SUBJECT: Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/08/2009 21:29

Esta semana eu assisti, novamente, a palestra de Dawkins na Flip, em Parati, que tem passado na TV. É uma palestra muito interessante, e mesmo com os limites de tentar explicar formas complexas de pensar para uma platéia de outra lingua, em frases relativamente curtas e com pouco tempo, o resultado foi excelente.

Ele, Dawkins, é sempre claro, cristalino, em seus argumentos e exemplos (ele é excelente na criação de exemplos), mesmo nas questões mais difíceis, e sua tranquilidade é característica.

Uma parte importante de uma palestra como essa são as perguntas enviadas pelo público, nem tanto pela qualidade, mas por expor quais a spreocupações reais de boa parte da platéia e das pessoas em geral. Para cada pergunta, temos sempre ótimas e equilibradas respostas de Dawkins, e é realmente má fé de seus (muitos) inimigos religiosos que sustenta as acusações de fundamentalismo ateísta e intolerância contra ele.

A pergunta final foi interessante, e as respostas de Dawkins, perfeitas. Alguém pergunta, através do entrevistador, o que Dawkins diria a deus se morresse e o encontrasse. É, claro, uma "pergunta-armadilha".

A resposta de Dawkins: duas coisas. Primeiro, qual deus ele seria. Se Zeus, Odin, Apolo, Mitra, um deus asteca, celta, se Alah ou Jeova, etc, etc, etc. Risos, muitos risos da platéia..:-)

Em seguida, ele diria, parafraseando Bertrand Russel (palavras dele, Dawkins), "não há evidências, não há evidências, não há evidências"..:-)

Mais risos da platéia, e fim da palestra. Mas acho que devido ao bom humor e graça da resposta, nem todo mundo percebeu a profundidade destas. Que vão muito além de ser engraçadas, uma "boutade".

A primeira questão, por exemplo "que deus é este que se encontra depois de morrer", transforma a pergunta-armadilha para ateus e agnósticos, no que ela é realmente, uma "pergunta-armadilha" para todas as pessoas, em especial para as que crêem em deuses. Sim, deuses, pois é mais complicado (e eu diria perigoso..:-) um cristão encontrar Zeus ou Alah, que um ateu encontrar um ser sobrenatural depois de morrer!

O que diria um católico se ao morrer deparasse com Alah, não a versão moderada, mas a versão mais fundamentalista, defendida pelo islã mais profundo, e este o condenasse ao fogo eterno por não ter lutado na jihad como ele determinou? O que diria um espírita se ao morrer percebesse que nenhuma reencarnação o espera, apenas o dissolver de sua mente no Nirvana cósmico, sem lembrança, sem identidade, sem nada mais, uma perfeita inutilidade de vida? O que diria um judeu se encontrasse Jesus, profundamente furioso porque ele recusou sua origem divina por toda vida?

O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de morrer?

Como se pode notar, é muito mais complicado e difícil para um crente, encontrar deus do outro lado, que um ateu.

E a segunda coisa a ser dita, não há (haviam) evidências, deixa tudo claro. Um ateu não "descrê" de deus por implicância ou teimosia, apenas por não acreditar em coisas sem evidências. Sem evidências, sem crença. Encontrar deus depois de morrer não muda isso, como encontrar um unicórnio ou Papai Noel depois de morrer não muda isso, nossa descrença nestes seres (descrença mesmo de deistas). O fato de que Papai Noel fala conosco depois de morrermos NÃO significa que é justificado acreditar nele agora, antes de morrer.

O que eu diria ao ver deus, por exemplo, depois de morrer seria: ah, finalmente uma evidência confiável.:-) E mesmo nesse momento, eu não "acreditaria" em deus, eu concluiria por sua existência. E argumentaria que, ele não deveria ficar chateado com isso, não é razoável, mesmo no outro mundo, acreditar em coisas que não tem evidências de existirem..:-).

E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano não "acredita nele" me parece por demais absurda.

O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro Dawkins.

Homero


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Paulo - yahoo" <psdias2@...> escreveu
>
> Já está no site da Globo News a segunda parte da entrevista de Richard Dawkins ao programa Milênio:
> (foi ao ar na segunda-feira, 17/08/2009):
>
> http://globonews.globo.com/Jornalismo/Gnews/0,,3291,00.html
>
> Paulo
>




SUBJECT: RE: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: alfredo manoel de castro <alfredomc1@hotmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/08/2009 18:47

Caro Amauri, meu irmão:  "luas não caem ou se perdem dos seus planetas, bem como estes em relação às suas estrelas", agradeço a força e leia o resumo "Estabilidade Orbital Astronômica - Síntese", no site  webartigos.com .  Um grande abraço, Alfredo Castro, autor. 
 

To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: amaurijunior23@zoho.com
Date: Mon, 24 Aug 2009 11:50:04 -0700
Subject: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 
A teoria do irmão Alfrredo faz sentido, pois todos os meteoritos que se provou que vieram de Marte continham aminoácidos ou formas cristalisadas de vida que prova que algo inpactou o planeta vermelho...será que não foi uma lua? Ou eis que de repente a vida e a atimosfera iria desaparecer?



sds
Amauri


Tanta ignorancia, não pode existir racistas no Brasil
IREMOS DESTRUIR!
Bando de idiotas, doentes mentais
Fora do Brasil, RACISMO NUNCA MAIS!)
(bota gasta - Somos Uma Mistura De Raça"

http://twitter.com/Amaurijr23



---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 06:14:23 -0700 Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu ----

 

Sugestão: a barreira entre matéria e antimatéria é composta por cristais de
dilítio!

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay.com.br
http://www.lunabay.com.br/
http://twitter.com/alvaro_augusto

-----Mensagem original-----
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de rmtakata
Enviada em: domingo, 23 de agosto de 2009 23:55
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, alfredo manoel de castro
> Dizer que a maré cheia oposta à Lua nova e ao Sol é causada pelo
> deslocamento do centro de gravidade do sistema Terra/Lua, está,
> também a meu ver, errado

Sim, é errado e isso *não* faz parte da teoria vigente. A explicação
deduzida da mecânica newtoniana é das forças gravitacionais diferenciais.

Aqui uma explicação relativamente simples e acurada:
http://astro.if.ufrgs.br/fordif/node1.htm

> Porém, para acreditar nisto, busco provas concretas, irrefutáveis.

Então você *NÃO* estará fazendo ciências. Em ciências não há *provas* quanto
mais *irrefutáveis*. O processo consiste em testes de hipóteses: verifica-se
a predição de uma teoria é observada em experimentos e observações na
natureza.

> Se achá-las, por favor, ME INFORME.

A teoria vigente é muito melhor do que a sua. Então nem é preciso buscar
muito.

1)
Teoria vigente: o centro dos planetas é composto por matéria ordinária;
Sua teoria: o centro dos planetas é composto por antimatéria;

Fato1: as camadas exteriores dos planetas do Sistema Solar são compostas de
matéria comum.
Corolário: se o centro fosse composto de antimatéria, haveria aniquilação e
intensa liberação de energia; ergo, os planetas explodiriam.

Fato2: Os planetas estão íntegros.
Conclusão1: O centro dos planetas são compostos por matéria comum.

Conclusão2: sua teoria está errada.

Hipótese ad hoc: existe uma barreira entre antimatéria e matéria.
Dificuldade: não há nenhum indício da existência de tal barreira: entidade
imaginária sendo criada para justificar a inobservância de uma predição -
não é um bom prognóstico para uma teoria.

Indícios de que matéria ordinária forma o centro da Terra:
- campo magnético gerado pela rotação de um núcleo metálico sólido envolto
por uma camada metálica liquefeita (estrutura do núcleo identificada por
gravimetria e ondas sísmicas);
- ondas sísmicas não indicam nenhuma descontinuidade espacial entre as
camadas do núcleo e da superfície - ergo, não há a tal barreira a impedir
contato de um centro de antimatéria com uma casca de matéria;
- meteoritos formados por centros de planetóides - meteoritos metálicos -
são formados por matéria ordinária;

Motivação a priori para que não haja um centro de antimatéria nos planetas:
1) eles não poderiam ser formados - observações astronômicas corroboram
modelo de formação de planetas ao redor de estrelas por acresção;
1b) planetas como a Terra são formados de restos de estrelas de segunda
geração;
2) não há nenhum vestígio de antimatéria nas análises de radiação cósmica de
fundo;
-----------

Além disso seu conhecimento de física precisa ser muito aprimorado.
Antimatéria *não* é gravitacionalmente repulsiva. Antimatéria comporta-se
como matéria em relação à gravidade: sua massa é positiva. Antimatéria tem
carga *elétrica* oposta: ou eventualmente spin ou carga de cor ou sabor.

O período de rotação de Mercúrio é facilmente explicado pela sincronização
da rotação causada pelo efeito das marés. A tendência é a rotação de
Mercúrio ter um período igual ao de sua órbita. Como ocorre com a Lua e com
os satélites de Marte. (Isto é, a Lua não deixou de girar, apenas que sua
velocidade de giro ao redor de seu próprio eixo é igual à velocidade de giro
ao redor da Terra. Na verdade, a própria Terra deve, no futuro, ter sempre a
mesma face voltada para a Lua - a taxa de diminuição da velocidade de
rotação da Terra é medida e é igual à taxa calculada.)

[]s,

Roberto Takata






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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital - Acelerador de partículas
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, "Alfredo Castro" <alfredomc2@yahoo.com.br>
CC: <alfredomc2@yahoo.com.br>
DATE: 24/08/2009 20:03

Olá irmão Alfredo,
 
como vc está um pouco confuso, permita-me descrever um acelerador de partículas bem simples; realmente pode até ser feito em casa, com singelo material e breve intervalo de tempo. Veja que simplicidade:
Material:
duas cadeiras com encosto horizontal, uma vassoura comum (pode ser até de piaçava), um pedaço de barbante.
Montagem:
apóie a vassoura na horizontal sobre os encostos das cadeiras (os encostos das cadeiras servirão de mancal) de modo que a ´parte que varre´ fica para fora do intervalo entre as cadeiras; amarre uma extremidade do barbante no cabo da vassoura (na região que fica entre as cadeiras); gire a vassoura de modo a enrolar o barbante no cabo da vassoura.
Procedimento:
segure a ponta livre do barbante, na vertical, entre as cadeiras e puxe firmemente, de modo que a vassoura adquira uma alta rotação ao desenrolar o barbante.
Análise:
Eis o acelerador de partículas!
No referencial solidário ás cadeiras (inercial), a vassoura adquire alta rotação w, adquirida pelo torque dado pela força F que vc aplicou no fio, á distância r/2 do eixo de rotação (r é o raio do cilindro = cabo da vassoura). Graças a esse torque, a vassoura adquire aceleração angular alfa (que vamos supor constante no breve intervalo de tempo) passando do repouso á velocidade angular w citada acima (se necessitar, passo as equações do processo).
Considere uma partícula P de poeira (massa m), na vassoura propriamente dita, á distância R do eixo de rotação; sua velocidade escalar vem dada por  V = w.R; o vetor velocidade é tangente á trajetória da partícula e pertence ao plano perpendicular ao eixo de rotação, passando por P. A força centrípeta nascida nesta rotação, aplicada na massa m da partícula vale Fcp = m.V²/R. Quem aplica tal força na partícula é a força de aderência entre a partícula (poeira) e a o material da vassoura (piaçava). Para um valor de w acima de um valor crítico w´, a força de aderência desaparece (a partícula se destaca da piaçava) e tal partícula sai pela tangente com velocidade de módulo w´.R. A partícula foi acelerada, desprende-se e sai em alta velocidade! É a nuvem de poeira que se desprende (em alta velocidade) da vassoura em rotação que caracteriza e justifica o funcionamento do acelerador de partículas.
No referencial solidário á vassoura, ela estará permanentemente em repouso mas, em suas partículas agirá a força de inércia devido ao fato de tratar-se de um referencial não inercial (referencial acelerado); é esta força de inércia que atingindo um valor limite, desprende a partícula da vassoura a qual avançara acelerada por uma trajetória em espiral de Arquimedes.
 
Tais acontecimentos são fatos e não hipóteses; são perfeitamente verificados na experimentação com aceleradores de partículas.
Por outro lado, o Princípio da Indeterminação de Heisenberg, nada tem a ver com esta história de "repulsiva ou não". Mas deixemos o experimento caseiro do irmão Heisenberg para outra oportunidade.
 
aquele abraço,
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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     ===========================
----- Original Message -----
From: Alfredo Castro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Cc: alfredomc2@yahoo.com.br
Sent: Monday, August 24, 2009 7:10 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

Jeff, irmão, a antimatéria dita pela física quântica (subatômica e altamente instável), apesar dos experimentos realizados nos laboratórios de aceleração de partículas, ainda não teve todas as suas características reveladas e baseia-se em hipóteses.  Então, dizer que seria de um jeito ou de outro, repulsiva ou não, é mera especulação.  Não sabemos (ver princípio da incerteza de Heisenberg).  Pode inclusive não ter nada a ver com cargas positivas ou negativas.  E como ter certeza de que há ou não há antimatéria nos átomos?  Pela estabilidade da matéria, simplesmente (é claro que há).  Um abraço, Alfredo Castro, autor.

--- Em seg, 24/8/09, jeffersonpascon <jeff@jeff.com.br> escreveu:

De: jeffersonpascon <jeff@jeff.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009, 16:48

 
Olá Alfredo,

Bom, continuo sem entender como você chegou as conclusões do seu artigo mencionado.. . :-) Mas, voltamos ao tópico...

Como o Takata disse, a antimatéria não tem uma gravidade negativa em relação a matéria, mas só a carga da força que intermedia (dependendo do tipo de partícula). As massas de uma partícula e sua anti-partícula são iguais, então a gravidade funciona igual em ambas.

Pelo que você falou abaixo, entendí que você acha que dentro de todos os átomos de matéria tem antimatéria.. . Mas não tem! Quando se fala que existe (ou deveria existir) uma partícula de antimatéria para cada partícula de matéria, não significa que deveriam estar juntas (até por se aniquilariam! ), mas que deve existir em algum lugar do Universo (galáxias só de antimatéria, por exemplo...).

Você também fala que não acredita na relatividade de Einstein, mas usa o conceito de antimatéria nas suas "teorias"... . Mas a hipótese da antimatéria saiu da equação de Dirac, que tenta, justamente, ligar a mecânica quântica com a relatividade!

[]´,s
Jeff.

> Jeff, meu irmão:  o tempo não existe como ente físico, e sim como um padrão relativo de medida, por comparação.  Por exemplo: o meu coração tem um rítmo proporcional ao do  ponteiro de segundos do meu relógio.  Porém, quando levo um susto, essa proporção muda.  No lugar do susto, se coloque num outro espaço além deste nosso "conhecido":  você "veria" (se fosse possível) alguns fótons (os mais velozes) parados em relação ao seu corpo, que lá estaria numa velocidade superior a da luz no espaço em referência original (o primeiro, onde "realmente" estamos).  Mas entendo a tua dúvida:  velocidade diz respeito a um deslocamento em um determinado tempo. Já que o tempo é puramente relativo, como se pode prender a velocidade de qualquer fenômeno, quando não se tem um referencial?
> Até o referencial de deslocamento é relativo a um ponto fixo no espaço, EM RELAÇÃO A UM CORPO, o que inclui as suas medidas!  Não se pode calcular o deslocamento de um corpo sem um ponto de partida, ou se o ponto de partida "correr junto" com tal corpo, ou no mesmo sentido, porém mais lento, ou mais rápido, ou oblícuo, etc., etc.....  Não acredito na teoria ondulatória da luz: sou mais pela corpuscular e explico isto num dos meus artigos publicados no site webartigos.com  ,  "A LUZ" (ver também os comentários).
> Nos comentários da "Estabilidade Orbital Astronômica",  lanço uma hipótese de porque as órbitas das luas teriam um comportamento ora (eras) inflacionário, ora caótico alternadamente (indução de antimatéria centro-astral? ). Por exemplo: a lua mais próxima de Marte, Fobos, com período de +- 8 h,  e raio orbital de +- 9000 Km,  estaria em situação caótica, por ganho de massa meteoróide em Marte, até ser "acionada" a maior indução da antimatéria do centro de Marte (explico em tal comentário), quando então tal lua começaria a lentamente se afastar,  movimento que eu chamaria de "respiração orbital".  Assim, as luas não caem (a nossa está se afastando, segundo os cálculos da atual astronomia).  Há teorias (em que acredito) que sugerem que cada átomo seja um micro sistema estelar, em que os elétrons seriam os micro-planetas, os núcleos, as micro-estrelas (e haveriam até as micro-luas) e acho que são todos compostos por
> "micro-átomos" (outros micro-micro- sistemas estelares, ao infinito).  Isto estando certo, cada elétron faz "zilhões" de micro-translaçõ es em fração do nosso segundo, e se tais não tivessem também antimatéria, já teriam colidido ou se perdido e não existiria nenhuma matéria!  Espero ter sanado tuas dúvidas.  Um abração,  Alfredo Castro, autor.
>
> --- Em sex, 21/8/09, Jeff <jeff@...> escreveu:
>
>
> De: Jeff <jeff@...>
> Assunto: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Data: Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009, 20:59
>
>
>  
>
>
>
>
> Olá Alfredo. Eu lí o seu artigo e não conseguí entender como você conclui que se o tempo pára, "logo" a velocidade da luz não é constante, e o que isso teria a ver com a variação de frequência da luz das galáxias...
>  
> Quanto as órbitas dos planetas e luas, não precisa de nenhuma força além da gravidade para manter as órbitas, que não são estáveis, como você diz. Algumas luas vão cair nos seus planetas e outras vão embora, mas não em  em séculos, mas em milhões de anos.
>  
> []´s,
> Jeff.
>  
>
> ----- Original Message -----
> From: alfredo manoel de castro
> To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Sent: Friday, August 21, 2009 4:58 PM
> Subject: RE: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
>
>  
>
> Caríssimo Léo:  discordo do teu raciocínio por uma simples razão: as órbitas dos astros tipo luas e planetas são elipsóides EM RELAÇÃO AO ASTRO CENTRO-ORBITAL , por que tal está relativamente muito mais próximo e consequentemente, mais influente.  Por exemplo, a Lua descreve uma elípse em relação à Terra, porém em relação ao Sol, o movimento de translação lunar descreve uma sucessão de "es" minúsculos esticados e emendados, como uma mola esticada vista ao longo de sua extensão, cuja curvatura acompanha a translação terrestre,  e por isso tem o nome de revolução.  Mas já que você fala em termos macro-cósmicos, leia meu outro artigo "Relatividade Transversa" no site webartigos.com  que talvez você me entenda melhor.  Ou você acha que Kepler está errado?  Um abraço, Alfredo Castro, autor.
>  
>
>
> To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> CC: alfredomc2@yahoo. com.br
> From: leobarretos@ uol.com.br
> Date: Thu, 20 Aug 2009 20:11:46 -0300
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
>
>  
>
>
>
> Sr. Alfredo,
>  
> experimente ver a trajetória "real" da Lua, com referencial em Vega. O nosso Sol se desloca para Vega e todo o Sistema Solar o acompanha num samba de crioulo doido.
> Experimente traçar, no ar, um elipse com o dedo indicador (ou no escuro, com a ponta de um palito de fósforo em brasa); agora faça isto com o braço em movimento de translação; agora faça isto com o braço em translação e seu corpo em rotação. Agora ande ao redor de seu quarteirão. Veja se dá para concluir que a curva resultante descrita não é elite ou elipsóide alguma .... é uma curva que jamais se fecha!
>  
> É bastante cômodo estar sentado em sua poltrona e ver uma lâmpada incandescente se soltar de seu soquete no teto da sala e cair --- uma magnífica trajetória retilínea, vertical, com a lâmpada ocupando pontos cada vez mais espaçados entre si.
> Agora pense que, enquanto a lâmpada cai, a Terra gira, a Terra translada, a Terra precede, a Terra nuta, a Terra translada ao redor do Sol, o Sol gira, o Sol translada em relação a Vega. Que ajuste vc faria na lâmpada para que de Vega se veja uma queda retilínea?
>  
> Para sua argumentação: "SE NENHUMA LUA OU PLANETA CAI OU SE PERDE, EM SÉCULOS, LOGO TEM DE HAVER ALGO QUE CORRIJA TAIS ÓRBITAS NATURALMENTE, PRINCIPALMENTE PORQUE SÃO ELIPSÓIDES." só pode haver uma resposta: este ALGO é TEZCATLIPOCA.
>  
> []´
>  
>  
>      ============ ========= ======
>             Luiz Ferraz Netto [Léo] 
>         leo@feiradeciencias .com.br
>            leobarretos@ uol.com.br
>          luizferraz.netto@ gmail.com
>      http://www.feiradec iencias.com. br
>      ============ ========= ======
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Alfredo Castro
> To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Cc: alfredomc2@yahoo. com.br
> Sent: Thursday, August 20, 2009 11:16 AM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
>
>  
>
>
>
>
>
>
> Meu caro irmão Homero:  primeiramente agradeço a atenção.  Mas as órbitas dos satélites artificiais são frequentemente corrigidas: se não, ou tais se perdem, ou caem.   Note um detalhe: as órbitas de tais satélites artificiais são SEMPRE circulares, ATÉ COMEÇAREM A SE DESESTABILIZAR.  Logo, não conseguem ser elipsóides (tornam-se caóticas ou inflacionárias em espiral). 
> O que dói na comunidade científica é que um homem comum viu o que tantos não viram:  SE NENHUMA LUA OU PLANETA CAI OU SE PERDE, EM SÉCULOS, LOGO TEM DE HAVER ALGO QUE CORRIJA TAIS ÓRBITAS NATURALMENTE, PRINCIPALMENTE PORQUE SÃO ELIPSÓIDES.  Tente imaginar por exemplo as quatro maiores luas de Júpiter, orbitando em elípses no mesmo plano (comprovadamente) sem se chocarem, caírem  ou se perderem, durante séculos, sem uma força repulsiva que partisse
> do interior dos astros envolvidos:  isso não é verdade.  É uma desculpa da astrofísica atual. Repulsão de antimatéria centro astral: SÓ PODE SER ISTO!  Veja na teoria que explico porque não há uma explosão de contato matéria/antimaté ria (a barreira repulsiva da antimatéria centro astral).  O fato das marés muito mal explicadas pela física atual, além de comprovar a minha teoria, comprova que a física atual está equivocada (ver na teoria, as marés cheias opostas à Lua nova, E VER OS COMENTÁRIOS).  Mas concordaria contigo se me apresentassem uma teoria REALMENTE melhor.  Particularme nte, acho difícil.   Um abração e mais uma vez agradecendo, Alfredo Castro, autor.
>  
>
> --- Em qua, 19/8/09, oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br> escreveu:
>
>
> De: oraculo333 <oraculo@atibaia.. com.br>
> Assunto: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Data: Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009, 18:15
>
>
>  
>
> Olá Alfredo
>
> Os co-listeiros físicos provavelmente explicarão melhor, mas, e por favor não tome como crítica pessoal, sua teoria está totalmente errada. Este trecho, que baseia a mesma, é totalmente incorreto:
>
> Alfredo: "Órbitas elipsóides não se sustentam sem uma repulsão direta, gradativa que seja, do astro central e vice-versa, ou seja : isto seria impossível pelos conceitos da astrofísica atual, pois como os satélites artificiais não constantemente controlados, tais astros orbitais cairiam ou fugiriam do astro central"
>
> Órbitas elipticas ou circulares são perfeitamente permitidas, e mesmo previstas, pela física e astrofísica atual. Os satélites não precisam ser controlados justamente por que obedecem essas leis. E estão em "queda" sim, embora a curva dessa queda (o raio de curva) seja maior que a curva (raio) da Terra.
>
> E como sua velocidade não varia, não é diminuída como seria dentro da atmosfera terrestre, eles se mantém por longos períodos. Mas, mesmo assim, com os pequenos impactos que recebem ao longo de eras, eles eventualmente cairiam na Terra (por isso a estação espacial tem de ser corrigida de vez em quando, bem como outros satélites e telescópios em órbita). Ou, se a velocidade for maior, escaparão da órbita.
>
> Mesmo a Lua está se afastando da Terra, muito lentamente, e em algum momento futuro (alguns milhões de anos) escapará de nossa órbita.
>
> Tudo isso é perfeitamente aceitável e previsto pelas leis da física que conhecemos.
>
> Tente um experimento mental. Você está no topo da montanha mais alta da Terra, exatamente sobre a linha do equador, e joga uma pedra nessa direção. Com sua força normal, a pedra descreverá uma "curva" até tocar o solo. Se aumentar a força, e considerando que a Terra perdeu toda atmosfera (sem atrito no trajeto da pedra), ela vai cair mais adiante e fará uma curva de raio maior.
>
> É fácil perceber que quanto mais força, ou seja, quanto mais velocidade colocar na pedra, mais longe ela cai, e maior o raio da curva de sua trajetória.
>
> Se atingir a velocidade de 27 mil km por hora (aproximadamente) a curva terá raio maior que o da Terra, e a pedra dará a volta no planeta, até atingir sua cabeça por tras..:-)
>
> É isso que mantém satélites em órbita, sua velocidade de mais de 27 mil km por hora, em ambiente sem atmosfera, sem atrito que diminua essa velocidade. Quando um satélite precisa mudar de órbita, ou a estação espacial por exemplo, o que se faz é aumentar sua velocidade, para uma órbita mais alta, ou diminuir, para uma órbita mais baixa.
>
> Se a velocidade cair muito, o satélite atingirá a atmosfera, e isso vai diminuir ainda mais a velocidade, causando a reentrada deste e sua queda. É assim que o ônibus espacial volta para a Terra, ele liga seus motores para "diminuir" a velocidade orbital (e não para "ir" para a Terra).
>
> Não há maneira de manter antimatéria dentro da matéria, dentro de planetas, pois o contato de uma com a outra levaria a uma explosão gigantesca.
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro <alfredomc2@ ...> escreveu
> >
> > Olá, vocês do Ciencialist!  Sou autor de uma teoria que gostaria de debater.  Veja em webartigos.com  "Estabilidade Orbital Astronômica",  autor Alfredo Castro.
> >
> >
> > ____________ _________ _________ _________ _________ _________ _
> > Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! +Buscados
> > http://br.maisbusca dos.yahoo. com
> >
>
>
>
>
> Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes
>
>
>
>
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG - www.avg.com
> Version: 8.5.392 / Virus Database: 270.13.62/2315 - Release Date: 08/20/09 06:05:00
>
>
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>
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SUBJECT: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/08/2009 21:19

   
      Gente, eu já falei que a Terra é ôca. Não tem nenhuma barreira!  A Terra é ôca!! SÓ PODE SER! Senão como haveria a reflexão das ondas gravitacionais em seu interior?
 
     [],s
 
     Belmiro, autor

--- Em seg, 24/8/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009, 16:32

 
Eu diria de ectoplasma!
Afinal, dilítio é de difícil aquisição (Kirk que o diga) ao passo que ectoplasma tá entupido por ai; a ocorrência mais comum é nas re-encarnações!
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Monday, August 24, 2009 10:14 AM
Subject: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 
Sugestão: a barreira entre matéria e antimatéria é composta por cristais de
dilítio!

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay. com.br
http://www.lunabay. com.br/
http://twitter. com/alvaro_ augusto

-----Mensagem original---- -
De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist@ yahoogrupos. com.br]
Em nome de rmtakata
Enviada em: domingo, 23 de agosto de 2009 23:55
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com..br
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, alfredo manoel de castro
> Dizer que a maré cheia oposta à Lua nova e ao Sol é causada pelo
> deslocamento do centro de gravidade do sistema Terra/Lua, está,
> também a meu ver, errado

Sim, é errado e isso *não* faz parte da teoria vigente. A explicação
deduzida da mecânica newtoniana é das forças gravitacionais diferenciais.

Aqui uma explicação relativamente simples e acurada:
http://astro. if.ufrgs. br/fordif/ node1.htm

> Porém, para acreditar nisto, busco provas concretas, irrefutáveis.

Então você *NÃO* estará fazendo ciências. Em ciências não há *provas* quanto
mais *irrefutáveis* . O processo consiste em testes de hipóteses: verifica-se
a predição de uma teoria é observada em experimentos e observações na
natureza.

> Se achá-las, por favor, ME INFORME.

A teoria vigente é muito melhor do que a sua. Então nem é preciso buscar
muito.

1)
Teoria vigente: o centro dos planetas é composto por matéria ordinária;
Sua teoria: o centro dos planetas é composto por antimatéria;

Fato1: as camadas exteriores dos planetas do Sistema Solar são compostas de
matéria comum.
Corolário: se o centro fosse composto de antimatéria, haveria aniquilação e
intensa liberação de energia; ergo, os planetas explodiriam.

Fato2: Os planetas estão íntegros.
Conclusão1: O centro dos planetas são compostos por matéria comum.

Conclusão2: sua teoria está errada.

Hipótese ad hoc: existe uma barreira entre antimatéria e matéria.
Dificuldade: não há nenhum indício da existência de tal barreira: entidade
imaginária sendo criada para justificar a inobservância de uma predição -
não é um bom prognóstico para uma teoria.

Indícios de que matéria ordinária forma o centro da Terra:
- campo magnético gerado pela rotação de um núcleo metálico sólido envolto
por uma camada metálica liquefeita (estrutura do núcleo identificada por
gravimetria e ondas sísmicas);
- ondas sísmicas não indicam nenhuma descontinuidade espacial entre as
camadas do núcleo e da superfície - ergo, não há a tal barreira a impedir
contato de um centro de antimatéria com uma casca de matéria;
- meteoritos formados por centros de planetóides - meteoritos metálicos -
são formados por matéria ordinária;

Motivação a priori para que não haja um centro de antimatéria nos planetas:
1) eles não poderiam ser formados - observações astronômicas corroboram
modelo de formação de planetas ao redor de estrelas por acresção;
1b) planetas como a Terra são formados de restos de estrelas de segunda
geração;
2) não há nenhum vestígio de antimatéria nas análises de radiação cósmica de
fundo;
-----------

Além disso seu conhecimento de física precisa ser muito aprimorado.
Antimatéria *não* é gravitacionalmente repulsiva. Antimatéria comporta-se
como matéria em relação à gravidade: sua massa é positiva. Antimatéria tem
carga *elétrica* oposta: ou eventualmente spin ou carga de cor ou sabor.

O período de rotação de Mercúrio é facilmente explicado pela sincronização
da rotação causada pelo efeito das marés. A tendência é a rotação de
Mercúrio ter um período igual ao de sua órbita. Como ocorre com a Lua e com
os satélites de Marte. (Isto é, a Lua não deixou de girar, apenas que sua
velocidade de giro ao redor de seu próprio eixo é igual à velocidade de giro
ao redor da Terra. Na verdade, a própria Terra deve, no futuro, ter sempre a
mesma face voltada para a Lua - a taxa de diminuição da velocidade de
rotação da Terra é medida e é igual à taxa calculada.)

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Estabilidade Orbital.
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 24/08/2009 22:03

Caro irmão Luiz:  toda a nossa "imensa" tecnologia reunida é menor do que a tecnologia constante numa formiguinha.   Mas você  e alguns outros deste grupo devem acreditar   até que possamos "viajar no tempo", sem no entanto saber sequer a causa de  uma coisa tão simples,  como qualquer criança sabe, que quando se larga algo, tal cai.  Nós somos todos SÓ UM POUCO inteligentes, e isso é um dom, exercitável, claro, mas dentro das nossas limitações.  E somente somos considerados inteligentes em comparação aos demais seres deste minúsculo planeta.  Tem muitas  coisas que a nossa ciência não sabe  e nunca saberá, mas existem. Fazem parte de uma gigantesca VERDADE ABSOLUTA.  A pretensão da ciência é elucidar toda essa verdade, e daí surgem as hipóteses.  Das hipóteses, partem as comprovações positivas ou negativas, porém muitas perduram longos períodos até descobrirem a sua falsidade.  Diante disso, ressalto o trabalho de cientistas como Johannes Kepler, Isaac Newton, Michael Faraday,  e tantos outros que esclareceram em parte tal verdade absoluta.  Dizer que toda teoria se sustenta até outra vir a derrubá-la É MENTIRA:  uma teoria só é derrubada se não fizer parte da tal verdade absoluta.  Então, seja mais humilde: nós sabemos muito pouco.  Vou repetir o que já disse em outra mensagem:  posso estar errado, parcial ou totalmente, des de que PROVEM.  Por enquanto, tuas formuletas e simulacros, na minha humilde opinião, não fizeram isso, nem um pouco.   Quanto a Heisenberg, não tente:  aí é que você vai se ver realmente confuso.  Mas para que estou falando disso?  Você(s) não vão aceitar mesmo, não é?????  É para os outros.... A tua opinião é a terceira, nesta lista, já anotada. Abraços, Alfredo Castro, autor. 


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SUBJECT: RE: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 09:03

 
 
      Irmãos! Vamos mentalizar juntos: Crackpots do not exist! Crackpots do not exist! Crackpots do not exist!  * * * * * * does not exist!
      Ôooooooooommmmmmmm!!!!
 
      Vida longa e próspera!
 
      Belmiro

--- Em seg, 24/8/09, alfredo manoel de castro <alfredomc1@hotmail.com> escreveu:

De: alfredo manoel de castro <alfredomc1@hotmail.com>
Assunto: RE: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009, 21:47

 
Caro Amauri, meu irmão:  "luas não caem ou se perdem dos seus planetas, bem como estes em relação às suas estrelas", agradeço a força e leia o resumo "Estabilidade Orbital Astronômica - Síntese", no site  webartigos.com .  Um grande abraço, Alfredo Castro, autor. 
 

To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
From: amaurijunior23@ zoho.com
Date: Mon, 24 Aug 2009 11:50:04 -0700
Subject: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 
A teoria do irmão Alfrredo faz sentido, pois todos os meteoritos que se provou que vieram de Marte continham aminoácidos ou formas cristalisadas de vida que prova que algo inpactou o planeta vermelho...será que não foi uma lua? Ou eis que de repente a vida e a atimosfera iria desaparecer?



sds
Amauri


Tanta ignorancia, não pode existir racistas no Brasil
IREMOS DESTRUIR!
Bando de idiotas, doentes mentais
Fora do Brasil, RACISMO NUNCA MAIS!)
(bota gasta - Somos Uma Mistura De Raça"

http://twitter. com/Amaurijr23


---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 06:14:23 -0700 Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br> escreveu ----

 
Sugestão: a barreira entre matéria e antimatéria é composta por cristais de
dilítio!

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay. com.br
http://www.lunabay. com.br/
http://twitter. com/alvaro_ augusto

-----Mensagem original---- -
De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist@ yahoogrupos. com.br]
Em nome de rmtakata
Enviada em: domingo, 23 de agosto de 2009 23:55
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, alfredo manoel de castro
> Dizer que a maré cheia oposta à Lua nova e ao Sol é causada pelo
> deslocamento do centro de gravidade do sistema Terra/Lua, está,
> também a meu ver, errado

Sim, é errado e isso *não* faz parte da teoria vigente. A explicação
deduzida da mecânica newtoniana é das forças gravitacionais diferenciais.

Aqui uma explicação relativamente simples e acurada:
http://astro. if.ufrgs. br/fordif/ node1.htm

> Porém, para acreditar nisto, busco provas concretas, irrefutáveis.

Então você *NÃO* estará fazendo ciências. Em ciências não há *provas* quanto
mais *irrefutáveis* . O processo consiste em testes de hipóteses: verifica-se
a predição de uma teoria é observada em experimentos e observações na
natureza.

> Se achá-las, por favor, ME INFORME.

A teoria vigente é muito melhor do que a sua. Então nem é preciso buscar
muito.

1)
Teoria vigente: o centro dos planetas é composto por matéria ordinária;
Sua teoria: o centro dos planetas é composto por antimatéria;

Fato1: as camadas exteriores dos planetas do Sistema Solar são compostas de
matéria comum.
Corolário: se o centro fosse composto de antimatéria, haveria aniquilação e
intensa liberação de energia; ergo, os planetas explodiriam.

Fato2: Os planetas estão íntegros.
Conclusão1: O centro dos planetas são compostos por matéria comum.

Conclusão2: sua teoria está errada.

Hipótese ad hoc: existe uma barreira entre antimatéria e matéria.
Dificuldade: não há nenhum indício da existência de tal barreira: entidade
imaginária sendo criada para justificar a inobservância de uma predição -
não é um bom prognóstico para uma teoria.

Indícios de que matéria ordinária forma o centro da Terra:
- campo magnético gerado pela rotação de um núcleo metálico sólido envolto
por uma camada metálica liquefeita (estrutura do núcleo identificada por
gravimetria e ondas sísmicas);
- ondas sísmicas não indicam nenhuma descontinuidade espacial entre as
camadas do núcleo e da superfície - ergo, não há a tal barreira a impedir
contato de um centro de antimatéria com uma casca de matéria;
- meteoritos formados por centros de planetóides - meteoritos metálicos -
são formados por matéria ordinária;

Motivação a priori para que não haja um centro de antimatéria nos planetas:
1) eles não poderiam ser formados - observações astronômicas corroboram
modelo de formação de planetas ao redor de estrelas por acresção;
1b) planetas como a Terra são formados de restos de estrelas de segunda
geração;
2) não há nenhum vestígio de antimatéria nas análises de radiação cósmica de
fundo;
-----------

Além disso seu conhecimento de física precisa ser muito aprimorado.
Antimatéria *não* é gravitacionalmente repulsiva. Antimatéria comporta-se
como matéria em relação à gravidade: sua massa é positiva. Antimatéria tem
carga *elétrica* oposta: ou eventualmente spin ou carga de cor ou sabor.

O período de rotação de Mercúrio é facilmente explicado pela sincronização
da rotação causada pelo efeito das marés. A tendência é a rotação de
Mercúrio ter um período igual ao de sua órbita. Como ocorre com a Lua e com
os satélites de Marte. (Isto é, a Lua não deixou de girar, apenas que sua
velocidade de giro ao redor de seu próprio eixo é igual à velocidade de giro
ao redor da Terra. Na verdade, a própria Terra deve, no futuro, ter sempre a
mesma face voltada para a Lua - a taxa de diminuição da velocidade de
rotação da Terra é medida e é igual à taxa calculada.)

[]s,

Roberto Takata






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SUBJECT: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/08/2009 10:44

Caro irmão Alfredo,

 

Desculpe-me a insistência, mas sinto falta de algumas coisas nos seus artigos. Você nos diz que suas ideais estão certas, mas, em primeiro lugar, em quais referências você se baseia? Não encontrei referência alguma nos seus textos. Em segundo lugar, qualquer teoria física moderna deve ter uma base matemática. Onde está a base matemática da sua teoria? Sem ela, não se pode prever coisa alguma. E, terceiro, a publicação em um periódico mais respeitável é essencial. Com todo o respeito ao pessoal do http://www.webartigos.com/, mas esse site permite a publicação de qualquer texto, sobre qualquer assunto, sem revisão.

 

Sua teoria pode até estar certa, mas, sem os itens acima, ela não será nem mesmo analisada pelos profissionais da área, quanto mais validada.

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

alvaro@lunabay.com.br

http://www.lunabay.com.br/

http://twitter.com/alvaro_augusto

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Alfredo Castro
Enviada em: segunda-feira, 24 de agosto de 2009 19:11
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Cc: alfredomc2@yahoo.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 



Jeff, irmão, a antimatéria dita pela física quântica (subatômica e altamente instável), apesar dos experimentos realizados nos laboratórios de aceleração de partículas, ainda não teve todas as suas características reveladas e baseia-se em hipóteses.  Então, dizer que seria de um jeito ou de outro, repulsiva ou não, é mera especulação.  Não sabemos (ver princípio da incerteza de Heisenberg).  Pode inclusive não ter nada a ver com cargas positivas ou negativas.  E como ter certeza de que há ou não há antimatéria nos átomos?  Pela estabilidade da matéria, simplesmente (é claro que há).  Um abraço, Alfredo Castro, autor.

--- Em seg, 24/8/09, jeffersonpascon <jeff@jeff.com.br> escreveu:


De: jeffersonpascon <jeff@jeff.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009, 16:48

 

Olá Alfredo,

Bom, continuo sem entender como você chegou as conclusões do seu artigo mencionado.. . :-) Mas, voltamos ao tópico...

Como o Takata disse, a antimatéria não tem uma gravidade negativa em relação a matéria, mas só a carga da força que intermedia (dependendo do tipo de partícula). As massas de uma partícula e sua anti-partícula são iguais, então a gravidade funciona igual em ambas.

Pelo que você falou abaixo, entendí que você acha que dentro de todos os átomos de matéria tem antimatéria.. . Mas não tem! Quando se fala que existe (ou deveria existir) uma partícula de antimatéria para cada partícula de matéria, não significa que deveriam estar juntas (até por se aniquilariam! ), mas que deve existir em algum lugar do Universo (galáxias só de antimatéria, por exemplo...).

Você também fala que não acredita na relatividade de Einstein, mas usa o conceito de antimatéria nas suas "teorias"... . Mas a hipótese da antimatéria saiu da equação de Dirac, que tenta, justamente, ligar a mecânica quântica com a relatividade!

[]´,s
Jeff.

> Jeff, meu irmão:  o tempo não existe como ente físico, e sim como um padrão relativo de medida, por comparação.  Por exemplo: o meu coração tem um rítmo proporcional ao do  ponteiro de segundos do meu relógio.  Porém, quando levo um susto, essa proporção muda.  No lugar do susto, se coloque num outro espaço além deste nosso "conhecido":  você "veria" (se fosse possível) alguns fótons (os mais velozes) parados em relação ao seu corpo, que lá estaria numa velocidade superior a da luz no espaço em referência original (o primeiro, onde "realmente" estamos).  Mas entendo a tua dúvida:  velocidade diz respeito a um deslocamento em um determinado tempo. Já que o tempo é puramente relativo, como se pode prender a velocidade de qualquer fenômeno, quando não se tem um referencial?
> Até o referencial de deslocamento é relativo a um ponto fixo no espaço, EM RELAÇÃO A UM CORPO, o que inclui as suas medidas!  Não se pode calcular o deslocamento de um corpo sem um ponto de partida, ou se o ponto de partida "correr junto" com tal corpo, ou no mesmo sentido, porém mais lento, ou mais rápido, ou oblícuo, etc., etc.....  Não acredito na teoria ondulatória da luz: sou mais pela corpuscular e explico isto num dos meus artigos publicados no site webartigos.com  ,  "A LUZ" (ver também os comentários).
> Nos comentários da "Estabilidade Orbital Astronômica",  lanço uma hipótese de porque as órbitas das luas teriam um comportamento ora (eras) inflacionário, ora caótico alternadamente (indução de antimatéria centro-astral? ). Por exemplo: a lua mais próxima de Marte, Fobos, com período de +- 8 h,  e raio orbital de +- 9000 Km,  estaria em situação caótica, por ganho de massa meteoróide em Marte, até ser "acionada" a maior indução da antimatéria do centro de Marte (explico em tal comentário), quando então tal lua começaria a lentamente se afastar,  movimento que eu chamaria de "respiração orbital".  Assim, as luas não caem (a nossa está se afastando, segundo os cálculos da atual astronomia).  Há teorias (em que acredito) que sugerem que cada átomo seja um micro sistema estelar, em que os elétrons seriam os micro-planetas, os núcleos, as micro-estrelas (e haveriam até as micro-luas) e acho que são todos compostos por
> "micro-átomos" (outros micro-micro- sistemas estelares, ao infinito).  Isto estando certo, cada elétron faz "zilhões" de micro-translaçõ es em fração do nosso segundo, e se tais não tivessem também antimatéria, já teriam colidido ou se perdido e não existiria nenhuma matéria!  Espero ter sanado tuas dúvidas.  Um abração,  Alfredo Castro, autor.
>
> --- Em sex, 21/8/09, Jeff <jeff@...> escreveu:
>
>
> De: Jeff <jeff@...>
> Assunto: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Data: Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009, 20:59
>
>
>  
>
>
>
>
> Olá Alfredo. Eu lí o seu artigo e não conseguí entender como você conclui que se o tempo pára, "logo" a velocidade da luz não é constante, e o que isso teria a ver com a variação de frequência da luz das galáxias...
>  
> Quanto as órbitas dos planetas e luas, não precisa de nenhuma força além da gravidade para manter as órbitas, que não são estáveis, como você diz. Algumas luas vão cair nos seus planetas e outras vão embora, mas não em  em séculos, mas em milhões de anos.
>  
> []´s,
> Jeff.
>  
>
> ----- Original Message -----
> From: alfredo manoel de castro
> To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Sent: Friday, August 21, 2009 4:58 PM
> Subject: RE: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
>
>  
>
> Caríssimo Léo:  discordo do teu raciocínio por uma simples razão: as órbitas dos astros tipo luas e planetas são elipsóides EM RELAÇÃO AO ASTRO CENTRO-ORBITAL , por que tal está relativamente muito mais próximo e consequentemente, mais influente.  Por exemplo, a Lua descreve uma elípse em relação à Terra, porém em relação ao Sol, o movimento de translação lunar descreve uma sucessão de "es" minúsculos esticados e emendados, como uma mola esticada vista ao longo de sua extensão, cuja curvatura acompanha a translação terrestre,  e por isso tem o nome de revolução.  Mas já que você fala em termos macro-cósmicos, leia meu outro artigo "Relatividade Transversa" no site webartigos.com  que talvez você me entenda melhor.  Ou você acha que Kepler está errado?  Um abraço, Alfredo Castro, autor.
>  
>
>
> To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> CC: alfredomc2@yahoo. com.br
> From: leobarretos@ uol.com.br
> Date: Thu, 20 Aug 2009 20:11:46 -0300
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
>
>  
>
>
>
> Sr. Alfredo,
>  
> experimente ver a trajetória "real" da Lua, com referencial em Vega. O nosso Sol se desloca para Vega e todo o Sistema Solar o acompanha num samba de crioulo doido.
> Experimente traçar, no ar, um elipse com o dedo indicador (ou no escuro, com a ponta de um palito de fósforo em brasa); agora faça isto com o braço em movimento de translação; agora faça isto com o braço em translação e seu corpo em rotação. Agora ande ao redor de seu quarteirão. Veja se dá para concluir que a curva resultante descrita não é elite ou elipsóide alguma .... é uma curva que jamais se fecha!
>  
> É bastante cômodo estar sentado em sua poltrona e ver uma lâmpada incandescente se soltar de seu soquete no teto da sala e cair --- uma magnífica trajetória retilínea, vertical, com a lâmpada ocupando pontos cada vez mais espaçados entre si.
> Agora pense que, enquanto a lâmpada cai, a Terra gira, a Terra translada, a Terra precede, a Terra nuta, a Terra translada ao redor do Sol, o Sol gira, o Sol translada em relação a Vega. Que ajuste vc faria na lâmpada para que de Vega se veja uma queda retilínea?
>  
> Para sua argumentação: "SE NENHUMA LUA OU PLANETA CAI OU SE PERDE, EM SÉCULOS, LOGO TEM DE HAVER ALGO QUE CORRIJA TAIS ÓRBITAS NATURALMENTE, PRINCIPALMENTE PORQUE SÃO ELIPSÓIDES." só pode haver uma resposta: este ALGO é TEZCATLIPOCA.
>  
> []´
>  
>  
>      ============ ========= ======
>             Luiz Ferraz Netto [Léo] 
>         leo@feiradeciencias .com.br
>            leobarretos@ uol.com.br
>          luizferraz.netto@ gmail.com
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>      ============ ========= ======
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Alfredo Castro
> To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Cc: alfredomc2@yahoo. com.br
> Sent: Thursday, August 20, 2009 11:16 AM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
>
>  
>
>
>
>
>
>
> Meu caro irmão Homero:  primeiramente agradeço a atenção.  Mas as órbitas dos satélites artificiais são frequentemente corrigidas: se não, ou tais se perdem, ou caem.   Note um detalhe: as órbitas de tais satélites artificiais são SEMPRE circulares, ATÉ COMEÇAREM A SE DESESTABILIZAR.  Logo, não conseguem ser elipsóides (tornam-se caóticas ou inflacionárias em espiral). 
> O que dói na comunidade científica é que um homem comum viu o que tantos não viram:  SE NENHUMA LUA OU PLANETA CAI OU SE PERDE, EM SÉCULOS, LOGO TEM DE HAVER ALGO QUE CORRIJA TAIS ÓRBITAS NATURALMENTE, PRINCIPALMENTE PORQUE SÃO ELIPSÓIDES.  Tente imaginar por exemplo as quatro maiores luas de Júpiter, orbitando em elípses no mesmo plano (comprovadamente) sem se chocarem, caírem  ou se perderem, durante séculos, sem uma força repulsiva que partisse
> do interior dos astros envolvidos:  isso não é verdade.  É uma desculpa da astrofísica atual. Repulsão de antimatéria centro astral: SÓ PODE SER ISTO!  Veja na teoria que explico porque não há uma explosão de contato matéria/antimaté ria (a barreira repulsiva da antimatéria centro astral).  O fato das marés muito mal explicadas pela física atual, além de comprovar a minha teoria, comprova que a física atual está equivocada (ver na teoria, as marés cheias opostas à Lua nova, E VER OS COMENTÁRIOS).  Mas concordaria contigo se me apresentassem uma teoria REALMENTE melhor.  Particularme nte, acho difícil.   Um abração e mais uma vez agradecendo, Alfredo Castro, autor.
>  
>
> --- Em qua, 19/8/09, oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br> escreveu:
>
>
> De: oraculo333 <oraculo@atibaia.. com.br>
> Assunto: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Data: Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009, 18:15
>
>
>  
>
> Olá Alfredo
>
> Os co-listeiros físicos provavelmente explicarão melhor, mas, e por favor não tome como crítica pessoal, sua teoria está totalmente errada. Este trecho, que baseia a mesma, é totalmente incorreto:
>
> Alfredo: "Órbitas elipsóides não se sustentam sem uma repulsão direta, gradativa que seja, do astro central e vice-versa, ou seja : isto seria impossível pelos conceitos da astrofísica atual, pois como os satélites artificiais não constantemente controlados, tais astros orbitais cairiam ou fugiriam do astro central"
>
> Órbitas elipticas ou circulares são perfeitamente permitidas, e mesmo previstas, pela física e astrofísica atual. Os satélites não precisam ser controlados justamente por que obedecem essas leis. E estão em "queda" sim, embora a curva dessa queda (o raio de curva) seja maior que a curva (raio) da Terra.
>
> E como sua velocidade não varia, não é diminuída como seria dentro da atmosfera terrestre, eles se mantém por longos períodos. Mas, mesmo assim, com os pequenos impactos que recebem ao longo de eras, eles eventualmente cairiam na Terra (por isso a estação espacial tem de ser corrigida de vez em quando, bem como outros satélites e telescópios em órbita). Ou, se a velocidade for maior, escaparão da órbita.
>
> Mesmo a Lua está se afastando da Terra, muito lentamente, e em algum momento futuro (alguns milhões de anos) escapará de nossa órbita.
>
> Tudo isso é perfeitamente aceitável e previsto pelas leis da física que conhecemos.
>
> Tente um experimento mental. Você está no topo da montanha mais alta da Terra, exatamente sobre a linha do equador, e joga uma pedra nessa direção. Com sua força normal, a pedra descreverá uma "curva" até tocar o solo. Se aumentar a força, e considerando que a Terra perdeu toda atmosfera (sem atrito no trajeto da pedra), ela vai cair mais adiante e fará uma curva de raio maior.
>
> É fácil perceber que quanto mais força, ou seja, quanto mais velocidade colocar na pedra, mais longe ela cai, e maior o raio da curva de sua trajetória.
>
> Se atingir a velocidade de 27 mil km por hora (aproximadamente) a curva terá raio maior que o da Terra, e a pedra dará a volta no planeta, até atingir sua cabeça por tras..:-)
>
> É isso que mantém satélites em órbita, sua velocidade de mais de 27 mil km por hora, em ambiente sem atmosfera, sem atrito que diminua essa velocidade. Quando um satélite precisa mudar de órbita, ou a estação espacial por exemplo, o que se faz é aumentar sua velocidade, para uma órbita mais alta, ou diminuir, para uma órbita mais baixa.
>
> Se a velocidade cair muito, o satélite atingirá a atmosfera, e isso vai diminuir ainda mais a velocidade, causando a reentrada deste e sua queda. É assim que o ônibus espacial volta para a Terra, ele liga seus motores para "diminuir" a velocidade orbital (e não para "ir" para a Terra).
>
> Não há maneira de manter antimatéria dentro da matéria, dentro de planetas, pois o contato de uma com a outra levaria a uma explosão gigantesca.
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro <alfredomc2@ ...> escreveu
> >
> > Olá, vocês do Ciencialist!  Sou autor de uma teoria que gostaria de debater.  Veja em webartigos.com  "Estabilidade Orbital Astronômica",  autor Alfredo Castro.
> >
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SUBJECT: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 25/08/2009 11:15

Meu irmão Belmiro: agradeço as manifestações,  já anotadas.  Um abraço, Alfredo Castro, autor.

--- Em ter, 25/8/09, Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu:

De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
Assunto: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 0:19

 
   
      Gente, eu já falei que a Terra é ôca. Não tem nenhuma barreira!  A Terra é ôca!! SÓ PODE SER! Senão como haveria a reflexão das ondas gravitacionais em seu interior?
 
     [],s
 
     Belmiro, autor

--- Em seg, 24/8/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
Assunto: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009, 16:32

 
Eu diria de ectoplasma!
Afinal, dilítio é de difícil aquisição (Kirk que o diga) ao passo que ectoplasma tá entupido por ai; a ocorrência mais comum é nas re-encarnações!
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Monday, August 24, 2009 10:14 AM
Subject: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 
Sugestão: a barreira entre matéria e antimatéria é composta por cristais de
dilítio!

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay. com.br
http://www.lunabay. com..br/
http://twitter. com/alvaro_ augusto

-----Mensagem original---- -
De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist@ yahoogrupos. com.br]
Em nome de rmtakata
Enviada em: domingo, 23 de agosto de 2009 23:55
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com...br
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, alfredo manoel de castro
> Dizer que a maré cheia oposta à Lua nova e ao Sol é causada pelo
> deslocamento do centro de gravidade do sistema Terra/Lua, está,
> também a meu ver, errado

Sim, é errado e isso *não* faz parte da teoria vigente. A explicação
deduzida da mecânica newtoniana é das forças gravitacionais diferenciais.

