SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/06/2009 21:47
ATTACHMENTS (20090603-214732-0000001): "alvaro.vcf"

Diga para ele se inscrever no "Prêmio Takata".

[ ]s

Alvaro Augusto



Luiz Ferraz Netto escreveu:
> Alo Alberto, Álvaro, Belmiro e de mais que queiram participar,
>
> eis as equações apresentadas pelo consulente para a construção do MCEM
> (motocontínuoeletromecânico).
> Podem me ajudar?
>
> []´
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leo@feiradeciencias.com.br
> leobarretos@uol.com.br
> luizferraz.netto@gmail.com
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>
> ----- Original Message -----
> From: xxxxxxx
> To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
> Sent: Tuesday, June 02, 2009 11:50 AM
> Subject: Re: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e
> prove o contrário!" (Albert Einstein)
>
>
> Bom dia Pref.Luiz,
>
> Em primeiro lugar gostaria de agradecer pela atenção, e dizer
> que se o MCEM me trazer bons frutos certamente não esquecerei de
> ajudar a manter esse universo de conhecimento que é o feira de
> ciências!
>
> Obrigado!
>
>
>
> O principio fundamental do MCEM é a lei da alavanca, pois em
> minha opnião há sim uma multiplicação de força quando transferida do
> braço maior para o braço menor!
>
> Veja:
>
> Imagine uma balança elementar com peso despresivel, dela saem dois
> raios, um com 1cm outro com 10cm de comprimento. Para mantermos essa
> balança em equilibrio precisariamos de por 10Kg no raio menor e 1Kg no
> raio maior.
> Se pormos o mesmo peso em ambos os raios ela certamente despencará
> para o lado do braço maior!
> Como na balança os pesos são estáticos, não há trabalho útil, e por
> tanto também não há perdas energéticas!
>
> Vamos fazer o mesmo execicio mental com dois motores elétricos, m1 e
> m2, sendo m1 o de raio menor e m2 o de raio maior, e usar o mesmo
> principio do exemplo acima, claro sem conciderar as perdas, por
> equanto!
>
> Se ligamos m1 a m2 por seus eixos, e os alimentamos com a mesma
> quantidade de energia elétrica ou potência elétrica, de forma que um
> tente girar o outro, certamente m2 girará m1 pois tem a potência
> elétrica aplicada a ele multiplicada em dez vezes pela vantagem
> mecânica entre os dois, consequentemente m2 perderá dez porcento de
> sua força (em forma de velocidade de rotação) absorvida por m1, para
> equilibrar essa situação teriamos que aplicar em m1 dez vezes mais
> potência elétrica, e assim ambos ficariam parados, um tentando girar o
> outro!
>
> Se usamos a mesma lógica acima para um motor e um gerador elétricos, e
> consideramos os rendimentos de ambos podemos usar a minhas equações:
>
>
>
> 1ª Equação: equação geral para moto contínuo eletromecânico de
> transmissão mecânica por eixo e elétrica em série.
>
> Obs-1.: Nessa equação só são levados em consideração, os aspectos
> energéticos, o rendimento de cada maquina e a multiplicação pela
> vantagem mecânica e eletromagnética do motor sobre o gerador.
> Obs-2.: Essa equação é básica, no caso de usar engrenagens ou um
> transformador de tensão ela deve sofrer as alterações devidas!
>
>
> Para melhor entendimento desta equação a seguir identificamos as
> unidades envolvidas:
>
> Eexp = (Peam x Rem x Vme x Reg) - Peram
>
> Eexp = Energia extra potencial, é a energia potencial elétrica no
> gerador, equivalente a potência mecânica produzida pelo motor enquanto
> se realimentando. Se essa energia elétrica não for reaplicada ao
> motor, para aumentar sua potência mecânica e por conseqüência a
> elétrica, mas sim consumida por um equipamento externo ao MCEM, o
> mesmo perde potência mecânica em forma de velocidade de rotações (W =
> m . V . t), até que não mais possa se sustentar, e pare.
>
> Peam = Potência elétrica aplicada ao motor
>
> Rem = Rendimento do motor, eficiência do motor em transformar potencia
> elétrica em potencia mecânica.
>
> Vme = Vantagem mecânica e eletromagnética, é uma combinação entre a
> vantagem mecânica (Vm = Fp x Bp : Fr x Br) e eletromagnética (fí = B .
> A) do motor e gerador.
>
> Reg = Rendimento do gerador, eficiência do gerador em transformar
> potencia mecânica em potência elétrica.
>
> Peram = Potência elétrica reaplicada ao motor, é a potência elétrica
> absorvida do gerador pelo motor para sua auto sustentação, tem o mesmo
> valor da Peam quando realimentado diretamente (em série). Caso haja um
> ou mais equipamentos que automatizem o controle da potência elétrica
> reaplicada ao motor, por exemplo, uma central eletrônica, devem ser
> acrescentados na Peram o consumo dos tais equipamentos.
>
> A seguir, exemplos numéricos da equação acima, que refere-se ao MCEM,
> que comprovam a importância da Vme:
>
> - 1. um motor alimentado diretamente, e que consome 50Ws para produzir
> 100 rps, com rendimento de 50% e uma Vme de 40 vezes sobre um gerador
> com 50% de rendimento.
>
> Eexp = (Peam x Rem x Vme x Reg) - Peram
> Eexp = (100 x 50% x 40 x 50%) - 100
> Eexp = 1000-100
> Eexp = 900 W/s
> Obs - 1.: como o motor tem rendimento de 50% foi aplicado a ele 100 W/s,
> para obter os 50W/s necessários as 100 rps.
> Obs - 2.: a queda de rps é de 10%, ou seja, com o motor se
> realimentando suas rps caem de 100 para 90 rps, mantendo a tensão
> (voltagem) suficiente para seu perfeito funcionamento. Para confirmara
> basta fazer a equação 3!
>
> - 2. Um motor alimentado diretamente, e que consome 50 W/s para
> produzir 100 rps, com rendimento de 50% e sem Vme, sobre um gerador
> com 50% de rendimento.
> Eexp = (Peam x Rem x Reg) - Peram
> Eexp = (100 x 50% x 50%) - 100
> Eexp = 25 - 100
> Eexp = -75 W/s motor e gerador parados.
> Obs.: podemos constatar que se o motor não tiver uma boa Vme,
> certamente o MCEM não funcional.
>
> - 3. Um motor em série diretamente com o gerador, e que consome 50 W/s
> para produzir 100 rps, com rendimento de 100% e sem Vme, sobre um
> gerador com 100% de rendimento.
> Eexp = (Peam x Rem x Reg) - Peram
> Eexp = (100 x 100% x 100%) - 100
> Eexp = 100 - 100
> Eexp = 0 W/s Ü motor e gerador parados.
> Obs.: mesmo que o motor e gerador tenham 100% de rendimentos, e se
> alimentem em série, sem a Vme, os dois se anulam, e param.
>
>
> 2ª Equação: equação da vantagem mecânica e eletromagnética na
> transmissão mecânica por eixo e elétrica em série.
>
> A seguir identificação das unidades envolvidas na equação:
>
> Vme = fí-m x Ram : fí-g x Rag
>
> Vme = Vantagem mecânica e eletromagnética, é uma combinação entre o
> cálculo da alavanca (Vm = Fp x Bp : Fr x Br) e a força eletromagnética
> (fí = B . A) dos respectivos pólos do motor e gerador, sendo que no
> caso usa-se o raio de circunferência do motor como braço potente e do
> gerador como braço resistente.
>
> fí-m = Densidade e intensidade (força) das linhas de indução
> eletromagnéticas que interagem nos polos do motor.
>
> Ram = Raio de circunferência do motor.
>
> fí-g = Densidade e intensidade (força) das linhas de indução
> eletromagnéticas que interagem nos pólos do gerador.
>
> Rag = Raio de circunferência do gerador.
>
> A seguir, exemplos numéricos do funcionamento desta equação:
> Imaginemos um motor e um gerador com as seguintes características:
>
> - Motor bipolar de campo giratório síncrono:
>
> mú = 1 (permeabilidade magnética do condutor)
> N = 800
> i = 0 (zero pois na equação 1, ela considerada, como Peam)
> A = 0,24m2 (equivalente a área útil total do estator dobrada, pois no
> rotor não tem pólo definido)
> I = 0,8m
> Ram = 0,1m (raio de circunferência)
> fí = m x N x i x A : l
> fí = 1 x 800 x 0 x 0,24 : 0,8
> fí = 240
>
> - Gerador quadripolar no estator e rotor, sendo o rotor de imãs permanentes:
>
> mú = 1 (permeabilidade magnética do condutor)
> N = 400
> i = 0 (zero pois na equação 1, ela já é considerada, como Peram)
> A = 0,024m2 (equivalente a área útil total do rotor e estator somadas)
> l = 0,32m
> Rag = 0,02m (raio de circunferência)
> fí = m x N x i x A : l
> fí = 1 x 400 x 0 x 0,024 : 0,32
> fí = 30
> Com os resultados acima:
> Vme = fí-m x Ram : fí-g x Rag
> Vme = 240 x 0,1 : 30 x 0,02
> Vme = 24 : 0,6
> Vme = 40 Vz
> A vantagem mecânica e eletromagnética é de 40 vezes.
>
>
>
> 3ª Equação: equação do percentual de queda nas rotações por segundo do
> motor, por watt absorvido no gerador.
>
> A seguir identificação das unidades envolvidas na equação:
>
> Pqrps = 100% : Reg : Vme : Rem
>
> Pqrps = Percentual de queda nas rotações por segundo, a velocidade de
> rotações por segundo muito importante para se estabelecer a tensão
> elétrica ideal para o funcionamento do motor do MCEM, pois assim como
> a queda de velocidade reflete queda de potência, pois estão
> relacionadas nessa equação (W = m . V . t), a queda de tensão também
> se reflete como perda de potencia elétrica de acordo com essa equação
> (P = T . I . t), sendo que de acordo com a composição do gerador ela
> pode depender de uma velocidade de rotação maior, igual ou menor que a
> do motor.
>
> 100% = Representa em porcentagens o número de rps ou momento de
> inércia rotacional do motor, no momento em que se pretende absorver a
> potência elétrica do gerador.
>
> Reg = Rendimento do gerador, eficiência do motor ao transformar
> potencia mecânica em potencia elétrica.
>
> Vme = Vantagem mecânica e eletromagnética, uma combinação entre a
> vantagem mecânica (Vm = Fp x Bp : Fr x Br) e fora magnética nos pólos
> (fí = B . A) do motor e gerador.
>
> Rem = Rendimento do motor, eficiência do motor transformar potência
> elétrica em potência mecânica.
>
> Com essa equação podemos saber o exato percentual da queda de potência
> mecânica em forma de rps, de acordo com os rendimentos do motor,
> gerador e a Vme do motor sobre o gerador.
>
> Depois de conseguir o resultado, basta diminuir das rotações por
> segundo do motor.
>
> Exemplo numérico desta equação:
>
> Pqrps = 100% : Reg : Vme : Rem
>
> - Supondo que a velocidade de rotações no motor-gerador do MCEM, sejam
> de 100 rps, e seu rendimento seja de 50% e o rendimento do gerador
> 50%, e com uma vantagem mecânica e eletromagnética de 40 vezes, vamos
> descobrir o percentual de queda nas rps ou potência mecânica no motor,
> por unidade de potência elétrica absorvida através do gerador.
>
> Pqrps = 100% : Reg : Vme : Rem
> Pqrps = 100 : 50% : 40 : 50%
> Pqrps = 10%
> Isso significa que a cada watt de potencia elétrica consumido no
> gerador, refletira no motor como 0,2 watts de potencia mecânica.
>
> - Se retirarmos 10 W/s de potencia elétrica do gerador, o motor sentir
> apenas 2 W/s de potencia mecânica, em forma de perdas de rps (W = m x
> V . t). Para descobrir essa queda de rps basta subtrair do número de
> rps (100 rps), o produto do Pqrps que nesse caso 10%.
>
> Rpsq = Rotações por segundo depois da queda
> Rpsq = rps - Pqrps
> Rpsq = 100 - 10%
> Rqrps = 90 rps
>
> Desculpe os erros de português!
>
> Aguardo suas sinceras considerações sobre essas equações!
>
> Abraço
>
> Em 01/06/09, Luiz Ferraz Netto<leobarretos@uol.com.br> escreveu:
>
>> Olá Sr. Wilson,
>>
>> sim, apreciaria receber tais equações para (se estiverem dentro de meu
>> conhecimento) fazer uma avaliação.
>>
>> bom sucesso!
>>
>> ===========================
>> Luiz Ferraz Netto [Léo]
>> leo@feiradeciencias.com.br
>> leobarretos@uol.com.br
>> luizferraz.netto@gmail.com
>> http://www.feiradeciencias.com.br
>> ===========================
>>
>> ----- Original Message -----
>> xxxx
>> To: <leobarretos@uol.com.br>
>> Sent: Monday, June 01, 2009 11:50 AM
>> Subject: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e
>> prove
>> o contrário!" (Albert Einstein)
>>
>>
>> Bom dia Prof.Leo,
>>
>> Desenvolvi duas equações e adaptei uma, que comprovam
>> matematicamente a possibilidade de funcionamento mais que satisfatório
>> de um moto continuo eletromecânico.
>> Seria de seu interesse avaliar minhas equações?
>>
>> Grato
>> Wilson
>>
>>
>> --------------------------------------------------------------------------------
>>
>>
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>> 06:09:00
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>>
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> Version: 8.5.339 / Virus Database: 270.12.52/2153 - Release Date: 06/03/09
> 18:00:00
>
>
>
> ------------------------------------
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.com
>
>
> ##### ##### ##### #####Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>


SUBJECT: Research Blogging em português!
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 03/06/2009 23:02

Research Blogging em português!

Research Blogging é uma comunidade que agrega textos baseados em artigos de pesquisa revista por pares (não esse tipo de porcaria aqui). Além do inglês, já existem versões do site em alemão e espanhol.

Agora o objetivo é criar uma versão em português. Já temos o site aqui, e precisamos de voluntários para criar uma comunidade em português e ajudar a traduzir o site.

Portanto, se você gosta da idéia de evidenciar textos em blogs baseados em ciência de verdade, apóie a iniciativa. Divulgue e participe!

Caso queira participar, me mande seu currículo com o que achar interessante para atila arroba lablogatórios (sem acento) ponto com ponto br ou deixe um comentário lá.

SUBJECT: O fim do mundo, há 9 anos, por Spock
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 03/06/2009 23:58

O fim do mundo, há 9 anos, por Spock

O clipe é um trecho de “Y2k Family Survival Guide” [Guia de Sobrevivência ao Bug do Milênio], apresentado por Leonard Nimoy, o Spock. Se você não sabe o que é o Bug do Milênio, é o mesmo que 2012, mas ao invés do calendário maia era o calendário dos computadores que voltaria ao zero.

E, como sabemos, o caos apocalíptico que se seguiu foi tão catastrófico que parece que não aconteceu nada. Esses são os apocalipses mais perigosos de todos.

SUBJECT: Re: [ciencialist] Palestra sobre Teoria dos Jogos na UTFPR - 4 de junho, 19h30
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/06/2009 06:17

Caro álvaro,
 
Seria um prêmio para mim, assistir essa tua palestra que, sei,  será um sucesso.
 Este é dos assuntos pelos quais me interesso, embora não tenha podido aprofundar a respeito, ficando só nos conhecimentos superficiais,  mas o suficiente para "abiscoitar" a importância e a pertinência da matéria. Mas confesso que meu interêsse pelo assunto surgiu apenas depois do filme, "Uma mente brilhante".
Desejo-te êxito nessa empreitada.
 
Sds,
Victor.
 
 
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 02, 2009 3:58 PM
Subject: [ciencialist] Palestra sobre Teoria dos Jogos na UTFPR - 4 de junho, 19h30

Dando continuidade ao programa de palestras da UTFPR/DAELT, informo
sobre a apresentação da palestra "/Teoria dos Jogos - de John Von
Neumann e John Nash aos dias de hoje/".

Data: 04/06/2009
Horário: 19h30min às 21h00min
Palestrante: Alvaro Augusto de Almeida
Local: Miniauditório do campus Curitiba da Universidade Tecnológica
Federal do Paraná (UTFPR). Av. Sete de Setembro, 3165, Curitiba, PR.
Entrada gratuita.

A Teoria dos Jogos é um ramo da matemática aplicada que usa modelos para
estudar as interações entre agentes (jogadores) atuando em estruturas
formais de incentivo (jogos) e tem a ver com as decisões racionais
tomadas por pessoas ou grupos de pessoas em situações de conflito. As
aplicações são variadas, desde relações econômicas, relações
internacionais e relações interpessoais até estratégias militares,
planejamento da operação de sistemas e comportamento animal.

O programa da palestra, que será apresentada em nível bem pouco
matemático, é:

1. Jogos de soma zero e não zero.
2. Dilema do prisioneiro.
3. Equilíbrio de Nash.
4. Surgimento da cooperação.
5. A tragédia dos comuns.
6. O dilema do lobo.

Atenciosamente,

Prof. Alvaro Augusto de Almeida
Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR
Departamento Acadêmico de Eletrotécnica - DAELT
http://alvaroaugusto.blogspot.com
<mailbox:///C%7C/Users/%C1lvaro%20Augusto/AppData/Roaming/Thunderbird/Profiles/5yg9ybbb.default/Mail/Local%20Folders/Ciencialist?number=237723331>

http://maquinas-utfpr.blogspot.com
<mailbox:///C%7C/Users/%C1lvaro%20Augusto/AppData/Roaming/Thunderbird/Profiles/5yg9ybbb.default/Mail/Local%20Folders/Ciencialist?number=237723331>

alvaroaugusto@utfpr.edu.br
<mailbox:///C%7C/Users/%C1lvaro%20Augusto/AppData/Roaming/Thunderbird/Profiles/5yg9ybbb.default/Mail/Local%20Folders/Ciencialist?number=237723331>



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SUBJECT: Livro sobre o Mercado Editorial
FROM: "Paulo - yahoo" <psdias2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/06/2009 08:30

Há algum tempo, alguém postou uma pergunta sobre como publicar um livro.
 
A editora Ciência Moderna lançou um libro sobre o assunto:
 
http://www.lcm.com.br/index.php?Escolha=20&Livro=L00750
 
Obs.:  Não sei nada sobre o livro - não o li.   Talvez seja mais útil para escritores de romances ou assemelhados, e não para escritores "científicos".  Mas penso que a obra possa dar alguns detalhes sobre como funciona o mundo editorial de modo geral.
 
Paulo

SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: me orienta por favor...
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2009 10:50

 
 
     Manda ele usar fio 1,5mm2 para cada tomada e os oito disjuntores que ele diz que vai usar podem ser de 10A ligados em série (assim vai dar uma corrente de 80A). Também tem a opção de usar uma chave-faca. É a mesma coisa.  Quanto ao fio terra, é bobagem, elimina. Issi tudo, se ele realmente se responsabilizar...
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: me orienta por favor...
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 21:42

O consulente enviou resposta sobre o que escrevi para ele:
 
"
Olá professor...
 
 
eu arco sim com as responsabilidades, porem tenho um conhecimento em eletrica, apesar de basico, no entanto como eu especifiquei que os equipamentos são de 30.000 btus, na verdade serão instalados
equipamentos menos potentes, porem apenas pretendo fazer a instalação para 30.000 btus, a nivel de segurança..
 
Professor, desde já agradeço a sua atenção, e espero ancioso por sua
resposta."
 
E agora, encaminho-o para quem? Tescatiploca?
 
 
[]´
 
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, June 02, 2009 7:05 PM
Subject: RE: [ciencialist] Re: me orienta por favor...

ai... ai... ai... eu tambem!!!
aposto que ele tambem tem um titulo de eleitor!
:((((((((((( ((((((((( (((


To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
From: belmirow@yahoo. com.br
Date: Tue, 2 Jun 2009 09:52:04 -0700
Subject: Re: [ciencialist] Re: me orienta por favor...

 
 
    Ai, ai, ai....
 
    Sem comentários.. ..
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em ter, 2/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: me orienta por favor...
Para: "Ricardo Praça" <jrp.ricardo@ gmail.com>
Data: Terça-feira, 2 de Junho de 2009, 11:17

Olá Sr. José Ricardo,
 
fazer uma instalação elétrica para 8 aparelhos de ar condicionado de 30 000 BTU cada, não se reduz à simples presença de um esquema elétrico. Há uma miríade de fatores a serem julgados em tal projeto. Tem certeza de que irá arcar com a responsabilidade disso? Pelo que leio o Sr. é Técnico em Informática. Não seria interessante transferir a tarefa para um engenheiro elétrico ou pelo menos um técnico credenciado em instalações elétricas de média potência? Quem irá orientar os pedreiros sobre a melhor disposição dos aparelhos, analisar o volume de ar de cada dependência e outros tantos requisitos de instalação?
Fico no aguardo de suas observações.
 
cordialmente,
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Monday, June 01, 2009 5:17 PM
Subject: me orienta por favor...

São paulo, 01 junho de 2009
 
 
Olá professor...
 
Eu preciso fazer a instalação da rede eletrica, para alimentação de 8 ar condicionados de 30.000 btu cada.
 
Meu projeto é o seguinte:
 
a rede possui um fio de 18 mm. para cada fase 110v.
 
desse fio, preciso derivar uma saída que será acoplado a uma caixa de
dejuntores (PRECISO SABER QUAL BITOLA DE FIO USAR, E QUAL
DISJUNTOR USAR PARA CHAVE GERAL)
 
Desta caixa de disjuntores, serão adicionados 8 dijuntores bipolares, para cada tomada que alimentará cada ar-condicionado. (PRECISO SABER QUAL FIO USAR PARA CADA TOMADA, E TAMBEM QUAL DISJUNTOR).
 
QUANTO AO FIO DO ATERRAMENTO ACREDITO QUE POSSO USAR
UM DE 4MM. TO CERTO????
 
 
Professor, desde já agradeço a sua atenção, e espero ancioso por sua
resposta.
 
 
JOSÉ RICARDO PRAÇA
(técnico em informatica)





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Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes


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Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

SUBJECT: Re: [ciencialist] Caso das lâmpadas
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2009 11:44

 
 
    Creio que o rapaz esteja fazendo errado o esquema, pois quando em sincronismo, uma lâmpada ficara apagada e duas acesas. Considerando ABeC as fases de um gerador e a,b,c as fases do outro, deve-se ligar as lâmpadas entre aA, bC e cB. Desta forma as lâmpadas dispostas nos vérttices de um triângulo com aA no topo eas demais na base, haverá um brilho relativo que dá a impressão que as lâmpadas giram (o método é conhecido por fogo girante). Quando houver o sincronismo, ou seja, os dois geradores estiverem com frequencias iguais, as variações nas tensões das fases dos dois geradores será simultânea e consequentemente a lãmpada ligada em aA terá tensão nula em seus terminais enquanto as outras terão tensão correspondente à tensão entre fases do sistema.
 
   [],s
 
   Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Caso das lâmpadas
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 21:51

Oi Belmiro, Álvaro,
 
ajudem-me a desenroscar esta. Não entendi o procedimento do consulente.
 
"> Ola prof. Leo
> Eu estou em duvida sobre geradores em paralelo, no seu sincronismo. Eu queria saber quando em sincronismo, coloca uma lampada em cada fase, neste caso 3 lampasa, sistema trifasico, em uma determinada razão, as lampadas ficam alternando sempre fica uma acesa, e 2 apagadas, e nisto alternando com as 3 lampadas. Eu queria saber o porque apenas 1 lampada fica acesa.
>
> Obrigado.
"
 
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======


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SUBJECT: Re: Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o co
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2009 15:21

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto (L)"
> Diga para ele se inscrever no "Prêmio Takata".

Não é um prêmio, é um financiamento. Se funcionar, devolve apenas o montante principal e correção monetária - sem juros. Se não funcionar, tem que pagar o triplo dos juros de mercado.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Res: [ciencialist] Raio em avião
FROM: Marcos -Queóps <sinistro@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2009 16:58

mas resumindo, os que tavam dentro do aviao escaparam ilesos?


Ralph Waldo Emerson  - "We are wiser than we know."

2009/6/2 rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto (L)"

> Bem, o princípio da gaiola de Faraday foi descoberto pelo cientista
> que lhe emprestou o nome, muito antes da invenção dos aviões...

Parece que Benja Franklin (um dos pais da pátria americana) e Joe Priestley (um químico teólogo britânico pai do refrigerante - ao menos da água carbonatada, a que não se tardaria a se acrescentar sucos diversos) realizaram a experiência do balde Faraday e com boa antecedência a quem empresta hoje o nome ao princípio.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Questão Matemática
FROM: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2009 17:11

Olá Felipe e todos.

Finalmente entendi a sua dica e apliquei-a para resolver a questão x^x^5=5.

Pelo mesmo raciocínio: base x isolada, resta x^5 que é igual a 5, logo a base x também será elevada a 5 e será também igual a 5. O resultado é que x será igual a raiz quinta de 5 (5^0,2), ou seja, 1,3797296614612 que é o valor para x.

Não concordei com o Mestre Takata ao aplicar o log ao x^x, isolando apenas o 5, pois se o log é aplicado à base (primeiro x) o expoente desta base x é o que está acima dela, logo, x^5.

x^5=5
x=1,3797296614612
1,3797296614612^5=5
1,3797296614612^1,3797296614612^5=5

Obrigado pela dica. Finalmente a paz se fará presente na minha mente e você receberá 1001 virgens a sua escolha no Paraíso Eterno.

Abraços
Tipoalgo


SUBJECT: Re: Res: [ciencialist] Raio em avião
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2009 22:54
ATTACHMENTS (20090604-225418-0000009): "alvaro.vcf"

É. Sempre tem um americano que descobriu tudo antes. Até no caso da Lei
de Faraday, que foi descoberta antes (mas não publicada) por Henry. Mas,
naquela época, o centro do mundo ficava em algum ponto no triângulo
Londres-Paris-Berlim e os europeus tinham certa vantagem.

[ ]s

Alvaro Augusto



rmtakata escreveu:
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto (L)"
>
>> Bem, o princípio da gaiola de Faraday foi descoberto pelo cientista
>> que lhe emprestou o nome, muito antes da invenção dos aviões...
>>
>
> Parece que Benja Franklin (um dos pais da pátria americana) e Joe Priestley (um químico teólogo britânico pai do refrigerante - ao menos da água carbonatada, a que não se tardaria a se acrescentar sucos diversos) realizaram a experiência do balde Faraday e com boa antecedência a quem empresta hoje o nome ao princípio.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>
>
> ------------------------------------
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.com
>
>
> ##### ##### ##### #####Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>


SUBJECT: Res: Res: [ciencialist] Raio em avião
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2009 23:10

quando colombo pos o ovo em pé todo mundo disse que sabia, americano é cheio de graça 
 
Sds

[<o>]Amauri[<o>]

Meu Bloghttp://serumdeficiente.blogspot. com/




De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quinta-feira, 4 de Junho de 2009 22:54:18
Assunto: Re: Res: [ciencialist] Raio em avião

É. Sempre tem um americano que descobriu tudo antes. Até no caso da Lei
de Faraday, que foi descoberta antes (mas não publicada) por Henry. Mas,
naquela época, o centro do mundo ficava em algum ponto no triângulo
Londres-Paris- Berlim e os europeus tinham certa vantagem.

[ ]s

Alvaro Augusto

rmtakata escreveu:
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Alvaro Augusto (L)"
>
>> Bem, o princípio da gaiola de Faraday foi descoberto pelo cientista
>> que lhe emprestou o nome, muito antes da invenção dos aviões...
>>
>
> Parece que Benja Franklin (um dos pais da pátria americana) e Joe Priestley (um químico teólogo britânico pai do refrigerante - ao menos da água carbonatada, a que não se tardaria a se acrescentar sucos diversos) realizaram a experiência do balde Faraday e com boa antecedência a quem empresta hoje o nome ao princípio.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
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> Página de apoio
> http://www.ciencial ist.com
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SUBJECT: Re: Res: [ciencialist] Raio em avião
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2009 07:46

  Ilesinhos da silva!  Com certeza!
 
  [],s
 
  Belmiro
 
  

--- Em qui, 4/6/09, Marcos -Queóps <sinistro@gmail.com> escreveu:

De: Marcos -Queóps <sinistro@gmail.com>
Assunto: Re: Res: [ciencialist] Raio em avião
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 4 de Junho de 2009, 19:58

mas resumindo, os que tavam dentro do aviao escaparam ilesos?


Ralph Waldo Emerson  - "We are wiser than we know."

2009/6/2 rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br>


--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Alvaro Augusto (L)"
> Bem, o princípio da gaiola de Faraday foi descoberto pelo cientista
> que lhe emprestou o nome, muito antes da invenção dos aviões...

Parece que Benja Franklin (um dos pais da pátria americana) e Joe Priestley (um químico teólogo britânico pai do refrigerante - ao menos da água carbonatada, a que não se tardaria a se acrescentar sucos diversos) realizaram a experiência do balde Faraday e com boa antecedência a quem empresta hoje o nome ao princípio.

[]s,

Roberto Takata




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2009 07:55

    Fiquei com a consciência pesada. Já deu a resposta para ele? Se não, diga-lhe que a dinâmica das máquinas elétricas é muito mais complexa e não permite certos paralelos com situações mais simples como braço de alavanca. E só.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu:

De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 22:30

  Ahh bom!!! Com esta correção, tudo se encaixa. Fico extremamente feliz por não ter a obrigação, como você, de responder sem ofender o cidadão. Desculpe-me mas não consegui ler tudo. É que as minhas vaquinhas estavam berrando muito lá fora.. Boa sorte!
 
  [],s
 
  Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: "ciencialist" <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 21:13

A seguir os comentários, ele enviou uma correção. Abaixo.
[]´
============ ========= ======
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leo@feiradeciencias .com.br
leobarretos@ uol.com.br
luizferraz.netto@ gmail.com
http://www.feiradec iencias.com. br
============ ========= ======

----- Original Message -----
From: xxxx
To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@ uol.com.br>
Sent: Wednesday, June 03, 2009 1:12 PM
Subject: Re: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e
prove o contrário!" (Albert Einstein)

Correção:

"Isso significa que a cada watt de potencia elétrica consumido no
gerador, refletira no motor como((( 0,2 watts )))de potencia mecânica."

Na frase acima o correto é (((0,1 watts )))!

É que eu tinha feito os cálculos separadamente.

Wilson



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SUBJECT: Re: Res: [ciencialist] Raio em avião
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2009 14:22

Ninguém morreu eletrificado...mas todos morreram com a queda da aeronave....

--- Em qui, 4/6/09, Marcos -Queóps <sinistro@gmail.com> escreveu:

De: Marcos -Queóps <sinistro@gmail.com>
Assunto: Re: Res: [ciencialist] Raio em avião
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 4 de Junho de 2009, 16:58

mas resumindo, os que tavam dentro do aviao escaparam ilesos?


Ralph Waldo Emerson  - "We are wiser than we know."

2009/6/2 rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br>


--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Alvaro Augusto (L)"
> Bem, o princípio da gaiola de Faraday foi descoberto pelo cientista
> que lhe emprestou o nome, muito antes da invenção dos aviões...

Parece que Benja Franklin (um dos pais da pátria americana) e Joe Priestley (um químico teólogo britânico pai do refrigerante - ao menos da água carbonatada, a que não se tardaria a se acrescentar sucos diversos) realizaram a experiência do balde Faraday e com boa antecedência a quem empresta hoje o nome ao princípio.

[]s,

Roberto Takata




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Questão Matemática
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2009 14:28

Olá Tipoalgo,
 
Não entendi como vc aplicou a dica anterior, na equação x^x^5 = 5. Pq x^5 = 5 ??? Naquele exercício, x^x^x^x.....continuava indefinidamente, o que permitiu o "macete", mas neste, acho que não é aplicável.......Mas se o resultado foi correto, pelo menos vale a pena investigar o pq disso...talvez aí, vc encontre a resolução correta.
 
Abs
Felipe

--- Em qui, 4/6/09, Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com> escreveu:

De: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
Assunto: [ciencialist] Questão Matemática
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 4 de Junho de 2009, 17:11

Olá Felipe e todos.

Finalmente entendi a sua dica e apliquei-a para resolver a questão x^x^5=5.

Pelo mesmo raciocínio: base x isolada, resta x^5 que é igual a 5, logo a base x também será elevada a 5 e será também igual a 5. O resultado é que x será igual a raiz quinta de 5 (5^0,2), ou seja, 1,3797296614612 que é o valor para x.

Não concordei com o Mestre Takata ao aplicar o log ao x^x, isolando apenas o 5, pois se o log é aplicado à base (primeiro x) o expoente desta base x é o que está acima dela, logo, x^5.

x^5=5
x=1,3797296614612
1,3797296614612^ 5=5
1,3797296614612^ 1,3797296614612^ 5=5

Obrigado pela dica. Finalmente a paz se fará presente na minha mente e você receberá 1001 virgens a sua escolha no Paraíso Eterno.

Abraços
Tipoalgo



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Palestra sobre Teoria dos Jogos na UTFPR - 4 de junho, 19h30
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2009 16:16
ATTACHMENTS (20090605-161658-0000015): "alvaro.vcf"

Olá Victor,

Obrigado pelos seus comentários. Se for de seu interesse ou dos demais, a apresentação em PDF está disponível em http://alvaroaugusto.blogspot.com/2009/06/arquivo-da-palestra-teoria-dos-jogos.html

Abraços,

Alvaro Augusto



J.Victor escreveu:
Caro álvaro,
 
Seria um prêmio para mim, assistir essa tua palestra que, sei,  será um sucesso.
 Este é dos assuntos pelos quais me interesso, embora não tenha podido aprofundar a respeito, ficando só nos conhecimentos superficiais,  mas o suficiente para "abiscoitar" a importância e a pertinência da matéria. Mas confesso que meu interêsse pelo assunto surgiu apenas depois do filme, "Uma mente brilhante".
Desejo-te êxito nessa empreitada.
 
Sds,
Victor.
 
 
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 02, 2009 3:58 PM
Subject: [ciencialist] Palestra sobre Teoria dos Jogos na UTFPR - 4 de junho, 19h30

Dando continuidade ao programa de palestras da UTFPR/DAELT, informo
sobre a apresentação da palestra "/Teoria dos Jogos - de John Von
Neumann e John Nash aos dias de hoje/".

Data: 04/06/2009
Horário: 19h30min às 21h00min
Palestrante: Alvaro Augusto de Almeida
Local: Miniauditório do campus Curitiba da Universidade Tecnológica
Federal do Paraná (UTFPR). Av. Sete de Setembro, 3165, Curitiba, PR.
Entrada gratuita.

A Teoria dos Jogos é um ramo da matemática aplicada que usa modelos para
estudar as interações entre agentes (jogadores) atuando em estruturas
formais de incentivo (jogos) e tem a ver com as decisões racionais
tomadas por pessoas ou grupos de pessoas em situações de conflito. As
aplicações são variadas, desde relações econômicas, relações
internacionais e relações interpessoais até estratégias militares,
planejamento da operação de sistemas e comportamento animal.

O programa da palestra, que será apresentada em nível bem pouco
matemático, é:

1. Jogos de soma zero e não zero.
2. Dilema do prisioneiro.
3. Equilíbrio de Nash.
4. Surgimento da cooperação.
5. A tragédia dos comuns.
6. O dilema do lobo.

Atenciosamente,

Prof. Alvaro Augusto de Almeida
Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR
Departamento Acadêmico de Eletrotécnica - DAELT
http://alvaroaugusto.blogspot.com
<mailbox:///C%7C/Users/%C1lvaro%20Augusto/AppData/Roaming/Thunderbird/Profiles/5yg9ybbb.default/Mail/Local%20Folders/Ciencialist?number=237723331>

http://maquinas-utfpr.blogspot.com
<mailbox:///C%7C/Users/%C1lvaro%20Augusto/AppData/Roaming/Thunderbird/Profiles/5yg9ybbb.default/Mail/Local%20Folders/Ciencialist?number=237723331>

alvaroaugusto@utfpr.edu.br
<mailbox:///C%7C/Users/%C1lvaro%20Augusto/AppData/Roaming/Thunderbird/Profiles/5yg9ybbb.default/Mail/Local%20Folders/Ciencialist?number=237723331>



No virus found in this incoming message.
Checked by AVG - www.avg.com
Version: 8.5.339 / Virus Database: 270.12.46/2145 - Release Date: 05/31/09 05:53:00

SUBJECT: Re: A TR foi para o espaço.
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2009 17:55

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "J.Victor" <j.victor.neto@>
> > A seguir munição para os teóricos que deploram a relatividade.
> >
> > http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=teoria-da-relatividade-e-ideologia--e-nao-ciencia--defende-pesquisador&id=010130090527
>
> "Não ria agora, mas 'a relatividade é uma ideologia'
>
> Sintam o drama. Um professor de Política de uma universidade britânica publica um artigo no periódico "Social Epistemology" em que afirma ser a Relatividade, não uma teoria científica, mas uma ideologia."
> http://scienceblogs.com.br/dimensional/2009/05/055.php

É impressão minha ou o cara tem graduação e pós-graduação em artes, e mestrado em filosofia?

Sobre o paradoxo dos gêmeos, não houve uma experiência feita com relógios atômicos sincronizados na Terra, e um deles enviado para dar várias órbitas em torno da Terra?

De qualquer forma, tenho uma dúvida. O sistema parece simétrico, mas existe uma assimetria, os dois gêmeos começam a partir de um mesmo referencial, e um deles passa a acelerar em relação àquele referencial. Ou é o contrário? Vamos dizer que a viagem seja para uma determinada estrela. O viajante está em uma situação diferente de quem ficou em Terra, a distância entre ele e a Terra aumenta, e a distância entre ele e a estrela diminui. Mas em velocidades relativísticas ele tem que percorrer uma distância menor, não tem? E com isto leva menos tempo, não leva? Então a situação, para ele, se modificou. Para o outro gêmeo, a estrela permanece na mesma distância, mudando apenas de +/- 1 UA, e em velocidades sub-relativísticas.

Mas em um Universo hipotético em que só existam os gêmeos? Um deles gasta combustível e o outro se movimenta? Acho que a situação continua sendo assimétrica...

[]s



SUBJECT: Re: [ciencialist] Questão Matemática
FROM: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2009 19:12

Olá Felipe.

Realmente este macete não se aplica a qualquer expoente acima de x^x. Pelo que percebi, funcionou neste caso porque o expoente do último x é também um 5 igual ao segundo membro da equação.

Considerei que podia igualar o expoente da primeira base x, (x^5), a 5 porque a igualdade não alteraria quando fosse aplicada à base x, pois o resultado a ser também expoente seria também um 5. Parece ser um raciocínio lógico.

No caso do expoente ser um número diferente do segundo membro, a situação muda de figura, e o raciocínio deve ser outro (que ainda não sei qual deva ser).

Abraços
Tipoalgo


009/6/5 luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>


Olá Tipoalgo,
 
Não entendi como vc aplicou a dica anterior, na equação x^x^5 = 5. Pq x^5 = 5 ??? Naquele exercício, x^x^x^x.....continuava indefinidamente, o que permitiu o "macete", mas neste, acho que não é aplicável.......Mas se o resultado foi correto, pelo menos vale a pena investigar o pq disso...talvez aí, vc encontre a resolução correta.
 
Abs
Felipe

SUBJECT: Re: Palestra sobre Teoria dos Jogos na UTFPR - 4 de junho, 19h30
FROM: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2009 21:37

Olá Álvaro,

Também gostaria muito de assistir sua palestra, sobre tema tão interessante, q pena q seja tão longe para mim...

A proposito, tive pensando algo sobre isso esses dias: Considere um jogo de dois jogadores, honesto (no sentido de que, no início ambos tem chances iguais de vitória), que não dependa da sorte e que seja finito (i.e., terá fim em um número finito de lances). Então necessariamente deve existir a possibilidade de empate.

Pois suponha que não exista a possibilidade de empate. Se ambos os jogadores jogarem sempre o melhor lance possível (ou um dos melhores lances, caso hajam lances igualmente bons) - que pode evidentemente ocorrer, desde que o jogo não depene da sorte -, um dos jogadores ainda assim ganhará em algum momento, porque o jogo é finito e o empate está descartado. Portanto, não importa quais lances poderia fazer o adversário vencido, ele sempre perderia. Mas isso contradiz o fato de o jogo ser honesto. Logo, um jogo honesto, que não conte com a sorte e que tenha fim, deve necessariamente permitir o empate, de forma que, se ambos jogarem os melhores lances, eles empatarão...

Bem, não sei se há falhas no argumento, mas de qualquer forma, o considero interessante...

Abraço e boa sorte na apresentação (mesmo sabendo q vc não precisa contar com ela: a sua competência já é suficiente)



Ricardo S. Vieira,



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "J.Victor" <j.victor.neto@...> escreveu
>
> Caro álvaro,
>
> Seria um prêmio para mim, assistir essa tua palestra que, sei, será um sucesso.
> Este é dos assuntos pelos quais me interesso, embora não tenha podido aprofundar a respeito, ficando só nos conhecimentos superficiais, mas o suficiente para "abiscoitar" a importância e a pertinência da matéria. Mas confesso que meu interêsse pelo assunto surgiu apenas depois do filme, "Uma mente brilhante".
> Desejo-te êxito nessa empreitada.
>
> Sds,
> Victor.
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Alvaro Augusto (L)
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, June 02, 2009 3:58 PM
> Subject: [ciencialist] Palestra sobre Teoria dos Jogos na UTFPR - 4 de junho, 19h30
>
>
>
>
>
> Dando continuidade ao programa de palestras da UTFPR/DAELT, informo
> sobre a apresentação da palestra "/Teoria dos Jogos - de John Von
> Neumann e John Nash aos dias de hoje/".
>
> Data: 04/06/2009
> Horário: 19h30min às 21h00min
> Palestrante: Alvaro Augusto de Almeida
> Local: Miniauditório do campus Curitiba da Universidade Tecnológica
> Federal do Paraná (UTFPR). Av. Sete de Setembro, 3165, Curitiba, PR.
> Entrada gratuita.
>
> A Teoria dos Jogos é um ramo da matemática aplicada que usa modelos para
> estudar as interações entre agentes (jogadores) atuando em estruturas
> formais de incentivo (jogos) e tem a ver com as decisões racionais
> tomadas por pessoas ou grupos de pessoas em situações de conflito. As
> aplicações são variadas, desde relações econômicas, relações
> internacionais e relações interpessoais até estratégias militares,
> planejamento da operação de sistemas e comportamento animal.
>
> O programa da palestra, que será apresentada em nível bem pouco
> matemático, é:
>
> 1. Jogos de soma zero e não zero.
> 2. Dilema do prisioneiro.
> 3. Equilíbrio de Nash.
> 4. Surgimento da cooperação.
> 5. A tragédia dos comuns.
> 6. O dilema do lobo.
>
> Atenciosamente,
>
> Prof. Alvaro Augusto de Almeida
> Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR
> Departamento Acadêmico de Eletrotécnica - DAELT
> http://alvaroaugusto.blogspot.com
> <mailbox:///C%7C/Users/%C1lvaro%20Augusto/AppData/Roaming/Thunderbird/Profiles/5yg9ybbb.default/Mail/Local%20Folders/Ciencialist?number=237723331>
>
> http://maquinas-utfpr.blogspot.com
> <mailbox:///C%7C/Users/%C1lvaro%20Augusto/AppData/Roaming/Thunderbird/Profiles/5yg9ybbb.default/Mail/Local%20Folders/Ciencialist?number=237723331>
>
> alvaroaugusto@...
> <mailbox:///C%7C/Users/%C1lvaro%20Augusto/AppData/Roaming/Thunderbird/Profiles/5yg9ybbb.default/Mail/Local%20Folders/Ciencialist?number=237723331>
>
>
>
>
>
>
> ------------------------------------------------------------------------------
>
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG - www.avg.com
> Version: 8.5.339 / Virus Database: 270.12.46/2145 - Release Date: 05/31/09 05:53:00
>




SUBJECT: Re: Questão Matemática
FROM: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2009 22:31

Olá,

A expressão x^x^5=5, da forma como está escrita, não tem sentido, pois a operação potência não é associativa: deve-se diferenciar as expressões x(^x^5) de (x^x)^5...

De fato, 2^(1^3)=2, enquanto que (2^1)^3=8.

Cnsidere, pois, primeiramente a equação (x^x)^5=5. Chamando a raiz quinta de 5 por y, temos:

x^x=y

com x=exp(ln(x)), obtemos:

y = x^[exp(ln(x))].

Tomando o logaritmo dos dois lados:

ln(y)=ln(x^[exp(ln(x))])=ln(x)*exp[ln(x)].

Caímos assim na equação de Lambert:

z = w*(e^w), com z=ln(y) e w = ln(x)

a resposta do problema será então

x = ln(y)/w(ln(y)).

c.f. http://en.wikipedia.org/wiki/Lambert_W_function

Resta resolver x^(x^5)=5.

T+.,

Ricardo.


