£o permitiria.

[]s,

Roberto Takata


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Atualizado em 06/03/2010


SUBJECT: Colisão de Anéis de Vórtice: da Clarividência às Supercordas
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 08/03/2010 00:18

Colisão de Anéis de Vórtice: da Clarividência às Supercordas

Assista ao vídeo

‚ÄúColis√£o Frontal de An√©is de V√≥rtice Coloridos‚ÄĚ. Um t√≠tulo humilde para um v√≠deo sensacional, via Fluid Mechanics Group da Universidade Nacional de Singapura. E h√° mais no t√≠tulo!

‚ÄúNote a forma√ß√£o de pequenos an√©is do cruzamento dos filamentos de v√≥rtice ondulados dos an√©is maiores‚ÄĚ.

Dois vórtices maiores colidindo, resultando em uma série de vórtices menores. Lembra a colisão de partículas, e de fato, a lembrança é apropriada porque a associação não é nada nova. Muito antes que cordas se tornassem moda na física de partículas, um dos primeiros modelos propostos para o átomo por William Thomson, mais conhecido como Lorde Kelvin, sugeriu que átomos eram anéis de vórtice propagando-se pelo éter.

Como Michael Fowler especula, Kelvin foi provavelmente inspirado em sua id√©ia revolucion√°ria por demonstra√ß√Ķes da estabilidade de v√≥rtices como esta:

Assista ao vídeo

O v√≠deo √© uma simula√ß√£o de Paul Nylander, mas v√≥rtices toroidais podem mesmo fazer esse truque, passando um atrav√©s do outro, e em condi√ß√Ķes ideais perpetuariam essa dan√ßa eternamente. E o √©ter lumin√≠fero, acreditava-se, ofereceria estas condi√ß√Ķes ideais. Nylander tamb√©m oferece esta visualiza√ß√£o que ajuda a enxergar o que ocorre e como esta estabilidade se mant√©m (clique na imagem para outro v√≠deo):

LeapFrog2

Tudo muito belo, mas infelizmente, v√≥rtices n√£o s√£o est√°veis em muitas outras formas al√©m de simples an√©is, e n√£o s√£o assim realmente um bom modelo para √°tomos como prop√īs Kelvin. Mais do que uma boa analogia (‚Äú√°tomos s√£o cordas como as de um instrumento musical!‚ÄĚ, ou ‚Äús√£o como pequenos sistemas solares!‚ÄĚ, ou ‚Äús√£o como an√©is de fuma√ßa!‚ÄĚ), o que realmente vale em ci√™ncia, e particularmente na f√≠sica, s√£o boas ferramentas matem√°ticas, e a din√Ęmica de fluidos ao final n√£o p√īde oferecer muito avan√ßo para predizer o comportamento de √°tomos e part√≠culas.

A id√©ia inspirada de Kelvin sim impulsionou muito o avan√ßo da pr√≥pria din√Ęmica de fluidos e mesmo da matem√°tica, com a teoria da n√≥s na topologia.

Curiosamente, at√© ocultistas ao final do s√©culo 19 abra√ßaram a id√©ia de Kelvin. Pseudoci√™ncia: sempre parasitando a ci√™ncia real, ao mesmo tempo em que alega estar al√©m da entidade de que depende. O caso aqui n√£o foi diferente, enquanto h√° evid√™ncia de que os ocultistas n√£o s√≥ copiaram a id√©ia de Lorde Kelvin, como tamb√©m dados de livros did√°ticos bem cient√≠ficos para fundamentar suas vis√Ķes supostamente m√≠sticas.

J. Michael McBride conta toda a hist√≥ria das ‚ÄúLi√ß√Ķes Cient√≠ficas S√©rias da Observa√ß√£o Direta de √Ātomos por Clarivid√™ncia‚ÄĚ.

Enantiomers08

Mas não sejamos tão duros, pelo menos com o Lorde Kelvin, aquele que proclamou que o avião seria impossível. A idéia de átomos de vórtice foi mesmo revolucionária, ela encontra sim uma correlação com teorias de cordas modernas, e pode não ter sido uma idéia ruim.

Assim é a ciência, e é mesmo possível que teorias de supercordas acabem se aproximando ainda mais da proposta original de Kelvin.

O que podemos dizer ao certo é que vórtices são fascinantes, estejam ou não por trás das partículas fundamentais da física. Como fumaça já são mais do que sensacionais.


SUBJECT: Urna eletr√īnica - Jos√© Renato M. de Almeida
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/03/2010 10:06

Jornal A TARDE de domingo, 07.03.2010
 
OPINIÃO
 
Espaço do Leitor
 
Urna eletr√īnica
 
As elei√ß√Ķes est√£o a√≠, e a maioria de n√≥s nem lembra mais das urnas eletr√īnicas, que, segundo os donos das senhas, s√£o √† prova de fraude. Para o eleitor ela, ela √© a parte vis√≠vel do sistema eleitoral informatizado do TSE que, em casos de d√ļvida, suspeita ou falha, n√£o permite qualquer auditagem ou verifica√ß√£o que esclare√ßa a situa√ß√£o, corrija a falha ou impugne os votos. A proposta de qualifica√ß√£o do sistema por amostragem em 2% das urnas j√° carregadas com o programa foi descartada pelos controladores do processo. Nenhuma teste operacional do processo ser√° feito para garantir sua lisura pr√°tica. Nesse caso, vale a s√°bia e eficaz determina√ß√£o da Justi√ßa para os pais que se negam a fazer o exame de paternidade por meio de DNA: √© considerado o pai para todos os efeitos. Ao negar-se a fazer um teste pr√°tico m√≠nimo de qualifica√ß√£o do processo, o TSE assume as suspeitas de fraude.
 
José Renato M. de Almeida
Salvador - BA

SUBJECT: Enc: Duvida - Relatividade
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/03/2010 12:24

A continuação abaixo acabou sendo eniada para mim mesmo ::))
 
Abs
Felipe

--- Em sex, 5/3/10, luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br> escreveu:

De: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
Para: "luiz silva" <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
Data: Sexta-feira, 5 de Março de 2010, 10:58


Outra duvida com rela√ß√£o ao seu √ļltimo paragrafo.
 
A entropia e a seta do tempo n√£o est√£o intimamente relacionadas com a expans√£o do universo, que se iniciou com o Big-bang.....em um universo com volume constante, a entropia n√£o seria constante, ou teria, pelo menos, um limite m√°ximo ? Ent√£o, em um espa√ßo colapsando, com o universo diminuindo seu tamanho,  nao faz sentido a entropia diminuir junto ?
 
Abs
Felipe
--- Em sex, 5/3/10, luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br> escreveu:

De: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sexta-feira, 5 de Março de 2010, 10:07

Ola Takata,
 
Mas no "fim" do big-crunch tanto espa√ßo, qto tempo "deixam" de existir e surgem novamente em um novo big-bang, criando um universo de baixa entropia (menor do que o que colapsou)  ou o espa√ßo colapsa, o tempo continua e o novo universo surge com uma entropia maior que a do universo anterior ?
 
Abs
Felipe

--- Em sex, 5/3/10, roberto <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: roberto <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sexta-feira, 5 de Março de 2010, 6:29

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, luiz silva
> Assim, porque temos uma acelera√ß√£o no espa√ßo, mas o tempo continua
> "linear"?

Os corpos não estão se movendo através do espaço - tanto é que é possível haver taxas de recessão supraluminais (acima da velocidade da luz). Então o tempo local não muda.

Mas em um sentido o tempo est√° a se expandir - e aceleradamente -, no mesmo sentido que as dist√Ęncias: como a luz demora para ir de um ponto a outro um tempo finito, o aumento da dist√Ęncia implica em aumento do tempo da viagem da luz de uma gal√°xia a outra no espa√ßo. Se olhamos objetos distantes, estaremo vendo o passado. √Č por isso que observamos estrelas aparentemente mais "velhas" do que o universo - e √© isso que demonstra expans√£o acelerada do universo.

> Nas teorias envolvendo o big-crunch, o espaço iria colapsar junto
> com a matéria, ou somente a matéria iria colapsar dentro de um
> espaço anteriormente expandido ? E como fica o tempo durante o
> processo de colapso, caso o espaço-tempo colapse junto com a
> matéria do universo ?

O espa√ßo colapsa junto. O tempo continua a correr normalmente. Ela n√£o volta durante o colapso - at√© mesmo Hawking achou, durante um tempo, que o tempo voltaria, mas a√≠ percebeu que a bendita lei da termodin√Ęmica n√£o permitiria.

[]s,

Roberto Takata


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SUBJECT: vacina contra gripe suína - alerta
FROM: Fernanda Poletto <fspoletto@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alternativacidada@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/03/2010 13:52


Este √© um texto informativo sobre as raz√Ķes de se tomar a vacina. Por favor mande para todos os seus conhecidos.

Por quê tomar a vacina?

Antes de decidir n√£o tomar a vacina contra a gripe H1N1, considere o seguinte:

1. como se trata de uma variedade nova, é muito fácil pegar o H1N1 se vc entrar em contato com alguém doente;

2. um n√ļmero alto de pessoas menores de 65 anos s√£o hospitalizadas devido √† piora dos sintomas;

3. você pode até sobreviver à H1N1 mas vc poderá contaminará outras pessoas que não terão esta sorte.

Ao imunizar-se com a vacina H1N1, você não só evita ficar gripado mas também ajuda a proteger as pessoas que você conhece. Ao não tomar a vacina, você arrisca contaminar alguém sensível ao H1N1!

Quem √© sens√≠vel ao H1N1? Gr√°vidas, crian√ßas e pessoas com doen√ßas cr√īnicas. Conhece algu√©m que se encaixe nestas categorias? Conhece algu√©m que conhece algu√©m que se encaixe nestas categorias? As chances de uma fam√≠lia inteira pegar o H1N1 se UMA pessoa pegar a doen√ßa s√£o alt√≠ssimas!

VACINE-SE: ao SE proteger, você protege quem você AMA.

Gr√°vidas infectadas com o H1N1 t√™m DEZ vezes mais chances de ser hospitalizadas que uma pessoa normal. √Č fundamental que elas se protejam por meio da vacina√ß√£o.

Se voc√™ pensa que n√£o deve ser vacinado porque a H1N1 "n√£o mata mais o que a gripe normal", pense de outra forma: talvez dev√™ssemos nos vacinar contra a gripe normal tamb√©m. Certamente o n√ļmero de v√≠timas de uma doen√ßa t√£o simples de se evitar seria menor.

EFEITOS COLATERAIS

√Č poss√≠vel que voc√™ sofra efeitos colaterais leves ap√≥s receber a vacina, como dores musculares, febre ou rea√ß√Ķes al√©rgicas. Por√©m, √© poss√≠vel que voc√™ acabe respirando com a ajuda de aparelhos - ou deixando de respirar para sempre - ap√≥s se infectar com o H1N1.

O risco de efeitos colaterais n√£o √© ZERO. √Č poss√≠vel que ocorram efeitos na ordem de um em um milh√£o. Atualmente acredita-se que estas vacinas s√£o t√£o seguras quanto as vacinas de gripe que usamos ano a ano. Lembre-se, N√ÉO estamos mais em 1976, os adjuvantes usados nas vacinas N√ÉO s√£o t√≥xicos nas quantidades utilizadas. Al√©m disso, estas vacinas j√° foram usadas no Hemisf√©rio Norte sem fortes evid√™ncias de toxicidade.

PESE os riscos antes de tomar uma decis√£o.
 
 
M.Sc. Fernanda Poletto
Laboratório K204 - Instituto de Química
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Av. Bento Gonçalves 9500, Porto Alegre RS, Brasil
Tel. 55 51 3308 6285 Fax. 55 51 3308 7304

http://scienceblogs.com.br/bala_magica


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SUBJECT: "Gelo instantaneo"
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/03/2010 21:08


http://www.youtube.com/watch?v=-_Q7FCKZmik&feature=player_embedded


SUBJECT: Grupo detecta antimatéria mais pesada - Jornal da Ciência
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/03/2010 21:33

 
< http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=69493 >

SUBJECT: Re: Duvida - Relatividade
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/03/2010 04:19

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@...>
> Desse modo, nada mais será perceptível, nada mais terá "existência
> perceptível" para nós outros humanos ou não, que detectamos através
> de seus diversos sentidos as altera√ß√Ķes que ocorrem no espa√ßo, na
> matéria...

Se tem energia, ent√£o n√£o se pode falar que seja um nada. Se n√£o tem energia, ent√£o se pode falar em singularidade.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Enc: Duvida - Relatividade
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/03/2010 04:33

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> A entropia e a seta do tempo n√£o est√£o intimamente relacionadas com
> a expans√£o do universo, que se iniciou com o Big-bang.....em um
> universo com volume constante, a entropia n√£o seria constante, ou
> teria, pelo menos, um limite máximo ? Então, em um espaço
> colapsando, com o universo diminuindo seu tamanho,  nao faz sentido
> a entropia diminuir junto ?

N√£o. A primeira parte: entropia m√°xima a volume m√°ximo, est√° correta. A segunda parte: entropia diminuir com o volume, n√£o. P q? Porque a temperatura ir√° aumentar.

Considerando-se o processo adiabático - não teria para onde se transferir energia (particularmente a térmica) - e reversível, no melhor dos casos a variação da entropia seria zero.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: RES: [ciencialist] Urna eletr√īnica - Jos√© Renato M. de Almeida
FROM: √Ālvaro Augusto (P) <alvaro@electrapower.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/03/2010 11:04

O TSE argumentar√° que o √īnus da prova cabe ao acusador (e cobrar√° R$ 2 milh√Ķes de quem queira provar).

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

 

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Jose Renato
Enviada em: segunda-feira, 8 de março de 2010 10:06
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Urna eletr√īnica - Jos√© Renato M. de Almeida

 

 

Jornal A TARDE de domingo, 07.03.2010

 

OPINIÃO

 

Espaço do Leitor

 

Urna eletr√īnica

 

As elei√ß√Ķes est√£o a√≠, e a maioria de n√≥s nem lembra mais das urnas eletr√īnicas, que, segundo os donos das senhas, s√£o √† prova de fraude. Para o eleitor ela, ela √© a parte vis√≠vel do sistema eleitoral informatizado do TSE que, em casos de d√ļvida, suspeita ou falha, n√£o permite qualquer auditagem ou verifica√ß√£o que esclare√ßa a situa√ß√£o, corrija a falha ou impugne os votos. A proposta de qualifica√ß√£o do sistema por amostragem em 2% das urnas j√° carregadas com o programa foi descartada pelos controladores do processo. Nenhuma teste operacional do processo ser√° feito para garantir sua lisura pr√°tica. Nesse caso, vale a s√°bia e eficaz determina√ß√£o da Justi√ßa para os pais que se negam a fazer o exame de paternidade por meio de DNA: √© considerado o pai para todos os efeitos. Ao negar-se a fazer um teste pr√°tico m√≠nimo de qualifica√ß√£o do processo, o TSE assume as suspeitas de fraude.

 

José Renato M. de Almeida

Salvador - BA


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/03/2010 17:19

N√£o saberemos se h√° ou n√£o energia, visto que n√£o h√° mais
altera√ß√Ķes-varia√ß√Ķes-movimentos que permitam ser detectados. Nossos sentidos
n√£o percebem nada que possa ser medido, amplificado, manipulado... N√£o
acusam qualquer existência após o completo e perfeito equilíbrio, ou melhor,
a mínima variação ou alteração energética.
[]s
José Renato
...........................................
----- Original Message -----
From: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, March 09, 2010 4:19 AM
Subject: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@...>
> Desse modo, nada mais será perceptível, nada mais terá "existência
> perceptível" para nós outros humanos ou não, que detectamos através
> de seus diversos sentidos as altera√ß√Ķes que ocorrem no espa√ßo, na
> matéria...

Se tem energia, ent√£o n√£o se pode falar que seja um nada. Se n√£o tem
energia, ent√£o se pode falar em singularidade.

[]s,

Roberto Takata



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Atualizado em 09/03/2010




SUBJECT: Para o Sr Kentaro Mori
FROM: "srsiqueirap4" <sergiorsiqueira2004@ig.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/03/2010 21:35

Gostaria que analizasse o seguinte site:
http://www.ipexcorp.com.br/
Seria um motoperpétuo ou mais uma grande farsa. Certo da atenção agradeço desde já. Grande abraço.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Enc: Duvida - Relatividade
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/03/2010 22:07

Ola Takata,
 
 
Mas a temperatura do universo era maior em qqer tempo passado, assim como seu volume era menor.......ent√£o, no processo de revers√£o, o universo atingiria o mesmo n√≠vel de entropia  que possuiu em ts passados. Levando-se em conta que a entropia atual do universo √© maior que em qqer momento passado, ent√£o ter√≠amos uma diminui√ß√£o da entropia. N√£o ?
 
Abs
Felipe
 
--- Em ter, 9/3/10, roberto <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: roberto <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Enc: Duvida - Relatividade
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 9 de Março de 2010, 4:33

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, luiz silva
> A entropia e a seta do tempo n√£o est√£o intimamente relacionadas com
> a expans√£o do universo, que se iniciou com o Big-bang.... .em um
> universo com volume constante, a entropia n√£o seria constante, ou
> teria, pelo menos, um limite m√°ximo ? Ent√£o, em um espa√ßo
> colapsando, com o universo diminuindo seu tamanho,  nao faz sentido
> a entropia diminuir junto ?

N√£o. A primeira parte: entropia m√°xima a volume m√°ximo, est√° correta. A segunda parte: entropia diminuir com o volume, n√£o. P q? Porque a temperatura ir√° aumentar.

Considerando- se o processo adiabático - não teria para onde se transferir energia (particularmente a térmica) - e reversível, no melhor dos casos a variação da entropia seria zero.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Einstein sobre a Astrologia: ‚Äúpseudoci√™ncia‚ÄĚ e ‚Äúsupersti√ß√£o‚ÄĚ
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 10/03/2010 01:46

Einstein sobre a Astrologia: ‚Äúpseudoci√™ncia‚ÄĚ e ‚Äúsupersti√ß√£o‚ÄĚ

393166

Circula entre defensores da astrologia uma citação de Albert Einstein que parece lhes agradar bastante. Pode ser traduzida como:

‚ÄúA astrologia √© uma ci√™ncia em si mesma, e cont√©m um corpo esclarecedor de conhecimento. Ensinou-me muitas coisas, e devo muito a ela. As provas geof√≠sicas revelam o poder das estrelas e planetas em rela√ß√£o ao que ocorre na Terra. Por sua vez, a astrologia refor√ßa este poder de certa forma. √Č por isto que a astrologia √© um elixir vitalizador para a humanidade‚ÄĚ.

Trechos desta declara√ß√£o s√£o citados, por exemplo, na divulga√ß√£o do congresso brasileiro de astrologia e ci√™ncias alternativas ou em um artigo do Instituto Paulista de Astrologia, ‚Äúa melhor e mais antiga escola de astrologia cient√≠fica do Brasil‚ÄĚ. Ela parece ser tamb√©m a refer√™ncia para que o mesmo Einstein seja citado como figura a endossar a regulamenta√ß√£o da astrologia, assinada pelas principais institui√ß√Ķes da √°rea e enviada ao Congresso Nacional.

Pois a declaração é completamente falsa. Einstein jamais disse tais palavras.

√Č o veredito de Alice Calaprice, editora s√™nior da Princeton University Press e do projeto dos arquivos de Einstein nos √ļltimos 20 anos. Como Geoffrey Dean descobriu, o trecho surgiu inicialmente como pref√°cio de ‚ÄúManuel d‚Äôastrologie‚ÄĚ do astr√≥logo su√≠co-canadense Werner Hirsig, atribu√≠do a Einstein mas sem qualquer fonte indicada para corroborar a suposta declara√ß√£o. Desde ent√£o tem sido citado sem verifica√ß√£o por astr√≥logos, que jamais puderam encontrar alguma fonte que comprove aonde Einstein teria defendido a astrologia desta forma.

Aus√™ncia de evid√™ncia n√£o √© evid√™ncia de aus√™ncia, alguns poderiam retrucar, no que estariam invertendo o √īnus da prova. Talvez Einstein tenha feito tal declara√ß√£o em uma conversa privada com Hirsig? Como provar que ele n√£o o fez?

Bem, não é preciso especular nem partir para desafios lógicos, porque temos sim a presença de evidência sobre a verdadeira opinião do físico sobre a astrologia.

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Em uma breve carta de 1943 endereçada a Eugene Simon e divulgada em Letters of Note, Albert Einstein escreve e assina:

‚ÄúConcordo plenamente com voc√™ sobre a pseudoci√™ncia da astrologia. O que √© interessante √© que este tipo de supersti√ß√£o seja t√£o tenaz que tenha persistido por tantos s√©culos‚ÄĚ.

‚ÄúPseudoci√™ncia‚ÄĚ e ‚Äúsupersti√ß√£o‚ÄĚ que de forma curiosa persiste muito al√©m do que deveria. N√£o poderia ser mais clara, e seria essa a opini√£o de Einstein que astr√≥logos deveriam ter enviado ao Congresso, simplesmente porque era sua verdadeira posi√ß√£o a respeito.

Ao invés, astrólogos divulgam e promovem uma fraude criada por outro astrólogo, perpetuada por astrólogos para promover a astrologia.


SUBJECT: Re: Enc: Duvida - Relatividade
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/03/2010 04:34

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> Mas a temperatura do universo era maior em qqer
> tempo passado, assim como seu volume era menor...

Considere um sistema em que ocorre expansão não resistida de um gás. Temos um sistema em que o gás está contido na metade do compartimento - com paredes adiabáticas - por uma membrana. Esse gás está a uma temperatura T e a uma pressão P. A membrana é rompida e o gás passa a ocupar todo o volume.

Para restaurar o sistema à condição inicial, é preciso aplicar trabalho para comprimir o gás e ao mesmo tempo retirar calor para que o sistema volte à temperatura original.

Por que √© preciso retirar calor? Porque um trabalho √© aplicado. A expans√£o original se deu √†s custas do pr√≥prio sistema - n√£o houve transfer√™ncia de energia, logo o conte√ļdo energ√©tico √© o mesmo antes e depois da expans√£o. Na contra√ß√£o, √© aplicado trabalho sobre o sistema - energia √© introduzida. Sem retirar o calor, a temperatura final vai ser maior do que a inicial.

No caso do universo, não imaginamos que um eventual período de contração se dê por aplicação de trabalho externo. Isso significaria que uma fonte interna de energia está a ser utilizada. Aí há duas possibilidades, ou a expansão original alimentou essa fonte interna de energia - podemos pensar em um balão que se expande e parte da energia é armazenada como energia potencial elástica da parede do balão ou a energia potencial gravitacional dos corpos que se afastam - ou a fonte é independente da expansão.

No casa de ser independente da expansão, vai se gastar a energia na contração e aí acabou - vai resultar em *mais* entropia.

Se for alimentada pela expansão. Ou significa que o processo é reversível - e nesse caso não há variação da entropia - ou que o sistema, durante a expansão parte da energia original é armazenada na forma potencial e agora essa energia é usada na contração e temos agora um aumento da entropia.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Duvida - Relatividade
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/03/2010 04:36

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@...>
> N√£o saberemos se h√° ou n√£o energia

"Se tem energia, ent√£o n√£o se pode falar que seja um nada. Se n√£o tem energia, ent√£o se pode falar em singularidade."

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Fantasmas engarrafados.
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/03/2010 07:25

 
 
Ouví, há pouquinho, na Band News:
 
em um desses países da Europa(não peguei qual), algo inusitado: leilão de fantasmas presos em duas pequenas garrafinhas!. E tem mais: foram arrecadados pelo equivalente a 3500 dólares.
Help, help.
 
Assim, desisto; n√£o resta a mim, simples mortal e sofredor,  dizer:
 
"Vou-me embora pra Pas√°rgada L√° sou amigo do rei. L√° tenho a mulher que eu quero. Na cama que escolherei. Vou-me embora pra Pas√°rgada ..."
 
Mas, l√°, ainda que n√£o seja amigo do king, nem possa ter a mulher que quero, ao menos estarei livre dessas coisas letais, funestas e criminosas, embora com aceita√ß√£o global, sim senhor.
 
N√£o importa que o sonho esteja l√° num cantinho do Ir√£ nosso de cada Lula e tropa.
 
N√£o tem jeito mesmo,  √© sentar num canto de parede, esbugalhar os olhos e assistir,  perplexos e impotentes, o desenrolar deste gigantesco festival de e besteiras, ou FEBEAPA, como diria um dos nossos g√™nios humor√≠sticos, o Ponte Preta.
Sds,
 
Victor. 
  

SUBJECT: [ciencialist] Urna eletr√īnica - Jos√© Renato M. de Almeida
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/03/2010 11:53

Ol√°, √Ālvaro! De algum modo os ju√≠zes eleitorais j√° est√£o fazendo isso. Colo ao final uma reportagem veiculada no site de Bob Fernandes que tem o t√≠tulo:
TSE inviabiliza investigação de fraude em urna.
Mas se ningu√©m tiver coragem de apontar que o rei est√° n√ļ todos n√≥s continuaremos acreditando que somos uma democracia, mesmo que isso n√£o seja o que as informa√ß√Ķes analisadas nos revelam.
Quem tem medo fica em casa, n√£o vai olhar o rei desfilar!
Abraços
José Renato
................................................................
Sent: Tuesday, March 09, 2010 11:04 AM
Subject: [Spam] RES: [ciencialist] Urna eletr√īnica - Jos√© Renato M. de Almeida

O TSE argumentar√° que o √īnus da prova cabe ao acusador (e cobrar√° R$ 2 milh√Ķes de quem queira provar).

[ ]s 

Alvaro Augusto

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Jose Renato
Enviada em: segunda-feira, 8 de março de 2010 10:06
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Urna eletr√īnica - Jos√© Renato M. de Almeida
 

Jornal A TARDE de domingo, 07.03.2010

OPINI√ÉO 

Espaço do Leitor

Urna eletr√īnica 

As elei√ß√Ķes est√£o a√≠, e a maioria de n√≥s nem lembra mais das urnas eletr√īnicas, que, segundo os donos das senhas, s√£o √† prova de fraude. Para o eleitor ela, ela √© a parte vis√≠vel do sistema eleitoral informatizado do TSE que, em casos de d√ļvida, suspeita ou falha, n√£o permite qualquer auditagem ou verifica√ß√£o que esclare√ßa a situa√ß√£o, corrija a falha ou impugne os votos. A proposta de qualifica√ß√£o do sistema por amostragem em 2% das urnas j√° carregadas com o programa foi descartada pelos controladores do processo. Nenhuma teste operacional do processo ser√° feito para garantir sua lisura pr√°tica. Nesse caso, vale a s√°bia e eficaz determina√ß√£o da Justi√ßa para os pais que se negam a fazer o exame de paternidade por meio de DNA: √© considerado o pai para todos os efeitos. Ao negar-se a fazer um teste pr√°tico m√≠nimo de qualifica√ß√£o do processo, o TSE assume as suspeitas de fraude.

José Renato M. de Almeida

Salvador - BA



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P√°gina de apoio
http://www.ciencialist.com
.......................................................
 
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, February 23, 2010 10:37 AM
Subject: TSE inviabiliza investigação de fraude em urna - Bob Fernandes

TERRA MAGAZINE - BOB FERNANDES

Terça, 23 de fevereiro de 2010, 08h56 Atualizada às 09h22

Especialista: TSE inviabiliza investigação de fraude em urna

Antonio Cruz/Agência Brasil
Só um bom pai de santo poderia garantir ao eleitor que seu voto foi computado, critica advogada
"Só um bom pai de santo" poderia garantir ao eleitor que seu voto foi computado, critica advogada

Marcela Rocha

Para a advogada Maria Cortiz, falta de transpar√™ncia e o custo da urnas eletr√īnicas brasileiras s√£o dignos de maior aten√ß√£o. Contudo, alerta, o Tribunal Superior Eleitoral "inviabiliza" investiga√ß√£o sobre fraudes e "ridiculariza" quem levanta essas quest√Ķes. Em entrevista a Terra Magazine, a especialista em auditoria de processo eleitoral aponta essas e mais uma s√©rie de falhas no sistema brasileiro que adotou o voto eletr√īnico desde 1996.

- As urnas n√£o s√£o inviol√°veis - pontua Cortiz.

Veja também:
¬Ľ Kassab entra com recurso e fica no cargo at√© julgamento
¬Ľ Lula teria recebido doa√ß√£o semelhante √†s recebidas por Kassab
¬Ľ Siga Bob Fernandes no twitter

A advogada presta consultoria para o PDT e PT, mais recentemente. Por conta disso, viu e denunciou uma s√©rie de fraudes envolvendo as urnas eletr√īnicas brasileiras. Na entrevista abaixo ela detalha casos em que elas foram violadas e nada foi feito. Segundo ela, pelo contr√°rio, "os pedidos foram indeferidos". "Est√£o parados".

Para fundamentar suas críticas, Maria Cortiz destaca desfechos de processos como o descrito abaixo:

- Como o TSE n√£o tinha como contestar aquelas provas, a √ļnica forma de audit√°-las era subindo o pre√ßo. No TSE, ent√£o, estipularam quem faria a per√≠cia e o pre√ßo seria este (R$ 2mi). Ou seja, invi√°vel. Como a pessoa que impetrou declarou n√£o ter esse dinheiro todo, eles deram a senten√ßa, encerraram o processo e ainda condenaram o impetrante por litig√Ęncia de m√° f√©.

Terra Magazine - Quais críticas a senhora nutre em relação ao processo eleitoral brasileiro?
Maria Cortiz -
A minha maior crítica é em relação ao custo do processo, que foi realizado unilateralmente pela Justiça Eleitoral. Para que um partido consiga fazer uma fiscalização eficiente, ele teria que gastar muito. São oito etapas e, na primeira, que seria uma análise dos códigos fontes de todos os programas das urnas - à disposição dos partidos por seis meses-, ficaria em torno de R$ 300 mil e seriam necessárias 15 pessoas para realizá-la em Brasília. Quem tentou fazer não conseguiu.

Por quê?
Porque √© muito caro e os partidos n√£o disp√Ķem desse valor para fazer isso. Al√©m disso, ao final das oito etapas, ainda n√£o √© poss√≠vel ter certeza que a fonte analisada √© a mesma que rodou na urna durante o processo eleitoral. Essa forma de verifica√ß√£o √© muito cara, ent√£o, ela se torna proibitiva.

A senhora mencionou o custo...
A minha segunda cr√≠tica ao processo √© em rela√ß√£o √† dificuldade que enfrentamos de obter- da Justi√ßa Eleitoral - os documentos que s√£o gerados pelos arquivos das urnas no final das vota√ß√Ķes. √Č uma dificuldade enorme. Na hora em que o juiz est√° √† frente do processo, ele n√£o √© um juiz, ele √© um administrador. Ent√£o, ele deveria entregar a documenta√ß√£o e n√£o julgar o pedido. Eles indeferem diversos pedidos e √© preciso recorrer.

Para os leigos, falta o quê? Participação da sociedade, dos partidos...
Olha, os partidos até que tentaram. O PT e o PDT sempre vão.

J√° houve fraudes denunciadas?
Sim e foram indeferidas. Foram julgadas pelo Tribunal e indeferidas. O caso mais patológico foi o de Alagoas, que até hoje não se fez uma apuração decente, eficaz. E eu tenho também uma representação em Marília (SP), que deixou evidente a emissão de dois boletins de urna. Um totalizado às 6 horas da manhã no dia da eleição. Nem tinham começado a votar e já tinha um boletim com os resultados. Eu reclamei, mudaram a data e colocaram 18 horas. Isso está na representação 751 no TSE, aguardando julgamento desde 2005.

Esse processo, ent√£o, est√° parado. E o de Alagoas?
Fizemos um relat√≥rio preliminar. T√≠nhamos um prazo curto, mas, ainda assim, descobrimos problemas s√©rios. 22% das urnas estavam dando problemas nos arquivos. O boletim de urna era v√°lido, foi para a totaliza√ß√£o. Mas ela tinha coisas incoerentes como: ap√≥s emitido o comprovante de que a urna estava vazia, sem nenhum voto, come√ßaram as vota√ß√Ķes; at√© a√≠, tudo ok. Ao longo dos votos, o software passou a mudar de cidade, de n√ļmero de urna e trabalhou o dia todo assim. Tinha um comando dentro dessa m√°quina dizendo para trabalhar de determinada forma e, no momento da totaliza√ß√£o, programou-a para voltar ao normal. Por que esses boletins foram aceitos na totaliza√ß√£o? Pois estavam com a caracter√≠stica da urna oficial, contudo, durante o dia, essa urna trabalhou com caracter√≠sticas de n√£o oficial.

Mas, e aí?
O Tribunal pediu R$ 2 milh√Ķes ao candidato que estava impetrando as urnas. E assim, pararam o processo. Fizemos um relat√≥rio preliminar. Eles, ent√£o, contrataram um perito da Unicamp para fazer um segundo relat√≥rio, que saiu muito pior, no sentido de que denunciou muito mais. Entraram com processo e tudo mais, com advogado que, inclusive era ex-ministro. Como n√£o tinha como contestar aquelas provas, a √ļnica forma de audit√°-las era subindo o pre√ßo. No TSE, ent√£o, estipularam quem faria a per√≠cia e o pre√ßo seria este (R$ 2mi). Ou seja, invi√°vel. Como a pessoa que impetrou declarou n√£o ter esse dinheiro todo, eles deram a senten√ßa, encerraram o processo e ainda condenaram o impetrante por litig√Ęncia de m√° f√©. Ele sabia que a urna era inviol√°vel e ele entrou com uma a√ß√£o temer√°ria, por isso a acusa√ß√£o do TSE, que acabou encobrindo isto.

Algum outro caso emblem√°tico?
No ano passado, fui para Itajaí, peguei um outro problema. Olha, eles são criativos, viu? O candidato tinha certeza de que ganharia o pleito e não ganhou. Nos chamou e queria saber o que havia acontecido. Conseguimos pegar os documentos, que estavam dentro da urna. A legislação prevê um teste, quando está acontecendo a carga da urna.

Sim...
Os partidos deveriam estar dormindo e eles escolheram somente uma urna para fazer o teste. Não me conformo com isso. Alguém foi lá e carregou a urna com outro cartão de memória oficial. O pessoal testou, viu que estava tudo certo e sabe o que aconteceu depois? Essa urna não foi usada na votação. Ou seja, as urnas que foram usadas em Itajaí sofreram fraude no teste.

As campanhas s√£o sempre questionadas. Quest√Ķes pol√≠ticas s√£o questionadas. Por que a seguran√ßa das urnas n√£o √©?
Porque as pessoas que falam de urna s√£o ridicularizadas perante o Tribunal. Os ju√≠zes costumam tratar de maneira diferente as pessoas que questionam as urnas eletr√īnicas. Em Itaja√≠, por exemplo, foram 15 advogados importantes, mas ningu√©m tem coragem de abordar isso. Os partidos at√© conhecem, sabem, mas a base n√£o conhece. A hora que eles levam uma derrota √© que eles se alertam. A√≠, bom, √© tarde, mesmo que haja algum resultado ileg√≠timo.

A lei de Licita√ß√Ķes prev√™ altern√Ęncia de fornecedor no caso das urnas eletr√īnicas?
A Diebold j√° ganhou v√°rias vezes a licita√ß√£o. Nesse problema da licita√ß√£o, eu discuto muito o pre√ßo que se paga. √Č muito alto, compram urnas desnecessariamente. Mas enfim, isso j√° foi muito falado. Na quest√£o da licita√ß√£o em si, eu defendo o cons√≥rcio. A Diebold n√£o tem todos os componentes, ent√£o, ela terceiriza coisas que ela n√£o pode fazer. Ela terceiriza at√© a montagem das urnas. Em 2008, acharam uma urna na Radial Leste.

E ninguém foi responsabilizado?
Exatamente. Ninguém. Quem pegou essa urna, sabia o porquê. Os programas estavam lá dentro. Quem está fabricando não é a Diebold.

Como assim? Mas não foi ela que venceu a licitação para fornecer?
Mas n√£o fabrica. Podemos questionar a seguran√ßa. Essa pessoa que fabrica n√£o pode vender para outro comprador? Pode. Os partidos n√£o t√™m acesso √†s essas informa√ß√Ķes. E mais, quem transporta √© uma empresa de log√≠stica. Qual a seguran√ßa desse procedimento?

O TSE, recentemente, divulgou um teste de segurança das urnas. A senhora estava presente nesse teste...
Esse teste aconteceu por conta de um pedido feito pelo PT e PDT em 2006. Quer√≠amos que eles entregassem uma urna com o programa, em um ambiente fechado, controlado, com a presen√ßa dos partidos e sem imprensa. N√≥s atacar√≠amos a urna, porque sabemos como se faz para atacar. N√£o s√£o inviol√°veis. O TSE resolveu chamar uma comiss√£o de pesquisadores indicados pelos partidos e pelo Tribunal. Quando foi proposto na C√Ęmara o voto impresso - que barateia e aumenta a seguran√ßa -, come√ßaram a articular uma forma de mostrar que seria desnecess√°rio colocar o voto impresso, cuja exist√™ncia fiscalizaria o TSE. Mas e o teste?
Então, com essa ameaça iminente, fizeram uma nova resolução para o teste, excluindo os partidos da participação. Esse teste seria totalmente controlado por pessoas CONVIDADAS (NR: destaque dado pela entrevistada) pelo Tribunal.

E qual a legitimidade do teste?
Nenhuma. Desistimos, ent√£o, do teste. O TSE, por sua vez, afirmou de est√°vamos de acordo com a urna.

Fala-se muito em auditorias externas, ao tratar de tecnologia da informa√ß√£o. Isso √© feito? Qual a import√Ęncia?
Para confiarmos num sistema, ele tem que ser auditado de forma externa, não só de pessoas isentas, mas externas ao próprio sistema. Os testes que são propostos são mais ou menos como se eu perguntasse para a própria urna se ela é honesta e, é óbvio, ela diria que sim. Para a auditoria ser eficaz e válida, ela precisa ser feita externamente ao software e por uma pessoa externa ao sistema.

Algum caso?
No teste feito das urnas equatorianas, eu participei como ouvinte e conversei com dois representantes da Organiza√ß√£o dos Estados Americanos (OEA), mas que n√£o estavam em car√°ter oficial para avaliar o sistema. Depois, eu descobri que esse pessoal da OEA estava envolvido no esc√Ęndalo do Equador.

Sou uma eleitora. Vou lá e voto. Como eu faço para ter certeza de que meu voto foi computado?
Olha, arranja um bom pai de santo. Estamos buscando justamente isso: A segurança. Poderíamos pegar 2% das urnas e ver se os votos batem. Se baterem, ótimo. Quem sabe fazer isso? Qualquer um. Não precisa contratar uma empresa de auditoria, um advogado especializado.

Mas isso não ocorre? Nenhum tipo de verificação, nem primária como essa?
Pois é. O TSE diz que esse processo brasileiro é o melhor do mundo. O Equador, que poderia ter ganhado urnas do Brasil, não aceitou o sistema porque não dava pra conferir. Quando uma pessoa vota, a urna grava o voto num registro. Como fazer para saber se gravou certo? Não dá. Se não fizermos auditoria, esse modelo não serve para nós.

Sobre a biometria (tecnologia que permite o reconhecimento do eleitor pela digital e pela foto), a senhora acredita que isso pode melhorar a condição de segurança?
O processo de biometria começou em 2004. Não existia verba no orçamento para fazer esse processo de biometria. Indeferiram meu pedido de comprovação de verba, dizendo que ela viria depois. No TCU, o processo ficou lá e está até hoje sem solução. Descobrimos, então, que a verba viria toda do FBI. Mas isso não tem por escrito porque foi um acordo feito entre o ministro do TSE e o FBI. Seria um compartilhamento de dados em troca da tecnologia do processo. O processo foi suspenso.

E agora?
Voltaram a falar nele agora, mas com a nossa verba. Contudo, o compartilhamento de informa√ß√Ķes ser√° feito da mesma forma e de todos os brasileiros. Por que n√£o dizer aos brasileiros que isso ser√°, tamb√©m, para um banco de dados? Essa √© a minha cr√≠tica. A biometria n√£o √© um m√©todo de reconhecimento de eleitor, mas de criminoso. Para que tudo isso? Pinta o dedo, oras. Mas o TSE quer o espetacular, o fant√°stico. Mas usa esse mantra para esconder esse reconhecimento de digitais e faces. Custava devolver a foto para o t√≠tulo de eleitor? Para o voto, sabe qual √© a consequ√™ncia jur√≠dica disso? Nenhuma. Se o eleitor n√£o for identificado, ele pode votar do mesmo jeito. Quem vai verificar as identifica√ß√Ķes depois? Ningu√©m.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori
FROM: André L F S Bacci <andrebacci.listas@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/03/2010 12:25

On Tue, Mar 9, 2010 at 9:35 PM, srsiqueirap4
<sergiorsiqueira2004@ig.com.br> wrote:
> Gostaria que analizasse o seguinte site:
> http://www.ipexcorp.com.br/
> Seria um motoperpétuo ou mais uma grande farsa. Certo da atenção agradeço desde já.

Me mentendo na discuss√£o n√£o iniciada...
http://peswiki.com/index.php/Directory:Energy_By_Motion_(EBM)

Essa histótia rola desde 2002, sendo ressuscitada a cada dois anos
mais ou menos. Pesquisando por "ebm energy by motion" d√° alguma
perspectiva. Tem muitas declara√ß√Ķes assinadas, v√°rias medi√ß√Ķes de
testes e demonstra√ß√Ķes em laborat√≥io, mas curiosamente sem um √ļnico
teste de auto-suficienência não assistido (tipo, manter um ventilador
ligado).

Falam na página brasileira sobre três protótipos. Provavelmente são os
protótipos de Budapeste. Se alguém tiver com paciência, pode ser
possível processá-los judicialmente para arrancar uns trocados por
propaganda enganosa.

André


SUBJECT: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori
FROM: Homero <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/03/2010 14:27

Trecho do site "explicando" o moto-perpétuo:

"Uma fonte de energia até então desconhecida, em um campo magnético com uma geometria incomum, e que se comporta como os outros campos conhecidos. As unidades EBM, já existentes em Laboratório, permitem a produção excedente de energia."

Não sou o Kentaro ou o Takata, mas tudo indica uma armadilha para tirar dinheiro de incautos..:-)

Fonte de energia até então desconhecida? Desconhecida de quem? E quem a "descobriu" afinal?..:-)

Bela arapuca.

Homero


Em 09/03/2010 21:35, srsiqueirap4 escreveu:
 

Gostaria que analizasse o seguinte site:
http://www.ipexcorp.com.br/
Seria um motoperpétuo ou mais uma grande farsa. Certo da atenção agradeço desde já. Grande abraço.

Nenhum vírus encontrado nessa mensagem recebida. Verificado por AVG - www.avgbrasil.com.br Versão: 9.0.733 / Banco de dados de vírus: 271.1.1/2732 - Data de Lançamento: 03/09/10 04:33:00


SUBJECT: RES: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori
FROM: √Ālvaro Augusto (P) <alvaro@electrapower.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/03/2010 17:22

Ah, se eu tivesse essa cara de pau!

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Homero
Enviada em: quarta-feira, 10 de março de 2010 14:28
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori

 

 

Trecho do site "explicando" o moto-perpétuo:

"Uma fonte de energia até então desconhecida, em um campo magnético com uma geometria incomum, e que se comporta como os outros campos conhecidos. As unidades EBM, já existentes em Laboratório, permitem a produção excedente de energia."

N√£o sou o Kentaro ou o Takata, mas tudo indica uma armadilha para tirar dinheiro de incautos..:-)

Fonte de energia até então desconhecida? Desconhecida de quem? E quem a "descobriu" afinal?..:-)

Bela arapuca.

Homero


Em 09/03/2010 21:35, srsiqueirap4 escreveu:

 

Gostaria que analizasse o seguinte site:
http://www.ipexcorp.com.br/
Seria um motoperpétuo ou mais uma grande farsa. Certo da atenção agradeço desde já. Grande abraço.

 
 
 
Nenhum vírus encontrado nessa mensagem recebida.
Verificado por AVG - www.avgbrasil.com.br 
Versão: 9.0.733 / Banco de dados de vírus: 271.1.1/2732 - Data de Lançamento: 03/09/10 04:33:00
 
  

 


SUBJECT: UM BRINDE AO DIA DEPOIS DO OUTRO
FROM: Alessandro Loiola <alessandroloiola@yahoo.com.br>
TO: alessandroloiola@yahoo.com.br
DATE: 11/03/2010 13:09

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DR. ALESSANDRO LOIOLA ‚Äď SA√öDE PARA TODOS - 11/03/2010 - No.109
http://br.groups.yahoo.com/group/saudeparatodos
© Dr. Alessandro Loiola - mailto: alessandroloiola@yahoo.com.br
Convide seus amigos para uma dose di√°ria de sa√ļde (assinar ou cancelar no final).
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Ol√°,

Como est√£o os preparativos para este final de semana? Ir√° passar com a fam√≠lia, com os amigos ou ralando no trabalho? Para ajudar nas comemora√ß√Ķes dos pr√≥ximos dias ‚Äď sim, todo dia √© dia de comemorar! -, voc√™ pode curtir a cr√īnica de hoje mais abaixo ou no blog http://dralessandroloiola.blogspot.com/ .

Tenha uma boa leitura e um dia extraordin√°rio!

Dr. Alessandro Loiola.

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UM BRINDE AO DIA DEPOIS DO OUTRO

© Dr. Alessandro Loiola



Por gera√ß√Ķes a perder de vista, os incont√°veis povos que j√° passaram pela superf√≠cie no nosso planeta-gr√£o-de-poeira adoravam eleger datas festivas para comemorar o que quer que fosse. Isso √© uma coisa t√£o prevalente que me atrevo a dizer que somos o produto de mil√™nios de sele√ß√£o natural de ancestrais baladeiros e festeiras.

Por exemplo: os hindus t√™m um tal de Festival das Cores, para celebrar a germina√ß√£o das sementes e a nova colheita que vir√° com a primavera. Tudo muito bonito, sincronizado com as fases da Lua, os primeiros dois dias todo mundo comportado, rezas, ladainhas, adora√ß√Ķes, coisetal. E ent√£o, no terceiro dia‚Ķ ‚Äúloucura, loucura, loucura!‚ÄĚ, como diria o Sr. Luciano ‚Äúo Incr√≠vel‚ÄĚ Huck. O festival vira festival mesmo e o bicho pega.

Um pouco pra cima da √ćndia, os chineses n√£o fazem por menos. A partir da metade de setembro e at√© por volta da primeira semana de outubro, eles comemoram o Festival do Bolo Lunar, uma tradi√ß√£o com mais de 3.000 anos que celebra a derrota dos invasores mong√≥is. E segue-se um troca-troca sem fim de pequenos bolinhos adocicados em formato de Lua cheia. Quer dizer, eles dizem que tem formado de Lua cheia. Pra mim, √© formato de bolo mesmo.

Os chineses s√£o mestres em celebra√ß√Ķes. Quem manda? Com 1,3 bilh√Ķes de pessoas, eles t√™m o pr√≥prio planeta deles por l√°. Tanto √© que o Ano Novo Chin√™s √© comemorado entre 15 de janeiro e 15 de fevereiro. Ouvi falar que a tradi√ß√£o √© soltar fogos de artif√≠cio, limpar a casa, sujar a rua com pequenos peda√ßos de papel vermelho e fazer muita comida, especialmente os Yau Gowk, bolinhos que simbolizam prosperidade.

Bolinhos chineses novamente. Fico imaginando o que esse povo tem com bolinhos. Deve ser algum fetiche. Sei l√°.

Os mu√ßulmanos comemoram o ano novo no meio do nosso ano. O ano novo judaico, chamado Rosh Hasanah ou a ‚Äúfesta das trombetas‚ÄĚ (imagine a alegria dos vizinhos...), acontece um pouco mais tarde, em setembro. Os coreanos, mais animados, comemoram 2 anos novos: um baseado no calend√°rio ocidental e o Seol Lal, baseado no calend√°rio lunar chin√™s.

A primeira not√≠cia que se tem de comemora√ß√£o do Ano Novo no dia 1¬ļ de janeiro vem dos idos do imperador Julio Cesar, em 46 a.C, mas a data seria adotada pela cristandade apenas em 1582, com a oficializa√ß√£o do calend√°rio gregoriano ‚Äď que nos rege at√© hoje.

A celebração do Ano Novo marca um evento bastante simples e pouco altruísta: como nas demais festividades de todos os povos em todos os tempos, estamos celebrando nada mais, nada menos, que nossa própria sobrevivência.

Sobrevivemos a mais um giro, voc√™ completou mais uma volta. Ainda estamos aqui. Bata no peito, grite bem alto, levante sua ta√ßa ‚Äď afinal, o ano se foi e voc√™ ficou! Agora, gra√ßas ao renascimento do calend√°rio grudado na porta da geladeira, voc√™ poder√° fazer novamente todas suas velhas promessas.

Celebrar a sobreviv√™ncia, apesar de previs√≠vel, n√£o deixa de ser louv√°vel. Nossos ancestrais mi√ļdos, as amebas, vivem apenas dois dias. Uma mis√©ria. Um gl√≥bulo vermelho do seu sangue vive no m√°ximo 120 dias: uma hem√°cia nascida no ver√£o, provavelmente ir√° desaparecer antes do cair da primeira folha de outono. Pouqu√≠ssimas ter√£o a oportunidade de conhecer o barulho de uma rolha de espumante.

Mesmo quando comparados a outros mamíferos, somos uma espécie longeva: um coelho vive apenas 10 anos. Gatos e cachorros, no máximo uns 18 anos.
Gorilas e chimpanzés, cerca de duas reles décadas. Nós? Vivemos uma média de 75-80 anos. Faz sentido comemorarmos coletivamente cada um deles.

Mas eu iria al√©m. Se estas festas de todos os dezembros marcam nossa sobreviv√™ncia ao longo do vel√≥rio do ano velho e o trabalho de parto do pr√≥ximo, porque n√£o celebrar mais frequentemente a sobreviv√™ncia? Celebrar a imensa felicidade de acordar e desfrutar mais uma vez o mundo e as pessoas. Quer dizer, nem todas as pessoas, apenas algumas pessoas. Bem poucas, pra falar a verdade. Mas elas est√£o por a√≠ e merecem um al√ī.

