SUBJECT: Re: Documentário: O Universo Elegante (com Brian Greene)
FROM: "Paulo - yahoo" <psdias2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/12/2008 12:44

Esqueci de comentar:
 
As páginas onde estão os arquivos são um pouco confusas.
 
Para baixar cada arquivo:
 
Clique sobre o NOME de cada arquivo (por exemplo: UniEleg_1de3_OSonhoDeEinstein.part01.rar).
Será aberta uma outra página onde, depois de alguns segundos, aparecerá a frase "Click here to start download".  Clique nessa frase e, quando o Windows perguntar o que deseja fazer, selecione "Salvar", escolha uma pasta qualquer do seu computador e confirme.
Paulo

SUBJECT: Documentário: Deus, o Universo e Todo o Resto
FROM: "Paulo - yahoo" <psdias2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/01/2009 23:18


Encontrei por acaso esse "encontro" entre Carl Sagan, Arthur Clark e Stephen Hawking.
Nunca tinha ouvido falar dessa "entrevista".
 
1/6) http://br.youtube.com/watch?v=nakqwWQBZ74
2/6) http://br.youtube.com/watch?v=siqviRI_ets
3/6) http://br.youtube.com/watch?v=fx3TezvcAC8
4/6) http://br.youtube.com/watch?v=4r9pxVihqkw
5/6) http://br.youtube.com/watch?v=F1L63wEg5Ss
6/6) http://br.youtube.com/watch?v=VQkF08BApVE
Paulo
 

SUBJECT: “Eu me remexo muito”
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 15/01/2009 10:08

"Eu me remexo muito"

Durante a construção da ponte suspensa Akashi Kaikyou, a maior do mundo com quase dois quilômetros de extensão, os japoneses tiveram que levar em conta os frequentes (sem trema!) terremotos que abalam a região.

E por que não testar a resistência dos pilares às vibrações com uma remexida sincronizada de dezenas de funcionários? Rebolando ao mesmo tempo, eles efetivamente balançaram a estrutura e provaram o valor de sua engenharia. Poucos meses depois, em 1995, o terremoto de Kobe testaria para valer a estrutura, que resistiu incólume, em parte graças à segurança atestada pelo rebolado sincronizado que você confere no vídeo acima.

Falando em pontes, vibrações e desastres, não podemos deixar de mencionar a ponte de Tacoma Narrows nos EUA, que em 1940 colapsou devido à interação do vento com sua estrutura. Oscilações retorcendo a ponte se tornaram cada vez maiores até a destruição catastrófica. O vídeo você já deve ter visto:

Assista ao vídeo


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Raio no avião
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/01/2009 16:49

Excelente filmagem, excelente material didático para o estudo do pararaios!
Observe que durante a subida o avião mantinha-se abaixo da linha do pararaios da torre de comando; entre o pararaio da torre e a nuvem já havia uma região ionizada, porém de resistência não baixa o suficiente para a descarga --- a passagem do avião nesta região ionizada foi a ´energia de ativação´ para a descarga elétrica.
 
Outro comentário é: durante a descarga através do corpo do avião, o campo elétrico do seu interior não se manteve nulo (devido ao desequilíbrio de cargas na superfície) e portanto poderia ocorrer consequências desastrosas nos painéis e computadores de bordo. Apesar do corpo do avião transportar a carga elétrica de um lado para o outro, coisas no interior do avião podem acontecer. Houve uma dose de "sorte" neste fenômeno transitório. A dose de cargas transportada nesta descarga não é brincadeira!
 
[]´
 
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: silvio cordeiro filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, January 21, 2009 10:18 AM
Subject: [ciencialist] Fw: Raio no avião

Dr. Coordenador: o grupo aceita imágens?
 
Essa, que poderia merecer comentários que estão até em pauta, mere ce ser publicaca?
 
 

 
 
 
Filmaram um Boeing 747 a levantar voo em Narita, Japão, quando um enorme raio atravessou o Jumbo bem no meio.
Vejam o que acontece... nada!!!
 
A carcaça do avião comporta-se simplesmente como um condutor eléctrico, e a descarga continua a sua trajectória rumo ao solo.
 



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/01/2009 17:01

Não sei se Luiz Gonzaga tocava harmônica. Acho que o negócio dele era mais sanfona.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, January 21, 2009 10:15 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Ah! esqueci ... o correto é "harmônico" ... harmônica é coisa do Luiz Gonzaga, Tonico e Tinoco, Inezita Barroso e que tais!
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, January 20, 2009 6:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
É triste ver que você confunde rigor científico com rigor terminológico. "Tensão" e "potencial" são apenas duas palavras vazias que nada significam isoladamente. O que importa é o sentido que damos a ela. Não concorda comigo? Leia Feynman (por exemplo "Surely you're joking Mr. Feynman!"), que era PhD em física.
 
Meus "colegas engenheiros" não são muito mais fáceis e alguns deles vivem insistindo que o "correto" é "harmônico" e não "harmônica", mesmo que esta última tenha sido imortalizada pelo prof. Guedes Jordão (da USP) em seus livros "Máquinas Síncronas" e "Transformadores". Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado.
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 10:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Lamento saber que os engenheiros eletricistas da atualidade admitam existir um "cabo de alta tensão" e que entendem como ´preciosismo´ falar em "cabo de alto potencial elétrico". Assim, para os engenheiros da atualidade, tensão e potencial elétrico são a mesma coisa; tais como massa e peso. Pressão, para engenheiro, tb é kg/m², o peso da coluna de água é X kg, etc. É uma festa de engenharia!
Engenheiro é de um rigor científico de dar gosto!
 
Por sorte, as aulas de Física na USP, ainda são dadas por doutores em Física e não por engenheiros, arquitetos, mestres de obra, pedreiros, meia-colher, etc.
 
Eu continuarei, não com seu dito ´preciosismo´, e sim com o ´politicamente conceitual´. Se o Brudna quiser ou não acatar minha ´nobre´ conceituação ou não, é outro problema, cuja opção final em nada me melindrará.
 
Todavia, assim como o Ferrari é um mau exemplo para a Ciência, com suas ideias exóticas interrogativas, suas ideias de rigor científico ser preciosismo, tb é mau exemplo para os estudantes de Física (Ciência, no geral). Assim, como pedido pessoal, pare de contestar o correto numa lista de Ciências ... e, nada a ver que continue a usar dessas confusões técnicas com seus amigos engenheiros.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 11:31 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
Mero preciosismo. Os engenheiros brasileiros já usavam o termo "tensão elétrica" muito antes de ter se formado o primeiro físico brasileiro e continuarão a usá-lo muito tempo depois. E, do contexto, fica claro que "tensão" significa "tensão elétrica", não "tensão mecânica".
 
A propósito, eu tive um professor de mecânica geral 2, formado em física, que dizia que o termo correto era "momento linear" e não "quantidade de movimento", explicando a seguir que "quantidade de movimento" era um termo ainda usado porque durante muito tempo as aulas de física no Brasil foram dadas por engenheiros. E, segundo ele, os engenheiros não conseguem "intuir" uma grandeza física, por isso usavam um termo mais descritivo. Muito tempo depois, fui dar uma olhada nos "Principia" do Newton e lá estava: "quantidade de movimento", com certidão de nascimento e de batismo.
 
E esse era o mesmo professor que chamava a derivada segunda da distância percorrida em relação ao tempo de "aceleração" (como todos fazem), mas chamava a derivada terceira de "beceleração", a derivada quarta de "ceceleração" e assim por diante. Certamente uma grande contribuição para a física!
 
Mas você e o Brudna estão corretos ao afirmarem que o helicóptero não é uma gaiola de Faraday.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 9:13 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

O comentário que aparece é o seguinte:
 
"A inspeção de linhas de alta tensão não é para qualquer um. É preciso coragem e treinamento para se realizar a tarefa, além de não ter medo de altura.
No vídeo o narrador explica que o helicóptero é uma gaiola de Faraday e que por isso não é afetado na tarefa. Mas pelo que sei, essa não é a explicação correta.
O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha e nesta situação a corrente não passa pelo corpo dele.
Perceba que na aproximação ele utiliza uma vara metálica para fazer o contato. O perigo neste caso seria aproximar alguma parte do corpo em vez de utilizar a vara metálica."
 
Consegui apenas o texto; a figura não aparece no link (ou aparece por alguns segundos e desaparece!).
 
O comentário começa bem citando "linhas de alta tensão", pois somente entre "dois fios", ou "dois cabos" ou "2 pontos" de potenciais elétricos diferentes se pode falar em "tensão elétrica". Por si só não existe cabo, linha ou fio de alta tensão e sim de alto potencial elétrico.
 
A parte que diz "O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha ..." é falha conceitual grave! Nem consigo imaginar uma situação dessa! Qual seria o potencial elétrico do homem? Como um homem pode ter "uma" tensão elétrica?
 
O correto seria ter título " Cabos de alto potencial elétrico" e indicar que o homem (ou helicóptero) ao tocar o cabo com a vareta ficam com o mesmo potencial elétrico do cabo e ... assim, não há diferença de potencial entre eles, não há tensão elétrica entre eles, de modo que possa gerar uma corrente elétrica e aniquilá-lo.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
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     ===========================
----- Original Message -----
From: brudna
Sent: Friday, January 16, 2009 5:22 PM
Subject: [ciencialist] Cabos de alta tensão

No glúon indiquei um vídeo

http://www.gluon.com.br/blog/2009/01/15/inspecao-em-cabos-de-alta-voltagem/

Comentei que a narração do vídeo cometeu um erro ao falar que o
helicóptero seria uma gaiola de Faraday.

Cometi algum erro?

Até
Luís Brudna



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/01/2009 17:16

Não fica implícito, especialmente se o transformador em estrela não estiver aterrado e estiver desbalanceado, caso em que o neutro se desloca.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, January 21, 2009 10:33 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Belmiro diz:
"Do seu ponto de vista."
 
óbvio, não?
 
Será que é tão difícil perceber que apenas luto no sentido de não deixar a linguagem científica degringolar?
 
A propósito pergunto: numa linha de transmissão trifásica, com o centro da estrela do transformador não aterrado, fica implícito,tb, que o "cabo de alta tensão" (cada fio da linha) é em relação à terra? Não tenho a ´prática´ disso, daí a pergunta.
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, January 20, 2009 5:55 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão



--- Em ter, 20/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009, 14:47

>"Por si só" ...
 
>... isto deixou claro que estou excluindo não só o potencial de terra como >qqer outro distinto do infinito (aquele, no qual, mediu-se o potencial elétrico >do fio, cabo, linha etc.., em questão.). Se for para incluir um referencial na >festa, por que de terra? Qqer outro serviria, bastaria convencional ser >NULO!
 
     Vamos devagar. A Física e a Engenharia não se distingue pelo que pensam seus físicos ou engenheiros. Pelo que você escreveu acima, está claro que o seu referencial é o infinito, e qualquer outro diferente deste deveria ser citado. Pois bem, em redes de Alta "Tensão" está implícito que o referencial é o terra. Sendo assim, é correto falar em um único cabo de alta tensão, pois está implícito que esta tensão é em relação à terra. Se não se pode falar em alta tensão de um cabo então também não se poderia falar em alto (ou elevado) potencial pois este também é relativo a dois pontos, um tomado como referência arbitrariamente.
 
>Além do que, um dado cabo isolado pode ter potencial elétrico não nulo >sem ter qqer d.d.p. (tensão) entre quaisquer de seus pontos ... basta estar >eletrizado, em equilíbrio eletrostático.
 
     Potencial elétrico não nulo em relação à que? Em relação a qualquer um de seus pontos? Explica melhor porque está muito confuso.
 
>Em suma, não adianta cobrir com a peneira ... o que escrevi para o Brudna >está corretíssimo. E não há preciosismo algum ... apenas conceito correto. >Todo o restante é falha técnica!
 
    Do seu ponto de vista.
 
    [],s
 
    Belmiro
   
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/01/2009 17:29

Caro Léo,
 
Concordo em parte. Em educação, é evidente que nunca pode haver liberdade total aos alunos (parece que Russel tentou isso e não deu muito certo à época). Mas também não pode haver restrição total de liberdade, sob o risco de prejudicarmos a criatividade. O rigor excessivo mata por asfixia, a liberdade excessiva mata por descaso. Nesse aspecto, como descobriu aquele sábio indiano, "a verdade está no meio".
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, January 21, 2009 8:40 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

De A³:
"Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado."
 
Aqui eu concordo com vc, são palavras, apenas algumas das milhares utilizadas pela Ciência. Todavia, muitas "algumas" são "faladas" com significados até contraditórios, pouco ou nada tendo a ver com o conceito científico. Isto deriva desta ´acomodação´ (ou ´liberdade´) que vc propõe. Para a educação, vc não acha que esta ´liberdade´ é prejudicial? Será que minha mente não é "um pouco fechada" apenas para tais ´liberdades´, tendo em vista uma estrutura educacional científica mais sólida? Sim, talvez eu exagere, aqui nesta lista de amigos de reconhecida cultura científica, salientar os preciosismos da Ciência. Mas será que isto não é uma tentativa de obter adeptos para "restauração" do ensino da ciência nesse nosso planeta ensolarado (ou pelo menos aqui na parte da boa insolação)?
 
Tenho acompanhado o Secretário da Educação local nas visitas às escolas e observadas as aulas de Ciência, Física, Química e Biologia. Nem te conto! É desanimador! Na última visita perguntei a um dos prof. de física (aula de cinemática 1a série do ensino médio) o que era "origem dos tempos" na resolução de questões abertas ... e ele respondeu que é o "ponto A de onde o móvel sai". A palavra "evento" não consta no dicionário dele.
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, January 20, 2009 6:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
É triste ver que você confunde rigor científico com rigor terminológico. "Tensão" e "potencial" são apenas duas palavras vazias que nada significam isoladamente. O que importa é o sentido que damos a ela. Não concorda comigo? Leia Feynman (por exemplo "Surely you're joking Mr. Feynman!"), que era PhD em física.
 
Meus "colegas engenheiros" não são muito mais fáceis e alguns deles vivem insistindo que o "correto" é "harmônico" e não "harmônica", mesmo que esta última tenha sido imortalizada pelo prof. Guedes Jordão (da USP) em seus livros "Máquinas Síncronas" e "Transformadores". Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado.
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 10:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Lamento saber que os engenheiros eletricistas da atualidade admitam existir um "cabo de alta tensão" e que entendem como ´preciosismo´ falar em "cabo de alto potencial elétrico". Assim, para os engenheiros da atualidade, tensão e potencial elétrico são a mesma coisa; tais como massa e peso. Pressão, para engenheiro, tb é kg/m², o peso da coluna de água é X kg, etc. É uma festa de engenharia!
Engenheiro é de um rigor científico de dar gosto!
 
Por sorte, as aulas de Física na USP, ainda são dadas por doutores em Física e não por engenheiros, arquitetos, mestres de obra, pedreiros, meia-colher, etc.
 
Eu continuarei, não com seu dito ´preciosismo´, e sim com o ´politicamente conceitual´. Se o Brudna quiser ou não acatar minha ´nobre´ conceituação ou não, é outro problema, cuja opção final em nada me melindrará.
 
Todavia, assim como o Ferrari é um mau exemplo para a Ciência, com suas ideias exóticas interrogativas, suas ideias de rigor científico ser preciosismo, tb é mau exemplo para os estudantes de Física (Ciência, no geral). Assim, como pedido pessoal, pare de contestar o correto numa lista de Ciências ... e, nada a ver que continue a usar dessas confusões técnicas com seus amigos engenheiros.
 
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     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 11:31 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
Mero preciosismo. Os engenheiros brasileiros já usavam o termo "tensão elétrica" muito antes de ter se formado o primeiro físico brasileiro e continuarão a usá-lo muito tempo depois. E, do contexto, fica claro que "tensão" significa "tensão elétrica", não "tensão mecânica".
 
A propósito, eu tive um professor de mecânica geral 2, formado em física, que dizia que o termo correto era "momento linear" e não "quantidade de movimento", explicando a seguir que "quantidade de movimento" era um termo ainda usado porque durante muito tempo as aulas de física no Brasil foram dadas por engenheiros. E, segundo ele, os engenheiros não conseguem "intuir" uma grandeza física, por isso usavam um termo mais descritivo. Muito tempo depois, fui dar uma olhada nos "Principia" do Newton e lá estava: "quantidade de movimento", com certidão de nascimento e de batismo.
 
E esse era o mesmo professor que chamava a derivada segunda da distância percorrida em relação ao tempo de "aceleração" (como todos fazem), mas chamava a derivada terceira de "beceleração", a derivada quarta de "ceceleração" e assim por diante. Certamente uma grande contribuição para a física!
 
Mas você e o Brudna estão corretos ao afirmarem que o helicóptero não é uma gaiola de Faraday.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 9:13 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

O comentário que aparece é o seguinte:
 
"A inspeção de linhas de alta tensão não é para qualquer um. É preciso coragem e treinamento para se realizar a tarefa, além de não ter medo de altura.
No vídeo o narrador explica que o helicóptero é uma gaiola de Faraday e que por isso não é afetado na tarefa. Mas pelo que sei, essa não é a explicação correta.
O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha e nesta situação a corrente não passa pelo corpo dele.
Perceba que na aproximação ele utiliza uma vara metálica para fazer o contato. O perigo neste caso seria aproximar alguma parte do corpo em vez de utilizar a vara metálica."
 
Consegui apenas o texto; a figura não aparece no link (ou aparece por alguns segundos e desaparece!).
 
O comentário começa bem citando "linhas de alta tensão", pois somente entre "dois fios", ou "dois cabos" ou "2 pontos" de potenciais elétricos diferentes se pode falar em "tensão elétrica". Por si só não existe cabo, linha ou fio de alta tensão e sim de alto potencial elétrico.
 
A parte que diz "O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha ..." é falha conceitual grave! Nem consigo imaginar uma situação dessa! Qual seria o potencial elétrico do homem? Como um homem pode ter "uma" tensão elétrica?
 
O correto seria ter título " Cabos de alto potencial elétrico" e indicar que o homem (ou helicóptero) ao tocar o cabo com a vareta ficam com o mesmo potencial elétrico do cabo e ... assim, não há diferença de potencial entre eles, não há tensão elétrica entre eles, de modo que possa gerar uma corrente elétrica e aniquilá-lo.
 
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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From: brudna
Sent: Friday, January 16, 2009 5:22 PM
Subject: [ciencialist] Cabos de alta tensão

No glúon indiquei um vídeo

http://www.gluon.com.br/blog/2009/01/15/inspecao-em-cabos-de-alta-voltagem/

Comentei que a narração do vídeo cometeu um erro ao falar que o
helicóptero seria uma gaiola de Faraday.

Cometi algum erro?

Até
Luís Brudna



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SUBJECT: Re: Res: [ciencialist] Lista
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/01/2009 19:17

   Também fosfato de Araxá, utilizado muito na agricultura orgânica para repor o fósforo.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em ter, 20/1/09, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:
De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: Re: Res: [ciencialist] Lista
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009, 22:22

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Aline Santos
> Aproveitando, gostaria de saber se alguém aí poderia me indicar
> conteúdos sobre a utilização de rochas na agricultura.

E.g. calcário dolomítico para calagem. Você encontra isso em bons
livros-texto de introdução à agronomia (ou engenharia agronômica).

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/01/2009 19:34

 
Oi Léo,
 
    As linhas de alta tensão são ligadas em triângulo, logo não tem neutro. Para solucionar o problema do referencial, é adicionado um neutro artificial, através de um transformador de aterramento. No caso da sua pergunta, a resposta é não, embora não seja um situação trivial.
 
    [],s
 
    Belmiro
 
   
--- Em qua, 21/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009, 12:33

Belmiro diz:
"Do seu ponto de vista."
 
óbvio, não?
 
Será que é tão difícil perceber que apenas luto no sentido de não deixar a linguagem científica degringolar?
 
A propósito pergunto: numa linha de transmissão trifásica, com o centro da estrela do transformador não aterrado, fica implícito,tb, que o "cabo de alta tensão" (cada fio da linha) é em relação à terra? Não tenho a ´prática´ disso, daí a pergunta.
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 5:55 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão



--- Em ter, 20/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009, 14:47

>"Por si só" ...
 
>... isto deixou claro que estou excluindo não só o potencial de terra como >qqer outro distinto do infinito (aquele, no qual, mediu-se o potencial elétrico >do fio, cabo, linha etc..., em questão.). Se for para incluir um referencial na >festa, por que de terra? Qqer outro serviria, bastaria convencional ser >NULO!
 
     Vamos devagar. A Física e a Engenharia não se distingue pelo que pensam seus físicos ou engenheiros. Pelo que você escreveu acima, está claro que o seu referencial é o infinito, e qualquer outro diferente deste deveria ser citado. Pois bem, em redes de Alta "Tensão" está implícito que o referencial é o terra. Sendo assim, é correto falar em um único cabo de alta tensão, pois está implícito que esta tensão é em relação à terra. Se não se pode falar em alta tensão de um cabo então também não se poderia falar em alto (ou elevado) potencial pois este também é relativo a dois pontos, um tomado como referência arbitrariamente.
 
>Além do que, um dado cabo isolado pode ter potencial elétrico não nulo >sem ter qqer d.d.p. (tensão) entre quaisquer de seus pontos ... basta estar >eletrizado, em equilíbrio eletrostático.
 
     Potencial elétrico não nulo em relação à que? Em relação a qualquer um de seus pontos? Explica melhor porque está muito confuso.
 
>Em suma, não adianta cobrir com a peneira ... o que escrevi para o Brudna >está corretíssimo. E não há preciosismo algum ... apenas conceito correto. >Todo o restante é falha técnica!
 
    Do seu ponto de vista.
 
    [],s
 
    Belmiro
   
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SUBJECT: Re: Dúvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/01/2009 04:56


 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Wednesday, January 21, 2009 4:20 PM
Subject: Fw: Dúvida

Químicos ... come in!
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: jmd13
To: luizferraz.netto
Sent: Wednesday, January 21, 2009 11:20 AM
Subject: Dúvida

Bom dia Professor Luiz!
 
Tenho uma dúvida, em que tipo de reação o produto formado muda de cor conforme a temperatura?
 
at,
 
 
Julio

SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/01/2009 13:54



--- Em qua, 21/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009, 12:15

>Ah! esqueci ... o correto é "harmônico" ... harmônica é coisa do Luiz >Gonzaga, Tonico e Tinoco, Inezita Barroso e que tais!
    

            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

            Assim, não é errado escrever: “As harmônicas circulam pela rede.” Isto porque a palavra “corrente” foi omitida e no contexto, qualquer engenheiro eletricista ou físico sabe que só pode estar se tratando de uma corrente elétrica. É claro que se você não é engenheiro eletricista e nem físico, pode estar se perguntando que diabos essas sanfonas estão fazendo em uma rede, provavelmente de pesca. E ainda mais, circulando. Só pode ter gaúcho por perto. Aí fica difícil...

 

      Abraços

 

      Belmiro

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SUBJECT: Preciosidades na web
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/01/2009 18:04

22/1/2009

Agência FAPESP – A Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais da
Universidade de São Paulo (USP) acaba de disponibilizar, para consulta
livre na internet, algumas das principais obras do acervo da
universidade, que inclui livros anteriores à sua fundação.

http://www.agencia.fapesp.br/materia/9999/noticias/preciosidades-na-web.htm
---------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Darwin equivocado?
FROM: "Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/01/2009 18:28

Cientista diz que modelo da árvore de Darwin é equivocado

22 de janeiro de 2009 • 11h56 • atualizado às 12h09

A árvore da vida do naturalista britânico Charles Darwin, que mostra
como as espécies estão inter-relacionadas ao longo da história da
evolução, é equivocada e deveria ser substituída por um símbolo
melhor, diz um biólogo francês.

"Não temos provas de que a árvore da vida seja uma realidade", afirma
Eric Bapteste, biólogo da Universidade Pierre e Marie Curie, de
Paris, em declarações à revista New Scientist.

Darwin projetou em 1837 uma árvore imaginária para mostrar como as
espécies poderiam ter evoluído, árvore que veio rapidamente a
simbolizar a teoria da evolução por meio da seleção natural.

No entanto, a genética moderna demonstrou que representar a história
da evolução em forma de árvore pode confundir, e muitos cientistas
argumentam que seria mais realista usar uma espécie de bosque
impenetrável para representar as inter-relações entre as espécies.

Os testes genéticos realizados com bactérias, plantas e animais
revelam que as espécies se inter-relacionam entre elas muito mais do
que se pensava, com o que os genes não passam apenas para a
descendência pelos galhos da árvore da vida, mas se transferem também
de algumas espécies para outras.

Os micróbios trocam material genético de forma tão promíscua que é
difícil distinguir alguns tipos de outros, mas também as plantas e os
animais se cruzam com muita regularidade, e os híbridos resultantes
podem ser férteis.

Segundo alguns cálculos, 10% dos animais criam regularmente híbridos
por meio do cruzamento com outras espécies.

Comentário: esta reportagem explica porque algumas pessoas são
verdadeiras 'antas'.

[]'s do Prof. Emiliano




SUBJECT: RES: [ciencialist] Fw: Raio no avião
FROM: "Rodrigo Toledo" <rodrigotoledo11@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/01/2009 14:48

Quem estava lá dentro e viu o “clarão” deve ter ficado com muuuito medo !! haha !!  Só não sei se a desacarga é rumo ao solo ou vindo do solo..acho que depende das cargas..mas essa definitivamente não é minha área !

 

Abraços,

 

RT

 

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br] Em nome de silvio cordeiro filho
Enviada em: quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 10:19
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Fw: Raio no avião

 

Dr. Coordenador: o grupo aceita imágens?

 

Essa, que poderia merecer comentários que estão até em pauta, mere ce ser publicaca?

 

 

 

 

 

Filmaram um Boeing 747 a levantar voo em Narita, Japão, quando um enorme raio atravessou o Jumbo bem no meio.

Vejam o que acontece... nada!!!

 

A carcaça do avião comporta-se simplesmente como um condutor eléctrico, e a descarga continua a sua trajectória rumo ao solo.