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva <luizfelipecsrj@...> escreveu
>
> Olá Tipoalgo,
>  
> Não entendi como vc aplicou a dica anterior, na equação x^x^5 = 5. Pq x^5 = 5 ??? Naquele exercício, x^x^x^x.....continuava indefinidamente, o que permitiu o "macete", mas neste, acho que não é aplicável.......Mas se o resultado foi correto, pelo menos vale a pena investigar o pq disso...talvez aí, vc encontre a resolução correta.
>  
> Abs
> Felipe
>
> --- Em qui, 4/6/09, Tipoalgo <tipoalgo@...> escreveu:
>
>
> De: Tipoalgo <tipoalgo@...>
> Assunto: [ciencialist] Questão Matemática
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Quinta-feira, 4 de Junho de 2009, 17:11
>
>
>
>
>
>
>
>
> Olá Felipe e todos.
>
>
> Finalmente entendi a sua dica e apliquei-a para resolver a questão x^x^5=5.
>
>
> Pelo mesmo raciocínio: base x isolada, resta x^5 que é igual a 5, logo a base x também será elevada a 5 e será também igual a 5. O resultado é que x será igual a raiz quinta de 5 (5^0,2), ou seja, 1,3797296614612 que é o valor para x.
>
>
> Não concordei com o Mestre Takata ao aplicar o log ao x^x, isolando apenas o 5, pois se o log é aplicado à base (primeiro x) o expoente desta base x é o que está acima dela, logo, x^5.
>
>
> x^5=5
> x=1,3797296614612
> 1,3797296614612^ 5=5
> 1,3797296614612^ 1,3797296614612^ 5=5
>
>
>
> Obrigado pela dica. Finalmente a paz se fará presente na minha mente e você receberá 1001 virgens a sua escolha no Paraíso Eterno.
>
>
> Abraços
> Tipoalgo
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
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>




SUBJECT: Re: [ciencialist] A TR foi para o espaço.
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/06/2009 23:13

Tem umas frases creditadas a Einstein que revelam a natureza do gênio:

"Desde que os matemáticos invadiram a teoria da relatividade, eu mesmo não a
entendo mais."

"É possível que tudo possa ser descrito cientificamente, mas não teria
sentido. É como descrever uma sinfonia de Beethoven em variações de pressões
de ondas, a sensação de um beijo e o "eu te amo" de uma criança."

"Estes pensamentos não vieram de nenhuma formulação verbal. Raramente penso
em palavras. Um pensamento vem e posso tratar de expressá-lo em palavras
depois."

[]s

José Renato
...........................................

----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, May 29, 2009 12:57 AM
Subject: [ciencialist] Re: A TR foi para o espaço.


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "J.Victor" <j.victor.neto@...>
> A seguir munição para os teóricos que deploram a relatividade.
>
> http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=teoria-da-relatividade-e-ideologia--e-nao-ciencia--defende-pesquisador&id=010130090527

"Não ria agora, mas 'a relatividade é uma ideologia'

Sintam o drama. Um professor de Política de uma universidade britânica
publica um artigo no periódico "Social Epistemology" em que afirma ser a
Relatividade, não uma teoria científica, mas uma ideologia."
http://scienceblogs.com.br/dimensional/2009/05/055.php
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[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Res: [ciencialist] A TR foi para o espaço.
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2009 01:38

cuidado JR, eles são capazes de dizer que essas frases são mentiras...
 
Sds

[<o>]Amauri[<o>]

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De: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Sexta-feira, 5 de Junho de 2009 23:13:12
Assunto: Re: [ciencialist] A TR foi para o espaço.

Tem umas frases creditadas a Einstein que revelam a natureza do gênio:

"Desde que os matemáticos invadiram a teoria da relatividade, eu mesmo não a
entendo mais."

"É possível que tudo possa ser descrito cientificamente, mas não teria
sentido. É como descrever uma sinfonia de Beethoven em variações de pressões
de ondas, a sensação de um beijo e o "eu te amo" de uma criança."

"Estes pensamentos não vieram de nenhuma formulação verbal. Raramente penso
em palavras. Um pensamento vem e posso tratar de expressá-lo em palavras
depois."

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José Renato
............ ......... ......... ......... ....

----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@ bol.com.br>
To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Sent: Friday, May 29, 2009 12:57 AM
Subject: [ciencialist] Re: A TR foi para o espaço.

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "J.Victor" <j.victor.neto@ ...>
> A seguir munição para os teóricos que deploram a relatividade.
>
> http://www.inovacao tecnologica. com.br/noticias/ noticia.php? artigo=teoria- da-relatividade- e-ideologia- -e-nao-ciencia- -defende- pesquisador& id=010130090527

"Não ria agora, mas 'a relatividade é uma ideologia'

Sintam o drama. Um professor de Política de uma universidade britânica
publica um artigo no periódico "Social Epistemology" em que afirma ser a
Relatividade, não uma teoria científica, mas uma ideologia."
http://scienceblogs .com.br/dimensio nal/2009/ 05/055.php
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Roberto Takata

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SUBJECT: Re: [ciencialist] A TR foi para o espaço.
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2009 08:23

Eles quem, Amauri? É notório que há muitas mensagens na internet "assinada" por Albert Einstein que, sem sombra de dúvida, são ilações de algum gênio tímido se apoiando na fama dele para dar credibilidade. Quando não indico a referências uso do condicional: frases creditadas...
[]s
José Renato
........................................
----- Original Message -----
From: Amauri N. Sanches Jr
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, June 06, 2009 1:38 AM
Subject: Res: [ciencialist] A TR foi para o espaço.

cuidado JR, eles são capazes de dizer que essas frases são mentiras...
 
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[<o>]Amauri[<o>]

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De: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Sexta-feira, 5 de Junho de 2009 23:13:12
Assunto: Re: [ciencialist] A TR foi para o espaço.

Tem umas frases creditadas a Einstein que revelam a natureza do gênio:

"Desde que os matemáticos invadiram a teoria da relatividade, eu mesmo não a
entendo mais."

"É possível que tudo possa ser descrito cientificamente, mas não teria
sentido. É como descrever uma sinfonia de Beethoven em variações de pressões
de ondas, a sensação de um beijo e o "eu te amo" de uma criança."

"Estes pensamentos não vieram de nenhuma formulação verbal. Raramente penso
em palavras. Um pensamento vem e posso tratar de expressá-lo em palavras
depois."

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José Renato
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----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@ bol.com.br>
To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Sent: Friday, May 29, 2009 12:57 AM
Subject: [ciencialist] Re: A TR foi para o espaço.

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "J.Victor" <j.victor.neto@ ...>
> A seguir munição para os teóricos que deploram a relatividade.
>
> http://www.inovacao tecnologica. com.br/noticias/ noticia.php? artigo=teoria- da-relatividade- e-ideologia- -e-nao-ciencia- -defende- pesquisador& id=010130090527

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SUBJECT: Res: [ciencialist] A TR foi para o espaço.
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2009 11:05

aquela que eu postei que ele fala do senso comum, nem foi na net, um professor me disse um dia...temos que tomar cuidado com que criticamos para não cair no descredito...
 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o

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De: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Sábado, 6 de Junho de 2009 8:23:54
Assunto: Re: [ciencialist] A TR foi para o espaço.

Eles quem, Amauri? É notório que há muitas mensagens na internet "assinada" por Albert Einstein que, sem sombra de dúvida, são ilações de algum gênio tímido se apoiando na fama dele para dar credibilidade. Quando não indico a referências uso do condicional: frases creditadas.. .
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José Renato
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Sent: Saturday, June 06, 2009 1:38 AM
Subject: Res: [ciencialist] A TR foi para o espaço.

cuidado JR, eles são capazes de dizer que essas frases são mentiras...
 
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De: José Renato - Terra <jrma@terra.com. br>
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Enviadas: Sexta-feira, 5 de Junho de 2009 23:13:12
Assunto: Re: [ciencialist] A TR foi para o espaço.

Tem umas frases creditadas a Einstein que revelam a natureza do gênio:

"Desde que os matemáticos invadiram a teoria da relatividade, eu mesmo não a
entendo mais."

"É possível que tudo possa ser descrito cientificamente, mas não teria
sentido. É como descrever uma sinfonia de Beethoven em variações de pressões
de ondas, a sensação de um beijo e o "eu te amo" de uma criança."

"Estes pensamentos não vieram de nenhuma formulação verbal. Raramente penso
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From: "rmtakata" <roberto.takata@ bol.com.br>
To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Sent: Friday, May 29, 2009 12:57 AM
Subject: [ciencialist] Re: A TR foi para o espaço.

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "J.Victor" <j.victor.neto@ ...>
> A seguir munição para os teóricos que deploram a relatividade.
>
> http://www.inovacao tecnologica. com.br/noticias/ noticia.php? artigo=teoria- da-relatividade- e-ideologia- -e-nao-ciencia- -defende- pesquisador& id=010130090527

"Não ria agora, mas 'a relatividade é uma ideologia'

Sintam o drama. Um professor de Política de uma universidade britânica
publica um artigo no periódico "Social Epistemology" em que afirma ser a
Relatividade, não uma teoria científica, mas uma ideologia."
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Questão Matemática
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2009 11:17

Ola Tipoalgo,
 
Acho que vc deve rever seu raciocínio. Na minha opinião está incorreto. Vc não pode fazer isto, mesmo na situação que vc colocou.
 
Abs
Felipe

--- Em sex, 5/6/09, Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com> escreveu:

De: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
Assunto: Re: [ciencialist] Questão Matemática
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sexta-feira, 5 de Junho de 2009, 19:12

Olá Felipe.

Realmente este macete não se aplica a qualquer expoente acima de x^x. Pelo que percebi, funcionou neste caso porque o expoente do último x é também um 5 igual ao segundo membro da equação.

Considerei que podia igualar o expoente da primeira base x, (x^5), a 5 porque a igualdade não alteraria quando fosse aplicada à base x, pois o resultado a ser também expoente seria também um 5. Parece ser um raciocínio lógico.

No caso do expoente ser um número diferente do segundo membro, a situação muda de figura, e o raciocínio deve ser outro (que ainda não sei qual deva ser).

Abraços
Tipoalgo


009/6/5 luiz silva <luizfelipecsrj@ yahoo.com. br>


Olá Tipoalgo,
 
Não entendi como vc aplicou a dica anterior, na equação x^x^5 = 5. Pq x^5 = 5 ??? Naquele exercício, x^x^x^x..... continuava indefinidamente, o que permitiu o "macete", mas neste, acho que não é aplicável.... ...Mas se o resultado foi correto, pelo menos vale a pena investigar o pq disso...talvez aí, vc encontre a resolução correta.
 
Abs
Felipe


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SUBJECT: Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"
FROM: Rafael Picate <rpicate@gmail.com>
TO:
DATE: 06/06/2009 21:17

http://cienciabrasil.blogspot.com/2009/06/hugo-chavez-manda-cientistas-parar-com.html

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"

Oi pessoal,
Saiu na revista Science de 29 de maio. Algo impensável.
.
Agora Hugo Chávez está interferindo com a pesquisa e ciência na Venezuela. Em seu programa dominical de televisão Aló Presidente ordenou que "seus" cientistas parem com "pesquisas obscuras" (ou "inúteis") , como a busca de vida em Venus, e que visitem favelas para fazer algo de útil.
.
Além de menosprezar a ciência básica, a política cientítica do governo Hugo Chavéz está causando um decréscimo de 15% no número de publicações em revistas indexadas na Web of Science: de 968 papers em 2006 para 831 em 2008. E mais, dá verbas apenas para institutos de pesquisa comandados por Chavistas e manda demitor quem o critica. Assim aconteceu com um pesquisador, Jaime Requena, que escreveu uma carta à Nature criticando a política de grants para os cientistas sociais.
.
Imagino que muitos esquerdistas de Brasília e da USP estão comemorando o fato do comandante Chavéz moldar uma "ciência do povo". Esse pessoal deve achar que paises em desenvolvimento não devem "se dar ao luxo" de fazer pesquisa de ponta.
.
Gostaria de saber a opinião do reitor da UnB (que acredita que a universidade só deve fazer pesquisas "com responsabilidade social" - juro que não sei o que é isso...) sobre este fato. O que Zé Dirceu deve pensar sobre isso ?
.
Vamos ao texto da Science ?
.
As Research Funding Declines, Chávez and Scientists Trade Charges
.
Venezuelan academics were taken aback this month when during his weekly television program on 3 May, Aló Presidente, Hugo Chávez said that researchers should stop working on "obscure projects," such as whether life exists on Venus, and instead go into the barrios to make themselves useful. To many observers, it was another sign of the growing tension between Chávez and the academic establishment. Nerves were already on edge following Chávez's dismissal in April of science minister Nuris Orihuela, a geophysical engineer, and her replacement by Jesse Chacón Escamillo, an engineer and Army lieutenant who has been close to Chávez since at least 1992. Disaffected researchers say they fear that science funding is becoming more politicized.

SUBJECT: Um novo tipo de nuvem? “Asperatus”
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 07/06/2009 01:14

Um novo tipo de nuvem? “Asperatus”

asperatus

Estranhas, mesmo assustadoras, lembrando uma pintura de Munch, estas nuvens podem ser de uma espécie completamente nova. É o que defende a “Cloud Appreciation Society” (Sociedade de Apreciação de Nuvens), depois de compilar inúmeros exemplos deste inusitado fenômeno recebidos de todos os cantos do mundo (clique para uma galeria de imagens).

“Já que se parecem com a superfície de um mar agitado visto de baixo, nós as apelidamos de ‘nuvem Jacques Cousteau’, em honra ao lendário mergulhador e ecologista francês”, contam. Em busca de um nome que soasse mais “oficial”, chegaram à sugestão do termo “asperatus”, latim para áspero, usado por poetas clássicos para descrever mares agitados por ventos fortes.

A sugestão para a nova classificação foi feita a meteorologistas da Sociedade Meteorológica Real britânica, que adotou a idéia e está buscando maiores informações sobre as condições que causam o fenômeno. Da Sociedade Real a classificação precisa ser aprovada pela Organização Mundial de Meteorologia da ONU em Genebra para ser incluída no Atlas Internacional de Nuvens.

Sinal do apocalipse? Não tema. “Elas parecem muito tempestuosas, mas alguns dos relatos que recebemos sugerem que elas tendem a se desfazer sem realmente se transformar em uma tempestade”, revelou Gavin Pretor-Pinney, fundador da Sociedade de Apreciação de Nuvens, ao Daily Mail.

Aqui em CeticismoAberto já havíamos destacado belos exemplos de nuvens Pileus exibidos pela Sociedade de Pretor-Pinney como “nuvens do mês”.

SUBJECT: Res: [ciencialist] Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2009 02:04

A esquesda não gosta de cerebros mesmo, olha ai a palhaçada....
 
Sds
Amauri
SP
Brasil

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De: Rafael Picate <rpicate@gmail.com>
Enviadas: Sábado, 6 de Junho de 2009 21:17:20
Assunto: [ciencialist] Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"

http://cienciabrasi l.blogspot. com/2009/ 06/hugo-chavez- manda-cientistas -parar-com. html

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"

Oi pessoal,
Saiu na revista Science de 29 de maio. Algo impensável.
.
Agora Hugo Chávez está interferindo com a pesquisa e ciência na Venezuela. Em seu programa dominical de televisão Aló Presidente ordenou que "seus" cientistas parem com "pesquisas obscuras" (ou "inúteis") , como a busca de vida em Venus, e que visitem favelas para fazer algo de útil.
.
Além de menosprezar a ciência básica, a política cientítica do governo Hugo Chavéz está causando um decréscimo de 15% no número de publicações em revistas indexadas na Web of Science: de 968 papers em 2006 para 831 em 2008. E mais, dá verbas apenas para institutos de pesquisa comandados por Chavistas e manda demitor quem o critica. Assim aconteceu com um pesquisador, Jaime Requena, que escreveu uma carta à Nature criticando a política de grants para os cientistas sociais.
.
Imagino que muitos esquerdistas de Brasília e da USP estão comemorando o fato do comandante Chavéz moldar uma "ciência do povo". Esse pessoal deve achar que paises em desenvolvimento não devem "se dar ao luxo" de fazer pesquisa de ponta.
.
Gostaria de saber a opinião do reitor da UnB (que acredita que a universidade só deve fazer pesquisas "com responsabilidade social" - juro que não sei o que é isso...) sobre este fato. O que Zé Dirceu deve pensar sobre isso ?
.
Vamos ao texto da Science ?
.
As Research Funding Declines, Chávez and Scientists Trade Charges
.
Venezuelan academics were taken aback this month when during his weekly television program on 3 May, Aló Presidente, Hugo Chávez said that researchers should stop working on "obscure projects," such as whether life exists on Venus, and instead go into the barrios to make themselves useful. To many observers, it was another sign of the growing tension between Chávez and the academic establishment. Nerves were already on edge following Chávez's dismissal in April of science minister Nuris Orihuela, a geophysical engineer, and her replacement by Jesse Chacón Escamillo, an engineer and Army lieutenant who has been close to Chávez since at least 1992. Disaffected researchers say they fear that science funding is becoming more politicized.


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2009 09:23

Olha, Amaury,
 
Indepentemente da Carl Sagan, cientista importante, que tinha idéias
bastante "seguras" a respeito, e deixava isto claro em suas obras,
e apesar de seus seguidores nessa área, particularmente não acredito
em vida fora daquí. Não acredito em discos voadores, essas coisas
do ideário coletivo da humanidade, recorrente em várias épocas de sua evolução.
Não há evidências científicas que possam,minimamente, dar suporte a raciocínios do tipo.
Aliás, não há evidência nenhuma. Nunca surgiu uma, sequer, que resistisse às análise feitas.
Cujas conclusões sempre aponta para isto: nada. As causas da ocorrência relatada foram outras, etc.
Neste aspecto vital reside minha descrença. Pois, evidências científicas constituem o primeiro indício
que pode suscitar argumentos e planos para montagem de sistemas de pesquisas,
caros que sejam. But, no las há. Simples como o gordo Buda eternamente sentado,
com as mãos postas e o barrigão derramando sobre as pernas cruzadas. (Só me
incomoda uma coisa, nessa estátua: uma mosca pousando em seu nariz, fazer aquela
cócegasinha, que ele não pode coçar!... Deve ser um horror!...).
 
Evidente que expresso, também, uma opinião pessoal, com argumentos que, até
agora, me satisfazem.
 
Por aí.
 
Sds,
Victor
 
 
 
 
Nesse sentido, vejo que todos esses milhões de verdinhas gastas nessas pesquisas
poderiam ser carriados para o combate à fome e à violência. Coisas mais aquí, pé no
chão. 
Não tolero o Presidente Chaves, que é um mero populista carismático. Um ditador
forçado por esse carisma e pelo desespero do povo, ignorante, que vê, nele, uma luz no fim do túnuel,
Uma luz que, até agora, não apareceu sequer esmaecida, sequer apagando. Aliás, característica essa
recorrente na história. Mas, nesse aspecto, ele mostra-se pragmático, como qualquer um outro dotado
de um mínimo de juízo e bom senso.  O seu povo agradece o aporte do eventual dinheiro que possa ser
retirado dessas pesquisas não prioritárias e carreadas para a população menos favoriidas, seus eleitores de
carteirinha.
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Amauri N. Sanches Jr
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, June 07, 2009 2:04 AM
Subject: Res: [ciencialist] Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"

A esquesda não gosta de cerebros mesmo, olha ai a palhaçada....
 
Sds
Amauri
SP
Brasil





De: Rafael Picate <rpicate@gmail.com>
Enviadas: Sábado, 6 de Junho de 2009 21:17:20
Assunto: [ciencialist] Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"

http://cienciabrasi l.blogspot. com/2009/ 06/hugo-chavez- manda-cientistas -parar-com. html

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"

Oi pessoal,
Saiu na revista Science de 29 de maio. Algo impensável.
.
Agora Hugo Chávez está interferindo com a pesquisa e ciência na Venezuela. Em seu programa dominical de televisão Aló Presidente ordenou que "seus" cientistas parem com "pesquisas obscuras" (ou "inúteis") , como a busca de vida em Venus, e que visitem favelas para fazer algo de útil.
.
Além de menosprezar a ciência básica, a política cientítica do governo Hugo Chavéz está causando um decréscimo de 15% no número de publicações em revistas indexadas na Web of Science: de 968 papers em 2006 para 831 em 2008. E mais, dá verbas apenas para institutos de pesquisa comandados por Chavistas e manda demitor quem o critica. Assim aconteceu com um pesquisador, Jaime Requena, que escreveu uma carta à Nature criticando a política de grants para os cientistas sociais.
.
Imagino que muitos esquerdistas de Brasília e da USP estão comemorando o fato do comandante Chavéz moldar uma "ciência do povo". Esse pessoal deve achar que paises em desenvolvimento não devem "se dar ao luxo" de fazer pesquisa de ponta.
.
Gostaria de saber a opinião do reitor da UnB (que acredita que a universidade só deve fazer pesquisas "com responsabilidade social" - juro que não sei o que é isso...) sobre este fato. O que Zé Dirceu deve pensar sobre isso ?
.
Vamos ao texto da Science ?
.
As Research Funding Declines, Chávez and Scientists Trade Charges
.
Venezuelan academics were taken aback this month when during his weekly television program on 3 May, Aló Presidente, Hugo Chávez said that researchers should stop working on "obscure projects," such as whether life exists on Venus, and instead go into the barrios to make themselves useful. To many observers, it was another sign of the growing tension between Chávez and the academic establishment. Nerves were already on edge following Chávez's dismissal in April of science minister Nuris Orihuela, a geophysical engineer, and her replacement by Jesse Chacón Escamillo, an engineer and Army lieutenant who has been close to Chávez since at least 1992. Disaffected researchers say they fear that science funding is becoming more politicized.


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Questão Matemática
FROM: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2009 09:42

Olá Felipe.

A mim pareceu lógico, tanto que o resultado de x neste caso atende à igualdade.

O que fiz foi imaginar um limite para as parcelas do primeiro membro. É semelhante ao x^x^x^x... do problema que você colocou, e que só é possível porque o expoente 5 é numericamente igual ao segundo membro. 

Se o número obtido para x resolve a questão, o problema acabou, pelo menos nesse caso específico!

Vamos testar a lógica para a questão x^(x^7)=7
x^7=7
x=7^(1/7)
x=7^0,14285714285714285714285714285714
x=1,3204692477561237918093273315003
prova:
1,3204692477561237918093273315003^(1,3204692477561237918093273315003^7)=7
1,3204692477561237918093273315003^7=7
7=7

Esta lógica não se aplica à questão x^(x^6)=5, pois (x^6) deveria ser igual a 6 para manter a coerência com a base mas deveria ser igual a 5 para atender à igualdade, logo uma incoerência.

Esta lógica só se aplica à questão x^(y^5)=5  no caso x=y. Brilhante!

Bem, expliquei melhor o que pensei, agora gostaria de saber onde estou errando se afinal o resultado de x^(x^5)=5 não for 1,379729661461214832390063464216.

Na boa, quando eu penso que já resolvi a questão, você me diz para rever meu raciocínio e nem me diz por onde começar. Tenha pena de mim! Risos.

Abraços
Tipoalgo




SUBJECT: RE: [ciencialist] Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"
FROM: murilo filo <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2009 11:52

Caramba... esse chaves esta' me decepcionando cada vez mais...
Nunca esperei dele uma coisa dessa...
Piorando assim, um dia a Venezuela sera' um novo Brasil!
A Bolivia sera' uma nova Venezuela... todos parte da grande Cuba.
Vixe! Sera' que a gente merece mesmo a merda generalizada? Pra que?
Take care! Murilo


From: rpicate@gmail.com
Date: Sat, 6 Jun 2009 21:17:20 -0300
Subject: [ciencialist] Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"



http://cienciabrasil.blogspot.com/2009/06/hugo-chavez-manda-cientistas-parar-com.html

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"

Oi pessoal,
Saiu na revista Science de 29 de maio. Algo impensável.
.
Agora Hugo Chávez está interferindo com a pesquisa e ciência na Venezuela. Em seu programa dominical de televisão Aló Presidente ordenou que "seus" cientistas parem com "pesquisas obscuras" (ou "inúteis") , como a busca de vida em Venus, e que visitem favelas para fazer algo de útil.
.
Além de menosprezar a ciência básica, a política cientítica do governo Hugo Chavéz está causando um decréscimo de 15% no número de publicações em revistas indexadas na Web of Science: de 968 papers em 2006 para 831 em 2008. E mais, dá verbas apenas para institutos de pesquisa comandados por Chavistas e manda demitor quem o critica. Assim aconteceu com um pesquisador, Jaime Requena, que escreveu uma carta à Nature criticando a política de grants para os cientistas sociais.
.
Imagino que muitos esquerdistas de Brasília e da USP estão comemorando o fato do comandante Chavéz moldar uma "ciência do povo". Esse pessoal deve achar que paises em desenvolvimento não devem "se dar ao luxo" de fazer pesquisa de ponta.
.
Gostaria de saber a opinião do reitor da UnB (que acredita que a universidade só deve fazer pesquisas "com responsabilidade social" - juro que não sei o que é isso...) sobre este fato. O que Zé Dirceu deve pensar sobre isso ?
.
Vamos ao texto da Science ?
.
As Research Funding Declines, Chávez and Scientists Trade Charges
.
Venezuelan academics were taken aback this month when during his weekly television program on 3 May, Aló Presidente, Hugo Chávez said that researchers should stop working on "obscure projects," such as whether life exists on Venus, and instead go into the barrios to make themselves useful. To many observers, it was another sign of the growing tension between Chávez and the academic establishment. Nerves were already on edge following Chávez's dismissal in April of science minister Nuris Orihuela, a geophysical engineer, and her replacement by Jesse Chacón Escamillo, an engineer and Army lieutenant who has been close to Chávez since at least 1992. Disaffected researchers say they fear that science funding is becoming more politicized.



SUBJECT: Res: [ciencialist] Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2009 15:44

Vitor

Até pouco tempo atrás não se tinha evidencias de virus, não se tinha evidencias de atomos e outros tipos de evidencias de seres microscopicos, no entanto, tivemos essas descobertas em modo empirico. Será que em milhões de galaxias não haverá vida extraterrestre? isso de não há evidencias é muito perigoso....
 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Bloghttp://serumdeficiente.blogspot. com/




De: J.Victor <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Domingo, 7 de Junho de 2009 9:23:08
Assunto: Re: [ciencialist] Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"

Olha, Amaury,
 
Indepentemente da Carl Sagan, cientista importante, que tinha idéias
bastante "seguras" a respeito, e deixava isto claro em suas obras,
e apesar de seus seguidores nessa área, particularmente não acredito
em vida fora daquí. Não acredito em discos voadores, essas coisas
do ideário coletivo da humanidade, recorrente em várias épocas de sua evolução.
Não há evidências científicas que possam,minimamente, dar suporte a raciocínios do tipo.
Aliás, não há evidência nenhuma. Nunca surgiu uma, sequer, que resistisse às análise feitas.
Cujas conclusões sempre aponta para isto: nada. As causas da ocorrência relatada foram outras, etc.
Neste aspecto vital reside minha descrença. Pois, evidências científicas constituem o primeiro indício
que pode suscitar argumentos e planos para montagem de sistemas de pesquisas,
caros que sejam. But, no las há. Simples como o gordo Buda eternamente sentado,
com as mãos postas e o barrigão derramando sobre as pernas cruzadas. (Só me
incomoda uma coisa, nessa estátua: uma mosca pousando em seu nariz, fazer aquela
cócegasinha, que ele não pode coçar!... Deve ser um horror!...).
 
Evidente que expresso, também, uma opinião pessoal, com argumentos que, até
agora, me satisfazem.
 
Por aí.
 
Sds,
Victor
 
 
 
 
Nesse sentido, vejo que todos esses milhões de verdinhas gastas nessas pesquisas
poderiam ser carriados para o combate à fome e à violência. Coisas mais aquí, pé no
chão. 
Não tolero o Presidente Chaves, que é um mero populista carismático. Um ditador
forçado por esse carisma e pelo desespero do povo, ignorante, que vê, nele, uma luz no fim do túnuel,
Uma luz que, até agora, não apareceu sequer esmaecida, sequer apagando. Aliás, característica essa
recorrente na história. Mas, nesse aspecto, ele mostra-se pragmático, como qualquer um outro dotado
de um mínimo de juízo e bom senso.  O seu povo agradece o aporte do eventual dinheiro que possa ser
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carteirinha.
 
 
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, June 07, 2009 2:04 AM
Subject: Res: [ciencialist] Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"

A esquesda não gosta de cerebros mesmo, olha ai a palhaçada....
 
Sds
Amauri
SP
Brasil



De: Rafael Picate <rpicate@gmail. com>
Enviadas: Sábado, 6 de Junho de 2009 21:17:20
Assunto: [ciencialist] Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"

http://cienciabrasi l.blogspot. com/2009/ 06/hugo-chavez- manda-cientistas -parar-com. html

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Hugo Chávez manda "seus" cientistas parar com "pesquisas inúteis"

Oi pessoal,
Saiu na revista Science de 29 de maio. Algo impensável.
.
Agora Hugo Chávez está interferindo com a pesquisa e ciência na Venezuela. Em seu programa dominical de televisão Aló Presidente ordenou que "seus" cientistas parem com "pesquisas obscuras" (ou "inúteis") , como a busca de vida em Venus, e que visitem favelas para fazer algo de útil.
.
Além de menosprezar a ciência básica, a política cientítica do governo Hugo Chavéz está causando um decréscimo de 15% no número de publicações em revistas indexadas na Web of Science: de 968 papers em 2006 para 831 em 2008. E mais, dá verbas apenas para institutos de pesquisa comandados por Chavistas e manda demitor quem o critica. Assim aconteceu com um pesquisador, Jaime Requena, que escreveu uma carta à Nature criticando a política de grants para os cientistas sociais.
.
Imagino que muitos esquerdistas de Brasília e da USP estão comemorando o fato do comandante Chavéz moldar uma "ciência do povo". Esse pessoal deve achar que paises em desenvolvimento não devem "se dar ao luxo" de fazer pesquisa de ponta.
.
Gostaria de saber a opinião do reitor da UnB (que acredita que a universidade só deve fazer pesquisas "com responsabilidade social" - juro que não sei o que é isso...) sobre este fato. O que Zé Dirceu deve pensar sobre isso ?
.
Vamos ao texto da Science ?
.
As Research Funding Declines, Chávez and Scientists Trade Charges
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Venezuelan academics were taken aback this month when during his weekly television program on 3 May, Aló Presidente, Hugo Chávez said that researchers should stop working on "obscure projects," such as whether life exists on Venus, and instead go into the barrios to make themselves useful. To many observers, it was another sign of the growing tension between Chávez and the academic establishment. Nerves were already on edge following Chávez's dismissal in April of science minister Nuris Orihuela, a geophysical engineer, and her replacement by Jesse Chacón Escamillo, an engineer and Army lieutenant who has been close to Chávez since at least 1992. Disaffected researchers say they fear that science funding is becoming more politicized.


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Questão Matemática
FROM: "Ricardo D. Kossatz" <ricardodk@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2009 16:24

Olá Tipoalgo

Sim, esta é uma propriedade interessante.

se:
x^n = n

então
x = n^(1/n)

substituindo x na primeira equação:

(n^(1/n))^n = n

ou: raiz n-ésima de n elevada a n, que é igual a n

então

n = (n^(1/n))^n

substituindo o n expoente na equação original (x^(n) = n):

x^( (n^(1/n))^n ) = n

Como já vimos, n^(1/n) = x, então:
x^(x^n) = n

Podemos fazer isso indefinidamente (sem os parênteses pra facilitar a visualização):
x^x^x^n = n
x^x^x^x^n = n
x^x^...^n = n

É isso.

Abraços do Ricardo

SUBJECT: Re: Res: [ciencialist] Raio em avião
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2009 18:46

Ouvi noticiarem que encontraram dois vivos, dois TIM e um claro; procede?
Sorry ... politicamente incorreto!
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 05, 2009 7:46 AM
Subject: Re: Res: [ciencialist] Raio em avião

  Ilesinhos da silva!  Com certeza!
 
  [],s
 
  Belmiro
 
  

--- Em qui, 4/6/09, Marcos -Queóps <sinistro@gmail.com> escreveu:

De: Marcos -Queóps <sinistro@gmail.com>
Assunto: Re: Res: [ciencialist] Raio em avião
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 4 de Junho de 2009, 19:58

mas resumindo, os que tavam dentro do aviao escaparam ilesos?


Ralph Waldo Emerson  - "We are wiser than we know."

2009/6/2 rmtakata <roberto.takata@ bol.com.br>


--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Alvaro Augusto (L)"
> Bem, o princípio da gaiola de Faraday foi descoberto pelo cientista
> que lhe emprestou o nome, muito antes da invenção dos aviões...

Parece que Benja Franklin (um dos pais da pátria americana) e Joe Priestley (um químico teólogo britânico pai do refrigerante - ao menos da água carbonatada, a que não se tardaria a se acrescentar sucos diversos) realizaram a experiência do balde Faraday e com boa antecedência a quem empresta hoje o nome ao princípio.

[]s,

Roberto Takata




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Version: 8.5.339 / Virus Database: 270.12.56/2161 - Release Date: 06/07/09 17:53:00

SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2009 19:01

Não, ainda nada respondi, estou esperando escolher as palavras corretas ... vc já me deu os primeiros passos. Acredito que vou começar a resposta comentando algo sobre a "lei áurea da mecânica" aplicada sobre as alavancas, rodas e eixos (que é o que ele mais percebe). Ele só enxerga que no braço menor da alavanca aparece a maior força, mas não percebe o menor descolamento.
Não é fácil responder para pessoas que passam dias, semanas e meses se debruçando sobre suas próprias elucubrações (transmitindo para os amigos seus ´grandes avanços´) ... e ter que jogar tudo fora após alguma resposta grosseira. Não é bolinho!
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 05, 2009 7:55 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

    Fiquei com a consciência pesada. Já deu a resposta para ele? Se não, diga-lhe que a dinâmica das máquinas elétricas é muito mais complexa e não permite certos paralelos com situações mais simples como braço de alavanca. E só.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu:

De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 22:30

  Ahh bom!!! Com esta correção, tudo se encaixa. Fico extremamente feliz por não ter a obrigação, como você, de responder sem ofender o cidadão. Desculpe-me mas não consegui ler tudo. É que as minhas vaquinhas estavam berrando muito lá fora.. Boa sorte!
 
  [],s
 
  Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: "ciencialist" <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 21:13

A seguir os comentários, ele enviou uma correção. Abaixo.
[]´
============ ========= ======
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leo@feiradeciencias .com.br
leobarretos@ uol.com.br
luizferraz.netto@ gmail.com
http://www.feiradec iencias.com. br
============ ========= ======

----- Original Message -----
From: xxxx
To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@ uol.com.br>
Sent: Wednesday, June 03, 2009 1:12 PM
Subject: Re: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e
prove o contrário!" (Albert Einstein)

Correção:

"Isso significa que a cada watt de potencia elétrica consumido no
gerador, refletira no motor como((( 0,2 watts )))de potencia mecânica."

Na frase acima o correto é (((0,1 watts )))!

É que eu tinha feito os cálculos separadamente.

Wilson



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SUBJECT: Fw: DÚVIDA.
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2009 20:35

Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a partir de Newton (com seus fluxions)?
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Steel Brain
To: leobarretos@uol.com.br ; luizferraz.netto@gmail.com
Sent: Friday, June 05, 2009 11:34 AM
Subject: DÚVIDA.

PROFESSOR O CRIADOR DO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL, FOI ISSAC NEWTON OU O ALEMÃO LEIBNIZ?


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SUBJECT: Evolution: Education and Outreach - edição especial "transitional fossils"
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2009 01:03

A revista Evolution: Education and Outreach está com uma edição especial sobre fósseis transicionais.

Os artigos podem ser lidos e baixados gratuitamente.

Outras edições também estão disponíveis:
http://www.springerlink.com/content/120878/?p=5f583dcef007493caa3def6786e5d07d&pi=0
---------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Fw: Experiencias caseiras com aldeídos
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2009 07:46

Os químicos e assemelháveis podem ajudar?
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Bianca Goulart dos santos
To: leobarretos@uol.com.br
Sent: Saturday, June 06, 2009 7:19 PM
Subject: Experiencias caseiras com aldeídos

Olá,  gostaria  de  saber  se tu  podes me indicar  alguma fonte  de pesquisa ou material  que tenha algum  experimento com aldeídos pois  estou  procurando e não  acho na internet nem mesmo em livros.
Obrigada.
 


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Questão Matemática
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2009 07:56

Olá Tipoalgo,
 
Entendi....agora, para mim, fez sentido o macete utilizado^. Na realidade, uma forma de "formalizar" este macete é chamar x^7=a, teremos, então, x^a =7, de onde identificamos que a=7 é solução das duas equações.
 
Abs
Felipe

--- Em dom, 7/6/09, Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com> escreveu:

De: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
Assunto: Re: [ciencialist] Questão Matemática
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Domingo, 7 de Junho de 2009, 9:42

Olá Felipe.

A mim pareceu lógico, tanto que o resultado de x neste caso atende à igualdade.

O que fiz foi imaginar um limite para as parcelas do primeiro membro. É semelhante ao x^x^x^x... do problema que você colocou, e que só é possível porque o expoente 5 é numericamente igual ao segundo membro. 

Se o número obtido para x resolve a questão, o problema acabou, pelo menos nesse caso específico!

Vamos testar a lógica para a questão x^(x^7)=7
x^7=7
x=7^(1/7)
x=7^0,1428571428571 4285714285714285 714
x=1,320469247756123 7918093273315003
prova:
1,32046924775612379 18093273315003^ (1,3204692477561 2379180932733150 03^7)=7
1,32046924775612379 18093273315003^ 7=7
7=7

Esta lógica não se aplica à questão x^(x^6)=5, pois (x^6) deveria ser igual a 6 para manter a coerência com a base mas deveria ser igual a 5 para atender à igualdade, logo uma incoerência.

Esta lógica só se aplica à questão x^(y^5)=5  no caso x=y. Brilhante!

Bem, expliquei melhor o que pensei, agora gostaria de saber onde estou errando se afinal o resultado de x^(x^5)=5 não for 1,37972966146121 4832390063464216 .

Na boa, quando eu penso que já resolvi a questão, você me diz para rever meu raciocínio e nem me diz por onde começar. Tenha pena de mim! Risos.

Abraços
Tipoalgo





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SUBJECT: Fw: DÚVIDA
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2009 08:09

Olá,
 
Nenhum dos dois....O primeiro foi Pierre de Fermat, que desenvolveu um método para encontrar tangentes a curvas, áreas e centros de massa (o próprio Newton confirmou que "seu" cálculo foi baseado no trabalho de Fermat).
 
Além disso, foi Fermat que introduziu os eixos coordenados, além de ser o primeiro a trabalhar(descobrir suas equações) com cônicas, descobrir a lei da referção e feflexão, desenvolver a teoria das probabilidades, junto com Pascal, enunciar (e, na minha opinião, provar) o último teorema de fermat, etc.....
 
E ainda o chamam de matemático amador...........Imaginem se ele não fosse amador ::))
 
Abs
Felipe

--- Em dom, 7/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Domingo, 7 de Junho de 2009, 20:35

Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a partir de Newton (com seus fluxions)?
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Friday, June 05, 2009 11:34 AM
Subject: DÚVIDA.

PROFESSOR O CRIADOR DO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL, FOI ISSAC NEWTON OU O ALEMÃO LEIBNIZ?


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2009 08:51

Léo,
 
Aliás, isto é muito "vero". Não adianta mesmo.
Certamente ele irá contestar tudo que você disser.
Melhor deixar como está.
 
Sds.
Victor.
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, June 07, 2009 7:01 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

Não, ainda nada respondi, estou esperando escolher as palavras corretas ... vc já me deu os primeiros passos. Acredito que vou começar a resposta comentando algo sobre a "lei áurea da mecânica" aplicada sobre as alavancas, rodas e eixos (que é o que ele mais percebe). Ele só enxerga que no braço menor da alavanca aparece a maior força, mas não percebe o menor descolamento.
Não é fácil responder para pessoas que passam dias, semanas e meses se debruçando sobre suas próprias elucubrações (transmitindo para os amigos seus ´grandes avanços´) ... e ter que jogar tudo fora após alguma resposta grosseira. Não é bolinho!
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 05, 2009 7:55 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

    Fiquei com a consciência pesada. Já deu a resposta para ele? Se não, diga-lhe que a dinâmica das máquinas elétricas é muito mais complexa e não permite certos paralelos com situações mais simples como braço de alavanca. E só.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu:

De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 22:30

  Ahh bom!!! Com esta correção, tudo se encaixa. Fico extremamente feliz por não ter a obrigação, como você, de responder sem ofender o cidadão. Desculpe-me mas não consegui ler tudo. É que as minhas vaquinhas estavam berrando muito lá fora.. Boa sorte!
 
  [],s
 
  Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: "ciencialist" <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 21:13

A seguir os comentários, ele enviou uma correção. Abaixo.
[]´
============ ========= ======
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leo@feiradeciencias .com.br
leobarretos@ uol.com.br
luizferraz.netto@ gmail.com
http://www.feiradec iencias.com. br
============ ========= ======

----- Original Message -----
From: xxxx
To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@ uol.com.br>
Sent: Wednesday, June 03, 2009 1:12 PM
Subject: Re: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e
prove o contrário!" (Albert Einstein)

Correção:

"Isso significa que a cada watt de potencia elétrica consumido no
gerador, refletira no motor como((( 0,2 watts )))de potencia mecânica."

Na frase acima o correto é (((0,1 watts )))!

É que eu tinha feito os cálculos separadamente.

Wilson



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2009 08:55

Os dois, independentemente.
Os formalismos de apresentação é que são diferentes.
Trocaram muito "tapa", cada um exigindo a paternidade.
 
Sds,
Victor.
 
 
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Sunday, June 07, 2009 8:35 PM
Subject: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.

Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a partir de Newton (com seus fluxions)?
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Steel Brain
To: leobarretos@uol.com.br ; luizferraz.netto@gmail.com
Sent: Friday, June 05, 2009 11:34 AM
Subject: DÚVIDA.

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SUBJECT: Res: [ciencialist] Evolution: Education and Outreach - edição especial "transitional fossils"
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2009 10:36

estava neste domindo assistindo um programa chamado Evolução da History Channel, que contava como o voo tanto dos passaros e quanto dos morcegos evoluiram, bastante interessante.

ao que parece, realmente os passaros evoluiram diretamente dos dinossauros. 
 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Bloghttp://serumdeficiente.blogspot. com/




De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 8 de Junho de 2009 1:03:51
Assunto: [ciencialist] Evolution: Education and Outreach - edição especial "transitional fossils"

A revista Evolution: Education and Outreach está com uma edição especial sobre fósseis transicionais.

Os artigos podem ser lidos e baixados gratuitamente.

Outras edições também estão disponíveis:
http://www.springer link.com/ content/120878/ ?p=5f583dcef0074 93caa3def6786e5d 07d&pi=0
------------ ---

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 08/06/2009 10:52

Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!

"Este vídeo de um 'rádio de plasma' tem sido popular em blogs russos nos últimos dias. O efeito exibido é muito interessante, e aqui está uma breve história para entendê-lo:
Local: cidade de Brovary, Rússia
Potência do transmissor: 150 KW
Outros ingredientes: antenas soviéticas antigas, cabo de 90 metros de comprimento
Isso é todo o necessário para experimentos PERIGOSOS para receber ondas de rádio. Na área sob efeito das ondas de rádio uma grande diferença de potencial emerge. Por causa da modulação do sinal de rádio o arco elétrico começa a vibrar com a voz humana e começa a 'falar'. A intensidade da corrente em tal 'rádio' pode chegar a centenas de Amperes e pode facilmente derreter metais. Tal eletricidade não tem barreiras e pode passar por um galho.
Não tente isso em casa!"


SUBJECT: Re: [ciencialist] Questão Matemática
FROM: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2009 12:11

Olá Ricardo.

Obrigado por formalizar a propriedade, esclarecendo melhor as coisas.

Fico feliz por ter conseguido solucionar, pelo menos em parte, o que para mim há tempos era um desafio.

A contribuição dos Mestres foi fundamental, aos quais também agradeço de coração.

Abraços
Tipoalgo


2009/6/7 Ricardo D. Kossatz <ricardodk@gmail.com>


Olá Tipoalgo


Sim, esta é uma propriedade interessante.

se:
x^n = n

então
x = n^(1/n)

substituindo x na primeira equação:

(n^(1/n))^n = n

ou: raiz n-ésima de n elevada a n, que é igual a n

então

n = (n^(1/n))^n

substituindo o n expoente na equação original (x^(n) = n):

x^( (n^(1/n))^n ) = n

Como já vimos, n^(1/n) = x, então:
x^(x^n) = n

Podemos fazer isso indefinidamente (sem os parênteses pra facilitar a visualização):
x^x^x^n = n
x^x^x^x^n = n
x^x^...^n = n

É isso.

Abraços do Ricardo


SUBJECT: Re: [ciencialist] Questão Matemática
FROM: Tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2009 13:04

Olá Felipe.

Bom saber que afinal a lógica por mim utilizada está correta.

Obrigado pela dica e pelos questionamentos.

Abraços
Tipoalgo


SUBJECT: Elementos de Euclides Por Robert Simson, João Angelo Brunelli
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: Acropolis_@yahoogrupos.com.br, ciencilist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2009 19:17


 http://books.google.com.br/books?id=uso2AAAAMAAJ&pg=PP11&dq=ELEMENTOS++DE++EUCLIDES.&lr=&ei=Co0tSpjzDpHAzQSeluSRBw#PPP8,M1


Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Blog:
http://serumdeficiente.blogspot.com/ 
http://masterofdarkness.multiply.com/
http://publicidade-e.blogspot.com/




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SUBJECT: Res: [ciencialist] Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2009 23:03

interessante o projeto, eu me interesso sobre essas coisas
 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
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Meu Blog:
http://serumdeficiente.blogspot.com/ 
http://masterofdarkness.multiply.com/
http://publicidade-e.blogspot.com/




De: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
Enviadas: Segunda-feira, 8 de Junho de 2009 10:52:40
Assunto: [ciencialist] Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!

Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!

"Este vídeo de um 'rádio de plasma' tem sido popular em blogs russos nos últimos dias. O efeito exibido é muito interessante, e aqui está uma breve história para entendê-lo:
Local: cidade de Brovary, Rússia
Potência do transmissor: 150 KW
Outros ingredientes: antenas soviéticas antigas, cabo de 90 metros de comprimento
Isso é todo o necessário para experimentos PERIGOSOS para receber ondas de rádio. Na área sob efeito das ondas de rádio uma grande diferença de potencial emerge. Por causa da modulação do sinal de rádio o arco elétrico começa a vibrar com a voz humana e começa a 'falar'. A intensidade da corrente em tal 'rádio' pode chegar a centenas de Amperes e pode facilmente derreter metais. Tal eletricidade não tem barreiras e pode passar por um galho.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/06/2009 03:36

Qual é a "fonte" dessa informação histórica?
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: luiz silva
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 08, 2009 8:09 AM
Subject: [ciencialist] Fw: DÚVIDA

Olá,
 
Nenhum dos dois....O primeiro foi Pierre de Fermat, que desenvolveu um método para encontrar tangentes a curvas, áreas e centros de massa (o próprio Newton confirmou que "seu" cálculo foi baseado no trabalho de Fermat).
 
Além disso, foi Fermat que introduziu os eixos coordenados, além de ser o primeiro a trabalhar(descobrir suas equações) com cônicas, descobrir a lei da referção e feflexão, desenvolver a teoria das probabilidades, junto com Pascal, enunciar (e, na minha opinião, provar) o último teorema de fermat, etc.....
 
E ainda o chamam de matemático amador...........Imaginem se ele não fosse amador ::))
 
Abs
Felipe

--- Em dom, 7/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Domingo, 7 de Junho de 2009, 20:35

Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a partir de Newton (com seus fluxions)?
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
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----- Original Message -----
Sent: Friday, June 05, 2009 11:34 AM
Subject: DÚVIDA.

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/06/2009 03:39

a IDÉIA básica ... ´quebrar em pedacinhos´ ... é de quem, realmente?!  Ou a IDÉIA de ´limite´ é ainda mais primordial?
 
[]´ 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 08, 2009 8:55 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.

Os dois, independentemente.
Os formalismos de apresentação é que são diferentes.
Trocaram muito "tapa", cada um exigindo a paternidade.
 
Sds,
Victor.
 
 
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Sunday, June 07, 2009 8:35 PM
Subject: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.

Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a partir de Newton (com seus fluxions)?
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Friday, June 05, 2009 11:34 AM
Subject: DÚVIDA.

PROFESSOR O CRIADOR DO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL, FOI ISSAC NEWTON OU O ALEMÃO LEIBNIZ?


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Raio em avião
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/06/2009 13:34

Analisando a sequência das últimas mensagens técnicas emitidas automaticamente o mais provável é que o avião desintegrou sua estrutura aos 13 mil metros e caiu em queda livre, o que explica a falha em sequência: perda do controle do leme traseiro, queda de energia, blackout nos computadores e, por último, a perda de pressurização na cabine. Explica também os destroços em partes pequenas, rasgadas, espalhada em uma grande área ao curso de 20 km. 
 
[]s
 
José Renato
 
.........................................
----- Original Message -----
From: Marcos -Queóps
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, June 04, 2009 4:58 PM
Subject: Re: Res: [ciencialist] Raio em aviãomas resumindo, os que tavam dentro do aviao escaparam ilesos?


Ralph Waldo Emerson  - "We are wiser than we know."

2009/6/2 rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto (L)"

> Bem, o princípio da gaiola de Faraday foi descoberto pelo cientista
> que lhe emprestou o nome, muito antes da invenção dos aviões...

Parece que Benja Franklin (um dos pais da pátria americana) e Joe Priestley (um químico teólogo britânico pai do refrigerante - ao menos da água carbonatada, a que não se tardaria a se acrescentar sucos diversos) realizaram a experiência do balde Faraday e com boa antecedência a quem empresta hoje o nome ao princípio.

[]s,

Roberto Takata



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Atualizado em 04/06/2009


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: "Paulo - yahoo" <psdias2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/06/2009 15:17

Léo:

> Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a partir de Newton (com seus fluxions) ?


a) Lembro-me de ter lido, há alguns meses (vou ter de procurar onde foi - desculpe-me por citar de memória):

- As idéias mais antigas são de Arquimedes e Eudoxo.
(Método da Exaustão)

- O mesmo autor dizia que Newton parece ter sido o primeiro matemático mais "recente" que desenvolveu as idéias do Cálculo, mas Leibniz chegou independentemente a resultados parecidos de modo totalmente independente, e publicou primeiro (mas Leibniz "teria" reconhecido que Newton o havia antecipado).

- Por sua vez, os franceses consideram que Pierre de Fermat já havia antecedido a ambos.

b) "Talvez"  o livro "A Guerra do Cálculo", de Jason Socrates Bardi, editora Record esclareça esses pontos (ainda não o li - não posso garantir se é ou não esclarecedor):

http://www.editorarecord.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=23739


Se conseguir encontrar de onde foi que tirei as informações que mencionei acima, envio para a lista

Paulo

SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2009 16:12
ATTACHMENTS (20090609-161227-0000053): "alvaro.vcf"

Arquimedes e Eudoxo não fizeram a passagem ao limite. Quanto aos franceses afirmarem que Fermat chegou antes ao cálculo, bem, o que esperava que os franceses dissessem?

[ ]s

Alvaro Augusto



Paulo - yahoo escreveu:
Léo:

> Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a partir de Newton (com seus fluxions) ?


a) Lembro-me de ter lido, há alguns meses (vou ter de procurar onde foi - desculpe-me por citar de memória):

- As idéias mais antigas são de Arquimedes e Eudoxo.
(Método da Exaustão)

- O mesmo autor dizia que Newton parece ter sido o primeiro matemático mais "recente" que desenvolveu as idéias do Cálculo, mas Leibniz chegou independentemente a resultados parecidos de modo totalmente independente, e publicou primeiro (mas Leibniz "teria" reconhecido que Newton o havia antecipado).

- Por sua vez, os franceses consideram que Pierre de Fermat já havia antecedido a ambos.

b) "Talvez"  o livro "A Guerra do Cálculo", de Jason Socrates Bardi, editora Record esclareça esses pontos (ainda não o li - não posso garantir se é ou não esclarecedor):

http://www.editorarecord.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=23739


Se conseguir encontrar de onde foi que tirei as informações que mencionei acima, envio para a lista

Paulo

SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2009 18:15

Olá Leo,
 
Vc pode pegar qqer livro de história da matemática (O Livro do Simon Singh, por exemplo tem algumas coisas). Além disso, temos a wikipedia e, nos livros de cálculo, nos capítulos destinados aos grandes, isto tb é comentado.
 
A própria geometria analítica, que muitos creditam ao descartes, é "fermariana"..O plano, é fermariano, não cartesiano...O trabalho de fermat nesta área da matemática superou em milênios ao de descartes.
 
Abs
Felipe
--- Em ter, 9/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 9 de Junho de 2009, 3:36

Qual é a "fonte" dessa informação histórica?
 
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
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         luizferraz.netto@ gmail.com
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----- Original Message -----
From: luiz silva
Sent: Monday, June 08, 2009 8:09 AM
Subject: [ciencialist] Fw: DÚVIDA

Olá,
 
Nenhum dos dois....O primeiro foi Pierre de Fermat, que desenvolveu um método para encontrar tangentes a curvas, áreas e centros de massa (o próprio Newton confirmou que "seu" cálculo foi baseado no trabalho de Fermat).
 
Além disso, foi Fermat que introduziu os eixos coordenados, além de ser o primeiro a trabalhar(descobrir suas equações) com cônicas, descobrir a lei da referção e feflexão, desenvolver a teoria das probabilidades, junto com Pascal, enunciar (e, na minha opinião, provar) o último teorema de fermat, etc.....
 
E ainda o chamam de matemático amador...... .....Imaginem se ele não fosse amador ::))
 
Abs
Felipe

--- Em dom, 7/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
Para: "ciencialist" <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Data: Domingo, 7 de Junho de 2009, 20:35

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     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Friday, June 05, 2009 11:34 AM
Subject: DÚVIDA.

PROFESSOR O CRIADOR DO CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL, FOI ISSAC NEWTON OU O ALEMÃO LEIBNIZ?


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2009 20:56

Olá Alvaro,
 
A sua afirmação não está 100% correta....Fermat foi um dos pais do cálculo...na realidade o avô...pois seu método para traçar tangentes a curvas, calcular centros de massa e gravidade e áreas foi a base do cálculo desenvolvido por Newton.
 
Abs
Felipe

--- Em ter, 9/6/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:

De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 9 de Junho de 2009, 16:12

Arquimedes e Eudoxo não fizeram a passagem ao limite. Quanto aos franceses afirmarem que Fermat chegou antes ao cálculo, bem, o que esperava que os franceses dissessem?

[ ]s

Alvaro Augusto



Paulo - yahoo escreveu:
Léo:

> Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a partir de Newton (com seus fluxions) ?


a) Lembro-me de ter lido, há alguns meses (vou ter de procurar onde foi - desculpe-me por citar de memória):

- As idéias mais antigas são de Arquimedes e Eudoxo.
(Método da Exaustão)

- O mesmo autor dizia que Newton parece ter sido o primeiro matemático mais "recente" que desenvolveu as idéias do Cálculo, mas Leibniz chegou independentemente a resultados parecidos de modo totalmente independente, e publicou primeiro (mas Leibniz "teria" reconhecido que Newton o havia antecipado).

- Por sua vez, os franceses consideram que Pierre de Fermat já havia antecedido a ambos.

b) "Talvez"  o livro "A Guerra do Cálculo", de Jason Socrates Bardi, editora Record esclareça esses pontos (ainda não o li - não posso garantir se é ou não esclarecedor) :

http://www.editorar ecord.com. br/livro_ sinopse.asp? id_livro= 23739


Se conseguir encontrar de onde foi que tirei as informações que mencionei acima, envio para a lista

Paulo


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SUBJECT: Fw: diferença entre trabalho científico e relatório técnico
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2009 07:54

Aceito texto e sugestões para a resposta.
[]´
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leo@feiradeciencias.com.br
leobarretos@uol.com.br
luizferraz.netto@gmail.com
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================

----- Original Message -----
From: "recio" <recio@ufpa.br>
To: <leobarretos@uol.com.br>
Sent: Tuesday, June 09, 2009 12:58 PM
Subject: diferença entre trabalho científico e relatório técnico



Boa tarde,
estou cursando um Mestrado Profissional na UFPA, sobre Aproveitamento de
Recursos Naturais na Amazônia,
meu tema é:
AVALIAÇÃO DO IMPACTO ECONÔMICO DA UTILIZAÇÃO DE PLANTAS MEDICINAIS NA
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA BÁSICA
Estive apresentando em um seminário o meu trabalho e fui abordada
por um professor que pediu que eu não podia deixar que meu trabalho
se transformasse em um relatório técnico.
Fiquei preocupada e fui pesquisa na internet a diferença entre trabalho
científico e
relatório técnico e acabei encontrando você.
Gostaria de saber qual a diferença entre os dois?
Você pode me ajudar?

Meu nome:
Eveline de Jesus Pereira Récio
Mestranda do PPGEDAM/NUMA/UFPA
funcionária da UFPA/NUMA

Fone:(091) 9989-0990

Ficari muito agradecida se vc me ajudar
Obrigada
Eveline



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2009 08:21

Oi Kentaro,
 
isto não constitui verdadeira novidade; os altofalantes eletrostáticos têm este princípio de funcionamento.
O próprio ´arco voltaico´ canta, pois é modulado em 60 Hz, mas canta como os transformadores mal apertados em 120 Hz, pois as lâminas são atraídas tanto nos vales como nos ventres.
Vc pode modular o arco voltaico com sua própria voz, basta colocar em série com os carvões um transformador de áudio (secundário de baixa impedância) alimentando o primário através de um amplificador de áudio e microfone.
 
[]´
 
PS: Agradeço pela indicação do Feira de Ciências em seu artigo.
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
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----- Original Message -----
From: Kentaro Mori
To: undisclosed-recipients:
Sent: Monday, June 08, 2009 10:52 AM
Subject: [ciencialist] Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!

Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!

"Este vídeo de um 'rádio de plasma' tem sido popular em blogs russos nos últimos dias. O efeito exibido é muito interessante, e aqui está uma breve história para entendê-lo:
Local: cidade de Brovary, Rússia
Potência do transmissor: 150 KW
Outros ingredientes: antenas soviéticas antigas, cabo de 90 metros de comprimento
Isso é todo o necessário para experimentos PERIGOSOS para receber ondas de rádio. Na área sob efeito das ondas de rádio uma grande diferença de potencial emerge. Por causa da modulação do sinal de rádio o arco elétrico começa a vibrar com a voz humana e começa a 'falar'. A intensidade da corrente em tal 'rádio' pode chegar a centenas de Amperes e pode facilmente derreter metais. Tal eletricidade não tem barreiras e pode passar por um galho.
Não tente isso em casa!"



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SUBJECT: OT - Cultura (não científica) Mundial -
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2009 08:54

===> 1ª página dos jornais de todo o mundo!

Sugestão para guardar nos favoritos.

O site exibe as primeiras páginas dos jornais, do dia corrente, em todo o mundo; cada bolinha laranja nos mapas equivale a um jornal (leve o cursor sobre a bolinha). Escolha o continente, estado, país, cidade.

Todos os dias temos a 1ª página de cada jornal; ao pressionar sobre a bolinha desejada aparece, ao lado,  a 1ª página do jornais. Clicando sobre a bolinha, temos a página em tamanho maior, para facilitar a sua visualização. Na parte superior da página ampliada está o link para ter acesso ao jornal!

http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/
 
bom proveito!
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] OT - Cultura (não científica) Mundial -
FROM: Jamil Orlandeli <orlandel@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2009 10:43

Este aqui oferece os principais jornais (talvez) do mundo,
mas vc tem acesso às páginas de dentro também: Política,Ciência , Sociedade, Esportes etc.,pq
são os próprios sites dos jornais .
 
http://www.indekx.com/
 
Jamil
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, June 10, 2009 8:54 AM
Subject: [ciencialist] OT - Cultura (não científica) Mundial -

===> 1ª página dos jornais de todo o mundo!

Sugestão para guardar nos favoritos.

O site exibe as primeiras páginas dos jornais, do dia corrente, em todo o mundo; cada bolinha laranja nos mapas equivale a um jornal (leve o cursor sobre a bolinha). Escolha o continente, estado, país, cidade.

Todos os dias temos a 1ª página de cada jornal; ao pressionar sobre a bolinha desejada aparece, ao lado,  a 1ª página do jornais. Clicando sobre a bolinha, temos a página em tamanho maior, para facilitar a sua visualização. Na parte superior da página ampliada está o link para ter acesso ao jornal!

http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/
 
bom proveito!
 
[]´
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2009 10:53
ATTACHMENTS (20090610-105328-0000060): "alvaro.vcf"

Qual parte não está correta? A parte onde digo que Arquimedes e Eudoxo
não fizeram a passagem ao limite ou a parte onde digo que não se poderia
esperar que os franceses atribuissem a um inglês e a um alemão a
invenção do cálculo?

[ ]s

Alvaro Augusto


luiz silva escreveu:
>
>
> Olá Alvaro,
>
> A sua afirmação não está 100% correta....Fermat foi um dos pais do
> cálculo...na realidade o avô...pois seu método para traçar tangentes a
> curvas, calcular centros de massa e gravidade e áreas foi a base do
> cálculo desenvolvido por Newton.
>
> Abs
> Felipe
>
> --- Em *ter, 9/6/09, Alvaro Augusto (L) /<alvaro@lunabay.com.br>/*
> escreveu:
>
>
> De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
> Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Terça-feira, 9 de Junho de 2009, 16:12
>
> Arquimedes e Eudoxo não fizeram a passagem ao limite. Quanto aos
> franceses afirmarem que Fermat chegou antes ao cálculo, bem, o que
> esperava que os *franceses *dissessem?
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
>
> Paulo - yahoo escreveu:
>> Léo:
>>
>> > Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a
>> partir de Newton (com seus fluxions) ?
>>
>>
>> a) Lembro-me de ter lido, há alguns meses (vou ter de procurar
>> onde foi - desculpe-me por citar de memória):
>>
>> - As idéias mais antigas são de Arquimedes e Eudoxo.
>> (Método da Exaustão)
>>
>> - O mesmo autor dizia que Newton parece ter sido o primeiro
>> matemático mais "recente" que desenvolveu as idéias do Cálculo,
>> mas Leibniz chegou independentemente a resultados parecidos de
>> modo totalmente independente, e publicou primeiro (mas Leibniz
>> "teria" reconhecido que Newton o havia antecipado).
>>
>> - Por sua vez, os franceses consideram que Pierre de Fermat já
>> havia antecedido a ambos.
>>
>> b) "Talvez" o livro "A Guerra do Cálculo", de Jason Socrates
>> Bardi, editora Record esclareça esses pontos (ainda não o li -
>> não posso garantir se é ou não esclarecedor) :
>>
>> http://www.editorar ecord.com. br/livro_ sinopse.asp? id_livro=
>> 23739
>> <http://www.editorarecord.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=23739>
>>
>>
>> Se conseguir encontrar de onde foi que tirei as informações que
>> mencionei acima, envio para a lista
>>
>> Paulo
>
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SUBJECT: Enc: [xaman46] A impressionante "Pompéia" dos trilobites gigantes.........
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencilist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2009 15:07


 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Blog:
http://serumdeficiente.blogspot.com/ 
http://masterofdarkness.multiply.com/
http://publicidade-e.blogspot.com/



----- Mensagem encaminhada ----
De: Elfinha <elfa.arwen@yahoo.com.br>
Para: Luthien Arcamenel <Luthien-Arcamenel@yahoogrupos.com.br>
Cc: chorozondheisis grupo da chefa <ChorozondheISIS@yahoogrupos.com.br>; grupo do Paulo <umbandacaridade@yahoogrupos.com.br>; Grupo do Chefo <xaman46@yahoogrupos.com.br>; grupo do Raul <luaR-Raul@yahoogrupos.com.br>; Grupo LuarIsisLu... <Luar-Pagao@yahoogrupos.com.br>; BB bruxaria brasil <BruxariaBrasil@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Quarta-feira, 10 de Junho de 2009 14:37:23
Assunto: [xaman46] A impressionante "Pompéia" dos trilobites gigantes.........





--- Em dom, 7/6/09, Edu Dallarte <edallarte@yahoo. com.br> escreveu:



A impressionante "Pompéia" dos trilobites gigantes




Os Trilobites são um dos mais conhecidos fósseis para aficionados e o público em geral. O que é difícil é encontrar um sitio como o que acaba de surgir em Portugal, em uma pedreira, perto da cidade de Aveiro.

É o maior e mais completo conjunto desses seres pré-históricos, e que tem os maiores espécimes já encontrados.



A descoberta foi feita por uma equipe internacional de paleontólogos liderados por pesquisadores do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC).

Estes artrópodes marinhos dominaram os mares da Terra durante 250 milhões de anos na época Paleozóica e tinham uma dimensão modesta.

Os restos não costumam ultrapassar 10 centímetros de comprimento. No entanto, os recém encontrados superam os 30 centímetros, e até mesmo chegam a 90, tornando-os os maiores fósseis de Trilobites encontrados até agora. O trabalho foi publicado na última edição da revista Geology.

Segundo o coordenador da pesquisa científica do CSIC Juan Carlos Gutiérrez Marco, "o excepcional é que os exemplares adultos se conservam completos e articulados, na Espanha e em Portugal, em rochas de idade comparável, temos apenas fragmentos e detritos de mudas de indivíduos maiores.

Especialistas relacionam o tamanho dos fósseis encontrados ao gigantismo polar observado em diferentes grupos de invertebrados durante o Ordoviciano, o período que se iniciou a cerca de 490 milhões de anos atrás e terminou há 443 milhões de anos.

O território ibérico estava localizado perto do que era então o pólo sul, e formava parte da plataforma marinha que circundava o desaparecido continente de Gondwana.

"Em um pequeno setor da plataforma marinha se formou um reservatório a salvo de correntes, que reteve água fria e pobre em oxigênio", explica Gutierrez Marco.

A flutuação dos níveis de oxigênio perto do fundo, asfixiou e preservou muitos Trilobites, surpreendidos com a morte quando se reuniam para mudar e reproduzir, ou quando se protegiam de predadores.

Gutiérrez Marco descreve o sitio como "uma pequena Pompéia de Trilobites", que morreram sufocados e deitados no mesmo lugar onde viveram."

Assim, alguns indivíduos foram encontrados enrolados em posição defensiva e outros morreram enquanto mudavam a carapaça, e conservam a velha muda ao lado do cadáver.

Isto permitiu aos pesquisadores instantâneos da vida dos Trilobites. O sitio pode ser visitado graças a abertura do Centro de Interpretação Geológica de Canelas.


Fonte: El Mundo


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SUBJECT: Criacionismo de botequim
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2009 18:29

http://laboratorio.folha.blog.uol.com.br/arch2009-05-31_2009-06-06.html#2009_05-31_18_46_02-137758372-0
--------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: A Esponja Mágica de Menger
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 11/06/2009 00:02

A Esponja Mágica de Menger

mengerubik.jpg

"Pronto, agora resolva", desafia Petter Duvander, criador do pesadelo acima. Porque não é apenas um "cubo mágico", é a representação de cubos mágicos em uma esponja de Menger, um fractal. A cada interação o objeto se torna mais complexo, e na imagem acima, temos apenas três interações.

Menger_sponge_(Level_1-4.jpg

Continue lendo para uma visão do inferno de Mengerubik.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/06/2009 09:25

Eis o primeiro desabafo sobre minha demora em responder.
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo]
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================

----- Original Message -----
From: xxxxxxx >
To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>; "Luiz Ferraz Netto"
<luizferraz.netto@gmail.com>; "leo" <leo@feiradeciencias.com.br>
Sent: Wednesday, June 10, 2009 2:18 PM
Subject: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove
o contrário!" (Albert Einstein)


Boa tarde professor Luiz,

     O senhor já teve tempo de fazer alguma observação sobre essas formulas?
     Me desculpe a insistência é que já entrei com o pedido de patente
do MCEM, baseado nelas, e preciso de alguém com notoriedade para
confirmar a funcionalidade de minha criação!

Agradeço se puder me ajudar!

Wilson

++++++++++++++++++++++++++++++++++++
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 08, 2009 8:51 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

Léo,
 
Aliás, isto é muito "vero". Não adianta mesmo.
Certamente ele irá contestar tudo que você disser.
Melhor deixar como está.
 
Sds.
Victor.
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, June 07, 2009 7:01 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

Não, ainda nada respondi, estou esperando escolher as palavras corretas ... vc já me deu os primeiros passos. Acredito que vou começar a resposta comentando algo sobre a "lei áurea da mecânica" aplicada sobre as alavancas, rodas e eixos (que é o que ele mais percebe). Ele só enxerga que no braço menor da alavanca aparece a maior força, mas não percebe o menor descolamento.
Não é fácil responder para pessoas que passam dias, semanas e meses se debruçando sobre suas próprias elucubrações (transmitindo para os amigos seus ´grandes avanços´) ... e ter que jogar tudo fora após alguma resposta grosseira. Não é bolinho!
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Friday, June 05, 2009 7:55 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

    Fiquei com a consciência pesada. Já deu a resposta para ele? Se não, diga-lhe que a dinâmica das máquinas elétricas é muito mais complexa e não permite certos paralelos com situações mais simples como braço de alavanca. E só.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu:

De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 22:30

  Ahh bom!!! Com esta correção, tudo se encaixa. Fico extremamente feliz por não ter a obrigação, como você, de responder sem ofender o cidadão. Desculpe-me mas não consegui ler tudo. É que as minhas vaquinhas estavam berrando muito lá fora.. Boa sorte!
 
  [],s
 
  Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: "ciencialist" <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 21:13

A seguir os comentários, ele enviou uma correção. Abaixo.
[]´
============ ========= ======
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leo@feiradeciencias .com.br
leobarretos@ uol.com.br
luizferraz.netto@ gmail.com
http://www.feiradec iencias.com. br
============ ========= ======

----- Original Message -----
From: xxxx
To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@ uol.com.br>
Sent: Wednesday, June 03, 2009 1:12 PM
Subject: Re: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e
prove o contrário!" (Albert Einstein)

Correção:

"Isso significa que a cada watt de potencia elétrica consumido no
gerador, refletira no motor como((( 0,2 watts )))de potencia mecânica."

Na frase acima o correto é (((0,1 watts )))!

É que eu tinha feito os cálculos separadamente.

Wilson



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SUBJECT: Res: [ciencialist] A Esponja Mágica de Menger
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2009 10:40

isso é matematica pura
 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Blog:
http://serumdeficiente.blogspot.com/ 
http://masterofdarkness.multiply.com/
http://publicidade-e.blogspot.com/




De: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
Enviadas: Quinta-feira, 11 de Junho de 2009 0:02:22
Assunto: [ciencialist] A Esponja Mágica de Menger

A Esponja Mágica de Menger

mengerubik.jpg

"Pronto, agora resolva", desafia Petter Duvander, criador do pesadelo acima. Porque não é apenas um "cubo mágico", é a representação de cubos mágicos em uma esponja de Menger, um fractal. A cada interação o objeto se torna mais complexo, e na imagem acima, temos apenas três interações.

Menger_sponge_(Level_1-4.jpg

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/06/2009 11:27

 
Léo,
 
Eu diria a ele o seguinte:
 
Caro inventor, recomendo que você  registre o SEU OUTRO INVENTO, qualquer outro!.Sds,
Victor.
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, June 11, 2009 9:25 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

Eis o primeiro desabafo sobre minha demora em responder.
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo]
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================

----- Original Message -----
From: xxxxxxx >
To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>; "Luiz Ferraz Netto"
<luizferraz.netto@gmail.com>; "leo" <leo@feiradeciencias.com.br>
Sent: Wednesday, June 10, 2009 2:18 PM
Subject: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove
o contrário!" (Albert Einstein)


Boa tarde professor Luiz,

     O senhor já teve tempo de fazer alguma observação sobre essas formulas?
     Me desculpe a insistência é que já entrei com o pedido de patente
do MCEM, baseado nelas, e preciso de alguém com notoriedade para
confirmar a funcionalidade de minha criação!

Agradeço se puder me ajudar!

Wilson

++++++++++++++++++++++++++++++++++++
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 08, 2009 8:51 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

Léo,
 
Aliás, isto é muito "vero". Não adianta mesmo.
Certamente ele irá contestar tudo que você disser.
Melhor deixar como está.
 
Sds.
Victor.
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, June 07, 2009 7:01 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

Não, ainda nada respondi, estou esperando escolher as palavras corretas ... vc já me deu os primeiros passos. Acredito que vou começar a resposta comentando algo sobre a "lei áurea da mecânica" aplicada sobre as alavancas, rodas e eixos (que é o que ele mais percebe). Ele só enxerga que no braço menor da alavanca aparece a maior força, mas não percebe o menor descolamento.
Não é fácil responder para pessoas que passam dias, semanas e meses se debruçando sobre suas próprias elucubrações (transmitindo para os amigos seus ´grandes avanços´) ... e ter que jogar tudo fora após alguma resposta grosseira. Não é bolinho!
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Friday, June 05, 2009 7:55 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

    Fiquei com a consciência pesada. Já deu a resposta para ele? Se não, diga-lhe que a dinâmica das máquinas elétricas é muito mais complexa e não permite certos paralelos com situações mais simples como braço de alavanca. E só.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br> escreveu:

De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 22:30

  Ahh bom!!! Com esta correção, tudo se encaixa. Fico extremamente feliz por não ter a obrigação, como você, de responder sem ofender o cidadão. Desculpe-me mas não consegui ler tudo. É que as minhas vaquinhas estavam berrando muito lá fora.. Boa sorte!
 
  [],s
 
  Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: "ciencialist" <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 21:13

A seguir os comentários, ele enviou uma correção. Abaixo.
[]´
============ ========= ======
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leo@feiradeciencias .com.br
leobarretos@ uol.com.br
luizferraz.netto@ gmail.com
http://www.feiradec iencias.com. br
============ ========= ======

----- Original Message -----
From: xxxx
To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@ uol.com.br>
Sent: Wednesday, June 03, 2009 1:12 PM
Subject: Re: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e
prove o contrário!" (Albert Einstein)

Correção:

"Isso significa que a cada watt de potencia elétrica consumido no
gerador, refletira no motor como((( 0,2 watts )))de potencia mecânica."

Na frase acima o correto é (((0,1 watts )))!

É que eu tinha feito os cálculos separadamente.

Wilson



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SUBJECT: Nova gripe A(H1N1) agora é pandêmica
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2009 12:09

Oficialmente, a nova gripe A(H1N1), a gripe suína, foi elevada à categoria 6 - o nível máximo, significando que a OMS considera que há uma pandemia.

Deve se notar que leva em consideração mais o número de países afetados do que o total de pessoas infectadas e a mortalidade.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u579901.shtml
-------------

Bem-vindo, senhores, à primeira pandemia do século 21.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2009 13:11

   Melhor, dê a ele o endereço de e-mail do Sampaio, aquele da queda d'água. Quem sabe não fazem uma parceria. Pensando bem, melhor não. Este último já deve ter feito seu moto-perpétuo funcionar e não vai querer dividir as glórias. Isto se os magnatas do petróleo já não taparam sua boca com milhões de dólares.
 
  [],s
 
  Belmiro

--- Em qui, 11/6/09, J.Victor <j.victor..neto@uol.com.br> escreveu:

De: J.Victor <j.victor.neto@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 11 de Junho de 2009, 14:27

 
Léo,
 
Eu diria a ele o seguinte:
 
Caro inventor, recomendo que você  registre o SEU OUTRO INVENTO, qualquer outro!.Sds,
Victor.
 
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Thursday, June 11, 2009 9:25 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

Eis o primeiro desabafo sobre minha demora em responder.
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo]
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
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     ============ ========= ======

----- Original Message -----
From: xxxxxxx >
To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@ uol.com.br>; "Luiz Ferraz Netto"
<luizferraz.netto@ gmail.com>; "leo" <leo@feiradeciencias .com.br>
Sent: Wednesday, June 10, 2009 2:18 PM
Subject: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove
o contrário!" (Albert Einstein)


Boa tarde professor Luiz,

     O senhor já teve tempo de fazer alguma observação sobre essas formulas?
     Me desculpe a insistência é que já entrei com o pedido de patente
do MCEM, baseado nelas, e preciso de alguém com notoriedade para
confirmar a funcionalidade de minha criação!

Agradeço se puder me ajudar!

Wilson

++++++++++++ +++++++++ +++++++++ ++++++
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
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----- Original Message -----
From: J.Victor
Sent: Monday, June 08, 2009 8:51 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

Léo,
 
Aliás, isto é muito "vero". Não adianta mesmo.
Certamente ele irá contestar tudo que você disser.
Melhor deixar como está.
 
Sds.
Victor.
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, June 07, 2009 7:01 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

Não, ainda nada respondi, estou esperando escolher as palavras corretas ... vc já me deu os primeiros passos. Acredito que vou começar a resposta comentando algo sobre a "lei áurea da mecânica" aplicada sobre as alavancas, rodas e eixos (que é o que ele mais percebe). Ele só enxerga que no braço menor da alavanca aparece a maior força, mas não percebe o menor descolamento.
Não é fácil responder para pessoas que passam dias, semanas e meses se debruçando sobre suas próprias elucubrações (transmitindo para os amigos seus ´grandes avanços´) ... e ter que jogar tudo fora após alguma resposta grosseira. Não é bolinho!
 
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
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----- Original Message -----
Sent: Friday, June 05, 2009 7:55 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)

    Fiquei com a consciência pesada. Já deu a resposta para ele? Se não, diga-lhe que a dinâmica das máquinas elétricas é muito mais complexa e não permite certos paralelos com situações mais simples como braço de alavanca. E só.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Belmiro Wolski <belmirow@yahoo. com.br> escreveu:

De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo. com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: ciencialist@ yahoogrupos.. com.br
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 22:30

  Ahh bom!!! Com esta correção, tudo se encaixa. Fico extremamente feliz por não ter a obrigação, como você, de responder sem ofender o cidadão. Desculpe-me mas não consegui ler tudo. É que as minhas vaquinhas estavam berrando muito lá fora.. Boa sorte!
 
  [],s
 
  Belmiro

--- Em qua, 3/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
Para: "ciencialist" <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 21:13

A seguir os comentários, ele enviou uma correção. Abaixo.
[]´
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leo@feiradeciencias .com.br
leobarretos@ uol.com.br
luizferraz.netto@ gmail.com
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----- Original Message -----
From: xxxx
To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@ uol.com.br>
Sent: Wednesday, June 03, 2009 1:12 PM
Subject: Re: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e
prove o contrário!" (Albert Einstein)

Correção:

"Isso significa que a cada watt de potencia elétrica consumido no
gerador, refletira no motor como((( 0,2 watts )))de potencia mecânica."

Na frase acima o correto é (((0,1 watts )))!

É que eu tinha feito os cálculos separadamente.

Wilson



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SUBJECT: Res: [ciencialist] Nova gripe A(H1N1) agora é pandêmica
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2009 15:56

acho que é um alerta preciptado, segundo a superinteressante desse mes, um virus que causa mortalidade desse tipo não dura muito. 
 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Blog:
http://serumdeficiente.blogspot.com/ 
http://masterofdarkness.multiply.com/
http://publicidade-e.blogspot.com/




De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quinta-feira, 11 de Junho de 2009 12:09:37
Assunto: [ciencialist] Nova gripe A(H1N1) agora é pandêmica

Oficialmente, a nova gripe A(H1N1), a gripe suína, foi elevada à categoria 6 - o nível máximo, significando que a OMS considera que há uma pandemia.

Deve se notar que leva em consideração mais o número de países afetados do que o total de pessoas infectadas e a mortalidade.

http://www1. folha.uol. com.br/folha/ mundo/ult94u5799 01.shtml
------------ -

Bem-vindo, senhores, à primeira pandemia do século 21.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2009 17:47

Ola Alvaro,
 
A parte do francës....
Abs
Felipe

--- Em qua, 10/6/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:

De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 10 de Junho de 2009, 10:53

Qual parte não está correta? A parte onde digo que Arquimedes e Eudoxo
não fizeram a passagem ao limite ou a parte onde digo que não se poderia
esperar que os franceses atribuissem a um inglês e a um alemão a
invenção do cálculo?

[ ]s

Alvaro Augusto

luiz silva escreveu:
>
>
> Olá Alvaro,
>
> A sua afirmação não está 100% correta....Fermat foi um dos pais do
> cálculo...na realidade o avô...pois seu método para traçar tangentes a
> curvas, calcular centros de massa e gravidade e áreas foi a base do
> cálculo desenvolvido por Newton.
>
> Abs
> Felipe
>
> --- Em *ter, 9/6/09, Alvaro Augusto (L) /<alvaro@lunabay. com.br>/*
> escreveu:
>
>
> De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br>
> Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Data: Terça-feira, 9 de Junho de 2009, 16:12
>
> Arquimedes e Eudoxo não fizeram a passagem ao limite. Quanto aos
> franceses afirmarem que Fermat chegou antes ao cálculo, bem, o que
> esperava que os *franceses *dissessem?
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
>
> Paulo - yahoo escreveu:
>> Léo:
>>
>> > Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a
>> partir de Newton (com seus fluxions) ?
>>
>>
>> a) Lembro-me de ter lido, há alguns meses (vou ter de procurar
>> onde foi - desculpe-me por citar de memória):
>>
>> - As idéias mais antigas são de Arquimedes e Eudoxo.
>> (Método da Exaustão)
>>
>> - O mesmo autor dizia que Newton parece ter sido o primeiro
>> matemático mais "recente" que desenvolveu as idéias do Cálculo,
>> mas Leibniz chegou independentemente a resultados parecidos de
>> modo totalmente independente, e publicou primeiro (mas Leibniz
>> "teria" reconhecido que Newton o havia antecipado).
>>
>> - Por sua vez, os franceses consideram que Pierre de Fermat já
>> havia antecedido a ambos.
>>
>> b) "Talvez" o livro "A Guerra do Cálculo", de Jason Socrates
>> Bardi, editora Record esclareça esses pontos (ainda não o li -
>> não posso garantir se é ou não esclarecedor) :
>>
>> http://www.editorar ecord.com. br/livro_ sinopse.asp? id_livro=
>> 23739
>> <http://www.editorar ecord.com. br/livro_ sinopse.asp? id_livro= 23739>
>>
>>
>> Se conseguir encontrar de onde foi que tirei as informações que
>> mencionei acima, envio para a lista
>>
>> Paulo
>
>
> ------------ --------- --------- --------- --------- --------- -
> Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10
> <http://br.rd. yahoo.com/ mail/taglines/ mail/*http: //br.maisbuscado s.yahoo.com/>
> - Celebridades
> <http://br.rd. yahoo.com/ mail/taglines/ mail/*http: //br.maisbuscado s.yahoo.com/ celebridades/>
> - Música
> <http://br.rd. yahoo.com/ mail/taglines/ mail/*http: //br.maisbuscado s.yahoo.com/ m%C3%BAsica/>
> - Esportes
> <http://br.rd. yahoo.com/ mail/taglines/ mail/*http: //br.maisbuscado s.yahoo.com/ esportes/>
>
>
>


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SUBJECT: Cientista usa Twitter para questionar paranormalidade
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/06/2009 05:31

http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u580098.shtml
----------------

Há falhas na metodologia, mas a idéia parece interessante.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Res: [ciencialist] Nova gripe A(H1N1) agora é pandêmica
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/06/2009 05:44

1) Superinteressante não é nenhuma fonte de informação confiável, ainda mais para refutar a OMS (já publicou "reportagens" sobre HIV não causar Aids e vacinas causarem doenças).

2) Na verdade o alerta foi *adiado*. Há mais de duas semanas as condições *objetivas* que caracterizam o nível 6 foram atingidas.

3) A letalidade do A(H1N1) está na faixa de 5 mortes a cada 1.000 infectados, a taxa está, de modo geral, em queda.

4) A mortalidade *não* tem muito peso na caracterização de pandemia.

5) A duração futura também não tem peso na caracterização de pandemia.

O que caracteriza o nível 6 (pandemia) da OMS:
- Um mesmo agente causa um aumento no número de casos em relação ao esperado (surto), aumento esse que se mantém por um tempo prolongado (epidemia) em uma comunidade, em dois ou mais países de uma região e em mais uma país de uma outra região (pandemia).
http://www.who.int/csr/disease/influenza/GIPA3AideMemoire.pdf
-----------

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri N. Sanches Jr"
> acho que é um alerta preciptado, segundo a superinteressante desse
> mes, um virus que causa mortalidade desse tipo não dura muito.




SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/06/2009 06:17

Para outros interessados, pois Álvaro e Felipe já conhecem essas coisas, uma boa fonte de pesquisa, que recomendo, é: História da Matemática, de Carl B.Boyer, tradução de Elza F. Gomide.
Contudo, não retirado de lá, mas de um techo que peguei na internet(onde o ruim é só uma minoria de coisas), posto a história a seguir, que conta o causo como o causo foi, de maneira bastante simplificada.
Relata, a menos da notação, como pode ter surgido o embrião do cálculo diferencial, ao qual Leibnz e o super Newton deram um tratamento bastante original, este último com vistas à física que ia desenvolvendo.

"O conceito de função que hoje pode parecer simples, é o resultado de uma lenta e longa evolução histórica iniciada na Antiguidade quando, por exemplo, os matemáticos Babilónios utilizaram tabelas de quadrados e de raízes quadradas e cúbicas ou quando os Pitagóricos tentaram relacionar a altura do som emitido por cordas submetidas à mesma tensão com o seu comprimento. Nesta época o conceito de função não estava claramente definido: as relações entre as variáveis surgiam de forma implícita e eram descritas verbalmente ou por um gráfico. 

Só no séc. XVII, quando Descartes e Pierre Fermat introduziram as coordenadas cartesianas, se tornou possível transformar problemas geométricos em problemas algébricos e estudar analiticamente funções. A Matemática recebe assim um grande impulso, nomeadamente na sua aplicabilidade a outras ciências - os cientistas passam, a partir de observações ou experiências realizadas, a procurar determinar a fórmula ou função que relaciona as variáveis em estudo. A partir daqui todo o estudo se desenvolve em torno das propriedades de tais funções. Por outro lado, a introdução de coordenadas, além de facilitar o estudo de curvas já conhecidas permitiu a "criação" de novas curvas, imagens geométricas de funções definidas por relacões entre variáveis. 

Foi enquanto se dedicava ao estudo de algumas destas funções que Fermat deu conta das limitações do conceito clássico de reta tangente a uma curva como sendo aquela que encontrava a curva num único ponto. Tornou-se assim importante reformular tal conceito e encontrar um processo de traçar uma tangente a um gráfico num dado ponto - esta dificuldade ficou conhecida na História da Matemática como o " Problema da Tangente".


Fermat resolveu esta dificuldade de uma maneira muito simples: para determinar uma tangente a uma curva num ponto P considerou outro ponto Q sobre a curva; considerou a reta PQ secante à curva. Seguidamente fez deslizar Q ao longo da curva em direcção a P, obtendo deste modo retas PQ que se aproximavam duma reta t a que Fermat chamou a reta tangente à curva no ponto P.

Fermat notou que para certas funções, nos pontos onde a curva assumia valores extremos, a tangente ao gráfico devia ser uma reta horizontal, já que ao comparar o valor assumido pela função num desses pontos P(x, f(x)) com o valor assumido no outro ponto Q(x+E, f(x+E)) próximo de P, a diferença entre f(x+E) e f(x) era muito pequena, quase nula, quando comparada com o valor de E, diferença das abcissas de Q e P. Assim, o problema de determinar extremos e de determinar tangentes a curvas passam a estar intimamente relacionados. 

Estas ideias constituiram o embrião do conceito de DERIVADA e levou Laplace a considerar Fermat "o verdadeiro inventor do Cálculo Diferencial". Contudo, Fermat não dispunha de notação apropriada e o conceito de limite não estava ainda claramente definido. 

No séc.XVII, Leibniz algebriza o Cálculo Infinitésimal, introduzindo os conceitos de variável, constante e parâmetro, bem como a notação dx e dy para designar "a menor possível das diferenças em x e em y. Desta notação surge o nome do ramo da Matemática conhecido hoje como " Cálculo Diferencial ". 

Assim, embora só no século XIX Cauchy introduzia formalmente o conceito de limite e o conceito de derivada, a partir do séc. XVII, com Leibniz e Newton, o Cálculo Diferencial torna-se um instrumento cada vez mais indispensável pela sua aplicabilidade aos mais diversos campos da Ciência."

 

Sds,

Victor.

"Não se fazem mais Newtons, Leibniz, Fermats, Cauchys, Laplaces, Euler, Lagranges, etc. como antigamente."

 

 
 
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, June 10, 2009 10:53 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.

Qual parte não está correta? A parte onde digo que Arquimedes e Eudoxo
não fizeram a passagem ao limite ou a parte onde digo que não se poderia
esperar que os franceses atribuissem a um inglês e a um alemão a
invenção do cálculo?

[ ]s

Alvaro Augusto

luiz silva escreveu:
>
>
> Olá Alvaro,
>
> A sua afirmação não está 100% correta....Fermat foi um dos pais do
> cálculo...na realidade o avô...pois seu método para traçar tangentes a
> curvas, calcular centros de massa e gravidade e áreas foi a base do
> cálculo desenvolvido por Newton.
>
> Abs
> Felipe
>
> --- Em *ter, 9/6/09, Alvaro Augusto (L) /<alvaro@lunabay.com.br>/*
> escreveu:
>
>
> De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
> Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Terça-feira, 9 de Junho de 2009, 16:12
>
> Arquimedes e Eudoxo não fizeram a passagem ao limite. Quanto aos
> franceses afirmarem que Fermat chegou antes ao cálculo, bem, o que
> esperava que os *franceses *dissessem?
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
>
> Paulo - yahoo escreveu:
>> Léo:
>>
>> > Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a
>> partir de Newton (com seus fluxions) ?
>>
>>
>> a) Lembro-me de ter lido, há alguns meses (vou ter de procurar
>> onde foi - desculpe-me por citar de memória):
>>
>> - As idéias mais antigas são de Arquimedes e Eudoxo.
>> (Método da Exaustão)
>>
>> - O mesmo autor dizia que Newton parece ter sido o primeiro
>> matemático mais "recente" que desenvolveu as idéias do Cálculo,
>> mas Leibniz chegou independentemente a resultados parecidos de
>> modo totalmente independente, e publicou primeiro (mas Leibniz
>> "teria" reconhecido que Newton o havia antecipado).
>>
>> - Por sua vez, os franceses consideram que Pierre de Fermat já
>> havia antecedido a ambos.
>>
>> b) "Talvez" o livro "A Guerra do Cálculo", de Jason Socrates
>> Bardi, editora Record esclareça esses pontos (ainda não o li -
>> não posso garantir se é ou não esclarecedor) :
>>
>> http://www.editorar ecord.com. br/livro_ sinopse.asp? id_livro=
>> 23739
>> <http://www.editorarecord.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=23739>
>>
>>
>> Se conseguir encontrar de onde foi que tirei as informações que
>> mencionei acima, envio para a lista
>>
>> Paulo
>
>
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> Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/06/2009 13:29
ATTACHMENTS (20090612-132910-0000071): "alvaro.vcf"

Responda simplesmente que motos contínuos não funcionam!