Será que temos essa inteligência suficiente para comemorar o cotidiano? Festejar a beleza elegante da evolução, a serenidade da sabedoria e o milagre absurdo que se esconde no simples fato de estarmos aqui, prestes a declarar o imposto de renda outra vez?

Considerando que o ano novo √© a simples realiza√ß√£o de que estamos vivos, porque n√£o exaltar cada novo dia? Sim! Cada raiar do sol esconde um novo ano particular, uma oportunidade √ļnica para voc√™ refazer os cacos e juntar o todo. Que feliz ano novo que nada! Apesar da paganice, da receita federal e dos argentinos, desejo mesmo a voc√™ e toda sua fam√≠lia um Feliz Dia Depois do Outro! E outro. E outro. E outro. E sempre. Sa√ļde!

---
Dr. Alessandro Loiola √© m√©dico, palestrante e escritor, autor de PARA AL√ČM DA JUVENTUDE ‚Äď GUIA PARA UMA MATURIDADE SAUD√ĀVEL (Ed. Leitura, 496 p√°g.) e VIDA E SA√öDE DA CRIAN√áA (Ed. Natureza, 430 p√°g.). Atualmente reside e clinica em S√£o Jos√© dos Campos, S√£o Paulo.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/03/2010 14:15

J√° recebi, desde 2003, umas 15 mensagens pedindo minha "avalia√ß√£o" sobre o tal "gerador". Em todas as respostas indiquei a inexist√™ncia experimental dessa tal de "energia free" e todos os prot√≥tipos ¬īdesenvolvidos¬ī na sua capta√ß√£o e convers√£o em trabalho √ļtil.
 
Em resumo, salientei a ¬īprobabilidade¬ī de 100% de fraude envolvendo gente gra√ļda.
 
H√° um youtube de um engenheiro (cheio de outros t√≠tulos) que mostra tal gerador com ¬ī√≠m√£s em configura√ß√£o at√© ent√£o desconhecida¬ī; "funciona exclusivamente com √≠m√£s permanentes" :-)))
 
Bem, 7 anos se passaram, ... e nada do t√£o esperado gerador !!!!
 
Mas, tem um bocado de gente que acredita nisto!
 
[]¬ī
 
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Homero
Sent: Wednesday, March 10, 2010 2:27 PM
Subject: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori

 

Trecho do site "explicando" o moto-perpétuo:

"Uma fonte de energia até então desconhecida, em um campo magnético com uma geometria incomum, e que se comporta como os outros campos conhecidos. As unidades EBM, já existentes em Laboratório, permitem a produção excedente de energia."

N√£o sou o Kentaro ou o Takata, mas tudo indica uma armadilha para tirar dinheiro de incautos..:-)

Fonte de energia até então desconhecida? Desconhecida de quem? E quem a "descobriu" afinal?..:-)

Bela arapuca.

Homero


Em 09/03/2010 21:35, srsiqueirap4 escreveu:

 

Gostaria que analizasse o seguinte site:
http://www.ipexcorp.com.br/
Seria um motoperpétuo ou mais uma grande farsa. Certo da atenção agradeço desde já. Grande abraço.

Nenhum vírus encontrado nessa mensagem recebida. Verificado por AVG - www.avgbrasil.com.br Versão: 9.0.733 / Banco de dados de vírus: 271.1.1/2732 - Data de Lançamento: 03/09/10 04:33:00


SUBJECT: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/03/2010 19:36

Esqueci um coment√°rio pertinente.
 
N√£o temos d√ļvida que exista esta "energia free", mas referida a um conceito bem cient√≠fico, a saber: ondas eletromagn√©ticas. √Č brutal a quantidade destas ondas que chegam at√© nossas casas ininterruptamente; basta ter as antenas e sintonizadores adequados para absorvermos um diminuta fra√ß√£o delas. Um simples fio de cobre de uns 20 m estendido e isolado em seus extremos j√° permite a capta√ß√£o da energia necess√°ria para escutar um radinho ¬īgalena¬ī com uma m√≠sera etapa transistorizada de amplifica√ß√£o de √°udio.
Seu pr√≥prio telefone ¬īsem fio¬ī est√° permanentemente irradiando ondas para o √Ęmbito da casa na frequ√™ncia l√° pelos 900 MHz. Estamos entupido de ondas eletromagn√©ticas!
Aliás, acabei de ler a notícia hoje, que uma firma está patenteando uma "pilha eterna", que além de recarregável, está permanentemente convertendo ondas eletromagnéticas em energia potencial química (ou outra modalidade ... não entra em detalhes).
 
comentado .........
 
[]¬ī
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            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
Sent: Thursday, March 11, 2010 2:15 PM
Subject: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori

 

J√° recebi, desde 2003, umas 15 mensagens pedindo minha "avalia√ß√£o" sobre o tal "gerador". Em todas as respostas indiquei a inexist√™ncia experimental dessa tal de "energia free" e todos os prot√≥tipos ¬īdesenvolvidos¬ī na sua capta√ß√£o e convers√£o em trabalho √ļtil.
 
Em resumo, salientei a ¬īprobabilidade¬ī de 100% de fraude envolvendo gente gra√ļda.
 
H√° um youtube de um engenheiro (cheio de outros t√≠tulos) que mostra tal gerador com ¬ī√≠m√£s em configura√ß√£o at√© ent√£o desconhecida¬ī; "funciona exclusivamente com √≠m√£s permanentes" :-)))
 
Bem, 7 anos se passaram, ... e nada do t√£o esperado gerador !!!!
 
Mas, tem um bocado de gente que acredita nisto!
 
[]¬ī
 
 
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            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: Homero
Sent: Wednesday, March 10, 2010 2:27 PM
Subject: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori

 

Trecho do site "explicando" o moto-perpétuo:

"Uma fonte de energia até então desconhecida, em um campo magnético com uma geometria incomum, e que se comporta como os outros campos conhecidos. As unidades EBM, já existentes em Laboratório, permitem a produção excedente de energia."

N√£o sou o Kentaro ou o Takata, mas tudo indica uma armadilha para tirar dinheiro de incautos..:-)

Fonte de energia até então desconhecida? Desconhecida de quem? E quem a "descobriu" afinal?..:-)

Bela arapuca.

Homero


Em 09/03/2010 21:35, srsiqueirap4 escreveu:

 

Gostaria que analizasse o seguinte site:
http://www.ipexcorp.com.br/
Seria um motoperpétuo ou mais uma grande farsa. Certo da atenção agradeço desde já. Grande abraço.

Nenhum vírus encontrado nessa mensagem recebida. Verificado por AVG - www.avgbrasil.com.br Versão: 9.0.733 / Banco de dados de vírus: 271.1.1/2732 - Data de Lançamento: 03/09/10 04:33:00


SUBJECT: RES: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori
FROM: √Ālvaro Augusto (P) <alvaro@electrapower.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/03/2010 22:06

Um radinho de galena √© bem diferente de um gerador de 225 MW. Ademais, ondas eletromagn√©ticas s√£o conhecidas desde Maxwell e Hertz. Logo, a tal “energia desconhecida” que eles citam deve ser outra coisa, provavelmente algo vindo de outro canto do “multiverso” ou quem sabe algum tipo de “energia espiritual” ou outra bobagem qualquer.

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

 

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: quinta-feira, 11 de março de 2010 19:37
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori

 

 

Esqueci um coment√°rio pertinente.

 

N√£o temos d√ļvida que exista esta "energia free", mas referida a um conceito bem cient√≠fico, a saber: ondas eletromagn√©ticas. √Č brutal a quantidade destas ondas que chegam at√© nossas casas ininterruptamente; basta ter as antenas e sintonizadores adequados para absorvermos um diminuta fra√ß√£o delas. Um simples fio de cobre de uns 20 m estendido e isolado em seus extremos j√° permite a capta√ß√£o da energia necess√°ria para escutar um radinho ¬īgalena¬ī com uma m√≠sera etapa transistorizada de amplifica√ß√£o de √°udio.

Seu pr√≥prio telefone ¬īsem fio¬ī est√° permanentemente irradiando ondas para o √Ęmbito da casa na frequ√™ncia l√° pelos 900 MHz. Estamos entupido de ondas eletromagn√©ticas!

Aliás, acabei de ler a notícia hoje, que uma firma está patenteando uma "pilha eterna", que além de recarregável, está permanentemente convertendo ondas eletromagnéticas em energia potencial química (ou outra modalidade ... não entra em detalhes).

 

comentado .........

 

[]¬ī

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            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
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----- Original Message -----

Sent: Thursday, March 11, 2010 2:15 PM

Subject: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori

 

 

J√° recebi, desde 2003, umas 15 mensagens pedindo minha "avalia√ß√£o" sobre o tal "gerador". Em todas as respostas indiquei a inexist√™ncia experimental dessa tal de "energia free" e todos os prot√≥tipos ¬īdesenvolvidos¬ī na sua capta√ß√£o e convers√£o em trabalho √ļtil.

 

Em resumo, salientei a ¬īprobabilidade¬ī de 100% de fraude envolvendo gente gra√ļda.

 

H√° um youtube de um engenheiro (cheio de outros t√≠tulos) que mostra tal gerador com ¬ī√≠m√£s em configura√ß√£o at√© ent√£o desconhecida¬ī; "funciona exclusivamente com √≠m√£s permanentes" :-)))

 

Bem, 7 anos se passaram, ... e nada do t√£o esperado gerador !!!!

 

Mas, tem um bocado de gente que acredita nisto!

 

[]¬ī

 

 

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            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----

From: Homero

Sent: Wednesday, March 10, 2010 2:27 PM

Subject: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori

 

 

Trecho do site "explicando" o moto-perpétuo:

"Uma fonte de energia até então desconhecida, em um campo magnético com uma geometria incomum, e que se comporta como os outros campos conhecidos. As unidades EBM, já existentes em Laboratório, permitem a produção excedente de energia."

N√£o sou o Kentaro ou o Takata, mas tudo indica uma armadilha para tirar dinheiro de incautos..:-)

Fonte de energia até então desconhecida? Desconhecida de quem? E quem a "descobriu" afinal?..:-)

Bela arapuca.

Homero


Em 09/03/2010 21:35, srsiqueirap4 escreveu:

 

Gostaria que analizasse o seguinte site:
http://www.ipexcorp.com.br/
Seria um motoperpétuo ou mais uma grande farsa. Certo da atenção agradeço desde já. Grande abraço.

 
 
Nenhum vírus encontrado nessa mensagem recebida.
Verificado por AVG - www.avgbrasil.com.br 
Versão: 9.0.733 / Banco de dados de vírus: 271.1.1/2732 - Data de Lançamento: 03/09/10 04:33:00
 
  

 


SUBJECT: A Criatura de Metepec: Autor confessa fraude
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 12/03/2010 15:30

A Criatura de Metepec: Autor confessa fraude

macacomexico1

Um ‚Äúassistente de veterin√°rio‚ÄĚ apresentado como parte do imbr√≥glio do ‚ÄúSer de Metepec‚ÄĚ, √Āngel Palacios N√ļ√Īez, √© de acordo com Alejandro Franz em verdade um nome falso para Urso Moreno Ru√≠z. E Urso Ru√≠z seria um taxidermista, acostumado a lidar com carca√ßas de animais.

Angel Nunez Palacios 01

Mais importante, Urso Ruíz teria admitido em um fórum na rede que fraudou a criatura, que seria de fato apenas um pequeno primata, um Saimiri:

‚Äú√Č o cad√°ver sem pele de um macaco Saimiri, nada mais. Eu removi as orelhas e o remexi com todos os p√™los e fluidos de todos os animais que tinha por perto. Logo o curti, e cada amostra que retirarem resultar√° [como vinda] de um animal diferente‚ÄĚ.

Isso não deve ser novidade. Já no ano passado havíamos alertado ser apenas um macaco.

O fraudador continua:

‚ÄúO sr. Mario logo o vendeu a Jaime Mauss√°n por 300.000 pesos [~R$40.000], como v√™em, e depois de 4 anos ainda n√£o percebem que √© uma fraude‚ÄĚ.

E tenta ainda se defender:

‚ÄúQue conste que eu n√£o disse que era de verdade. Isso foi Jaime Mauss√°n que inventou, que conste que ele acreditou [na hist√≥ria] e foi fazer todo um show. Foi uma brincadeira que saiu de controle, mas depois de 4 anos me alegra ver que uma de minhas cria√ß√Ķes deu a volta ao mundo e passou por v√°rios cientistas e provas e n√£o descobriram o que √©. Ent√£o que grande ci√™ncia, eu a enganei! hehehe‚ÄĚ

Nauseante, n√£o?

Alejandro Franz alerta que, ao contr√°rio do que Ru√≠z alega, ele sim declarou √†s c√Ęmeras que a criatura seria um ‚Äúanimal estranho‚ÄĚ, participando do que n√£o seria uma brincadeira, e sim uma fraude deliberada. Franz ainda acusa Mauss√°n, Mario Moreno e Marco Salazar de deliberadamente arquitetar a fraude desde o in√≠cio. √Č de fato curioso que insistissem em testes de DNA de pronto, algo que n√£o √© de forma alguma seu modus operandi com rela√ß√£o a ‚Äúcriaturas misteriosas‚ÄĚ que encontram (s√£o raros os casos onde testes gen√©ticos chegam a ser conduzidos, uma vez que costumam encerrar mist√©rios rapidamente).

√Č como se soubessem que os resultados seriam confusos.

Desde o início muitos já haviam notado que a criatura era apenas um pequeno macaco sem pele. E todos conhecem, ou deveriam conhecer, Maussán como parte do Hall da Vergonha da Ufologia.

0maussan_man-baby-2

De forma que havia toda raz√£o para duvidar de toda a hist√≥ria. Raz√£o, no entanto, √© algo que parece ter faltado tamb√©m √† equipe do programa MonsterQuest do canal History Channel, que promoveu o caso com ‚Äúespecialistas‚ÄĚ que asseguraram ser o macaco sem pele algo misterioso.

46038_monsterquest

Ou talvez a razão seja algo relativo. Dezenas de milhares de dólares, audiência e tanto mais podem tornar as coisas relativas. Quanto não lucraram todos envolvidos, deliberadamente ou não, dos autores da fraude e seus promotores, de Maussán a MonsterQuest, nesta farsa primária baseada em um uma macaquice?

Tudo isto deve causar nojo. E o pobre e pequeno macaco seco e sem pele é o de menos. [via Alcione]


SUBJECT: Re: [ciencialist] Duvida - Relatividade
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/03/2010 23:54

Parece-me que a resposta à questão ficou muito restrita ao que é percebido
por contraste ou altera√ß√Ķes, sem isso nossos sentidos nada detectam.
Teoricamente a matéria em um ambiente a zero Kelvin não tem energia ou
qualquer movimento interno que possa ser detectado diretamente, mas nem por
isso poderia ser considerado um nada ou uma singularidade.
O que tentei indicar √© que quando n√£o h√° altera√ß√Ķes de campo, carga el√©trica
ou movimento, devido a uma perfeita e completa integra√ß√£o desses fen√īmenos
em si mesmos, nada é percebido pelos nossos sentidos, direta ou
indiretamente. Apenas nossa experiência intelectual infere que, apesar de
não percebida, existe naquele nada matéria e energia, digamos, em total
"repouso".
[]s
José Renato
............................................

----- Original Message -----
From: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, March 10, 2010 4:36 AM
Subject: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@...>
> N√£o saberemos se h√° ou n√£o energia

"Se tem energia, ent√£o n√£o se pode falar que seja um nada. Se n√£o tem
energia, ent√£o se pode falar em singularidade."

[]s,

Roberto Takata
........................................................


----- Original Message -----
From: Jose Renato
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, March 07, 2010 9:19 PM
Subject: Re: [ciencialist] Duvida - Relatividade


?


Ol√°, Belmiro e Takata, se estamos falando e considerando que na
*singularidade* que poderá ocorrer no big-crunch - em que a matéria, o
espaço e o "tempo" entrarão em colapso, perderão sua configuração e
"desaparecerão" - estamos tratando de algo diferente da configuração
"inversa" da matéria e da anti-matéria onde ambas são perceptíveis, são
"existentes".

Parece-me que no big-crunch estamos mais próximos de uma comparação em que
as "erup√ß√Ķes de energia" deixam de ocorrer, visto que n√£o h√° mais quebra
estrutural da harmonia daquilo que denominamos de "nada". Desse modo, nada
mais será perceptível, nada mais terá "existência perceptível" para nós
outros humanos ou não, que detectamos através de seus diversos sentidos as
altera√ß√Ķes que ocorrem no espa√ßo, na mat√©ria...

Um colapso total seria semelhante ao desaparecimento dos "desenhos" ou
linhas de força que uma barra imantada provoca em limalhas quando seus
elétrons "repousam" em suas órbitas, sem mais a polarização típica dos imãs.

Abraços

José Renato
........................................
----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, March 06, 2010 10:25 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade Oi Felipe e
Takata,

Permitam-me um pitaco. Segundo a teoria do universo eterno (que
ainda carece de alguns ajustes), quando ocorre o bigcrunch a densidade de
energia nos "átomos" do espaço é tão grande que ele repele esta energia, o
que implica em gravidade repulsiva. Isto é, segundo esta teoria, o existente
não passa a inexistente (respondendo ao José Renato) mas simplesmente volta
a se expandir. Entretanto, nesta fase conturbada, oscila√ß√Ķes qu√Ęnticas
apagam a mem√≥ria do universo atual (viu? a mec√Ęnica qu√Ęntica tem resposta
para tudo) e ele ressurge com baixa entropia, zero bala mesmo, inclusive com
o cron√īmetro zerado. E viva a bendita lei da termodin√Ęmica.

[],s

Belmiro

--- Em sex, 5/3/10, luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
escreveu:


De: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sexta-feira, 5 de Março de 2010, 13:07



Ola Takata,

Mas no "fim" do big-crunch tanto espaço, qto tempo "deixam"
de existir e surgem novamente em um novo big-bang, criando um universo de
baixa entropia (menor do que o que colapsou) ou o espaço colapsa, o tempo
continua e o novo universo surge com uma entropia maior que a do universo
anterior ?

Abs
Felipe

--- Em sex, 5/3/10, roberto <roberto.takata@ bol.com.br>
escreveu:


De: roberto <roberto.takata@ bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Sexta-feira, 5 de Março de 2010, 6:29



--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, luiz silva
> Assim, porque temos uma aceleração no espaço, mas o
tempo continua
> "linear"?

Os corpos não estão se movendo através do espaço - tanto é
que é possível haver taxas de recessão supraluminais (acima da velocidade da
luz). Ent√£o o tempo local n√£o muda.

Mas em um sentido o tempo est√° a se expandir - e
aceleradamente -, no mesmo sentido que as dist√Ęncias: como a luz demora para
ir de um ponto a outro um tempo finito, o aumento da dist√Ęncia implica em
aumento do tempo da viagem da luz de uma galáxia a outra no espaço. Se
olhamos objetos distantes, estaremo vendo o passado. √Č por isso que
observamos estrelas aparentemente mais "velhas" do que o universo - e é isso
que demonstra expans√£o acelerada do universo.

> Nas teorias envolvendo o big-crunch, o espaço iria
colapsar junto
> com a matéria, ou somente a matéria iria colapsar dentro
de um
> espaço anteriormente expandido ? E como fica o tempo
durante o
> processo de colapso, caso o espaço-tempo colapse junto
com a
> matéria do universo ?

O espaço colapsa junto. O tempo continua a correr
normalmente. Ela não volta durante o colapso - até mesmo Hawking achou,
durante um tempo, que o tempo voltaria, mas aí percebeu que a bendita lei da
termodin√Ęmica n√£o permitiria.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: V√°lvula alternativa em PET
FROM: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, "BIOCOMBUSTIVEIS - Tribuna Livre !!!" <biocom@grupos.com.br>, Veiculos-Eletricos@googlegroups.com
DATE: 13/03/2010 09:33

Ol√° a todos.

V√°lvula simples feita com PET, tampa de garrafa e sacola pl√°stica:

http://picasaweb.google.com.br/lh/photo/MiayKJEcCjNq15GkjQ6eLQ?feat=directlink

Os r√≥tulos¬†(recicl√°veis Nr 5)¬†das garrafas s√£o cortados em tiras de 1 cm de largura e usados em torno dos canos nos encaixes √†s conex√Ķes.

Abraços
Tipoalgo

SUBJECT: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/03/2010 00:05

Respondendo com certo atraso, como o pessoal já comentou, é uma farsa.

Espero que em breve possamos agir de forma mais ativa contra esse tipo
de enganação.

2010/3/9 srsiqueirap4 <sergiorsiqueira2004@ig.com.br>
>
>
>
> Gostaria que analizasse o seguinte site:
> http://www.ipexcorp.com.br/
> Seria um motoperpétuo ou mais uma grande farsa. Certo da atenção agradeço desde já. Grande abraço.


SUBJECT: Re: Duvida - Relatividade
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/03/2010 06:09

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@...>
> Teoricamente a matéria em um ambiente a zero Kelvin não tem energia

Não é verdade. A 0K apenas não há energia térmica. Por exemplo, um kg de algo a zero K a um metro acima de um ponto de referência em um campo gravitacional de g=10 m/s2 terá energia gravitacional potencial de 10 J em relação ao ponto de referência.

O corpo ainda pode ter energia química, nuclear, elétrica, etc.

De resto:
> "Se tem energia, ent√£o n√£o se pode falar que seja um nada. Se n√£o
> tem energia, ent√£o se pode falar em singularidade."

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] numera√ß√£o de equa√ß√Ķes no word.
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/03/2010 08:26

Ol√°, Franco,
 
Voltando a este assunto, pois talvez interesse a alguns, informo que encontrei um maneira de numerar equa√ß√Ķes no word, sem mexer nessa hist√≥ria de macros, que n√£o sei. Simples configura√ß√Ķes no pr√≥prio software. E qual o inter√™sse nisso, uma vez que podemos escrever equa√ß√Ķes numeradas usando, por exemplo o fant√°stico Lyx(inteiramente baseado no l√°tex, e que usa o pacote Miktex) e import√°-las para o word, ou mesmo usar um soft disponibilizado na web, que permite escrever direto no word?
Bem, a resposta é:
1 - a importação do LyX para o word não é transmitido pelo outlook, que não aceita objetos com aquele formato(ao menos testei e não conseguí nada);
2- as equa√ß√Ķes produzidas pelo soft Tex for Word s√£o aceitas pelo outlook, mas este soft n√£o √© "de gr√°tis", precisa compr√°-lo e at√© que n√£o √© caro(estou procurando a melhor maneira de import√°-lo, pois √© muito vers√°til e pr√°tico; n√£o h√° representante neste Brasil nosso de Lula da cada dia).
 
Assim, se você escreve tudo no word, com os recursos que o word permite, então, entre mortos e feridos, todos escaparão com vida. E de maneira fácil e direta.
 
Se se interessar, posso encaminhar um roteiro para o mister, a quem interessar possa.
 
Sds,
Victor.
 
 
 
----- Original Message -----
From: J.Victor
Sent: Sunday, January 17, 2010 7:32 AM
Subject: Re: [ciencialist] numera√ß√£o de equa√ß√Ķes no word.

 

Muito grato pela indicação.
 
Sds,
Victor.
 
 
----- Original Message -----
From: Franco
Sent: Sunday, January 17, 2010 12:55 AM
Subject: Re: [ciencialist] numera√ß√£o de equa√ß√Ķes no word.

 

H√° uns dois meses meses descobri que havia uma maneira f√°cil de fazer isso no OpenOffice, se n√£o me engano aplicava-se um estilo.

Jà, quanto ao Word, não achei tão prático, mas segue o link do blog da Microsoft que ensina como fazer isso:

http://blogs.msdn.com/microsoft_office_word/archive/2006/10/20/equation-numbering.aspx

Devem ter algumas outras dicas nos coment√°rios dos leitores do referido blog.

Franco.




2010/1/15 JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>


Ol√°,
 
Altamente off topic:
 
Algu√©m, a√≠, saberia como configurar o word2007 para que as equa√ß√Ķes
(Equation 3.0) produzidas nele sejam numeradas automaticamente?
 
Desde já, gratíssimo pelo help.
 
Sds,
Victor.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/03/2010 08:39

Ol√°,
 
"Espero que em breve possamos agir de forma mais ativa contra esse tipo
de enganação."

Seguramente, n√£o sei como.
A não ser proibindo toda e qualquer publicação a respeito, a nível mundial,
seja escrita ou virtual.  Assim mesmo, os autores ainda poder√£o fazer publica√ß√Ķes pessoais, com recursos pr√≥prios, e distribuir como panfletos, nas ruas, ou soltando-os de teco-tecos...
Pois, qualquer tentativa de convenc√™-los de que est√£o errados, de que as leis da f√≠sica n√£o permitem o que prop√Ķem, resultar√° infrut√≠fera. A verdade √© a deles, o demais sendo a quimera, numa invers√£o das coisas.  Contudo, creio, esses crackpots, em geral, investem em tais id√©ias em raz√£o de acreditarem piamente nelas. N√£o devem ter qualquer conhecimento de f√≠sica ou matem√°tica e, se o tiverem, algo foi fixado de maneira errada em suas cabe√ßas duras. Os princ√≠pios elementares de f√≠sica, o que √© ci√™ncia e o que significa o m√©todo cient√≠fico, passaram a alguns parsecs deles!  Simplesmente n√£o compreendem. S√≥ isso; mas que √© muito, e extremamente grave. √Č a ignor√Ęncia grassando, nas atitudes e atos desses "inovadores", soberana e soberba. Em minha opini√£o, esse filme tamb√©m exibe os religiosos de todos os credos nossos de cada dia, em todas as suas vertentes,  criacionistas, astr√≥lgos, etc. A gigantesca maioria acredita, e t√™m f√© firme e forte, nessas coisas. Quando muito,  alguns se denominam agn√≥sticos;  que, para mim, diferem pouquinho dos "crentes" de carteirinha. Simplesmente n√£o adianta se contrapor, argumentar usando as ferramentas da ci√™ncia. Simples assim. Um contra argumento recorrente e mundialmente "batido", √©: "...ora, n√£o √© sem raz√£o que apenas uns poucos percentuais da popula√ß√£o mundial √© de pessoas que n√£o acreditam em Deus,  que n√£o "enxergam" a harmonia da natureza em seu entorno..., que n√£o abiscoitam nisso uma obra Divina, a presen√ßa de um Criador!  Logo, juntando essa mega maioria com a harmonia observada, concluem que o acaso e o desprop√≥sito est√£o desempregados, os coitados; sobressaindo-se o Deus onipresente, misericordioso e operacional.  
Assim,  todos os eus miser√°veis descrentes ir√£o para o inferno, bradam os mais radicais.  
Bem, o jeito mesmo √© ensacar a viola, e...bye, bye.
 
Contudo, farei uma caridade crist√£, "de gr√°tis",  aos nossos retro mencionados crentes:
Leiam os artigos "A Afiada Navalha da Ci√™ncia"  e o igualmente excelente e esclarecedor "Apenas uma Teoria", que voc√™ pode encontrar no endere√ßo abaixo. O autor n√£o √© outro sen√£o o Homero, ou Or√°culo, deste f√≥rum.
Leiam e adquiram ingressos para o nirvana.
Só o conhecimento salva. O resto faz cócegas, enriquece psiquiatras e atrapalha a ciência.
 
 
Sds,
Victor.
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, March 14, 2010 12:05 AM
Subject: Re: [ciencialist] Para o Sr Kentaro Mori

 

Respondendo com certo atraso, como o pessoal já comentou, é uma farsa.

Espero que em breve possamos agir de forma mais ativa contra esse tipo
de enganação.

2010/3/9 srsiqueirap4 <sergiorsiqueira2004@ig.com.br>
>
>
>
> Gostaria que analizasse o seguinte site:
> http://www.ipexcorp.com.br/
> Seria um motoperpétuo ou mais uma grande farsa. Certo da atenção agradeço desde já. Grande abraço.


SUBJECT: Feliz dia do Pi
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/03/2010 15:42

Hoje, dia 14 de março (03/14 para os amaericanos) é o dia do Pi.

http://en.wikipedia.org/wiki/Pi_Day

http://www.piday.org/

Até
Luís Brudna
luisbrudna@gmail.com
-


SUBJECT: Re: [ciencialist] Duvida - Relatividade
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/03/2010 21:15

Roberto escreveu:
De resto: "Se tem energia, ent√£o n√£o se pode falar que seja um nada.
*Se n√£o tem energia*, ent√£o se pode falar em singularidade."
......................................................................................................
Takata, fica muito f√°cil repetir isso como se fosse uma resposta adequada,
verdadeira e inquestionável. Podemos avançar?
Como ent√£o continuar a falar em singularidade ao estado anterior ao big-bang
com toda a energia do universo concentrada em um pequeno espaço, segundo a
teoria? Lembrar que a matéria a zero Kelvin, teoricamente, tem estrutura e
comportamentos especiais e diversos de quando se aquece um mínimo que seja:
é um dos estados da matéria conhecido como condensado Bose-Einstein.
[]s
José Renato
............................................
----- Original Message -----
From: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Sunday, March 14, 2010 6:09 AM
Subject: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@...>
> Teoricamente a matéria em um ambiente a zero Kelvin não tem energia

Não é verdade. A 0K apenas não há energia térmica. Por exemplo, um kg de
algo a zero K a um metro acima de um ponto de referência em um campo
gravitacional de g=10 m/s2 ter√° energia gravitacional potencial de 10 J em
relação ao ponto de referência.

O corpo ainda pode ter energia química, nuclear, elétrica, etc.

De resto:
> "Se tem energia, ent√£o n√£o se pode falar que seja um nada. Se n√£o
> tem energia, ent√£o se pode falar em singularidade."

[]s,

Roberto Takata



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Atualizado em 14/03/2010




SUBJECT: Um Sol Artificial em Inuvik
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 15/03/2010 02:32

Um Sol Artificial em Inuvik

500x_artificialsun_01

Inuvik é uma pequena cidade no extremo norte do Canadá, com pouco mais de 3.400 habitantes… e um mês inteiro na escuridão, como parte da noite polar no inverno.

Em um momento de genialidade publicit√°ria para promover a marca de sucos Tropicana, em 8 de janeiro passado a companhia lan√ßou no ar um ‚Äúsol artificial‚ÄĚ, para oferecer ‚Äúmanh√£s mais claras aos canadenses‚ÄĚ. Clique na imagem acima para assistir ao v√≠deo.

Composto de um bal√£o de h√©lio de dez metros com l√Ęmpadas emitindo um total de 100.000 lumens, segundo a ag√™ncia de publicidade este seria aproximadamente o fluxo luminoso do Sol em um dia claro. E n√£o √© que a afirma√ß√£o pode estar correta? Em um raio de quase quatro quil√īmetros, a marca de suco realmente criou um Sol artificial ‚Äď um que estava apenas bilh√Ķes de vezes mais pr√≥ximo, o que sem d√ļvida tornou as coisas um tanto mais f√°ceis.

Curiosamente, a tecnologia em si mesma n√£o √© nova. √Č original da companhia Air Star, e j√° vem sendo usada em shows e grava√ß√Ķes cinematogr√°ficas h√° algum tempo. O melhor: h√° modelos de bal√Ķes de ilumina√ß√£o ainda mais potentes. Embora a publicidade tenha vendido os bal√Ķes como ‚Äús√≥is‚ÄĚ, eles lembram mais grandes luas artificiais.

E luas artificiais lembram uma cena genial imaginada por Stanley Kubrick e retratada por Steven Spielberg no filme ‚ÄúA.I.: Intelig√™ncia Artificial‚ÄĚ (2001):

ai-artificialintelligence16

Já sóis artificiais… iluminar cidades durante a noite polar…

Uma das primeiras aplica√ß√Ķes propostas para a tecnologia espacial foi justamente o lan√ßamento de gigantescos espelhos em √≥rbita, que poderiam dirigir a luz do sol para qualquer ponto do planeta. Segundo o pioneiro alem√£o Hermann Oberth, um grande espelho espacial com quil√īmetros de di√Ęmetro poderia derreter o gelo do √°rtico e controlar o clima terrestre, por exemplo.

Se isso assusta um pouco, Oberth originalmente sugeriu a id√©ia do espelho na d√©cada de 1920 como uma poss√≠vel arma capaz de vaporizar cidades. Afinal, j√° antes de Cristo, Arquimedes teria demonstrado o poder de espelhos ‚Äď ou pelo menos, assim dizia a lenda.

Também diz a lenda que os nazistas chegaram a considerar a idéia seriamente. Mas esta é uma outra história, para outro post.

sun_gun

S√≥is artificiais de bal√Ķes de h√©lio para vender suco de laranja ou iluminar shows soam melhor agora, n√£o? Propagandas podem ser geniais ao combinar tecnologia com id√©ias realmente inspiradoras.

SUBJECT: O GLOBO: Pássaros da América do Norte estão ficando menores por causa do aquecimento global
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ListadeCiência <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/03/2010 09:17

Ola Pessoal,
 
Isso é sério mesmo ?? Acho que dauqi a pouco, até a gripe suína vai ser culpa do aquecimento global....
 
Abs
Felipe

--- Em seg, 15/3/10, envio_automatico@oglobo.com.br <envio_automatico@oglobo.com.br> escreveu:

De: envio_automatico@oglobo.com.br <envio_automatico@oglobo.com.br>
Assunto: O GLOBO: Pássaros da América do Norte estão ficando menores por causa do aquecimento global
Para: luizfelipecsrj@yahoo.com.br
Data: Segunda-feira, 15 de Março de 2010, 8:10

Caro luizfelipecsrj@yahoo.com.br:

Luiz Felipe de Castro Silva (luizfelipecsrj@yahoo.com.br) enviou uma notícia do site do Jornal O GLOBO para você.

""


O GLOBO


Veja quais s√£o os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - M√ļsica - Esportes

SUBJECT: Re: Duvida - Relatividade
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/03/2010 05:25

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@...>
> Roberto escreveu:
> De resto: "Se tem energia, ent√£o n√£o se pode falar que seja um nada.
> *Se n√£o tem energia*, ent√£o se pode falar em singularidade."
................................
> Takata, fica muito f√°cil repetir isso como se fosse uma resposta
> adequada, verdadeira e inquestionável. Podemos avançar?

Se 'avançar' significa que algo com energia seja um nada ou que uma singularidade exista qdo não se tem energia, então não. A menos que vc apresente dados fatuais em contrário.

> Como ent√£o continuar a falar em singularidade ao estado anterior ao
> big-bang com toda a energia do universo concentrada em um pequeno
> espaço, segundo a teoria?

Justamente porque *h√°* (ou haveria) energia - embora o uso do termo "anterior" seja um tanto quanto problem√°tico.

> Lembrar que a matéria a zero Kelvin, teoricamente, tem estrutura e
> comportamentos especiais e diversos de quando se aquece um mínimo
> que seja: é um dos estados da matéria conhecido como condensado
> Bose-Einstein.

1) Agora vc est√° misturando tudo. Sim, pela teoria qu√Ęntica atual mesmo em zero Kelvin, h√° movimenta√ß√£o das part√≠culas. O que ali√°s, contradiz sua afirma√ß√£o anteriro>

> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@>
> > Teoricamente a matéria em um ambiente a zero Kelvin não tem
> > energia

2) Mesmo que não houvesse movimento, valeria a minha contestação a essa afirmação:

> Não é verdade. A 0K apenas não há energia térmica. Por exemplo, um
> kg de algo a zero K a um metro acima de um ponto de referência em
> um campo gravitacional de g=10 m/s2 ter√° energia gravitacional
> potencial de 10 J em relação ao ponto de referência.
>
> O corpo ainda pode ter energia química, nuclear, elétrica, etc.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Idiomas pelo mundo
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/03/2010 13:24

Ol√°,

Curiosidades, que dep√Ķem a favor da extraordin√°ria capacidade que a mente tem, no que
concerne à fala, de se comunicar.
 
Sds,
Victor.
 

Quantos idiomas existem no mundo?

S√£o 6 912 idiomas em todo o mundo, segundo o comp√™ndio Ethnologue, considerado o maior invent√°rio de l√≠nguas do planeta. O livro, editado desde 1951, √© uma esp√©cie de b√≠blia da ling√ľ√≠stica, indicando quais s√£o as l√≠nguas em uso, onde elas s√£o faladas e quantas pessoas usam o idioma. De acordo com os organizadores da enciclop√©dia, o total de l√≠nguas no planeta pode ser at√© maior. Estima-se que haja entre 300 e 400 l√≠nguas ainda n√£o catalogadas em regi√Ķes do Pac√≠fico e da √Āsia. Al√©m de somar todas as l√≠nguas que existem, o Ethnologue traz outras curiosidades na ponta da l√≠ngua. A√≠ embaixo, a gente selecionou as mais legais.

Todas as bocas do planeta

Brasil tem 188 dos mais de 6 mil idiomas falados no mundo

NO BRASIL

Nosso país tem 188 idiomas em uso - o português (claro!), mais 187 variedades indígenas. Uma delas é o apiacá, falado por apenas dois brasileiros, e o ofaié, praticado por 11 índios do Mato Grosso do Sul. Cerca de 30 dessas línguas estão em extinção e 47 idiomas que um dia foram falados no país já desapareceram para sempre

A MAIS FALADA

O idioma mais popular do planeta √© o mandarim, o principal dialeto chin√™s, falado por algo em torno de 870 milh√Ķes de pessoas. Em segundo lugar aparece o hindi, a l√≠ngua oficial da √ćndia, usado por cerca de 500 milh√Ķes de pessoas. O espanhol vem em terceiro lugar, o ingl√™s em quarto e o nosso portugu√™s em s√©timo

EM EXTINÇÃO

O Ethnologue lista 497 l√≠nguas que correm o risco de desaparecer em poucas d√©cadas. E segundo a Unesco (Organiza√ß√£o das Na√ß√Ķes Unidas para a Educa√ß√£o, Ci√™ncia e Cultura) metade dos idiomas falados hoje em dia pode sumir durante o s√©culo 21, por causa do predom√≠nio do ingl√™s nas p√°ginas da internet

MAIS E MENOS

O pa√≠s com mais l√≠nguas no mundo √© Papua Nova Guin√©, onde s√£o falados nada menos que 820 idiomas diferentes - a vizinha Indon√©sia √© a vice-campe√£, com 742 idiomas. No outro extremo, a Cor√©ia do Norte √© o √ļnico pa√≠s onde s√≥ se fala uma l√≠ngua. Em seguida, vem o Haiti, com dois idiomas."


SUBJECT: A Grande Coincidência Cósmica: Eclipses e a Dança das Mil Mãos
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 17/03/2010 00:14

A Grande Coincidência Cósmica: Eclipses e a Dança das Mil Mãos

eclipsecoincidencia

J√° dizia o Papa Ibrahim C√©sar que ‚Äúo mundo √© fod√°sticamente m√°gico‚ÄĚ. As montanhas flutuantes de Avatar deslizando sobre campos de anti-gravidade (?) em Pandora podem ser belas fantasias, mas a realidade das montanhas de √°gua com a massa de dez mil avi√Ķes jumbo flutuando no c√©u, mais conhecidas como nuvens, √© no m√≠nimo algo t√£o complexo, maravilhoso e encantador.

Há muito, muito mais para ser desvendado, compreendido e apreciado, e entre esses detalhes incríveis que passam comumente despercebidos, estão os eclipses totais do Sol.

Eclipses em si mesmos não são eventos tão raros. O alinhamento entre um planeta, um de seus satélites e o Sol é interessante, mas não é algo raro. Nos diversos outros planetas do sistema solar, você verá eclipses, até com mais frequência do que na Terra.

Mas um eclipse solar total, e mais, um eclipse solar total em que a lua encubra quase perfeitamente o Sol, sem muito mais, sem muito menos‚Ķ este √© um fen√īmeno que s√≥ podemos observar do planeta Terra. E s√≥ podemos observar durante um per√≠odo determinado, pois h√° alguns milh√Ķes de anos, e daqui a mais outros milh√Ķes de anos, esta conjun√ß√£o n√£o se far√° t√£o perfeita.

Porque, e este é o detalhe mais incrível de todos: esta conjunção é uma mera coincidência.

N√£o h√° nenhum mecanismo f√≠sico que determine que, para n√≥s sobre a superf√≠cie terrestre, o tamanho aparente da Lua seja aproximadamente o mesmo que o tamanho aparente do Sol. Ocorre que a Lua j√° esteve muito mais pr√≥xima do planeta ‚Äď e portanto, surgia muito maior na ab√≥bada celeste ‚Äď e est√° gradualmente se afastando, diminuindo seu tamanho aparente.

N√≥s vivemos em uma √©poca em que este tamanho √© aproximadamente o mesmo que o do Sol, e assim podemos apreciar imagens como a que adorna o topo deste texto: uma combina√ß√£o digital de m√ļltiplas imagens capturadas do eclipse total de 2008 na Mong√≥lia. Ao fundo se v√™ a corona solar, jatos de plasma hiperquentes com v√°rias vezes o tamanho da Terra, e em primeiro plano pode-se ver claramente a superf√≠cie‚Ķ da Lua! Que encobre quase perfeitamente a superf√≠cie do Sol.

Lembra a fant√°stica ‚Äúdan√ßa das mil m√£os‚ÄĚ chinesa, mas √© uma dan√ßa realizada pelos dois principais corpos que adornam nossos c√©us todos os dias, todas as noites.

Assista ao vídeo

Atrás da dançarina na frente, a Lua, está o Sol, e suas mãos são a corona registrada na imagem ao topo.

Escrevi há alguns anos um texto mais longo sobre esta grande coincidência cósmica, que é uma leitura recomendada especialmente para qualquer um que já esteja tentado a alguma interpretação mística envolvendo deuses ou mesmo extraterrestres para explicar esta coincidência: O Lado Escuro da Lua, a Grande Coincidência Cósmica e uma Explicação Heterodoxa.

Simplesmente, coincidências acontecem.

O deslumbramento e a simples perplexidade que esta coincidência provoca, no entanto, merece toda surpresa e apreciação. E ela não surge apenas durante eclipses solares: basta olhar para o céu e lembrar que o tamanho do Sol é aparentemente o mesmo que o da Lua.

Por puro acaso.


SUBJECT: Re: [ciencialist] numera√ß√£o de equa√ß√Ķes no word.
FROM: Franco <interfisica@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/03/2010 01:26

Olá, Victor. 

Qualquer dica √© bem recebida. Pode interessar a muitos. Pelo que entendi (est√° um pouco tarde da noite e meu racioc√≠no est√° lento) voc√™ pretende ou descobriu um modo de incluir equa√ß√Ķes em mensagens de e-mail? Seja como for, embora em rela√ß√£o a Latex eu prefira usar um editor simples, interessa-me conhecer novidades. Ent√£o, se tiver um roteirinho pronto a√≠ pode enviar para a turma aqui da ciencialist.

E, a prop√≥sito de Latex, algu√©m sabe de algum modelo em .tex usado, por exemplo, no Griffiths Solutions? Mantenho um grupo de discuss√£o em que resolvemos problemas dos livros do Nussenzveig e gostaria de fazer o mesmo com as resolu√ß√Ķes j√° prontas.¬†

Abs.

Franco



Em 14 de março de 2010 08:26, JVictor <j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:


Ol√°, Franco,
 
Voltando a este assunto, pois talvez interesse a alguns, informo que encontrei um maneira de numerar equa√ß√Ķes no word, sem mexer nessa hist√≥ria de macros, que n√£o sei. Simples configura√ß√Ķes no pr√≥prio software. E qual o inter√™sse nisso, uma vez que podemos escrever equa√ß√Ķes numeradas usando, por exemplo o fant√°stico Lyx(inteiramente baseado no l√°tex, e que usa o pacote Miktex) e import√°-las para o word, ou mesmo usar um soft disponibilizado na web, que permite escrever direto no word?
Bem, a resposta é:
1 - a importação do LyX para o word não é transmitido pelo outlook, que não aceita objetos com aquele formato(ao menos testei e não conseguí nada);
2- as equa√ß√Ķes produzidas pelo soft Tex for Word s√£o aceitas pelo outlook, mas este soft n√£o √© "de gr√°tis", precisa compr√°-lo e at√© que n√£o √© caro(estou procurando a melhor maneira de import√°-lo, pois √© muito vers√°til e pr√°tico; n√£o h√° representante neste Brasil nosso¬†de Lula da cada dia).
 
Assim, se você escreve tudo no word, com os recursos que o word permite, então, entre mortos e feridos, todos escaparão com vida. E de maneira fácil e direta.
 
Se se interessar, posso encaminhar um roteiro para o mister, a quem interessar possa.
 
Sds,
Victor.
 
 
 

SUBJECT: H√° algo que se salva nisto?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/03/2010 09:49

ÔĽŅ
Est√° circulando pela Internet e recebi hoje por duas vias. H√° algo aproveit√°vel nisto?
 
[]¬ī
=========
RECEBI E ESTOU REPASSANDO.
 

Subject: NÃO TOME A VACINA! - Por favor leiam NÃO DELETEM importantíssimo!!!



Confira o calend√°rio:

  • De 8 a 19 de mar√ßo: profissionais de sa√ļde (m√©dicos, enfermeiros, motoristas de ambul√Ęncia, etc) e a popula√ß√£o ind√≠gena;
  • De 22 de mar√ßo a 2 de abril: indiv√≠duos com problemas cr√īnicos (menos idosos) e mulheres gr√°vidas (independentemente do per√≠odo de gesta√ß√£o);
  • De 5 a 23 de abril: pessoas com idades entre 20 e 29 anos;
  • De 24 de abril a 7 de maio: crian√ßas entre 6 meses e 2 anos de idade (meia dose da vacina) ou idosos com doen√ßas cr√īnicas. Idosos sem doen√ßas cr√īnicas receber√£o a dose da influenza sazonal.
NÃO TOME A VACINA!

Recebi este e-mail de uma amiga. Estou repassando porque o assunto √© muito s√©rio, e a gente tem que ficar muito atento.


principalmente, sobre N√ÉO tomar essa vacina assassina que est√£o querendo que seja compuls√≥ria acho que √© Tamiflu. A vacina√ß√£o em massa est√° programada para o in√≠cio do Outono a√≠ pra voces.. Aconte√ßa o que acontecer N√ÉO tome! Ela ser√° tripla. E segundo as pessoas que est√£o trabalhando arduamente para impedir este genoc√≠dio em massa do planeta, ela tem merc√ļrio e oleo de esqualeno, que s√£o altamente t√≥xicos. Ali√°s a√≠ na America, a loucura j√° chegou ao ponto de dizerem nas TVs que merc√ļrio √© bom pra popula√ß√£o! Na veia, melhor ainda pelo jeito. Morte na certa.
At√© onde sei, a primeira vacina faz com que as hemacias caiam dr√°sticamente, a segunda injeta o v√≠rus, e a terceira "liga" o corpo de novo para ele come√ßar a lutar, s√≥ que a√≠ j√° √© tarde tamanha a viol√™ncia do ataque dos virus que j√° se multiplicaram.
Isso tudo Vivian com a ajuda da OMS (ONU), e da NOvartis que √© quem criou o v√≠rus (e a vacina!). Aqui no Rio o Butant√£ j√° comprou a maldita, e a Fiocruz est√°r√° aplicando Tamiflu na popula√ß√£o (procura Tamiflu por a√≠ para saber o que √©). Hoje no trabalho uma cliente disse que no hospital de Acari, j√° reservaram um andar inteiro (que √© o das gr√°vidas) para enviar pacientes com a gripe.Voc√™ pode achar isso tudo uma loucura, mas √©. Uma jornalista austr√≠aca Jane Burgermeister, protocolou essa semana um processo contra a ONU (Organiza√ß√£o Mundial da Saude) acusando-os de tentativa de assassinato em massa das popula√ß√Ķes do planeta atrav√©s de vacina√ß√£o compuls√≥ria, cuja vacina est√° cheia de agentes altamente letais e t√≥xicos, e a Novartis tamb√©m por genocidio e lucro com a venda de uma vacina que nem testada foi.Detalhe: a gripe "apareceu" no M√©xico, curiosamente, uma das f√°bricas da Novartis, que fica √° 50km de onde o primeiro foco come√ßou.. Acesse o site dela, pois pessoas nos EUA inteiro est√£o ajudando a descobrir essa tram√≥ia toda, enviando emails, e monitorando o exercito da ONU que est√° fazendo exercicios de treinamento por a√≠. Voc√™ tamb√©m fica de olho! Te dou o link para o site dela, e o link para a tradu√ß√£o de alem√£o para Ingl√™s da c√≥pia do processo. Isso, N√ÉO √© brincadeira. Aqui todos est√£o iguais a rob√īs e papagaios repetindo o que a TV diz, mas √© muito, muito s√©rio. Eu estou me mobilizando o m√°ximo que posso para fazer com que o numero m√°ximo de pessoas tamb√©m saibam e ajam URGENTEMENTE. N√ÉO acredite em nada do que algu√©m da sa√ļde daqui possa te dizer em contr√°rio.  Duvide de tudo. Fa√ßa sua pr√≥pria pesquisa. Somos signat√°rios da ONU e teremos de fazer o que ela quer com a ajuda militar. Mas se a popula√ß√£o acordar antes, isso poder√° ser evitado. Isso, n√£o √© maluquice minha amiga. √Č real, e est√° acontecendo agora. Fontes para vc se informar melhor:
www.davidicke.com
http://birdflu666.wordpress.com/ (o site da jornalista)
A garota tem peito! Está simplesmente processando a ONU! Protocolou o processo na semana passada na corte austríaca e logo depois foi despedida do emprego.Segue o link para a página com a tradução em Inglês do processo.
http://birdflu666.wordpress..com/page/2/
Acho que isso tudo poderia ser uma grande mentira, mas a prova de que n√£o √©, √© o fato de nigu√©m, mas abolutamente ningu√©m estar desmentindo a jornalista. N√£o h√° ningu√©m na TV falando sobre isso, aposto que a√≠ √© a mesma coisa. Mas na Internet enquanto √© livre, h√° muita informa√ß√£o. H√° muito lixo tamb√©m, mas v√° aos links que te indiquei e depois fa√ßa a sua pesquisa. Vc vai ver que √© real. Se vcdigitar no Youtube "Fema coffins" vc ver√° que o org√£o americano que √© o gestor de crises, j√° comprou dezenas de milhares de caix√Ķes, que at√© pelo Google Earth j√° conseguem ser vistos, tamanha a quantidade. Desculpe minha amiga, pelo longo email, e com essas noticias bem perturbadoras, mas, como disse isso n√£o √© brincadeira. Fique de olho, e acesse o Youtube sobre NWO (Nova Ordem Mundial), flu, o David Icke. O que voc√™ puder. Ah, n√£o se esque√ßa de se entupir de propolis e de se alimentar da maneira mais natural poss√≠vel e se proteja.