Aqui uma explicação relativamente simples e acurada:
http://astro. if.ufrgs. br/fordif/ node1.htm

> Porém, para acreditar nisto, busco provas concretas, irrefutáveis.

Então você *NÃO* estará fazendo ciências. Em ciências não há *provas* quanto
mais *irrefutáveis* . O processo consiste em testes de hipóteses: verifica-se
a predição de uma teoria é observada em experimentos e observações na
natureza.

> Se achá-las, por favor, ME INFORME.

A teoria vigente é muito melhor do que a sua. Então nem é preciso buscar
muito.

1)
Teoria vigente: o centro dos planetas é composto por matéria ordinária;
Sua teoria: o centro dos planetas é composto por antimatéria;

Fato1: as camadas exteriores dos planetas do Sistema Solar são compostas de
matéria comum.
Corolário: se o centro fosse composto de antimatéria, haveria aniquilação e
intensa liberação de energia; ergo, os planetas explodiriam.

Fato2: Os planetas estão íntegros.
Conclusão1: O centro dos planetas são compostos por matéria comum.

Conclusão2: sua teoria está errada.

Hipótese ad hoc: existe uma barreira entre antimatéria e matéria.
Dificuldade: não há nenhum indício da existência de tal barreira: entidade
imaginária sendo criada para justificar a inobservância de uma predição -
não é um bom prognóstico para uma teoria.

Indícios de que matéria ordinária forma o centro da Terra:
- campo magnético gerado pela rotação de um núcleo metálico sólido envolto
por uma camada metálica liquefeita (estrutura do núcleo identificada por
gravimetria e ondas sísmicas);
- ondas sísmicas não indicam nenhuma descontinuidade espacial entre as
camadas do núcleo e da superfície - ergo, não há a tal barreira a impedir
contato de um centro de antimatéria com uma casca de matéria;
- meteoritos formados por centros de planetóides - meteoritos metálicos -
são formados por matéria ordinária;

Motivação a priori para que não haja um centro de antimatéria nos planetas:
1) eles não poderiam ser formados - observações astronômicas corroboram
modelo de formação de planetas ao redor de estrelas por acresção;
1b) planetas como a Terra são formados de restos de estrelas de segunda
geração;
2) não há nenhum vestígio de antimatéria nas análises de radiação cósmica de
fundo;
-----------

Além disso seu conhecimento de física precisa ser muito aprimorado.
Antimatéria *não* é gravitacionalmente repulsiva. Antimatéria comporta-se
como matéria em relação à gravidade: sua massa é positiva. Antimatéria tem
carga *elétrica* oposta: ou eventualmente spin ou carga de cor ou sabor.

O período de rotação de Mercúrio é facilmente explicado pela sincronização
da rotação causada pelo efeito das marés. A tendência é a rotação de
Mercúrio ter um período igual ao de sua órbita. Como ocorre com a Lua e com
os satélites de Marte. (Isto é, a Lua não deixou de girar, apenas que sua
velocidade de giro ao redor de seu próprio eixo é igual à velocidade de giro
ao redor da Terra. Na verdade, a própria Terra deve, no futuro, ter sempre a
mesma face voltada para a Lua - a taxa de diminuição da velocidade de
rotação da Terra é medida e é igual à taxa calculada.)

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
CC: <alfredomc2@yahoo.com.br>
DATE: 25/08/2009 11:38

Alfredo, então a sua "antimatéria" não é a mesma antimatéria da física, que foi postulada há quase 100 anos e observada há um tempão também (já fizeram até átomos inteiros de antimatéria). Esta sua "antimatéria" foi inventada por você, do nada, e não tem nada a ver com a antimatéria real. E o que o "Princípio da incerteza" tem a a ver com isso?
 
A estabilidade da matéria é explicada pelo Modelo Padrão (pelas forças fundamentais, as residuais destas, etc) que, felizmente, teve muitas de suas previsões já observadas. Se, um dia, esta teoria for falseada, os físicos criarão outras, sem problemas, e assim vamos avançando no conhecimento do Universo. Claro que ninguém gosta de ter suas teorias falseadas, mas quem quer fazer ciência, não pode ser recusar a tomar banhos de água fria.
 
[]´s,
Jeff.
 
----- Original Message -----
From: Alfredo Castro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Cc: alfredomc2@yahoo.com.br
Sent: Monday, August 24, 2009 7:10 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 

Jeff, irmão, a antimatéria dita pela física quântica (subatômica e altamente instável), apesar dos experimentos realizados nos laboratórios de aceleração de partículas, ainda não teve todas as suas características reveladas e baseia-se em hipóteses.  Então, dizer que seria de um jeito ou de outro, repulsiva ou não, é mera especulação.  Não sabemos (ver princípio da incerteza de Heisenberg).  Pode inclusive não ter nada a ver com cargas positivas ou negativas.  E como ter certeza de que há ou não há antimatéria nos átomos?  Pela estabilidade da matéria, simplesmente (é claro que há).  Um abraço, Alfredo Castro, autor.

--- Em seg, 24/8/09, jeffersonpascon <jeff@jeff.com.br> escreveu:

De: jeffersonpascon <jeff@jeff.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 24 de Agosto de 2009, 16:48

 
Olá Alfredo,

Bom, continuo sem entender como você chegou as conclusões do seu artigo mencionado.. . :-) Mas, voltamos ao tópico...

Como o Takata disse, a antimatéria não tem uma gravidade negativa em relação a matéria, mas só a carga da força que intermedia (dependendo do tipo de partícula). As massas de uma partícula e sua anti-partícula são iguais, então a gravidade funciona igual em ambas.

Pelo que você falou abaixo, entendí que você acha que dentro de todos os átomos de matéria tem antimatéria.. . Mas não tem! Quando se fala que existe (ou deveria existir) uma partícula de antimatéria para cada partícula de matéria, não significa que deveriam estar juntas (até por se aniquilariam! ), mas que deve existir em algum lugar do Universo (galáxias só de antimatéria, por exemplo...).

Você também fala que não acredita na relatividade de Einstein, mas usa o conceito de antimatéria nas suas "teorias"... . Mas a hipótese da antimatéria saiu da equação de Dirac, que tenta, justamente, ligar a mecânica quântica com a relatividade!

[]´,s
Jeff.

> Jeff, meu irmão:  o tempo não existe como ente físico, e sim como um padrão relativo de medida, por comparação.  Por exemplo: o meu coração tem um rítmo proporcional ao do  ponteiro de segundos do meu relógio.  Porém, quando levo um susto, essa proporção muda.  No lugar do susto, se coloque num outro espaço além deste nosso "conhecido":  você "veria" (se fosse possível) alguns fótons (os mais velozes) parados em relação ao seu corpo, que lá estaria numa velocidade superior a da luz no espaço em referência original (o primeiro, onde "realmente" estamos).  Mas entendo a tua dúvida:  velocidade diz respeito a um deslocamento em um determinado tempo. Já que o tempo é puramente relativo, como se pode prender a velocidade de qualquer fenômeno, quando não se tem um referencial?
> Até o referencial de deslocamento é relativo a um ponto fixo no espaço, EM RELAÇÃO A UM CORPO, o que inclui as suas medidas!  Não se pode calcular o deslocamento de um corpo sem um ponto de partida, ou se o ponto de partida "correr junto" com tal corpo, ou no mesmo sentido, porém mais lento, ou mais rápido, ou oblícuo, etc., etc.....  Não acredito na teoria ondulatória da luz: sou mais pela corpuscular e explico isto num dos meus artigos publicados no site webartigos.com  ,  "A LUZ" (ver também os comentários).
> Nos comentários da "Estabilidade Orbital Astronômica",  lanço uma hipótese de porque as órbitas das luas teriam um comportamento ora (eras) inflacionário, ora caótico alternadamente (indução de antimatéria centro-astral? ). Por exemplo: a lua mais próxima de Marte, Fobos, com período de +- 8 h,  e raio orbital de +- 9000 Km,  estaria em situação caótica, por ganho de massa meteoróide em Marte, até ser "acionada" a maior indução da antimatéria do centro de Marte (explico em tal comentário), quando então tal lua começaria a lentamente se afastar,  movimento que eu chamaria de "respiração orbital".  Assim, as luas não caem (a nossa está se afastando, segundo os cálculos da atual astronomia).  Há teorias (em que acredito) que sugerem que cada átomo seja um micro sistema estelar, em que os elétrons seriam os micro-planetas, os núcleos, as micro-estrelas (e haveriam até as micro-luas) e acho que são todos compostos por
> "micro-átomos" (outros micro-micro- sistemas estelares, ao infinito).  Isto estando certo, cada elétron faz "zilhões" de micro-translaçõ es em fração do nosso segundo, e se tais não tivessem também antimatéria, já teriam colidido ou se perdido e não existiria nenhuma matéria!  Espero ter sanado tuas dúvidas.  Um abração,  Alfredo Castro, autor.
>
> --- Em sex, 21/8/09, Jeff <jeff@...> escreveu:
>
>
> De: Jeff <jeff@...>
> Assunto: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Data: Sexta-feira, 21 de Agosto de 2009, 20:59
>
>
>  
>
>
>
>
> Olá Alfredo. Eu lí o seu artigo e não conseguí entender como você conclui que se o tempo pára, "logo" a velocidade da luz não é constante, e o que isso teria a ver com a variação de frequência da luz das galáxias...
>  
> Quanto as órbitas dos planetas e luas, não precisa de nenhuma força além da gravidade para manter as órbitas, que não são estáveis, como você diz. Algumas luas vão cair nos seus planetas e outras vão embora, mas não em  em séculos, mas em milhões de anos.
>  
> []´s,
> Jeff.
>  
>
> ----- Original Message -----
> From: alfredo manoel de castro
> To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Sent: Friday, August 21, 2009 4:58 PM
> Subject: RE: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
>
>  
>
> Caríssimo Léo:  discordo do teu raciocínio por uma simples razão: as órbitas dos astros tipo luas e planetas são elipsóides EM RELAÇÃO AO ASTRO CENTRO-ORBITAL , por que tal está relativamente muito mais próximo e consequentemente, mais influente.  Por exemplo, a Lua descreve uma elípse em relação à Terra, porém em relação ao Sol, o movimento de translação lunar descreve uma sucessão de "es" minúsculos esticados e emendados, como uma mola esticada vista ao longo de sua extensão, cuja curvatura acompanha a translação terrestre,  e por isso tem o nome de revolução.  Mas já que você fala em termos macro-cósmicos, leia meu outro artigo "Relatividade Transversa" no site webartigos.com  que talvez você me entenda melhor.  Ou você acha que Kepler está errado?  Um abraço, Alfredo Castro, autor.
>  
>
>
> To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> CC: alfredomc2@yahoo. com.br
> From: leobarretos@ uol.com.br
> Date: Thu, 20 Aug 2009 20:11:46 -0300
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
>
>  
>
>
>
> Sr. Alfredo,
>  
> experimente ver a trajetória "real" da Lua, com referencial em Vega. O nosso Sol se desloca para Vega e todo o Sistema Solar o acompanha num samba de crioulo doido.
> Experimente traçar, no ar, um elipse com o dedo indicador (ou no escuro, com a ponta de um palito de fósforo em brasa); agora faça isto com o braço em movimento de translação; agora faça isto com o braço em translação e seu corpo em rotação. Agora ande ao redor de seu quarteirão. Veja se dá para concluir que a curva resultante descrita não é elite ou elipsóide alguma .... é uma curva que jamais se fecha!
>  
> É bastante cômodo estar sentado em sua poltrona e ver uma lâmpada incandescente se soltar de seu soquete no teto da sala e cair --- uma magnífica trajetória retilínea, vertical, com a lâmpada ocupando pontos cada vez mais espaçados entre si.
> Agora pense que, enquanto a lâmpada cai, a Terra gira, a Terra translada, a Terra precede, a Terra nuta, a Terra translada ao redor do Sol, o Sol gira, o Sol translada em relação a Vega. Que ajuste vc faria na lâmpada para que de Vega se veja uma queda retilínea?
>  
> Para sua argumentação: "SE NENHUMA LUA OU PLANETA CAI OU SE PERDE, EM SÉCULOS, LOGO TEM DE HAVER ALGO QUE CORRIJA TAIS ÓRBITAS NATURALMENTE, PRINCIPALMENTE PORQUE SÃO ELIPSÓIDES." só pode haver uma resposta: este ALGO é TEZCATLIPOCA.
>  
> []´
>  
>  
>      ============ ========= ======
>             Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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>
>
> ----- Original Message -----
> From: Alfredo Castro
> To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Cc: alfredomc2@yahoo. com.br
> Sent: Thursday, August 20, 2009 11:16 AM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
>
>  
>
>
>
>
>
>
> Meu caro irmão Homero:  primeiramente agradeço a atenção.  Mas as órbitas dos satélites artificiais são frequentemente corrigidas: se não, ou tais se perdem, ou caem.   Note um detalhe: as órbitas de tais satélites artificiais são SEMPRE circulares, ATÉ COMEÇAREM A SE DESESTABILIZAR.  Logo, não conseguem ser elipsóides (tornam-se caóticas ou inflacionárias em espiral). 
> O que dói na comunidade científica é que um homem comum viu o que tantos não viram:  SE NENHUMA LUA OU PLANETA CAI OU SE PERDE, EM SÉCULOS, LOGO TEM DE HAVER ALGO QUE CORRIJA TAIS ÓRBITAS NATURALMENTE, PRINCIPALMENTE PORQUE SÃO ELIPSÓIDES.  Tente imaginar por exemplo as quatro maiores luas de Júpiter, orbitando em elípses no mesmo plano (comprovadamente) sem se chocarem, caírem  ou se perderem, durante séculos, sem uma força repulsiva que partisse
> do interior dos astros envolvidos:  isso não é verdade.  É uma desculpa da astrofísica atual. Repulsão de antimatéria centro astral: SÓ PODE SER ISTO!  Veja na teoria que explico porque não há uma explosão de contato matéria/antimaté ria (a barreira repulsiva da antimatéria centro astral).  O fato das marés muito mal explicadas pela física atual, além de comprovar a minha teoria, comprova que a física atual está equivocada (ver na teoria, as marés cheias opostas à Lua nova, E VER OS COMENTÁRIOS).  Mas concordaria contigo se me apresentassem uma teoria REALMENTE melhor.  Particularme nte, acho difícil.   Um abração e mais uma vez agradecendo, Alfredo Castro, autor.
>  
>
> --- Em qua, 19/8/09, oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br> escreveu:
>
>
> De: oraculo333 <oraculo@atibaia.. com.br>
> Assunto: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Data: Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009, 18:15
>
>
>  
>
> Olá Alfredo
>
> Os co-listeiros físicos provavelmente explicarão melhor, mas, e por favor não tome como crítica pessoal, sua teoria está totalmente errada. Este trecho, que baseia a mesma, é totalmente incorreto:
>
> Alfredo: "Órbitas elipsóides não se sustentam sem uma repulsão direta, gradativa que seja, do astro central e vice-versa, ou seja : isto seria impossível pelos conceitos da astrofísica atual, pois como os satélites artificiais não constantemente controlados, tais astros orbitais cairiam ou fugiriam do astro central"
>
> Órbitas elipticas ou circulares são perfeitamente permitidas, e mesmo previstas, pela física e astrofísica atual. Os satélites não precisam ser controlados justamente por que obedecem essas leis. E estão em "queda" sim, embora a curva dessa queda (o raio de curva) seja maior que a curva (raio) da Terra.
>
> E como sua velocidade não varia, não é diminuída como seria dentro da atmosfera terrestre, eles se mantém por longos períodos. Mas, mesmo assim, com os pequenos impactos que recebem ao longo de eras, eles eventualmente cairiam na Terra (por isso a estação espacial tem de ser corrigida de vez em quando, bem como outros satélites e telescópios em órbita). Ou, se a velocidade for maior, escaparão da órbita.
>
> Mesmo a Lua está se afastando da Terra, muito lentamente, e em algum momento futuro (alguns milhões de anos) escapará de nossa órbita.
>
> Tudo isso é perfeitamente aceitável e previsto pelas leis da física que conhecemos.
>
> Tente um experimento mental. Você está no topo da montanha mais alta da Terra, exatamente sobre a linha do equador, e joga uma pedra nessa direção. Com sua força normal, a pedra descreverá uma "curva" até tocar o solo. Se aumentar a força, e considerando que a Terra perdeu toda atmosfera (sem atrito no trajeto da pedra), ela vai cair mais adiante e fará uma curva de raio maior.
>
> É fácil perceber que quanto mais força, ou seja, quanto mais velocidade colocar na pedra, mais longe ela cai, e maior o raio da curva de sua trajetória.
>
> Se atingir a velocidade de 27 mil km por hora (aproximadamente) a curva terá raio maior que o da Terra, e a pedra dará a volta no planeta, até atingir sua cabeça por tras..:-)
>
> É isso que mantém satélites em órbita, sua velocidade de mais de 27 mil km por hora, em ambiente sem atmosfera, sem atrito que diminua essa velocidade. Quando um satélite precisa mudar de órbita, ou a estação espacial por exemplo, o que se faz é aumentar sua velocidade, para uma órbita mais alta, ou diminuir, para uma órbita mais baixa.
>
> Se a velocidade cair muito, o satélite atingirá a atmosfera, e isso vai diminuir ainda mais a velocidade, causando a reentrada deste e sua queda. É assim que o ônibus espacial volta para a Terra, ele liga seus motores para "diminuir" a velocidade orbital (e não para "ir" para a Terra).
>
> Não há maneira de manter antimatéria dentro da matéria, dentro de planetas, pois o contato de uma com a outra levaria a uma explosão gigantesca.
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro <alfredomc2@ ...> escreveu
> >
> > Olá, vocês do Ciencialist!  Sou autor de uma teoria que gostaria de debater.  Veja em webartigos.com  "Estabilidade Orbital Astronômica",  autor Alfredo Castro.
> >
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> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG - www.avg.com
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SUBJECT: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 12:20

Seu caso é grave.

Vamos ter que começar do beabá. Você conhece a respeito de regras de inferências lógicas?

Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é um gato
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é preto;
b) Clóvis não é preto;
c) Não sabemos, apenas por isso, a cor de Clóvis.

Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é azul.
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é um gato;
b) Clóvis não é um gato;
c) Não sabemos, apenas por isso, se Clóvis é ou não um gato.

Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é preto
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é um gato;
b) Clóvis não é um gato;
c) Não sabemos, apenas por isso, se Clóvis é ou não um gato.

Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é um cachorro.
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é preto;
b) Clóvis não é preto;
c) Não sabemos, apenas por isso, a cor de Clóvis.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Alfredo Castro
> Meu caríssimo irmão Roberto: isso, na tua opinião. Existem outras, anteriores, até parecidas.  E também outras, que afirmam que estou certíssimo (ver todos os comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica", inclusive os do resumo (Síntese)).  Porém a opinião de alguns não é suficiente para derrubar minha teoria, comprovada em vários aspectos (e basta compará-las com as outras sobre os mesmos temas abordados), segundo a opinião de outros, também por "E-mails", inclusive a do autor, no caso este que te escreve. Por isso busco o debate, com o intuito de colher muitas opiniões.  Mas você se acha capaz de derrubá-la só ou com alguns poucos seguidores!  O QUE VOCÊ NÃO SABE,  é que os melhores opinantes são cautelosos, e deixam suas observações para expô-las quando estão algo seguros, E ESSE EVIDENTEMENTE NÃO É O SEU CASO!  Você diz que falseou minha teoria, MAS NÃO VEJO ONDE:  você não fala de crateras
> lunares, da face oculta da Lua, mas fala de luas e planetas caindo, NUNCA VISTOS! A tese sobre as marés que  fazes menção não explica de maneira alguma o que explico num dos comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica": quando na Lua nova, formam-se duas marés cheias praticamente iguais nos dois lados da Terra: uma,  em frente à Lua e ao Sol (alinhados como num eclípse), e outra do lado da Terra oposto à Lua e ao Sol,  QUE A MINHA TEORIA EXPLICA, E TODAS AS OUTRAS, NÃO!!!!! (leia a teoria) Você diz que são observadas as teorias opostas, mas quando viram alguma lua ou planeta cair no astro centro-orbital? NUNCA SE VIU (ou até se viram, NÃO DIVULGARAM).   Você tem essa notícia?  E quando uma explosão, meteoróide que seja, deixa uma cratera com as características das crateras lunares?  VOCÊ REALMENTE LEU A MINHA TEORIA COM ATENÇÃO???? Viu o experimento simplíssimo da sopa grossa que descrevo?  Meu irmão: acho que
> mesmo vindo a ser aceita pela comunidade científica mundial, alguns como você vão continuar achando que minhas teorias são absurdas.  A tua opinião está anotada. Um último abraço, Alfredo Castro, autor.  ("Estabilidade Orbital Astronômica", webartigos.com )



SUBJECT: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Marcelo Cortimiglia <cortimiglia@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 12:46

Depois de "Seu caso é grave" precisei fazer uma pausa, parar de rir,
limpar café o teclado, e so depois consegui ler o resto do texto.

Tem crackpot que é até divertido!

Abracos,
Marcelo



2009/8/25 rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>:
>
>
> Seu caso é grave.
>
> Vamos ter que começar do beabá. Você conhece a respeito de regras de
> inferências lógicas?
>
> Considere as seguintes afirmações:
> 1) Todos os gatos são pretos;
> 2) Clóvis é um gato
> Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações
> acima?
> a) Clóvis é preto;
> b) Clóvis não é preto;
> c) Não sabemos, apenas por isso, a cor de Clóvis.
>
> Considere as seguintes afirmações:
> 1) Todos os gatos são pretos;
> 2) Clóvis é azul.
> Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações
> acima?
> a) Clóvis é um gato;
> b) Clóvis não é um gato;
> c) Não sabemos, apenas por isso, se Clóvis é ou não um gato.
>
> Considere as seguintes afirmações:
> 1) Todos os gatos são pretos;
> 2) Clóvis é preto
> Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações
> acima?
> a) Clóvis é um gato;
> b) Clóvis não é um gato;
> c) Não sabemos, apenas por isso, se Clóvis é ou não um gato.
>
> Considere as seguintes afirmações:
> 1) Todos os gatos são pretos;
> 2) Clóvis é um cachorro.
> Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações
> acima?
> a) Clóvis é preto;
> b) Clóvis não é preto;
> c) Não sabemos, apenas por isso, a cor de Clóvis.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Alfredo Castro
>> Meu caríssimo irmão Roberto: isso, na tua opinião. Existem outras,
>> anteriores, até parecidas.  E também outras, que afirmam que estou
>> certíssimo (ver todos os comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica",
>> inclusive os do resumo (Síntese)).  Porém a opinião de alguns não é
>> suficiente para derrubar minha teoria, comprovada em vários aspectos (e
>> basta compará-las com as outras sobre os mesmos temas abordados), segundo a
>> opinião de outros, também por "E-mails", inclusive a do autor, no caso este
>> que te escreve. Por isso busco o debate, com o intuito de colher muitas
>> opiniões.  Mas você se acha capaz de derrubá-la só ou com alguns
>> poucos seguidores!  O QUE VOCÊ NÃO SABE,  é que os melhores opinantes são
>> cautelosos, e deixam suas observações para expô-las quando estão algo
>> seguros, E ESSE EVIDENTEMENTE NÃO É O SEU CASO!  Você diz que falseou minha
>> teoria, MAS NÃO VEJO ONDE:  você não fala de crateras
>> lunares, da face oculta da Lua, mas fala de luas e planetas caindo, NUNCA
>> VISTOS! A tese sobre as marés que  fazes menção não explica de maneira
>> alguma o que explico num dos comentários de "Estabilidade Orbital
>> Astronômica": quando na Lua nova, formam-se duas marés cheias praticamente
>> iguais nos dois lados da Terra: uma,  em frente à Lua e ao Sol (alinhados
>> como num eclípse), e outra do lado da Terra oposto à Lua e ao Sol,  QUE A
>> MINHA TEORIA EXPLICA, E TODAS AS OUTRAS, NÃO!!!!! (leia a teoria) Você diz
>> que são observadas as teorias opostas, mas quando viram alguma lua ou
>> planeta cair no astro centro-orbital? NUNCA SE VIU (ou até se viram, NÃO
>> DIVULGARAM).   Você tem essa notícia?  E quando uma explosão, meteoróide que
>> seja, deixa uma cratera com as características das crateras lunares?  VOCÊ
>> REALMENTE LEU A MINHA TEORIA COM ATENÇÃO???? Viu o experimento simplíssimo
>> da sopa grossa que descrevo?  Meu irmão: acho que
>> mesmo vindo a ser aceita pela comunidade científica mundial, alguns como
>> você vão continuar achando que minhas teorias são absurdas.  A tua opinião
>> está anotada. Um último abraço, Alfredo Castro, autor.  ("Estabilidade
>> Orbital Astronômica", webartigos.com )
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 12:56

> O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
> morrer?

Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
estereótipos hollywoodianos.As diferenças que existem entre os seres
humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
*geograficamente* muito bem localizados e específicos).

Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
escreveu:

> E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
> criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
> pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
> não "acredita nele" me parece por demais absurda.

Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)

> O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
> em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
> ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
> divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
> Dawkins.

Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber se
é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.

Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
não.



SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/08/2009 13:50

Olá brother Alfredo,

>
>...mas fala de luas e planetas caindo, NUNCA VISTOS!
>

Você precisa exercitar suas noções de tempo e espaço... A lua Fobos de
Marte, por exemplo, o orbita a apenas 6 mil km do planeta (a nossa lua está
64 vezes mais longe da Terra!) e se aproxima deste numa taxa de 1.8 cm por
ano. Se esta taxa de aproximação se mantivesse constante (o que não deve
acontecer), quanto tempo levaria para essa luinha, que fica pertinho do seu
planeta, levaria para bater neste? Será que você estará vivo pra ver? :-)

>
>A tese sobre as marés que fazes menção não explica de maneira alguma
>o que explico num dos comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica":
>quando na Lua nova, formam-se duas marés cheias praticamente iguais nos
>dois lados da Terra: uma, em frente à Lua e ao Sol (alinhados como num
>eclípse),
>e outra do lado da Terra oposto à Lua e ao Sol, QUE A MINHA TEORIA
>EXPLICA, E TODAS AS OUTRAS, NÃO!!!!! (leia a teoria)
>

Como não? Você está mais por fora do que surdo em bingo hein! :-) Anota essa
aí! :-)

[]´,s
Jeff.



SUBJECT: ESTABILIDADE ORBITAL
FROM: alfredo manoel de castro <alfredomc1@hotmail.com>
TO: "ciencialist@egroups.com" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/08/2009 14:13

 Álvaro:                                                                                                                                                                             1) Não há referências anteriores conhecidas, por que a teoria é original, de minha autoria;
2) Há sim duas novas fórmulas que descrevo, baseadas em duas simples modificações que fiz da fórmula sobre o cálculo da força gravitacional (Newton);
3) Aqueles que conseguem entender tais novas fórmulas, percebem porque não completei os cálculos (falta de dados, como as constantes que indico);
4) NÃO SE DEPRECIE!  Você também está aqui, não?  Álvaro, caro irmão: POR QUE ENTÃO VOCÊS ME DÃO TANTA ATENÇÃO?


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SUBJECT: ESTABILIDADE ORBITAL
FROM: alfredo manoel de castro <alfredomc1@hotmail.com>
TO: "ciencialist@egroups.com" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/08/2009 14:22

Raro irmão Jeef:  achei que teria alguma chance de fazê-lo pelo menos entender minhas teorias.  Quem sabe, com o TEMPO.
Mas já que ele não existe (o tempo), por favor a você, NÃO DEMORE!  As tuas manifestações estão anotadas.  Abraços, Alfredo Castro, autor.


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SUBJECT: Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 14:31

Gil: "Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos estereótipos hollywoodianos."

Não, Gil, o deus muçulmano não é o deus cristão, pois desejam, querem, objetivam coisas muito diferentes. Embora ambos tenham "criado o universo" isso é pouco como identidade, pois milhares de outros deuses também "criaram o universo", mas ninguém diria que Quetazacoatal é o mesmo deus cristão (ou muçulmano).

Apenas em sentido bem frouxo, e apenas na intenção de "colocar panos quentes" em conflitos religiosos (e posar de civilizados..:-) é que essa identidade pode ser defendida. Segundo o Papa Bento, apenas o catolicismo e o deus cristão salva, adorar Alah não. Se fossem "o mesmo deus", seria a mesma coisa, não?

Sim, as 3 grandes religiões atuais, os povos "do livro", tem origem comum. Mas é só. O deus de Abraão é totalmente diferente para as 3 religiões, em qualquer sentido minimamente preciso ou racional. Suas características, inclusive, são totalmente dispares, com o deus do antigo testamento (que é só o que judeus aceitam) sendo bem diferente do deus do novo testamento.

Eu não acredito em estereótipos hollywoodanos, eu concluo a partir das alegações e textos das próprias religiões envolvidas.

Como tenho dito, apenas "criar o universo" não define um deus. Seus objetivos, intenções, desejos, o que espera dos seres humanos, o que fará com seres humanos, com suas almas, etc, é que definem um deus.

Uma entidade cósmica poderia ter criado o universo, com objetivos incompreensíveis para nós (por exemplo, gerar mentes cósmicas a partir de estruturas de galáxias) e nós seríamos efeito colateral totalmente ignorado pela entidade.

Esse "criador", como pode perceber, não sustenta nem justifica nenhuma religião..:-)

E de toda forma a questão continua: o que diria um muçulmano se o deus, digamos que Alah mesmo, fosse condena-lo ao inferno de dor e sofrimento eternos, devido a suas ações como muçulmano, e por ter recusado o catolicismo? O que ele diria, Gil?

Homero






--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Gil <nanolink01@...> escreveu
>
> > O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
> > morrer?
>
> Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
> Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
> estereótipos hollywoodianos.As diferenças que existem entre os seres
> humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
> religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
> *geograficamente* muito bem localizados e específicos).
>
> Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@...>
> escreveu:
>
> > E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
> > criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
> > pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
> > não "acredita nele" me parece por demais absurda.
>
> Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
> ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
> encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
> daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)
>
> > O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
> > em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
> > ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
> > divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
> > Dawkins.
>
> Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
> público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber se
> é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
> justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
> menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.
>
> Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
> não.
>




SUBJECT: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 25/08/2009 14:42

VOCÊ ENTORNOU CAFÉ NO TECLADO?  A tua opinião não vou anotar.

--- Em ter, 25/8/09, Marcelo Cortimiglia <cortimiglia@gmail.com> escreveu:

De: Marcelo Cortimiglia <cortimiglia@gmail.com>
Assunto: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 15:46

 
Depois de "Seu caso é grave" precisei fazer uma pausa, parar de rir,
limpar café o teclado, e so depois consegui ler o resto do texto.

Tem crackpot que é até divertido!

Abracos,
Marcelo

2009/8/25 rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br>:
>
>
> Seu caso é grave.
>
> Vamos ter que começar do beabá. Você conhece a respeito de regras de
> inferências lógicas?
>
> Considere as seguintes afirmações:
> 1) Todos os gatos são pretos;
> 2) Clóvis é um gato
> Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações
> acima?
> a) Clóvis é preto;
> b) Clóvis não é preto;
> c) Não sabemos, apenas por isso, a cor de Clóvis.
>
> Considere as seguintes afirmações:
> 1) Todos os gatos são pretos;
> 2) Clóvis é azul.
> Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações
> acima?
> a) Clóvis é um gato;
> b) Clóvis não é um gato;
> c) Não sabemos, apenas por isso, se Clóvis é ou não um gato.
>
> Considere as seguintes afirmações:
> 1) Todos os gatos são pretos;
> 2) Clóvis é preto
> Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações
> acima?
> a) Clóvis é um gato;
> b) Clóvis não é um gato;
> c) Não sabemos, apenas por isso, se Clóvis é ou não um gato.
>
> Considere as seguintes afirmações:
> 1) Todos os gatos são pretos;
> 2) Clóvis é um cachorro.
> Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações
> acima?
> a) Clóvis é preto;
> b) Clóvis não é preto;
> c) Não sabemos, apenas por isso, a cor de Clóvis.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
>> Meu caríssimo irmão Roberto: isso, na tua opinião. Existem outras,
>> anteriores, até parecidas.  E também outras, que afirmam que estou
>> certíssimo (ver todos os comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica",
>> inclusive os do resumo (Síntese)).  Poré m a opinião de alguns não é
>> suficiente para derrubar minha teoria, comprovada em vários aspectos (e
>> basta compará-las com as outras sobre os mesmos temas abordados), segundo a
>> opinião de outros, também por "E-mails", inclusive a do autor, no caso este
>> que te escreve. Por isso busco o debate, com o intuito de colher muitas
>> opiniões.  Mas você se acha capaz de derrubá-la só ou com alguns
>> poucos seguidores!  O QUE VOCÊ NÃO SABE,  é que os melhores opinantes são
>> cautelosos, e deixam suas observações para expô-las quando estão algo
>> seguros, E ESSE EVIDENTEMENTE NÃO É O SEU CASO!  Você diz que falseou minha
>> teoria, MAS NÃO VEJO ONDE:  você não fala de crateras
>> lunares, da face oculta da Lua, mas fala de luas e planetas caindo, NUNCA
>> VISTOS! A tese sobre as marés que  fazes menção não explica de maneira
>> alguma o que explico num dos comentários de "Estabilidade Orbital
>> Astronômica":  quando na Lua nova, formam-se duas marés cheias praticamente
>> iguais nos dois lados da Terra: uma,  em frente à Lua e ao Sol (alinhados
>> como num eclípse), e outra do lado da Terra oposto à Lua e ao Sol,  QUE A
>> MINHA TEORIA EXPLICA, E TODAS AS OUTRAS, NÃO!!!!! (leia a teoria) Você diz
>> que são observadas as teorias opostas, mas quando viram alguma lua ou
>> planeta cair no astro centro-orbital? NUNCA SE VIU (ou até se viram, NÃO
>> DIVULGARAM).   Você tem essa notícia?  E quando uma explosão, meteoróide que
>> seja, deixa uma cratera com as características das crateras lunares?  VOCÊ
>> REALMENTE LEU A MINHA TEORIA COM ATENÇÃO???? Viu o experimento simplíssimo
>> da sopa grossa que descrevo?  Meu irmão: acho que
>> mesmo vindo a ser aceita pela comunidade científica mundial, alguns como
>> você vão continuar achando que minhas teorias são absurdas.  A tua opinião
>> está anotada. Um último abraço, Alfredo Castro, autor.  ("Estabilidade
>> Orbital Astronômica", webartigos.com )
>
>


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SUBJECT: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/08/2009 14:49

Caro Gil,

Não há como compatibilizar o deus cristão com o deus de Mohamed. Só para
começar, o primeiro atua em uma espécie de triunvirato, enquanto o segundo
atua sozinho. E as exigências que cada um deles faz para a "salvação
pessoal" (seja lá o que isso for) são completamente diferentes. Talvez, com
muito boa vontade, seja possível compatibilizar Alá e Jeová, mas ainda serão
necessários séculos de conversa até que você consiga convencer um muçulmano
a rezar para Jeová ou um judeu rezar para Alá. Afinal, você já viu um judeu
rezar voltado para Meca? Ou um muçulmano se balançar frente ao Muro das
Lamentações?

Quanto a Richard Dawkins, não gosto muito da resposta dele, da mesma forma
que não gosto da resposta original de Russel. Eles podem ter desmontado a
armadilha, mas somente após ter caído nela. Seria melhor dizer que a
pergunta em si é mal formulada, pois parte de uma hipótese para a qual não
há evidências, ou seja, a hipótese de que deus se revelará após a morte.
Essa resposta seria menos espirituosa, mas mais racional.

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay.com.br
http://www.lunabay.com.br/
http://twitter.com/alvaro_augusto


-----Mensagem original-----
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Gil
Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 12:56
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo
News - 2a. parte

> O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
> morrer?

Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
estereótipos hollywoodianos.As diferenças que existem entre os seres
humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
*geograficamente* muito bem localizados e específicos).

Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
escreveu:

> E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
> criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
> pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
> não "acredita nele" me parece por demais absurda.

Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)

> O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
> em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
> ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
> divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
> Dawkins.

Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber se
é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.

Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
não.





SUBJECT: RES: [ciencialist] ESTABILIDADE ORBITAL
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/08/2009 15:02

Caro Alfredo,

 

O que você descreve é a receita quase completa de como elaborar uma teoria “crackpótica”. Sem referências e sem formulação matemática você não conseguirá inscrever sua teoria nem mesmo como trabalho de graduação.

 

Por que lhe damos tanta atenção? Não sei ao certo. Em parte, é interessante analisar idéias estranhas, mesmo quando erradas, pois isso faz com que estudemos um pouco. Já apareceram por aqui vários outros “pensadores radicais”, alguns com teorias mais elaboradas que as suas, outros que criaram até mesmo institutos para divulgar as próprias idéias .Mas, no fim, todos se vão, pois não conseguem corrigir o próprio pensamento e nem mudar de assunto.

 

Por fim, não estou me depreciando. Estou apenas afirmando que este fórum é informal demais para validar idéias e teorias.

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

alvaro@lunabay.com.br

http://www.lunabay.com.br/

http://twitter.com/alvaro_augusto

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de alfredo manoel de castro
Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 14:14
Para: ciencialist@egroups.com
Assunto: [ciencialist] ESTABILIDADE ORBITAL

 



 Álvaro:                                                                                                                                                                            

1) Não há referências anteriores conhecidas, por que a teoria é original, de minha autoria;
2) Há sim duas novas fórmulas que descrevo, baseadas em duas simples modificações que fiz da fórmula sobre o cálculo da força gravitacional (Newton);
3) Aqueles que conseguem entender tais novas fórmulas, percebem porque não completei os cálculos (falta de dados, como as constantes que indico);
4) NÃO SE DEPRECIE!  Você também está aqui, não?  Álvaro, caro irmão: POR QUE ENTÃO VOCÊS ME DÃO TANTA ATENÇÃO?


 


SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 25/08/2009 15:06

Jeff, caro Jeff: embora já tenha desistido temporariamente com você,  cabe-me responder aos outros participantes. Fobos orbita a menos de seis mil quilômetros da supeficie marciana, tendo seu raio orbital médio calculado em nove mil e quatrocentos quilômetros,  com pequena exentricidade,  num período de menos de oito horas, e AINDA NÃO CAIU EM MARTE?  COMO?  Você já viu as fotos de Fobos?  Parece uma batata de vinte e seis quilômetros!
Percebi algumas crateras como as da Lua e de Mercúrio!!!  As fotos que disponho não são muito nítidas.  Tenho um bom telescópio refrator (Barlow 625 x; nitidez em 225 x, com céu "seco"), mas não consegui melhores imagens (nem poderia!).
Outra pergunta, "sabichões": as teorias sobre o aspecto que menciono sobre as marés até se contradizem; você que as defende, as entendeu? PODE EXPLICÁ-LAS?  Abraços, Alfredo Castro, autor.
--- Em ter, 25/8/09, Jeff <jeff@jeff.com.br> escreveu:

De: Jeff <jeff@jeff.com.br>
Assunto: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 16:50

 
Olá brother Alfredo,

>
>...mas fala de luas e planetas caindo, NUNCA VISTOS!
>

Você precisa exercitar suas noções de tempo e espaço... A lua Fobos de
Marte, por exemplo, o orbita a apenas 6 mil km do planeta (a nossa lua está
64 vezes mais longe da Terra!) e se aproxima deste numa taxa de 1.8 cm por
ano. Se esta taxa de aproximação se mantivesse constante (o que não deve
acontecer), quanto tempo levaria para essa luinha, que fica pertinho do seu
planeta, levaria para bater neste? Será que você estará vivo pra ver? :-)

>
>A tese sobre as marés que fazes menção não explica de maneira alguma
>o que explico num dos comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica":
>quando na Lua nova, formam-se duas marés cheias praticamente iguais nos
>dois lados da Terra: uma, em frente à Lua e ao Sol (alinhados como num
>eclípse),
>e outra do lado da Terra oposto à Lua e ao Sol, QUE A MINHA TEORIA
>EXPLICA, E TODAS AS OUTRAS, NÃO!!!!! (leia a teoria)
>

Como não? Você está mais por fora do que surdo em bingo hein! :-) Anota essa
aí! :-)

[]´,s
Jeff.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 16:12

Ola Homero,
 
Vc compara visões diferentes de um mesmo Deus....claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificação"....Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista).
 
Se interpretamos textos simples de maneiras diferentes e, mesmo assim, as letras que estão lá são as mesmas para todos os leitores, não é surpresa termos interpretações/personificações tão diferentes sobre Deus.
 
 
Abs
Felipe
 
--- Em ter, 25/8/09, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 14:31

 
Gil: "Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos estereótipos hollywoodianos. "

Não, Gil, o deus muçulmano não é o deus cristão, pois desejam, querem, objetivam coisas muito diferentes. Embora ambos tenham "criado o universo" isso é pouco como identidade, pois milhares de outros deuses também "criaram o universo", mas ninguém diria que Quetazacoatal é o mesmo deus cristão (ou muçulmano).

Apenas em sentido bem frouxo, e apenas na intenção de "colocar panos quentes" em conflitos religiosos (e posar de civilizados. .:-) é que essa identidade pode ser defendida. Segundo o Papa Bento, apenas o catolicismo e o deus cristão salva, adorar Alah não. Se fossem "o mesmo deus", seria a mesma coisa, não?

Sim, as 3 grandes religiões atuais, os povos "do livro", tem origem comum. Mas é só. O deus de Abraão é totalmente diferente para as 3 religiões, em qualquer sentido minimamente preciso ou racional. Suas características, inclusive, são totalmente dispares, com o deus do antigo testamento (que é só o que judeus aceitam) sendo bem diferente do deus do novo testamento.

Eu não acredito em estereótipos hollywoodanos, eu concluo a partir das alegações e textos das próprias religiões envolvidas.

Como tenho dito, apenas "criar o universo" não define um deus. Seus objetivos, intenções, desejos, o que espera dos seres humanos, o que fará com seres humanos, com suas almas, etc, é que definem um deus.

Uma entidade cósmica poderia ter criado o universo, com objetivos incompreensíveis para nós (por exemplo, gerar mentes cósmicas a partir de estruturas de galáxias) e nós seríamos efeito colateral totalmente ignorado pela entidade.

Esse "criador", como pode perceber, não sustenta nem justifica nenhuma religião..:-)

E de toda forma a questão continua: o que diria um muçulmano se o deus, digamos que Alah mesmo, fosse condena-lo ao inferno de dor e sofrimento eternos, devido a suas ações como muçulmano, e por ter recusado o catolicismo? O que ele diria, Gil?

Homero

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Gil <nanolink01@ ...> escreveu
>
> > O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
> > morrer?
>
> Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
> Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
> estereótipos hollywoodianos. As diferenças que existem entre os seres
> humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
> religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
> *geograficamente* muito bem localizados e específicos).
>
> Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@... >
> escreveu:
>
> > E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
> > criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
> > pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
> > não "acredita nele" me parece por demais absurda.
>
> Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
> ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
> encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
> daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)
>
> > O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
> > em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
> > ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
> > divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
> > Dawkins.
>
> Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
> público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber se
> é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
> justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
> menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.
>
> Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
> não.
>



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SUBJECT: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 16:31

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Alfredo Castro
> Fobos orbita a menos de seis mil quilômetros da supeficie marciana,
> tendo seu raio orbital médio calculado em nove mil e quatrocentos
> quilômetros,  com pequena exentricidade,  num período de menos de
> oito horas, e AINDA NÃO CAIU EM MARTE?  COMO?  Você já viu as fotos
> de Fobos?  Parece uma batata de vinte e seis quilômetros!

Bem, a *diminuição* da órbita de Fobos é calculada - cerca de 20 cm por ano. Logo, a idéia de estabilidade orbital já é refutada por aí.

Fobos ainda não caiu em Marte, pois a previsão é que isso ocorra daqui a uns 10 milhões de anos.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 16:44

Olá Luiz

Luiz: " Vc compara visões diferentes de um mesmo Deus...."

Só porque você quer...:-) Visões diferentes geram deuses diferentes, uma vez que TUDO o que temos são as alegações de cada um sobre "seu" deus. Voltamos ao velho problema de definições frouxas e conceitos mal ajambrados.

São deuses tão distintos quanto Quetzacoatal é distinto de Zeus. Distintos porque TUDO sobre eles, fora o fato de que criaram o universo e decidem sobre as vidas humanas, é diferente. Se vai chamar Alah, Javé e Deus de "a mesma coisa", então tem de chamar todos os outros de "a mesma coisa".

O que torna a definição de deus inútil. Deus é tudo é inútil, irracional. Deus é nada, e as variantes de absolutos, não servem para definir nada.

O deus muçulmano vai enviar você ao inferno de dor e sofrimento eternos por motivos diferentes do deus cristão. Segundo o deus cristão, eu vou para o inferno, pois blafesmei contra ele, o único pecado imperdoável.

Não acho, claro que você, Luiz, razoável e gentil, acredite nisso, mas é parte do dogma e tem de aceitar, para aceitar esse deus. Não pode "escolher" que características ou verdades são corretas ou incorretas por sua própria vontade. Se o fizer, estará criando outra coisa, outra religião, pessoal, com outro deus, pessoal, diferente do deus cristão.

A discussão sobre deus ser "um ou tres", se Jesus é deus ou não, rachou a igreja católica em dois, gerando a ortodoxa, que até hoje não se dá com a romana. O que demonstra quão importante é a questão, para eles, e quão diferente é este único deus cristão, para cada vertente.

Luiz: "Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus..."

Mais uma vez, esqueça a existência de deus, é irrelevante para o problema, e para as religiões, que toma como ponto de partida essa existência (sem necessitar de evidência alguma). Não é esta a questão, não se discute a possibilidade de existência de deus. Tudo é possível.

A questão é o que este deus deseja, objetiva, pretende, e as milhares de alegações sobre isso que cada religião faz. É isso que dá identidade a cada deus, não a existência pura e simples.

De novo, um muçulmano não vai ficar feliz de "encontrar deus" depois de morrer, se este não for Alah, sua concepção de Alah. Se no momento do encontro ele descobrir que o Papa Bento estava certo, e que por estar fora da igreja católica, não aceitar Jesus, e se comportar como muçulmano, será enviado ao inferno de dor eterna, ele ficará furioso, triste, horrorizado, desapontado, descrente, e talvez se torne ateu..:-)

Luiz: "Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista)."

Só você (e eu, e outras pessoas mais racionais..:-) acha que é pouco o conhecimento. O Papa, e os aiatolas, pensam bem diferente, eles sabem um bocado sobre deus, e tem certeza de que ele existe. Cada um deles, certeza sobre um deus diferente, cada um deles, crente que seu deus vai punir o outro por ser tão tolo e teimoso..:-)

Luiz: "Se interpretamos textos simples de maneiras diferentes e, mesmo assim, as letras que estão lá são as mesmas para todos os leitores, não é surpresa termos interpretações/personificações tão diferentes sobre Deus."

Substitua o termo "deus" por "Papai Noel" ou "duendes" ou "unicórnios", e dá no mesmo. Sem qualquer evidência de que exista algo como um deu, cristão, muçulmano, judeu, etc, etc, etc, qualquer alegação é temerária e sem sentido. Eu diria tola, mas pode ofender alguém.

Entenda, Luiz, são deuses diferentes, Alah e Javé, ou terá de considerar TODOS os outros deuses, inclusive os milhares de deuses taoistas, mais os que já não tem mais seguidores, de "mesma coisa". O que torna absurda a proposição e inútil o termo "deus".

Um abraço.

Homero


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva <luizfelipecsrj@...> escreveu
>
> Ola Homero,
>  
> Vc compara visões diferentes de um mesmo Deus....claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificação"....Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista).
>  
> Se interpretamos textos simples de maneiras diferentes e, mesmo assim, as letras que estão lá são as mesmas para todos os leitores, não é surpresa termos interpretações/personificações tão diferentes sobre Deus.
>  
>  
> Abs
> Felipe
>  
> --- Em ter, 25/8/09, oraculo333 <oraculo@...> escreveu:
>
>
> De: oraculo333 <oraculo@...>
> Assunto: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 14:31
>
>
>  
>
>
>
> Gil: "Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos estereótipos hollywoodianos. "
>
> Não, Gil, o deus muçulmano não é o deus cristão, pois desejam, querem, objetivam coisas muito diferentes. Embora ambos tenham "criado o universo" isso é pouco como identidade, pois milhares de outros deuses também "criaram o universo", mas ninguém diria que Quetazacoatal é o mesmo deus cristão (ou muçulmano).
>
> Apenas em sentido bem frouxo, e apenas na intenção de "colocar panos quentes" em conflitos religiosos (e posar de civilizados. .:-) é que essa identidade pode ser defendida. Segundo o Papa Bento, apenas o catolicismo e o deus cristão salva, adorar Alah não. Se fossem "o mesmo deus", seria a mesma coisa, não?
>
> Sim, as 3 grandes religiões atuais, os povos "do livro", tem origem comum. Mas é só. O deus de Abraão é totalmente diferente para as 3 religiões, em qualquer sentido minimamente preciso ou racional. Suas características, inclusive, são totalmente dispares, com o deus do antigo testamento (que é só o que judeus aceitam) sendo bem diferente do deus do novo testamento.
>
> Eu não acredito em estereótipos hollywoodanos, eu concluo a partir das alegações e textos das próprias religiões envolvidas.
>
> Como tenho dito, apenas "criar o universo" não define um deus. Seus objetivos, intenções, desejos, o que espera dos seres humanos, o que fará com seres humanos, com suas almas, etc, é que definem um deus.
>
> Uma entidade cósmica poderia ter criado o universo, com objetivos incompreensíveis para nós (por exemplo, gerar mentes cósmicas a partir de estruturas de galáxias) e nós seríamos efeito colateral totalmente ignorado pela entidade.
>
> Esse "criador", como pode perceber, não sustenta nem justifica nenhuma religião..:-)
>
> E de toda forma a questão continua: o que diria um muçulmano se o deus, digamos que Alah mesmo, fosse condena-lo ao inferno de dor e sofrimento eternos, devido a suas ações como muçulmano, e por ter recusado o catolicismo? O que ele diria, Gil?
>
> Homero
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Gil <nanolink01@ ...> escreveu
> >
> > > O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
> > > morrer?
> >
> > Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
> > Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
> > estereótipos hollywoodianos. As diferenças que existem entre os seres
> > humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
> > religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
> > *geograficamente* muito bem localizados e específicos).
> >
> > Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@ >
> > escreveu:
> >
> > > E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
> > > criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
> > > pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
> > > não "acredita nele" me parece por demais absurda.
> >
> > Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
> > ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
> > encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
> > daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)
> >
> > > O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
> > > em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
> > > ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
> > > divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
> > > Dawkins.
> >
> > Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
> > público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber se
> > é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
> > justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
> > menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.
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> > Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
> > não.
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SUBJECT: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/08/2009 16:58

Visões diferentes? Vejamos: o deus cristão reserva o céu ou o inferno para os homens, enquanto os deuses hindus fazem com que os homens reencarnem como seres superiores ou inferiores, dependendo do comportamento na “vida em curso”. Em outras palavras, as religiões judaico-cristãs pregam início e fim bem definidos, enquanto as religiões hindus pregam infinitos fins e reinícios. É preciso muito boa vontade para compatibilizar essas duas visões.

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

alvaro@lunabay.com.br

http://www.lunabay.com.br/

http://twitter.com/alvaro_augusto

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de luiz silva
Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 16:12
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte

 




Ola Homero,

 

Vc compara visões diferentes de um mesmo Deus....claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificação"....Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista).

 

Se interpretamos textos simples de maneiras diferentes e, mesmo assim, as letras que estão lá são as mesmas para todos os leitores, não é surpresa termos interpretações/personificações tão diferentes sobre Deus.

 

 

Abs

Felipe

 

--- Em ter, 25/8/09, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:


De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 14:31

 

Gil: "Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos estereótipos hollywoodianos. "

Não, Gil, o deus muçulmano não é o deus cristão, pois desejam, querem, objetivam coisas muito diferentes. Embora ambos tenham "criado o universo" isso é pouco como identidade, pois milhares de outros deuses também "criaram o universo", mas ninguém diria que Quetazacoatal é o mesmo deus cristão (ou muçulmano).

Apenas em sentido bem frouxo, e apenas na intenção de "colocar panos quentes" em conflitos religiosos (e posar de civilizados. .:-) é que essa identidade pode ser defendida. Segundo o Papa Bento, apenas o catolicismo e o deus cristão salva, adorar Alah não. Se fossem "o mesmo deus", seria a mesma coisa, não?

Sim, as 3 grandes religiões atuais, os povos "do livro", tem origem comum. Mas é só. O deus de Abraão é totalmente diferente para as 3 religiões, em qualquer sentido minimamente preciso ou racional. Suas características, inclusive, são totalmente dispares, com o deus do antigo testamento (que é só o que judeus aceitam) sendo bem diferente do deus do novo testamento.

Eu não acredito em estereótipos hollywoodanos, eu concluo a partir das alegações e textos das próprias religiões envolvidas.

Como tenho dito, apenas "criar o universo" não define um deus. Seus objetivos, intenções, desejos, o que espera dos seres humanos, o que fará com seres humanos, com suas almas, etc, é que definem um deus.

Uma entidade cósmica poderia ter criado o universo, com objetivos incompreensíveis para nós (por exemplo, gerar mentes cósmicas a partir de estruturas de galáxias) e nós seríamos efeito colateral totalmente ignorado pela entidade.

Esse "criador", como pode perceber, não sustenta nem justifica nenhuma religião..:-)

E de toda forma a questão continua: o que diria um muçulmano se o deus, digamos que Alah mesmo, fosse condena-lo ao inferno de dor e sofrimento eternos, devido a suas ações como muçulmano, e por ter recusado o catolicismo? O que ele diria, Gil?