 


SUBJECT: Re: Dúvida
FROM: "brudna" <brudna@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/01/2009 16:44

A pergunta é um pouco estranha.
Em química orgânica (principalmente) a temperatura pode afetar o
rendimento e produtos formados, alterando portanto a cor dos mesmos.

Ou então ele quer alguma informação sobre termocromismo.
http://www.emsintese.com.br/2008/cor-temperatura/

Até
Luís Brudna


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Luiz Ferraz Netto
> To: ciencialist
> Sent: Wednesday, January 21, 2009 4:20 PM
> Subject: Fw: Dúvida
>
>
> Químicos ... come in!
>
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leo@...
> leobarretos@...
> luizferraz.netto@...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>
> ----- Original Message -----
> From: jmd13
> To: luizferraz.netto
> Sent: Wednesday, January 21, 2009 11:20 AM
> Subject: Dúvida
>
>
> Bom dia Professor Luiz!
>
> Tenho uma dúvida, em que tipo de reação o produto formado muda de
cor conforme a temperatura?
>
> at,
>
>
> Julio
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Darwin equivocado?
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/01/2009 16:47

Essa "árvore da vida" não é apenas um recurso didático?

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, January 22, 2009 6:28 PM
Subject: [ciencialist] Darwin equivocado?


Cientista diz que modelo da árvore de Darwin é equivocado

22 de janeiro de 2009 . 11h56 . atualizado às 12h09

A árvore da vida do naturalista britânico Charles Darwin, que mostra
como as espécies estão inter-relacionadas ao longo da história da
evolução, é equivocada e deveria ser substituída por um símbolo
melhor, diz um biólogo francês.

"Não temos provas de que a árvore da vida seja uma realidade", afirma
Eric Bapteste, biólogo da Universidade Pierre e Marie Curie, de
Paris, em declarações à revista New Scientist.

Darwin projetou em 1837 uma árvore imaginária para mostrar como as
espécies poderiam ter evoluído, árvore que veio rapidamente a
simbolizar a teoria da evolução por meio da seleção natural.

No entanto, a genética moderna demonstrou que representar a história
da evolução em forma de árvore pode confundir, e muitos cientistas
argumentam que seria mais realista usar uma espécie de bosque
impenetrável para representar as inter-relações entre as espécies.

Os testes genéticos realizados com bactérias, plantas e animais
revelam que as espécies se inter-relacionam entre elas muito mais do
que se pensava, com o que os genes não passam apenas para a
descendência pelos galhos da árvore da vida, mas se transferem também
de algumas espécies para outras.

Os micróbios trocam material genético de forma tão promíscua que é
difícil distinguir alguns tipos de outros, mas também as plantas e os
animais se cruzam com muita regularidade, e os híbridos resultantes
podem ser férteis.

Segundo alguns cálculos, 10% dos animais criam regularmente híbridos
por meio do cruzamento com outras espécies.

Comentário: esta reportagem explica porque algumas pessoas são
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/01/2009 17:21

Belmiro,
 
Cá entre nós, eu uso "harmônico", mas com a ressalva de que não incorreria erro algum em usar "harmônica". Mas minha preocupação não é essa. Minha preocupação, que deve ser a mesma de qualquer pessoa envolvida com preparação de material didático, é que, se tivermos que adaptar a linguagem técnica baseados nos dicionários não técnicos, então teremos que banir palavras como "varímetro", "cossefímetro" e outras tantas.
 
Isso não é desrespeito com a língua portuguesa, longe disso. Ocorre que uma língua é um ser vivo e um dicionário é só um instantâneo desse ser. Ou alguém acredita que o português é formado "apenas" pelas 380 mil palavras que estão no Houaiss?
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
 
 
----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão



--- Em qua, 21/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009, 12:15

>Ah! esqueci ... o correto é "harmônico" ... harmônica é coisa do Luiz >Gonzaga, Tonico e Tinoco, Inezita Barroso e que tais!
    

            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

            Assim, não é errado escrever: “As harmônicas circulam pela rede.” Isto porque a palavra “corrente” foi omitida e no contexto, qualquer engenheiro eletricista ou físico sabe que só pode estar se tratando de uma corrente elétrica. É claro que se você não é engenheiro eletricista e nem físico, pode estar se perguntando que diabos essas sanfonas estão fazendo em uma rede, provavelmente de pesca. E ainda mais, circulando. Só pode ter gaúcho por perto. Aí fica difícil...

 

      Abraços

 

      Belmiro

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "silvio cordeiro filho" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/01/2009 17:27

Álvaro:
 
Ser professor é algo que requer determjinadas qualidades paranormais,,,,, fui confidado para dar uma palestra para uma turma numa univ. do interior: entrei na sala, dinha alunos fumando, alguns sentados e com os pés na janela.... e como sou livre pensador, pra provocar o início do papo sobre administração, entro com uma bíblia na mão....
(o primeiro organograma está descrito em "Êxodo, 19 até 22). Os alunos riram,  voltei as costas e fui pra casa.
Não sou adestrador de animais...
 
 
sds.,
 
silvio
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, January 21, 2009 5:29 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
Concordo em parte. Em educação, é evidente que nunca pode haver liberdade total aos alunos (parece que Russel tentou isso e não deu muito certo à época). Mas também não pode haver restrição total de liberdade, sob o risco de prejudicarmos a criatividade. O rigor excessivo mata por asfixia, a liberdade excessiva mata por descaso. Nesse aspecto, como descobriu aquele sábio indiano, "a verdade está no meio".
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, January 21, 2009 8:40 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

De A³:
"Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado."
 
Aqui eu concordo com vc, são palavras, apenas algumas das milhares utilizadas pela Ciência. Todavia, muitas "algumas" são "faladas" com significados até contraditórios, pouco ou nada tendo a ver com o conceito científico. Isto deriva desta ´acomodação´ (ou ´liberdade´) que vc propõe. Para a educação, vc não acha que esta ´liberdade´ é prejudicial? Será que minha mente não é "um pouco fechada" apenas para tais ´liberdades´, tendo em vista uma estrutura educacional científica mais sólida? Sim, talvez eu exagere, aqui nesta lista de amigos de reconhecida cultura científica, salientar os preciosismos da Ciência. Mas será que isto não é uma tentativa de obter adeptos para "restauração" do ensino da ciência nesse nosso planeta ensolarado (ou pelo menos aqui na parte da boa insolação)?
 
Tenho acompanhado o Secretário da Educação local nas visitas às escolas e observadas as aulas de Ciência, Física, Química e Biologia. Nem te conto! É desanimador! Na última visita perguntei a um dos prof. de física (aula de cinemática 1a série do ensino médio) o que era "origem dos tempos" na resolução de questões abertas ... e ele respondeu que é o "ponto A de onde o móvel sai". A palavra "evento" não consta no dicionário dele.
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 6:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
É triste ver que você confunde rigor científico com rigor terminológico. "Tensão" e "potencial" são apenas duas palavras vazias que nada significam isoladamente. O que importa é o sentido que damos a ela. Não concorda comigo? Leia Feynman (por exemplo "Surely you're joking Mr. Feynman!"), que era PhD em física.
 
Meus "colegas engenheiros" não são muito mais fáceis e alguns deles vivem insistindo que o "correto" é "harmônico" e não "harmônica", mesmo que esta última tenha sido imortalizada pelo prof. Guedes Jordão (da USP) em seus livros "Máquinas Síncronas" e "Transformadores". Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado.
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 10:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Lamento saber que os engenheiros eletricistas da atualidade admitam existir um "cabo de alta tensão" e que entendem como ´preciosismo´ falar em "cabo de alto potencial elétrico". Assim, para os engenheiros da atualidade, tensão e potencial elétrico são a mesma coisa; tais como massa e peso. Pressão, para engenheiro, tb é kg/m², o peso da coluna de água é X kg, etc. É uma festa de engenharia!
Engenheiro é de um rigor científico de dar gosto!
 
Por sorte, as aulas de Física na USP, ainda são dadas por doutores em Física e não por engenheiros, arquitetos, mestres de obra, pedreiros, meia-colher, etc.
 
Eu continuarei, não com seu dito ´preciosismo´, e sim com o ´politicamente conceitual´. Se o Brudna quiser ou não acatar minha ´nobre´ conceituação ou não, é outro problema, cuja opção final em nada me melindrará.
 
Todavia, assim como o Ferrari é um mau exemplo para a Ciência, com suas ideias exóticas interrogativas, suas ideias de rigor científico ser preciosismo, tb é mau exemplo para os estudantes de Física (Ciência, no geral). Assim, como pedido pessoal, pare de contestar o correto numa lista de Ciências ... e, nada a ver que continue a usar dessas confusões técnicas com seus amigos engenheiros.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
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     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 11:31 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
Mero preciosismo. Os engenheiros brasileiros já usavam o termo "tensão elétrica" muito antes de ter se formado o primeiro físico brasileiro e continuarão a usá-lo muito tempo depois. E, do contexto, fica claro que "tensão" significa "tensão elétrica", não "tensão mecânica".
 
A propósito, eu tive um professor de mecânica geral 2, formado em física, que dizia que o termo correto era "momento linear" e não "quantidade de movimento", explicando a seguir que "quantidade de movimento" era um termo ainda usado porque durante muito tempo as aulas de física no Brasil foram dadas por engenheiros. E, segundo ele, os engenheiros não conseguem "intuir" uma grandeza física, por isso usavam um termo mais descritivo. Muito tempo depois, fui dar uma olhada nos "Principia" do Newton e lá estava: "quantidade de movimento", com certidão de nascimento e de batismo.
 
E esse era o mesmo professor que chamava a derivada segunda da distância percorrida em relação ao tempo de "aceleração" (como todos fazem), mas chamava a derivada terceira de "beceleração", a derivada quarta de "ceceleração" e assim por diante. Certamente uma grande contribuição para a física!
 
Mas você e o Brudna estão corretos ao afirmarem que o helicóptero não é uma gaiola de Faraday.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 9:13 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

O comentário que aparece é o seguinte:
 
"A inspeção de linhas de alta tensão não é para qualquer um. É preciso coragem e treinamento para se realizar a tarefa, além de não ter medo de altura.
No vídeo o narrador explica que o helicóptero é uma gaiola de Faraday e que por isso não é afetado na tarefa. Mas pelo que sei, essa não é a explicação correta.
O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha e nesta situação a corrente não passa pelo corpo dele.
Perceba que na aproximação ele utiliza uma vara metálica para fazer o contato. O perigo neste caso seria aproximar alguma parte do corpo em vez de utilizar a vara metálica."
 
Consegui apenas o texto; a figura não aparece no link (ou aparece por alguns segundos e desaparece!).
 
O comentário começa bem citando "linhas de alta tensão", pois somente entre "dois fios", ou "dois cabos" ou "2 pontos" de potenciais elétricos diferentes se pode falar em "tensão elétrica". Por si só não existe cabo, linha ou fio de alta tensão e sim de alto potencial elétrico.
 
A parte que diz "O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha ..." é falha conceitual grave! Nem consigo imaginar uma situação dessa! Qual seria o potencial elétrico do homem? Como um homem pode ter "uma" tensão elétrica?
 
O correto seria ter título " Cabos de alto potencial elétrico" e indicar que o homem (ou helicóptero) ao tocar o cabo com a vareta ficam com o mesmo potencial elétrico do cabo e ... assim, não há diferença de potencial entre eles, não há tensão elétrica entre eles, de modo que possa gerar uma corrente elétrica e aniquilá-lo.
 
[]´
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
From: brudna
Sent: Friday, January 16, 2009 5:22 PM
Subject: [ciencialist] Cabos de alta tensão

No glúon indiquei um vídeo

http://www.gluon.com.br/blog/2009/01/15/inspecao-em-cabos-de-alta-voltagem/

Comentei que a narração do vídeo cometeu um erro ao falar que o
helicóptero seria uma gaiola de Faraday.

Cometi algum erro?

Até
Luís Brudna



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Darwin equivocado?
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/01/2009 18:45

Olá Alvaro
 
Alvaro: "Essa "árvore da vida" não é apenas um recurso didático?"
 
Sim, é um recurso "visual" para entender as relações entre espécies. A substituição proposta, um "bosque" de arbustos me parece apenas um preciosismo (tipo "pelo em ovo"..:-), já que não muda muita coisa.
 
O que parece ser um "problema" com a imagem da árvore, é que uma vez que um ramo se "separa", na árvora ele parece não se ligar mais a outros ramos, e as novas descobertas em genética mostram que não é bem assim. Mas, isso não invalida a idéia da árvore, ninguém mesmo acha que existe uma "árvore" da vida real. Bastaria esclarecer que alguns ramos podem se ligar novamente mais para frente ou mesmo lateralmente, em alguns casos, e deixar a árvore em paz.
 
Mas acho que manchetes como "Darwin errou" ou "Einstein errou" ou "Pelé errou" sempre são mais atrativas, vendem mais jornal e dão mais prestígio a quem as defende..:-)
 
Um abraço.
 
Homero
 
 
 
 
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, January 23, 2009 3:47 PM
Subject: Re: [ciencialist] Darwin equivocado?

Essa "árvore da vida" não é apenas um recurso didático?

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: "Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, January 22, 2009 6:28 PM
Subject: [ciencialist] Darwin equivocado?

Cientista diz que modelo da árvore de Darwin é equivocado

22 de janeiro de 2009 . 11h56 . atualizado às 12h09

A árvore da vida do naturalista britânico Charles Darwin, que mostra
como as espécies estão inter-relacionadas ao longo da história da
evolução, é equivocada e deveria ser substituída por um símbolo
melhor, diz um biólogo francês.

"Não temos provas de que a árvore da vida seja uma realidade", afirma
Eric Bapteste, biólogo da Universidade Pierre e Marie Curie, de
Paris, em declarações à revista New Scientist.

Darwin projetou em 1837 uma árvore imaginária para mostrar como as
espécies poderiam ter evoluído, árvore que veio rapidamente a
simbolizar a teoria da evolução por meio da seleção natural.

No entanto, a genética moderna demonstrou que representar a história
da evolução em forma de árvore pode confundir, e muitos cientistas
argumentam que seria mais realista usar uma espécie de bosque
impenetrável para representar as inter-relações entre as espécies.

Os testes genéticos realizados com bactérias, plantas e animais
revelam que as espécies se inter-relacionam entre elas muito mais do
que se pensava, com o que os genes não passam apenas para a
descendência pelos galhos da árvore da vida, mas se transferem também
de algumas espécies para outras.

Os micróbios trocam material genético de forma tão promíscua que é
difícil distinguir alguns tipos de outros, mas também as plantas e os
animais se cruzam com muita regularidade, e os híbridos resultantes
podem ser férteis.

Segundo alguns cálculos, 10% dos animais criam regularmente híbridos
por meio do cruzamento com outras espécies.

Comentário: esta reportagem explica porque algumas pessoas são
verdadeiras 'antas'.

[]'s do Prof. Emiliano

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SUBJECT: Re: Dúvida
FROM: "Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/01/2009 12:34

Olás,

Há reações de equilíbrio em que, conforme a temperatura, um dos
produtos (colorido) tem sua formação favorecida pelo deslocamento do
equilíbrio [ex: N2O4 <--> 2 NO2 ].

[]'s do Prof. Emiliano Chemello



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Luiz Ferraz Netto
> To: ciencialist
> Sent: Wednesday, January 21, 2009 4:20 PM
> Subject: Fw: Dúvida
>
>
> Químicos ... come in!
>
> []´
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leo@...
> leobarretos@...
> luizferraz.netto@...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>
> ----- Original Message -----
> From: jmd13
> To: luizferraz.netto
> Sent: Wednesday, January 21, 2009 11:20 AM
> Subject: Dúvida
>
>
> Bom dia Professor Luiz!
>
> Tenho uma dúvida, em que tipo de reação o produto formado muda de
cor conforme a temperatura?
>
> at,
>
>
> Julio
>




SUBJECT: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "silvio cordeiro filho" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <Undisclosed-Recipient:;>
DATE: 24/01/2009 12:34

 
 

PARA ONDE O UNIVERSO SE EXPANDE?

Carl Sagan

Se o universo está se expandindo, está se expandindo para onde?

O modo de pensar isso é lembrar que estamos presos nas três
dimensões, o que restringe nossa perspectiva (embora não haja muito
que possamos fazer sobre estar presos nas três dimensões). Mas vamos
imaginar que fôssemos seres bidimensionais. Absolutamente achatados.
Conheceríamos direita/esquerda e para frente/para trás, mas nunca
teríamos ouvido falar de para cima/para baixo; É uma idéia
absolutamente incoerente. Nada além de sílabas sem sentido.

E agora imaginem que vivemos na superfície de uma esfera, um balão,
por exemplo. Mas é claro que não sabemos da curvatura através dessa
terceira dimensão, porque essa terceira dimensão nos é inacessível, e
não conseguimos nem imaginar como ela seja. Agora imaginemos que a
esfera se expanda, que o balão seja soprado. E há uma série de pontos
no balão, e cada um representa, vamos dizer, uma galáxia. Percebemos
que, do ponto de vista de cada galáxia, todas as outras galáxias
estão se afastando. Onde está o centro da expansão?

Na superfície do balão, a única parte dele que as criaturas planas
têm acesso, onde fica o centro da expansão? Não é na superfície. Está
no centro do balão, naquela terceira dimensão inacessível. E, da
mesma maneira, para onde o balão está se expandindo? Está se
expandindo naquela direção perpendicular, aquela direção para
cima/para baixo, aquela direção inacessível, mas então não se pode,
na superfície do balão, apontar para o lugar para o qual ele está se
expandindo, porque aquele lugar está na outra dimensão.

Agora acrescentemos uma dimensão a todo o processo e vocês terão uma
idéia do que se está falando quando se diz que o universo está em
expansão.

———————————
Trecho do livro Variedades da Experiência Científica, de Carl Sagan,
2006. ( Livro editado por sua esposa Ann Druyan, a partir da
transcrição das Palestras Gifford de Teologia Natural proferidas na
Universidade de Glasgow, 1985).


SUBJECT: Re: [ciencialist] Darwin equivocado?
FROM: "silvio cordeiro filho" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/01/2009 12:48

Álvaro:
,
Considere a época: vs. acertou na mosca, Darwin era um intelectual, não desenhista.... E há uma classe de pessoas que só pensem em buscar assuntos para criticar, jamais para acrescentar, somar, adir, ajudar o desenvolvimento do conhecimento que, é de uma obviedade franciscana, é é lento, gradual.... caminhamos no conhecimento da evolução passo a passo....
Brevemente teremos notícisias do CERN (que já deve estar reparado) e que nos dará algumas informações mais detalhadas sobre a matéria.... e a biologia, a partir de Darwin, tem feito enormes progressos no conhecimento da constituição dos seres vivos: veja as descobertas das células autoreplicantes que são proeduzidas no fundo do mar, nas fraturas geológias onde o O² e o S formam, com outros elementos, a base da vida.....
 
sds.,
 
silvio.
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, January 23, 2009 4:47 PM
Subject: Re: [ciencialist] Darwin equivocado?

Essa "árvore da vida" não é apenas um recurso didático?

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: "Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, January 22, 2009 6:28 PM
Subject: [ciencialist] Darwin equivocado?

Cientista diz que modelo da árvore de Darwin é equivocado

22 de janeiro de 2009 . 11h56 . atualizado às 12h09

A árvore da vida do naturalista britânico Charles Darwin, que mostra
como as espécies estão inter-relacionadas ao longo da história da
evolução, é equivocada e deveria ser substituída por um símbolo
melhor, diz um biólogo francês.

"Não temos provas de que a árvore da vida seja uma realidade", afirma
Eric Bapteste, biólogo da Universidade Pierre e Marie Curie, de
Paris, em declarações à revista New Scientist.

Darwin projetou em 1837 uma árvore imaginária para mostrar como as
espécies poderiam ter evoluído, árvore que veio rapidamente a
simbolizar a teoria da evolução por meio da seleção natural.

No entanto, a genética moderna demonstrou que representar a história
da evolução em forma de árvore pode confundir, e muitos cientistas
argumentam que seria mais realista usar uma espécie de bosque
impenetrável para representar as inter-relações entre as espécies.

Os testes genéticos realizados com bactérias, plantas e animais
revelam que as espécies se inter-relacionam entre elas muito mais do
que se pensava, com o que os genes não passam apenas para a
descendência pelos galhos da árvore da vida, mas se transferem também
de algumas espécies para outras.

Os micróbios trocam material genético de forma tão promíscua que é
difícil distinguir alguns tipos de outros, mas também as plantas e os
animais se cruzam com muita regularidade, e os híbridos resultantes
podem ser férteis.

Segundo alguns cálculos, 10% dos animais criam regularmente híbridos
por meio do cruzamento com outras espécies.

Comentário: esta reportagem explica porque algumas pessoas são
verdadeiras 'antas'.

[]'s do Prof. Emiliano

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensãoBras. Espécie de acordeão (1).
FROM: "silvio cordeiro filho" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
CC: <sociedade_dos_escritores@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/01/2009 12:53

Álvaro:
 
no Aurélio:
 
Harmônica - Bras.  Espécie de acordeão (1). 
Sanfona - 5.  Bras.  Pop.  V. acordeão.
 
Assim, paulada entre as orêia ou no cucuruto, o efeito é o mesmo.....
 
sds.,
 
silvio.
 
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, January 21, 2009 5:01 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Não sei se Luiz Gonzaga tocava harmônica. Acho que o negócio dele era mais sanfona.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, January 21, 2009 10:15 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Ah! esqueci ... o correto é "harmônico" ... harmônica é coisa do Luiz Gonzaga, Tonico e Tinoco, Inezita Barroso e que tais!
[]´
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 6:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
É triste ver que você confunde rigor científico com rigor terminológico. "Tensão" e "potencial" são apenas duas palavras vazias que nada significam isoladamente. O que importa é o sentido que damos a ela. Não concorda comigo? Leia Feynman (por exemplo "Surely you're joking Mr. Feynman!"), que era PhD em física.
 
Meus "colegas engenheiros" não são muito mais fáceis e alguns deles vivem insistindo que o "correto" é "harmônico" e não "harmônica", mesmo que esta última tenha sido imortalizada pelo prof. Guedes Jordão (da USP) em seus livros "Máquinas Síncronas" e "Transformadores". Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado.
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 10:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Lamento saber que os engenheiros eletricistas da atualidade admitam existir um "cabo de alta tensão" e que entendem como ´preciosismo´ falar em "cabo de alto potencial elétrico". Assim, para os engenheiros da atualidade, tensão e potencial elétrico são a mesma coisa; tais como massa e peso. Pressão, para engenheiro, tb é kg/m², o peso da coluna de água é X kg, etc. É uma festa de engenharia!
Engenheiro é de um rigor científico de dar gosto!
 
Por sorte, as aulas de Física na USP, ainda são dadas por doutores em Física e não por engenheiros, arquitetos, mestres de obra, pedreiros, meia-colher, etc.
 
Eu continuarei, não com seu dito ´preciosismo´, e sim com o ´politicamente conceitual´. Se o Brudna quiser ou não acatar minha ´nobre´ conceituação ou não, é outro problema, cuja opção final em nada me melindrará.
 
Todavia, assim como o Ferrari é um mau exemplo para a Ciência, com suas ideias exóticas interrogativas, suas ideias de rigor científico ser preciosismo, tb é mau exemplo para os estudantes de Física (Ciência, no geral). Assim, como pedido pessoal, pare de contestar o correto numa lista de Ciências ... e, nada a ver que continue a usar dessas confusões técnicas com seus amigos engenheiros.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 11:31 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
Mero preciosismo. Os engenheiros brasileiros já usavam o termo "tensão elétrica" muito antes de ter se formado o primeiro físico brasileiro e continuarão a usá-lo muito tempo depois. E, do contexto, fica claro que "tensão" significa "tensão elétrica", não "tensão mecânica".
 
A propósito, eu tive um professor de mecânica geral 2, formado em física, que dizia que o termo correto era "momento linear" e não "quantidade de movimento", explicando a seguir que "quantidade de movimento" era um termo ainda usado porque durante muito tempo as aulas de física no Brasil foram dadas por engenheiros. E, segundo ele, os engenheiros não conseguem "intuir" uma grandeza física, por isso usavam um termo mais descritivo. Muito tempo depois, fui dar uma olhada nos "Principia" do Newton e lá estava: "quantidade de movimento", com certidão de nascimento e de batismo.
 
E esse era o mesmo professor que chamava a derivada segunda da distância percorrida em relação ao tempo de "aceleração" (como todos fazem), mas chamava a derivada terceira de "beceleração", a derivada quarta de "ceceleração" e assim por diante. Certamente uma grande contribuição para a física!
 
Mas você e o Brudna estão corretos ao afirmarem que o helicóptero não é uma gaiola de Faraday.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 9:13 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

O comentário que aparece é o seguinte:
 
"A inspeção de linhas de alta tensão não é para qualquer um. É preciso coragem e treinamento para se realizar a tarefa, além de não ter medo de altura.
No vídeo o narrador explica que o helicóptero é uma gaiola de Faraday e que por isso não é afetado na tarefa. Mas pelo que sei, essa não é a explicação correta.
O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha e nesta situação a corrente não passa pelo corpo dele.
Perceba que na aproximação ele utiliza uma vara metálica para fazer o contato. O perigo neste caso seria aproximar alguma parte do corpo em vez de utilizar a vara metálica."
 
Consegui apenas o texto; a figura não aparece no link (ou aparece por alguns segundos e desaparece!).
 
O comentário começa bem citando "linhas de alta tensão", pois somente entre "dois fios", ou "dois cabos" ou "2 pontos" de potenciais elétricos diferentes se pode falar em "tensão elétrica". Por si só não existe cabo, linha ou fio de alta tensão e sim de alto potencial elétrico.
 
A parte que diz "O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha ..." é falha conceitual grave! Nem consigo imaginar uma situação dessa! Qual seria o potencial elétrico do homem? Como um homem pode ter "uma" tensão elétrica?
 