8 RAZ√ēES PQ VC √Ď DEVERIA TOMAR A VACINA H1N1?

. A vacina H1N1 cont√©m merc√ļrio - a segunda subst√Ęncia mais perigosa do planeta depois do ur√Ęnio! O veneno de uma cascavel √© menos perigoso que o merc√ļrio! O Merc√ļrio em outras vacinas est√° ligado √† epidemia de autismo entre crian√ßas!

. Ela cont√©m esqualeno, uma subst√Ęncia que quando injetada no corpo pode fazer o sistema imunol√≥gico humano voltar-se contra si mesmo!

. Ela cont√©m c√©lulas de c√Ęncer de animal que pode provocar c√Ęncer nas pessoas!

. At√© o governo federal n√£o est√° confiante quanto √† seguran√ßa da vacina H1N1, √© por isso que foi dada √†s ind√ļstrias farmac√™uticas imunidade contra a√ß√Ķes judiciais. Isto significa que se seu filho ou esposa ficar inv√°lido ou morrer por causa da vacina H1N1, voc√™ n√£o poder√° processar a ind√ļstria farmac√™utica que fez a vacina!!!

. A entrada no mercado da vacina foi acelerada, o que significa que todos os efeitos colaterais a médio e longo-prazo não são conhecidos!

. Em 1976 o instituto médico afirmou que havia uma situação crítica relativa à gripe suína, quando de fato somente 5 pessoas em todo o país adoeceram com ela. A situação crítica foi uma fraude na época tal como é uma fraude agora. As pessoas começaram a morrer ou ficarem inválidas após tomarem a vacina contra a gripe suína!

. As estat√≠sticas e os fatos est√£o sendo manipulados para provocar p√Ęnico! O n√ļmero de pessoas que supostamente est√£o com o H1N1 s√£o somente estimativas, n√£o n√ļmeros reais. Os testes usados para o H1N1 N√ÉO s√£o aprovados pela FDA (Ag√™ncia de Drogas e Alimentos dos EUA), e esses testes N√ÉO s√£o confi√°veis! Os poucos que supostamente morreram por causa do H1N1 tamb√©m estavam com pneumonia ou outras doen√ßas, entretanto, o instituto m√©dico quer que voc√™ acredite que o H1N1 foi a √ļnica causa dessas mortes.

. De acordo com as declara√ß√Ķes dos Centros de Controle de Doen√ßas, Ag√™ncia de Drogas e Alimentos e da Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde (OMS), o H1N1 √© uma doen√ßa moderada da qual muitas pessoas se recuperam em uma semana sem medica√ß√£o!

Espalhe a Informação!


Faça pelo menos dez cópias deste informativo e distribua entre Familiares e Amigos!!!
Assista a videoclips gratuitamente sobre o Logro do H1N1 em:


www.vaccinesaredangerous.com


Um clipe mostra uma mulher que j√° ficou permanentemente inv√°lida por causa da vacina.

Tamb√©m encomende: "As Vacinas S√£o Perigosas - Uma Advert√™ncia Para a Comunidade Global" por Curtis Cost. √Č o primeiro e √ļnico livro que exp√Ķe o Logro da Gripe Su√≠na H1N1!

     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================

SUBJECT: Vacina Gripe Suína
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ListadeCiência <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/03/2010 20:06

Pessoal,
 
O que ha de verdade nestas orienta√ß√Ķes ?
 
 
 
 
Tem um outro vídeo mais recente (2010) de uma entrevista a CNN, se não me engano, porém não consegui localizá-lo.
 
Abs
Felipe


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SUBJECT: Resultados positivos de terapais alternativas em cobaias animais
FROM: "dannielsc" <dannielsc@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/03/2010 03:25

Gostaria de recomenda√ß√Ķes para saber mais sobre como se pode explicar o aparente sucesso de terapias alternativas em cobaias como camundongos, partindo do pressuposto da explica√ß√£o verdadeira provavelmente ser a mais simples (isso √©, a terapia alternativa "n√£o funciona", ou n√£o funciona pelos mecanismos hipot√©ticos propostos. Ex.: acupuntura funcionando por relaxamento e placebo ou, para algo menos "nulo", por desengatar uma sinaliza√ß√£o nervosa de algum tipo -- em vez de "chacras" e etc).

Duas linhas de possibilidades mais ou menos distintas, mas nem tanto, me ocorrem:

- falhas bem grosseiras, como parcialidade nas observa√ß√Ķes;

- algo parecido com placebo, talvez por efeito de tratamento diferenciado dos pesquisadores, que talvez não façam toda a coisa de duplo, triplo cego e etc; idealmente não deveriam nem eles saber que animais estão sendo tratados com placebo e quais são tratados com o que se quer testar.

Haveriam outras? Ou especifica√ß√Ķes maiores em ambas as linhas que s√£o bastante dignas de men√ß√£o?

A segunda linha é mais interessante que a primeira, que é quase que mera acusação de inépcia, a menos que se tenha outros estudos onde não conseguem reproduzir os resultados para contrapor. Bem, talvez a segunda também seja acusação de inépcia, mas é um pouco mais interessante. Inclusive gostaria de saber, será que foram feitos experimentos para tentar "induzir" placebo em animais de alguma forma, assim de fato comprovando que ocorre, em vez de ficar sendo apenas uma especulação razoável?

Imagino que talvez condicionamento pudesse fazer isso. Lembro de ter visto h√° algum tempo que em alguns casos, em humanos, o placebo faz com que nosso c√©rebro produza praticamente a mesma coisa que tomar√≠amos (acho que era num rem√©dio para dor de cabe√ßa ou depress√£o), e terapia comportamental (que tem um pouco de reprograma√ß√£o da maneira de pensar e dialogar consigo mesmo, se n√£o me engano) tamb√©m (sendo inclusive mais eficaz que rem√©dios em longo prazo, para depress√Ķes n√£o "pesadas").

Assim, talvez se os pesquisadores pudessem induzir um sintoma, como dor de cabeça na cobaia, e então dar o remédio real, até que ele "aprenda", fique condicionado a esperar que aquele remédio tenha esse efeito, então talvez se administrado um placebo, ocorresse o mesmo que ocorre com pessoas. (Isso parece tão razoável que não me surpreenderia se já tivesse lido algo a respeito e me esquecido)

Mas será que isso pode ser aplicado à pesquisas de terapias alternativas onde não houve(?) esse pré-condicionamento?




Um estudo que talvez possa ser usado como exemplo/estudo:




Revista Brasileira de Farmacognosia
Print version ISSN 0102-695X
Rev. bras. farmacogn. vol.16 no.3 Jo√£o Pessoa July/Sept. 2006
doi: 10.1590/S0102-695X2006000300014

ARTIGO

Avaliação dos efeitos centrais dos florais de Bach em camundongos através de modelos farmacológicos específicos

Evaluation of central effects of Bach Flowers Remedies in mice using specific pharmacological models

M√°rcia M. De-SouzaI,*; Milene GarbelotoI; Karin DenezII; Iriane Eger-MangrichI

IN√ļcleo de Investiga√ß√Ķes Qu√≠mico Farmac√™uticas, Centro de Ci√™ncias da Sa√ļde, Universidade do Vale do Itaja√≠, Rua Uruguai 458, Centro, 88202-302, Itaja√≠, SC, Brasil
IICurso de Naturologia Aplicada, Universidade do Sul de Santa Catarina, Campus Florianópolis, Av. Pedra Branca 25, 88132-000, Palhoça, SC, Brasil

RESUMO

Os Rem√©dios Florais de Bach (RFB), constituem um m√©todo alternativo de tratamento usado largamente na terap√™utica de v√°rias patologias em muitos pa√≠ses do mundo. Os RFB s√£o reconhecidos como tratamento natural pela OMS desde 1956. Embora o mecanismo de a√ß√£o dos RFB ainda n√£o tenha sido elucidado, eles v√™m sendo indicados para o tratamento de v√°rias doen√ßas neuropsiqui√°tricas. O objetivo do presente trabalho foi detectar poss√≠veis efeitos centrais dos RFB em modelos farmacol√≥gicos utilizados na pesquisa de subst√Ęncias com efeitos ansiol√≠ticos, hipn√≥ticos, antidepressivos e neurol√©pticos. Para tanto, camundongos receberam um tratamento agudo via oral (0,45 mL) 1 hora antes dos testes. Os resultados mostraram que os florais Gorse e, em conjunto, White chestnut, Agrymony e Vervain exibiram perfis antidepressivo e hipn√≥tico, respectivamente. No modelo de ansiedade foi detectado efeito ansiol√≠tico do floral Agrymony. Entretanto, n√£o foram observados efeitos neurol√©pticos do floral Clematis. Os resultados nos levam a sugerir que os efeitos centrais dos florais avaliados podem ser parcialmente detectados atrav√©s de modelos farmacol√≥gicos utilizados na pesquisa de agentes psicotr√≥picos.

Unitermos: Rem√©dios Florais de Bach (RFB), modelos farmacol√≥gicos, depress√£o, ansiedade, esquizofrenia, ins√īnia.

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-695X2006000300014&script=sci_arttext&tlng=es




Danniel Soares



SUBJECT: Re: H√° algo que se salva nisto?
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/03/2010 11:18

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Est√° circulando pela Internet e recebi hoje por duas vias. H√° algo
> aproveit√°vel nisto?

Nada. Não fosse por mais nada, dizer que tamiflu é vacina...

Agora, eu me pergunto, por que as pessoas ficam felizes em espalhar a ignor√Ęncia achando q est√£o ajudando? N√£o apenas o [escolha o palavr√£o de sua prefer√™ncia] que come√ßou, mas toda a cadeia de pessoas que foi repassando essa mensagem.

O q se passa na cabeça dessas pessoas?

Um pouco de informação:
http://scienceblogs.com.br/rainha/2010/03/vacine-se_e_convenca_outros_a.php

http://scienceblogs.com.br/eccemedicus/2010/03/esclarecimentos_sobre_a_vacina.php

http://scienceblogs.com.br/rainha/2010/03/vacinacao_contra_a_gripe_h1n1.php

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Vacina Gripe Suína
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/03/2010 11:22

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> O que ha de verdade nestas orienta√ß√Ķes ?

Nada. S√£o desorienta√ß√Ķes. Criminosas a meu ver - e n√£o apenas uma for√ßa de express√£o.
Código Penal:
"Art. 132 - Expor a vida ou a sa√ļde de outrem a perigo direto e iminente:
Pena - detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Par√°grafo √ļnico. A pena √© aumentada de um sexto a um ter√ßo se a exposi√ß√£o da vida ou da sa√ļde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a presta√ß√£o de servi√ßos em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais."

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Fw: [ciencialist] numera√ß√£o de equa√ß√Ķes no word.
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/03/2010 13:21

Ol√°, Franco.
 
1-Um procedimento para numerar equa√ß√Ķes no word2007 voc√™ encontrar√° no link abaixo.
Funciona. Executei-o e ficou tudo ok. N√£o tem a flexibilidade e o poder que se encontra usando-se o Tex. Contudo, atende √° maioria das necessidades.
 
 
2- Quanto ao Tex, em s√≠, realmente √© imbat√≠vel, sendo o que mais se usa para trabalhos
cient√≠ficos de qualquer porte. Particularmente, n√£o uso diretamente o Tex, mas uns macros Tex incorporados ao software LyX, t√£o bom, f√°cil e eficiente quanto possa ser algo do g√™nero. √Č um soft, free,
que usa todos os recursos do L√°tex, numa interface gr√°fica magistralmente bem elaborada. 
√Č do tipo: o que voc√™ escreve √© o que voc√™ tem visualmente. Atualmente est√° numa vers√£o muito bem elaborada e muito avan√ßada. Se quiser experimant√°-lo, o caminho √© o seguinte(para uso com Windows. Mas h√° as vers√Ķes para o Linux): 
 
 
L√°, voc√™ obt√©m o LyXinstall Vers√£o 4.22. J√°, se  tiver o MikTex instalado, basta baixar a vers√£o small. Se n√£o, vai o  complet mesmo. Ele instala tudo, inclusive outros softs de que necessita.
 
Agora, tenho a consciência de que, quem conhece os comandos Tex, "de cor e salteado", leva vantagens, em grandes trabalhos, pois o uso diretamente dos comandos, em um editor qualquer,
como o TexMaker, por exemplo, aumenta a produtividade. Mas n√£o sou corajoso nem valente o bastante, pois isso me contento, no caso de precisar, com o LyX mesmo.
Ah, ele também oferece a opção de converter os arquivos Tex produzidos em:
pdf, ps, word, rtf e html.
 
Mas, mesmo usando o LyX, você pode lançar os comandos via teclado, também.
Tal sua versatilidade.
 
Gostaria de mais informa√ß√Ķes sobre o trabalho do Higgins a que se referiu no outro e-mail
 
√Č isso.
 
Sds,
Victor. 
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: JVictor
Sent: Sunday, March 14, 2010 8:26 AM
Subject: Re: [ciencialist] numera√ß√£o de equa√ß√Ķes no word.

Ol√°, Franco,
 
Voltando a este assunto, pois talvez interesse a alguns, informo que encontrei um maneira de numerar equa√ß√Ķes no word, sem mexer nessa hist√≥ria de macros, que n√£o sei. Simples configura√ß√Ķes no pr√≥prio software. E qual o inter√™sse nisso, uma vez que podemos escrever equa√ß√Ķes numeradas usando, por exemplo o fant√°stico Lyx(inteiramente baseado no l√°tex, e que usa o pacote Miktex) e import√°-las para o word, ou mesmo usar um soft disponibilizado na web, que permite escrever direto no word?
Bem, a resposta é:
1 - a importação do LyX para o word não é transmitido pelo outlook, que não aceita objetos com aquele formato(ao menos testei e não conseguí nada);
2- as equa√ß√Ķes produzidas pelo soft Tex for Word s√£o aceitas pelo outlook, mas este soft n√£o √© "de gr√°tis", precisa compr√°-lo e at√© que n√£o √© caro(estou procurando a melhor maneira de import√°-lo, pois √© muito vers√°til e pr√°tico; n√£o h√° representante neste Brasil nosso de Lula da cada dia).
 
Assim, se você escreve tudo no word, com os recursos que o word permite, então, entre mortos e feridos, todos escaparão com vida. E de maneira fácil e direta.
 
Se se interessar, posso encaminhar um roteiro para o mister, a quem interessar possa.
 
Sds,
Victor.
 
 
 
----- Original Message -----
From: J.Victor
Sent: Sunday, January 17, 2010 7:32 AM
Subject: Re: [ciencialist] numera√ß√£o de equa√ß√Ķes no word.

 

Muito grato pela indicação.
 
Sds,
Victor.
 
 
----- Original Message -----
From: Franco
Sent: Sunday, January 17, 2010 12:55 AM
Subject: Re: [ciencialist] numera√ß√£o de equa√ß√Ķes no word.

 

H√° uns dois meses meses descobri que havia uma maneira f√°cil de fazer isso no OpenOffice, se n√£o me engano aplicava-se um estilo.

Jà, quanto ao Word, não achei tão prático, mas segue o link do blog da Microsoft que ensina como fazer isso:

http://blogs.msdn.com/microsoft_office_word/archive/2006/10/20/equation-numbering.aspx

Devem ter algumas outras dicas nos coment√°rios dos leitores do referido blog.

Franco.




2010/1/15 JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>


Ol√°,
 
Altamente off topic:
 
Algu√©m, a√≠, saberia como configurar o word2007 para que as equa√ß√Ķes
(Equation 3.0) produzidas nele sejam numeradas automaticamente?
 
Desde já, gratíssimo pelo help.
 
Sds,
Victor.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: H√° algo que se salva nisto?
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/03/2010 18:20

Ola Takata,
 
O pior é a participação de Drs. nesta divulgação.
 
Abs
Felipe

--- Em qui, 18/3/10, roberto <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: roberto <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: H√° algo que se salva nisto?
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 18 de Março de 2010, 11:18

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Est√° circulando pela Internet e recebi hoje por duas vias. H√° algo
> aproveit√°vel nisto?

Nada. Não fosse por mais nada, dizer que tamiflu é vacina...

Agora, eu me pergunto, por que as pessoas ficam felizes em espalhar a ignor√Ęncia achando q est√£o ajudando? N√£o apenas o [escolha o palavr√£o de sua prefer√™ncia] que come√ßou, mas toda a cadeia de pessoas que foi repassando essa mensagem.

O q se passa na cabeça dessas pessoas?

Um pouco de informação:
http://scienceblogs .com.br/rainha/ 2010/03/vacine- se_e_convenca_ outros_a. php

http://scienceblogs .com.br/eccemedi cus/2010/ 03/esclareciment os_sobre_ a_vacina. php

http://scienceblogs .com.br/rainha/ 2010/03/vacinaca o_contra_ a_gripe_h1n1. php

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: energia escura, novas velhas notícias...
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/03/2010 19:15

Ol√°,
 
Afinal, o maior erro de sua vida nem foi tanto assim, Sr. Einstein!
 
Sds,
Victor.
 
"ASTRONOMIA
Energia misteriosa faz dez anos sem ganhar explicação

Uma das maiores descobertas da hist√≥ria da astronomia est√° completando uma d√©cada neste ano, mas cientistas n√£o t√™m muita motiva√ß√£o para comprar um bolo e tornar a data uma comemora√ß√£o. Em 1998, dois grupos de pesquisa independentes descobriram que o Universo est√° se expandido de maneira acelerada ¬Ė algo que ningu√©m esperava. Passados dez anos, a for√ßa que move esse fen√īmeno j√° tem um nome ¬Ė energia escura ¬Ė, mas ningu√©m ainda sabe o que ela √©.

"N√£o estamos mesmo muito mais perto da resposta do que est√°vamos antes", disse √† Folha Robert Kirshner, astr√īnomo da Universidade Harvard, de Cambridge (EUA). "Mas estamos bem convencidos hoje de que essa coisa existe, e esse sinal n√£o se foi nos √ļltimos anos. Na verdade se tornou melhor, mais evidente."

Kirshner foi um dos astr√īnomos com papel crucial na descoberta de 1998. Ele inventou uma maneira de analisar a luz de supernovas (explos√Ķes de estrelas) em gal√°xias que se afastam da Terra a alta velocidade para estimar qu√£o distantes elas est√£o. Sob lideran√ßa de Adam Riess, ex-aluno de Kirshner, astr√īnomos usaram essa t√©cnica para fazer um grande mapeamento do Universo, mostrando que as gal√°xias mais distantes est√£o se afastando cada vez mais r√°pido.

Os astr√īnomos demoraram para acreditar no que estavam vendo. J√° se sabia desde 1929 que o Universo estava em um movimento de expans√£o, que tinha iniciado com o impulso do Big Bang, a explos√£o que o originou. Todos achavam, por√©m, que a for√ßa da gravidade de toda a massa que existe no cosmo acabaria freando esse impulso alguma hora.

"No final de 1997, quando estavam saindo as primeiras análises de Adam Riess, ele me disse "Cuidado aí! Parece que nós estamos obtendo massa negativa". Eu respondi então: "Você deve estar fazendo algo errado. Tem certeza de que não esqueceu de dividir por pi?"

Mas n√£o era um erro na f√≥rmula. Os astr√īnomos ficaram t√£o chocados quanto Isaac Newton ficaria ao ver uma ma√ß√£ caindo para cima. N√£o √© poss√≠vel perceber a energia escura em pequena escala ¬Ė ma√ß√£s costumam cair para baixo aqui na Terra ¬Ė, mas na escala cosmol√≥gica essa for√ßa est√° agindo contra a gravidade, afastando as gal√°xias umas das outras.

PROBLEMA CONSTANTE ¬Ė Sem dados experimentais que possam sugerir o que √© a energia escura, cientistas voltaram ent√£o para a teoria. Algo que poderia explicar a energia escura era um conceito antigo criado por Albert Einstein. Sua teoria da relatividade geral indicava que a gravidade deveria fazer o Universo encolher, mas o grande f√≠sico acreditava num cosmo im√≥vel, parado. Sua solu√ß√£o foi postular uma for√ßa repelente para fechar as contas.

A essa nova for√ßa ¬Ė uma tentativa de resolver o problema "na marra" ¬Ė o f√≠sico deu o nome de "constante cosmol√≥gica". O que a id√©ia implicava era um tanto absurdo: o v√°cuo, ou seja, o nada, conteria energia.

Aparentemente, na década de 1930, Einstein acabou sucumbindo às provas de que o Universo estava mesmo em expansão e se afastou do debate. Após a descoberta da expansão acelerada em 1998, porém, físicos ressuscitaram sua idéia: a energia escura talvez seja a constante cosmológica.

A essas alturas, a energia do v√°cuo j√° n√£o era uma id√©ia t√£o absurda, e tinha sido at√© mesmo postulada na forma de "part√≠culas virtuais" pelos f√≠sicos qu√Ęnticos. Com base nisso, ent√£o, te√≥ricos calcularam qual seria o valor da constante cosmol√≥gica se ela fosse mesmo o impulso do "vazio qu√Ęntico". S√≥ que a conta n√£o fechou.

"A energia escura é ridiculamente pequena, e a energia do vácuo teórica é ridiculamente grande", explica Raul Abramo, físico da USP (Universidade de São Paulo). "Seria como casar uma ameba com uma baleia."

Outros teóricos postulam que a energia escura seja uma outra força da natureza, uma espécie de "antigravidade". Para isso, porém, precisaria haver evidência de que ela varia no espaço e no tempo. Em outras palavras, seria preciso essa energia não ser "constante". Mas até onde a precisão dos telescópios permite ver, ela é.

Para sair da enrascada, físicos esperam agora a chegada de dados de supertelescópios, mas nada garante que imagens mais precisas tragam novas idéias."

Fonte: Folha de S. Paulo


SUBJECT: Chico Xavier e a fraude de Ot√≠lia Diogo, a ‚Äúirm√£ Josefa‚ÄĚ
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 19/03/2010 12:43

Chico Xavier e a fraude de Ot√≠lia Diogo, a ‚Äúirm√£ Josefa‚ÄĚ

chico_divaldo_josefa 

Atrav√©s de Guilherme Santos, o blog Obras Psicografadas passa a reproduzir a s√©rie de mat√©rias publicadas na d√©cada de 1960 pela revista ‚ÄúO Cruzeiro‚ÄĚ sobre a farsa das ‚Äúmaterializa√ß√Ķes‚ÄĚ em Uberaba envolvendo a m√©dium Ot√≠lia Diogo e os mais famosos Chico Xavier e Waldo Vieira.

Na imagem acima podemos ver Vieira e Xavier (esquerda e direita, respectivamente) oferecendo um livro ao que seria a materializa√ß√£o da irm√£ Josefa, o esp√≠rito de uma freira, atrav√©s de Ot√≠lia Diogo. Se voc√™ achava pessoas cobertas de len√ß√≥is brancos como fantasmas algo digno de desenhos animados infantis, um estere√≥tipo c√īmico, em verdade tal √≠cone moderno representando fantasmas se baseia em ‚Äúsess√Ķes de materializa√ß√£o‚ÄĚ como esta, levadas muito a s√©rio por espiritualistas. Elas eram mais comuns em fins do s√©culo 19 na Europa e EUA, mas mesmo nestas partes do mundo, e principalmente no Brasil, se prolongam at√© hoje.

O esp√≠rito branco na foto acima est√° dentro de uma ‚Äújaula‚ÄĚ, em uma s√©rie de salvaguardas que supostamente evitariam ‚Äúposs√≠veis fraudes‚ÄĚ. Fato √© que n√£o evitaram. A equipe de ‚Äúdezenove m√©dicos pesquisadores‚ÄĚ, contando ainda com a participa√ß√£o registrada, que enfatizamos ainda outra vez, de Chico Xavier e Waldo Vieira, ao longo de tr√™s meses apenas endossou como aut√™ntica uma fraude que viria a ser exposta mais claramente alguns anos depois, noticiada pelo pr√≥prio Cruzeiro e que deve ser tamb√©m disponibilizada nos pr√≥ximos dias no mesmo blog.

A todos esp√≠ritas e interessados em fen√īmenos envolvendo supostos esp√≠ritos, a mediunidade, ou as pr√≥prias figuras de Chico Xavier e Waldo Vieira, este √© ainda outro epis√≥dio que deve ser melhor conhecido.

chicojoin

Nesta primeira mat√©ria, os ‚Äúfen√īmenos de materializa√ß√£o‚ÄĚ s√£o divulgados pela revista em um tom cr√©dulo, sem quase nenhum questionamento. Ainda assim, qualquer leitor com senso cr√≠tico poder√° notar problemas na hist√≥ria. Praticamente toda evid√™ncia da realidade de tais fen√īmenos se fundamenta no testemunho dos envolvidos e de suas medidas de salvaguarda contra fraude. Mesmo estas declara√ß√Ķes s√£o reveladoras, por exemplo, quando Vieira nota que:

‚Äú[O esp√≠rito da freira] √© um ser igual a qualquer outro. N√≥s pegamos no seu bra√ßo esquerdo e na sua m√£o esquerda. A materializada estava envolvida por um v√©u, uma esp√©cie de fil√≥, mas aprofundamos o dedo at√© encostar no seu bra√ßo e achamos que √© um bra√ßo igual a qualquer um nosso, apenas com a temperatura um pouco mais baixa. Disso n√≥s n√£o temos d√ļvida, porque n√£o √© a primeira vez que n√≥s comprovamos fen√īmenos semelhantes‚ÄĚ.

Perceba que Waldo Vieira afirma muito claramente que o suposto esp√≠rito materializado‚Ķ estava envolto por um v√©u! Crentes dir√£o que o v√©u seria ele mesmo uma outra materializa√ß√£o, mas seja como for, Vieira tamb√©m afirma que o esp√≠rito era ‚Äúum ser igual a qualquer outro‚ÄĚ. Vivo. Por que ent√£o n√£o seria um ser vivo‚Ķ como a pr√≥pria m√©dium envolta por v√©us? Voltar√≠amos aos depoimentos e salvaguardas contra fraudes, mas como confiar na infalibilidade destes?

As √ļnicas evid√™ncias objetivas dos fen√īmenos extraordin√°rios seriam as fotografias, e estas em verdade trabalham contra a veracidade do caso. Praticamente falam por si mesmas. O m√©dico Elias Barbosa, um dos pesquisadores, mencionando o valor das provas fotogr√°ficas, refere-se a como:

‚ÄúEsta figura parece que nunca poderia ser um m√©dium e nem um assistente, porque essa figura aparecia atravessada pelos var√Ķes da jaula‚ÄĚ.

E, no entanto, o que as fotografias, pelo menos as publicadas, mostram, √© que quando se diz que a figura estava atravessada pelos var√Ķes da jaula, ela estava simplesmente jogando seus v√©us para fora da mesma. Em nenhum momento se v√™ seu bra√ßo ou torso, por exemplo, sendo trespassado pelas grades. S√£o apenas partes dos v√©us jogados para fora. Se h√° alguma fotografia disto, ela estranhamento n√£o foi divulgada.

Fica assim indicado o ambiente de sugestionabilidade e credulidade dos pesquisadores, capazes de ver algo extraordinário como atravessar grades no simples fato de véus jogados sobre as barras.

josefafradesviseira

Na imagem acima, al√©m dos v√©us ‚Äútrespassados‚ÄĚ pelas grades, tamb√©m se v√™ muito claramente a viseira que o ‚Äúesp√≠rito‚ÄĚ possu√≠a no v√©u que cobria a cabe√ßa ‚Äď algo absurdo para um esp√≠rito, mas muito necess√°rio a uma pessoa ‚Äď bem como o fato de que o ‚Äúesp√≠rito‚ÄĚ, como notou Vieira, era tanto um ser igual a qualquer outro que podia segurar um livro muito material em suas m√£os. Na foto √† esquerda ainda se notam as m√£os e dedos de carne e osso.

Todas estas d√ļvidas e questionamentos, todo este ceticismo pode e deve ser levantado por qualquer pessoa, esp√≠rita, crist√£ ou at√©ia, que avalie a evid√™ncia e as alega√ß√Ķes em quest√£o. N√£o se pode negar que √© um ceticismo saud√°vel. No m√≠nimo, as supostas evid√™ncias dos fen√īmenos de materializa√ß√£o em quest√£o s√£o mais do que duvidosas e de forma alguma comprovam sua veracidade.

Se n√£o seria assim prudente acreditar nos fen√īmenos, seria v√°lido acreditar em sua origem fraudulenta? Poderia uma equipe de dezenas de m√©dicos, m√©diuns e jornalistas ser enganada por truques t√£o toscos? Qual a alternativa? Haveria um ou mais c√ļmplices? Quais seriam as evid√™ncias concretas de fraude? Quem era Ot√≠lia Diogo? Pelo menos parte destas quest√Ķes seriam melhor respondidas anos depois, como repetimos, as pr√≥ximas mat√©rias da s√©rie revelaram e devem ser reproduzidas tamb√©m em Obras Psicografadas, blog parte do projeto HAAAN editado por Vitor Moura com o objetivo de analisar fen√īmenos relacionados a supostos m√©diuns.


SUBJECT: Re: H√° algo que se salva nisto?
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/03/2010 18:57

Boatos sobre vacina anti-H1N1 s√£o 'irrespons√°veis', diz Minist√©rio da Sa√ļde
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1533578-5603,00.html
-------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: LHC alcançou 3,5 TeV hoje
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/03/2010 22:32

G1 - Ciência 19/03/10 - 15h38 - Atualizado em 19/03/10 - 15h38

Grande colisor bate novo recorde ao acelerar partículas a 3,5 TeV

LHC é o maior experimento da história da Física.
Megat√ļnel subterr√Ęneo vai simular momentos p√≥s-Big Bang.

Do G1, em S√£o Paulo

Foto: Maximilien Brice / Cern

Mais uma etapa cumprida - Mike Lamont e Alick Macpherson comemoram novo recorde no Centro de Controle do Cern (Foto: Maximilien Brice / Cern)

Dois feixes de pr√≥tons acelerados a 3,5 tera eletrovolts (TeV) circularam com sucesso pelo Grande Colisor de H√°drons (LHC, na sigla em ingl√™s). √Č a maior energia j√° atingida por um acelerador de part√≠culas.

 

A primeira tentativa de colidir feixes a 7 TeV (3,5 TeV por feixe) será anunciada em breve, informou a Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês). A nova façanha do LHC ocorreu à 1h20 da madrugada desta sexta-feira (19).

< http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1537014-5603,00-GRANDE+COLISOR+BATE+NOVO+RECORDE+AO+ACELERAR+PARTICULAS+A+TEV.html >


SUBJECT: Tabela periodica em video
FROM: "brudna" <brudna@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/03/2010 10:35

Indico aqui um trabalho que venho conduzindo nestes √ļltimos meses.
√Č a iniciativa de tradu√ß√£o de v√≠deos sobre elementos da tabela peri√≥dica.

Todos os vídeos traduzidos até agora estão disponíveis no site

http://www.tabelaperiodica.org/

Nos próximos dias o site será atualizado com diversos vídeos, e pretendo completar a tabela até (talvez) o final do mês.

Na tentativa de organizar a navega√ß√£o do site, criei tamb√©m um ¬īsub-site¬ī com imagens relacionadas aos elementos.
http://imagens.tabelaperiodica.org/

Preciso de sugest√Ķes! ;-)

Até
Luís Brudna
luisbrudna@gmail.com
-



SUBJECT: Não pode ser coincidência
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/03/2010 10:03

MENTE E C√ČREBRO, MAR√áO/2010

NÃO PODE SER COINCIDÊNCIA
Thomas Gr√ľter
Ver um gato preto desperta uma sensação desagradável em muita gente;
estudos mostram por que a crença no sobrenatural é tão enraizada:
supor associa√ß√Ķes, inclusive onde elas n√£o existem, pode ter suas
vantagens

N√≥s vivemos em tempos de busca de comprova√ß√Ķes. No entanto, a
astrologia, a vidência e a magia não perderam sua atratividade. Pelo
contrário: no Brasil não há levantamentosespecíficos sobre o tema, mas
muita gente ainda bate três vezes na madeira para espantar o azar e
certamente vai repetir a roupa que acredita lhe trazer sorte. Que o
digam os jogadores da Seleção Brasileira. Entre os alemães, por
exemplo, a cren√ßa em bons ou maus aug√ļrios est√° hoje mais disseminada
do que h√° um quarto de s√©culo, relatou o Instituto de Opini√£o P√ļblica
de Allensbach após uma enquete em 2005. 42% dos entrevistados
consideravam, por exemplo, o trevo de quatro folhas um bom sinal.
Segundo dados da National Science Foundation de 2002, mais de 40% dos
americanos est√£o convencidos: o diabo, esp√≠ritos ou fen√īmenos
sobrenaturais, como curas milagrosas, realmente existem.

Nem mesmo cientistas est√£o livres de supersti√ß√Ķes: em 2008, Richard
Coll e seus colegas da Universidade de Waikato, em Hamilton, Nova
Zel√Ęndia, entrevistaram 40 representantes de diversas disciplinas ‚Äď
entre eles, f√≠sicos, qu√≠micos e bi√≥logos ‚Äď sobre sua opini√£o a
respeito de fen√īmenos sobrenaturais. V√°rios acreditavam no efeito
curativo de pedras preciosas, outros, na existência de espíritos ou
extraterrestres, e quase sempre com base em experiências pessoais ou
em relatos convincentes. Alguns disseram que amigos e parentes teriam
sido curados de graves doenças por meio de um apelo a um poder maior.
Os céticos, por sua vez, justificavam quase sempre sua postura de
rejei√ß√£o com considera√ß√Ķes te√≥ricas.

Conclusão: a crença no sobrenatural não deixou de existir de forma
alguma em tempos de ciência moderna. As pessoas tendem a imaginar que
eventos concomitantes têm uma relação causal entre si, apesar de, na
verdade, serem independentes. Quem experimenta o sucesso em diferentes
situa√ß√Ķes e por fim percebe que esteve sempre usando a mesma jaqueta
nesses momentos, provavelmente logo vai consider√°-la o seu talism√£
pessoal ‚Äď sem procurar as causas reais para o sucesso.

Animais apresentam um comportamento semelhante ‚Äď isso foi demonstrado
pelo psicólogo americano Burrhus Skinner em 1948, em seus experimentos
sobre o condicionamento operante, nos quais um comportamento que surge
espontaneamente é reforçado pela recompensa. Em seu experimento que se
tornou famoso como a "superstição entre as pombas", os pássaros em uma
gaiola tinham acesso à comida regularmente por um curto período de
tempo.

Paulatinamente, eles come√ßaram a repetir suas a√ß√Ķes ocasionais
imediatamente antes da liberação do alimento: saltitavam, bicavam ou
se viravam. As pombas reforçaram o comportamento que haviam associado
ao recebimento da ra√ß√£o ‚Äď o que para Skinner era uma consequ√™ncia
inevit√°vel do aprendizado pela recompensa.

SAPATO NA MÃO
Vários psicólogos tentaram transferir o experimento de Skinner com as
pombas para os seres humanos. Em 1987, o pesquisador Koichi Ono, da
Universidade de Komazawa em Tóquio, espalhou sobre uma mesa três
caixas, cada uma com uma alavanca na parte superior. Um contador em
uma lateral móvel saltava em intervalos aleatórios para o próximo
n√ļmero mais alto acompanhado de um zumbido e uma luz vermelha. Al√©m
disso, tr√™s l√Ęmpadas sempre voltavam a se acender ao acaso. Os 20
volunt√°rios que participaram do estudo deviam obter o
valor mais alto possível no contador por meio de qualquer
comportamento, de preferência criativo.

Dois deles desenvolveram, no decorrer do experimento, algo semelhante
a um comportamento supersticioso, um deles especialmente marcante:
certa vez, o contador se moveu justamente quando a mulher estava
pulando da mesa ‚Äď em seguida, ela passou a saltitar incansavelmente
para elevar de novo o resultado. Quando ela tocou o teto com o sapato
na m√£o, a l√Ęmpada tamb√©m se acendeu, o zumbido soou e um ponto
adicional surgiu no contador. Ent√£o a volunt√°ria passou a se esticar,
apontando o sapato para o teto ao pular até desistir antes do término
do experimento ‚Äď provavelmente por exaust√£o, como escreveu o
coordenador do estudo.

Koichi Ono concluiu que um ritual pode reforçar a si mesmo quando a
pessoa sempre volta a repeti-lo seguidamente, sem intervalo, j√° que
nesses casos a probabilidade é maior de que ele ocorra, por
coincidência, simultaneamente ao efeito desejado. Como em seu
experimento apenas dois sujeitos desenvolveram rituais constantes, ao
que tudo indica a "superstição pela recompensa" de Skinner não pode
ser t√£o facilmente transferida de aves para pessoas. Diferentemente
dos animais, o homem tem uma ideia bastante clara de como o mundo
funciona, de forma que algumas associa√ß√Ķes lhe parecem plaus√≠veis;
outras, por sua vez, absurdas. Mas então, de onde vem nossa tendência
a atribuir causas injustificadas a determinados acontecimentos?

Os biólogos Jan Beck e Wolfgang Forstmeier sugeriram em 2007 uma
estratégia de aprendizagem simples na qual a superstição surge como
produto secund√°rio inevit√°vel. Fundamentalmente, as pessoas sup√Ķem uma
rela√ß√£o causal quando observam a realiza√ß√£o simult√Ęnea (uma
coincid√™ncia) de dois acontecimentos ou a√ß√Ķes. Uma ou duas
coincidências já bastam para uma suposição como essa. O comportamento
supersticioso, portanto, surge de forma relativamente r√°pida.
Inversamente, s√£o necess√°rias v√°rias repeti√ß√Ķes da n√£o simultaneidade
para destruir uma suspeita.

Na avaliação de coincidências surgem dois tipos de erros:1) Não existe
nenhuma rela√ß√£o entre os fen√īmenos, mas a pessoa a presume mesmo
assim. Os estatísticos designam este como
erro do primeiro tipo. 2) Existe realmente uma relação, mas a pessoa a
descarta: um erro do segundo tipo. Decisivo para o balanço são os
"custos" de cada erro. Por exemplo, um movimento em um capim alto
poderia indicar a aproximação de um tigre. Então seria um erro do
segundo tipo (ou seja, a ignor√Ęncia) que traria consequ√™ncias fatais.
Um erro do primeiro tipo seria a fuga r√°pida, sem pensar muito na
quest√£o sobre o que realmente significam as folhas de grama
balançando.

MELHOR NÃO CORRER RISCO
Beck e Forstmeier sup√Ķem que para seres humanos a vis√£o de mundo e o
conhecimento sobre rela√ß√Ķes causais tamb√©m influenciam a forma como as
coincidências são avaliadas. Quem, portanto, sabe que na região não há
tigres naturalmente também não precisa fugir. Essa avaliação, por sua
vez, exerce influência sobre o conhecimento de mundo e melhora os
fundamentos para todos os julgamentos seguintes. Tais considera√ß√Ķes
ocorrem extensamente de forma inconsciente e s√£o constantemente
reajustadas.

Se a tendência à superstição é uma vantagem para a sobrevivência, ela
naturalmente também poderia ser hereditária. No início de 2009, os
biólogos Kevin Foster e Hanna Kokko, da Universidade Harvard e da
Universidade de Helsinque, respectivamente, publicaram um modelo
matemático com o qual calcularam se a herança de comportamentos
supersticiosos oferecia vantagens evolucion√°rias. "Supersticioso"
significa aqui que os animais reagem a um estímulo ambíguo
preferencialmente como se estivessem diante de um perigo real.

Os pesquisadores partiram do pressuposto de que indícios reais de uma
ameaça nem sempre podem ser diferenciadosdos falsos. Um predador que
se aproxima sorrateiro pela mata pode ser percebido pelo farfalhar dos
ramos, então existe um grande perigo. Mas o vento também provoca o
movimento das √°rvores ‚Äď uma situa√ß√£o totalmente inofensiva. Se ambos
os sons não podem ser diferenciados com certeza, a reação
supersticiosa a qualquer farfalhar é a variante mais segura.Com isso,
um comportamento aparentemente supersticioso, segundo os
pesquisadores, seria uma parte inevitável da capacidade de adaptação
de toda espécie animal, inclusive dos humanos.

Caso isso esteja correto, todos os homens deveriam ser supersticiosos
na mesma medida, mas a maioria das pesquisas mostra o oposto: a
tendência à superstição está distribuída de forma muito desigual e
depende também da psique de cada um. Os psicólogos Marjaana Lindeman e
Kia Aarnio, da Universidade de Helsinque, perguntaram em 2006 a mais
de 200 pessoas se compreendiam afirma√ß√Ķes como "m√≥veis antigos
conhecem o passado" ou "um pensamento malvado est√° contaminado"
literal ou metaforicamente. Eles queriam, com isso, descobrir se os
sujeitos misturavam categorias como "vivo", "espiritual" ou
"inanimado", ou seja, se atribuíam características imateriais a
objetos. Além disso, as pessoas testadas tinham de decidir se, em sua
opini√£o, haveria um sentido por tr√°s de acontecimentos casuais ‚Äď como
por exemplo "os freios do seu carro não funcionam e você bate no carro
de um desconhecido, com quem você mais tarde se casa".

Resultado: os sujeitos supersticiosos tendiam a atribuir
caracter√≠sticas ou pensamentos espirituais a fen√īmenos puramente
psíquicos. Além disso, presumiam com mais frequência uma intenção em
acontecimentos totalmente casuais. Nesses casos, confiavam mais na sua
sensação e menos na lógica analítica do que os céticos. Segundo
Lindeman e Aarnio, a essência da superstição poderia então consistir
em que as pessoas confundam características fundamentais de objetos
mentais, físicos e biológicos. Mas como crenças também se alimentam da
experiência, a superstição poderia também estar associada às vivências
que acumulamos desde nossos primeiros anos de vida.

Os psicólogos Paul Bloom e Deena Weisberg da Universidade de Yale em
New Haven, Connecticut, resumiram, em um trabalho de 2007, como a
intui√ß√£o da primeira inf√Ęncia poderia bloquear a compreens√£o de
explica√ß√Ķes cient√≠ficas at√© a idade adulta. Logo nos primeiros anos de
vida, desenvolvemos uma série de ideias sobre o funcionamento do mundo
e sobre o comportamento de nossos semelhantes. Crianças muito pequenas
j√° sabem, por exemplo, que as coisas continuam existindo mesmo quando
desaparecem de seu campo de visão. Às vezes esses saberes, porém,
colidem com os conhecimentos científicos. Por exemplo: as crianças têm
consciência de que os objetos caem no chão quando os soltamos, e
portanto lhes parece estranho que a Terra possa ser uma esfera.
Afinal, as pessoas do outro lado do globo deveriam perder o
equilíbrio.

Crianças de 4 anos, por sua vez, procuram em todas as coisas um
objetivo ‚Äď elas perguntam sempre "por que" e "para qu√™". Por isso, t√™m
dificuldade de compreender um desenvolvimento evolucion√°rio com base
em tentativa e erro. Como concluíram Bloom e Weisberg, as ideias não
científicas se mantêm mais provavelmente até a idade adulta quando
duas condi√ß√Ķes s√£o preenchidas: as ideias precisam ser intuitivamente
compreensíveis e ter origem em fontes confiáveis. Os autores concluem,
com isso, que ideias pseudocientíficas, como o criacionismo, se
manterão enquanto autoridades políticas e religiosas as apoiarem. [i]

http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/nao_pode_ser_coincidencia.html


SUBJECT: Liberado filme de OVNI sobre a Bélgica em 1954
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 21/03/2010 13:45

Liberado filme de OVNI sobre a Bélgica em 1954

Um raro registro filmográfico capturado de um avião sobrevoando a Bélgica em 1954 foi liberado recentemente de acordo com a política de abertura do país.

O v√≠deo √© oferecido por ‚Äúbarzolff814‚ÄĚ, que deve ser melhor lembrado como David Nicolas, ou ainda melhor lembrado como o mago de efeitos digitais franc√™s que em 2007 criou os infames ‚ÄúOVNIs do Haiti‚ÄĚ.

Isto √©, claro, o filme OVNI sobre a B√©lgica √© apenas mais uma impressionante cria√ß√£o digital. Em breve, em um Youtube copiado e sem a fonte perto de voc√™, promovido como algo real e ‚Äúaut√™ntico‚ÄĚ.

SUBJECT: Re: [ciencialist] Não pode ser coincidência
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/03/2010 06:56

ÔĽŅ
Excelente post, belo e esclarecedor artigo.
 
Claramente, é verdade que:
 
 "Os autores concluem,com isso, que ideias pseudocient√≠ficas, como o criacionismo, se
manterão enquanto autoridades políticas e religiosas as apoiarem"
 
N√£o interessa √†s "autoridades pol√≠ticas e religiosas" serem do contra. Pois ser do contra n√£o d√° voto
e diminui os ricos cofrinhos. E ser√£o considerados do mal.
 
E mais: o contigente de crédulos e divulgadores dessas coisas só tem aumentado, ao longo dos
tempos. Quanto a um dos aspectos, o religioso, é fácil comprovar: basta ligar a TV pela madrugada até pela manhã, e sair navegando pelos diversos canais.
 
E n√£o podemos fazer nada.
 
E assim caminha a humanidade.
 
Sds,
Victor.
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, March 21, 2010 10:03 AM
Subject: [ciencialist] Não pode ser coincidência

 

MENTE E C√ČREBRO, MAR√áO/2010

NÃO PODE SER COINCIDÊNCIA
Thomas Gr√ľter
Ver um gato preto desperta uma sensação desagradável em muita gente;
estudos mostram por que a crença no sobrenatural é tão enraizada:
supor associa√ß√Ķes, inclusive onde elas n√£o existem, pode ter suas
vantagens

N√≥s vivemos em tempos de busca de comprova√ß√Ķes. No entanto, a
astrologia, a vidência e a magia não perderam sua atratividade. Pelo
contrário: no Brasil não há levantamentosespecíficos sobre o tema, mas
muita gente ainda bate três vezes na madeira para espantar o azar e
certamente vai repetir a roupa que acredita lhe trazer sorte. Que o
digam os jogadores da Seleção Brasileira. Entre os alemães, por
exemplo, a cren√ßa em bons ou maus aug√ļrios est√° hoje mais disseminada
do que h√° um quarto de s√©culo, relatou o Instituto de Opini√£o P√ļblica
de Allensbach após uma enquete em 2005. 42% dos entrevistados
consideravam, por exemplo, o trevo de quatro folhas um bom sinal.
Segundo dados da National Science Foundation de 2002, mais de 40% dos
americanos est√£o convencidos: o diabo, esp√≠ritos ou fen√īmenos
sobrenaturais, como curas milagrosas, realmente existem.

Nem mesmo cientistas est√£o livres de supersti√ß√Ķes: em 2008, Richard
Coll e seus colegas da Universidade de Waikato, em Hamilton, Nova
Zel√Ęndia, entrevistaram 40 representantes de diversas disciplinas ‚Äď
entre eles, f√≠sicos, qu√≠micos e bi√≥logos ‚Äď sobre sua opini√£o a
respeito de fen√īmenos sobrenaturais. V√°rios acreditavam no efeito
curativo de pedras preciosas, outros, na existência de espíritos ou
extraterrestres, e quase sempre com base em experiências pessoais ou
em relatos convincentes. Alguns disseram que amigos e parentes teriam
sido curados de graves doenças por meio de um apelo a um poder maior.
Os céticos, por sua vez, justificavam quase sempre sua postura de
rejei√ß√£o com considera√ß√Ķes te√≥ricas.

Conclusão: a crença no sobrenatural não deixou de existir de forma
alguma em tempos de ciência moderna. As pessoas tendem a imaginar que
eventos concomitantes têm uma relação causal entre si, apesar de, na
verdade, serem independentes. Quem experimenta o sucesso em diferentes
situa√ß√Ķes e por fim percebe que esteve sempre usando a mesma jaqueta
nesses momentos, provavelmente logo vai consider√°-la o seu talism√£
pessoal ‚Äď sem procurar as causas reais para o sucesso.

Animais apresentam um comportamento semelhante ‚Äď isso foi demonstrado
pelo psicólogo americano Burrhus Skinner em 1948, em seus experimentos
sobre o condicionamento operante, nos quais um comportamento que surge
espontaneamente é reforçado pela recompensa. Em seu experimento que se
tornou famoso como a "superstição entre as pombas", os pássaros em uma
gaiola tinham acesso à comida regularmente por um curto período de
tempo.

Paulatinamente, eles come√ßaram a repetir suas a√ß√Ķes ocasionais
imediatamente antes da liberação do alimento: saltitavam, bicavam ou
se viravam. As pombas reforçaram o comportamento que haviam associado
ao recebimento da ra√ß√£o ‚Äď o que para Skinner era uma consequ√™ncia
inevit√°vel do aprendizado pela recompensa.

SAPATO NA MÃO
Vários psicólogos tentaram transferir o experimento de Skinner com as
pombas para os seres humanos. Em 1987, o pesquisador Koichi Ono, da
Universidade de Komazawa em Tóquio, espalhou sobre uma mesa três
caixas, cada uma com uma alavanca na parte superior. Um contador em
uma lateral móvel saltava em intervalos aleatórios para o próximo
n√ļmero mais alto acompanhado de um zumbido e uma luz vermelha. Al√©m
disso, tr√™s l√Ęmpadas sempre voltavam a se acender ao acaso. Os 20
volunt√°rios que participaram do estudo deviam obter o
valor mais alto possível no contador por meio de qualquer
comportamento, de preferência criativo.

Dois deles desenvolveram, no decorrer do experimento, algo semelhante
a um comportamento supersticioso, um deles especialmente marcante:
certa vez, o contador se moveu justamente quando a mulher estava
pulando da mesa ‚Äď em seguida, ela passou a saltitar incansavelmente
para elevar de novo o resultado. Quando ela tocou o teto com o sapato
na m√£o, a l√Ęmpada tamb√©m se acendeu, o zumbido soou e um ponto
adicional surgiu no contador. Ent√£o a volunt√°ria passou a se esticar,
apontando o sapato para o teto ao pular até desistir antes do término
do experimento ‚Äď provavelmente por exaust√£o, como escreveu o
coordenador do estudo.