Homero

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Gil <nanolink01@ ...> escreveu
>
> > O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
> > morrer?
>
> Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
> Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
> estereótipos hollywoodianos. As diferenças que existem entre os seres
> humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
> religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
> *geograficamente* muito bem localizados e específicos).
>
> Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@... >
> escreveu:
>
> > E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
> > criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
> > pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
> > não "acredita nele" me parece por demais absurda.
>
> Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
> ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
> encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
> daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)
>
> > O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
> > em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
> > ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
> > divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
> > Dawkins.
>
> Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
> público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber se
> é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
> justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
> menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.
>
> Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
> não.
>

 


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SUBJECT: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Marcelo Cortimiglia <cortimiglia@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 17:24

2009/8/25 Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>:
>
>
> VOCÊ ENTORNOU CAFÉ NO TECLADO?  A tua opinião não vou anotar.
>

Ok, brou, inclua-me fora dessa!

Hehehehe, esse cara é demais!

Abraco,
Marcelo


SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 25/08/2009 18:15

Sr. Takata: tal previsão está errada, pois nem Fobos, nem Deimos, nem lua nenhuma irá cair, nunca, segundo a minha teoria.  Veja os comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica", no site webartigos.com , onde digo o porque.  Alfredo Castro, autor.



--- Em ter, 25/8/09, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 19:31

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
> Fobos orbita a menos de seis mil quilômetros da supeficie marciana,
> tendo seu raio orbital médio calculado em nove mil e quatrocentos
> quilômetros,  com pequena exentricidade,  num período de menos de
> oito horas, e AINDA NÃO CAIU EM MARTE?  COMO?  Você já viu as fotos
> de Fobos?  Parece uma batata de vinte e seis quilômetros!

Bem, a *diminuição* da órbita de Fobos é calculada - cerca de 20 cm por ano. Logo, a idéia de estabilidade orbital já é refutada por aí.

Fobos ainda não caiu em Marte, pois a previsão é que isso ocorra daqui a uns 10 milhões de anos.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Marcelo Cortimiglia <cortimiglia@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 19:24

2009/8/25 Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>:
>
>
> Sr. Takata: tal previsão está errada, pois nem Fobos, nem Deimos, nem lua
> nenhuma irá cair, nunca, segundo a minha teoria.  Veja os comentários de
> "Estabilidade Orbital Astronômica", no site webartigos.com , onde digo o
> porque.  Alfredo Castro, autor.
>

Ja sei! Vamos esperar 10 milhoes de anos para testar a teoria! Claro!

Continuo dando muitas risadas. Obrigado, brou!

Abraco,
Marcelo Cortimiglia, leitor


>
>
> --- Em ter, 25/8/09, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:
>
> De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
> Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 19:31
>
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
>> Fobos orbita a menos de seis mil quilômetros da supeficie marciana,
>> tendo seu raio orbital médio calculado em nove mil e quatrocentos
>> quilômetros,  com pequena exentricidade,  num período de menos de
>> oito horas, e AINDA NÃO CAIU EM MARTE?  COMO?  Você já viu as fotos
>> de Fobos?  Parece uma batata de vinte e seis quilômetros!
>
> Bem, a *diminuição* da órbita de Fobos é calculada - cerca de 20 cm por ano.
> Logo, a idéia de estabilidade orbital já é refutada por aí.
>
> Fobos ainda não caiu em Marte, pois a previsão é que isso ocorra daqui a uns
> 10 milhões de anos.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>
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SUBJECT: Fw: cordas
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/08/2009 20:23

Quem quer escrever algo sobre as cordas?
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: xxxxxxxxxxx
To: leobarretos@uol.com.br
Sent: Tuesday, August 25, 2009 6:35 PM
Subject: cordas

Ola professor
Sou professor de quimica e biologia celular e um apaixonado
por fisica (optica, eletromagnetismo)e fascinado por mecanica quantica
Antes de tudo quero lhe comprimentar por sua PAGINA na internet, é
realmente muito boa, pra dizer mais espacificamente é o melhor sitio
de fisica que eu vi na net.....completamente didatica sem deixar de ser profunda
e instiga as pessoas a se aprofundarem mais no assunto.
Quando vejo algo assim fico muito entusiasmado porque infelizmente no Brasil
parece que não se da muito valor as Ciencias......!!!
Professor Leo....Relatividade geral e mecanica Quantica....quando chegaremos às Cordas....?
Grato

--
Claudio B.S.



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SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 21:19

    Creio que passamos a uma questão de fé. Eu, por exemplo, acredito piamente que a Terra é ôca e nada do que ninguém me disser fará com que eu mude de idéia. A Terra é ôca e fim!!!
 
    [],s
 
    Belmiro
 
    P.S.
 
    Mas hein? Eu achava que a definição de crackpot tinha algo de fantasioso.


--- Em ter, 25/8/09, Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo..com.br> escreveu:

De: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
Assunto: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Cc: alfredomc2@yahoo.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 21:15

 
Sr. Takata: tal previsão está errada, pois nem Fobos, nem Deimos, nem lua nenhuma irá cair, nunca, segundo a minha teoria.  Veja os comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica", no site webartigos.com , onde digo o porque.  Alfredo Castro, autor.



--- Em ter, 25/8/09, rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br> escreveu:

De: rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br>
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 19:31

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
> Fobos orbita a menos de seis mil quilômetros da supeficie marciana,
> tendo seu raio orbital médio calculado em nove mil e quatrocentos
> quilômetros,  com pequena exentricidade,  num período de menos de
> oito horas, e AINDA NÃO CAIU EM MARTE?  COMO?  Você já viu as fotos
> de Fobos?  Parece uma batata de vinte e seis quilômetros!

Bem, a *diminuição* da órbita de Fobos é calculada - cerca de 20 cm por ano. Logo, a idéia de estabilidade orbital já é refutada por aí.

Fobos ainda não caiu em Marte, pois a previsão é que isso ocorra daqui a uns 10 milhões de anos.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: cordas
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 21:22

 
  [],s
 
  Belmiro

--- Em ter, 25/8/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: cordas
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 23:23

 
Quem quer escrever algo sobre as cordas?
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
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----- Original Message -----
From: xxxxxxxxxxx
Sent: Tuesday, August 25, 2009 6:35 PM
Subject: cordas

Ola professor
Sou professor de quimica e biologia celular e um apaixonado
por fisica (optica, eletromagnetismo) e fascinado por mecanica quantica
Antes de tudo quero lhe comprimentar por sua PAGINA na internet, é
realmente muito boa, pra dizer mais espacificamente é o melhor sitio
de fisica que eu vi na net......completamen te didatica sem deixar de ser profunda
e instiga as pessoas a se aprofundarem mais no assunto.
Quando vejo algo assim fico muito entusiasmado porque infelizmente no Brasil
parece que não se da muito valor as Ciencias.... ..!!!
Professor Leo....Relatividade geral e mecanica Quantica.... quando chegaremos às Cordas....?
Grato

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Claudio B.S.


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SUBJECT: RE: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Amauri Jr <amaurijunior23@zoho.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/08/2009 22:05

É verdade irmão Alfredo, os corpos celestes se repelem por causa das suas gravidades

sds
Amauri


Tanta ignorancia, não pode existir racistas no Brasil
IREMOS DESTRUIR!
Bando de idiotas, doentes mentais
Fora do Brasil, RACISMO NUNCA MAIS!)
(bota gasta - Somos Uma Mistura De Raça"

http://twitter.com/Amaurijr23

http://masterofdarkness.multiply.com
http://serumdeficiente.wordpress.com/
http://methodossophia.wordpress.com/


---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 14:47:36 -0700 alfredo manoel de castro <alfredomc1@hotmail.com> escreveu ----

Caro Amauri, meu irmão: "luas não caem ou se perdem dos seus planetas, bem como estes em relação às suas estrelas", agradeço a força e leia o resumo "Estabilidade Orbital Astronômica - Síntese", no site webartigos.com . Um grande abraço, Alfredo Castro, autor.


To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: amaurijunior23@zoho.com
Date: Mon, 24 Aug 2009 11:50:04 -0700
Subject: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

A teoria do irmão Alfrredo faz sentido, pois todos os meteoritos que se provou que vieram de Marte continham aminoácidos ou formas cristalisadas de vida que prova que algo inpactou o planeta vermelho...será que não foi uma lua? Ou eis que de repente a vida e a atimosfera iria desaparecer?



sds
Amauri


Tanta ignorancia, não pode existir racistas no Brasil
IREMOS DESTRUIR!
Bando de idiotas, doentes mentais
Fora do Brasil, RACISMO NUNCA MAIS!)
(bota gasta - Somos Uma Mistura De Raça"

http://twitter.com/Amaurijr23

---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 06:14:23 -0700 Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu ----

Sugestão: a barreira entre matéria e antimatéria é composta por cristais de
dilítio!

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay.com.br
http://www.lunabay.com.br/
http://twitter.com/alvaro_augusto

-----Mensagem original-----
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de rmtakata
Enviada em: domingo, 23 de agosto de 2009 23:55
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, alfredo manoel de castro
> Dizer que a maré cheia oposta à Lua nova e ao Sol é causada pelo
> deslocamento do centro de gravidade do sistema Terra/Lua, está,
> também a meu ver, errado

Sim, é errado e isso *não* faz parte da teoria vigente. A explicação
deduzida da mecânica newtoniana é das forças gravitacionais diferenciais.

Aqui uma explicação relativamente simples e acurada:
http://astro.if.ufrgs.br/fordif/node1.htm

> Porém, para acreditar nisto, busco provas concretas, irrefutáveis.

Então você *NÃO* estará fazendo ciências. Em ciências não há *provas* quanto
mais *irrefutáveis*. O processo consiste em testes de hipóteses: verifica-se
a predição de uma teoria é observada em experimentos e observações na
natureza.

> Se achá-las, por favor, ME INFORME.

A teoria vigente é muito melhor do que a sua. Então nem é preciso buscar
muito.

1)
Teoria vigente: o centro dos planetas é composto por matéria ordinária;
Sua teoria: o centro dos planetas é composto por antimatéria;

Fato1: as camadas exteriores dos planetas do Sistema Solar são compostas de
matéria comum.
Corolário: se o centro fosse composto de antimatéria, haveria aniquilação e
intensa liberação de energia; ergo, os planetas explodiriam.

Fato2: Os planetas estão íntegros.
Conclusão1: O centro dos planetas são compostos por matéria comum.

Conclusão2: sua teoria está errada.

Hipótese ad hoc: existe uma barreira entre antimatéria e matéria.
Dificuldade: não há nenhum indício da existência de tal barreira: entidade
imaginária sendo criada para justificar a inobservância de uma predição -
não é um bom prognóstico para uma teoria.

Indícios de que matéria ordinária forma o centro da Terra:
- campo magnético gerado pela rotação de um núcleo metálico sólido envolto
por uma camada metálica liquefeita (estrutura do núcleo identificada por
gravimetria e ondas sísmicas);
- ondas sísmicas não indicam nenhuma descontinuidade espacial entre as
camadas do núcleo e da superfície - ergo, não há a tal barreira a impedir
contato de um centro de antimatéria com uma casca de matéria;
- meteoritos formados por centros de planetóides - meteoritos metálicos -
são formados por matéria ordinária;

Motivação a priori para que não haja um centro de antimatéria nos planetas:
1) eles não poderiam ser formados - observações astronômicas corroboram
modelo de formação de planetas ao redor de estrelas por acresção;
1b) planetas como a Terra são formados de restos de estrelas de segunda
geração;
2) não há nenhum vestígio de antimatéria nas análises de radiação cósmica de
fundo;
-----------

Além disso seu conhecimento de física precisa ser muito aprimorado.
Antimatéria *não* é gravitacionalmente repulsiva. Antimatéria comporta-se
como matéria em relação à gravidade: sua massa é positiva. Antimatéria tem
carga *elétrica* oposta: ou eventualmente spin ou carga de cor ou sabor.

O período de rotação de Mercúrio é facilmente explicado pela sincronização
da rotação causada pelo efeito das marés. A tendência é a rotação de
Mercúrio ter um período igual ao de sua órbita. Como ocorre com a Lua e com
os satélites de Marte. (Isto é, a Lua não deixou de girar, apenas que sua
velocidade de giro ao redor de seu próprio eixo é igual à velocidade de giro
ao redor da Terra. Na verdade, a própria Terra deve, no futuro, ter sempre a
mesma face voltada para a Lua - a taxa de diminuição da velocidade de
rotação da Terra é medida e é igual à taxa calculada.)

[]s,

Roberto Takata






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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 23:24

Em Tue, 25 Aug 2009 14:31:10 -0300, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
escreveu:
> Não, Gil, o deus muçulmano não é o deus cristão, pois desejam, querem,
> objetivam coisas muito diferentes.

Homero:
É sim. Não estou filosofando, isto está na base da religião islãmica. Não
se trata de um rompimento com vertentes antigas, mas de uma continuação,
(no máximo, aperfeiçoamento), na visão dos adeptos do islã. Você não vê
isto porque se preocupa demais em respeitar a caricatura que passam na tv
diariamente.

Óbvio que você pode encontrar contradições no corpo filosófico desta
religião, assim como em qualquer outra. Mas isto é outro assunto. O fato é
que o islamismo aceita, sim, o corpo de tradições cristãs como parte da
sua própria.

> Apenas em sentido bem frouxo, e apenas na intenção de "colocar panos
> quentes" em conflitos religiosos (e posar de civilizados..:-) é que essa
> identidade pode ser defendida.

Ninguém está pondo panos quentes, senão o próprio Alcorão.
http://www.islam.com.br/islam/compreendo/compreendo9.htm

> Segundo o Papa Bento, apenas o catolicismo e o deus cristão salva,
> adorar Alah não. Se fossem "o mesmo deus", seria a mesma coisa, não?

Você sabe que não. Ou está ignorando o fator cronológico. O papa bento
segue tradições que se "fecharam" filosoficamente em épocas muito
anteriores ao islamismo. O contrário não é verdade, e o próprio islamismo
deu-se como sequência às religiões conhecidas na época de Maomé.

> Eu não acredito em estereótipos hollywoodanos, eu concluo a partir das
> alegações e textos das próprias religiões envolvidas.

Se você não acreditasse nos estereótipos, não os divulgaria. E se tivesse
lido os referidos textos, saberia que *NÂO* exites proibição alguma aos
muçulmanos, de acreditar e respeitar o cristianismo.

> E de toda forma a questão continua: o que diria um muçulmano se o deus,
> digamos que Alah mesmo, fosse condena-lo ao inferno de dor e sofrimento
> eternos, devido a suas ações como muçulmano, e por ter recusado o
> catolicismo? O que ele diria, Gil?

Não faço idéia. Mas tenho certeza de que o fato de ser muçulmano em
momento algum implica em recusar catolicismo, ou religião abraãmica alguma.

Gil


SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/08/2009 23:40

Olá, Álvaro;

Quanto às interpretações filosóficas (ou teológicas?) no início do seu
email: não acho que isto seja algo que eu esteja qualificado para fazer,
quanto mais em nome dos teólogos ou estudiosos do assunto. Assim, vamos
nos ater às características sociais e políticas do que estamos discutindo.

Sei que este tema irrita muita gente na Ciencialist, por isto não vou me
alongar. Você, assim como homero, ignorou a seta do tempo. Uma tradição
fechada não precisa aceitar adições posteriores, mas uma tradição mais
recente pode, muito bem, ter (e no caso em tela , realmente tem) como base
a tradição anterior, à qual se adiciona uma infinidade de outros
elementos. Isto vale para islamismo em relação ao cristianismo, e deste em
relação ao judaísmo. Já em sentido contrário, é muito mais difícil,
bastando visualisar na seta do tempo, o que seria para uma tradição de
1800 AC aceitar naturalmente uma tradição de 100/200 DC, e tanto quanto
esta aceitar uma de 700/800 DC.



Em Tue, 25 Aug 2009 14:49:22 -0300, Alvaro Augusto (L)
<alvaro@lunabay.com.br> escreveu:

> Caro Gil,
>
> Não há como compatibilizar o deus cristão com o deus de Mohamed. Só para
> começar, o primeiro atua em uma espécie de triunvirato, enquanto o
> segundo
> atua sozinho. E as exigências que cada um deles faz para a "salvação
> pessoal" (seja lá o que isso for) são completamente diferentes. Talvez,
> com
> muito boa vontade, seja possível compatibilizar Alá e Jeová, mas ainda
> serão
> necessários séculos de conversa até que você consiga convencer um
> muçulmano
> a rezar para Jeová ou um judeu rezar para Alá. Afinal, você já viu um
> judeu
> rezar voltado para Meca? Ou um muçulmano se balançar frente ao Muro das
> Lamentações?
>
> Quanto a Richard Dawkins, não gosto muito da resposta dele, da mesma
> forma
> que não gosto da resposta original de Russel. Eles podem ter desmontado a
> armadilha, mas somente após ter caído nela. Seria melhor dizer que a
> pergunta em si é mal formulada, pois parte de uma hipótese para a qual
> não
> há evidências, ou seja, a hipótese de que deus se revelará após a morte.
> Essa resposta seria menos espirituosa, mas mais racional.
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
> alvaro@lunabay.com.br
> http://www.lunabay.com.br/
> http://twitter.com/alvaro_augusto
>
>
> -----Mensagem original-----
> De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
> Em nome de Gil
> Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 12:56
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Assunto: Re: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da
> Globo
> News - 2a. parte
>
>> O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
>> morrer?
>
> Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
> Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
> estereótipos hollywoodianos.As diferenças que existem entre os seres
> humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
> religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
> *geograficamente* muito bem localizados e específicos).
>
> Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
> escreveu:
>
>> E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
>> criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
>> pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
>> não "acredita nele" me parece por demais absurda.
>
> Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
> ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
> encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
> daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)
>
>> O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
>> em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
>> ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
>> divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
>> Dawkins.
>
> Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
> público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber
> se
> é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
> justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
> menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.
>
> Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
> não.
>
>
>
>
>
> ------------------------------------
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> Página de apoio
> http://www.ciencialist.com
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> ##### ##### ##### #####Links do Yahoo! Grupos
>
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Usando o revolucionário cliente de e-mail do Opera:
http://www.opera.com/mail/


SUBJECT: Vídeo sobre o INMETRO e sobre aparelhos para leitura de livros digitais
FROM: "Paulo - yahoo" <psdias2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 07:56

a) Abaixo, mais um vídeo interessante, da Globo News (Espaço Aberto - Ciência e Tecnologia).
É sobre o INMETRO:
 
 
b) Na mesma página, há outros vídeos.  Por exemplo um pouco mais abaixo, um vídeo sobre aparelhos para leitura de "livros em formato digital".
 
Paulo

SUBJECT: RE: [ciencialist] Fw: cordas
FROM: Luiz Carlos <luiz1611@hotmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 08:03

 Escrevendo sobre cordas.
As Teorias de Gauge ( Teoria de calibres) predizem a existência de bósons, mediadores de força. As quatro forças da natureza possuem bósons intermediário e são eles:

  - Bósons W e Z – Mediadores da força eletrofraca (responsável pela emissão pelo núcleo de elétrons (W-), posítrons (W+), neutrinos e antineutrinos (Z°)

 -  Fótons – Mediadores da força eletromagnética;
 -  Gluóns – Mediadores da força forte nuclear (força de união nuclear);
 -  Gravitons – Mediadores da força gravitacional (teorizado, porém, ainda não "descoberto").
Assim, pela torização atual as partículas se dividem em dois grupos: de bósons e férmions. Os bósons são as partículas que transportam as quatro forças fundamentais, força forte e força fraca, força eletromagnética e força gravitacional. Todas essas partículas relacionam-se por várias simetrias, sendo assim chamadas de partículas supersimétricas. Uma das maiores consequências da
Supersimetria é o spin. Todo bóson e todo férmion, de acordo com a supersimetria, possui um superparceiro com spin metade maior ou menor que ele próprio. Ou seja, o número de bósons e férmions acaba sendo igual, e como suas energias do estado fundmental possuem um mesmo módulo, os valores acabam cancelando esses infinitos.
A supersimetria prevê a existência de um bóson companheiro para cada partícula. E a supersimentria não é somente um elemento essencial para a teoria das supercordas, mas um ingrediente necessário para dar consistência teórica a esta teoria. A supersimetria é uma simetria notável. Na física de partículas elementares, ela inter-relaciona partículas completamente diferentes: os férmions (como os elétrons, prótons e nêutrons), que constituem o mundo material, e os bósons (como os fótons), que geram as forças da natureza. Os férmions são os individualistas e solitários do mundo das partículas: dois férmions jamais ocupam o mesmo estado quântico. Os bósons, ao contrário, são imitadores de fácil convívio, e unem-se prontamente em estados idênticos. Cada bóson que se encontra num certo estado instiga os outros de sua espécie a imitá-lo. Sob condições propícias, os bósons formam exércitos de clones.
Nas
teorias de supercordas, entretanto, a supersimetria é um elemento essencial. Daí o nome supercordas.
As propriedade marcantes de sistemas físicos supersimétricos somente aparecem na teoria quântica. O que é extraordinário é que os sistemas construídos por meio de supersimetria que estendem a simetria clássica do espaço-tempo não só constituem candidatos muito atraentes para teorias físicas básicas, mas também têm fornecido instrumentos para novas descobertas na matemática pura como invariantes de nós, tranças e variedades de dimensão três e quatro.
Podemos agora, pelo menos em palavras, resumir o que são as teorias físicas supersimétricas. São sistemas lagrangianos de
campos físicos que podem ser descritos da seguinte maneira:
Há um superespaço que estende o espaço-tempo.
Há uma superálgebra de Lie, agindo sobre o superespaço, e que estende a álgebra de Lie das simetrias clássicas do espaço-tempo
Há um conjunto de campos, bosônicos e fermiônicos, definidos no superespaço, que carrega uma representação da superálgebra.
Há uma lagrangiana que é invariante pela ação do supergrupo que corresponde à superálgebra.
No final, podemos encarar estas teorias como simplesmente teorias lagrangianas comuns para um certo conjunto de campos, mas a supersimetria escolhe certas lagrangianas muito particulares que têm propriedades muito especiais. Uma lagrangiana é supersimétrica se é invariante por um conjunto de regras de reescrita. Embora o funcional ação de um conjunto de campos seja escrito como , para saber se isto é supersimétrico ou não, não é necessário interpretar nem os campos, nem as coordenadas no superespaço, nem a integral. Não é necessário saber o que são estas coisas. Temos simplesmente uma expressão, mais sofisticada, mas nada essencialmente diferente. A expressão é invariante por um conjunto de regras de reescrita que são ditadas por uma superálgebra de Lie. Eis a supersimetria neste nível. Uma vez que a teoria é quantizada, a superalgebra de Lie que deu lugar ao conjunto de regras de reescrita agora se incorpora numa superálgebra de Lie de simetrias infinitesimais, e esta superálgebra de operadores traz conseqüências extraordinárias para a teoria quantizada. Isto não é mais formal mas concreto. Nisto temos o próprio milagre de supersimetria e a sua beleza tão admirada pelos físicos.
O problema da teoria das cordas, da supersimetria, das teorias de gauge e dos férmions e bósons:
Pela Teoria atual, onde existem férmions e bósons, a supersimetria seria uma simetria notável que relaciona os férmions com bósons, mas, se não existirem bósons é certo que tanto a supersimetria como a própria teoria das cordas cairiam por terra.
Se imaginarmos que o núcleo atômico seria formado por prótons e nêutrons, constituídos por elétrons e posítrons, mantidos coesos pela distruibuição vetorial das forças magnéticas de atração (força magnética de união nuclear – e não gluons) e se o mediador fóton for a união de uma substância/energia magnética positiva com uma negativa, e se os bósons W e Z, não precisassem existir para explicar os decaimentos beta (+) e beta (-), onde são emitidos elétrons, posítrons, neutrinos e antineutrinos – pois eles estariam presentes no núcleo atômico e se não existissem os mediadores da força gravitacional – os gravitons – pois ela seria resultado da compressão da energia escura sobre a matéria, que é resultado da radiação eletromagnética sem energia cinética, então, nossas teorias atuais teriam que voltar mais de um século, para muitas correções teóricas e matemáticas.

 


To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: leobarretos@uol.com.br
Date: Tue, 25 Aug 2009 20:23:41 -0300
Subject: [ciencialist] Fw: cordas

 
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SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 08:12

Como pode ver, não falei que eram compatíveis :
 
"claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificação"....Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista)."

--- Em ter, 25/8/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:

De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 16:58

 

Visões diferentes? Vejamos: o deus cristão reserva o céu ou o inferno para os homens, enquanto os deuses hindus fazem com que os homens reencarnem como seres superiores ou inferiores, dependendo do comportamento na “vida em curso”. Em outras palavras, as religiões judaico-cristã s pregam início e fim bem definidos, enquanto as religiões hindus pregam infinitos fins e reinícios. É preciso muito boa vontade para compatibilizar essas duas visões.

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

alvaro@lunabay. com.br

http://www.lunabay. com.br/

http://twitter. com/alvaro_ augusto

 

 

De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist @yahoogrupos. com.br] Em nome de luiz silva
Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 16:12
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte

 




Ola Homero,

 

Vc compara visões diferentes de um mesmo Deus....claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificação"....Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista).

 

Se interpretamos textos simples de maneiras diferentes e, mesmo assim, as letras que estão lá são as mesmas para todos os leitores, não é surpresa termos interpretações/ personificaçõ es tão diferentes sobre Deus.

 

 

Abs

Felipe

 

--- Em ter, 25/8/09, oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br> escreveu:


De: oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 14:31

 

Gil: "Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos estereótipos hollywoodianos. "

Não, Gil, o deus muçulmano não é o deus cristão, pois desejam, querem, objetivam coisas muito diferentes. Embora ambos tenham "criado o universo" isso é pouco como identidade, pois milhares de outros deuses também "criaram o universo", mas ninguém diria que Quetazacoatal é o mesmo deus cristão (ou muçulmano).

Apenas em sentido bem frouxo, e apenas na intenção de "colocar panos quentes" em conflitos religiosos (e posar de civilizados. .:-) é que essa identidade pode ser defendida. Segundo o Papa Bento, apenas o catolicismo e o deus cristão salva, adorar Alah não. Se fossem "o mesmo deus", seria a mesma coisa, não?

Sim, as 3 grandes religiões atuais, os povos "do livro", tem origem comum. Mas é só. O deus de Abraão é totalmente diferente para as 3 religiões, em qualquer sentido minimamente preciso ou racional. Suas características, inclusive, são totalmente dispares, com o deus do antigo testamento (que é só o que judeus aceitam) sendo bem diferente do deus do novo testamento.

Eu não acredito em estereótipos hollywoodanos, eu concluo a partir das alegações e textos das próprias religiões envolvidas.

Como tenho dito, apenas "criar o universo" não define um deus. Seus objetivos, intenções, desejos, o que espera dos seres humanos, o que fará com seres humanos, com suas almas, etc, é que definem um deus.

Uma entidade cósmica poderia ter criado o universo, com objetivos incompreensíveis para nós (por exemplo, gerar mentes cósmicas a partir de estruturas de galáxias) e nós seríamos efeito colateral totalmente ignorado pela entidade.

Esse "criador", como pode perceber, não sustenta nem justifica nenhuma religião..:-)

E de toda forma a questão continua: o que diria um muçulmano se o deus, digamos que Alah mesmo, fosse condena-lo ao inferno de dor e sofrimento eternos, devido a suas ações como muçulmano, e por ter recusado o catolicismo? O que ele diria, Gil?

Homero

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Gil <nanolink01@ ...> escreveu
>
> > O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
> > morrer?
>
> Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
> Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
> estereótipos hollywoodianos. As diferenças que existem entre os seres
> humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
> religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
> *geograficamente* muito bem localizados e específicos).
>
> Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@... >
> escreveu:
>
> > E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
> > criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
> > pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
> > não "acredita nele" me parece por demais absurda.
>
> Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
> ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
> encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
> daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)
>
> > O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
> > em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
> > ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
> > divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
> > Dawkins.
>
> Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
> público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber se
> é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
> justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
> menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.
>
> Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
> não.
>

 


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SUBJECT: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 08:14

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Alfredo Castro
> Sr. Takata: tal previsão está errada, pois nem Fobos, nem Deimos,
> nem lua nenhuma irá cair, nunca, segundo a minha teoria.

Desculpe-me, mas quando é que se estabeleceu que o fato de sua teoria dizer alguma coisa significa que é isso que vai acontecer e com isso possamos concluir que está errado o que disser o contrário?

Você continua sem responder aos questionamentos feitos nesta mensagem:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/74777
-----------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 08:57

 
Olá Homero,
 
Mas eu concordo com vc...São interpretações distintas....Ou melhor, manifestações distintas da fé de cada um em um ser supremo....mas continuo sem ver problema nisso.
 
"definições frouxas e conceitos mal ajambrados."
 
Não geram deuses diferentes, mas sim interpretações diferentes com relação a Deus/Divindadades que acabam por gerar religiões diferentes.
 
O q vc critica, eu tb critico : a certeza que cada religião tem que o seu DEUS é o corrteto, que as "qualidades" definidas pela sua religião para este DEUS são as "verdadeiras", que ele atua somente para os crentes de sua religião, etc....Nunca concordei com isso, mas entendo isto como uma diferença na "interpretação"/entendimento deste ser. Novamente, tb não concordo, como vc,  com os radicalismos/dogmas decorrentes disso.
 
Ps: Junte a isso os problemas de interpretação dos próprios textos sagrados, e a situação piora.
 
Um exemplo :
 
Jesus Disse - Eu sou o caminho , a verdade...Ninguém virá ao Pai, se não por mim (acho q foi mais ou menos isso).
 
Eu interpreto isto como sendo os ensinamentos de vida que ele deu, o que pregou....Conheço católicos e evangélicos que tb interpretam dessa forma. Porém, a "instituição" religiosa, para manter sua força e poder (o meu deus é o correto, o resto é o inferno) muitas vezes prega que se vc não acreditar em Jesus...no Deus vivo, vc não chegará ao Pai.....
 
Abs
Felipe
 
Abs
Felipe
 
 
 

 


--- Em ter, 25/8/09, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 16:44

 
Olá Luiz

Luiz: " Vc compara visões diferentes de um mesmo Deus...."

Só porque você quer...:-) Visões diferentes geram deuses diferentes, uma vez que TUDO o que temos são as alegações de cada um sobre "seu" deus. Voltamos ao velho problema de definições frouxas e conceitos mal ajambrados.

São deuses tão distintos quanto Quetzacoatal é distinto de Zeus. Distintos porque TUDO sobre eles, fora o fato de que criaram o universo e decidem sobre as vidas humanas, é diferente. Se vai chamar Alah, Javé e Deus de "a mesma coisa", então tem de chamar todos os outros de "a mesma coisa".

O que torna a definição de deus inútil. Deus é tudo é inútil, irracional. Deus é nada, e as variantes de absolutos, não servem para definir nada.

O deus muçulmano vai enviar você ao inferno de dor e sofrimento eternos por motivos diferentes do deus cristão. Segundo o deus cristão, eu vou para o inferno, pois blafesmei contra ele, o único pecado imperdoável.

Não acho, claro que você, Luiz, razoável e gentil, acredite nisso, mas é parte do dogma e tem de aceitar, para aceitar esse deus. Não pode "escolher" que características ou verdades são corretas ou incorretas por sua própria vontade. Se o fizer, estará criando outra coisa, outra religião, pessoal, com outro deus, pessoal, diferente do deus cristão.

A discussão sobre deus ser "um ou tres", se Jesus é deus ou não, rachou a igreja católica em dois, gerando a ortodoxa, que até hoje não se dá com a romana. O que demonstra quão importante é a questão, para eles, e quão diferente é este único deus cristão, para cada vertente.

Luiz: "Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus..."

Mais uma vez, esqueça a existência de deus, é irrelevante para o problema, e para as religiões, que toma como ponto de partida essa existência (sem necessitar de evidência alguma). Não é esta a questão, não se discute a possibilidade de existência de deus. Tudo é possível.

A questão é o que este deus deseja, objetiva, pretende, e as milhares de alegações sobre isso que cada religião faz. É isso que dá identidade a cada deus, não a existência pura e simples.

De novo, um muçulmano não vai ficar feliz de "encontrar deus" depois de morrer, se este não for Alah, sua concepção de Alah. Se no momento do encontro ele descobrir que o Papa Bento estava certo, e que por estar fora da igreja católica, não aceitar Jesus, e se comportar como muçulmano, será enviado ao inferno de dor eterna, ele ficará furioso, triste, horrorizado, desapontado, descrente, e talvez se torne ateu..:-)

Luiz: "Mostra como a cultura influencia a "personificaçã o" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista)."

Só você (e eu, e outras pessoas mais racionais..: -) acha que é pouco o conhecimento. O Papa, e os aiatolas, pensam bem diferente, eles sabem um bocado sobre deus, e tem certeza de que ele existe. Cada um deles, certeza sobre um deus diferente, cada um deles, crente que seu deus vai punir o outro por ser tão tolo e teimoso..:-)

Luiz: "Se interpretamos textos simples de maneiras diferentes e, mesmo assim, as letras que estão lá são as mesmas para todos os leitores, não é surpresa termos interpretações/ personificaçõ es tão diferentes sobre Deus."

Substitua o termo "deus" por "Papai Noel" ou "duendes" ou "unicórnios", e dá no mesmo. Sem qualquer evidência de que exista algo como um deu, cristão, muçulmano, judeu, etc, etc, etc, qualquer alegação é temerária e sem sentido. Eu diria tola, mas pode ofender alguém.

Entenda, Luiz, são deuses diferentes, Alah e Javé, ou terá de considerar TODOS os outros deuses, inclusive os milhares de deuses taoistas, mais os que já não tem mais seguidores, de "mesma coisa". O que torna absurda a proposição e inútil o termo "deus".

Um abraço.

Homero

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, luiz silva <luizfelipecsrj@ ...> escreveu
>
> Ola Homero,
>  
> Vc compara visões diferentes de um mesmo Deus....claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificaçã o"....Sinceramen te, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificaçã o" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista).
>  
> Se interpretamos textos simples de maneiras diferentes e, mesmo assim, as letras que estão lá são as mesmas para todos os leitores, não é surpresa termos interpretações/ personificaçõ es tão diferentes sobre Deus.
>  
>  
> Abs
> Felipe
>  
> --- Em ter, 25/8/09, oraculo333 <oraculo@... > escreveu:
>
>
> De: oraculo333 <oraculo@... >
> Assunto: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 14:31
>
>
>  
>
>
>
> Gil: "Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos estereótipos hollywoodianos. "
>
> Não, Gil, o deus muçulmano não é o deus cristão, pois desejam, querem, objetivam coisas muito diferentes. Embora ambos tenham "criado o universo" isso é pouco como identidade, pois milhares de outros deuses também "criaram o universo", mas ninguém diria que Quetazacoatal é o mesmo deus cristão (ou muçulmano).
>
> Apenas em sentido bem frouxo, e apenas na intenção de "colocar panos quentes" em conflitos religiosos (e posar de civilizados. .:-) é que essa identidade pode ser defendida. Segundo o Papa Bento, apenas o catolicismo e o deus cristão salva, adorar Alah não. Se fossem "o mesmo deus", seria a mesma coisa, não?
>
> Sim, as 3 grandes religiões atuais, os povos "do livro", tem origem comum. Mas é só. O deus de Abraão é totalmente diferente para as 3 religiões, em qualquer sentido minimamente preciso ou racional. Suas características, inclusive, são totalmente dispares, com o deus do antigo testamento (que é só o que judeus aceitam) sendo bem diferente do deus do novo testamento.
>
> Eu não acredito em estereótipos hollywoodanos, eu concluo a partir das alegações e textos das próprias religiões envolvidas.
>
> Como tenho dito, apenas "criar o universo" não define um deus. Seus objetivos, intenções, desejos, o que espera dos seres humanos, o que fará com seres humanos, com suas almas, etc, é que definem um deus.
>
> Uma entidade cósmica poderia ter criado o universo, com objetivos incompreensíveis para nós (por exemplo, gerar mentes cósmicas a partir de estruturas de galáxias) e nós seríamos efeito colateral totalmente ignorado pela entidade.
>
> Esse "criador", como pode perceber, não sustenta nem justifica nenhuma religião..:-)
>
> E de toda forma a questão continua: o que diria um muçulmano se o deus, digamos que Alah mesmo, fosse condena-lo ao inferno de dor e sofrimento eternos, devido a suas ações como muçulmano, e por ter recusado o catolicismo? O que ele diria, Gil?
>
> Homero
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Gil <nanolink01@ ...> escreveu
> >
> > > O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
> > > morrer?
> >
> > Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
> > Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
> > estereótipos hollywoodianos. As diferenças que existem entre os seres
> > humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
> > religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
> > *geograficamente* muito bem localizados e específicos).
> >
> > Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@ >
> > escreveu:
> >
> > > E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
> > > criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
> > > pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
> > > não "acredita nele" me parece por demais absurda.
> >
> > Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
> > ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
> > encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
> > daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)
> >
> > > O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
> > > em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
> > > ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
> > > divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
> > > Dawkins.
> >
> > Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
> > público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber se
> > é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
> > justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
> > menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.
> >
> > Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
> > não.
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SUBJECT: RES: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 10:25

Então, se a cultura influencia as religiões de maneira tão profunda, talvez religião não seja mais do que cultura. Assim, a escolha entre uma ou outra religião dependeria somente da cultura na qual o indivíduo foi criado, e não de uma busca sincera pela verdade. Em outras palavras, descartando-se o pano de fundo cultural, a escolha entre uma ou outra religião seria completamente arbitrária. E, se tal escolha fosse arbitrária, por que se preocupar com ela?

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

alvaro@lunabay.com.br

http://www.lunabay.com.br/

http://twitter.com/alvaro_augusto

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de luiz silva
Enviada em: quarta-feira, 26 de agosto de 2009 08:12
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte

 



Como pode ver, não falei que eram compatíveis :

 

"claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificação"....Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista)."


--- Em ter, 25/8/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:


De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 16:58

 

Visões diferentes? Vejamos: o deus cristão reserva o céu ou o inferno para os homens, enquanto os deuses hindus fazem com que os homens reencarnem como seres superiores ou inferiores, dependendo do comportamento na “vida em curso”. Em outras palavras, as religiões judaico-cristã s pregam início e fim bem definidos, enquanto as religiões hindus pregam infinitos fins e reinícios. É preciso muito boa vontade para compatibilizar essas duas visões.

 

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Alvaro Augusto

alvaro@lunabay. com.br

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http://twitter. com/alvaro_ augusto

 

 

De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist @yahoogrupos. com.br] Em nome de luiz silva
Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 16:12
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte

 

 

Ola Homero,

 

Vc compara visões diferentes de um mesmo Deus....claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificação"....Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista).

 

Se interpretamos textos simples de maneiras diferentes e, mesmo assim, as letras que estão lá são as mesmas para todos os leitores, não é surpresa termos interpretações/ personificaçõ es tão diferentes sobre Deus.

 

 

Abs

Felipe

 

--- Em ter, 25/8/09, oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br> escreveu:


De: oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 14:31

 

Gil: "Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos estereótipos hollywoodianos. "

Não, Gil, o deus muçulmano não é o deus cristão, pois desejam, querem, objetivam coisas muito diferentes. Embora ambos tenham "criado o universo" isso é pouco como identidade, pois milhares de outros deuses também "criaram o universo", mas ninguém diria que Quetazacoatal é o mesmo deus cristão (ou muçulmano).

Apenas em sentido bem frouxo, e apenas na intenção de "colocar panos quentes" em conflitos religiosos (e posar de civilizados. .:-) é que essa identidade pode ser defendida. Segundo o Papa Bento, apenas o catolicismo e o deus cristão salva, adorar Alah não. Se fossem "o mesmo deus", seria a mesma coisa, não?

Sim, as 3 grandes religiões atuais, os povos "do livro", tem origem comum. Mas é só. O deus de Abraão é totalmente diferente para as 3 religiões, em qualquer sentido minimamente preciso ou racional. Suas características, inclusive, são totalmente dispares, com o deus do antigo testamento (que é só o que judeus aceitam) sendo bem diferente do deus do novo testamento.

Eu não acredito em estereótipos hollywoodanos, eu concluo a partir das alegações e textos das próprias religiões envolvidas.

Como tenho dito, apenas "criar o universo" não define um deus. Seus objetivos, intenções, desejos, o que espera dos seres humanos, o que fará com seres humanos, com suas almas, etc, é que definem um deus.

Uma entidade cósmica poderia ter criado o universo, com objetivos incompreensíveis para nós (por exemplo, gerar mentes cósmicas a partir de estruturas de galáxias) e nós seríamos efeito colateral totalmente ignorado pela entidade.

Esse "criador", como pode perceber, não sustenta nem justifica nenhuma religião..:-)

E de toda forma a questão continua: o que diria um muçulmano se o deus, digamos que Alah mesmo, fosse condena-lo ao inferno de dor e sofrimento eternos, devido a suas ações como muçulmano, e por ter recusado o catolicismo? O que ele diria, Gil?

Homero

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Gil <nanolink01@ ...> escreveu
>
> > O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
> > morrer?
>
> Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
> Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
> estereótipos hollywoodianos. As diferenças que existem entre os seres
> humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
> religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
> *geograficamente* muito bem localizados e específicos).
>
> Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@... >
> escreveu:
>
> > E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
> > criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
> > pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
> > não "acredita nele" me parece por demais absurda.
>
> Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
> ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
> encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
> daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)
>
> > O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
> > em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
> > ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
> > divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
> > Dawkins.
>
> Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
> público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber se
> é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
> justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
> menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.
>
> Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
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>

 


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SUBJECT: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 10:28

Da minha parte, não só a Terra é oca, como ela foi criada pelo monstro de espaguete que mora dentro do  bule de chá que orbita Marte (ou Júpiter, dependendo da estação do ano...).

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Belmiro Wolski
Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 21:20
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 



    Creio que passamos a uma questão de fé. Eu, por exemplo, acredito piamente que a Terra é ôca e nada do que ninguém me disser fará com que eu mude de idéia. A Terra é ôca e fim!!!

 

    [],s

 

    Belmiro

 

    P.S.

 

    Mas hein? Eu achava que a definição de crackpot tinha algo de fantasioso.



--- Em ter, 25/8/09, Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo..com.br> escreveu:


De: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
Assunto: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Cc: alfredomc2@yahoo.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 21:15

 

Sr. Takata: tal previsão está errada, pois nem Fobos, nem Deimos, nem lua nenhuma irá cair, nunca, segundo a minha teoria.  Veja os comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica", no site webartigos.com , onde digo o porque.  Alfredo Castro, autor.



--- Em ter, 25/8/09, rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br> escreveu:


De: rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br>
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 19:31

 

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
> Fobos orbita a menos de seis mil quilômetros da supeficie marciana,
> tendo seu raio orbital médio calculado em nove mil e quatrocentos
> quilômetros,  com pequena exentricidade,  num período de menos de
> oito horas, e AINDA NÃO CAIU EM MARTE?  COMO?  Você já viu as fotos
> de Fobos?  Parece uma batata de vinte e seis quilômetros!

Bem, a *diminuição* da órbita de Fobos é calculada - cerca de 20 cm por ano. Logo, a idéia de estabilidade orbital já é refutada por aí.

Fobos ainda não caiu em Marte, pois a previsão é que isso ocorra daqui a uns 10 milhões de anos.

[]s,

Roberto Takata

 


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SUBJECT: RE: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 26/08/2009 11:10

Irmão Amauri:  agradeço o comentário, o qual complemento: gravidades e antigravidades (a repulsão da antimatéria centro astral).  Um abração, Alfredo Castro, autor.

--- Em qua, 26/8/09, Amauri Jr <amaurijunior23@zoho.com> escreveu:

De: Amauri Jr <amaurijunior23@zoho.com>
Assunto: RE: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 1:05

 
É verdade irmão Alfredo, os corpos celestes se repelem por causa das suas gravidades

sds
Amauri


Tanta ignorancia, não pode existir racistas no Brasil
IREMOS DESTRUIR!
Bando de idiotas, doentes mentais
Fora do Brasil, RACISMO NUNCA MAIS!)
(bota gasta - Somos Uma Mistura De Raça"

http://twitter. com/Amaurijr23


---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 14:47:36 -0700 alfredo manoel de castro <alfredomc1@hotmail. com> escreveu ----

Caro Amauri, meu irmão: "luas não caem ou se perdem dos seus planetas, bem como estes em relação às suas estrelas", agradeço a força e leia o resumo "Estabilidade Orbital Astronômica - Síntese", no site webartigos.com . Um grande abraço, Alfredo Castro, autor.


To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
From: amaurijunior23@ zoho.com
Date: Mon, 24 Aug 2009 11:50:04 -0700
Subject: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

A teoria do irmão Alfrredo faz sentido, pois todos os meteoritos que se provou que vieram de Marte continham aminoácidos ou formas cristalisadas de vida que prova que algo inpactou o planeta vermelho...será que não foi uma lua? Ou eis que de repente a vida e a atimosfera iria desaparecer?



sds
Amauri


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---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 06:14:23 -0700 Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.. com.br> escreveu ----

Sugestão: a barreira entre matéria e antimatéria é composta por cristais de
dilítio!

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay. com.br
http://www.lunabay. com.br/
http://twitter. com/alvaro_ augusto

-----Mensagem original---- -
De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist@ yahoogrupos. com.br]
Em nome de rmtakata
Enviada em: domingo, 23 de agosto de 2009 23:55
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, alfredo manoel de castro
> Dizer que a maré cheia oposta à Lua nova e ao Sol é causada pelo
> deslocamento do centro de gravidade do sistema Terra/Lua, está,
> também a meu ver, errado

Sim, é errado e isso *não* faz parte da teoria vigente. A explicação
deduzida da mecânica newtoniana é das forças gravitacionais diferenciais.

Aqui uma explicação relativamente simples e acurada:
http://astro. if.ufrgs. br/fordif/ node1.htm

> Porém, para acreditar nisto, busco provas concretas, irrefutáveis.

Então você *NÃO* estará fazendo ciências. Em ciências não há *provas* quanto
mais *irrefutáveis* . O processo consiste em testes de hipóteses: verifica-se
a predição de uma teoria é observada em experimentos e observações na
natureza.

> Se achá-las, por favor, ME INFORME.

A teoria vigente é muito melhor do que a sua. Então nem é preciso buscar
muito.

1)
Teoria vigente: o centro dos planetas é composto por matéria ordinária;
Sua teoria: o centro dos planetas é composto por antimatéria;

Fato1: as camadas exteriores dos planetas do Sistema Solar são compostas de
matéria comum.
Corolário: se o centro fosse composto de antimatéria, haveria aniquilação e
intensa liberação de energia; ergo, os planetas explodiriam.

Fato2: Os planetas estão íntegros.
Conclusão1: O centro dos planetas são compostos por matéria comum.

Conclusão2: sua teoria está errada.

Hipótese ad hoc: existe uma barreira entre antimatéria e matéria.
Dificuldade: não há nenhum indício da existência de tal barreira: entidade
imaginária sendo criada para justificar a inobservância de uma predição -
não é um bom prognóstico para uma teoria.

Indícios de que matéria ordinária forma o centro da Terra:
- campo magnético gerado pela rotação de um núcleo metálico sólido envolto
por uma camada metálica liquefeita (estrutura do núcleo identificada por
gravimetria e ondas sísmicas);
- ondas sísmicas não indicam nenhuma descontinuidade espacial entre as
camadas do núcleo e da superfície - ergo, não há a tal barreira a impedir
contato de um centro de antimatéria com uma casca de matéria;
- meteoritos formados por centros de planetóides - meteoritos metálicos -
são formados por matéria ordinária;

Motivação a priori para que não haja um centro de antimatéria nos planetas:
1) eles não poderiam ser formados - observações astronômicas corroboram
modelo de formação de planetas ao redor de estrelas por acresção;
1b) planetas como a Terra são formados de restos de estrelas de segunda
geração;
2) não há nenhum vestígio de antimatéria nas análises de radiação cósmica de
fundo;
-----------

Além disso seu conhecimento de física precisa ser muito aprimorado.
Antimatéria *não* é gravitacionalmente repulsiva. Antimatéria comporta-se
como matéria em relação à gravidade: sua massa é positiva. Antimatéria tem
carga *elétrica* oposta: ou eventualmente spin ou carga de cor ou sabor.

O período de rotação de Mercúrio é facilmente explicado pela sincronização
da rotação causada pelo efeito das marés. A tendência é a rotação de
Mercúrio ter um período igual ao de sua órbita. Como ocorre com a Lua e com
os satélites de Marte. (Isto é, a Lua não deixou de girar, apenas que sua
velocidade de giro ao redor de seu próprio eixo é igual à velocidade de giro
ao redor da Terra. Na verdade, a própria Terra deve, no futuro, ter sempre a
mesma face voltada para a Lua - a taxa de diminuição da velocidade de
rotação da Terra é medida e é igual à taxa calculada.)

[]s,

Roberto Takata






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SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: André Luciano Dias <andre.luciano.dias@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 11:16

"Minha teoria X é conflitante com a teoria Y. O evento E, previsto
pela teoria Y, não vai acontecer pois a teoria X diz que não vai
acontecer. Logo a teoria X está correta e Y é inválida."

Genial :)

[]´s

André

2009/8/25 Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>:
>
>
> Sr. Takata: tal previsão está errada, pois nem Fobos, nem Deimos, nem lua
> nenhuma irá cair, nunca, segundo a minha teoria.  Veja os comentários de
> "Estabilidade Orbital Astronômica", no site webartigos.com , onde digo o
> porque.  Alfredo Castro, autor.
>
>
>
> --- Em ter, 25/8/09, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:
>
> De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
> Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 19:31
>
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
>> Fobos orbita a menos de seis mil quilômetros da supeficie marciana,
>> tendo seu raio orbital médio calculado em nove mil e quatrocentos
>> quilômetros,  com pequena exentricidade,  num período de menos de
>> oito horas, e AINDA NÃO CAIU EM MARTE?  COMO?  Você já viu as fotos
>> de Fobos?  Parece uma batata de vinte e seis quilômetros!
>
> Bem, a *diminuição* da órbita de Fobos é calculada - cerca de 20 cm por ano.
> Logo, a idéia de estabilidade orbital já é refutada por aí.
>
> Fobos ainda não caiu em Marte, pois a previsão é que isso ocorra daqui a uns
> 10 milhões de anos.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>
> ________________________________
> Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 -
> Celebridades - Música - Esportes
>
>


SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 26/08/2009 11:22

Irmão Roberto:  as opiniões são livres.  Quanto às respostas aos questionamentos, tenho me empenhado em responder todas as que PENSO QUE SEI.  Acredito não ter deixado nenhuma resposta a ser dada, mesmo que tenha sido com um simples "NÃO SEI", e basta pesquisar as anteriores.  Mas sou "democrático":
posso estar algo errado, algo certo.  Por favor, tendo provas, ME CORRIJAM.  Alfredo Castro, autor.
--- Em qua, 26/8/09, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 11:14

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
> Sr. Takata: tal previsão está errada, pois nem Fobos, nem Deimos,
> nem lua nenhuma irá cair, nunca, segundo a minha teoria.

Desculpe-me, mas quando é que se estabeleceu que o fato de sua teoria dizer alguma coisa significa que é isso que vai acontecer e com isso possamos concluir que está errado o que disser o contrário?

Você continua sem responder aos questionamentos feitos nesta mensagem:
http://br.groups. yahoo.com/ group/ciencialis t/message/ 74777
-----------

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Amauri Jr <amaurijunior23@zoho.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 11:49

Todos que não usam dos padrões do pensamento do senso comum cientifico é um crackpot, a definição ficou como um esteriotipo para definir aqueles que não entram em nossas próproas crenças, mesmo se estas pensamos ser as verdadeiras.

sds
Amauri


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http://twitter.com/Amaurijr23


---- Ligado Ter, 25 Ago 2009 17:19:32 -0700 Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu ----

Creio que passamos a uma questão de fé. Eu, por exemplo, acredito piamente que a Terra é ôca e nada do que ninguém me disser fará com que eu mude de idéia. A Terra é ôca e fim!!!
[],s
Belmiro
P.S.
Mas hein? Eu achava que a definição de crackpot tinha algo de fantasioso.


--- Em ter, 25/8/09, Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo..com.br> escreveu:

De: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
Assunto: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Cc: alfredomc2@yahoo.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 21:15

Sr. Takata: tal previsão está errada, pois nem Fobos, nem Deimos, nem lua nenhuma irá cair, nunca, segundo a minha teoria. Veja os comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica", no site webartigos.com , onde digo o porque. Alfredo Castro, autor.



--- Em ter, 25/8/09, rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br> escreveu:

De: rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br>
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 19:31

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
> Fobos orbita a menos de seis mil quilômetros da supeficie marciana,
> tendo seu raio orbital médio calculado em nove mil e quatrocentos
> quilômetros, com pequena exentricidade, num período de menos de
> oito horas, e AINDA NÃO CAIU EM MARTE? COMO? Você já viu as fotos
> de Fobos? Parece uma batata de vinte e seis quilômetros!

Bem, a *diminuição* da órbita de Fobos é calculada - cerca de 20 cm por ano. Logo, a idéia de estabilidade orbital já é refutada por aí.

Fobos ainda não caiu em Marte, pois a previsão é que isso ocorra daqui a uns 10 milhões de anos.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 12:12

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Alfredo Castro
> Acredito não ter deixado nenhuma resposta a ser dada, mesmo que
> tenha sido com um simples "NÃO SEI", e basta pesquisar as
> anteriores.

Irei reproduzir as perguntas:
----------------
Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é um gato
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é preto;
b) Clóvis não é preto;
c) Não sabemos, apenas por isso, a cor de Clóvis.

Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é azul.
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é um gato;
b) Clóvis não é um gato;
c) Não sabemos, apenas por isso, se Clóvis é ou não um gato.

Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é preto
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é um gato;
b) Clóvis não é um gato;
c) Não sabemos, apenas por isso, se Clóvis é ou não um gato.

Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é um cachorro.
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é preto;
b) Clóvis não é preto;
c) Não sabemos, apenas por isso, a cor de Clóvis.
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/74777
--------------

Fico no aguardo das respostas.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Estabilidade Orbital
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: Ciencialist egroups <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 26/08/2009 12:17

 Caros irmãos do Ciencialist:  para entender minhas teorias, é preciso ter a "mente aberta".  A física deve ser  "mecanicamente" entendida e depois confirmada matematicamente.  Não adianta ter a mente ocupada de conceitos contraditórios e confusos sobre física quântica, cujo maior resultado tem sido o de atrapalhar todo e qualquer raciocínio LÓGICO a respeito.
Pense da seguinte forma: ímãs existem.  Possuem atração e repulsão.    Pense mais longe:  Fobos, a lua mais próxima de Marte, tem  +-  vinte e seis quilômetros de extensão (parece uma "batata" gigante,  CHEIA DE CRATERAS).   Orbita a +- seis mil quilômetros da supérfície planetária, e Marte tem um pouco mais do que isso de diâmetro.   Logo, o ângulo de entrada de algum meteoróide para chocar-se com Fobos, pelos meus cálculos, é ortogonalmente de +-  duzentos e setenta graus PARA FORA DE  MARTE.   Pela tamanha proximidade do referido satélite a Marte, comparada a dos demais satélites naturais conhecidos,  OS IMPACTOS METEORÓIDES RECEBIDOS AO LONGO DE ERAS POR TAL SATÉLITE NATURAL JÁ O TERIAM  FEITO CAIR, pelo vetor de forças predominantes, cuja resultante é centrípeta.  E no entanto ainda está lá!!!  Causa mais provável: repulsão de antimatéria centro astral. Um grande abraço,  Alfredo Castro, autor.
("Estabilidade Orbital Astronômica",  webartigos.com ).


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SUBJECT: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 12:20

 
Concordo,
 
A religião e a cultura estão intimamente relacionadas.
 
Acho válido o que vc escreveu com relação a uma buca sincera pela verdade, desde que esta análise seja "externa", pois para os seguidores de determinada religião eles estão realmente numa busca sincera da verdade.
 
Concordo 100% com vc com relação ao final.....por isto não me preocupo com esta escolha e não tenho religião. O máximo que faço, com relação às religiões, é tentar entender/interpretar o que cada uma delas fala....as suas mensagens.
 
Abs
Felipe

--- Em qua, 26/8/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:

De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: RES: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 10:25

 

Então, se a cultura influencia as religiões de maneira tão profunda, talvez religião não seja mais do que cultura. Assim, a escolha entre uma ou outra religião dependeria somente da cultura na qual o indivíduo foi criado, e não de uma busca sincera pela verdade. Em outras palavras, descartando- se o pano de fundo cultural, a escolha entre uma ou outra religião seria completamente arbitrária. E, se tal escolha fosse arbitrária, por que se preocupar com ela?

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

alvaro@lunabay. com.br

http://www.lunabay. com.br/

http://twitter. com/alvaro_ augusto

 

 

De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist @yahoogrupos. com.br] Em nome de luiz silva
Enviada em: quarta-feira, 26 de agosto de 2009 08:12
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Assunto: Re: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte

 



Como pode ver, não falei que eram compatíveis :

 

"claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificação"....Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista)."


--- Em ter, 25/8/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br> escreveu:


De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br>
Assunto: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 16:58

 

Visões diferentes? Vejamos: o deus cristão reserva o céu ou o inferno para os homens, enquanto os deuses hindus fazem com que os homens reencarnem como seres superiores ou inferiores, dependendo do comportamento na “vida em curso”. Em outras palavras, as religiões judaico-cristã s pregam início e fim bem definidos, enquanto as religiões hindus pregam infinitos fins e reinícios. É preciso muito boa vontade para compatibilizar essas duas visões.

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

alvaro@lunabay. com.br

http://www.lunabay. com.br/

http://twitter. com/alvaro_ augusto

 

 

De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist @yahoogrupos. com.br] Em nome de luiz silva
Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 16:12
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte

 

 

Ola Homero,

 

Vc compara visões diferentes de um mesmo Deus....claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificação"....Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista).

 

Se interpretamos textos simples de maneiras diferentes e, mesmo assim, as letras que estão lá são as mesmas para todos os leitores, não é surpresa termos interpretações/ personificaçõ es tão diferentes sobre Deus.

 

 

Abs

Felipe

 

--- Em ter, 25/8/09, oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br> escreveu:


De: oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 14:31

 

Gil: "Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos estereótipos hollywoodianos. "

Não, Gil, o deus muçulmano não é o deus cristão, pois desejam, querem, objetivam coisas muito diferentes. Embora ambos tenham "criado o universo" isso é pouco como identidade, pois milhares de outros deuses também "criaram o universo", mas ninguém diria que Quetazacoatal é o mesmo deus cristão (ou muçulmano).

Apenas em sentido bem frouxo, e apenas na intenção de "colocar panos quentes" em conflitos religiosos (e posar de civilizados. .:-) é que essa identidade pode ser defendida. Segundo o Papa Bento, apenas o catolicismo e o deus cristão salva, adorar Alah não. Se fossem "o mesmo deus", seria a mesma coisa, não?

Sim, as 3 grandes religiões atuais, os povos "do livro", tem origem comum. Mas é só. O deus de Abraão é totalmente diferente para as 3 religiões, em qualquer sentido minimamente preciso ou racional. Suas características, inclusive, são totalmente dispares, com o deus do antigo testamento (que é só o que judeus aceitam) sendo bem diferente do deus do novo testamento.

Eu não acredito em estereótipos hollywoodanos, eu concluo a partir das alegações e textos das próprias religiões envolvidas.

Como tenho dito, apenas "criar o universo" não define um deus. Seus objetivos, intenções, desejos, o que espera dos seres humanos, o que fará com seres humanos, com suas almas, etc, é que definem um deus.

Uma entidade cósmica poderia ter criado o universo, com objetivos incompreensíveis para nós (por exemplo, gerar mentes cósmicas a partir de estruturas de galáxias) e nós seríamos efeito colateral totalmente ignorado pela entidade.

Esse "criador", como pode perceber, não sustenta nem justifica nenhuma religião..:-)

E de toda forma a questão continua: o que diria um muçulmano se o deus, digamos que Alah mesmo, fosse condena-lo ao inferno de dor e sofrimento eternos, devido a suas ações como muçulmano, e por ter recusado o catolicismo? O que ele diria, Gil?

Homero

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Gil <nanolink01@ ...> escreveu
>
> > O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
> > morrer?
>
> Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
> Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
> estereótipos hollywoodianos. As diferenças que existem entre os seres
> humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
> religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
> *geograficamente* muito bem localizados e específicos).
>
> Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@... >
> escreveu:
>
> > E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
> > criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
> > pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
> > não "acredita nele" me parece por demais absurda.
>
> Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
> ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
> encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
> daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)
>
> > O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
> > em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
> > ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
> > divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
> > Dawkins.
>
> Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
> público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber se
> é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
> justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
> menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.
>
> Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
> não.
>

 


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SUBJECT: Re: Estabilidade Orbital
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 13:12

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Alfredo Castro
> satélites naturais conhecidos,  OS IMPACTOS METEORÓIDES RECEBIDOS
> AO LONGO DE ERAS POR TAL SATÉLITE NATURAL JÁ O TERIAM  FEITO CAIR,
> pelo vetor de forças predominantes, cuja resultante é centrípeta. 
> E no entanto ainda está lá!!!  Causa mais provável: repulsão de
> antimatéria centro astral. Um grande abraço,  Alfredo Castro, autor.

Já discutimos que se houvesse antimatéria no centro dos planetas, os planetas há muito teriam explodido.

Mas vamos ignorar esse fato. Sim, *FATO*, não opinião. A aniquilação mútua de matéria e antimatéria está amplamente documentada em laboratório.

Ignorando isso, você precisa atentar para uma conclusão lógica da suposição de que sua teoria está correta: para início de conversa *JAMAIS* seria possível *QUALQUER* queda de meteoróides ou cometas nos planetas, isso porque os meteoróides e cometas estariam estáveis em suas respectivas órbitas - e qualquer perturbação nelas seria corrigido pelo fantasmagórico efeito das antimatérias castrianas.

Então, ou realmente *JAMAIS* houve *QUALQUER* impacto nos planetas - e com isso eles não poderiam justificar a refutação da teoria corrente e, o que é realmente esquisito, teríamos que encontrar outra explicação para as crateras nos corpos celestes e, pior, encontrar explicação para as observações de estrelas cadentes e do que foi interpretado como o impacto do cometa Schumacher-Levy em Júpiter (não, é pouco provável que Rubinho Barrichello tenha jogado uma mola no cometa); ou realmente *HOUVE* e *HÁ* impactos de meteoróides contra os planetas, e, nesse caso, as órbitas não são permanentemente estáveis (exatamente como a teoria corrente prevê) e, portanto, sem surpresas sua teoria está errada.

As crateras em Fobos não são problemáticas. Basta analisar as energias envolvidas. A cratera Stickney, tem uma energia de impacto de formação estimada em algo como 1,7.10^18 joules, o que deve ter afetado a velocidade de órbita em apenas 1 m/s - aumentando em "drásticos" 40 segundos seu período de translação cerca de 7h40min.
http://www.lpi.usra.edu/meetings/lpsc1991/pdf/1308.pdf
----------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 13:14

Errado de novo! A gravidade é atrativa em qualquer escala que envolva galáxias ou objetos menos extensos e as evidências atuais sugerem que ela só se torna repulsiva em escala muito, muito grande, envolvendo aglomerados de galáxias.

 

Não adianta formular uma hipótese e passar a aceitá-la somente porque ela nos é agradável. O universo não foi construído de acordo com nossas especificações!

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Amauri Jr
Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 22:06
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RE: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 



É verdade irmão Alfredo, os corpos celestes se repelem por causa das suas gravidades

sds

Amauri

 


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---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 14:47:36 -0700 alfredo manoel de castro <alfredomc1@hotmail.com> escreveu ----

Caro Amauri, meu irmão: "luas não caem ou se perdem dos seus planetas, bem como estes em relação às suas estrelas", agradeço a força e leia o resumo "Estabilidade Orbital Astronômica - Síntese", no site webartigos.com . Um grande abraço, Alfredo Castro, autor.


To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: amaurijunior23@zoho.com
Date: Mon, 24 Aug 2009 11:50:04 -0700
Subject: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

A teoria do irmão Alfrredo faz sentido, pois todos os meteoritos que se provou que vieram de Marte continham aminoácidos ou formas cristalisadas de vida que prova que algo inpactou o planeta vermelho...será que não foi uma lua? Ou eis que de repente a vida e a atimosfera iria desaparecer?

 

 

 

sds

Amauri

 


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---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 06:14:23 -0700 Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu ----

Sugestão: a barreira entre matéria e antimatéria é composta por cristais de
dilítio!

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay.com.br
http://www.lunabay.com.br/
http://twitter.com/alvaro_augusto

-----Mensagem original-----
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de rmtakata
Enviada em: domingo, 23 de agosto de 2009 23:55
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, alfredo manoel de castro
> Dizer que a maré cheia oposta à Lua nova e ao Sol é causada pelo
> deslocamento do centro de gravidade do sistema Terra/Lua, está,
> também a meu ver, errado

Sim, é errado e isso *não* faz parte da teoria vigente. A explicação
deduzida da mecânica newtoniana é das forças gravitacionais diferenciais.

Aqui uma explicação relativamente simples e acurada:
http://astro.if.ufrgs.br/fordif/node1.htm

> Porém, para acreditar nisto, busco provas concretas, irrefutáveis.

Então você *NÃO* estará fazendo ciências. Em ciências não há *provas* quanto
mais *irrefutáveis*. O processo consiste em testes de hipóteses: verifica-se
a predição de uma teoria é observada em experimentos e observações na
natureza.

> Se achá-las, por favor, ME INFORME.

A teoria vigente é muito melhor do que a sua. Então nem é preciso buscar
muito.

1)
Teoria vigente: o centro dos planetas é composto por matéria ordinária;
Sua teoria: o centro dos planetas é composto por antimatéria;

Fato1: as camadas exteriores dos planetas do Sistema Solar são compostas de
matéria comum.
Corolário: se o centro fosse composto de antimatéria, haveria aniquilação e
intensa liberação de energia; ergo, os planetas explodiriam.

Fato2: Os planetas estão íntegros.
Conclusão1: O centro dos planetas são compostos por matéria comum.

Conclusão2: sua teoria está errada.

Hipótese ad hoc: existe uma barreira entre antimatéria e matéria.
Dificuldade: não há nenhum indício da existência de tal barreira: entidade
imaginária sendo criada para justificar a inobservância de uma predição -
não é um bom prognóstico para uma teoria.

Indícios de que matéria ordinária forma o centro da Terra:
- campo magnético gerado pela rotação de um núcleo metálico sólido envolto
por uma camada metálica liquefeita (estrutura do núcleo identificada por
gravimetria e ondas sísmicas);
- ondas sísmicas não indicam nenhuma descontinuidade espacial entre as
camadas do núcleo e da superfície - ergo, não há a tal barreira a impedir
contato de um centro de antimatéria com uma casca de matéria;
- meteoritos formados por centros de planetóides - meteoritos metálicos -
são formados por matéria ordinária;

Motivação a priori para que não haja um centro de antimatéria nos planetas:
1) eles não poderiam ser formados - observações astronômicas corroboram
modelo de formação de planetas ao redor de estrelas por acresção;
1b) planetas como a Terra são formados de restos de estrelas de segunda
geração;
2) não há nenhum vestígio de antimatéria nas análises de radiação cósmica de
fundo;
-----------

Além disso seu conhecimento de física precisa ser muito aprimorado.
Antimatéria *não* é gravitacionalmente repulsiva. Antimatéria comporta-se
como matéria em relação à gravidade: sua massa é positiva. Antimatéria tem
carga *elétrica* oposta: ou eventualmente spin ou carga de cor ou sabor.

O período de rotação de Mercúrio é facilmente explicado pela sincronização
da rotação causada pelo efeito das marés. A tendência é a rotação de
Mercúrio ter um período igual ao de sua órbita. Como ocorre com a Lua e com
os satélites de Marte. (Isto é, a Lua não deixou de girar, apenas que sua
velocidade de giro ao redor de seu próprio eixo é igual à velocidade de giro
ao redor da Terra. Na verdade, a própria Terra deve, no futuro, ter sempre a
mesma face voltada para a Lua - a taxa de diminuição da velocidade de
rotação da Terra é medida e é igual à taxa calculada.)

[]s,

Roberto Takata

 

 


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SUBJECT: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 13:14

Errado. Um crackpot é alguém que propõe uma teoria que, no final das contas, é irrefutável. E, sendo irrefutável, não é ciência. Todos os crackpots querem ser Einstein, que no início trabalhou sozinho, em situação de franco isolamento do mundo acadêmico, apostando somente nas próprias ideais e podendo conversar apenas com a esposa e com um amigo. Só que o produto foi uma teoria que se baseia em hipóteses refutáveis e prevê fenômenos observáveis. Na verdade, foi exatamente a teoria da relatividade quem ajudou a criar o conceito de refutabilidade (ou falseabilidade, como preferem alguns).

 

A diferença é que Einstein elaborou suas teorias a partir do que havia de melhor em termos de ciência à época. E, embora ele tenha tido problemas  com falta de referências (coisa que seria inadmissível nos dias de hoje), ele nunca disse: “eu estou certo porque estou certo”.

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Amauri Jr
Enviada em: quarta-feira, 26 de agosto de 2009 11:49
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 



Todos que não usam dos padrões do pensamento do senso comum cientifico é um crackpot, a definição ficou como um esteriotipo para definir aqueles que não entram em nossas próproas crenças, mesmo se estas pensamos ser as verdadeiras.

sds

Amauri

 


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---- Ligado Ter, 25 Ago 2009 17:19:32 -0700 Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu ----

Creio que passamos a uma questão de fé. Eu, por exemplo, acredito piamente que a Terra é ôca e nada do que ninguém me disser fará com que eu mude de idéia. A Terra é ôca e fim!!!

[],s

Belmiro

P.S.

Mas hein? Eu achava que a definição de crackpot tinha algo de fantasioso.



--- Em ter, 25/8/09, Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo..com.br> escreveu:


De: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
Assunto: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Cc: alfredomc2@yahoo.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 21:15

Sr. Takata: tal previsão está errada, pois nem Fobos, nem Deimos, nem lua nenhuma irá cair, nunca, segundo a minha teoria. Veja os comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica", no site webartigos.com , onde digo o porque. Alfredo Castro, autor.



--- Em ter, 25/8/09, rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br> escreveu:


De: rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br>
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 19:31

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
> Fobos orbita a menos de seis mil quilômetros da supeficie marciana,
> tendo seu raio orbital médio calculado em nove mil e quatrocentos
> quilômetros, com pequena exentricidade, num período de menos de
> oito horas, e AINDA NÃO CAIU EM MARTE? COMO? Você já viu as fotos
> de Fobos? Parece uma batata de vinte e seis quilômetros!

Bem, a *diminuição* da órbita de Fobos é calculada - cerca de 20 cm por ano. Logo, a idéia de estabilidade orbital já é refutada por aí.

Fobos ainda não caiu em Marte, pois a previsão é que isso ocorra daqui a uns 10 milhões de anos.

[]s,

Roberto Takata

 


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Estabilidade Orbital
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 13:17

Olá Alfedro,
 
Mente aberta sempre....Creio que eu sou um dos que mais tem mente aberta aqui na lista. Porém, crieo que vc também deve praticar o que prega.....ou seja, mente aberta.
 
Por exemplo, mesmo que assim o fosse (o exemplo que vc deu), a causa mais provável seria, neste caso, DESCONHECIDA....além da sua, apareceriam outras  teorias na tentativa de explicar o que está ocorrendo e, não necessariamente, a sua teoria seria a mais aceita.
 
Ou vc tem dúvidas de que é possível se propor um modelo alternativo (ao seu) para explicar o que a sua teoria explica ?
 
Pelo que tenho lido na discussão (confesso que não li o seu artigo), a sua posição de defesa da sua teoria é muito radical e, aparentemnete, vc não apresentou nenhuma evidência a favor das suas alegações.
 
Outra coisa que acho importante : as pessoas aqui da lista (que estão comentando e debatendo com vc), com poucas excessões, são bem razoáveis....Acho que seria "legal" vc refletir sobre as críticas feitas ao invés de falar não, vcs estão errados e eu estou certo!!!
 
Como sou curioso, vou ler o seu texto (talvez isto responda a pergunta que vc fez ao pessoal do pq deles terem lido seu texto e estarem te dando a atenção, se acham que está tudo errado)..
 
Um Abraço,
Felipe

--- Em qua, 26/8/09, Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br> escreveu:

De: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
Assunto: [ciencialist] Estabilidade Orbital
Para: "Ciencialist egroups" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Cc: alfredomc2@yahoo.com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 12:17

 
 Caros irmãos do Ciencialist:  para entender minhas teorias, é preciso ter a "mente aberta".  A física deve ser  "mecanicamente" entendida e depois confirmada matematicamente.  Não adianta ter a mente ocupada de conceitos contraditórios e confusos sobre física quântica, cujo maior resultado tem sido o de atrapalhar todo e qualquer raciocínio LÓGICO a respeito.
Pense da seguinte forma: ímãs existem.  Possuem atração e repulsão.    Pense mais longe:  Fobos, a lua mais próxima de Marte, tem  +-  vinte e seis quilômetros de extensão (parece uma "batata" gigante,  CHEIA DE CRATERAS).   Orbita a +- seis mil quilômetros da supérfície planetária, e Marte tem um pouco mais do que isso de diâmetro.   Logo, o ângulo de entrada de algum meteoróide para chocar-se com Fobos, pelos meus cálculos, é ortogonalmente de +-  duzentos e setenta graus PARA FORA DE  MARTE.   Pela tamanha proximidade do referido satélite a Marte, comparada a dos demais satélites naturais conhecidos,  OS IMPACTOS METEORÓIDES RECEBIDOS AO LONGO DE ERAS POR TAL SATÉLITE NATURAL JÁ O TERIAM  FEITO CAIR, pelo vetor de forças predominantes, cuja resultante é centrípeta.  E no entanto ainda está lá!!!  Causa mais provável: repulsão de antimatéria centro astral. Um grande abraço,  Alfredo Castro, autor.
("Estabilidade Orbital Astronômica",  webartigos.com ).


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Estabilidade Orbital
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 13:26

Alfredo,
 
Você considerou a hipótese de Fobos ser um asteróide que foi capturado por Marte e que poderia ter levado muitos impactos antes de estar em órbita do planeta? Inclusive, alguns destes impactos poderiam até o ter direciondo para Marte. E, com este em órbita do planeta, você sabe a potência dos impactos que este sofreu? Se algum impacto seriam suficiente para fazê-lo cair no planeta?
 
[]´s,
Jeff.
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, August 26, 2009 12:17 PM
Subject: [ciencialist] Estabilidade Orbital

 

 Caros irmãos do Ciencialist:  para entender minhas teorias, é preciso ter a "mente aberta".  A física deve ser  "mecanicamente" entendida e depois confirmada matematicamente.  Não adianta ter a mente ocupada de conceitos contraditórios e confusos sobre física quântica, cujo maior resultado tem sido o de atrapalhar todo e qualquer raciocínio LÓGICO a respeito.
Pense da seguinte forma: ímãs existem.  Possuem atração e repulsão.    Pense mais longe:  Fobos, a lua mais próxima de Marte, tem  +-  vinte e seis quilômetros de extensão (parece uma "batata" gigante,  CHEIA DE CRATERAS).   Orbita a +- seis mil quilômetros da supérfície planetária, e Marte tem um pouco mais do que isso de diâmetro.   Logo, o ângulo de entrada de algum meteoróide para chocar-se com Fobos, pelos meus cálculos, é ortogonalmente de +-  duzentos e setenta graus PARA FORA DE  MARTE.   Pela tamanha proximidade do referido satélite a Marte, comparada a dos demais satélites naturais conhecidos,  OS IMPACTOS METEORÓIDES RECEBIDOS AO LONGO DE ERAS POR TAL SATÉLITE NATURAL JÁ O TERIAM  FEITO CAIR, pelo vetor de forças predominantes, cuja resultante é centrípeta.  E no entanto ainda está lá!!!  Causa mais provável: repulsão de antimatéria centro astral. Um grande abraço,  Alfredo Castro, autor.
("Estabilidade Orbital Astronômica",  webartigos.com ).


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SUBJECT: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "manuelbulcao" <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 13:49

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Marcelo Cortimiglia <cortimiglia@...> escreveu

> Ja sei! Vamos esperar 10 milhoes de anos para testar a teoria! Claro!

Manuel: Hipótese científica é a que faz predição testável. E *predição* compreende tanto *previsão* de eventos futuros como *predição* de eventos passados (retrodição).

Pois bem, muitos animais têm ciclos lunares, geralmente ligados à procriação. Tais ciclos ficam registrados de alguma maneira em seus próprios corpos. Assim, fósseis de animais podem dar alguma pista sobre como era a relação entre a Terra e a Lua há dezenas de milhões de anos (a peridiocidade lunar, a proximidade entre o nosso planeta e o seu satélite).

Ora, estudos paleontológicos de fósseis de náutilos e nautilóides (um tipo de molusco com concha), cuja secreção dos septos está ligada ao ciclo lunar, corrobora a hipótese de que a Lua já esteve bem mais próxima da Terra: há cerca de 420 milhões de anos, a Lua girava em torno da Terra em apenas 9 dias e distava dois quintos da distância atual.

A propósito, ver o ensaio do paleontólogo Stephen Jay Gould *A Vastidão do Tempo*, constante em sua coletânea *O Polegar do Panda* (Lisboa: Gradiva, s.d., pp. 354-363).

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: Duvida Entropia - Campos
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ListadeCiência <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 14:19

Pessoal,
 
A entropia é um conceito ligado a sistemas. Porém, qualquer "sistema material" tem um correspondência em campos...tudo hoje é visto como campo ou estou enganado?
 
Minha dúvida é : Uma variação de entropia num sistema corresponde a que, nos campos que geram este sistema ? A pergunta tem sentido ?
 
Abs
Felipe


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SUBJECT: Re: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Amauri Jr <amaurijunior23@zoho.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 15:03

Olá Alvaro

Você disse em pleno século vinte e um ->>”Errado de novo! A gravidade é atrativa em qualquer escala que envolva galáxias ou objetos menos extensos e as evidências atuais sugerem que ela só se torna repulsiva em escala muito, muito grande, envolvendo aglomerados de galáxias.”

Caro amigo amante da ciência, todos sabemos a experiência de um imã que ao mirarmos ele em outro imã no mesmo pólo, os mesmos vão se repelir como acontece entre planetas e entre estrelas. A meu ver, mesmo com essa experiência, sabemos graças ao telescópio Hubble que o universo está se expandido e isso refuta qualquer meios para sustentar essa “velharia” que você soltou. O que fazer agora que o tamanho de um corpo não determina sua gravidade e sim, a maneira que ele se comporta e o que está ao redor desse corpo? Por que os corpos não freiam a expansão da galáxia?

Ainda disse ->>>Não adianta formular uma hipótese e passar a aceitá-la somente porque ela nos é agradável. O universo não foi construído de acordo com nossas especificações!

Exato Alvaro, isso vale para vocês também...quando digo que estão desatualizados, não falo pelo fato de ser ou ter guerrinhas retóricas de quem fala mais bonitinho. Mas digo isso porque vejo que aqui existe muitas idéias antigas que nem quando fiz meu ensino médio, eu vi isso. No campo da física o pessoal já está começando a ensinar física quântica e a teoria das cordas e fazendo os alunos pensarem. Uma idéia tem que ser lida sem nossas crenças e nossos conceitos interfiram no processo de entendimento, não é porque esteja em certo modo errado que é “besteira”, Einstein também errou, como Borr também. Tomamos muito cuidado.



sds
Amauri


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---- Ligado Qua, 26 Ago 2009 09:14:39 -0700 Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu ----

Errado de novo! A gravidade é atrativa em qualquer escala que envolva galáxias ou objetos menos extensos e as evidências atuais sugerem que ela só se torna repulsiva em escala muito, muito grande, envolvendo aglomerados de galáxias.

Não adianta formular uma hipótese e passar a aceitá-la somente porque ela nos é agradável. O universo não foi construído de acordo com nossas especificações!

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Amauri Jr
Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 22:06
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RE: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital



É verdade irmão Alfredo, os corpos celestes se repelem por causa das suas gravidades

sds

Amauri


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---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 14:47:36 -0700 alfredo manoel de castro <alfredomc1@hotmail.com> escreveu ----

Caro Amauri, meu irmão: "luas não caem ou se perdem dos seus planetas, bem como estes em relação às suas estrelas", agradeço a força e leia o resumo "Estabilidade Orbital Astronômica - Síntese", no site webartigos.com . Um grande abraço, Alfredo Castro, autor.


To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: amaurijunior23@zoho.com
Date: Mon, 24 Aug 2009 11:50:04 -0700
Subject: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

A teoria do irmão Alfrredo faz sentido, pois todos os meteoritos que se provou que vieram de Marte continham aminoácidos ou formas cristalisadas de vida que prova que algo inpactou o planeta vermelho...será que não foi uma lua? Ou eis que de repente a vida e a atimosfera iria desaparecer?

sds

Amauri


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---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 06:14:23 -0700 Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu ----

Sugestão: a barreira entre matéria e antimatéria é composta por cristais de
dilítio!

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay.com.br
http://www.lunabay.com.br/
http://twitter.com/alvaro_augusto

-----Mensagem original-----
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de rmtakata
Enviada em: domingo, 23 de agosto de 2009 23:55
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, alfredo manoel de castro
> Dizer que a maré cheia oposta à Lua nova e ao Sol é causada pelo
> deslocamento do centro de gravidade do sistema Terra/Lua, está,
> também a meu ver, errado

Sim, é errado e isso *não* faz parte da teoria vigente. A explicação
deduzida da mecânica newtoniana é das forças gravitacionais diferenciais.

Aqui uma explicação relativamente simples e acurada:
http://astro.if.ufrgs.br/fordif/node1.htm

> Porém, para acreditar nisto, busco provas concretas, irrefutáveis.

Então você *NÃO* estará fazendo ciências. Em ciências não há *provas* quanto
mais *irrefutáveis*. O processo consiste em testes de hipóteses: verifica-se
a predição de uma teoria é observada em experimentos e observações na
natureza.

> Se achá-las, por favor, ME INFORME.

A teoria vigente é muito melhor do que a sua. Então nem é preciso buscar
muito.

1)
Teoria vigente: o centro dos planetas é composto por matéria ordinária;
Sua teoria: o centro dos planetas é composto por antimatéria;

Fato1: as camadas exteriores dos planetas do Sistema Solar são compostas de
matéria comum.
Corolário: se o centro fosse composto de antimatéria, haveria aniquilação e
intensa liberação de energia; ergo, os planetas explodiriam.

Fato2: Os planetas estão íntegros.
Conclusão1: O centro dos planetas são compostos por matéria comum.

Conclusão2: sua teoria está errada.

Hipótese ad hoc: existe uma barreira entre antimatéria e matéria.
Dificuldade: não há nenhum indício da existência de tal barreira: entidade
imaginária sendo criada para justificar a inobservância de uma predição -
não é um bom prognóstico para uma teoria.

Indícios de que matéria ordinária forma o centro da Terra:
- campo magnético gerado pela rotação de um núcleo metálico sólido envolto
por uma camada metálica liquefeita (estrutura do núcleo identificada por
gravimetria e ondas sísmicas);
- ondas sísmicas não indicam nenhuma descontinuidade espacial entre as
camadas do núcleo e da superfície - ergo, não há a tal barreira a impedir
contato de um centro de antimatéria com uma casca de matéria;
- meteoritos formados por centros de planetóides - meteoritos metálicos -
são formados por matéria ordinária;

Motivação a priori para que não haja um centro de antimatéria nos planetas:
1) eles não poderiam ser formados - observações astronômicas corroboram
modelo de formação de planetas ao redor de estrelas por acresção;
1b) planetas como a Terra são formados de restos de estrelas de segunda
geração;
2) não há nenhum vestígio de antimatéria nas análises de radiação cósmica de
fundo;
-----------

Além disso seu conhecimento de física precisa ser muito aprimorado.
Antimatéria *não* é gravitacionalmente repulsiva. Antimatéria comporta-se
como matéria em relação à gravidade: sua massa é positiva. Antimatéria tem
carga *elétrica* oposta: ou eventualmente spin ou carga de cor ou sabor.

O período de rotação de Mercúrio é facilmente explicado pela sincronização
da rotação causada pelo efeito das marés. A tendência é a rotação de
Mercúrio ter um período igual ao de sua órbita. Como ocorre com a Lua e com
os satélites de Marte. (Isto é, a Lua não deixou de girar, apenas que sua
velocidade de giro ao redor de seu próprio eixo é igual à velocidade de giro
ao redor da Terra. Na verdade, a própria Terra deve, no futuro, ter sempre a
mesma face voltada para a Lua - a taxa de diminuição da velocidade de
rotação da Terra é medida e é igual à taxa calculada.)

[]s,

Roberto Takata


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SUBJECT: Re: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Amauri Jr <amaurijunior23@zoho.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 15:07

Me desculpe Alvaro, mas os unicos que estão dizendo isso são vocês. Sempre mostrei que a ciencia não é um campo exato, mas um campo de conhecimento sicessivos

sds
Amauri


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http://twitter.com/Amaurijr23


---- Ligado Qua, 26 Ago 2009 09:14:39 -0700 Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu ----

Errado. Um crackpot é alguém que propõe uma teoria que, no final das contas, é irrefutável. E, sendo irrefutável, não é ciência. Todos os crackpots querem ser Einstein, que no início trabalhou sozinho, em situação de franco isolamento do mundo acadêmico, apostando somente nas próprias ideais e podendo conversar apenas com a esposa e com um amigo. Só que o produto foi uma teoria que se baseia em hipóteses refutáveis e prevê fenômenos observáveis. Na verdade, foi exatamente a teoria da relatividade quem ajudou a criar o conceito de refutabilidade (ou falseabilidade, como preferem alguns).

A diferença é que Einstein elaborou suas teorias a partir do que havia de melhor em termos de ciência à época. E, embora ele tenha tido problemas com falta de referências (coisa que seria inadmissível nos dias de hoje), ele nunca disse: “eu estou certo porque estou certo”.

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Amauri Jr
Enviada em: quarta-feira, 26 de agosto de 2009 11:49
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital



Todos que não usam dos padrões do pensamento do senso comum cientifico é um crackpot, a definição ficou como um esteriotipo para definir aqueles que não entram em nossas próproas crenças, mesmo se estas pensamos ser as verdadeiras.

sds

Amauri


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---- Ligado Ter, 25 Ago 2009 17:19:32 -0700 Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu ----

Creio que passamos a uma questão de fé. Eu, por exemplo, acredito piamente que a Terra é ôca e nada do que ninguém me disser fará com que eu mude de idéia. A Terra é ôca e fim!!!

[],s

Belmiro

P.S.

Mas hein? Eu achava que a definição de crackpot tinha algo de fantasioso.



--- Em ter, 25/8/09, Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo..com.br> escreveu:


De: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
Assunto: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Cc: alfredomc2@yahoo.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 21:15

Sr. Takata: tal previsão está errada, pois nem Fobos, nem Deimos, nem lua nenhuma irá cair, nunca, segundo a minha teoria. Veja os comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica", no site webartigos.com , onde digo o porque. Alfredo Castro, autor.



--- Em ter, 25/8/09, rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br> escreveu:


De: rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br>
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 19:31

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
> Fobos orbita a menos de seis mil quilômetros da supeficie marciana,
> tendo seu raio orbital médio calculado em nove mil e quatrocentos
> quilômetros, com pequena exentricidade, num período de menos de
> oito horas, e AINDA NÃO CAIU EM MARTE? COMO? Você já viu as fotos
> de Fobos? Parece uma batata de vinte e seis quilômetros!

Bem, a *diminuição* da órbita de Fobos é calculada - cerca de 20 cm por ano. Logo, a idéia de estabilidade orbital já é refutada por aí.

Fobos ainda não caiu em Marte, pois a previsão é que isso ocorra daqui a uns 10 milhões de anos.

[]s,

Roberto Takata


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SUBJECT: Cosmologia: de Einstein à energia escura
FROM: Amauri Jr <amaurijunior23@zoho.com>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 15:19

Cosmologia: de Einstein à energia escura
Por Jaílson S. Alcaniz
Qualquer pessoa que já tenha arremessado um objeto para o alto e o viu retornar para a Terra ficaria surpresa em saber dos últimos resultados das observações astronômicas. Isso porque uma combinação impressionante de resultados observacionais envolvendo medidas de distância extragalácticas a partir de observatórios em terra e do telescópio espacial Hubble vêm revelando consistentemente que o universo está se expandindo aceleradamente. Esses resultados alteram drasticamente nossa visão tradicional do universo, pois sendo a gravidade uma força atrativa, as galáxias deveriam frear a velocidade de expansão, conforme ensinado durante muitas décadas por físicos e astrônomos. A origem ou natureza dessa aceleração cósmica é, por sua vez, considerada o maior mistério da física e da astronomia contemporâneas. Pela Teoria da Relatividade de Einstein, tal fenômeno só pode ser explicado postulando a existência de uma forma desconhecida de energia, denominada energia escura, cuja composição seria responsável por cerca de 3/4 da densidade total de energia do universo e cujo efeito gravitacional é repulsivo, superando a atração gravitacional entre as partes do mesmo.

Desde o seu nascimento na Grécia antiga, passando pela primeira grande revolução astronômica de Copérnico, Kepler, Galileu e Newton, até a segunda de Einstein, Friedmann e Hubble, as pesquisas no campo da cosmologia foram de fundamental importância para a formação de uma concepção científica da natureza. Atualmente, uma terceira revolução cosmológica parece estar em curso, revolução esta que é motivada por um conjunto de resultados observacionais independentes que indicam que a expansão atual do universo está acelerada, em direta contradição com a nossa experiência cotidiana de uma gravidade atrativa. Essas descobertas têm, por sua vez, profundas implicações não somente na astrofísica e na cosmologia, mas também na física teórica fundamental e, tal como ocorreu na Grécia antiga, durante o renascimento e no início do século passado, impelem novamente a cosmologia para a fronteira do conhecimento científico.

Nas linhas que se seguem, apresentaremos uma breve discussão sobre alguns desenvolvimentos importantes no campo da cosmologia bem como seu status atual. Discutiremos, com ênfase nos chamados pilares da Teoria do Big-Bang, o chamado modelo cosmológico padrão. Veremos como, no contexto da Teoria da Relatividade de Einstein, as observações atuais nos levam à idéia de uma componente de energia escura que domina a evolução atual do universo. Finalmente, discutiremos algumas implicações dessa idéia, assim como uma possível alternativa para ela.

Cosmologia de Einstein

Embora sendo a mais fraca dentre todas as quatro interações fundamentais da natureza, em grande escala é a gravitação a força dominante no universo. Dessa maneira, todo e qualquer modelo cosmológico tem como base uma teoria do campo gravitacional. A Teoria da Relatividade Geral de Einstein, por sua vez, constitui o coração do chamado modelo do Big-Bang ou modelo padrão da cosmologia.

A história da cosmologia moderna começou em 1917, com o próprio Einstein, quando este aplicou sua teoria da gravitação ao problema cosmológico. Contudo, ao fazer isso, ele encontrou então um sério problema a ser resolvido: suas equações de campo implicavam em um universo instável e que colapsaria sobre si próprio devido à ação de sua própria gravidade. Para produzir um universo estável (e estático), como imaginado por ele, Einstein precisou adicionar um novo parâmetro às suas equações, a chamada constante cosmológica (Λ), um termo de anti-gravidade capaz de compensar a instabilidade causada pela gravidade atrativa de toda a matéria contida no universo. Com Λ, Einstein tinha agora um universo estático e finito. O preço a ser pago: a inclusão de uma nova e desconhecida constante gravitacional na sua teoria da gravitação, até então uma teoria sem parâmetros livres.

Na realidade, o que levou Einstein a introduzir, em 1917, a constante cosmológica foi a suposição errônea de que o universo era estático. Em 1929, no entanto, o astrônomo americano Edwin Hubble mostrou que as galáxias estão continuamente afastando-se uma das outras, com as velocidades de recessão proporcionais às suas distâncias. A partir desses resultados, conhecidos como a Lei de Hubble, e assumindo que nós não ocupamos um lugar privilegiado no universo, Hubble concluiu que todo o universo está se expandindo. Esse estado de expansão cósmica ou recessão das galáxias havia sido previsto alguns anos antes, em 1922 e 1924, pelo físico e matemático russo Alexandr Friedmann, a partir de seus modelos de Big-Bang. Dado que o universo não é estático, Einstein prontamente concluiu que seu termo de anti-gravidade era completamente desnecessário, considerando-o como o maior erro de sua vida!

"Much later, when I was discussing cosmological problems with Einstein, he remarked that the introduction of the cosmological term was the biggest blunder of his life" (George Gamow).

Modelo cosmológico padrão

Os desenvolvimentos subseqüentes no campo da cosmologia, tanto teórica quanto observacional, estabeleceram as soluções obtidas por Friedmann, em 1922 e 1924, e por Einstein e de Sitter, em 1932, como o modelo padrão da cosmologia moderna. Nesse cenário, o universo inicia sua evolução a partir de uma grande explosão
1 (Big-Bang) com densidade (1094 gramas/cm³) e temperatura (10³² K) extremamente elevadas, caracterizando assim o chamado estado singular inicial. A partir desse estágio, o universo, em expansão, esfriou rapidamente, o que permitiu a formação posterior das galáxias, estrelas e, finalmente, da vida.

As principais descobertas observacionais que sustentam a cosmologia do Big-Bang, também chamadas de pilares da cosmologia relativística, são:

A lei de Hubble: a prova mais direta da expansão cósmica.

A síntese dos elementos leves, ou nucleossíntese primordial: constitui um período da evolução cósmica (entre 0.02 a 180 segundos após a singularidade inicial) em que as taxas de expansão e esfriamento do universo sintetizaram prótons e nêutrons formando os elementos químicos leves, como o deutério, hélio e lítio.

A radiação cósmica de fundo: é uma radiação remanescente do universo primordial, cuja detecção em 1965 por Arno Penzias e Robert Wilson permitiu estabelecer as chamadas eras cósmicas, relacionando tempo e temperatura e, assim, determinar as condições físicas dominantes em cada estágio da evolução do universo. Esta radiação foi precisamente caracterizada pelo satélite COBE2 (Cosmic Background Explorer) como uma radiação de corpo negro com temperatura de T0 = 2.725 ± 0.001 K.

Quando combinados, esses e outros resultados observacionais dão pleno suporte à cosmologia relativística e confirmam muitas das previsões antecipadas pela Teoria da Relatividade Geral de Einstein.

.

Fig.1 - Essas são imagens (antes e depois) de três das supernovas, do tipo Ia, mais distantes observadas até o momento pelo Hubble Space Telescope. Estas estrelas explodiram quando o universo tinha aproximadamente a metade da sua idade atual e somente agora a luz emitida na explosão está chegando à Terra. As supernovas do tipo Ia são tão brilhantes que elas podem ser observadas mesmo estando muito distantes no espaço e no tempo. Com isso, é possível estudar a taxa de expansão do universo e determinar como ela está sendo afetada pela pressão negativa da energia escura.


Aceleração cósmica

Como disse anteriormente, qualquer pessoa que já tenha arremessado um objeto para cima e observou que este retorna à Terra ficaria espantado com os resultados recentes da cosmologia observacional (afinal de contas, tudo que sobe, desce, correto?). Esses resultados utilizam medidas de distância obtidas a partir da luminosidade de supernovas do tipo IA3 , e têm indicado consistentemente, desde 1998, que o universo está expandindo (como sabíamos desde Hubble) e em ritmo acelerado! No entanto, sendo a gravidade uma força atrativa (como sabemos desde Newton), como é possível que as partes do universo estejam se repelindo, causando essa aceleração cósmica? É isso compatível com a Relatividade Geral ou previsto pelo modelo padrão da cosmologia?

Gravidade repulsiva é perfeitamente compatível com a Teoria da Relatividade Geral. No entanto, para que tal regime seja possível, é preciso que a densidade de energia do universo seja dominada por uma matéria ou substância exótica, com pressão suficientemente negativa para gerar este regime de anti-gravidade.

O leitor mais atento poderia, neste ponto, indagar-se se a constante cosmológica Λ, aquele termo de anti-gravidade proposto por Einstein com o intuito de evitar o colapso gravitacional do universo sobre si próprio, poderia ser a chamada energia escura, a componente exótica responsável pela aceleração atual do universo. Embora com os desenvolvimentos da chamada Teoria Quântica de Campos, a constante cosmológica tenha adquirido um novo significado físico (sendo agora interpretada como a energia do estado fundamental de todos os campos quânticos da natureza), modelos cosmológicos com Λ são compatíveis com todas as observações cosmológicas atuais. Neste cenário, enquanto as densidades de energia da radiação e matéria (luminosa e escura) decrescem com a expansão do universo, a densidade de energia associada à constante cosmológica (Λ) permanece constante (um argumento semelhante também se aplica a outras formas de energia escura). Isto, por outro lado, significa que no universo primordial, Λ foi desprezível, passando a dominar a evolução do universo somente mais recentemente, cerca de 5-6 bilhões de anos atrás.

O leitor mais cético, por sua vez, poderia entender esses resultados observacionais, que apontam para um universo acelerado, como uma primeira evidência contrária à Relatividade Geral. Tal ponto de vista também é válido e tem sido bastante explorado na literatura científica atual através, por exemplo, da chamada Teoria de Branas ou Membranas. Essa teoria, motivada por expectativas teóricas da física de partículas, sugere que nosso universo observado seria uma membrana imersa numa dimensão espacial extra, a qual somente a gravidade poderia acessar. Os cenários cosmológicos baseados na Teoria de Branas fornecem resultados interessantes e conseguem explicar um número considerável de observações astronômicas, embora desenvolvimentos adicionais ainda sejam necessários para torná-los completamente viáveis.

Como o leitor, atento ou cético (ou ambos), pode notar, a pesquisa em energia escura constitui atualmente o principal desafio para físicos e astrofísicos teóricos ou experimentais. O entendimento completo da natureza da energia escura poderá confirmar ou não as previsões da Relatividade Geral ou ainda nos levar a uma física completamente nova, que vai muito além de Einstein e de suas previsões. Por outro lado, caso as pesquisas teóricas juntamente com os resultados observacionais continuem indicando a constante cosmológica de Einstein como a responsável pela aceleração do universo, Einstein, embora a tendo rejeitado e considerado seu maior erro, estaria mais uma vez correto. Bom, isso já não seria nenhuma surpresa, seria? Como James Joyce já dissera:

"A man of genius makes no mistakes. His errors are volitional and are the portals of discovery".


Jaílson Souza de Alcaniz é pesquisador na área de cosmologia na Coordenação de Astronomia e Astrofísica do Observatório Nacional/MCT no Rio de Janeiro.


Notas

1 Note que a Teoria do Big-Bang não está necessariamente associada à existência de um estado singular ou explosão cósmica inicial. O que esta teoria estabelece é que o universo foi denso e quente no passado, fato este que é bem comprovado pelas observações da radiação cósmica de fundo.

2 Pela descoberta da forma de corpo negro e das pequenas anisotropias da radiação cósmica de fundo, John Mather e George Smoot foram laureados com o prêmio Nobel de Física em 2006.

3 Supernovas do tipo IA (Figura 1) são explosões gigantescas que representam a destruição termonuclear de uma estrela. Essa explosão lança energia no espaço em quantidades extraordinárias, com o brilho total de uma única supernova sendo equivalente a cerca de 10 bilhões de estrelas semelhantes ao nosso Sol.


sds
Amauri


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SUBJECT: gravidade quantica
FROM: Amauri Jr <amaurijunior23@zoho.com>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 15:36

http://www.sigmasociety.com/gravitacao_quantica.pdf

sds
Amauri


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SUBJECT: Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 15:49

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> A entropia é um conceito ligado a sistemas. Porém, qualquer
> "sistema material" tem um correspondência em campos...tudo hoje é
> visto como campo ou estou enganado?
>  
> Minha dúvida é : Uma variação de entropia num sistema corresponde a
> que, nos campos que geram este sistema ? A pergunta tem sentido ?

Vamulá. À parte o fato de que entropia em quântica pode ser um conceito um tanto quando problemático, o que tem correspondência a campos são partículas.

Entropia não é uma partícula e aparentemente ninguém propôs ainda uma partícula de entropia. Ergo, também ninguém propôs aparentemente um campo entrópico.

Mal comparando, cor é um atributo de sistema (não estou falando de carga de cor quântica). Não existe propriamente uma partícula subatômica rosa que aumente a rosidão de um sistema. Não há um campo de cor.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 15:54

> Você disse em pleno século vinte e um -&gt;&gt;"Errado de novo! A
> gravidade é atrativa em qualquer escala que envolva galáxias ou
> objetos menos extensos e as evidências atuais sugerem que ela só se
> torna repulsiva em escala muito, muito grande, envolvendo
> aglomerados de galáxias."

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Amauri Jr <amaurijunior23@...>
> Caro amigo amante da ciência, todos sabemos a experiência de um
> imã que ao mirarmos ele em outro imã no mesmo pólo, os mesmos vão
> se repelir como acontece entre planetas e entre estrelas. A meu
> ver, mesmo com essa experiência, sabemos graças ao telescópio
> Hubble que o universo está se expandido e isso refuta qualquer
> meios para sustentar essa "velharia" que você soltou. O que fazer
> agora que o tamanho de um corpo não determina sua gravidade e sim,
> a maneira que ele se comporta e o que está ao redor desse corpo?
> Por que os corpos não freiam a expansão da galáxia?

Você não leu a parte em que o AAA diz: "ela só se torna repulsiva em escala muito, muito grande, envolvendo aglomerados de galáxias." A expansão do universo está nesse nível de escala muito, muito grande. Galáxias individuais não se expandem, quem se expande é o Universo, com o afastamento das galáxias entre si.

Mais precisamente, a gravidade continua sendo o que ela sempre foi. O que deve estar em jogo é a chamada energia escura. Ela sim cria uma espécie de pressão negativa que acelera a expansão do Universo - ao menos é essa a visão atual dos cosmólogos.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Cosmologia: de Einstein à energia escura
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 15:59

Não sei se foi na SA....mas li algo sobre uma outra tentativa de explicar a "suposta" aceleração do univero...era algo relacionado a "vazios" espaciais que, pelo que lembro, poderiam causar o mesmo efeito de desvio para o vermelho......
 
Se alguém sabe algo sobre.....confirme ou não o q escrevi, por favor.
 
Abs
Felipe

--- Em qua, 26/8/09, Amauri Jr <amaurijunior23@zoho.com> escreveu:

De: Amauri Jr <amaurijunior23@zoho.com>
Assunto: [ciencialist] Cosmologia: de Einstein à energia escura
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 15:19

 
Cosmologia: de Einstein à energia escura
Por Jaílson S. Alcaniz
Qualquer pessoa que já tenha arremessado um objeto para o alto e o viu retornar para a Terra ficaria surpresa em saber dos últimos resultados das observações astronômicas. Isso porque uma combinação impressionante de resultados observacionais envolvendo medidas de distância extragalácticas a partir de observatórios em terra e do telescópio espacial Hubble vêm revelando consistentemente que o universo está se expandindo aceleradamente. Esses resultados alteram drasticamente nossa visão tradicional do universo, pois sendo a gravidade uma força atrativa, as galáxias deveriam frear a velocidade de expansão, conforme ensinado durante muitas décadas por físicos e astrônomos. A origem ou natureza dessa aceleração cósmica é, por sua vez, considerada o maior mistério da física e da astronomia contemporâneas. Pela Teoria da Relatividade de Einstein, tal fenômeno só pode ser explicado postulando a existência de uma forma desconhecida de energia, denominada energia escura, cuja composição seria responsável por cerca de 3/4 da densidade total de energia do universo e cujo efeito gravitacional é repulsivo, superando a atração gravitacional entre as partes do mesmo.

Desde o seu nascimento na Grécia antiga, passando pela primeira grande revolução astronômica de Copérnico, Kepler, Galileu e Newton, até a segunda de Einstein, Friedmann e Hubble, as pesquisas no campo da cosmologia foram de fundamental importância para a formação de uma concepção científica da natureza. Atualmente, uma terceira revolução cosmológica parece estar em curso, revolução esta que é motivada por um conjunto de resultados observacionais independentes que indicam que a expansão atual do universo está acelerada, em direta contradição com a nossa experiência cotidiana de uma gravidade atrativa. Essas descobertas têm, por sua vez, profundas implicações não somente na astrofísica e na cosmologia, mas também na física teórica fundamental e, tal como ocorreu na Grécia antiga, durante o renascimento e no início do século passado, impelem novamente a cosmologia para a fronteira do conhecimento científico.

Nas linhas que se seguem, apresentaremos uma breve discussão sobre alguns desenvolvimentos importantes no campo da cosmologia bem como seu status atual. Discutiremos, com ênfase nos chamados pilares da Teoria do Big-Bang, o chamado modelo cosmológico padrão. Veremos como, no contexto da Teoria da Relatividade de Einstein, as observações atuais nos levam à idéia de uma componente de energia escura que domina a evolução atual do universo. Finalmente, discutiremos algumas implicações dessa idéia, assim como uma possível alternativa para ela.

Cosmologia de Einstein

Embora sendo a mais fraca dentre todas as quatro interações fundamentais da natureza, em grande escala é a gravitação a força dominante no universo. Dessa maneira, todo e qualquer modelo cosmológico tem como base uma teoria do campo gravitacional. A Teoria da Relatividade Geral de Einstein, por sua vez, constitui o coração do chamado modelo do Big-Bang ou modelo padrão da cosmologia.

A história da cosmologia moderna começou em 1917, com o próprio Einstein, quando este aplicou sua teoria da gravitação ao problema cosmológico. Contudo, ao fazer isso, ele encontrou então um sério problema a ser resolvido: suas equações de campo implicavam em um universo instável e que colapsaria sobre si próprio devido à ação de sua própria gravidade. Para produzir um universo estável (e estático), como imaginado por ele, Einstein precisou adicionar um novo parâmetro às suas equações, a chamada constante cosmológica (Λ), um termo de anti-gravidade capaz de compensar a instabilidade causada pela gravidade atrativa de toda a matéria contida no universo. Com Λ, Einstein tinha agora um universo estático e finito. O preço a ser pago: a inclusão de uma nova e desconhecida constante gravitacional na sua teoria da gravitação, até então uma teoria sem parâmetros livres.

Na realidade, o que levou Einstein a introduzir, em 1917, a constante cosmológica foi a suposição errônea de que o universo era estático. Em 1929, no entanto, o astrônomo americano Edwin Hubble mostrou que as galáxias estão continuamente afastando-se uma das outras, com as velocidades de recessão proporcionais às suas distâncias. A partir desses resultados, conhecidos como a Lei de Hubble, e assumindo que nós não ocupamos um lugar privilegiado no universo, Hubble concluiu que todo o universo está se expandindo. Esse estado de expansão cósmica ou recessão das galáxias havia sido previsto alguns anos antes, em 1922 e 1924, pelo físico e matemático russo Alexandr Friedmann, a partir de seus modelos de Big-Bang. Dado que o universo não é estático, Einstein prontamente concluiu que seu termo de anti-gravidade era completamente desnecessário, considerando- o como o maior erro de sua vida!

"Much later, when I was discussing cosmological problems with Einstein, he remarked that the introduction of the cosmological term was the biggest blunder of his life" (George Gamow).

Modelo cosmológico padrão

Os desenvolvimentos subseqüentes no campo da cosmologia, tanto teórica quanto observacional, estabeleceram as soluções obtidas por Friedmann, em 1922 e 1924, e por Einstein e de Sitter, em 1932, como o modelo padrão da cosmologia moderna. Nesse cenário, o universo inicia sua evolução a partir de uma grande explosão
1 (Big-Bang) com densidade (1094 gramas/cm³) e temperatura (10³² K) extremamente elevadas, caracterizando assim o chamado estado singular inicial. A partir desse estágio, o universo, em expansão, esfriou rapidamente, o que permitiu a formação posterior das galáxias, estrelas e, finalmente, da vida.