O correto seria ter título " Cabos de alto potencial elétrico" e indicar que o homem (ou helicóptero) ao tocar o cabo com a vareta ficam com o mesmo potencial elétrico do cabo e ... assim, não há diferença de potencial entre eles, não há tensão elétrica entre eles, de modo que possa gerar uma corrente elétrica e aniquilá-lo.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: brudna
Sent: Friday, January 16, 2009 5:22 PM
Subject: [ciencialist] Cabos de alta tensão

No glúon indiquei um vídeo

http://www.gluon.com.br/blog/2009/01/15/inspecao-em-cabos-de-alta-voltagem/

Comentei que a narração do vídeo cometeu um erro ao falar que o
helicóptero seria uma gaiola de Faraday.

Cometi algum erro?

Até
Luís Brudna



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SUBJECT: Re: Darwin equivocado?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/01/2009 13:06

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(L\)"
> Essa "árvore da vida" não é apenas um recurso didático?

É um recurso didático, mas não *apenas*. Ela se traduz em uma
ferramenta metodológica denominada árvore filogenética - e, sim, tem
relação matemática com árvores de grafos (embora essa conexão seja
algo mais tardio).

Curiosamente, as anastomoses e a possível politomia basal juntamente
com o polifiletismo das formas mais básicas de vida, faz com que a
árvore da vida se aproxime - topologicamente - mais de uma árvore
real: uma árvore da vida com um ancestral em comum universal de origem
única seria uma árvore sem uma ramificação basal que corresponderia a
uma raiz de uma árvore-planta.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: Fabiano Melo <melofabiano@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/01/2009 14:40

Interessante. Alguém poderia me indicar leituras para conhecer melhor essa questão da expansão do universo? Lembrando que eu sou leigo no assunto.

2009/1/24 silvio cordeiro filho <scordeiroes@superig.com.br>

 
 

PARA ONDE O UNIVERSO SE EXPANDE?

Carl Sagan

Se o universo está se expandindo, está se expandindo para onde?

O modo de pensar isso é lembrar que estamos presos nas três
dimensões, o que restringe nossa perspectiva (embora não haja muito
que possamos fazer sobre estar presos nas três dimensões). Mas vamos
imaginar que fôssemos seres bidimensionais. Absolutamente achatados.
Conheceríamos direita/esquerda e para frente/para trás, mas nunca
teríamos ouvido falar de para cima/para baixo; É uma idéia
absolutamente incoerente. Nada além de sílabas sem sentido.

E agora imaginem que vivemos na superfície de uma esfera, um balão,
por exemplo. Mas é claro que não sabemos da curvatura através dessa
terceira dimensão, porque essa terceira dimensão nos é inacessível, e
não conseguimos nem imaginar como ela seja. Agora imaginemos que a
esfera se expanda, que o balão seja soprado. E há uma série de pontos
no balão, e cada um representa, vamos dizer, uma galáxia. Percebemos
que, do ponto de vista de cada galáxia, todas as outras galáxias
estão se afastando. Onde está o centro da expansão?

Na superfície do balão, a única parte dele que as criaturas planas
têm acesso, onde fica o centro da expansão? Não é na superfície. Está
no centro do balão, naquela terceira dimensão inacessível. E, da
mesma maneira, para onde o balão está se expandindo? Está se
expandindo naquela direção perpendicular, aquela direção para
cima/para baixo, aquela direção inacessível, mas então não se pode,
na superfície do balão, apontar para o lugar para o qual ele está se
expandindo, porque aquele lugar está na outra dimensão.

Agora acrescentemos uma dimensão a todo o processo e vocês terão uma
idéia do que se está falando quando se diz que o universo está em
expansão.

———————————
Trecho do livro Variedades da Experiência Científica, de Carl Sagan,
2006. ( Livro editado por sua esposa Ann Druyan, a partir da
transcrição das Palestras Gifford de Teologia Natural proferidas na
Universidade de Glasgow, 1985).




--
Fabiano de Melo
"A missão suprema do homem é saber o que se precisa para ser homem." - Kant

SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/01/2009 15:39

 
 
 
     Boa !!!
 
     [],s
 
     Belmiro

--- Em sex, 23/1/09, silvio cordeiro filho <scordeiroes@superig.com.br> escreveu:
De: silvio cordeiro filho <scordeiroes@superig.com..br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009, 19:27

Álvaro:
 
Ser professor é algo que requer determjinadas qualidades paranormais, ,,,, fui confidado para dar uma palestra para uma turma numa univ. do interior: entrei na sala, dinha alunos fumando, alguns sentados e com os pés na janela.... e como sou livre pensador, pra provocar o início do papo sobre administração, entro com uma bíblia na mão....
(o primeiro organograma está descrito em "Êxodo, 19 até 22). Os alunos riram,  voltei as costas e fui pra casa.
Não sou adestrador de animais...
 
 
sds.,
 
silvio
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, January 21, 2009 5:29 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
Concordo em parte. Em educação, é evidente que nunca pode haver liberdade total aos alunos (parece que Russel tentou isso e não deu muito certo à época). Mas também não pode haver restrição total de liberdade, sob o risco de prejudicarmos a criatividade. O rigor excessivo mata por asfixia, a liberdade excessiva mata por descaso. Nesse aspecto, como descobriu aquele sábio indiano, "a verdade está no meio".
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, January 21, 2009 8:40 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

De A³:
"Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado."
 
Aqui eu concordo com vc, são palavras, apenas algumas das milhares utilizadas pela Ciência. Todavia, muitas "algumas" são "faladas" com significados até contraditórios, pouco ou nada tendo a ver com o conceito científico. Isto deriva desta ´acomodação´ (ou ´liberdade´) que vc propõe. Para a educação, vc não acha que esta ´liberdade´ é prejudicial? Será que minha mente não é "um pouco fechada" apenas para tais ´liberdades´, tendo em vista uma estrutura educacional científica mais sólida? Sim, talvez eu exagere, aqui nesta lista de amigos de reconhecida cultura científica, salientar os preciosismos da Ciência. Mas será que isto não é uma tentativa de obter adeptos para "restauração" do ensino da ciência nesse nosso planeta ensolarado (ou pelo menos aqui na parte da boa insolação)?
 
Tenho acompanhado o Secretário da Educação local nas visitas às escolas e observadas as aulas de Ciência, Física, Química e Biologia. Nem te conto! É desanimador! Na última visita perguntei a um dos prof. de física (aula de cinemática 1a série do ensino médio) o que era "origem dos tempos" na resolução de questões abertas ... e ele respondeu que é o "ponto A de onde o móvel sai". A palavra "evento" não consta no dicionário dele.
 
[]´
 
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
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     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 6:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
É triste ver que você confunde rigor científico com rigor terminológico. "Tensão" e "potencial" são apenas duas palavras vazias que nada significam isoladamente. O que importa é o sentido que damos a ela. Não concorda comigo? Leia Feynman (por exemplo "Surely you're joking Mr. Feynman!"), que era PhD em física.
 
Meus "colegas engenheiros" não são muito mais fáceis e alguns deles vivem insistindo que o "correto" é "harmônico" e não "harmônica", mesmo que esta última tenha sido imortalizada pelo prof. Guedes Jordão (da USP) em seus livros "Máquinas Síncronas" e "Transformadores" . Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado.
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 10:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Lamento saber que os engenheiros eletricistas da atualidade admitam existir um "cabo de alta tensão" e que entendem como ´preciosismo´ falar em "cabo de alto potencial elétrico". Assim, para os engenheiros da atualidade, tensão e potencial elétrico são a mesma coisa; tais como massa e peso. Pressão, para engenheiro, tb é kg/m², o peso da coluna de água é X kg, etc. É uma festa de engenharia!
Engenheiro é de um rigor científico de dar gosto!
 
Por sorte, as aulas de Física na USP, ainda são dadas por doutores em Física e não por engenheiros, arquitetos, mestres de obra, pedreiros, meia-colher, etc.
 
Eu continuarei, não com seu dito ´preciosismo´, e sim com o ´politicamente conceitual´. Se o Brudna quiser ou não acatar minha ´nobre´ conceituação ou não, é outro problema, cuja opção final em nada me melindrará.
 
Todavia, assim como o Ferrari é um mau exemplo para a Ciência, com suas ideias exóticas interrogativas, suas ideias de rigor científico ser preciosismo, tb é mau exemplo para os estudantes de Física (Ciência, no geral). Assim, como pedido pessoal, pare de contestar o correto numa lista de Ciências ... e, nada a ver que continue a usar dessas confusões técnicas com seus amigos engenheiros.
 
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
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----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 11:31 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
Mero preciosismo. Os engenheiros brasileiros já usavam o termo "tensão elétrica" muito antes de ter se formado o primeiro físico brasileiro e continuarão a usá-lo muito tempo depois. E, do contexto, fica claro que "tensão" significa "tensão elétrica", não "tensão mecânica".
 
A propósito, eu tive um professor de mecânica geral 2, formado em física, que dizia que o termo correto era "momento linear" e não "quantidade de movimento", explicando a seguir que "quantidade de movimento" era um termo ainda usado porque durante muito tempo as aulas de física no Brasil foram dadas por engenheiros. E, segundo ele, os engenheiros não conseguem "intuir" uma grandeza física, por isso usavam um termo mais descritivo. Muito tempo depois, fui dar uma olhada nos "Principia" do Newton e lá estava: "quantidade de movimento", com certidão de nascimento e de batismo.
 
E esse era o mesmo professor que chamava a derivada segunda da distância percorrida em relação ao tempo de "aceleração" (como todos fazem), mas chamava a derivada terceira de "beceleração", a derivada quarta de "ceceleração" e assim por diante. Certamente uma grande contribuição para a física!
 
Mas você e o Brudna estão corretos ao afirmarem que o helicóptero não é uma gaiola de Faraday.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 9:13 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

O comentário que aparece é o seguinte:
 
"A inspeção de linhas de alta tensão não é para qualquer um. É preciso coragem e treinamento para se realizar a tarefa, além de não ter medo de altura.
No vídeo o narrador explica que o helicóptero é uma gaiola de Faraday e que por isso não é afetado na tarefa. Mas pelo que sei, essa não é a explicação correta.
O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha e nesta situação a corrente não passa pelo corpo dele.
Perceba que na aproximação ele utiliza uma vara metálica para fazer o contato. O perigo neste caso seria aproximar alguma parte do corpo em vez de utilizar a vara metálica."
 
Consegui apenas o texto; a figura não aparece no link (ou aparece por alguns segundos e desaparece!) .
 
O comentário começa bem citando "linhas de alta tensão", pois somente entre "dois fios", ou "dois cabos" ou "2 pontos" de potenciais elétricos diferentes se pode falar em "tensão elétrica". Por si só não existe cabo, linha ou fio de alta tensão e sim de alto potencial elétrico.
 
A parte que diz "O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha ..." é falha conceitual grave! Nem consigo imaginar uma situação dessa! Qual seria o potencial elétrico do homem? Como um homem pode ter "uma" tensão elétrica?
 
O correto seria ter título " Cabos de alto potencial elétrico" e indicar que o homem (ou helicóptero) ao tocar o cabo com a vareta ficam com o mesmo potencial elétrico do cabo e ... assim, não há diferença de potencial entre eles, não há tensão elétrica entre eles, de modo que possa gerar uma corrente elétrica e aniquilá-lo..
 
[]´
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
From: brudna
Sent: Friday, January 16, 2009 5:22 PM
Subject: [ciencialist] Cabos de alta tensão

No glúon indiquei um vídeo

http://www.gluon. com.br/blog/ 2009/01/15/ inspecao- em-cabos- de-alta-voltagem /

Comentei que a narração do vídeo cometeu um erro ao falar que o
helicóptero seria uma gaiola de Faraday.

Cometi algum erro?

Até
Luís Brudna



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/01/2009 19:43

Silvio,
 
Não é necessário nenhum talento especial para ser professor. Basta ter paciência e persistência. Além disso, essa é uma das únicas profissões nas quais podemos sempre corrigir nossos erros no semestre seguinte.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
----- Original Message -----
From: silvio cordeiro filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, January 23, 2009 5:27 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Álvaro:
 
Ser professor é algo que requer determjinadas qualidades paranormais,,,,, fui confidado para dar uma palestra para uma turma numa univ. do interior: entrei na sala, dinha alunos fumando, alguns sentados e com os pés na janela.... e como sou livre pensador, pra provocar o início do papo sobre administração, entro com uma bíblia na mão....
(o primeiro organograma está descrito em "Êxodo, 19 até 22). Os alunos riram,  voltei as costas e fui pra casa.
Não sou adestrador de animais...
 
 
sds.,
 
silvio
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, January 21, 2009 5:29 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
Concordo em parte. Em educação, é evidente que nunca pode haver liberdade total aos alunos (parece que Russel tentou isso e não deu muito certo à época). Mas também não pode haver restrição total de liberdade, sob o risco de prejudicarmos a criatividade. O rigor excessivo mata por asfixia, a liberdade excessiva mata por descaso. Nesse aspecto, como descobriu aquele sábio indiano, "a verdade está no meio".
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, January 21, 2009 8:40 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

De A³:
"Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado."
 
Aqui eu concordo com vc, são palavras, apenas algumas das milhares utilizadas pela Ciência. Todavia, muitas "algumas" são "faladas" com significados até contraditórios, pouco ou nada tendo a ver com o conceito científico. Isto deriva desta ´acomodação´ (ou ´liberdade´) que vc propõe. Para a educação, vc não acha que esta ´liberdade´ é prejudicial? Será que minha mente não é "um pouco fechada" apenas para tais ´liberdades´, tendo em vista uma estrutura educacional científica mais sólida? Sim, talvez eu exagere, aqui nesta lista de amigos de reconhecida cultura científica, salientar os preciosismos da Ciência. Mas será que isto não é uma tentativa de obter adeptos para "restauração" do ensino da ciência nesse nosso planeta ensolarado (ou pelo menos aqui na parte da boa insolação)?
 
Tenho acompanhado o Secretário da Educação local nas visitas às escolas e observadas as aulas de Ciência, Física, Química e Biologia. Nem te conto! É desanimador! Na última visita perguntei a um dos prof. de física (aula de cinemática 1a série do ensino médio) o que era "origem dos tempos" na resolução de questões abertas ... e ele respondeu que é o "ponto A de onde o móvel sai". A palavra "evento" não consta no dicionário dele.
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 6:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
É triste ver que você confunde rigor científico com rigor terminológico. "Tensão" e "potencial" são apenas duas palavras vazias que nada significam isoladamente. O que importa é o sentido que damos a ela. Não concorda comigo? Leia Feynman (por exemplo "Surely you're joking Mr. Feynman!"), que era PhD em física.
 
Meus "colegas engenheiros" não são muito mais fáceis e alguns deles vivem insistindo que o "correto" é "harmônico" e não "harmônica", mesmo que esta última tenha sido imortalizada pelo prof. Guedes Jordão (da USP) em seus livros "Máquinas Síncronas" e "Transformadores". Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado.
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 10:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Lamento saber que os engenheiros eletricistas da atualidade admitam existir um "cabo de alta tensão" e que entendem como ´preciosismo´ falar em "cabo de alto potencial elétrico". Assim, para os engenheiros da atualidade, tensão e potencial elétrico são a mesma coisa; tais como massa e peso. Pressão, para engenheiro, tb é kg/m², o peso da coluna de água é X kg, etc. É uma festa de engenharia!
Engenheiro é de um rigor científico de dar gosto!
 
Por sorte, as aulas de Física na USP, ainda são dadas por doutores em Física e não por engenheiros, arquitetos, mestres de obra, pedreiros, meia-colher, etc.
 
Eu continuarei, não com seu dito ´preciosismo´, e sim com o ´politicamente conceitual´. Se o Brudna quiser ou não acatar minha ´nobre´ conceituação ou não, é outro problema, cuja opção final em nada me melindrará.
 
Todavia, assim como o Ferrari é um mau exemplo para a Ciência, com suas ideias exóticas interrogativas, suas ideias de rigor científico ser preciosismo, tb é mau exemplo para os estudantes de Física (Ciência, no geral). Assim, como pedido pessoal, pare de contestar o correto numa lista de Ciências ... e, nada a ver que continue a usar dessas confusões técnicas com seus amigos engenheiros.
 
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 11:31 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
Mero preciosismo. Os engenheiros brasileiros já usavam o termo "tensão elétrica" muito antes de ter se formado o primeiro físico brasileiro e continuarão a usá-lo muito tempo depois. E, do contexto, fica claro que "tensão" significa "tensão elétrica", não "tensão mecânica".
 
A propósito, eu tive um professor de mecânica geral 2, formado em física, que dizia que o termo correto era "momento linear" e não "quantidade de movimento", explicando a seguir que "quantidade de movimento" era um termo ainda usado porque durante muito tempo as aulas de física no Brasil foram dadas por engenheiros. E, segundo ele, os engenheiros não conseguem "intuir" uma grandeza física, por isso usavam um termo mais descritivo. Muito tempo depois, fui dar uma olhada nos "Principia" do Newton e lá estava: "quantidade de movimento", com certidão de nascimento e de batismo.
 
E esse era o mesmo professor que chamava a derivada segunda da distância percorrida em relação ao tempo de "aceleração" (como todos fazem), mas chamava a derivada terceira de "beceleração", a derivada quarta de "ceceleração" e assim por diante. Certamente uma grande contribuição para a física!
 
Mas você e o Brudna estão corretos ao afirmarem que o helicóptero não é uma gaiola de Faraday.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 9:13 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

O comentário que aparece é o seguinte:
 
"A inspeção de linhas de alta tensão não é para qualquer um. É preciso coragem e treinamento para se realizar a tarefa, além de não ter medo de altura.
No vídeo o narrador explica que o helicóptero é uma gaiola de Faraday e que por isso não é afetado na tarefa. Mas pelo que sei, essa não é a explicação correta.
O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha e nesta situação a corrente não passa pelo corpo dele.
Perceba que na aproximação ele utiliza uma vara metálica para fazer o contato. O perigo neste caso seria aproximar alguma parte do corpo em vez de utilizar a vara metálica."
 
Consegui apenas o texto; a figura não aparece no link (ou aparece por alguns segundos e desaparece!).
 
O comentário começa bem citando "linhas de alta tensão", pois somente entre "dois fios", ou "dois cabos" ou "2 pontos" de potenciais elétricos diferentes se pode falar em "tensão elétrica". Por si só não existe cabo, linha ou fio de alta tensão e sim de alto potencial elétrico.
 
A parte que diz "O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha ..." é falha conceitual grave! Nem consigo imaginar uma situação dessa! Qual seria o potencial elétrico do homem? Como um homem pode ter "uma" tensão elétrica?
 
O correto seria ter título " Cabos de alto potencial elétrico" e indicar que o homem (ou helicóptero) ao tocar o cabo com a vareta ficam com o mesmo potencial elétrico do cabo e ... assim, não há diferença de potencial entre eles, não há tensão elétrica entre eles, de modo que possa gerar uma corrente elétrica e aniquilá-lo.
 
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----- Original Message -----
From: brudna
Sent: Friday, January 16, 2009 5:22 PM
Subject: [ciencialist] Cabos de alta tensão

No glúon indiquei um vídeo

http://www.gluon.com.br/blog/2009/01/15/inspecao-em-cabos-de-alta-voltagem/

Comentei que a narração do vídeo cometeu um erro ao falar que o
helicóptero seria uma gaiola de Faraday.

Cometi algum erro?

Até
Luís Brudna



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/01/2009 19:52

E depois vcs querem que eu não seja ´ranheta´ e nem tenha vestígios para preciosismo!
 
Não é a primeira vez que saliento que Dicionário não é a "palavra de autoridade" da Física; não é a primeira vez que digo que não se deve consultar ´verbetes de dicionário´ como argumento de validade de conceito científico. Que é que Aurélio sabe de "fundamental e seus harmônicos", que é que ele entende de "movimentos periódicos"?
Ele pode saber diferenciar "movimento harmônico" do "movimento da sanfona" num dado texto ... mas, não passa disso!
Não existe "corrente harmônica"; harmônico não é um adjetivo "que seja flexionado" com palavras femininas ... que diabo!
Corrente harmônica seria aquela que se repete de tempos em tempos iguais? seria um fluxo repetitivo de portadores de carga?
Uma "corrente fundamental" seria aquela que se repete num T mínimo?  O que da corrente é função periódica do tempo? Este "o que" da corrente (e não a corrente!) é que admite o conceito de "fundamental e seus harmônicos".
 
Harmônico é adjetivo aureliano e faz flexões (ginástica) ... mas ... Aurélio não é literatura científica. Se dicionário servisse à Ciência ele seria o livro adotado em aula e seria o único (pois lá tem de tudo), seria a bíblia científica! Talvez seja adotado nos novos cursos de engenharia e eu não estou sabendo ... pode ser, tenho muita coisa para aprender! Mas, com certeza não será no Aurélio! Também não acredito que o Curso de Engenharia Elétrica adote o Aurélio como livro base! Vcs já leram sobre o Calor no Aurélio?
 
Os harmônicos da fundamental que se desenvolvem numa corrente poluída é uma coisa; corrente harmônica deve ser outra coisa! Coisa de Sanfona ... talvez ...
 
[ ]´
 
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão



--- Em qua, 21/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009, 12:15

>Ah! esqueci ... o correto é "harmônico" ... harmônica é coisa do Luiz >Gonzaga, Tonico e Tinoco, Inezita Barroso e que tais!
    

            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

            Assim, não é errado escrever: “As harmônicas circulam pela rede.” Isto porque a palavra “corrente” foi omitida e no contexto, qualquer engenheiro eletricista ou físico sabe que só pode estar se tratando de uma corrente elétrica. É claro que se você não é engenheiro eletricista e nem físico, pode estar se perguntando que diabos essas sanfonas estão fazendo em uma rede, provavelmente de pesca. E ainda mais, circulando. Só pode ter gaúcho por perto. Aí fica difícil...

 

      Abraços

      Belmiro

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/01/2009 19:53

Ah! Esqueci! (realmente meus neurônios estão em pé de guerra comigo); a definição de função periódica está em
 
http://www.feiradeciencias.com.br/sala04/04_RE_09.asp
 
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From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão



--- Em qua, 21/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009, 12:15

>Ah! esqueci ... o correto é "harmônico" ... harmônica é coisa do Luiz >Gonzaga, Tonico e Tinoco, Inezita Barroso e que tais!
    

            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

            Assim, não é errado escrever: “As harmônicas circulam pela rede.” Isto porque a palavra “corrente” foi omitida e no contexto, qualquer engenheiro eletricista ou físico sabe que só pode estar se tratando de uma corrente elétrica. É claro que se você não é engenheiro eletricista e nem físico, pode estar se perguntando que diabos essas sanfonas estão fazendo em uma rede, provavelmente de pesca. E ainda mais, circulando. Só pode ter gaúcho por perto. Aí fica difícil...

 

      Abraços

      Belmiro

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/01/2009 19:58

Se eu entendi bem, vc entrou com uma bíblia para dar a palestra? E queria seriedade após isto?
Houve êxodo da sala? O que é esse organograma escrito de 19 até 22? É coisa do coríntias? do são paulo? do palmeiras?
 
Ou, não entendi sua mensagem ...
 
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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From: silvio cordeiro filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, January 23, 2009 5:27 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Álvaro:
 
Ser professor é algo que requer determjinadas qualidades paranormais,,,,, fui confidado para dar uma palestra para uma turma numa univ. do interior: entrei na sala, dinha alunos fumando, alguns sentados e com os pés na janela.... e como sou livre pensador, pra provocar o início do papo sobre administração, entro com uma bíblia na mão....
(o primeiro organograma está descrito em "Êxodo, 19 até 22). Os alunos riram,  voltei as costas e fui pra casa.
Não sou adestrador de animais...
 
 
sds.,
 
silvio
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, January 21, 2009 5:29 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
Concordo em parte. Em educação, é evidente que nunca pode haver liberdade total aos alunos (parece que Russel tentou isso e não deu muito certo à época). Mas também não pode haver restrição total de liberdade, sob o risco de prejudicarmos a criatividade. O rigor excessivo mata por asfixia, a liberdade excessiva mata por descaso. Nesse aspecto, como descobriu aquele sábio indiano, "a verdade está no meio".
 
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Alvaro Augusto
 
 
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Sent: Wednesday, January 21, 2009 8:40 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

De A³:
"Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado."
 
Aqui eu concordo com vc, são palavras, apenas algumas das milhares utilizadas pela Ciência. Todavia, muitas "algumas" são "faladas" com significados até contraditórios, pouco ou nada tendo a ver com o conceito científico. Isto deriva desta ´acomodação´ (ou ´liberdade´) que vc propõe. Para a educação, vc não acha que esta ´liberdade´ é prejudicial? Será que minha mente não é "um pouco fechada" apenas para tais ´liberdades´, tendo em vista uma estrutura educacional científica mais sólida? Sim, talvez eu exagere, aqui nesta lista de amigos de reconhecida cultura científica, salientar os preciosismos da Ciência. Mas será que isto não é uma tentativa de obter adeptos para "restauração" do ensino da ciência nesse nosso planeta ensolarado (ou pelo menos aqui na parte da boa insolação)?
 
Tenho acompanhado o Secretário da Educação local nas visitas às escolas e observadas as aulas de Ciência, Física, Química e Biologia. Nem te conto! É desanimador! Na última visita perguntei a um dos prof. de física (aula de cinemática 1a série do ensino médio) o que era "origem dos tempos" na resolução de questões abertas ... e ele respondeu que é o "ponto A de onde o móvel sai". A palavra "evento" não consta no dicionário dele.
 
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Sent: Tuesday, January 20, 2009 6:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
É triste ver que você confunde rigor científico com rigor terminológico. "Tensão" e "potencial" são apenas duas palavras vazias que nada significam isoladamente. O que importa é o sentido que damos a ela. Não concorda comigo? Leia Feynman (por exemplo "Surely you're joking Mr. Feynman!"), que era PhD em física.
 