Koichi Ono concluiu que um ritual pode reforçar a si mesmo quando a
pessoa sempre volta a repeti-lo seguidamente, sem intervalo, j√° que
nesses casos a probabilidade é maior de que ele ocorra, por
coincidência, simultaneamente ao efeito desejado. Como em seu
experimento apenas dois sujeitos desenvolveram rituais constantes, ao
que tudo indica a "superstição pela recompensa" de Skinner não pode
ser t√£o facilmente transferida de aves para pessoas. Diferentemente
dos animais, o homem tem uma ideia bastante clara de como o mundo
funciona, de forma que algumas associa√ß√Ķes lhe parecem plaus√≠veis;
outras, por sua vez, absurdas. Mas então, de onde vem nossa tendência
a atribuir causas injustificadas a determinados acontecimentos?

Os biólogos Jan Beck e Wolfgang Forstmeier sugeriram em 2007 uma
estratégia de aprendizagem simples na qual a superstição surge como
produto secund√°rio inevit√°vel. Fundamentalmente, as pessoas sup√Ķem uma
rela√ß√£o causal quando observam a realiza√ß√£o simult√Ęnea (uma
coincid√™ncia) de dois acontecimentos ou a√ß√Ķes. Uma ou duas
coincidências já bastam para uma suposição como essa. O comportamento
supersticioso, portanto, surge de forma relativamente r√°pida.
Inversamente, s√£o necess√°rias v√°rias repeti√ß√Ķes da n√£o simultaneidade
para destruir uma suspeita.

Na avaliação de coincidências surgem dois tipos de erros:1) Não existe
nenhuma rela√ß√£o entre os fen√īmenos, mas a pessoa a presume mesmo
assim. Os estatísticos designam este como
erro do primeiro tipo. 2) Existe realmente uma relação, mas a pessoa a
descarta: um erro do segundo tipo. Decisivo para o balanço são os
"custos" de cada erro. Por exemplo, um movimento em um capim alto
poderia indicar a aproximação de um tigre. Então seria um erro do
segundo tipo (ou seja, a ignor√Ęncia) que traria consequ√™ncias fatais.
Um erro do primeiro tipo seria a fuga r√°pida, sem pensar muito na
quest√£o sobre o que realmente significam as folhas de grama
balançando.

MELHOR NÃO CORRER RISCO
Beck e Forstmeier sup√Ķem que para seres humanos a vis√£o de mundo e o
conhecimento sobre rela√ß√Ķes causais tamb√©m influenciam a forma como as
coincidências são avaliadas. Quem, portanto, sabe que na região não há
tigres naturalmente também não precisa fugir. Essa avaliação, por sua
vez, exerce influência sobre o conhecimento de mundo e melhora os
fundamentos para todos os julgamentos seguintes. Tais considera√ß√Ķes
ocorrem extensamente de forma inconsciente e s√£o constantemente
reajustadas.

Se a tendência à superstição é uma vantagem para a sobrevivência, ela
naturalmente também poderia ser hereditária. No início de 2009, os
biólogos Kevin Foster e Hanna Kokko, da Universidade Harvard e da
Universidade de Helsinque, respectivamente, publicaram um modelo
matemático com o qual calcularam se a herança de comportamentos
supersticiosos oferecia vantagens evolucion√°rias. "Supersticioso"
significa aqui que os animais reagem a um estímulo ambíguo
preferencialmente como se estivessem diante de um perigo real.

Os pesquisadores partiram do pressuposto de que indícios reais de uma
ameaça nem sempre podem ser diferenciadosdos falsos. Um predador que
se aproxima sorrateiro pela mata pode ser percebido pelo farfalhar dos
ramos, então existe um grande perigo. Mas o vento também provoca o
movimento das √°rvores ‚Äď uma situa√ß√£o totalmente inofensiva. Se ambos
os sons não podem ser diferenciados com certeza, a reação
supersticiosa a qualquer farfalhar é a variante mais segura.Com isso,
um comportamento aparentemente supersticioso, segundo os
pesquisadores, seria uma parte inevitável da capacidade de adaptação
de toda espécie animal, inclusive dos humanos.

Caso isso esteja correto, todos os homens deveriam ser supersticiosos
na mesma medida, mas a maioria das pesquisas mostra o oposto: a
tendência à superstição está distribuída de forma muito desigual e
depende também da psique de cada um. Os psicólogos Marjaana Lindeman e
Kia Aarnio, da Universidade de Helsinque, perguntaram em 2006 a mais
de 200 pessoas se compreendiam afirma√ß√Ķes como "m√≥veis antigos
conhecem o passado" ou "um pensamento malvado est√° contaminado"
literal ou metaforicamente. Eles queriam, com isso, descobrir se os
sujeitos misturavam categorias como "vivo", "espiritual" ou
"inanimado", ou seja, se atribuíam características imateriais a
objetos. Além disso, as pessoas testadas tinham de decidir se, em sua
opini√£o, haveria um sentido por tr√°s de acontecimentos casuais ‚Äď como
por exemplo "os freios do seu carro não funcionam e você bate no carro
de um desconhecido, com quem você mais tarde se casa".

Resultado: os sujeitos supersticiosos tendiam a atribuir
caracter√≠sticas ou pensamentos espirituais a fen√īmenos puramente
psíquicos. Além disso, presumiam com mais frequência uma intenção em
acontecimentos totalmente casuais. Nesses casos, confiavam mais na sua
sensação e menos na lógica analítica do que os céticos. Segundo
Lindeman e Aarnio, a essência da superstição poderia então consistir
em que as pessoas confundam características fundamentais de objetos
mentais, físicos e biológicos. Mas como crenças também se alimentam da
experiência, a superstição poderia também estar associada às vivências
que acumulamos desde nossos primeiros anos de vida.

Os psicólogos Paul Bloom e Deena Weisberg da Universidade de Yale em
New Haven, Connecticut, resumiram, em um trabalho de 2007, como a
intui√ß√£o da primeira inf√Ęncia poderia bloquear a compreens√£o de
explica√ß√Ķes cient√≠ficas at√© a idade adulta. Logo nos primeiros anos de
vida, desenvolvemos uma série de ideias sobre o funcionamento do mundo
e sobre o comportamento de nossos semelhantes. Crianças muito pequenas
j√° sabem, por exemplo, que as coisas continuam existindo mesmo quando
desaparecem de seu campo de visão. Às vezes esses saberes, porém,
colidem com os conhecimentos científicos. Por exemplo: as crianças têm
consciência de que os objetos caem no chão quando os soltamos, e
portanto lhes parece estranho que a Terra possa ser uma esfera.
Afinal, as pessoas do outro lado do globo deveriam perder o
equilíbrio.

Crianças de 4 anos, por sua vez, procuram em todas as coisas um
objetivo ‚Äď elas perguntam sempre "por que" e "para qu√™". Por isso, t√™m
dificuldade de compreender um desenvolvimento evolucion√°rio com base
em tentativa e erro. Como concluíram Bloom e Weisberg, as ideias não
científicas se mantêm mais provavelmente até a idade adulta quando
duas condi√ß√Ķes s√£o preenchidas: as ideias precisam ser intuitivamente
compreensíveis e ter origem em fontes confiáveis. Os autores concluem,
com isso, que ideias pseudocientíficas, como o criacionismo, se
manterão enquanto autoridades políticas e religiosas as apoiarem. [i]

http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/nao_pode_ser_coincidencia.html


SUBJECT: Components of Extraneous Virus Detected in Rotarix Vaccine; No Known Safety Risk
FROM: "U.S. Food & Drug Administration \(FDA\)" <luizeduardo.egroups@yahoo.com.br>(by way of Luiz Eduardo <luizeduardo.egroups@yahoo.com.br>)
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/03/2010 15:51


Components of Extraneous Virus Detected in Rotarix Vaccine; No Known Safety Risk
Mon, 22 Mar 2010 12:56:00 -0500

FDA is recommending that healthcare practitioners temporarily suspend use of the Rotarix vaccine for rotavirus immunization in the United States while the agency learns more about components of an extraneous virus detected in the vaccine. There is no evidence at this time that this finding poses a safety risk.



FDA NEWS RELEASE

For Immediate Release: March 22, 2010

Media Inquiries: Shelly Burgess, 301-796-4651; shelly.burgess@fda.hhs.gov
Consumer Inquiries: 888-INFO-FDA

Components of Extraneous Virus Detected in Rotarix Vaccine; No Known Safety Risk


FDA Recommends Clinicians Temporarily Suspend Use of Vaccine as Agency Learns More

FDA is recommending that healthcare practitioners temporarily suspend use of the Rotarix vaccine for rotavirus immunization in the United States while the agency learns more about components of an extraneous virus detected in the vaccine.  There is no evidence at this time that this finding poses a safety risk.

The agency recently became aware that an independent U.S. academic research team, using a novel technique, has found DNA from porcine circovirus 1 (PCV1) in Rotarix, which is manufactured by GlaxoSmithKline.  PCV1 is not known to cause illness in humans or other animals.  In addition, Rotarix has been studied extensively, before and after approval, and found to have an excellent safety record.

Follow-up tests by GlaxoSmithKline and FDA scientists confirmed the academic teams findings and confirmed that viral components have been present since the early stages of the vaccines development, including during clinical studies.  Preliminary testing by both the academic researchers and FDA scientists of another licensed vaccine against rotavirus infection, RotaTeq, has not detected components of PCV1.

"We are making clinicians aware of information recently received by FDA about the Rotarix vaccine, said Dr. Margaret A. Hamburg, Commissioner for Food and Drugs. There is no evidence at this time that there is a safety concern.  FDA is recommending that clinicians temporarily suspend use of Rotarix until we can learn more about the situation.  We will keep the public and the clinical community updated on our findings.

Rotarix and RotaTeq are given by mouth to young infants to prevent rotavirus disease, which can cause severe diarrhea and dehydration and is estimated to be responsible for the deaths of more than 500,000 infants around the world each year, primarily in low- and middle-income countries.  Before the introduction of a rotavirus vaccine, rotavirus resulted in more than 50,000 hospitalizations and several dozen deaths in the United States each year.  FDA licensed RotaTeq in 2006 and Rotarix in 2008.  Most children vaccinated in the United States received RotaTeq.

In many countries, rotavirus causes so much severe illness and death that the known benefits of continued use of Rotarix far outweigh any theoretical risk of harm from the vaccine, said Dr. Thomas Frieden, Director of the Centers for Disease Control and Prevention.  We anticipate that many countries will decide to continue vaccinating with Rotarix while more information becomes known.

FDA will continue to gather more information about the PCV1 components in Rotarix, including whether intact virus, as opposed to DNA fragments, is present.  The agency is assessing current vaccine testing methods.  In four to six weeks, FDA will convene an expert advisory committee and make additional recommendations on the use of rotavirus vaccines.

FDA will provide updates to patients, providers, and the general public as more information becomes available.  The agency will also continue to communicate with the World Health Organization and counterpart regulatory agencies in other countries.

 

For more information visit FDA's Update on Rotarix Vaccine1 page

SUBJECT: Re: [ciencialist] Components of Extraneous Virus Detected in Rotarix Vaccine; No Known Safety Risk
FROM: Luís Junior <jrcarpediem@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/03/2010 19:19

meu Deus... é a mesma vaicna aqui?


 
On Mon, Mar 22, 2010 at 3:51 PM, U.S. Food & Drug Administration (FDA) <luizeduardo.egroups@yahoo.com.br> wrote:
 


Components of Extraneous Virus Detected in Rotarix Vaccine; No Known Safety Risk
Mon, 22 Mar 2010 12:56:00 -0500

FDA is recommending that healthcare practitioners temporarily suspend use of the Rotarix vaccine for rotavirus immunization in the United States while the agency learns more about components of an extraneous virus detected in the vaccine. There is no evidence at this time that this finding poses a safety risk.



FDA NEWS RELEASE

For Immediate Release: March 22, 2010

Media Inquiries: Shelly Burgess, 301-796-4651; shelly.burgess@fda.hhs.gov
Consumer Inquiries: 888-INFO-FDA

Components of Extraneous Virus Detected in Rotarix Vaccine; No Known Safety Risk


FDA Recommends Clinicians Temporarily Suspend Use of Vaccine as Agency Learns More

FDA is recommending that healthcare practitioners temporarily suspend use of the Rotarix vaccine for rotavirus immunization in the United States while the agency learns more about components of an extraneous virus detected in the vaccine.  There is no evidence at this time that this finding poses a safety risk.

The agency recently became aware that an independent U.S. academic research team, using a novel technique, has found DNA from porcine circovirus 1 (PCV1) in Rotarix, which is manufactured by GlaxoSmithKline.  PCV1 is not known to cause illness in humans or other animals.  In addition, Rotarix has been studied extensively, before and after approval, and found to have an excellent safety record.

Follow-up tests by GlaxoSmithKline and FDA scientists confirmed the academic team’s findings and confirmed that viral components have been present since the early stages of the vaccine’s development, including during clinical studies.  Preliminary testing by both the academic researchers and FDA scientists of another licensed vaccine against rotavirus infection, RotaTeq, has not detected components of PCV1.

"We are making clinicians aware of information recently received by FDA about the Rotarix vaccine,‚ÄĚ said Dr. Margaret A. Hamburg, Commissioner for Food and Drugs. ‚ÄúThere is no evidence at this time that there is a safety concern.¬† FDA is recommending that clinicians temporarily suspend use of Rotarix until we can learn more about the situation.¬† We will keep the public and the clinical community updated on our findings.‚ÄĚ

Rotarix and RotaTeq are given by mouth to young infants to prevent rotavirus disease, which can cause severe diarrhea and dehydration and is estimated to be responsible for the deaths of more than 500,000 infants around the world each year, primarily in low- and middle-income countries.  Before the introduction of a rotavirus vaccine, rotavirus resulted in more than 50,000 hospitalizations and several dozen deaths in the United States each year.  FDA licensed RotaTeq in 2006 and Rotarix in 2008.  Most children vaccinated in the United States received RotaTeq.

‚ÄúIn many countries, rotavirus causes so much severe illness and death that the known benefits of continued use of Rotarix far outweigh any theoretical risk of harm from the vaccine,‚ÄĚ said Dr. Thomas Frieden, Director of the Centers for Disease Control and Prevention.¬† ‚ÄúWe anticipate that many countries will decide to continue vaccinating with Rotarix while more information becomes known.‚ÄĚ

FDA will continue to gather more information about the PCV1 components in Rotarix, including whether intact virus, as opposed to DNA fragments, is present.  The agency is assessing current vaccine testing methods.  In four to six weeks, FDA will convene an expert advisory committee and make additional recommendations on the use of rotavirus vaccines.

FDA will provide updates to patients, providers, and the general public as more information becomes available.  The agency will also continue to communicate with the World Health Organization and counterpart regulatory agencies in other countries.

 

For more information visit FDA's Update on Rotarix Vaccine1 page



SUBJECT: √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: "Paulo - yahoo" <psdias2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/03/2010 08:18

Ol√° !
 
Se gostam de filmes hist√≥ricos, sugiro dar uma olhada no "trailer" de "√Āgora",
que mostra um pouco da vida da s√°bia "Hypatia" (astr√īnoma, matem√°tica, etc.),
que lecionava na famosa "biblioteca de Alexandria":
 
 
Como podem antever pelo trailer, as cenas são muito bem feitas (provavelmente, quase tudo através
de computação gráfica).
 
Como é comum em filmes, além dos eventos históricos, o enredo cria um pequeno "drama", vivido por um dos escravos
de Hypatia, que é apaixonado por ela, e vive o dilema entre manter-se ao lado de sua mestra ou seguir a "nova" religião
dos crist√£os.
 
A meu ver, o ponto forte do filme nem √© a vida de Hypatia em si, mas sim mostrar o qu√£o absurdas s√£o as atitudes humanas
por brigas religiosas (crist√£os x judeus x pag√£os), geradoras de grandes atrocidades.
 
Obs.: O diretor √© o premiado espanhol Alejandro Amen√°bar (acho que seu filme mais famoso √© "Os Outros").
 
Paulo

SUBJECT: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/03/2010 19:39

Ol√°,

Cada mania!
Recusar dinheiro, ainda mais seu, por direito, por mérito pessoal?
 
√Č muito bom n√£o chegar perto, sobretudo se houver tijolos ao seu alcance.
Quem avisa amigo é.
 
Sds,
Victor.
 
 
 

23/03/2010 - 17h07

Gênio russo esnoba prêmio de US$ 1 milhão após solucionar problema clássico

Do UOL Notícias*
Em S√£o Paulo
  • Matem√°tico 
russo Grigory Perelman, 44, apresentou uma prova para a Conjectura de 
Poincaré mas não se interessa pelo prêmio oferecido pela façanha

    Matemático russo Grigory Perelman, 44, apresentou uma prova para a Conjectura de Poincaré mas não se interessa pelo prêmio oferecido pela façanha

Atualizada às 18h29

O matemático russo Grigory Perelman, 44, considerado um dos maiores gênios vivos do mundo, declarou ontem que não tem interesse em receber o prêmio de US$ 1 milhão a que tem direito por ter resolvido a chamada Conjectura de Poincaré.

Em seu apartamento infestado de baratas em S√£o Petersburgo, Perelman afirmou, sem abrir a porta: ¬ďtenho tudo o que quero¬Ē, segundo informou o jornal brit√Ęnico Daily Mail.

Na √ļltima semana, uma institui√ß√£o dos Estados Unidos reconheceu que o estudioso russo demonstrou a Conjectura de Poincar√©, que desafiava os matem√°ticos h√° mais de um s√©culo.

O matemático francês Jules Henri Poincaré (1854-1912) estimou que, de forma simplificada, qualquer espaço tridimensional sem furos seria equivalente a uma esfera esticada.

Poincaré e os matemáticos que vieram depois dele acreditavam que a proposta estaria correta, mas não conseguiram uma prova algébrica sólida para elevar a conjectura à categoria de teorema.

A complexidade do assunto levou o Instituto de Matem√°tica de Clay a incluir o problema entre os ¬ďsete desafios do mil√™nio¬Ē. Para cada desafio que fosse solucionado, o instituto prometeu pagar um pr√™mio de US$ 1 milh√£o (cerca de R$ 1,78 milh√£o).

Na semana passada, James Carlson, diretor do instituto, reconheceu a façanha de Perelman e anunciou que a Conjuntura de Poincaré é o primeiro dos sete desafios a ter solução.

Morando com as baratas

A vizinha Vera Petrovna afirmou ao jornal brit√Ęnico que j√° esteve no flat do matem√°tico. ¬ďEle tem apenas uma mesa, um banquinho e uma cama com um len√ßol sujo que foi deixado ali pelos antigos donos ¬Ė uns b√™bados que venderam o apartamento para ele¬Ē.

¬ďEstamos tentando acabar com as baratas nesse quarteir√£o, mas elas se escondem na casa dele¬Ē, acrescentou.

Esse não é o primeiro prêmio esnobado por Perelman. Há quatro anos, ele não apareceu para receber a medalha Fields da União Internacional de Matemática.

*Com informa√ß√Ķes do Daily Mail


SUBJECT: Siga @ceticismoaberto e concorra a Camisetas da Hora!
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 23/03/2010 20:18

Siga @ceticismoaberto e concorra a Camisetas da Hora!

ca_camisetasdahora

Você sabia que além de um fórum de discussão, CeticismoAberto também está no Orkut e agora no Twitter?

E agora, quem segue @ceticismoaberto no Twitter concorre no final deste mês a uma camiseta à sua escolha, presente do Camisetas da Hora!

S√£o centenas de camisetas para escolher, e o ganhador recebe em sua casa sem nenhum custo! Todos seguidores j√° est√£o concorrendo!

Quer aumentar suas chances? Envie uma mensagem ao nosso perfil no Twitter com o link para a camiseta que deseja ganhar, e suas chances de levar triplicam! Siga-nos e nos avise pelo Twitter qual camiseta da hora quer ganhar!

* O sorteio será realizado no início do dia 01/04 com todos os perfis seguindo @ceticismoaberto, de acordo com a listagem do Twitter. Os perfis que enviarem mensagens a @ceticismoaberto com suas escolhas terão seus nomes listados três vezes (ao invés de uma). A lista final será então ordenada pelo random.org, e o primeiro listado será o ganhador. Caso o vencedor não retorne nosso contato em até uma semana, o próximo listado será agraciado, sucessivamente.


SUBJECT: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: - - <nando.str@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/03/2010 21:12

Assisti o filme essa semana.
√Č bom, mas nada extraordin√°rio. Recomendado s√≥ pra quem gosta muito de hist√≥ria ou tem curiosidade pelo tema (leia-se: ouviu falar de Hip√°tia ap√≥s assistir Cosmos do Carl Sagan).

O outro filme do mesmo diretor (Mar Adentro), embora trate de outro tema, é bem melhor.

No filme, bem no começo, a "segunda" biblioteca de Alexandria é invadida e queimada por cristãos. Anos depois, alguns dos alunos da Hipátia se tornam políticos/líderes religiosos importantes, e a partir da relação entre os políticos e religiosos com a Hipátia é que o filme se desenvolve.
Boa parte do filme mostra essa relação entre governantes e religiosos, enquanto que a protagonista fica investigando o modelo do sistema solar (heliocentrista x geocentrista), meio que alheia à grande parte da agitação política.

Rachel Weiz como Hipátia dá um show, enquanto que o resto do elenco não chama a atenção.
Algumas cenas "√† l√°" Google Earth chamam aten√ß√£o, e d√£o uma sensa√ß√£o legal da "import√Ęncia" dos acontecimentos. Embora tenham com certeza mudado a hist√≥ria, quando comparados com o resto do universo s√£o quase insignificantes.

O filme tem bastante "erros" quanto à parte histórica, sendo que na realidade a Hipátia morreu por motivos principalmente políticos, com praticamente nada a ver com ciência ou liberdade de pensamento...

Resumo: filme bonzinho, com alguns erros históricos. Assista somente se não tiver nada melhor pra fazer.

2010/3/23 Paulo - yahoo <psdias2@yahoo.com.br>


Ol√° !
 
Se gostam de filmes hist√≥ricos, sugiro dar uma olhada no "trailer" de "√Āgora",
que mostra um pouco da vida da s√°bia "Hypatia" (astr√īnoma, matem√°tica, etc.),
que lecionava na famosa "biblioteca de Alexandria":
 
 
Como podem antever pelo trailer, as cenas são muito bem feitas (provavelmente, quase tudo através
de computação gráfica).
 
Como é comum em filmes, além dos eventos históricos, o enredo cria um pequeno "drama", vivido por um dos escravos
de Hypatia, que é apaixonado por ela, e vive o dilema entre manter-se ao lado de sua mestra ou seguir a "nova" religião
dos crist√£os.
 
A meu ver, o ponto forte do filme nem é a vida de Hypatia em si, mas sim mostrar o quão absurdas são as atitudes humanas
por brigas religiosas (crist√£os x judeus x pag√£os), geradoras de grandes atrocidades.
 
Obs.: O diretor é o premiado espanhol Alejandro Amenábar (acho que seu filme mais famoso é "Os Outros").
 
Paulo




SUBJECT: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/03/2010 06:23

Um dos estudiosos do assunto comenta:

"A trag√©dia de Hip√°tia foi ter vivido numa √©poca de luta entre o paganismo e o cristianismo que, na sua √©poca, se tentava apoderar dos centros importantes ent√£o existentes. Hip√°tia era uma ilustre pag√£ e, em 415, a ira dos crist√£os abateu-se sobre ela. Quando regressava do Museu, foi assaltada em plena rua pelos seguidores de S√£o Cirilo e lapidada. Posteriormente o seu corpo foi lacerado com conchas de ostra, ou cacos de cer√Ęmica, consoante as vers√Ķes existentes. Os seus membros ensanguentados foram exibidos nas ruas. "

Mas, e as lutas entre "pagãos e cristãos" continuam, hoje de maneira moderna, é verdade mas continuam.

Apenas n√£o se descarnam os oponentes. Ao menos, de maneira p√ļblica...

√Č isso. A hist√≥ria est√° cheia de  acontecimentos assim, protagonizados pelas religi√Ķes - em qq forma -  e seus fan√°ticos de plant√£o.

Quanto ao filme, n√£o o assistirei,  pois j√° sei que a mocinha, morre no final...

 

Sds,

Victor.

 

 

 

   

 
 
----- Original Message -----
From: - -
Sent: Tuesday, March 23, 2010 9:12 PM
Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

Assisti o filme essa semana.
√Č bom, mas nada extraordin√°rio. Recomendado s√≥ pra quem gosta muito de hist√≥ria ou tem curiosidade pelo tema (leia-se: ouviu falar de Hip√°tia ap√≥s assistir Cosmos do Carl Sagan).

O outro filme do mesmo diretor (Mar Adentro), embora trate de outro tema, é bem melhor.

No filme, bem no começo, a "segunda" biblioteca de Alexandria é invadida e queimada por cristãos. Anos depois, alguns dos alunos da Hipátia se tornam políticos/líderes religiosos importantes, e a partir da relação entre os políticos e religiosos com a Hipátia é que o filme se desenvolve.
Boa parte do filme mostra essa relação entre governantes e religiosos, enquanto que a protagonista fica investigando o modelo do sistema solar (heliocentrista x geocentrista), meio que alheia à grande parte da agitação política.

Rachel Weiz como Hipátia dá um show, enquanto que o resto do elenco não chama a atenção.
Algumas cenas "√† l√°" Google Earth chamam aten√ß√£o, e d√£o uma sensa√ß√£o legal da "import√Ęncia" dos acontecimentos. Embora tenham com certeza mudado a hist√≥ria, quando comparados com o resto do universo s√£o quase insignificantes.

O filme tem bastante "erros" quanto à parte histórica, sendo que na realidade a Hipátia morreu por motivos principalmente políticos, com praticamente nada a ver com ciência ou liberdade de pensamento...

Resumo: filme bonzinho, com alguns erros históricos. Assista somente se não tiver nada melhor pra fazer.

2010/3/23 Paulo - yahoo <psdias2@yahoo.com.br>


Ol√° !
 
Se gostam de filmes hist√≥ricos, sugiro dar uma olhada no "trailer" de "√Āgora",
que mostra um pouco da vida da s√°bia "Hypatia" (astr√īnoma, matem√°tica, etc.),
que lecionava na famosa "biblioteca de Alexandria":
 
 
Como podem antever pelo trailer, as cenas são muito bem feitas (provavelmente, quase tudo através
de computação gráfica).
 
Como é comum em filmes, além dos eventos históricos, o enredo cria um pequeno "drama", vivido por um dos escravos
de Hypatia, que é apaixonado por ela, e vive o dilema entre manter-se ao lado de sua mestra ou seguir a "nova" religião
dos crist√£os.
 
A meu ver, o ponto forte do filme nem √© a vida de Hypatia em si, mas sim mostrar o qu√£o absurdas s√£o as atitudes humanas
por brigas religiosas (crist√£os x judeus x pag√£os), geradoras de grandes atrocidades.
 
Obs.: O diretor √© o premiado espanhol Alejandro Amen√°bar (acho que seu filme mais famoso √© "Os Outros").
 
Paulo




SUBJECT: Fw: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/03/2010 06:50

Pequena correção.
 
A mocinha morre, no final.  Mesmo deslocando a v√≠rgula...
 
Sds,
Victor.
 
 
----- Original Message -----
From: JVictor
Sent: Wednesday, March 24, 2010 6:23 AM
Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

Um dos estudiosos do assunto comenta:

"A trag√©dia de Hip√°tia foi ter vivido numa √©poca de luta entre o paganismo e o cristianismo que, na sua √©poca, se tentava apoderar dos centros importantes ent√£o existentes. Hip√°tia era uma ilustre pag√£ e, em 415, a ira dos crist√£os abateu-se sobre ela. Quando regressava do Museu, foi assaltada em plena rua pelos seguidores de S√£o Cirilo e lapidada. Posteriormente o seu corpo foi lacerado com conchas de ostra, ou cacos de cer√Ęmica, consoante as vers√Ķes existentes. Os seus membros ensanguentados foram exibidos nas ruas. "

Mas, e as lutas entre "pagãos e cristãos" continuam, hoje de maneira moderna, é verdade mas continuam.

Apenas n√£o se descarnam os oponentes. Ao menos, de maneira p√ļblica...

√Č isso. A hist√≥ria est√° cheia de  acontecimentos assim, protagonizados pelas religi√Ķes - em qq forma -  e seus fan√°ticos de plant√£o.

Quanto ao filme, n√£o o assistirei,  pois j√° sei que a mocinha, morre no final...

 

Sds,

Victor.

 

 

 

   

 
 
----- Original Message -----
From: - -
Sent: Tuesday, March 23, 2010 9:12 PM
Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

Assisti o filme essa semana.
√Č bom, mas nada extraordin√°rio. Recomendado s√≥ pra quem gosta muito de hist√≥ria ou tem curiosidade pelo tema (leia-se: ouviu falar de Hip√°tia ap√≥s assistir Cosmos do Carl Sagan).

O outro filme do mesmo diretor (Mar Adentro), embora trate de outro tema, é bem melhor.

No filme, bem no começo, a "segunda" biblioteca de Alexandria é invadida e queimada por cristãos. Anos depois, alguns dos alunos da Hipátia se tornam políticos/líderes religiosos importantes, e a partir da relação entre os políticos e religiosos com a Hipátia é que o filme se desenvolve.
Boa parte do filme mostra essa relação entre governantes e religiosos, enquanto que a protagonista fica investigando o modelo do sistema solar (heliocentrista x geocentrista), meio que alheia à grande parte da agitação política.

Rachel Weiz como Hipátia dá um show, enquanto que o resto do elenco não chama a atenção.
Algumas cenas "√† l√°" Google Earth chamam aten√ß√£o, e d√£o uma sensa√ß√£o legal da "import√Ęncia" dos acontecimentos. Embora tenham com certeza mudado a hist√≥ria, quando comparados com o resto do universo s√£o quase insignificantes.

O filme tem bastante "erros" quanto à parte histórica, sendo que na realidade a Hipátia morreu por motivos principalmente políticos, com praticamente nada a ver com ciência ou liberdade de pensamento...

Resumo: filme bonzinho, com alguns erros históricos. Assista somente se não tiver nada melhor pra fazer.

2010/3/23 Paulo - yahoo <psdias2@yahoo.com.br>


Ol√° !
 
Se gostam de filmes hist√≥ricos, sugiro dar uma olhada no "trailer" de "√Āgora",
que mostra um pouco da vida da s√°bia "Hypatia" (astr√īnoma, matem√°tica, etc.),
que lecionava na famosa "biblioteca de Alexandria":
 
 
Como podem antever pelo trailer, as cenas são muito bem feitas (provavelmente, quase tudo através
de computação gráfica).
 
Como é comum em filmes, além dos eventos históricos, o enredo cria um pequeno "drama", vivido por um dos escravos
de Hypatia, que é apaixonado por ela, e vive o dilema entre manter-se ao lado de sua mestra ou seguir a "nova" religião
dos crist√£os.
 
A meu ver, o ponto forte do filme nem √© a vida de Hypatia em si, mas sim mostrar o qu√£o absurdas s√£o as atitudes humanas
por brigas religiosas (crist√£os x judeus x pag√£os), geradoras de grandes atrocidades.
 
Obs.: O diretor √© o premiado espanhol Alejandro Amen√°bar (acho que seu filme mais famoso √© "Os Outros").
 
Paulo




SUBJECT: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/03/2010 08:17

Ola Victor,
 
Assim como est√° cheia de Hitlers, Stalins, etc......etc......etc....

--- Em qua, 24/3/10, JVictor <j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:

De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 24 de Março de 2010, 6:23

 

Um dos estudiosos do assunto comenta:

"A trag√©dia de Hip√°tia foi ter vivido numa √©poca de luta entre o paganismo e o cristianismo que, na sua √©poca, se tentava apoderar dos centros importantes ent√£o existentes. Hip√°tia era uma ilustre pag√£ e, em 415, a ira dos crist√£os abateu-se sobre ela. Quando regressava do Museu, foi assaltada em plena rua pelos seguidores de S√£o Cirilo e lapidada. Posteriormente o seu corpo foi lacerado com conchas de ostra, ou cacos de cer√Ęmica, consoante as vers√Ķes existentes. Os seus membros ensanguentados foram exibidos nas ruas. "

Mas, e as lutas entre "pagãos e cristãos" continuam, hoje de maneira moderna, é verdade mas continuam.

Apenas n√£o se descarnam os oponentes. Ao menos, de maneira p√ļblica...

√Č isso. A hist√≥ria est√° cheia de  acontecimentos assim, protagonizados pelas religi√Ķes - em qq forma -  e seus fan√°ticos de plant√£o.

Quanto ao filme, n√£o o assistirei,  pois j√° sei que a mocinha, morre no final...

 

Sds,

Victor.

 

 

 

   

 
 
----- Original Message -----
From: - -
Sent: Tuesday, March 23, 2010 9:12 PM
Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 
Assisti o filme essa semana.
√Č bom, mas nada extraordin√°rio. Recomendado s√≥ pra quem gosta muito de hist√≥ria ou tem curiosidade pelo tema (leia-se: ouviu falar de Hip√°tia ap√≥s assistir Cosmos do Carl Sagan).

O outro filme do mesmo diretor (Mar Adentro), embora trate de outro tema, é bem melhor.

No filme, bem no começo, a "segunda" biblioteca de Alexandria é invadida e queimada por cristãos. Anos depois, alguns dos alunos da Hipátia se tornam políticos/líderes religiosos importantes, e a partir da relação entre os políticos e religiosos com a Hipátia é que o filme se desenvolve.
Boa parte do filme mostra essa relação entre governantes e religiosos, enquanto que a protagonista fica investigando o modelo do sistema solar (heliocentrista x geocentrista) , meio que alheia à grande parte da agitação política.

Rachel Weiz como Hipátia dá um show, enquanto que o resto do elenco não chama a atenção.
Algumas cenas "√† l√°" Google Earth chamam aten√ß√£o, e d√£o uma sensa√ß√£o legal da "import√Ęncia" dos acontecimentos. Embora tenham com certeza mudado a hist√≥ria, quando comparados com o resto do universo s√£o quase insignificantes.

O filme tem bastante "erros" quanto à parte histórica, sendo que na realidade a Hipátia morreu por motivos principalmente políticos, com praticamente nada a ver com ciência ou liberdade de pensamento.. .

Resumo: filme bonzinho, com alguns erros históricos. Assista somente se não tiver nada melhor pra fazer.

2010/3/23 Paulo - yahoo <psdias2@yahoo. com.br>


Ol√° !
 
Se gostam de filmes hist√≥ricos, sugiro dar uma olhada no "trailer" de "√Āgora",
que mostra um pouco da vida da s√°bia "Hypatia" (astr√īnoma, matem√°tica, etc.),
que lecionava na famosa "biblioteca de Alexandria":
 
 
Como podem antever pelo trailer, as cenas são muito bem feitas (provavelmente, quase tudo através
de computação gráfica).
 
Como é comum em filmes, além dos eventos históricos, o enredo cria um pequeno "drama", vivido por um dos escravos
de Hypatia, que é apaixonado por ela, e vive o dilema entre manter-se ao lado de sua mestra ou seguir a "nova" religião
dos crist√£os.
 
A meu ver, o ponto forte do filme nem √© a vida de Hypatia em si, mas sim mostrar o qu√£o absurdas s√£o as atitudes humanas
por brigas religiosas (crist√£os x judeus x pag√£os), geradoras de grandes atrocidades.
 
Obs.: O diretor √© o premiado espanhol Alejandro Amen√°bar (acho que seu filme mais famoso √© "Os Outros").
 
Paulo





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SUBJECT: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/03/2010 08:20

Ola Nando,
 
Não conheço a história, mas pensei q só a religião matasse ::))
 
Abs
Felipe

--- Em ter, 23/3/10, - - <nando.str@gmail.com> escreveu:

De: - - <nando.str@gmail.com>
Assunto: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 23 de Março de 2010, 21:12

 
Assisti o filme essa semana.
√Č bom, mas nada extraordin√°rio. Recomendado s√≥ pra quem gosta muito de hist√≥ria ou tem curiosidade pelo tema (leia-se: ouviu falar de Hip√°tia ap√≥s assistir Cosmos do Carl Sagan).

O outro filme do mesmo diretor (Mar Adentro), embora trate de outro tema, é bem melhor.

No filme, bem no começo, a "segunda" biblioteca de Alexandria é invadida e queimada por cristãos. Anos depois, alguns dos alunos da Hipátia se tornam políticos/líderes religiosos importantes, e a partir da relação entre os políticos e religiosos com a Hipátia é que o filme se desenvolve.
Boa parte do filme mostra essa relação entre governantes e religiosos, enquanto que a protagonista fica investigando o modelo do sistema solar (heliocentrista x geocentrista) , meio que alheia à grande parte da agitação política.

Rachel Weiz como Hipátia dá um show, enquanto que o resto do elenco não chama a atenção.
Algumas cenas "√† l√°" Google Earth chamam aten√ß√£o, e d√£o uma sensa√ß√£o legal da "import√Ęncia" dos acontecimentos. Embora tenham com certeza mudado a hist√≥ria, quando comparados com o resto do universo s√£o quase insignificantes.

O filme tem bastante "erros" quanto à parte histórica, sendo que na realidade a Hipátia morreu por motivos principalmente políticos, com praticamente nada a ver com ciência ou liberdade de pensamento.. .

Resumo: filme bonzinho, com alguns erros históricos. Assista somente se não tiver nada melhor pra fazer.

2010/3/23 Paulo - yahoo <psdias2@yahoo. com.br>


Ol√° !
 
Se gostam de filmes hist√≥ricos, sugiro dar uma olhada no "trailer" de "√Āgora",
que mostra um pouco da vida da s√°bia "Hypatia" (astr√īnoma, matem√°tica, etc.),
que lecionava na famosa "biblioteca de Alexandria":
 
 
Como podem antever pelo trailer, as cenas são muito bem feitas (provavelmente, quase tudo através
de computação gráfica).
 
Como é comum em filmes, além dos eventos históricos, o enredo cria um pequeno "drama", vivido por um dos escravos
de Hypatia, que é apaixonado por ela, e vive o dilema entre manter-se ao lado de sua mestra ou seguir a "nova" religião
dos crist√£os.
 
A meu ver, o ponto forte do filme nem √© a vida de Hypatia em si, mas sim mostrar o qu√£o absurdas s√£o as atitudes humanas
por brigas religiosas (crist√£os x judeus x pag√£os), geradoras de grandes atrocidades.
 
Obs.: O diretor √© o premiado espanhol Alejandro Amen√°bar (acho que seu filme mais famoso √© "Os Outros").
 
Paulo





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SUBJECT: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: José Victor <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/03/2010 10:38

ÔĽŅ
Também, também.
 
Sds,
 
Victor.
----- Original Message -----
From: luiz silva
Sent: Wednesday, March 24, 2010 8:17 AM
Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

Ola Victor,
 
Assim como est√° cheia de Hitlers, Stalins, etc......etc......etc....

--- Em qua, 24/3/10, JVictor <j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:

De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 24 de Março de 2010, 6:23

 

Um dos estudiosos do assunto comenta:

"A trag√©dia de Hip√°tia foi ter vivido numa √©poca de luta entre o paganismo e o cristianismo que, na sua √©poca, se tentava apoderar dos centros importantes ent√£o existentes. Hip√°tia era uma ilustre pag√£ e, em 415, a ira dos crist√£os abateu-se sobre ela. Quando regressava do Museu, foi assaltada em plena rua pelos seguidores de S√£o Cirilo e lapidada. Posteriormente o seu corpo foi lacerado com conchas de ostra, ou cacos de cer√Ęmica, consoante as vers√Ķes existentes. Os seus membros ensanguentados foram exibidos nas ruas. "

Mas, e as lutas entre "pagãos e cristãos" continuam, hoje de maneira moderna, é verdade mas continuam.

Apenas n√£o se descarnam os oponentes. Ao menos, de maneira p√ļblica...

√Č isso. A hist√≥ria est√° cheia de  acontecimentos assim, protagonizados pelas religi√Ķes - em qq forma -  e seus fan√°ticos de plant√£o.

Quanto ao filme, n√£o o assistirei,  pois j√° sei que a mocinha, morre no final...

Sds,

Victor.

   

 
 
----- Original Message -----
From: - -
Sent: Tuesday, March 23, 2010 9:12 PM
Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 
Assisti o filme essa semana.
√Č bom, mas nada extraordin√°rio. Recomendado s√≥ pra quem gosta muito de hist√≥ria ou tem curiosidade pelo tema (leia-se: ouviu falar de Hip√°tia ap√≥s assistir Cosmos do Carl Sagan).

O outro filme do mesmo diretor (Mar Adentro), embora trate de outro tema, é bem melhor.

No filme, bem no começo, a "segunda" biblioteca de Alexandria é invadida e queimada por cristãos. Anos depois, alguns dos alunos da Hipátia se tornam políticos/líderes religiosos importantes, e a partir da relação entre os políticos e religiosos com a Hipátia é que o filme se desenvolve.
Boa parte do filme mostra essa relação entre governantes e religiosos, enquanto que a protagonista fica investigando o modelo do sistema solar (heliocentrista x geocentrista) , meio que alheia à grande parte da agitação política.

Rachel Weiz como Hipátia dá um show, enquanto que o resto do elenco não chama a atenção.
Algumas cenas "√† l√°" Google Earth chamam aten√ß√£o, e d√£o uma sensa√ß√£o legal da "import√Ęncia" dos acontecimentos. Embora tenham com certeza mudado a hist√≥ria, quando comparados com o resto do universo s√£o quase insignificantes.

O filme tem bastante "erros" quanto à parte histórica, sendo que na realidade a Hipátia morreu por motivos principalmente políticos, com praticamente nada a ver com ciência ou liberdade de pensamento.. .

Resumo: filme bonzinho, com alguns erros históricos. Assista somente se não tiver nada melhor pra fazer.

2010/3/23 Paulo - yahoo <psdias2@yahoo. com.br>


Ol√° !
 
Se gostam de filmes hist√≥ricos, sugiro dar uma olhada no "trailer" de "√Āgora",
que mostra um pouco da vida da s√°bia "Hypatia" (astr√īnoma, matem√°tica, etc.),
que lecionava na famosa "biblioteca de Alexandria":
 
 
Como podem antever pelo trailer, as cenas são muito bem feitas (provavelmente, quase tudo através
de computação gráfica).
 
Como é comum em filmes, além dos eventos históricos, o enredo cria um pequeno "drama", vivido por um dos escravos
de Hypatia, que é apaixonado por ela, e vive o dilema entre manter-se ao lado de sua mestra ou seguir a "nova" religião
dos crist√£os.
 
A meu ver, o ponto forte do filme nem √© a vida de Hypatia em si, mas sim mostrar o qu√£o absurdas s√£o as atitudes humanas
por brigas religiosas (crist√£os x judeus x pag√£os), geradoras de grandes atrocidades.
 
Obs.: O diretor √© o premiado espanhol Alejandro Amen√°bar (acho que seu filme mais famoso √© "Os Outros").
 
Paulo





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SUBJECT: ‚ÄúNature By Numbers‚ÄĚ: Fibonacci e a matem√°tica como descri√ß√£o do mundo
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 24/03/2010 12:58

‚ÄúNature By Numbers‚ÄĚ: Fibonacci e a matem√°tica como descri√ß√£o do mundo

Assista ao vídeo

No início do século XIII, um certo Leonardo de Pisa investigou o problema do que aconteceria a um casal de coelhos. O casal faria o que casais (de coelhos, pelo menos) inevitavelmente fazem assim que podem, e geraria mais coelhinhos. Suponha que a cada mês cada casal de coelhos gere um novo casal, e que esse casal depois de um mês gere outro casal, e assim por diante. A nada milagrosa multiplicação dos coelhos. Você começaria com 1 casal, no mês seguinte teria 2 casais, então 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55…

fibonacci02

Esta sequ√™ncia de n√ļmeros (a rigor come√ßando com 0 e 1) seria conhecida como n√ļmeros de Fibonacci, como Leonardo de Pisa tamb√©m seria melhor conhecido, e h√° v√°rias curiosidades nesta sequ√™ncia, como o fato de que a raz√£o entre os n√ļmeros adjacentes tende a convergir para o valor de ~1,61, que √© nada menos que a raz√£o √°urea, ou phi.

Mas estes dois par√°grafos mal escritos nem come√ßam a fazer jus ao que em pouco mais de tr√™s minutos o espanhol Cristobal Vila consegue ilustrar em ‚ÄúNature By Numbers‚ÄĚ, o v√≠deo no topo deste post. Iniciando com a sequ√™ncia de Fibonacci, a anima√ß√£o computadorizada logo enche os olhos com a constru√ß√£o da espiral √°urea e passa para como esta ordem matem√°tica poderia ser vista na natureza, como a concha de um Nautilus, a disposi√ß√£o das sementes de um girassol e os alv√©olos de uma lib√©lula ‚Äď estes, dispostos no v√≠deo de acordo com diagramas de Voronoi.

Depois de assistir ao v√≠deo, n√£o deixe de conferir tamb√©m ‚Äúa teoria por tr√°s do filme‚ÄĚ, oferecida pelo pr√≥prio autor, dispon√≠vel em ingl√™s e espanhol. E a√≠, voc√™ poder√° descobrir algo al√©m das belas imagens, algo chocante. Uma conspira√ß√£o promovida por muitos educadores e divulgadores de ci√™ncia j√° h√° muito tempo!

Descubra o que n√£o querem que voc√™ saiba, qual o verdadeiro significado da ‚Äúconspira√ß√£o Fibonacci‚ÄĚ e a natureza matem√°tica na continua√ß√£o.


SUBJECT: RES: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: √Ālvaro Augusto (P) <alvaro@electrapower.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/03/2010 13:58

Acho que a grande tragédia do episódio não é a morte de Hipátia, mas sim a destruição da Biblioteca de Alexandria. Fico curioso para saber qual viés o diretor deu ao filme. Será pró-cristão ou pró-pagão?

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

 

 

 

 

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de José Victor
Enviada em: quarta-feira, 24 de março de 2010 10:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

 

ÔĽŅ

Também, também.

 

Sds,

 

Victor.

----- Original Message -----

From: luiz silva

Sent: Wednesday, March 24, 2010 8:17 AM

Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

 

Ola Victor,

 

Assim como est√° cheia de Hitlers, Stalins, etc......etc......etc....

--- Em qua, 24/3/10, JVictor <j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:


De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 24 de Março de 2010, 6:23

 

Um dos estudiosos do assunto comenta:

"A trag√©dia de Hip√°tia foi ter vivido numa √©poca de luta entre o paganismo e o cristianismo que, na sua √©poca, se tentava apoderar dos centros importantes ent√£o existentes. Hip√°tia era uma ilustre pag√£ e, em 415, a ira dos crist√£os abateu-se sobre ela. Quando regressava do Museu, foi assaltada em plena rua pelos seguidores de S√£o Cirilo e lapidada. Posteriormente o seu corpo foi lacerado com conchas de ostra, ou cacos de cer√Ęmica, consoante as vers√Ķes existentes. Os seus membros ensanguentados foram exibidos nas ruas. "

Mas, e as lutas entre "pagãos e cristãos" continuam, hoje de maneira moderna, é verdade mas continuam.

Apenas n√£o se descarnam os oponentes. Ao menos, de maneira p√ļblica...

√Č isso. A hist√≥ria est√° cheia de  acontecimentos assim, protagonizados pelas religi√Ķes - em qq forma -  e seus fan√°ticos de plant√£o.

Quanto ao filme, n√£o o assistirei,  pois j√° sei que a mocinha, morre no final...

Sds,

Victor.

   

 

 

----- Original Message -----

From: - -

Sent: Tuesday, March 23, 2010 9:12 PM

Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

 

Assisti o filme essa semana.
√Č bom, mas nada extraordin√°rio. Recomendado s√≥ pra quem gosta muito de hist√≥ria ou tem curiosidade pelo tema (leia-se: ouviu falar de Hip√°tia ap√≥s assistir Cosmos do Carl Sagan).

O outro filme do mesmo diretor (Mar Adentro), embora trate de outro tema, é bem melhor.

No filme, bem no começo, a "segunda" biblioteca de Alexandria é invadida e queimada por cristãos. Anos depois, alguns dos alunos da Hipátia se tornam políticos/líderes religiosos importantes, e a partir da relação entre os políticos e religiosos com a Hipátia é que o filme se desenvolve.
Boa parte do filme mostra essa relação entre governantes e religiosos, enquanto que a protagonista fica investigando o modelo do sistema solar (heliocentrista x geocentrista) , meio que alheia à grande parte da agitação política.

Rachel Weiz como Hipátia dá um show, enquanto que o resto do elenco não chama a atenção.
Algumas cenas "√† l√°" Google Earth chamam aten√ß√£o, e d√£o uma sensa√ß√£o legal da "import√Ęncia" dos acontecimentos. Embora tenham com certeza mudado a hist√≥ria, quando comparados com o resto do universo s√£o quase insignificantes.

O filme tem bastante "erros" quanto à parte histórica, sendo que na realidade a Hipátia morreu por motivos principalmente políticos, com praticamente nada a ver com ciência ou liberdade de pensamento.. .

Resumo: filme bonzinho, com alguns erros históricos. Assista somente se não tiver nada melhor pra fazer.

2010/3/23 Paulo - yahoo <psdias2@yahoo. com.br>

 

Ol√° !

 

Se gostam de filmes hist√≥ricos, sugiro dar uma olhada no "trailer" de "√Āgora",

que mostra um pouco da vida da s√°bia "Hypatia" (astr√īnoma, matem√°tica, etc.),

que lecionava na famosa "biblioteca de Alexandria":

 

 

Como podem antever pelo trailer, as cenas são muito bem feitas (provavelmente, quase tudo através

de computação gráfica).

 

Como é comum em filmes, além dos eventos históricos, o enredo cria um pequeno "drama", vivido por um dos escravos

de Hypatia, que é apaixonado por ela, e vive o dilema entre manter-se ao lado de sua mestra ou seguir a "nova" religião

dos crist√£os.