As principais descobertas observacionais que sustentam a cosmologia do Big-Bang, também chamadas de pilares da cosmologia relativística, são:

A lei de Hubble: a prova mais direta da expansão cósmica.

A síntese dos elementos leves, ou nucleossíntese primordial: constitui um período da evolução cósmica (entre 0.02 a 180 segundos após a singularidade inicial) em que as taxas de expansão e esfriamento do universo sintetizaram prótons e nêutrons formando os elementos químicos leves, como o deutério, hélio e lítio.

A radiação cósmica de fundo: é uma radiação remanescente do universo primordial, cuja detecção em 1965 por Arno Penzias e Robert Wilson permitiu estabelecer as chamadas eras cósmicas, relacionando tempo e temperatura e, assim, determinar as condições físicas dominantes em cada estágio da evolução do universo. Esta radiação foi precisamente caracterizada pelo satélite COBE2 (Cosmic Background Explorer) como uma radiação de corpo negro com temperatura de T0 = 2.725 ± 0.001 K.

Quando combinados, esses e outros resultados observacionais dão pleno suporte à cosmologia relativística e confirmam muitas das previsões antecipadas pela Teoria da Relatividade Geral de Einstein.

.

Fig.1 - Essas são imagens (antes e depois) de três das supernovas, do tipo Ia, mais distantes observadas até o momento pelo Hubble Space Telescope. Estas estrelas explodiram quando o universo tinha aproximadamente a metade da sua idade atual e somente agora a luz emitida na explosão está chegando à Terra. As supernovas do tipo Ia são tão brilhantes que elas podem ser observadas mesmo estando muito distantes no espaço e no tempo. Com isso, é possível estudar a taxa de expansão do universo e determinar como ela está sendo afetada pela pressão negativa da energia escura.


Aceleração cósmica

Como disse anteriormente, qualquer pessoa que já tenha arremessado um objeto para cima e observou que este retorna à Terra ficaria espantado com os resultados recentes da cosmologia observacional (afinal de contas, tudo que sobe, desce, correto?). Esses resultados utilizam medidas de distância obtidas a partir da luminosidade de supernovas do tipo IA3 , e têm indicado consistentemente, desde 1998, que o universo está expandindo (como sabíamos desde Hubble) e em ritmo acelerado! No entanto, sendo a gravidade uma força atrativa (como sabemos desde Newton), como é possível que as partes do universo estejam se repelindo, causando essa aceleração cósmica? É isso compatível com a Relatividade Geral ou previsto pelo modelo padrão da cosmologia?

Gravidade repulsiva é perfeitamente compatível com a Teoria da Relatividade Geral. No entanto, para que tal regime seja possível, é preciso que a densidade de energia do universo seja dominada por uma matéria ou substância exótica, com pressão suficientemente negativa para gerar este regime de anti-gravidade.

O leitor mais atento poderia, neste ponto, indagar-se se a constante cosmológica Λ, aquele termo de anti-gravidade proposto por Einstein com o intuito de evitar o colapso gravitacional do universo sobre si próprio, poderia ser a chamada energia escura, a componente exótica responsável pela aceleração atual do universo. Embora com os desenvolvimentos da chamada Teoria Quântica de Campos, a constante cosmológica tenha adquirido um novo significado físico (sendo agora interpretada como a energia do estado fundamental de todos os campos quânticos da natureza), modelos cosmológicos com Λ são compatíveis com todas as observações cosmológicas atuais. Neste cenário, enquanto as densidades de energia da radiação e matéria (luminosa e escura) decrescem com a expansão do universo, a densidade de energia associada à constante cosmológica (Λ) permanece constante (um argumento semelhante também se aplica a outras formas de energia escura). Isto, por outro lado, significa que no universo primordial, Λ foi desprezível, passando a dominar a evolução do universo somente mais recentemente, cerca de 5-6 bilhões de anos atrás.

O leitor mais cético, por sua vez, poderia entender esses resultados observacionais, que apontam para um universo acelerado, como uma primeira evidência contrária à Relatividade Geral. Tal ponto de vista também é válido e tem sido bastante explorado na literatura científica atual através, por exemplo, da chamada Teoria de Branas ou Membranas. Essa teoria, motivada por expectativas teóricas da física de partículas, sugere que nosso universo observado seria uma membrana imersa numa dimensão espacial extra, a qual somente a gravidade poderia acessar. Os cenários cosmológicos baseados na Teoria de Branas fornecem resultados interessantes e conseguem explicar um número considerável de observações astronômicas, embora desenvolvimentos adicionais ainda sejam necessários para torná-los completamente viáveis.

Como o leitor, atento ou cético (ou ambos), pode notar, a pesquisa em energia escura constitui atualmente o principal desafio para físicos e astrofísicos teóricos ou experimentais. O entendimento completo da natureza da energia escura poderá confirmar ou não as previsões da Relatividade Geral ou ainda nos levar a uma física completamente nova, que vai muito além de Einstein e de suas previsões. Por outro lado, caso as pesquisas teóricas juntamente com os resultados observacionais continuem indicando a constante cosmológica de Einstein como a responsável pela aceleração do universo, Einstein, embora a tendo rejeitado e considerado seu maior erro, estaria mais uma vez correto. Bom, isso já não seria nenhuma surpresa, seria? Como James Joyce já dissera:

"A man of genius makes no mistakes. His errors are volitional and are the portals of discovery".


Jaílson Souza de Alcaniz é pesquisador na área de cosmologia na Coordenação de Astronomia e Astrofísica do Observatório Nacional/MCT no Rio de Janeiro.


Notas

1 Note que a Teoria do Big-Bang não está necessariamente associada à existência de um estado singular ou explosão cósmica inicial. O que esta teoria estabelece é que o universo foi denso e quente no passado, fato este que é bem comprovado pelas observações da radiação cósmica de fundo.

2 Pela descoberta da forma de corpo negro e das pequenas anisotropias da radiação cósmica de fundo, John Mather e George Smoot foram laureados com o prêmio Nobel de Física em 2006.

3 Supernovas do tipo IA (Figura 1) são explosões gigantescas que representam a destruição termonuclear de uma estrela. Essa explosão lança energia no espaço em quantidades extraordinárias, com o brilho total de uma única supernova sendo equivalente a cerca de 10 bilhões de estrelas semelhantes ao nosso Sol.


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SUBJECT: RES: [ciencialist] Cosmologia: de Einstein à energia escura
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 16:11

OK, tá desculpado!

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Amauri Jr
Enviada em: quarta-feira, 26 de agosto de 2009 15:19
Para: ciencialist
Assunto: [ciencialist] Cosmologia: de Einstein à energia escura

 




Cosmologia: de Einstein à energia escura

Por Jaílson S. Alcaniz

Qualquer pessoa que já tenha arremessado um objeto para o alto e o viu retornar para a Terra ficaria surpresa em saber dos últimos resultados das observações astronômicas. Isso porque uma combinação impressionante de resultados observacionais envolvendo medidas de distância extragalácticas a partir de observatórios em terra e do telescópio espacial Hubble vêm revelando consistentemente que o universo está se expandindo aceleradamente. Esses resultados alteram drasticamente nossa visão tradicional do universo, pois sendo a gravidade uma força atrativa, as galáxias deveriam frear a velocidade de expansão, conforme ensinado durante muitas décadas por físicos e astrônomos. A origem ou natureza dessa aceleração cósmica é, por sua vez, considerada o maior mistério da física e da astronomia contemporâneas. Pela Teoria da Relatividade de Einstein, tal fenômeno só pode ser explicado postulando a existência de uma forma desconhecida de energia, denominada energia escura, cuja composição seria responsável por cerca de 3/4 da densidade total de energia do universo e cujo efeito gravitacional é repulsivo, superando a atração gravitacional entre as partes do mesmo.

Desde o seu nascimento na Grécia antiga, passando pela primeira grande revolução astronômica de Copérnico, Kepler, Galileu e Newton, até a segunda de Einstein, Friedmann e Hubble, as pesquisas no campo da cosmologia foram de fundamental importância para a formação de uma concepção científica da natureza. Atualmente, uma terceira revolução cosmológica parece estar em curso, revolução esta que é motivada por um conjunto de resultados observacionais independentes que indicam que a expansão atual do universo está acelerada, em direta contradição com a nossa experiência cotidiana de uma gravidade atrativa. Essas descobertas têm, por sua vez, profundas implicações não somente na astrofísica e na cosmologia, mas também na física teórica fundamental e, tal como ocorreu na Grécia antiga, durante o renascimento e no início do século passado, impelem novamente a cosmologia para a fronteira do conhecimento científico.

Nas linhas que se seguem, apresentaremos uma breve discussão sobre alguns desenvolvimentos importantes no campo da cosmologia bem como seu status atual. Discutiremos, com ênfase nos chamados pilares da Teoria do Big-Bang, o chamado modelo cosmológico padrão. Veremos como, no contexto da Teoria da Relatividade de Einstein, as observações atuais nos levam à idéia de uma componente de energia escura que domina a evolução atual do universo. Finalmente, discutiremos algumas implicações dessa idéia, assim como uma possível alternativa para ela.

Cosmologia de Einstein

Embora sendo a mais fraca dentre todas as quatro interações fundamentais da natureza, em grande escala é a gravitação a força dominante no universo. Dessa maneira, todo e qualquer modelo cosmológico tem como base uma teoria do campo gravitacional. A Teoria da Relatividade Geral de Einstein, por sua vez, constitui o coração do chamado modelo do Big-Bang ou modelo padrão da cosmologia.

A história da cosmologia moderna começou em 1917, com o próprio Einstein, quando este aplicou sua teoria da gravitação ao problema cosmológico. Contudo, ao fazer isso, ele encontrou então um sério problema a ser resolvido: suas equações de campo implicavam em um universo instável e que colapsaria sobre si próprio devido à ação de sua própria gravidade. Para produzir um universo estável (e estático), como imaginado por ele, Einstein precisou adicionar um novo parâmetro às suas equações, a chamada constante cosmológica (Λ), um termo de anti-gravidade capaz de compensar a instabilidade causada pela gravidade atrativa de toda a matéria contida no universo. Com Λ, Einstein tinha agora um universo estático e finito. O preço a ser pago: a inclusão de uma nova e desconhecida constante gravitacional na sua teoria da gravitação, até então uma teoria sem parâmetros livres.

Na realidade, o que levou Einstein a introduzir, em 1917, a constante cosmológica foi a suposição errônea de que o universo era estático. Em 1929, no entanto, o astrônomo americano Edwin Hubble mostrou que as galáxias estão continuamente afastando-se uma das outras, com as velocidades de recessão proporcionais às suas distâncias. A partir desses resultados, conhecidos como a Lei de Hubble, e assumindo que nós não ocupamos um lugar privilegiado no universo, Hubble concluiu que todo o universo está se expandindo. Esse estado de expansão cósmica ou recessão das galáxias havia sido previsto alguns anos antes, em 1922 e 1924, pelo físico e matemático russo Alexandr Friedmann, a partir de seus modelos de Big-Bang. Dado que o universo não é estático, Einstein prontamente concluiu que seu termo de anti-gravidade era completamente desnecessário, considerando-o como o maior erro de sua vida!

"Much later, when I was discussing cosmological problems with Einstein, he remarked that the introduction of the cosmological term was the biggest blunder of his life" (George Gamow).

Modelo cosmológico padrão

Os desenvolvimentos subseqüentes no campo da cosmologia, tanto teórica quanto observacional, estabeleceram as soluções obtidas por Friedmann, em 1922 e 1924, e por Einstein e de Sitter, em 1932, como o modelo padrão da cosmologia moderna. Nesse cenário, o universo inicia sua evolução a partir de uma grande explosão
1 (Big-Bang) com densidade (1094 gramas/cm³) e temperatura (10³² K) extremamente elevadas, caracterizando assim o chamado estado singular inicial. A partir desse estágio, o universo, em expansão, esfriou rapidamente, o que permitiu a formação posterior das galáxias, estrelas e, finalmente, da vida.

As principais descobertas observacionais que sustentam a cosmologia do Big-Bang, também chamadas de pilares da cosmologia relativística, são:

A lei de Hubble: a prova mais direta da expansão cósmica.

A síntese dos elementos leves, ou nucleossíntese primordial: constitui um período da evolução cósmica (entre 0.02 a 180 segundos após a singularidade inicial) em que as taxas de expansão e esfriamento do universo sintetizaram prótons e nêutrons formando os elementos químicos leves, como o deutério, hélio e lítio.

A radiação cósmica de fundo: é uma radiação remanescente do universo primordial, cuja detecção em 1965 por Arno Penzias e Robert Wilson permitiu estabelecer as chamadas eras cósmicas, relacionando tempo e temperatura e, assim, determinar as condições físicas dominantes em cada estágio da evolução do universo. Esta radiação foi precisamente caracterizada pelo satélite COBE
2 (Cosmic Background Explorer) como uma radiação de corpo negro com temperatura de T0 = 2.725 ± 0.001 K.

Quando combinados, esses e outros resultados observacionais dão pleno suporte à cosmologia relativística e confirmam muitas das previsões antecipadas pela Teoria da Relatividade Geral de Einstein.

.


Fig.1 - Essas são imagens (antes e depois) de três das supernovas, do tipo Ia, mais distantes observadas até o momento pelo Hubble Space Telescope. Estas estrelas explodiram quando o universo tinha aproximadamente a metade da sua idade atual e somente agora a luz emitida na explosão está chegando à Terra. As supernovas do tipo Ia são tão brilhantes que elas podem ser observadas mesmo estando muito distantes no espaço e no tempo. Com isso, é possível estudar a taxa de expansão do universo e determinar como ela está sendo afetada pela pressão negativa da energia escura.


Aceleração cósmica

Como disse anteriormente, qualquer pessoa que já tenha arremessado um objeto para cima e observou que este retorna à Terra ficaria espantado com os resultados recentes da cosmologia observacional (afinal de contas, tudo que sobe, desce, correto?). Esses resultados utilizam medidas de distância obtidas a partir da luminosidade de supernovas do tipo IA
3 , e têm indicado consistentemente, desde 1998, que o universo está expandindo (como sabíamos desde Hubble) e em ritmo acelerado! No entanto, sendo a gravidade uma força atrativa (como sabemos desde Newton), como é possível que as partes do universo estejam se repelindo, causando essa aceleração cósmica? É isso compatível com a Relatividade Geral ou previsto pelo modelo padrão da cosmologia?

Gravidade repulsiva é perfeitamente compatível com a Teoria da Relatividade Geral. No entanto, para que tal regime seja possível, é preciso que a densidade de energia do universo seja dominada por uma matéria ou substância exótica, com pressão suficientemente negativa para gerar este regime de anti-gravidade.

O leitor mais atento poderia, neste ponto, indagar-se se a constante cosmológica Λ, aquele termo de anti-gravidade proposto por Einstein com o intuito de evitar o colapso gravitacional do universo sobre si próprio, poderia ser a chamada energia escura, a componente exótica responsável pela aceleração atual do universo. Embora com os desenvolvimentos da chamada Teoria Quântica de Campos, a constante cosmológica tenha adquirido um novo significado físico (sendo agora interpretada como a energia do estado fundamental de todos os campos quânticos da natureza), modelos cosmológicos com Λ são compatíveis com todas as observações cosmológicas atuais. Neste cenário, enquanto as densidades de energia da radiação e matéria (luminosa e escura) decrescem com a expansão do universo, a densidade de energia associada à constante cosmológica (Λ) permanece constante (um argumento semelhante também se aplica a outras formas de energia escura). Isto, por outro lado, significa que no universo primordial, Λ foi desprezível, passando a dominar a evolução do universo somente mais recentemente, cerca de 5-6 bilhões de anos atrás.

O leitor mais cético, por sua vez, poderia entender esses resultados observacionais, que apontam para um universo acelerado, como uma primeira evidência contrária à Relatividade Geral. Tal ponto de vista também é válido e tem sido bastante explorado na literatura científica atual através, por exemplo, da chamada Teoria de Branas ou Membranas. Essa teoria, motivada por expectativas teóricas da física de partículas, sugere que nosso universo observado seria uma membrana imersa numa dimensão espacial extra, a qual somente a gravidade poderia acessar. Os cenários cosmológicos baseados na Teoria de Branas fornecem resultados interessantes e conseguem explicar um número considerável de observações astronômicas, embora desenvolvimentos adicionais ainda sejam necessários para torná-los completamente viáveis.

Como o leitor, atento ou cético (ou ambos), pode notar, a pesquisa em energia escura constitui atualmente o principal desafio para físicos e astrofísicos teóricos ou experimentais. O entendimento completo da natureza da energia escura poderá confirmar ou não as previsões da Relatividade Geral ou ainda nos levar a uma física completamente nova, que vai muito além de Einstein e de suas previsões. Por outro lado, caso as pesquisas teóricas juntamente com os resultados observacionais continuem indicando a constante cosmológica de Einstein como a responsável pela aceleração do universo, Einstein, embora a tendo rejeitado e considerado seu maior erro, estaria mais uma vez correto. Bom, isso já não seria nenhuma surpresa, seria? Como James Joyce já dissera:

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Jaílson Souza de Alcaniz é pesquisador na área de cosmologia na Coordenação de Astronomia e Astrofísica do Observatório Nacional/MCT no Rio de Janeiro.


Notas

1 Note que a Teoria do Big-Bang não está necessariamente associada à existência de um estado singular ou explosão cósmica inicial. O que esta teoria estabelece é que o universo foi denso e quente no passado, fato este que é bem comprovado pelas observações da radiação cósmica de fundo.

2 Pela descoberta da forma de corpo negro e das pequenas anisotropias da radiação cósmica de fundo, John Mather e George Smoot foram laureados com o prêmio Nobel de Física em 2006.

3 Supernovas do tipo IA (Figura 1) são explosões gigantescas que representam a destruição termonuclear de uma estrela. Essa explosão lança energia no espaço em quantidades extraordinárias, com o brilho total de uma única supernova sendo equivalente a cerca de 10 bilhões de estrelas semelhantes ao nosso Sol.

 

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SUBJECT: RES: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 16:11

Se o seu ponto de partida é, de um lado, uma confusão entre gravitação e magnetismo e, do outro, uma confusão entre a macroestrutura e a microestrutura do universo, então, bem, você pode chegar em qualquer lugar!

 

Obs.1: o fato de o universo estar em expansão não está necessariamente relacionado com a gravidade repulsiva. Isso é mera conseqüência da expansão primordial (aka “Big Bang”). O fato da expansão ser acelerada e não constante, este sim pode ter a ver com algum tipo de gravidade repulsiva, embora essa hipótese seja ainda muito nova para ser emoldurada.

 

Obs.2: “o pessoal está começando a ensinar física quântica”? Mas a física quântica já é uma senhora com mais de 100 anos!

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Amauri Jr
Enviada em: quarta-feira, 26 de agosto de 2009 15:03
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 



Olá Alvaro

Você disse em pleno século vinte e um ->>”Errado de novo! A gravidade é atrativa em qualquer escala que envolva galáxias ou objetos menos extensos e as evidências atuais sugerem que ela só se torna repulsiva em escala muito, muito grande, envolvendo aglomerados de galáxias.”

Caro amigo amante da ciência, todos sabemos a experiência de um imã que ao mirarmos ele em outro imã no mesmo pólo, os mesmos vão se repelir como acontece entre planetas e entre estrelas. A meu ver, mesmo com essa experiência, sabemos graças ao telescópio Hubble que o universo está se expandido e isso refuta qualquer meios para sustentar essa “velharia” que você soltou. O que fazer agora que o tamanho de um corpo não determina sua gravidade e sim, a maneira que ele se comporta e o que está ao redor desse corpo? Por que os corpos não freiam a expansão da galáxia?

Ainda disse ->>>Não adianta formular uma hipótese e passar a aceitá-la somente porque ela nos é agradável. O universo não foi construído de acordo com nossas especificações!

Exato Alvaro, isso vale para vocês também...quando digo que estão desatualizados, não falo pelo fato de ser ou ter guerrinhas retóricas de quem fala mais bonitinho. Mas digo isso porque vejo que aqui existe muitas idéias antigas que nem quando fiz meu ensino médio, eu vi isso. No campo da física o pessoal já está começando a ensinar física quântica e a teoria das cordas e fazendo os alunos pensarem. Uma idéia tem que ser lida sem nossas crenças e nossos conceitos interfiram no processo de entendimento, não é porque esteja em certo modo errado que é “besteira”, Einstein também errou, como Borr também. Tomamos muito cuidado.

 

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---- Ligado Qua, 26 Ago 2009 09:14:39 -0700 Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu ----

Errado de novo! A gravidade é atrativa em qualquer escala que envolva galáxias ou objetos menos extensos e as evidências atuais sugerem que ela só se torna repulsiva em escala muito, muito grande, envolvendo aglomerados de galáxias.

Não adianta formular uma hipótese e passar a aceitá-la somente porque ela nos é agradável. O universo não foi construído de acordo com nossas especificações!

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Amauri Jr
Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 22:06
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RE: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital



É verdade irmão Alfredo, os corpos celestes se repelem por causa das suas gravidades

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---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 14:47:36 -0700 alfredo manoel de castro <alfredomc1@hotmail.com> escreveu ----

Caro Amauri, meu irmão: "luas não caem ou se perdem dos seus planetas, bem como estes em relação às suas estrelas", agradeço a força e leia o resumo "Estabilidade Orbital Astronômica - Síntese", no site webartigos.com . Um grande abraço, Alfredo Castro, autor.


To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: amaurijunior23@zoho.com
Date: Mon, 24 Aug 2009 11:50:04 -0700
Subject: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

A teoria do irmão Alfrredo faz sentido, pois todos os meteoritos que se provou que vieram de Marte continham aminoácidos ou formas cristalisadas de vida que prova que algo inpactou o planeta vermelho...será que não foi uma lua? Ou eis que de repente a vida e a atimosfera iria desaparecer?

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---- Ligado Seg, 24 Ago 2009 06:14:23 -0700 Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu ----

Sugestão: a barreira entre matéria e antimatéria é composta por cristais de
dilítio!

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay.com.br
http://www.lunabay.com.br/
http://twitter.com/alvaro_augusto

-----Mensagem original-----
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de rmtakata
Enviada em: domingo, 23 de agosto de 2009 23:55
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, alfredo manoel de castro
> Dizer que a maré cheia oposta à Lua nova e ao Sol é causada pelo
> deslocamento do centro de gravidade do sistema Terra/Lua, está,
> também a meu ver, errado

Sim, é errado e isso *não* faz parte da teoria vigente. A explicação
deduzida da mecânica newtoniana é das forças gravitacionais diferenciais.

Aqui uma explicação relativamente simples e acurada:
http://astro.if.ufrgs.br/fordif/node1.htm

> Porém, para acreditar nisto, busco provas concretas, irrefutáveis.

Então você *NÃO* estará fazendo ciências. Em ciências não há *provas* quanto
mais *irrefutáveis*. O processo consiste em testes de hipóteses: verifica-se
a predição de uma teoria é observada em experimentos e observações na
natureza.

> Se achá-las, por favor, ME INFORME.

A teoria vigente é muito melhor do que a sua. Então nem é preciso buscar
muito.

1)
Teoria vigente: o centro dos planetas é composto por matéria ordinária;
Sua teoria: o centro dos planetas é composto por antimatéria;

Fato1: as camadas exteriores dos planetas do Sistema Solar são compostas de
matéria comum.
Corolário: se o centro fosse composto de antimatéria, haveria aniquilação e
intensa liberação de energia; ergo, os planetas explodiriam.

Fato2: Os planetas estão íntegros.
Conclusão1: O centro dos planetas são compostos por matéria comum.

Conclusão2: sua teoria está errada.

Hipótese ad hoc: existe uma barreira entre antimatéria e matéria.
Dificuldade: não há nenhum indício da existência de tal barreira: entidade
imaginária sendo criada para justificar a inobservância de uma predição -
não é um bom prognóstico para uma teoria.

Indícios de que matéria ordinária forma o centro da Terra:
- campo magnético gerado pela rotação de um núcleo metálico sólido envolto
por uma camada metálica liquefeita (estrutura do núcleo identificada por
gravimetria e ondas sísmicas);
- ondas sísmicas não indicam nenhuma descontinuidade espacial entre as
camadas do núcleo e da superfície - ergo, não há a tal barreira a impedir
contato de um centro de antimatéria com uma casca de matéria;
- meteoritos formados por centros de planetóides - meteoritos metálicos -
são formados por matéria ordinária;

Motivação a priori para que não haja um centro de antimatéria nos planetas:
1) eles não poderiam ser formados - observações astronômicas corroboram
modelo de formação de planetas ao redor de estrelas por acresção;
1b) planetas como a Terra são formados de restos de estrelas de segunda
geração;
2) não há nenhum vestígio de antimatéria nas análises de radiação cósmica de
fundo;
-----------

Além disso seu conhecimento de física precisa ser muito aprimorado.
Antimatéria *não* é gravitacionalmente repulsiva. Antimatéria comporta-se
como matéria em relação à gravidade: sua massa é positiva. Antimatéria tem
carga *elétrica* oposta: ou eventualmente spin ou carga de cor ou sabor.

O período de rotação de Mercúrio é facilmente explicado pela sincronização
da rotação causada pelo efeito das marés. A tendência é a rotação de
Mercúrio ter um período igual ao de sua órbita. Como ocorre com a Lua e com
os satélites de Marte. (Isto é, a Lua não deixou de girar, apenas que sua
velocidade de giro ao redor de seu próprio eixo é igual à velocidade de giro
ao redor da Terra. Na verdade, a própria Terra deve, no futuro, ter sempre a
mesma face voltada para a Lua - a taxa de diminuição da velocidade de
rotação da Terra é medida e é igual à taxa calculada.)

[]s,

Roberto Takata


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SUBJECT: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 16:13

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Marcelo Cortimiglia
> Ja sei! Vamos esperar 10 milhoes de anos para testar a teoria!
> Claro!

Para os mais impacientes, podemos testar em um décimo desse tempo.

'Planeta suicida' parece prestes a mergulhar em estrela
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,,425028,0.htm
-------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 16:19

Ola Takata,
 
Entendi o que vc colocou.
 
Mas a minha dúvida era se o campo que "gera" estas partículas mantêm suas "propriedades", suas "constantes", "densidades energéticas", etc......a medida que a entropia destas partículas variam.
 
Está confuso, pq eu estou confuso mesmo devido, em grande parte, ao meu pouquíssimo conhecimento sobre o assunto::))
 
Abs
Felipe

--- Em qua, 26/8/09, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 15:49

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, luiz silva
> A entropia é um conceito ligado a sistemas. Porém, qualquer
> "sistema material" tem um correspondência em campos...tudo hoje é
> visto como campo ou estou enganado?
>  
> Minha dúvida é : Uma variação de entropia num sistema corresponde a
> que, nos campos que geram este sistema ? A pergunta tem sentido ?

Vamulá. À parte o fato de que entropia em quântica pode ser um conceito um tanto quando problemático, o que tem correspondência a campos são partículas.

Entropia não é uma partícula e aparentemente ninguém propôs ainda uma partícula de entropia. Ergo, também ninguém propôs aparentemente um campo entrópico.

Mal comparando, cor é um atributo de sistema (não estou falando de carga de cor quântica). Não existe propriamente uma partícula subatômica rosa que aumente a rosidão de um sistema. Não há um campo de cor.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: Fw: cordas
FROM: "raphaelclarinete" <raphaelclarinete@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 17:01

O professor Victor Rivelles tem um material muito bom na sua página pessoal.

http://www.fma.if.usp.br/~rivelles/






--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luiz Carlos <luiz1611@...> escreveu
>
>
> Escrevendo sobre cordas.
>
> As Teorias de Gauge ( Teoria de calibres) predizem a existência de bósons, mediadores de força. As quatro forças da natureza possuem bósons intermediário e são eles:
>
>
>
> - Bósons W e Z – Mediadores da força eletrofraca (responsável pela emissão pelo núcleo de elétrons (W-), posítrons (W+), neutrinos e antineutrinos (Z°)
> - Fótons – Mediadores da força eletromagnética;
> - Gluóns – Mediadores da força forte nuclear (força de união nuclear);
> - Gravitons – Mediadores da força gravitacional (teorizado, porém, ainda não "descoberto").
> Assim, pela torização atual as partículas se dividem em dois grupos: de bósons e férmions. Os bósons são as partículas que transportam as quatro forças fundamentais, força forte e força fraca, força eletromagnética e força gravitacional. Todas essas partículas relacionam-se por várias simetrias, sendo assim chamadas de partículas supersimétricas. Uma das maiores consequências da Supersimetria é o spin. Todo bóson e todo férmion, de acordo com a supersimetria, possui um superparceiro com spin metade maior ou menor que ele próprio. Ou seja, o número de bósons e férmions acaba sendo igual, e como suas energias do estado fundmental possuem um mesmo módulo, os valores acabam cancelando esses infinitos.
> A supersimetria prevê a existência de um bóson companheiro para cada partícula. E a supersimentria não é somente um elemento essencial para a teoria das supercordas, mas um ingrediente necessário para dar consistência teórica a esta teoria. A supersimetria é uma simetria notável. Na física de partículas elementares, ela inter-relaciona partículas completamente diferentes: os férmions (como os elétrons, prótons e nêutrons), que constituem o mundo material, e os bósons (como os fótons), que geram as forças da natureza. Os férmions são os individualistas e solitários do mundo das partículas: dois férmions jamais ocupam o mesmo estado quântico. Os bósons, ao contrário, são imitadores de fácil convívio, e unem-se prontamente em estados idênticos. Cada bóson que se encontra num certo estado instiga os outros de sua espécie a imitá-lo. Sob condições propícias, os bósons formam exércitos de clones.
> Nas teorias de supercordas, entretanto, a supersimetria é um elemento essencial. Daí o nome supercordas.
> As propriedade marcantes de sistemas físicos supersimétricos somente aparecem na teoria quântica. O que é extraordinário é que os sistemas construídos por meio de supersimetria que estendem a simetria clássica do espaço-tempo não só constituem candidatos muito atraentes para teorias físicas básicas, mas também têm fornecido instrumentos para novas descobertas na matemática pura como invariantes de nós, tranças e variedades de dimensão três e quatro.
> Podemos agora, pelo menos em palavras, resumir o que são as teorias físicas supersimétricas. São sistemas lagrangianos de campos físicos que podem ser descritos da seguinte maneira:
> Há um superespaço que estende o espaço-tempo.
> Há uma superálgebra de Lie, agindo sobre o superespaço, e que estende a álgebra de Lie das simetrias clássicas do espaço-tempo
> Há um conjunto de campos, bosônicos e fermiônicos, definidos no superespaço, que carrega uma representação da superálgebra.
> Há uma lagrangiana que é invariante pela ação do supergrupo que corresponde à superálgebra.
> No final, podemos encarar estas teorias como simplesmente teorias lagrangianas comuns para um certo conjunto de campos, mas a supersimetria escolhe certas lagrangianas muito particulares que têm propriedades muito especiais. Uma lagrangiana é supersimétrica se é invariante por um conjunto de regras de reescrita. Embora o funcional ação de um conjunto de campos seja escrito como , para saber se isto é supersimétrico ou não, não é necessário interpretar nem os campos, nem as coordenadas no superespaço, nem a integral. Não é necessário saber o que são estas coisas. Temos simplesmente uma expressão, mais sofisticada, mas nada essencialmente diferente. A expressão é invariante por um conjunto de regras de reescrita que são ditadas por uma superálgebra de Lie. Eis a supersimetria neste nível. Uma vez que a teoria é quantizada, a superalgebra de Lie que deu lugar ao conjunto de regras de reescrita agora se incorpora numa superálgebra de Lie de simetrias infinitesimais, e esta superálgebra de operadores traz conseqüências extraordinárias para a teoria quantizada. Isto não é mais formal mas concreto. Nisto temos o próprio milagre de supersimetria e a sua beleza tão admirada pelos físicos.
> O problema da teoria das cordas, da supersimetria, das teorias de gauge e dos férmions e bósons:
> Pela Teoria atual, onde existem férmions e bósons, a supersimetria seria uma simetria notável que relaciona os férmions com bósons, mas, se não existirem bósons é certo que tanto a supersimetria como a própria teoria das cordas cairiam por terra.
> Se imaginarmos que o núcleo atômico seria formado por prótons e nêutrons, constituídos por elétrons e posítrons, mantidos coesos pela distruibuição vetorial das forças magnéticas de atração (força magnética de união nuclear – e não gluons) e se o mediador fóton for a união de uma substância/energia magnética positiva com uma negativa, e se os bósons W e Z, não precisassem existir para explicar os decaimentos beta (+) e beta (-), onde são emitidos elétrons, posítrons, neutrinos e antineutrinos – pois eles estariam presentes no núcleo atômico e se não existissem os mediadores da força gravitacional – os gravitons – pois ela seria resultado da compressão da energia escura sobre a matéria, que é resultado da radiação eletromagnética sem energia cinética, então, nossas teorias atuais teriam que voltar mais de um século, para muitas correções teóricas e matemáticas.
>
>
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> From: leobarretos@...
> Date: Tue, 25 Aug 2009 20:23:41 -0300
> Subject: [ciencialist] Fw: cordas
>
>
>
>
>
>
> Quem quer escrever algo sobre as cordas?
> []´
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leo@...
> leobarretos@...
> luizferraz.netto@...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>
> ----- Original Message -----
> From: xxxxxxxxxxx
> To: leobarretos@...
> Sent: Tuesday, August 25, 2009 6:35 PM
> Subject: cordas
>
>
> Ola professor
> Sou professor de quimica e biologia celular e um apaixonado
> por fisica (optica, eletromagnetismo)e fascinado por mecanica quantica
> Antes de tudo quero lhe comprimentar por sua PAGINA na internet, é
> realmente muito boa, pra dizer mais espacificamente é o melhor sitio
> de fisica que eu vi na net.....completamente didatica sem deixar de ser profunda
> e instiga as pessoas a se aprofundarem mais no assunto.
> Quando vejo algo assim fico muito entusiasmado porque infelizmente no Brasil
> parece que não se da muito valor as Ciencias......!!!
> Professor Leo....Relatividade geral e mecanica Quantica....quando chegaremos às Cordas....?
> Grato
>
> --
> Claudio B.S.
>
>
>
>
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG - www.avg.com
> Version: 8.5.392 / Virus Database: 270.13.66/2325 - Release Date: 08/25/09 06:08:00
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> _________________________________________________________________
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>




SUBJECT: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/08/2009 17:23

Então você concorda comigo? Pô, que chato... :-)

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

alvaro@lunabay.com.br

http://www.lunabay.com.br/

http://twitter.com/alvaro_augusto

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de luiz silva
Enviada em: quarta-feira, 26 de agosto de 2009 12:21
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte

 




 

Concordo,

 

A religião e a cultura estão intimamente relacionadas.

 

Acho válido o que vc escreveu com relação a uma buca sincera pela verdade, desde que esta análise seja "externa", pois para os seguidores de determinada religião eles estão realmente numa busca sincera da verdade.

 

Concordo 100% com vc com relação ao final.....por isto não me preocupo com esta escolha e não tenho religião. O máximo que faço, com relação às religiões, é tentar entender/interpretar o que cada uma delas fala....as suas mensagens.

 

Abs

Felipe

--- Em qua, 26/8/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:


De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: RES: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 10:25

 

Então, se a cultura influencia as religiões de maneira tão profunda, talvez religião não seja mais do que cultura. Assim, a escolha entre uma ou outra religião dependeria somente da cultura na qual o indivíduo foi criado, e não de uma busca sincera pela verdade. Em outras palavras, descartando- se o pano de fundo cultural, a escolha entre uma ou outra religião seria completamente arbitrária. E, se tal escolha fosse arbitrária, por que se preocupar com ela?

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

alvaro@lunabay. com.br

http://www.lunabay. com.br/

http://twitter. com/alvaro_ augusto

 

 

De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist @yahoogrupos. com.br] Em nome de luiz silva
Enviada em: quarta-feira, 26 de agosto de 2009 08:12
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Assunto: Re: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte

 

 

Como pode ver, não falei que eram compatíveis :

 

"claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificação"....Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista)."


--- Em ter, 25/8/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br> escreveu:


De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br>
Assunto: RES: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 16:58

 

Visões diferentes? Vejamos: o deus cristão reserva o céu ou o inferno para os homens, enquanto os deuses hindus fazem com que os homens reencarnem como seres superiores ou inferiores, dependendo do comportamento na “vida em curso”. Em outras palavras, as religiões judaico-cristã s pregam início e fim bem definidos, enquanto as religiões hindus pregam infinitos fins e reinícios. É preciso muito boa vontade para compatibilizar essas duas visões.

 

[ ]s

 

Alvaro Augusto

alvaro@lunabay. com.br

http://www.lunabay. com.br/

http://twitter. com/alvaro_ augusto

 

 

De: ciencialist@ yahoogrupos. com.br [mailto:ciencialist @yahoogrupos. com.br] Em nome de luiz silva
Enviada em: terça-feira, 25 de agosto de 2009 16:12
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte

 

 

Ola Homero,

 

Vc compara visões diferentes de um mesmo Deus....claro que serão contraditórias, em função do pano de fundo cultural/social envolvido na construção desta imagem, de sua "personificação"....Sinceramente, isto não deve ser nenhuma surpresa e nem um argumento contrário a possibilidade de existência de Deus...Mostra como a cultura influencia a "personificação" de um possível Deus e que, neste sentido, nosso conhecimento é limitado sobre a natureza deste ser(caso exista).

 

Se interpretamos textos simples de maneiras diferentes e, mesmo assim, as letras que estão lá são as mesmas para todos os leitores, não é surpresa termos interpretações/ personificaçõ es tão diferentes sobre Deus.

 

 

Abs

Felipe

 

--- Em ter, 25/8/09, oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br> escreveu:


De: oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Richard Dawkins no programa Milênio, da Globo News - 2a. parte
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 14:31

 

Gil: "Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos estereótipos hollywoodianos. "

Não, Gil, o deus muçulmano não é o deus cristão, pois desejam, querem, objetivam coisas muito diferentes. Embora ambos tenham "criado o universo" isso é pouco como identidade, pois milhares de outros deuses também "criaram o universo", mas ninguém diria que Quetazacoatal é o mesmo deus cristão (ou muçulmano).

Apenas em sentido bem frouxo, e apenas na intenção de "colocar panos quentes" em conflitos religiosos (e posar de civilizados. .:-) é que essa identidade pode ser defendida. Segundo o Papa Bento, apenas o catolicismo e o deus cristão salva, adorar Alah não. Se fossem "o mesmo deus", seria a mesma coisa, não?

Sim, as 3 grandes religiões atuais, os povos "do livro", tem origem comum. Mas é só. O deus de Abraão é totalmente diferente para as 3 religiões, em qualquer sentido minimamente preciso ou racional. Suas características, inclusive, são totalmente dispares, com o deus do antigo testamento (que é só o que judeus aceitam) sendo bem diferente do deus do novo testamento.

Eu não acredito em estereótipos hollywoodanos, eu concluo a partir das alegações e textos das próprias religiões envolvidas.

Como tenho dito, apenas "criar o universo" não define um deus. Seus objetivos, intenções, desejos, o que espera dos seres humanos, o que fará com seres humanos, com suas almas, etc, é que definem um deus.

Uma entidade cósmica poderia ter criado o universo, com objetivos incompreensíveis para nós (por exemplo, gerar mentes cósmicas a partir de estruturas de galáxias) e nós seríamos efeito colateral totalmente ignorado pela entidade.

Esse "criador", como pode perceber, não sustenta nem justifica nenhuma religião..:-)

E de toda forma a questão continua: o que diria um muçulmano se o deus, digamos que Alah mesmo, fosse condena-lo ao inferno de dor e sofrimento eternos, devido a suas ações como muçulmano, e por ter recusado o catolicismo? O que ele diria, Gil?

Homero

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Gil <nanolink01@ ...> escreveu
>
> > O que dirá um muçulmano ao deus cristão, caso o encontre depois de
> > morrer?
>
> Homero: o deus muçulmano é o mesmo deus cristão. nclusive, consideram
> Jesus como profeta anterior a maomé. Você está acreditando nos
> estereótipos hollywoodianos. As diferenças que existem entre os seres
> humanos seguidores de um ou outro são muito mais políticas do que
> religiosas (basta perceber que os "blocos" em guerra atualmente são
> *geograficamente* muito bem localizados e específicos).
>
> Em Wed, 19 Aug 2009 21:29:16 -0300, oraculo333 <oraculo@... >
> escreveu:
>
> > E a idéia de uma divindade, um ente sobrenatural cósmico, capaz de
> > criar um universo, desta magnitude, que existe a bilhões de anos (ou
> > pela eternidade) ter chiliques e ataques de raiva porque um ser humano
> > não "acredita nele" me parece por demais absurda.
>
> Caso fosse enviado para tal criatura (que eu chamaria de "o deus dos
> ativistas ateus e dos evangélicos radicais"), certamente Dawkins não se
> encontraria com ele. Seria mandado a outra entidade (que provavelmente o
> daria um cargo na agência infernal de contra-propaganda)
>
> > O que Dawkins diria a um ente sobrenatural, portanto, se o encontrasse
> > em outro plano, define perfeitamente as bases lógico-racionais do
> > ateísmo. Como sempre, clareza e precisão até mesmo nas respostas
> > divertidas e bem humoradas de uma palestra informal. Este é o verdadeiro
> > Dawkins.
>
> Homero, pessoas radicais costumam fazer uma imagem mais amena de si, em
> público. Se este for o verdadeiro dawkins, ótimo. Mas não dá para saber se
> é, até que ele tenha de fato poder para fazer o que tem em mente. Este é
> justamente o perigo, quando se está lidando com pessoas que claramente
> menosprezam a opinião de milhões (ou bilhões) de outras.
>
> Não se trata de estar certo ou errado, mas de aprender a respeita-las ou
> não.
>

 

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SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 17:59

 
 
    Eu sei, eu sei!!! 
    Posso responder, tio?
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qua, 26/8/09, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 15:12

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
> Acredito não ter deixado nenhuma resposta a ser dada, mesmo que
> tenha sido com um simples "NÃO SEI", e basta pesquisar as
> anteriores.

Irei reproduzir as perguntas:
------------ ----
Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é um gato
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é preto;
b) Clóvis não é preto;
c) Não sabemos, apenas por isso, a cor de Clóvis.

Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é azul.
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é um gato;
b) Clóvis não é um gato;
c) Não sabemos, apenas por isso, se Clóvis é ou não um gato.

Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é preto
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é um gato;
b) Clóvis não é um gato;
c) Não sabemos, apenas por isso, se Clóvis é ou não um gato.

Considere as seguintes afirmações:
1) Todos os gatos são pretos;
2) Clóvis é um cachorro.
Qual das seguintes afirmações é válida de acordo com as duas afirmações acima?
a) Clóvis é preto;
b) Clóvis não é preto;
c) Não sabemos, apenas por isso, a cor de Clóvis.
http://br.groups. yahoo.com/ group/ciencialis t/message/ 74777
------------ --

Fico no aguardo das respostas.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Estabilidade Orbital
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 26/08/2009 22:07

Meu irmão Felipe: é Alfredo!  Leia de novo minha teoria e seu comentários.  Já respondi as tuas peguntas e dúvidas.  Não quero ser repetitivo,  mas não vejo teoria realmente melhor.
Mas se qualquer participante desta lista souber de alguma, por favor me informem.  Um abraço, Alfredo Castro, autor.

--- Em qua, 26/8/09, luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br> escreveu:

De: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 16:17

 
Olá Alfedro,
 
Mente aberta sempre....Creio que eu sou um dos que mais tem mente aberta aqui na lista. Porém, crieo que vc também deve praticar o que prega.....ou seja, mente aberta.
 
Por exemplo, mesmo que assim o fosse (o exemplo que vc deu), a causa mais provável seria, neste caso, DESCONHECIDA. ...além da sua, apareceriam outras  teorias na tentativa de explicar o que está ocorrendo e, não necessariamente, a sua teoria seria a mais aceita.
 
Ou vc tem dúvidas de que é possível se propor um modelo alternativo (ao seu) para explicar o que a sua teoria explica ?
 
Pelo que tenho lido na discussão (confesso que não li o seu artigo), a sua posição de defesa da sua teoria é muito radical e, aparentemnete, vc não apresentou nenhuma evidência a favor das suas alegações.
 
Outra coisa que acho importante : as pessoas aqui da lista (que estão comentando e debatendo com vc), com poucas excessões, são bem razoáveis.... Acho que seria "legal" vc refletir sobre as críticas feitas ao invés de falar não, vcs estão errados e eu estou certo!!!
 
Como sou curioso, vou ler o seu texto (talvez isto responda a pergunta que vc fez ao pessoal do pq deles terem lido seu texto e estarem te dando a atenção, se acham que está tudo errado)..
 
Um Abraço,
Felipe

--- Em qua, 26/8/09, Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo. com.br> escreveu:

De: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo. com.br>
Assunto: [ciencialist] Estabilidade Orbital
Para: "Ciencialist egroups" <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Cc: alfredomc2@yahoo. com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 12:17

 
 Caros irmãos do Ciencialist:  para entender minhas teorias, é preciso ter a "mente aberta".  A física deve ser  "mecanicamente" entendida e depois confirmada matematicamente.  Não adianta ter a mente ocupada de conceitos contraditórios e confusos sobre física quântica, cujo maior resultado tem sido o de atrapalhar todo e qualquer raciocínio LÓGICO a respeito.
Pense da seguinte forma: ímãs existem.  Possuem atração e repulsão.    Pense mais longe:  Fobos, a lua mais próxima de Marte, tem  +-  vinte e seis quilômetros de extensão (parece uma "batata" gigante,  CHEIA DE CRATERAS).   Orbita a +- seis mil quilômetros da supérfície planetária, e Marte tem um pouco mais do que isso de diâmetro.   Logo, o ângulo de entrada de algum meteoróide para chocar-se com Fobos, pelos meus cálculos, é ortogonalmente de +-  duzentos e setenta graus PARA FORA DE  MARTE.   Pela tamanha proximidade do referido satélite a Marte, comparada a dos demais satélites naturais conhecidos,  OS IMPACTOS METEORÓIDES RECEBIDOS AO LONGO DE ERAS POR TAL SATÉLITE NATURAL JÁ O TERIAM  FEITO CAIR, pelo vetor de forças predominantes, cuja resultante é centrípeta.  E no entanto ainda está lá!!!  Causa mais provável: repulsão de antimatéria centro astral. Um grande abraço,  Alfredo Castro, autor.
("Estabilidade Orbital Astronômica",  webartigos.com ).


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Estabilidade Orbital
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 26/08/2009 22:24

Caro Jeff:  muitos impactos, ação e reação somadas por eras;  asteróides existem de todo tipo, inclusive com alguma possível porção de antimatéria central (como provavelmente o de Tunguska, Sibéria, 1908, em menor escala). Consta nos comentários de "Evidências da Estabilidade Orbital Astronômica",  webartigos.com .  Alfredo Castro, autor. 

--- Em qua, 26/8/09, Jeff <jeff@jeff.com.br> escreveu:

De: Jeff <jeff@jeff.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 16:26

 
Alfredo,
 
Você considerou a hipótese de Fobos ser um asteróide que foi capturado por Marte e que poderia ter levado muitos impactos antes de estar em órbita do planeta? Inclusive, alguns destes impactos poderiam até o ter direciondo para Marte. E, com este em órbita do planeta, você sabe a potência dos impactos que este sofreu? Se algum impacto seriam suficiente para fazê-lo cair no planeta?
 
[]´s,
Jeff.
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, August 26, 2009 12:17 PM
Subject: [ciencialist] Estabilidade Orbital

 
 Caros irmãos do Ciencialist:  para entender minhas teorias, é preciso ter a "mente aberta".  A física deve ser  "mecanicamente" entendida e depois confirmada matematicamente.  Não adianta ter a mente ocupada de conceitos contraditórios e confusos sobre física quântica, cujo maior resultado tem sido o de atrapalhar todo e qualquer raciocínio LÓGICO a respeito.
Pense da seguinte forma: ímãs existem.  Possuem atração e repulsão.    Pense mais longe:  Fobos, a lua mais próxima de Marte, tem  +-  vinte e seis quilômetros de extensão (parece uma "batata" gigante,  CHEIA DE CRATERAS).   Orbita a +- seis mil quilômetros da supérfície planetária, e Marte tem um pouco mais do que isso de diâmetro.   Logo, o ângulo de entrada de algum meteoróide para chocar-se com Fobos, pelos meus cálculos, é ortogonalmente de +-  duzentos e setenta graus PARA FORA DE  MARTE.   Pela tamanha proximidade do referido satélite a Marte, comparada a dos demais satélites naturais conhecidos,  OS IMPACTOS METEORÓIDES RECEBIDOS AO LONGO DE ERAS POR TAL SATÉLITE NATURAL JÁ O TERIAM  FEITO CAIR, pelo vetor de forças predominantes, cuja resultante é centrípeta.  E no entanto ainda está lá!!!  Causa mais provável: repulsão de antimatéria centro astral. Um grande abraço,  Alfredo Castro, autor.
("Estabilidade Orbital Astronômica",  webartigos.com ).


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start: 0000-00-00 end: 0000-00-00
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SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 26/08/2009 22:53

Irmão Manuel:  não querendo dizer que tal tese está confirmando ou não minhas teorias, há muitas hipóteses a considerar. Por exemplo, a evolução de tais animais pode os ter adequado ao ciclo lunar recentemente, e não em tais eras, tipo

--- Em qua, 26/8/09, manuelbulcao <manuelbulcao@uol.com.br> escreveu:

De: manuelbulcao <manuelbulcao@uol.com.br>
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 16:49

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Marcelo Cortimiglia <cortimiglia@ ...> escreveu

> Ja sei! Vamos esperar 10 milhoes de anos para testar a teoria! Claro!

Manuel: Hipótese científica é a que faz predição testável. E *predição* compreende tanto *previsão* de eventos futuros como *predição* de eventos passados (retrodição).

Pois bem, muitos animais têm ciclos lunares, geralmente ligados à procriação. Tais ciclos ficam registrados de alguma maneira em seus próprios corpos. Assim, fósseis de animais podem dar alguma pista sobre como era a relação entre a Terra e a Lua há dezenas de milhões de anos (a peridiocidade lunar, a proximidade entre o nosso planeta e o seu satélite).

Ora, estudos paleontológicos de fósseis de náutilos e nautilóides (um tipo de molusco com concha), cuja secreção dos septos está ligada ao ciclo lunar, corrobora a hipótese de que a Lua já esteve bem mais próxima da Terra: há cerca de 420 milhões de anos, a Lua girava em torno da Terra em apenas 9 dias e distava dois quintos da distância atual.

A propósito, ver o ensaio do paleontólogo Stephen Jay Gould *A Vastidão do Tempo*, constante em sua coletânea *O Polegar do Panda* (Lisboa: Gradiva, s.d., pp. 354-363).

Abraços,
Manuel Bulcão


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SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: alfredomc2@yahoo.com.br
DATE: 26/08/2009 22:56

Irmão Manuel:  não querendo dizer que tal tese está confirmando ou não minhas teorias, há muitas hipóteses a considerar. Por exemplo, a evolução de tais animais pode os ter adequado ao ciclo lunar "recentemente" (em poucas eras), tipo de coisa que não podemos precisar.  Pode até ser verdade, mais acho que tais dados também podem estar exagerados, quando então não compromentem a minha teoria da estabilidade orbital (ver "respiração orbital", em um de meus comentários).  Mas gostei do nível deste enfoque!!!  Por favor, continue com o mais que puder!!!!!!!!  Um abração, Alfredo Castro, autor.


--- Em qua, 26/8/09, manuelbulcao <manuelbulcao@uol.com.br> escreveu:

De: manuelbulcao <manuelbulcao@uol.com.br>
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 26 de Agosto de 2009, 16:49

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Marcelo Cortimiglia <cortimiglia@ ...> escreveu

> Ja sei! Vamos esperar 10 milhoes de anos para testar a teoria! Claro!

Manuel: Hipótese científica é a que faz predição testável. E *predição* compreende tanto *previsão* de eventos futuros como *predição* de eventos passados (retrodição).

Pois bem, muitos animais têm ciclos lunares, geralmente ligados à procriação. Tais ciclos ficam registrados de alguma maneira em seus próprios corpos. Assim, fósseis de animais podem dar alguma pista sobre como era a relação entre a Terra e a Lua há dezenas de milhões de anos (a peridiocidade lunar, a proximidade entre o nosso planeta e o seu satélite).

Ora, estudos paleontológicos de fósseis de náutilos e nautilóides (um tipo de molusco com concha), cuja secreção dos septos está ligada ao ciclo lunar, corrobora a hipótese de que a Lua já esteve bem mais próxima da Terra: há cerca de 420 milhões de anos, a Lua girava em torno da Terra em apenas 9 dias e distava dois quintos da distância atual.

A propósito, ver o ensaio do paleontólogo Stephen Jay Gould *A Vastidão do Tempo*, constante em sua coletânea *O Polegar do Panda* (Lisboa: Gradiva, s.d., pp. 354-363).

Abraços,
Manuel Bulcão


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SUBJECT: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "manuelbulcao" <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/08/2009 23:03

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Amauri Jr <amaurijunior23@...> escreveu

> Caro amigo amante da ciência, todos sabemos a experiência de um imã que ao mirarmos ele em outro imã no mesmo pólo, os mesmos vão se repelir como acontece entre planetas e entre estrelas.

Manuel: Há muito que o Amauri participa desta lista. Todo esse tempo de discussões deveria ter suscitado nele dúvidas e, consequentemente, o desejo de estudar, de ler mais sobre ciência: física, biologia etc.

A afirmação acima, entretanto, demonstra que todos esses anos lhe foram inúteis. Resta patente que ele não leu nada e que continua apostando em *sacações* de alunos idiotas de professores medíocres de filosofia do colegial (a internet está cheia de textos escritos por esse tipo de boçal).