[ ]s

Alvaro Augusto



Luiz Ferraz Netto escreveu:
>
>
> Eis o primeiro desabafo sobre minha demora em responder.
> []´
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leo@feiradeciencias.com.br <mailto:leo@feiradeciencias.com.br>
> leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos@uol.com.br>
> luizferraz.netto@gmail.com <mailto:luizferraz.netto@gmail.com>
> http://www.feiradeciencias.com.br
> <http://www.feiradeciencias.com.br/>
> ===========================
>
> ----- Original Message -----
> From: xxxxxxx >
> To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br
> <mailto:leobarretos@uol.com.br>>; "Luiz Ferraz Netto"
> <luizferraz.netto@gmail.com <mailto:luizferraz.netto@gmail.com>>;
> "leo" <leo@feiradeciencias.com.br <mailto:leo@feiradeciencias.com.br>>
> Sent: Wednesday, June 10, 2009 2:18 PM
> Subject: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e
> prove
> o contrário!" (Albert Einstein)
>
>
> Boa tarde professor Luiz,
>
> O senhor já teve tempo de fazer alguma observação sobre essas
> formulas?
> Me desculpe a insistência é que já entrei com o pedido de patente
> do MCEM, baseado nelas, e preciso de alguém com notoriedade para
> confirmar a funcionalidade de minha criação!
>
> Agradeço se puder me ajudar!
>
> Wilson
>
> ++++++++++++++++++++++++++++++++++++
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leo@feiradeciencias.com.br <mailto:leo@feiradeciencias.com.br>
> leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos@uol.com.br>
> luizferraz.netto@gmail.com <mailto:luizferraz.netto@gmail.com>
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>
> ----- Original Message -----
> *From:* J.Victor <mailto:j.victor.neto@uol.com.br>
> *To:* ciencialist@yahoogrupos.com.br
> <mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> *Sent:* Monday, June 08, 2009 8:51 AM
> *Subject:* Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é
> impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert
> Einstein)
>
> Léo,
>
> Aliás, isto é muito "vero". Não adianta mesmo.
> Certamente ele irá contestar tudo que você disser.
> Melhor deixar como está.
>
> Sds.
> Victor.
>
>
> ----- Original Message -----
> *From:* Luiz Ferraz Netto <mailto:leobarretos@uol.com.br>
> *To:* ciencialist@yahoogrupos.com.br
> <mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> *Sent:* Sunday, June 07, 2009 7:01 PM
> *Subject:* Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é
> impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert
> Einstein)
>
> Não, ainda nada respondi, estou esperando escolher as palavras
> corretas ... vc já me deu os primeiros passos. Acredito que
> vou começar a resposta comentando algo sobre a "lei áurea da
> mecânica" aplicada sobre as alavancas, rodas e eixos (que é o
> que ele mais percebe). Ele só enxerga que no braço menor da
> alavanca aparece a maior força, mas não percebe o menor
> descolamento.
> Não é fácil responder para pessoas que passam dias, semanas e
> meses se debruçando sobre suas próprias elucubrações
> (transmitindo para os amigos seus ´grandes avanços´) ... e ter
> que jogar tudo fora após alguma resposta grosseira. Não é bolinho!
>
> []´
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leo@feiradeciencias.com.br
> <mailto:leo@feiradeciencias.com.br>
> leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos@uol.com.br>
> luizferraz.netto@gmail.com
> <mailto:luizferraz.netto@gmail.com>
> http://www.feiradeciencias.com.br
> <http://www.feiradeciencias.com.br>
> ===========================
>
> ----- Original Message -----
> *From:* Belmiro Wolski <mailto:belmirow@yahoo.com.br>
> *To:* ciencialist@yahoogrupos.com.br
> <mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> *Sent:* Friday, June 05, 2009 7:55 AM
> *Subject:* Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo só
> é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!"
> (Albert Einstein)
>
> Fiquei com a consciência pesada. Já deu a resposta
> para ele? Se não, diga-lhe que a dinâmica das máquinas
> elétricas é muito mais complexa e não permite certos
> paralelos com situações mais simples como braço de
> alavanca. E só.
>
> [],s
>
> Belmiro
>
> --- Em *qua, 3/6/09, Belmiro Wolski
> /<belmirow@yahoo.com.br <mailto:belmirow@yahoo.com.br>>/*
> escreveu:
>
>
> De: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br
> <mailto:belmirow@yahoo.com.br>>
> Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo
> só é impossível até que alguém duvide e prove o
> contrário!" (Albert Einstein)
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 22:30
>
> Ahh bom!!! Com esta correção, tudo se encaixa. Fico
> extremamente feliz por não ter a obrigação, como você,
> de responder sem ofender o cidadão. Desculpe-me mas
> não consegui ler tudo. É que as minhas vaquinhas
> estavam berrando muito lá fora.. Boa sorte!
>
> [],s
>
> Belmiro
>
> --- Em *qua, 3/6/09, Luiz Ferraz Netto /<leobarretos@
> uol.com.br>/* escreveu:
>
>
> De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
> Assunto: [ciencialist] Fw: Wilson - MCEM - "Algo
> só é impossível até que alguém duvide e prove o
> contrário!" (Albert Einstein)
> Para: "ciencialist" <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
> Data: Quarta-feira, 3 de Junho de 2009, 21:13
>
> A seguir os comentários, ele enviou uma correção.
> Abaixo.
> []´
> ============ ========= ======
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leo@feiradeciencias .com.br
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> leobarretos@ uol.com.br
> <http://br.mc456.mail.yahoo.com/mc/compose?to=leobarretos%40uol.com.br>
> luizferraz.netto@ gmail.com
> <http://br.mc456.mail.yahoo.com/mc/compose?to=luizferraz.netto%40gmail.com>
> http://www.feiradec iencias.com. br
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> ============ ========= ======
>
> ----- Original Message -----
> From: xxxx
> To: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@ uol.com.br
> <http://br.mc456.mail.yahoo.com/mc/compose?to=leobarretos%40uol.com.br>>
> Sent: Wednesday, June 03, 2009 1:12 PM
> Subject: Re: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível
> até que alguém duvide e
> prove o contrário!" (Albert Einstein)
>
> Correção:
>
> "Isso significa que a cada watt de potencia
> elétrica consumido no
> gerador, refletira no motor como((( 0,2 watts
> )))de potencia mecânica."
>
> Na frase acima o correto é (((0,1 watts )))!
>
> É que eu tinha feito os cálculos separadamente.
>
> Wilson
>
>
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>
>
>
>


SUBJECT: Alienígena derretido aterroriza Paquistão
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 12/06/2009 14:20

Alienígena derretido aterroriza Paquistão

Assista à reportagem

“Uma espécie de extraterrestre com dez centímetros que parece fêmea apareceu por acidente no Paquistão [Lahore]. Enquanto reformava uma casa antiga, encontraram o alien andando. As crianças o tomaram como perigoso e o apedrejaram, até que a criatura caiu imóvel. Então a colocaram em uma garrafa e a jogaram em tijolos quentes onde ficou chamuscada. A notícia se espalhou como foto, muitas pessoas vieram em multidões para vê-la. Preocupadas com a agitação os locais a enterraram. O povo agora exige uma investigação e autópsia”. [via BoingBoing]

O único detalhe é que, como apontado por “eeasynow”, a extraterrestre é apenas um pequeno boneco de plástico.

AlienToyd

FakePlasticAlienComparisond 

O caso lembra a comoção sobre outra “criatura misteriosa” no Qatar, que também era apenas um brinquedo.

Como já havíamos notado, não é mera coincidência que o Paquistão seja ainda outro país sem plena liberdade de imprensa.


SUBJECT: Espiral Áurea
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 12/06/2009 19:06

Espiral Áurea

Espiral Fibonacci

A razão áurea, chamada mesmo da “proporção divina”, relacionada à série de Fibonacci (ou vice-versa), e as muitas alusões à sua beleza, atração e mesmo perfeição…

Nada melhor do que mais esta bela ilustração para comentar como boa parte disso é pura baboseira.

“A natureza tem muitas formas espirais. Nenhuma delas é uma espiral áurea. A maioria nem passa perto de ser. Nem mesmo uma delas é ‘explicada’ pela matemática de Fibonacci”, explica o professor Donald Simanek (infelizmente apenas em inglês, tradução a caminho).

Fato: espirais são atraentes, ainda que não sejam áureas. São curvas, afinal.

SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/06/2009 20:47
ATTACHMENTS (20090612-204742-0000074): "alvaro.vcf"

Tudo bem. Mas me mostre antes um brasileiro que acredite que a Argentina
ganhou a Copa de 1978 jogando honestamente e eu aceitarei o seu
argumento de que a opinião dos franceses a respeito da prioridade de
Fermat é totalmente isenta...

[ ]s

Alvaro Augusto



luiz silva escreveu:
>
>
> Ola Alvaro,
>
> A parte do francës....
> Abs
> Felipe
>
> --- Em *qua, 10/6/09, Alvaro Augusto (L) /<alvaro@lunabay.com.br>/*
> escreveu:
>
>
> De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
> Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Quarta-feira, 10 de Junho de 2009, 10:53
>
> Qual parte não está correta? A parte onde digo que Arquimedes e
> Eudoxo
> não fizeram a passagem ao limite ou a parte onde digo que não se
> poderia
> esperar que os franceses atribuissem a um inglês e a um alemão a
> invenção do cálculo?
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
> luiz silva escreveu:
> >
> >
> > Olá Alvaro,
> >
> > A sua afirmação não está 100% correta....Fermat foi um dos pais do
> > cálculo...na realidade o avô...pois seu método para traçar
> tangentes a
> > curvas, calcular centros de massa e gravidade e áreas foi a base do
> > cálculo desenvolvido por Newton.
> >
> > Abs
> > Felipe
> >
> > --- Em *ter, 9/6/09, Alvaro Augusto (L) /<alvaro@lunabay. com.br
> <http://br.mc657.mail.yahoo.com/mc/compose?to=alvaro%40lunabay.com.br>>/*
>
> > escreveu:
> >
> >
> > De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br
> <http://br.mc657.mail.yahoo.com/mc/compose?to=alvaro%40lunabay.com.br>>
> > Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
> > Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> <http://br.mc657.mail.yahoo.com/mc/compose?to=ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
> > Data: Terça-feira, 9 de Junho de 2009, 16:12
> >
> > Arquimedes e Eudoxo não fizeram a passagem ao limite. Quanto aos
> > franceses afirmarem que Fermat chegou antes ao cálculo, bem, o que
> > esperava que os *franceses *dissessem?
> >
> > [ ]s
> >
> > Alvaro Augusto
> >
> >
> >
> > Paulo - yahoo escreveu:
> >> Léo:
> >>
> >> > Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a
> >> partir de Newton (com seus fluxions) ?
> >>
> >>
> >> a) Lembro-me de ter lido, há alguns meses (vou ter de procurar
> >> onde foi - desculpe-me por citar de memória):
> >>
> >> - As idéias mais antigas são de Arquimedes e Eudoxo.
> >> (Método da Exaustão)
> >>
> >> - O mesmo autor dizia que Newton parece ter sido o primeiro
> >> matemático mais "recente" que desenvolveu as idéias do Cálculo,
> >> mas Leibniz chegou independentemente a resultados parecidos de
> >> modo totalmente independente, e publicou primeiro (mas Leibniz
> >> "teria" reconhecido que Newton o havia antecipado).
> >>
> >> - Por sua vez, os franceses consideram que Pierre de Fermat já
> >> havia antecedido a ambos.
> >>
> >> b) "Talvez" o livro "A Guerra do Cálculo", de Jason Socrates
> >> Bardi, editora Record esclareça esses pontos (ainda não o li -
> >> não posso garantir se é ou não esclarecedor) :
> >>
> >> http://www.editorar <http://www.editorar/> ecord.com. br/livro_
> sinopse.asp? id_livro=
> >> 23739
> >> <http://www.editorar ecord.com. br/livro_ sinopse.asp?
> id_livro= 23739
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> >>
> >>
> >> Se conseguir encontrar de onde foi que tirei as informações que
> >> mencionei acima, envio para a lista
> >>
> >> Paulo
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>


SUBJECT: Re: Espiral Áurea
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/06/2009 01:06

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Kentaro Mori
> http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/06/espiral_urea.php
> Nada melhor do que mais esta bela ilustração para comentar como *boa
> parte disso é pura baboseira*.

Sobre o tema, um livro interessante é "Razão áurea: a história de fi, um número surpreendete", de Mario Livio (2006, Ed. Record. 333 pp.)

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Grey anatomy: anatomicamente incorreto
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/06/2009 01:30

Weinman et al. 200. How accurate is patients' anatomical knowledge : a cross-sectional, questionnaire study of six patient groups and a general public sample. BMC Family Practice 10: 43.
http://www.biomedcentral.com/1471-2296/10/43/abstract

Basic anatomy 'baffles Britons'
http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/8092930.stm
------------

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: O centésimo décimo segundo elemento
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/06/2009 02:41

Oquei, não é tão belo quanto a Mila Jovovich, mas a tabela periódica acaba de ganhar oficialmente o elemento 112 (ununbium).

--------------
Tabela Periódica ganha 112º elemento
"Elemento superpesado descoberto por cientistas alemães existe apenas por alguns segundos e se desfaz."
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1190972-5603,00.html
--------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Res: [ciencialist] Alienígena derretido aterroriza Paquistão
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/06/2009 11:18

será? existe muitos mitériios na terra
 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Blog:
http://serumdeficiente.blogspot.com/ 
http://masterofdarkness.multiply.com/
http://publicidade-e.blogspot.com/




De: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
Enviadas: Sexta-feira, 12 de Junho de 2009 14:20:13
Assunto: [ciencialist] Alienígena derretido aterroriza Paquistão

Alienígena derretido aterroriza Paquistão

Assista à reportagem

“Uma espécie de extraterrestre com dez centímetros que parece fêmea apareceu por acidente no Paquistão [Lahore]. Enquanto reformava uma casa antiga, encontraram o alien andando. As crianças o tomaram como perigoso e o apedrejaram, até que a criatura caiu imóvel. Então a colocaram em uma garrafa e a jogaram em tijolos quentes onde ficou chamuscada. A notícia se espalhou como foto, muitas pessoas vieram em multidões para vê-la. Preocupadas com a agitação os locais a enterraram. O povo agora exige uma investigação e autópsia”. [via BoingBoing]

O único detalhe é que, como apontado por “eeasynow”, a extraterrestre é apenas um pequeno boneco de plástico.

AlienToyd

FakePlasticAlienComparisond 

O caso lembra a comoção sobre outra “criatura misteriosa” no Qatar, que também era apenas um brinquedo.

Como já havíamos notado, não é mera coincidência que o Paquistão seja ainda outro país sem plena liberdade de imprensa.



Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

SUBJECT: A CIÊNCIA DO SONHO
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: Acropolis_@yahoogrupos.com.br, ciencilist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2009 14:54

Revista Galileu
Edição 214
Maio 2009

A CIÊNCIA DO SONHO

Novos livros e estudos ajudam a decifrar seu significado e mostram como isso 
pode melhorar a nossa vida
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG86898-7855-214-1,00-A+CIENCIA+DO+SONHO.html

por Jones Rossi e Juliana Tiraboschi
ilustrações Estúdio Mopa

"Eu acordei com uma música maravilhosa na minha cabeça. Fui até o piano e 
comecei a achar as notas. Tudo seguiu uma ordem lógica. Gostei muito da 
melodia, mas, como havia sonhado com ela, não podia acreditar que tinha 
escrito aquilo. Foi a coisa mais mágica do mundo."

É dessa maneira que Paul McCartney explica a criação de "Yesterday", 45 anos 
atrás. A canção até hoje figura no livro Guinness dos Recordes como a música 
que ganhou o maior número de versões cover na história, por volta de 3 mil.

Deixando um pouco de lado a necessária dose de genialidade para a composição 
de um clássico dessa magnitude, sobram questionamentos sobre se o que 
aconteceu com o sonho do Beatle foi uma obra do acaso, uma predisposição 
genética ou uma técnica que pode ser decifrada e difundida. E hoje, como 
nunca antes, os cientistas se debruçam sobre os meandros do que acontece 
conosco enquanto dormimos, tentando descobrir seu mistério e, quem sabe, 
ajudar algum compositor dorminhoco a escrever uma nova "Yesterday".

SEPARAÇÃO - Pesquisa com casais em processo de divórcio mostrou que os 
sonhos refletem o relacionamento, inclusive as brigas e reconciliações

É fato que os sonhos sempre intrigaram e foram objeto de estudo, mas o que 
está acontecendo agora é que eles estão sendo levados mais a sério por 
neurologistas, psicanalistas e biólogos. Enquanto a biologia procura 
explicar quais são as estruturas cerebrais envolvidas, a psicanálise se põe 
a investigar seu conteúdo. Da união dessas duas disciplinas nasceu a 
neuropsicanálise, uma tentativa de entender os aspectos físicos e psíquicos 
do sonho.

Nos últimos 50 anos, apesar de a ciência entender cada vez mais como nosso 
cérebro funciona quando estamos dormindo, os sonhos foram tratados como um 
subproduto do sono. Em 1983, o britânico Francis Crick, famoso por descobrir 
a estrutura do DNA, e seu colega Graeme Mitchison publicaram um trabalho 
afirmando que os sonhos funcionavam como uma espécie de lixeira virtual, 
descartando todas as memórias "inúteis" acumuladas durante o dia. Era o 
ápice da negação aos estudos do austríaco Sigmund Freud (1856-1939) - pai da 
psicanálise e autor de livros como A Interpretação dos Sonhos -, que ocorria 
desde o começo da década de 50.

Os estudos que vêm sendo publicados desde a virada do milênio e os novos 
livros programados para chegar às prateleiras neste ano reabilitam os 
pensamentos de Freud. Para ele, as imagens durante o sono simulavam nossos 
desejos e nos protegiam contra a dor e os traumas passados. Essas pesquisas 
também defendem a utilidade dos sonhos em ajudar a resolver problemas do 
cotidiano e organizar ideias, como aconteceu com McCartney.

FREUD ESTAVA CERTO?

Na avaliação de Carey Morewedge, professor assistente do Departamento de 
Ciências Sociais da Universidade Carnegie Mellon, EUA, a verdade sobre os 
sonhos se encontra em uma intersecção das três teorias predominantes sobre 
eles: a freudiana; a de que sonhos servem para consolidar memórias e 
aprendizado; e a crença de que suas imagens são totalmente aleatórias. "É 
provável que haja um pouco de verdade em cada uma delas", diz.

"Freud acertou no que viu e no que não viu. A gente cada vez mais resgata a 
obra dele", afirma o brasiliense Sidarta Ribeiro, Ph.D. em neurobiologia, 
doutor em neurociências pela Universidade Rockefeller com pós-doutorado pela 
Universidade Duke, EUA, e idealizador do Instituto Internacional de 
Neurociências de Natal (IINN), ao lado de Miguel Nicolelis, doutor em 
neurofisiologia pela USP, professor de neurobiologia na Duke e cotado ao 
prêmio Nobel de Medicina deste ano.

A dupla defende que os sonhos têm relação direta com o nosso dia a dia. 
"Eles estão ligados de uma maneira forte com aquilo que está acontecendo ao 
sonhador. Um exemplo: a gente sabe que pessoas que estão experimentando uma 
crise no casamento sonham bastante com isso", afirma Sidarta.

Luciano Ribeiro Pinto Júnior, neurologista e pesquisador da disciplina de 
medicina e biologia do sono da Unifesp, concorda. "Você sonha com coisas que 
viveu durante o dia. Imagine uma pessoa que encontrou um conhecido e sonhou 
com um contato sexual com essa pessoa. Juntou um desejo, uma emoção, a uma 
memória. A pessoa em questão pode representar alguma coisa ou ser só um 
instrumento para realizar o desejo."

GUERRA - Crianças que cresceram no Curdistão, região do Iraque, têm sonhos 
aterrorizantes, enquanto crianças finlandesas, sem guerra, sonham 
normalmente

A relação entre sonhos e o sexo é tema do livro Sex Dreams and Symbols: 
Interpreting Your Subconscious Desires (Sonhos sexuais e símbolos: 
interpretando seus desejos subconscientes), da psicóloga Pam Spurr. O 
título, lançado em janeiro, faz parte do boom editorial a respeito do 
assunto. Nos próximos dois meses, serão publicados três importantes obras 
somente nos EUA. Nenhuma delas têm previsão de chegar ao Brasil.

As novidades vão de manuais práticos, caso de A Day in the Life of Your 
Brain (Um dia na vida do seu cérebro) e de How and Why We Dream (Como e por 
que sonhamos), a uma versão atualizada de The Dream Encyclopedia (A 
Enciclopédia dos Sonhos), de James Lewis, professor de filosofia da 
Universidade de Wisconsin-Stevens Point. Catorze anos depois da primeira 
edição, Lewis retoma o assunto para listar mais de 700 significados e 
histórias envolvendo sonhos, religiões e culturas distintas, além de 
apresentar estudos que apontam para a relação entre essas imagens e os 
problemas e ansiedades do cotidiano.

VESTIBULAR

Há pelo menos duas pesquisas nessa linha sob a supervisão de Sidarta. A 
primeira, conduzida por Rafael Scott, aluno do neurocientista e mestrando em 
psicobiologia, levantou o conteúdo dos sonhos de 94 estudantes que tentavam 
uma vaga na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Desse grupo, 27 vestibulandos entraram: 16 sonharam com a prova, 11, não. 
Entre as explicações levantadas por Scott para o resultado, a principal é 
que o sonho sinaliza a importância da prova para a sobrevivência social do 
aluno por meio do sistema de recompensa do cérebro. "Houve até quem sonhasse 
com a festa da aprovação."

VESTIBULAR - Entre 100 vestibulandos que tentaram vaga na Universidade 
Federal do Rio Grande do Norte, os que sonharam com as provas tiveram notas 
maiores

Outro experimento também realizado por um aluno, André Pantoja, mobilizou 22 
pessoas que jogam o violento game Doom. O objetivo do título é matar 
monstros usando armas capazes de explodir os adversários. Novamente, quem 
sonhou com o jogo obteve melhores resultados. "Nossa conclusão preliminar é 
que existe uma correlação entre a melhoria no desempenho e a intensidade do 
sonho relacionado ao jogo", diz Sidarta. Ou seja, sonhar dormindo aumenta as 
chances de realizá-los quando estamos acordados.

A relação não acontece por acaso. O especialista tem proposto nos últimos 
anos que a única maneira para entender a função dos sonhos é estudá-los 
quando os seres humanos estão diante de situações semelhantes àquelas 
vividas pelos nossos ancestrais. "O Doom e o vestibular são tentativas de 
estudar o sonho em um contexto de alto estresse. Os sonhos na vida 
contemporânea não revelam sua função porque a gente não enfrenta os 
problemas de 10 mil anos atrás. Se eu estiver com fome, vou a um 
restaurante. Para ter onde morar, basta possuir dinheiro para o aluguel."

Isso também explicaria os sonhos que não fazem nenhum sentido. Sem grandes 
problemas para resolver, o homem moderno tece uma colcha com pedaços de 
memória do cotidiano. Sem precisar lutar por comida ou abrigo, os sonhos 
modernos perdem sentido.

ORÁCULO
"Existe essa função biológica de reverberar as memórias do passado para 
simular o futuro possível", diz Sidarta. Surge então a teoria dos "oráculos 
probabilísticos". Os sonhos reuniriam informações prévias guardadas em nossa 
memória para simular um futuro possível. Quando o seu cotidiano é muito 
duro, muito violento, as imagens do sono se tornam um mecanismo para prever 
com maior chance como o amanhã deve ser. Porque você não pode errar. Se um 
oficial está na guerra, ele sabe que não deve passar em determinado lugar 
porque há um inimigo esperando. Nessas condições, aumentam muito as chances 
de o soldado ter o sono preenchido com cenas desse tipo.

O pesquisador finlandês Antti Revonsuo demonstrou o mesmo princípio quando 
comparou os sonhos de crianças que moravam no Curdistão e na Finlândia. 
Entre as crianças do Curdistão - uma região encravada entre o Irã, o Iraque 
e a Turquia, vítima de ataques com armas químicas durante o governo de 
Saddam Hussein -, a incidência de pesadelos foi muito maior que entre as 
finlandesas.

Em outro estudo realizado na Universidade de Wisconsin, ratos foram privados 
do sono REM (sigla para Rapid Eye Movement, ou movimentos oculares rápidos), 
período em que os sonhos acontecem predominantemente. Nessa fase, que ocorre 
de quatro a cinco vezes por noite, cada uma durando 20 minutos em média, 
nossos olhos se agitam debaixo das pálpebras. Outros animais analisados 
também tiveram o comportamento alterado pelo sono REM: mexem os olhos, o 
rabo, as patas. "Isso é a ativação da mesma consciência da vigília: sentem 
raiva, fome, medo, impulso sexual", diz Luciano Ribeiro Júnior. Ou seja, o 
sonho deve estar ligado a essas emoções e a acontecimentos cotidianos.

Após várias noites de sono sem o estágio REM, os ratos foram expostos a 
situações ameaçadoras similares a algumas que enfrentariam em seus hábitats. 
Resultado: em momentos nos quais era necessário apenas agir por instinto, os 
animais falharam em procurar abrigo e sair do campo de visão dos predadores, 
além de se mostrarem desorientados. Mesmo depois de receberem pequenas doses 
de anfetamina, que reverteria os efeitos se o problema fosse somente a 
privação do sono, o comportamento dos roedores não se alterou.

Descobertas como essa fizeram Antti Revonsuo concluir que "os sonhos exercem 
o papel de um campo de treinamento para comportamentos essenciais à nossa 
sobrevivência. Impedidos de sonhar, os ratos ficaram incapazes de ensaiar 
seu exercício". Para Morewedge, o mesmo acontece com os humanos. "A memória 
e o aprendizado são definitivamente prejudicados quando as pessoas não 
conseguem desfrutar do tipo de sono que está associado com o sonho."

POR QUE SONHAMOS?

A resposta à pergunta acima continua desconhecida. Mas entre os vários 
motivos já especulados pelas recentes pesquisas está a regulação de emoções 
e fatos aos quais damos importância, minimizando os sentimentos 
perturbadores. Outro é selecionar e armazenar informações na memória de 
longo prazo, formando uma rede de experiências relacionadas que podem ser 
úteis no futuro.

Não foram apenas os Beatles que se beneficiaram com isso. A tabela 
periódica, segundo relato de seu inventor, o químico russo Dmitri Mendeleev 
(1834-1907), surgiu durante um sonho. Mágica? Não, provavelmente durante o 
sono o cérebro do químico organizou várias informações com as quais vinha 
trabalhando.

Talvez essa aparente "função treino" esteja relacionada com a importância 
das imagens mentais para a memória e o aprendizado. Segundo escreveu 
Jonathan Winson, professor da Universidade Rockefeller, EUA, falecido no ano 
passado, os estudos sobre a função do hipocampo, do sono REM e de uma onda 
cerebral chamada "ritmo teta" mostram que os sonhos são o reflexo de um 
aspecto fundamental do processamento da memória. Esse mecanismo ajuda a 
transferirmos informação da memória de curto prazo para a de longo prazo. Na 
prática, a função teria um caráter evolutivo: avaliar as experiências e 
estratégias de sobrevivência, melhorando nossas performances em diversos 
aspectos da vida.

Luciano Ribeiro Pinto Júnior acredita que não há um motivo específico pelo 
qual sonhamos. "Tudo é fruto da atividade cerebral." Segundo o neurologista, 
há estudos que comprovam a ligação entre o sono REM, o sonho e a memória, 
mas isso está se ampliando, já que pesquisas mostram que em outras fases 
também há mecanismos ligados ao armazenamento de informação. "O sono REM é 
importante para a memória, o aprendizado e a atividade mental. O sonho é 
consequência disso", diz.

QUATRO ANOS E OITO MESES

Nossos processos de pensamento trabalham 24 horas por dia. A atividade da 
mente não é interrompida quando dormimos. Durante o sono, ela começa a 
selecionar quais informações guardaremos na memória de longo prazo e o que 
será descartado.

"Aparentemente, os critérios de seleção estão baseados em valores emocionais 
para a autopercepção, nossa ideia de quem somos e quem desejamos nos 
tornar", diz Rosalind Cartwright, professora do Departamento de Psicologia 
da Universidade Rush, em Chicago, e autora de mais 200 artigos e três livros 
sobre o tema.

O sonho toma entre 20% e 25% do sono. Supondo que dormimos durante 8 horas, 
o brasileiro, que segundo o IBGE tem uma expectativa de vida de 72,5 anos, 
passará 4 anos e 8 meses sonhando. Quem manda no cérebro durante esse tempo 
todo é o sistema límbico, que engloba estruturas como o hipocampo e a 
amígdala. Elas estão relacionadas à construção da memória, à resposta a 
agressões, ao medo e ao impulso sexual.

Segundo Rosalind, qualquer experiência que tivemos durante o dia que seja 
relevante aos nossos valores é reativada e conduzida para o hipocampo e o 
neocórtex. Quando o sono REM começa, ele transfere essa informação para a 
memória, procurando por experiências parelhas. "Isso forma a base do sonho", 
afirma Cartwright. Ou seja, o sonho é uma mistura de imagens novas e antigas 
relacionadas a aspectos importantes de nós mesmos. Essa mistura é que muitas 
vezes torna os sonhos estranhos e surreais, como padronagens sobrepondo-se 
umas sobre as outras, em vez de uma história com começo, meio e fim.

A HORA DO PESADELO

Os mecanismos que desencadeiam os pesadelos se parecem com os dos sonhos. 
Ativam as mesmas áreas do cérebro, mas acionam circuitos diferentes. Uma 
pesquisa da Universidade de San José, na Califórnia, sugere que o estresse 
tem um papel importante nesse processo. Além disso, afirmam que os sonhos 
ruins possuem uma função benéfica.

Os pesquisadores dividiram os entrevistados em três grupos, de acordo com a 
frequência e intensidade de seus pesadelos, e avaliaram cada um em relação a 
fatores de estresse presentes no dia a dia. O resultado foi que aqueles que 
tinham mais pesadelos conseguiam lidar melhor com as dificuldades diárias, 
sugerindo que esse tipo de experiência proporciona mais jogo de cintura na 
hora de encarar os problemas.

Para Rosalind, os pesadelos ocorrem quando sentimos alguma emoção muito 
intensa, inesperada ou desafiante, sem nenhuma situação correspondente ou 
similar na memória de longo prazo para ajudar a processar aquela informação. 
"Isso chama a atenção da mente consciente para um grande problema a ser 
resolvido", afirma.

Um trabalho liderado pela professora avaliou os sonhos de pessoas com 
diagnóstico de depressão. Aqueles que tiveram mais pesadelos no início do 
sono tinham uma probabilidade maior de estarem com os sintomas da doença 
controlados depois de um ano, em comparação com os que tiveram mais sonhos 
negativos no final da noite. Para ela, isso indica que os pesadelos que 
ocorrem no início do sono estão prestando esse serviço de regulação do humor 
e alívio do estresse, enquanto que o pesadelo tardio pode indicar uma falha 
nesse processo.

Mas, é claro, sonhar é melhor que ter pesadelos. Em outro estudo, Rosalind 
realizou testes com pessoas que estavam se divorciando. Aqueles que tiveram 
mais sonhos positivos com o ex-cônjuge eram também os que estavam lidando 
melhor com o estresse da separação, sinal de que a qualidade do sono pode 
ser um reflexo do estado de espírito da pessoa ou uma maneira de "calibrar" 
a relação.

Geralmente é quando os eventos do dia causam uma ansiedade ou excitamento 
emocional que os sonhos nos mostram como nós estamos refletindo sobre tais 
questões. "Não quer dizer que temos que prestar atenção ao significado do 
sonho ao acordar. Eles cumprem sua função quer prestemos atenção neles ou 
não", diz Cartwright. Ou seja, mesmo que você não ligue muito para o que 
acontece durante o sonho, eles estão trabalhando duro para colocar seus 
pensamentos em ordem.

Ainda de acordo com Cartwright, aplicar na vida real o que acontece quando 
se está dormindo depende de entender os seus próprios sonhos. Essa linguagem 
não tem nada a ver com dicionários de simbologia, daqueles que associam 
sonhar que perdeu um dente com a morte de um conhecido e que uma cobra é 
sinônimo de traição.
Esse entendimento é pessoal, baseado em um sistema de códigos individual, 
formado pelas experiências de vida de cada um. Aí cabe a você analisar seus 
medos, desejos, decepções, e tentar adaptá-los ao que sonhou na noite 
passada. No processo, quem sabe, pode vir à luz mais um clássico da canção 
ocidental. Se isso não acontecer, é no mínimo reconfortante saber que a 
ciência está caminhando para desvendar o modo como a cabeça de Paul 
McCartney funcionou naquela manhã de 1964. Para os cientistas, o sonho não 
acabou.

 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
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SUBJECT: Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/06/2009 22:35

Periódico científico aceita publicar trabalho forjado

Editor pede demissão após denúncia, feita pela revista americana "The Scientist'

Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
DA REDAÇÃO

O editor-chefe do periódico científico de acesso aberto "The Open Information Science Journal", Bambang Parmanto, pediu demissão anteontem, depois que foi revelado que sua revista aceitou publicar um artigo científico sem sentido, gerado por computador por dois pesquisadores brincalhões.
A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana "The Scientist".
O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado deles US$ 800 de taxa de publicação.
Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na sigla em inglês.
Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet (pdos.csail.mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
"Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review'", disse Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não faz sentido nenhum", afirmou.
Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo: "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos, extensíveis e em larga escala."

Por favor, publique
Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers, empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus "mais de 200 periódicos".
"Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles estavam agressivamente solicitando manuscritos", disse Anderson à "The Scientist".
O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em publicações com "peer-review". Davis decidiu que seria antiético pagar e suspendeu o "experimento".
O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do leitor, elas cobram dos autores pela publicação de um artigo -taxas que podem chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por universidades e instituições de fomento.
Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece ser o caso do "The Open Information Science Journal".
Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para flagrar os falsos autores. O editor que renunciou, porém, disse não ter visto o artigo nem ter ficado sabendo da estratégia do chefe.



SUBJECT: Re: Fw: Wilson - MCEM - "Algo só é impossível até que alguém duvide e prove o contrário!" (Albert Einstein)
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2009 00:06

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@...> escreveu
>
> Responda simplesmente que motos contínuos não funcionam!

Deixa o cara entrar para a história. Ele podia estar roubando...



SUBJECT: A CIÊNCIA DOS SONHOS
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2009 11:05

      Brilhante conclusão! Não seria o melhor desempenho devido ao fato de que os mais preparados, os que treinam ou estudam com mais intensidade, tanto que até chegam a sonhar com as provas ou jogos. E não o contrário, jogam bem ou vão bem nas provas porque sonham com isso. Ô doutora...
 
     [],s
     Belmiro
 
>Entre 100 vestibulandos que tentaram vaga na Universidade 
>Federal do Rio Grande do Norte, os que sonharam com as provas tiveram notas 
>maiores

>Outro experimento também realizado por um aluno, André Pantoja, mobilizou 22 
>pessoas que jogam o violento game Doom. O objetivo do título é matar 
>monstros usando armas capazes de explodir os adversários. Novamente, quem 
>sonhou com o jogo obteve melhores resultados. "Nossa conclusão preliminar é 
>que existe uma correlação entre a melhoria no desempenho e a intensidade do 
>sonho relacionado ao jogo
", diz Sidarta. Ou seja, sonhar dormindo aumenta as 
>chances de realizá-los quando estamos acordados


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SUBJECT: Um tapete voador no espaço
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 14/06/2009 11:06

Um tapete voador no espaço

Tapetes voadores existem. Pelo menos em microgravidade, como o astronauta japonês Koichi Wakata, a bordo da Estação Espacial Internacional desde março, demonstra no vídeo acima. É apenas um de 16 exercícios malucos sugeridos pelo público no Japão, indo de dobrar roupas e nadar pelo ar a pingar colírio nos olhos.

Continue lendo para a lista completa traduzida, essencial para apreciar o vídeo em toda sua glória.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2009 11:19

 
     Isto me lembra um artigo publicado na revista Nova Eletrônica, (ou Saber Eletrônica, não lembro bem), lá pelos idos de 1978. Era sobre um novo sistema de agulha de captação em sulcos de discos de vinil. Seria o substituto dos braços com agulha para reprodução de vinil. Neste caso, a agulha ficava em um carrinho que rodava sobre o disco que ficava parado. O sinal era transmitido via rádio. O autor descrevia com rigor as vantagens do novo sistema em relação ao antigo. O nome era LIRPA 1, que é primeiro de abril em inglês de trás para frente. A brincadeira só seria revelada na edição do mês seguinte. Mas não deu tempo. Um professor, afoito por novas tecnologias ministrou uma palestra sobre o novo sistema. A maior gafe...
 
  [],s
 
  Belmiro


--- Em dom, 14/6/09, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Domingo, 14 de Junho de 2009, 1:35

Periódico científico aceita publicar trabalho forjado

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O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado deles US$ 800 de taxa de publicação.
Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na sigla em inglês.
Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
"Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não faz sentido nenhum", afirmou.
Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo: "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos, extensíveis e em larga escala."

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Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers, empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus "mais de 200 periódicos".
"Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à "The Scientist".
O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em publicações com "peer-review" . Davis decidiu que seria antiético pagar e suspendeu o "experimento" .
O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do leitor, elas cobram dos autores pela publicação de um artigo -taxas que podem chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por universidades e instituições de fomento.
Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece ser o caso do "The Open Information Science Journal".
Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para flagrar os falsos autores. O editor que renunciou, porém, disse não ter visto o artigo nem ter ficado sabendo da estratégia do chefe.



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SUBJECT: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2009 11:23

viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser forjados...
 
Sds
Amauri
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De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Sábado, 13 de Junho de 2009 22:35:58
Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado

Periódico científico aceita publicar trabalho forjado

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Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
DA REDAÇÃO

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A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana "The Scientist".
O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado deles US$ 800 de taxa de publicação.
Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na sigla em inglês.
Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
"Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não faz sentido nenhum", afirmou.
Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo: "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos, extensíveis e em larga escala."

Por favor, publique
Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers, empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus "mais de 200 periódicos".
"Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à "The Scientist".
O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em publicações com "peer-review" . Davis decidiu que seria antiético pagar e suspendeu o "experimento" .
O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do leitor, elas cobram dos autores pela publicação de um artigo -taxas que podem chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por universidades e instituições de fomento.
Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece ser o caso do "The Open Information Science Journal".
Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para flagrar os falsos autores. O editor que renunciou, porém, disse não ter visto o artigo nem ter ficado sabendo da estratégia do chefe.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2009 12:47

Estimado Léo,

Claro que tinha que indicar o imperdível... afinal, é imperdível.
Desde o início sabia que haveria uma página explicando como funciona
um receptor de rádio em bom português. E, claro, bastou procurar e
estava lá.

Aproveitando, você poderia explicar com mais detalhe os efeitos em
ação no "rádio de plasma"? Fiquei intrigado como não há necessidade de
retificar a corrente induzida pelo sinal de rádio.

Meu entendimento intuitivo, e possivelmente incorreto, é o de que ao
contrário de fones de ouvido, o arco voltaico é capaz de responder às
frequências extremamente altas do sinal de rádio. Isto explicaria
tanto por que não seria necessário retificar nem filtrar a corrente
induzida. De certa forma, o próprio ar (e nosso ouvido) agiria como
filtro de passa baixa, embora o arco voltaico em si mesmo esteja
emitindo ondas sonoras com frequências altíssimas e diretamente
proporcionais também à onda portadora.

Quão errado estou? :-)

Cordial abraço,

Mori

2009/6/10 Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
>
>
> Oi Kentaro,
>
> isto não constitui verdadeira novidade; os altofalantes eletrostáticos têm este princípio de funcionamento.
> O próprio ´arco voltaico´ canta, pois é modulado em 60 Hz, mas canta como os transformadores mal apertados em 120 Hz, pois as lâminas são atraídas tanto nos vales como nos ventres.
> Vc pode modular o arco voltaico com sua própria voz, basta colocar em série com os carvões um transformador de áudio (secundário de baixa impedância) alimentando o primário através de um amplificador de áudio e microfone.
>
> []´
>
> PS: Agradeço pela indicação do Feira de Ciências em seu artigo.
>
>      ===========================
>             Luiz Ferraz Netto [Léo]
>         leo@feiradeciencias.com.br
>            leobarretos@uol.com.br
>          luizferraz.netto@gmail.com
>      http://www.feiradeciencias.com.br
>      ===========================
>
> ----- Original Message -----
> From: Kentaro Mori
> To: undisclosed-recipients:
> Sent: Monday, June 08, 2009 10:52 AM
> Subject: [ciencialist] Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!
>
> Na Rússia, Plasma rádio VOCÊ !!
>
> "Este vídeo de um 'rádio de plasma' tem sido popular em blogs russos nos últimos dias. O efeito exibido é muito interessante, e aqui está uma breve história para entendê-lo:
> Local: cidade de Brovary, Rússia
> Potência do transmissor: 150 KW
> Outros ingredientes: antenas soviéticas antigas, cabo de 90 metros de comprimento
> Isso é todo o necessário para experimentos PERIGOSOS para receber ondas de rádio. Na área sob efeito das ondas de rádio uma grande diferença de potencial emerge. Por causa da modulação do sinal de rádio o arco elétrico começa a vibrar com a voz humana e começa a 'falar'. A intensidade da corrente em tal 'rádio' pode chegar a centenas de Amperes e pode facilmente derreter metais. Tal eletricidade não tem barreiras e pode passar por um galho.
> Não tente isso em casa!"
>
> Será mesmo verdade? Uma fraude elaborada? Uma lenda urbana? Aqui em 100nexos, as respostas lêem VOCÊ!! Continue lendo »
>
> ________________________________
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG - www.avg.com
> Version: 8.5.339 / Virus Database: 270.12.56/2161 - Release Date: 06/07/09 17:53:00
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2009 13:41

Ola João,
 
Muito bom este texto...é um resumo da história....
 
Só uma "correção" : Fermat introduziu as coordenadas "cartesianas".
 
Abs
Felipe

--- Em sex, 12/6/09, J.Victor <j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:

De: J.Victor <j.victor.neto@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sexta-feira, 12 de Junho de 2009, 6:17

Para outros interessados, pois Álvaro e Felipe já conhecem essas coisas, uma boa fonte de pesquisa, que recomendo, é: História da Matemática, de Carl B.Boyer, tradução de Elza F. Gomide.
Contudo, não retirado de lá, mas de um techo que peguei na internet(onde o ruim é só uma minoria de coisas), posto a história a seguir, que conta o causo como o causo foi, de maneira bastante simplificada.
Relata, a menos da notação, como pode ter surgido o embrião do cálculo diferencial, ao qual Leibnz e o super Newton deram um tratamento bastante original, este último com vistas à física que ia desenvolvendo.

"O conceito de função que hoje pode parecer simples, é o resultado de uma lenta e longa evolução histórica iniciada na Antiguidade quando, por exemplo, os matemáticos Babilónios utilizaram tabelas de quadrados e de raízes quadradas e cúbicas ou quando os Pitagóricos tentaram relacionar a altura do som emitido por cordas submetidas à mesma tensão com o seu comprimento. Nesta época o conceito de função não estava claramente definido: as relações entre as variáveis surgiam de forma implícita e eram descritas verbalmente ou por um gráfico. 

Só no séc. XVII, quando Descartes e Pierre Fermat introduziram as coordenadas cartesianas, se tornou possível transformar problemas geométricos em problemas algébricos e estudar analiticamente funções. A Matemática recebe assim um grande impulso, nomeadamente na sua aplicabilidade a outras ciências - os cientistas passam, a partir de observações ou experiências realizadas, a procurar determinar a fórmula ou função que relaciona as variáveis em estudo. A partir daqui todo o estudo se desenvolve em torno das propriedades de tais funções. Por outro lado, a introdução de coordenadas, além de facilitar o estudo de curvas já conhecidas permitiu a "criação" de novas curvas, imagens geométricas de funções definidas por relacões entre variáveis. 

Foi enquanto se dedicava ao estudo de algumas destas funções que Fermat deu conta das limitações do conceito clássico de reta tangente a uma curva como sendo aquela que encontrava a curva num único ponto. Tornou-se assim importante reformular tal conceito e encontrar um processo de traçar uma tangente a um gráfico num dado ponto - esta dificuldade ficou conhecida na História da Matemática como o " Problema da Tangente".


Fermat resolveu esta dificuldade de uma maneira muito simples: para determinar uma tangente a uma curva num ponto P considerou outro ponto Q sobre a curva; considerou a reta PQ secante à curva. Seguidamente fez deslizar Q ao longo da curva em direcção a P, obtendo deste modo retas PQ que se aproximavam duma reta t a que Fermat chamou a reta tangente à curva no ponto P.