 

A meu ver, o ponto forte do filme nem √© a vida de Hypatia em si, mas sim mostrar o qu√£o absurdas s√£o as atitudes humanas

por brigas religiosas (crist√£os x judeus x pag√£os), geradoras de grandes atrocidades.

 

Obs.: O diretor √© o premiado espanhol Alejandro Amen√°bar (acho que seu filme mais famoso √© "Os Outros").

 

Paulo

 

 


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Duvida - Relatividade
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/03/2010 19:20

Roberto, quando falo em avançar é refletir sobre as possibilidades com base
no que j√° temos conhecimento relativo mas movimentando os neur√īnios para o
ainda não conhecido existente observado de maneira indireta, isto é,
"apenas" cerca de 95% do nosso Universo. Tergiversar sobre as quest√Ķes que
est√£o a√≠ pendentes de entendimento e explica√ß√Ķes, n√£o vai avan√ßar o
raciocínio sobre isso. O movimento das partículas a zero Kelvin não é o
mesmo movimento existente quando os √°tomos se estruturam "normalmente".
Carga elétrica dessas "partículas" quem há de afirmar? Considerar que a
matéria a zero Kelvin tem energia potencial devido a gravidade desvia o foco
da quest√£o para outras, digamos, singularidades...
Abraços
José Renato
ET. O artigo que Victor postou sobre energia e matéria escura está em acordo
com esse convite de avançar além do que os outros já avançaram há tempos.
Sent: Thursday, March 18, 2010 7:15 PM
Subject: [ciencialist] energia escura, novas velhas notícias...
...........................................

----- Original Message -----
From: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, March 16, 2010 5:25 AM
Subject: [ciencialist] Re: Duvida - Relatividade


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@...>
> Roberto escreveu:
> De resto: "Se tem energia, ent√£o n√£o se pode falar que seja um nada.
> *Se n√£o tem energia*, ent√£o se pode falar em singularidade."
................................
> Takata, fica muito f√°cil repetir isso como se fosse uma resposta
> adequada, verdadeira e inquestionável. Podemos avançar?

Se 'avançar' significa que algo com energia seja um nada ou que uma
singularidade exista qdo n√£o se tem energia, ent√£o n√£o. A menos que vc
apresente dados fatuais em contr√°rio.

> Como ent√£o continuar a falar em singularidade ao estado anterior ao
> big-bang com toda a energia do universo concentrada em um pequeno
> espaço, segundo a teoria?

Justamente porque *h√°* (ou haveria) energia - embora o uso do termo
"anterior" seja um tanto quanto problem√°tico.

> Lembrar que a matéria a zero Kelvin, teoricamente, tem estrutura e
> comportamentos especiais e diversos de quando se aquece um mínimo
> que seja: é um dos estados da matéria conhecido como condensado
> Bose-Einstein.

1) Agora vc est√° misturando tudo. Sim, pela teoria qu√Ęntica atual mesmo em
zero Kelvin, há movimentação das partículas. O que aliás, contradiz sua
afirmação anteriro>

> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@>
> > Teoricamente a matéria em um ambiente a zero Kelvin não tem
> > energia

2) Mesmo que não houvesse movimento, valeria a minha contestação a essa
afirmação:

> Não é verdade. A 0K apenas não há energia térmica. Por exemplo, um
> kg de algo a zero K a um metro acima de um ponto de referência em
> um campo gravitacional de g=10 m/s2 ter√° energia gravitacional
> potencial de 10 J em relação ao ponto de referência.
>
> O corpo ainda pode ter energia química, nuclear, elétrica, etc.

[]s,

Roberto Takata



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Atualizado em 18/03/2010




SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/03/2010 19:56

Anacronicamente, Hip√°tia teve muito pouco de pag√£ no filme, e foi
representada como uma professora que acreditava quase somente na
"filosofia" (em uma versão muito parecida com a ciência moderna).

O diretor representou os crist√£os como radicais, intolerantes e
agressivos , a ponto de os pagãos, que também tiveram seus momentos de
f√ļria , terem parecido muito mais tolerantes.

Eu diria que o filme não é pró-cristão, nem pró-pagão, mas que certamente
representa o cristianismo de maneira muito mais negativa do que o
paganismo, que fica praticamente obscurecido nas atividades corriqueiras
dos personagens.

Não houve nenhum tipo de representação sobre as divergencias e lutas entre
diferentes grupos crist√£os, lutas que eram t√£o importantes (ou mais) do
que as que havia entre crist√£os e pag√£os . No m√°ximo, algumas discuss√Ķes
entre altos funcion√°rios do governo.

Mas.. talvez fosse mesmo coisa pra outro filme.




Em Wed, 24 Mar 2010 13:58:50 -0300, √Ālvaro Augusto (P)
<alvaro@electrapower.com.br> escreveu:

> Acho que a grande tragédia do episódio não é a morte de Hipátia, mas sim
> a destruição da Biblioteca de Alexandria. Fico curioso para saber qual
> viés o diretor deu ao filme. Será pró-cristão ou pró-pagão?
>
>
> [ ]s
>
>
> Alvaro Augusto
>
>
>
>
>
>
>
> De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de José Victor
> Enviada em: quarta-feira, 24 de março de 2010 10:39
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Assunto: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
>
>
>
> ÔĽŅ
>
> Também, também.
>
>
> Sds,
>
>
> Victor.
>
> ----- Original Message -----
>
> From: luiz silva <mailto:luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
>
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>
> Sent: Wednesday, March 24, 2010 8:17 AM
>
> Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
>
>
>
>
> Ola Victor,
>
>
> Assim como est√° cheia de Hitlers, Stalins, etc......etc......etc....
>
> --- Em qua, 24/3/10, JVictor <j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:
>
>
> De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
> Assunto: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Quarta-feira, 24 de Março de 2010, 6:23
>
>
> Um dos estudiosos do assunto comenta:
>
> "A tragédia de Hipátia foi ter vivido numa época de luta entre o
> paganismo e o cristianismo que, na sua época, se tentava apoderar dos
> centros importantes ent√£o existentes. Hip√°tia era uma ilustre pag√£ e, em
> 415, a ira dos crist√£os abateu-se sobre ela. Quando regressava do Museu,
> foi assaltada em plena rua pelos seguidores de S√£o Cirilo e lapidada.
> Posteriormente o seu corpo foi lacerado com conchas de ostra, ou cacos
> de cer√Ęmica, consoante as vers√Ķes existentes. Os seus membros
> ensanguentados foram exibidos nas ruas. "
>
> Mas, e as lutas entre "pag√£os e crist√£os" continuam, hoje de maneira
> moderna, é verdade mas continuam.
>
> Apenas n√£o se descarnam os oponentes. Ao menos, de maneira p√ļblica...
>
> √Č isso. A hist√≥ria est√° cheia de acontecimentos assim, protagonizados
> pelas religi√Ķes - em qq forma - e seus fan√°ticos de plant√£o.
>
> Quanto ao filme, n√£o o assistirei, pois j√° sei que a mocinha, morre no
> final...
>
> Sds,
>
> Victor.
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
>
> From: - -
> <http://br.mc657.mail.yahoo.com/mc/compose?to=nando.str@gmail.com>
>
> To: ciencialist@
> <http://br.mc657.mail.yahoo.com/mc/compose?to=ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> yahoogrupos. com.br
>
> Sent: Tuesday, March 23, 2010 9:12 PM
>
> Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
>
>
>
> Assisti o filme essa semana.
> √Č bom, mas nada extraordin√°rio. Recomendado s√≥ pra quem gosta muito de
> história ou tem curiosidade pelo tema (leia-se: ouviu falar de Hipátia
> após assistir Cosmos do Carl Sagan).
>
> O outro filme do mesmo diretor (Mar Adentro), embora trate de outro
> tema, é bem melhor.
>
> No filme, bem no começo, a "segunda" biblioteca de Alexandria é invadida
> e queimada por crist√£os. Anos depois, alguns dos alunos da Hip√°tia se
> tornam políticos/líderes religiosos importantes, e a partir da relação
> entre os políticos e religiosos com a Hipátia é que o filme se
> desenvolve.
> Boa parte do filme mostra essa relação entre governantes e religiosos,
> enquanto que a protagonista fica investigando o modelo do sistema solar
> (heliocentrista x geocentrista) , meio que alheia à grande parte da
> agitação política.
>
> Rachel Weiz como Hip√°tia d√° um show, enquanto que o resto do elenco n√£o
> chama a atenção.
> Algumas cenas "à lá" Google Earth chamam atenção, e dão uma sensação
> legal da "import√Ęncia" dos acontecimentos. Embora tenham com certeza
> mudado a história, quando comparados com o resto do universo são quase
> insignificantes.
>
> O filme tem bastante "erros" quanto à parte histórica, sendo que na
> realidade a Hipátia morreu por motivos principalmente políticos, com
> praticamente nada a ver com ciência ou liberdade de pensamento.. .
>
> Resumo: filme bonzinho, com alguns erros históricos. Assista somente se
> n√£o tiver nada melhor pra fazer.
>
> 2010/3/23 Paulo - yahoo <psdias2@yahoo. com.br
> <http://br.mc657.mail.yahoo.com/mc/compose?to=psdias2@yahoo.com.br> >
>
>
> Ol√° !
>
>
> Se gostam de filmes históricos, sugiro dar uma olhada no "trailer" de
> "√Āgora",
>
> que mostra um pouco da vida da s√°bia "Hypatia" (astr√īnoma, matem√°tica,
> etc.),
>
> que lecionava na famosa "biblioteca de Alexandria":
>
>
> http://mais. uol.com.br/ view/a56q6zv70hw b/trailer-
> <http://mais.uol.com.br/view/a56q6zv70hwb/trailer-do-filme-agora-0402306EC0991346?types=A>
> do-filme- agora-0402306EC0 991346?types= A&
>
>
> Como podem antever pelo trailer, as cenas s√£o muito bem feitas
> (provavelmente, quase tudo através
>
> de computação gráfica).
>
>
> Como é comum em filmes, além dos eventos históricos, o enredo cria um
> pequeno "drama", vivido por um dos escravos
>
> de Hypatia, que é apaixonado por ela, e vive o dilema entre manter-se ao
> lado de sua mestra ou seguir a "nova" religi√£o
>
> dos crist√£os.
>
>
> A meu ver, o ponto forte do filme nem é a vida de Hypatia em si, mas sim
> mostrar o qu√£o absurdas s√£o as atitudes humanas
>
> por brigas religiosas (crist√£os x judeus x pag√£os), geradoras de grandes
> atrocidades.
>
>
> Obs.: O diretor é o premiado espanhol Alejandro Amenábar (acho que seu
> filme mais famoso é "Os Outros").
>
>
> Paulo
>
>
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> _____
>
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Usando o revolucion√°rio cliente de e-mail do Opera:
http://www.opera.com/mail/


SUBJECT: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: - - <nando.str@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/03/2010 21:00

"Pró-ateu" e/ou "pró-ciência", com certeza. Isso fica bem claro na hora em que um bispo lê a carta de Paulo a Timóteo, para justificar a "domesticação" da Hipátia:

"I desire women to dress modestly, with decency and propriety, not with braided hair or gold or pearls or expensive clothes, but with good deeds... Let a woman learn in quietness and in full submission. I do not permit a woman to teach or to have authority over a man, but to be in silence."

Fica a impressão que, do mesmo jeito que os fanáticos religiosos da época "calaram uma cientista" há fanáticos hoje tentando fazer o mesmo, mas desta vez sem usar de tanta violência física.
O diretor aparentemente √© ateu, ou ao menos contra religi√Ķes organizadas, como o outro filme dele "Mar Adentro" mostrou.

2010/3/24 √Ālvaro Augusto (P) <alvaro@electrapower.com.br>


Acho que a grande tragédia do episódio não é a morte de Hipátia, mas sim a destruição da Biblioteca de Alexandria. Fico curioso para saber qual viés o diretor deu ao filme. Será pró-cristão ou pró-pagão?

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

 



SUBJECT: Re: Duvida - Relatividade
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/03/2010 03:32

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@...>
> Roberto, quando falo em avançar é refletir sobre as possibilidades
> com base no que j√° temos conhecimento relativo mas movimentando os
> neur√īnios para o ainda n√£o conhecido existente observado de maneira
> indireta, isto é, "apenas" cerca de 95% do nosso Universo.

Nada na energia e na matéria escuras apontam para existência de singularidade sem energia ou que energia seja nada. Beeeeeeem ao ocntrário.

> O movimento das partículas a zero Kelvin não é o mesmo movimento
> existente quando os √°tomos se estruturam "normalmente".

Do que n√£o se conclui que a 0K n√£o haja energia no sistema.

> Carga elétrica dessas "partículas" quem há de afirmar?

A carga elétrica no sistema é conservada.

> Considerar que a matéria a zero Kelvin tem energia potencial devido
> a gravidade desvia o foco da quest√£o para outras, digamos,
> singularidades...

Pode perfeitamente ter energia potencial gravitacional - normalmente o ter√°. Sistema 0K *tem* energia.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/03/2010 03:35

Bem,

Pelo menos Perelman n√£o rasgou dinheiro, rere.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "JVictor" <j.victor.neto@...>
> Ol√°,
> Cada mania!
> Recusar dinheiro, ainda mais seu, por direito, por mérito pessoal?
>
> √Č muito bom n√£o chegar perto, sobretudo se houver tijolos ao seu
> alcance.
> Quem avisa amigo é.
>
> Sds,
> Victor.
>
>
>
> 23/03/2010 - 17h07
> Gênio russo esnoba prêmio de US$ 1 milhão após solucionar problema clássico
> Do UOL Notícias*



SUBJECT: A conjectura de Poincaré.
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/03/2010 11:13

Pensamento abstrato?  Eis o que √© isso!
Pensando bem, acho que nem mesmo Einstein iria t√£o fundo nessas coisas.
Agora, paixão mesmo por matemática, desse tipo, à la Hilbert ou Poincaré,
o Clay tem de sobra. Pois, desfazer-se de alguns milh√£ozinhos de verdinhas, s√≥ para ver
o deslinde de algo como uma dessas conjecturas, √©  igualamente maluco.
Eu mesmo não daria um vintém.
 
A seguir um pequeno histório dessa saga, pinçada da internet.
 
Victor.
 

A Conjectura de Poincaré

Pedro Luiz Queiroz Pergher


Recentemente o norte-americano Landon Clay, um milion√°rio
apaixonado pelo universo dos n√ļmeros, ofereceu sete pr√™mios de 1 milh√£o de
dólares cada para quem resolver aquilo que ele chama de os "sete enigmas
do milênio". Esses problemas matemáticos, selecionados por uma comissão de
quatro renomados cientistas (um dos quais foi o inglês Andrew Wiles, que
em 1995 demonstrou o √öltimo Teorema de Fermat), est√£o entre os mais
conhecidos e intrigantes do mundo da ciência. A premiação do Instituto
Clay de Matemática - a fundação de pesquisas mantida pelo ricaço americano
- repete o desafio lançado há exatamente 100 anos atrás pelo alemão David
Hilbert, um dos mais importantes matemáticos da história. Em agosto de
1900, durante um congresso internacional em Paris, Hilbert submeteu 23
hip√≥teses √† sagacidade de cientistas contempor√Ęneos. Muitas permanecem sem
comprovação formal até hoje.

Jules Henri Poincar√© (1854-1912), o autor da conjectura que leva seu nome, viveu na Fran√ßa e foi contempor√Ęneo de Hilbert. Usufruiu em seu tempo de enorme popularidade, pois foi precursor do estilo Carl Sagan, o tipo do cientista que sabe comunicar-se com o p√ļblico e dar √† ci√™ncia um sabor popular. O trabalho cient√≠fico de Poincar√© teve grande repercuss√£o na Cosmogonia, na Teoria da Relatividade e na Matem√°tica, especialmente nas √°reas de Topologia e Equa√ß√Ķes Diferenciais. Dedicou-se tamb√©m √† Filosofia da Ci√™ncia.

A conjectura de Poincaré é relacionada com o problema da classificação das variedades fechadas n-dimensionais. Uma variedade n-dimensional é um espaço topológico tal que cada um de seus pontos possui ou uma vizinhança homeomorfa ao disco aberto do espaço euclidiano Rn (pontos interiores) ou uma vizinhança homeomorfa ao disco semi-aberto de Rn (pontos de bordo). A variedade é dita ser "fechada" se for compacta e não possuir pontos de bordo. Para visualizarmos como devem ser tais objetos, observamos que o próprio disco n-dimensional fechado é uma variedade compacta, mas não fechada por possuir pontos de bordo, enquanto que o n-disco aberto é uma variedade sem pontos de bordo que não é fechada, por não ser compacta. A esfera e o toro bidimensional, que são variedades fechadas 2-dimensionais, ilustram bem o aspecto de tais objetos.

A esfera √© um exemplo de variedade fechada 2-dimensional. A menos de homeomorfismo, dentre as variedades fechadas de dimens√£o 2, √© a √ļnica simplesmente conexa.

O toro, o bi-toro e o tri-toro são representantes de três classes diferentes de variedades fechadas 2-dimensionais.

Resolver o problema da classifica√ß√£o das variedades fechadas n-dimensionais seria obter um cat√°logo completo de tais objetos, a menos de homeomorfismo (estamos sempre supondo variedades conexas). Para n = 1 esse problema est√° resolvido, pois sabe-se que a √ļnica variedade fechada 1-dimensional √© a circunfer√™ncia S1 (uma demonstra√ß√£o deste fato pode ser encontrada em [2]). As variedades fechadas 2-dimensionais tamb√©m j√° est√£o classificadas, e a quantidade das mesmas √© infinita e enumer√°vel (para maiores detalhes a respeito da classifica√ß√£o das variedades fechadas bidimensionais vide por exemplo [6]). Por outro lado, atrav√©s de um argumento baseado na impossibilidade de se resolver o famoso "problema das palavras", sabe-se que √© imposs√≠vel classificar as variedades fechadas 4-dimensionais (vide [3], [4] e [5]). Desta forma, a classifica√ß√£o das variedades fechadas tridimensionais persiste ainda como um grande enigma, pois al√©m de n√£o ser conhecida n√£o se sabe ao menos se a mesma √© poss√≠vel.

A classifica√ß√£o das variedades bidimensionais atr√°s mencionada tem conex√£o √≠ntima com um invariante alg√©brico muito importante, chamado "grupo fundamental". O grupo fundamental de um espa√ßo topol√≥gico X √© o grupo constitu√≠do pelas classes de homotopia de la√ßos em X com ponto base fixado (sendo que dentro de uma classe de homotopia um la√ßo pode ser continuamente deformado em outro la√ßo de tal sorte que durante a deforma√ß√£o o ponto base se mant√©m fixo), e a opera√ß√£o entre dois tais objetos √© dada pela justaposi√ß√£o de la√ßos. A conex√£o acima referida √© o fato de que duas variedades fechadas bidimensionais s√£o homeomorfas se, e somente se, seus grupos fundamentais forem isomorfos. Desta forma, a classe de homeomorfismo de uma variedade bidimensional fechada √© completamente determinada pela classe de isomorfismo de seu grupo fundamental. A esfera bidimensional S2 √© uma das variedades fechadas bidimensionais, e como todo la√ßo em S2 pode se contrair homotopicamente no ponto base, com este √ļltimo permanecendo fixado durante o processo de deforma√ß√£o, existe uma √ļnica classe de homotopia de la√ßos com ponto base em S2, o que significa dizer que o grupo fundamental de S2 √© o grupo nulo; em matem√°tica, tal fen√īmeno √© tecnicamente expresso pela frase "a esfera S2 √© simplesmente conexa". Em outras palavras, a √ļnica variedade fechada bidimensional simplesmente conexa √©, a menos de homeomorfismo, a esfera S2. A conjectura de Poincar√© √© exatamente o an√°logo deste fen√īmeno para n = 3: a esfera tridimensional S3 √© uma variedade fechada simplesmente conexa, e a quest√£o por tr√°s da famosa conjectura √© saber se S3 √© ou n√£o, a menos de homeomorfismo, a √ļnica variedade fechada tridimensional com tal propriedade. Traduzindo de outra forma, acreditar na validade da conjectura de Poincar√© √© ter a esperan√ßa de que, √† semelhan√ßa do que ocorre no mundo bidimensional com todas as variedades fechadas, o grupo fundamental determine completamente a classe de homeomorfismo no mundo tridimensional pelo menos no caso particular da esfera S3.

Olhando por esse prisma, outras conjecturas na mesma dire√ß√£o poderiam ser formuladas; por exemplo, o produto cartesiano S2√óS1 √© uma variedade fechada tridimensional cujo grupo fundamental √© o grupo dos inteiros Z, e na mesma linha questiona-se se S2√óS1 √© ou n√£o a √ļnica variedade fechada tridimensional com grupo fundamental isomorfo a Z.

Os invariantes alg√©bricos conhecidos (como por exemplo homologia e cohomologia) n√£o s√£o suficientemente poderosos para dar qualquer informa√ß√£o sobre a conjectura de Poincar√©, uma vez que, para variedades fechadas tridimensionais, o grupo fundamental determina completamente tais invariantes. Desta forma, na dire√ß√£o de se tentar provar que a conjectura √© falsa, uma alternativa seria criar um novo invariante alg√©brico que primeiramente e para as variedades fechadas tridimensionais n√£o fosse determinado pelo grupo fundamental, e a partir da√≠ localizar dentro da classe especial de homeomorfismo das variedades fechadas tridimensionais que cont√™m as variedades simplesmente conexas dois elementos tais que o invariante novo acima referido associado aos mesmos produzisse dois objetos alg√©bricos n√£o isomorfos; mas isto constitui-se em tarefa extremamente dif√≠cil e a qual certamente j√° foi fartamente tentada, raz√£o pela qual ela vale um milh√£o de d√≥lares.

Cumpre observar que, para n 4, diferentemente do que ocorre para n = 3 e n = 2, o grupo fundamental não determina a homologia e a cohomologia da variedade. Em outras palavras, para cada n 4 é possível encontrar variedades fechadas n-dimensionais simplesmente conexas mas com homologias (ou cohomologias) não isomorfas, o que significa dizer que as variedades em questão não são homeomorfas; desta forma, a conjectura de Poincaré na forma em que é formulada para n = 3 não é verdadeira para n 4. Uma formulação adequada da conjectura de Poincaré para n 4 deveria contemplar, portanto, a imposição de que as homologias e cohomologias da variedade em questão fossem iguais às da esfera, fato esse que é automático para n = 3 ou 2. Por outro lado, em função das especificidades da homologia da esfera, é verdadeiro o fato de que se uma variedade fechada n-dimensional possuir homologia idêntica à da esfera, então ela possui também cohomologia idêntica à da esfera. Desta forma, a formulação adequada para a conjectura de Poincaré para n 4 é a seguinte:

"Se uma variedade fechada n-dimensional com n 4 for simplesmente conexa e possuir os mesmos grupos de Z-homologia da esfera Sn, então ela é homeomorfa a Sn."

A conjectura acima foi provada ser verdadeira por S. Smale para n 5 e por M. Freedman para n = 4, e tais matemáticos foram premiados com a Medalha Fields pela obtenção de tais resultados. Para maiores detalhes vide [7] e [1].

Referências.

[1] Freedman, M., The topology of four-dimensional manifolds. Journal of Differential Geometry, vol 17, 1982, pg 357-454.
[2] Lima, E. L., Classifica√ß√£o de Variedades Uni-dimensionais; uma demonstra√ß√£o educada. Matem√°tica Universit√°ria, n√ļmero 3, junho de 1986, pg 29-34.
[3] Markov, A., Insolubility of the problem of homeomorphy. Proc. Intern. Congr. Math., 1958, pg 300-306.
[4] Markov, A., The insolubility of the problem of homeomorphy. Dokl. Akad. Nauk SSSR, vol 121, 1958, pg 218-220.
[5] Markov, A., Unsolvability of certain problems in topology. Dokl. Akad. Nauk SSSR, vol 123, 1958, pg 978-980.
[6] Massey, W. S., Algebraic Topology: An Introduction. New York, Harcourt, 1967.
[7] Smale, S., Generalized Poincaré's conjecture in dimensions greater than four. Annals of Mathematics, vol 74, 1961, pg 391-406.


Endere√ßos para mais informa√ß√Ķes.

Biografias de Henri Poincaré podem ser consultadas em The MacTutor History of Mathematics ou na Encyclopædia Britannica.

Página do Clay Mathematics Institute com acesso ao artigo The Poincaré Conjecture de John Milnor.

Confira também em nossa página Clay Mathematics Institute divulga prêmios para os problemas do milênio comentários sobre a lista de problemas do CMI.

início
desta p√°gina 
Pedro Luiz Queiroz Pergher é professor do DM-UFSCar. Original apresentado em TEX e parcialmente transladado para html pelo sistema TTH 1.57. A foto de H. Poincaré foi adaptada de The MacTutor History of Mathematics. As figuras do toro, do bi-toro e do tri-toro foram desenhadas por João Carlos Vieira Sampaio, do DM-UFSCar. A figura da esfera foi obtida com o Maple V R4.
Publicado em 25/08/2000. Atualizado em 12/05/2002.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/03/2010 13:45

Poeticamente, o q ele fez d√° no mesmo.......

--- Em qui, 25/3/10, roberto <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: roberto <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 25 de Março de 2010, 3:35

 
Bem,

Pelo menos Perelman n√£o rasgou dinheiro, rere.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "JVictor" <j.victor.neto@ ...>
> Ol√°,
> Cada mania!
> Recusar dinheiro, ainda mais seu, por direito, por mérito pessoal?
>
> √Č muito bom n√£o chegar perto, sobretudo se houver tijolos ao seu
> alcance.
> Quem avisa amigo é.
>
> Sds,
> Victor.
>
>
>
> 23/03/2010 - 17h07
> Gênio russo esnoba prêmio de US$ 1 milhão após solucionar problema clássico
> Do UOL Notícias*



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SUBJECT: RES: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: "Medeiros, Alexandre Pimentel Cabral de" <Alexandre.Medeiros@Consultmail.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/03/2010 15:55

Alguém que fez um filme como Mar Adentro não é, definitivamente, pró-cristão.

 

At.,

 

Medeiros

 


De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de √Ālvaro Augusto (P)
Enviada em: quarta-feira, 24 de março de 2010 13:59
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RES: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

 

Acho que a grande tragédia do episódio não é a morte de Hipátia, mas sim a destruição da Biblioteca de Alexandria. Fico curioso para saber qual viés o diretor deu ao filme. Será pró-cristão ou pró-pagão?

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

 

 

 

 

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de José Victor
Enviada em: quarta-feira, 24 de março de 2010 10:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

 

ÔĽŅ

Também, também.

 

Sds,

 

Victor.

----- Original Message -----

From: luiz silva

Sent: Wednesday, March 24, 2010 8:17 AM

Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

 

Ola Victor,

 

Assim como est√° cheia de Hitlers, Stalins, etc......etc......etc....

--- Em qua, 24/3/10, JVictor <j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:


De: JVictor <j.victor.neto@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 24 de Março de 2010, 6:23

 

Um dos estudiosos do assunto comenta:

"A trag√©dia de Hip√°tia foi ter vivido numa √©poca de luta entre o paganismo e o cristianismo que, na sua √©poca, se tentava apoderar dos centros importantes ent√£o existentes. Hip√°tia era uma ilustre pag√£ e, em 415, a ira dos crist√£os abateu-se sobre ela. Quando regressava do Museu, foi assaltada em plena rua pelos seguidores de S√£o Cirilo e lapidada. Posteriormente o seu corpo foi lacerado com conchas de ostra, ou cacos de cer√Ęmica, consoante as vers√Ķes existentes. Os seus membros ensanguentados foram exibidos nas ruas. "

Mas, e as lutas entre "pagãos e cristãos" continuam, hoje de maneira moderna, é verdade mas continuam.

Apenas n√£o se descarnam os oponentes. Ao menos, de maneira p√ļblica...

√Č isso. A hist√≥ria est√° cheia de  acontecimentos assim, protagonizados pelas religi√Ķes - em qq forma -  e seus fan√°ticos de plant√£o.

Quanto ao filme, n√£o o assistirei,  pois j√° sei que a mocinha, morre no final...

Sds,

Victor.

   

 

 

----- Original Message -----

From: - -

Sent: Tuesday, March 23, 2010 9:12 PM

Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

 

Assisti o filme essa semana.
√Č bom, mas nada extraordin√°rio. Recomendado s√≥ pra quem gosta muito de hist√≥ria ou tem curiosidade pelo tema (leia-se: ouviu falar de Hip√°tia ap√≥s assistir Cosmos do Carl Sagan).

O outro filme do mesmo diretor (Mar Adentro), embora trate de outro tema, é bem melhor.

No filme, bem no começo, a "segunda" biblioteca de Alexandria é invadida e queimada por cristãos. Anos depois, alguns dos alunos da Hipátia se tornam políticos/líderes religiosos importantes, e a partir da relação entre os políticos e religiosos com a Hipátia é que o filme se desenvolve.
Boa parte do filme mostra essa relação entre governantes e religiosos, enquanto que a protagonista fica investigando o modelo do sistema solar (heliocentrista x geocentrista) , meio que alheia à grande parte da agitação política.

Rachel Weiz como Hipátia dá um show, enquanto que o resto do elenco não chama a atenção.
Algumas cenas "√† l√°" Google Earth chamam aten√ß√£o, e d√£o uma sensa√ß√£o legal da "import√Ęncia" dos acontecimentos. Embora tenham com certeza mudado a hist√≥ria, quando comparados com o resto do universo s√£o quase insignificantes.

O filme tem bastante "erros" quanto à parte histórica, sendo que na realidade a Hipátia morreu por motivos principalmente políticos, com praticamente nada a ver com ciência ou liberdade de pensamento.. .

Resumo: filme bonzinho, com alguns erros históricos. Assista somente se não tiver nada melhor pra fazer.

2010/3/23 Paulo - yahoo <psdias2@yahoo. com.br>

 

Ol√° !

 

Se gostam de filmes hist√≥ricos, sugiro dar uma olhada no "trailer" de "√Āgora",

que mostra um pouco da vida da s√°bia "Hypatia" (astr√īnoma, matem√°tica, etc.),

que lecionava na famosa "biblioteca de Alexandria":

 

 

Como podem antever pelo trailer, as cenas são muito bem feitas (provavelmente, quase tudo através

de computação gráfica).

 

Como é comum em filmes, além dos eventos históricos, o enredo cria um pequeno "drama", vivido por um dos escravos

de Hypatia, que é apaixonado por ela, e vive o dilema entre manter-se ao lado de sua mestra ou seguir a "nova" religião

dos crist√£os.

 

A meu ver, o ponto forte do filme nem √© a vida de Hypatia em si, mas sim mostrar o qu√£o absurdas s√£o as atitudes humanas

por brigas religiosas (crist√£os x judeus x pag√£os), geradoras de grandes atrocidades.

 

Obs.: O diretor √© o premiado espanhol Alejandro Amen√°bar (acho que seu filme mais famoso √© "Os Outros").

 

Paulo

 

 


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SUBJECT: RES: RES: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: "Medeiros, Alexandre Pimentel Cabral de" <Alexandre.Medeiros@Consultmail.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/03/2010 16:00

De: Gil

> O diretor representou os crist√£os como radicais, intolerantes e
agressivos , a ponto de os pagãos, que também tiveram seus momentos de
f√ļria , terem parecido muito mais tolerantes.

Não assisti, mas parece que a representação é adequada, tendo em conta que o paganismo de inclinação politeísta tende a ser muito mais tolerante que o monoteísmo exclusivista do cristianismo.

 

At.,

 

Medeiros


SUBJECT: ‚ÄúAl√©m de Darwin‚ÄĚ hoje, no Programa do J√ī
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 25/03/2010 19:02

‚ÄúAl√©m de Darwin‚ÄĚ hoje, no Programa do J√ī

darwin_programajo

O autor Reinaldo Jos√© Lopes ser√° um dos entrevistados desta noite de quinta (25/03) no programa do J√ī apresentando seu livro de divulga√ß√£o cient√≠fica sobre ‚Äúo que sabemos sobre a hist√≥ria e o destino da vida‚ÄĚ! Como anuncia no Carbono 14, do ScienceBlogs Brasil:

‚ÄúQuem quiser me ver falando de algumas das hist√≥rias mais divertidas do meu livro "Al√©m de Darwin" ‚ÄĒ patos bem-dotados, parasitas que manipulam a mente de seus hospedeiros, corvos que fabricam ferramentas e polvos muito, muito espertos ‚ÄĒ deve ficar de olho no Programa do J√ī desta madrugada. Aparentemente o c√©lebre Gordo foi com a minha cara e eu ganhei dois blocos ;-)‚ÄĚ

Apenas as entrevistas mais deliciosas costumam ganhar dois blocos, e uma com ciência no meio? Programa imperdível, que segundo a programação da Globo deve iniciar às 1h10 da manhã.

Para quem n√£o puder assistir, tentaremos disponibilizar ou indicar o v√≠deo nesta mesma p√°gina assim que estiver online. E Reinaldo j√° avisa: ‚Äúquem quer adquirir o livro com descont√£o, frete gr√°tis, aut√≥grafo e dedicat√≥ria s√≥ precisa me perguntar como no e-mail reinaldojoselopes@hotmail.com‚ÄĚ.

J√° criticamos as declara√ß√Ķes de alguns convidados do programa ‚Äď desde os que falam de viver de luz aos CDs em Marte ‚Äď, nada mais justo do que celebrar e promover participa√ß√Ķes que sabemos de antem√£o que ser√£o sensacionais. Vale uma ins√īnia.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!
FROM: "Felipe Stauffer Junqueira" <fsjs365@hotmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/03/2010 23:13

Perelman brigou com a Academia da Matem√°tica desde quando ganhou a Fields -e que tamb√©m n√£o buscou. Desde l√° abandonou a matem√°tica como profiss√£o remunerada e a recusa do dinheiro do instituto Clay √© s√≥ sua integridade bradando. Loucura pra ele √© pouco, que j√° tem a Fields e resolveu um dos enigmas do mil√™nio. Acho que √© coerente com o que tem vivido; n√£o prostituiu-se.
 
Sds,
F
 

From: luiz silva
Sent: Thursday, March 25, 2010 1:45 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!

 

Poeticamente, o q ele fez d√° no mesmo.......

--- Em qui, 25/3/10, roberto <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: roberto <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 25 de Março de 2010, 3:35

 
Bem,

Pelo menos Perelman n√£o rasgou dinheiro, rere.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "JVictor" <j.victor.neto@ ...>
> Ol√°,
> Cada mania!
> Recusar dinheiro, ainda mais seu, por direito, por mérito pessoal?
>
> √Č muito bom n√£o chegar perto, sobretudo se houver tijolos ao seu
> alcance.
> Quem avisa amigo é.
>
> Sds,
> Victor.
>
>
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SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2010 08:30

Ola,
 
Eu n√£o vi esse filme....sobre o que se trata ?
 
Abs
Felipe

--- Em qui, 25/3/10, Medeiros, Alexandre Pimentel Cabral de <Alexandre.Medeiros@Consultmail.net> escreveu:

De: Medeiros, Alexandre Pimentel Cabral de <Alexandre.Medeiros@Consultmail.net>
Assunto: RES: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 25 de Março de 2010, 15:55

 

Alguém que fez um filme como Mar Adentro não é, definitivamente, pró-cristão.

 

At.,

 

Medeiros

 


De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto: ciencialist@ yahoogrupos. com.br ] Em nome de √Ālvaro Augusto ( P)
Enviada em: quarta-feira, 24 de março de 2010 13:59
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Assunto: RES: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

 

Acho que a grande tragédia do episódio não é a morte de Hipátia, mas sim a destruição da Biblioteca de Alex andria. Fico curioso para saber qual viés o diretor deu ao filme. Será pró-cristão ou pró-pagão?

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

 

 

 

 

 

 

De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist @yahoogrupos. com.br] Em nome de José Victor
Enviada em: quarta-feira, 24 de março de 2010 10:39
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Assunto: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

 

ÔĽŅ

Também, também.

 

Sds,

 

Victor.

----- Original Message -----

From: luiz silva

Sent: Wednesday, March 24, 2010 8:17 AM

Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

 

Ola Victor,

 

Assim como est√° cheia de Hitlers, Stalins, etc......etc. .....etc. ...

--- Em qua, 24/3/10, JVictor <j.victor.neto@ uol.com.br> escreveu:


De: JVictor <j.victor.neto@ uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Quarta-feira, 24 de Março de 2010, 6:23

 

Um dos estudiosos do assunto comenta:
"A trag√©dia de Hip√°tia foi ter vivido numa √©poca de luta entre o paganismo e o cristianismo que, na sua √©poca, se tentava apoderar dos centros importantes ent√£o existentes. Hip√°tia era uma ilustre pag√£ e, em 415, a ira dos crist√£os abateu-se sobre ela. Quando regressava do Museu, foi assaltada em plena rua pelos seguidores de S√£o Cirilo e lapidada. Posteriormente o seu corpo foi lacerado com conchas de ostra, ou cacos de cer√Ęmica, consoante as vers√Ķes existentes. Os seus membros ensanguentados foram exibidos nas ruas. "
Mas, e as lutas entre "pagãos e cristãos" continuam, hoje de maneira moderna, é verdade mas continuam.
Apenas n√£o se descarnam os oponentes. Ao menos, de maneira p√ļblica...
√Č isso. A hist√≥ria est√° cheia de  acontecimentos assim, protagonizados pelas religi√Ķes - em qq forma -  e seus fan√°ticos de plant√£o.
Quanto ao filme, n√£o o assistirei,  pois j√° sei que a mocinha, morre no final...
Sds,
Victor.

   

 

 

----- Original Message -----

From: - -

Sent: Tuesday, March 23, 2010 9:12 PM

Subject: Re: [ciencialist] √Āgora - filme sobre a s√°bia Hypatia

 

 

Assisti o filme essa semana.
√Č bom, mas nada extraordin√°rio. Recomendado s√≥ pra quem gosta muito de hist√≥ria ou tem curiosidade pelo tema (leia-se: ouviu falar de Hip√°tia ap√≥s assistir Cosmos do Carl Sagan).

O outro filme do mesmo diretor (Mar Adentro), embora trate de outro tema, é bem melhor.

No filme, bem no começo, a "segunda" biblioteca de Alexandria é invadida e queimada por cristãos. Anos depois, alguns dos alunos da Hipátia se tornam políticos/líderes religiosos importantes, e a partir da relação entre os políticos e religiosos com a Hipátia é que o filme se desenvolve.
Boa parte do filme mostra essa relação entre governantes e religiosos, enquanto que a protagonista fica investigando o modelo do sistema solar (heliocentrista x geocentrista) , meio que alheia à grande parte da agitação política.

Rachel Weiz como Hipátia dá um show, enquanto que o resto do elenco não chama a atenção.
Algumas cenas "√† l√°" Google Earth chamam aten√ß√£o, e d√£o uma sensa√ß√£o legal da "import√Ęncia" dos acontecimentos. Embora tenham com certeza mudado a hist√≥ria, quando comparados com o resto do universo s√£o quase insignificantes.

O filme tem bastante "erros" quanto à parte histórica, sendo que na realidade a Hipátia morreu por motivos principalmente políticos, com praticamente nada a ver com ciência ou liberdade de pensamento.. .

Resumo: filme bonzinho, com alguns erros históricos. Assista somente se não tiver nada melhor pra fazer.

2010/3/23 Paulo - yahoo <psdias2@yahoo. com.br>

 

Ol√° !

 

Se gostam de filmes hist√≥ricos, sugiro dar uma olhada no "trailer" de "√Āgora",

que mostra um pouco da vida da s√°bia "Hypatia" (astr√īnoma, matem√°tica, etc.),

que lecionava na famosa "biblioteca de Alexandria":

 

 

Como podem antever pelo trailer, as cenas são muito bem feitas (provavelmente, quase tudo através

de computação gráfica).

 

Como é comum em filmes, além dos eventos históricos, o enredo cria um pequeno "drama", vivido por um dos escravos

de Hypatia, que é apaixonado por ela, e vive o dilema entre manter-se ao lado de sua mestra ou seguir a "nova" religião

dos crist√£os.

 

A meu ver, o ponto forte do filme nem √© a vida de Hypatia em si, mas sim mostrar o qu√£o absurdas s√£o as atitudes humanas

por brigas religiosas (crist√£os x judeus x pag√£os), geradoras de grandes atrocidades.

 

Obs.: O diretor √© o premiado espanhol Alejandro Amen√°bar (acho que seu filme mais famoso √© "Os Outros").

 

Paulo

 

 

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SUBJECT: Fw: Quimica
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2010 11:04

Olá químicos ... help!
[]¬ī
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Thursday, March 25, 2010 5:49 PM
Subject: Quimica

Boa tarde
 
Gostaria de saber qual é (A quantidade de calor liberado na queima (combustão) de 1 litro de etanol e de 1 litro de gasolina (sem etanol)
 
Agradeco desde j√°
 
Marcio ferreira marinho.


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Quimica
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2010 11:29

Etanol
23,5 MJ / L

Gasolina
32,0 MJ/ L

http://en.wikipedia.org/wiki/Gasoline#Energy_content

MJ = Megajoule
http://en.wikipedia.org/wiki/Megajoule#Megajoule

Até
Luís Brudna
http://www.emsintese.com.br
luisbrudna@gmail.com

2010/3/26 Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
>
>
>
> Olá químicos ... help!
> []¬ī
>      ===========================
>             Luiz Ferraz Netto [Léo]
>         leo@feiradeciencias.com.br
>            leobarretos@uol.com.br
>          luizferraz.netto@gmail.com
>      http://www.feiradeciencias.com.br
>      ===========================
> ----- Original Message -----
> From: M√°rcio Marinho
> To: luizferraz.netto@gmail.com
> Sent: Thursday, March 25, 2010 5:49 PM
> Subject: Quimica
> Boa tarde
>
> Gostaria de saber qual é (A quantidade de calor liberado na queima (combustão) de 1 litro de etanol e de 1 litro de gasolina (sem etanol)
>
> Agradeco desde j√°
>
> Marcio ferreira marinho.
> ________________________________
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SUBJECT: RES: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!
FROM: √Ālvaro Augusto (P) <alvaro@electrapower.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2010 12:34

Prostituir-se significa trabalhar de forma remunerada?

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Felipe Stauffer Junqueira
Enviada em: quinta-feira, 25 de março de 2010 23:13
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!

 

 

Perelman brigou com a Academia da Matem√°tica desde quando ganhou a Fields -e que tamb√©m n√£o buscou. Desde l√° abandonou a matem√°tica como profiss√£o remunerada e a recusa do dinheiro do instituto Clay √© s√≥ sua integridade bradando. Loucura pra ele √© pouco, que j√° tem a Fields e resolveu um dos enigmas do mil√™nio. Acho que √© coerente com o que tem vivido; n√£o prostituiu-se.

 

Sds,

F

 

 

From: luiz silva

Sent: Thursday, March 25, 2010 1:45 PM

Subject: Re: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!

 

 

Poeticamente, o q ele fez d√° no mesmo.......

--- Em qui, 25/3/10, roberto <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:


De: roberto <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 25 de Março de 2010, 3:35

 

Bem,

Pelo menos Perelman n√£o rasgou dinheiro, rere.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "JVictor" <j.victor.neto@ ...>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2010 19:51

ÔĽŅ
Felipe,
 
Claro que não quero gerar polêmicas.
Mas devo comentar algo. Est√° certo que ele √© coerente com o que tem vivido. Embora seu "modus vivendi" seja bastante estranho para n√≥s,  que nos achamos normais. Em minha opini√£o,  o recebimento das verdinhas n√£o o prostituiria. A prostitui√ß√£o n√£o √© gerada pelo que se recebe ou deixa de se receber, ou pelo eventual e ef√™mero poder que se adquire. O prostitu√≠do j√° o √©, a priori. Uma coisa s√≥ exacerba a outra. P√Ķe a nu as realidades inerentes ao fregu√™s.
N√£o queria o dinheiro?  Que o doasse, por exemplo, a um instituto de f√≠sica, ou mesmo de matem√°tica, ou a uma institui√ß√£o de caridade, entre outras coisas. Voc√™ enfatiza bem: loucura para ele √© pouco.
Cada mania com seu doido, tenho dito. Mas cada um √© cada um, qq que seja sua condi√ß√£o.
 
Mas gostaria de ter o n√≠vel para ler seus trabalhos. Claramente,  s√£o de um n√≠vel de abstra√ß√£o de fazer gosto.
Interessa-me bastante n√£o s√≥ o produto das intrincadas sinapses em seu c√©rebro,  pr√° l√° de privilegiado.
As raz√Ķes pelas quais √© assim com pessoas como ele(ou outras, como Euler, Bach, Beethoven, Einstein, Lagrange, Penrose, Hawking, Poincar√©, etc) e n√£o com outras, como sua mente faz isso, etc. .
Nunca encontrei uma resposta sequer minimamente satisfatória.
Essas coisas me deixam, realmente, perplexo. Mente humana, encorpada num c√©rebro, complexo organicamente, numa tal complexidade nas rela√ß√Ķes entre neur√īnios, que resulta nisto: consci√™ncia, pensamentos, racioc√≠nio, capacidade de discernimento, sonhos e...birutices geniais(que √©, apenas, outra face do processo todo). Mas o  que s√£o essas coisas? Eis a quest√£o.  
 
√Č. Parece at√© que a mente √© o pr√≥prio Deus, t√£o porreta √©.  
Tenho uma mente.
Vixe, sou Deus!
 
Sds,
Victor. 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Thursday, March 25, 2010 11:13 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!

 

Perelman brigou com a Academia da Matem√°tica desde quando ganhou a Fields -e que tamb√©m n√£o buscou. Desde l√° abandonou a matem√°tica como profiss√£o remunerada e a recusa do dinheiro do instituto Clay √© s√≥ sua integridade bradando. Loucura pra ele √© pouco, que j√° tem a Fields e resolveu um dos enigmas do mil√™nio. Acho que √© coerente com o que tem vivido; n√£o prostituiu-se.
 
Sds,
F
 

From: luiz silva
Sent: Thursday, March 25, 2010 1:45 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!

 

Poeticamente, o q ele fez d√° no mesmo.......

--- Em qui, 25/3/10, roberto <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: roberto <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Confirmado, h√° desses malucos mesmo!!
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 25 de Março de 2010, 3:35

 
Bem,

Pelo menos Perelman n√£o rasgou dinheiro, rere.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "JVictor" <j.victor.neto@ ...>
> Ol√°,
> Cada mania!
> Recusar dinheiro, ainda mais seu, por direito, por mérito pessoal?
>
> √Č muito bom n√£o chegar perto, sobretudo se houver tijolos ao seu
> alcance.
> Quem avisa amigo é.
>
> Sds,
> Victor.
>
>
>
> 23/03/2010 - 17h07
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SUBJECT: Enchentes de l√°, ou de c√°, mesmo?
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2010 06:05

Sei n√£o, mas parece que as enchentes nossas  de cada dia s√£o mais "light"!
(Est√° certo que parece uma montagem, mas..)
 
Victor.

SUBJECT: RES: [ciencialist] Enchentes de l√°, ou de c√°, mesmo? [1 Anexo]
FROM: √Ālvaro Augusto (P) <alvaro@electrapower.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2010 17:15

Se Perelman não precisa do dinheiro (hehe...) e se apenas quer afrontar o Instituto Clay e causar polêmica, haveria uma maneira mais elegante de resolver a situação: receber o prêmio e doá-lo a uma instituição de auxílio às crianças ou coisa parecida.

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de JVictor
Enviada em: sábado, 27 de março de 2010 06:06
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Enchentes de l√°, ou de c√°, mesmo? [1 Anexo]

 

 

[Anexos de JVictor incluídos abaixo]

Sei n√£o, mas parece que as enchentes nossas  de cada dia s√£o mais "light"!

(Est√° certo que parece uma montagem, mas..)

 

Victor.


SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] Enchentes de l√°, ou de c√°, mesmo?
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2010 10:33

 
    Ou do√°-lo √† v√≠timas de enchentes com direito √† tubar√Ķes?
 
    [],s 
 
    Belmiro

--- Em s√°b, 27/3/10, √Ālvaro Augusto (P) <alvaro@electrapower.com.br> escreveu:

De: √Ālvaro Augusto (P) <alvaro@electrapower.com.br>
Assunto: RES: [ciencialist] Enchentes de l√°, ou de c√°, mesmo?
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sábado, 27 de Março de 2010, 20:15

 

Se Perelman não precisa do dinheiro (hehe...) e se apenas quer afrontar o Instituto Clay e causar polêmica, haveria uma maneira mais elegante de resolver a situação: receber o prêmio e doá-lo a uma instituição de auxílio às crianças ou coisa parecida.

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

 

 

De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist @yahoogrupos. com.br] Em nome de JVictor
Enviada em: sábado, 27 de março de 2010 06:06
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Assunto: [ciencialist] Enchentes de l√°, ou de c√°, mesmo? [1 Anexo]

 

 

[Anexos de JVictor incluídos abaixo]

Sei n√£o, mas parece que as enchentes nossas  de cada dia s√£o mais "light"!

(Est√° certo que parece uma montagem, mas..)

 

Victor.



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SUBJECT: Fw: ajuda
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2010 19:11

Sugest√Ķes?
 
[]¬ī
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Maxxxxxxxxx
Sent: Friday, March 26, 2010 12:48 PM

senhor Leo Barretos, meu nome √© M√°xxxxxxxxx e ganhei a 1¬™ Feira de Ci√™ncia o Estado de  Goi√°s em 1971, eu e o meu irm√£o inventamos e construimos um novo tipio de metralhora e fuzil de assalto leves na √©poca da ditadura militar, apresentamos as armas ao ministro da guerra  os mesmo n√£o permitiram o registro e at√© hoje n√£o conseguimos serem indenizados e nem anistiados, o que pode fazer para nos ajudar neste sentido. m√°rio

Transforme-se em personagens engraçados. Conheça o novo site de I Love Messenger.

SUBJECT: A Histeria da Vacina
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 28/03/2010 23:43

A Histeria da Vacina

Jenner

Temores sobre vacinas eram compreens√≠veis quando elas eram algo novo, mas s√£o as preocupa√ß√Ķes atuais fundamentadas?