Meus "colegas engenheiros" não são muito mais fáceis e alguns deles vivem insistindo que o "correto" é "harmônico" e não "harmônica", mesmo que esta última tenha sido imortalizada pelo prof. Guedes Jordão (da USP) em seus livros "Máquinas Síncronas" e "Transformadores". Mas de você eu esperava uma mente um pouco mais aberta. Afinal, a física deve ser universal e "tensão", "potencial", etc. são palavras de apenas uma das milhares de línguas faladas nesse planeta ensolarado.
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
Sent: Tuesday, January 20, 2009 10:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Lamento saber que os engenheiros eletricistas da atualidade admitam existir um "cabo de alta tensão" e que entendem como ´preciosismo´ falar em "cabo de alto potencial elétrico". Assim, para os engenheiros da atualidade, tensão e potencial elétrico são a mesma coisa; tais como massa e peso. Pressão, para engenheiro, tb é kg/m², o peso da coluna de água é X kg, etc. É uma festa de engenharia!
Engenheiro é de um rigor científico de dar gosto!
 
Por sorte, as aulas de Física na USP, ainda são dadas por doutores em Física e não por engenheiros, arquitetos, mestres de obra, pedreiros, meia-colher, etc.
 
Eu continuarei, não com seu dito ´preciosismo´, e sim com o ´politicamente conceitual´. Se o Brudna quiser ou não acatar minha ´nobre´ conceituação ou não, é outro problema, cuja opção final em nada me melindrará.
 
Todavia, assim como o Ferrari é um mau exemplo para a Ciência, com suas ideias exóticas interrogativas, suas ideias de rigor científico ser preciosismo, tb é mau exemplo para os estudantes de Física (Ciência, no geral). Assim, como pedido pessoal, pare de contestar o correto numa lista de Ciências ... e, nada a ver que continue a usar dessas confusões técnicas com seus amigos engenheiros.
 
[]´
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 11:31 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Caro Léo,
 
Mero preciosismo. Os engenheiros brasileiros já usavam o termo "tensão elétrica" muito antes de ter se formado o primeiro físico brasileiro e continuarão a usá-lo muito tempo depois. E, do contexto, fica claro que "tensão" significa "tensão elétrica", não "tensão mecânica".
 
A propósito, eu tive um professor de mecânica geral 2, formado em física, que dizia que o termo correto era "momento linear" e não "quantidade de movimento", explicando a seguir que "quantidade de movimento" era um termo ainda usado porque durante muito tempo as aulas de física no Brasil foram dadas por engenheiros. E, segundo ele, os engenheiros não conseguem "intuir" uma grandeza física, por isso usavam um termo mais descritivo. Muito tempo depois, fui dar uma olhada nos "Principia" do Newton e lá estava: "quantidade de movimento", com certidão de nascimento e de batismo.
 
E esse era o mesmo professor que chamava a derivada segunda da distância percorrida em relação ao tempo de "aceleração" (como todos fazem), mas chamava a derivada terceira de "beceleração", a derivada quarta de "ceceleração" e assim por diante. Certamente uma grande contribuição para a física!
 
Mas você e o Brudna estão corretos ao afirmarem que o helicóptero não é uma gaiola de Faraday.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, January 19, 2009 9:13 AM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

O comentário que aparece é o seguinte:
 
"A inspeção de linhas de alta tensão não é para qualquer um. É preciso coragem e treinamento para se realizar a tarefa, além de não ter medo de altura.
No vídeo o narrador explica que o helicóptero é uma gaiola de Faraday e que por isso não é afetado na tarefa. Mas pelo que sei, essa não é a explicação correta.
O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha e nesta situação a corrente não passa pelo corpo dele.
Perceba que na aproximação ele utiliza uma vara metálica para fazer o contato. O perigo neste caso seria aproximar alguma parte do corpo em vez de utilizar a vara metálica."
 
Consegui apenas o texto; a figura não aparece no link (ou aparece por alguns segundos e desaparece!).
 
O comentário começa bem citando "linhas de alta tensão", pois somente entre "dois fios", ou "dois cabos" ou "2 pontos" de potenciais elétricos diferentes se pode falar em "tensão elétrica". Por si só não existe cabo, linha ou fio de alta tensão e sim de alto potencial elétrico.
 
A parte que diz "O operador está seguro porque está na mesma tensão da linha ..." é falha conceitual grave! Nem consigo imaginar uma situação dessa! Qual seria o potencial elétrico do homem? Como um homem pode ter "uma" tensão elétrica?
 
O correto seria ter título " Cabos de alto potencial elétrico" e indicar que o homem (ou helicóptero) ao tocar o cabo com a vareta ficam com o mesmo potencial elétrico do cabo e ... assim, não há diferença de potencial entre eles, não há tensão elétrica entre eles, de modo que possa gerar uma corrente elétrica e aniquilá-lo.
 
[]´
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----- Original Message -----
From: brudna
Sent: Friday, January 16, 2009 5:22 PM
Subject: [ciencialist] Cabos de alta tensão

No glúon indiquei um vídeo

http://www.gluon.com.br/blog/2009/01/15/inspecao-em-cabos-de-alta-voltagem/

Comentei que a narração do vídeo cometeu um erro ao falar que o
helicóptero seria uma gaiola de Faraday.

Cometi algum erro?

Até
Luís Brudna



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/01/2009 22:29

Palavras, palavras, palavras. Você pode tecer argumentos infindáveis para mostrar que tais e tais palavras devem ser usadas em português, mas, ao ser traduzido para outra língua, esses argumentos perderão todo o significado. E um texto que dependa de uma língua específica para ser entendido não é ciência, apenas opinião.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, January 25, 2009 7:52 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

E depois vcs querem que eu não seja ´ranheta´ e nem tenha vestígios para preciosismo!
 
Não é a primeira vez que saliento que Dicionário não é a "palavra de autoridade" da Física; não é a primeira vez que digo que não se deve consultar ´verbetes de dicionário´ como argumento de validade de conceito científico. Que é que Aurélio sabe de "fundamental e seus harmônicos", que é que ele entende de "movimentos periódicos"?
Ele pode saber diferenciar "movimento harmônico" do "movimento da sanfona" num dado texto ... mas, não passa disso!
Não existe "corrente harmônica"; harmônico não é um adjetivo "que seja flexionado" com palavras femininas ... que diabo!
Corrente harmônica seria aquela que se repete de tempos em tempos iguais? seria um fluxo repetitivo de portadores de carga?
Uma "corrente fundamental" seria aquela que se repete num T mínimo?  O que da corrente é função periódica do tempo? Este "o que" da corrente (e não a corrente!) é que admite o conceito de "fundamental e seus harmônicos".
 
Harmônico é adjetivo aureliano e faz flexões (ginástica) ... mas ... Aurélio não é literatura científica. Se dicionário servisse à Ciência ele seria o livro adotado em aula e seria o único (pois lá tem de tudo), seria a bíblia científica! Talvez seja adotado nos novos cursos de engenharia e eu não estou sabendo ... pode ser, tenho muita coisa para aprender! Mas, com certeza não será no Aurélio! Também não acredito que o Curso de Engenharia Elétrica adote o Aurélio como livro base! Vcs já leram sobre o Calor no Aurélio?
 
Os harmônicos da fundamental que se desenvolvem numa corrente poluída é uma coisa; corrente harmônica deve ser outra coisa! Coisa de Sanfona ... talvez ...
 
[ ]´
 
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
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----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão



--- Em qua, 21/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009, 12:15

>Ah! esqueci ... o correto é "harmônico" ... harmônica é coisa do Luiz >Gonzaga, Tonico e Tinoco, Inezita Barroso e que tais!
    

            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

            Assim, não é errado escrever: “As harmônicas circulam pela rede.” Isto porque a palavra “corrente” foi omitida e no contexto, qualquer engenheiro eletricista ou físico sabe que só pode estar se tratando de uma corrente elétrica. É claro que se você não é engenheiro eletricista e nem físico, pode estar se perguntando que diabos essas sanfonas estão fazendo em uma rede, provavelmente de pesca. E ainda mais, circulando. Só pode ter gaúcho por perto. Aí fica difícil...

 

      Abraços

      Belmiro

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/01/2009 22:57

Brudna,
 
Se possível, libere esse e-mail e não o anterior, o qual contém um erro de concordância.
 
________________________
 
Palavras, palavras, palavras. Você pode tecer argumentos infindáveis para mostrar que tais e tais palavras devem ser usadas em português, mas, ao serem traduzidos para outra língua, esses argumentos perderão todo o significado. E um texto que dependa de uma língua específica para ser entendido não é ciência, apenas opinião.
 
[ ]s
 
Alvaro Augusto
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, January 25, 2009 7:52 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

E depois vcs querem que eu não seja ´ranheta´ e nem tenha vestígios para preciosismo!
 
Não é a primeira vez que saliento que Dicionário não é a "palavra de autoridade" da Física; não é a primeira vez que digo que não se deve consultar ´verbetes de dicionário´ como argumento de validade de conceito científico. Que é que Aurélio sabe de "fundamental e seus harmônicos", que é que ele entende de "movimentos periódicos"?
Ele pode saber diferenciar "movimento harmônico" do "movimento da sanfona" num dado texto ... mas, não passa disso!
Não existe "corrente harmônica"; harmônico não é um adjetivo "que seja flexionado" com palavras femininas ... que diabo!
Corrente harmônica seria aquela que se repete de tempos em tempos iguais? seria um fluxo repetitivo de portadores de carga?
Uma "corrente fundamental" seria aquela que se repete num T mínimo?  O que da corrente é função periódica do tempo? Este "o que" da corrente (e não a corrente!) é que admite o conceito de "fundamental e seus harmônicos".
 
Harmônico é adjetivo aureliano e faz flexões (ginástica) ... mas ... Aurélio não é literatura científica. Se dicionário servisse à Ciência ele seria o livro adotado em aula e seria o único (pois lá tem de tudo), seria a bíblia científica! Talvez seja adotado nos novos cursos de engenharia e eu não estou sabendo ... pode ser, tenho muita coisa para aprender! Mas, com certeza não será no Aurélio! Também não acredito que o Curso de Engenharia Elétrica adote o Aurélio como livro base! Vcs já leram sobre o Calor no Aurélio?
 
Os harmônicos da fundamental que se desenvolvem numa corrente poluída é uma coisa; corrente harmônica deve ser outra coisa! Coisa de Sanfona ... talvez ...
 
[ ]´
 
 
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
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----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão



--- Em qua, 21/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009, 12:15

>Ah! esqueci ... o correto é "harmônico" ... harmônica é coisa do Luiz >Gonzaga, Tonico e Tinoco, Inezita Barroso e que tais!
    

            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

            Assim, não é errado escrever: “As harmônicas circulam pela rede.” Isto porque a palavra “corrente” foi omitida e no contexto, qualquer engenheiro eletricista ou físico sabe que só pode estar se tratando de uma corrente elétrica. É claro que se você não é engenheiro eletricista e nem físico, pode estar se perguntando que diabos essas sanfonas estão fazendo em uma rede, provavelmente de pesca. E ainda mais, circulando. Só pode ter gaúcho por perto. Aí fica difícil...

 

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/01/2009 23:04



--- Em dom, 25/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Domingo, 25 de Janeiro de 2009, 21:52

>E depois vcs querem que eu não seja ´ranheta´ e nem tenha vestígios para >preciosismo!
 
>Não é a primeira vez que saliento que Dicionário não é a "palavra de >autoridade" da Física; não é a primeira vez que digo que não se deve >consultar ´verbetes de dicionário´ como argumento de validade de conceito >científico. Que é que Aurélio sabe de "fundamental e seus harmônicos", >que é que ele entende de "movimentos periódicos"?
 
     Aurélio não entende p. nenhuma. Ele tem acessores, entre eles, físicos.
 
>Ele pode saber diferenciar "movimento harmônico" do "movimento da >sanfona" num dado texto ... mas, não passa disso!
>Não existe "corrente harmônica"; harmônico não é um adjetivo "que seja >flexionado" com palavras femininas .... que diabo!
 
      Só um exemplo de algumas entidades respeitáveis que admitem a existência de "correntes harmônicas":

http://www.dsce.fee.unicamp.br/~antenor/htmlfile/harmo/fpcap2.html

http://www.aneel.gov.br/biblioteca/Citenel2001/trabalhos%5C30.pdf

[2.2] IEC 1000-3-2: "Electromagnetic Compatibility (EMC) - Part 3: Limits - Section 2: Limits for Harmonic Current Emissions (Equipment input current < 16A per phase)". International Electrotechnical Commision,, First edition 1995-03

>Corrente harmônica seria aquela que se repete de tempos em tempos >iguais? seria um fluxo repetitivo de portadores de carga?
>Uma "corrente fundamental" seria aquela que se repete num T mínimo?  O >que da corrente é função periódica do tempo?
    
      O que, o que, o que? Como diria aquele personagem da Escolinha do Prof. Raimundo. Somebody love´s you.
 
>Este "o que" da corrente (e não a corrente!) é que admite o conceito de >"fundamental e seus harmônicos".
 
    Então, me defina segundo os critérios rigorosos da Física, HARMÔNICO. E como eu devo me referir "corretamente" àquela componente de corrente que possui frequência igual a 1/3 da frequencia fundamental?
 
>Harmônico é adjetivo aureliano e faz flexões (ginástica) ... mas ... Aurélio >não é literatura científica. Se dicionário servisse à Ciência ele seria o livro >adotado em aula e seria o único (pois lá tem de tudo), seria a bíblia >científica! Talvez seja adotado nos novos cursos de engenharia e eu não >estou sabendo ... pode ser, tenho muita coisa para aprender! Mas, com >certeza não será no Aurélio! Também não acredito que o Curso de >Engenharia Elétrica adote o Aurélio como livro base! Vcs já leram sobre o >Calor no Aurélio?
 
      Na UTFPR não adotamos o Aurélio. Aliás, o dicionário do Aurélio, ou melhor, o dicionário feito pelo Aurélio, ou melhor ainda, escrito pelo Aurélio, ou sei lá diabos se ele escreveu mesmo ou só ditou para alguém escrever, enfim, como devo me reportar corretamente frente a este detalhe tão importante?
 
    
 
>Os harmônicos da fundamental que se desenvolvem numa corrente poluída >é uma coisa; corrente harmônica deve ser outra coisa! Coisa de Sanfona ... >talvez ...
 
    Poluída! Taí um termo que a Física não deveria admitir. Afinal, corrente não é algo palpável a ponto de admitir algum tipo de sujeira. Como seria uma corrente poluída? Parecida com um cabo de aço poluído?
 
    Aquele abraço,
 
    Belmiro
 
    P.S.
    Léo, você pinta o bigode? Sério... É que meu bigode, apesar de 17 anos mais jovem que meu cabelo, está branqueando. Uma vez pintei e quase morri intoxicado via pulmão.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: Marcelo C Pinto <mpinto2009@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/01/2009 23:32

----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

Concordo com Luis Ferraz. Inclusive o dicionário nem diz isso. Em nenhum momento o dicionário emprega/troca "harmônica", sentido de harmonia, com o sentido de harmônico, múltiplo da frequência fundamental. Tem uma parte que claramente destaca o sentido físico. Está parecendo que houve uma interpretação equivocada.

Também queria saber o que seria "corrente elétrica harmômica" :-)

abs,
Marcelo




Em 25/01/2009, às 19:52, Luiz Ferraz Netto escreveu:


E depois vcs querem que eu não seja ´ranheta´ e nem tenha vestígios para preciosismo!
 
Não é a primeira vez que saliento que Dicionário não é a "palavra de autoridade" da Física; não é a primeira vez que digo que não se deve consultar ´verbetes de dicionário´ como argumento de validade de conceito científico. Que é que Aurélio sabe de "fundamental e seus harmônicos", que é que ele entende de "movimentos periódicos"?
Ele pode saber diferenciar "movimento harmônico" do "movimento da sanfona" num dado texto ... mas, não passa disso!
Não existe "corrente harmônica"; harmônico não é um adjetivo "que seja flexionado" com palavras femininas ... que diabo!
Corrente harmônica seria aquela que se repete de tempos em tempos iguais? seria um fluxo repetitivo de portadores de carga?
Uma "corrente fundamental" seria aquela que se repete num T mínimo?  O que da corrente é função periódica do tempo? Este "o que" da corrente (e não a corrente!) é que admite o conceito de "fundamental e seus harmônicos".
 
Harmônico é adjetivo aureliano e faz flexões (ginástica) ... mas ... Aurélio não é literatura científica. Se dicionário servisse à Ciência ele seria o livro adotado em aula e seria o único (pois lá tem de tudo), seria a bíblia científica! Talvez seja adotado nos novos cursos de engenharia e eu não estou sabendo ... pode ser, tenho muita coisa para aprender! Mas, com certeza não será no Aurélio! Também não acredito que o Curso de Engenharia Elétrica adote o Aurélio como livro base! Vcs já leram sobre o Calor no Aurélio?
 
Os harmônicos da fundamental que se desenvolvem numa corrente poluída é uma coisa; corrente harmônica deve ser outra coisa! Coisa de Sanfona ... talvez ...
 
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SUBJECT: Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/01/2009 02:00

Se o balão se expande, e os pontos que representam as galáxias se
afastam (do ponto de vista de quem está fora do balão), então as
réguas dos habitantes bidimensionais que vivem na superfície do balão
não se expandiriam também? Eles não mediriam assim a mesma distância,
independentemente do balão estar se expandindo ou contraindo?

Acredito que este não seja um bom exemplo... O que é de fato observado
é apenas um aumento contínuo da distância entre as galáxias, daí a
falar que o universo se expande... (teria isso algum sentido? Sei
não...)

Abraços,

Ricardo.



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "silvio cordeiro filho"
<scordeiroes@...> escreveu
>
>
>
>
>
> PARA ONDE O UNIVERSO SE EXPANDE?
>
> Carl Sagan
>
> Se o universo está se expandindo, está se expandindo para onde?
>
> O modo de pensar isso é lembrar que estamos presos nas três
> dimensões, o que restringe nossa perspectiva (embora não haja muito
> que possamos fazer sobre estar presos nas três dimensões). Mas vamos
> imaginar que fôssemos seres bidimensionais. Absolutamente achatados.
> Conheceríamos direita/esquerda e para frente/para trás, mas nunca
> teríamos ouvido falar de para cima/para baixo; É uma idéia
> absolutamente incoerente. Nada além de sílabas sem sentido.
>
> E agora imaginem que vivemos na superfície de uma esfera, um balão,
> por exemplo. Mas é claro que não sabemos da curvatura através dessa
> terceira dimensão, porque essa terceira dimensão nos é inacessível,
e
> não conseguimos nem imaginar como ela seja. Agora imaginemos que a
> esfera se expanda, que o balão seja soprado. E há uma série de
pontos
> no balão, e cada um representa, vamos dizer, uma galáxia. Percebemos
> que, do ponto de vista de cada galáxia, todas as outras galáxias
> estão se afastando. Onde está o centro da expansão?
>
> Na superfície do balão, a única parte dele que as criaturas planas
> têm acesso, onde fica o centro da expansão? Não é na superfície.
Está
> no centro do balão, naquela terceira dimensão inacessível. E, da
> mesma maneira, para onde o balão está se expandindo? Está se
> expandindo naquela direção perpendicular, aquela direção para
> cima/para baixo, aquela direção inacessível, mas então não se pode,
> na superfície do balão, apontar para o lugar para o qual ele está se
> expandindo, porque aquele lugar está na outra dimensão.
>
> Agora acrescentemos uma dimensão a todo o processo e vocês terão uma
> idéia do que se está falando quando se diz que o universo está em
> expansão.
>
> -----------
> Trecho do livro Variedades da Experiência Científica, de Carl Sagan,
> 2006. ( Livro editado por sua esposa Ann Druyan, a partir da
> transcrição das Palestras Gifford de Teologia Natural proferidas na
> Universidade de Glasgow, 1985).
>





SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: Luís Junior <jrcarpediem@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/01/2009 19:29

Sílvio,

Obrigado! O Sr. poderia colocar a continuação do texto?


~Carpe Diem~

Luís Freitas.

2009/1/24 Fabiano Melo <melofabiano@gmail.com>

Interessante. Alguém poderia me indicar leituras para conhecer melhor essa questão da expansão do universo? Lembrando que eu sou leigo no assunto.

2009/1/24 silvio cordeiro filho <scordeiroes@superig.com.br>

 
 

PARA ONDE O UNIVERSO SE EXPANDE?

Carl Sagan

Se o universo está se expandindo, está se expandindo para onde?

O modo de pensar isso é lembrar que estamos presos nas três
dimensões, o que restringe nossa perspectiva (embora não haja muito
que possamos fazer sobre estar presos nas três dimensões). Mas vamos
imaginar que fôssemos seres bidimensionais. Absolutamente achatados.
Conheceríamos direita/esquerda e para frente/para trás, mas nunca
teríamos ouvido falar de para cima/para baixo; É uma idéia
absolutamente incoerente. Nada além de sílabas sem sentido.

E agora imaginem que vivemos na superfície de uma esfera, um balão,
por exemplo. Mas é claro que não sabemos da curvatura através dessa
terceira dimensão, porque essa terceira dimensão nos é inacessível, e
não conseguimos nem imaginar como ela seja. Agora imaginemos que a
esfera se expanda, que o balão seja soprado. E há uma série de pontos
no balão, e cada um representa, vamos dizer, uma galáxia. Percebemos
que, do ponto de vista de cada galáxia, todas as outras galáxias
estão se afastando. Onde está o centro da expansão?

Na superfície do balão, a única parte dele que as criaturas planas
têm acesso, onde fica o centro da expansão? Não é na superfície. Está
no centro do balão, naquela terceira dimensão inacessível. E, da
mesma maneira, para onde o balão está se expandindo? Está se
expandindo naquela direção perpendicular, aquela direção para
cima/para baixo, aquela direção inacessível, mas então não se pode,
na superfície do balão, apontar para o lugar para o qual ele está se
expandindo, porque aquele lugar está na outra dimensão.

Agora acrescentemos uma dimensão a todo o processo e vocês terão uma
idéia do que se está falando quando se diz que o universo está em
expansão.

———————————
Trecho do livro Variedades da Experiência Científica, de Carl Sagan,
2006. ( Livro editado por sua esposa Ann Druyan, a partir da
transcrição das Palestras Gifford de Teologia Natural proferidas na
Universidade de Glasgow, 1985).




--
Fabiano de Melo
"A missão suprema do homem é saber o que se precisa para ser homem." - Kant


SUBJECT: Governo corta 18% do orçamento dedicado à ciência
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 26/01/2009 20:30

Governo corta 18% do orçamento dedicado à ciência

chigurh

A notícia:

A repercussão:

E então:


SUBJECT: Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/01/2009 23:01

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Fabiano Melo <melofabiano@...>
> Interessante. Alguém poderia me indicar leituras para conhecer
> melhor essa questão da expansão do universo? Lembrando que eu sou
> leigo no assunto.

Felizmente hoje em dia há vários livros interessantes e relativamente
acurados e atualizados de divulgação sobre cosmologia e cosmogonia.

Sobre o modelo do Big Bang:
Simon Singh 2006 - Big Bang. Ed. Record, 499 pp.

Sobre o espaço-tempo:
Brian Greene 2006 - O tecido do cosmos. Ed. Cia. das Letras, 896 pp.

Sobre cosmologia em geral:
Stephen Hawking 2006 - O universo numa casca de noz. Ed. ARX, 216 pp.

Não são de leitura exatamente fácil - mas não são particularmente
difíceis. O mais complicado é o de Hawking, mas há boas ilustrações no
livro.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Cabos de alta tensão
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 06:40

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Belmiro Wolski <belmirow@...>
> Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza
> apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente
> este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza.

Como adjetivo, ok. Mas, como substantivo (em física), o Houaiss
registra apenas a forma masculina.

----------------
harmônico
adj. (1532 JBarR 50) 1 que diz respeito a harmonia ou que a apresenta
2 que está em harmonia; em que há harmonia; regular, proporcionado,
coerente <uma voz h. com as demais> <uma vida saudável proporciona um
desenvolvimento h. do organismo> 3 fís concernente a fenômeno físico
descrito por uma função, cuja primeira derivada é contínua, e que
satisfaça a equação de Laplace 4 mús que se estrutura conforme às leis
e princípios da harmonia <as relações h. dos sons> n adj.s.m. fís 5
diz-se de ou conjunto de oscilações secundárias que se superpõem
quando é alterada a oscilação principal e cujas freqüências são
múltiplos daquela principal n s.m. 6 fon cada um dos harmônicos (fís)
do tom fundamental, resultantes das vibrações laríngeas; sofrem
ressonância nas cavidades bucais, o que permite a audição da voz e a
caracterização de cada som, esp. vogais, pois os harmônicos cuja
freqüência coincidir com as freqüências das cavidades serão
reforçados, aumentando-se a sua intensidade e acrescentando-se
determinado colorido ao som, a que chamamos timbre (a forma e o volume
das cavidades depende principalmente da posição dos lábios, da língua
e do véu palatino) F cf. formante 7 mús nota da série harmônica 8 mús
m.q. harmônio ¤ etim gr. harmonikós,ê,ón 'harmonioso, musical', pelo
lat. harmonìcus,a,um 'harmonioso, bem disposto'; ver harmon(i/o)- ¤
sin/var ver sinonímia de concordante ¤ ant ver antonímia de concordante"
----------------

harmônica
s.f. (1858 cf. MS6) mús 1 instrumento musical de lâminas percutidas,
sejam estas de aço, bronze, ferro, madeira, vidro etc. 2 m.q. sanfona
3 m.q. gaita-de-boca ± série h. mús conjunto das notas geradas
acusticamente a partir de um som fundamental ¤ etim ing. harmonica
(1762) 'id.' < al. Harmonika, calcado no lat. harmonìca, fem.substv.
de harmonìcus; o instrumento de lâminas de vidro foi inventado na
Alemanha e aperfeiçoado por B. Franklin (1706-1790); cp. fr. harmonica
(1765), it. armonica; ver harmon(i/o)- ¤ sin/var ver sinonímia de
concertina
----------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Darwin equivocado?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 07:05

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata"
> É um recurso didático, mas não *apenas*. Ela se traduz em uma
> ferramenta metodológica denominada árvore filogenética - e, sim, tem
> relação matemática com árvores de grafos (embora essa conexão seja
> algo mais tardio).