É lamentável o tempo que alguns bons cérebros daqui perdem *encrencando* com esse rapaz. Aliás, tenho observado que, amiúde, uma boa mensagem sequer é respondida, ao passo que mensagens oligofrênicas, como essa da *estabilidade orbital*, rende longuíssimas threads. Decerto que, até por educação, vale responder e até triplicar de forma fundamentada. Mas para que serve ficar chutando um cachorro morto a não ser para satisfazer nossas pulsões sádicas?

Manuel Bulcão



SUBJECT: Fw: LAVOISIER E O PUM DAS VACAS
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/08/2009 07:57

Isso requer sugestões de outras praias. Fico no aguardo dessas ajudas científicas.
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: xxxxxxxx
Sent: Wednesday, August 26, 2009 11:50 PM
Subject: LAVOISIER E O PUM DAS VACAS

estimado e idolatrado PROFESSOR LUIZ FERRAZ NETTO, querido LEO
recorro mais uma vez á sapiencia do nobre prof., pois encontro-me mais embabascado do que LAVOISIER ("Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma")se a este fosse apresentado o problema dos puns da vaca como genese dos cataclismas da mudança climática. Eu gostaria que voce nos explicasse se é possível numa reserva florestal monitorar o Carbono, quantificar o que entra e sai deste sistema, detalhe como isolar este sistema?Vi um trabalho de um agronomo da escola de Piracicaba, em que ele coletava o carbono dissolvido na agua da chuva,pesquisava o carbono dissolvido em lençol freático e o escambau (isto é ciencia ou pseudociencia )lembrando que o mesmo tem conexões no Ciclo do Carbono com varios outras secções= atmosfera, hidrosfera e litosfera. Esse pessoal quer provar que queimada é prejudicial ao meio ambiente, e eu até acho que o carvão que se fixa na terra passa a ser uma reserva de carbono.Carvão é carbono ou não? Isto chama terra preta de indio, Quero provar que queimada é bom. o fogo diminui o teor de aluminio que é bactericida, então depois da queimada há uma proliferação de bacteria, que por seu metabolismo fixa nitrogenio no solo tornando-o mais fertil.
Caramba como provar isto, se não tenho como quantificar. O que voce sugere que se faça, não sei como me sair desta enrrascada, não sei se por ser mistico devoto de nossa senhora ou falho de conhecimento cientifico, mas eu não sei como dar uma resposta a este questionamento.A fumaça da queimada libera carbono?O carvão fixa carbono no solo?
POR FAVOR CONCEDA-NOS UMA RESPOSTA CIENTIFICA. Estou amargurado e decepcionado comigo mesmo por não ter estas respostas, por favor ajude-me, prometo rezar milhões de ave-marias em sua intenção, para que tenha um bom céu,se voce me fornecer uma pista, ou a solução do enigma! Estou mal mesmo, nem formular a pergunta estou sabendo fazer direito, acho que são emoções fortes que me impedem o raciocinio claro.Voce entendeu a minha pergunta?
 



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SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/08/2009 08:27

Belmiro,
 
sendo a terra oca, de quanto se avalia a espessura da casca esférica? Com este dado, o raio da terra, e a massa da terra, dá bem para avaliar a densidade média do substrato basáltico que envolve a terra e ver que não bate com o valor experimental. Depois, é só comparar!
Eis porque insisto na teoria do ectoplasma na separação entre partículas e anti-partículas. O ectoplasma tem a seguinte vantagem: se a partícula toca nele ele vira partícula e se a anti-partícula toca nele ele vira anti-partícula; nenhuma partícula re-encarna como anti-partícula!
Pense bem e verá que a razão está mais do lado do ectoplasma do que da terra-oca.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
Sent: Tuesday, August 25, 2009 9:19 PM
Subject: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 

    Creio que passamos a uma questão de fé. Eu, por exemplo, acredito piamente que a Terra é ôca e nada do que ninguém me disser fará com que eu mude de idéia. A Terra é ôca e fim!!!
 
    [],s
 
    Belmiro
 
    P.S.
 
    Mas hein? Eu achava que a definição de crackpot tinha algo de fantasioso.


--- Em ter, 25/8/09, Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo..com.br> escreveu:

De: Alfredo Castro <alfredomc2@yahoo.com.br>
Assunto: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Cc: alfredomc2@yahoo.com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 21:15

 
Sr. Takata: tal previsão está errada, pois nem Fobos, nem Deimos, nem lua nenhuma irá cair, nunca, segundo a minha teoria.  Veja os comentários de "Estabilidade Orbital Astronômica", no site webartigos.com , onde digo o porque.  Alfredo Castro, autor.



--- Em ter, 25/8/09, rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br> escreveu:

De: rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br>
Assunto: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 25 de Agosto de 2009, 19:31

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Alfredo Castro
> Fobos orbita a menos de seis mil quilômetros da supeficie marciana,
> tendo seu raio orbital médio calculado em nove mil e quatrocentos
> quilômetros,  com pequena exentricidade,  num período de menos de
> oito horas, e AINDA NÃO CAIU EM MARTE?  COMO?  Você já viu as fotos
> de Fobos?  Parece uma batata de vinte e seis quilômetros!

Bem, a *diminuição* da órbita de Fobos é calculada - cerca de 20 cm por ano. Logo, a idéia de estabilidade orbital já é refutada por aí.

Fobos ainda não caiu em Marte, pois a previsão é que isso ocorra daqui a uns 10 milhões de anos.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/08/2009 08:37

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Belmiro Wolski <belmirow@...>
> Posso responder, tio?

Só depois do seu coleguinha Alfredo Castro.

Aliás, como ele está tergiversando, cogito em adotar uma atitude mais drástica: as mensagens dele só serão liberadas *depois* que ele houver respondido às perguntas de lógica que fiz.

As mensagens de Castro enviadas para a lista *antes* dele responder serão apagadas.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Fw: LAVOISIER E O PUM DAS VACAS
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/08/2009 08:45

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Isso requer sugestões de outras praias. Fico no aguardo dessas
> ajudas científicas.
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]

> ----- Original Message -----
> From: xxxxxxxx
> Caramba como provar isto, se não tenho como quantificar.

Muito fácil. Pegue dois lotes de terreno com características similares de solo - se não tiver instrumentos adequados, retire amostras e envie para laboratórios de análise de solo. Em um deles realize queimadas periódicas, no outro faça capinagem manual - de resto utilize os mesmos tratamentos nos dois lotes. Analise a produtividade safra a safra dos cultivos mantidos nos dois lotes. Pode também enviar para um laboratório para análises de solo (incluindo microbiológica) amostras periódicas do solo de ambos os lotes.

Se obtiver resultado que confirme a expectativa do consulente, ele terá um resultado surpreendente, pois toda a literatura aponta em sentido contrário, e.g.:

"Nos solos estudados, o manejo sem queima da cana-de-açúcar resultou em melhorias nas propriedades dos solos e promoveu seqüestro de C e N na cobertura e nas camadas superficiais dos solos."
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-06832008000200033&lng=en&nrm=iso


[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/08/2009 08:47

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> Mas a minha dúvida era se o campo que "gera" estas partículas
> mantêm suas "propriedades", suas "constantes", "densidades
> energéticas", etc......a medida que a entropia destas partículas
> variam.

Como as partículas em si não têm estrutura interna, é difícil falar em entropia das partículas.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/08/2009 09:47




Amauri, desconhecedor mesmo da Física Clássica, escreve:
 
"Caro amigo amante da ciência, todos sabemos a experiência de um imã que ao mirarmos ele em outro imã no mesmo pólo, os mesmos vão se repelir como acontece entre planetas e entre estrelas. A meu ver, mesmo com essa experiência, sabemos graças ao telescópio Hubble que o universo está se expandido e isso refuta qualquer meios para sustentar essa “velharia” que você soltou. O que fazer agora que o tamanho de um corpo não determina sua gravidade e sim, a maneira que ele se comporta e o que está ao redor desse corpo? Por que os corpos não freiam a expansão da galáxia?"
 
Caro Amauri, quando vc joga uma pedra para cima ela vai afastando-se de vc mesmo que a gravidade a esteja puxando para baixo, para perto de vc. A pedra não pode fazer nada contra isto; os corpos não podem por si só "frearem" seus afastamentos (expansão, no caso) para atenderem à força de atração, POIS TÊM VELOCIDADES no sentido do afastamento (quantidade de movimento, para ser mais preciso).
O que a gravidade, através da atração (forças centrais), pode fazer com tal corpo (ponto material), é: alterar unicamente a direção de sua velocidade se a órbita for circular; alterar direção e módulo da velocidade (diminuindo-a) se a trajetória for outra curva ou, alterar apenas o módulo (diminuindo-o) se a trajetória for uma reta de mesma direção que a da força central.
 
Atração e expansão não são excludentes!
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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     ===========================
----- Original Message -----
From: Amauri Jr
Sent: Wednesday, August 26, 2009 3:03 PM
Subject: Re: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 

SUBJECT: Re: [ciencialist] gravidade quantica
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/08/2009 10:04


É uma teoria bem mais "bonita" que a do Alfredo. Esta dá condições para refutação e faz predições.
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
From: Amauri Jr
Sent: Wednesday, August 26, 2009 3:36 PM
Subject: [ciencialist] gravidade quantica

 

http://www.sigmasociety.com/gravitacao_quantica.pdf

sds
Amauri


Tanta ignorancia, não pode existir racistas no Brasil
IREMOS DESTRUIR!
Bando de idiotas, doentes mentais
Fora do Brasil, RACISMO NUNCA MAIS!)
(bota gasta - Somos Uma Mistura De Raça"

http://twitter.com/Amaurijr23



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SUBJECT: Fw: Sobre os efeitos das OEM
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/08/2009 10:58

Por tratar-se de um amigo consulente (conhecido de outra lista de discussão) apreciaria certa urgência de sugestões do Takata, Álvaro, Belmiro, Bulcao, e todos que estão hibernando (apenas leitura).
 
Minha parte de contribuição ao consulente é que a evolução já nos adaptou com vários tipos de antenas para recolher parte da energia das ondas (eletromagnéticas e mecânicas) que nos são úteis (para não dizer indispensáveis).
As ondas dos fornos de microondas ou da telefonia celular sempre existiram na natureza (como ruído de fundo, como muitas outras) e apenas, agora, encontraram uma finalidade específica. Nada impede, no futuro, de minúsculos chips serem incorporados no nosso cerebelo, e passaremos a escutar, selecionar e transmitir as ligações telefônicas (que, então, terão outras denominações, significados e modos de operação).
 
Aguardo os links que tratam dos "perigos" das ondas dos celulares.
 
aquele abraço,
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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     ===========================
----- Original Message -----
From: xxxxx
Sent: Thursday, August 27, 2009 9:20 AM
Subject: Sobre os efeitos das OEM

Caro prof. Leo,
Abraços, cordiais, pois tem muito tempo que não nos comunicamos.
Gostaria de saber se você tem algum artigo mais recente sobre a velha (e polêmica) questão dos efeitos das ondas eletromagnéticas – em especial as microondas da telefonia celular – sobre o corpo humano.
Agradeço deste já.
xxxxxxxx



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: cordas
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/08/2009 11:16

Olá Raphael Clarinete,
 
agradeço sua sugestão; muito boa e pertinente. Já enviei a recomendação ao consulente do Feira de Ciências.
 
Todavia, esta mensagem tem outro cunho, a de alertá-lo (por ser ´novato´ na lista) que não receberá mais tais mensagens de "Agradeço a resposta"; "Obrigado, veio a calhar"; "OK, recebido"; "Agradeço sua sugestão", etc.
Nossa C-List é composta de elementos que sabem sobejamente que suas mensagens são lidas, analisadas, degustadas, lambidas, etc. e a seguir tomam o caminho devido (que por ser "delete"!), assim não é necessário dar retorno a cada mensagem de sugestão, recomendação de link, etc. As mensagens de retorno são sempre argumentações de debates ou novas sugestões.
Como vc parece-se ser novato no pedaço, vi-me na obrigação de retorno. Assim, a cada mensagem sua, os agradecimentos de retorno estão implícitos!
Participe sempre da C-List; sua presença nos honra!
 
aquele abraço,
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
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     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, August 26, 2009 5:01 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: cordas

 

O professor Victor Rivelles tem um material muito bom na sua página pessoal.

http://www.fma.if.usp.br/~rivelles/

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luiz Carlos <luiz1611@...> escreveu
>
>
> Escrevendo sobre cordas.
>
> As Teorias de Gauge ( Teoria de calibres) predizem a existência de bósons, mediadores de força. As quatro forças da natureza possuem bósons intermediário e são eles:
>
>
>
> - Bósons W e Z – Mediadores da força eletrofraca (responsável pela emissão pelo núcleo de elétrons (W-), posítrons (W+), neutrinos e antineutrinos (Z°)
> - Fótons – Mediadores da força eletromagnética;
> - Gluóns – Mediadores da força forte nuclear (força de união nuclear);
> - Gravitons – Mediadores da força gravitacional (teorizado, porém, ainda não "descoberto").
> Assim, pela torização atual as partículas se dividem em dois grupos: de bósons e férmions. Os bósons são as partículas que transportam as quatro forças fundamentais, força forte e força fraca, força eletromagnética e força gravitacional. Todas essas partículas relacionam-se por várias simetrias, sendo assim chamadas de partículas supersimétricas. Uma das maiores consequências da Supersimetria é o spin. Todo bóson e todo férmion, de acordo com a supersimetria, possui um superparceiro com spin metade maior ou menor que ele próprio. Ou seja, o número de bósons e férmions acaba sendo igual, e como suas energias do estado fundmental possuem um mesmo módulo, os valores acabam cancelando esses infinitos.
> A supersimetria prevê a existência de um bóson companheiro para cada partícula. E a supersimentria não é somente um elemento essencial para a teoria das supercordas, mas um ingrediente necessário para dar consistência teórica a esta teoria. A supersimetria é uma simetria notável. Na física de partículas elementares, ela inter-relaciona partículas completamente diferentes: os férmions (como os elétrons, prótons e nêutrons), que constituem o mundo material, e os bósons (como os fótons), que geram as forças da natureza. Os férmions são os individualistas e solitários do mundo das partículas: dois férmions jamais ocupam o mesmo estado quântico. Os bósons, ao contrário, são imitadores de fácil convívio, e unem-se prontamente em estados idênticos. Cada bóson que se encontra num certo estado instiga os outros de sua espécie a imitá-lo. Sob condições propícias, os bósons formam exércitos de clones.
> Nas teorias de supercordas, entretanto, a supersimetria é um elemento essencial. Daí o nome supercordas.
> As propriedade marcantes de sistemas físicos supersimétricos somente aparecem na teoria quântica. O que é extraordinário é que os sistemas construídos por meio de supersimetria que estendem a simetria clássica do espaço-tempo não só constituem candidatos muito atraentes para teorias físicas básicas, mas também têm fornecido instrumentos para novas descobertas na matemática pura como invariantes de nós, tranças e variedades de dimensão três e quatro.
> Podemos agora, pelo menos em palavras, resumir o que são as teorias físicas supersimétricas. São sistemas lagrangianos de campos físicos que podem ser descritos da seguinte maneira:
> Há um superespaço que estende o espaço-tempo.
> Há uma superálgebra de Lie, agindo sobre o superespaço, e que estende a álgebra de Lie das simetrias clássicas do espaço-tempo
> Há um conjunto de campos, bosônicos e fermiônicos, definidos no superespaço, que carrega uma representação da superálgebra.
> Há uma lagrangiana que é invariante pela ação do supergrupo que corresponde à superálgebra.
> No final, podemos encarar estas teorias como simplesmente teorias lagrangianas comuns para um certo conjunto de campos, mas a supersimetria escolhe certas lagrangianas muito particulares que têm propriedades muito especiais. Uma lagrangiana é supersimétrica se é invariante por um conjunto de regras de reescrita. Embora o funcional ação de um conjunto de campos seja escrito como , para saber se isto é supersimétrico ou não, não é necessário interpretar nem os campos, nem as coordenadas no superespaço, nem a integral. Não é necessário saber o que são estas coisas. Temos simplesmente uma expressão, mais sofisticada, mas nada essencialmente diferente. A expressão é invariante por um conjunto de regras de reescrita que são ditadas por uma superálgebra de Lie. Eis a supersimetria neste nível. Uma vez que a teoria é quantizada, a superalgebra de Lie que deu lugar ao conjunto de regras de reescrita agora se incorpora numa superálgebra de Lie de simetrias infinitesimais, e esta superálgebra de operadores traz conseqüências extraordinárias para a teoria quantizada. Isto não é mais formal mas concreto. Nisto temos o próprio milagre de supersimetria e a sua beleza tão admirada pelos físicos.
> O problema da teoria das cordas, da supersimetria, das teorias de gauge e dos férmions e bósons:
> Pela Teoria atual, onde existem férmions e bósons, a supersimetria seria uma simetria notável que relaciona os férmions com bósons, mas, se não existirem bósons é certo que tanto a supersimetria como a própria teoria das cordas cairiam por terra.
> Se imaginarmos que o núcleo atômico seria formado por prótons e nêutrons, constituídos por elétrons e posítrons, mantidos coesos pela distruibuição vetorial das forças magnéticas de atração (força magnética de união nuclear – e não gluons) e se o mediador fóton for a união de uma substância/energia magnética positiva com uma negativa, e se os bósons W e Z, não precisassem existir para explicar os decaimentos beta (+) e beta (-), onde são emitidos elétrons, posítrons, neutrinos e antineutrinos – pois eles estariam presentes no núcleo atômico e se não existissem os mediadores da força gravitacional – os gravitons – pois ela seria resultado da compressão da energia escura sobre a matéria, que é resultado da radiação eletromagnética sem energia cinética, então, nossas teorias atuais teriam que voltar mais de um século, para muitas correções teóricas e matemáticas.
>
>
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> From: leobarretos@...
> Date: Tue, 25 Aug 2009 20:23:41 -0300
> Subject: [ciencialist] Fw: cordas
>
>
>
>
>
>
> Quem quer escrever algo sobre as cordas?
> []´
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leo@...
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> luizferraz.netto@...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>
> ----- Original Message -----
> From: xxxxxxxxxxx
> To: leobarretos@...
> Sent: Tuesday, August 25, 2009 6:35 PM
> Subject: cordas
>
>
> Ola professor
> Sou professor de quimica e biologia celular e um apaixonado
> por fisica (optica, eletromagnetismo)e fascinado por mecanica quantica
> Antes de tudo quero lhe comprimentar por sua PAGINA na internet, é
> realmente muito boa, pra dizer mais espacificamente é o melhor sitio
> de fisica que eu vi na net.....completamente didatica sem deixar de ser profunda
> e instiga as pessoas a se aprofundarem mais no assunto.
> Quando vejo algo assim fico muito entusiasmado porque infelizmente no Brasil
> parece que não se da muito valor as Ciencias......!!!
> Professor Leo....Relatividade geral e mecanica Quantica....quando chegaremos às Cordas....?
> Grato
>
> --
> Claudio B.S.
>
>
>
>
>
>
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> Version: 8.5.392 / Virus Database: 270.13.66/2325 - Release Date: 08/25/09 06:08:00
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> __________________________________________________________
> Deixe suas conversas mais divertidas. Baixe agora mesmo novos emoticons. É grátis!
> http://specials.br.msn.com/ilovemessenger/pacotes.aspx
>



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SUBJECT: <<Manuel>> Estabilidade Orbital
FROM: Amauri Jr <amaurijunior23@zoho.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/08/2009 11:21

Caro Manoel

Não sei o que está dizendo, respeito como filosofo, mas sinceramente não entendo o que está errado o que escrevi. Acho que "querem" respostas prontas e teorias engessadas que não tenho. Leio sim sobre essas teorias mais do que imagina, respondo de acordo com meu entendimento e nada mais...nesses anos aprendi muito na lista e pode ter certeza que graças a ela, tenho outra visão da ciencia, o que eu li me deixa triste, mas não vou mudar de ideia porque alguns não entendem minhas idéias, no qual foge do senso comum cientifico...


sds
Amauri


Tanta ignorancia, não pode existir racistas no Brasil
IREMOS DESTRUIR!
Bando de idiotas, doentes mentais
Fora do Brasil, RACISMO NUNCA MAIS!)
(bota gasta - Somos Uma Mistura De Raça"

http://twitter.com/Amaurijr23


---- Ligado Qua, 26 Ago 2009 19:03:46 -0700 manuelbulcao <manuelbulcao@uol.com.br> escreveu ----

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Amauri Jr <amaurijunior23@...> escreveu

> Caro amigo amante da ciência, todos sabemos a experiência de um imã que ao mirarmos ele em outro imã no mesmo pólo, os mesmos vão se repelir como acontece entre planetas e entre estrelas.

Manuel: Há muito que o Amauri participa desta lista. Todo esse tempo de discussões deveria ter suscitado nele dúvidas e, consequentemente, o desejo de estudar, de ler mais sobre ciência: física, biologia etc.

A afirmação acima, entretanto, demonstra que todos esses anos lhe foram inúteis. Resta patente que ele não leu nada e que continua apostando em *sacações* de alunos idiotas de professores medíocres de filosofia do colegial (a internet está cheia de textos escritos por esse tipo de boçal).

É lamentável o tempo que alguns bons cérebros daqui perdem *encrencando* com esse rapaz. Aliás, tenho observado que, amiúde, uma boa mensagem sequer é respondida, ao passo que mensagens oligofrênicas, como essa da *estabilidade orbital*, rende longuíssimas threads. Decerto que, até por educação, vale responder e até triplicar de forma fundamentada. Mas para que serve ficar chutando um cachorro morto a não ser para satisfazer nossas pulsões sádicas?

Manuel Bulcão



SUBJECT: Re: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/08/2009 11:34

Oi Roberto,
 
"só serão liberadas *depois* que ele houver respondido às perguntas de lógica ..."
 
Talvez ele tenha dificuldades em lógica e prefira um "teste" em Física; então proponho uma saída bem simples para fechar a questão.
Ou ele responde seus testes de lógica, ou,
 
MOSTRE A MATEMÁTICA PARA A DETERMINAÇÃO DO CENTRO DE MASSA DA MOLÉCULA DE ÁGUA.
 
A resposta, obviamente, deve ser vetorial.
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: rmtakata
Sent: Thursday, August 27, 2009 8:37 AM
Subject: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Belmiro Wolski <belmirow@...>
> Posso responder, tio?

Só depois do seu coleguinha Alfredo Castro.

Aliás, como ele está tergiversando, cogito em adotar uma atitude mais drástica: as mensagens dele só serão liberadas *depois* que ele houver respondido às perguntas de lógica que fiz.

As mensagens de Castro enviadas para a lista *antes* dele responder serão apagadas.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: RES: [ciencialist] Re: Fw: LAVOISIER E O PUM DAS VACAS
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/08/2009 11:57

Queimada é bom? Talvez, exceto que a queimada remove a mata nativa, que na
Amazônia é autotrófica, e a substitui por pasto, soja ou coisa parecida. Em
poucos anos o solo, que parecia o melhor do mundo, já começa a necessitar de
doses maciças de fertilizantes e agrotóxicos.

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay.com.br
http://www.lunabay.com.br/
http://twitter.com/alvaro_augusto


-----Mensagem original-----
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de rmtakata
Enviada em: quinta-feira, 27 de agosto de 2009 08:46
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Re: Fw: LAVOISIER E O PUM DAS VACAS

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Isso requer sugestões de outras praias. Fico no aguardo dessas
> ajudas científicas.
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]

> ----- Original Message -----
> From: xxxxxxxx
> Caramba como provar isto, se não tenho como quantificar.

Muito fácil. Pegue dois lotes de terreno com características similares de
solo - se não tiver instrumentos adequados, retire amostras e envie para
laboratórios de análise de solo. Em um deles realize queimadas periódicas,
no outro faça capinagem manual - de resto utilize os mesmos tratamentos nos
dois lotes. Analise a produtividade safra a safra dos cultivos mantidos nos
dois lotes. Pode também enviar para um laboratório para análises de solo
(incluindo microbiológica) amostras periódicas do solo de ambos os lotes.

Se obtiver resultado que confirme a expectativa do consulente, ele terá um
resultado surpreendente, pois toda a literatura aponta em sentido contrário,
e.g.:

"Nos solos estudados, o manejo sem queima da cana-de-açúcar resultou em
melhorias nas propriedades dos solos e promoveu seqüestro de C e N na
cobertura e nas camadas superficiais dos solos."
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-068320080002000
33&lng=en&nrm=iso


[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: André L F S Bacci <andrebacci.listas@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/08/2009 13:07

2009/8/26 manuelbulcao <manuelbulcao@uol.com.br>:
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Amauri Jr <amaurijunior23@...> escreveu
>
>>  Caro amigo amante da ciência, todos sabemos a experiência de um imã que ao mirarmos ele em outro imã no mesmo pólo, os mesmos vão se repelir como acontece entre planetas e entre estrelas.
>
> Manuel: Há muito que o Amauri participa desta lista. Todo esse tempo de discussões deveria ter suscitado nele dúvidas e, consequentemente, o desejo de estudar, de ler mais sobre ciência: física, biologia etc.
>
> A afirmação acima, entretanto, demonstra que todos esses anos lhe foram inúteis. Resta patente que ele não leu nada e que continua apostando em *sacações* de alunos idiotas de professores medíocres de filosofia do colegial (a internet está cheia de textos escritos por esse tipo de boçal).
>
> É lamentável o tempo que alguns bons cérebros daqui perdem *encrencando* com esse rapaz. Aliás, tenho observado que, amiúde, uma boa mensagem sequer é respondida, ao passo que mensagens oligofrênicas, como essa da *estabilidade orbital*, rende longuíssimas threads. Decerto que, até por educação, vale responder e até triplicar de forma fundamentada. Mas para que serve ficar chutando um cachorro morto a não ser para satisfazer nossas pulsões sádicas?

http://xkcd.com/386/

O lamentar é uma conclusão observada depois do evento. Mas o que
modela a resposta (literalmente) não é o resultado fim, mas sim o
momento, a mensagem ingênua/incorreta/estúpida, ali, na tela, piscando
para ser retificada ou ela, a mensagem original, se tornar a
derradeira mensagem final.

André


SUBJECT: Re: Fw: Sobre os efeitos das OEM
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/08/2009 14:03

Lahkola, et al. 2008 - Meningioma and mobile phone use—a collaborative case-control study in five North European countries. International Journal of Epidemiology 37(6):1304-1313; doi:10.1093/ije/dyn155
"Background Use of mobile telephones has been suggested as a possible risk factor for intracranial tumours. To evaluate the effect of mobile phones on risk of meningioma, we carried out an international, collaborative case-control study of 1209 meningioma cases and 3299 population-based controls.

Methods Population-based cases were identified, mostly from hospitals, and controls from national population registers and general practitioners' patient lists. Detailed history of mobile phone use was obtained by personal interview. Regular mobile phone use (at least once a week for at least 6 months), duration of use, cumulative number and hours of use, and several other indicators of mobile phone use were assessed in relation to meningioma risk using conditional logistic regression with strata defined by age, sex, country and region.

Results Risk of meningioma among regular users of mobile phones was apparently lower than among never or non-regular users (odds ratio, OR = 0.76, 95% confidence interval, CI 0.65, 0.89). The risk was not increased in relation to years since first use, lifetime years of use, cumulative hours of use or cumulative number of calls. The findings were similar regardless of telephone network type (analogue/digital), age or sex.

Conclusions Our results do not provide support for an association between mobile phone use and risk of meningioma."


Lönn, et al. 2005 - Long-Term Mobile Phone Use and Brain Tumor Risk. American Journal of Epidemiology 161(6):526-535; doi:10.1093/aje/kwi091
"Handheld mobile phones were introduced in Sweden during the late 1980s. The purpose of this population-based, case-control study was to test the hypothesis that long-term mobile phone use increases the risk of brain tumors. The authors identified all cases aged 20–69 years who were diagnosed with glioma or meningioma during 2000–2002 in certain parts of Sweden. Randomly selected controls were stratified on age, gender, and residential area. Detailed information about mobile phone use was collected from 371 (74%) glioma and 273 (85%) meningioma cases and 674 (71%) controls. For regular mobile phone use, the odds ratio was 0.8 (95% confidence interval: 0.6, 1.0) for glioma and 0.7 (95% confidence interval: 0.5, 0.9) for meningioma. Similar results were found for more than 10 years' duration of mobile phone use. No risk increase was found for ipsilateral phone use for tumors located in the temporal and parietal lobes. Furthermore, the odds ratio did not increase, regardless of tumor histology, type of phone, and amount of use. This study includes a large number of long-term mobile phone users, and the authors conclude that the data do not support the hypothesis that mobile phone use is related to an increased risk of glioma or meningioma."

Moulder, et al. 2005 - Mobile phones, mobile phone base stations and cancer: a review. Int. J. Radiat. Biol. 81(3): 189–203
"There have been reports in the media and claims in the courts that radiofrequency (RF) emissions from mobile phones are a cause of cancer, and there have been numerous public objections to the siting of mobile phone base antennas because of a fear of cancer. This review summarizes the current state of evidence concerning whether the RF energy used for wireless communication might be carcinogenic. Relevant studies were identified by searching MedLine with a combination of exposure and endpoint terms. This was supplemented by a review of the over 1700 citations assembled by the Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE) International Committee on Electromagnetic Safety as part of their updating of the IEEE C95.1 RF energy safety guidelines. Where there were multiple studies, preference was given to recent reports, to positive reports of effects and to attempts to confirm such positive reports. Biophysical considerations indicate that there is little theoretical basis for anticipating that RF energy would have significant biological effects at the power levels used by modern mobile phones and their base station antennas. The epidemiological evidence for a causal association between cancer and RF energy is weak and limited. Animal studies have provided no consistent evidence that exposure to RF energy at non-thermal intensities causes or promotes cancer. Extensive in vitro studies have found no consistent evidence of genotoxic potential, but in vitro studies assessing the epigenetic potential of RF energy are limited. Overall, a weight-ofevidence evaluation shows that the current evidence for a causal association between cancer and exposure to RF energy is weak and unconvincing. However, the existing epidemiology is limited and the possibility of epigenetic effects has not been thoroughly evaluated, so that additional research in those areas will be required for a more thorough assessment of the possibility of a causal connection between cancer and the RF energy from mobile telecommunications."
-----------

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Por tratar-se de um amigo consulente (conhecido de outra lista de
> discussão) apreciaria certa urgência de sugestões do Takata,
> Álvaro, Belmiro, Bulcao, e todos que estão hibernando (apenas
> leitura).
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> ----- Original Message -----
> From: xxxxx
> Subject: Sobre os efeitos das OEM
>
> velha (e polêmica) questão dos efeitos das ondas eletromagnéticas -
> em especial as microondas da telefonia celular - sobre o corpo
> humano.




SUBJECT: Gerenciador de PDFs academicos
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/08/2009 14:09

Gostei da proposta do Mendley.

http://www.mendeley.com/

É um programa (free) de gerenciamento de PDFs acadêmicos.

Mais alguns detalhes de funcionamento aqui
http://cooptando.org/2009/07/22/impressoes-sobre-o-mendeley-0-9-1/

É bonito ver as stats de uso do sistema
http://www.mendeley.com/stats/

Estou testando.

Até
Luís Brudna
luisbrudna@gmail.com
--


SUBJECT: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/08/2009 17:16

Estava para implementar isso, mas depois de uma mensagem enviada por Alfredo Castro, mudei de ideia. Ele não pode mais enviar mensagens ao c-list.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Oi Roberto,
>
> "só serão liberadas *depois* que ele houver respondido às perguntas
> de lógica ..."
>
> Talvez ele tenha dificuldades em lógica e prefira um "teste" em
> Física; então proponho uma saída bem simples para fechar a questão.
> Ou ele responde seus testes de lógica, ou,
>
> MOSTRE A MATEMÁTICA PARA A DETERMINAÇÃO DO CENTRO DE MASSA DA
> MOLÉCULA DE ÁGUA.
>
> A resposta, obviamente, deve ser vetorial.
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: LAVOISIER E O PUM DAS VACAS [3 Anexos]
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/08/2009 18:30

    Capriche na resposta, meu bom homem. A promessa da recompensa é grande!
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qui, 27/8/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: LAVOISIER E O PUM DAS VACAS [3 Anexos]
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009, 10:57

 
Isso requer sugestões de outras praias. Fico no aguardo dessas ajudas científicas.
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
From: xxxxxxxx
Sent: Wednesday, August 26, 2009 11:50 PM
Subject: LAVOISIER E O PUM DAS VACAS

estimado e idolatrado PROFESSOR LUIZ FERRAZ NETTO, querido LEO
recorro mais uma vez á sapiencia do nobre prof., pois encontro-me mais embabascado do que LAVOISIER ("Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma") se a este fosse apresentado o problema dos puns da vaca como genese dos cataclismas da mudança climática. Eu gostaria que voce nos explicasse se é possível numa reserva florestal monitorar o Carbono, quantificar o que entra e sai deste sistema, detalhe como isolar este sistema?Vi um trabalho de um agronomo da escola de Piracicaba, em que ele coletava o carbono dissolvido na agua da chuva,pesquisava o carbono dissolvido em lençol freático e o escambau (isto é ciencia ou pseudociencia )lembrando que o mesmo tem conexões no Ciclo do Carbono com varios outras secções= atmosfera, hidrosfera e litosfera. Esse pessoal quer provar que queimada é prejudicial ao meio ambiente, e eu até acho que o carvão que se fixa na terra passa a ser uma reserva de carbono.Carvã o é carbono ou não? Isto chama terra preta de indio, Quero provar que queimada é bom. o fogo diminui o teor de aluminio que é bactericida, então depois da queimada há uma proliferação de bacteria, que por seu metabolismo fixa nitrogenio no solo tornando-o mais fertil.
Caramba como provar isto, se não tenho como quantificar. O que voce sugere que se faça, não sei como me sair desta enrrascada, não sei se por ser mistico devoto de nossa senhora ou falho de conhecimento cientifico, mas eu não sei como dar uma resposta a este questionamento. A fumaça da queimada libera carbono?O carvão fixa carbono no solo?
POR FAVOR CONCEDA-NOS UMA RESPOSTA CIENTIFICA. Estou amargurado e decepcionado comigo mesmo por não ter estas respostas, por favor ajude-me, prometo rezar milhões de ave-marias em sua intenção, para que tenha um bom céu,se voce me fornecer uma pista, ou a solução do enigma! Estou mal mesmo, nem formular a pergunta estou sabendo fazer direito, acho que são emoções fortes que me impedem o raciocinio claro.Voce entendeu a minha pergunta?
 


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG - www.avg.com
Version: 8.5.392 / Virus Database: 270.13.67/2326 - Release Date: 08/25/09 18:07:00

start: 0000-00-00 end: 0000-00-00
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: LAVOISIER E O PUM DAS VACAS
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/08/2009 18:49

     Takata,
 
     Para corroborar sua fala, posso dar meu testemunho. Além das minhas áreas também arrendo para plantar milho e soja. Em duas oportunidades distintas, arrendei áreas onde o pessoal era adepto ferrenho do palito de fósforo, após a colheita. Mesmo calcareando as áreas (o que eles nunca faziam) levei três anos em ambas as áreas para começar obter boas respostas de produtividade com manejo adequado. No início, as plantas só desenvolviam razoavelmente nas baixadas onde o sólo é mais fértil. Hoje, já fazem 6 anos que cultivo aquelas áreas e a produtividade é excelente. Queimar a palhada de milho, por exemplo, é incinerar 70% do potássio aplicado, que não é exportado para os grãos. Sem contar os demais micro e macronutrientes presentes na palhada. É claro que a cinza da queima da palhada também deixa algum nutriente como o enxofre por exemplo. Mas o dano causado à camada arável é brutal, destruindo organismos importantes para o solo e deixando-o pelado, à mercê das intempéries.
 
     [],s
 
     Belmiro

--- Em qui, 27/8/09, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Fw: LAVOISIER E O PUM DAS VACAS
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 27 de Agosto de 2009, 11:45

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Isso requer sugestões de outras praias. Fico no aguardo dessas
> ajudas científicas.
> ============ ========= ======
> Luiz Ferraz Netto [Léo]

> ----- Original Message -----
> From: xxxxxxxx
> Caramba como provar isto, se não tenho como quantificar.

Muito fácil. Pegue dois lotes de terreno com características similares de solo - se não tiver instrumentos adequados, retire amostras e envie para laboratórios de análise de solo. Em um deles realize queimadas periódicas, no outro faça capinagem manual - de resto utilize os mesmos tratamentos nos dois lotes. Analise a produtividade safra a safra dos cultivos mantidos nos dois lotes. Pode também enviar para um laboratório para análises de solo (incluindo microbiológica) amostras periódicas do solo de ambos os lotes.

Se obtiver resultado que confirme a expectativa do consulente, ele terá um resultado surpreendente, pois toda a literatura aponta em sentido contrário, e.g.:

"Nos solos estudados, o manejo sem queima da cana-de-açúcar resultou em melhorias nas propriedades dos solos e promoveu seqüestro de C e N na cobertura e nas camadas superficiais dos solos."
http://www.scielo. br/scielo. php?script= sci_arttext& pid=S0100- 0683200800020003 3&lng=en& nrm=iso

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: RES: RES: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/08/2009 19:05

Manuel: "A afirmação acima, entretanto, demonstra que todos esses anos lhe foram inúteis. Resta patente que ele não leu nada e que continua apostando em *sacações* de alunos idiotas de professores medíocres de filosofia do colegial (a internet está cheia de textos escritos por esse tipo de boçal)."

Eu passei anos, nesta e em outras listas, tentando ajudar o Amauri a entender as (muitas) coisas que ele não entende. E, como a mensagem última dele demonstra, não adiantou nada.

Em alguns momentos cheguei a pensar que era um personagem inventado, que estava a tirar sarro de meu esforço, mas acho que é só limitação cognitiva mesmo, e muita, mas muita teimosia (fora a recusa em aceitar as limitações).

O que se percebe nas mensagens amauristicas é uma fragmentação da informação, pequenos trechos de coisas lidas, sem ligação, mas que são postas juntas como se conhecimento real fosse. Assim, imãs e planetas parecem o mesmo, por analogia (torta) dos sistemas envolvidos.

Quando eu atinjo um ponto do conhecimento, em que não entendo, seja por falta de informação, seja por limitação cognitiva minha, eu paro e aceito as conclusões de quem é mais capaz ou mais bem informado. Acho que a maioria faz isso (por isso vamos ao médico nos tratar, e não ao padeiro).

Mas algumas pessoas parecem recusar essa opção racional, e teimam em "achar que sabem", misturando em um samba do crioulo doido fragmentos de frases, alegações sem sentido e dados sem ligação.

E teimam, e teimam, e teimam..:-)

Parecem não entender (ou se recusar a entender ou serem incapazes cognitivamente de entender) que o conhecimento científico, sobre a física por exemplo, é que permite que seu computador funcione, que a Internet exista, que satélites geo-estacionários se mantenham em órbita, e que tudo isso é que torna possível que envie essas mensagens malucas e abobrinhas diversas para a lista.

É triste, muito triste, e não é politicamente correto, mas nem todo mundo tem capacidade intelectual igual. Existem diferenças.

Homero






--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "manuelbulcao" <manuelbulcao@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Amauri Jr <amaurijunior23@> escreveu
>
> > Caro amigo amante da ciência, todos sabemos a experiência de um imã que ao mirarmos ele em outro imã no mesmo pólo, os mesmos vão se repelir como acontece entre planetas e entre estrelas.
>
> Manuel: Há muito que o Amauri participa desta lista. Todo esse tempo de discussões deveria ter suscitado nele dúvidas e, consequentemente, o desejo de estudar, de ler mais sobre ciência: física, biologia etc.
>
> A afirmação acima, entretanto, demonstra que todos esses anos lhe foram inúteis. Resta patente que ele não leu nada e que continua apostando em *sacações* de alunos idiotas de professores medíocres de filosofia do colegial (a internet está cheia de textos escritos por esse tipo de boçal).
>
> É lamentável o tempo que alguns bons cérebros daqui perdem *encrencando* com esse rapaz. Aliás, tenho observado que, amiúde, uma boa mensagem sequer é respondida, ao passo que mensagens oligofrênicas, como essa da *estabilidade orbital*, rende longuíssimas threads. Decerto que, até por educação, vale responder e até triplicar de forma fundamentada. Mas para que serve ficar chutando um cachorro morto a não ser para satisfazer nossas pulsões sádicas?
>
> Manuel Bulcão
>




SUBJECT: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/08/2009 21:19

Lamentável. Pensei que ele fosse durar pelo menos um mês!

[ ]s

Alvaro Augusto
alvaro@lunabay.com.br
http://www.lunabay.com.br/
http://twitter.com/alvaro_augusto



-----Mensagem original-----
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de rmtakata
Enviada em: quinta-feira, 27 de agosto de 2009 17:16
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: RES: RES: [ciencialist] Re: Estabilidade Orbital

Estava para implementar isso, mas depois de uma mensagem enviada por Alfredo
Castro, mudei de ideia. Ele não pode mais enviar mensagens ao c-list.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Oi Roberto,
>
> "só serão liberadas *depois* que ele houver respondido às perguntas
> de lógica ..."
>
> Talvez ele tenha dificuldades em lógica e prefira um "teste" em
> Física; então proponho uma saída bem simples para fechar a questão.
> Ou ele responde seus testes de lógica, ou,
>
> MOSTRE A MATEMÁTICA PARA A DETERMINAÇÃO DO CENTRO DE MASSA DA
> MOLÉCULA DE ÁGUA.
>
> A resposta, obviamente, deve ser vetorial.
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: cordas
FROM: Marcelo C Pinto <Marcelop2007@aol.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/08/2009 15:17

Muito bom o link. Valeu mesmo.


Em 26/08/2009, às 17:01, raphaelclarinete escreveu:

O professor Victor Rivelles tem um material muito bom na sua página pessoal.

http://www.fma.if.usp.br/~rivelles/

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luiz Carlos <luiz1611@...> escreveu
>
> 


=

SUBJECT: Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: "manuelbulcao" <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/08/2009 15:23

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> > Mas a minha dúvida era se o campo que "gera" estas partículas
> > mantêm suas "propriedades", suas "constantes", "densidades
> > energéticas", etc......a medida que a entropia destas partículas
> > variam.
>
> Como as partículas em si não têm estrutura interna, é difícil falar em entropia das partículas.

Manuel: Todavia, partículas com alguma estrutura interna (prótons, nêutrons, píons etc.) são instáveis e tendem a decair para estados menos energéticos e, portanto, mais estáveis. Um nêutron isolado, por exemplo, em cerca de 15 minutos decai para um sistema constituído de três partículas mais leves (i.é, com menos massa de repouso): um próton, um elétron e um neutrino.

Físicos teóricos calculam em 10^(32) anos o tempo de decaimento do próton, processo este que resulta em duas partículas *mais leves*: um pósitron e um píon eletricamente neutro (este último, por sua vez, numa fração de segundo decai num par de fótons altamente energéticos).

Ora, se *entropia* é uma medida da capacidade de mudança dos sistemas físicos, então o decaimento das partículas acima para estados *mais estáveis* indica a ocorrência de processo entrópico irreversível a nível subatômico.

quanto às partículas realmente elementares (quarks, elétrons, neutrinos e fótons), pelo que sei quarks não subsistem sozinhos, e que o campo eletromagnético - cujo constituinte elementar é o fóton - se *esfria* à medida que o universo se expande (corrijam-me se estou equivocado).

Dá até para aventar uma *teoria* crackpot: o universo se expande porque os fótons se esfriam, e não o contrário - o que significa dizer que a expansão do universo é uma consequência do aumento universal da entropia.

Abraços,
Manuel Bulcão




SUBJECT: Re: <<Manuel>> Estabilidade Orbital
FROM: "manuelbulcao" <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/08/2009 15:49

Oi Amauri,

Amauri escreveu: Caro Manoel

Não sei o que está dizendo, respeito como filosofo...

Manuel: Não sou filósofo, mas apenas um escritor.

Com efeito, não criei nenhum sistema filosófico, nem contribuí com alguma nova ideia nesse campo: em meus ensaios, apenas *escrevo* tendo por tema questões filosóficas, como também científicas, estéticas etc.

Meus ensaios são literários e, malgrado minha preocupação quase acadêmica com o rigor, não tenho outra pretensão que não seja escrevinhar crônicas cerebrinas.

Forte abraço,
Manuel Bulcão



SUBJECT: Re: <<Manuel>> Estabilidade Orbital
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/08/2009 16:04

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "manuelbulcao"
> Manuel: Não sou filósofo, mas apenas um escritor.
>
> Com efeito, não criei nenhum sistema filosófico, nem contribuí com
> alguma nova ideia nesse campo: em meus ensaios, apenas *escrevo*
> tendo por tema questões filosóficas, como também científicas,
> estéticas etc.

Bem, se o critério para se denominar alguém como filósofo for essa de "contribuir com alguma idéia nova no campo"... estarei sendo maldoso, porém não mentiroso: uma boa parte dos filósofos atuais não mereceriam tal titulação. (Para efeitos dramáticos considerem que eu teria dito: "99% dos filósofos não o são".)

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/08/2009 17:34

 
 
    Bem colocado!
 
   [],s
 
   Belmiro

--- Em sex, 28/8/09, manuelbulcao <manuelbulcao@uol.com.br> escreveu:

De: manuelbulcao <manuelbulcao@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009, 18:23

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "rmtakata" <roberto.takata@ ...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, luiz silva
> > Mas a minha dúvida era se o campo que "gera" estas partículas
> > mantêm suas "propriedades" , suas "constantes" , "densidades
> > energéticas", etc......a medida que a entropia destas partículas
> > variam.
>
> Como as partículas em si não têm estrutura interna, é difícil falar em entropia das partículas.

Manuel: Todavia, partículas com alguma estrutura interna (prótons, nêutrons, píons etc.) são instáveis e tendem a decair para estados menos energéticos e, portanto, mais estáveis. Um nêutron isolado, por exemplo, em cerca de 15 minutos decai para um sistema constituído de três partículas mais leves (i.é, com menos massa de repouso): um próton, um elétron e um neutrino.

Físicos teóricos calculam em 10^(32) anos o tempo de decaimento do próton, processo este que resulta em duas partículas *mais leves*: um pósitron e um píon eletricamente neutro (este último, por sua vez, numa fração de segundo decai num par de fótons altamente energéticos).

Ora, se *entropia* é uma medida da capacidade de mudança dos sistemas físicos, então o decaimento das partículas acima para estados *mais estáveis* indica a ocorrência de processo entrópico irreversível a nível subatômico.

quanto às partículas realmente elementares (quarks, elétrons, neutrinos e fótons), pelo que sei quarks não subsistem sozinhos, e que o campo eletromagnético - cujo constituinte elementar é o fóton - se *esfria* à medida que o universo se expande (corrijam-me se estou equivocado).

Dá até para aventar uma *teoria* crackpot: o universo se expande porque os fótons se esfriam, e não o contrário - o que significa dizer que a expansão do universo é uma consequência do aumento universal da entropia.

Abraços,
Manuel Bulcão




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SUBJECT: Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/08/2009 18:38

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "manuelbulcao"
> Manuel: Todavia, partículas com alguma estrutura interna (prótons,
> nêutrons, píons etc.) são instáveis e tendem a decair para estados
> menos energéticos e, portanto, mais estáveis.

Aí já entra na conta de "sistemas" a que Luiz Silva se referia.

> quanto às partículas realmente elementares (quarks, elétrons,
> neutrinos e fótons), pelo que sei quarks não subsistem sozinhos, e
> que o campo eletromagnético - cujo constituinte elementar é o fóton
> - se *esfria* à medida que o universo se expande (corrijam-me se
> estou equivocado).

Os fótons livres sim. Os do campo eletromagnético são fótons virtuais que surgem e desaparecem muito rapidamente e a todo momento.

Podemos falar em entropia, por exemplo, considerando o spin do elétron: dada uma direção qualquer, há duas possibilidades - mas ainda é estranho falar em "entropia" do elétron. Até porque o qubit aí contido não é propriamente transferível: a teoria clássica da informação (aka Shannon) falha fragorosamente em descrever a situação - quando um elétron encontra-se em estado de sobreposição temos uma indeterminação em relação ao estado de seu, digamos, spin; após uma interação, o estado de sobreposição se desfaz e o elétron assume um spin definido dada uma direção de mensuração; porém a mensuração não está extraindo, em sentido clássico, informação - em sentido clássico a informação seria: "qual é o estado do spin do elétron antes da medida?", mas pelo que sabemos *não* existe um estado definido do spin antes da medida.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Proposta para qualificação de novas teorias para submissão ao exame à clist
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/08/2009 04:55

Considerendo o enorme tempo dispendido nas análises de teorias alternativas às da corrente científica principal com retorno frustrante tanto aos analisadores quanto aos proponentes.

Considerando que não devemos fechar completamente as portas às novas teorias.

Sugiro que adotemos o seguinte:

Os proponentes de teorias alternativas às da corrente científica principal que desejarem ter suas idéias analisadas pelos participantes da ciencia-list deverão, antes de mais nada, submeter-se a um exame de conhecimentos básicos de lógica aristotélica/clássica, a um exame de conhecimentos básicos de interpretação de texto em língua portuguesa (e, se necessário, adicionalmente de outra língua conveniente), a um exame de conhecimentos básicos de matemática e a um exame de conhecimentos básicos na área pertinente à teoria apresentada.

Os exames serão normalizados valendo de 0 (nota mínima) a 10 (nota máxima) pontos, com igual peso para cada questão e para cada habilidade examinada. O exame de cada habilidade considerada consistirá em um questionário de 10 perguntas. (A habilidade de interpretação de texto, quando demandar uma língua estrangeira, terá o peso de 2/3 para a Língua Portuguesa e 1/3 para a língua estrangeira.)

Por conhecimentos básicos entendam-se conhecimentos esperados de um recém-egresso de um curso de nível superior no sistema educacional brasileiro. (Esperados não no sentido da média atual, mas sim de conhecimentos padrões mínimos que tornem o candidato apto.)

A nota normalizada mínima deverá ser de 5 pontos. (Notas fracionadas serão arredondadas para o número inteiro imediatamente inferior.)

A banca elaboradora do exame e a banca avaliadora serão formadas ad hoc a critério do dono da lista.

O candidato poderá consultar todas as fontes que considerar pertinentes para responder às perguntas. O candidato poderá levar o tempo que considerar necessário para responder às perguntas.

O exame vale apenas para análises de teorias. Proposições simples isoladas poderão ser feitas sem necessidade de exame prévio.

Creio que ao se adotarem tais medidas a probabilidade de uma comunicação mais eficiente e menos frustrante será substancialmente aumentada.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: A DOENÇA DO ESPORTE
FROM: Alessandro Loiola <alessandroloiola@yahoo.com.br>
TO: alessandroloiola@yahoo.com.br
DATE: 30/08/2009 20:12

___________________________________________________________________
DR. ALESSANDRO LOIOLA – SAÚDE PARA TODOS -  30/08/2009 -  No.103

http://br.groups.yahoo.com/group/saudeparatodos
© Dr. Alessandro Loiola -     mailto:
alessandroloiola@yahoo.com.br

Convide seus amigos para uma dose diária de saúde (assinar ou cancelar no final).

___________________________________________________________________

 

Olá,

 

Ainda por causa da multidão que tenho atendido com Gripe Suína (ou H1N1, como preferem os puritanos), decidi rodar pela Internet em busca de informações para serem passadas aos pacientes. Não encontrei nada muito conciso que fosse claro ou lúcido o suficiente.

 

Por isso, utilizando as informações fornecidas pelo PubMed Central (http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez?cmd=search&db=pmc) e pelo CDC (http://www.cdc.gov/), montei um panfleto de FAQ voltado para nossa realidade.

 

Tenho oferecido o texto a todos os pacientes que atendo com suspeita da nova gripe. Agora ele também estará disponível (em PDF) para download ou impressão através do link
http://f1.grp.yahoofs.com/v1/YPaaSr-Ki3op4tmHCjKKrPlPH4zx85Oqu-8SKHpjgdR8hmnOb_Wd4a8t15Y_Vr5KbAmL-hihoqkRnBSvK-tFtg/Dr.%20Alessandro%20Loiola%20-%20Gripe%20su%80%A0%A6%EDna.pdf

 

Espero que seja útil – assim como a crônica de hoje, sobre o esporte que virou doença, que você pode conferir logo abaixo ou no blog http://www.dralessandroloiola.blogspot.com/ . Espero que seja uma boa leitura.

 

Um abraço,

 

Dr. Alessandro Loiola

 

___________________________________________________________________

 

A Doença do Esporte

 

© Dr. Alessandro Loiola

 

 

Se cada povo recebe o governo que merece, cada sociedade (e época) também tem as esquisitices que merece.

 

Por exemplo: nas cortes européias da Idade Média, camponeses, brutos, miseráveis e escravos trabalhavam ao ar livre. A aristocracia preferia a mordomia reclusa de seus palácios e roupas de muitas rendas. Por isso, naqueles tempos, os nobres possuíam a pele tão branca que era possível ver o desenho azulado das veias sob a cútis. Ter a pele alva e o “sangue azul” era sinal de riqueza. Hoje, brancura excessiva chega a significar doença, e mostrar um certo bronzeado dá status: se você tem tempo para passar à toa sob o Sol, então leva uma vida mansa e, provavelmente, tem mais dinheiro que a maioria...

 

No Século XVI, na Itália, as mulheres pintavam não apenas os lábios, mas também os dentes. No Século XIX, a última moda eram cílios postiços feitos de pele de rato e espartilhos tão apertados que chegavam a fraturar costelas. Na mesma época, na França, os homens casados usavam mais perucas e cosméticos que suas esposas.

 

Passa o tempo, algumas bizarrices se vão, mas outras logo assumem o posto. Como disse: se cada época caracteriza-se por certos critérios de excentricidade, por que haveríamos de fazer diferente com a nossa?

 

O Século XX testemunhou o avanço tecnológico virar prosperidade na mesa. Apesar da fome continuar assolando os países que sempre passaram fome, de um modo geral, onde havia comida, esta passou a estar disponível em um volume maior do que jamais seríamos capazes de ingerir. O resultado? Uma epidemia de obesidade e mortes por doenças cardiovasculares que assolou os 1900.