Texto original: RationalWiki, traduzido e adaptado*

A histeria da vacina é uma tendência a não confiar na vacinação que é quase tão antiga quanto a prática em si mesma. Figuras anti-vacinação culpam as vacinas ou seus ingredientes por várias moléstias (comumente doenças infantis) cujos mecanismos de ação ainda não são plenamente compreendidos. A universalidade da vacinação geralmente a torna um alvo fácil para se jogar a culpa.

Ao longo da hist√≥ria, doen√ßas que podem ser prevenidas atrav√©s da vacina√ß√£o t√™m sido uma das grandes causas de doen√ßa, morte e sequelas. O advento da era da vacina moderna mudou isto significativamente. De fato, a maior parte das pessoas em pa√≠ses com sistemas de sa√ļde estabelecidos t√™m escassa lembran√ßa da era pr√©-vacina, onde doen√ßas como caxumba e sarampo eram muito comuns.

Recentemente tem havido muito debate na imprensa e em consult√≥rios m√©dicos sobre a seguran√ßa da vacina√ß√£o ‚Äď isto √©, quais efeitos colaterais a vacina√ß√£o pode causar e se eles superam os riscos de abandonar o programa de vacina√ß√£o. J√° se associaram as vacinas a todo tipo de problemas: o autismo √© um exemplo bem conhecido, uma vez que suas causas diretas ainda s√£o razoavelmente misteriosas e provavelmente amplas, sem a identifica√ß√£o de nenhuma causa ou estilo de vida em particular.

Algumas celebridades têm se manifestado veementemente sobre o suposto perigo das vacinas. [1]

 

Premissa

Há diversas crenças, sem o apoio de evidência científica aceita, de que as vacinas sejam inerentemente prejudiciais. Alega-se que vacinas específicas, como a tríplice MMR, ou ingredientes específicos, como o Thimerosal, seriam fatores que causam eles mesmos doenças.

Outras alega√ß√Ķes s√£o mais vagas, baseadas na impress√£o de que vacinas s√£o "artificiais", de que s√£o de alguma forma "in√ļteis" ou que as doen√ßas que previnem "n√£o s√£o t√£o ruins assim". H√°, claro, dados publicados bem fundamentados sobre as taxas de complica√ß√£o de vacinas e estes dados desempenham um papel essencial no processo de aprova√ß√£o pelo qual vacinas devem passar para que sejam licenciadas para venda e recomendadas para uso. [2]

Quando confrontados com isto, ativistas anti-vacina√ß√£o costumam argumentar que o sistema para detectar problemas n√£o √© suficientemente robusto, resultando em n√ļmeros incorretos. A realidade √© que efeitos colaterais inesperados podem ocorrer, assim como um p√°ra-quedas pode falhar em abrir, mas o processo de regulamenta√ß√£o garante que tais eventos sejam raros.

A crença pseudocientífica nos malefícios inerentes da vacina dificilmente devem desaparecer tão cedo, apesar da evidência que comprove a eficácia e a segurança das vacinas. Ela possui vários fatores importantes que a tornam uma crença duradoura:

  1. Envolve perigo a crianças;
  2. Envolve ciência que a maior parte das pessoas não entende;
  3. √Č aterrorizante;
  4. Parece, à primeira vista "fazer sentido", especialmente para dar sentido a uma tragédia de outra forma inexplicável.

Para que as recomenda√ß√Ķes de vacina√ß√£o por governos ou institui√ß√Ķes consultoras, como a Organiza√ß√£o Mundial de Sa√ļde (OMS), mudem para uma posi√ß√£o anti-vacina√ß√£o, deve ser plenamente demonstrado que os danos causados diretamente pela vacina s√£o maiores do que os danos causados por retirar a vacina de circula√ß√£o. Isso precisa ser demonstrado ao n√≠vel da popula√ß√£o, com estat√≠sticas s√≥lidas e significativas.

Impacto da doença na era pré-vacina

Em resumo: √© mais prov√°vel sofrer complica√ß√Ķes advindas de uma doen√ßa do que de uma vacina.

As crian√ßas que contraem sarampo, por exemplo, t√™m 1 chance em 20 de desenvolver uma complica√ß√£o s√©ria, enquanto complica√ß√Ķes s√©rias da vacina giram em torno de 1 ou 2 por milh√£o, de acordo com o Instituto para a Seguran√ßa da Vacina da Universidade Johns Hopkins. [3]

Antes dos programas de imuniza√ß√£o, era extremamente comum que crian√ßas contra√≠ssem doen√ßas como o sarampo. Em 1970 no Brasil, o registro oficial do Minist√©rio da Sa√ļde foi de 109.125 casos. Em 1992 foi institu√≠do o Plano de Controle e Elimina√ß√£o do Sarampo, com a Campanha Nacional de Vacina√ß√£o, que abrangeu mais de 48 milh√Ķes de crian√ßas, ou 96% da popula√ß√£o que se pretendia atingir. Os casos registrados diminu√≠ram rapidamente, e em 1995 j√° n√£o houve registros de surtos de sarampo. [fonte]

Historicamente, a taxa de mortalidade por sarampo tem sido de cerca de 1 a 3 mortes por cada 1.000 casos, com crian√ßas pequenas sofrendo as maiores taxas de mortalidade. [5] A maioria das mortes ocorrem em conseq√ľ√™ncia de pneumonia ou encefalite. [6] Milhares de vidas foram poupadas pela vacina.

Sarampo [fonte: CDC]

Tivemos 2.564 casos de p√≥lio notificados em 1979, e 1.290 em 1980, quando se iniciaram as campanhas nacionais de vacina√ß√£o. Em 1981, foram apenas 122 casos notificados. Como resultado da vigil√Ęncia epidemiol√≥gica ativa e das altas coberturas vacinais, a partir de 1988 o Brasil rumou firme para a erradica√ß√£o da doen√ßa, afinal certificada pela OMS em 1994.

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[Fonte: Minist√©rio da Sa√ļde, ‚Äú
30 anos do Programa Nacional de Imuniza√ß√Ķes‚ÄĚ]

As taxas de complicação das vacinas são tão baixas que os benefícios das vacinas para cada criança individual mais do que superam em muito o risco de um mau resultado. Por exemplo, o CDC americano compila as taxas de risco da doença versus risco de vacinação. [9] Para a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), estes são os dados:

Taxas de Complicação do Sarampo:

Por caso de sarampo.

  • Pneumonia: 6 em cada 100
  • Encefalite: 1 em 1.000
  • Morte: 2 em 1.000
  • S√≠ndrome da Rub√©ola Cong√™nita: 1 em 4 (se a mulher √© infectada no in√≠cio da gravidez)

Taxas de Complicação da Vacina Tríplice:

Por injeção dada.

  • Encefalite ou rea√ß√£o al√©rgica grave: 1 em 1.000.000

 

Preocupa√ß√Ķes Espec√≠ficas

Timerosal (também conhecido como Thimerosal ou Thiomersal)

Thiom 
Estrutura molecular do Thimerosal: nesta f√≥rmula o elemento ‚ÄėHg‚Äô √© o temido √°tomo de Merc√ļrio que causa a maior parte da controv√©rsia.

O Thimerosal √© um composto que cont√©m merc√ļrio usado como um elemento conservante em diversas vacinas. O fato de que alguns compostos contendo merc√ļrio serem t√≥xicos tem levado alguns a concluir que as vacinas contendo Thimerosal s√£o perigosas. Muitos compostos de merc√ļrio ‚Äď particularmente aqueles com liga√ß√Ķes entre as mol√©culas de carbono e merc√ļrio ‚Äď s√£o neurotoxinas, tais como o merc√ļrio di-metila (dimethylmercury).[10] Embora se for ingerido em largas doses o Thimerosal possa ser t√≥xico, um estudo conduzido em 2002 indicou que os n√≠veis de Merc√ļrio em crian√ßas que receberam vacinas preservadas por uma quantidade apropriada de Thimerosal estavam baixos, alguns n√≠veis estavam t√£o baixos que n√£o puderam ser medidos. As concentra√ß√Ķes sangu√≠neas de merc√ļrio estavam abaixo das diretrizes consideradas seguras. A quantidade de merc√ļrio em amostras de fezes estava acima dos n√≠veis normais, embora isto seja um indicador que o corpo estava eliminando o Thimerosal, e n√£o o acumulando. [11][12]

A maior preocupa√ß√£o sobre o Thimerosal deriva da analogia com o metil-merc√ļrio, um composto de merc√ļrio bem caracterizado. Mas √© incerto se sua real farmacologia √© similar a do Thimerosal ‚Äď afinal, o etanol e o metanol s√£o mol√©culas extremamente similares as quais tem efeitos muito diferentes no corpo humano. Estudos iniciais de farmacocin√©tica indicam diversas diferen√ßas entre o metil-merc√ļrio e o Thimerosal.[13] A quantidade de Thimerosal efetivamente presente em vacinas √© relativamente baixa e o mais importante √© que h√° estudos de larga escala dispon√≠veis que t√™m mostrado a aus√™ncia de¬† evid√™ncia de danos.[14]

Como aponta o bi√≥logo doutorando em evolu√ß√£o de HIV-1, Atila Iamarino, autor do ‚ÄúRainha Vermelha‚ÄĚ, ‚Äúa quantidade de merc√ļrio contido no timerosal da vacina (utilizado como conservante) √© de 1,25 a 25 őľg por dose, menos do que a dose di√°ria m√°xima, e muito menos do que voc√™ consumiria se comesse uma por√ß√£o de ca√ß√£o em S√£o Paulo (PDF)‚ÄĚ.

Autismo

Tem havido muitas preocupa√ß√Ķes sobre uma poss√≠vel liga√ß√£o entre o autismo e as vacinas, particularmente a vacina tr√≠plice MMR ‚Äď contra sarampo, caxumba e rub√©ola ‚Äď no Reino Unido e o Thimerosal, um conservante encontrado em algumas vacinas contra a influenza.[24] Parte destas preocupa√ß√Ķes s√£o devidas a um poss√≠vel aumento de diagn√≥sticos de autismo ao longo das √ļltimas d√©cadas ‚Äď a maior parte destes levantados por pais de crian√ßas autistas e por americanos proeminentes tais como Jenny McCarthy.

Mais freq√ľentemente, as evid√™ncias dadas por aqueles que pregam estas liga√ß√Ķes aludidas s√£o indiretas ou at√© c√īmicas. Quando tais grupos tentam ser cient√≠ficos, eles citam liga√ß√Ķes entre a exposi√ß√£o ao etil-merc√ļrio (ethylmercury) e outros problemas neurol√≥gicos que est√£o fora da √°rea de administra√ß√£o de vacinas. Por exemplo, de acordo com uma das fontes, ‚ÄúEm 1977, um estudo russo descobriu que adultos expostos a concentra√ß√Ķes mais baixas de etil-merc√ļrio (ethylmercury) que aquelas dadas as crian√ßas americanas ainda sofriam de danos cerebrais, anos mais tarde".[25]

O argumento seguinte, n√£o citado, d√° evid√™ncias c√īmicas de uma liga√ß√£o entre o etil-merc√ļrio (ethylmercury) e ‚Äúdanos cerebrais‚ÄĚ. √Č muito dif√≠cil avaliar declara√ß√Ķes sem cita√ß√Ķes, mas as evid√™ncias extraordin√°rias da literatura m√©dica s√£o claras. Estas declara√ß√Ķes ajudam a aumentar os temores da popula√ß√£o, mas n√£o fazem men√ß√Ķes sobre vacinas ou pacientes de verdade. Certamente, estas declara√ß√Ķes n√£o mencionam estat√≠sticas. No mesmo artigo encontramos:

‚ÄúVoc√™ n√£o poderia nem construir um estudo que mostre que Thimerosal √© seguro‚ÄĚ, disse Haley, que lidera o departamento de qu√≠mica na Universidade de Kentucky. ‚ÄúTrata-se de um composto extremamente t√≥xico. Se voc√™ injetar Thimerosal em um animal, seu c√©rebro ir√° adoecer. Se voc√™ o aplicar em um ser vivo, as c√©lulas ir√£o morrer. Se colocar em uma placa de petri, a cultura morre. Sabendo disso, deve ser chocante que algu√©m possa injetar isto em uma crian√ßa sem causar danos.‚ÄĚ

Em verdade, diversos estudos baseados em popula√ß√Ķes, muito bem realizados, t√™m sido conduzidos tratando da liga√ß√£o entre o autismo e as vacina√ß√Ķes. Acredita-se que estes estudos n√£o tenham sido amplamente divulgados uma vez que √© not√≥rio que fatos √≥bvios n√£o causam tanta resson√Ęncia na consci√™ncia p√ļblica quanto as anedotas e hist√≥rias dram√°ticas vindas de "cidad√£os preocupados" e organiza√ß√Ķes interessadas.

Estes estudos particulares t√™m observado popula√ß√Ķes reais verdadeiras, em condi√ß√Ķes da vida real verdadeiras, expostas √†s subst√Ęncias em quest√£o verdadeiras. Nenhum jamais mostrou alguma conex√£o entre o autismo e o conservante Thimerosal ou a vacina tr√≠plice MMR. H√° evid√™ncias relevantes de que tanto as vacinas MMR quanto as que cont√™m Thimerosal n√£o possuem um papel efetivo no desenvolvimento do autismo. [26][27][28][29][30][31][32]

A vacina tr√≠plice √© segura e m√ļltiplos estudos independentes da Pol√īnia, Dinamarca, Finl√Ęndia, o pr√≥prio Reino Unido e Jap√£o provam que e n√£o possui qualquer rela√ß√£o com o autismo ‚Äď no Jap√£o, a tr√≠plice foi interrompida ap√≥s 1993, sem qualquer efeito sobre os √≠ndices de autismo.

Um estudo de menor porte, publicado no The Lancet em 1998, tornou-se famoso por volta de 2000-2002 quando a m√≠dia inglesa tomou conhecimento do mesmo. Este estudo prop√īs uma suposta liga√ß√£o entre a vacina contra sarampo e o autismo com base na min√ļscula amostra de apenas 12 crian√ßas.

Isto levou ao escritor sobre ci√™ncias e colunista do Guardian Ben Goldacre a alegar que se tratava de um ‚Äúembuste da m√≠dia sobre a MMR‚ÄĚ [33] , ao referenciar estas evid√™ncias sobre a liga√ß√£o como t√£o fracas que poderiam ser bem descritas como uma farsa.

O artigo foi parcialmente desmentido alguns anos mais tarde, mas continuou sendo citado com freq√ľ√™ncia como caso de estudo, apesar das evid√™ncias contr√°rias (incluindo um estudo de grande porte nas taxas de autismo em adultos que n√£o teriam sido inoculados com a vacina MMR).

Finalmente, em 2 de fevereiro de 2010 este estudo foi ‚Äúdescartado‚ÄĚ pela m√≠dia, depois que se descobriu que o autor do estudo, Andrew Wakefield, havia se comportado de forma anti-√©tica. Especificamente, Wakefield foi considerado culpado de t√£o ter agido de acordo com as melhores pr√°ticas da medicina com as crian√ßas alvo de sua pesquisa (uma das crian√ßas foi severamente machucada). Al√©m disso ele n√£o havia revelado seu pr√©vio envolvimento em grupos anti-vacina√ß√£o antes de realizar o estudo e antes deste tornar-se not√≠cia.[34]

Seria c√īmico se n√£o fosse tr√°gico: Tamb√©m se descobriu que Wakefield estava em verdade tentando patentear sua pr√≥pria vacina tr√≠plice alternativa.

Em parte como resultado da histeria provocada por Wakefield, a imunização tríplice diminuiu, e surtos de sarampo ressurgiram no Reino Unido.

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Esqualeno

O esqualeno presente nas vacinas n√£o √© t√≥xico. O esqualeno √© utilizado para estimular o sistema imune e aumentar a efici√™ncia da vacina. Nosso corpo produz esqualeno como parte de seu funcionamento e h√° esqualeno no seu sangue neste momento. O √≥leo que cobre o seu corpo tamb√©m possui esqualeno. A quantidade de esqualeno deixada em nossas impress√Ķes digitais √© tanta que √© f√°cil quantificar a concentra√ß√£o de esqualeno no seu mouse. N√£o √© de se espantar que comidas de origem animal contenham esqualeno. Esqualeno tamb√©m √© utlizado em cosm√©ticos como cremes e batons.

A história de que o esqualeno nas vacinas é tóxico tem data de início. Entre 2000 e 2002, um grupo de pesquisadores publicou dois artigos (1 e 2) mostrando que soldados que apresentavam a Síndrome da Guerra do Golfo possuíam anticorpos anti-esqualeno. A hipótese do grupo era de que o esqualeno presente nas vacinas contra o antrax dadas aos soldados estaria provocando a formação de anticorpos anti-esqualeno nos soldados, o que provocaria a Síndrome da Guerra do Golfo. No entanto, pesquisas posteriores mostraram que a pesquisa tem sérios problemas experimentais.

Mais informa√ß√Ķes podem ser conferidas no texto do bi√≥logo da USP Carlos Hotta.

Alergia a Ovos

Segundo o CDC, traduzido pelo Ecce Medicus:

"Perguntar se a pessoa tem algum efeito ap√≥s comer ovos ou alimentos preparados a base de ovos √© um bom m√©todo de saber quem pode ter riscos ao usar a vacina. Pessoas com sintomas como chiados, verg√Ķes pelo corpo, incha√ßo nos l√°bios e l√≠ngua e desconforto respirat√≥rio ap√≥s ingerirem ovos e derivados, devem consultar um m√©dico para uma avalia√ß√£o apropriada. Pessoas que t√™m a hipersensibilidade √†s prote√≠nas do ovo documentada (dosagem da IgE), incluindo as que t√™m asma ocupacional associada √† exposi√ß√£o √† prote√≠na do ovo, tamb√©m podem ter risco aumentado de desencadear rea√ß√Ķes al√©rgicas √† vacina contra influenza e uma consulta com um m√©dico antes da vacina√ß√£o deve ser considerada."

O doutor completa: ‚ÄúH√° estudos mostrando ser seguro aplicar a vacina da influenza sazonal ‚Äď que tem o mesmo processo de fabrica√ß√£o ‚Äď em crian√ßas. Recomendo fortemente uma consulta ao m√©dico respons√°vel pela crian√ßa para avalia√ß√£o da rela√ß√£o risco/benef√≠cio em se tomar a vacina sendo al√©rgico √† prote√≠na do ovo‚ÄĚ.

EM (Esclerose M√ļltipla)

Preocupa√ß√Ķes t√™m sido levantadas sobre a conex√£o entre a esclerose m√ļltipla e as vacinas, especialmente a vacina contra a Hepatite B. Um dos diversos estudos realizados mostrou uma liga√ß√£o potencial [15], mas ocorreram problemas metodol√≥gicos [16] e a maior parte dos demais estudos falharam em demonstrar uma efetiva liga√ß√£o. [17][18] A publica√ß√£o mais recente da CDC sobre o tema cita 15 estudos distintos mostrando que n√£o h√° liga√ß√£o entre a esclerose m√ļltipla e a vacina contra a Hepatite B.[19]

SMSI (S√≠ndrome da Morte S√ļbita Infantil)

H√° suspeitas de que a vacina DPaT pode causar a SMSI (S√≠ndrome da Morte S√ļbita Infantil), a qual faz com que crian√ßas parem de respirar e morram.[20] Entretanto, os estudos n√£o t√™m mostrado a conex√£o entre SMSI e as vacinas DPT/DPaT.[21] Estudos recentes t√™m identificado anormalidades no desenvolvimento e funcionamento da serotonina medular (5-hidroxitriptamina ou 5-HT) no c√©rebro do rec√©m falecido em casos de SMSI, o que sugere a ocorr√™ncia de disfun√ß√£o no sistema nervoso aut√īnomo (SNA) mediado pela 5-HT para os casos de SMSI.[22][23] Isto basicamente determina que a SMSI tenha um forte componente gen√©tico e predomine em fam√≠lias com problemas de recapta√ß√£o neuronal da serotonina, o qual impossibilita que a crian√ßa se mova enquanto suas vias a√©reas fiquem eventualmente bloqueadas enquanto est√° dormindo.

As pesquisas sobre a SMSI em andamento t√™m posto de lado estas supostas liga√ß√Ķes da SMSI com as vacinas.

SBS (Shaken baby syndrome)

Um pequeno grupo de pessoas tem tentado associar a s√≠ndrome ‚ÄúShaken Baby Syndrome‚ÄĚ com as vacina√ß√Ķes infantis. Os ‚Äúestudos‚ÄĚ que t√™m sido publicados s√£o bastante fracos. A maioria est√° dispon√≠vel para consulta apenas on-line a partir de fontes n√£o reconhecidas, e est√£o ‚Äúbaseados em experi√™ncias pessoais dos autores‚Ķ‚ÄĚ [35] O resto das ‚Äúevid√™ncias‚ÄĚ est√° baseado em testemunhos pessoais de pais e m√©dicos diretamente envolvidos. [36][37] Estas id√©ias est√£o bem depuradas aqui.

Cervarix (HPV)

Preocupa√ß√Ķes a respeito da seguran√ßa da vacina Cervarix (GlaxoSmithKline) contra o HPV (V√≠rus do Papiloma Humano) surgiram quando uma jovem inglesa morreu ap√≥s ter sido vacinada. A hist√≥ria foi imediatamente divulgada por grupos anti-vacina e amplamente noticiada na m√≠dia em geral e na m√≠dia alarmista. Posteriormente comprovou-se que a morte foi devida a um tumor diagnosticado. Mas a mesma m√≠dia que clamava por mais investiga√ß√Ķes sobre o incidente ignorou esta conclus√£o. Sem d√ļvida, uma grande parte da popula√ß√£o brit√Ęnica ainda acredita que a jovem morreu devido a uma rea√ß√£o direta √† vacina. Blogs e organiza√ß√Ķes anti-vacina, naturalmente, alegaram que a conclus√£o envolvendo o tumor tamb√©m fazia parte de uma conspira√ß√£o.

Vacinas intencionalmente contaminadas

Um n√ļmero crescente de mu√ßulmanos acredita que as companhias farmac√™uticas ocidentais t√™m deliberadamente contaminado as vacinas contra poliomielite usadas em seus pa√≠ses. Eles acreditam que as pot√™ncias do Ocidente usam as vacinas secretamente para espalhar a AIDS e/ou propagar infertilidade entre mu√ßulmanos.

Infelizmente essa onda de histeria em massa tem levado a um agudo decl√≠nio nas vacina√ß√Ķes de poliomielite e um quase id√™ntico aumento nos casos desta doen√ßa nos pa√≠ses isl√Ęmicos. [38] O governo nigeriano contribuiu para o aumento da histeria banindo todas a vacinas contra poliomielite em fevereiro de 2004.[39]

Isto não está limitado ao mundo em desenvolvimento. Eustace Mullins escreveu um artigo reivindicando que a vacina contra a poliomielite era uma conspiração judaica para gerar o envenenamento-em-massa das crianças americanas. [40]

Em correntes de email, circula j√° h√° alguns anos a hist√≥ria de que a vacina√ß√£o contra rub√©ola promoveria esteriliza√ß√£o em massa. A mensagem √© outro amontoado de teorias conspirat√≥rias com informa√ß√Ķes falsas, buscando disseminar o medo e levando diretamente √† doen√ßa e mesmo morte muito concreta de v√°rias pessoas. A m√©dica Mar√≠lia Mattos Bulh√Ķes, coordenadora do Programa Nacional de Imuniza√ß√Ķes do Minist√©rio da Sa√ļde, refuta tamb√©m as mentiras sobre a vacina√ß√£o em uma entrevista.

O Sunday Express ajudou a alardear o medo sobre a vacina quando ‚Äď s√≥ se pode presumir que deliberadamente ‚Äď citou incorretamente a Dra. Diane Harper, atribuindo a ela a declara√ß√£o que a vacina era ‚Äút√£o mortal quanto o c√Ęncer‚ÄĚ. Na verdade, praticamente cada uma das declara√ß√Ķes, presentes na primeira p√°gina do jornal e atribu√≠das √† Dra. Harper, eram falsas. Indo desde o que a Dra. realmente disse, at√© o seu verdadeiro n√≠vel de envolvimento com a vacina. No melhor e verdadeiro estilo ‚Äútabl√≥ide‚ÄĚ, eventuais retrata√ß√Ķes foram sepultadas e esquecidas.

 

Na mídia, hoje

A vacina contra a gripe H1N1 é um assunto fervilhante entre os que são contra a vacinação, movido pelos temores de que a vacina possa não ser segura (temores estes alimentados pelos relatórios de efeitos colaterais da vacina contra a gripe suína, em 1976), dando margem a teorias conspiratórias de que a nova vacina faria parte de um plano para controlar a superpopulação.

Se assim fosse, seria um plano muito mal-sucedido. Segundo o relat√≥rio do Centro Europeu para Preven√ß√£o e Controle da Doen√ßa, traduzido pelo Ecce Medicus, ‚Äúbaseado em informa√ß√Ķes recebidas de 16 pa√≠ses, a OMS estima que por volta de 80 milh√Ķes de doses da vacina pand√™mica foram distribu√≠das e aproximadamente 65 milh√Ķes de pessoas foram vacinadas. Campanhas de vacina√ß√£o globais t√™m se utilizado de vacina com e sem adjuvantes, com v√≠rus atenuados e inativados (este √ļltimo grupo n√£o licenciado na Europa). Apesar da intensa monitoriza√ß√£o sobre a seguran√ßa das vacinas, todos os dados compilados at√© o momento, indicam que as vacinas pand√™micas gozam do mesmo excelente perfil de seguran√ßa que as vacinas sazonais, as quais tem sido utilizadas por mais de 60 anos‚ÄĚ.

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Reino Unido

Mais recentemente, uma liga√ß√£o entre a vacina tr√≠plice MMR e o autismo (mencionado acima) chegou √†s manchetes do Reino Unido, depois que Andrew Wakefield, o principal autor de um artigo sugerindo tal liga√ß√£o, foi considerado culpado de conduta anti-√©tica. Apesar da decis√£o se referir √† sua conduta √©tica na pesquisa cient√≠fica, a qual j√° vinha sendo questionada por v√°rios anos (um ‚Äúconflito de interesses‚ÄĚ foi levantado em 2004, tr√™s anos ap√≥s ele ter deixado o Royal Free Hospital em circunst√Ęncias controversas), a m√≠dia brit√Ęnica decidiu tamb√©m dizer que o trabalho de Wakefield ‚Äúestava sendo desacreditado‚ÄĚ.

Se conhecessem o trabalho original de Wakefield saberiam que a s√©rie de estudos envolvendo 12 casos cl√≠nicos nunca recebeu cr√©dito suficiente para poder ser desacreditado. Provavelmente por causa do excesso de publicidade, The Lancet ‚Äď a principal revista m√©dica a publicar a pesquisa ‚Äď publicou uma completa retrata√ß√£o em fevereiro de 2010.

EUA

Nos Estados Unidos existe um conjunto de leis que varia de estado para estado. Existe uma diferen√ßa entre ‚Äúrecomenda√ß√£o de vacina√ß√£o‚ÄĚ e ‚Äúobrigatoriedade (legal) de vacina√ß√£o‚ÄĚ. Enquanto o CDC (Centro de Controle de Doen√ßas) e a Academia Americana de Pediatria recomendam que todas as crian√ßas sejam vacinadas com a vacina tr√≠plice MMR, alguns estados exigem legalmente que as crian√ßas sejam vacinadas apenas contra a rub√©ola e o sarampo. Nestes estados os pais t√™m a op√ß√£o legal de n√£o vacinar contra a caxumba. Na maioria dos estados √© poss√≠vel tamb√©m ser declarado isento da vacina√ß√£o ou revacina√ß√£o se mostrar uma prova de imunidade. O sujeito pode ir em um laborat√≥rio privado e, atrav√©s de uma amostra de sangue, verificar se a concentra√ß√£o de anticorpos circulantes √© alta o bastante para comprovar imunidade contra alguma doen√ßa, dispensando-o da vacina√ß√£o.

Existem tamb√©m ‚Äúisen√ß√Ķes legais‚ÄĚ (filos√≥ficas, religiosas ou m√©dicas) que permitem ao cidad√£o burlar a vacina√ß√£o obrigat√≥ria.

No entanto, muito recentemente, pais foram assediados por burocratas por tentar exercer esse direito. América, Terra da Liberdade.

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Conclus√Ķes

A despeito da histeria e da cobertura da mídia, não há provas ligando as vacinas em uso a problemas médicos sérios. Na verdade, evidências epidemiológicas mostram que as vacinas evitam uma grande quantidade de doenças e mortes no mundo.

Apesar destes fatos, h√° um grande n√≠vel de preocupa√ß√£o com as vacinas. A educa√ß√£o do grande p√ļblico sobre vacinas e sa√ļde deve continuar, n√≥s devemos continuar a fornecer √†s pessoas a rigorosa educa√ß√£o cient√≠fica necess√°ria para que elas possam avaliar melhor os fatos. Se voc√™ ainda pensa que as vacinas n√£o s√£o seguras, ent√£o voc√™ pode tamb√©m querer pensar sobre muitas outras coisas que tamb√©m s√£o inseguras, e sempre reconsiderar faz√™-las.

Antes de decidir n√£o tomar a vacina contra a gripe H1N1, considere o seguinte:

  1. como se trata de uma variedade nova, é muito fácil pegar o H1N1 se você entrar em contato com alguém doente;
  2. um n√ļmero alto de pessoas menores de 65 anos s√£o hospitalizadas devido √† piora dos sintomas;
  3. você pode até sobreviver à H1N1 mas poderá contaminar outras pessoas que não terão esta sorte.

Ao imunizar-se com a vacina H1N1, você não só evita ficar gripado mas também ajuda a proteger as pessoas que você conhece. Ao não tomar a vacina, você arrisca contaminar alguém sensível ao H1N1! 

Quem √© sens√≠vel ao H1N1? Gr√°vidas, crian√ßas e pessoas com doen√ßas cr√īnicas. Conhece algu√©m que se encaixe nestas categorias? Conhece algu√©m que conhece algu√©m que se encaixe nestas categorias? As chances de uma fam√≠lia inteira pegar o H1N1 se UMA pessoa pegar a doen√ßa s√£o alt√≠ssimas!

VACINE-SE: ao SE proteger, você protege quem você AMA.

Para maiores informa√ß√Ķes, consulte o portal do Minist√©rio da Sa√ļde, e confira tamb√©m a cobertura de artigos da rede ScienceBlogs Brasil.

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Fontes e referências

¬†¬† 1. ‚ÜϬ† Robert F. Kennedy Jr. writing in Salon.com, for instance.

¬†¬† 2. ‚ÜĎ FDA Development & Approval Process

¬†¬† 3. ‚ÜĎ Aaron Levin. Vaccines Today. Ann Intern Med, Oct 2000; 133: 661.

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¬†¬† 5. ‚ÜĎ S J Engelhardt, N A Halsey, D L Eddins, and A R Hinman. Measles mortality in the United States 1971-1975. Am J Public Health. 1980 November; 70(11): 1166‚Äď1169.

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¬†¬† 7. ‚ÜĎ Aaron Levin. Vaccines Today. Ann Intern Med, Oct 2000; 133: 661.

¬†¬† 8. ‚ÜĎ Aaron Levin. Vaccines Today. Ann Intern Med, Oct 2000; 133: 661.

¬†¬† 9. ‚ÜĎ http://www.cdc.gov/vaccines/vac-gen/6mishome.htm#Diseaseshadalready

¬† 10. ‚ÜĎ http://www.fda.gov/cber/vaccine/thimerosal.htm

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¬† 27. ‚ÜĎ Uchiyama T. Kurosawa M. Inaba Y. MMR-vaccine and regression in autism spectrum disorders: negative results presented from Japan. Journal of Autism & Developmental Disorders. 37(2):210-7, 2007 Feb.

¬† 28. ‚ÜĎ Afzal MA. Ozoemena LC. O‚ÄôHare A. Kidger KA. Bentley ML. Minor PD. Absence of detectable measles virus genome sequence in blood of autistic children who have had their MMR vaccination during the routine childhood immunization schedule of UK. Journal of Medical Virology. 78(5):623-30, 2006 May.

¬† 29. ‚ÜĎ Honda H. Shimizu Y. Rutter M. No effect of MMR withdrawal on the incidence of autism: a total population study. Journal of Child Psychology & Psychiatry & Allied Disciplines. 46(6):572-9, 2005 Jun.

¬† 30. ‚ÜĎ Smeeth L. Cook C. Fombonne E. Heavey L. Rodrigues LC. Smith PG. Hall AJ. MMR vaccination and pervasive developmental disorders: a case-control study. [Journal Article. Research Support, Non-U.S. Gov't] Lancet. 364(9438):963-9, 2004 Sep 11-17.

¬† 31. ‚ÜĎ DeStefano F. Thompson WW. MMR vaccine and autism: an update of the scientific evidence. Expert Review of Vaccines. 3(1):19-22, 2004 Feb.

¬† 32. ‚ÜĎ Brent Taylor, Elizabeth Miller, C Paddy Farrington, Maria-Christina Petropoulos, Isabelle Favot-Mayaud, Jun Li, PaulineAWaight. Autism and measles,mumps,and rubella vaccine: no epidemiological evidence for a causal association. Lancet 1999; 353: 2026‚Äď29.

¬† 33. ‚ÜĎ The media‚Äôs MMR hoax, Ben Goldacre ‚Äď Bad Science, 30 August 2008

¬† 34. ‚ÜĎ http://www.cbc.ca/health/story/2010/02/02/autism-mmr-lancet-wakefield.html?ref=rss

¬† 35. ‚ÜĎ http://www.haciendapub.com/buttram.html

¬† 36. ‚ÜĎ http://www.shirleys-wellness-cafe.com/shakenbabysyndrome.htm

¬† 37. ‚ÜĎ http://www.freeyurko.bizland.com/

¬† 38. ‚ÜĎ "Vaccine boycott spreads polio" News24.com website, 11 February 2007 [1]

¬† 39. ‚ÜĎ Nigerian Muslims Bar Polio Vaccine: Islamic State Calls Vaccine Program U.S. Plot To Spread AIDS CBS News, 22 February 2004 [2]

¬† 40. ‚ÜĎ The Shallit Report:Eustace Mullins

¬† 41. ‚ÜĎ I was somewhat involved, certainly witnessed, the incident

¬† 42. ‚ÜĎ And some guy told me about it over lunch.

¬† 43. ‚ÜĎ Minister Farrakhan claims H1N1 vaccine is a plot to kill people

¬† 44. ‚ÜĎ BBC News ‚Äď Cancer jab alert after girl dies

¬† 45. ‚ÜĎ Bad Science ‚Äď Jabs "as bad as the cancer"

¬† 46. ‚ÜĎ BBC News ‚Äď MMR scare doctor ‚Äėacted unethically‚Äô, panel finds

¬† 47. ‚ÜĎ Bad Science ‚Äď The Wakefield MMR verdict

¬† 48. ‚ÜĎ The Lancet ‚Äď Retraction‚ÄĒIleal-lymphoid-nodular hyperplasia, non-specific colitis, and pervasive developmental disorder in children

- ‚Äď -

* Tradução e adaptação por Jorge Petretski, Ricardo de Castro e Kentaro Mori.
Conte√ļdo sob licen√ßa Creative Commons, Atribui√ß√£o-Compartilhamento pela mesma Licen√ßa 3.0


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: ajuda
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2010 09:38

 
    Encaminhar este e-mail para o ministro da guerra do Iraque e do Afeganist√£o. Talvez ainda da Coreia do Norte.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em dom, 28/3/10, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: ajuda
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Domingo, 28 de Março de 2010, 22:11

 
Sugest√Ķes?
 
[]¬ī
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
From: Maxxxxxxxxx
Sent: Friday, March 26, 2010 12:48 PM

senhor Leo Barretos, meu nome √© M√°xxxxxxxxx e ganhei a 1¬™ Feira de Ci√™ncia o Estado de  Goi√°s em 1971, eu e o meu irm√£o inventamos e construimos um novo tipio de metralhora e fuzil de assalto leves na √©poca da ditadura militar, apresentamos as armas ao ministro da guerra  os mesmo n√£o permitiram o registro e at√© hoje n√£o conseguimos serem indenizados e nem anistiados, o que pode fazer para nos ajudar neste sentido. m√°rio

Transforme-se em personagens engraçados. Conheça o novo site de I Love Messenger.


Veja quais s√£o os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - M√ļsica - Esportes

SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: ajuda
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2010 13:43

Ossos do ofício, ossos do ofício.
Guenta, guenta!
 
Victor.
 
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, March 28, 2010 7:11 PM
Subject: [ciencialist] Fw: ajuda

 

Sugest√Ķes?
 
[]¬ī
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Maxxxxxxxxx
Sent: Friday, March 26, 2010 12:48 PM

senhor Leo Barretos, meu nome √© M√°xxxxxxxxx e ganhei a 1¬™ Feira de Ci√™ncia o Estado de  Goi√°s em 1971, eu e o meu irm√£o inventamos e construimos um novo tipio de metralhora e fuzil de assalto leves na √©poca da ditadura militar, apresentamos as armas ao ministro da guerra  os mesmo n√£o permitiram o registro e at√© hoje n√£o conseguimos serem indenizados e nem anistiados, o que pode fazer para nos ajudar neste sentido. m√°rio

Transforme-se em personagens engraçados. Conheça o novo site de I Love Messenger.


SUBJECT: Fw: livro Os Fundamentos Experimentais e Historicos da Eletricidade
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2010 17:25

O livro anterior - sobre o centro de gravidade - (de cujo autor gentilmente recebi um exemplar), j√° comentado em mensagens anteriores, j√° tem um irm√£o de mesmo gene.
Recomendo com prazer!
O autor ... dispensa coment√°rios.
[]¬ī
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Friday, March 26, 2010 4:52 PM
Subject: livro Os Fundamentos Experimentais e Historicos da Eletricidade

Oi Pessoal,
 
escrevo para informar da publicação do seguinte livro em português:
"Os Fundamentos Experimentais e Históricos da Eletricidade,"
A. K. T. Assis (Apeiron, Montreal, 2010), 274 p√°ginas, ISBN: 9780986492617.
 
O livro descreve as principais experiências e descobertas da história da
eletricidade. Como√ßa com o efeito √Ęmbar, que √© an√°logo √† experi√™ncia usual de
atrair papeizinhos com um pl√°stico atritado no cabelo. Mostra-se como construir
e utilizar diversos instrumentos elétricos: versório, pêndulo elétrico, eletroscópio
e coletores de carga. Discute-se a atração e repulsão elétrica, o mecanismo
ACR (atração, contato e repulsão), assim como as cargas positivas e negativas.
Analisa-se detalhadamente os conceitos de condutores e isolantes, assim como as
principais diferen√ßas nos comportamentos destes dois tipos de subst√Ęncias.
Parte-se sempre das observa√ß√Ķes experimentais para ent√£o ir construindo os
conceitos, as defini√ß√Ķes e as leis que descrevem estes fen√īmenos. Todas as
experiências são descritas com clareza e realizadas com materiais simples,
baratos e facilmente acessíveis. Sempre que possível são apresentados aspectos
hist√≥ricos relacionados com os fen√īmenos que est√£o sendo analisados,
juntamente com cita√ß√Ķes relevantes dos principais cientistas que trabalharam
com estes assuntos. √Č feita uma an√°lise detalhada das obras de Stephen Gray (1666-1736),
o grande cientista inglês que descobriu os condutores e isolantes, assim como
algumas de suas principais propriedades. Uma ampla bibliografia é incluída
no final da obra.
 
O livro está disponível em formato PDF (4 Mb) em:
http://www.ifi.unicamp.br/~assis/Eletricidade.pdf
 
O livro impresso pode ser adquirido na Apeiron, http://redshift.vif.com/ e na
Amazon: http://www.amazon.com/dp/0986492612
 
Uma versão em inglês, The Experimental and Historical Foundations of Electricity,
também está disponível em formato PDF (4,5 Mb) em:
http://www.ifi.unicamp.br/~assis/Electricity.pdf
 
 
Se possível, por favor encaminhem esta mensagem para os seus colegas e estudantes.
 
Abraços, André Assis
---
Andre Koch Torres Assis
Homepage: http://www.ifi.unicamp.br/~assis
Institute of Physics
State University of Campinas
13083-970 Campinas - SP
Brazil
Email: assis@ifi.unicamp.br
Telephone: (++55) (19) 35215515
Fax: (++55) (19) 35215512
 

SUBJECT: Fw: livro Os Fundamentos Experimentais e Historicos da Eletricidade
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2010 18:42

Oi pessoal,
Eu não queria dizer mais não resisti, o ego cantou mais forte: o site Feira de Ciências e seu autor são citados logo na introdução do livro.
Pronto ... desabafei!
 
Os detalhes e os destaques apresentados pelo autor do livro em quest√£o, s√£o dignos da maior nota de m√©rito. Uma leitura que realmente aprisiona; n√£o d√° para parar de ler!
Dificilmente encontrar√£o um livro cient√≠fico de leitura t√£o envolvente. Tem at√© trechos de originais de Newton (com duas tradu√ß√Ķes ... s√≥ para ter uma id√©ia da seriedade da coisa!).
E ainda não terminei de ler tudo ... "até meia noite chegarás --- mas, das 02:00 h não passarás!"
 
 
[]¬ī
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Monday, March 29, 2010 5:25 PM
Subject: Fw: livro Os Fundamentos Experimentais e Historicos da Eletricidade

O livro anterior - sobre o centro de gravidade - (de cujo autor gentilmente recebi um exemplar), j√° comentado em mensagens anteriores, j√° tem um irm√£o de mesmo gene.
Recomendo com prazer!
O autor ... dispensa coment√°rios.
[]¬ī
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [L√©o] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Friday, March 26, 2010 4:52 PM
Subject: livro Os Fundamentos Experimentais e Historicos da Eletricidade

Oi Pessoal,
 
escrevo para informar da publicação do seguinte livro em português:
"Os Fundamentos Experimentais e Históricos da Eletricidade,"
A. K. T. Assis (Apeiron, Montreal, 2010), 274 p√°ginas, ISBN: 9780986492617.
 
O livro descreve as principais experiências e descobertas da história da
eletricidade. Como√ßa com o efeito √Ęmbar, que √© an√°logo √† experi√™ncia usual de
atrair papeizinhos com um pl√°stico atritado no cabelo. Mostra-se como construir
e utilizar diversos instrumentos elétricos: versório, pêndulo elétrico, eletroscópio
e coletores de carga. Discute-se a atração e repulsão elétrica, o mecanismo
ACR (atração, contato e repulsão), assim como as cargas positivas e negativas.
Analisa-se detalhadamente os conceitos de condutores e isolantes, assim como as
principais diferen√ßas nos comportamentos destes dois tipos de subst√Ęncias.
Parte-se sempre das observa√ß√Ķes experimentais para ent√£o ir construindo os
conceitos, as defini√ß√Ķes e as leis que descrevem estes fen√īmenos. Todas as
experiências são descritas com clareza e realizadas com materiais simples,
baratos e facilmente acessíveis. Sempre que possível são apresentados aspectos
hist√≥ricos relacionados com os fen√īmenos que est√£o sendo analisados,
juntamente com cita√ß√Ķes relevantes dos principais cientistas que trabalharam
com estes assuntos. √Č feita uma an√°lise detalhada das obras de Stephen Gray (1666-1736),
o grande cientista inglês que descobriu os condutores e isolantes, assim como
algumas de suas principais propriedades. Uma ampla bibliografia é incluída
no final da obra.
 
O livro está disponível em formato PDF (4 Mb) em:
http://www.ifi.unicamp.br/~assis/Eletricidade.pdf
 
O livro impresso pode ser adquirido na Apeiron, http://redshift.vif.com/ e na
Amazon: http://www.amazon.com/dp/0986492612
 
Uma versão em inglês, The Experimental and Historical Foundations of Electricity,
também está disponível em formato PDF (4,5 Mb) em:
http://www.ifi.unicamp.br/~assis/Electricity.pdf
 
 
Se possível, por favor encaminhem esta mensagem para os seus colegas e estudantes.
 
Abraços, André Assis
---
Andre Koch Torres Assis
Homepage: http://www.ifi.unicamp.br/~assis
Institute of Physics
State University of Campinas
13083-970 Campinas - SP
Brazil
Email: assis@ifi.unicamp.br
Telephone: (++55) (19) 35215515
Fax: (++55) (19) 35215512
 

SUBJECT: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
FROM: "Paulo - yahoo" <psdias2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2010 18:59

V√≠deo divulgado por uma entidade que atua para encontrar solu√ß√Ķes para a
falta de √°gua limpa no mundo:

http://www.charitywater.org/whywater/

Paulo




SUBJECT: LHC, futucando o esconderijo de Deus! Ora, pois.
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2010 09:36

"...o bóson de Higgs -a "partícula de Deus", apelido que desagrada a muitos físicos".
Para mim, essa denomina√ß√£o √© de um rid√≠culo que d√° gosto. Em minha opini√£o, o autor desse batismo √© um tremendo gozador, e quis zoar com com a ci√™ncia e os homens de boa vontade e... boa f√©. 
 
Mas, indiferente a isso, o machado continua sendo amolado. Quando estiver pronto, bem afiado e otimamente disposto para o corte, n√£o haver√°  part√≠cula de god nenhuma que continue se escondendo.. Quem viver,  ver√°. Ver√£o.
 
Sds,
Victor.  
 
 
 
 

Maior máquina do mundo, LHC começa hoje a produzir ciência

Choques de prótons em mega-acelerador poderão revelar a "partícula de Deus"

RAFAEL GARCIA
EM GENEBRA

O mega-acelerador de part√≠culas LHC faria na madrugada de hoje as primeiras tentativas de colis√Ķes capazes de produzir ci√™ncia efetivamente inovadora. O experimento, que ganhou o apelido de "m√°quina do Big Bang", poder√° ent√£o tentar detectar o b√≥son de Higgs, a part√≠cula que confere massa √†s outras, segundo a teoria.
Tecnicamente, o acelerador est√° funcionando desde novembro, mas s√≥ agora as colis√Ķes entre pr√≥tons que s√£o produzidas em seu t√ļnel circular de 27 km chegam √† energia de 7 TeV (terael√©tron-volts), necess√°ria √†s detec√ß√Ķes.
A viol√™ncia dos choques entre essas part√≠culas, por√©m, ainda √© metade daquela prevista para o projeto. Quando o LHC estiver pronto para colidir seus feixes de pr√≥tons a 14 TeV, ser√° como como produzir um choque frontal de dois trens-bala num t√ļnel mais estreito que um fio de cabelo. Isso s√≥ deve acontecer em 2012.
A agenda de experimentos foi mudada depois de um acidente em setembro de 2008. Uma sobrecarga de energia danificou vários dos ímãs supercondutores responsáveis por acelerar as partículas.
Depois de ficar no conserto por mais de um ano, o LHC vai rodar sua primeira etapa de experimentos colidindo prótons a 3,5 TeV. Físicos na sede do Cern (Organização Europeia de Física Nuclear), na fronteira da Suíça com a França, estão ansiosos para o início do trabalho.
"Temos tido j√°, de vez em quando, algumas colis√Ķes a 7 TeV, mas creio que n√£o 100% est√°veis", disse √† Folha Denis Dam√°zio, brasileiro que trabalha no Atlas, um dos grandes detectores do LHC. Segundo ele, os experimentos que vinham sendo feitos at√© a semana passada usavam apenas um "bunch" -um pequeno "vag√£o", quando se compara o feixe de pr√≥tons a um trem.
Tanto o Atlas quanto os outros grandes detectores -o CMS, Alice e o LHCb- trabalham de forma independente entre si. Quase todos eles já inauguraram sua produção científica. Os artigos publicados, porém, ainda tratam mais de aspectos técnicos, como calibração das máquinas.
Quando o feixe de pr√≥tons completo estiver circulando hoje, por√©m, os cientistas esperam que o Cern cumpra sua promessa de "abrir a maior janela para potenciais descobertas na f√≠sica de part√≠culas em uma d√©cada". Mesmo 7 TeV j√° s√£o mais que o triplo da energia produzida pelo acelerador americano Tevatron, o melhor at√© o ano passado. Cientistas calculam que isso √© mais do que suficiente para que de algumas colis√Ķes finalmente apare√ßa o b√≥son de Higgs -a "part√≠cula de Deus", apelido que desagrada a muitos f√≠sicos


SUBJECT: Re: [ciencialist] Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
FROM: valeria boechat <valeriapboechat@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2010 09:52

Vamos repassar urgentemente !
Valéria Boechat



Em 29 de março de 2010 18:59, Paulo - yahoo <psdias2@yahoo.com.br> escreveu:
 

V√≠deo divulgado por uma entidade que atua para encontrar solu√ß√Ķes para a
falta de √°gua limpa no mundo:

http://www.charitywater.org/whywater/

Paulo



SUBJECT: Fw: para pensar:
FROM: "JVictor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2010 10:38

E agora?
 
O quanto de verdade h√° nessas pesquisas?
 
Não é por nada não, mas fiquei um pouco preocupado, não por mim, que não chegarei lá;
mas por meu filho, netos, bisnetos.
 
Assim, o que mais saberiam os pesquisadores desta lista, a respeito desse "apocalipse"?
 
Assim, n√£o d√° nem para ir para Pas√°rgada, pois, l√°, nem o meu amigo rei vai escapar.
 
Sds,
Victor. 

SUBJECT: Overdose de Fofura ‚Äď e um experimento bizarro
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 30/03/2010 15:45

Overdose de Fofura ‚Äď e um experimento bizarro

Bebê lemure

Os l√™mures s√£o os menores primata do mundo, e Tahina, nascida no ano retrasado no z√īo Besancon na Fran√ßa bem pode ser um dos mais ‚Äúu√≥√≥√≥¬ī‚ÄĚ no planeta. √Č um dos √ļnicos 17 l√™mures Propithecus coronatus vivendo em cativeiro, tratada com todo o cuidado pela equipe de veterin√°rios. Confira mais fotos ador√°veis desta coisa esquisita no Mail.

A imagem irresist√≠vel de Tahina abra√ßando o urso de pel√ļcia lembra o estudo cl√°ssico de Harry Harlow com macaquinhos e m√£es de pel√ļcia, explicado pelo scibling Luis Azevedo no Ci√™ncia Ao Natural, em A Natureza do Amor:

fig14

A Cérebro e Mente também tem uma boa página com mais fotos (coloridas) explicando o experimento de Harlow: As Necessidades Vitais dos Bebês.