Fermat notou que para certas funções, nos pontos onde a curva assumia valores extremos, a tangente ao gráfico devia ser uma reta horizontal, já que ao comparar o valor assumido pela função num desses pontos P(x, f(x)) com o valor assumido no outro ponto Q(x+E, f(x+E)) próximo de P, a diferença entre f(x+E) e f(x) era muito pequena, quase nula, quando comparada com o valor de E, diferença das abcissas de Q e P. Assim, o problema de determinar extremos e de determinar tangentes a curvas passam a estar intimamente relacionados. 

Estas ideias constituiram o embrião do conceito de DERIVADA e levou Laplace a considerar Fermat "o verdadeiro inventor do Cálculo Diferencial" . Contudo, Fermat não dispunha de notação apropriada e o conceito de limite não estava ainda claramente definido. 

No séc.XVII, Leibniz algebriza o Cálculo Infinitésimal, introduzindo os conceitos de variável, constante e parâmetro, bem como a notação dx e dy para designar "a menor possível das diferenças em x e em y. Desta notação surge o nome do ramo da Matemática conhecido hoje como " Cálculo Diferencial ". 

Assim, embora só no século XIX Cauchy introduzia formalmente o conceito de limite e o conceito de derivada, a partir do séc. XVII, com Leibniz e Newton, o Cálculo Diferencial torna-se um instrumento cada vez mais indispensável pela sua aplicabilidade aos mais diversos campos da Ciência."

 

Sds,

Victor.

"Não se fazem mais Newtons, Leibniz, Fermats, Cauchys, Laplaces, Euler, Lagranges, etc. como antigamente. "

 

 
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, June 10, 2009 10:53 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.

Qual parte não está correta? A parte onde digo que Arquimedes e Eudoxo
não fizeram a passagem ao limite ou a parte onde digo que não se poderia
esperar que os franceses atribuissem a um inglês e a um alemão a
invenção do cálculo?

[ ]s

Alvaro Augusto

luiz silva escreveu:
>
>
> Olá Alvaro,
>
> A sua afirmação não está 100% correta....Fermat foi um dos pais do
> cálculo...na realidade o avô...pois seu método para traçar tangentes a
> curvas, calcular centros de massa e gravidade e áreas foi a base do
> cálculo desenvolvido por Newton.
>
> Abs
> Felipe
>
> --- Em *ter, 9/6/09, Alvaro Augusto (L) /<alvaro@lunabay. com.br>/*
> escreveu:
>
>
> De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br>
> Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Data: Terça-feira, 9 de Junho de 2009, 16:12
>
> Arquimedes e Eudoxo não fizeram a passagem ao limite. Quanto aos
> franceses afirmarem que Fermat chegou antes ao cálculo, bem, o que
> esperava que os *franceses *dissessem?
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
>
> Paulo - yahoo escreveu:
>> Léo:
>>
>> > Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a
>> partir de Newton (com seus fluxions) ?
>>
>>
>> a) Lembro-me de ter lido, há alguns meses (vou ter de procurar
>> onde foi - desculpe-me por citar de memória):
>>
>> - As idéias mais antigas são de Arquimedes e Eudoxo.
>> (Método da Exaustão)
>>
>> - O mesmo autor dizia que Newton parece ter sido o primeiro
>> matemático mais "recente" que desenvolveu as idéias do Cálculo,
>> mas Leibniz chegou independentemente a resultados parecidos de
>> modo totalmente independente, e publicou primeiro (mas Leibniz
>> "teria" reconhecido que Newton o havia antecipado).
>>
>> - Por sua vez, os franceses consideram que Pierre de Fermat já
>> havia antecedido a ambos.
>>
>> b) "Talvez" o livro "A Guerra do Cálculo", de Jason Socrates
>> Bardi, editora Record esclareça esses pontos (ainda não o li -
>> não posso garantir se é ou não esclarecedor) :
>>
>> http://www.editorar ecord.com. br/livro_ sinopse.asp? id_livro=
>> 23739
>> <http://www.editorar ecord.com. br/livro_ sinopse.asp? id_livro= 23739>
>>
>>
>> Se conseguir encontrar de onde foi que tirei as informações que
>> mencionei acima, envio para a lista
>>
>> Paulo
>
>
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SUBJECT: Cientistas revertem evolução e devolvem barbatanas a peixe
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2009 20:46

Cientistas revertem evolução e devolvem barbatanas a peixe

Experimento, inédito, foi feito por grupo da Universidade Stanford, EUA, que estuda a genética da espécie há 11 anos

Animais de água doce, que perderam os apêndices há mais de 10 mil anos, tiveram restaurada característica de seu ancestral marinho

Divulgação

CLAUDIO ANGELO
ENVIADO ESPECIAL A COLD SPRING HARBOR

Os criacionistas costumam dizer que Darwin está errado porque nunca viram uma espécie se transformar em outra. Pois cientistas americanos acabam de fazer quase isso: transformaram um peixe de água doce no seu ancestral marinho, revertendo a evolução.
A pesquisa, inédita, foi apresentada no último dia 27 nos EUA a uma plateia de cientistas pelo biólogo David Kingsley, da Universidade Stanford. Foi um dos pontos altos do 74º Simpósio de Cold Spring Harbor sobre Biologia Quantitativa.
O resultado culmina um esforço de 11 anos de Kingsley e seus colegas para decifrar o mais novo animal modelo da biologia, o peixinho esgana-gata (Gasterosteus aculeatus).
O que os pesquisadores fizeram foi devolver a esgana-gatas de água doce, que habitam lagos nos EUA, um par de barbatanas pélvicas em forma de espinho. Essas estruturas estão nas populações marinhas do bicho, mas foram perdidas em algumas populações de lagos nos últimos 10 mil anos.
O grupo também devolveu aos peixes lacustres as placas ósseas externas que caracterizam os esgana-gatas marinhos, mas que igualmente se perderam na água doce.

Reversão
"Nós revertemos dois grandes traços morfológicos", disse Kingsley à Folha. "Ganho ou perda de um membro é um grande traço. É o tipo de coisa com base na qual os zoólogos classificam organismos em diferentes categorias."
Ambas estruturas são usadas para defesa dos esgana-gatas, que são refeição de diversos predadores no mar.
Os espinhos, na pelve e no dorso, ferem predadores de boca mole, como trutas. Em alguns dos lagos em que os peixinhos ficaram presos no fim da Era Glacial, porém, maiores inimigos dos esgana-gatas são insetos. Eles agarram suas vítimas justamente pelos espinhos da pelve.
Onde há pressão de insetos e pouco cálcio na água, a evolução acabou por eliminar os espinhos. Quanto à armadura óssea, ela se perdeu em todos os esgana-gatas de água doce. "Isso dá mais flexibilidade e velocidade de nado", afirmou Kingsley. Restava descobrir de que forma isso aconteceu -o mecanismo molecular da perda- e, por fim, tentar emular a ação da seleção natural.

Modelo à espera
Kingsley decidiu estudar o esgana-gata em 1998. "Havia milhares de trabalhos sobre ele, mas ninguém havia feito sua genética molecular. Era um animal modelo esperando para acontecer", recorda-se.
Os cientistas começaram coletando animais de várias populações de mar e de lago, com características diferentes (presença ou não de espinhos pélvicos ou armadura), e cruzando-os. Observando os traços em milhares de filhotes e analisando o seu DNA, mapearam os genes que respondiam por eles.
O gene que controla quase toda a formação dos espinhos pélvicos, por exemplo, foi identificado: era o Pitx1. Mas Kingsley e colegas ainda precisavam saber o que acontecia no gene para fazer a diferença entre a presença da pelve no animal marinho e sua ausência no esgana-gatas de água doce.
Para isso, eles sequenciaram o Pitx1 dos dois peixes. Aí veio a surpresa: "Não havia diferença alguma na parte codificante do gene", conta Kingsley. "Isso faz sentido, porque o Pitx1 está envolvido na formação da glândula ptuitária e da mandíbula. Não dá para zoar com todas as funções de um gene desses."
O segredo estava nas sequências de DNA que não trazem a receita para a fabricação de nenhuma proteína (e que até algum tempo atrás eram consideradas mero "lixo" genético), mas que controlam a intensidade com que o gene se liga em certos tecidos e em certas fases do desenvolvimento.
Para descobrir que sequências eram essas, o grupo quebrou o DNA em pedacinhos e injetou cada pedacinho em um embrião de peixe para ver no que dava. A busca levou anos.
Finalmente, o time chegou à "região mágica" de controle. Os peixes de lago tiveram em sua evolução um trecho de DNA apagado que estava intacto nos ancestrais marinhos. O tamanho do bloco deletado variava entre sa populações, mas a região era sempre a mesma.
A prova final foi feita por um aluno de Kingsley, Frank Chan: pegar o trecho de DNA do peixe marinho e injetá-lo no lacustre. "Ficamos maravilhados em ver que isso funciona", disse o biólogo. "A região de controle do Pitx1 do peixe marinho gera um peixe que tem uma estrutura pélvica de novo." O mesmo foi feito para a sequência reguladora do gene Ectodysplasin, que controla a armadura.

Abaixo as mariposas
"Esse é o mais belo exemplo demonstrando um mecanismo molecular de evolução que eu já vi", diz o geneticista brasileiro Marcelo Nóbrega, da Universidade de Chicago, que assistiu à palestra de Kingsley.
"A seleção natural que atuou sobre esses peixes pode agora ser explicada quimicamente, não apenas como uma abstração. Nossa geração foi apresentada à evolução usando como exemplo mariposas na Inglaterra. Nossos filhos provavelmente aprenderão com o trabalho de David Kingsley."
A pesquisa traz uma implicação intrigante: grandes transições evolutivas, como a perda ou o ganho de membros, podem ocorrer sem alterações na sequência de um gene e em um só passo -como aconteceu com os esgana-gatas-, e não por pequenas mutações, como prevê o darwinismo padrão.
"O quanto isso pode ser generalizado não dá para saber", diz Nóbrega. "Mas só o fato de Kingsley mostrar que grandes transições podem ocorrer já é interessante o suficiente."



SUBJECT: Re: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2009 20:49

Amauri: "viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser forjados..."

Não, Amauri, leia de novo, com mais atenção (e tente pensar dessa vez..:-). Isso prova que a ciência, e seu rigoroso método de validação, consegue detectar fraudes e perceber artigos forjados, ainda que as vezes demore um pouco.

E este artigo é mais sobre periódicos "abertos", que NÃO usam o rigor do sistema e NÃO fizeram o seu trabalho em validar o artigo, que sobre a ciência propriamente dita.

Pense, Amauri, faça um esforço, não doi (muito)..:-)

Homero



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@...> escreveu
>
> viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser forjados...
>
> Sds
> Amauri
> SP
> [º==]
> Brasil
> [<o>]
>
>
> Meu Blog:
> http://serumdeficiente.blogspot.com/
> http://masterofdarkness.multiply.com/
> http://publicidade-e.blogspot.com/
>
>
>
>
>
> ________________________________
> De: oraculo333 <oraculo@...>
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Enviadas: Sábado, 13 de Junho de 2009 22:35:58
> Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
>
>
>
>
>
> Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
>
> Editor pede demissão após denúncia, feita pela revista americana "The Scientist'
>
> Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
> DA REDAÇÃO
>
> O editor-chefe do periódico científico de acesso aberto "The Open Information Science Journal", Bambang Parmanto, pediu demissão anteontem, depois que foi revelado que sua revista aceitou publicar um artigo científico sem sentido, gerado por computador por dois pesquisadores brincalhões.
> A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana "The Scientist".
> O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado deles US$ 800 de taxa de publicação.
> Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na sigla em inglês.
> Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
> "Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não faz sentido nenhum", afirmou.
> Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo: "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos, extensíveis e em larga escala."
>
> Por favor, publique
> Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers, empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus "mais de 200 periódicos".
> "Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à "The Scientist".
> O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em publicações com "peer-review" . Davis decidiu que seria antiético pagar e suspendeu o "experimento" .
> O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
> Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do leitor, elas cobram dos autores pela publicação de um artigo -taxas que podem chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por universidades e instituições de fomento.
> Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece ser o caso do "The Open Information Science Journal".
> Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para flagrar os falsos autores. O editor que renunciou, porém, disse não ter visto o artigo nem ter ficado sabendo da estratégia do chefe.
>
>
>
>
>
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>




SUBJECT: Física e filosofia
FROM: "didimo_george" <didimo.george@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2009 01:46

Num artigo de 1936 intitulado "Física e Realidade", Einstein explicou por que razão o físico não pode simplesmente condescender com o filósofo mas tem de ser ele próprio um filósofo:

Tem-se dito frequentemente, e certamente não sem justificação, que o homem de ciência é um fraco filósofo. Por que razão então não deveria ser a atitude certa do físico a de deixar o filosofar ao filósofo? Tal poderia de facto ser a atitude certa a tomar numa altura em que o físico acredita que tem à sua disposição um rígido sistema de conceitos fundamentais e leis fundamentais tão bem estabelecidas que ondas de dúvidas os não podem alcançar; mas não pode ser certo num momento em que os próprios fundamentos da física se tornaram problemáticos como o são agora. Num tempo como o presente, quando a experiência nos força a procurar um mais novo e mais sólido fundamento, o físico não pode simplesmente ceder ao filósofo a contemplação crítica dos fundamentos teóricos; pois ele próprio sabe melhor e sente mais seguramente onde a porca torce o rabo. Na busca de um novo fundamento, ele deve tentar tornar claro para si próprio até que ponto os conceitos que usa são justificados e necessários.3




SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/06/2009 07:52

Aqui:
 
<Fermat resolveu esta dificuldade de uma maneira muito simples: para determinar uma tangente a uma curva num ponto P considerou outro ponto Q sobre a curva; considerou a reta PQ secante à curva. Seguidamente fez deslizar Q ao longo da curva em direcção a P, obtendo deste modo retas PQ que se aproximavam duma reta t a que Fermat chamou a reta tangente à curva no ponto P.>
 
há o pulo do gato; este triângulo foi estudado por Barrow. Até os livros de cinemática (sérios), ao darem a interpretação da derivada (nos gráficos), referem-se ao " triângulo de Barrow".
 
Além disso, ninguém leu o espetacular artigo sobre a introdução das derivadas e integrais posto em
 
http://www.feiradeciencias.com.br/sala04/04_17.asp
 
He he he ...
 
[]´
     ===========================
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        leo@feiradeciencias.com.br
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     ===========================
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 12, 2009 6:17 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.

Para outros interessados, pois Álvaro e Felipe já conhecem essas coisas, uma boa fonte de pesquisa, que recomendo, é: História da Matemática, de Carl B.Boyer, tradução de Elza F. Gomide.
Contudo, não retirado de lá, mas de um techo que peguei na internet(onde o ruim é só uma minoria de coisas), posto a história a seguir, que conta o causo como o causo foi, de maneira bastante simplificada.
Relata, a menos da notação, como pode ter surgido o embrião do cálculo diferencial, ao qual Leibnz e o super Newton deram um tratamento bastante original, este último com vistas à física que ia desenvolvendo.

"O conceito de função que hoje pode parecer simples, é o resultado de uma lenta e longa evolução histórica iniciada na Antiguidade quando, por exemplo, os matemáticos Babilónios utilizaram tabelas de quadrados e de raízes quadradas e cúbicas ou quando os Pitagóricos tentaram relacionar a altura do som emitido por cordas submetidas à mesma tensão com o seu comprimento. Nesta época o conceito de função não estava claramente definido: as relações entre as variáveis surgiam de forma implícita e eram descritas verbalmente ou por um gráfico. 

Só no séc. XVII, quando Descartes e Pierre Fermat introduziram as coordenadas cartesianas, se tornou possível transformar problemas geométricos em problemas algébricos e estudar analiticamente funções. A Matemática recebe assim um grande impulso, nomeadamente na sua aplicabilidade a outras ciências - os cientistas passam, a partir de observações ou experiências realizadas, a procurar determinar a fórmula ou função que relaciona as variáveis em estudo. A partir daqui todo o estudo se desenvolve em torno das propriedades de tais funções. Por outro lado, a introdução de coordenadas, além de facilitar o estudo de curvas já conhecidas permitiu a "criação" de novas curvas, imagens geométricas de funções definidas por relacões entre variáveis. 

Foi enquanto se dedicava ao estudo de algumas destas funções que Fermat deu conta das limitações do conceito clássico de reta tangente a uma curva como sendo aquela que encontrava a curva num único ponto. Tornou-se assim importante reformular tal conceito e encontrar um processo de traçar uma tangente a um gráfico num dado ponto - esta dificuldade ficou conhecida na História da Matemática como o " Problema da Tangente".


Fermat resolveu esta dificuldade de uma maneira muito simples: para determinar uma tangente a uma curva num ponto P considerou outro ponto Q sobre a curva; considerou a reta PQ secante à curva. Seguidamente fez deslizar Q ao longo da curva em direcção a P, obtendo deste modo retas PQ que se aproximavam duma reta t a que Fermat chamou a reta tangente à curva no ponto P.

Fermat notou que para certas funções, nos pontos onde a curva assumia valores extremos, a tangente ao gráfico devia ser uma reta horizontal, já que ao comparar o valor assumido pela função num desses pontos P(x, f(x)) com o valor assumido no outro ponto Q(x+E, f(x+E)) próximo de P, a diferença entre f(x+E) e f(x) era muito pequena, quase nula, quando comparada com o valor de E, diferença das abcissas de Q e P. Assim, o problema de determinar extremos e de determinar tangentes a curvas passam a estar intimamente relacionados. 

Estas ideias constituiram o embrião do conceito de DERIVADA e levou Laplace a considerar Fermat "o verdadeiro inventor do Cálculo Diferencial". Contudo, Fermat não dispunha de notação apropriada e o conceito de limite não estava ainda claramente definido. 

No séc.XVII, Leibniz algebriza o Cálculo Infinitésimal, introduzindo os conceitos de variável, constante e parâmetro, bem como a notação dx e dy para designar "a menor possível das diferenças em x e em y. Desta notação surge o nome do ramo da Matemática conhecido hoje como " Cálculo Diferencial ". 

Assim, embora só no século XIX Cauchy introduzia formalmente o conceito de limite e o conceito de derivada, a partir do séc. XVII, com Leibniz e Newton, o Cálculo Diferencial torna-se um instrumento cada vez mais indispensável pela sua aplicabilidade aos mais diversos campos da Ciência."

 

Sds,

Victor.

"Não se fazem mais Newtons, Leibniz, Fermats, Cauchys, Laplaces, Euler, Lagranges, etc. como antigamente."

 

 
 
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, June 10, 2009 10:53 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.

Qual parte não está correta? A parte onde digo que Arquimedes e Eudoxo
não fizeram a passagem ao limite ou a parte onde digo que não se poderia
esperar que os franceses atribuissem a um inglês e a um alemão a
invenção do cálculo?

[ ]s

Alvaro Augusto

luiz silva escreveu:
>
>
> Olá Alvaro,
>
> A sua afirmação não está 100% correta....Fermat foi um dos pais do
> cálculo...na realidade o avô...pois seu método para traçar tangentes a
> curvas, calcular centros de massa e gravidade e áreas foi a base do
> cálculo desenvolvido por Newton.
>
> Abs
> Felipe
>
> --- Em *ter, 9/6/09, Alvaro Augusto (L) /<alvaro@lunabay.com.br>/*
> escreveu:
>
>
> De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
> Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Terça-feira, 9 de Junho de 2009, 16:12
>
> Arquimedes e Eudoxo não fizeram a passagem ao limite. Quanto aos
> franceses afirmarem que Fermat chegou antes ao cálculo, bem, o que
> esperava que os *franceses *dissessem?
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
>
> Paulo - yahoo escreveu:
>> Léo:
>>
>> > Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a
>> partir de Newton (com seus fluxions) ?
>>
>>
>> a) Lembro-me de ter lido, há alguns meses (vou ter de procurar
>> onde foi - desculpe-me por citar de memória):
>>
>> - As idéias mais antigas são de Arquimedes e Eudoxo.
>> (Método da Exaustão)
>>
>> - O mesmo autor dizia que Newton parece ter sido o primeiro
>> matemático mais "recente" que desenvolveu as idéias do Cálculo,
>> mas Leibniz chegou independentemente a resultados parecidos de
>> modo totalmente independente, e publicou primeiro (mas Leibniz
>> "teria" reconhecido que Newton o havia antecipado).
>>
>> - Por sua vez, os franceses consideram que Pierre de Fermat já
>> havia antecedido a ambos.
>>
>> b) "Talvez" o livro "A Guerra do Cálculo", de Jason Socrates
>> Bardi, editora Record esclareça esses pontos (ainda não o li -
>> não posso garantir se é ou não esclarecedor) :
>>
>> http://www.editorar ecord.com. br/livro_ sinopse.asp? id_livro=
>> 23739
>> <http://www.editorarecord.com.br/livro_sinopse.asp?id_livro=23739>
>>
>>
>> Se conseguir encontrar de onde foi que tirei as informações que
>> mencionei acima, envio para a lista
>>
>> Paulo
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/06/2009 08:29

Oi Belmiro,
 
muito bom relembrar este artigo de "primeiro de Abril" do amigo Newton Carvalho Braga na Revista Saber Eletrônica. Nesta época eu também escrevia para tal revista (devo ter uma centena de artigos lá) e convidei o Newton para trabalhar comigo no "Objetivo" pois coordenava o chamado "Curso Profissionalizante" e incluímos a Eletrônica na grade curricular. Foi nesta época que escrevi meu primeiro livro de eletrônica onde descrevi a montagem de um rádio (valvulado) em kits personalizados feitos na minha modesta oficina. Ainda tenho alguns (não mais de três) exemplares dessa raridade! Ah! Nas páginas finais deste livro há uma simplória introdução aos transistores bipolares (germânio).
O artigo do primeiro de abril foi excelente; impossível, mas excelente!
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, June 14, 2009 11:19 AM
Subject: Re: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado

 
     Isto me lembra um artigo publicado na revista Nova Eletrônica, (ou Saber Eletrônica, não lembro bem), lá pelos idos de 1978. Era sobre um novo sistema de agulha de captação em sulcos de discos de vinil. Seria o substituto dos braços com agulha para reprodução de vinil. Neste caso, a agulha ficava em um carrinho que rodava sobre o disco que ficava parado. O sinal era transmitido via rádio. O autor descrevia com rigor as vantagens do novo sistema em relação ao antigo. O nome era LIRPA 1, que é primeiro de abril em inglês de trás para frente. A brincadeira só seria revelada na edição do mês seguinte. Mas não deu tempo. Um professor, afoito por novas tecnologias ministrou uma palestra sobre o novo sistema. A maior gafe...
 
  [],s
  Belmiro


--- Em dom, 14/6/09, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Domingo, 14 de Junho de 2009, 1:35

Periódico científico aceita publicar trabalho forjado

Editor pede demissão após denúncia, feita pela revista americana "The Scientist'

Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
DA REDAÇÃO

O editor-chefe do periódico científico de acesso aberto "The Open Information Science Journal", Bambang Parmanto, pediu demissão anteontem, depois que foi revelado que sua revista aceitou publicar um artigo científico sem sentido, gerado por computador por dois pesquisadores brincalhões.
A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana "The Scientist".
O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado deles US$ 800 de taxa de publicação.
Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na sigla em inglês.
Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
"Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não faz sentido nenhum", afirmou.
Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo: "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos, extensíveis e em larga escala."

Por favor, publique
Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers, empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus "mais de 200 periódicos".
"Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à "The Scientist".
O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em publicações com "peer-review" . Davis decidiu que seria antiético pagar e suspendeu o "experimento" .
O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do leitor, elas cobram dos autores pela publicação de um artigo -taxas que podem chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por universidades e instituições de fomento.
Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece ser o caso do "The Open Information Science Journal".
Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para flagrar os falsos autores. O editor que renunciou, porém, disse não ter visto o artigo nem ter ficado sabendo da estratégia do chefe.



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SUBJECT: Uma questão de escala
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 15/06/2009 10:11

Uma questão de escala

Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes. Clique para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para fornecer uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se que a bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma única volta em seu equador.

Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o Universo. Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram sabiamente a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões incrivelmente comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo – e o atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela mediana que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que esse suposto “deus” teria revelado aos antigos.

Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo, verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal temos nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.

“A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram suas mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu devo ser forte! Amém!” -Dan Barker


SUBJECT: Re: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2009 15:31
ATTACHMENTS (20090615-153124-0000097): "alvaro.vcf"

Eu me lembro desse artigo! Nos dias de hoje o autor seria devidamente
processado...

[ ]s

Alvaro Augusto



Belmiro Wolski escreveu:
>
>
>
> Isto me lembra um artigo publicado na revista Nova Eletrônica,
> (ou Saber Eletrônica, não lembro bem), lá pelos idos de 1978. Era
> sobre um novo sistema de agulha de captação em sulcos de discos de
> vinil. Seria o substituto dos braços com agulha para reprodução de
> vinil. Neste caso, a agulha ficava em um carrinho que rodava sobre o
> disco que ficava parado. O sinal era transmitido via rádio. O autor
> descrevia com rigor as vantagens do novo sistema em relação ao antigo.
> O nome era LIRPA 1, que é primeiro de abril em inglês de trás para
> frente. A brincadeira só seria revelada na edição do mês seguinte. Mas
> não deu tempo. Um professor, afoito por novas tecnologias ministrou
> uma palestra sobre o novo sistema. A maior gafe...
>
> [],s
>
> Belmiro
>
>
> --- Em *dom, 14/6/09, oraculo333 /<oraculo@atibaia.com.br>/* escreveu:
>
>
> De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
> Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar
> trabalho forjado
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Domingo, 14 de Junho de 2009, 1:35
>
> Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
>
> Editor pede demissão após denúncia, feita pela revista americana
> "The Scientist'
>
> Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num
> programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
> DA REDAÇÃO
>
> O editor-chefe do periódico científico de acesso aberto "The Open
> Information Science Journal", Bambang Parmanto, pediu demissão
> anteontem, depois que foi revelado que sua revista aceitou
> publicar um artigo científico sem sentido, gerado por computador
> por dois pesquisadores brincalhões.
> A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana
> "The Scientist".
> O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito
> já havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo
> pelo qual artigos científicos são avaliados por pareceristas
> independentes -justamente para evitar erros ou fraudes. Em
> seguida, teria cobrado deles US$ 800 de taxa de publicação.
> Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de
> Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e
> Andrew Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica
> Philip Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson,
> executivo do periódico de acesso fechado "New England Journal of
> Medicine". No artigo de gozação, os autores se intitulavam
> pesquisadores de um certo Center for Research in Applied
> Phrenology, ou Crap ("titica"), na sigla em inglês.
> Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de
> computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de
> Massachusetts) que gera randomicamente artigos científicos. Em sua
> página na internet (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do
> programa dizem logo de cara: "Nosso objetivo é maximizar a
> diversão, não a coerência".
> "Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse
> Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas
> não faz sentido nenhum", afirmou.
> Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo:
> "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse
> tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha
> desse tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser
> empáticos, extensíveis e em larga escala."
>
> Por favor, publique
> Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science
> Publishers, empresa que edita o "Open Information Science
> Journal", depois de receber diversos spams solicitando que
> submetesse artigos a um de seus "mais de 200 periódicos".
> "Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles
> estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à
> "The Scientist".
> O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana
> passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o
> artigo havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de
> US$ 800. Mas nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo
> corriqueiro em publicações com "peer-review" . Davis decidiu que
> seria antiético pagar e suspendeu o "experimento" .
> O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso
> fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos
> abertos.
> Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao
> torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do
> leitor, elas cobram dos autores pela publicação de um artigo
> -taxas que podem chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por
> universidades e instituições de fomento.
> Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o
> surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece
> ser o caso do "The Open Information Science Journal".
> Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista
> "New Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a
> fraude para flagrar os falsos autores. O editor que renunciou,
> porém, disse não ter visto o artigo nem ter ficado sabendo da
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>
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2009 16:06

Ola Leo,
 
Não li o material q vc citou, mas eles foram contemplrâneos...assim como Newton e Leibniz...assim, a guerra continua...rs
 
Abs
Felipe

--- Em seg, 15/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 15 de Junho de 2009, 7:52

Aqui:
 
<Fermat resolveu esta dificuldade de uma maneira muito simples: para determinar uma tangente a uma curva num ponto P considerou outro ponto Q sobre a curva; considerou a reta PQ secante à curva. Seguidamente fez deslizar Q ao longo da curva em direcção a P, obtendo deste modo retas PQ que se aproximavam duma reta t a que Fermat chamou a reta tangente à curva no ponto P.>
 
há o pulo do gato; este triângulo foi estudado por Barrow. Até os livros de cinemática (sérios), ao darem a interpretação da derivada (nos gráficos), referem-se ao " triângulo de Barrow".
 
Além disso, ninguém leu o espetacular artigo sobre a introdução das derivadas e integrais posto em
 
 
He he he ...
 
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
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     ============ ========= ======
----- Original Message -----
From: J.Victor
Sent: Friday, June 12, 2009 6:17 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.

Para outros interessados, pois Álvaro e Felipe já conhecem essas coisas, uma boa fonte de pesquisa, que recomendo, é: História da Matemática, de Carl B.Boyer, tradução de Elza F. Gomide.
Contudo, não retirado de lá, mas de um techo que peguei na internet(onde o ruim é só uma minoria de coisas), posto a história a seguir, que conta o causo como o causo foi, de maneira bastante simplificada.
Relata, a menos da notação, como pode ter surgido o embrião do cálculo diferencial, ao qual Leibnz e o super Newton deram um tratamento bastante original, este último com vistas à física que ia desenvolvendo.

"O conceito de função que hoje pode parecer simples, é o resultado de uma lenta e longa evolução histórica iniciada na Antiguidade quando, por exemplo, os matemáticos Babilónios utilizaram tabelas de quadrados e de raízes quadradas e cúbicas ou quando os Pitagóricos tentaram relacionar a altura do som emitido por cordas submetidas à mesma tensão com o seu comprimento. Nesta época o conceito de função não estava claramente definido: as relações entre as variáveis surgiam de forma implícita e eram descritas verbalmente ou por um gráfico. 

Só no séc. XVII, quando Descartes e Pierre Fermat introduziram as coordenadas cartesianas, se tornou possível transformar problemas geométricos em problemas algébricos e estudar analiticamente funções. A Matemática recebe assim um grande impulso, nomeadamente na sua aplicabilidade a outras ciências - os cientistas passam, a partir de observações ou experiências realizadas, a procurar determinar a fórmula ou função que relaciona as variáveis em estudo. A partir daqui todo o estudo se desenvolve em torno das propriedades de tais funções. Por outro lado, a introdução de coordenadas, além de facilitar o estudo de curvas já conhecidas permitiu a "criação" de novas curvas, imagens geométricas de funções definidas por relacões entre variáveis. 

Foi enquanto se dedicava ao estudo de algumas destas funções que Fermat deu conta das limitações do conceito clássico de reta tangente a uma curva como sendo aquela que encontrava a curva num único ponto. Tornou-se assim importante reformular tal conceito e encontrar um processo de traçar uma tangente a um gráfico num dado ponto - esta dificuldade ficou conhecida na História da Matemática como o " Problema da Tangente".


Fermat resolveu esta dificuldade de uma maneira muito simples: para determinar uma tangente a uma curva num ponto P considerou outro ponto Q sobre a curva; considerou a reta PQ secante à curva. Seguidamente fez deslizar Q ao longo da curva em direcção a P, obtendo deste modo retas PQ que se aproximavam duma reta t a que Fermat chamou a reta tangente à curva no ponto P.

Fermat notou que para certas funções, nos pontos onde a curva assumia valores extremos, a tangente ao gráfico devia ser uma reta horizontal, já que ao comparar o valor assumido pela função num desses pontos P(x, f(x)) com o valor assumido no outro ponto Q(x+E, f(x+E)) próximo de P, a diferença entre f(x+E) e f(x) era muito pequena, quase nula, quando comparada com o valor de E, diferença das abcissas de Q e P. Assim, o problema de determinar extremos e de determinar tangentes a curvas passam a estar intimamente relacionados. 

Estas ideias constituiram o embrião do conceito de DERIVADA e levou Laplace a considerar Fermat "o verdadeiro inventor do Cálculo Diferencial" . Contudo, Fermat não dispunha de notação apropriada e o conceito de limite não estava ainda claramente definido. 

No séc.XVII, Leibniz algebriza o Cálculo Infinitésimal, introduzindo os conceitos de variável, constante e parâmetro, bem como a notação dx e dy para designar "a menor possível das diferenças em x e em y. Desta notação surge o nome do ramo da Matemática conhecido hoje como " Cálculo Diferencial ". 

Assim, embora só no século XIX Cauchy introduzia formalmente o conceito de limite e o conceito de derivada, a partir do séc. XVII, com Leibniz e Newton, o Cálculo Diferencial torna-se um instrumento cada vez mais indispensável pela sua aplicabilidade aos mais diversos campos da Ciência."

 

Sds,

Victor.

"Não se fazem mais Newtons, Leibniz, Fermats, Cauchys, Laplaces, Euler, Lagranges, etc. como antigamente. "

 

 
 
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Sent: Wednesday, June 10, 2009 10:53 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.

Qual parte não está correta? A parte onde digo que Arquimedes e Eudoxo
não fizeram a passagem ao limite ou a parte onde digo que não se poderia
esperar que os franceses atribuissem a um inglês e a um alemão a
invenção do cálculo?

[ ]s

Alvaro Augusto

luiz silva escreveu:
>
>
> Olá Alvaro,
>
> A sua afirmação não está 100% correta....Fermat foi um dos pais do
> cálculo...na realidade o avô...pois seu método para traçar tangentes a
> curvas, calcular centros de massa e gravidade e áreas foi a base do
> cálculo desenvolvido por Newton.
>
> Abs
> Felipe
>
> --- Em *ter, 9/6/09, Alvaro Augusto (L) /<alvaro@lunabay. com.br>/*
> escreveu:
>
>
> De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br>
> Assunto: Re: [ciencialist] Fw: DÚVIDA.
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Data: Terça-feira, 9 de Junho de 2009, 16:12
>
> Arquimedes e Eudoxo não fizeram a passagem ao limite. Quanto aos
> franceses afirmarem que Fermat chegou antes ao cálculo, bem, o que
> esperava que os *franceses *dissessem?
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
>
> Paulo - yahoo escreveu:
>> Léo:
>>
>> > Quem tem um breve histórico sobre o desenvolvimento do tema, a
>> partir de Newton (com seus fluxions) ?
>>
>>
>> a) Lembro-me de ter lido, há alguns meses (vou ter de procurar
>> onde foi - desculpe-me por citar de memória):
>>
>> - As idéias mais antigas são de Arquimedes e Eudoxo.
>> (Método da Exaustão)
>>
>> - O mesmo autor dizia que Newton parece ter sido o primeiro
>> matemático mais "recente" que desenvolveu as idéias do Cálculo,
>> mas Leibniz chegou independentemente a resultados parecidos de
>> modo totalmente independente, e publicou primeiro (mas Leibniz
>> "teria" reconhecido que Newton o havia antecipado).
>>
>> - Por sua vez, os franceses consideram que Pierre de Fermat já
>> havia antecedido a ambos.
>>
>> b) "Talvez" o livro "A Guerra do Cálculo", de Jason Socrates
>> Bardi, editora Record esclareça esses pontos (ainda não o li -
>> não posso garantir se é ou não esclarecedor) :
>>
>> http://www.editorar ecord.com. br/livro_ sinopse.asp? id_livro=
>> 23739
>> <http://www.editorar ecord.com. br/livro_ sinopse.asp? id_livro= 23739>
>>
>>
>> Se conseguir encontrar de onde foi que tirei as informações que
>> mencionei acima, envio para a lista
>>
>> Paulo
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SUBJECT: OGM's oferecem riscos?
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2009 16:44

Assunto interessante: o que acham?


=======================================

Why is genetic engineering a risky technology?

Gene insertion is a major problem. You cannot direct where the splicing of the genetic construct will happen. It is well known that when you insert a genetic construct into the DNA network of a plant, you create changes in that network. As a result, you will get changes in the functionality of the plant's own genes. They may become more active or silent. The effects will be unpredictable and uncontrollable. It can sometimes cause irreparable damage to the genome. This is insertional mutagenesis.

=======================================
Quem quiser ver a entrevista toda, pode ir em: http://www.organicconsumers.org/articles/article_18101.cfm
Ps: Não sou "organic consumer" (na verdade não faço idéia do que estou comendo a maior parte do tempo!)



SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2009 18:08

Ps: Todos os nomes são inventos e convenções humanas ::))
 
Abs
Felipe

--- Em seg, 15/6/09, Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com> escreveu:

De: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
Assunto: [ciencialist] Uma questão de escala
Para:
Data: Segunda-feira, 15 de Junho de 2009, 10:11

Uma questão de escala

Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes. Clique para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para fornecer uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se que a bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma única volta em seu equador.
Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o Universo. Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram sabiamente a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões incrivelmente comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo – e o atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela mediana que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que esse suposto “deus” teria revelado aos antigos.
Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo, verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal temos nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
“A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram suas mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu devo ser forte! Amém!” -Dan Barker


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SUBJECT: Res: [ciencialist] OGM's oferecem riscos?
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2009 18:44

tem em portugues?
 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

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De: Gil <nanolink01@gmail.com>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 15 de Junho de 2009 16:44:19
Assunto: [ciencialist] OGM's oferecem riscos?

Assunto interessante: o que acham?


============ ========= ========= =========

Why is genetic engineering a risky technology?

Gene insertion is a major problem. You cannot direct where the splicing of the genetic construct will happen. It is well known that when you insert a genetic construct into the DNA network of a plant, you create changes in that network. As a result, you will get changes in the functionality of the plant's own genes. They may become more active or silent. The effects will be unpredictable and uncontrollable. It can sometimes cause irreparable damage to the genome. This is insertional mutagenesis.

============ ========= ========= =========
Quem quiser ver a entrevista toda, pode ir em: http://www.organicc onsumers. org/articles/ article_18101. cfm
Ps: Não sou "organic consumer" (na verdade não faço idéia do que estou comendo a maior parte do tempo!)




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SUBJECT: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2009 18:49

Homero

Eu penso, tanto que pus em xeque várias teorias cientificas no meu crivo critico, não sei se todos podem fazer isso...
 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

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De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Domingo, 14 de Junho de 2009 20:49:40
Assunto: Re: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado

Amauri: "viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser forjados..."

Não, Amauri, leia de novo, com mais atenção (e tente pensar dessa vez..:-). Isso prova que a ciência, e seu rigoroso método de validação, consegue detectar fraudes e perceber artigos forjados, ainda que as vezes demore um pouco.

E este artigo é mais sobre periódicos "abertos", que NÃO usam o rigor do sistema e NÃO fizeram o seu trabalho em validar o artigo, que sobre a ciência propriamente dita.

Pense, Amauri, faça um esforço, não doi (muito)..:-)

Homero

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@ ...> escreveu
>
> viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser forjados...
>
> Sds
> Amauri
> SP
> [º==]
> Brasil
> [<o>]
>
>
> Meu Blog:
> http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> http://masterofdark ness.multiply. com/
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>
>
>
>
>
> ____________ _________ _________ __
> De: oraculo333 <oraculo@... >
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Enviadas: Sábado, 13 de Junho de 2009 22:35:58
> Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
>
>
>
>
>
> Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
>
> Editor pede demissão após denúncia, feita pela revista americana "The Scientist'
>
> Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
> DA REDAÇÃO
>
> O editor-chefe do periódico científico de acesso aberto "The Open Information Science Journal", Bambang Parmanto, pediu demissão anteontem, depois que foi revelado que sua revista aceitou publicar um artigo científico sem sentido, gerado por computador por dois pesquisadores brincalhões.
> A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana "The Scientist".
> O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado deles US$ 800 de taxa de publicação.
> Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na sigla em inglês.
> Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
> "Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não faz sentido nenhum", afirmou.
> Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo: "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos, extensíveis e em larga escala."
>
> Por favor, publique
> Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers, empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus "mais de 200 periódicos".
> "Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à "The Scientist".
> O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em publicações com "peer-review" . Davis decidiu que seria antiético pagar e suspendeu o "experimento" .
> O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
> Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do leitor, elas cobram dos autores pela publicação de um artigo -taxas que podem chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por universidades e instituições de fomento.
> Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece ser o caso do "The Open Information Science Journal".
> Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para flagrar os falsos autores. O editor que renunciou, porém, disse não ter visto o artigo nem ter ficado sabendo da estratégia do chefe.
>
>
>
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>



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cientistas revertem evolução e devolvem barbatanas a peixe
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2009 19:38

Ola Homero,
 
Me tira uma dúvida, um programa sobre a T. evolução, acho que na Netgeo, falava de um experimento bem parecido, envolvendo, acho eu, os mesmos peixes....Porém, sem intervenção de engenharia genética...O que se fazia era trocar os peixes de ambiente (com predadores, para sem predadores...eu acho), e as mutações aconteciam.
 
Estes experimentos estão relacionados ?
 
Abs
Felipe

--- Em dom, 14/6/09, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
Assunto: [ciencialist] Cientistas revertem evolução e devolvem barbatanas a peixe
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Domingo, 14 de Junho de 2009, 20:46

Cientistas revertem evolução e devolvem barbatanas a peixe

Experimento, inédito, foi feito por grupo da Universidade Stanford, EUA, que estuda a genética da espécie há 11 anos

Animais de água doce, que perderam os apêndices há mais de 10 mil anos, tiveram restaurada característica de seu ancestral marinho

Divulgação

CLAUDIO ANGELO
ENVIADO ESPECIAL A COLD SPRING HARBOR

Os criacionistas costumam dizer que Darwin está errado porque nunca viram uma espécie se transformar em outra. Pois cientistas americanos acabam de fazer quase isso: transformaram um peixe de água doce no seu ancestral marinho, revertendo a evolução.
A pesquisa, inédita, foi apresentada no último dia 27 nos EUA a uma plateia de cientistas pelo biólogo David Kingsley, da Universidade Stanford. Foi um dos pontos altos do 74º Simpósio de Cold Spring Harbor sobre Biologia Quantitativa.
O resultado culmina um esforço de 11 anos de Kingsley e seus colegas para decifrar o mais novo animal modelo da biologia, o peixinho esgana-gata (Gasterosteus aculeatus).
O que os pesquisadores fizeram foi devolver a esgana-gatas de água doce, que habitam lagos nos EUA, um par de barbatanas pélvicas em forma de espinho. Essas estruturas estão nas populações marinhas do bicho, mas foram perdidas em algumas populações de lagos nos últimos 10 mil anos.
O grupo também devolveu aos peixes lacustres as placas ósseas externas que caracterizam os esgana-gatas marinhos, mas que igualmente se perderam na água doce.

Reversão
"Nós revertemos dois grandes traços morfológicos" , disse Kingsley à Folha. "Ganho ou perda de um membro é um grande traço. É o tipo de coisa com base na qual os zoólogos classificam organismos em diferentes categorias."
Ambas estruturas são usadas para defesa dos esgana-gatas, que são refeição de diversos predadores no mar.
Os espinhos, na pelve e no dorso, ferem predadores de boca mole, como trutas. Em alguns dos lagos em que os peixinhos ficaram presos no fim da Era Glacial, porém, maiores inimigos dos esgana-gatas são insetos. Eles agarram suas vítimas justamente pelos espinhos da pelve.
Onde há pressão de insetos e pouco cálcio na água, a evolução acabou por eliminar os espinhos. Quanto à armadura óssea, ela se perdeu em todos os esgana-gatas de água doce. "Isso dá mais flexibilidade e velocidade de nado", afirmou Kingsley. Restava descobrir de que forma isso aconteceu -o mecanismo molecular da perda- e, por fim, tentar emular a ação da seleção natural.

Modelo à espera
Kingsley decidiu estudar o esgana-gata em 1998. "Havia milhares de trabalhos sobre ele, mas ninguém havia feito sua genética molecular. Era um animal modelo esperando para acontecer", recorda-se.
Os cientistas começaram coletando animais de várias populações de mar e de lago, com características diferentes (presença ou não de espinhos pélvicos ou armadura), e cruzando-os. Observando os traços em milhares de filhotes e analisando o seu DNA, mapearam os genes que respondiam por eles.
O gene que controla quase toda a formação dos espinhos pélvicos, por exemplo, foi identificado: era o Pitx1. Mas Kingsley e colegas ainda precisavam saber o que acontecia no gene para fazer a diferença entre a presença da pelve no animal marinho e sua ausência no esgana-gatas de água doce.
Para isso, eles sequenciaram o Pitx1 dos dois peixes. Aí veio a surpresa: "Não havia diferença alguma na parte codificante do gene", conta Kingsley. "Isso faz sentido, porque o Pitx1 está envolvido na formação da glândula ptuitária e da mandíbula. Não dá para zoar com todas as funções de um gene desses."
O segredo estava nas sequências de DNA que não trazem a receita para a fabricação de nenhuma proteína (e que até algum tempo atrás eram consideradas mero "lixo" genético), mas que controlam a intensidade com que o gene se liga em certos tecidos e em certas fases do desenvolvimento.
Para descobrir que sequências eram essas, o grupo quebrou o DNA em pedacinhos e injetou cada pedacinho em um embrião de peixe para ver no que dava. A busca levou anos.
Finalmente, o time chegou à "região mágica" de controle. Os peixes de lago tiveram em sua evolução um trecho de DNA apagado que estava intacto nos ancestrais marinhos. O tamanho do bloco deletado variava entre sa populações, mas a região era sempre a mesma.
A prova final foi feita por um aluno de Kingsley, Frank Chan: pegar o trecho de DNA do peixe marinho e injetá-lo no lacustre. "Ficamos maravilhados em ver que isso funciona", disse o biólogo. "A região de controle do Pitx1 do peixe marinho gera um peixe que tem uma estrutura pélvica de novo." O mesmo foi feito para a sequência reguladora do gene Ectodysplasin, que controla a armadura.