 

A resposta dos cientistas não tardaria, e eles logo encontraram uma saída: a prática de esportes. Exercícios físicos regulares melhoram o condicionamento cardiopulmonar e facilitam o controle dos quilos em excesso. Como não seria de surpreender, este conceito foi extrapolado exageradamente para as massas e presenciamos uma explosão de vida nas academias de ginástica e pistas de Cooper como não se via desde o período Cambriano. Todo mundo quer entrar em forma. Se não por vaidade, então por medo.

 

Mas até que ponto esporte é saúde? Temos tenistas jovens com quadris de senhoras osteoporóticas, jogadores de futebol com infartos fulminantes no início da carreira, triatletas que morrem afogados após colapsos, e um número infinito de lesões musculares, articulares e ligamentares em esportistas amadores e atletas de final de semana. Toda uma manada de gente catequizada sob o lema de que esporte é saúde.

 

Ver televisão não distende meu ombro. Caminhar pelo parque com minhas crianças não provoca desgaste coxo-femoral. Não tenho bursite por ler um livro ou desloco a coluna ao dormir até um pouco depois do horário.

 

A atividade física regular, moderada, entendida como uma caminhada de 40 minutos, 4 vezes na semana, é todo esporte que seu corpo precisa como remédio. Não gosta de caminhar? Então saia para dançar, pedalar ou nadar. E adicione um pouco de musculação e alongamento a partir dos 50 anos de idade: isso ajuda a manter ossos e articulações fortes e saudáveis. Para além destes limites, converse com seu médico ou preparador físico e vá pela diversão, pelo entretenimento não-competitivo.

 

É um equívoco propagar o esporte como uma ferramenta para saúde. Sua saúde depende de muito mais compromisso que jogar bola duas vezes por semana ou ir na academia de 8 às 9. Aprender a lidar com o estresse, ter um bom padrão de sono e seguir uma alimentação saudável são tão ou mais importantes que uma corrida ensandecida de 10 Km sobre a esteira.

 

Procurar a atividade física como um modo de manter o corpo dentro da beleza-padrão estampada nas revistas é outro erro comum e, porque não dizer, cômico. As modelos de capa parecem saídas de campos de concentração nazistas de tão caquéticas e não devem pesar mais que a própria revista. A beleza é sentir-se bem aos 30, 40, 50, 60 anos ou mais, e não buscar de modo esquizofrênico a aparência de uma anoréxica de 20 anos de idade quando você já passou da metade da ladeira.

 

Lembre-se que as grandes descobertas vieram de pessoas com tempo ocioso - vide Aristóteles, Newton e tantos outros citados pelo oceanógrafo Kendall Haven em “As 100 maiores descobertas científicas de todos os tempos” (320 páginas, Ediouro, 1ª Edição). Use seu tempo e energia de modo inteligente e produtivo. Ter um glúteo mais firme não fará seu futuro mais brilhante.

 

E se quer uma última dica, que tal investir suas energias procurando por uma preciosidade: o extraordinário livro do médico mineiro José Róiz, “Esporte Mata!” (178 páginas, Editora Casa Amarela, 1ª Edição).

 

Não, não estou ganhando comissão pela venda de livros. Mas uma boa leitura já vale por uma longa caminhada.

 

 

---
Dr. Alessandro Loiola é médico, palestrante e escritor, autor de PARA ALÉM DA JUVENTUDE – GUIA PARA UMA MATURIDADE SAUDÁVEL (Ed. Leitura, 496 pág.) e VIDA E SAÚDE DA CRIANÇA (Ed. Natureza, 430 pág.). Atualmente reside e clinica em Belo Horizonte, Minas Gerais.

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/08/2009 08:13

 
Então....existe algo, neste sentido ??
 
Abs
Felipe

--- Em sex, 28/8/09, Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu:

De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009, 17:34

 
 
 
    Bem colocado!
 
   [],s
 
   Belmiro

--- Em sex, 28/8/09, manuelbulcao <manuelbulcao@ uol.com.br> escreveu:

De: manuelbulcao <manuelbulcao@ uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009, 18:23

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "rmtakata" <roberto.takata@ ...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, luiz silva
> > Mas a minha dúvida era se o campo que "gera" estas partículas
> > mantêm suas "propriedades" , suas "constantes" , "densidades
> > energéticas", etc......a medida que a entropia destas partículas
> > varia.
>
> Como as partículas em si não têm estrutura interna, é difícil falar em entropia das partículas.

Manuel: Todavia, partículas com alguma estrutura interna (prótons, nêutrons, píons etc.) são instáveis e tendem a decair para estados menos energéticos e, portanto, mais estáveis. Um nêutron isolado, por exemplo, em cerca de 15 minutos decai para um sistema constituído de três partículas mais leves (i.é, com menos massa de repouso): um próton, um elétron e um neutrino.

Físicos teóricos calculam em 10^(32) anos o tempo de decaimento do próton, processo este que resulta em duas partículas *mais leves*: um pósitron e um píon eletricamente neutro (este último, por sua vez, numa fração de segundo decai num par de fótons altamente energéticos).

Ora, se *entropia* é uma medida da capacidade de mudança dos sistemas físicos, então o decaimento das partículas acima para estados *mais estáveis* indica a ocorrência de processo entrópico irreversível a nível subatômico.

quanto às partículas realmente elementares (quarks, elétrons, neutrinos e fótons), pelo que sei quarks não subsistem sozinhos, e que o campo eletromagnético - cujo constituinte elementar é o fóton - se *esfria* à medida que o universo se expande (corrijam-me se estou equivocado).

Dá até para aventar uma *teoria* crackpot: o universo se expande porque os fótons se esfriam, e não o contrário - o que significa dizer que a expansão do universo é uma consequência do aumento universal da entropia.

Abraços,
Manuel Bulcão




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SUBJECT: USP é a 38ª melhor universidade em ranking espanhol
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/08/2009 16:52

http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u617390.shtml
-------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/08/2009 19:15

Takata, o que vc está considerando como "partículas"? Quarks?
O que vc chama de "estrutura interna" de algo?
Agradeço pelos esclarecimentos.
Abraços
José Renato
...........................................

----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, August 27, 2009 8:47 AM
Subject: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> Mas a minha dúvida era se o campo que "gera" estas partículas
> mantêm suas "propriedades", suas "constantes", "densidades
> energéticas", etc......a medida que a entropia destas partículas
> variam.

Como as partículas em si não têm estrutura interna, é difícil falar em
entropia das partículas.

[]s,

Roberto Takata



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Atualizado em 27/08/2009




SUBJECT: Concentrador de oxigênio
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/08/2009 19:37

Oi todos,
 
mês passado fui fazer uma (forçada) visita a um pneumologista; sim ... cigarro! uma jostra!
Além de vários ´remédios´ de aspirar (spiriva, etc.), recomendou para a noite um aparelho "concentrador de oxigênio".
Na verdade, na primeira fala, ele citou ´gerador de oxigênio´; uma aparelho elétrico de peso cerca de uns 15 kgf que liga na tomada e ´produz´ oxigênio. De imediato argumentei que nunca ouvi falar em tal aparelho e que a separação do oxigênio do ar atmosférico não é tão simples assim de ligar um aparelhinho na tomada ... e pronto! Talvez por rotação ... força centrífuga ... vá lá!
Depois disso é que ele, consultando, falou em "concentrador". E disse que é um aparelho que filtra o ar separando o nitrogênio (e demais gases) do oxigênio.
Eu argumentei que não sabia da existência de filtros que deixam passar O2 e bloqueiam N2 (ou vice-versa).
Em fim, o aparelho realmente existe e custa R$ 358,00/mês de aluguel ... lá pelas bandas de R$ 3000,00 para comprar.
 
Alguém conhece o dito cujo?
Como funciona essa trapizonga?
Agradeço sugestões;
 
aquele abraço,
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================

SUBJECT: Re: [ciencialist] USP é a 38ª melhor universidade em ranking espanhol
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/08/2009 20:06

Eu diria que o título da Folha está em contradição com a realidade
factual.

Não se trata de um ranking de qualidade das universidades mas sim algo
destinado a avaliar a qualidade dos sites das universidades (Ranking
Web of World Universities), utilizando-se de índices obtidos em sites
de pesquisa (Google, Yahoo, Live Search e Exalead) e relacionados tão
somente ao que é divulgado no site da própria universidade.

A metodologia utilizada pode ser encontrada em
http://www.webometrics.info/methodology.html

Um dado interessante e a ser analisado é que entre as 50 primeiras
classificadas, quase não existem universidades da Europa (creio que
apenas 2), apesar de se tratar de um trabalho europeu (espanhol, no
caso). Curiosamente, os sites de pesquisa utilizados têm sede nos EUA.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.

----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, August 31, 2009 4:52 PM
Subject: [ciencialist] USP é a 38ª melhor universidade em ranking
espanhol


http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u617390.shtml
-------------

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/08/2009 20:07

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato - Terra <jrma@...>
> Takata, o que vc está considerando como "partículas"?

Partículas nesta linha de mensagens - subentendida da mensagem inicial de Luiz Silva - são as partículas subatômicas fundamentais.

> O que vc chama de "estrutura interna" de algo?

É o conceito da física de partículas e da quântica. Bem grosso modo, corresponde a "não ser feito de nenhuma partícula menor".

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Concentrador de oxigênio
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/08/2009 20:11

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Alguém conhece o dito cujo?
> Como funciona essa trapizonga?

Pelo que pude apurar, ele possui um cilindro com material zeolítico que adsorve seletivamente N2. Os poros da estrutura cristalina da zeolita filtram as moléculas de N2 por tamanho.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Concentrador de oxigênio
FROM: "Ricardo D. Kossatz" <ricardodk@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/08/2009 20:14

SUBJECT: Um Novo CeticismoAberto
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 01/09/2009 05:52

 novo_CAhttp://www.ceticismoaberto.com/geral/2490/um-novo-ceticismoaberto

Depois de quase dois anos, o sítio online CeticismoAberto é relançado em uma plataforma completamente nova, apresentado as quase 2.000 páginas de conteúdo original em língua portuguesa de forma mais limpa e organizada. Mais do que isso, o novo sistema é dinâmico, permitindo agora a atualização e a adição de novas informações de forma simples e constante. Aos visitantes fiéis, o novo CeticismoAberto pode ser resumido como a agilidade da antiga seção de notícias aplicada a todo o sítio, com um visual e organização por tags, ou marcadores, e muitos outros recursos.

E não é só. CeticismoAberto agora tem novos sítios especiais, como a Galeria de Fotos Analisadas, incluindo supostos fantasmas e discos voadores; bem como um Fórum de Discussão dedicado, área para a troca de idéias e informações e também palco para que possamos dar o próximo passo: a ONG CeticismoAberto. Podemos e devemos ir além do mundo virtual.

Continue lendo para um tour das novas funcionalidades e sítios especiais, bem como mais detalhes sobre o futuro de CeticismoAberto. Ah, e saiba como concorrer a dois exemplares de livros de Carl Sagan!


SUBJECT: RE: [ciencialist] Proposta para qualificação de novas teorias para submissão ao exame à clist
FROM: murilo filo <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/09/2009 20:02

Takata, bem?
Incrivel... tive que ler 3Xs.
Parabens pela sua coragem, apesar da dura base cultural solicitada, um tipo de barreira.
Esta base cultural pode ser tambem entendida como habilidade de buscar respostas na rede, certo?
Sou de opiniao que um ''tecnico'' qualquer saca na hora as bobagens que andam por todo lado.
Esta' na cara que qq apreciaçao puramente axiomatica e' dispensavel.
Existem areas de sua preferencia? E os recursos consultivos, vc vai buscar e eles vao mesmo ajudar?
Nao entendi esta frase: ''Proposições simples isoladas poderão ser feitas sem necessidade de exame prévio.''
Ate'! Murilo  SP 01/set09


> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> From: roberto.takata@bol.com.br
> Date: Sat, 29 Aug 2009 07:55:36 +0000
> Subject: [ciencialist] Proposta para qualificação de novas teorias para submissão ao exame à clist
>
> Considerendo o enorme tempo dispendido nas análises de teorias alternativas às da corrente científica principal com retorno frustrante tanto aos analisadores quanto aos proponentes.
>
> Considerando que não devemos fechar completamente as portas às novas teorias.
>
> Sugiro que adotemos o seguinte:
>
> Os proponentes de teorias alternativas às da corrente científica principal que desejarem ter suas idéias analisadas pelos participantes da ciencia-list deverão, antes de mais nada, submeter-se a um exame de conhecimentos básicos de lógica aristotélica/clássica, a um exame de conhecimentos básicos de interpretação de texto em língua portuguesa (e, se necessário, adicionalmente de outra língua conveniente), a um exame de conhecimentos básicos de matemática e a um exame de conhecimentos básicos na área pertinente à teoria apresentada.
>
> Os exames serão normalizados valendo de 0 (nota mínima) a 10 (nota máxima) pontos, com igual peso para cada questão e para cada habilidade examinada. O exame de cada habilidade considerada consistirá em um questionário de 10 perguntas. (A habilidade de interpretação de texto, quando demandar uma língua estrangeira, terá o peso de 2/3 para a Língua Portuguesa e 1/3 para a língua estrangeira.)
>
> Por conhecimentos básicos entendam-se conhecimentos esperados de um recém-egresso de um curso de nível superior no sistema educacional brasileiro. (Esperados não no sentido da média atual, mas sim de conhecimentos padrões mínimos que tornem o candidato apto.)
>
> A nota normalizada mínima deverá ser de 5 pontos. (Notas fracionadas serão arredondadas para o número inteiro imediatamente inferior.)
>
> A banca elaboradora do exame e a banca avaliadora serão formadas ad hoc a critério do dono da lista.
>
> O candidato poderá consultar todas as fontes que considerar pertinentes para responder às perguntas. O candidato poderá levar o tempo que considerar necessário para responder às perguntas.
>
> O exame vale apenas para análises de teorias. Proposições simples isoladas poderão ser feitas sem necessidade de exame prévio.
>
> Creio que ao se adotarem tais medidas a probabilidade de uma comunicação mais eficiente e menos frustrante será substancialmente aumentada.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>
>
> ------------------------------------
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.com
>
>
> ##### ##### ##### #####Links do Yahoo! Grupos
>
> <*> Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
>
> <*> Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
>
> <*> O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos:
> http://br.yahoo.com/info/utos.html
>
>

SUBJECT: Re: Proposta para qualificação de novas teorias para submissão ao exame à clist
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/09/2009 22:32

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, murilo filo
> Existem areas de sua preferencia? E os recursos consultivos, vc vai
> buscar e eles vao mesmo ajudar?

Como assim?

> Nao entendi esta frase: ''Proposições simples isoladas poderão ser
> feitas sem necessidade de exame prévio.''

"Celular causa câncer" é uma proposição simples isolada. "A vida surgiu na Terra semeada por alienígenas coluanos" não.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Um Novo CeticismoAberto
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/09/2009 00:51

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Kentaro Mori
> Depois de quase dois anos, o sítio online *CeticismoAberto* é
> relançado em uma plataforma completamente nova, apresentado as quase
> 2.000 páginas de conteúdo original em língua portuguesa de forma

Congratulações.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Concentrador de oxigênio
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/09/2009 08:56

Roberto,
Me conta um pouco mais sobre esta zeolita. É alguma "solução" cristalizada? É um mineral?
Dá prá fazer um "filtro" desses do tipo made in home ?
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: rmtakata
Sent: Monday, August 31, 2009 8:11 PM
Subject: [ciencialist] Re: Concentrador de oxigênio

 

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Alguém conhece o dito cujo?
> Como funciona essa trapizonga?

Pelo que pude apurar, ele possui um cilindro com material zeolítico que adsorve seletivamente N2. Os poros da estrutura cristalina da zeolita filtram as moléculas de N2 por tamanho.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: Concentrador de oxigênio
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/09/2009 09:18

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Me conta um pouco mais sobre esta zeolita. É alguma "solução"
> cristalizada? É um mineral?
> Dá prá fazer um "filtro" desses do tipo made in home ?

São minerais de aluminosilicatos (como argilas) que possuem microporos em sua estrutura. São muito usados como adsorventes nas mais diversas aplicações.

Zeólitas naturais são obtidas de rochas vulcânicas.

----------
http://200.20.105.247/publicacao/serie_anais_XIII_jic_2005/Gabriela%20Ferreira%20Falcao.pdf

http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/ActaSciTechnol/article/viewFile/2252/1347
----------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Concentrador de oxigênio
FROM: Jamil Orlandeli <orlandel@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/09/2009 09:41

Eu aluguei recentemente da White Martins (eles possuem esse serviço) um concentrador de oxigênio (para minha mãe) mediante pedido médico e o preço do aluguel foi de R$ 35,00/ mês e não R$ 350,00/mês.
O que se paga em separado é o cilindro de oxigênio p/
uso em eventual falta de energia. 
Jamil
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, August 31, 2009 7:37 PM
Subject: [ciencialist] Concentrador de oxigênio

 

Oi todos,
 
mês passado fui fazer uma (forçada) visita a um pneumologista; sim ... cigarro! uma jostra!
Além de vários ´remédios´ de aspirar (spiriva, etc.), recomendou para a noite um aparelho "concentrador de oxigênio".
Na verdade, na primeira fala, ele citou ´gerador de oxigênio´; uma aparelho elétrico de peso cerca de uns 15 kgf que liga na tomada e ´produz´ oxigênio. De imediato argumentei que nunca ouvi falar em tal aparelho e que a separação do oxigênio do ar atmosférico não é tão simples assim de ligar um aparelhinho na tomada ... e pronto! Talvez por rotação ... força centrífuga ... vá lá!
Depois disso é que ele, consultando, falou em "concentrador". E disse que é um aparelho que filtra o ar separando o nitrogênio (e demais gases) do oxigênio.
Eu argumentei que não sabia da existência de filtros que deixam passar O2 e bloqueiam N2 (ou vice-versa).
Em fim, o aparelho realmente existe e custa R$ 358,00/mês de aluguel ... lá pelas bandas de R$ 3000,00 para comprar.
 
Alguém conhece o dito cujo?
Como funciona essa trapizonga?
Agradeço sugestões;
 
aquele abraço,
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================


SUBJECT: Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: "manuelbulcao" <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/09/2009 12:26

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...> escreveu

> Podemos falar em entropia, por exemplo, considerando o spin do elétron: dada uma direção qualquer, há duas possibilidades - mas ainda é estranho falar em "entropia" do elétron. Até porque o qubit aí contido não é propriamente transferível: a teoria clássica da informação (aka Shannon) falha fragorosamente em descrever a situação - quando um elétron encontra-se em estado de sobreposição temos uma indeterminação em relação ao estado de seu, digamos, spin; após uma interação, o estado de sobreposição se desfaz e o elétron assume um spin definido dada uma direção de mensuração; porém a mensuração não está extraindo, em sentido clássico, informação - em sentido clássico a informação seria: "qual é o estado do spin do elétron antes da medida?", mas pelo que sabemos *não* existe um estado definido do spin antes da medida.

Manuel: Alguns físicos teóricos - como Alberto Rimini, Giancarlo Ghirardi e Tullio Weber - sustentam a hipótese de que a função de onda das partículas elementares (p. ex., o elétron) são intrinsecamente instáveis, o que significa dizer que, mesmo sem nenhuma interferência externa, isto é, sem que ocorra interação com qualquer outra coisa (um observador e seus instrumentos de medida, p. ex.), a função de onda há de colapsar, quando então a partícula subatômica elementar toma a forma de uma agulha. Segundo seus cálculos, tal colapso espontâneo e aleatório se dá, em média, uma vez a cada bilhão de anos aproximadamente.

Se for verdade, então, *num certo sentido*, há uma tendência de aumento da entropia também a nível das partículas realmente elementares (estou considerando a *Entropia* como uma *medida da capacidade de mudança dos sistemas*).

Observe-se que um elétron *na condição de onda* é um *sistema* que compreende vários estados quânticos sobrepostos. Após o colapso por razões intrínsecas, apenas um estado subsiste.

A propósito, ver GREENE, brian, *O Tecido do Cosmo*, São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.244.

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: (Corrigido) Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: "manuelbulcao" <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/09/2009 12:31

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...> escreveu

> Podemos falar em entropia, por exemplo, considerando o spin do elétron: dada uma direção qualquer, há duas possibilidades - mas ainda é estranho falar em "entropia" do elétron. Até porque o qubit aí contido não é propriamente transferível: a teoria clássica da informação (aka Shannon) falha fragorosamente em descrever a situação - quando um elétron encontra-se em estado de sobreposição temos uma indeterminação em relação ao estado de seu, digamos, spin; após uma interação, o estado de sobreposição se desfaz e o elétron assume um spin definido dada uma direção de mensuração; porém a mensuração não está extraindo, em sentido clássico, informação - em sentido clássico a informação seria: "qual é o estado do spin do elétron antes da medida?", mas pelo que sabemos *não* existe um estado definido do spin antes da medida.

Manuel: Alguns físicos teóricos - como Alberto Rimini, Giancarlo Ghirardi e Tullio Weber - sustentam a hipótese de que a função de onda das partículas elementares (p. ex., o elétron) é intrinsecamente instáveis, o que significa dizer que, mesmo sem nenhuma interferência externa, isto é, sem que ocorra interação com qualquer outra coisa (um observador e seus instrumentos de medida, p. ex.), a função de onda há de colapsar, quando então a partícula subatômica elementar toma a forma de uma agulha. Segundo seus cálculos, tal colapso espontâneo e aleatório se dá, em média, uma vez a cada bilhão de anos aproximadamente.

Se for verdade, então, *num certo sentido*, há uma tendência de aumento da entropia também ao nível das partículas realmente elementares (estou considerando a *Entropia* como uma *medida da capacidade de mudança dos sistemas*).

Observe-se que um elétron *na condição de onda* é um *sistema* que compreende vários estados quânticos sobrepostos. Após o colapso por razões intrínsecas, apenas um estado subsiste.

A propósito, ver GREENE, Brian, *O Tecido do Cosmo, São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.244.

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: Re: Proposta para qualificação de novas teorias para submissão ao exame à clist
FROM: "manuelbulcao" <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/09/2009 15:15

Takata,

Gosto da sua proposta, mas vejo alguns problemas nela.

Primeiro, há uma versão *hard* (não sei se poderíamos chamar de *vulgar*) da epistemologia de Popper que afirma que *toda* hipótese falseável é científica, não importando o postulado da qual ela é deduzível. Vale dizer, é irrelavante se o postulado é *sacado*, meramente intuído, fundado na experiência ou não: basta que seja falseável.

Logo, é de se indagar: qual é a epistemologia adotada pela C-List? Aliás, existe alguma epistemologia *oficial*?

Lembro que algumas hipóteses antropológicas que atualmente estão sendo corroboradas pela experiência eram, antes, dogmas religiosos que foram por algum tempo ridicularizados por cientistas e diletantes da ciência. Caso, por exemplo,do monogenismo ou monofiletismo (que o digam Hume, Voltaire, Louis Agassiz e muitos outros que se enganaram com os dados da observação empírica).

Demais, existe um senso comum do establisment científico. Com efeito, de tão habituado com o estranho (da mecânica quântica, p. ex.), o cientista *credenciado*, quando se depara com algo absurdo, tenta, quase por reflexo condicionado, explicá-lo mediante o abstruso... quando, não raro, a chave do segredo está mais embaixo: no bom senso dos leigos.

Sem falar que cientistas acadêmicos zelam tanto pelo seu status a ponto de se recusarem a aventar qualquer hipótese mais ousada, temerosos de caírem no ridículo. Não é à toa que muitas boas sacações que, algum tempo depois, ganharam o estatuto de teoria, foram elas aventadas por membros do *baixo clero* da comunidade científica *que não tinham muito a perder* (caso do Pe. G. Lamaître e de E. Tryon).

Diga-se, a propósito, que Ludwig Wittgenstein, considerado por muitos o maior filósofo do séc. XX, jamais fizera um estudo sistemático da Filosofia. O seu conhecimento de Kant e da maioria dos grandes filósofos era de segunda mão ou de almanaque, quando não nulo.

Uma observação: um sujeito pouco fluente em inglês, que lê sílaba por sílaba (soletrando), tem mais capacidade de encontrar erros ortográficos num texto nessa língua que aqueles, mais fluentes, que leem palavra por palavra ou frases inteiras.

Ok, o cara pelo menos sabe alguma coisa de inglês. Mas o que quero salientar é o fato de que leigos em lógica e física podem, muito ocasionalmente, acertar, e, mais frequentemente, cometerem erros fecundos (aqueles que nos fazem pensar).

Por tudo isso, proponho que se deixe os *crackpots* se manifestarem; que suas mensagens sejam respondidas. E que, depois de morto o cachorro, sejam postos em moderação aqueles que ficam chutando a carcaça, só por sadismo (até porque defundo inchado, quando chutado, exala gases fedorentos).

Abraços,
Manuel Bulcão




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...> escreveu
>
> Considerendo o enorme tempo dispendido nas análises de teorias alternativas às da corrente científica principal com retorno frustrante tanto aos analisadores quanto aos proponentes.
>
> Considerando que não devemos fechar completamente as portas às novas teorias.
>
> Sugiro que adotemos o seguinte:
>
> Os proponentes de teorias alternativas às da corrente científica principal que desejarem ter suas idéias analisadas pelos participantes da ciencia-list deverão, antes de mais nada, submeter-se a um exame de conhecimentos básicos de lógica aristotélica/clássica, a um exame de conhecimentos básicos de interpretação de texto em língua portuguesa (e, se necessário, adicionalmente de outra língua conveniente), a um exame de conhecimentos básicos de matemática e a um exame de conhecimentos básicos na área pertinente à teoria apresentada.
>
> Os exames serão normalizados valendo de 0 (nota mínima) a 10 (nota máxima) pontos, com igual peso para cada questão e para cada habilidade examinada. O exame de cada habilidade considerada consistirá em um questionário de 10 perguntas. (A habilidade de interpretação de texto, quando demandar uma língua estrangeira, terá o peso de 2/3 para a Língua Portuguesa e 1/3 para a língua estrangeira.)
>
> Por conhecimentos básicos entendam-se conhecimentos esperados de um recém-egresso de um curso de nível superior no sistema educacional brasileiro. (Esperados não no sentido da média atual, mas sim de conhecimentos padrões mínimos que tornem o candidato apto.)
>
> A nota normalizada mínima deverá ser de 5 pontos. (Notas fracionadas serão arredondadas para o número inteiro imediatamente inferior.)
>
> A banca elaboradora do exame e a banca avaliadora serão formadas ad hoc a critério do dono da lista.
>
> O candidato poderá consultar todas as fontes que considerar pertinentes para responder às perguntas. O candidato poderá levar o tempo que considerar necessário para responder às perguntas.
>
> O exame vale apenas para análises de teorias. Proposições simples isoladas poderão ser feitas sem necessidade de exame prévio.
>
> Creio que ao se adotarem tais medidas a probabilidade de uma comunicação mais eficiente e menos frustrante será substancialmente aumentada.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Re: Proposta para qualificação de novas teorias para submissão ao exame à clist
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/09/2009 15:31

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "manuelbulcao"
> Gosto da sua proposta, mas vejo alguns problemas nela.

Como *não* diriam os italianos, é para considerá-la "lingua in guancia". Aliás, como em relação a tudo o que escrevo.

> Logo, é de se indagar: qual é a epistemologia adotada pela C-List?
> Aliás, existe alguma epistemologia *oficial*?

Não vejo isso como um problema. (Que eu saiba não há uma visão oficial na clist.) A questão epistemológica é discutida quer tenha ou não condições prévias para qualificação da análise. E o exame de qualificação não faz nenhuma menção à adequação epistemológica. Logo, o exame em si não muda nada em relação a isso.

> Demais, existe um senso comum do establisment científico.
[...]
> Sem falar que cientistas acadêmicos zelam tanto pelo seu status a
> ponto de se recusarem a aventar qualquer hipótese mais ousada,
> temerosos de caírem no ridículo.

Verdade o quanto seja, também não é um problema para a proposta feita. Se tais fatos afetam a análise a ser feita, vai afetar havendo ou não uma qualificação prévia - que é neutra em relação a esses fatores.

> Uma observação: um sujeito pouco fluente em inglês, que lê sílaba
> por sílaba (soletrando), tem mais capacidade de encontrar erros
> ortográficos num texto nessa língua que aqueles, mais fluentes, que
> leem palavra por palavra ou frases inteiras.

O exame não é de gramática, mas de *compreensão* de texto.

> Mas o que quero salientar é o fato de que leigos em lógica e física
> podem, muito ocasionalmente, acertar, e, mais frequentemente,
> cometerem erros fecundos (aqueles que nos fazem pensar).

Ocasionalmente o suficiente para... alguém sabe de alguma ocasião em que se cometeu tal erro fecundo?

Pode até ser que as chances sejam maiores do que chimpanzés datilógrafos escreverem as obras completas de Shakespeare, mas não me parecem frequentes o suficiente para que compense a aporrinhação.

> Por tudo isso, proponho que se deixe os *crackpots* se
> manifestarem; que suas mensagens sejam respondidas. E que, depois
> de morto o cachorro, sejam postos em moderação aqueles que ficam
> chutando a carcaça, só por sadismo (até porque defundo inchado,
> quando chutado, exala gases fedorentos).

Piadinha de primeira série: Por que cachorro entra na igreja? (Não, estou dizendo que aqui seja uma igreja. Às vezes é, mas isso é outra história.)

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/09/2009 18:26

Takata, quarks e fótons seriam partículas subatômicas fundamentais...
E o eletron, vc consideraria também como tal?
[]s
José Renato
...........................................
----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, August 31, 2009 8:07 PM
Subject: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato - Terra <jrma@...>
> Takata, o que vc está considerando como "partículas"?

Partículas nesta linha de mensagens - subentendida da mensagem inicial de
Luiz Silva - são as partículas subatômicas fundamentais.

> O que vc chama de "estrutura interna" de algo?

É o conceito da física de partículas e da quântica. Bem grosso modo,
corresponde a "não ser feito de nenhuma partícula menor".

[]s,

Roberto Takata



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Atualizado em 02/09/2009




SUBJECT: Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/09/2009 20:01

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato - Terra <jrma@...>
> E o eletron, vc consideraria também como tal?

Segundo o conhecimento atual da física das partículas, sim.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Corrente e campo elétrico
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/09/2009 20:55

  Olá!
 
    Em anexo, um trechinho do meu livro sobre corrente elétrica. As explicações nos livros atuais nunca me convenceram e pesquisei muito e derreti muitos neurônios até chegar a isto. Ainda precisa dar um tapa, mas é mais ou menos esta a minha conclusão. Apreciaria comentários.
 
    Abraços
 
    Crackpot Belmiro


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Corrente e campo elétrico [1 Anexo]
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/09/2009 13:04

Ola Belmiro,
 
Não estou conseguindo acessar o link. Vc tem como enviar novamente ?
 
Abs
Felipe

--- Em qua, 2/9/09, Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu:

De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
Assunto: [ciencialist] Corrente e campo elétrico [1 Anexo]
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009, 20:55

 
  Olá!
 
    Em anexo, um trechinho do meu livro sobre corrente elétrica. As explicações nos livros atuais nunca me convenceram e pesquisei muito e derreti muitos neurônios até chegar a isto. Ainda precisa dar um tapa, mas é mais ou menos esta a minha conclusão. Apreciaria comentários.
 
    Abraços
 
    Crackpot Belmiro


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Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

SUBJECT: RES: [ciencialist] Corrente e campo elétrico
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/09/2009 16:21

Também não consegui acessar o arquivo!

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de luiz silva
Enviada em: quinta-feira, 3 de setembro de 2009 13:04
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Corrente e campo elétrico

 




Ola Belmiro,

 

Não estou conseguindo acessar o link. Vc tem como enviar novamente ?

 

Abs

Felipe

--- Em qua, 2/9/09, Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu:


De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
Assunto: [ciencialist] Corrente e campo elétrico [1 Anexo]
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009, 20:55

 

  Olá!

 

    Em anexo, um trechinho do meu livro sobre corrente elétrica. As explicações nos livros atuais nunca me convenceram e pesquisei muito e derreti muitos neurônios até chegar a isto. Ainda precisa dar um tapa, mas é mais ou menos esta a minha conclusão. Apreciaria comentários.

 

    Abraços

 

    Crackpot Belmiro

 


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Corrente e campo elétrico
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/09/2009 16:34

 
 
    OK. Estou anexando de novo, agora compactado.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qui, 3/9/09, luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br> escreveu:

De: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Corrente e campo elétrico
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009, 16:04

 
Ola Belmiro,
 
Não estou conseguindo acessar o link. Vc tem como enviar novamente ?
 
Abs
Felipe

--- Em qua, 2/9/09, Belmiro Wolski <belmirow@yahoo. com.br> escreveu:

De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo. com.br>
Assunto: [ciencialist] Corrente e campo elétrico [1 Anexo]
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009, 20:55

 
  Olá!
 
    Em anexo, um trechinho do meu livro sobre corrente elétrica. As explicações nos livros atuais nunca me convenceram e pesquisei muito e derreti muitos neurônios até chegar a isto. Ainda precisa dar um tapa, mas é mais ou menos esta a minha conclusão. Apreciaria comentários.
 
    Abraços
 
    Crackpot Belmiro


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Corrente e campo elétrico [1 Anexo]
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/09/2009 19:48

Oi Belmiro,
 
a explicação não me convenceu de todo; tem várias pontas soltas, senão vejamos:
 
a) Nos terminais de uma fonte DC em circuito aberto há cargas elétricas. Todavia estas cargas formam um campo elétrico interno estritamente necessário para anular o campo elétrico que origina a f.e.m. Tais cargas não podem manifestar efeitos externos a menos que se adapte à nova f.e.m. gerada.
Assim, se E é a f.e.m. gerada e U é a d.d.p. entre os terminais da fonte em circuito aberto, tem-se: U = E (o que condiz com o fato do campo elétrico resultante ser nulo no interior do gerador).
Se algumas dessas cargas dos terminais se distribuem sobre os condutores de comprimento L (proporcionais às suas capacitâncias), tornando-os "equipotencial" com os terminais da fonte, deve ter ocorrido uma variação na f.e.m. na nova situação de equilíbrio eletrostático do sistema.
Nada contra o fato de que as cargas que se espalham pelos condutores assumam distribuições distintas cada qual condizente com a forma geométrica do condutor na região examinada (poder das pontas); o importante é que todo o condutor seja equipotencial com o terminal onde está ligado.
Como a capacitância dos condutores é exígua, a quantidade de carga também o é ... dificilmente poderemos detetar tais campos elétricos externos usando condutores típicos das instalações residenciais e eletrônica.
 
b) Não conheço experimentos que comprove os campos elétricos que vc cita (E´, E",...), uma vez circulando corrente pelos condutores não há campo elétrico externo (pelo menos não vejo como detetá-los!)
 
c) A figura mostrando o campo elétrico resultante no espaço que envolve o condutor no qual circula corrente estacionária (acho que é a última figura) é novidade para mim (o que não é de se estranhar...). Dê-me condições de comprovar esta distribuição. Esta é sua parcela de crackpot?
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, September 02, 2009 8:55 PM
Subject: [ciencialist] Corrente e campo elétrico [1 Anexo]

 

  Olá!
 
    Em anexo, um trechinho do meu livro sobre corrente elétrica. As explicações nos livros atuais nunca me convenceram e pesquisei muito e derreti muitos neurônios até chegar a isto. Ainda precisa dar um tapa, mas é mais ou menos esta a minha conclusão. Apreciaria comentários.
 
    Abraços
 
    Crackpot Belmiro


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Corrente e campo elétrico [1 Anexo]
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/09/2009 19:52

Os primeiros anexos abriram normalmente.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Thursday, September 03, 2009 7:48 PM
Subject: Re: [ciencialist] Corrente e campo elétrico [1 Anexo]

Oi Belmiro,
 
a explicação não me convenceu de todo; tem várias pontas soltas, senão vejamos:
 
a) Nos terminais de uma fonte DC em circuito aberto há cargas elétricas. Todavia estas cargas formam um campo elétrico interno estritamente necessário para anular o campo elétrico que origina a f.e.m. Tais cargas não podem manifestar efeitos externos a menos que se adapte à nova f.e.m. gerada.
Assim, se E é a f.e.m. gerada e U é a d.d.p. entre os terminais da fonte em circuito aberto, tem-se: U = E (o que condiz com o fato do campo elétrico resultante ser nulo no interior do gerador).
Se algumas dessas cargas dos terminais se distribuem sobre os condutores de comprimento L (proporcionais às suas capacitâncias), tornando-os "equipotencial" com os terminais da fonte, deve ter ocorrido uma variação na f.e.m. na nova situação de equilíbrio eletrostático do sistema.
Nada contra o fato de que as cargas que se espalham pelos condutores assumam distribuições distintas cada qual condizente com a forma geométrica do condutor na região examinada (poder das pontas); o importante é que todo o condutor seja equipotencial com o terminal onde está ligado.
Como a capacitância dos condutores é exígua, a quantidade de carga também o é ... dificilmente poderemos detetar tais campos elétricos externos usando condutores típicos das instalações residenciais e eletrônica.
 
b) Não conheço experimentos que comprove os campos elétricos que vc cita (E´, E",...), uma vez circulando corrente pelos condutores não há campo elétrico externo (pelo menos não vejo como detetá-los!)
 
c) A figura mostrando o campo elétrico resultante no espaço que envolve o condutor no qual circula corrente estacionária (acho que é a última figura) é novidade para mim (o que não é de se estranhar...). Dê-me condições de comprovar esta distribuição. Esta é sua parcela de crackpot?
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, September 02, 2009 8:55 PM
Subject: [ciencialist] Corrente e campo elétrico [1 Anexo]

 

  Olá!
 
    Em anexo, um trechinho do meu livro sobre corrente elétrica. As explicações nos livros atuais nunca me convenceram e pesquisei muito e derreti muitos neurônios até chegar a isto. Ainda precisa dar um tapa, mas é mais ou menos esta a minha conclusão. Apreciaria comentários.
 
    Abraços
 
    Crackpot Belmiro


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/09/2009 19:58

Acho estranho termos estes componentes fundamentais diferentes.....levando-se em consideração que a origem deles é a mesma....não seria mais coerente existir um único componente fundamental da matéria ?
 
Abs
Felipe

--- Em qua, 2/9/09, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 2 de Setembro de 2009, 20:01

 
--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, José Renato - Terra <jrma@...>
> E o eletron, vc consideraria também como tal?

Segundo o conhecimento atual da física das partículas, sim.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Concentrador de oxigênio
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/09/2009 20:13

Olá Jamil,
 
o aluguel do concentrador foi feito através de algum site? Ou foi através de alguma firma coligada à White na sua cidade?
agradeço informações.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, September 02, 2009 9:41 AM
Subject: Re: [ciencialist] Concentrador de oxigênio

 

Eu aluguei recentemente da White Martins (eles possuem esse serviço) um concentrador de oxigênio (para minha mãe) mediante pedido médico e o preço do aluguel foi de R$ 35,00/ mês e não R$ 350,00/mês.
O que se paga em separado é o cilindro de oxigênio p/
uso em eventual falta de energia. 
Jamil
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, August 31, 2009 7:37 PM
Subject: [ciencialist] Concentrador de oxigênio

 

Oi todos,
 
mês passado fui fazer uma (forçada) visita a um pneumologista; sim ... cigarro! uma jostra!
Além de vários ´remédios´ de aspirar (spiriva, etc.), recomendou para a noite um aparelho "concentrador de oxigênio".
Na verdade, na primeira fala, ele citou ´gerador de oxigênio´; uma aparelho elétrico de peso cerca de uns 15 kgf que liga na tomada e ´produz´ oxigênio. De imediato argumentei que nunca ouvi falar em tal aparelho e que a separação do oxigênio do ar atmosférico não é tão simples assim de ligar um aparelhinho na tomada ... e pronto! Talvez por rotação ... força centrífuga ... vá lá!
Depois disso é que ele, consultando, falou em "concentrador". E disse que é um aparelho que filtra o ar separando o nitrogênio (e demais gases) do oxigênio.
Eu argumentei que não sabia da existência de filtros que deixam passar O2 e bloqueiam N2 (ou vice-versa).
Em fim, o aparelho realmente existe e custa R$ 358,00/mês de aluguel ... lá pelas bandas de R$ 3000,00 para comprar.
 
Alguém conhece o dito cujo?
Como funciona essa trapizonga?
Agradeço sugestões;
 
aquele abraço,
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================



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Version: 8.5.409 / Virus Database: 270.13.75/2341 - Release Date: 09/02/09 05:50:00

SUBJECT: Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/09/2009 20:31

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> Acho estranho termos estes componentes fundamentais
> diferentes.....levando-se em consideração que a origem deles é a
> mesma....não seria mais coerente existir um único componente
> fundamental da matéria ?

Pela teoria das supercordas, são todas manifestações de cordas.

Mas não vejo incoerência na existência da multiplicidade de componentes fundamentais. Ter uma mesma origem não precisa implicar nem que tenham que ser todas iguais à partida, nem que, sendo todas iguais na origem, que tenham que permanecer iguais.

P.e., a partir de um fóton, pode surgir um par elétron/pósitron - o elétron é distinto do pósitron em sua carga elétrica, mesmo ambos tendo partido do mesmo ponto. De fato, como o fóton tem carga zero e existe a conservação da carga, é *esperado* que, em surgindo um elétron, há que aparecer uma partícula de carga oposta.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Três prostitutas, duas camisinhas: o problema matemático com mais sacanagem
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 03/09/2009 22:53

Três prostitutas, duas camisinhas: o problema matemático com mais sacanagem

gilda_luvas

“Um homem contrata três prostitutas e quer fazer sexo com todas. Todos os envolvidos podem ter doenças sexualmente transmissíveis, e todos querem usar preservativos. Infelizmente, só há duas camisinhas. Pior ainda, estão no meio do nada e não podem comprar mais camisinhas. Poderá o homem fazer sexo com todas as três mulheres sem risco para qualquer um dos quatro?”

Atenção: se você tem menos de 18 anos, leia esta versão – que também é de certa forma uma dica:

“Uma médica precisa examinar três pacientes. Todos os envolvidos podem ter doenças contagiosas, e todos querem que sejam usadas luvas cirúrgicas para proteção. Infelizmente, só há duas luvas. Pior ainda, é um hospital público sem recursos e não podem comprar mais luvas. Poderá a médica examinar todos os três pacientes sem risco para qualquer um dos quatro?”

A resposta é sim, é possível, embora a versão com sacanagem não seja lá tão segura assim. O problema com luvas é um desafio matemático divulgado por Martin Gardner (em inglês, com a resposta), e a versão com sacanagem é comentada por Tanya Khovanova em seu blog, que apresenta ainda uma variação que pode envolver tanta ou mais sacanagem:

“Suponha que três homens gays queiram fazer sexo uns com os outros, e cada par queira realizar dois atos sexuais envolvendo penetração, trocando de papéis. Eles querem evitar contaminar uns aos outros, e ainda querem que cada homem não contamine a si mesmo de uma região a outra. Como podem fazer isso usando exatamente três camisinhas?”.

Khovanova não detalhou a resposta, “mas claro, você pode dizer que este é um problema de luvas com três cirurgiões operando uns aos outros”.

Ainda não sabe como resolver o problema? Selecione o texto ao lado para uma dica reveladora: quantas superfícies tem uma luva ou camisinha? [via cgr v2.0]

* Este post faria parte da Blogagem Coletiva Caça Paraquedista, não estivesse uma semana atrasado


SUBJECT: RES: [ciencialist] Três prostitutas, duas camisinhas: o problema matemático com mais sacanagem
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/09/2009 09:53

Acho que o enunciado do problema está um pouco defasado da realidade. Por que as mulheres envolvidas precisariam ser prostitutas?

 

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de Kentaro Mori
Enviada em: quinta-feira, 3 de setembro de 2009 22:54
Assunto: [ciencialist] Três prostitutas, duas camisinhas: o problema matemático com mais sacanagem

 




Três prostitutas, duas camisinhas: o problema matemático com mais sacanagem

gilda_luvas

“Um homem contrata três prostitutas e quer fazer sexo com todas. Todos os envolvidos podem ter doenças sexualmente transmissíveis, e todos querem usar preservativos. Infelizmente, só há duas camisinhas. Pior ainda, estão no meio do nada e não podem comprar mais camisinhas. Poderá o homem fazer sexo com todas as três mulheres sem risco para qualquer um dos quatro?”

Atenção: se você tem menos de 18 anos, leia esta versão – que também é de certa forma uma dica:

“Uma médica precisa examinar três pacientes. Todos os envolvidos podem ter doenças contagiosas, e todos querem que sejam usadas luvas cirúrgicas para proteção. Infelizmente, só há duas luvas. Pior ainda, é um hospital público sem recursos e não podem comprar mais luvas. Poderá a médica examinar todos os três pacientes sem risco para qualquer um dos quatro?”

A resposta é sim, é possível, embora a versão com sacanagem não seja lá tão segura assim. O problema com luvas é um desafio matemático divulgado por Martin Gardner (em inglês, com a resposta), e a versão com sacanagem é comentada por Tanya Khovanova em seu blog, que apresenta ainda uma variação que pode envolver tanta ou mais sacanagem:

“Suponha que três homens gays queiram fazer sexo uns com os outros, e cada par queira realizar dois atos sexuais envolvendo penetração, trocando de papéis. Eles querem evitar contaminar uns aos outros, e ainda querem que cada homem não contamine a si mesmo de uma região a outra. Como podem fazer isso usando exatamente três camisinhas?”.

Khovanova não detalhou a resposta, “mas claro, você pode dizer que este é um problema de luvas com três cirurgiões operando uns aos outros”.

Ainda não sabe como resolver o problema? Selecione o texto ao lado para uma dica reveladora: quantas superfícies tem uma luva ou camisinha? [via cgr v2.0]

* Este post faria parte da Blogagem Coletiva Caça Paraquedista, não estivesse uma semana atrasado





SUBJECT: Corrente e campo
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/09/2009 13:28

Oi Belmiro,

 

a explicação não me convenceu de todo; tem várias pontas soltas, senão vejamos:

 

a) Nos terminais de uma fonte DC em circuito aberto há cargas elétricas. Todavia estas cargas formam um campo elétrico interno estritamente necessário para anular o campo elétrico que origina a f.e.m. Tais cargas não podem manifestar efeitos externos a menos que se adapte à nova f.e.m. gerada.

 

            Como não? Imagine a fonte. Pendure agora um condutor ao terminal positivo. O campo elétrico da fonte atua sobre as cargas livres do condutor e as distribui até que internamente o campo elétrico se anule. Isto altera totalmente o campo elétrico nas imediações da fonte. Haverá campo elétrico em todo o condutor externamente.

 

 

Assim, se E é a f.e.m. gerada e U é a d.d.p. entre os terminais da fonte em circuito aberto, tem-se: U = E (o que condiz com o fato do campo elétrico resultante ser nulo no interior do gerador).

Se algumas dessas cargas dos terminais se distribuem sobre os condutores de comprimento L (proporcionais às suas capacitâncias) , tornando-os "equipotencial" com os terminais da fonte, deve ter ocorrido uma variação na f.e.m. na nova situação de equilíbrio eletrostático do sistema.

 

            Variação na fem, não. Ocorre que, ao saírem cargas (positivas) do terminal positivo, o campo eletrostático no interior da fonte diminui e a igualdade com o campo não eletrostático é rompida. Este último, prevalecendo sobre o primeiro, repõe as cargas até ocorrer nova igualdade entre os campos. Afinal, o condutor sendo um capacitor carregado, contém energia. De onde você acha que ela veio? Bingo!

 

 

Nada contra o fato de que as cargas que se espalham pelos condutores assumam distribuições distintas cada qual condizente com a forma geométrica do condutor na região examinada (poder das pontas); o importante é que todo o condutor seja equipotencial com o terminal onde está ligado.

Como a capacitância dos condutores é exígua, a quantidade de carga também o é ... dificilmente poderemos detetar tais campos elétricos externos usando condutores típicos das instalações residenciais e eletrônica.

 

            Talvez com correntes muito altas. Jefimenko e outros já realizaram experiências do tipo. Mas como são figuras polêmicas, não lhe dão muitos créditos. Mas não estou preocupado com isto. Estou apenas tentando explicar o que a Física até hoje não explicou. Ou você ainda acredita que o campo elétrico interno que gera a corrente é devido ao “vácuo” deixado pelo movimento das cargas? Este campo não existe! Me prove geometricamente que ele não é zero dentro de um condutor conduzindo corrente. Se quiser, de quebra, me prove que existe ectoplasma que separa a camada de matéria e antimatéria no interior da Terra.

 

b) Não conheço experimentos que comprove os campos elétricos que vc cita (E´, E",...), uma vez circulando corrente pelos condutores não há campo elétrico externo (pelo menos não vejo como detetá-los!)

 

            Estes campos eu usei como componentes que se anulam dentro de um condutor na condição estática. Justamente para enxergar como ocorre o movimento das cargas quando aproximamos ou afastamos as pontas do condutor, que promove um desequilíbrio momentâneo entre eles. Realmente, não há como detetá-los.

 

c) A figura mostrando o campo elétrico resultante no espaço que envolve o condutor no qual circula corrente estacionária (acho que é a última figura) é novidade para mim (o que não é de se estranhar... ). Dê-me condições de comprovar esta distribuição. Esta é sua parcela de crackpot?

 

            Se você dispuser de uma fonte que forneça uma corrente de talvez uns 100A usando uma fita ao invés de condutor (imagino que fica melhor), poderá quem sabe, observar no talco estas linhas no sentido longitudinal. Entretanto, creio que transversalmente aos condutores (cilíndricos) possa-se observar melhor.

            Nas minhas pesquisas, achei uma tese  de mestrado (em anexo)onde o moço relaciona várias experiências já feitas que atestam a existência de campo externo ao condutor. Ele só bobeou ao meu ver, e os doutores da banca não perceberam, quando tentou justificar que as cargas fluindo internamente ao condutor não se afastam mutuamente em direção à superfície porque o campo elétrico que elas geram é compensado pelo campo magnético que elas também geram. Isto é falso. Se as cargas se afastassem um pouco, para o campo magnético compensar a força elétrica e devolver as cargas às suas posições de origem, ele (o campo magnético) deveria aumentar. E na verdade ele diminui. Calculei qual a velocidade que as cargas deveriam se deslocar para que houvesse o cancelamento das forças. Num condutor de raio “a” a velocidade das cargas deveria ser v=ac/r onde “c” é a velocidade da luz e “r” o raio. Ou seja, para que houvesse o cancelamento das forças seria necessário velocidades variáveis com o raio do condutor e muito altas, o que não ocorre.

            A minha proposta é que não há campo radial dentro do condutor, haja vista que este permanece com carga nula como um todo internamente.



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SUBJECT: Corrente e campo elétrico
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/09/2009 13:47

  Olá!
 
   Creio que apertei o que não devia na mensagem anterior. Faltou o anexo, (e talvez alguma coisa a mais, não corrigi) ou melhor, o link para a tese. http://webbif.ifi.unicamp.br/teses/apresentacao.php?filename=IF389.
   E faltou também o abraço. Por isto, agora vai duplo.
 
   Abraços, abraços.
 
   Belmiro
 
 


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SUBJECT: Tipos e figuras da War-Flames
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/09/2009 14:07

Este site apresenta de forma divertida (mas bastante precisa) os diversos tipos de participantes de War-Flames, batalhas em foruns e listas de discussões:

http://redwing.hutman.net/~mreed/

Eu achei particularmente interessante este, já que é figura comum em quase todos os foruns de que participei..:-)

http://redwing.hutman.net/~mreed/warriorshtm/loopy.htm

Homero



SUBJECT: Tipos e figuras da War-Flames
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/09/2009 14:22

Encontrei o Takata na lista, nosso supercomputador com Inteligência Artificial Plena..:-)

http://redwing.hutman.net/~mreed/warriorshtm/android.htm

(brincaderia, Takata)

Homero



SUBJECT: Re: [ciencialist] Corrente e campo elétrico
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/09/2009 22:20

Olá Belmiro,
 
putz! que dor de cabeça esta leitura da tese de doutorado! O novo doutor abusou das funções harmônicas hiperbólicas e dos referenciais "não ortodoxos"! Abusou tb do Jeffimenko!
Mas, como não sou nenhum doutor para avaliar um doutor, permaneço no meu campo de física clássica experimental. Comentemos e, se possível argumentemos:
 

Léo a) Nos terminais de uma fonte DC em circuito aberto há cargas elétricas. Todavia estas cargas formam um campo elétrico interno estritamente necessário para anular o campo elétrico que origina a f.e.m. Tais cargas não podem manifestar efeitos externos a menos que se adapte à nova f.e.m. gerada.

            Belmiro a) Como não? Imagine a fonte. Pendure agora um condutor ao terminal positivo. O campo elétrico da fonte atua sobre as cargas livres do condutor e as distribui até que internamente o campo elétrico se anule. Isto altera totalmente o campo elétrico nas imediações da fonte. Haverá campo elétrico em todo o condutor externamente.

 

Léo a2) No meu parágrafo inicial (Léo a) cometi uma gafe e iria corrigi-la na próxima mensagem. Onde se lê "...elétrico interno estritamente necessário para anular o campo elétrico que origina a f.e.m." leia-se "...elétrico interno estritamente necessário para anular o campo NÃO-ELETROSTÁTICO que origina a f.e.m.". Como sua resposta (b) já veio com a correção, deixei a gafe para corrigir agora.

Sobre o texto (Belmiro a) comento: Na verdade, ao ligar um condutor no terminal positivo da fonte vc apenas alterou a "capacitância do borne positivo da fonte" e, com isto, houve uma re-distribuição de cargas que foram repostas pelo campo não-eletrostático da fonte, consumindo mais energia não-eletrostática. Obviamente estas cargas elétricas livres no condutor se distribuíram por ele segundo sua geometria originando campo elétrico, cuja deteção só será possível para altos potenciais elétricos da fonte. Assim sugiro:

1- pegue uma pilha de lanterna grande e solde uma das extremidades de um condutor de cerca de 5 m de comprimento (fio de cobre # 16); a outra extremidade do condutor, esticado na horizontal, fixe num obstáculo bom isolante elétrico. Ao longo deste fio de cobre todo lixado (fio nu) pendure alguns pêndulos eletrostáticos de folha de alumínio (como se fossem eletroscópios de folhas). Ligue o terminal negativo da pilha a um bom terra. Observe que não apreciará absolutamente nenhum afastamento das folhas em V invertido penduradas no condutor ... nenhum campo eletrostático será observado!