Vamos deixar o próprio Darwin falar sobre o que ele via na "árvore da
vida" (On the origins of species. 1859.):

"The affinities of all the beings of the same class have sometimes
been represented by a great tree. I believe this simile largely speaks
the truth. The green and budding twigs may represent existing species;
and those produced during each former year may represent the long
succession of extinct species. At each period of growth all the
growing twigs have tried to branch out on all sides, and to overtop
and kill the surrounding twigs and branches, in the same manner as
species and groups of species have tried to overmaster other species
in the great battle for life. The limbs divided into great branches,
and these into lesser and lesser branches, were themselves once, when
the tree was small, budding twigs; and this connexion of the former
and present buds by ramifying branches may well represent the
classification of all extinct and living species in groups subordinate
to groups. Of the many twigs which flourished when the tree was a mere
bush, only two or three, now grown into great branches, yet survive
and bear all the other branches; so with the species which lived
during long-past geological periods, very few now have living and
modified descendants. From the first growth of the tree, many a limb
and branch has decayed and dropped off; and these lost branches of
various sizes may represent those whole orders, families, and genera
which have now no living representatives, and which are known to us
only from having been found in a fossil state. As we here and there
see a thin straggling branch springing from a fork low down in a tree,
and which by some chance has been favoured and is still alive on its
summit, so we occasionally see an animal like the Ornithorhynchus or
Lepidosiren, which in some small degree connects by its affinities two
large branches of life, and which has apparently been saved from fatal
competition by having inhabited a protected station. As buds give rise
by growth to fresh buds, and these, if vigorous, branch out and
overtop on all sides many a feebler branch, so by generation I believe
it has been with the great Tree of Life, which fills with its dead and
broken branches the crust of the earth, and covers the surface with
its ever branching and beautiful ramifications."
http://darwin-online.org.uk/content/frameset?viewtype=text&itemID=F373&pageseq=1

Antes em seu caderno de notas, ele havia já escrito sobre a
representação da evolução dos organismos e suas relações por meio de
um diagrama de árvore. Notas 21 a 30 em seu primeiro caderno.
http://darwin-online.org.uk/pdf/1960_Notebooks_F1574a.pdf
-----------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Todos (bebês) japoneses são (ainda mais) iguais?
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 27/01/2009 12:33

Todos (bebês) japoneses são (ainda mais) iguais?

keufner1

Deve ser fácil perceber que os dois rostos acima pertencem a duas pessoas diferentes. Mas e quanto aos bebês abaixo? Seriam mesmo dois bebês?

keufner2

Cognitive Daily comenta um estudo liderado por Dana Keufner em que estudantes italianos precisavam identificar rostos de bebê, e provavelmente como você acima, os resultados de dois experimentos indicaram que "adultos reconhecem mais facilmente faces de adultos do que faces de recém-nascidos e crianças". Todos bebês realmente parecem ter cara de joelho.

Em um terceiro experimento, no entanto, conduzido com adultos que passam muito tempo com crianças – professores de pré-escola – a diferença foi muito menor. Passar pelo menos 30 horas por semana olhando para rostos de criança realmente fez com que percebessem as diferenças das caras de joelho muito melhor.

Nossa dificuldade em diferenciar rostos de pessoas muito mais novas ou velhas é o chamado "efeito da outra idade", e como brincamos no título deste post, o efeito da outra idade é análogo ao mais bem documentado "efeito da outra raça", que nem deve ser necessário explicar.

Há várias pesquisas fascinantes também sobre o efeito da outra raça, como este indicando como o efeito se desenvolve em bebês, e é curioso descobrir que bebês de alguns meses de idade não só não exibem os efeitos de outra idade ou raças, como também podem reconhecer a diferença entre faces de animais de outras espécies. Se para você todo chimpanzé é igual, a um bebê que só sabe mamar e sujar as fraldas as diferenças podem ser óbvias.

Depois de nove meses, contudo, os efeitos de outras idades, raças (e espécies) já entram em ação. Mas há outro estudo evidenciando como o efeito é reversível (PDF): crianças coreanas adotadas entre as idades de 3 a 9 anos por famílias caucasianas européias identificaram faces… caucasianas com maior facilidade, exatamente como o grupo de controle de crianças francesas. O cérebro pode se adaptar a novos tipos de rostos sem tanta dificuldade, como os professores de jardim de infância já devem ter sugerido.

Tudo isso sugere que não são tanto as faces de outras idades ou raças que são todas iguais, e sim as faces com que convivemos mais que se tornam mais facilmente diferenciáveis. Perceber rostos como diferentes é pelo visto um processo cognitivo rápido mas que só funciona em determinado tipo de faces. Nós trocamos a habilidade de diferenciar uma ampla variedade de rostos que quase nunca vemos, mas a grande esforço e tempo, pela capacidade de diferenciar sem dificuldade em uma fração de segundo os rostos que vemos todos os dias.

No experimento de Keufner com bebês, inverter os rostos apresentados fez não só com que a precisão da identificação diminuísse tanto para adultos como para bebês, mas que também se tornasse igual. De cabeça para baixo, todos têm cara de joelho, sejam adultos, bebês, caucasianos ou asiáticos.

Descobrir estes atalhos e "bugs" de como nosso cérebro processa rostos não deve ser tanto surpresa, em especial rostos de ponta cabeça.


SUBJECT: Congresso penaliza ciência e tecnologia
FROM: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/01/2009 12:52

Para conhecimento.
 
Assim, só os mágicos vão ter fututro na ciências, e olha lá!!!
 

[ ]'s

Aline



Congresso penaliza ciência e tecnologia
por Marco Antônio Raupp e Alaor Chaves
.
AO FORMULAR o Orçamento da União para o ano de 2009, o Congresso
Nacional penalizou com especial severidade a área de ciência e
tecnologia (C&T). O orçamento do ministério da área (MCT) sofreu corte
de R$ 1,12 bilhão, equivalente a 52% do proposto pelo Executivo.
.
A Capes, órgão do Ministério da Educação que cuida da avaliação e do
fomento de nossos cursos de pós-graduação -responsável pela maior
parte das bolsas desse nível no país-, sofreu cortes próximos de R$ 1
bilhão, quase metade do previsto.
.
O CNPq concede bolsas de estímulo à pesquisa, em procedimento
extremamente seletivo, a pesquisadores doutores de universidades e
institutos de pesquisa. O MCT reconheceu ser urgente ampliar tal
programa e para ele previu R$ 195 milhões no orçamento de 2009. O
Congresso reduziu a verba em R$ 45 milhões. Tais cortes são de extrema
gravidade e terão consequências negativas para a vida do país nos
campos da educação e da C&T e no desenvolvimento tecnológico dos
setores industriais de maior valor agregado. Desde os anos 1960, o
Brasil tem praticado um programa de pós-graduação muito bem articulado
e bem-sucedido. Nossa pós-graduação é das que mais avançam em todo o
mundo.
.
Em 1987, o Brasil formou 868 doutores. Em 2008, o número ficou perto
de 13 mil. Os novos doutores possibilitaram uma rápida expansão de
nossa ciência: se em 1981 o Brasil só contribuía com 0,4% dos artigos
científicos publicados em todo o mundo, em 2006 nossa participação foi
de 1,9%. A utilização dos quadros mais qualificados para a expansão de
nossa C&T foi fomentada, em nível federal, pelo CNPq e pela Finep,
órgãos do MCT.
.
Nosso progresso no campo da pós-graduação e da C&T tem sido fruto de
políticas de Estado que há décadas transcendem os governos e têm sido
praticadas com consistência e visão de longo prazo. Uma expansão
rápida nesse campo foi reconhecida como essencial para o avanço do
país, pois tínhamos partido, na década de 1950, de um patamar muito
incipiente.
.
Apesar do grande progresso, a situação ainda requer muita atenção.
Enquanto nos países desenvolvidos todos os docentes universitários têm
o grau de doutor, em nossas universidades públicas os docentes com
essa titulação não passam de 30% do total, e nas universidades
privadas esse número é muito menor. No momento, nossas instituições
federais de ensino superior passam por uma reestruturação e expansão
em que o número de vagas para o ensino será duplicado, e uma das
dificuldades para que tal expansão se faça sem perda de qualidade é o
pequeno número de pessoas qualificadas para ocupar as novas vagas de
docência.
.
A enorme deficiência brasileira de profissionais capazes de realizar
pesquisa e desenvolvimento (P&D), intimamente relacionada com o
pequeno envolvimento de nosso setor empresarial em pesquisa e
inovação, faz com que nossas empresas, sobretudo no setor industrial,
sejam pouco inovadoras, o que as torna pouco competitivas no comércio
globalizado.
.
O Brasil despende só 1,1% do seu PIB em P&D, enquanto os países
inovadores e competitivos investem quantias que vão de 2% a 3,5% do
seu PIB [isso foi discutido neste blog em 22/01 - clique aqui]. Essa
realidade levou o governo a formular, em 2004, uma política
industrial, tecnológica e de comércio exterior para o país. Até o
final da sua gestão, o governo Lula almeja elevar os dispêndios
nacionais em P&D para 1,5% do PIB. O Orçamento de 2009 previa uma
dotação de R$ 1,36 bilhão para a política industrial, mas o Congresso
reduziu tal cifra em 68%.
.
Nos países onde melhor se compreende o mundo contemporâneo, ante a
atual crise econômica, decidiu-se aumentar os dispêndios em ciência,
tecnologia e inovação (CT&I) [discutido neste blog em 23/01]
.
Já nossos congressistas julgaram por bem cortar fundo nesse item. Para
eles, CT&I é custeio, não investimento. Jovialmente, declararam que
seriam minimizados os cortes em investimento, o que revela o equívoco
de políticos que decidem o destino do país sobre o que é custeio e o
que é investimento. O Orçamento aprovado pelo Congresso prevê um
paliativo altamente sujeito a incertezas: o Executivo poderá usar
recursos possivelmente obtidos com a venda de imóveis da extinta Rede
Ferroviária Federal para repor o orçamento para C&T. Uma luz no fim do
túnel que não irá gerar recursos no curto prazo.
.
É imperativo rever o orçamento para C&T se o Brasil quer manter as
esperanças de se tornar, em breve, mais inovador e competitivo.
------------ --------- --------- --------- --------- ------


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SUBJECT: teses
FROM: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/01/2009 12:54

A verdade é dura, mas é a verdade....
 

[ ]'s

Aline


 

 UNIVERSIDADE. Direto da Redação Online


Publicada em:21/01/2009



CORRUPÇÃO NA UNIVERSIDADE



Recife (PE) - O professor, de quem copio as palavras a seguir, não 
quer nem pode ser identificado. Adianto apenas que ele é Doutor em 
importante universidade brasileira.

"Eu fui nomeado para ser relator de uma dissertação de mestrado. Nada 
de mais, isso faz parte do meu trabalho. Por experiência eu sei que 
não devo esperar teses que revolucionem o mundo da ciência. Para dizer 
a verdade, eu não devo esperar a mínima contribuição para qualquer 
coisa, a mínima que seja. Com franqueza, eu lhe digo que se este fosse 
o critério, eu próprio não estaria no lugar onde estou. Pois bem.

Quando eu havia corrigido cerca de 2/3 da tese, umas 60 páginas, eu 
tinha computado cerca de 150 erros de português. Eu não sou exatamente 
um cultor do português, a minha especialidade é outra. Mas havia erros 
crassos, clamorosos, gritantes até para um indivíduo como eu. O que o 
trabalho não sabia de português, melhor ainda não sabia da ciência 
biológica. Que maravilhosa coerência, não é? Havia antagonismos, 
buracos, hiatos, saltos... O que faço então? Chamei o aluno à minha 
presença, contei-lhe o estado deplorável da sua tese.

O aluno, um jovem astuto, muito vivo, me respondeu então, na minha 
cara, pois a que cara ele haveria de falar, não é?... na minha cara 
ele me disse que não teria tempo de fazer as correções antes da 
defesa, e que viria um outro doutor de Brasília para a banca 
examinadora, etc, etc. Então eu disse a ele: 'Escute, você me fez 
perder um tempo grande nesta correção. Mas, se a data da defesa já 
está marcada e seu orientador acha que o seu trabalho está 
apresentável, eu não vou criar problemas. Agora, tem uma coisa: Retire 
o meu nome na qualidade de relator, está certo assim?'

Não sei por que cargas d'água o novo cientista achou que a comissão 
examinadora poderia criar problemas se ele não recebesse 'o apto a ser 
julgado' do relator, no caso, eu. Por conta dessa dúvida, ele apareceu 
lá em minha casa, acompanhado dos seguintes fundamentos teóricos e 
experiências de laboratório: o seu poderoso e importante pai, com 
mostras de riqueza nas roupas, nos sapatos, a mencionar de passagem o 
carro importado, e mais importantes citações científicas, todas de 
nomes de políticos e de pessoas influentes da sociedade. Claro, como a 
visita era de amizade, como era uma política de boa vizinhança, eles 
vieram, a título de apresentação, com um lítro de uísque antigo, cujo 
preço é o meu salário.... É claro, eu não só dispensei o 'presente' 
como voltei a explicar tudo de novo: 'O problema é seu e de seu 
orientador. O que vocês acordarem, para mim estará ótimo. Agora, não 
coloque o meu nome nessa história. Só isso'.

Bem, o jovem cientista defendeu o indefensável, não fez as 
modificações sugeridas nem por mim nem pela banca examinadora, e 
quando imprimiu os seis exemplares da dissertação colocou o meu nome 
como relator. Eu fiquei furioso, e só não chamei o cara de santo. 
Então, fiz uma reclamação por escrito ao coordenador da Pós-graduação 
e lhe disse que já era a segunda vez que me faziam de palhaço. Por 
fim, e numa atitude radical, consegui apagar com corretivo o meu nome 
em quatro dos seis exemplares impressos. O pai do aluno, quando soube 
dessa minha atitude, que fez? Imagine, o pai do farsante me ameaçou 
com um processo. Eu era o delinquente! Ainda bem que para a minha 
felicidade, para que o pai indignado não levasse adiante o processo, 
não havia prova de que eu fosse o executor de haver borrado o meu 
próprio nome. E para maior prova de minha boa vontade, ainda havia 
dois exemplares com o nome legível do relator: o meu.

Agora, vem a melhor parte: contando isso aos colegas professores em 
uma reunião do Departamento de Biologia, em vez de receber apoio 
integral pela minha atitude, eu fui acusado de estar com excesso de 
'preciosismo' nas minhas correções. Os professores mais corruptos 
disseram que eu havia sido imbecil, idiota, metido a Robespierre em 
não ter aceitado o litro de uísque do cara. Em nome até da presente 
marcha de valores, eu nada respondi a quem me chamou de Robespierre 
barato. Minha cabeça poderia ir para a guilhotina.

Para encerrar, eu lhe peço que não mencione o meu nome, pelo amor de 
Deus. Pelo amor da ciência, eu preciso deste meu emprego para viver".


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

SUBJECT: TOC (Transtorno Obcessivo Compulsivo)
FROM: Sérgio Castilho de Oliveira <inventorbr@ibest.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 14:16

Leiam sobre Tesla!
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=247434
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=247588
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=248581
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=248928
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=249502
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=249664


Saudações energéticas!

Estes artigos do engenheiro B. Piroppo sobre o inventor dos motores multi-
fásicos são preciosos não só pela pesquisa rica e pela excelente
didática, mas principalmente para reforçar a idéia de que precisamos
todos (pelo menos os inventores) de tratamento para o TOC (Transtorno
Obcessivo Compulsivo). Proponho a leitura e sugiro a criação formal de um
grupo de Mútua-ajuda no estilo dos Alcóolatras Anônimos. (http://
www.grupos.com.br/group/invanon/ )

www.grupos.com.br/grupos/fundodequintal.

Feliz Transtorno Obcessivo Compulsivo!




SUBJECT: Uma semana
FROM: "brudna" <brudna@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 15:55

Durante a próxima semana provavelmente não vou acessar muito a internet.

A tarefa de moderador foi passada ao Roberto Takata e Luiz Netto. Eles
já foram moderadores e conhecem melhor o sistema.

Qualquer dúvida ou sugestão é só enviar um mail para
luisbrudna@gmail.com

Ainda acesso o mail até amanhã ao meio-dia.

Até
Luís Brudna - administrador da Ciencialist
==





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/01/2009 16:01

O exemplo do balão de fato não é muito bom, pois representa uma variedade
bidimensional embutida em uma variedade tridimensional.O universo, por outro
lado, é uma variedade quadridimensional (pelo menos) que não está embutida
em outra variedade. Sagan sabia disso, pois em "Contato", ao apresentar
exemplo semelhante, a personagem principal se desculpa e diz que os físicos
não gostam muito de "modelos de folha de borracha".

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br


----- Original Message -----
From: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, January 26, 2009 2:00 AM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?


Se o balão se expande, e os pontos que representam as galáxias se
afastam (do ponto de vista de quem está fora do balão), então as
réguas dos habitantes bidimensionais que vivem na superfície do balão
não se expandiriam também? Eles não mediriam assim a mesma distância,
independentemente do balão estar se expandindo ou contraindo?

Acredito que este não seja um bom exemplo... O que é de fato observado
é apenas um aumento contínuo da distância entre as galáxias, daí a
falar que o universo se expande... (teria isso algum sentido? Sei
não...)

Abraços,

Ricardo.



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "silvio cordeiro filho"
<scordeiroes@...> escreveu
>
>
>
>
>
> PARA ONDE O UNIVERSO SE EXPANDE?
>
> Carl Sagan
>
> Se o universo está se expandindo, está se expandindo para onde?
>
> O modo de pensar isso é lembrar que estamos presos nas três
> dimensões, o que restringe nossa perspectiva (embora não haja muito
> que possamos fazer sobre estar presos nas três dimensões). Mas vamos
> imaginar que fôssemos seres bidimensionais. Absolutamente achatados.
> Conheceríamos direita/esquerda e para frente/para trás, mas nunca
> teríamos ouvido falar de para cima/para baixo; É uma idéia
> absolutamente incoerente. Nada além de sílabas sem sentido.
>
> E agora imaginem que vivemos na superfície de uma esfera, um balão,
> por exemplo. Mas é claro que não sabemos da curvatura através dessa
> terceira dimensão, porque essa terceira dimensão nos é inacessível,
e
> não conseguimos nem imaginar como ela seja. Agora imaginemos que a
> esfera se expanda, que o balão seja soprado. E há uma série de
pontos
> no balão, e cada um representa, vamos dizer, uma galáxia. Percebemos
> que, do ponto de vista de cada galáxia, todas as outras galáxias
> estão se afastando. Onde está o centro da expansão?
>
> Na superfície do balão, a única parte dele que as criaturas planas
> têm acesso, onde fica o centro da expansão? Não é na superfície.
Está
> no centro do balão, naquela terceira dimensão inacessível. E, da
> mesma maneira, para onde o balão está se expandindo? Está se
> expandindo naquela direção perpendicular, aquela direção para
> cima/para baixo, aquela direção inacessível, mas então não se pode,
> na superfície do balão, apontar para o lugar para o qual ele está se
> expandindo, porque aquele lugar está na outra dimensão.
>
> Agora acrescentemos uma dimensão a todo o processo e vocês terão uma
> idéia do que se está falando quando se diz que o universo está em
> expansão.
>
> -----------
> Trecho do livro Variedades da Experiência Científica, de Carl Sagan,
> 2006. ( Livro editado por sua esposa Ann Druyan, a partir da
> transcrição das Palestras Gifford de Teologia Natural proferidas na
> Universidade de Glasgow, 1985).
>




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Cabos de alta tensão
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 16:15

 
    Onde está minha resposta enviada em 25/01/09?
 
    [],s
 
    Belmiro
 
    P.S.
    Tem algumas mensagens que estão no C-List mas não estão chegando em minha caixa postal.

--- Em ter, 27/1/09, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:
De: rmtakata <roberto.takata@bol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Re: Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009, 8:40

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, Belmiro Wolski <belmirow@.. .>
> Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza
> apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente
> este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza.

Como adjetivo, ok. Mas, como substantivo (em física), o Houaiss
registra apenas a forma masculina.

------------ ----
harmônico
adj. (1532 JBarR 50) 1 que diz respeito a harmonia ou que a apresenta
2 que está em harmonia; em que há harmonia; regular, proporcionado,
coerente <uma voz h. com as demais> <uma vida saudável proporciona um
desenvolvimento h. do organismo> 3 fís concernente a fenômeno físico
descrito por uma função, cuja primeira derivada é contínua, e que
satisfaça a equação de Laplace 4 mús que se estrutura conforme às leis
e princípios da harmonia <as relações h. dos sons> n adj.s.m. fís 5
diz-se de ou conjunto de oscilações secundárias que se superpõem
quando é alterada a oscilação principal e cujas freqüências são
múltiplos daquela principal n s.m. 6 fon cada um dos harmônicos (fís)
do tom fundamental, resultantes das vibrações laríngeas; sofrem
ressonância nas cavidades bucais, o que permite a audição da voz e a
caracterização de cada som, esp. vogais, pois os harmônicos cuja
freqüência coincidir com as freqüências das cavidades serão
reforçados, aumentando-se a sua intensidade e acrescentando- se
determinado colorido ao som, a que chamamos timbre (a forma e o volume
das cavidades depende principalmente da posição dos lábios, da língua
e do véu palatino) F cf. formante 7 mús nota da série harmônica 8 mús
m.q. harmônio ¤ etim gr. harmonikós,ê,ón 'harmonioso, musical', pelo
lat. harmonìcus,a, um 'harmonioso, bem disposto'; ver harmon(i/o)- ¤
sin/var ver sinonímia de concordante ¤ ant ver antonímia de concordante"
------------ ----

harmônica
s.f. (1858 cf. MS6) mús 1 instrumento musical de lâminas percutidas,
sejam estas de aço, bronze, ferro, madeira, vidro etc. 2 m.q. sanfona
3 m.q. gaita-de-boca ± série h. mús conjunto das notas geradas
acusticamente a partir de um som fundamental ¤ etim ing. harmonica
(1762) 'id.' < al. Harmonika, calcado no lat. harmonìca, fem.substv.
de harmonìcus; o instrumento de lâminas de vidro foi inventado na
Alemanha e aperfeiçoado por B. Franklin (1706-1790); cp. fr. harmonica
(1765), it. armonica; ver harmon(i/o)- ¤ sin/var ver sinonímia de
concertina
------------ ----

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/01/2009 16:39

Essa lista está tão lenta que uma mensagem minha deve ter se perdido. O fato é que, se banirmos "harmônico" por não estar nos dicionários, teremos que banir também palavras como "varímetro" e "cossefímetro". Como então iremos medir potência reativa? Teremos que usar somente "wattímetros", "voltímetros" e "amperímetros", que são palavras permitidas por Aurélio, Houaiss e companhia?
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br
 
 
----- Original Message -----
From: Marcelo C Pinto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, January 25, 2009 11:32 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

Concordo com Luis Ferraz. Inclusive o dicionário nem diz isso. Em nenhum momento o dicionário emprega/troca "harmônica", sentido de harmonia, com o sentido de harmônico, múltiplo da frequência fundamental. Tem uma parte que claramente destaca o sentido físico. Está parecendo que houve uma interpretação equivocada.

Também queria saber o que seria "corrente elétrica harmômica" :-)

abs,
Marcelo




Em 25/01/2009, às 19:52, Luiz Ferraz Netto escreveu:


E depois vcs querem que eu não seja ´ranheta´ e nem tenha vestígios para preciosismo!
 
Não é a primeira vez que saliento que Dicionário não é a "palavra de autoridade" da Física; não é a primeira vez que digo que não se deve consultar ´verbetes de dicionário´ como argumento de validade de conceito científico. Que é que Aurélio sabe de "fundamental e seus harmônicos", que é que ele entende de "movimentos periódicos"?
Ele pode saber diferenciar "movimento harmônico" do "movimento da sanfona" num dado texto ... mas, não passa disso!
Não existe "corrente harmônica"; harmônico não é um adjetivo "que seja flexionado" com palavras femininas ... que diabo!
Corrente harmônica seria aquela que se repete de tempos em tempos iguais? seria um fluxo repetitivo de portadores de carga?
Uma "corrente fundamental" seria aquela que se repete num T mínimo?  O que da corrente é função periódica do tempo? Este "o que" da corrente (e não a corrente!) é que admite o conceito de "fundamental e seus harmônicos".
 
Harmônico é adjetivo aureliano e faz flexões (ginástica) ... mas ... Aurélio não é literatura científica. Se dicionário servisse à Ciência ele seria o livro adotado em aula e seria o único (pois lá tem de tudo), seria a bíblia científica! Talvez seja adotado nos novos cursos de engenharia e eu não estou sabendo ... pode ser, tenho muita coisa para aprender! Mas, com certeza não será no Aurélio! Também não acredito que o Curso de Engenharia Elétrica adote o Aurélio como livro base! Vcs já leram sobre o Calor no Aurélio?
 
Os harmônicos da fundamental que se desenvolvem numa corrente poluída é uma coisa; corrente harmônica deve ser outra coisa! Coisa de Sanfona ... talvez ...
 
[ ]´
 
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
.


SUBJECT: Re: Cabos de alta tensão
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 17:14

Como na maior parte das vezes a substantivação do adjetivo para
designar uma propriedade se dá pelo masculino:

- o físico do atleta;
- o biológico do comportamento;
- o amarelo do capim;
- o amargo da derrota;
- o dolorido da pancada...

O mais natural seria substantivar "harmônico" pelo masculino. Pelo
feminino normalmente se constroi o substantivo que designar uma área
do saber:

- a eletrônica;
- a lógica;
- a genética;
- a fonética;
- a balística...

E a propriedade deriva a partir disso:

- a eletrônica do televisor;
- a lógica da frase;
- a genética dos mamíferos;
- a fonética do espanhol;
- a balística do lançamento.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(L\)"
> Essa lista está tão lenta que uma mensagem minha deve ter se
> perdido. O fato é que, se banirmos "harmônico" por não estar nos
> dicionários, teremos que banir também palavras como "varímetro" e
> "cossefímetro". Como então iremos medir potência reativa? Teremos
> que usar somente "wattímetros", "voltímetros" e "amperímetros", que
> são palavras permitidas por Aurélio, Houaiss e companhia?