E, sendo este o admirável mundo novo da internet, é claro que você pode conferir filmes dos experimentos no SeuTubo, apresentados pelo próprio:

Assista ao vídeo

Depois de conhecer o experimento, ele pode soar meio cruel, mas h√° meio s√©culo o sofrimento de alguns macaquinhos permitiu descobertas que em parte garantem que a pequena Tahina ganhe um ursinho de pel√ļcia para abra√ßar: √© cientificamente demonstrado que lhe faz um bem danado. [foto via pya]


SUBJECT: Re: [ciencialist] Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2010 16:12

O Problema aqui não é a falta de água, e sim a falta de estrutura de um país miserável, macado por guerras tribais.
 
Infelizmente, não é interessante para os países intervir ou investir nesses lugaes.
 
Abs
Felipe

--- Em ter, 30/3/10, valeria boechat <valeriapboechat@gmail.com> escreveu:

De: valeria boechat <valeriapboechat@gmail.com>
Assunto: Re: [ciencialist] Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 30 de Março de 2010, 9:52

 
Vamos repassar urgentemente !
Valéria Boechat



Em 29 de março de 2010 18:59, Paulo - yahoo <psdias2@yahoo. com.br> escreveu:
 
V√≠deo divulgado por uma entidade que atua para encontrar solu√ß√Ķes para a
falta de √°gua limpa no mundo:

http://www.charityw ater.org/ whywater/

Paulo




Veja quais s√£o os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - M√ļsica - Esportes

SUBJECT: Re: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
FROM: "Homero" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2010 17:33

Luis: "Infelizmente, não é interessante para os países intervir ou investir nesses lugaes."

Na verdade, at√© existe interesse, mas esbarram em diversos problemas e dificuldades. O mundo e as rela√ß√Ķes entre pa√≠ses e povos s√£o muito complexos.

Por exemplo, é um problema enviar ajuda para a Nigéria, pois a maior parte da ajuda é desviada e vai ser vendida no mercado negro. E é desviada pelos funcionários do próprio governo, o mais corrupto do planeta.

A pr√≥pria Nig√©ria, inclusive, √© um exemplo claro de todas as dificuldades em ajudar povos com necessidades. Ela proibiu, por for√ßa das lideran√ßas isl√Ęmicas, a vacina√ß√£o contra a p√≥lio, o que gerou uma epidemia devastadora da doen√ßa. A alega√ß√£o era de que a campanha de vacina√ß√£o era uma "conspira√ß√£o" do ocidente para esterilizar as mulheres mu√ßulmanas (malucos diversos aqui no Brasil afirmam que a nossa campanha contra rub√©ola √© para "esterilizar" as mulheres em idade reprodutiva e impedir que nas√ßam mais pobres).

Uma enorme quantia em dinheiro, alimentos, vacinas, tecnologia, etc, é enviada, ou se tenta enviar, para países com necessidades, boa parte não chega nunca, ou chega no mercado negro.

Um filme meio antigo com a Angelina Jolie mostrava as "negocia√ß√Ķes" com bandidos, soldados, mil√≠cias, etc, que um carregamento de ajuda tinha de se submeter (sob mira de armas) para chegar nas √°reas necessitadas. Boa parte do carregamento tinha de ser gasto em propina no caminho. E as pessoas envolvidas corriam risco de vida.

Sim, é um filme e é ficção. Mas do tipo inspirado fortemente na vida real.

E h√° outro problema grave, a interven√ß√£o em geral faz "chover" acusa√ß√Ķes de, bem, intervencionismo. Ou seja, acusa√ß√Ķes de que pa√≠ses "imperialistas" est√£o se metendo na vida e na "soberania" destes pa√≠ses. E isso mesmo quando a interfer√™ncia √© para parar uma limpeza √©tnica como a da B√≥snia.

Então, temos o seguinte cenário, países que podem, que tem dinheiro, civilizados e com sobra (e isso graças ao "modelo" que todos condenam) não fazem nada, e são acusados de "omissão", falta de interesse, descaso criminoso, etc.

Se fazem, se interveem de qualquer maneira, s√£o "imperialistas malvados", arrogantes, que pensam que sabem tudo, que podem tudo, que n√£o respeitam a soberania dos povos, etc.

Assim, fica difícil, e ainda assim, existe muito esforço para ajudar.

As campanhas de vacinação mundiais, junto com o planejamento familiar, por exemplo, provavelmente salvaram mais vidas que qualquer outra iniciativa humana. Mas textos completamente malucos pululam na Internet acusando a ONU e as campanhas de tentar "matar todos os pobres e esterilizar as mulheres do terceiro mundo".

Racionalmente, √© bem simples. Se voc√™ d√° condi√ß√Ķes de sa√ļde, se vacina as crian√ßas, se elimina as doen√ßas, se diminui drasticamente a mortalidade infantil, tem de fazer planejamento, pois o n√ļmero de sobreviventes aumenta brutalmente, e n√£o h√° alimentos, ou dinheiro, para todos.

Se uma familia que tinha 12/15 filhos, e perdia 8/12, não perder mais nenhum, terá de alimentar, vestir e educar 12 crianças, não 3 ou 4.

Mas chega a dar "medo" ler as bobagens que se escreve sobre isso na rede.

Existe muita gente disposta a ajudar, mas poucos canais nos próprios países com problemas. Estes dias li um texto muito interessante, sobre como nossos "ricos" são acusados de não serem como os "ricos" dos países civilizados, como eles não contribuem, não doam, como os ricos dos países civilizados, etc.

Mas, considerava o autor do texto, doar para quem? Se uma TV de LCD, doada em rede nacional, para uma prefeitura, com a miss√£o explicita e clara de ser usada em escolas p√ļblicas, para alunos dessa escola p√ļblica, vai parar na casa da diretora, e uma reportagem que mostra o absurdo, que s√≥ foi poss√≠vel devido ao GPS instalado na TV, √© proibida de ser exibida, quem se anima a doar qualquer coisa?

Ou colocamos GPS em tudo que for doado (e dinheiro n√£o tem GPS e some mesmo), ou desistimos de doar de toda forma.

Um abraço.

Homero




SUBJECT: Cern recria situação pós-Big Bang
FROM: "Jose Renato" <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2010 18:50

[ O LHC funciona atualmente sem utilizar todo seu potencial, j√° que foi concebido para produzir choques a uma velocidade de 14 TeV, ou 99,99% da velocidade da luz, que pode alcan√ßar em 2012. ]
 
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IG - √öLTIMO SEGUNDO - MUNDO

Acelerador do Cern recria situação pós-Big Bang

30/03 - 09:20 , atualizada às 16:49 30/03 - iG São Paulo

GENEBRA - Pela primeira vez, cientistas  conseguiram nesta ter√ßa-feira fazer o maior colisor de part√≠culas do mundo - o Grande Colisor de H√°drons (LHC, na sigla em ingl√™s) - funcionar e recriar uma situa√ß√£o similar aos instantes posteriores ao Big Bang, a grande explos√£o que deu origem ao universo.

A colis√£o de feixes de pr√≥tons, feita a uma energia de 7 TeV teraeletrovolts, foi alcan√ßada ap√≥s duas tentativas fracassadas. O LHC conseguiu colidir dois feixes de pr√≥tons a uma velocidade tr√™s vezes maior que o recorde anterior. Segundo os cientistas respons√°veis pelo LHC, a energia de 7 TeV teraeletrovolts √© recorde.

 


Cientistas do Cern comemoram resultado de experiência (Imagem/AP)

O sucesso do experimento abre as portas para uma nova fase na f√≠sica moderna, j√° que agora ser√° poss√≠vel dar respostas a in√ļmeras inc√≥gnitas sobre o universo e a mat√©ria, segundo os cientistas do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern).

"Isto √© f√≠sica em a√ß√£o, o in√≠cio de uma nova era, com colis√Ķes de 7 TeV (tera el√©tron volts)", explicou Paola Catapano, cientista e porta-voz do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern), de Genebra, ao anunciar o experimento.

"√Č um momento fant√°stico para a ci√™ncia", destacou o diretor-geral do Cern, Rolf Heuer, em uma videoconfer√™ncia a partir do Jap√£o, visivelmente emocionado.

Os pesquisadores na sala de controle do Cern aplaudiram quando as primeiras coliz√Ķes bem-sucedidas ocorreram. V√°rios cientistas pelo mundo acompanham os trabalhos. A nova etapa, chamada "Primeira F√≠sica", representa o come√ßo de uma s√©rie de milh√Ķes de choques similares durante um per√≠odo de 18 a 24 meses.

"Com certeza repetiremos a fa√ßanha v√°rias vezes na pr√≥xima semana e durante o ano", acrescentou o cientista, que comparou o experimento ao lan√ßamento de duas agulhas de lados diferentes do Atl√Ęntico, esperando pelo choque.

Projeto de US$ 10 bilh√Ķes, o LHC realiza as colis√Ķes de feixes de pr√≥tons como parte de uma ambiciosa experi√™ncia que busca revelar detalhes sobre micropart√≠culas e microfor√ßas te√≥ricas.

A ideia √© que esses testes ajudem a lan√ßar luz sobre as origens do universo, al√©m de responder a importantes quest√Ķes da f√≠sica. As colis√Ķes representam uma nova era na ci√™ncia para os pesquisadores que trabalham no LHC, que fica na fronteira entre Su√≠√ßa e Fran√ßa e faz parte do Cern.

O experimento foi lan√ßado com pompas em 10 de setembro de 2008, mas apresentou problemas nove dias depois. Os reparos e as melhorias custaram US$ 40 milh√Ķes, at√© que o aparelho voltou a operar no fim de novembro.

As colis√Ķes, por√©m, causaram receio em algumas pessoas, que temiam riscos para o planeta por causa da cria√ß√£o de pequenos buracos negros - vers√Ķes subat√īmicas de estrelas que entram em colapso gravitacional -, cuja gravidade √© t√£o forte que eles podem sugar planetas e outras estrelas. O Cern e muitos cientistas rejeitam qualquer amea√ßa √† Terra ou √†s pessoas, afirmando que esses buracos negros seriam t√£o fracos que se desfariam quase logo ap√≥s serem criados, sem causar problemas.


Display mostra a atividade durante a colisão de partículas (Imagem/AP)


A energia extra obtida no LHC europeu deve revelar dados sobre algumas quest√Ķes ainda n√£o respondidas na f√≠sica de part√≠culas, como a exist√™ncia da antimat√©ria e a busca pelos b√≥sons de Higgs, uma part√≠cula hipot√©tica que, segundo cientistas, daria massa a outras part√≠culas e, com isso, para outros objetos e criaturas no universo.

O LHC funciona atualmente sem utilizar todo seu potencial, j√° que foi concebido para produzir choques a uma velocidade de 14 TeV, ou 99,99% da velocidade da luz, que pode alcan√ßar em 2012.

Os cientistas tamb√©m esperam analisar, em escala m√≠nima, o que ocorreu nos segundos ap√≥s o Big Bang, que segundo eles foi o momento de cria√ß√£o do universo, cerca de 14 bilh√Ķes de anos atr√°s.

Assista ao v√≠deo:  

Veja a cronologia do maior experimento do mundo

*Com informa√ß√Ķes da EFE, AFP e Ag√™ncia Estado

Leia mais sobre: Colisor de H√°drons

< http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/03/30/acelerador+do+cern+recria+situacao+pos+big+bang+9443786.html >


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2010 22:07

Ola Homero,
 
Talvez seja um bom motivo para uma intervensão........Pelo menos para dar um mínimo de segurança às minorias que são massacradas, quase que diariamente, a base da faca e da foice.

--- Em ter, 30/3/10, Homero <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

De: Homero <oraculo@atibaia.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 30 de Março de 2010, 17:33

 
Luis: "Infelizmente, não é interessante para os países intervir ou investir nesses lugaes."

Na verdade, at√© existe interesse, mas esbarram em diversos problemas e dificuldades. O mundo e as rela√ß√Ķes entre pa√≠ses e povos s√£o muito complexos.

Por exemplo, é um problema enviar ajuda para a Nigéria, pois a maior parte da ajuda é desviada e vai ser vendida no mercado negro. E é desviada pelos funcionários do próprio governo, o mais corrupto do planeta.

A pr√≥pria Nig√©ria, inclusive, √© um exemplo claro de todas as dificuldades em ajudar povos com necessidades. Ela proibiu, por for√ßa das lideran√ßas isl√Ęmicas, a vacina√ß√£o contra a p√≥lio, o que gerou uma epidemia devastadora da doen√ßa. A alega√ß√£o era de que a campanha de vacina√ß√£o era uma "conspira√ß√£o" do ocidente para esterilizar as mulheres mu√ßulmanas (malucos diversos aqui no Brasil afirmam que a nossa campanha contra rub√©ola √© para "esterilizar" as mulheres em idade reprodutiva e impedir que nas√ßam mais pobres).

Uma enorme quantia em dinheiro, alimentos, vacinas, tecnologia, etc, é enviada, ou se tenta enviar, para países com necessidades, boa parte não chega nunca, ou chega no mercado negro.

Um filme meio antigo com a Angelina Jolie mostrava as "negocia√ß√Ķes" com bandidos, soldados, mil√≠cias, etc, que um carregamento de ajuda tinha de se submeter (sob mira de armas) para chegar nas √°reas necessitadas. Boa parte do carregamento tinha de ser gasto em propina no caminho. E as pessoas envolvidas corriam risco de vida.

Sim, é um filme e é ficção. Mas do tipo inspirado fortemente na vida real.

E h√° outro problema grave, a interven√ß√£o em geral faz "chover" acusa√ß√Ķes de, bem, intervencionismo. Ou seja, acusa√ß√Ķes de que pa√≠ses "imperialistas" est√£o se metendo na vida e na "soberania" destes pa√≠ses. E isso mesmo quando a interfer√™ncia √© para parar uma limpeza √©tnica como a da B√≥snia.

Então, temos o seguinte cenário, países que podem, que tem dinheiro, civilizados e com sobra (e isso graças ao "modelo" que todos condenam) não fazem nada, e são acusados de "omissão", falta de interesse, descaso criminoso, etc.

Se fazem, se interveem de qualquer maneira, s√£o "imperialistas malvados", arrogantes, que pensam que sabem tudo, que podem tudo, que n√£o respeitam a soberania dos povos, etc.

Assim, fica difícil, e ainda assim, existe muito esforço para ajudar.

As campanhas de vacinação mundiais, junto com o planejamento familiar, por exemplo, provavelmente salvaram mais vidas que qualquer outra iniciativa humana. Mas textos completamente malucos pululam na Internet acusando a ONU e as campanhas de tentar "matar todos os pobres e esterilizar as mulheres do terceiro mundo".

Racionalmente, √© bem simples. Se voc√™ d√° condi√ß√Ķes de sa√ļde, se vacina as crian√ßas, se elimina as doen√ßas, se diminui drasticamente a mortalidade infantil, tem de fazer planejamento, pois o n√ļmero de sobreviventes aumenta brutalmente, e n√£o h√° alimentos, ou dinheiro, para todos.

Se uma familia que tinha 12/15 filhos, e perdia 8/12, não perder mais nenhum, terá de alimentar, vestir e educar 12 crianças, não 3 ou 4.

Mas chega a dar "medo" ler as bobagens que se escreve sobre isso na rede.

Existe muita gente disposta a ajudar, mas poucos canais nos próprios países com problemas. Estes dias li um texto muito interessante, sobre como nossos "ricos" são acusados de não serem como os "ricos" dos países civilizados, como eles não contribuem, não doam, como os ricos dos países civilizados, etc.

Mas, considerava o autor do texto, doar para quem? Se uma TV de LCD, doada em rede nacional, para uma prefeitura, com a miss√£o explicita e clara de ser usada em escolas p√ļblicas, para alunos dessa escola p√ļblica, vai parar na casa da diretora, e uma reportagem que mostra o absurdo, que s√≥ foi poss√≠vel devido ao GPS instalado na TV, √© proibida de ser exibida, quem se anima a doar qualquer coisa?

Ou colocamos GPS em tudo que for doado (e dinheiro n√£o tem GPS e some mesmo), ou desistimos de doar de toda forma.

Um abraço.

Homero



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SUBJECT: Sequencia de Fibonacci em versos de uma canção
FROM: "Paulo - yahoo" <psdias2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2010 22:23

Vi em uma outra lista e repasso:
 
Com imagens do telescópio Hubble ao fundo, a canção do vídeo abaixo usa a sequência de Fibonacci,
onde cada verso cont√©m uma quantidade s√≠labas que √© igual aos n√ļmeros da seq
 
A canção do vídeo abaixo contém, em cada verso, uma quantidade de sílabas que acompanha a sequência
de Fibonacci (1 s√≠laba, 1 s√≠laba, 2 s√≠labas, 3 s√≠labas, 5 s√≠labas, 8 s√≠labas, ... , baixa para 5 s√≠labas, etc.).   O v√≠deo √© composto
com imagens do telescópio Hubble:
 
 
 
Paulo

SUBJECT: Sequencia de Fibonacci em versos de uma canção
FROM: "Paulo - yahoo" <psdias2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2010 22:27

(Enviei a mensagem anterior com um par√°grafo errado.  Favor considerar apenas o texto que segue).

 
Vi em uma outra lista e repasso:

A canção do vídeo abaixo contém, em cada verso, uma quantidade de sílabas que acompanha a sequência
de Fibonacci (1 s√≠laba, 1 s√≠laba, 2 s√≠labas, 3 s√≠labas, 5 s√≠labas, 8 s√≠labas, ... , baixa para 5 s√≠labas, etc.).   O v√≠deo √© composto com imagens do telesc√≥pio Hubble:

http://www.youtube.com/watch?v=wS7CZIJVxFY


Paulo

SUBJECT: A MAIOR INVENÇÃO DE TODOS OS TEMPOS
FROM: Alessandro Loiola <alessandroloiola@yahoo.com.br>
TO: alessandroloiola@yahoo.com.br
DATE: 31/03/2010 09:36

__________________________________________________________________
DR. ALESSANDRO LOIOLA ‚Äď SA√öDE PARA TODOS -  30/03/2010 -  No.110

http://br.groups.yahoo.com/group/saudeparatodos
¬© Dr. Alessandro Loiola -     mailto:
alessandroloiola@yahoo.com.br

Convide seus amigos para uma dose di√°ria de sa√ļde (assinar ou cancelar no final).

_________________________________________________________________

 

Ol√°,

 

Se for para falar de sa√ļde, o assunto do momento √© mesmo a vacina contra o v√≠rus H1N1, a gripe bicho-pap√£o que se escondeu debaixo do colch√£o. Afinal de contas, tomar ou n√£o tomar a vacina? Coloquei algumas reflex√Ķes na coluna desta semana do Yahoo!, que est√° em http://colunistas.yahoo.net/posts/944.html

 

Acredito que vale a pena refletir um pouco ‚Äď e pensar um pouco ‚Äď sobre o que voc√™ anda colocando dentro do seu corpo.

 

E por falar em refletir e pensar, o c√©rebro √© o tema central do blog de hoje ‚Äď que voc√™ pode ler mais abaixo ou em http://dralessandroloiola.blogspot.com/

 

Lhe desejo uma boa leitura e que você tenha mais um dia extraordinário!

 

Dr. Alessandro Loiola.

 

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A MAIOR INVENÇÃO DE TODOS OS TEMPOS

 

© Dr. Alessandro Loiola

 

 

 

Existe uma frase marcante creditada a Albert Einstein que diz mais ou menos assim: ‚ÄúToda a nossa ci√™ncia, quando comparada √† natureza, √© absolutamente med√≠ocre ‚Äď e ainda assim, esta mesma ci√™ncia √© a coisa mais preciosa que temos‚ÄĚ.

 

Constru√≠mos pr√©dios majestosos e computadores poderos√≠ssimos, enviamos sondas para outros planetas e prolongamos a vida com vacinas e antibi√≥ticos, mas realmente nada se compara a uma das inven√ß√Ķes mais extraordin√°rias da natureza: o c√©rebro humano.

 

Enquanto fiscaliza e organiza incont√°veis fun√ß√Ķes do corpo, essa massa esponjosa que voc√™ tem bem a√≠ entre suas orelhas analisa informa√ß√Ķes do meio externo, processa mem√≥rias, elabora racioc√≠nios, cria pensamentos abstratos, descobre solu√ß√Ķes e, nas horas de descanso, sonha. Ele nunca p√°ra.

 

Ao nascer, o c√©rebro de um beb√™ tem por volta de 350g e, apesar do n√ļmero de c√©lulas cerebrais permanecer relativamente est√°vel ao longo de nossas vidas, estas c√©lulas aumentam de volume e passam a fazer mais conex√Ķes entre si com o passar do tempo. O c√©rebro de um humano adulto m√©dio pesa cerca de 1,3 a 1,4 Kg, sendo 80% deste peso constitu√≠do por √°gua pura.

 

Existem 2 tipos principais de c√©lulas no c√©rebro: as c√©lulas gliais e os neur√īnios. Ao contr√°rio dos neur√īnios, que n√£o se dividem, as c√©lulas gliais se multiplicam acompanhando o crescimento do corpo, oferecendo sustenta√ß√£o, nutrientes e oxig√™nio para os neur√īnios.

 

As estimativas mais conservadoras dizem que temos entre 80 e 90 bilh√Ķes de neur√īnios dentro do cr√Ęnio, e cada um desses neur√īnios estabelece cerca de 1.000 a 10.000 conex√Ķes com neur√īnios vizinhos. Em termos eletr√īnicos, se considerarmos que cada conex√£o neuronal corresponde a 1 bit, o resultado da capacidade de processamento de dados do c√©rebro totaliza impressionantes 100 trilh√Ķes de bites.

 

Indo mais al√©m, imagine que cada ‚Äúbit‚ÄĚ cerebral, cada liga√ß√£o entre os neur√īnios, corresponda a dois estados mentais diferentes. Por exemplo: quando ligada, uma determinada conex√£o neuronal seria igual a ‚Äúacordado‚ÄĚ, e quando desligada, igual a ‚Äúdormindo‚ÄĚ.

 

Para cada conex√£o (cada bit), ter√≠amos 2 estados mentais diferentes: ligado e desligado, certo? Certo. Ent√£o, o n√ļmero de estados mentais poss√≠veis para um c√©rebro humano saud√°vel seria igual a 2 (correspondendo √†s duas configura√ß√Ķes poss√≠veis para cada bit) elevado a pot√™ncia de 100 trilh√Ķes (equivalente ao n√ļmero de bites cerebrais). Este n√ļmero inimaginavelmente enorme √© bem maior, por exemplo, que o n√ļmero total de √°tomos no universo. E os impulsos bioel√©tricos que passam por essas conex√Ķes transitam a mais de 300 km/h!

 

Sem d√ļvida alguma, existem estados mentais que jamais foram experimentados ao longo de toda nossa hist√≥ria evolucion√°ria, id√©ias incr√≠veis esperando por um relance, id√©ias que poderiam mudar o curso de nossa esp√©cie neste planeta. A partir desta perspectiva, cada ser humano passa a ser √ļnico e raro, e considerar a vida como algo verdadeiramente sagrado come√ßa a fazer algum sentido.

 

Considerando todo este potencial, n√£o admira que o c√©rebro, representando apenas 2% do peso corporal, utilize 20% de todo o suprimento de sangue e oxig√™nio do organismo. Para manter seu prod√≠gio neuronal sempre afiado √© preciso exercit√°-lo com freq√ľ√™ncia, e um modo bem divertido de fazer isso √© aprendendo coisas novas o tempo todo e utilizando a curiosidade para agu√ßar o racioc√≠nio.

 

E por que deixar para depois? Comece agora mesmo a exercitar sua mente com uma brincadeira bem simples: descubra por si só ou com a ajuda de amigos as respostas para as perguntas a seguir. A solução está no final, mas não vale trapacear!

 

  1. Você tem dois jarros cheios de água. Como poderia passar toda esta água para um só barril sem utilizar os jarros ou qualquer outro recipiente, e ainda assim ser capaz de dizer qual água veio de qual jarro?
  2. O que é preto quando você compra, vermelho quando usa, e cinza quando joga fora?
  3. Voc√™ √© capaz de dizer o nome de 3 dias consecutivos da semana sem utilizar n√ļmeros ou as palavras segunda-feira, ter√ßa-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira, s√°bado ou domingo?
  4. O que √© mais inusitado no seguinte o texto: ‚ÄúCultivemos nosso polif√īnico e fecundo verbo, doce e melodioso, por√©m incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escr√≠nio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores. Honremos o que √© nosso, √≥ mo√ßos estudiosos, escritores e professores! Honremos o dign√≠ssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, por√©m viril e cheio de sentimentos, ber√ßo de her√≥is e de nobres descobridores de mundos novos‚ÄĚ.

 

---
Dr. Alessandro Loiola √© m√©dico, palestrante e escritor, autor de PARA AL√ČM DA JUVENTUDE ‚Äď GUIA PARA UMA MATURIDADE SAUD√ĀVEL (Ed. Leitura, 496 p√°g.) e VIDA E SA√öDE DA CRIAN√áA (Ed. Natureza, 430 p√°g.). Atualmente reside e clinica em S√£o Jos√© dos Campos, S√£o Paulo.

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RESPOSTAS:

1. Congelando a √°gua primeiro.

2. O carv√£o.

3. Ontem, hoje e amanh√£.

4. Este texto n√£o possui uma √ļnica letra A, que √© a letra mais comum no Portugu√™s. A ordem de freq√ľ√™ncia de ocorr√™ncia das letras em portugu√™s √© a seguinte: A E O S I R N D T C M U P L V G B F Q H J X Z K W Y. No ingl√™s, a letra E √© a mais comum.

 

 

 



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SUBJECT: Re: Cern recria situação pós-Big Bang
FROM: "roberto" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2010 10:10

Supreendemente bom esse texto do iG. Há alguns pecados. A existência da antimatéria é muito bem estabelecida, havendo até tecnologia que a emprega, como a tomografia por emissão de pósitrons.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jose Renato" <jrma@...>
> IG - √öLTIMO SEGUNDO - MUNDO
> Acelerador do Cern recria situação pós-Big Bang
> 30/03 - 09:20 , atualizada às 16:49 30/03 - iG São Paulo
> < http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/03/30/acelerador+do+cern+recria+situacao+pos+big+bang+9443786.html >
>




SUBJECT: [ciencialist] Sequencia de Fibonacci(Curiosidade)
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2010 10:32


Aproveitando o email do Paulo, estava "brincando" com o Execel, calculando raz√Ķes entre elementos de uma sequ√™ncia, e analisei a sequ√™ncia gen√©rica an=an-1+an-2, e olha que bonita "coincid√™ncia":
 
S = a, b, a+b, a+2b, 2a+3b, 3a+5b, 5a+8b, 8a+13b.........
 
Analisando os elementos, percebemos que existe uma regra relacionando as constantes que multiplicam a e b:
 
Para  a : a+b, a+2b, 2a+3b, 3a+5b, 5a+8b, 8a+13b
               1,   1,    2,     3,     5,     8
 
Para  b: a+b, a+2b, 2a+3b, 3a+5b, 5a+8b, 8a+13b
                1,   2,     3,     5,     8,     13
 
Estas duas seq√ľ√™ncias s√£o a pr√≥pria seq√ľ√™ncia de Fibinacci, e as constantes que est√£o multiplicando a e b s√£o sempre Fn e Fn+1
Ps: √Č f√°cil verificar o que falei por indu√ß√£o.
Ent√£o, a rela√ß√£o entre os termos desta seq√ľ√™ncia fica na forma :
R = (aFn+1+bFn+2)/(aFn+bFn+1)
Temos que, qdo n>>1 (ns muito grandes) Fn+1 ‚Čą rFn e Fn+2‚ČąrFn+1, onde r √© a raz√£o √°urea.
Assim, esta raz√£o R fica equivalente a :
R = (aFn+1+bFn+2)/(aFn+bFn+1)‚Čą(raFn+rbFn+1)/(aFn+bFn+1)
R = r(aFn+bFn+1)/(aFn+bFn+1)
Ou seja, R = r = 1,618.....
As sequências dessa tipo "carregam" o DNA da sequência Fibonacci. Se fizermos a análise (empírica)
de sequencias onde cada elemento é a soma dos 3, 4 , 5 ou n anteriores,
 verificamos que
cada uma converge para uma determinada raz√£o, independentemente dos primeiros elementos,
Alem disso, esta raz√£o tende a 2, quando n tende a infinito. Estou trabalhando nesses casos
agora, mas s√£o mais complicados::))
Abs
Felipe 


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2010 11:03

Existem alguns probleminhas aí:

- O "modelo" de ajuda implementado até o momento simplesmente não
funciona, e já fazem décadas que é utilizado, só piorando a situação.
Tentar ajudar é uma coisa. Despejar dinheiro é outra (de natureza muito
mais amb√≠gua, principalmente quando h√° interesses pol√≠ticos e altera√ß√Ķes
institucionais em jogo.

- Alguns ativistas e economistas africanos criticam este modelo
justamente por ser o grande financiador da corrupção que tanto criticamos
e de impedir uma reestruturação apropriada da economia e das sociedades
africanas. Trata-se de corrupção que, não por acaso, expandiu-se
enormemente junto com as negocia√ß√Ķes neocoloniais, tanto na √Āfrica quanto
no Oriente Médio ou América Latina. Bastando nos lembrarmos de Saddam,
Suharto, Papa Doc, Castillo Armas, Reza Pahlavi, etc.

- O "imperialismo" humanitário é bem real, e os africanos têm razão de
desconfiar de nossa boa vontade. Porque é inegável que, junto com ela, há
também um ímpeto de manipulação e sensação de superioridade racial que
nunca deixou de estar entre nossas "elites" governamentais.

> Na verdade, até existe interesse, mas esbarram em diversos problemas e
> dificuldades. O mundo e as rela√ß√Ķes entre pa√≠ses e povos s√£o muito
> complexos.

Sim, Homero. Existem interessesss. Interesses demais. O problema é que nem
sempre s√£o interesses convergentes, principalmente quando se misturam os
humanitários e os oportunistas (sem falar no viés ideológico envolvido).
Justamente por isso, as maneiras de tratar os problemas n√£o s√£o
compatíveis.

Assim: Se o ocidente se sente culpado ou quer ajudar, primeiro deve
lembrar que não só sua ajuda tem sido ineficiente (ou mesmo corruptora),
como muitas vezes ele se permitiu ser *parte* do problema.

Existe humanitarismo sim. Existe imperialismo sim. E muitas vezes os dois
andam juntos, de fato.

Nada disto é teoria de conspiração ou simplificação infantil dos fatos. Há
um grande histórico de desastres sociais que acontecem nessas misturas de
interven√ß√Ķes humanit√°rias e imperialismo/neocolonialismo. Elas n√£o s√£o
ilus√Ķes.

http://www.counterpunch.org/bond06132008.html

Que o diga o povo de Serra Leoa, escravizado por milícias financiadas pela
ind√ļstria do diamante. Que o diga o povo da Som√°lia, morto aos milhares
durante os "raids" contra Muhammad Farrad Aidid. Que o diga o povo do
afeganistão, morto também aos milhares, enquanto passamos o cetro do poder
de uma facção à outra, de acordo com os interesses do momento.


> Existe muita gente disposta a ajudar, mas poucos canais nos próprios
> países com problemas.

Mas há de se perguntar se isso é um problema ou uma consequência do
"modelo" atual. A Care (entidade humanit√°ria) j√° se fez essa pergunta:
http://www.boston.com/news/globe/editorial_opinion/editorials/articles/2007/08/19/the_long_hoe_of_agribusiness/

Somos bonzinhos? Sim. Somos intervencionistas? Também. Há racismo
misturado com nosso humanitarismo? Também. O mundo é assim :)

Se querem ajudar, primeiro ouçam outros, que talvez tenham métodos mais
eficazes (ou menos destrutivos) do que os nossos.




=========================================================================================================
Em Tue, 30 Mar 2010 22:07:55 -0300, luiz silva
<luizfelipecsrj@yahoo.com.br> escreveu:

> Ola Homero,
> Talvez seja um bom motivo para uma intervens√£o........Pelo menos para
> dar um mínimo de segurança às minorias que são massacradas, quase que
> diariamente, a base da faca e da foice.
>
> --- Em ter, 30/3/10, Homero <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:
>
>
> De: Homero <oraculo@atibaia.com.br>
> Assunto: [ciencialist] Re: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no
> mundo
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Terça-feira, 30 de Março de 2010, 17:33
>
>
>
>
>
> Luis: "Infelizmente, não é interessante para os países intervir ou
> investir nesses lugaes."
>
> Na verdade, até existe interesse, mas esbarram em diversos problemas e
> dificuldades. O mundo e as rela√ß√Ķes entre pa√≠ses e povos s√£o muito
> complexos.
>
> Por exemplo, é um problema enviar ajuda para a Nigéria, pois a maior
> parte da ajuda é desviada e vai ser vendida no mercado negro. E é
> desviada pelos funcionários do próprio governo, o mais corrupto do
> planeta.
>
> A própria Nigéria, inclusive, é um exemplo claro de todas as
> dificuldades em ajudar povos com necessidades. Ela proibiu, por força
> das lideran√ßas isl√Ęmicas, a vacina√ß√£o contra a p√≥lio, o que gerou uma
> epidemia devastadora da doença. A alegação era de que a campanha de
> vacinação era uma "conspiração" do ocidente para esterilizar as mulheres
> muçulmanas (malucos diversos aqui no Brasil afirmam que a nossa campanha
> contra rubéola é para "esterilizar" as mulheres em idade reprodutiva e
> impedir que nasçam mais pobres).
>
> Uma enorme quantia em dinheiro, alimentos, vacinas, tecnologia, etc, é
> enviada, ou se tenta enviar, para países com necessidades, boa parte não
> chega nunca, ou chega no mercado negro.
>
> Um filme meio antigo com a Angelina Jolie mostrava as "negocia√ß√Ķes" com
> bandidos, soldados, milícias, etc, que um carregamento de ajuda tinha de
> se submeter (sob mira de armas) para chegar nas √°reas necessitadas. Boa
> parte do carregamento tinha de ser gasto em propina no caminho. E as
> pessoas envolvidas corriam risco de vida.
>
> Sim, é um filme e é ficção. Mas do tipo inspirado fortemente na vida
> real.
>
> E h√° outro problema grave, a interven√ß√£o em geral faz "chover" acusa√ß√Ķes
> de, bem, intervencionismo. Ou seja, acusa√ß√Ķes de que pa√≠ses
> "imperialistas" estão se metendo na vida e na "soberania" destes países.
> E isso mesmo quando a interferência é para parar uma limpeza étnica como
> a da Bósnia.
>
> Então, temos o seguinte cenário, países que podem, que tem dinheiro,
> civilizados e com sobra (e isso graças ao "modelo" que todos condenam)
> n√£o fazem nada, e s√£o acusados de "omiss√£o", falta de interesse, descaso
> criminoso, etc.
>
> Se fazem, se interveem de qualquer maneira, s√£o "imperialistas
> malvados", arrogantes, que pensam que sabem tudo, que podem tudo, que
> n√£o respeitam a soberania dos povos, etc.
>
> Assim, fica difícil, e ainda assim, existe muito esforço para ajudar.
>
> As campanhas de vacinação mundiais, junto com o planejamento familiar,
> por exemplo, provavelmente salvaram mais vidas que qualquer outra
> iniciativa humana. Mas textos completamente malucos pululam na Internet
> acusando a ONU e as campanhas de tentar "matar todos os pobres e
> esterilizar as mulheres do terceiro mundo".
>
> Racionalmente, √© bem simples. Se voc√™ d√° condi√ß√Ķes de sa√ļde, se vacina
> as crianças, se elimina as doenças, se diminui drasticamente a
> mortalidade infantil, tem de fazer planejamento, pois o n√ļmero de
> sobreviventes aumenta brutalmente, e n√£o h√° alimentos, ou dinheiro, para
> todos.
>
> Se uma familia que tinha 12/15 filhos, e perdia 8/12, n√£o perder mais
> nenhum, terá de alimentar, vestir e educar 12 crianças, não 3 ou 4.
>
> Mas chega a dar "medo" ler as bobagens que se escreve sobre isso na rede.
>
> Existe muita gente disposta a ajudar, mas poucos canais nos próprios
> países com problemas. Estes dias li um texto muito interessante, sobre
> como nossos "ricos" são acusados de não serem como os "ricos" dos países
> civilizados, como eles n√£o contribuem, n√£o doam, como os ricos dos
> países civilizados, etc.
>
> Mas, considerava o autor do texto, doar para quem? Se uma TV de LCD,
> doada em rede nacional, para uma prefeitura, com a miss√£o explicita e
> clara de ser usada em escolas p√ļblicas, para alunos dessa escola
> p√ļblica, vai parar na casa da diretora, e uma reportagem que mostra o
> absurdo, que só foi possível devido ao GPS instalado na TV, é proibida
> de ser exibida, quem se anima a doar qualquer coisa?
>
> Ou colocamos GPS em tudo que for doado (e dinheiro n√£o tem GPS e some
> mesmo), ou desistimos de doar de toda forma.
>
> Um abraço.
>
> Homero
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
FROM: Homero <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2010 15:13

Ol√° Gil

Muito interessantes suas coloca√ß√Ķes. E eu nunca diria que o modelo n√£o
tem problemas ou que seja perfeito, longe disso. O que quis apresentar
foi um cenário que é na verdade mais complexo que simplesmente falta de
interesse em ajudar.

Embora este modelo n√£o seja perfeito, tem servido h√° algum tempo, e nos
trouxe até aqui. Para abandona-lo, se vamos abandona-lo, é preciso
testar outros e apresentar um que seja melhor (n√£o igual ou pior). No
momento, não conheço nenhum assim, e os que foram tentados se mostraram
piores (a crença um tanto utópica do comunismo marxista, em uma
colaboração total de todos pelo bem comum, por exemplo).

Eu preferia (e acho que será a saída a curto e médio prazo) reformar o
modelo que temos e ajustar a novos dados e necessidades.

Gil: "O "modelo" de ajuda implementado até o momento simplesmente não

funciona, e já fazem décadas que é utilizado, só piorando a situação.
Tentar ajudar é uma coisa. Despejar dinheiro é outra (de natureza muito
mais amb√≠gua, principalmente quando h√° interesses pol√≠ticos e altera√ß√Ķes
institucionais em jogo."


São os interesses políticos, dentro e fora das sociedades que necessitam
de ajuda que tornam tudo mais complexo. Esse é o ponto. Despejar
dinheiro até ajuda, se a sociedade de alguma forma usar o dinheiro em
sua recuperação. Não serve para nada se desaparece nos descaminhos.

Mas como corrigir os descaminhos, sem interferir com a soberania de uma
sociedade?

Gil: "Alguns ativistas e economistas africanos criticam este modelo
justamente por ser o grande financiador da corrupção que tanto criticamos
e de impedir uma reestruturação apropriada da economia e das sociedades
africanas."

Eu discordo. Fica parecendo "a culpa é de vocês por tentarem nos ajudar,
deixe-nos morrer de fome por alguns anos, e vamos construir uma
sociedade menos corrupta". Ou, em menor escala, "n√£o de esmola, isso
mantém o pedinte na rua". Bem, para o pedinte não é uma alternativa
deixar de receber esmola, se outra opção não for apresentada a ele.

Sociedades africanas, com e sem a interferência do ocidente, tem se
matado e se mostrado corruptas, e penso que também nesse caso o problema
é mais complexo e mais antigo.

Falta a essas sociedades, e n√£o apenas as africanas, parte dos processos
históricos que nos levaram, por exemplo, a democracia, ao conceito de
democracia, que exige, fundamentalmente, a aceitação dos resultados das
escolhas feitas pela maioria, mesmo que percamos uma elei√ß√£o. √Č preciso
que essa aceitação esteja profundamente arraigada na sociedade, para que
o sistema de votação seja eficaz. Sem isso o que se vê é o perdedor, as
forças perdedoras, atacando os vencedores e vice-versa.

Gil: "Trata-se de corrupção que, não por acaso, expandiu-se
enormemente junto com as negocia√ß√Ķes neocoloniais, tanto na √Āfrica quanto
no Oriente Médio ou América Latina. Bastando nos lembrarmos de Saddam,
Suharto, Papa Doc, Castillo Armas, Reza Pahlavi, etc."

Em termos. Ainda penso que os motivos s√£o mais complexos, e que boa
parte deriva da própria natureza dessas culturas, tribais e com forte
tendência a ter chefes tribais permanentes, não representantes eleitos.

Posso detestar que o Maluf seja eleito, mas se for, tenho de conviver
com isso até a próxima eleição, não tentar derrubar o sujeito e tomar o
poder.

A corrupção é efeito desse tipo de sociedade. Mais ainda, nem seria
considerada defeito, em sociedades tribais e nesse formato, uma vez que
o "dono" ou chefe teria direito legal sobre todas as riquezas. Sempre
foi assim, mesmo no ocidente, antes do sistema de democracia surgir,
impulsionado pela revolução francesa (entre outros eventos). Se o chefe
é dono de tudo, e recebe uma parte de tudo, não se pode falar em
"corrupção", já que é a norma legal, tradicionalmente aceita.

E isso é difícil de mudar.

Gil: "O "imperialismo" humanitário é bem real, e os africanos têm razão de
desconfiar de nossa boa vontade. Porque é inegável que, junto com ela, há
também um ímpeto de manipulação e sensação de superioridade racial que
nunca deixou de estar entre nossas "elites" governamentais. "

Nesse caso, discordo bastante. Simplesmente porque n√£o importa. N√£o
importa o "motivo" da ajuda, se encontrasse terreno fértil e estável,
qualquer ajuda levaria uma sociedade a um novo patamar, e ela poderia
passar a resolver seus problemas sozinha, dispensando essa ajuda.

Imerialismo já é uma palavra que eu considero ultrapassada, defasada e
bastante injusta, imperialismo humanitário é simplesmente irreal.
Pessoas querem ajudar outras pessoas, que tem sérios problemas e morrem
de fome, doenças e guerras. Tem de haver uma maneira de fazer isso sem
ser acusado de "imperialismo humanitário". E até o momento, ninguém
sugeriu como fazer isso.

Gil: "Assim: Se o ocidente se sente culpado ou quer ajudar, primeiro deve
lembrar que não só sua ajuda tem sido ineficiente (ou mesmo corruptora),
como muitas vezes ele se permitiu ser *parte* do problema."

E se o ocidente n√£o se sente culpado, mas quer ajudar do mesmo jeito? O
que deve fazer? Não há corruptores sem corruptos. A ajuda é ineficiente,
concordo, mas qual a alternativa? Por enquanto, o que temos é
choradeira, acusa√ß√Ķes e mais e mais corrup√ß√£o e desvio de ajudas.

O ocidente cresceu sim, e melhorou, e adotou um estilo de vida
diferente, mas em minha opini√£o, mais justo, mais racional, mais eficaz.
√Č nossa contribui√ß√£o ao mundo, do ocidente, a democracia, a ci√™ncia, a
valorização da ciência, a expectativa de vida longa, a eliminação de
doen√ßas endemicas, as vacinas, a toler√Ęncia racial (sim, inven√ß√£o do
ocidente, pergunte a tutsis e hutus, sunitas e xiitas, chineses do norte
e do sul, etc), a condena√ß√£o da escravid√£o (sim, o √ļltimo pais a abolir
a escravid√£o legal, foi a Arabia SAudita, em 1961, eu j√° havia nascido),
e mais um monte de coisas "boas".

Perfeito? Longe disso, mas passar a vida a acusar o "ocidente" de tudo
de ruim que ocorre e ocorreu no mundo, não é razoável nem justo.

O ocidente pode ser parte do problema, afinal é um mundo só, mas os
países não ocidentais são a maior parte do problema.

Gil: "Existe humanitarismo sim. Existe imperialismo sim. E muitas vezes
os dois andam juntos, de fato."

Como eu disse, deveria ser irrelevante. Se muitas vezes andam juntos,
muitas vezes não andam. E mesmo quando não andam (ajuda "legítima" e
honesta), os paises que precisam de ajuda ainda tem problemas de
corrup√ß√£o, desvio e falta de toler√Ęncia.

Hoje, neste momento, um pa√≠s da √Āfrica, livre, independente, e soberano,
tenta aprovar uma lei que pune com pena de morte o homossexualismo. Qual
a influência "maléfica" do imperialismo ocidental explica essa posição?

Gil: "Nada disto é teoria de conspiração ou simplificação infantil dos
fatos. H√°
um grande histórico de desastres sociais que acontecem nessas misturas de
interven√ß√Ķes humanit√°rias e imperialismo/neocolonialismo. Elas n√£o s√£o
ilus√Ķes."

Desastres existem, existiram, mas aprendemos com eles e tentamos
corrigir as pr√≥ximas a√ß√Ķes. √Č parte do "modelo" ocidental de fazer as
coisas. Neste momento, muitos países e sociedade que precisam de ajuda
s√£o imperme√°veis a solu√ß√Ķes e a mudan√ßas. E n√£o √© responsabilidade do
ocidente essa situação.

Gil: "Somos bonzinhos? Sim. Somos intervencionistas? Também. Há racismo
misturado com nosso humanitarismo? Também. O mundo é assim :)"

Exato, somos assim, e isso deveria ser compreendido por que deseja e
precisa da ajuda. Somos assim, e exigir que sejamos diferentes, para
poder ajudar, é tão "imperislista" da parte deles quanto nós exigirmos
que eles mudem, n√£o? Ou s√≥ vale para um lado, como quando isl√Ęmicos, que
vão morar em países laicos europeus, reclamam que estão "violando sua
identidade cultural" ao impedir que espanquem esposas desobedientes, e
ao mesmo tempo recusam todo comportamento, norma e lei do país em que
decidiram viver?

Desculpe, Gil, mas a toler√Ęncia √© uma via de duas m√£os, e os mais
intolerantes s√£o mais respons√°veis que os menos. Nosso intervencionismo
é fichinha perto do deles, apenas acontece que eles tem menos força para
impor seu intervencionismo. Mas nem sempre, quando um desses países
controla outro mais fraco, é uma tragédia, como com os curdos no Iraque
de Saddam.

Os defeitos da democracia ocidental, diversos, n√£o s√£o p√°reo para os
defeitos das n√£o-democracias.

Gil: "Se querem ajudar, primeiro ouçam outros, que talvez tenham métodos
mais eficazes (ou menos destrutivos) do que os nossos."

√ďtima sugest√£o, perguntamos para quem, entretanto? Quem representa os
povos, as pessoas, a serem ajudadas nestes países? Seus governos? Seus
representantes eleitos? As pessoas que desviam as verbas? Os chefes
tribais? Quem, Gil, deve ser consultado? As pessoas nas ruas que, se
falarem o que pensam, somem ou desaparecem por força da polícia de
vigil√Ęncia? Quem, a quem perguntamos?

No caso de Uganda, o país que tenta (e provavelmente vai) aprovar uma
lei de pena de morte para homossexuais, seria imperialismo pressionar
para n√£o conceder ajuda, ou comercio, se a lei for aprovada? Salvar
homossexuais da morte, é imperialismo?

Estou aberto a sugest√Ķes sobre "outras formas" de ajudar. Outros m√©todos
mais eficazes, sugest√Ķes sobre com quem falar, com tutsis ou hutus, com
sunitas ou xiitas, etc, s√£o bem-vindas. At√© o momento, apenas acusa√ß√Ķes
contra o malvado ocidente e seu imperialismo humanista que tenta salvar
pessoas da morte.

Como eu disse no outro email, fica difícil quando, não ajudar, é omissão
criminosa, e ajudar é imperialismo humanista. E nenhuma alternativa
viável é proposta.

Um abraço.

Homero



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
FROM: "Felipe Stauffer Junqueira" <fsjs365@hotmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2010 17:20

A "Nig√©ria" s√≥ √© um Estado por conven√ß√Ķes do tempo escravocrata, diz a Hist√≥ria.
 
Se isso é verdade, não há forma de cobrar uma atitude de nação, porque não há. E quando a ocupação européia-americana deixa o país, retornam eles a se matar como sempre fizeram.
 
Mas sobre o modelo de desenvolvimento assumido pela ONU, banco Mundial e FMI, recomendo o livro "Quebrando a Escada", de um economista chinês.
 
Ali√°s, se s√£o incapazes de se civilizar, q se matem at√© encontrar uma forma de unificar pelo medo da extin√ß√£o. V√°rios j√° desistiram e s√≥ est√£o l√° naquele vespeiro porque tem diamante, o que mant√©m o poder atual.  N√£o h√° uni√£o por decreto sem pol√≠cia, nem vontade de desenvolvimento por parte ocupador, porque gera emancipa√ß√£o.
 
Por mim, que deixem o caos e a autopoiese tomarem conta de si mesmos desde que n√£o atrapalhem de forma estabanada; e os ditos colonizadores tamb√©m precisam da consci√™ncia que uma uni√£o l√° vai deformar o espa√ßo atual e mudar algo na pol√≠tica, o que tamb√©m n√£o √© desejado pela hegemonia.
 
Enfim, vespeiro. Defendamo-nos e esperemos que venham negociar civilizadamente, e se chegarem com armas que tenhamos a bomba at√īmica.
 
Ou que fundemos uma Fundação Educacional sabendo que haverá guerra no futuro pelo espaço.
 
Sds,
Felipe
 
 

From: luiz silva
Sent: Tuesday, March 30, 2010 10:07 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo

 

Ola Homero,
 
Talvez seja um bom motivo para uma intervensão........Pelo menos para dar um mínimo de segurança às minorias que são massacradas, quase que diariamente, a base da faca e da foice.

--- Em ter, 30/3/10, Homero <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

De: Homero <oraculo@atibaia.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 30 de Março de 2010, 17:33

 
Luis: "Infelizmente, não é interessante para os países intervir ou investir nesses lugaes."

Na verdade, at√© existe interesse, mas esbarram em diversos problemas e dificuldades. O mundo e as rela√ß√Ķes entre pa√≠ses e povos s√£o muito complexos.

Por exemplo, é um problema enviar ajuda para a Nigéria, pois a maior parte da ajuda é desviada e vai ser vendida no mercado negro. E é desviada pelos funcionários do próprio governo, o mais corrupto do planeta.