2- substitua a pilha por um gerador de VDG e poderá observar não só os afastamentos das folhas como também observar que conforme se afasta da cúpula da VDG os afastamentos das folhas (potenciais elétricos) diminuem.

3- se vc encostar um fio terra na extremidade do condutor presa no isolador, todos os eletroscópios se fecharão (denotando ausência de campo elétrico e cargas na superfície), mesmo que o gerador VDG continue funcionando (circulando corrente no condutor).  

 

Leo b) Assim, se E é a f.e.m. gerada e U é a d.d.p. entre os terminais da fonte em circuito aberto, tem-se: U = E (o que condiz com o fato do campo elétrico resultante ser nulo no interior do gerador).

Se algumas dessas cargas dos terminais se distribuem sobre os condutores de comprimento L (proporcionais às suas capacitâncias) , tornando-os "equipotencial" com os terminais da fonte, deve ter ocorrido uma variação na f.e.m. na nova situação de equilíbrio eletrostático do sistema.

            Belmiro b) Variação na fem, não. Ocorre que, ao saírem cargas (positivas) do terminal positivo, o campo eletrostático no interior da fonte diminui e a igualdade com o campo não eletrostático é rompida. Este último, prevalecendo sobre o primeiro, repõe as cargas até ocorrer nova igualdade entre os campos. Afinal, o condutor sendo um capacitor carregado, contém energia. De onde você acha que ela veio? Bingo!

 

Leo b2) Mas, em outras palavras, o que escrevi foi justamente isto! Com a saída de cargas para o condutor externo há uma variação momentânea da f.e.m. e para retornar ao equilíbrio a fonte externa de energia deve suprir esta diferença. Quando se acende o farol da bicicleta o torque nos pedais deve aumentar! Sem novidades!

 

 

Leo c) Nada contra o fato de que as cargas que se espalham pelos condutores assumam distribuições distintas cada qual condizente com a forma geométrica do condutor na região examinada (poder das pontas); o importante é que todo o condutor seja equipotencial com o terminal onde está ligado.

Como a capacitância dos condutores é exígua, a quantidade de carga também o é ... dificilmente poderemos detetar tais campos elétricos externos usando condutores típicos das instalações residenciais e eletrônica.

            Belmiro c) Talvez com correntes muito altas. Jefimenko e outros já realizaram experiências do tipo. Mas como são figuras polêmicas, não lhe dão muitos créditos. Mas não estou preocupado com isto. Estou apenas tentando explicar o que a Física até hoje não explicou. Ou você ainda acredita que o campo elétrico interno que gera a corrente é devido ao “vácuo” deixado pelo movimento das cargas? Este campo não existe! Me prove geometricamente que ele não é zero dentro de um condutor conduzindo corrente. Se quiser, de quebra, me prove que existe ectoplasma que separa a camada de matéria e antimatéria no interior da Terra.

 

Leo c2) O que eu acredito é que o campo elétrico exclusivamente interno (com linhas de força que seguem a geometria do condutor) se estabelece quase que instantaneamente no condutor, ao ser fechado o circuito, aplica forças elétricas em todos os elétrons da nuvem eletrônica e esses passam a executar trajetórias parabólicas (uma vez que o campo é constante) sob a ordem geral "prá frente cambada!" --- e, em média, vão realmente prá frente constituindo a corrente elétrica.

Se usar AC, serão jogados para frente e para trás e, em média, nem saem do lugar. Elétrons em fio de cobre em rede AC continuam no mesmo lugar desde sua vida de minério!

Não há campo elétrico externo nem campo elétrico transversal ao condutor porque em qqer seção a soma algébrica das cargas é nula. Pode pendurar os eletroscópios e constatar isto. Quem alimenta e mantém este campo elétrico interno ao condutor são as cargas dos bornes alimentadas constantemente com energia proveniente da f.e.m. ... e, consequentemente, da energia não elétrica que abastece a fonte. O que vejo de salutar nesta argumentação é a possível viagem do Léo pelas "Aerovias Hellmann´s".

 

Volto a comentar ... tá ficando muito longo!

 

[]´

     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Friday, September 04, 2009 1:47 PM
Subject: [ciencialist] Corrente e campo elétrico

 

  Olá!
 
   Creio que apertei o que não devia na mensagem anterior. Faltou o anexo, (e talvez alguma coisa a mais, não corrigi) ou melhor, o link para a tese. http://webbif.ifi.unicamp.br/teses/apresentacao.php?filename=IF389.
   E faltou também o abraço. Por isto, agora vai duplo.
 
   Abraços, abraços.
 
   Belmiro
 
 


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SUBJECT: OMS adverte contra o uso da homeopatia
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 04/09/2009 22:39

homeopatia_

“A Organização Mundial de Saúde (OMS) endossou uma carta enviada pela organização Voice of Young Science Network, condenando a promoção do uso de homeopatia para o tratamento de malária, tuberculose, Aids, influenza e diarreia infantil em países em desenvolvimento, principalmente na África ao sul do Saara. Segundo a rede, formada por jovens profissionais da medicina interessados em pesquisa e ligada a uma ONG que promove tratamentos de saúde que já tenham sido comprovados, a promoção da homeopatia nesses países põe em risco a vida dos pacientes. Segundo a OMS, a homeopatia "não tem lugar" no tratamento dessas doenças”.
[Fonte: OMS alerta para risco de homeopatia contra Aids e malária, O Globo]

Traduzimos abaixo a carta enviada pela ONG aos ministros de saúde. Que tal repassar e enviar também para as autoridades nacionais, em especial o Conselho Federal de Medicina, que reconhece a homeopatia como especialidade médica?

“Caro Ministro de Saúde,

Estamos escrevendo para alertá-lo aos comentários recentes da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que não recomendam o uso da homeopatia para HIV, tuberculose, influenza e diarreia. Como um grupo de jovens médicos e pesquisadores do Reino Unido e África, escrevemos à OMS em junho deste ano levantando questionamentos sobre a promoção agressiva da homeopatia para essas doenças sérias, que colocam vidas em risco (www.senseaboutscience.org.uk/index.php/site/project/331/).

Recebemos as seguintes respostas:

Dr. Mario Raviglione, diretor, Departamento de fim à Tuberculose, OMS: “Nossas orientações para administração e tratamento baseadas em testes, além dos padrões internacionais para o tratamento de tuberculose, não recomendam o uso da homeopatia”.

Dr. Mukund Uplekar, Sistemas de Estratégia e Saúde TB, OMS: “As orientações baseadas em evidências da OMS no tratamento da tuberculos… não dão lugar a remédios homeopáticos”.

Dr. Teguest Guerma, Diretor Ad Interim, Departamento HIV/AIDS, OMS: “O departamento de HIV/AIDS da OMS investe recursos humanos e financeiros consideráveis (…) para garantir o acesso de informação médica baseada em evidências a a tratamentos comprovados, eficazes e seguros para o HIV… Deixe-me terminar parabenizando os jovens médicos e pesquisadores de Sense About Science pelos seus esforços para garantir que abordagens baseadas em provas para tratar e cuidar de pessoas vivendo com o HIV”.

Dr. Sergio Spinaci, Diretor assistente, Programa Global de Malária, OMS: “Obrigado pela fabulosa documentação e pela denúncia nesta questão… O programa Global de Malária recomenda que a malária seja tratada seguindo as orientações da OMS para o Tratamento da Malária”. (Essas orientações não incluem qualquer uso de homeopatia”.

Joe Martines, em nome da Dr. Elizabeth Mason, diretora, Departamento de Saúde e Desenvolvimento Infantil e Adolescente, OMS: “Não encontramos nenhuma evidência até hoje de que a homeopatia traga qualquer benefício no tratamento da diarreia em crianças… a homeopatia não foca no tratamento e prevenção da desidratação – em total contradição com a base científica e nossas recomendações para o controle da diarreia”.

O escritório da Dr. Margaret Chan, diretora geral da OMS, declarou em 14 de agosto de 2009 que estas respostas “expressam claramente a posição da OMS”.

Pedimos que você divulgue estes conselhos às agências de saúde em seu país e se junte a nosso esforço para combater a promoção de terapias ineficazes como a homeopatia (que raramente contém qualquer ingrediente ativo) para estas doenças sérias. Por favor contate-nos caso queira discutir este assunto.

Atenciosamente,

Julia Wilson
Em nome da rede Voice of Young Science
Sense About Science, Londres
Marianne Baker
Estudante de pós-graduação
Programa de Patologia Molecular do Câncer, Cancer Research UK
Harriet Ball
Estudante de pós-graduação
Instituto de Psiquiatria, King’s College London
Dr Vitor Bernardes Pinheiro
Career development fellow
Medical Research Council UK
Julie Bristow
PhD Student
Working on control of the vector of trachoma, Durham University
Duncan Casey
PhD student
Department of Chemistry, Imperial College London
Dr Meera Cush
Toxicologist
The Health Protection Agency
Dr Oliver Fenwick
Research Associate
Department of Physics, University College London
Dr Melissa Friswell
Postdoctoral Research Associate
Deptartment of Clinical Gastroenterology, University of Liverpool.
Dr Melita Gordon
Senior Lecturer and Consultant in Gastroenterology
University of Liverpool Gastroenterology Unit
Previously Research Fellow, College of Medicine, Blantyre, Malawi
Dr Robert Hagan
Postdoctoral Research Fellow
Biomolecular Scientist, University of St Andrews
Evelyn Harvey
Biochemist and Medical Writer
Andrew Johnston
Neuroscientist and Neurogeneticist
Dr Tina Kresfelder
Post-doctoral Fellow
Department Medical Virology
University of Pretoria, South Africa
Jennifer Lardge
PhD Student
Department of Physics, University College London
Dr Simnikiwe Mayaphi
MMed (Virology) student
Department of Medical Virology
University of Pretoria, South Africa
Dr Daniella Muallem
Postdoctoral researcher
Department of Neuroscience, Physiology and Pharmacology, University College London
Dr Michael Ofori
Research Associate
Noguchi Memorial Institute for Medical Research, University of Ghana
Bobby Ramakant
Health and Development Networks Key Correspondent, India
Dr Blanka Sengerová
Postdoctoral researcher
Weatherall Institute of Molecular Medicine, University of Oxford
Juliet Stevens
Medical Student, University of Oxford
Currently on placement at Somerset State Hospital, Cape Town, South Africa
Harriet Teare
DPhil Student
Organic Chemistry, University of Oxford
Dr. Marietjie Venter
Senior Lecturer
Department Medical Virology
University of Pretoria, South Africa
Tom Wells
PhD Student
Department of Chemistry, Imperial College London
Patrick Woodburn
PhD Student
London School of Hygiene and Tropical Medicine
Formerly a medical statistician with the Medical Research Council in Uganda for three years.

Nosso pedido para divulgação também é apoiado pelos seguintes peritos e organizações:
The AIDS Care Watch campaign (ACW)
www.aidscarewatch.org – a civil society partnership of over 400 organizations
Dr NJ Beeching
Senior Lecturer and Clinical Lead in Infectious Diseases
Tropical and Infectious Disease Unit
Royal Liverpool University Hospital
Dr Peter Flegg MD, FRCP, DTM&H
Consultant Physician
Department of Infectious Diseases
Victoria Hospital
Stephen Graham
Associate Professor
Centre for International Child Health
University of Melbourne
Marianne Johnson
Director
AidCamps International
Celina Menezes
President – World Care Council Asia
President – Delhi Mahila Samiti (a women forum of Delhi Network of Positive People)
Dr Alastair Miller MA FRCP DTM&H
Consultant Physician
Tropical & Infectious Disease Unit
Royal Liverpool University Hospital
Beri Gisela Ntam
Strategic Humanitarian Services in Cameroon
Billian Nyuykighan
Program Co-ordinator
Strategic Humanitarian Services in Cameroon
Ndzerem Stephen
Director and Development Analyst
Strategic Humanitarian Services in Cameroon

Signatories are on an individual basis unless otherwise stated

Julia Wilson
Development Officer
Sense About Science
25 Shaftesbury Avenue
London W1D 7EG
Registered Charity No. 1101114
Tel: +44 (0)20 7478 4380
www.senseaboutscience.org
Sense About Science is a small charity that equips people to make sense of science and evidence. We depend
on donations, large and small, from people who support our work. You can donate, or find out more, at
www.senseaboutscience.org/donate

Mais informações, incluindo a cobertura mundial da mídia à valorosa ação da ONG britânica, podem ser lidas em sua página.


SUBJECT: Seria um anjo?
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 05/09/2009 14:34

Seria um anjo?

Clique na imagem (e no link "Análise") para mais detalhes.

imagehttp://fotos.ceticismoaberto.com/fantasmas/seria-um-anjo/

SUBJECT: Re: [ciencialist] Corrente e campo elétrico
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/09/2009 01:12



--- Em sáb, 5/9/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Corrente e campo elétrico
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sábado, 5 de Setembro de 2009, 1:20
  
   Oi Léo!
 
>Não há campo elétrico externo nem campo elétrico transversal ao condutor >porque em qqer seção a soma algébrica das cargas é nula. Pode pendurar >os eletroscópios e constatar isto. Quem alimenta e mantém este campo >elétrico interno ao condutor são as cargas dos bornes alimentadas >constantemente com energia proveniente da f.e.m. ... e, >consequentemente, da energia não elétrica que abastece a fonte. O >que vejo de salutar nesta argumentação é a possível viagem do Léo pelas >"Aerovias Hellmann´s".

 

        Posso te provar incontestavelmente que há campo externo, sim. Pegue dois condutores paralelos de 30km de comprimento cada. Ligue duas das pontas adjascentes e as outras duas conecte aos terminais de uma fonte DC. Agora, determine a integral de linha do campo elétrico nos seguintes percursos fechados:

a) Saindo do terminal positivo da fonte, por dentro dos condutores até chegar ao negativo e deste finalmente ao positivo por dentro da fonte, fechando o percurso.

b) Saindo do terminal positivo, por dentro do condutor até a metade do primeiro. Saindo deste ponto, pelo ar, até o ponto correspondente à metade do segundo condutor. Daí até o terminal negativo e deste, por dentro da fonte, até o positivo, fechando o circuito.

    O que devemos encontrar em ambos os percursos?  Tchan, tchan, tchan, tchan... a fem!!!

    Acontece que no segundo percurso, se não houver campo externo aos condutores, o resultado jamais será igual ao primeiro, ou seja, não dará nunca a fem como resultado.

     À propósito, sua explicação simplória sobre a corrente me parece comodismo. Ou pior, crença. Você crê que a corrente existe por causa de um campo elétrico no interior do condutor. E só. Assim papai do céu não gosta. Menino mau.  Pense melhor na minha proposta e verá que é razoável.

    Abraços

   Belmiro

   P.S.

   Engenheiros de linhas de transmissão trabalham o tempo todo calculando campos elétricos nos condutores. Um bom indício de que eles podem realmente existir.

 


          
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======

----- Original Message -----
Sent: Friday, September 04, 2009 1:47 PM
Subject: [ciencialist] Corrente e campo elétrico

 
  Olá!
 
   Creio que apertei o que não devia na mensagem anterior. Faltou o anexo, (e talvez alguma coisa a mais, não corrigi) ou melhor, o link para a tese. http://webbif. ifi.unicamp. br/teses/ apresentacao. php?filename= IF389.
   E faltou também o abraço. Por isto, agora vai duplo.
 
   Abraços, abraços.
 
   Belmiro
 
 


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SUBJECT: Eu no CeticismoAberto
FROM: "manuelbulcao" <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/09/2009 15:42

Oi,

Comunico aos colegas da C-List que fui honrado com a publicação de um ensaio de minha autoria, *Consequências práticas do ceticismo filosófico*, no novo CeticismoAberto, do Kentaro Mori:

http://www.ceticismoaberto.com/ceticismo/2528/consequncias-prticas-do-ceticismo-filosfico

Esse ensaio, antes publicado em minha coletânea *As esquisitices do óbvio* (Fortaleza: APEX, 2005, pp. 65/70), foi modificado com correções e acréscimos. Espero que os colegas da lista o leiam e o comentem (no próprio site do CeticismoAberto, de preferência).

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: Howard Gardner, as múltiplas inteligências e a revolução digital - Tânia Maria Hetkowski
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/09/2009 21:48

 

Howard Gardner, as múltiplas inteligências e a revolução digital

 

 

[ Na contemporaneidade, é perda de tempo memorizar informações, mas é necessário aprender a entender o sentido da vida. A mente criadora é importante para educadores e políticos; o caráter é mais importante que a inteligência. ]

 

 

TÂNIA MARIA HETKOWSKI * – Colaboradora

 

 

Passados 20 anos da publicação de sua teoria sobre múltiplas inteligências, Howard Gardner vem se dedicando a novos estudos nos quais aborda os efeitos da revolução digital. Gardner esteve em Salvador, no mês passado, quando foi palestrante do projeto Fronteiras do Pensamento, promovido pela Braskem. Foi uma oportunidade para pesquisadores, professores e estudantes baianos conhecerem de perto suas ideias.

 

A explanação de Gardner foi centrada em cinco máximas: formação; teoria das múltiplas inteligências; forças poderosas para o futuro; cinco mentes para o futuro e; para que utilizamos as múltiplas inteligências?

 

Formado em psicologia, professor da Universidade de Harvard (EUA) e pesquisador cognitivista, Gardner vem concentrando suas atenções ultimamente em temáticas como trabalho, políticas públicas e ética.

 

Gardner entende que “inteligência é um potencial biopsicológico para processar informações”, ou seja, cada sujeito pode ter múltiplos potenciais, mas todos podem ser compreendidos e valorizados, exatamente porque possuem capacidades diferentes. Esta é a base da sua Teoria das Múltiplas Inteligências.

 

Na visão tradicional, o indivíduo é dotado de uma única inteligência, o que, no entendimento de Gardner, não lhe possibilita demonstrar suas diversas capacidades. Diante desta constatação ortodoxa, o autor abre discussões sobre a evidência evolucionária, que valoriza as deferentes maneiras de pensar as inteligências, ancoradas em bases teóricas fornecida pela antropologia, história, ciência e educação, dentre outras áreas do conhecimento.

 

Ao estudar as inteligências ele propõe sete subdivisões: inteligência lingüística (poética), inteligência lógico-matemática (cientistas), inteligência interpessoal (sociabilidade), inteligência intrapessoal (autocompreender-se) e nos seus mais recentes estudos acrescenta a inteligência naturalista (sobrevivência) e a inteligência existencial (espiritual).

 

A partir destas inteligências, Howard Gardner faz duas afirmações científicas: “Todos nós temos estas inteligências” e “não há duas pessoas com o mesmo perfil de inteligências”; e duas afirmações educacionais: “individualizar o ensino tanto quanto possível” e “pluralizar a educação ensinando de maneiras deferentes, estimulando as diferentes inteligências”.

 

Diante destas afirmativas, destaca a contemporaneidade e a necessidade de novas formas de fazer educação, onde o individualizar e o pluralizar devem estar presentes no fazer do professor. Este, por sua vez, poderá utilizar todos os instrumentos necessários para auxiliar individualmente o aluno, como, por exemplo, o computador.

 

Outro ponto que ele aborda trata, resumidamente, das Forças Poderosas para o Futuro, o qual denomina de “Três mega-forças” e destaca a globalização e a internacionalização do capital, de ideias, de pessoas, de mídias, de novidades, enfim, aborda esta temática já conhecida e, exaustivamente discutida no Brasil desde a década de 90 (Octavio Ianni, Pablo Gentille, Frigoto, Saviani, Renato Ortiz).

 

Ele analisa a revolução biológica e o impacto da mesma nas formas de ensinar e de aprender, devido às alterações genéticas e as mudanças provocadas pela evolução da microbiologia.

Ele dá uma ênfase em especial à revolução digital, que não nos permite conhecer tudo ou aprender o suficiente para a vida toda, uma vez que as informações estão em todos os lugares, basta acessar a Internet e clicar botões. Ele destaca que isso nos leva a compreender que o conhecimento é contínuo, não tem limites e há urgência em aprender a vida toda, o que nos remete repensar nas formas de fazer educação.

 

 

Cinco mentes

 

Gardner considera ainda que há cinco mentes necessárias para o mundo do trabalho. A Mente Disciplinada é aquela que compreende três sentidos, sejam eles: trabalhar continuamente para melhorar; tornar-se bom naquilo que faz; aprender formas de raciocínio: histórico, artístico, cultural, científico, etc.; tornar-se um especialista em uma profissão, sendo capaz de compreender o pensamento humano. Gardner observa que hoje na contemporaneidade, é uma perda de tempo memorizar informações, mas é necessário aprender a pensar como um cientista e entender o sentido da vida. “Esta mente funciona com profundidade”.

 

Outro aspecto é a Mente Sintetizadora, que, segundo ele, é aquela que funciona com amplitude, ou seja, seleciona o que é necessário saber, ignorar, julgar, reter ou organizar, bem como possibilita o sujeito saber comunicar de forma sintetizadora e competente. O autor enfatiza: “a mente valiosa é aquela que sabe sintetizar”.

 

A Mente Criadora, por sua vez, é aquela que faz novas perguntas, gera novas respostas, explora novas mídias, cria novas ideias e explora a extencionalidade. O autor lembra que hoje, com tantas exigências, a mente criadora é muito importante para quaisquer tipos de atividades, principalmente para os educadores e políticos.

 

A Mente Respeitosa é aquela que funciona em benefício da dúvida, do respeito, da tolerância, das motivações, das perspectivas, da superação dos modelos corporativos de cima para baixo. O autor destaque que “muitos jovens respeitam pessoas que não merecem respeito”.

 

No que ele se refere à Mente Ética, o autor enfatiza que o respeito é como as pessoas se tratam e essa mente trata de um movimento abstrato que vai além do tratamento. Esta mente questiona que tipo de cidadão eu sou? Que tipo profissional sou eu? Como eu ou eles vivem e exercem atividades? Pois “é fácil fazer a coisa certa quando se tem interesse próprio”, mas é fácil fazer a coisa certa quando o interesse é coletivo?

 

Como quinto e último ponto: Mentes – Múltiplas Inteligências, para que utilizamos?, Gardner destaca os três “E” para desenvolver um bom trabalho: excelente, quando o sujeito torna-se um perito, de alta qualidade; ética, quando o sujeito é socialmente responsável e envolvido/engajado, quando o sujeito está intensamente motivado, ou seja, compreender que é um bom cidadão, porque, segundo o autor, “nós respeitamos aquelas pessoas que se comportam eticamente”.

 

Novamente Gardner aponta as cinco mentes como essenciais na era digital, sugere que jovens e pessoas mais experientes trabalhem e aprendam juntas; que o ensino formal e informal alimente as mentes dos professores; que estes sejam capazes de demonstrar modelos éticos e corrigir os exemplos negativos; trabalhar com as tensões entre criatividade e disciplina; entre síntese e criatividade ou demais, aparentes, contradições. O autor finalizou sua brilhante fala, destacando que hoje na contemporaneidade “o caráter é mais importante que a inteligência”.

 

 

 

* Tânia Maria Hetkowski, doutora em educação, coordenadora do curso de pedagogia na UNIJORGE e professora-pesquisadora da UNEB.

 

# Transcrito do jornal A TARDE, sábado, 5.9.2009

 

 Música incidental: Como uma onda - Ernesto Cortazar

 

SUBJECT: SciCats de Segunda [01]
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 07/09/2009 11:41

SciCats de Segunda [01]

esquilo_trapezio

Toda segunda, um LOLcat misturado com ciência aqui no 100nexos… mande também suas legendas e sugestões, publicamos na próxima segunda!

SUBJECT: A Ilusão de Design
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 07/09/2009 20:59

A Ilusão de Design

7.setembro.2009  –  Categorias: Ciência, Destaques / Tags: , ,

por Richard Dawkins

O mundo está dividido em coisas que parecem como se alguém lhes tivesse projetado (asas e rodas de carros, corações e televisores), e coisas que só aconteceram através do funcionamento involuntário da física (montanhas e rios, dunas de areia, e sistemas solares). O Monte Rushmore pertencia firmemente à segunda categoria até que o escultor Gutzon Borglum o trabalhasse, caindo na primeira. Charles Darwin foi em outra direção. Ele descobriu uma maneira na qual as desamparadas leis da física – as leis segundo as quais as coisas “simplesmente acontecem” – poderiam, na totalidade do tempo geológico, imitar um design proposital. A ilusão de design é tão bem sucedida que a maior parte dos americanos hoje (incluindo, significativamente, muitos americanos ricos e influentes) teimosamente se recusa a acreditar que é uma ilusão. Para essas pessoas, se um coração (ou um olho ou um flagelo bacteriano) parece arquitetado, isso é prova suficiente de que é projetado.

Não admira que Thomas Henry Huxley, “o buldogue de Darwin”, ao ler A Origem das Espécies, disse sobre si mesmo: “Como fui estúpido em não ter pensado nisso antes.” E Huxley era o menos estúpido dos homens. O fôlego e alcance da idéia de Darwin – amplamente documentado no campo, como Jonathan Weiner descreve em “Evolução em Ação” – aliam-se com sua audaz simplicidade. Pode-se escrevê-la em uma frase: sobrevivência não-aleatória de instruções hereditárias variando aleatoriamente para a formação de embriões. No entanto, dadas as possibilidades oferecidas pela grande quantidade de tempo, esse simples e pequeno algoritmo gera prodígios de complexidade, elegância, e diversidade de design aparente. O verdadeiro design, do tipo que vemos numa escultura, num avião a jato, ou num computador pessoal, acaba por ser uma manifestação de uma entidade – o cérebro humano – em que ela própria nunca foi projetada, mas é um produto desenvolvido pelo moinho de Darwin.

Paradoxalmente, a extrema simplicidade do que o filósofo Daniel C. Dennett chamou de a perigosa idéia de Darwin pode ser sua maior barreira a aceitação. As pessoas têm dificuldade em acreditar que um mecanismo tão simples possa chegar a resultados tão poderosos.

Os argumentos de criacionistas, incluindo aqueles criacionistas que camuflam as suas pretensões sob a frase politicamente desonesta “teoria do design inteligente”, repetidamente regressam à mesma grande falácia. Algo parece projetado. Logo, foi projetado. Continuando meu paradoxo, há a idéia de que o ceticismo de quem muitas vezes recebe a idéia de Darwin idéia é uma medida da sua grandeza.

Parafraseando o geneticista do século 20 Ronald A. Fisher, a seleção natural é um mecanismo de geração de improbabilidade em uma enorme escala. Improvável é quase um sinônimo para inacreditável. Qualquer teoria que explica o que é altamente improvável está pedindo para ser negada por aqueles que não a compreendem.

No entanto, o altamente improvável existe no mundo real, e precisa ser explicado. Improbabilidade adaptativa – complexidade – é precisamente o problema da vida que qualquer teoria tem de resolver e que a seleção natural, a única que até então a ciência reconhece, resolve. Na verdade, é o design inteligente a maior vítima do argumento da improbabilidade. Qualquer entidade capaz de projetar deliberadamente uma criatura viva, para já não falar de um universo, teria de ser extremamente complexa por si própria.

Se, como o astrônomo dissidente Fred Hoyle acreditava erroneamente, a espontânea origem da vida é tão improvável quanto um furacão soprando um ferro velho tivesse a sorte de montar um Boeing 747, então um designer divino é o Boeing 747 final. A origem espontânea do designer, ex nihilo, teria de ser ainda mais improvável do que a mais complexa de sua alegada criações. A menos, claro, que ele tenha se baseado na seleção natural para fazer o seu trabalho! E, nesse caso, se poderia perguntar, ele precisa existir absolutamente?

design747

A realização não-aleatória da seleção natural é a de domar o acaso. Minimizando a sorte, quebrando assim a improbabilidade em um grande número de pequenos passos – cada passo um tanto improvável, mas não tão ridiculamente improvável – a seleção natural aumenta paulatinamente a improbabilidade.

À medida que as gerações passam, o aumento leva a improbabilidade a se acumular a níveis que – na ausência do paulatino acréscimo – seria superior à credibilidade de todos os sensatos.

Muitas pessoas não percebem tais acréscimos cumulativos não-aleatórios. Elas acham que a seleção natural é uma teoria de azar, por isso não me admira que elas não acreditem nela! A batalha que nós biólogos enfrentamos, na nossa luta para convencer o público e os seus representantes eleitos, é que a evolução é um fato, soma-se à batalha para transmitir-lhes o poder da engrenagem de Darwin – o Relojoeiro Cego – impulsionando-lhes a escalada dos declives suaves do Monte Improvável.

O argumento mal empregado da improbabilidade não é o único usado pelos criacionistas. Eles são muito apreciadores de lacunas, tanto lacunas literais no registro fóssil quanto nas lacunas de sua compreensão daquilo que o darwinismo advoga. Em ambos os casos, a (falta de) lógica do argumento é a mesma. Alegam uma lacuna ou deficiência no cômputo Darwiniano. Em seguida, sem sequer averiguar se o design inteligente sofre da mesma deficiência, eles proclamarão vitória para a “teoria” rival. Este raciocínio não é o modo de se fazer ciência. Mas a ciência é precisamente aquilo que os “cientistas” criacionistas, apesar das ambições dos seus fanfarrões do design inteligente, não estão fazendo.

No caso de fósseis, como Donald R. Prothero documenta em “The Fossils Say Yes” [ver a versão impressa da Natural History, em que este artigo apareceu pela primeira vez], os biólogos de hoje são mais felizes do que Darwin foi por ter acesso à linda série da fase de transição: registros quase cinematográficos de mudanças evolutivas em ação. Nem todas as transições são tão comprovadas, é claro – daí as lacunas. Alguns pequenos animais simplesmente não fossilizam; seus filos são conhecidos somente a partir de espécimes modernos: a sua história é uma grande lacuna. As lacunas equivalentes para qualquer criacionista ou teoria do design inteligente seria a ausência de um registro cinematográfico de cada movimento de Deus na manhã que ele criou, por exemplo, as bactérias motoras flageladas. Não só faltam tais videoteipes divinos: há uma total ausência de provas de qualquer tipo de design inteligente.

Ausência de provas não é positiva para a prova contra, claro. Provas positivas contra a evolução poderiam ser encontradas facilmente – se é que elas existem. O contemporâneo e rival de Fisher, J. B. S., Haldane, foi perguntado por um fanático popperiano o que falsificaria a evolução. Haldane respondeu, “Fósseis de coelhos no Pré-Cambriano.” Nenhum fóssil do tipo foi encontrado, é claro, apesar de inúmeras pesquisas para espécies anacrônicas.

Existem outros entraves para a aceitação do darwinismo. Muitas pessoas não conseguem suportar a idéia que elas são primas não apenas dos chimpanzés e macacos, mas de céstodos, aranhas e de bactérias. A intragabilidade de uma proposição, no entanto, não tem qualquer influência sobre a sua veracidade. Eu, pessoalmente, acho a idéia de familiaridade com todas as espécies vivas bem agradável, mas nem a minha simpatia para com ela, nem o pavor de um criacionista, tem a menor influência sobre a sua veracidade.

O mesmo pode ser dito sobre objeções políticas ou morais ao Darwinismo. “Diga às crianças que elas não são nada mais que animais e elas se comportarão como animais”. Eu não aceito por um momento sequer que a conclusão decorra da premissa. Mas mesmo que eu o fizesse, uma vez mais, uma conseqüência desagradável não pode comprometer a verdade de uma premissa. Alguns disseram que Hitler fundou sua filosofia política no darwinismo. Isso é um disparate: doutrinas de superioridade racial em nada decorrem da seleção natural, devidamente compreendida. No entanto, um bom caso poderia ser feito de que uma sociedade que corresse em linhas darwinistas seria uma sociedade muito desagradável para se viver. Mas, mais uma vez, o dissabor de uma proposição não tem qualquer influência sobre a sua veracidade.

Huxley, George C. Williams, e outros evolucionistas se opuseram ao darwinismo como uma doutrina política e moral tão apaixonadamente quanto defenderam a sua verdade científica. Considero-me entre eles. A Ciência precisa compreender a seleção natural como uma força na natureza, opondo-se a ela como uma força normativa na política. O próprio Darwin manifestou consternação perante a indiferença da seleção natural: “O que um livro como Devil’s Chaplain poderia escrever sobre as obras rudes, devastadoras, descuidadas e horrivelmente cruéis da natureza!”.

Apesar do sucesso e da admiração que ele ganhou, e apesar da sua grande e amável família, a vida de Darwin não foi feliz. Preocupado com a deterioração genética em geral e os possíveis efeitos da endogamia mais perto de casa, como James Moore documenta em “Good Breeding” [ver edição de novembro da revista Natural History], e atormentado pela doença e luto, como a entrevista de Richard Milner com o psiquiatra Ralph Colp Jr. mostra em “Darwin’s Shrink“, as façanhas de Darwin parecem mais impressionantes. Ele ainda encontrou tempo para distinguir-se como experimentador, especialmente com plantas. Os artigos de David Kohn e de Sheila Ann Dean (”The Miraculous Season” e “Bee Lines and Worm Burrows” [ver a edição de novembro da revista Natural History]) levam-me a pensar que, mesmo sem suas principais realizações teóricas, Darwin ganharia reconhecimento permanente como experimentador, embora um experimentador com o estilo de um amador cavalheiresco, que poderia não cair nas boas graças dos referees dos periódicos modernos.

Quanto às suas principais realizações teóricas, naturalmente, a nossa compreensão dos detalhes mudaram desde a época de Darwin. Esse foi o caso, especialmente, durante a síntese de Darwinismo com a genética digital Mendeliana. E, além da síntese, como Douglas J. Futuyma explica, em On Darwin’s Shoulders, [ver a edição de novembro da Natural History Magazine] e Sean B. Carroll detalha ainda mais para o excitante novo campo de “evo-devo”, em “The Origins of Form“, o Darwinismo revela-se uma florescente população de teorias, ele próprio em rápida mudança evolutiva.

Em todo o desenvolvimento da ciência há divergências. Mas cientistas – e aqui está o que separa os verdadeiros cientistas dos pseudocientistas da escola do design inteligente – sabem qual prova seria necessária para mudar de idéia. Uma coisa de que todos os verdadeiros cientistas estão de acordo é o fato da própria evolução. É um fato que somos primos de gorilas, cangurus, estrelas-do-mar e bactérias. Evolução é um fato tanto quanto o calor do sol. Não é uma teoria, e, por piedade, vamos parar de confundir os filosoficamente ingênuos chamando-lhe dessa forma. Evolução é um fato.

- – -

Artigo publicado originalmente na edição de novembro de 2005 da revista Natural History. Reproduzido em eSkeptic, traduzido por Vitor Moura Visoni através da Iniciativa Lúmen


SUBJECT: Re: [ciencialist] Proposta para qualificação de novas teorias para submissão ao exame à Clist
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/09/2009 22:00

Bulcão, suas considerações abaixo revelam admirável e cativante sabedoria.
Postei ontem aqui uma reportagem em que Gardner denomina essas faculdades
que me parecem apreciáveis de mente criadora e de mente respeitosa.
Vale lembrar que apesar de Einstein não ser um bamba em Matemática conseguiu
ultrapassar barreiras do conhecimento a partir de uma questão prática que
poderia ser pensada por qualquer aluno do segundo grau, resumida em: como eu
veria um raio de luz se viajasse paralelo a ele na mesma velocidade e
direção?
Abraços
José Renato
...........................................

----- Original Message -----
From: "manuelbulcao" <manuelbulcao@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, September 02, 2009 3:15 PM
Subject: [ciencialist] Re: Proposta para qualificação de novas teorias para
submissão ao exame à clist


Takata,

Gosto da sua proposta, mas vejo alguns problemas nela.

Primeiro, há uma versão *hard* (não sei se poderíamos chamar de *vulgar*) da
epistemologia de Popper que afirma que *toda* hipótese falseável é
científica, não importando o postulado da qual ela é deduzível. Vale dizer,
é irrelavante se o postulado é *sacado*, meramente intuído, fundado na
experiência ou não: basta que seja falseável.

Logo, é de se indagar: qual é a epistemologia adotada pela C-List? Aliás,
existe alguma epistemologia *oficial*?

Lembro que algumas hipóteses antropológicas que atualmente estão sendo
corroboradas pela experiência eram, antes, dogmas religiosos que foram por
algum tempo ridicularizados por cientistas e diletantes da ciência. Caso,
por exemplo,do monogenismo ou monofiletismo (que o digam Hume, Voltaire,
Louis Agassiz e muitos outros que se enganaram com os dados da observação
empírica).

Demais, existe um senso comum do establisment científico. Com efeito, de tão
habituado com o estranho (da mecânica quântica, p. ex.), o cientista
*credenciado*, quando se depara com algo absurdo, tenta, quase por reflexo
condicionado, explicá-lo mediante o abstruso... quando, não raro, a chave do
segredo está mais embaixo: no bom senso dos leigos.

Sem falar que cientistas acadêmicos zelam tanto pelo seu status a ponto de
se recusarem a aventar qualquer hipótese mais ousada, temerosos de caírem no
ridículo. Não é à toa que muitas boas sacações que, algum tempo depois,
ganharam o estatuto de teoria, foram elas aventadas por membros do *baixo
clero* da comunidade científica *que não tinham muito a perder* (caso do Pe.
G. Lamaître e de E. Tryon).

Diga-se, a propósito, que Ludwig Wittgenstein, considerado por muitos o
maior filósofo do séc. XX, jamais fizera um estudo sistemático da Filosofia.
O seu conhecimento de Kant e da maioria dos grandes filósofos era de segunda
mão ou de almanaque, quando não nulo.

Uma observação: um sujeito pouco fluente em inglês, que lê sílaba por sílaba
(soletrando), tem mais capacidade de encontrar erros ortográficos num texto
nessa língua que aqueles, mais fluentes, que leem palavra por palavra ou
frases inteiras.

Ok, o cara pelo menos sabe alguma coisa de inglês. Mas o que quero salientar
é o fato de que leigos em lógica e física podem, muito ocasionalmente,
acertar, e, mais frequentemente, cometerem erros fecundos (aqueles que nos
fazem pensar).

Por tudo isso, proponho que se deixe os *crackpots* se manifestarem; que
suas mensagens sejam respondidas. E que, depois de morto o cachorro, sejam
postos em moderação aqueles que ficam chutando a carcaça, só por sadismo
(até porque defundo inchado, quando chutado, exala gases fedorentos).

Abraços,
Manuel Bulcão




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> Considerendo o enorme tempo dispendido nas análises de teorias
> alternativas às da corrente científica principal com retorno frustrante
> tanto aos analisadores quanto aos proponentes.
>
> Considerando que não devemos fechar completamente as portas às novas
> teorias.
>
> Sugiro que adotemos o seguinte:
>
> Os proponentes de teorias alternativas às da corrente científica principal
> que desejarem ter suas idéias analisadas pelos participantes da
> ciencia-list deverão, antes de mais nada, submeter-se a um exame de
> conhecimentos básicos de lógica aristotélica/clássica, a um exame de
> conhecimentos básicos de interpretação de texto em língua portuguesa (e,
> se necessário, adicionalmente de outra língua conveniente), a um exame de
> conhecimentos básicos de matemática e a um exame de conhecimentos básicos
> na área pertinente à teoria apresentada.
>
> Os exames serão normalizados valendo de 0 (nota mínima) a 10 (nota máxima)
> pontos, com igual peso para cada questão e para cada habilidade examinada.
> O exame de cada habilidade considerada consistirá em um questionário de 10
> perguntas. (A habilidade de interpretação de texto, quando demandar uma
> língua estrangeira, terá o peso de 2/3 para a Língua Portuguesa e 1/3 para
> a língua estrangeira.)
>
> Por conhecimentos básicos entendam-se conhecimentos esperados de um
> recém-egresso de um curso de nível superior no sistema educacional
> brasileiro. (Esperados não no sentido da média atual, mas sim de
> conhecimentos padrões mínimos que tornem o candidato apto.)
>
> A nota normalizada mínima deverá ser de 5 pontos. (Notas fracionadas serão
> arredondadas para o número inteiro imediatamente inferior.)
>
> A banca elaboradora do exame e a banca avaliadora serão formadas ad hoc a
> critério do dono da lista.
>
> O candidato poderá consultar todas as fontes que considerar pertinentes
> para responder às perguntas. O candidato poderá levar o tempo que
> considerar necessário para responder às perguntas.
>
> O exame vale apenas para análises de teorias. Proposições simples isoladas
> poderão ser feitas sem necessidade de exame prévio.
>
> Creio que ao se adotarem tais medidas a probabilidade de uma comunicação
> mais eficiente e menos frustrante será substancialmente aumentada.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/09/2009 22:31

Parece-me difícil definir que partículas subatômicas fundamentais não têm
"estrutrura interna" visto que quando um nêutron emite uma partícula W
provoca a transformação de um quark down em um quark up. Com essa
transformação o nêutron vira próton e a partícula W se decompõe em um
elétron e um antineutrino! Que "estrutura interna" permitiu essa
transformação e o novo arranjo?
Assim como, em uma colisão de duas partículas fundamentais como um elétron
com um pósitron resulta em dois fótons! Esse rearranjo é menos típico para a
definição pois tem um acréscimo da energia cinética, mas também é uma
mudança significativa nas "estruturas internas" das partículas originais em
choque.
[]s
José Renato
...........................................

----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, September 02, 2009 8:01 PM
Subject: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato - Terra <jrma@...>
> E o eletron, vc consideraria também como tal?
Segundo o conhecimento atual da física das partículas, sim.
[]s,
Roberto Takata

----- Original Message -----
From: "José Renato - Terra" <jrma@terra.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, September 02, 2009 6:26 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos


> Takata, quarks e fótons seriam partículas subatômicas fundamentais...
> E o eletron, vc consideraria também como tal?
> []s
> José Renato
> ...........................................
> ----- Original Message -----
> From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Monday, August 31, 2009 8:07 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Duvida Entropia - Campos
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato - Terra <jrma@...
> Takata, o que vc está considerando como "partículas"?
> > Partículas nesta linha de mensagens - subentendida da mensagem inicial
> > de
> Luiz Silva - são as partículas subatômicas fundamentais.
> > O que vc chama de "estrutura interna" de algo?
> É o conceito da física de partículas e da quântica. Bem grosso modo,
> corresponde a "não ser feito de nenhuma partícula menor".
>
> []s,
>
> Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] A Ilusão de Design
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/09/2009 22:44

[ As pessoas têm dificuldade em acreditar que *um mecanismo* tão simples possa chegar a resultados tão poderosos. ]
........................................
 
A simplicidade é uma das virtudes característica dos sábios.
Um único básico e simples processo, proporcionado a partir do sistema binário, suporta toda a complexidade da cibernética 
[]s
JR
........................................
----- Original Message -----
Sent: Monday, September 07, 2009 8:59 PM
Subject: [ciencialist] A Ilusão de Design

A Ilusão de Design

7.setembro.2009  –  Categorias: Ciência, Destaques / Tags: , ,

por Richard Dawkins

O mundo está dividido em coisas que parecem como se alguém lhes tivesse projetado (asas e rodas de carros, corações e televisores), e coisas que só aconteceram através do funcionamento involuntário da física (montanhas e rios, dunas de areia, e sistemas solares). O Monte Rushmore pertencia firmemente à segunda categoria até que o escultor Gutzon Borglum o trabalhasse, caindo na primeira. Charles Darwin foi em outra direção. Ele descobriu uma maneira na qual as desamparadas leis da física – as leis segundo as quais as coisas “simplesmente acontecem” – poderiam, na totalidade do tempo geológico, imitar um design proposital. A ilusão de design é tão bem sucedida que a maior parte dos americanos hoje (incluindo, significativamente, muitos americanos ricos e influentes) teimosamente se recusa a acreditar que é uma ilusão. Para essas pessoas, se um coração (ou um olho ou um flagelo bacteriano) parece arquitetado, isso é prova suficiente de que é projetado.

Não admira que Thomas Henry Huxley, “o buldogue de Darwin”, ao ler A Origem das Espécies, disse sobre si mesmo: “Como fui estúpido em não ter pensado nisso antes.” E Huxley era o menos estúpido dos homens. O fôlego e alcance da idéia de Darwin – amplamente documentado no campo, como Jonathan Weiner descreve em “Evolução em Ação” – aliam-se com sua audaz simplicidade. Pode-se escrevê-la em uma frase: sobrevivência não-aleatória de instruções hereditárias variando aleatoriamente para a formação de embriões. No entanto, dadas as possibilidades oferecidas pela grande quantidade de tempo, esse simples e pequeno algoritmo gera prodígios de complexidade, elegância, e diversidade de design aparente. O verdadeiro design, do tipo que vemos numa escultura, num avião a jato, ou num computador pessoal, acaba por ser uma manifestação de uma entidade – o cérebro humano – em que ela própria nunca foi projetada, mas é um produto desenvolvido pelo moinho de Darwin.

Paradoxalmente, a extrema simplicidade do que o filósofo Daniel C. Dennett chamou de a perigosa idéia de Darwin pode ser sua maior barreira a aceitação. As pessoas têm dificuldade em acreditar que um mecanismo tão simples possa chegar a resultados tão poderosos.

Os argumentos de criacionistas, incluindo aqueles criacionistas que camuflam as suas pretensões sob a frase politicamente desonesta “teoria do design inteligente”, repetidamente regressam à mesma grande falácia. Algo parece projetado. Logo, foi projetado. Continuando meu paradoxo, há a idéia de que o ceticismo de quem muitas vezes recebe a idéia de Darwin idéia é uma medida da sua grandeza.

Parafraseando o geneticista do século 20 Ronald A. Fisher, a seleção natural é um mecanismo de geração de improbabilidade em uma enorme escala. Improvável é quase um sinônimo para inacreditável. Qualquer teoria que explica o que é altamente improvável está pedindo para ser negada por aqueles que não a compreendem.

No entanto, o altamente improvável existe no mundo real, e precisa ser explicado. Improbabilidade adaptativa – complexidade – é precisamente o problema da vida que qualquer teoria tem de resolver e que a seleção natural, a única que até então a ciência reconhece, resolve. Na verdade, é o design inteligente a maior vítima do argumento da improbabilidade. Qualquer entidade capaz de projetar deliberadamente uma criatura viva, para já não falar de um universo, teria de ser extremamente complexa por si própria.

Se, como o astrônomo dissidente Fred Hoyle acreditava erroneamente, a espontânea origem da vida é tão improvável quanto um furacão soprando um ferro velho tivesse a sorte de montar um Boeing 747, então um designer divino é o Boeing 747 final. A origem espontânea do designer, ex nihilo, teria de ser ainda mais improvável do que a mais complexa de sua alegada criações. A menos, claro, que ele tenha se baseado na seleção natural para fazer o seu trabalho! E, nesse caso, se poderia perguntar, ele precisa existir absolutamente?

design747

A realização não-aleatória da seleção natural é a de domar o acaso. Minimizando a sorte, quebrando assim a improbabilidade em um grande número de pequenos passos – cada passo um tanto improvável, mas não tão ridiculamente improvável – a seleção natural aumenta paulatinamente a improbabilidade.

À medida que as gerações passam, o aumento leva a improbabilidade a se acumular a níveis que – na ausência do paulatino acréscimo – seria superior à credibilidade de todos os sensatos.

Muitas pessoas não percebem tais acréscimos cumulativos não-aleatórios. Elas acham que a seleção natural é uma teoria de azar, por isso não me admira que elas não acreditem nela! A batalha que nós biólogos enfrentamos, na nossa luta para convencer o público e os seus representantes eleitos, é que a evolução é um fato, soma-se à batalha para transmitir-lhes o poder da engrenagem de Darwin – o Relojoeiro Cego – impulsionando-lhes a escalada dos declives suaves do Monte Improvável.

O argumento mal empregado da improbabilidade não é o único usado pelos criacionistas. Eles são muito apreciadores de lacunas, tanto lacunas literais no registro fóssil quanto nas lacunas de sua compreensão daquilo que o darwinismo advoga. Em ambos os casos, a (falta de) lógica do argumento é a mesma. Alegam uma lacuna ou deficiência no cômputo Darwiniano. Em seguida, sem sequer averiguar se o design inteligente sofre da mesma deficiência, eles proclamarão vitória para a “teoria” rival. Este raciocínio não é o modo de se fazer ciência. Mas a ciência é precisamente aquilo que os “cientistas” criacionistas, apesar das ambições dos seus fanfarrões do design inteligente, não estão fazendo.

No caso de fósseis, como Donald R. Prothero documenta em “The Fossils Say Yes” [ver a versão impressa da Natural History, em que este artigo apareceu pela primeira vez], os biólogos de hoje são mais felizes do que Darwin foi por ter acesso à linda série da fase de transição: registros quase cinematográficos de mudanças evolutivas em ação. Nem todas as transições são tão comprovadas, é claro – daí as lacunas. Alguns pequenos animais simplesmente não fossilizam; seus filos são conhecidos somente a partir de espécimes modernos: a sua história é uma grande lacuna. As lacunas equivalentes para qualquer criacionista ou teoria do design inteligente seria a ausência de um registro cinematográfico de cada movimento de Deus na manhã que ele criou, por exemplo, as bactérias motoras flageladas. Não só faltam tais videoteipes divinos: há uma total ausência de provas de qualquer tipo de design inteligente.

Ausência de provas não é positiva para a prova contra, claro. Provas positivas contra a evolução poderiam ser encontradas facilmente – se é que elas existem. O contemporâneo e rival de Fisher, J. B. S., Haldane, foi perguntado por um fanático popperiano o que falsificaria a evolução. Haldane respondeu, “Fósseis de coelhos no Pré-Cambriano.” Nenhum fóssil do tipo foi encontrado, é claro, apesar de inúmeras pesquisas para espécies anacrônicas.

Existem outros entraves para a aceitação do darwinismo. Muitas pessoas não conseguem suportar a idéia que elas são primas não apenas dos chimpanzés e macacos, mas de céstodos, aranhas e de bactérias. A intragabilidade de uma proposição, no entanto, não tem qualquer influência sobre a sua veracidade. Eu, pessoalmente, acho a idéia de familiaridade com todas as espécies vivas bem agradável, mas nem a minha simpatia para com ela, nem o pavor de um criacionista, tem a menor influência sobre a sua veracidade.

O mesmo pode ser dito sobre objeções políticas ou morais ao Darwinismo. “Diga às crianças que elas não são nada mais que animais e elas se comportarão como animais”. Eu não aceito por um momento sequer que a conclusão decorra da premissa. Mas mesmo que eu o fizesse, uma vez mais, uma conseqüência desagradável não pode comprometer a verdade de uma premissa. Alguns disseram que Hitler fundou sua filosofia política no darwinismo. Isso é um disparate: doutrinas de superioridade racial em nada decorrem da seleção natural, devidamente compreendida. No entanto, um bom caso poderia ser feito de que uma sociedade que corresse em linhas darwinistas seria uma sociedade muito desagradável para se viver. Mas, mais uma vez, o dissabor de uma proposição não tem qualquer influência sobre a sua veracidade.

Huxley, George C. Williams, e outros evolucionistas se opuseram ao darwinismo como uma doutrina política e moral tão apaixonadamente quanto defenderam a sua verdade científica. Considero-me entre eles. A Ciência precisa compreender a seleção natural como uma força na natureza, opondo-se a ela como uma força normativa na política. O próprio Darwin manifestou consternação perante a indiferença da seleção natural: “O que um livro como Devil’s Chaplain poderia escrever sobre as obras rudes, devastadoras, descuidadas e horrivelmente cruéis da natureza!”.

Apesar do sucesso e da admiração que ele ganhou, e apesar da sua grande e amável família, a vida de Darwin não foi feliz. Preocupado com a deterioração genética em geral e os possíveis efeitos da endogamia mais perto de casa, como James Moore documenta em “Good Breeding” [ver edição de novembro da revista Natural History], e atormentado pela doença e luto, como a entrevista de Richard Milner com o psiquiatra Ralph Colp Jr. mostra em “Darwin’s Shrink“, as façanhas de Darwin parecem mais impressionantes. Ele ainda encontrou tempo para distinguir-se como experimentador, especialmente com plantas. Os artigos de David Kohn e de Sheila Ann Dean (”The Miraculous Season” e “Bee Lines and Worm Burrows” [ver a edição de novembro da revista Natural History]) levam-me a pensar que, mesmo sem suas principais realizações teóricas, Darwin ganharia reconhecimento permanente como experimentador, embora um experimentador com o estilo de um amador cavalheiresco, que poderia não cair nas boas graças dos referees dos periódicos modernos.

Quanto às suas principais realizações teóricas, naturalmente, a nossa compreensão dos detalhes mudaram desde a época de Darwin. Esse foi o caso, especialmente, durante a síntese de Darwinismo com a genética digital Mendeliana. E, além da síntese, como Douglas J. Futuyma explica, em On Darwin’s Shoulders, [ver a edição de novembro da Natural History Magazine] e Sean B. Carroll detalha ainda mais para o excitante novo campo de “evo-devo”, em “The Origins of Form“, o Darwinismo revela-se uma florescente população de teorias, ele próprio em rápida mudança evolutiva.

Em todo o desenvolvimento da ciência há divergências. Mas cientistas – e aqui está o que separa os verdadeiros cientistas dos pseudocientistas da escola do design inteligente – sabem qual prova seria necessária para mudar de idéia. Uma coisa de que todos os verdadeiros cientistas estão de acordo é o fato da própria evolução. É um fato que somos primos de gorilas, cangurus, estrelas-do-mar e bactérias. Evolução é um fato tanto quanto o calor do sol. Não é uma teoria, e, por piedade, vamos parar de confundir os filosoficamente ingênuos chamando-lhe dessa forma. Evolução é um fato.

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Artigo publicado originalmente na edição de novembro de 2005 da revista Natural History. Reproduzido em eSkeptic, traduzido por Vitor Moura Visoni através da Iniciativa Lúmen


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Atualizado em 07/09/2009


SUBJECT: Re: Duvida Entropia - Campos
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TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/09/2009 22:59