SUBJECT: Scientists Not So Sure 'Doomsday Machine' Won't Destroy World
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/01/2009 17:16

Deu na Fox News, que não é exatamente o veículo mais isento e confiável: http://www.foxnews.com/story/0,2933,483477,00.html
 
(mas pode ser útil para assustar as crianças...)
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br

SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma semana
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/01/2009 17:18

Aviso aos novos moderadores: antes de banirem um "membro", façam ao menos
uma consulta pública e enviem uma advertência em PVT, ok? :-)

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br



----- Original Message -----
From: "brudna" <brudna@yahoo.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, January 27, 2009 3:55 PM
Subject: [ciencialist] Uma semana


Durante a próxima semana provavelmente não vou acessar muito a internet.

A tarefa de moderador foi passada ao Roberto Takata e Luiz Netto. Eles
já foram moderadores e conhecem melhor o sistema.

Qualquer dúvida ou sugestão é só enviar um mail para
luisbrudna@gmail.com

Ainda acesso o mail até amanhã ao meio-dia.

Até
Luís Brudna - administrador da Ciencialist
==




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Cabos de alta tensão
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/01/2009 17:40

Tudo bem, mas e quanto a "varímetro" e "cossefímetro"? Devemos baní-los ?
(aproveitando o verbo da moda...).

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, January 27, 2009 5:14 PM
Subject: [ciencialist] Re: Cabos de alta tensão


Como na maior parte das vezes a substantivação do adjetivo para
designar uma propriedade se dá pelo masculino:

- o físico do atleta;
- o biológico do comportamento;
- o amarelo do capim;
- o amargo da derrota;
- o dolorido da pancada...

O mais natural seria substantivar "harmônico" pelo masculino. Pelo
feminino normalmente se constroi o substantivo que designar uma área
do saber:

- a eletrônica;
- a lógica;
- a genética;
- a fonética;
- a balística...

E a propriedade deriva a partir disso:

- a eletrônica do televisor;
- a lógica da frase;
- a genética dos mamíferos;
- a fonética do espanhol;
- a balística do lançamento.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(L\)"
> Essa lista está tão lenta que uma mensagem minha deve ter se
> perdido. O fato é que, se banirmos "harmônico" por não estar nos
> dicionários, teremos que banir também palavras como "varímetro" e
> "cossefímetro". Como então iremos medir potência reativa? Teremos
> que usar somente "wattímetros", "voltímetros" e "amperímetros", que
> são palavras permitidas por Aurélio, Houaiss e companhia?



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SUBJECT: Re: [ciencialist] TOC (Transtorno Obcessivo Compulsivo)
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/01/2009 20:45

Hoje em dia todo mundo tem TOC!

A história do desenvolvimento do motor de indução trifásico não é nem tão
linear nem tão simples quanto o texto dá a entender. Tesla não foi nem o
primeiro, nem o único, nem o mais importante. Um apanhado interessante dessa
história pode ser encontrado em
http://www.journal.tfc.kg.ac.yu/Vol_3-2/06-Vuckovic.pdf .

Quanto a ser um virtual desconhecido, é uma pena, mas Tesla ao menos foi
homenageado com uma unidade do SI. O mesmo já não se pode dizer sobre
Charles Proteus Steinmetz, que é duas vezes mais desconhecido do que Tesla,
mesmo tendo sido quatro vezes mais importante e oito vezes mais "normal".

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br


----- Original Message -----
From: "Sérgio Castilho de Oliveira" <inventorbr@ibest.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, January 27, 2009 2:16 PM
Subject: [ciencialist] TOC (Transtorno Obcessivo Compulsivo)


Leiam sobre Tesla!
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=247434
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=247588
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=248581
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=248928
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=249502
http://www.forumpcs.com.br/coluna.php?b=249664


Saudações energéticas!

Estes artigos do engenheiro B. Piroppo sobre o inventor dos motores multi-
fásicos são preciosos não só pela pesquisa rica e pela excelente
didática, mas principalmente para reforçar a idéia de que precisamos
todos (pelo menos os inventores) de tratamento para o TOC (Transtorno
Obcessivo Compulsivo). Proponho a leitura e sugiro a criação formal de um
grupo de Mútua-ajuda no estilo dos Alcóolatras Anônimos. (http://
www.grupos.com.br/group/invanon/ )

www.grupos.com.br/grupos/fundodequintal.

Feliz Transtorno Obcessivo Compulsivo!




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 20:46

Ola Ricardo,
 
Considerando o exemplo que vc deu (das réguas crescerem junto com o universo)......Se não me engano, num documentário que vi, falava-se que a expansão do universo ocorria no espaço entre as galáxias (ou conglomerado - não lembro)...Por algum motivo, o espaço interior a uma galaxia (ou conglomerado) não sofre esta expansão...Acho que tem algo a ver com a gravidade...
 
Ainda...acho que um dos possíveis finais para o universo prevê que, mesmo as galaxias, átomos, etc...seriam, um dia, afetados por esta expansão....e acabariam se desintegrando...O próprio espaço seria "rasgado" (sinceramente, não consigo nem visualizar o que seria isso)..
 
Em contrapartida, em outras teorias, o espaço aparece quantizado...e o final do universo é mais romântico.....sendo uma sequência infinita de big-bangs e big-crunchs (novamente, se nõ me engano, esta é a teoria da gravidade quântica de loop)
 
Bom, se minha memória não estiver me enganado, acho que é isso.....se não, alguém da lista pode me ajudar ?
 
Alberto,
 
esta questão de dimensões....como podemos ter certeza que o universo não está contido em outra variedade ?
 
Abs
Felipe
 

--- Em ter, 27/1/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:
De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009, 16:01

O exemplo do balão de fato não é muito bom, pois representa uma variedade
bidimensional embutida em uma variedade tridimensional. O universo, por outro
lado, é uma variedade quadridimensional (pelo menos) que não está embutida
em outra variedade. Sagan sabia disso, pois em "Contato", ao apresentar
exemplo semelhante, a personagem principal se desculpa e diz que os físicos
não gostam muito de "modelos de folha de borracha".

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugust o.blogspot. com
alvaro@lunabay. com.br

----- Original Message -----
From: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo. com.br>
To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Sent: Monday, January 26, 2009 2:00 AM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Se o balão se expande, e os pontos que representam as galáxias se
afastam (do ponto de vista de quem está fora do balão), então as
réguas dos habitantes bidimensionais que vivem na superfície do balão
não se expandiriam também? Eles não mediriam assim a mesma distância,
independentemente do balão estar se expandindo ou contraindo?

Acredito que este não seja um bom exemplo... O que é de fato observado
é apenas um aumento contínuo da distância entre as galáxias, daí a
falar que o universo se expande... (teria isso algum sentido? Sei
não...)

Abraços,

Ricardo.

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "silvio cordeiro filho"
<scordeiroes@ ...> escreveu
>
>
>
>
>
> PARA ONDE O UNIVERSO SE EXPANDE?
>
> Carl Sagan
>
> Se o universo está se expandindo, está se expandindo para onde?
>
> O modo de pensar isso é lembrar que estamos presos nas três
> dimensões, o que restringe nossa perspectiva (embora não haja muito
> que possamos fazer sobre estar presos nas três dimensões). Mas vamos
> imaginar que fôssemos seres bidimensionais. Absolutamente achatados.
> Conheceríamos direita/esquerda e para frente/para trás, mas nunca
> teríamos ouvido falar de para cima/para baixo; É uma idéia
> absolutamente incoerente. Nada além de sílabas sem sentido.
>
> E agora imaginem que vivemos na superfície de uma esfera, um balão,
> por exemplo. Mas é claro que não sabemos da curvatura através dessa
> terceira dimensão, porque essa terceira dimensão nos é inacessível,
e
> não conseguimos nem imaginar como ela seja. Agora imaginemos que a
> esfera se expanda, que o balão seja soprado. E há uma série de
pontos
> no balão, e cada um representa, vamos dizer, uma galáxia. Percebemos
> que, do ponto de vista de cada galáxia, todas as outras galáxias
> estão se afastando. Onde está o centro da expansão?
>
> Na superfície do balão, a única parte dele que as criaturas planas
> têm acesso, onde fica o centro da expansão? Não é na superfície.
Está
> no centro do balão, naquela terceira dimensão inacessível. E, da
> mesma maneira, para onde o balão está se expandindo? Está se
> expandindo naquela direção perpendicular, aquela direção para
> cima/para baixo, aquela direção inacessível, mas então não se pode,
> na superfície do balão, apontar para o lugar para o qual ele está se
> expandindo, porque aquele lugar está na outra dimensão.
>
> Agora acrescentemos uma dimensão a todo o processo e vocês terão uma
> idéia do que se está falando quando se diz que o universo está em
> expansão.
>
> -----------
> Trecho do livro Variedades da Experiência Científica, de Carl Sagan,
> 2006. ( Livro editado por sua esposa Ann Druyan, a partir da
> transcrição das Palestras Gifford de Teologia Natural proferidas na
> Universidade de Glasgow, 1985).
>

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SUBJECT: Poluição Luminosa
FROM: Angela Guilhermina de Almeida Beirão <angelabeirao@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 21:27



---------- Forwarded message ----------
From: Angela Guilhermina de Almeida Beirão <angelabeirao@gmail.com>
Date: 2009/1/27
Subject: Poluição Luminosa
To: Angela Guilhermina de Almeida Beirão <angelabeirao@gmail.com>


 

Olá,

Sou nova no grupo e estou postando pela primeira vez.
Um assunto que me chama a atenção é a poluição
luminosa, (devo confessar que não sabia se tratar de
mais um tipo de poluição).
É um aspecto que me preocupa muito, principalmente
pelo fato de morar em zona rural e ter vizinhos que
volta e meia pensam em solicitar a colocação de
iluminação pública, o que tiraria todo o encanto da região.
Selecionei esta matéria para a apreciação de vocês.
Abraços
Angela

 

Poluição Luminosa

 

Existem vários tipos de poluição que afetam o nosso ambiente, a menos conhecida é a poluição luminosa. A poluição luminosa é causada pelo mal uso da luz na iluminação de ruas, praças ou residências. As luminárias mais utilizadas em iluminação pública são ineficientes, mandando literalmente grande parte da luz para o espaço, ou seja, gasta-se energia para se iluminar mal a rua e ainda poluir o ambiente.

clique para ver a imagem apliada
foto de satélite mostrando a poluição luminosa vista do espaço

Apenas lançar luz para o espaço nao seria um problema se a luz não fosse espalhada pela atmosfera, quando vistas de longe, as grandes cidades parecem estar envoltas em uma grande bolha de luz que nao contribui em nada para a iluminação da cidade.
Podemos perceber a poluição luminosa de diversas maneiras. Olhando para o céu em uma noite com algumas nuvens, vemos as nuvens esbranquiçadas ou até amareladas. Esta luz é luz proveniente da iluminação que é perdida para na direção do céu, que refletida nas nuvens chega até nós novamente. Em uma região afastada de fontes intensas de luz, longe de grandes cidades, não podemos distinguir as nuvens do escuro do céu pela cor, vemos que estas apenas incobrem a luz das estrelas. Em uma noite de céu sem nuvens o efeito da poluição luminosa também é devastador, em uma grande cidade podemos ver estrelas de até terceira ou quarta magnitude a olho nú, enquanto em uma região menos iluminada podemos enxergar até sexta magnitude. Mas o que representa a falta de estrelas de 2 ou 3 magnitudes? Veja na figura abaixo.

De uma grande cidade é impossivel enxergar a faixa da Via Láctea também devido a poluição luminosa. Em uma região de pouca iluminação também podemos ver os rastros dos diversos corpos que adentram nossa atmosfera, vários em uma noite, já numa cidade isto é impossível.
Mas não é apenas a degradação do céu noturno que é relevante, temos também o desperdício de energia. O potencial de produção de energia de nosso país está chegando perto de seu limite, precisamos então utilizar a energia de forma racional. As luminarias frequentemente utilizadas na iluminação pública utilizam uma determinada quantidade de energia para uma iluminação ineficiente. Se a luminaria for projetada adequadamente, teremos uma condição de iluminação do solo melhor com menos energia, pois de que adianta a luminaria de uma rua, por exemplo, iluminar para cima ou para os lados. O problema da poluição luminosa não é privilegio das grandes cidades do país, ela está também atingindo as localidades mais distantes dos grandes centros, um exemplo disso é o observatório Pico do Dias (LNA) localizado próximo a cidade de Itajubá (MG) que já é prejudicado pela poluição luminosa das cidades próximas.

Massey, Foltz, The spectrum of the night sky over Mount Hopkins and Kitt Peak: changes after a decade, PASP abril 2000 - artigo que descreve utilizando espectroscopia o aumento da poluição luminosa em dois observatórios.

As fotos seguintes mostram a visão da região de Moema aqui em São Paulo, com tempos de exposição diferentes. As fotos foram tiradas a noite.


tempo de exposição 10s


tempo de exposição 20s


tempo de exposição 30s


tempo de exposição 40s

Note que nesta última imagem podemos ver claramente como o céu está claro e como as paredes dos prédios estão iluminadas. A avenida mais iluminada na foto é a av. Santo Amaro e a que aparece na horizontal é a av. dos Bandeirantes.
Nesta próxima imagem podemos notar a ineficiência da iluminação utilizada nas vias públicas. As luminárias de mercúrio (as mais amarelas na foto) iluminam para os lados! Podemos também notar como o céu fica mais claro quando mais perto do horizonte.

Podemos ter idéia de como a poluição luminosa degrada o ambiente nestas imagens feitas a partir do observatório Mont Wilson em Washington, a da esquerda em 1908 e a da direita em 1988.

clique para ver a imagem apliada clique para ver a imagem apliada
comparação da poluição luminosa em 1908 e 1988

O que podemos fazer contra a poluição luminosa? Podemos divulgar o problema, utilizar a energia de forma racional e combrar soluções das autoridades competentes, principalmente no que se refere a iluminação pública.
Se não fizermos nada aos poucos perderemos a beleza do céu noturno.


preserve o céu noturno,
combata a poluição luminosa




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Documentário: O Universo Elegante (com Brian Greene)
FROM: Angela Guilhermina de Almeida Beirão <angelabeirao@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 21:36

Olá Paulo,
 
Quando li seu email (pelo que entendi é o
complemento de outro anterior) lembrei de
ter assistido este documentário através do Youtube.
Abaixo os links selecionados, caso interesse.
Abraços
Angela
 
http://br.youtube.com/watch?v=uEbzBQHTxRk&feature=PlayList&p=D3F7C4D8837DECA3&index=0&playnext=1 PARTE 1

 
http://br.youtube.com/watch?v=nSJyt1vqIMk&feature=PlayList&p=D3F7C4D8837DECA3&index=1 PARTE 2
 
http://br.youtube.com/watch?v=foJy1wOjQKc&feature=PlayList&p=D3F7C4D8837DECA3&index=2 PARTE 3
 
http://br.youtube.com/watch?v=DQuPptWE9nM&feature=PlayList&p=D3F7C4D8837DECA3&index=3 PARTE 4
 
http://br.youtube.com/watch?v=VJZYrVfsTWw&feature=PlayList&p=D3F7C4D8837DECA3&index=4 PARTE 5
 
http://br.youtube.com/watch?v=VJZYrVfsTWw&feature=PlayList&p=D3F7C4D8837DECA3&index=4 PARTE 6
 
http://br.youtube.com/watch?v=_qOffdDJnbo&feature=PlayList&p=D3F7C4D8837DECA3&index=5 PARTE 7


2008/12/26 Paulo - yahoo <psdias2@yahoo.com.br>

Esqueci de comentar:
 
As páginas onde estão os arquivos são um pouco confusas.
 
Para baixar cada arquivo:
 
Clique sobre o NOME de cada arquivo (por exemplo: UniEleg_1de3_OSonhoDeEinstein.part01.rar).
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Paulo




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Angela
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/01/2009 21:41


Não podemos ter certeza de que o universo não está contido em outra variedade. De fato, não podemos ter certeza nem disso nem de nada. Mas, nesse caso, podemos ter um grau razoável de certeza, pois a matemática do espaço-tempo, a mesma que prevê corretamente a deflexão da luz, o desvio gravitacional para o vermelho, a dilatação gravitacional do tempo e o deslocamento do periélio de Mercúrio, é consistente em uma variedade de quatro dimensões.
 
Seria mais fácil de entender a situação se o espaço quadridimensional estivesse se espandindo "dentro" de um espaço de dimensionalidade maior, mas o que ocorre é que o próprio espaço se expande.
 
Finalmente, acho que o fato do espaço ser quantizado não tem a ver com o "destino" do universo, coisa que depende somente da quantidade de matéria contida no universo. Abaixo de certa quantidade crítica, a atração gravitacional entre as galáxias é fraca demais para deter a expansão. Acima desse limite, o universo volta a se contrair após certo ponto.
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br
 
----- Original Message -----
From: luiz silva
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, January 27, 2009 8:46 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Ola Ricardo,
 
Considerando o exemplo que vc deu (das réguas crescerem junto com o universo)......Se não me engano, num documentário que vi, falava-se que a expansão do universo ocorria no espaço entre as galáxias (ou conglomerado - não lembro)...Por algum motivo, o espaço interior a uma galaxia (ou conglomerado) não sofre esta expansão...Acho que tem algo a ver com a gravidade...
 
Ainda...acho que um dos possíveis finais para o universo prevê que, mesmo as galaxias, átomos, etc...seriam, um dia, afetados por esta expansão....e acabariam se desintegrando...O próprio espaço seria "rasgado" (sinceramente, não consigo nem visualizar o que seria isso)..
 
Em contrapartida, em outras teorias, o espaço aparece quantizado...e o final do universo é mais romântico.....sendo uma sequência infinita de big-bangs e big-crunchs (novamente, se nõ me engano, esta é a teoria da gravidade quântica de loop)
 
Bom, se minha memória não estiver me enganado, acho que é isso.....se não, alguém da lista pode me ajudar ?
 
Alberto,
 
esta questão de dimensões....como podemos ter certeza que o universo não está contido em outra variedade ?
 
Abs
Felipe
 

--- Em ter, 27/1/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:
De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009, 16:01

O exemplo do balão de fato não é muito bom, pois representa uma variedade
bidimensional embutida em uma variedade tridimensional. O universo, por outro
lado, é uma variedade quadridimensional (pelo menos) que não está embutida
em outra variedade. Sagan sabia disso, pois em "Contato", ao apresentar
exemplo semelhante, a personagem principal se desculpa e diz que os físicos
não gostam muito de "modelos de folha de borracha".

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugust o.blogspot. com
alvaro@lunabay. com.br

----- Original Message -----
From: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo. com.br>
To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Sent: Monday, January 26, 2009 2:00 AM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Se o balão se expande, e os pontos que representam as galáxias se
afastam (do ponto de vista de quem está fora do balão), então as
réguas dos habitantes bidimensionais que vivem na superfície do balão
não se expandiriam também? Eles não mediriam assim a mesma distância,
independentemente do balão estar se expandindo ou contraindo?

Acredito que este não seja um bom exemplo... O que é de fato observado
é apenas um aumento contínuo da distância entre as galáxias, daí a
falar que o universo se expande... (teria isso algum sentido? Sei
não...)

Abraços,

Ricardo.

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "silvio cordeiro filho"
<scordeiroes@ ...> escreveu
>
>
>
>
>
> PARA ONDE O UNIVERSO SE EXPANDE?
>
> Carl Sagan
>
> Se o universo está se expandindo, está se expandindo para onde?
>
> O modo de pensar isso é lembrar que estamos presos nas três
> dimensões, o que restringe nossa perspectiva (embora não haja muito
> que possamos fazer sobre estar presos nas três dimensões). Mas vamos
> imaginar que fôssemos seres bidimensionais. Absolutamente achatados.
> Conheceríamos direita/esquerda e para frente/para trás, mas nunca
> teríamos ouvido falar de para cima/para baixo; É uma idéia
> absolutamente incoerente. Nada além de sílabas sem sentido.
>
> E agora imaginem que vivemos na superfície de uma esfera, um balão,
> por exemplo. Mas é claro que não sabemos da curvatura através dessa
> terceira dimensão, porque essa terceira dimensão nos é inacessível,
e
> não conseguimos nem imaginar como ela seja. Agora imaginemos que a
> esfera se expanda, que o balão seja soprado. E há uma série de
pontos
> no balão, e cada um representa, vamos dizer, uma galáxia. Percebemos
> que, do ponto de vista de cada galáxia, todas as outras galáxias
> estão se afastando. Onde está o centro da expansão?
>
> Na superfície do balão, a única parte dele que as criaturas planas
> têm acesso, onde fica o centro da expansão? Não é na superfície.
Está
> no centro do balão, naquela terceira dimensão inacessível. E, da
> mesma maneira, para onde o balão está se expandindo? Está se
> expandindo naquela direção perpendicular, aquela direção para
> cima/para baixo, aquela direção inacessível, mas então não se pode,
> na superfície do balão, apontar para o lugar para o qual ele está se
> expandindo, porque aquele lugar está na outra dimensão.
>
> Agora acrescentemos uma dimensão a todo o processo e vocês terão uma
> idéia do que se está falando quando se diz que o universo está em
> expansão.
>
> -----------
> Trecho do livro Variedades da Experiência Científica, de Carl Sagan,
> 2006. ( Livro editado por sua esposa Ann Druyan, a partir da
> transcrição das Palestras Gifford de Teologia Natural proferidas na
> Universidade de Glasgow, 1985).
>

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 22:30

   Pelo menos me digam o que aconteceu à minha mensagem/resposta ao Léo. Foi perdida? Nunca chegou? Foi moderada?
   [],s
   Belmiro

--- Em ter, 27/1/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:
De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009, 18:39

Essa lista está tão lenta que uma mensagem minha deve ter se perdido. O fato é que, se banirmos "harmônico" por não estar nos dicionários, teremos que banir também palavras como "varímetro" e "cossefímetro" . Como então iremos medir potência reativa? Teremos que usar somente "wattímetros" , "voltímetros" e "amperímetros" , que são palavras permitidas por Aurélio, Houaiss e companhia?
 
Abraços,
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, January 25, 2009 11:32 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

Concordo com Luis Ferraz. Inclusive o dicionário nem diz isso. Em nenhum momento o dicionário emprega/troca "harmônica", sentido de harmonia, com o sentido de harmônico, múltiplo da frequência fundamental. Tem uma parte que claramente destaca o sentido físico. Está parecendo que houve uma interpretação equivocada.

Também queria saber o que seria "corrente elétrica harmômica" :-)

abs,
Marcelo




Em 25/01/2009, às 19:52, Luiz Ferraz Netto escreveu:


E depois vcs querem que eu não seja ´ranheta´ e nem tenha vestígios para preciosismo!
 
Não é a primeira vez que saliento que Dicionário não é a "palavra de autoridade" da Física; não é a primeira vez que digo que não se deve consultar ´verbetes de dicionário´ como argumento de validade de conceito científico. Que é que Aurélio sabe de "fundamental e seus harmônicos", que é que ele entende de "movimentos periódicos"?
Ele pode saber diferenciar "movimento harmônico" do "movimento da sanfona" num dado texto ... mas, não passa disso!
Não existe "corrente harmônica"; harmônico não é um adjetivo "que seja flexionado" com palavras femininas ... que diabo!
Corrente harmônica seria aquela que se repete de tempos em tempos iguais? seria um fluxo repetitivo de portadores de carga?
Uma "corrente fundamental" seria aquela que se repete num T mínimo?  O que da corrente é função periódica do tempo? Este "o que" da corrente (e não a corrente!) é que admite o conceito de "fundamental e seus harmônicos".
 
Harmônico é adjetivo aureliano e faz flexões (ginástica) ... mas ... Aurélio não é literatura científica. Se dicionário servisse à Ciência ele seria o livro adotado em aula e seria o único (pois lá tem de tudo), seria a bíblia científica! Talvez seja adotado nos novos cursos de engenharia e eu não estou sabendo ... pode ser, tenho muita coisa para aprender! Mas, com certeza não será no Aurélio! Também não acredito que o Curso de Engenharia Elétrica adote o Aurélio como livro base! Vcs já leram sobre o Calor no Aurélio?
 
Os harmônicos da fundamental que se desenvolvem numa corrente poluída é uma coisa; corrente harmônica deve ser outra coisa! Coisa de Sanfona ... talvez ...
 
[ ]´
 
 
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
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     http://www.feiradec iencias.com. br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 22:36

      Esquece, já achei no C-list. Mas não chegou na minha caixa postal, assim como outras mensagens que lá estão. Muito estranho...
 
      [],s
 
      Belmiro

--- Em ter, 27/1/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:
De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009, 18:39

Essa lista está tão lenta que uma mensagem minha deve ter se perdido. O fato é que, se banirmos "harmônico" por não estar nos dicionários, teremos que banir também palavras como "varímetro" e "cossefímetro" . Como então iremos medir potência reativa? Teremos que usar somente "wattímetros" , "voltímetros" e "amperímetros" , que são palavras permitidas por Aurélio, Houaiss e companhia?
 
Abraços,
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, January 25, 2009 11:32 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

Concordo com Luis Ferraz. Inclusive o dicionário nem diz isso. Em nenhum momento o dicionário emprega/troca "harmônica", sentido de harmonia, com o sentido de harmônico, múltiplo da frequência fundamental. Tem uma parte que claramente destaca o sentido físico. Está parecendo que houve uma interpretação equivocada.

Também queria saber o que seria "corrente elétrica harmômica" :-)

abs,
Marcelo




Em 25/01/2009, às 19:52, Luiz Ferraz Netto escreveu:


E depois vcs querem que eu não seja ´ranheta´ e nem tenha vestígios para preciosismo!
 