Abaixo as mariposas
"Esse é o mais belo exemplo demonstrando um mecanismo molecular de evolução que eu já vi", diz o geneticista brasileiro Marcelo Nóbrega, da Universidade de Chicago, que assistiu à palestra de Kingsley.
"A seleção natural que atuou sobre esses peixes pode agora ser explicada quimicamente, não apenas como uma abstração. Nossa geração foi apresentada à evolução usando como exemplo mariposas na Inglaterra. Nossos filhos provavelmente aprenderão com o trabalho de David Kingsley."
A pesquisa traz uma implicação intrigante: grandes transições evolutivas, como a perda ou o ganho de membros, podem ocorrer sem alterações na sequência de um gene e em um só passo -como aconteceu com os esgana-gatas- , e não por pequenas mutações, como prevê o darwinismo padrão.
"O quanto isso pode ser generalizado não dá para saber", diz Nóbrega. "Mas só o fato de Kingsley mostrar que grandes transições podem ocorrer já é interessante o suficiente."



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/06/2009 20:12

Kentaro Mori escreveu:
[ Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo, verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal temos nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes. ]
............................................
 
José Renato comenta:
 
A mesma admiração, que o autor expõe na frase acima, fez os antigos afirmarem sobre os abismos da terra, as profundezas do mar e as alturas do céu utilizando, há mais de três milênios, conceitos como eterno e infinito, os quais vão muito além do que o espanto ante uma grande estrela quando comparada com a velocidade de um avião a jato, considerado muito rápido para nós outros.
 
Ao ler sem presunção livros bem antigos como Sabedoria e Eclesiástico, percebemos que nossos limites não mudaram tanto assim para desprezá-los como letra morta ou de validade vencida. A fé antecede a verdade. Parece-se com um "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior consciência.
 
[]s
 
José Renato
........................................
----- Original Message -----
From: Kentaro Mori
To: undisclosed-recipients:
Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
Subject: [ciencialist] Uma questão de escala

Uma questão de escala

Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes. Clique para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para fornecer uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se que a bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma única volta em seu equador.

Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o Universo. Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram sabiamente a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões incrivelmente comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo – e o atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela mediana que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que esse suposto “deus” teria revelado aos antigos.

Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo, verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal temos nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.

“A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram suas mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu devo ser forte! Amém!” -Dan Barker


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Atualizado em 15/06/2009


SUBJECT: ajuda - tipo de solo
FROM: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/06/2009 22:43

Olá, boa noite!!
 
Estou precisando de uma ajudinha (mais uma rsrs).
Onde posso encontrar informações referente aos tipos de solos do Brasil? Mais especificamente da região centro-norte do Estado da Bahia.
O que consegui, foi de que o solo é planossolo e regossolo, mas o que isto significa? É ácido, pobre em nutrientes?
 
Sei que a lista não é especifica de agronomia, mas se alguém puder dar uma dica!
 

[ ]'s

Aline



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SUBJECT: Re: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2009 23:30
ATTACHMENTS (20090615-233022-0000106): "alvaro.vcf"

Colocar teorias científicas em xeque é coisa que qualquer um faz com a
maior facilidade. Difícil é dar o xeque mate!

[ ]s

Alvaro Augusto



Amauri N. Sanches Jr escreveu:
>
>
> Homero
>
> Eu penso, tanto que pus em xeque várias teorias cientificas no meu
> crivo critico, não sei se todos podem fazer isso...
>
> Sds
> Amauri
> SP
> *[º==]*
> *Brasil*
> [<o>]
>
> Meu Blog:
> http://serumdeficiente.blogspot.com/
> http://masterofdarkness.multiply.com/
> http://publicidade-e.blogspot.com/
>
>
>
> ------------------------------------------------------------------------
> *De:* oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
> *Para:* ciencialist@yahoogrupos.com.br
> *Enviadas:* Domingo, 14 de Junho de 2009 20:49:40
> *Assunto:* Re: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar
> trabalho forjado
>
> Amauri: "viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser
> forjados..."
>
> Não, Amauri, leia de novo, com mais atenção (e tente pensar dessa
> vez..:-). Isso prova que a ciência, e seu rigoroso método de
> validação, consegue detectar fraudes e perceber artigos forjados,
> ainda que as vezes demore um pouco.
>
> E este artigo é mais sobre periódicos "abertos", que NÃO usam o rigor
> do sistema e NÃO fizeram o seu trabalho em validar o artigo, que sobre
> a ciência propriamente dita.
>
> Pense, Amauri, faça um esforço, não doi (muito)..:-)
>
> Homero
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>, "Amauri N. Sanches Jr"
> <amaurijunior2@ ...> escreveu
> >
> > viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser forjados...
> >
> > Sds
> > Amauri
> > SP
> > [º==]
> > Brasil
> > [<o>]
> >
> >
> > Meu Blog:
> > http://serumdeficie nte.blogspot. com/
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> > http://masterofdark ness.multiply. com/
> <http://masterofdarkness.multiply.com/>
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> >
> >
> >
> >
> > ____________ _________ _________ __
> > De: oraculo333 <oraculo@... >
> > Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
> > Enviadas: Sábado, 13 de Junho de 2009 22:35:58
> > Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho
> forjado
> >
> >
> >
> >
> >
> > Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
> >
> > Editor pede demissão após denúncia, feita pela revista americana
> "The Scientist'
> >
> > Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num
> programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
> > DA REDAÇÃO
> >
> > O editor-chefe do periódico científico de acesso aberto "The Open
> Information Science Journal", Bambang Parmanto, pediu demissão
> anteontem, depois que foi revelado que sua revista aceitou publicar um
> artigo científico sem sentido, gerado por computador por dois
> pesquisadores brincalhões.
> > A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana
> "The Scientist".
> > O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já
> havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo
> qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes
> -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado
> deles US$ 800 de taxa de publicação.
> > Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de
> Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew
> Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip
> Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do
> periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No
> artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo
> Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na
> sigla em inglês.
> > Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de
> computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts)
> que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet
> (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de
> cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
> > "Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse
> Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não
> faz sentido nenhum", afirmou.
> > Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo:
> "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse
> tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse
> tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos,
> extensíveis e em larga escala."
> >
> > Por favor, publique
> > Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers,
> empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de
> receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus
> "mais de 200 periódicos".
> > "Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles
> estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à
> "The Scientist".
> > O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana
> passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo
> havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas
> nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em
> publicações com "peer-review" . Davis decidiu que seria antiético
> pagar e suspendeu o "experimento" .
> > O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso
> fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
> > Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao
> torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do leitor,
> elas cobram dos autores pela publicação de um artigo -taxas que podem
> chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por universidades e
> instituições de fomento.
> > Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o
> surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece ser
> o caso do "The Open Information Science Journal".
> > Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New
> Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para
> flagrar os falsos autores. O editor que renunciou, porém, disse não
> ter visto o artigo nem ter ficado sabendo da estratégia do chefe.
> >
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>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: vernerstranz@click21.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 05:42

>>Muito interessante pensar que a fé antecede a verdade.Pela fé você pode
imaginar
>>o que quizer e, entre incontáveis absurdos e bizarrices, acertar de vez em
quando.
>>Mas espero que você concorde em que não se pode trocar o conhecimento pela
>>fé. [ ]s, verner.



Citando José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>:

> Kentaro Mori escreveu:
> [ Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal temos
> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes. ]
> ............................................
>
> José Renato comenta:
>
> A mesma admiração, que o autor expõe na frase acima, fez os antigos afirmarem
> sobre os abismos da terra, as profundezas do mar e as alturas do céu
> utilizando, há mais de três milênios, conceitos como eterno e infinito, os
> quais vão muito além do que o espanto ante uma grande estrela quando
> comparada com a velocidade de um avião a jato, considerado muito rápido para
> nós outros.
>
> Ao ler sem presunção livros bem antigos como Sabedoria e Eclesiástico,
> percebemos que nossos limites não mudaram tanto assim para desprezá-los como
> letra morta ou de validade vencida. A fé antecede a verdade. Parece-se com um
> "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior consciência.
>
> []s
>
> José Renato
> ........................................
> ----- Original Message -----
> From: Kentaro Mori
> To: undisclosed-recipients:
> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
>
>
>
>
>
> Uma questão de escala
>
>
> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes. Clique
> para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para fornecer
> uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se que a
> bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma
> única volta em seu equador.
>
> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o Universo.
> Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram sabiamente
> a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto
> desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à
> realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer
> absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões incrivelmente
> comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo – e o
> atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela mediana
> que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que esse
> suposto “deus” teria revelado aos antigos.
>
> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal temos
> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
>
> “A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram suas
> mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu devo
> ser forte! Amém!” -Dan Barker
>
>
>
>
>
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> Atualizado em 15/06/2009
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SUBJECT: Re: Res: [ciencialist] OGM's oferecem riscos?
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 07:32

Conheço não.
Mas há outros artigos que citam o nome do Arpad Pusztai, se não me engano,
pesquisador de OGM's e segurança alimentar.


Em Mon, 15 Jun 2009 18:44:51 -0300, Amauri N. Sanches Jr
<amaurijunior2@yahoo.com.br> escreveu:

> tem em portugues?
>
> Sds
> Amauri
> SP
> [º==]
> Brasil
> [<o>]
>
>
> Meu Blog:
> http://serumdeficiente.blogspot.com/
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> http://publicidade-e.blogspot.com/
>
>
>
>
>
> ________________________________
> De: Gil <nanolink01@gmail.com>
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Enviadas: Segunda-feira, 15 de Junho de 2009 16:44:19
> Assunto: [ciencialist] OGM's oferecem riscos?
>
>
>
>
>
> Assunto interessante: o que acham?
>
>
> ============ ========= ========= =========
>
> Why is genetic engineering a risky technology?
>
> Gene insertion is a major problem. You cannot direct where the splicing
> of the genetic construct will happen. It is well known that when you
> insert a genetic construct into the DNA network of a plant, you create
> changes in that network. As a result, you will get changes in the
> functionality of the plant's own genes. They may become more active or
> silent. The effects will be unpredictable and uncontrollable. It can
> sometimes cause irreparable damage to the genome. This is insertional
> mutagenesis.
>
> ============ ========= ========= =========
> Quem quiser ver a entrevista toda, pode ir em: http://www.organicc
> onsumers. org/articles/ article_18101. cfm
> Ps: Não sou "organic consumer" (na verdade não faço idéia do que estou
> comendo a maior parte do tempo!)
>
>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cientistas revertem evolução e devolvem barbatanas a peixe
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/06/2009 08:03

[ Os criacionistas costumam dizer que Darwin está errado porque nunca viram uma espécie se transformar em outra. (Cláudio Ângelo)]
............................................................
 
José Renato comenta:
Esse "criacionista" - seja lá o que isso signifique - imaginado pelo autor lembra o típico cidadão que não conhece as teorias de Darwin sobre as origens das espécies. 
E que tal aprender que os animais menos complexos ou menos "especializados" mantêm latentes todas as características das adaptações desenvolvidas ao longo dos séculos? São aquelas dezenas de nucleotídios, presentes no DNA, que despertam a curiosidade dos cientistas, pois, aparentemente, não têm qualquer utilidade ou função. Parece-me que o criacionismo - que aventa e busca entender o Agente Criador - vai além desses supostos limites biológicos ainda pouco conhecidos.
[]s
José Renato
........................................
----- Original Message -----
From: luiz silva
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 15, 2009 7:38 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cientistas revertem evolução e devolvem barbatanas a peixe

Ola Homero,
 
Me tira uma dúvida, um programa sobre a T. evolução, acho que na Netgeo, falava de um experimento bem parecido, envolvendo, acho eu, os mesmos peixes....Porém, sem intervenção de engenharia genética...O que se fazia era trocar os peixes de ambiente (com predadores, para sem predadores...eu acho), e as mutações aconteciam.
 
Estes experimentos estão relacionados ?
 
Abs
Felipe

--- Em dom, 14/6/09, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
Assunto: [ciencialist] Cientistas revertem evolução e devolvem barbatanas a peixe
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Domingo, 14 de Junho de 2009, 20:46

Cientistas revertem evolução e devolvem barbatanas a peixe

Experimento, inédito, foi feito por grupo da Universidade Stanford, EUA, que estuda a genética da espécie há 11 anos

Animais de água doce, que perderam os apêndices há mais de 10 mil anos, tiveram restaurada característica de seu ancestral marinho

Divulgação

CLAUDIO ANGELO
ENVIADO ESPECIAL A COLD SPRING HARBOR

Os criacionistas costumam dizer que Darwin está errado porque nunca viram uma espécie se transformar em outra. Pois cientistas americanos acabam de fazer quase isso: transformaram um peixe de água doce no seu ancestral marinho, revertendo a evolução.
A pesquisa, inédita, foi apresentada no último dia 27 nos EUA a uma plateia de cientistas pelo biólogo David Kingsley, da Universidade Stanford. Foi um dos pontos altos do 74º Simpósio de Cold Spring Harbor sobre Biologia Quantitativa.
O resultado culmina um esforço de 11 anos de Kingsley e seus colegas para decifrar o mais novo animal modelo da biologia, o peixinho esgana-gata (Gasterosteus aculeatus).
O que os pesquisadores fizeram foi devolver a esgana-gatas de água doce, que habitam lagos nos EUA, um par de barbatanas pélvicas em forma de espinho. Essas estruturas estão nas populações marinhas do bicho, mas foram perdidas em algumas populações de lagos nos últimos 10 mil anos.
O grupo também devolveu aos peixes lacustres as placas ósseas externas que caracterizam os esgana-gatas marinhos, mas que igualmente se perderam na água doce.

Reversão
"Nós revertemos dois grandes traços morfológicos" , disse Kingsley à Folha. "Ganho ou perda de um membro é um grande traço. É o tipo de coisa com base na qual os zoólogos classificam organismos em diferentes categorias."
Ambas estruturas são usadas para defesa dos esgana-gatas, que são refeição de diversos predadores no mar.
Os espinhos, na pelve e no dorso, ferem predadores de boca mole, como trutas. Em alguns dos lagos em que os peixinhos ficaram presos no fim da Era Glacial, porém, maiores inimigos dos esgana-gatas são insetos. Eles agarram suas vítimas justamente pelos espinhos da pelve.
Onde há pressão de insetos e pouco cálcio na água, a evolução acabou por eliminar os espinhos. Quanto à armadura óssea, ela se perdeu em todos os esgana-gatas de água doce. "Isso dá mais flexibilidade e velocidade de nado", afirmou Kingsley. Restava descobrir de que forma isso aconteceu -o mecanismo molecular da perda- e, por fim, tentar emular a ação da seleção natural.

Modelo à espera
Kingsley decidiu estudar o esgana-gata em 1998. "Havia milhares de trabalhos sobre ele, mas ninguém havia feito sua genética molecular. Era um animal modelo esperando para acontecer", recorda-se.
Os cientistas começaram coletando animais de várias populações de mar e de lago, com características diferentes (presença ou não de espinhos pélvicos ou armadura), e cruzando-os. Observando os traços em milhares de filhotes e analisando o seu DNA, mapearam os genes que respondiam por eles.
O gene que controla quase toda a formação dos espinhos pélvicos, por exemplo, foi identificado: era o Pitx1. Mas Kingsley e colegas ainda precisavam saber o que acontecia no gene para fazer a diferença entre a presença da pelve no animal marinho e sua ausência no esgana-gatas de água doce.
Para isso, eles sequenciaram o Pitx1 dos dois peixes. Aí veio a surpresa: "Não havia diferença alguma na parte codificante do gene", conta Kingsley. "Isso faz sentido, porque o Pitx1 está envolvido na formação da glândula ptuitária e da mandíbula. Não dá para zoar com todas as funções de um gene desses."
O segredo estava nas sequências de DNA que não trazem a receita para a fabricação de nenhuma proteína (e que até algum tempo atrás eram consideradas mero "lixo" genético), mas que controlam a intensidade com que o gene se liga em certos tecidos e em certas fases do desenvolvimento.
Para descobrir que sequências eram essas, o grupo quebrou o DNA em pedacinhos e injetou cada pedacinho em um embrião de peixe para ver no que dava. A busca levou anos.
Finalmente, o time chegou à "região mágica" de controle. Os peixes de lago tiveram em sua evolução um trecho de DNA apagado que estava intacto nos ancestrais marinhos. O tamanho do bloco deletado variava entre sa populações, mas a região era sempre a mesma.
A prova final foi feita por um aluno de Kingsley, Frank Chan: pegar o trecho de DNA do peixe marinho e injetá-lo no lacustre. "Ficamos maravilhados em ver que isso funciona", disse o biólogo. "A região de controle do Pitx1 do peixe marinho gera um peixe que tem uma estrutura pélvica de novo." O mesmo foi feito para a sequência reguladora do gene Ectodysplasin, que controla a armadura.

Abaixo as mariposas
"Esse é o mais belo exemplo demonstrando um mecanismo molecular de evolução que eu já vi", diz o geneticista brasileiro Marcelo Nóbrega, da Universidade de Chicago, que assistiu à palestra de Kingsley.
"A seleção natural que atuou sobre esses peixes pode agora ser explicada quimicamente, não apenas como uma abstração. Nossa geração foi apresentada à evolução usando como exemplo mariposas na Inglaterra. Nossos filhos provavelmente aprenderão com o trabalho de David Kingsley."
A pesquisa traz uma implicação intrigante: grandes transições evolutivas, como a perda ou o ganho de membros, podem ocorrer sem alterações na sequência de um gene e em um só passo -como aconteceu com os esgana-gatas- , e não por pequenas mutações, como prevê o darwinismo padrão.
"O quanto isso pode ser generalizado não dá para saber", diz Nóbrega. "Mas só o fato de Kingsley mostrar que grandes transições podem ocorrer já é interessante o suficiente."



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 09:06

2009/6/15 José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
>A fé antecede a verdade. Parece-se com um "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior consciência.

A fé também antecede a mentira. Parece-se com um "saber existir" até
se ver, constatar e comprovar com maior consciência que o que se
acreditava era falso.

Perdão pela paráfrase irônica e um tanto agressiva, José Renato.
Entendo que o texto que escrevi possa ser um tanto duro demais com a
fé e mesmo a religião. Mas no ponto em que estamos, inundados por
tanta fé e carentes de conhecimento e razão, penso que a defesa
apaixonada do racionalismo é necessária.

Ou pelo menos é no que tenho fé.

Cordial abraço,

Mori


> ----- Original Message -----
> From: Kentaro Mori
> To: undisclosed-recipients:
> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
>
> Uma questão de escala
>
> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes. Clique para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para fornecer uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se que a bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma única volta em seu equador.
>
> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o Universo. Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram sabiamente a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões incrivelmente comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo – e o atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela mediana que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que esse suposto “deus” teria revelado aos antigos.
>
> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo, verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal temos nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
>
> “A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram suas mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu devo ser forte! Amém!” -Dan Barker
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> Atualizado em 15/06/2009
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>


SUBJECT: Res: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 10:26

Alvaro

>>>Colocar teorias científicas em xeque é coisa que qualquer um faz com a maior facilidade. Difícil é dar o xeque mate!<<<
 
Não é não, é só ter um pouco de cerebro e senso critico...pelo que sei, muitos fisicos tem muito mais senso critico do que coprovação. 

Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Blog:
http://serumdeficiente.blogspot.com/ 
http://masterofdarkness.multiply.com/
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De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Segunda-feira, 15 de Junho de 2009 23:30:22
Assunto: Re: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado

Colocar teorias científicas em xeque é coisa que qualquer um faz com a
maior facilidade. Difícil é dar o xeque mate!

[ ]s

Alvaro Augusto

Amauri N. Sanches Jr escreveu:
>
>
> Homero
>
> Eu penso, tanto que pus em xeque várias teorias cientificas no meu
> crivo critico, não sei se todos podem fazer isso...
>
> Sds
> Amauri
> SP
> *[º==]*
> *Brasil*
> [<o>]
>
> Meu Blog:
> http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> http://masterofdark ness.multiply. com/
> http://publicidade- e.blogspot. com/
>
>
>
> ------------ --------- --------- --------- --------- --------- -
> *De:* oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br>
> *Para:* ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> *Enviadas:* Domingo, 14 de Junho de 2009 20:49:40
> *Assunto:* Re: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar
> trabalho forjado
>
> Amauri: "viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser
> forjados..."
>
> Não, Amauri, leia de novo, com mais atenção (e tente pensar dessa
> vez..:-). Isso prova que a ciência, e seu rigoroso método de
> validação, consegue detectar fraudes e perceber artigos forjados,
> ainda que as vezes demore um pouco.
>
> E este artigo é mais sobre periódicos "abertos", que NÃO usam o rigor
> do sistema e NÃO fizeram o seu trabalho em validar o artigo, que sobre
> a ciência propriamente dita.
>
> Pense, Amauri, faça um esforço, não doi (muito)..:-)
>
> Homero
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>, "Amauri N. Sanches Jr"
> <amaurijunior2@ ...> escreveu
> >
> > viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser forjados...
> >
> > Sds
> > Amauri
> > SP
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> >
> >
> >
> >
> >
> > ____________ _________ _________ __
> > De: oraculo333 <oraculo@... >
> > Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>
> > Enviadas: Sábado, 13 de Junho de 2009 22:35:58
> > Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho
> forjado
> >
> >
> >
> >
> >
> > Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
> >
> > Editor pede demissão após denúncia, feita pela revista americana
> "The Scientist'
> >
> > Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num
> programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
> > DA REDAÇÃO
> >
> > O editor-chefe do periódico científico de acesso aberto "The Open
> Information Science Journal", Bambang Parmanto, pediu demissão
> anteontem, depois que foi revelado que sua revista aceitou publicar um
> artigo científico sem sentido, gerado por computador por dois
> pesquisadores brincalhões.
> > A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana
> "The Scientist".
> > O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já
> havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo
> qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes
> -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado
> deles US$ 800 de taxa de publicação.
> > Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de
> Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew
> Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip
> Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do
> periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No
> artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo
> Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na
> sigla em inglês.
> > Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de
> computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts)
> que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet
> (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de
> cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
> > "Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse
> Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não
> faz sentido nenhum", afirmou.
> > Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo:
> "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse
> tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse
> tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos,
> extensíveis e em larga escala."
> >
> > Por favor, publique
> > Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers,
> empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de
> receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus
> "mais de 200 periódicos".
> > "Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles
> estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à
> "The Scientist".
> > O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana
> passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo
> havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas
> nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em
> publicações com "peer-review" . Davis decidiu que seria antiético
> pagar e suspendeu o "experimento" .
> > O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso
> fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
> > Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao
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> > Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o
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> o caso do "The Open Information Science Journal".
> > Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New
> Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para
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SUBJECT: Re: [ciencialist] ajuda - tipo de solo
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 10:29


 
      Oi Aline!
 
      Entre no site da ESALQ e mande um e-mail para lá. Eles tem umas apostilas que devem lhe ser úteis.
 
      [],s
 
      Belmiro
 

--- Em ter, 16/6/09, Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br> escreveu:

De: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
Assunto: [ciencialist] ajuda - tipo de solo
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Terça-feira, 16 de Junho de 2009, 1:43

Olá, boa noite!!
 
Estou precisando de uma ajudinha (mais uma rsrs).
Onde posso encontrar informações referente aos tipos de solos do Brasil? Mais especificamente da região centro-norte do Estado da Bahia.
O que consegui, foi de que o solo é planossolo e regossolo, mas o que isto significa? É ácido, pobre em nutrientes?
 
Sei que a lista não é especifica de agronomia, mas se alguém puder dar uma dica!
 
[ ]'s
Aline


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/06/2009 10:31

Mori, vejo que sua fé também é lúcida, como é a fé dita verdadeira.
Bem diferente das crendices e superstições desarrazoadas...
[]s
José Renato
...........................................

----- Original Message -----
From: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, June 16, 2009 9:06 AM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala


2009/6/15 José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
>A fé antecede a verdade. Parece-se com um "saber existir" antes de se ver,
>constatar e comprovar com maior consciência.

A fé também antecede a mentira. Parece-se com um "saber existir" até
se ver, constatar e comprovar com maior consciência que o que se
acreditava era falso.

Perdão pela paráfrase irônica e um tanto agressiva, José Renato.
Entendo que o texto que escrevi possa ser um tanto duro demais com a
fé e mesmo a religião. Mas no ponto em que estamos, inundados por
tanta fé e carentes de conhecimento e razão, penso que a defesa
apaixonada do racionalismo é necessária.

Ou pelo menos é no que tenho fé.

Cordial abraço,

Mori


> ----- Original Message -----
> From: Kentaro Mori
> To: undisclosed-recipients:
> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
>
> Uma questão de escala
>
> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes. Clique
> para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para
> fornecer uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida,
> menciona-se que a bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos
> para completar uma única volta em seu equador.
>
> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o
> Universo. Algumas, como certas tradições principalmente orientais,
> chegaram sabiamente a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos,
> sem no entanto desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram
> pequenas frente à realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora
> nos deve parecer absurda, de que estávamos no centro de um Universo de
> dimensões incrivelmente comezinhas, proporcionais à visão daqueles que
> imaginaram tal cosmo – e o atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o
> nosso Sol, uma estrela mediana que vemos diariamente, já é muito maior do
> que o tamanho do Universo que esse suposto “deus” teria revelado aos
> antigos.
>
> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> temos nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
>
> “A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram suas
> mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu
> devo ser forte! Amém!” -Dan Barker
>
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> Atualizado em 15/06/2009
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/06/2009 10:34

Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
[]s
JR
............................................................
----- Original Message -----
From: <vernerstranz@click21.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, June 16, 2009 5:42 AM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala


>>>Muito interessante pensar que a fé antecede a verdade.Pela fé você pode
> imaginar
>>>o que quizer e, entre incontáveis absurdos e bizarrices, acertar de vez
>>>em
> quando.
>>>Mas espero que você concorde em que não se pode trocar o conhecimento
>>>pela
>>>fé. [ ]s, verner.
>
>
>
> Citando José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>:
>
>> Kentaro Mori escreveu:
>> [ Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
>> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
>> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
>> temos
>> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes. ]
>> ............................................
>>
>> José Renato comenta:
>>
>> A mesma admiração, que o autor expõe na frase acima, fez os antigos
>> afirmarem
>> sobre os abismos da terra, as profundezas do mar e as alturas do céu
>> utilizando, há mais de três milênios, conceitos como eterno e infinito,
>> os
>> quais vão muito além do que o espanto ante uma grande estrela quando
>> comparada com a velocidade de um avião a jato, considerado muito rápido
>> para
>> nós outros.
>>
>> Ao ler sem presunção livros bem antigos como Sabedoria e Eclesiástico,
>> percebemos que nossos limites não mudaram tanto assim para desprezá-los
>> como
>> letra morta ou de validade vencida. A fé antecede a verdade. Parece-se
>> com um
>> "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior
>> consciência.
>>
>> []s
>>
>> José Renato
>> ........................................
>> ----- Original Message -----
>> From: Kentaro Mori
>> To: undisclosed-recipients:
>> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
>> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
>>
>>
>>
>>
>>
>> Uma questão de escala
>>
>>
>> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes.
>> Clique
>> para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para
>> fornecer
>> uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se
>> que a
>> bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma
>> única volta em seu equador.
>>
>> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o
>> Universo.
>> Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram
>> sabiamente
>> a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto
>> desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à
>> realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer
>> absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões
>> incrivelmente
>> comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo - e o
>> atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela
>> mediana
>> que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que
>> esse
>> suposto "deus" teria revelado aos antigos.
>>
>> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
>> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
>> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
>> temos
>> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
>>
>> "A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram
>> suas
>> mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu
>> devo
>> ser forte! Amém!" -Dan Barker
>>
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SUBJECT: Re: Cientistas revertem evolução e devolvem barbatanas a peixe
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 11:18

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato - Terra <jrma@...>
> [ Os criacionistas costumam dizer que Darwin está errado porque
> nunca viram uma espécie se transformar em outra. (Cláudio Ângelo)]
> ............................................................
>
> José Renato comenta:
> Esse "criacionista" - seja lá o que isso signifique - imaginado
> pelo autor lembra o típico cidadão que não conhece as teorias de
> Darwin sobre as origens das espécies.

Infelizmente não é imaginado pelo autor. Há tais criacionistas e aos borbotões. Volta e meio topo com tais criaturas em meus passeios interneteiros. (Já bani uma porção da comunidade de Evolução do orkut.)

Esse tal cidadão criacionista não apenas desconhece a teoria de Darwin-Wallace (e Matthew e Blyth e Wells), como conhece uma versão completamente distorcida do que seja evolução por seleção natural.

> E que tal aprender que os animais menos complexos ou menos
> "especializados" mantêm latentes todas as características das
> adaptações desenvolvidas ao longo dos séculos?

Não seria uma boa idéia, posto que incorreta. Supondo que estamos aqui falando de uma espécie morfologicamente mais simples descendente de uma espécie morfologicamente mais complexa, embora algumas características possam ser revertidas espontaneamente ou por meio de engenharia genética que cause mutações localizadas, isso tende a ser um número relativamente não muito grande. Isso porque, uma vez que um dado loco seja atingido por uma mutação silenciadora - que suprima a expressão desse loco - com o passar do tempo, em função da neutralidade, tende a se acumular mutações, originando pseudogenes que já não podem ser reativados com uma ou poucas mutações. Isso faz com que o atavismo tenda a ser limitado em sua reversão. Alguns humanos podem ter uma pequena cauda ao fim de sua coluna vertebral - ou mesmo uma senhora e incômoda cauda de mais de uma dezena de centímetros, mas é muito pouco provável que surja um Goku* com cauda simiesca completa.

É possível fazer galinhas criarem dentes, mas é pouco provável que possam ser geradas galinhas com dentes perfeitos - salvo se faça uma intervenção genética mais radical. É quase certo que muitos genes auxiliares tenham se perdido desde que as neoaves perderam os dentes.

> Parece-me que o criacionismo - que aventa e busca entender o Agente
> Criador - vai além desses supostos limites biológicos ainda pouco
> conhecidos.

Não é que vai além, o caso é que simplesmente não é capaz de alcançar os limites atuais - e corre por fora, carregando um "atavismo" de séculos e séculos de pensamento tipológico e mágico a respeito do mundo. Tentar embutir uma agência inteligente no funcionamento dos organismos de modo mais direto do que um remoto arranjo das condições iniciais de contorno do universo - como na linha do ajuste fino das constantes universais - redunda na concepção de uma inteligência que na verdade é *muito* limitada (além de perversa). Se a vida na Terra foi de fato criada, então é muito mais provável que tenha sido criada por um bando de etês desocupados diplomados em uma uniesquina - se é que terão alguma formação superior.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Res: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 11:30
ATTACHMENTS (20090616-113056-0000115): "alvaro.vcf"

Então tá. Mas por que você não publica suas descobertas?

[ ]s

Alvaro Augusto



Amauri N. Sanches Jr escreveu:
>
>
> Alvaro
>
> >>>Colocar teorias científicas em xeque é coisa que qualquer um faz
> com a maior facilidade. Difícil é dar o xeque mate!<<<
>
> Não é não, é só ter um pouco de cerebro e senso critico...pelo que
> sei, muitos fisicos tem muito mais senso critico do que coprovação.
>
> Sds
> Amauri
> SP
> *[º==]*
> *Brasil*
> [<o>]
>
> Meu Blog:
> http://serumdeficiente.blogspot.com/
> http://masterofdarkness.multiply.com/
> http://publicidade-e.blogspot.com/
>
>
>
> ------------------------------------------------------------------------
> *De:* Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
> *Para:* ciencialist@yahoogrupos.com.br
> *Enviadas:* Segunda-feira, 15 de Junho de 2009 23:30:22
> *Assunto:* Re: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita
> publicar trabalho forjado
>
> Colocar teorias científicas em xeque é coisa que qualquer um faz com a
> maior facilidade. Difícil é dar o xeque mate!
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
> Amauri N. Sanches Jr escreveu:
> >
> >
> > Homero
> >
> > Eu penso, tanto que pus em xeque várias teorias cientificas no meu
> > crivo critico, não sei se todos podem fazer isso...
> >
> > Sds
> > Amauri
> > SP
> > *[º==]*
> > *Brasil*
> > [<o>]
> >
> > Meu Blog:
> > http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> <http://serumdeficiente.blogspot.com/>
> > http://masterofdark ness.multiply. com/
> <http://masterofdarkness.multiply.com/>
> > http://publicidade- e.blogspot. com/
> <http://publicidade-e.blogspot.com/>
> >
> >
> >
> > ------------ --------- --------- --------- --------- --------- -
> > *De:* oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br
> <mailto:oraculo%40atibaia.com.br>>
> > *Para:* ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
> > *Enviadas:* Domingo, 14 de Junho de 2009 20:49:40
> > *Assunto:* Re: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar
> > trabalho forjado
> >
> > Amauri: "viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser
> > forjados..."
> >
> > Não, Amauri, leia de novo, com mais atenção (e tente pensar dessa
> > vez..:-). Isso prova que a ciência, e seu rigoroso método de
> > validação, consegue detectar fraudes e perceber artigos forjados,
> > ainda que as vezes demore um pouco.
> >
> > E este artigo é mais sobre periódicos "abertos", que NÃO usam o rigor
> > do sistema e NÃO fizeram o seu trabalho em validar o artigo, que sobre
> > a ciência propriamente dita.
> >
> > Pense, Amauri, faça um esforço, não doi (muito)..:-)
> >
> > Homero
> >
> > --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> > <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>, "Amauri N. Sanches Jr"
> > <amaurijunior2@ ...> escreveu
> > >
> > > viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser forjados...
> > >
> > > Sds
> > > Amauri
> > > SP
> > > [º==]
> > > Brasil
> > > [<o>]
> > >
> > >
> > > Meu Blog:
> > > http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> > <http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> <http://serumdeficiente.blogspot.com/>>
> > > http://masterofdark ness.multiply. com/
> > <http://masterofdark ness.multiply. com/
> <http://masterofdarkness.multiply.com/>>
> > > http://publicidade- e.blogspot. com/
> > <http://publicidade- e.blogspot. com/
> <http://publicidade-e.blogspot.com/>>
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > ____________ _________ _________ __
> > > De: oraculo333 <oraculo@... >
> > > Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> > <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>
> > > Enviadas: Sábado, 13 de Junho de 2009 22:35:58
> > > Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho
> > forjado
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
> > >
> > > Editor pede demissão após denúncia, feita pela revista americana
> > "The Scientist'
> > >
> > > Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num
> > programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
> > > DA REDAÇÃO
> > >
> > > O editor-chefe do periódico científico de acesso aberto "The Open
> > Information Science Journal", Bambang Parmanto, pediu demissão
> > anteontem, depois que foi revelado que sua revista aceitou publicar um
> > artigo científico sem sentido, gerado por computador por dois
> > pesquisadores brincalhões.
> > > A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana
> > "The Scientist".
> > > O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já
> > havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo
> > qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes
> > -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado
> > deles US$ 800 de taxa de publicação.
> > > Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de
> > Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew
> > Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip
> > Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do
> > periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No
> > artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo
> > Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na
> > sigla em inglês.
> > > Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de
> > computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts)
> > que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet
> > (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de
> > cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
> > > "Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse
> > Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não
> > faz sentido nenhum", afirmou.
> > > Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo:
> > "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse
> > tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse
> > tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos,
> > extensíveis e em larga escala."
> > >
> > > Por favor, publique
> > > Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers,
> > empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de
> > receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus
> > "mais de 200 periódicos".
> > > "Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles
> > estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à
> > "The Scientist".
> > > O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana
> > passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo
> > havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas
> > nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em
> > publicações com "peer-review" . Davis decidiu que seria antiético
> > pagar e suspendeu o "experimento" .
> > > O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso
> > fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
> > > Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao
> > torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do leitor,
> > elas cobram dos autores pela publicação de um artigo -taxas que podem
> > chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por universidades e
> > instituições de fomento.
> > > Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o
> > surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece ser
> > o caso do "The Open Information Science Journal".
> > > Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New
> > Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para
> > flagrar os falsos autores. O editor que renunciou, porém, disse não
> > ter visto o artigo nem ter ficado sabendo da estratégia do chefe.
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! +Buscados
> > > http://br.maisbusca dos.yahoo. com <http://br.maisbusca dos.yahoo.
> com <http://br.maisbuscados.yahoo.com>>
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> >
> >
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>
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> //br.maisbuscado s.yahoo.com/ m%C3%BAsica/
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>
> > - Esportes
> > <http://br.rd. yahoo.com/ mail/taglines/ mail/*http:
> //br.maisbuscado s.yahoo.com/ esportes/
> <http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/>>
>
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> >
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> - Esportes
> <http://br.rd.yahoo.com/mail/taglines/mail/*http://br.maisbuscados.yahoo.com/esportes/>
>
>
>


SUBJECT: Re: ajuda - tipo de solo
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 11:39

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Aline Santos
> Estou precisando de uma ajudinha (mais uma rsrs).
> Onde posso encontrar informações referente aos tipos de solos do
> Brasil?

O IBGE tem mapas online interativos:
http://mapas.ibge.gov.br/solos/Run.htm

Tem tb mapas estáticos:
http://www.ibge.gov.br/mapas_ibge/tem_solos.php

> O que consegui, foi de que o solo é planossolo e regossolo, mas o
> que isto significa? É ácido, pobre em nutrientes?

O sistema brasileiro de classificação de solos (SiBCS) baseia-se especialmente na morfologia dos solos: presença de horizontes O, A, B, C e características físico-química desses horizontes.

Detalhes da descrição de cada tipo específico você encontra em um bom livro de pedologia, de edafologia e ciências do solo.

(Se não me engano - as chances de eu estar enganado são altas -, o termo regossolo não é mais usado no novo SiBCS. Mas é usado no sistema da FAO. O sistema da FAO é morfogenético: leva em conta a aparência e a origem dos solos.)

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 12:42

Alvarão 

>>>Então tá. Mas por que você não publica suas descobertas?<<<
 
E põr meu recente diploma de publicitário em jogo? Por outro lado, o rigor cientifico é só para nós pobres mortais que não somos bem vindos no meio...parece clube do bolinha. 


Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Blog:
http://serumdeficiente.blogspot.com/ 
http://masterofdarkness.multiply.com/
http://publicidade-e.blogspot.com/




De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Terça-feira, 16 de Junho de 2009 11:30:56
Assunto: Re: Res: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado

Então tá. Mas por que você não publica suas descobertas?

[ ]s

Alvaro Augusto

Amauri N. Sanches Jr escreveu:
>
>
> Alvaro
>
> >>>Colocar teorias científicas em xeque é coisa que qualquer um faz
> com a maior facilidade. Difícil é dar o xeque mate!<<<
>
> Não é não, é só ter um pouco de cerebro e senso critico...pelo que
> sei, muitos fisicos tem muito mais senso critico do que coprovação.
>
> Sds
> Amauri
> SP
> *[º==]*
> *Brasil*
> [<o>]
>
> Meu Blog:
> http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> http://masterofdark ness.multiply. com/
> http://publicidade- e.blogspot. com/
>
>
>
> ------------ --------- --------- --------- --------- --------- -
> *De:* Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br>
> *Para:* ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> *Enviadas:* Segunda-feira, 15 de Junho de 2009 23:30:22
> *Assunto:* Re: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita
> publicar trabalho forjado
>
> Colocar teorias científicas em xeque é coisa que qualquer um faz com a
> maior facilidade. Difícil é dar o xeque mate!
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
> Amauri N. Sanches Jr escreveu:
> >
> >
> > Homero
> >
> > Eu penso, tanto que pus em xeque várias teorias cientificas no meu
> > crivo critico, não sei se todos podem fazer isso...
> >
> > Sds
> > Amauri
> > SP
> > *[º==]*
> > *Brasil*
> > [<o>]
> >
> > Meu Blog:
> > http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> <http://serumdeficie nte.blogspot. com/>
> > http://masterofdark ness.multiply. com/
> <http://masterofdark ness.multiply. com/>
> > http://publicidade- e.blogspot. com/
> <http://publicidade- e.blogspot. com/>
> >
> >
> >
> > ------------ --------- --------- --------- --------- --------- -
> > *De:* oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br
> <mailto:oraculo% 40atibaia. com.br>>
> > *Para:* ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>
> > *Enviadas:* Domingo, 14 de Junho de 2009 20:49:40
> > *Assunto:* Re: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar
> > trabalho forjado
> >
> > Amauri: "viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser
> > forjados..."
> >
> > Não, Amauri, leia de novo, com mais atenção (e tente pensar dessa
> > vez..:-). Isso prova que a ciência, e seu rigoroso método de
> > validação, consegue detectar fraudes e perceber artigos forjados,
> > ainda que as vezes demore um pouco.
> >
> > E este artigo é mais sobre periódicos "abertos", que NÃO usam o rigor
> > do sistema e NÃO fizeram o seu trabalho em validar o artigo, que sobre
> > a ciência propriamente dita.
> >
> > Pense, Amauri, faça um esforço, não doi (muito)..:-)
> >
> > Homero
> >
> > --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> > <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>, "Amauri N. Sanches Jr"
> > <amaurijunior2@ ...> escreveu
> > >
> > > viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser forjados...
> > >
> > > Sds
> > > Amauri
> > > SP
> > > [º==]
> > > Brasil
> > > [<o>]
> > >
> > >
> > > Meu Blog:
> > > http://serumdeficie nte.blogspot. com/
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> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > ____________ _________ _________ __
> > > De: oraculo333 <oraculo@... >
> > > Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> > <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>
> > > Enviadas: Sábado, 13 de Junho de 2009 22:35:58
> > > Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho
> > forjado
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
> > >
> > > Editor pede demissão após denúncia, feita pela revista americana
> > "The Scientist'
> > >
> > > Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num
> > programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
> > > DA REDAÇÃO
> > >
> > > O editor-chefe do periódico científico de acesso aberto "The Open
> > Information Science Journal", Bambang Parmanto, pediu demissão
> > anteontem, depois que foi revelado que sua revista aceitou publicar um
> > artigo científico sem sentido, gerado por computador por dois
> > pesquisadores brincalhões.
> > > A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana
> > "The Scientist".
> > > O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já
> > havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo
> > qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes
> > -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado
> > deles US$ 800 de taxa de publicação.
> > > Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de
> > Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew
> > Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip
> > Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do
> > periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No
> > artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo
> > Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na
> > sigla em inglês.
> > > Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de
> > computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts)
> > que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet
> > (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de
> > cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
> > > "Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse
> > Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não
> > faz sentido nenhum", afirmou.
> > > Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo:
> > "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse
> > tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse
> > tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos,
> > extensíveis e em larga escala."
> > >
> > > Por favor, publique
> > > Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers,
> > empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de
> > receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus
> > "mais de 200 periódicos".
> > > "Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles
> > estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à
> > "The Scientist".
> > > O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana
> > passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo
> > havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas
> > nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em
> > publicações com "peer-review" . Davis decidiu que seria antiético
> > pagar e suspendeu o "experimento" .
> > > O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso
> > fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
> > > Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao
> > torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do leitor,
> > elas cobram dos autores pela publicação de um artigo -taxas que podem
> > chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por universidades e
> > instituições de fomento.
> > > Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o
> > surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece ser
> > o caso do "The Open Information Science Journal".
> > > Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New
> > Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para
> > flagrar os falsos autores. O editor que renunciou, porém, disse não
> > ter visto o artigo nem ter ficado sabendo da estratégia do chefe.
> > >
> > >
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/06/2009 13:03

Como se pode digerir textos filosóficos e de pura ciência como este:
 
http://www.allankardec.nl/portugues/palestras/divaldo_03_p.html
 
Encontrei isso enquanto googlava sobre química das soluções; vê se pode!? É uma "tremenda" palestra!
 