A pr√≥pria Nig√©ria, inclusive, √© um exemplo claro de todas as dificuldades em ajudar povos com necessidades. Ela proibiu, por for√ßa das lideran√ßas isl√Ęmicas, a vacina√ß√£o contra a p√≥lio, o que gerou uma epidemia devastadora da doen√ßa. A alega√ß√£o era de que a campanha de vacina√ß√£o era uma "conspira√ß√£o" do ocidente para esterilizar as mulheres mu√ßulmanas (malucos diversos aqui no Brasil afirmam que a nossa campanha contra rub√©ola √© para "esterilizar" as mulheres em idade reprodutiva e impedir que nas√ßam mais pobres).

Uma enorme quantia em dinheiro, alimentos, vacinas, tecnologia, etc, é enviada, ou se tenta enviar, para países com necessidades, boa parte não chega nunca, ou chega no mercado negro.

Um filme meio antigo com a Angelina Jolie mostrava as "negocia√ß√Ķes" com bandidos, soldados, mil√≠cias, etc, que um carregamento de ajuda tinha de se submeter (sob mira de armas) para chegar nas √°reas necessitadas. Boa parte do carregamento tinha de ser gasto em propina no caminho. E as pessoas envolvidas corriam risco de vida.

Sim, é um filme e é ficção. Mas do tipo inspirado fortemente na vida real.

E h√° outro problema grave, a interven√ß√£o em geral faz "chover" acusa√ß√Ķes de, bem, intervencionismo. Ou seja, acusa√ß√Ķes de que pa√≠ses "imperialistas" est√£o se metendo na vida e na "soberania" destes pa√≠ses. E isso mesmo quando a interfer√™ncia √© para parar uma limpeza √©tnica como a da B√≥snia.

Então, temos o seguinte cenário, países que podem, que tem dinheiro, civilizados e com sobra (e isso graças ao "modelo" que todos condenam) não fazem nada, e são acusados de "omissão", falta de interesse, descaso criminoso, etc.

Se fazem, se interveem de qualquer maneira, s√£o "imperialistas malvados", arrogantes, que pensam que sabem tudo, que podem tudo, que n√£o respeitam a soberania dos povos, etc.

Assim, fica difícil, e ainda assim, existe muito esforço para ajudar.

As campanhas de vacinação mundiais, junto com o planejamento familiar, por exemplo, provavelmente salvaram mais vidas que qualquer outra iniciativa humana. Mas textos completamente malucos pululam na Internet acusando a ONU e as campanhas de tentar "matar todos os pobres e esterilizar as mulheres do terceiro mundo".

Racionalmente, √© bem simples. Se voc√™ d√° condi√ß√Ķes de sa√ļde, se vacina as crian√ßas, se elimina as doen√ßas, se diminui drasticamente a mortalidade infantil, tem de fazer planejamento, pois o n√ļmero de sobreviventes aumenta brutalmente, e n√£o h√° alimentos, ou dinheiro, para todos.

Se uma familia que tinha 12/15 filhos, e perdia 8/12, não perder mais nenhum, terá de alimentar, vestir e educar 12 crianças, não 3 ou 4.

Mas chega a dar "medo" ler as bobagens que se escreve sobre isso na rede.

Existe muita gente disposta a ajudar, mas poucos canais nos próprios países com problemas. Estes dias li um texto muito interessante, sobre como nossos "ricos" são acusados de não serem como os "ricos" dos países civilizados, como eles não contribuem, não doam, como os ricos dos países civilizados, etc.

Mas, considerava o autor do texto, doar para quem? Se uma TV de LCD, doada em rede nacional, para uma prefeitura, com a miss√£o explicita e clara de ser usada em escolas p√ļblicas, para alunos dessa escola p√ļblica, vai parar na casa da diretora, e uma reportagem que mostra o absurdo, que s√≥ foi poss√≠vel devido ao GPS instalado na TV, √© proibida de ser exibida, quem se anima a doar qualquer coisa?

Ou colocamos GPS em tudo que for doado (e dinheiro n√£o tem GPS e some mesmo), ou desistimos de doar de toda forma.

Um abraço.

Homero



Veja quais s√£o os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - M√ļsica - Esportes


SUBJECT: Bel√≠ssimas fotos astron√īmicas
FROM: "Paulo - yahoo" <psdias2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2010 17:23

Ol√° !

Em outra lista, um fot√≥grafo-astron√īmico amador, de Portugal, enviou uma
mensagem com os links de algumas
fotos que ele tirou recentemente. Demora um pouco para aparecer cada foto,
mas vale a pena,
pois as imagens são belíssimas.

Segue a mensagem dele, com os links das imagens.

Paulo

----------------------------
Acabei de enviar para o site as ultimas imagens que fiz na Serra da
Arr√°bida na √ļltima Sexta-feira dia 26.

Estavam algumas n√ļvens no C√©u mas uma noite fant√°stica, a Lua estava a
caminhar para cheia mas ainda faltavma 4 dias, o que foi essencial
para iluminar o cen√°rio terrestre.


Podem ver aqui:


http://www.astrosurf.com/astroarte/Arrabida-1057-190-net.jpg


Com a identificação das estrelas:


http://www.astrosurf.com/astroarte/Arrabida-1057-190-Label-net.jpg


Tirei ainda uma imagem panor√Ęmica que retrata bem o problema da
poluição luminosa, foi obtida virado a Norte, a 400 metros de altitude
na Serra da Arrábida e com uma vista infinita até Lisboa.


http://www.astrosurf.com/astroarte/Arrabida-Pan1-OK-net.jpg


Com a legenda para identificar as estrelas no meio da poluição e
neblina.


http://www.astrosurf.com/astroarte/Arrabida-Pan1-OK-Label-net.jpg


Para verem algumas imagens extras interessantes e ainda o descritivo
técnico das imagens todoas sigam os respectivos links:


http://www.astrosurf.com/astroarte/skyscapes.htm#67


http://www.astrosurf.com/astroarte/skyscapes.htm#66


Espero que gostem,


Um abraço a todos


Miguel Claro




SUBJECT: Propriedades Termodinamica de Redes
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ListadeCiência <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2010 19:25

 

Prezados,

 

Achei este artigo na internet, e ele faz citação a uma sequência de fibonacci generalizada

 

Fl = mFl‚ąí1 + nFl‚ąí2,

 

e fala que esta raz√£o √© igual a de fibonacci somente para n, m=1, o que n√£o √© verdade. Para ns grandes, √© sempre igual a raz√£o √°urea(vide meu email anterior). Isto tem algum impcato neste artigo(o artigo todo n√£o estava dispon√≠vel na pagina na qual entrei, somente este resumo) ?

 

Abs

Felipe

 

PROPRIEDADES TERMODINňÜAMICAS DE REDES DE FIBONACCI UNIDIMENSIONAIS

GENERALIZADAS

P. W. Mauriz

Departamento de F¬īńĪsica, Universidade Federal do Cear¬īa e Departamento de CiňÜencias Exatas,Centro Fed. de Educ. Tecnol. do

Maranhňúao

M. S. Vasconcelos

Departamento de F¬īńĪsica, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte

E. C. Ferreira

Departamento de F¬īńĪsica, Universidade Federal do Cear¬īa e Departamento de F¬īńĪsica, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

E. L. Albuquerque

Departamento de F¬īńĪsica, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

As propriedades termodinňÜamicas de sistemas quasi-peri¬īodicos motivaram uma grande quantidade de trabalhos na ¬īarea de sistemas desordenados ou parcialmente desordenados nos ¬īultimos anos. O principal foco de tais investiga¬łcňúoes tem sido o estudo do comportamento oscilat¬īorio tipo logaritmo-peri¬īodico do calor espec¬īńĪfico a baixas temperaturas. Tsalis et al., usando um modelo baseado no fractal matem¬īatico de Cantor, demonstraram que estas oscila¬łcňúoes sňúao devido ao comportamento de certas quantidades espectrais, tais como a densidade integrada de estados. Por outro lado, Mauriz et al. utilizando um modelo mais real¬īńĪstico, ou seja, calculando diretamente o calor espec¬īńĪfico dos n¬īńĪveis de energia de sitemas quasi-peri¬īodicos, demonstraram que al¬īem das oscila¬łcňúoes a baixas temperaturas, os sistemas quasi-peri¬īodicos de

Fibonacci possuem paridade com respeito `a ordem da sequňÜencia. Com o objetivo de investigar novas propriedades desses sistemas, neste trabalho calculamos o calor espec¬īńĪfico de uma rede unidimensional de ¬īatomos arranjados de acordo com

a sequňÜencia de Fibonacci generalizada, que ¬īe definida do seguinte modo: considere dois blocos de constru¬łcňúao (¬īatomos) distintos A e B distribuidos de acodo com a seguinte rela¬łcňúao de recorrňÜencia Sl+1 = Sml Sn

l‚ąí1, onde S0 = B, S1 = A, com

m e n sendo n¬īumero inteiros, e Sm

l representando m repeti¬łcňúoes adjacentes de Sl. O n¬īumero total de blocos do tipo A e

B em Sl ¬īe igual ao n¬īumero de Fibonacci generalizado, Fl = mFl‚ąí1 + nFl‚ąí2 (com F0 = F1 = 1). Podemos demonstrar

que no limite que n tende a infinito, a razňúao Fl/Fl‚ąí1 tende para  = [m + (m2 + 4n)1/2]/2. O caso n = 1, m = 1 nos d¬īa a sequňÜencia de Fibonacci padrňúao. Os n¬īńĪveis de energias sňúao calculados considerando a equa¬łcňúao de Schr¬®odinger unidimensional na aproxima¬łcňúao ‚Äútight-binding‚ÄĚ, juntamente com o m¬īetodo da matriz-transferňÜencia. A fun¬łcňúao de parti¬łcňúao¬īe calculada diretamente dos n¬īńĪveis de energia usando-se a estat¬īńĪstica cl¬īassica de Boltzmann.

=================================================================



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no mundo
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2010 12:17

Em Wed, 31 Mar 2010 15:13:21 -0300, Homero <oraculo@atibaia.com.br>
escreveu:
> Ol√° Gil
> Muito interessantes suas coloca√ß√Ķes. E eu nunca diria que o modelo n√£o
> tem problemas ou que seja perfeito, longe disso. O que quis apresentar
> foi um cenário que é na verdade mais complexo que simplesmente falta de
> interesse em ajudar.
> Embora este modelo n√£o seja perfeito, tem servido h√° algum tempo, e nos
> trouxe até aqui.

Aqui... onde? S√£o bem uns 20, 30, ou 40 anos que este modelo tem sido
seguido, e é opinião de muitos dos ativistas e sociólogos que ele só
tem feito *piorar* a situação e a desconfiança (o que parece condizer com
o que vemos nos telejornais).

> Para abandona-lo, se vamos abandona-lo, é preciso
> testar outros e apresentar um que seja melhor (n√£o igual ou pior). No
> momento, não conheço nenhum assim, e os que foram tentados se mostraram
> piores (a crença um tanto utópica do comunismo marxista, em uma
> colaboração total de todos pelo bem comum, por exemplo).

Estou falando de modelos de ajuda e colaboração, não de modelo de
estruturação de uma sociedade inteira, isso seria um
absurdo, principalmente sendo pensado como algo a ser "imposto" por fora!

No mais, apesar de n√£o conhecer a fundo as teorias Marxistas, se n√£o me
engano os principais teóricos acreditariam ser impossível implantar algum
tipo de socialismo em países que não passaram pela maxi-industrialização e
urbanização em massa.

> Gil: "Alguns ativistas e economistas africanos criticam este modelo
> justamente por ser o grande financiador da corrupção que tanto criticamos
> e de impedir uma reestruturação apropriada da economia e das sociedades
> africanas."
>
> Eu discordo. Fica parecendo "a culpa é de vocês por tentarem nos ajudar,
> deixe-nos morrer de fome por alguns anos, e vamos construir uma
> sociedade menos corrupta". Ou, em menor escala, "n√£o de esmola, isso
> mantém o pedinte na rua". Bem, para o pedinte não é uma alternativa
> deixar de receber esmola, se outra opção não for apresentada a ele.

Tudo bem, você discorda. E acha que a ajuda no modelo atual é melhor.
Bem... você tem certeza disso? Tem certeza que, da forma como se está
fazendo, as coisas n√£o est√£o ficando piores? Tem certeza que eles precisam
de nossa ajuda pra resolver esse tipo de problema? Ou mesmo que a maioria
dos problemas não vêm dos modelos institucionais instalados
desastradamente por l√°?

S√£o perguntas importantes que se deve fazer (e pesquisar), antes de
assumir uma certeza t√£o radical de que sociedades inteiras s√£o incapazes
de encontrar suas solu√ß√Ķes sem necessidade de "importar" modelos
institucionais/sociais.

> Sociedades africanas, com e sem a interferência do ocidente, tem se
> matado e se mostrado corruptas, e penso que também nesse caso o problema
> é mais complexo e mais antigo.

Reformule a frase assim: "Sociedades ocidentais, com ou sem interferência
da lua, têm se matado e se mostrado corruptas, e penso que também nesse
caso o problema é mais complexo e mais antigo."

N√£o deu na mesma? O que foram as guerras de 1914 e 1933, sen√£o os maiores
massacres da história? O que foram as guerras do Vietnã, do Afeganistão, a
ditadura brasileira, sen√£o excelentes exemplos de massacres em massa e
corrupção?

Sim, s√£o problemas antigos, que todos enfrentamos. Infelizmente, na hora
de encarar a natureza destes problemas e suas solu√ß√Ķes, n√£o estamos sendo
sinceros o suficiente.

> Falta a essas sociedades, e n√£o apenas as africanas, parte dos processos
> históricos que nos levaram, por exemplo, a democracia, ao conceito de
> democracia, que exige, fundamentalmente, a aceitação dos resultados das
> escolhas feitas pela maioria, mesmo que percamos uma elei√ß√£o. √Č preciso
> que essa aceitação esteja profundamente arraigada na sociedade, para que
> o sistema de votação seja eficaz. Sem isso o que se vê é o perdedor, as
> forças perdedoras, atacando os vencedores e vice-versa.

Então veja o quanto é profunda a expressão "processos históricos", que
você acabou de usar.

As democracias ocidentais surgiram, a maioria, se n√£o todas, no final do
s√©culo 19 e in√≠cio do 20, ap√≥s as crises dos imp√©rios e das na√ß√Ķes, com
movimentos de massa crescente, urbanização (e informaçao) massificadas, e
perspectivas de mudanças bruscas assombrando os políticos e as elites. A
Democracia foi uma opção diante da possibilidade da desintegração das
ordens sociais e das poss√≠veis revolu√ß√Ķes (que acabaram acontecendo de
qualquer jeito). Uma solução negociada, resultado inevitável da
desintegra√ßao das velhas institui√ß√Ķes e do crescimente das massas
urbanizadas e conscientes. Isto se você considerar os "pioneiros" deste
processo , que se situam em algum lugar ao final do século 19 e início do
20.

mas ainda assim, uns 30 ou 40 anos depois, alguns desses países já tinham
abandonado esse modelo, e até se lançado em aventuras brutais, como voce
bem sabe.

Se é difícil assim estabilizar a democracia nos países onde a aceitação
está "profundamente arraigada" na sociedade, imagine o quanto é absurdo
achar que tal coisa pode ser simplesmente imposta em outras
multi-sociedades de histórico socio-cultural completamente diferentes?

E aqui não estou falando somente de países africanos, mas da China,
Afeganist√£o, e muitos outros pa√≠ses onde a exist√™ncia de m√ļltiplas
culturas, características geográficas e necessidades étnicas torna a
democracia muito mais complicada de ser implantada ou aceita!

> Gil: "Trata-se de corrupção que, não por acaso, expandiu-se
> enormemente junto com as negocia√ß√Ķes neocoloniais, tanto na √Āfrica quanto
> no Oriente Médio ou América Latina. Bastando nos lembrarmos de Saddam,
> Suharto, Papa Doc, Castillo Armas, Reza Pahlavi, etc."
>
> Em termos.

Se você quer apoiar mudanças em uma sociedade com base em seus próprios
interesses, obviamente terá de financiar alguém , para ser seu "poder de
influência" nesta sociedade, que esteja mais do seu lado do que da
sociedade que ele diz representar. Isto é a ação do "corruptor", e não é
nada sutil. √Č deste tipo de raciocinio que surgiram os malucos descritos
acima.

> Ainda penso que os motivos s√£o mais complexos, e que boa
> parte deriva da própria natureza dessas culturas, tribais e com forte
> tendência a ter chefes tribais permanentes, não representantes eleitos.
> Posso detestar que o Maluf seja eleito, mas se for, tenho de conviver
> com isso até a próxima eleição, não tentar derrubar o sujeito e tomar o
> poder.
> A corrupção é efeito desse tipo de sociedade.

A corrupção é muuuuuito mais antiga e disseminada do que isto, Homero. E
você bem sabe. Não vamos tirar os termos de seu sentido e abrangência
originais.

> Mais ainda, nem seria
> considerada defeito, em sociedades tribais e nesse formato, uma vez que
> o "dono" ou chefe teria direito legal sobre todas as riquezas. Sempre
> foi assim, mesmo no ocidente, antes do sistema de democracia surgir,
> impulsionado pela revolução francesa (entre outros eventos). Se o chefe
> é dono de tudo, e recebe uma parte de tudo, não se pode falar em
> "corrupção", já que é a norma legal, tradicionalmente aceita.
> E isso é difícil de mudar.

Você mesmo concordou. Eu adicionaria: Sempre foi assim, mesmo *após* o
sistema da democracia surgir (como você também lembrou no exemplo do
Maluf).


> Gil: "O "imperialismo" humanitário é bem real, e os africanos têm razão
> de
> desconfiar de nossa boa vontade. Porque é inegável que, junto com ela, há
> também um ímpeto de manipulação e sensação de superioridade racial que
> nunca deixou de estar entre nossas "elites" governamentais. "
>
> Nesse caso, discordo bastante. Simplesmente porque n√£o importa. N√£o
> importa o "motivo" da ajuda, se encontrasse terreno fértil e estável,
> qualquer ajuda levaria uma sociedade a um novo patamar, e ela poderia
> passar a resolver seus problemas sozinha, dispensando essa ajuda.

Importa porque os interesses imperiais e humanit√°rios *n√£o* convergem. Se
você quer ajudar um país, mas esta ajuda tem de ser feita de maneira a
inunda-lo com seus próprios produtos, solapando os potenciais produtores
deste mesmo país, por exemplo, você corrompeu o próprio esforço
humanitário no interesse comercial de seu país!

Estou dando um exemplo, retirado de um relatório da CARE, mas quem estuda
a situação mais a fundo pode citar muitos outros exemplos de como a
atitude de exploração e a de ajuda não só *deixam* de convergir, como
podem se anular ou mesmo piorar a situação.

> Imerialismo já é uma palavra que eu considero ultrapassada, defasada e
> bastante injusta, imperialismo humanitário é simplesmente irreal.

Imperialismo pode ser uma palavra forte se a generalisarmos, mas
certamente não é ultrapassada. Está mais "maquiado", mas ainda está aí, na
atitude dos planejadores, estrategistas, financiadores, traficantes de
armas, etc.

O termo "imperialismo humanit√°rio" √© usado como um tipo de den√ļncia contra
aqueles que usavam de retórica humanitária pra se aproveitar da boa
vontade de uns e necessidade de outros, de maneira a criar justificativas
para aventuras imperiais.

> Pessoas querem ajudar outras pessoas, que tem sérios problemas e morrem
> de fome, doenças e guerras. Tem de haver uma maneira de fazer isso sem
> ser acusado de "imperialismo humanitário". E até o momento, ninguém
> sugeriu como fazer isso.

Sugeriu sim. Esse é o problema. Infelizmente, só a voz "oficial" é ouvida,
e mesmo ONGs importantes s√£o simplesmente ignoradas. ABaixo cito alguns
nomes, e tenho certeza que se você se interessasse de fato pelo assunto,
os teria achado.

> O ocidente cresceu sim, e melhorou, e adotou um estilo de vida
> diferente, mas em minha opini√£o, mais justo, mais racional, mais eficaz.

De fato, assim é, para a maioria de nós.

> √Č nossa contribui√ß√£o ao mundo, do ocidente, a democracia, a ci√™ncia, a
> valorização da ciência, a expectativa de vida longa, a eliminação de
> doen√ßas endemicas, as vacinas, a toler√Ęncia racial (sim, inven√ß√£o do
> ocidente, pergunte a tutsis e hutus, sunitas e xiitas, chineses do norte
> e do sul, etc), a condena√ß√£o da escravid√£o (sim, o √ļltimo pais a abolir
> a escravid√£o legal, foi a Arabia SAudita, em 1961, eu j√° havia nascido),
> e mais um monte de coisas "boas".

N√£o acho que somos exclusivamente os criadores de tantas coisas boas, nem
que tenhamos deixado de ter tantas outras coisas "ruins". mas esta é a
maneira que nossa cultura gosta de se retratar. A meu ver, a ciência, a
toler√Ęncia racial, e a medicina √© t√£o antiga quanto a pr√≥pria civiliza√ß√£o,
embora tenha seus avanços e retrocessos em cada época, sociedade e lugar.
Se nos √ļltimos 100 anos estes t√™m evolu√≠do de maneira muito mais
acelerada, ótimo. Mas dizer que somos os criadores disso, é ufanismo
demais pra mim.

> Perfeito? Longe disso, mas passar a vida a acusar o "ocidente" de tudo
> de ruim que ocorre e ocorreu no mundo, não é razoável nem justo.
>> O ocidente pode ser parte do problema, afinal é um mundo só, mas os
> países não ocidentais são a maior parte do problema.

Se você absorve somente pontos de vista que reforçam esta imagem, não
teria como pensar diferente.

> Gil: "Existe humanitarismo sim. Existe imperialismo sim. E muitas vezes
> os dois andam juntos, de fato."
>
> Como eu disse, deveria ser irrelevante. Se muitas vezes andam juntos,
> muitas vezes n√£o andam.

Este é o motivo da desconfiança. Não se sabe quando o carregamento
humanit√°rio ser√° de grande ajuda, ou quando vir√£o consultores,
mission√°rios, empresas ou traficantes de armas. A ajuda pode ser boa, ou
pode transformar seu país em uma zona de guerra, ou em um satélite
dependente pol√≠tica e economicamente de institui√ß√Ķes que ditam regras que
podem ser boas, ineficientes, ou prejudiciais. Se a história recente te
mostra muitos exemplos desastrosos, você tem toda razão de desconfiar.

> E mesmo quando não andam (ajuda "legítima" e
> honesta), os paises que precisam de ajuda ainda tem problemas de
> corrup√ß√£o, desvio e falta de toler√Ęncia.
> Hoje, neste momento, um pa√≠s da √Āfrica, livre, independente, e soberano,
> tenta aprovar uma lei que pune com pena de morte o homossexualismo. Qual
> a influência "maléfica" do imperialismo ocidental explica essa posição?

O imperialismo n√£o tem nada a ver com a homofobia de algumas vertentes
políticas islãmicas, e eu não disse isso em momento algum. Nem vejo porque
deveria tentar explicar algo que nada tem a ver com o imperialismo (que
não é necessariamente ocidental. O Japão também foi uma potência imperial,
por exemplo).

> Gil: "Somos bonzinhos? Sim. Somos intervencionistas? Também. Há racismo
> misturado com nosso humanitarismo? Também. O mundo é assim :)"
>
> Exato, somos assim, e isso deveria ser compreendido por que deseja e
> precisa da ajuda. Somos assim, e exigir que sejamos diferentes, para
> poder ajudar, é tão "imperislista" da parte deles quanto nós exigirmos
> que eles mudem, n√£o?

Vamos aos termos:
"Imperialismo é a política de expansão e domínio territorial, cultural e
econ√īmico de uma na√ß√£o sobre outras, ou sobre uma ou v√°rias regi√Ķes
geogr√°ficas." http://pt.wikipedia.org/wiki/Imperialismo

> Desculpe, Gil, mas a toler√Ęncia √© uma via de duas m√£os, e os mais
> intolerantes s√£o mais respons√°veis que os menos. Nosso intervencionismo
> é fichinha perto do deles, apenas acontece que eles tem menos força para
> impor seu intervencionismo.

"Menos força"? Estamos (ou estávamos) falando de países que mal tinham
agricultura suficiente para sustentar seus cidad√£os! N√£o estamos fazendo
julgamentos morais ou psicológicos aqui, estamos falando da política que
existe "de fato", nos dias de hoje!

> Os defeitos da democracia ocidental, diversos, n√£o s√£o p√°reo para os
> defeitos das n√£o-democracias.


Não estou julgando nem comparando ninguém, principalmente com base nesse
tipo de termos.


> √ďtima sugest√£o, perguntamos para quem, entretanto? Quem representa os
> povos, as pessoas, a serem ajudadas nestes países? Seus governos? Seus
> representantes eleitos? As pessoas que desviam as verbas? Os chefes
> tribais? Quem, Gil, deve ser consultado? As pessoas nas ruas que, se
> falarem o que pensam, somem ou desaparecem por força da polícia de
> vigil√Ęncia? Quem, a quem perguntamos?

> Como eu disse no outro email, fica difícil quando, não ajudar, é omissão
> criminosa, e ajudar é imperialismo humanista. E nenhuma alternativa
> viável é proposta.

> Estou aberto a sugest√Ķes sobre "outras formas" de ajudar. Outros m√©todos
> mais eficazes, sugest√Ķes sobre com quem falar, com tutsis ou hutus, com
> sunitas ou xiitas, etc, s√£o bem-vindas. At√© o momento, apenas acusa√ß√Ķes
> contra o malvado ocidente e seu imperialismo humanista que tenta salvar
> pessoas da morte.


Você repetiu isso várias vezes, mas com alguns minutos de pesquisa na
internet, cheguei aos nomes de Dambysa Moyo, James Shikwati, Dirk Kohnert,
e da entidade "CARE":
http://www.boston.com/news/globe/editorial_opinion/editorials/articles/2007/08/19/the_long_hoe_of_agribusiness/

Isso porque estou longe de ser bem informado sobre o assunto.

Claro que n√£o h√° um plano feito, mas que h√° muito conhecimento e
alternativas, isso h√°, bastando que se busque de fato.



SUBJECT: Re: Siga @ceticismoaberto e concorra a Camisetas da Hora!
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 01/04/2010 14:28

Siga @ceticismoaberto e concorra a Camisetas da Hora! #atualizado!

ATUALIZAÇÃO 01/04/2010:

E o ganhador é…

@rodrigo_mpa

A promoção foi um sucesso: 344 seguidores, sendo que 53 deles enviaram mensagens indicando suas camisetas e com isso triplicaram suas chances! O ganhador, não por mera coincidência, foi um dos que triplicou suas chances!

Parabéns, @rodrigo_mpa! Enviaremos uma mensagem direta para que você nos mande seus dados, para receber diretamente em sua casa uma Camiseta da Hora!

E se voc√™ n√£o ganhou, n√£o d√™ unfollow! Nosso twitter oficial @ceticismoaberto √© o meio onde anunciamos todas atualiza√ß√Ķes e indica√ß√Ķes de leitura que voc√™ n√£o poder√° perder, e mais um canal atrav√©s do qual pode enviar suas sugest√Ķes e reclama√ß√Ķes.

Ainda pensa em dar unfollow? E se dissermos que teremos mais camisetas para sortear neste mês de abril? Estamos convencidos de que ainda fisgaremos você, dominação mundial é a meta! Obrigado a todos!

** A lista final, com 450 itens, foi randomizada atrav√©s do random.org, e os tr√™s primeiros listados foram, nesta ordem: @rodrigo_mpa, @dallaCASA e @Hillel_. Estamos entrando em contato com o primeiro listado, ganhador, caso ele n√£o responda em uma semana (at√© 08/04), o pr√≥ximo listado leva o pr√™mio ‚ÄĒ e assim sucessivamente. Aqueles que enviaram mensagens indicando as camisetas desejadas, mas n√£o constavam como seguidores no momento do sorteio, n√£o concorreram, como as regras devem ter deixado claro. As listas de concorrentes e a lista final randomizada foram devidamente arquivadas.


SUBJECT: CeticismoAberto defende Extraterrestres e outras idéias polêmicas
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 01/04/2010 16:48

CeticismoAberto defende Extraterrestres e outras idéias polêmicas

grey

‚ÄúO Universo √© muito imenso, mesmo nossa Gal√°xia j√° √© muito imensa, e existiu h√° tanto tempo para que mesmo uma possibilidade √≠nfima leve a dezenas, talvez centenas de civiliza√ß√Ķes a existir‚ÄĚ, admite o editor e respons√°vel por CeticismoAberto, Kentaro Mori. Em outro artigo surpreendente publicado com destaque no conhecido ve√≠culo c√©tico, o doutor Robert A. Freitas Jr, renomado pesquisador na √°rea de nanotecnologia e reconhecido em outros campos, √© taxativo:

‚ÄúPara poder dizer ao certo que n√£o h√° nenhuma presen√ßa extraterrestre no sistema solar, voc√™ ter√° que varrer com cuidado a maior parte deste espa√ßo em busca de artefatos. A superf√≠cie da maioria dos corpos no sistema solar foi mapeada somente, se o foi, a uma defini√ß√£o de 10 quil√īmetros ou acima. Os astr√īnomos t√™m mesmo dificuldade em ver aster√≥ides de um quil√īmetro voando por a√≠ a menos que passem consideravelmente perto da Terra. Assim, quem pode dizer se n√£o h√° artefatos extraterrestres de 1-100 metros vagando em algum lugar pr√≥ximo, discretamente executando sua miss√£o?‚ÄĚ, argumenta o cientista. ‚ÄúVoc√™ v√™? Tudo que sabemos ao certo √© qu√£o ignorantes n√≥s somos‚ÄĚ.

Al√©m de destacar a id√©ia de que tenhamos companhia no Universo e mesmo que evid√™ncias de nossos vizinhos c√≥smicos possam estar mais pr√≥ximas do que imaginamos, em mais uma s√©rie de afirma√ß√Ķes surpreendentes CeticismoAberto publicou ainda outro ensaio redigido por seu pr√≥prio editor endossando a id√©ia de conspira√ß√Ķes e destacando como ‚Äúa Hist√≥ria real se relaciona com as teorias ufol√≥gicas de conspira√ß√£o, tirando-lhes os detalhes mais mirabolantes, e ao mesmo tempo que a ufologia, sem constrangimento, se relaciona com a Hist√≥ria, que tem sim suas conspira√ß√Ķes e encobrimentos governamentais‚ÄĚ. Na mesma linha, tamb√©m divulgou a mirabolante lenda de que a CIA teria operado bord√©is com LSD, um rumor inacredit√°vel endossado como verdadeiro.

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Chocando seus leitores, o website tamb√©m teria publicado artigos sobre a suposta descoberta de um computador de mais de dois mil√™nios de idade, afirmando ser este um achado aut√™ntico ‚Äď e n√£o um embuste! ‚Äď e se nada disso o surpreendeu, teria chegado ao c√ļmulo do absurdo ao promover uma an√°lise com ares de seriedade da id√©ia de que a Terra seria oca!

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Esta s√©rie de declara√ß√Ķes impressionantes se soma a outros artigos divulgados pelo suposto ve√≠culo promovendo ‚Äúceticismo‚ÄĚ, como o do matem√°tico Volker Runde, que inicia ‚Äď pasmem ‚Äď por uma cita√ß√£o b√≠blica e termina pela conclus√£o discut√≠vel de que:

‚ÄúAo inv√©s de elevar a alimenta√ß√£o dos cinco mil de um assunto de f√© a uma conseq√ľ√™ncia de um irrefut√°vel teorema matem√°tico, o paradoxo de Banach-Tarski exige que voc√™ aceite outro assunto de f√© ‚Äď o axioma da escolha ‚Äď antes que possa aceitar o teorema. No final das contas, o paradoxo de Banach-Tarski n√£o est√° assim t√£o distante da alimenta√ß√£o dos cinco mil [na B√≠blia]‚Ķ‚ÄĚ

Se todas estas id√©ias e afirma√ß√Ķes pol√™micas parecem minar o movimento c√©tico, talvez seja porque CeticismoAberto ainda teria publicado um artigo atacando duramente um grupo ‚Äúc√©tico‚ÄĚ argentino, e ultrapassado os limites ao traduzir ao portugu√™s o ensaio de Marcelo Truzzi criticando o ‚Äúpseudo-ceticismo‚ÄĚ, aderindo √† ret√≥rica daqueles que criticam os esfor√ßos c√©ticos.

Ou n√£o. Ou sim.

Neste primeiro de abril, nada do que pode ser lido acima √© mentira, ou pelo menos, as afirma√ß√Ķes e id√©ias curiosas e surpreendentes, que √† primeira vista podem soar mesmo contr√°rias a uma an√°lise cr√≠tica, foram todas realmente publicadas em CeticismoAberto ao longo de seus mais de oito anos de exist√™ncia ‚Äď clique nos links para conferi-los. Os adjetivos e o tom de que pretender√≠amos destruir o movimento c√©tico e talvez sair vendendo capacetes de alum√≠nio s√£o parte da brincadeira, claro.

Al√©m de expor e denunciar fraudes, embustes e engana√ß√Ķes, o que √© sem d√ļvida a principal √™nfase de CeticismoAberto ‚Äď a tag ‚Äúfraudes‚ÄĚ tem 166 textos ‚Äď estas id√©ias diferentes, abertas a novas possibilidades e pontos de vista, fazem parte essencial do que buscamos com este trabalho. O casamento entre o ceticismo e a admira√ß√£o j√° era o equil√≠brio defendido por Carl Sagan, que tamb√©m lembrava como o movimento c√©tico deveria evitar o posicionamento ‚Äún√≥s x eles‚ÄĚ, como se c√©ticos estivessem em algum patamar superior.

√Č com isto em mente que tamb√©m estamos abertos n√£o apenas a novas id√©ias, como tamb√©m a cr√≠ticas ‚Äď atrav√©s de in√ļmeras formas de contato, √°reas de coment√°rios e f√≥runs livres ‚Äď que s√£o mesmo destacadas em artigos como a cr√≠tica ao ‚Äúpseudo-ceticismo‚ÄĚ redigida por Truzzi.

Afinal, desde o in√≠cio lembramos como o nome ‚ÄúCeticismoAberto‚ÄĚ pretende deixar claro que o ceticismo defende a d√ļvida inquiridora, n√£o a certeza dogm√°tica, estando aberto a novas id√©ias e possibilidades, mas exigindo sempre provas rigorosas para a aceita√ß√£o de qualquer alega√ß√£o. Todo ceticismo √©, ou deveria ser aberto, e todos os dias do ano nos esfor√ßamos para cumprir com este objetivo.

Nem sempre conseguimos, mas a verdade é que tentamos!


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Falta √°gua limpa para 1 bilh√£o de pessoas no
FROM: "Homero" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2010 17:42

Ol√° Gil

Gil: "Aqui... onde? São bem uns 20, 30, ou 40 anos que este modelo tem sido seguido, e é opinião de muitos dos ativistas e sociólogos que ele só tem feito *piorar* a situação e a desconfiança (o que parece condizer com o que vemos nos telejornais)."

Bem, telejornais não são fonte segura. Telejornais, devido a fatores como a natureza humana (da curiosidade humana seletiva) e da força dos meios de comunicação modernos (força no sentido de eficácia, capacidade de buscar informação globalmente), tende a apresentar sempre cenários cada vez piores. Mesmo quando, estatisticamente, existem melhoras.

Um exemplo, em abril de 1815 o vulc√£o Tambora explodiu na ilha de Sumbawa, matando 70 mil pessoas, destruindo a ilha e arredores, e expelindo 180 Km3 de mat√©ria. Um evento catastr√≥fico, e que muitos poderiam tomar como pren√ļncio do fim dos tempos. O ano seguinte ficou conhecido como "o ano sem ver√£o" devido as cinzas lan√ßadas na atmosfera.

A notícia sobre este evento chegou em Londres, capital da Inglaterra, e centro do mundo na época, em Novembro deste ano, e apenas como uma nota de uma pequena notícia em jornal, devido a um comerciante que tinha contatos com mercadores da região.

Oito meses, entre um evento catastrófico, e a chegada dessa informação na capital do mundo.

Hoje, telejornais captam informa√ß√Ķes de todo planeta, em tempo real, e os concentram no jornal da hora do jantar. Como a atra√ß√£o dos espectadores, que d√£o audi√™ncia, √© pelas not√≠cias, digamos, tr√°gicas, n√£o √© surpresa que o mundo "pare√ßa" pior do que nunca.

Pareça. Não penso que seja assim, e as estatísticas e evidências não indicam que seja assim.

Este modelo, que tem problemas, tem sido eficaz em muitos sentidos, e tem melhorado a vida de muita gente, em todo mundo. Mais em pa√≠ses que seguem mais de perto seus conceitos, como democracia, toler√Ęncia, igualdade, e menos nos que se distanciam.

Se vamos mudar, que seja para melhor, n√£o?

E eu também penso que "ativistas", usando este termo de forma genérica, não são boas fontes de informação também.

Gi: "Estou falando de modelos de ajuda e colaboração, não de modelo de
> estruturação de uma sociedade inteira, isso seria um
> absurdo, principalmente sendo pensado como algo a ser "imposto" por fora!"

Entendi, mas modelos de ajuda dependem fundamentalmente do modelo de estrutura onde surgem. N√£o h√° como criar novos modelos do nada.

O que sugere como novo modelo de ajuda, Gil?

Gil: "No mais, apesar de não conhecer a fundo as teorias Marxistas, se não me engano os principais teóricos acreditariam ser impossível implantar algum tipo de socialismo em países que não passaram pela maxi-industrialização e urbanização em massa."

Sim, mas a pr√°tica tamb√©m parece indicar que n√£o se pode igualmente implantar socialismo em sociedades que passaram por urbaniza√ß√£o e industrializa√ß√£o. As premissas do socialismo tem falhas, a maioria delas em n√£o considerar a natureza humana e as for√ßas envolvidas nas rela√ß√Ķes entre seres humanos.

Como toda utopia, é um bom objetivo e uma boa direção, mas a idéia de se atingir uma utopia não é realista. Pessoas não vão se tornar perfeitas em algum momento futuro..:-).

Gil: "Tudo bem, você discorda. E acha que a ajuda no modelo atual é melhor. Bem... você tem certeza disso? Tem certeza que, da forma como se está fazendo, as coisas não estão ficando piores? "

Não, não costumo ter certezas..:-) Estou sempre aberto a novas possibilidades, em especial as que tem evidências a sustenta-las.

Mas, sim, acho que com todos os problemas, tem ficado melhores sim. E me parece que ajudar, ainda que com problemas e dificuldades, é melhor que não ajudar. E também acho que nenhum novo modelo foi proposto ainda, nenhum que seja minimamente implementável ou razoável.

Gil: "Ou mesmo que a maioria dos problemas não vêm dos modelos institucionais instalados desastradamente por lá?"

Já nesse caso, embora não tenha certeza também, tenho mais convicção ainda.

Como eu disse, e tentei explicar com dados, boa parte dos problemas dessas sociedades é mais antigo que a exploração pelo ocidente, boa parte é estrutural, devido a forma como essas sociedades funcionam (e funcionam assim há séculos, milênios).

E n√£o apenas elas, mas essa estrutura tribal, imperial, era o padr√£o at√© a passagem do ocidente pelo iluminismo, a cria√ß√£o de novos conceitos como democracia, toler√Ęncia, direitos humanos, etc.

Pense no conceito tão importante e querido por nós, de direitos humanos. Toda nossa discussão inclusive, entre eu e você, é justamente em relação aos direitos, que consideramos naturais (e fundamentais) desses povos com problemas.

√Č t√£o arraigado, t√£o natural, que parecemos n√£o perceber que em muitas dessas sociedades esses direitos, esse conceito, n√£o existe. N√£o h√° direitos humanos para homossexuais em Uganda, por exemplo. E eles n√£o entendem porque nosso "horror" com a pena de morte para estes.

Como nos casos mencionados de países com corrupção, não é corrupção se todos concordam que quem manda ou é "dono" do pais tem o direito de levar uma parte. Só é corrupção do nosso ponto de vista.

Então, como acabar com a corrupção de uma cultura que não vê como corrupção esses atos e desvios?

Gil: "S√£o perguntas importantes que se deve fazer (e pesquisar), antes de assumir uma certeza t√£o radical de que sociedades inteiras s√£o incapazes de encontrar suas solu√ß√Ķes sem necessidade de "importar" modelos institucionais/sociais."

Com certeza. Mas eu estudei, li, analisei, e fui atrás de casos tanto concretos quanto teóricos. Nunca encontrei algo que refutasse essa consideração, os problemas de sociedades tribais são anteriores, e mais profundos, que nossa interferência com eles.

Se conhece algum caso de sucesso nesse sentido, eu gostaria de saber.

Gil: "Reformule a frase assim: "Sociedades ocidentais, com ou sem interferência da lua, têm se matado e se mostrado corruptas, e penso que também nesse caso o problema é mais complexo e mais antigo."

Desculpe, mas não entendi o que a reormulação quer dizer. Claro que sei que sociedades ocidentais tem problemas, mas tem méritos, e estes, por tudo que podemos perceber, ultrapassam os outros, e estas sociedades tem vidas e estruturas melhores. Não seriam as fontes da ajuda se não tivessem, ora bolas!

Sociedades ocidentais tem lutado para corrigir muitos de seus problemas, e tem avançado nisso, a ponto de serem capazes de autocrítica e de melhorar constantemente. Tome a expectativa de vida, por exemplo, sempre crescendo nos países que adotam a melhorias.

Gil: "Não deu na mesma? O que foram as guerras de 1914 e 1933, senão os maiores massacres da história? O que foram as guerras do Vietnã, do Afeganistão, a ditadura brasileira, senão excelentes exemplos de massacres em massa e corrupção?"

Gil, n√£o acho nada disso. As guerras mundiais foram rea√ß√Ķes a ataques ao sistema, n√£o eventos DO sistema. A Alemanha nazista, e sua pol√≠tica ditatorial e anti-democr√°tica, era contra o sistema, n√£o o modelo. A rea√ß√£o, necess√°ria, foi a guerra, para manter o modelo, que vinha se apresentando eficaz e ben√©fico.

Já o exemplo da ditadura é exatamente o que estou tentando explicar, eles eliminaram os benefícios e méritos do sistema ocidental democrático, não o contrário. Ditaduras latinas tentaram se tornar antigos estados tribais, com "donos" do país decidindo tudo, e levando sua parte!

Eram tribos, como tribos africanas.

E o Vietnã? O Vietnã causou a maior reação contrária DENTRO de um país democrático que já existiu, e modificou dezenas, centenas, de mecanismos e processos sociais.

Pode apresentar um exemplo desse tipo em sociedades n√£o ocidentais?

Gil: "Se é difícil assim estabilizar a democracia nos países onde a aceitação está "profundamente arraigada" na sociedade, imagine o quanto é absurdo achar que tal coisa pode ser simplesmente imposta em outras multi-sociedades de histórico socio-cultural completamente diferentes?"

√ďtimo, nisso concordamos plenamente! Mas, se √© dif√≠cil, dever√≠amos nem tentar? E se √© dif√≠cil, deixar que morram de fome, ou que sejam massacrados em guerras de limpeza √©tnica ou religiosa √© razo√°vel?

O que tenho tentado dizer √© justamente isso, temos problemas e defeitos no modelo atual, e temos de melhorar e caminhar adiante, mas no atual est√°gio, √© o melhor modelo, em termos gerais. √Č o que garante mais liberdade, mais conforto, mais justi√ßa, mais equil√≠brio, mais alimentos, mais efici√™ncia administrativa, etc, que qualquer outro.

Sim, existem injusti√ßas mesmo nesse modelo, e existem a√ß√Ķes inclusive est√ļpidas, como invadir o Iraque procurando armas que n√£o existiam.

Mas n√£o temos alternativa ao modelo. Pense, se o poder que hoje disp√Ķe sociedades ocidentais, como USA, Alemanha, etc, estivesse nas m√£os de sociedades tribais e de estrutura ancestral, como Ir√£ ou Uganda, como estaria o mundo? Pior? Melhor? Mais seguro? Menos seguro?

Sua analise do surgimento das democracias é boa, muito adequada. Mas mais evidência o fato de que temos um problema com as sociedades que não passaram por isso.

Gil: "A corrupção é muuuuuito mais antiga e disseminada do que isto, Homero. E você bem sabe. Não vamos tirar os termos de seu sentido e abrangência originais."

Claro que é, mas só é "corrupção", repito, se decidirmos que é. Não é um conceito absoluto ou universal, em muitos períodos foi um direito, um legítimo direito, em outros uma tradição, etc.

Sociedades em que é legítimo o "dono" receber sua parte, não existe corrupção nesse recebimento.

Corrupção, o conceito moderno e criminalizado, é uma invenção, um construto, ocidental, derivado de outros como democracia e direitos. Não existe em sociedades que não tem estes conceitos definidos.

Gil: "Você mesmo concordou. Eu adicionaria: Sempre foi assim, mesmo *após* o sistema da democracia surgir (como você também lembrou no exemplo do Maluf)."

Não, mudou muito! Enquanto o exercício do poder de "dono" é legítimo, pode ser feito as claras, e não tem contestação. Quando muda o conceito, quando passa a ser criminalizado, é preciso esconder, fazer escondido, fugir da fiscalização, correr riscos, etc. Quanto mais civilizada, mais "ocidental", mais risco.

O que importa neste caso do Maluf √© que em democracias √© preciso respeitar as decis√Ķes conjuntas, coisa mais dif√≠cil em sociedades tribais.

Gil: "Importa porque os interesses imperiais e humanitários *não* convergem. Se você quer ajudar um país, mas esta ajuda tem de ser feita de maneira a inunda-lo com seus próprios produtos, solapando os potenciais produtores deste mesmo país, por exemplo, você corrompeu o próprio esforço humanitário no interesse comercial de seu país!"

Está falando de comércio, não de ajuda. E mesmo assim, está enganado. Países como os Tigres Asiáticos, foram "inundados" com produtos, mas escolheram um processo de educação (ainda que derivado de sistema imposto, totalitário), brutal, para aprender com a inundação, reproduzir, e finalmente, revender os produtos melhores, mais baratos, mais eficientes, que os do ocidente.

Como estou tentando dizer, se um pais recebe qualquer tipo de ajuda, mas est√° disposto e tem estruturas minimamente saud√°veis (como sistema educacional), ele usa a ajuda e se recupera em algum momento.

Você, hoje, não precisa 'ajudar produtores locais", precisa usar o que sabe fazer para avançar nesses processos. As leis de proteção do Brasil, em especial a lei de informática, atrasaram nosso desenvolvimento por décadas.

A idéia de que alguém aqui no Brasil iria, repetindo todos os passos de descoberta e desenvolvimento, criar uma empresa de produção de chips como a Intel, de computadores como a IBM, de software como a Microsft é totalmente absurda e contra-produtiva!

O que se pode fazer é pegar tudo isso, que já foi desenvolvido, e modificar, melhorar, acrescer, e vender de volta.

Gil: " Imperialismo pode ser uma palavra forte se a generalisarmos, mas certamente não é ultrapassada. Está mais "maquiado", mas ainda está aí, na atitude dos planejadores, estrategistas, financiadores, traficantes de armas, etc."

Não, isso que está mencionando tem outro nome, chama-se natureza humana, economia humana, relacionamentos humanos. Eu quero que comprem o que vendo, e para isso vou estudar o que será mais eficaz para isso. Os USA faz, as empresas americanas fazem, o Brasil faz, a Argentina faz, o Irã faz, eu faço, e você faz.

N√£o √© "imperialismo", mas rela√ß√Ķes entre sociedades.

Mesmo traficantes de armas apenas querem vender seu produto. Como estão fora da lei, usam de métodos fora da lei, mas o simples fato desses métodos serem fora da lei, da a dimensão de nossa postura: somos contrários a isso.

Nem por um instante sou a favor de traficantes de armas, ok?..:-) Mas armas são fundamentalmente vendidas, em especial no mercado negro, para países não democráticos, que tem usos escusos para essas armas. Especificamente, manter o poder de ser "dono" desses países, e impedir a discussão ou mudança do sistema.

Gil: "Sugeriu sim. Esse é o problema. Infelizmente, só a voz "oficial" é ouvida, e mesmo ONGs importantes são simplesmente ignoradas. ABaixo cito alguns nomes, e tenho certeza que se você se interessasse de fato pelo assunto, os teria achado."

Eu mesmo ignoro ONGs, Gil. Não tenho como controlar ou fiscalizar, e muitas já se envolveram em, ora veja, corrupção e desvio de verbas. Para qual ONG e como eu tenho garantia que esta não desvia o dinheiro para outros fins? Como fiscalizar o que, por definição, se colocou a margem da fiscalização?

Você dá dinheiro para ONGs, Gil? E tem certeza de que este chega no lugar certo?

Eu admiro organiza√ß√Ķes de ajuda, certamente, como o Greenpeace e WWF, mas mesmo para algumas das atitudes deles, vejo mais espet√°culo que resultado. Eles tamb√©m n√£o tem solu√ß√Ķes, eles tamb√©m n√£o sabem como enviar dinheiro para a Nig√©ria sem que este se perca.

Gil: " De fato, assim é, para a maioria de nós."

Isso, exatamente! Para a maioria de nós, e nunca em toda nossa história foi assim, a maioria de nós, nossos antepassados, tinham vidas terríveis e injustas, perdiam a maior parte dos filhos, vivia em média 30 anos, sofria de doenças diversa, e passava fome.

Se queremos que a vida das pessoas melhore nesses locais com problemas, a maioria delas, então queremos levar esse sistema para lá, pelo menos até outro melhor surgir.

Gil: "N√£o acho que somos exclusivamente os criadores de tantas coisas boas, nem que tenhamos deixado de ter tantas outras coisas "ruins". mas esta √© a maneira que nossa cultura gosta de se retratar. A meu ver, a ci√™ncia, a toler√Ęncia racial, e a medicina √© t√£o antiga quanto a pr√≥pria civiliza√ß√£o, embora tenha seus avan√ßos e retrocessos em cada √©poca, sociedade e lugar. "

Fique a vontade para demonstrar que algumas dessas coisas que mencionei n√£o s√£o resultado de nosso sistema..:-)

E, opa, a medicina "que funciona" √© recente e totalmente derivada do m√©todo de investiga√ß√£o e valida√ß√