Não é a primeira vez que saliento que Dicionário não é a "palavra de autoridade" da Física; não é a primeira vez que digo que não se deve consultar ´verbetes de dicionário´ como argumento de validade de conceito científico. Que é que Aurélio sabe de "fundamental e seus harmônicos", que é que ele entende de "movimentos periódicos"?
Ele pode saber diferenciar "movimento harmônico" do "movimento da sanfona" num dado texto ... mas, não passa disso!
Não existe "corrente harmônica"; harmônico não é um adjetivo "que seja flexionado" com palavras femininas ... que diabo!
Corrente harmônica seria aquela que se repete de tempos em tempos iguais? seria um fluxo repetitivo de portadores de carga?
Uma "corrente fundamental" seria aquela que se repete num T mínimo?  O que da corrente é função periódica do tempo? Este "o que" da corrente (e não a corrente!) é que admite o conceito de "fundamental e seus harmônicos".
 
Harmônico é adjetivo aureliano e faz flexões (ginástica) ... mas ... Aurélio não é literatura científica. Se dicionário servisse à Ciência ele seria o livro adotado em aula e seria o único (pois lá tem de tudo), seria a bíblia científica! Talvez seja adotado nos novos cursos de engenharia e eu não estou sabendo ... pode ser, tenho muita coisa para aprender! Mas, com certeza não será no Aurélio! Também não acredito que o Curso de Engenharia Elétrica adote o Aurélio como livro base! Vcs já leram sobre o Calor no Aurélio?
 
Os harmônicos da fundamental que se desenvolvem numa corrente poluída é uma coisa; corrente harmônica deve ser outra coisa! Coisa de Sanfona ... talvez ...
 
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/01/2009 23:18

Não, não, o correto é não ter essas palavras no dicionário! Dicionário não foi feito para coisas sérias ... foi feito apenas para verbetes de uso popular da "famosa linguagem dinâmica". Deixemos os dicionários de lado ... isto é coisa do jardim da infância.
 
Cuidemos da conceituação científica:
 
a) os "harmônicos" ganharam o páreo! Retire-se ´harmônica´ da festa. Corrente harmônica é coisa de quem escreve para leitor americano ... até "voltage" serve para eles! E, enquanto o "volt" "age" tratemos de outras palavras. Correntes ´com harmônicos´ (substantivo), ...  nada a ver com correntes harmônicas (adjetivo). Correntes ´poluídas´ são aquelas que contém ´espúrias´; este sim é adjetivo, para salientar que não é a corrente esperada; pode-se até adjetivar com ´ruidosa´ (que contém ruídos).
 
b) varímetro não existe ... o correto é "variômetro". Todo aparelho de medida indireta deve ter sufixo em "ômetro": variômetro, voltômetro, amperômetro, cossefiômetro, cronômetro, etc. Os aparelhos de leitura direta têm sufixo em "ímetro": paquímetro. Por isto, não falamos "cronímetro", por exemplo.
Imagine um ´cossefímetro´, um aparelho de medida direta de cos ø !
E não me pergunte de onde tirei essas normas para nomenclatura de aparelhos de medidas ... vcs devem achar que é ´fonte divina´.
O Aurélio deve citar os termos populares vortage, amperage, vatage, amperímetro, voltímetro e coisas assim ... coisa de eletricista de esquina ou eletrônico soldador de fios.
 
Os engenheiros poderiam muito bem seguir/usar o que aprenderam em Física ... e não apenas se contentar com as "cadernetas de campo" e jargões próprios. Quanto mais jargão, mais se aproxima do popular ... e daí os "eletricistas" do dia-a-dia!'. Um desses ´eletricistas´ pode escutar falar em ´correntes harmônicas´ e pode a partir dai desencadear uma série inédita de raciocínios falsos.
 
Tá bom de ranhetagem por hoje ...
 
PS: Ao Belmiro, sem ferir melindres. Jamais me passou pela cabeça pintar bigodes, cabelos ou coisas que tais. Tenho fios brancos no bigode e alguns na cabeça. Amanha vou ver se consigo uma foto com tais detalhes e envio. Isto realmente nunca me preocupou! Numa foto "3x4" prevalece o preto, mesmo aos 70 anos!
 
[]´
 
 
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, January 27, 2009 4:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Essa lista está tão lenta que uma mensagem minha deve ter se perdido. O fato é que, se banirmos "harmônico" por não estar nos dicionários, teremos que banir também palavras como "varímetro" e "cossefímetro". Como então iremos medir potência reativa? Teremos que usar somente "wattímetros", "voltímetros" e "amperímetros", que são palavras permitidas por Aurélio, Houaiss e companhia?
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
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----- Original Message -----
From: Marcelo C Pinto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, January 25, 2009 11:32 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

Concordo com Luis Ferraz. Inclusive o dicionário nem diz isso. Em nenhum momento o dicionário emprega/troca "harmônica", sentido de harmonia, com o sentido de harmônico, múltiplo da frequência fundamental. Tem uma parte que claramente destaca o sentido físico. Está parecendo que houve uma interpretação equivocada.

Também queria saber o que seria "corrente elétrica harmômica" :-)

abs,
Marcelo




Em 25/01/2009, às 19:52, Luiz Ferraz Netto escreveu:


E depois vcs querem que eu não seja ´ranheta´ e nem tenha vestígios para preciosismo!
 
Não é a primeira vez que saliento que Dicionário não é a "palavra de autoridade" da Física; não é a primeira vez que digo que não se deve consultar ´verbetes de dicionário´ como argumento de validade de conceito científico. Que é que Aurélio sabe de "fundamental e seus harmônicos", que é que ele entende de "movimentos periódicos"?
Ele pode saber diferenciar "movimento harmônico" do "movimento da sanfona" num dado texto ... mas, não passa disso!
Não existe "corrente harmônica"; harmônico não é um adjetivo "que seja flexionado" com palavras femininas ... que diabo!
Corrente harmônica seria aquela que se repete de tempos em tempos iguais? seria um fluxo repetitivo de portadores de carga?
Uma "corrente fundamental" seria aquela que se repete num T mínimo?  O que da corrente é função periódica do tempo? Este "o que" da corrente (e não a corrente!) é que admite o conceito de "fundamental e seus harmônicos".
 
Harmônico é adjetivo aureliano e faz flexões (ginástica) ... mas ... Aurélio não é literatura científica. Se dicionário servisse à Ciência ele seria o livro adotado em aula e seria o único (pois lá tem de tudo), seria a bíblia científica! Talvez seja adotado nos novos cursos de engenharia e eu não estou sabendo ... pode ser, tenho muita coisa para aprender! Mas, com certeza não será no Aurélio! Também não acredito que o Curso de Engenharia Elétrica adote o Aurélio como livro base! Vcs já leram sobre o Calor no Aurélio?
 
Os harmônicos da fundamental que se desenvolvem numa corrente poluída é uma coisa; corrente harmônica deve ser outra coisa! Coisa de Sanfona ... talvez ...
 
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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SUBJECT: Ódio à escravidão moveu idéias de Darwin
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/01/2009 23:28

Livros

Ódio à escravidão moveu idéias de Darwin

Reuters - 23/01/2009 - Por Mike Collett-White

Um novo livro sobre Charles Darwin diz que um ódio passional à
escravidão foi fundamental para que ele desenvolvesse a sua teoria da
evolução. A teoria foi contra a suposição de muitos à época de que
negros e brancos eram de diferentes espécies. Darwins Sacred Cause é
um dos primeiros entre as dezenas de trabalhos sobre o cientista do
século XIX que deverão ser lançadas em 2009, bicentenário de seu
nascimento e quando se completam 150 anos da publicação do
revolucionário A origem das espécies. Os autores do livro, Adrian
Desmond e James Moore, também acreditam que ele será um dos mais
polêmicos, porque explora o que chamam de humanitarismo de Darwin e
contesta a noção de que suas conclusões tenham sido resultado apenas
da busca científica. "Deve haver razões para ele ter chegado a
imagens da origem comum da evolução quando não havia precedentes para
tanto na zoologia de seu tempo", disse Desmond à Reuters. "Isso vem
do antiescravagismo." Desmond e Moore argumentam que o seu ponto de
vista é importante porque mostra que Darwin foi movido por desejos e
necessidades humanas, e lança nova luz sobre trabalhos atacados até
hoje por serem considerados moralmente subversivos.
____
[]'s
Manuel Bulcão



SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/01/2009 23:42

Ops! Eu quis dizer: se banirmos "harmônica"...
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br
 
 
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, January 27, 2009 4:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Essa lista está tão lenta que uma mensagem minha deve ter se perdido. O fato é que, se banirmos "harmônico" por não estar nos dicionários, teremos que banir também palavras como "varímetro" e "cossefímetro". Como então iremos medir potência reativa? Teremos que usar somente "wattímetros", "voltímetros" e "amperímetros", que são palavras permitidas por Aurélio, Houaiss e companhia?
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br
 
 
----- Original Message -----
From: Marcelo C Pinto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, January 25, 2009 11:32 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

Concordo com Luis Ferraz. Inclusive o dicionário nem diz isso. Em nenhum momento o dicionário emprega/troca "harmônica", sentido de harmonia, com o sentido de harmônico, múltiplo da frequência fundamental. Tem uma parte que claramente destaca o sentido físico. Está parecendo que houve uma interpretação equivocada.

Também queria saber o que seria "corrente elétrica harmômica" :-)

abs,
Marcelo




Em 25/01/2009, às 19:52, Luiz Ferraz Netto escreveu:


E depois vcs querem que eu não seja ´ranheta´ e nem tenha vestígios para preciosismo!
 
Não é a primeira vez que saliento que Dicionário não é a "palavra de autoridade" da Física; não é a primeira vez que digo que não se deve consultar ´verbetes de dicionário´ como argumento de validade de conceito científico. Que é que Aurélio sabe de "fundamental e seus harmônicos", que é que ele entende de "movimentos periódicos"?
Ele pode saber diferenciar "movimento harmônico" do "movimento da sanfona" num dado texto ... mas, não passa disso!
Não existe "corrente harmônica"; harmônico não é um adjetivo "que seja flexionado" com palavras femininas ... que diabo!
Corrente harmônica seria aquela que se repete de tempos em tempos iguais? seria um fluxo repetitivo de portadores de carga?
Uma "corrente fundamental" seria aquela que se repete num T mínimo?  O que da corrente é função periódica do tempo? Este "o que" da corrente (e não a corrente!) é que admite o conceito de "fundamental e seus harmônicos".
 
Harmônico é adjetivo aureliano e faz flexões (ginástica) ... mas ... Aurélio não é literatura científica. Se dicionário servisse à Ciência ele seria o livro adotado em aula e seria o único (pois lá tem de tudo), seria a bíblia científica! Talvez seja adotado nos novos cursos de engenharia e eu não estou sabendo ... pode ser, tenho muita coisa para aprender! Mas, com certeza não será no Aurélio! Também não acredito que o Curso de Engenharia Elétrica adote o Aurélio como livro base! Vcs já leram sobre o Calor no Aurélio?
 
Os harmônicos da fundamental que se desenvolvem numa corrente poluída é uma coisa; corrente harmônica deve ser outra coisa! Coisa de Sanfona ... talvez ...
 
[ ]´
 
 
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/01/2009 10:17

Tudo bem, mas o problema é que "variômetro" é um aparelho para regular o comprimento de onda de transmissores e receptores de rádio (não me lembro em que frequência). É um termo antigo, mas vai dar confusão.
 
Já "cossefiômetro" simplesmente não existe nos dicionários!
 
Concordo que os engenheiros poderiam seguir o que aprenderam com os físicos. Melhor ainda seria se os físicos seguissem o que aprenderam com os engenheiros. Afinal, "voltômetro", "amperômetro" e "ohmômetro" são termos que jamais serão empregados em engenharia. Além de não serem tradicionais, há um certo ranço antigo neles. Dá a impressão que, ao usar um "voltômetro", você terá que verificar seus cálculos usando uma Logarex...
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br
 
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, January 27, 2009 11:18 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Não, não, o correto é não ter essas palavras no dicionário! Dicionário não foi feito para coisas sérias ... foi feito apenas para verbetes de uso popular da "famosa linguagem dinâmica". Deixemos os dicionários de lado ... isto é coisa do jardim da infância.
 
Cuidemos da conceituação científica:
 
a) os "harmônicos" ganharam o páreo! Retire-se ´harmônica´ da festa. Corrente harmônica é coisa de quem escreve para leitor americano ... até "voltage" serve para eles! E, enquanto o "volt" "age" tratemos de outras palavras. Correntes ´com harmônicos´ (substantivo), ...  nada a ver com correntes harmônicas (adjetivo). Correntes ´poluídas´ são aquelas que contém ´espúrias´; este sim é adjetivo, para salientar que não é a corrente esperada; pode-se até adjetivar com ´ruidosa´ (que contém ruídos).
 
b) varímetro não existe ... o correto é "variômetro". Todo aparelho de medida indireta deve ter sufixo em "ômetro": variômetro, voltômetro, amperômetro, cossefiômetro, cronômetro, etc. Os aparelhos de leitura direta têm sufixo em "ímetro": paquímetro. Por isto, não falamos "cronímetro", por exemplo.
Imagine um ´cossefímetro´, um aparelho de medida direta de cos ø !
E não me pergunte de onde tirei essas normas para nomenclatura de aparelhos de medidas ... vcs devem achar que é ´fonte divina´.
O Aurélio deve citar os termos populares vortage, amperage, vatage, amperímetro, voltímetro e coisas assim ... coisa de eletricista de esquina ou eletrônico soldador de fios.
 
Os engenheiros poderiam muito bem seguir/usar o que aprenderam em Física ... e não apenas se contentar com as "cadernetas de campo" e jargões próprios. Quanto mais jargão, mais se aproxima do popular ... e daí os "eletricistas" do dia-a-dia!'. Um desses ´eletricistas´ pode escutar falar em ´correntes harmônicas´ e pode a partir dai desencadear uma série inédita de raciocínios falsos.
 
Tá bom de ranhetagem por hoje ...
 
PS: Ao Belmiro, sem ferir melindres. Jamais me passou pela cabeça pintar bigodes, cabelos ou coisas que tais. Tenho fios brancos no bigode e alguns na cabeça. Amanha vou ver se consigo uma foto com tais detalhes e envio. Isto realmente nunca me preocupou! Numa foto "3x4" prevalece o preto, mesmo aos 70 anos!
 
[]´
 
 
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, January 27, 2009 4:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Essa lista está tão lenta que uma mensagem minha deve ter se perdido. O fato é que, se banirmos "harmônico" por não estar nos dicionários, teremos que banir também palavras como "varímetro" e "cossefímetro". Como então iremos medir potência reativa? Teremos que usar somente "wattímetros", "voltímetros" e "amperímetros", que são palavras permitidas por Aurélio, Houaiss e companhia?
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br
 
 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, January 25, 2009 11:32 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 22, 2009 1:54 PM
Subject: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
            Segundo Aurélio, harmônico é um adjetivo concernente à, ou em que há harmonia. Ainda segundo Aurélio, da Física, harmônico se refere a um fenômeno periódico cuja freqüência é um múltiplo inteiro da freqüência de outro. Portanto, ao mencionarmos harmônico, podemos estar falando de qualquer fenômeno físico que se enquadre na definição acima. Lembrando que “fenômeno” (não o gorducho) é uma palavra masculina e por esta razão flexiona com harmônico. Por outro lado, ao especificarmos claramente qual grandeza apresenta os (fenômenos) harmônicos, devemos flexionar corretamente este adjetivo com a palavra utilizada para especificar a grandeza. Por exemplo, correntes elétricas harmônicas ou simplesmente correntes harmônicas ou mais simplesmente ainda, harmônicas, desde que no contexto se saiba sem a menor sombra de dúvidas que se trata de correntes.

Concordo com Luis Ferraz. Inclusive o dicionário nem diz isso. Em nenhum momento o dicionário emprega/troca "harmônica", sentido de harmonia, com o sentido de harmônico, múltiplo da frequência fundamental. Tem uma parte que claramente destaca o sentido físico. Está parecendo que houve uma interpretação equivocada.

Também queria saber o que seria "corrente elétrica harmômica" :-)

abs,
Marcelo




Em 25/01/2009, às 19:52, Luiz Ferraz Netto escreveu:


E depois vcs querem que eu não seja ´ranheta´ e nem tenha vestígios para preciosismo!
 
Não é a primeira vez que saliento que Dicionário não é a "palavra de autoridade" da Física; não é a primeira vez que digo que não se deve consultar ´verbetes de dicionário´ como argumento de validade de conceito científico. Que é que Aurélio sabe de "fundamental e seus harmônicos", que é que ele entende de "movimentos periódicos"?
Ele pode saber diferenciar "movimento harmônico" do "movimento da sanfona" num dado texto ... mas, não passa disso!
Não existe "corrente harmônica"; harmônico não é um adjetivo "que seja flexionado" com palavras femininas ... que diabo!
Corrente harmônica seria aquela que se repete de tempos em tempos iguais? seria um fluxo repetitivo de portadores de carga?
Uma "corrente fundamental" seria aquela que se repete num T mínimo?  O que da corrente é função periódica do tempo? Este "o que" da corrente (e não a corrente!) é que admite o conceito de "fundamental e seus harmônicos".
 
Harmônico é adjetivo aureliano e faz flexões (ginástica) ... mas ... Aurélio não é literatura científica. Se dicionário servisse à Ciência ele seria o livro adotado em aula e seria o único (pois lá tem de tudo), seria a bíblia científica! Talvez seja adotado nos novos cursos de engenharia e eu não estou sabendo ... pode ser, tenho muita coisa para aprender! Mas, com certeza não será no Aurélio! Também não acredito que o Curso de Engenharia Elétrica adote o Aurélio como livro base! Vcs já leram sobre o Calor no Aurélio?
 
Os harmônicos da fundamental que se desenvolvem numa corrente poluída é uma coisa; corrente harmônica deve ser outra coisa! Coisa de Sanfona ... talvez ...
 
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Ódio à escravidão moveu idéias de Darwin
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/01/2009 10:42

Isso é um exemplo do que Popper chamava de "razões subjetivas" da pesquisa
científica, as quais são de natureza psicológica e não devem ser levadas em
consideração na análise da teoria que se está propondo. Se Darwin, ou
qualquer outro pesquisador, tinha outras motivações que não as científicas
para desenvolver uma teoria não é importante. O importante é somente a que
resultados a teoria chegou.

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br



----- Original Message -----
From: "Manuel Bulcão" <manuelbulcao@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, January 27, 2009 11:28 PM
Subject: [ciencialist] Ódio à escravidão moveu idéias de Darwin


Livros

Ódio à escravidão moveu idéias de Darwin

Reuters - 23/01/2009 - Por Mike Collett-White

Um novo livro sobre Charles Darwin diz que um ódio passional à
escravidão foi fundamental para que ele desenvolvesse a sua teoria da
evolução. A teoria foi contra a suposição de muitos à época de que
negros e brancos eram de diferentes espécies. Darwins Sacred Cause é
um dos primeiros entre as dezenas de trabalhos sobre o cientista do
século XIX que deverão ser lançadas em 2009, bicentenário de seu
nascimento e quando se completam 150 anos da publicação do
revolucionário A origem das espécies. Os autores do livro, Adrian
Desmond e James Moore, também acreditam que ele será um dos mais
polêmicos, porque explora o que chamam de humanitarismo de Darwin e
contesta a noção de que suas conclusões tenham sido resultado apenas
da busca científica. "Deve haver razões para ele ter chegado a
imagens da origem comum da evolução quando não havia precedentes para
tanto na zoologia de seu tempo", disse Desmond à Reuters. "Isso vem
do antiescravagismo." Desmond e Moore argumentam que o seu ponto de
vista é importante porque mostra que Darwin foi movido por desejos e
necessidades humanas, e lança nova luz sobre trabalhos atacados até
hoje por serem considerados moralmente subversivos.
____
[]'s
Manuel Bulcão



SUBJECT: Decifrando os Beatles — com ciência!
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 28/01/2009 11:41

Decifrando os Beatles — com ciência!

Assista ao vídeo

"Neste artigo usaremos matemática e a física do som para decifrar um dos mistérios do rock'n'roll – como os Beatles tocaram a nota de abertura em A Hard Day's Night? A música pode nunca soar a mesma para você".

É desta forma completamente fenomenal que Jason Brown da Dalhousie University resume seu artigo "Matemática, Física e A Hard Day's Night". O vídeoclipe para a música, incluindo a famosa e até então misteriosa nota você confere logo acima.

Muitos músicos tentaram reproduzir a nota de abertura, que é literalmente um grande tcham. Sem muito sucesso. Nas últimas quatro décadas, diferentes acordes de diferentes instrumentos tocados pelo quarteto vêm sendo sugeridos, mas foi apenas Brown que através de uma análise matemática parece ter solucionado o enigma.

Efetuando uma transformada de Fourier em um segmento da música digitalizada, Brown detalha como das 29.375 frequências, 48 eram mais altas. Convertendo-as a tons, em sua "música forense", combinando aí seu conhecimento da física dos instrumentos musicais, o cientista pôde identificar as cordas de George Harrison e John Lennon, o baixo de Paul McCartney… e algumas notas sobrando que, em um momento de intuição, Jason Brown reconheceu como um piano. E estava resolvido o mistério.

Em uma participação nunca creditada, o produtor George Martin teria tocado cinco notas de piano para completar a entrada, em um som que "se mescla bem com as notas dos instrumentos de corda. As amplitudes mostram por que o piano está tão bem escondido; ele se mistura perfeitamente, com amplitudes quase idênticas àquelas das cordas mais agudas tocadas na guitarra de Harrison".

Pode não ser tão poético quanto desvendar o arco-íris ou entender cientificamente a beleza de uma flor, mas caramba, matemática e física aplicadas para entender rock. How cool is that?


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/01/2009 13:26

Olá Alvaro,
 
Com relação ao espaço quantizado...só citei pois, pelo que lembro,  ele faz parte da teoria da gravidade quântica de loop.....não foi para estabelecer uma relação de causa-efeito com o big-crunch.
Abs
Felipe
--- Em ter, 27/1/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:
De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009, 21:41


Não podemos ter certeza de que o universo não está contido em outra variedade. De fato, não podemos ter certeza nem disso nem de nada. Mas, nesse caso, podemos ter um grau razoável de certeza, pois a matemática do espaço-tempo, a mesma que prevê corretamente a deflexão da luz, o desvio gravitacional para o vermelho, a dilatação gravitacional do tempo e o deslocamento do periélio de Mercúrio, é consistente em uma variedade de quatro dimensões.
 
Seria mais fácil de entender a situação se o espaço quadridimensional estivesse se espandindo "dentro" de um espaço de dimensionalidade maior, mas o que ocorre é que o próprio espaço se expande.
 
Finalmente, acho que o fato do espaço ser quantizado não tem a ver com o "destino" do universo, coisa que depende somente da quantidade de matéria contida no universo. Abaixo de certa quantidade crítica, a atração gravitacional entre as galáxias é fraca demais para deter a expansão. Acima desse limite, o universo volta a se contrair após certo ponto.
 
Abraços,
 
 
----- Original Message -----
From: luiz silva
Sent: Tuesday, January 27, 2009 8:46 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Ola Ricardo,
 
Considerando o exemplo que vc deu (das réguas crescerem junto com o universo)... ...Se não me engano, num documentário que vi, falava-se que a expansão do universo ocorria no espaço entre as galáxias (ou conglomerado - não lembro)...Por algum motivo, o espaço interior a uma galaxia (ou conglomerado) não sofre esta expansão...Acho que tem algo a ver com a gravidade...
 
Ainda...acho que um dos possíveis finais para o universo prevê que, mesmo as galaxias, átomos, etc...seriam, um dia, afetados por esta expansão....e acabariam se desintegrando. ..O próprio espaço seria "rasgado" (sinceramente, não consigo nem visualizar o que seria isso)..
 
Em contrapartida, em outras teorias, o espaço aparece quantizado.. .e o final do universo é mais romântico.... .sendo uma sequência infinita de big-bangs e big-crunchs (novamente, se nõ me engano, esta é a teoria da gravidade quântica de loop)
 
Bom, se minha memória não estiver me enganado, acho que é isso.....se não, alguém da lista pode me ajudar ?
 
Alberto,
 
esta questão de dimensões.... como podemos ter certeza que o universo não está contido em outra variedade ?
 
Abs
Felipe
 

--- Em ter, 27/1/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br> escreveu:
De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay. com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
Para: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
Data: Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009, 16:01

O exemplo do balão de fato não é muito bom, pois representa uma variedade
bidimensional embutida em uma variedade tridimensional. O universo, por outro
lado, é uma variedade quadridimensional (pelo menos) que não está embutida
em outra variedade. Sagan sabia disso, pois em "Contato", ao apresentar
exemplo semelhante, a personagem principal se desculpa e diz que os físicos
não gostam muito de "modelos de folha de borracha".

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugust o.blogspot. com
alvaro@lunabay. com.br

----- Original Message -----
From: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo. com.br>
To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Sent: Monday, January 26, 2009 2:00 AM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Se o balão se expande, e os pontos que representam as galáxias se
afastam (do ponto de vista de quem está fora do balão), então as
réguas dos habitantes bidimensionais que vivem na superfície do balão
não se expandiriam também? Eles não mediriam assim a mesma distância,
independentemente do balão estar se expandindo ou contraindo?

Acredito que este não seja um bom exemplo... O que é de fato observado
é apenas um aumento contínuo da distância entre as galáxias, daí a
falar que o universo se expande... (teria isso algum sentido? Sei
não...)

Abraços,

Ricardo.