[]´
 
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: José Renato - Terra
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 16, 2009 10:34 AM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
[]s
JR
............................................................
----- Original Message -----
From: <vernerstranz@click21.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, June 16, 2009 5:42 AM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

>>>Muito interessante pensar que a fé antecede a verdade.Pela fé você pode
> imaginar
>>>o que quizer e, entre incontáveis absurdos e bizarrices, acertar de vez
>>>em
> quando.
>>>Mas espero que você concorde em que não se pode trocar o conhecimento
>>>pela
>>>fé. [ ]s, verner.
>
>
>
> Citando José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>:
>
>> Kentaro Mori escreveu:
>> [ Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
>> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
>> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
>> temos
>> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes. ]
>> ............................................
>>
>> José Renato comenta:
>>
>> A mesma admiração, que o autor expõe na frase acima, fez os antigos
>> afirmarem
>> sobre os abismos da terra, as profundezas do mar e as alturas do céu
>> utilizando, há mais de três milênios, conceitos como eterno e infinito,
>> os
>> quais vão muito além do que o espanto ante uma grande estrela quando
>> comparada com a velocidade de um avião a jato, considerado muito rápido
>> para
>> nós outros.
>>
>> Ao ler sem presunção livros bem antigos como Sabedoria e Eclesiástico,
>> percebemos que nossos limites não mudaram tanto assim para desprezá-los
>> como
>> letra morta ou de validade vencida. A fé antecede a verdade. Parece-se
>> com um
>> "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior
>> consciência.
>>
>> []s
>>
>> José Renato
>> ........................................
>> ----- Original Message -----
>> From: Kentaro Mori
>> To: undisclosed-recipients:
>> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
>> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
>>
>>
>>
>>
>>
>> Uma questão de escala
>>
>>
>> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes.
>> Clique
>> para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para
>> fornecer
>> uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se
>> que a
>> bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma
>> única volta em seu equador.
>>
>> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o
>> Universo.
>> Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram
>> sabiamente
>> a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto
>> desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à
>> realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer
>> absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões
>> incrivelmente
>> comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo - e o
>> atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela
>> mediana
>> que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que
>> esse
>> suposto "deus" teria revelado aos antigos.
>>
>> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
>> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
>> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
>> temos
>> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
>>
>> "A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram
>> suas
>> mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu
>> devo
>> ser forte! Amém!" -Dan Barker
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>> ----------------------------------------------------------
>> E-mail verificado pelo Terra Anti-Spam.
>> Para classificar esta mensagem como spam ou não spam, clique aqui.
>> Verifique periodicamente a pasta Spam para garantir que apenas
>> mensagens
>> indesejadas sejam classificadas como Spam.
>>
>>
>> ----------------------------------------------------------
>> Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
>> Atualizado em 15/06/2009
>>
>>
>
>
>
> __________________________________________________________
> Para fazer uma ligação DDD pra perto ou pra longe, faz um 21. A Embratel
> tem
> tarifas muito baratas esperando por você. Aproveite!
>
>
>
> ------------------------------------
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.com
>
>
> ##### ##### ##### #####Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
> E-mail verificado pelo Terra Anti-Spam.
> Para classificar esta mensagem como spam ou não spam, visite
> http://ecp.terra.com.br/cgi-bin/reportspam.cgi?+_d=SCYzMTczMzI5I3Blcm0hdGVycmEmMSwxMjQ1MTUwMDg1LjczMzI4My4zMDM5MC5zaW50YWx1dGEudGVycmEuY29tLDk4NzA=TerraMail
> Verifique periodicamente a pasta Spam para garantir que apenas mensagens
> indesejadas sejam classificadas como Spam.
>
> Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
> Atualizado em 16/06/2009
>



No virus found in this incoming message.
Checked by AVG - www.avg.com
Version: 8.5.339 / Virus Database: 270.12.73/2180 - Release Date: 06/16/09 07:41:00

SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/06/2009 13:06

>Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
[]s JR<
 
É o que falo pro meu filho: Tenha fé, pule na piscina ... o conhecimento se está cheia d´água ou não vem depois!
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================

SUBJECT: Re: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 14:09
ATTACHMENTS (20090616-140955-0000120): "alvaro.vcf"

Sem essa, Amauri. Publique nos arXvi (http://arxiv.org).

[ ]s

Alvaro Augusto



Amauri N. Sanches Jr escreveu:
Alvarão 

>>>Então tá. Mas por que você não publica suas descobertas?<<<
 
E põr meu recente diploma de publicitário em jogo? Por outro lado, o rigor cientifico é só para nós pobres mortais que não somos bem vindos no meio...parece clube do bolinha. 


Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Blog:




De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Terça-feira, 16 de Junho de 2009 11:30:56
Assunto: Re: Res: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado

Então tá. Mas por que você não publica suas descobertas?

[ ]s

Alvaro Augusto

Amauri N. Sanches Jr escreveu:
>
>
> Alvaro
>
> >>>Colocar teorias científicas em xeque é coisa que qualquer um faz
> com a maior facilidade. Difícil é dar o xeque mate!<<<
>
> Não é não, é só ter um pouco de cerebro e senso critico...pelo que
> sei, muitos fisicos tem muito mais senso critico do que coprovação.
>
> Sds
> Amauri
> SP
> *[º==]*
> *Brasil*
> [<o>]
>
> Meu Blog:
> http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> http://masterofdark ness.multiply. com/
> http://publicidade- e.blogspot. com/
>
>
>
> ------------ --------- --------- --------- --------- --------- -
> *De:* Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br>
> *Para:* ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> *Enviadas:* Segunda-feira, 15 de Junho de 2009 23:30:22
> *Assunto:* Re: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita
> publicar trabalho forjado
>
> Colocar teorias científicas em xeque é coisa que qualquer um faz com a
> maior facilidade. Difícil é dar o xeque mate!
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
> Amauri N. Sanches Jr escreveu:
> >
> >
> > Homero
> >
> > Eu penso, tanto que pus em xeque várias teorias cientificas no meu
> > crivo critico, não sei se todos podem fazer isso...
> >
> > Sds
> > Amauri
> > SP
> > *[º==]*
> > *Brasil*
> > [<o>]
> >
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> > *Para:* ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>
> > *Enviadas:* Domingo, 14 de Junho de 2009 20:49:40
> > *Assunto:* Re: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar
> > trabalho forjado
> >
> > Amauri: "viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser
> > forjados..."
> >
> > Não, Amauri, leia de novo, com mais atenção (e tente pensar dessa
> > vez..:-). Isso prova que a ciência, e seu rigoroso método de
> > validação, consegue detectar fraudes e perceber artigos forjados,
> > ainda que as vezes demore um pouco.
> >
> > E este artigo é mais sobre periódicos "abertos", que NÃO usam o rigor
> > do sistema e NÃO fizeram o seu trabalho em validar o artigo, que sobre
> > a ciência propriamente dita.
> >
> > Pense, Amauri, faça um esforço, não doi (muito)..:-)
> >
> > Homero
> >
> > --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> > <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>, "Amauri N. Sanches Jr"
> > <amaurijunior2@ ...> escreveu
> > >
> > > viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser forjados...
> > >
> > > Sds
> > > Amauri
> > > SP
> > > [º==]
> > > Brasil
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> > >
> > > Meu Blog:
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> > >
> > >
> > >
> > >
> > > ____________ _________ _________ __
> > > De: oraculo333 <oraculo@... >
> > > Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> > <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>
> > > Enviadas: Sábado, 13 de Junho de 2009 22:35:58
> > > Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho
> > forjado
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
> > >
> > > Editor pede demissão após denúncia, feita pela revista americana
> > "The Scientist'
> > >
> > > Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num
> > programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
> > > DA REDAÇÃO
> > >
> > > O editor-chefe do periódico científico de acesso aberto "The Open
> > Information Science Journal", Bambang Parmanto, pediu demissão
> > anteontem, depois que foi revelado que sua revista aceitou publicar um
> > artigo científico sem sentido, gerado por computador por dois
> > pesquisadores brincalhões.
> > > A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana
> > "The Scientist".
> > > O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já
> > havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo
> > qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes
> > -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado
> > deles US$ 800 de taxa de publicação.
> > > Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de
> > Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew
> > Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip
> > Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do
> > periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No
> > artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo
> > Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na
> > sigla em inglês.
> > > Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de
> > computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts)
> > que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet
> > (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de
> > cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
> > > "Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse
> > Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não
> > faz sentido nenhum", afirmou.
> > > Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo:
> > "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse
> > tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse
> > tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos,
> > extensíveis e em larga escala."
> > >
> > > Por favor, publique
> > > Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers,
> > empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de
> > receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus
> > "mais de 200 periódicos".
> > > "Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles
> > estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à
> > "The Scientist".
> > > O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana
> > passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo
> > havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas
> > nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em
> > publicações com "peer-review" . Davis decidiu que seria antiético
> > pagar e suspendeu o "experimento" .
> > > O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso
> > fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
> > > Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao
> > torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do leitor,
> > elas cobram dos autores pela publicação de um artigo -taxas que podem
> > chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por universidades e
> > instituições de fomento.
> > > Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o
> > surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece ser
> > o caso do "The Open Information Science Journal".
> > > Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New
> > Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para
> > flagrar os falsos autores. O editor que renunciou, porém, disse não
> > ter visto o artigo nem ter ficado sabendo da estratégia do chefe.
> > >
> > >
> > >
> > >



SUBJECT: Einstein e a filosofia, mais um
FROM: "didimo_george" <didimo.george@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 14:51

Em nenhum outro lugar está mais claramente expresso o profundo compromisso filosófico de Einstein com a separabilidade e a consequente inquietação vitalícia com a mecânica quântica do que numa longa nota que escreveu a Max Born em 1949. Pergunta Einstein "O que tem de ser uma característica essencial de qualquer física fundamental futura?". A sua resposta surpreende muitos que esperam que ele diga "causalidade".

Quero apenas explicar o que quero dizer quando digo que devemos tentar ater-nos à realidade física.
Todos temos [...] consciência da situação relativa ao que virão a ser os conceitos básicos fundacionais da física: o ponto-massa ou a partícula não estão certamente entre eles; o campo, no sentido de Faraday-Maxwell, pode vir a estar, mas sem certezas. Mas aquilo que concebemos como existente ("real") deve de alguma forma estar localizado no tempo e no espaço. Isto é, o real numa parte do espaço, A, deve (em teoria) "existir" de alguma forma independentemente daquilo que é considerado real noutra parte do espaço, B. Se um sistema físico abrange A e B, então o que está presente em B deve de alguma forma ter uma existência independente do que está presente em A. O que está efectivamente presente em B não deveria por isso depender do tipo de medição levada a cabo na parte do espaço A; deveria também ser independente do facto de se fazer ou não uma medição em A.
Se se aderir a este programa, então dificilmente se pode encarar a descrição teórica quântica como uma descrição completa do que é fisicamente real. Se se tentar, ainda assim, encará-la como tal, então tem de se pressupor que o fisicamente real em B sofre uma mudança súbita por causa de uma medição feita em A. Os meus instintos físicos ficam eriçados perante tal sugestão.
No entanto, se se renunciar ao pressuposto de que o que está presente em diferentes partes do espaço tem uma existência independente real, então não vislumbro sequer o que a física deve supostamente descrever. Pois o que é supostamente "sistema" é, no fim de contas, apenas convencional, e não vejo como se pode esperar dividir o mundo objectivamente para se produzir afirmações sobre as partes.17
É assim que um físico-filósofo pensa e escreve.





SUBJECT: Re: Res: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 15:30

    Álvaro!
 
    Você realmente deve estar no ócio, se é que me entende...
 
     [],s
 
     Belmiro

--- Em ter, 16/6/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:

De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: Res: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 16 de Junho de 2009, 14:30

Então tá. Mas por que você não publica suas descobertas?

[ ]s

Alvaro Augusto

Amauri N. Sanches Jr escreveu:
>
>
> Alvaro
>
> >>>Colocar teorias científicas em xeque é coisa que qualquer um faz
> com a maior facilidade. Difícil é dar o xeque mate!<<<
>
> Não é não, é só ter um pouco de cerebro e senso critico...pelo que
> sei, muitos fisicos tem muito mais senso critico do que coprovação.
>
> Sds
> Amauri
> SP
> *[º==]*
> *Brasil*
> [<o>]
>
> Meu Blog:
> http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> http://masterofdark ness.multiply. com/
> http://publicidade- e.blogspot. com/
>
>
>
> ------------ --------- --------- --------- --------- --------- -
> *De:* Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br>
> *Para:* ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> *Enviadas:* Segunda-feira, 15 de Junho de 2009 23:30:22
> *Assunto:* Re: Res: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita
> publicar trabalho forjado
>
> Colocar teorias científicas em xeque é coisa que qualquer um faz com a
> maior facilidade.. Difícil é dar o xeque mate!
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
> Amauri N. Sanches Jr escreveu:
> >
> >
> > Homero
> >
> > Eu penso, tanto que pus em xeque várias teorias cientificas no meu
> > crivo critico, não sei se todos podem fazer isso...
> >
> > Sds
> > Amauri
> > SP
> > *[º==]*
> > *Brasil*
> > [<o>]
> >
> > Meu Blog:
> > http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> <http://serumdeficie nte.blogspot. com/>
> > http://masterofdark ness.multiply. com/
> <http://masterofdark ness.multiply. com/>
> > http://publicidade- e.blogspot. com/
> <http://publicidade- e.blogspot. com/>
> >
> >
> >
> > ------------ --------- --------- --------- --------- --------- -
> > *De:* oraculo333 <oraculo@atibaia. com.br
> <mailto:oraculo% 40atibaia. com.br>>
> > *Para:* ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>
> > *Enviadas:* Domingo, 14 de Junho de 2009 20:49:40
> > *Assunto:* Re: Res: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar
> > trabalho forjado
> >
> > Amauri: "viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser
> > forjados..."
> >
> > Não, Amauri, leia de novo, com mais atenção (e tente pensar dessa
> > vez..:-). Isso prova que a ciência, e seu rigoroso método de
> > validação, consegue detectar fraudes e perceber artigos forjados,
> > ainda que as vezes demore um pouco.
> >
> > E este artigo é mais sobre periódicos "abertos", que NÃO usam o rigor
> > do sistema e NÃO fizeram o seu trabalho em validar o artigo, que sobre
> > a ciência propriamente dita.
> >
> > Pense, Amauri, faça um esforço, não doi (muito)..:-)
> >
> > Homero
> >
> > --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> > <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>, "Amauri N. Sanches Jr"
> > <amaurijunior2@ ...> escreveu
> > >
> > > viu Homero? cuidado, isso comprova que artigos podem ser forjados...
> > >
> > > Sds
> > > Amauri
> > > SP
> > > [º==]
> > > Brasil
> > > [<o>]
> > >
> > >
> > > Meu Blog:
> > > http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> > <http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> <http://serumdeficie nte.blogspot. com/>>
> > > http://masterofdark ness.multiply. com/
> > <http://masterofdark ness.multiply. com/
> <http://masterofdark ness.multiply. com/>>
> > > http://publicidade- e.blogspot. com/
> > <http://publicidade- e.blogspot. com/
> <http://publicidade- e.blogspot.. com/>>
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > ____________ _________ _________ __
> > > De: oraculo333 <oraculo@... >
> > > Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> > <mailto:ciencialist %40yahoogrupos. com.br>
> > > Enviadas: Sábado, 13 de Junho de 2009 22:35:58
> > > Assunto: [ciencialist] Periódico científico aceita publicar trabalho
> > forjado
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > Periódico científico aceita publicar trabalho forjado
> > >
> > > Editor pede demissão após denúncia, feita pela revista americana
> > "The Scientist'
> > >
> > > Autores inventaram nomes e instituição e geraram seu "estudo" num
> > programa de computador que compõe artigos de forma aleatória
> > > DA REDAÇÃO
> > >
> > > O editor-chefe do periódico científico de acesso aberto "The Open
> > Information Science Journal", Bambang Parmanto, pediu demissão
> > anteontem, depois que foi revelado que sua revista aceitou publicar um
> > artigo científico sem sentido, gerado por computador por dois
> > pesquisadores brincalhões.
> > > A denúncia foi feita na quarta-feira pela revista norte-americana
> > "The Scientist".
> > > O periódico teria informado aos dois "autores" que seu manuscrito já
> > havia passado por "peer-review" (revisão pelos pares), processo pelo
> > qual artigos científicos são avaliados por pareceristas independentes
> > -justamente para evitar erros ou fraudes. Em seguida, teria cobrado
> > deles US$ 800 de taxa de publicação.
> > > Acontece que tudo no artigo, intitulado "Desconstruindo Pontos de
> > Acesso", era falso. A começar de seus autores, David Philips e Andrew
> > Kent, pseudônimos do doutorando em comunicação científica Philip
> > Davis, da Universidade Cornell (EUA), e de Kent Anderson, executivo do
> > periódico de acesso fechado "New England Journal of Medicine". No
> > artigo de gozação, os autores se intitulavam pesquisadores de um certo
> > Center for Research in Applied Phrenology, ou Crap ("titica"), na
> > sigla em inglês.
> > > Davis e Anderson produziram seu artigo usando um programa de
> > computador criado no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts)
> > que gera randomicamente artigos científicos. Em sua página na internet
> > (pdos.csail. mit.edu/sci gen), os criadores do programa dizem logo de
> > cara: "Nosso objetivo é maximizar a diversão, não a coerência".
> > > "Eu queria ver se esse artigo passaria por "peer-review' ", disse
> > Davis à "The Scientist". "[Ele] tem a aparência de um artigo, mas não
> > faz sentido nenhum", afirmou.
> > > Uma prova do que ele diz é o seguinte trecho do falso estudo:
> > "Simetrias compactas e compiladores amealharam tremendo interesse
> > tanto de futuristas quanto de biólogos nos últimos anos. A falha desse
> > tipo de solução, no entanto, é que os DHTs podem ser empáticos,
> > extensíveis e em larga escala."
> > >
> > > Por favor, publique
> > > Davis disse que começou a desconfiar da Bentham Science Publishers,
> > empresa que edita o "Open Information Science Journal", depois de
> > receber diversos spams solicitando que submetesse artigos a um de seus
> > "mais de 200 periódicos"..
> > > "Uma das coisas que nos chamaram atenção foi o fato de que eles
> > estavam agressivamente solicitando manuscritos" , disse Anderson à
> > "The Scientist".
> > > O artigo falso foi submetido para publicação em janeiro. Na semana
> > passada, Anderson recebeu um e-mail da Bentham dizendo que o artigo
> > havia sido aceito para publicação -e pedindo o cheque de US$ 800. Mas
> > nunca recebeu os comentários dos pareceristas, algo corriqueiro em
> > publicações com "peer-review" . Davis decidiu que seria antiético
> > pagar e suspendeu o "experimento" .
> > > O episódio é mais um da guerra que envolve publicações de acesso
> > fechado, como o "New England Journal of Medicine", e periódicos abertos.
> > > Estas revistas ajudam a democratizar a informação científica ao
> > torná-la disponível para qualquer pessoa. Em vez de cobrar do leitor,
> > elas cobram dos autores pela publicação de um artigo -taxas que podem
> > chegar a US$ 3.000, frequentemente pagas por universidades e
> > instituições de fomento.
> > > Por outro lado, diz Davis, o acesso aberto pode facilitar o
> > surgimento de periódicos caça-níqueis, sem qualidade -como parece ser
> > o caso do "The Open Information Science Journal".
> > > Mahmud Alam, diretor de publicações da Bentham, disse à revista "New
> > Scientist" que seu pessoal apenas fingiu que aceitara a fraude para
> > flagrar os falsos autores. O editor que renunciou, porém, disse não
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Einstein e a filosofia, mais um
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 15:44

Didimo,
 
Muito bom. Estes cientistas desenvolvem as teorias revolucionárias que serão testadas em laboratórios.
 
abs
Felipe

--- Em ter, 16/6/09, didimo_george <didimo.george@uol.com.br> escreveu:

De: didimo_george <didimo.george@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Einstein e a filosofia, mais um
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 16 de Junho de 2009, 14:51

Em nenhum outro lugar está mais claramente expresso o profundo compromisso filosófico de Einstein com a separabilidade e a consequente inquietação vitalícia com a mecânica quântica do que numa longa nota que escreveu a Max Born em 1949. Pergunta Einstein "O que tem de ser uma característica essencial de qualquer física fundamental futura?". A sua resposta surpreende muitos que esperam que ele diga "causalidade" .

Quero apenas explicar o que quero dizer quando digo que devemos tentar ater-nos à realidade física.
Todos temos [...] consciência da situação relativa ao que virão a ser os conceitos básicos fundacionais da física: o ponto-massa ou a partícula não estão certamente entre eles; o campo, no sentido de Faraday-Maxwell, pode vir a estar, mas sem certezas. Mas aquilo que concebemos como existente ("real") deve de alguma forma estar localizado no tempo e no espaço. Isto é, o real numa parte do espaço, A, deve (em teoria) "existir" de alguma forma independentemente daquilo que é considerado real noutra parte do espaço, B. Se um sistema físico abrange A e B, então o que está presente em B deve de alguma forma ter uma existência independente do que está presente em A. O que está efectivamente presente em B não deveria por isso depender do tipo de medição levada a cabo na parte do espaço A; deveria também ser independente do facto de se fazer ou não uma medição em A.
Se se aderir a este programa, então dificilmente se pode encarar a descrição teórica quântica como uma descrição completa do que é fisicamente real. Se se tentar, ainda assim, encará-la como tal, então tem de se pressupor que o fisicamente real em B sofre uma mudança súbita por causa de uma medição feita em A. Os meus instintos físicos ficam eriçados perante tal sugestão.
No entanto, se se renunciar ao pressuposto de que o que está presente em diferentes partes do espaço tem uma existência independente real, então não vislumbro sequer o que a física deve supostamente descrever. Pois o que é supostamente "sistema" é, no fim de contas, apenas convencional, e não vejo como se pode esperar dividir o mundo objectivamente para se produzir afirmações sobre as partes.17
É assim que um físico-filósofo pensa e escreve.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/06/2009 16:32

Olá Renato

Está "jogando com as palavras", usando termos de forma frouxa e com
diferentes sentidos. A fé que menciona em algumas mensagens, a esperança em
algo, a expectativa positiva (ou mesmo negativa) de que algo aconteça ou
seja real, é bem diferente da fé religosa, o saber derivado da informação
direta com o criador (ou o sobrenatural), livros inspirados, revelação, e
coisas do genero, e que é o alicerce e base das religiões.

Eu posso ter "fé" no ser humano, significando esperança que ele atinja seus
objetivos, que melhore sua razão e avance no processo civilizatório. Isso
NADA tem a ver com a fé na religião, no catolicismo, na ascensão de Maria ao
céu de corpo e tudo, na transmigração da alma, na transubstânciação da
óstia, na condenção divina ao homossexualismo, etc, etc, etc.

Minha fé no ser humano, ou a fé do Mori que a defesa do racionalismo é
necessária, podem ser revistas, analisadas, pensadas, e mesmo refutadas ou
abandonadas. Nada disso se aplica a sua fé religiosa, na divindade, que é
porque é, sem motivo ou base de sustentação. Como, aliás, toda fé religosa.

Ter fé em unicórnios e ter fé que a nova sonda robótica em Marte produzirá
bons resultados e dados, dificilmente são a mesma coisa, embora usame o
mesmo termo "fé". De agora em diante, seria mais justo usar o termo "fé
religisa" e não apenas fé, ao comentar a fé alheia ou as afirmações da
ciência.

Homero


----- Original Message -----
From: "José Renato - Terra" <jrma@terra.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, June 16, 2009 10:31 AM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala


> Mori, vejo que sua fé também é lúcida, como é a fé dita verdadeira.
> Bem diferente das crendices e superstições desarrazoadas...
> []s
> José Renato
> ...........................................
>
> ----- Original Message -----
> From: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Tuesday, June 16, 2009 9:06 AM
> Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
>
>
> 2009/6/15 José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
>>A fé antecede a verdade. Parece-se com um "saber existir" antes de se ver,
>>constatar e comprovar com maior consciência.
>
> A fé também antecede a mentira. Parece-se com um "saber existir" até
> se ver, constatar e comprovar com maior consciência que o que se
> acreditava era falso.
>
> Perdão pela paráfrase irônica e um tanto agressiva, José Renato.
> Entendo que o texto que escrevi possa ser um tanto duro demais com a
> fé e mesmo a religião. Mas no ponto em que estamos, inundados por
> tanta fé e carentes de conhecimento e razão, penso que a defesa
> apaixonada do racionalismo é necessária.
>
> Ou pelo menos é no que tenho fé.
>
> Cordial abraço,
>
> Mori
>
>
>> ----- Original Message -----
>> From: Kentaro Mori
>> To: undisclosed-recipients:
>> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
>> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
>>
>> Uma questão de escala
>>
>> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes. Clique
>> para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para
>> fornecer uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida,
>> menciona-se que a bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos
>> para completar uma única volta em seu equador.
>>
>> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o
>> Universo. Algumas, como certas tradições principalmente orientais,
>> chegaram sabiamente a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos,
>> sem no entanto desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram
>> pequenas frente à realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que
>> agora
>> nos deve parecer absurda, de que estávamos no centro de um Universo de
>> dimensões incrivelmente comezinhas, proporcionais à visão daqueles que
>> imaginaram tal cosmo - e o atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o
>> nosso Sol, uma estrela mediana que vemos diariamente, já é muito maior do
>> que o tamanho do Universo que esse suposto "deus" teria revelado aos
>> antigos.
>>
>> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
>> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
>> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
>> temos nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
>>
>> "A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram suas
>> mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu
>> devo ser forte! Amém!" -Dan Barker
>>
>> ________________________________
>> E-mail verificado pelo Terra Anti-Spam.
>> Para classificar esta mensagem como spam ou não spam, clique aqui.
>> Verifique periodicamente a pasta Spam para garantir que apenas mensagens
>> indesejadas sejam classificadas como Spam.
>>
>> ________________________________
>> Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
>> Atualizado em 15/06/2009
>>
>>
>
>
> ------------------------------------
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> Para classificar esta mensagem como spam ou não spam, visite
> http://ecp.terra.com.br/cgi-bin/reportspam.cgi?+_d=SCYzMTczMzI5I3Blcm0hdGVycmEmMSwxMjQ1MTU0MjM5Ljk4MzQwMy4xNTk2OC5zYW50b25pbi50cG4udGVycmEuY29tLDgzNjc=TerraMail
> Verifique periodicamente a pasta Spam para garantir que apenas mensagens
> indesejadas sejam classificadas como Spam.
>
> Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
> Atualizado em 16/06/2009
>
>
>
>
> ------------------------------------
>
> ##### ##### #####
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> Página de apoio
> http://www.ciencialist.com
>
>
> ##### ##### ##### #####Links do Yahoo! Grupos
>
>



SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 19:17

2009/6/16 Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>:
>>Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
> A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
> []s JR<
>
> É o que falo pro meu filho: Tenha fé, pule na piscina ... o conhecimento se
> está cheia d´água ou não vem depois!
>>>

Muito bom! A metodologia pode até funcionar, mas não é a mais recomendável.

Claro que não se deve ter uma idéia romântica da ciência -- cientistas
perfeitos que nunca tentam provar idéias preferidas pré-concebidas, e
mais, que jamais manipulam seus resultados -- mas o fato é que,
***idealmente*** não se deve trabalhar com fé na ciência. Daí a
citação de Barker que incluí.

A verdade não precisa ser aceita com fé.

[]s

Mori


SUBJECT: urgente
FROM: Rose Palmeira <rosepalmeira09@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 20:23

Caros colegas,
 
Estou precisando conseguir esse livro que está esgotado: Filosofia, história e sociologia das ciências, organizado pela Vera Porto Carrero e editado pela Fiocruz, 1994.
 
Aqui em Fortaleza nem livrarias nem sebos.
 
Agradeço desde já a colaboração.
 
rose
 

SUBJECT: Re: [ciencialist] urgente
FROM: Santiago Torrente Perez <santylistas@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/06/2009 22:07

Olá Rose,
Procura no estantevirtual.com.br, é um site de livrarias e sebos de todo o Brasil ou pelo menos de um monte de lugares, quem sabe voce acha lá.
 
Boa Sorte,
 
--
Santiago Torrente Perez
São Paulo-SP

http://facilitandoviver.blogspot.com

Obs.: Caso não queira receber mais meus e-mais por favor responder com assunto excluir.


2009/6/16 Rose Palmeira <rosepalmeira09@gmail.com>


Caros colegas,
 
Estou precisando conseguir esse livro que está esgotado: Filosofia, história e sociologia das ciências, organizado pela Vera Porto Carrero e editado pela Fiocruz, 1994.
 
Aqui em Fortaleza nem livrarias nem sebos.
 
Agradeço desde já a colaboração.
 
rose
 





SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/06/2009 23:29

Luiz, melhor vc não tentar ensinar o que seja fé ao seu filho.
Parece-me que vc não sabe o suficiente para isso.
[]s
JR
........................................
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 16, 2009 1:06 PM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

>Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
[]s JR<
 
É o que falo pro meu filho: Tenha fé, pule na piscina ... o conhecimento se está cheia d´água ou não vem depois!
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] urgente
FROM: "Luiz Eduardo.eg" <luizeduardo.egroups@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 00:38

At 20:23 16/6/2009 -0300, you wrote:


Caros colegas,
 
Estou precisando conseguir esse livro que está esgotado: Filosofia, história e sociologia das ciências, organizado pela Vera Porto Carrero e editado pela Fiocruz, 1994.
 
Aqui em Fortaleza nem livrarias nem sebos.
 
Agradeço desde já a colaboração.
 
rose
 




Devo ter uns dois ou tres que comprei achando que não tinha comprado ainda.



L.E.



=====================================

SUBJECT: Deveriam ter enviado um poeta…
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 17/06/2009 02:37

Deveriam ter enviado um poeta…

uFlnyxJUFosu2759xDuvJeTgo1_500

Porque eu não consigo expressar em palavras como a foto é estupendamente fenomenal.

SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: vernerstranz@click21.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 05:31

Eu não sei como vc conceitua a palavra FÉ, mas para mim pode até ter sido um
"impulso", como vc diz, mas num longínquo passado. Fé, crença, crendice são
conceitos irracionais, necessidades desnecessárias. Como instrumentos de
consolo, assemelham-se mais a muletas psíquicas... Se você pode andar por suas
próprias pernas, porque usar muletas???!!! [ ]s descrentes, verner.




Citando José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>:

> Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
> A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
> []s
> JR
> ............................................................
> ----- Original Message -----
> From: <vernerstranz@click21.com.br>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Tuesday, June 16, 2009 5:42 AM
> Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
>
>
> >>>Muito interessante pensar que a fé antecede a verdade.Pela fé você pode
> > imaginar
> >>>o que quizer e, entre incontáveis absurdos e bizarrices, acertar de vez
> >>>em
> > quando.
> >>>Mas espero que você concorde em que não se pode trocar o conhecimento
> >>>pela
> >>>fé. [ ]s, verner.
> >
> >
> >
> > Citando José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>:
> >
> >> Kentaro Mori escreveu:
> >> [ Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> >> temos
> >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes. ]
> >> ............................................
> >>
> >> José Renato comenta:
> >>
> >> A mesma admiração, que o autor expõe na frase acima, fez os antigos
> >> afirmarem
> >> sobre os abismos da terra, as profundezas do mar e as alturas do céu
> >> utilizando, há mais de três milênios, conceitos como eterno e infinito,
> >> os
> >> quais vão muito além do que o espanto ante uma grande estrela quando
> >> comparada com a velocidade de um avião a jato, considerado muito rápido
> >> para
> >> nós outros.
> >>
> >> Ao ler sem presunção livros bem antigos como Sabedoria e Eclesiástico,
> >> percebemos que nossos limites não mudaram tanto assim para desprezá-los
> >> como
> >> letra morta ou de validade vencida. A fé antecede a verdade. Parece-se
> >> com um
> >> "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior
> >> consciência.
> >>
> >> []s
> >>
> >> José Renato
> >> ........................................
> >> ----- Original Message -----
> >> From: Kentaro Mori
> >> To: undisclosed-recipients:
> >> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
> >> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >> Uma questão de escala
> >>
> >>
> >> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes.
> >> Clique
> >> para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para
> >> fornecer
> >> uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se
> >> que a
> >> bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma
> >> única volta em seu equador.
> >>
> >> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o
> >> Universo.
> >> Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram
> >> sabiamente
> >> a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto
> >> desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à
> >> realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer
> >> absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões
> >> incrivelmente
> >> comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo - e o
> >> atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela
> >> mediana
> >> que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que
> >> esse
> >> suposto "deus" teria revelado aos antigos.
> >>
> >> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> >> temos
> >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
> >>
> >> "A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram
> >> suas
> >> mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu
> >> devo
> >> ser forte! Amém!" -Dan Barker
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
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> >> Atualizado em 15/06/2009
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SUBJECT: Re: [ciencialist] urgente
FROM: Luís Junior <jrcarpediem@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 06:36

Linda,
 
 
No www.estantevirtual.com.br você tem grandes chances de encontrar! Boa parte dos sebos do país anunciam seus acervos nesse site. Já comprei um montão de coisas lá e recomendo. Caso vc tenha alguma dúvida ou receio pode me enviar um email ou se preferir MSN: jrcarpediem@gmail.com que explico tudo direitinho.
 
 
~Carpe Diem~

Luís Freitas.
2009/6/16 Rose Palmeira <rosepalmeira09@gmail.com>


Caros colegas,
 
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Agradeço desde já a colaboração.
 
rose
 



SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/06/2009 07:53

Bem ... JR, eu verdadeiramente não tenho fé nenhuma, nem alguma; o que eu queria era aproveitar seu brilhante conhecimento para ensinar algo ao meu filho sobre as "babaquices da fé". Assim, primeiro pular na piscina para depois ter conhecimento se tinha água ou não, me pareceu um bom exemplo dessas babaquices que tenta propagar.
Mas, ... estou adquirindo certa "fé" na evolução e, se isto continuar funcionando como já está, posso tranquilamente prever que não haverão mais "JR"s no futuro! Eta seleção natural! Que porreta! Viva Tescatiploca! Viva Tutatis!
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
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----- Original Message -----
From: José Renato - Terra
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 16, 2009 11:29 PM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

Luiz, melhor vc não tentar ensinar o que seja fé ao seu filho.
Parece-me que vc não sabe o suficiente para isso.
[]s
JR
........................................
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 16, 2009 1:06 PM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

>Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
[]s JR<
 
É o que falo pro meu filho: Tenha fé, pule na piscina ... o conhecimento se está cheia d´água ou não vem depois!
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Deveriam ter enviado um poeta…
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 07:54

No Discovery tem um programa chamado super câmera que faz filmagens de alguns eventos em alta velocidade. Teve um, que exploraram justamente isto....bolhas de sabão estourando, em diversas maneiras.


--- Em qua, 17/6/09, Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com> escreveu:

De: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
Assunto: [ciencialist] Deveriam ter enviado um poeta…
Para:
Data: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009, 2:37

Deveriam ter enviado um poeta…

uFlnyxJUFosu2759xDuvJeTgo1_500
Porque eu não consigo expressar em palavras como a foto é estupendamente fenomenal.


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 07:58

Verner,
 
Vc acaba de expressar sua fé.
 
Abs
Felipe

--- Em qua, 17/6/09, vernerstranz@click21.com.br <vernerstranz@click21.com.br> escreveu:

De: vernerstranz@click21.com.br <vernerstranz@click21.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009, 5:31

Eu não sei como vc conceitua a palavra FÉ, mas para mim pode até ter sido um
"impulso", como vc diz, mas num longínquo passado. Fé, crença, crendice são
conceitos irracionais, necessidades desnecessárias. Como instrumentos de
consolo, assemelham-se mais a muletas psíquicas... Se você pode andar por suas
próprias pernas, porque usar muletas???!! ! [ ]s descrentes, verner.

Citando José Renato - Terra <jrma@terra.com. br>:

> Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
> A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
> []s
> JR
> ............ ......... ......... ......... ......... ......... ...
> ----- Original Message -----
> From: <vernerstranz@ click21.com. br>
> To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
> Sent: Tuesday, June 16, 2009 5:42 AM
> Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
>
>
> >>>Muito interessante pensar que a fé antecede a verdade.Pela fé você pode
> > imaginar
> >>>o que quizer e, entre incontáveis absurdos e bizarrices, acertar de vez
> >>>em
> > quando.
> >>>Mas espero que você concorde em que não se pode trocar o conhecimento
> >>>pela
> >>>fé. [ ]s, verner.
> >
> >
> >
> > Citando José Renato - Terra <jrma@terra.com. br>:
> >
> >> Kentaro Mori escreveu:
> >> [ Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> >> temos
> >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes. ]
> >> ............ ......... ......... ......... .....
> >>
> >> José Renato comenta:
> >>
> >> A mesma admiração, que o autor expõe na frase acima, fez os antigos
> >> afirmarem
> >> sobre os abismos da terra, as profundezas do mar e as alturas do céu
> >> utilizando, há mais de três milênios, conceitos como eterno e infinito,
> >> os
> >> quais vão muito além do que o espanto ante uma grande estrela quando
> >> comparada com a velocidade de um avião a jato, considerado muito rápido
> >> para
> >> nós outros.
> >>
> >> Ao ler sem presunção livros bem antigos como Sabedoria e Eclesiástico,
> >> percebemos que nossos limites não mudaram tanto assim para desprezá-los
> >> como
> >> letra morta ou de validade vencida. A fé antecede a verdade. Parece-se
> >> com um
> >> "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior
> >> consciência.
> >>
> >> []s
> >>
> >> José Renato
> >> ............ ......... ......... ......... .
> >> ----- Original Message -----
> >> From: Kentaro Mori
> >> To: undisclosed- recipients:
> >> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
> >> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
> >>
> >>
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> >>
> >>
> >> Uma questão de escala
> >>
> >>
> >> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes.
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> >> Universo.
> >> Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram
> >> sabiamente
> >> a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto
> >> desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à
> >> realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer
> >> absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões
> >> incrivelmente
> >> comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo - e o
> >> atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela
> >> mediana
> >> que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que
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> >> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
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> >> "A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/06/2009 08:04

Citando personagens brilhantes:
< A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento. []s JR >
 
Elementarmente: Impulso = força x tempo
 
É preciso ter certo conhecimento para saber o que é impulso e, decorrentemente, a tal "fé". Assim, conhecimento precede sua fantasiosa "fé". A fé não remove montanhas ... é preciso ter o conhecimento prévio sobre TNT ou C-4 para conseguir isto!
 
[]´
 
PS: Como percebem, estou apagando os grandes rabos das mensagens.
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================

SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 08:05

Olá Leo,
 
As mesmas "previsões científicas" com relação à fé  já foram feitas no passado, resultando num fracasso digno da Mãe Diná.
 
Como vcs nem sequer conseguem compreender o que sejá fé, não é de surpreender q qqer coisa falada/profetizada por vcs a respeito da fé, seja furada.
 
Ps : Como já está....vc tentou falar aqui, que a evolução já está eliminando os fiéis...é isso.....Se for, de onde tirou esta pérola ?
 
Abs
Felipe

--- Em qua, 17/6/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009, 7:53

Bem ... JR, eu verdadeiramente não tenho fé nenhuma, nem alguma; o que eu queria era aproveitar seu brilhante conhecimento para ensinar algo ao meu filho sobre as "babaquices da fé". Assim, primeiro pular na piscina para depois ter conhecimento se tinha água ou não, me pareceu um bom exemplo dessas babaquices que tenta propagar.
Mas, ... estou adquirindo certa "fé" na evolução e, se isto continuar funcionando como já está, posso tranquilamente prever que não haverão mais "JR"s no futuro! Eta seleção natural! Que porreta! Viva Tescatiploca! Viva Tutatis!
 
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, June 16, 2009 11:29 PM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

Luiz, melhor vc não tentar ensinar o que seja fé ao seu filho.
Parece-me que vc não sabe o suficiente para isso.
[]s
JR
............ ......... ......... ......... .
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, June 16, 2009 1:06 PM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

>Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
[]s JR<
 
É o que falo pro meu filho: Tenha fé, pule na piscina ... o conhecimento se está cheia d´água ou não vem depois!
 
[]´
 
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
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SUBJECT: Re: Deveriam ter enviado um poeta…
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 09:13

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Kentaro Mori <kentaro.mori@...>
> Deveriam ter enviado um
> poeta…<http://scienceblogs.com.br/100nexos/2009/06/deveriam_ter_enviado_um_poeta.php>

Shabondama tonda
Yane made tonda
Yane made tonde
Kowarete kieta

Shabondama kieta
Tobazu ni kieta
Umarete suguni
Kowarete kieta
Kaze kaze fukuna
Shabondama tobaso
--------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] urgente
FROM: Rose Palmeira <rosepalmeira09@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 09:23

Luís ,
Bom dia!
Obrigada pela indicação, hoje encontrei lá o livro!
Abraços fortalezenses,
 
Rose

2009/6/17 Luís Junior <jrcarpediem@gmail.com>


Linda,
 
 
No www.estantevirtual.com.br você tem grandes chances de encontrar! Boa parte dos sebos do país anunciam seus acervos nesse site. Já comprei um montão de coisas lá e recomendo. Caso vc tenha alguma dúvida ou receio pode me enviar um email ou se preferir MSN: jrcarpediem@gmail.com que explico tudo direitinho.
 
 
~Carpe Diem~

Luís Freitas.
2009/6/16 Rose Palmeira <rosepalmeira09@gmail.com>


Caros colegas,
 
Estou precisando conseguir esse livro que está esgotado: Filosofia, história e sociologia das ciências, organizado pela Vera Porto Carrero e editado pela Fiocruz, 1994.
 
Aqui em Fortaleza nem livrarias nem sebos.
 
Agradeço desde já a colaboração.
 
rose
 




SUBJECT: Re: [ciencialist] urgente
FROM: Luís Junior <jrcarpediem@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 10:40

Opa :) De nada!
 
Olha, outra dica onde talvez saia mais baratinho: www.sebosonline.com.br. Como comprei apenas uma vez lá não me sinto á vontade para recomendar com entusiasmo.
Qqer coisa é só falar!
Abraços Baianos :)
 
 
~Carpe Diem~
 
Luís Freitas.


 
2009/6/17 Rose Palmeira <rosepalmeira09@gmail.com>


Luís ,
Bom dia!
Obrigada pela indicação, hoje encontrei lá o livro!
Abraços fortalezenses,
 
Rose

2009/6/17 Luís Junior <jrcarpediem@gmail.com>



Linda,
 
 
No www.estantevirtual.com.br você tem grandes chances de encontrar! Boa parte dos sebos do país anunciam seus acervos nesse site. Já comprei um montão de coisas lá e recomendo. Caso vc tenha alguma dúvida ou receio pode me enviar um email ou se preferir MSN: jrcarpediem@gmail.com que explico tudo direitinho.
 
 
~Carpe Diem~

Luís Freitas.
2009/6/16 Rose Palmeira <rosepalmeira09@gmail.com>


Caros colegas,
 
Estou precisando conseguir esse livro que está esgotado: Filosofia, história e sociologia das ciências, organizado pela Vera Porto Carrero e editado pela Fiocruz, 1994.
 
Aqui em Fortaleza nem livrarias nem sebos.
 
Agradeço desde já a colaboração.
 
rose
 





SUBJECT: crendice (era>Uma questão de escala)
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 10:45

Wener

>>>Eu não sei como vc conceitua a palavra FÉ, mas para mim pode até ter sido um
"impulso", como vc diz, mas num longínquo passado. Fé, crença, crendice são
conceitos irracionais, necessidades desnecessárias. Como instrumentos de
consolo, assemelham-se mais a muletas psíquicas... Se você pode andar por suas
próprias pernas, porque usar muletas???!! !<<<

 

Quando você expressa esse tipo de comentário, você expressa um tipo de crença.  Crença que todo tipo de fé não passa de uma crendice, pois tudo que dissemos é o que acreditamos. Alguns caras letrados, que leram imensos livros de ciência e todo tipo de cultura, tem uma crendice em um fato que foi mostrado ou em revistas cientificas ou foi mostrado em um programa de televisão que não podemos comprovar, mas ter fé que aquilo realmente é uma pesquisa seria.


Por exemplo, como podemos comprovar que o homem foi realmente a lua? Somente no escopo de temos fé no governo norte – americano e que devemos ter fé que tudo se passou realmente, pois a tecnologia não poderia está tão avançada para mostrar imagens da lua  nem câmeras versáteis que poderiam ser levadas sem problemas. Quando acreditamos em uma ideologia política que temos que levar fé naquilo, pois não podemos comprovar se o político está dizendo a verdade ou não. Veja que tudo é essas “muletas” que tanto você falou e que o ser humano não tem, de maneira nenhuma, um senso critico verdadeiro para analisar tanto as crendices religiosas, como as crendices cientificas. 

 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Blog:
http://serumdeficiente.blogspot.com/ 
http://masterofdarkness.multiply.com/
http://publicidade-e.blogspot.com/




De: "vernerstranz@click21.com.br" <vernerstranz@click21.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009 5:31:16
Assunto: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

Eu não sei como vc conceitua a palavra FÉ, mas para mim pode até ter sido um
"impulso", como vc diz, mas num longínquo passado. Fé, crença, crendice são
conceitos irracionais, necessidades desnecessárias. Como instrumentos de
consolo, assemelham-se mais a muletas psíquicas... Se você pode andar por suas
próprias pernas, porque usar muletas???!! ! [ ]s descrentes, verner.

Citando José Renato - Terra <jrma@terra.com. br>:

> Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
> A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
> []s
> JR
> ............ ......... ......... ......... ......... ......... ...
> ----- Original Message -----
> From: <vernerstranz@ click21.com. br>
> To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
> Sent: Tuesday, June 16, 2009 5:42 AM
> Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
>
>
> >>>Muito interessante pensar que a fé antecede a verdade.Pela fé você pode
> > imaginar
> >>>o que quizer e, entre incontáveis absurdos e bizarrices, acertar de vez
> >>>em
> > quando.
> >>>Mas espero que você concorde em que não se pode trocar o conhecimento
> >>>pela
> >>>fé. [ ]s, verner.
> >
> >
> >
> > Citando José Renato - Terra <jrma@terra.com. br>:
> >
> >> Kentaro Mori escreveu:
> >> [ Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> >> temos
> >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes. ]
> >> ............ ......... ......... ......... .....
> >>
> >> José Renato comenta:
> >>
> >> A mesma admiração, que o autor expõe na frase acima, fez os antigos
> >> afirmarem
> >> sobre os abismos da terra, as profundezas do mar e as alturas do céu
> >> utilizando, há mais de três milênios, conceitos como eterno e infinito,
> >> os
> >> quais vão muito além do que o espanto ante uma grande estrela quando
> >> comparada com a velocidade de um avião a jato, considerado muito rápido
> >> para
> >> nós outros.
> >>
> >> Ao ler sem presunção livros bem antigos como Sabedoria e Eclesiástico,
> >> percebemos que nossos limites não mudaram tanto assim para desprezá-los
> >> como
> >> letra morta ou de validade vencida. A fé antecede a verdade. Parece-se
> >> com um
> >> "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior
> >> consciência.
> >>
> >> []s
> >>
> >> José Renato
> >> ............ ......... ......... ......... .
> >> ----- Original Message -----
> >> From: Kentaro Mori
> >> To: undisclosed- recipients:
> >> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
> >> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >> Uma questão de escala
> >>
> >>
> >> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes.
> >> Clique
> >> para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para
> >> fornecer
> >> uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se
> >> que a
> >> bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma
> >> única volta em seu equador.
> >>
> >> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o
> >> Universo.
> >> Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram
> >> sabiamente
> >> a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto
> >> desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à
> >> realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer
> >> absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões
> >> incrivelmente
> >> comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo - e o
> >> atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela
> >> mediana
> >> que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que
> >> esse
> >> suposto "deus" teria revelado aos antigos.
> >>
> >> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> >> temos
> >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
> >>
> >> "A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram
> >> suas
> >> mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu
> >> devo
> >> ser forte! Amém!" -Dan Barker
> >>
> >>
> >>
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> >>
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> >> E-mail verificado pelo Terra Anti-Spam.
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> >> mensagens
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> >> Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
> >> Atualizado em 15/06/2009
> >>
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> > Verifique periodicamente a pasta Spam para garantir que apenas mensagens
> > indesejadas sejam classificadas como Spam.
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> > Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
> > Atualizado em 16/06/2009
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SUBJECT: Re: Uma questão de escala
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 10:52

Luiz: "Vc acaba de expressar sua fé."

Não, Luiz, esperança talvez, um termo que pode ser "confundido" com fé, ou expectativa, ou conclusão, ou qualquer outro termo, se usar os mesmos de forma vaga e imprecisa..:-)

Fé, como apresentada pelo Renato e por quem crê em religiões, é fé religiosa, específica, bem determinada. Acredita-se em coisas que não tem, nem precisam, de base ou evidência, derivadas de revelação, livros sagrados, conhecimento especial ("de core", ou de coração, quando a entidade sobrenatural fala diretamente a ele).

A diferença, importante, é o núcleo e base da religião, a origem desse conhecimento, desse saber dependente da fé, a divindade. As supostas "crenças" do Verner, o que tenta chamar de "fé", vem de seu conhecimento sobre o mundo, sobre seres humanos, etc, e são baseados em evidências (no máximo, em alguns casos, são apenas esperança de que seja assim, mas ele sabe que não são necessariamente reais.:-).

Já a fé religiosa vem de outro lugar e, repito, não precisa, nem tem, evidências a sustenta-la. Como, apenas como exemplo, a ascenção de Maria de corpo e tudo para o "céu". Ou a presença de 72 Huris para servi-lo depois de morto, no paraíso.

É justamente do uso "frouxo" destes termos que estamos falando, que tendem a confundir e distorcer as alegações e argumentos.

Um abraço.

Homero

PS: Um último exemplo, eu não tenho fé alguma, do tipo religioso, stricto senso, mas as vezes posso apresentar "esperança" em situações que poderia ser chamado de "ter fé": tenho esperança que meu bilhete da MegaSena seja sorteado (é um exemplo, sei estatistica o suficiente para não ter muita esperança nisso..:-), tenho esperança/fé que vou me sair bem na prova sobre estrutura de dados, tenho esperança/fé que o filme que vou assistir será bom, etc.

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva <luizfelipecsrj@...> escreveu
>
> Verner,
>  
> Vc acaba de expressar sua fé.
>  
> Abs
> Felipe
>
> --- Em qua, 17/6/09, vernerstranz@... <vernerstranz@...> escreveu:
>
>
> De: vernerstranz@... <vernerstranz@...>
> Assunto: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Data: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009, 5:31
>
>
>
>
>
>
>
>
> Eu não sei como vc conceitua a palavra FÉ, mas para mim pode até ter sido um
> "impulso", como vc diz, mas num longínquo passado. Fé, crença, crendice são
> conceitos irracionais, necessidades desnecessárias. Como instrumentos de
> consolo, assemelham-se mais a muletas psíquicas... Se você pode andar por suas
> próprias pernas, porque usar muletas???!! ! [ ]s descrentes, verner.
>
> Citando José Renato - Terra <jrma@... br>:
>
> > Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
> > A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
> > []s
> > JR
> > ............ ......... ......... ......... ......... ......... ...
> > ----- Original Message -----
> > From: <vernerstranz@ click21.com. br>
> > To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
> > Sent: Tuesday, June 16, 2009 5:42 AM
> > Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
> >
> >
> > >>>Muito interessante pensar que a fé antecede a verdade.Pela fé você pode
> > > imaginar
> > >>>o que quizer e, entre incontáveis absurdos e bizarrices, acertar de vez
> > >>>em
> > > quando.
> > >>>Mas espero que você concorde em que não se pode trocar o conhecimento
> > >>>pela
> > >>>fé. [ ]s, verner.
> > >
> > >
> > >
> > > Citando José Renato - Terra <jrma@... br>:
> > >
> > >> Kentaro Mori escreveu:
> > >> [ Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> > >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> > >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> > >> temos
> > >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes. ]
> > >> ............ ......... ......... ......... .....
> > >>
> > >> José Renato comenta:
> > >>
> > >> A mesma admiração, que o autor expõe na frase acima, fez os antigos
> > >> afirmarem
> > >> sobre os abismos da terra, as profundezas do mar e as alturas do céu
> > >> utilizando, há mais de três milênios, conceitos como eterno e infinito,
> > >> os
> > >> quais vão muito além do que o espanto ante uma grande estrela quando
> > >> comparada com a velocidade de um avião a jato, considerado muito rápido
> > >> para
> > >> nós outros.
> > >>
> > >> Ao ler sem presunção livros bem antigos como Sabedoria e Eclesiástico,
> > >> percebemos que nossos limites não mudaram tanto assim para desprezá-los
> > >> como
> > >> letra morta ou de validade vencida. A fé antecede a verdade. Parece-se
> > >> com um
> > >> "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior
> > >> consciência.
> > >>
> > >> []s
> > >>
> > >> José Renato
> > >> ............ ......... ......... ......... .
> > >> ----- Original Message -----
> > >> From: Kentaro Mori
> > >> To: undisclosed- recipients:
> > >> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
> > >> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
> > >>
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> > >> Uma questão de escala
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> > >> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o
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> > >> sabiamente
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> > >> absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões
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> > >> atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela
> > >> mediana
> > >> que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que
> > >> esse
> > >> suposto "deus" teria revelado aos antigos.
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> > >> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
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> > >> "A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram
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> > >> mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu
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SUBJECT: Re: crendice (era>Uma questão de escala)
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 10:58

Amauri: "Por exemplo, como podemos comprovar que o homem foi realmente a lua? "

Sim, podemos. E nem é tão complicado assim, até você é capaz de entender, e até o programa de TV Mythbusters fez isso de forma interessante..:-)

As evidências são muitas, tantas que é difícil decidir qual seria mais adequada a você. Eu pensaria primeiro em triangulação de ondas de rádio, já que todos os radioamadores e radares da época acompanharam passo a passo as naves e transmissões dos projetos Mercury, Gemini e Apollo.

Mas, mais simples ainda, eles deixaram, se não me engano a Apollo 15, um espelho super-refletor no solo lunar, para medidas de precisão. Assim, se puder ir a um observatório astronômico que disponha de equipamento de laser, pode apontar para a Lua, na exata coordenada onde o espelho está, e medir seu reflexo aqui na Terra.

Isso seria suficiente para você, Amauri? Um espelho refletor de alta tecnologia no solo lunar seria suficiente?

Se não, existem milhares de evidências, fortes, de que fomos a Lua, pode passar alguns meses estudando o assunto (assim evitaria falar bobagem sobre..:-).

Homero




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@...> escreveu
>
> Wener
> >>>Eu não sei como vc conceitua a
> palavra FÉ, mas para mim pode até ter sido um
> "impulso", como vc diz, mas num
> longínquo passado. Fé, crença, crendice são
> conceitos irracionais, necessidades
> desnecessárias. Como instrumentos de
> consolo, assemelham-se mais a muletas psíquicas...
> Se você pode andar por suas
> próprias pernas, porque usar muletas???!! !<<<
>
> Quando você expressa esse tipo de comentário, você expressa
> um tipo de crença. Crença que todo tipo
> de fé não passa de uma crendice, pois tudo que dissemos é o que acreditamos. Alguns
> caras letrados, que leram imensos livros de ciência e todo tipo de cultura, tem
> uma crendice em um fato que foi mostrado ou em revistas cientificas ou foi
> mostrado em um programa de televisão que não podemos comprovar, mas ter fé que
> aquilo realmente é uma pesquisa seria.
>
> Por exemplo, como podemos comprovar que o homem foi
> realmente a lua? Somente no escopo de temos fé no governo norte - americano e
> que devemos ter fé que tudo se passou realmente, pois a tecnologia não poderia
> está tão avançada para mostrar imagens da lua nem câmeras versáteis que poderiam ser levadas sem problemas. Quando acreditamos
> em uma ideologia política que temos que levar fé naquilo, pois não podemos
> comprovar se o político está dizendo a verdade ou não. Veja que tudo é essas "muletas"
> que tanto você falou e que o ser humano não tem, de maneira nenhuma, um senso
> critico verdadeiro para analisar tanto as crendices religiosas, como as
> crendices cientificas.
> Sds
> Amauri
> SP
> [º==]
> Brasil
> [<o>]
>
>
> Meu Blog:
> http://serumdeficiente.blogspot.com/
> http://masterofdarkness.multiply.com/
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>
>
>
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> De: "vernerstranz@..." <vernerstranz@...>
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Enviadas: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009 5:31:16
> Assunto: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
>
>
>
>
>
> Eu não sei como vc conceitua a palavra FÉ, mas para mim pode até ter sido um
> "impulso", como vc diz, mas num longínquo passado. Fé, crença, crendice são
> conceitos irracionais, necessidades desnecessárias. Como instrumentos de
> consolo, assemelham-se mais a muletas psíquicas... Se você pode andar por suas
> próprias pernas, porque usar muletas???!! ! [ ]s descrentes, verner.
>
> Citando José Renato - Terra <jrma@... br>:
>
> > Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
> > A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
> > []s
> > JR
> > ............ ......... ......... ......... ......... ......... ...
> > ----- Original Message -----
> > From: <vernerstranz@ click21.com. br>
> > To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
> > Sent: Tuesday, June 16, 2009 5:42 AM
> > Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
> >
> >
> > >>>Muito interessante pensar que a fé antecede a verdade.Pela fé você pode
> > > imaginar
> > >>>o que quizer e, entre incontáveis absurdos e bizarrices, acertar de vez
> > >>>em
> > > quando.
> > >>>Mas espero que você concorde em que não se pode trocar o conhecimento
> > >>>pela
> > >>>fé. [ ]s, verner.
> > >
> > >
> > >
> > > Citando José Renato - Terra <jrma@... br>:
> > >
> > >> Kentaro Mori escreveu:
> > >> [ Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> > >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> > >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> > >> temos
> > >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes. ]
> > >> ............ ......... ......... ......... .....
> > >>
> > >> José Renato comenta:
> > >>
> > >> A mesma admiração, que o autor expõe na frase acima, fez os antigos
> > >> afirmarem
> > >> sobre os abismos da terra, as profundezas do mar e as alturas do céu
> > >> utilizando, há mais de três milênios, conceitos como eterno e infinito,
> > >> os
> > >> quais vão muito além do que o espanto ante uma grande estrela quando
> > >> comparada com a velocidade de um avião a jato, considerado muito rápido
> > >> para
> > >> nós outros.
> > >>
> > >> Ao ler sem presunção livros bem antigos como Sabedoria e Eclesiástico,
> > >> percebemos que nossos limites não mudaram tanto assim para desprezá-los
> > >> como
> > >> letra morta ou de validade vencida. A fé antecede a verdade. Parece-se
> > >> com um
> > >> "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior
> > >> consciência.
> > >>
> > >> []s
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> > >> José Renato
> > >> ............ ......... ......... ......... .
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> > >> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
> > >> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
> > >>
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> > >> Uma questão de escala
> > >>
> > >>
> > >> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes.
> > >> Clique
> > >> para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para
> > >> fornecer
> > >> uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se
> > >> que a
> > >> bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma
> > >> única volta em seu equador.
> > >>
> > >> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o
> > >> Universo.
> > >> Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram
> > >> sabiamente
> > >> a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto
> > >> desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à
> > >> realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer
> > >> absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões
> > >> incrivelmente
> > >> comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo - e o
> > >> atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela
> > >> mediana
> > >> que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que
> > >> esse
> > >> suposto "deus" teria revelado aos antigos.
> > >>
> > >> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> > >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> > >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> > >> temos
> > >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
> > >>
> > >> "A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram
> > >> suas
> > >> mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu
> > >> devo
> > >> ser forte! Amém!" -Dan Barker
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SUBJECT: Re: crendice (era>Uma questão de escala)
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 10:58

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri N. Sanches Jr"
> Por exemplo, como podemos comprovar que o homem foi
> realmente a lua? Somente no escopo de temos fé no governo norte -
> americano e que devemos ter fé que tudo se passou realmente, pois a
> tecnologia não poderia está tão avançada para mostrar imagens da
> lua nem câmeras versáteis que poderiam ser levadas sem problemas.

Às vezes tenha a impressão que você escreve essas bobagens de propósito só para fomentar uma discussão inútil.

(Os russos deveriam ter tanta fé no governo americano que enviou cosmonautas russos para o satélite logo em seguida... Mas, alvíssaras, se você viver mais algumas décadas talvez tenha instalado o turismo lunar de modo que você poderá usar suas economias para ir lá à Lua ver não apenas a pegada de Armstrong e as quinquilharias espaciais que soviéticos e americanos lá deixaram, mas tb o espelhinho que refletem os laseres astronômicos que medem a distância entre a Terra e a Lua em tempo real.

Na sua mesma linha de pensamento, nunca lançaram bomba atômica sobre o Japão, pois como é que - duas décadas *antes* da viagem à Lua - teriam tecnologia para refinar plutônio. Aliás, também deve ser mentira que o Brasil ganhou a Copa do Mundo de 1970, pois em dois anos não poderiam ter criado câmaras versáteis que transmitissem em cores e em tempo real as partidas do México.)

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 11:17
ATTACHMENTS (20090617-111743-0000145): "alvaro.vcf"

"não haverão" é mesmo coisa de perfurar o tímpano!

[ ]s

Alvaro Augusto



Luiz Ferraz Netto escreveu:
Bem ... JR, eu verdadeiramente não tenho fé nenhuma, nem alguma; o que eu queria era aproveitar seu brilhante conhecimento para ensinar algo ao meu filho sobre as "babaquices da fé". Assim, primeiro pular na piscina para depois ter conhecimento se tinha água ou não, me pareceu um bom exemplo dessas babaquices que tenta propagar.
Mas, ... estou adquirindo certa "fé" na evolução e, se isto continuar funcionando como já está, posso tranquilamente prever que não haverão mais "JR"s no futuro! Eta seleção natural! Que porreta! Viva Tescatiploca! Viva Tutatis!
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: José Renato - Terra
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 16, 2009 11:29 PM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

Luiz, melhor vc não tentar ensinar o que seja fé ao seu filho.
Parece-me que vc não sabe o suficiente para isso.
[]s
JR
........................................
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, June 16, 2009 1:06 PM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

>Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
[]s JR<
 
É o que falo pro meu filho: Tenha fé, pule na piscina ... o conhecimento se está cheia d´água ou não vem depois!
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/06/2009 11:54

Olá,

>
>As mesmas "previsões científicas" com relação
>à fé já foram feitas no passado, resultando num
>fracasso digno da Mãe Diná.
>

Mesmo assim, a chance de uma teoria científica acertar previsões e dar
explicações sobre o mundo mais próximas da realidade é imensamente mais
maior do que uma explicação religiosa. Simplesmente porque a ciência parte
da nossa observação do Universo (que parece seguir determinadas regras),
enquanto as religiões são apenas "viagens" de alguns malucos antigos em que
outros (não muito menos malucos) acreditam apenas porque a "viagem" nos
agrada (a aparente realidade em que vivemos fica completamente de lado...).
São apenas "muletas psíquicas" mesmo, como disse o Verner. Chamo os fiéis
também de malucos, pois, usando a analogia do Léo, preferem pular em
piscinas de olhos fechados, mesmo podendo abrir os olhos antes.

[]´,s
Jeff.



SUBJECT: Cidade das formigas
FROM: "Paulo - yahoo" <psdias2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/06/2009 12:00


No pequeno vídeo (3 min) dos links abaixo, um impressionante formigueiro (enorme).
Achei muito interessante o modo como os pesquisadores conseguiram descobrir o formato e tamanho do formigueiro (jogando cimento lá dentro).
 
1) Link do Youtube, em inglês (com algumas anotações também em inglês)
http://www.youtube.com/watch?v=ozkBd2p2piU
 
2) Link para fazer download do vídeo com legendas em português
http://www.megaupload.com/?d=KM1XSIMQ
 
- É necessário digitar os caracteres que aparece na tela e depois clicar em "Baixar Arquivo".
- Depois, deve-se aguardar 45 segundos, até aparecer o botão "Download Comum".
 
Paulo

SUBJECT: Re: [ciencialist] urgente
FROM: Rose Palmeira <rosepalmeira09@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 12:37

Santiago,
Encontrei lá, que bom!
Obrigada pela orientação.
 
Rose

2009/6/16 Santiago Torrente Perez <santylistas@gmail.com>


Olá Rose,
Procura no estantevirtual.com.br, é um site de livrarias e sebos de todo o Brasil ou pelo menos de um monte de lugares, quem sabe voce acha lá.
 
Boa Sorte,
 
--
Santiago Torrente Perez
São Paulo-SP

http://facilitandoviver.blogspot.com

Obs.: Caso não queira receber mais meus e-mais por favor responder com assunto excluir.


2009/6/16 Rose Palmeira <rosepalmeira09@gmail.com>



Caros colegas,
 
Estou precisando conseguir esse livro que está esgotado: Filosofia, história e sociologia das ciências, organizado pela Vera Porto Carrero e editado pela Fiocruz, 1994.
 
Aqui em Fortaleza nem livrarias nem sebos.
 
Agradeço desde já a colaboração.
 
rose
 






SUBJECT: Re: [ciencialist] crendice (era>Uma questão de escala)
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/06/2009 12:53

>
>Veja que tudo é essas “muletas” que tanto você falou e que
>o ser humano não tem, de maneira nenhuma, um senso critico
>verdadeiro para analisar tanto as crendices religiosas, como
>as crendices cientificas.
>

E o fato de que existem muitas evidências das "crendices" científicas e
nenhuma das crendices religiosas?

[]´,s
Jeff.



SUBJECT: Res: [ciencialist] Re: crendice (era>Uma questão de escala)
FROM: "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 13:01

Ola Homero

>>> Isso seria suficiente para você, Amauri? Um espelho refletor de alta tecnologia no solo lunar seria suficiente? <<<

Não amiguinho, Apolo 15 não é Apolo 11 e por outro lado, não disse bobagem é apenas uma crença popular. Em política e ideologia subalterna do poder, temos que tomar cuidado o que acreditamos, enquanto negunho não me mostrar que câmeras muito pesadas, poderiam mostrar imagens como de uma transmissão de um programa de televisão, nada disso para mim é verdadeiro, é uma questão de fé. Mas como você mesmo disse se está bom pra você a mim ta certinho...:-)

>>> Se não, existem milhares de evidências, fortes, de que fomos a Lua, pode passar alguns meses estudando o assunto (assim evitaria falar bobagem sobre..:-).<<<


Mesmo com evidencias, que por sinal pode ser forjada, não passamos de primatas com nossas crendices e a fé que o outro é mais do que nós. Temos que sempre passar pelo crivo da razão, mesmo que essas evidencias sejam claras, não podem ser cegamente acreditadas. Mesmo você está com FÉ que essas evidencias sejam verdadeiras, é acreditar que o mundo esteja certo e o Amauri esteja errado, pois se eu estou errado nunca poderemos saber e nem analisar o fato que por si só é absurdo...acredito porque é absurdo, já diria um pensador da idade media.



Tinha um professor da faculdade que disse, o humano não acredita nada que seja obvio, é só mostrar o que é obvio que a duvida fica no ar. É tão obvio que por causa da guerra fria, eles forjaram tanta coisa, que fica difícil escolher alguma a explicar a você. Se eles forjaram miseras provas que o Iraque tinha armas poderosas e o mundo acreditou, não vão forjar isso com Hollywood no seu quintal? Ora Homero, ta parecendo um crente que houve o pastor falar e aquilo passa a ser a verdade absoluta... olha que Dawkins vai puxar sua orelha...:-)

 
Sds
Amauri
SP
[º==]
Brasil
[<o>]

Meu Blog:
http://serumdeficiente.blogspot.com/ 
http://masterofdarkness.multiply.com/
http://publicidade-e.blogspot.com/




De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009 10:58:41
Assunto: [ciencialist] Re: crendice (era>Uma questão de escala)

Amauri: "Por exemplo, como podemos comprovar que o homem foi realmente a lua? "

Sim, podemos. E nem é tão complicado assim, até você é capaz de entender, e até o programa de TV Mythbusters fez isso de forma interessante. .:-)

As evidências são muitas, tantas que é difícil decidir qual seria mais adequada a você. Eu pensaria primeiro em triangulação de ondas de rádio, já que todos os radioamadores e radares da época acompanharam passo a passo as naves e transmissões dos projetos Mercury, Gemini e Apollo.

Mas, mais simples ainda, eles deixaram, se não me engano a Apollo 15, um espelho super-refletor no solo lunar, para medidas de precisão. Assim, se puder ir a um observatório astronômico que disponha de equipamento de laser, pode apontar para a Lua, na exata coordenada onde o espelho está, e medir seu reflexo aqui na Terra.

Isso seria suficiente para você, Amauri? Um espelho refletor de alta tecnologia no solo lunar seria suficiente?

Se não, existem milhares de evidências, fortes, de que fomos a Lua, pode passar alguns meses estudando o assunto (assim evitaria falar bobagem sobre..:-).

Homero

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Amauri N. Sanches Jr" <amaurijunior2@ ...> escreveu
>
> Wener
> >>>Eu não sei como vc conceitua a
> palavra FÉ, mas para mim pode até ter sido um
> "impulso", como vc diz, mas num
> longínquo passado. Fé, crença, crendice são
> conceitos irracionais, necessidades
> desnecessárias. Como instrumentos de
> consolo, assemelham-se mais a muletas psíquicas...
> Se você pode andar por suas
> próprias pernas, porque usar muletas???!! !<<<
>
> Quando você expressa esse tipo de comentário, você expressa
> um tipo de crença. Crença que todo tipo
> de fé não passa de uma crendice, pois tudo que dissemos é o que acreditamos. Alguns
> caras letrados, que leram imensos livros de ciência e todo tipo de cultura, tem
> uma crendice em um fato que foi mostrado ou em revistas cientificas ou foi
> mostrado em um programa de televisão que não podemos comprovar, mas ter fé que
> aquilo realmente é uma pesquisa seria.
>
> Por exemplo, como podemos comprovar que o homem foi
> realmente a lua? Somente no escopo de temos fé no governo norte - americano e
> que devemos ter fé que tudo se passou realmente, pois a tecnologia não poderia
> está tão avançada para mostrar imagens da lua nem câmeras versáteis que poderiam ser levadas sem problemas. Quando acreditamos
> em uma ideologia política que temos que levar fé naquilo, pois não podemos
> comprovar se o político está dizendo a verdade ou não. Veja que tudo é essas "muletas"
> que tanto você falou e que o ser humano não tem, de maneira nenhuma, um senso
> critico verdadeiro para analisar tanto as crendices religiosas, como as
> crendices cientificas.
> Sds
> Amauri
> SP
> [º==]
> Brasil
> [<o>]
>
>
> Meu Blog:
> http://serumdeficie nte.blogspot. com/
> http://masterofdark ness.multiply. com/
> http://publicidade- e.blogspot. com/
>
>
>
>
>
> ____________ _________ _________ __
> De: "vernerstranz@ ..." <vernerstranz@ ...>
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Enviadas: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009 5:31:16
> Assunto: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
>
>
>
>
>
> Eu não sei como vc conceitua a palavra FÉ, mas para mim pode até ter sido um
> "impulso", como vc diz, mas num longínquo passado. Fé, crença, crendice são
> conceitos irracionais, necessidades desnecessárias. Como instrumentos de
> consolo, assemelham-se mais a muletas psíquicas... Se você pode andar por suas
> próprias pernas, porque usar muletas???!! ! [ ]s descrentes, verner.
>
> Citando José Renato - Terra <jrma@... br>:
>
> > Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
> > A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
> > []s
> > JR
> > ............ ......... ......... ......... ......... ......... ...
> > ----- Original Message -----
> > From: <vernerstranz@ click21.com. br>
> > To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
> > Sent: Tuesday, June 16, 2009 5:42 AM
> > Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
> >
> >
> > >>>Muito interessante pensar que a fé antecede a verdade.Pela fé você pode
> > > imaginar
> > >>>o que quizer e, entre incontáveis absurdos e bizarrices, acertar de vez
> > >>>em
> > > quando.
> > >>>Mas espero que você concorde em que não se pode trocar o conhecimento
> > >>>pela
> > >>>fé. [ ]s, verner.
> > >
> > >
> > >
> > > Citando José Renato - Terra <jrma@... br>:
> > >
> > >> Kentaro Mori escreveu:
> > >> [ Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> > >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> > >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> > >> temos
> > >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes. ]
> > >> ............ ......... ......... ......... .....
> > >>
> > >> José Renato comenta:
> > >>
> > >> A mesma admiração, que o autor expõe na frase acima, fez os antigos
> > >> afirmarem
> > >> sobre os abismos da terra, as profundezas do mar e as alturas do céu
> > >> utilizando, há mais de três milênios, conceitos como eterno e infinito,
> > >> os
> > >> quais vão muito além do que o espanto ante uma grande estrela quando
> > >> comparada com a velocidade de um avião a jato, considerado muito rápido
> > >> para
> > >> nós outros.
> > >>
> > >> Ao ler sem presunção livros bem antigos como Sabedoria e Eclesiástico,
> > >> percebemos que nossos limites não mudaram tanto assim para desprezá-los
> > >> como
> > >> letra morta ou de validade vencida. A fé antecede a verdade. Parece-se
> > >> com um
> > >> "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior
> > >> consciência.
> > >>
> > >> []s
> > >>
> > >> José Renato
> > >> ............ ......... ......... ......... .
> > >> ----- Original Message -----
> > >> From: Kentaro Mori
> > >> To: undisclosed- recipients:
> > >> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
> > >> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
> > >>
> > >>
> > >>
> > >>
> > >>
> > >> Uma questão de escala
> > >>
> > >>
> > >> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes.
> > >> Clique
> > >> para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para
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> > >> uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se
> > >> que a
> > >> bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma
> > >> única volta em seu equador.
> > >>
> > >> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o
> > >> Universo.
> > >> Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram
> > >> sabiamente
> > >> a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto
> > >> desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à
> > >> realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer
> > >> absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões
> > >> incrivelmente
> > >> comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo - e o
> > >> atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela
> > >> mediana
> > >> que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que
> > >> esse
> > >> suposto "deus" teria revelado aos antigos.
> > >>
> > >> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> > >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> > >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> > >> temos
> > >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
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> > >> "A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram
> > >> suas
> > >> mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu
> > >> devo
> > >> ser forte! Amém!" -Dan Barker
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 13:23

Alvaro/Leo,
 
Eu me divirto com suas alfinetadas.....muito bom!!!
 
Abs
Felipe

--- Em qua, 17/6/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:

De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009, 11:17

"não haverão" é mesmo coisa de perfurar o tímpano!

[ ]s

Alvaro Augusto



Luiz Ferraz Netto escreveu:
Bem ... JR, eu verdadeiramente não tenho fé nenhuma, nem alguma; o que eu queria era aproveitar seu brilhante conhecimento para ensinar algo ao meu filho sobre as "babaquices da fé". Assim, primeiro pular na piscina para depois ter conhecimento se tinha água ou não, me pareceu um bom exemplo dessas babaquices que tenta propagar.
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
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         luizferraz.netto@ gmail.com
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     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, June 16, 2009 11:29 PM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

Luiz, melhor vc não tentar ensinar o que seja fé ao seu filho.
Parece-me que vc não sabe o suficiente para isso.
[]s
JR
............ ......... ......... ......... .
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, June 16, 2009 1:06 PM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

>Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
[]s JR<
 
É o que falo pro meu filho: Tenha fé, pule na piscina ... o conhecimento se está cheia d´água ou não vem depois!
 
[]´
 
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 13:25

Bom,
 
Para sustentar seu argumento, teremos que partir da premissa que nossa percepção do universo é a própria realidade.
 
Abs
Felipe
--- Em qua, 17/6/09, Jeff <jeff@jeff.com.br> escreveu:

De: Jeff <jeff@jeff.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009, 11:54

Olá,

>
>As mesmas "previsões científicas" com relação
>à fé já foram feitas no passado, resultando num
>fracasso digno da Mãe Diná.
>

Mesmo assim, a chance de uma teoria científica acertar previsões e dar
explicações sobre o mundo mais próximas da realidade é imensamente mais
maior do que uma explicação religiosa. Simplesmente porque a ciência parte
da nossa observação do Universo (que parece seguir determinadas regras),
enquanto as religiões são apenas "viagens" de alguns malucos antigos em que
outros (não muito menos malucos) acreditam apenas porque a "viagem" nos
agrada (a aparente realidade em que vivemos fica completamente de lado...).
São apenas "muletas psíquicas" mesmo, como disse o Verner. Chamo os fiéis
também de malucos, pois, usando a analogia do Léo, preferem pular em
piscinas de olhos fechados, mesmo podendo abrir os olhos antes.

[]´,s
Jeff.



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SUBJECT: Res: [ciencialist] Re: crendice (era>Uma questão de escala)
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 13:27

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri N. Sanches Jr"
> Apolo 15 não é Apolo 11 e por outro lado, não disse bobagem é

Apollo 15 foi uma missão enviada dois anos depois 1971.

Sanchices: em 1969 a tecnologia de transmissão remota via satélite deveria ser tão precária que funciona como uma evidência de que a ida à Lua foi uma fraude; em 1971 tudo bem, aí a tecnologia já estava tão avançada que pode ser.

Apropo, o espelho foi deixado pela missão Apollo 11 mesmo.
http://science.nasa.gov/headlines/y2004/21jul_llr.htm

> Em política e ideologia subalterna do poder, temos que tomar
> cuidado o que acreditamos

Devemos ter cuidado com no que acreditamos em tudo. Inclusive em acreditar que a ida à Lua foi uma fraude. Ou que não havia tecnologia de transmissão de sinais em 1969.

> Temos que sempre passar pelo crivo da razão, mesmo que essas
> evidencias sejam claras, não podem ser cegamente acreditadas.

Você cegamente crê que o homem não foi à Lua.

> mundo esteja certo e o Amauri esteja errado, pois se eu estou
> errado nunca poderemos saber e nem analisar o fato que por si só é

Fácil demonstrar seu erro, basta que um observatório dotado de laser astronômico envie um sinal para a região onde deve estar o espelho. Deverá receber o sinal de volta. É o que acontece milhares de vezes por ano - dá para calcular a órbita da Lua com precisão literalmente milimétrica.

> forjaram miseras provas que o Iraque tinha armas poderosas e o
> mundo acreditou,

Só se for no seu mundo de faz de conta. O mundo real criticou duramente (bem nem tão duro assim) o governo Bush por não apresentar provas consistentes disso, tanto é que sua ação militar *não* contou com respaldo da ONU.

http://www.un.org/News/Press/docs/2002/SC7534.doc.htm

Se os EUA tivessem forjado a ida à Lua, bastaria a URSS demonstrar a fraude - seus observatórios lançariam laseres para onde a NASA disse que havia sido colocado um espelho e não encontrariam o sinal. Já que a guerra fria foi o suficiente para que os EUA tentassem forjar a missão Apollo, seria mais do que o suficiente para que a URSS humilhasse o orgulho americano expondo a fraude de maneira muito fácil. *Isso* é o óbvio que *você* não quer enxergar.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Uma questão de escala
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 13:31

Homero,
 
Neste ponto discordo, Homero. As interpretações de evidências, não são as evidências em si. Então pergunto : quais as evidências que permitem a seguinte afirmação :
 
"Fé, crença, crendice são conceitos irracionais, necessidades desnecessárias. Como instrumentos de consolo, assemelham-se mais a muletas psíquicas... Se você pode andar por suas"
 
Abs
Felipe


--- Em qua, 17/6/09, oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

De: oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Uma questão de escala
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009, 10:52

Luiz: "Vc acaba de expressar sua fé."

Não, Luiz, esperança talvez, um termo que pode ser "confundido" com fé, ou expectativa, ou conclusão, ou qualquer outro termo, se usar os mesmos de forma vaga e imprecisa..: -)

Fé, como apresentada pelo Renato e por quem crê em religiões, é fé religiosa, específica, bem determinada. Acredita-se em coisas que não tem, nem precisam, de base ou evidência, derivadas de revelação, livros sagrados, conhecimento especial ("de core", ou de coração, quando a entidade sobrenatural fala diretamente a ele).

A diferença, importante, é o núcleo e base da religião, a origem desse conhecimento, desse saber dependente da fé, a divindade. As supostas "crenças" do Verner, o que tenta chamar de "fé", vem de seu conhecimento sobre o mundo, sobre seres humanos, etc, e são baseados em evidências (no máximo, em alguns casos, são apenas esperança de que seja assim, mas ele sabe que não são necessariamente reais.:-).

Já a fé religiosa vem de outro lugar e, repito, não precisa, nem tem, evidências a sustenta-la. Como, apenas como exemplo, a ascenção de Maria de corpo e tudo para o "céu". Ou a presença de 72 Huris para servi-lo depois de morto, no paraíso.

É justamente do uso "frouxo" destes termos que estamos falando, que tendem a confundir e distorcer as alegações e argumentos.

Um abraço.

Homero

PS: Um último exemplo, eu não tenho fé alguma, do tipo religioso, stricto senso, mas as vezes posso apresentar "esperança" em situações que poderia ser chamado de "ter fé": tenho esperança que meu bilhete da MegaSena seja sorteado (é um exemplo, sei estatistica o suficiente para não ter muita esperança nisso..:-), tenho esperança/fé que vou me sair bem na prova sobre estrutura de dados, tenho esperança/fé que o filme que vou assistir será bom, etc.

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, luiz silva <luizfelipecsrj@ ...> escreveu
>
> Verner,
>  
> Vc acaba de expressar sua fé.
>  
> Abs
> Felipe
>
> --- Em qua, 17/6/09, vernerstranz@ ... <vernerstranz@ ...> escreveu:
>
>
> De: vernerstranz@ ... <vernerstranz@ ...>
> Assunto: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
> Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
> Data: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009, 5:31
>
>
>
>
>
>
>
>
> Eu não sei como vc conceitua a palavra FÉ, mas para mim pode até ter sido um
> "impulso", como vc diz, mas num longínquo passado. Fé, crença, crendice são
> conceitos irracionais, necessidades desnecessárias. Como instrumentos de
> consolo, assemelham-se mais a muletas psíquicas... Se você pode andar por suas
> próprias pernas, porque usar muletas???!! ! [ ]s descrentes, verner.
>
> Citando José Renato - Terra <jrma@... br>:
>
> > Conhecimento ocorre quando não há mais necessidade de fé sobre a questão.
> > A fé, provavelmente, é o primeiro impulso em direção ao conhecimento.
> > []s
> > JR
> > ............ ......... ......... ......... ......... ......... ...
> > ----- Original Message -----
> > From: <vernerstranz@ click21.com. br>
> > To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
> > Sent: Tuesday, June 16, 2009 5:42 AM
> > Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
> >
> >
> > >>>Muito interessante pensar que a fé antecede a verdade.Pela fé você pode
> > > imaginar
> > >>>o que quizer e, entre incontáveis absurdos e bizarrices, acertar de vez
> > >>>em
> > > quando.
> > >>>Mas espero que você concorde em que não se pode trocar o conhecimento
> > >>>pela
> > >>>fé. [ ]s, verner.
> > >
> > >
> > >
> > > Citando José Renato - Terra <jrma@... br>:
> > >
> > >> Kentaro Mori escreveu:
> > >> [ Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> > >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> > >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> > >> temos
> > >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes. ]
> > >> ............ ......... ......... ......... .....
> > >>
> > >> José Renato comenta:
> > >>
> > >> A mesma admiração, que o autor expõe na frase acima, fez os antigos
> > >> afirmarem
> > >> sobre os abismos da terra, as profundezas do mar e as alturas do céu
> > >> utilizando, há mais de três milênios, conceitos como eterno e infinito,
> > >> os
> > >> quais vão muito além do que o espanto ante uma grande estrela quando
> > >> comparada com a velocidade de um avião a jato, considerado muito rápido
> > >> para
> > >> nós outros.
> > >>
> > >> Ao ler sem presunção livros bem antigos como Sabedoria e Eclesiástico,
> > >> percebemos que nossos limites não mudaram tanto assim para desprezá-los
> > >> como
> > >> letra morta ou de validade vencida. A fé antecede a verdade. Parece-se
> > >> com um
> > >> "saber existir" antes de se ver, constatar e comprovar com maior
> > >> consciência.
> > >>
> > >> []s
> > >>
> > >> José Renato
> > >> ............ ......... ......... ......... .
> > >> ----- Original Message -----
> > >> From: Kentaro Mori
> > >> To: undisclosed- recipients:
> > >> Sent: Monday, June 15, 2009 10:11 AM
> > >> Subject: [ciencialist] Uma questão de escala
> > >>
> > >>
> > >>
> > >>
> > >>
> > >> Uma questão de escala
> > >>
> > >>
> > >> Ainda outro vídeo ilustrando a escala de grandes corpos celestes.
> > >> Clique
> > >> para conferir a versão em alta definição no Youtube. Ao final, para
> > >> fornecer
> > >> uma noção intuitiva do tamanho da maior estrela conhecida, menciona-se
> > >> que a
> > >> bordo de um avião a 900km/h, levaria apenas 1.100 anos para completar uma
> > >> única volta em seu equador.
> > >>
> > >> Nenhuma das religiões jamais sonhou com escalas tão vastas para o
> > >> Universo.
> > >> Algumas, como certas tradições principalmente orientais, chegaram
> > >> sabiamente
> > >> a sugerir números vastos para o cosmo em que vivemos, sem no entanto
> > >> desconfiar que mesmo suas lendas mais selvagens eram pequenas frente à
> > >> realidade. Outros cultos se atreveram à visão, que agora nos deve parecer
> > >> absurda, de que estávamos no centro de um Universo de dimensões
> > >> incrivelmente
> > >> comezinhas, proporcionais à visão daqueles que imaginaram tal cosmo - e o
> > >> atribuíram, claro, à revelação divina. Mesmo o nosso Sol, uma estrela
> > >> mediana
> > >> que vemos diariamente, já é muito maior do que o tamanho do Universo que
> > >> esse
> > >> suposto "deus" teria revelado aos antigos.
> > >>
> > >> Longe da revelação, é surpreendentemente o conhecimento, objetivo,
> > >> verificável e independente de simples fé que nos apresenta um Universo
> > >> infinito, povoado por corpos de dimensões e escalas para as quais mal
> > >> temos
> > >> nomes, de fato, para as quais precisamos inventar nomes.
> > >>
> > >> "A verdade não tem que ser aceita com fé. Os cientistas não seguram
> > >> suas
> > >> mãos todo domingo, cantando: Sim, a gravidade é real! Eu vou ter fé! Eu
> > >> devo
> > >> ser forte! Amém!" -Dan Barker
> > >>
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SUBJECT: Re: Uma questão de escala
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 13:35

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, luiz silva
> Para sustentar seu argumento, teremos que partir da premissa que
> nossa percepção do universo é a própria realidade.

Na verdade não. O que é necessário é que a percepção *reflita* de algum modo algo subjacente que poderemos, na falta de um termo melhor, denominar "realidade" - Kant usava um termo estravagante "a coisa em si".

Os solipsistas negam essa premissa. Mas eu acho engraçado que alguém que acredite piamente nisso aceite conversar com ilusões.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/06/2009 13:54

Não, veja que eu falo em "explicações MAIS PRÓXIMAS da realidade", pois o Universo "PARECE seguir determinadas regras", que é o que as ciências estudam. 
 
E as religiões não passam de historia pra humano dormir :-)
 
[]´,s
Jeff.
 
----- Original Message -----
From: luiz silva
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, June 17, 2009 1:25 PM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

Bom,
 
Para sustentar seu argumento, teremos que partir da premissa que nossa percepção do universo é a própria realidade.
 
Abs
Felipe
--- Em qua, 17/6/09, Jeff <jeff@jeff.com.br> escreveu:

De: Jeff <jeff@jeff.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009, 11:54

Olá,

>
>As mesmas "previsões científicas" com relação
>à fé já foram feitas no passado, resultando num
>fracasso digno da Mãe Diná.
>

Mesmo assim, a chance de uma teoria científica acertar previsões e dar
explicações sobre o mundo mais próximas da realidade é imensamente mais
maior do que uma explicação religiosa. Simplesmente porque a ciência parte
da nossa observação do Universo (que parece seguir determinadas regras),
enquanto as religiões são apenas "viagens" de alguns malucos antigos em que
outros (não muito menos malucos) acreditam apenas porque a "viagem" nos
agrada (a aparente realidade em que vivemos fica completamente de lado...).
São apenas "muletas psíquicas" mesmo, como disse o Verner. Chamo os fiéis
também de malucos, pois, usando a analogia do Léo, preferem pular em
piscinas de olhos fechados, mesmo podendo abrir os olhos antes.

[]´,s
Jeff.



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SUBJECT: O superátomo magnético
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/06/2009 14:13

Terra Notícias - Ciência / Pesquisas

17 de junho de 2009 • 12h41 • atualizado às 13h32

Superátomo é capaz de se transformar em elementos distintos
 

Um grupo internacional de pesquisadores descobriu um aglomerado estável de átomos capaz de representar diferentes elementos da tabela periódica.

Chamado de 'superátomo magnético', a novidade, segundo os cientistas, poderá ser usada na criação de componentes eletrônicos moleculares para equipar a próxima geração de computadores, que seriam muito mais rápidos e com maior capacidade de armazenamento.

O aglomerado, composto por um átomo de vanádio e oito de césio, atua como um pequeno ímã capaz de simular um único átomo de manganês em força magnética, enquanto permite que elétrons de orientação de spin específicas sejam atraídos pela camada de átomos de césio.

O estudo, conduzido por Shiv Khanna, da Virginia Commonwealth University, nos Estados Unidos, e colegas de outras instituições do país e da Índia, foi publicado no site da revista Nature Chemistry.

Por meio de uma série elaborada de estudos teóricos, o grupo examinou as propriedades eletrônicas e magnéticas de aglomerados contendo um átomo de vanádio envolto por múltiplos átomos de césio.

Os cientistas observaram que quando o aglomerado tinha oito átomos de césio ele adquiria uma estabilidade extra, devido a um estado eletrônico preenchido. Um átomo está em configuração estável quando sua camada mais exterior é dita preenchida. Consequentemente, quando um átomo se combina com outros, ele tende a perder ou ganhar elétrons de valência, de modo a adquirir uma configuração estável.

Segundo Khanna, o novo aglomerado tem um momento magnético (medida da intensidade da fonte magnética) de 5 magnetons de Bohr, que é mais do que o dobro do valor para um átomo de ferro em um ímã sólido do mesmo elemento.

Como o átomo de manganês tem um momento magnético semelhante e uma camada eletrônica fechada, os cientistas estimam que o novo aglomerado possa ser usado para simular um átomo de manganês.

"O césio é um bom condutor de eletricidade e o superátomo combina a vantagem da característica magnética com a facilidade de condução pela camada mais externa. Uma combinação como essa poderá levar a desenvolvimentos importantes na área de eletrônica molecular", disse Khanna.

As informações são da Agência Fapesp

JB Online
 

SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/06/2009 14:15

Continuo achando que sim,
 
Pois em "explicações MAIS PRÓXIMAS da realidade", vc está assumindo que a realidade é a que nós observamos/percebemos.
 
Com relação ao último comentário, vc está totalmente ERRADO. O correto, neste caso, seria "historia pra humano viver" ::))
 
Abs
Felipe

--- Em qua, 17/6/09, Jeff <jeff@jeff.com.br> escreveu:

De: Jeff <jeff@jeff.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Uma questão de escala
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 17 de Junho de 2009, 13:54

Não, veja que eu falo em "explicações MAIS PRÓXIMAS da realidade", pois o Universo "PARECE seguir determinadas regras", que é o que as ciências estudam. 
 
E as religiões não passam de historia pra humano dormir :-)
 
[]´,s
Jeff.
 
----- Original Message -----
From: luiz silva
Sent: Wednesday, June 17, 2009 1:25 PM
Subject: Re: [ciencialist] Uma questão de escala

Bom,
 
Para sustentar seu argumento, teremos que partir da premissa que nossa percepção do universo é a própria realidade.