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "silvio cordeiro filho"
<scordeiroes@ ...> escreveu
>
>
>
>
>
> PARA ONDE O UNIVERSO SE EXPANDE?
>
> Carl Sagan
>
> Se o universo está se expandindo, está se expandindo para onde?
>
> O modo de pensar isso é lembrar que estamos presos nas três
> dimensões, o que restringe nossa perspectiva (embora não haja muito
> que possamos fazer sobre estar presos nas três dimensões). Mas vamos
> imaginar que fôssemos seres bidimensionais. Absolutamente achatados.
> Conheceríamos direita/esquerda e para frente/para trás, mas nunca
> teríamos ouvido falar de para cima/para baixo; É uma idéia
> absolutamente incoerente. Nada além de sílabas sem sentido.
>
> E agora imaginem que vivemos na superfície de uma esfera, um balão,
> por exemplo. Mas é claro que não sabemos da curvatura através dessa
> terceira dimensão, porque essa terceira dimensão nos é inacessível,
e
> não conseguimos nem imaginar como ela seja. Agora imaginemos que a
> esfera se expanda, que o balão seja soprado. E há uma série de
pontos
> no balão, e cada um representa, vamos dizer, uma galáxia. Percebemos
> que, do ponto de vista de cada galáxia, todas as outras galáxias
> estão se afastando. Onde está o centro da expansão?
>
> Na superfície do balão, a única parte dele que as criaturas planas
> têm acesso, onde fica o centro da expansão? Não é na superfície.
Está
> no centro do balão, naquela terceira dimensão inacessível. E, da
> mesma maneira, para onde o balão está se expandindo? Está se
> expandindo naquela direção perpendicular, aquela direção para
> cima/para baixo, aquela direção inacessível, mas então não se pode,
> na superfície do balão, apontar para o lugar para o qual ele está se
> expandindo, porque aquele lugar está na outra dimensão.
>
> Agora acrescentemos uma dimensão a todo o processo e vocês terão uma
> idéia do que se está falando quando se diz que o universo está em
> expansão.
>
> -----------
> Trecho do livro Variedades da Experiência Científica, de Carl Sagan,
> 2006. ( Livro editado por sua esposa Ann Druyan, a partir da
> transcrição das Palestras Gifford de Teologia Natural proferidas na
> Universidade de Glasgow, 1985).
>

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Ódio à escravidão moveu idéias de Darwin
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/01/2009 14:10

 
A "intuição" tb pode dar frutos.....:))
 
Abs
Felipe

--- Em qua, 28/1/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:
De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Ódio à escravidão moveu idéias de Darwin
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009, 10:42

Isso é um exemplo do que Popper chamava de "razões subjetivas" da pesquisa
científica, as quais são de natureza psicológica e não devem ser levadas em
consideração na análise da teoria que se está propondo. Se Darwin, ou
qualquer outro pesquisador, tinha outras motivações que não as científicas
para desenvolver uma teoria não é importante. O importante é somente a que
resultados a teoria chegou.

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugust o.blogspot. com
alvaro@lunabay. com.br

----- Original Message -----
From: "Manuel Bulcão" <manuelbulcao@ uol.com.br>
To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Sent: Tuesday, January 27, 2009 11:28 PM
Subject: [ciencialist] Ódio à escravidão moveu idéias de Darwin

Livros

Ódio à escravidão moveu idéias de Darwin

Reuters - 23/01/2009 - Por Mike Collett-White

Um novo livro sobre Charles Darwin diz que um ódio passional à
escravidão foi fundamental para que ele desenvolvesse a sua teoria da
evolução. A teoria foi contra a suposição de muitos à época de que
negros e brancos eram de diferentes espécies. Darwins Sacred Cause é
um dos primeiros entre as dezenas de trabalhos sobre o cientista do
século XIX que deverão ser lançadas em 2009, bicentenário de seu
nascimento e quando se completam 150 anos da publicação do
revolucionário A origem das espécies. Os autores do livro, Adrian
Desmond e James Moore, também acreditam que ele será um dos mais
polêmicos, porque explora o que chamam de humanitarismo de Darwin e
contesta a noção de que suas conclusões tenham sido resultado apenas
da busca científica. "Deve haver razões para ele ter chegado a
imagens da origem comum da evolução quando não havia precedentes para
tanto na zoologia de seu tempo", disse Desmond à Reuters. "Isso vem
do antiescravagismo. " Desmond e Moore argumentam que o seu ponto de
vista é importante porque mostra que Darwin foi movido por desejos e
necessidades humanas, e lança nova luz sobre trabalhos atacados até
hoje por serem considerados moralmente subversivos.
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[]'s
Manuel Bulcão



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SUBJECT: Físicos da Unicamp criam "sanfona" nanométrica
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/01/2009 16:11

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u495375.shtml
----------------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: teses
FROM: Robespierre B. Gonçalves <robespierre.goncalves@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/01/2009 17:12


Digam ao professor que não deixe de ser um Robespierre! :)

O Brasil é o país do jeitinho, mas com boa educação o improviso vira
força, pois os que melhor se adaptam prevalecem.
Ele só tem que reforçar suas posições, usar mais estratégia. E
aprender um pouco de economia, para não depender de uma fonte de renda
única.

O maus crescem no silêncio dos bons.

[]s,
Robespierre



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Aline Santos
<haline_santos@...> escreveu
>
> A verdade é dura, mas é a verdade....
>  
> [ ]'s
> Aline
>
>  
>  UNIVERSIDADE. Direto da Redação Online
>
>
> Publicada em:21/01/2009
>
>
>
> CORRUPÇÃO NA UNIVERSIDADE
>
>
>
> Recife (PE) - O professor, de quem copio as palavras a seguir, não 
> quer nem pode ser identificado. Adianto apenas que ele é Doutor em 
> importante universidade brasileira.
>
> "Eu fui nomeado para ser relator de uma dissertação de mestrado. Nada 
> de mais, isso faz parte do meu trabalho. Por experiência eu sei que 
> não devo esperar teses que revolucionem o mundo da ciência. Para dizer 
> a verdade, eu não devo esperar a mínima contribuição para qualquer 
> coisa, a mínima que seja. Com franqueza, eu lhe digo que se este fosse 
> o critério, eu próprio não estaria no lugar onde estou. Pois bem.
>
> Quando eu havia corrigido cerca de 2/3 da tese, umas 60 páginas, eu 
> tinha computado cerca de 150 erros de português. Eu não sou exatamente 
> um cultor do português, a minha especialidade é outra. Mas havia erros 
> crassos, clamorosos, gritantes até para um indivíduo como eu. O que o 
> trabalho não sabia de português, melhor ainda não sabia da ciência 
> biológica. Que maravilhosa coerência, não é? Havia antagonismos, 
> buracos, hiatos, saltos... O que faço então? Chamei o aluno à minha 
> presença, contei-lhe o estado deplorável da sua tese.
>
> O aluno, um jovem astuto, muito vivo, me respondeu então, na minha 
> cara, pois a que cara ele haveria de falar, não é?... na minha cara 
> ele me disse que não teria tempo de fazer as correções antes da 
> defesa, e que viria um outro doutor de Brasília para a banca 
> examinadora, etc, etc. Então eu disse a ele: 'Escute, você me fez 
> perder um tempo grande nesta correção. Mas, se a data da defesa já 
> está marcada e seu orientador acha que o seu trabalho está 
> apresentável, eu não vou criar problemas. Agora, tem uma coisa: Retire 
> o meu nome na qualidade de relator, está certo assim?'
>
> Não sei por que cargas d'água o novo cientista achou que a comissão 
> examinadora poderia criar problemas se ele não recebesse 'o apto a ser 
> julgado' do relator, no caso, eu. Por conta dessa dúvida, ele apareceu 
> lá em minha casa, acompanhado dos seguintes fundamentos teóricos e 
> experiências de laboratório: o seu poderoso e importante pai, com 
> mostras de riqueza nas roupas, nos sapatos, a mencionar de passagem o 
> carro importado, e mais importantes citações científicas, todas de 
> nomes de políticos e de pessoas influentes da sociedade. Claro, como a 
> visita era de amizade, como era uma política de boa vizinhança, eles 
> vieram, a título de apresentação, com um lítro de uísque antigo, cujo 
> preço é o meu salário.... É claro, eu não só dispensei o 'presente' 
> como voltei a explicar tudo de novo: 'O problema é seu e de seu 
> orientador. O que vocês acordarem, para mim estará ótimo. Agora, não 
> coloque o meu nome nessa história. Só isso'.
>
> Bem, o jovem cientista defendeu o indefensável, não fez as 
> modificações sugeridas nem por mim nem pela banca examinadora, e 
> quando imprimiu os seis exemplares da dissertação colocou o meu nome 
> como relator. Eu fiquei furioso, e só não chamei o cara de santo. 
> Então, fiz uma reclamação por escrito ao coordenador da Pós-graduação 
> e lhe disse que já era a segunda vez que me faziam de palhaço. Por 
> fim, e numa atitude radical, consegui apagar com corretivo o meu nome 
> em quatro dos seis exemplares impressos. O pai do aluno, quando soube 
> dessa minha atitude, que fez? Imagine, o pai do farsante me ameaçou 
> com um processo. Eu era o delinquente! Ainda bem que para a minha 
> felicidade, para que o pai indignado não levasse adiante o processo, 
> não havia prova de que eu fosse o executor de haver borrado o meu 
> próprio nome. E para maior prova de minha boa vontade, ainda havia 
> dois exemplares com o nome legível do relator: o meu.
>
> Agora, vem a melhor parte: contando isso aos colegas professores em 
> uma reunião do Departamento de Biologia, em vez de receber apoio 
> integral pela minha atitude, eu fui acusado de estar com excesso de 
> 'preciosismo' nas minhas correções. Os professores mais corruptos 
> disseram que eu havia sido imbecil, idiota, metido a Robespierre em 
> não ter aceitado o litro de uísque do cara. Em nome até da presente 
> marcha de valores, eu nada respondi a quem me chamou de Robespierre 
> barato. Minha cabeça poderia ir para a guilhotina.
>
> Para encerrar, eu lhe peço que não mencione o meu nome, pelo amor de 
> Deus. Pelo amor da ciência, eu preciso deste meu emprego para viver".
>
>
> Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! +Buscados
> http://br.maisbuscados.yahoo.com
>




SUBJECT: Re: teses
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/01/2009 17:46

O link para o texto é este:
http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=4303
----------------

Teremos que confiar no que nos repete Uraniano Mota. Eu não duvido de
que esse tipo de coisas possa acontecer, mas não afasto a hipótese de
uma história apócrifa do tipo hoax.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
> Digam ao professor que não deixe de ser um Robespierre! :)

> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Aline Santos
> >  UNIVERSIDADE. Direto da Redação Online
> >
> >
> > Publicada em:21/01/2009
> >
> > CORRUPÇÃO NA UNIVERSIDADE
> >
> > Recife (PE) - O professor, de quem copio as palavras a seguir,
> > não quer nem pode ser identificado. Adianto apenas que ele é
> > Doutor em importante universidade brasileira.





SUBJECT: Atenção às formigas
FROM: Angela Guilhermina de Almeida Beirão <angelabeirao@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/01/2009 18:05

Especiais

Infestação perigosa

28/1/2009

Por Alex Sander Alcântara

Agência FAPESP – As formigas, animais cujo comportamento é frequentemente associado aos modelos de organização social humana, adaptam-se facilmente aos ambientes urbanos. Essa característica, no entanto, vem despertando a atenção de pesquisadores por representar um risco à saúde: um novo estudo, publicado na Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, demonstra que as formigas podem ser veiculadoras de microrganismos em ambiente hospitalar.

O estudo teve o objetivo de isolar e identificar os microrganismos associados às formigas em ambiente hospitalar e os resultados apontaram que as formigas coletadas apresentaram alta capacidade de veiculação de grupos de microrganismos.

De acordo com a professora do Instituto Básico de Biociências da Universidade de Taubaté Mariko Ueno – coautora do artigo ao lado de Rogério dos Santos Pereira, do Departamento de Biologia –, uma das grandes dificuldades para o controle da densidade populacional de formigas em ambientes urbanos é o fato de que elas não são normalmente reconhecidas como agentes veiculadores de doenças em potencial.

"As formigas transitam, de maneira geral, por lugares limpos, o que faz com que não se pense no fato do real perigo que elas representam" disse Mariko à Agência FAPESP.

A pesquisa aponta que a estrutura arquitetônica, a proximidade de residências, as interferências climáticas e as oscilações térmicas são alguns dos fatores que influenciam a presença de formigas nos hospitais.

Os pesquisadores coletaram 125 formigas, todas da mesma espécie, em diferentes unidades de um Hospital Universitário. Cada formiga foi coletada com um swab – instrumento usado para a coleta de material microbiológico em laboratórios de análises clínicas –, embebida em solução fisiológica e transferida para um tubo com um meio de cultura de microrganismos composto de caldo BHI (Infusão de cérebro e coração, na sigla em inglês). Ali, os animais ficaram incubados a 35 graus Celsius por 24 horas.

Os resultados apontam que 98,40% das amostras coletadas apresentaram crescimento. Foram isolados 208 microrganismos, como bacilos Gram positivos, bacilos Gram negativos, cocos Gram positivos, leveduras e fungos filamentosos.

Segundo a pesquisadora, os testes comprovam o que estudos feitos anteriormente descreviam. "A porcentagem de 98,40% é um fator contundente na possibilidade de veiculação mecânica e ou biológica de microrganismos", afirma.

Ela alerta que a descoberta, associada às características biológicas, torna as formigas "potenciais veiculadores de microrganismos e sua infestação em ambiente hospitalar constitui um risco à saúde pública".

Atualmente, segundo o estudo, as enterobactérias e a bactéria Staphylococcus coagulase negativa são os maiores responsáveis por infecções hospitalares.

"É grande a variedade de espécies encontradas. E esse fato pode ser explicado devido à grande versatilidade na exploração e capacidade de disseminação desses organismos, que se caracterizam por apresentar ampla distribuição geográfica", acrescenta Mariko.

Nas últimas décadas, segundo a pesquisadora, as infecções por fungos oportunistas têm emergido como as grandes responsáveis pelo aumento dos casos de morbidade e mortalidade de pacientes imunodeprimidos, tendo como principal causa a Aspergillus spp.

De acordo com a professora, é possível associar as formigas aos fungos devido ao ambiente explorado por esses insetos, "onde coincidem as condições físico-químicas propícias para a proliferação desses microrganismos".

"Essas condições de associação são muitas vezes criadas pelas formigas de forma a conseguir benefícios, oferecendo situação propícia para a proliferação de fungos de modo geral, devido à semelhança da biologia desses microrganismos", diz.

O conhecimento e a constatação dessas associações, afirma, podem ser considerados um grande problema para a sociedade tendo em vista a grande capacidade de adaptação das formigas ao ambiente urbano, pois elas potencializam a capacidade de dispersão dos fungos.

"Tanto de forma mecânica, transportando partículas de ambientes contaminados para locais ou objetos não contaminados, como de forma biológica, atuando como um reservatório de fungos patogênicos ao homem", explica Mariko.

Segundo o estudo, levantamentos realizados em 12 hospitais do Estado de São Paulo revelam infestação por formigas, apresentando maior índice nos berçários e nas unidades de terapia intensiva (UTI). Os resultados apontaram que 16,5% das formigas coletadas apresentavam bactérias patogênicas.

De acordo com a professora, as formigas possuem capacidade de se deslocar rapidamente e normalmente percorrem extensas áreas. "Além de constituir vetores de microrganismos em ambientes intra-hospitalares, elas agem também como importantes vias de dispersão de resistência a drogas nesses ambientes."

--
Angela
Viva 2009
Seja Feliz


SUBJECT: Um ateu de mau humor
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 28/01/2009 21:11

Um ateu de mau humor

Vides Júnior, o ateu de mau humor, merece dois minutos de sua atenção. Gostou? Mais vídeos do mau-humorado na continuação.

Continue lendo »


SUBJECT: fui Campeão de Robótica (melhor design) na Campus Party 2009
FROM: "Eurico Ferreira de Souza Jr." <caodejah@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: Acropolis_@yahoogrupos.com.br, castelo-do-ceu@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/01/2009 22:01

Saudações,

Este é pra dar a notícia que fui campeão, na categoria melhor design de robótica
no Campus party 200 e segundo lugar no desafio de atravessar um labirinto.
O robô é autônomo, tem um carregador solar e seis movimentos por servomotores
controlados por um arduino (microcontrolador). dois sonares e dois bumpers,
foto em anexo.
legal, né?

abraços

Eurico


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SUBJECT: Re: [ciencialist] fui Campeão de Robótica (melhor design) na Campus Party 2009
FROM: "Ricardo D. Kossatz" <ricardodk@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 05:18

Legal mesmo... parabéns.

Abraços do Ricardo.


SUBJECT: variômetro/varômetro
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/01/2009 06:11

Oi A³,

Vá lá ... em lugar de "variômetro" (que já existe), usemos "varômetro". E se
alguém perguntar o que é isto, diga: é um medidor de VAR!
´Variômetro´ são duas bobinas acopladas, na qual uma gira dentro da outra
através de um eixo de sintonia. Foi muito usado em rádio antigos para a
sintonia das estações de broadcasting; foi usado tb para acoplamento de
antena. Em rádios galenas o variômetro pode substituir o capacitor variável
de sintonia.

O engenheiro que usa "voltímetro" tb deverá usar "cronímetro" ... ele deve
ser, no mínimo, coerente com si mesmo!

PS: Estou pensando seriamente em usar meu tempo livre para fazer o Curso de
Engenharia aqui na FEB (Fundação Educacional de Barretos). Não tenho diploma
disso e creio que poderei vencer esse Curso com certa facilidade; aos 75
anos serei Engenheiro Elétrico. Ah! Não preciso fazer o vestibular, minha
titulometria garante isto. Beleza! Estou bem animado! Obviamente não irei
trabalhar no ramo, quero apenas a sensação de voltar ao banco escolar e
bater aquele papo com a meninada. Prometo não encher o saco do professor
quando ele falar em voltímetro e assemelhados.

aquele abraço,


===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leo@feiradeciencias.com.br
leobarretos@uol.com.br
luizferraz.netto@gmail.com
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================

----- Original Message -----
From: "Aviso do Yahoo! Grupos"
<ciencialist-accept-6xbQIV5JJTgeL2P42lJgHYw@yahoogrupos.com.br>
To: <ciencialist-owner@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, January 28, 2009 10:19 AM
Subject: MODERAR -- alvaro@lunabay.com.br enviada para ciencialist



Olá,

Uma mensagem foi enviada para o grupo ciencialist de

alvaro@lunabay.com.br

Resumo da mensagem:
--------------------
DE: alvaro@lunabay.com.br
DATA: Wed, 28 Jan 2009 10:17:45 -0200
ASSUNTO: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão

Tudo bem, mas o problema é que "variômetro" é um aparelho
para regular o comprimento de onda de transmissores e
receptores de rádio (não me lembro em que frequência). É um
termo antigo, mas vai dar confusão.

Já "cossefiômetro" simplesmente não existe nos dicionários!

Concordo que os engenheiros poderiam seguir o que aprenderam
com os físicos. Melhor ainda seria se os físicos seguissem o
que aprenderam com os engenheiros. Afinal, "voltômetro",
--------------------

Anexamos também uma cópia completa desta mensagem para sua comodidade.

Esta mensagem precisa ser aprovada por causa de uma dessas razões:

* Seu grupo está configurado para moderar as mensagens vindas deste
associado.

OU

* Seu grupo está configurado para moderar as mensagens de todos os
associados.

Para aprovar ou rejeitar esta mensagem pelo site do grupo, acesse:
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Para aprovar esta mensagem através de e-mail, basta responder a esta
mensagem. Você não precisa anexar a mensagem original, apenas clique
em "Responder" e "Enviar" no seu programa de e-mail.

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SUBJECT: Re: [ciencialist] fui Campeão de Robótica (melhor design) na Campus Party 2009
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 06:47

Legal, Robespierre.
Parabéns, campeão, pela criatividade. Robótica é um assunto que sempre
me fascinou,
desde meus tempos de estudante de eletrônica. Mas não deu para dedicar-me
ao mister. Coisas da life.

Abraços e continue com esse trabalho, pois sempre terá aplicações.

Victor.

Eurico Ferreira de Souza Jr. escreveu:
>
> Saudações,
>
> Este é pra dar a notícia que fui campeão, na categoria melhor design
> de robótica
> no Campus party 200 e segundo lugar no desafio de atravessar um labirinto.
> O robô é autônomo, tem um carregador solar e seis movimentos por
> servomotores
> controlados por um arduino (microcontrolador). dois sonares e dois
> bumpers,
> foto em anexo.
> legal, né?
>
> abraços
>
> Eurico
>
>
> ------------------------------------------------------------------------
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>
>
> ------------------------------------------------------------------------
>


SUBJECT: Fw: Sr. Professor.
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/01/2009 06:58

Devo ou não permitir o uso dos artigos do Imperdível para o engenheiro cuja solicitação está abaixo?
[]´
 
PS: estou omitindo as coordenadas do eng.
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: XXXX
To: leobarretos@uol.com.br
Sent: Wednesday, January 28, 2009 11:38 AM
Subject: Sr. Professor.

Professor. Luiz Ferraz Netto prezado professor, sou Engenheiro com 18 livros escritos sobre temas varios técnicos. Escrevo atualmente para uma  revista nacional na qual VSa. se interessado pode ver os artigos sobre Isolamento Térmico, Refrigeração etc. Sem pagar VSa. absolutamente nada, necessito agora publicar sobre Motores Elétricos, me permito referenciar sobre os temas (depois de ler seu magnifico artigo no site Feira de Ciencias) sobre eles. Em cada artigo publicado constará seu nome não somente no inicio do capítulo bem como nas figuras de eles constem. Trata-se de Conceitos Fundamentais sobre motores elétricos, geradores de corrente contínua, motores, tipos de motores, controles de velocidade e partida dos citados, motores de corrente alternada, detalhes do seu funcionamento, motores de indição, da fase dividida,arranque, pôlos amortecedores, polifásicos, motores síncronos, tipos de motores etc. Motores síncronos, Universais assim como resumo dos defeitos nos motores elétricos. Meu endereço é: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.
 
Espero sua resposta.
 
Eng. Raul XXXX. XXXXXXXX



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SUBJECT: Fw: Uma curiosidade.
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/01/2009 06:58

Que respondo para o Comandante Roberto?
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Roberto Bartholo
To: Prof. Léo
Sent: Wednesday, January 28, 2009 1:37 PM
Subject: Uma curiosidade.

Presado Prof. Léo,

Encontrei o link do seu site atravéz da ISAORG e confesso que fiquei impressionado pela sua paixão e dedicação à Física.

Sou Cte. da Singapore Airlines, vivo no exterior a quase 17 anos sempre me interessei por aprender um pouco de tudo, na medida do tempo disponível.

Pois bem, tenho me interessado extremamente em energia alternativa, lendo muito a respeito de "zero point energy", energia magnética, física quantica, espaço, tempo, e por aí afora, é tanto material e tão pouca base que teria que cursar umas dez faculdades simultaneamente para saciar minha curiosidade.

Para encurtar, planejo voltar p/ o Brasil em 2011 ao final do meu contrato por aqui, parece loucura ir para perto do país do Molusco mas é minha opção de aposentadoria (cedo), me estabelecer em algum local no interior de São Paulo e montar minha "garagem" de experimentos.

Após alguma pesquisa me deparei com o site abaixo:

http://www.perendev-power.com/products.htm

onde dizem estar comercializando um gerador baseado no motor Perendev, em sua opinião este aparato pode ser real?

Existe no Brasil algum centro dedicado a pesquisas em energia alternativa a este nível? Haveria a possibilidade de se replicar o princípio Perendev?

Eu tenho grande interesse em juntar forças com um grupo de pessoas brilhantes que queiram trilhar este caminho.

Qualquer opinião sua me será de grande valor, acredito que seu tempo seja bastante curto para isto mas desde já muito obrigado.

Parabéns pelo seu site, mais um que vou devorar na sequência.


Um grande abraço,

Roberto Bartholo



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SUBJECT: Fw: Testes dielétricos em EPI's
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/01/2009 07:06

Alguém pode dar sugestões?
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Edison Roberto Balbino (Empresa Conserto)
To: leobarretos@uol.com.br
Sent: Wednesday, January 28, 2009 3:21 PM
Subject: Testes dielétricos em EPI's

Professor Luiz Barreto

 

Boa Tarde!

 

Estou a procura de laboratório de ensaio que realize teste dielétrico em capacetes tipo para eletricista, luvas isolantes e outros equipamentos, achei em São Paulo somente o IPT.

Desde já agradeço a atenção

 

Atenciosamente,

 


Edison Roberto Balbino
AES Eletropaulo Telecom
Segurança e Medicina do Trabalho
Rua Alfredo Egídio de Souza Aranha, 100
CEP: 04726.170 São Paulo SP

 

Telefone: 55-11-2146-4324

Celular: 55-11-7887-2138

Nextel: 9*29241

ec.ebalbino@guest.aes.com


www.eletropaulotelecom.com.br

 

 


________________________________________________________________________
This communication is for use by the intended recipient and contains information that may be privileged, confidential or copyrighted under law. If you are not the intended recipient, you are hereby formally notified that any use, copying or distribution of this e-Mail, in whole or in part, is strictly prohibited. Please notify the sender by return e-Mail and delete this e-Mail from your system. Unless explicitly and conspicuously stated in the subject matter of the above e-Mail, this e-Mail does not constitute a contract offer, a contract amendment, or an acceptance of a contract offer. This e-Mail does not constitute consent to the use of sender's contact information for direct marketing purposes or for transfers of data to third parties.

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SUBJECT: Re: teses
FROM: "manguimas" <manguimas@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 09:42

Olá
Bom dia a Todos
Esse é o meu primeiro post
Em primeiro lugar gostaria de agradec ao moderador a aceitação
da minhna inscrição nessa lista.
Ciencia foi uma coisa que sempre gostei, e procuro estar
sempre atualizado na medida do possível.
Sobre o assunto comentado, apenas acho um pouco estranho esse método
adotado nessa Universidade. Eu fiz mestrado e agora estou no fim do
Doutorado, e na minha Universidade funciona assim:

1) O aluno junto com o orientador criam um projeto de pesquisa

2) O Projeto de pesquisa é submetido ao órgão financiador (FAPESP
por exemplo)

3) Depois começa a fase das disciplinas, tendo de alcançar um
numero minimo de créditos

4) O aluno trabalha no tema do projeto, fazendo simulações, criando
sofwares, estudo de bibliografia, testes esperiementais, etc..

5) Após após a etapa 4 e, estanto tudo certo, é obrigatório escrever
e aprovar pelo menos 1 artigo em congresso e estar submetido pelo
menos 1 artigo em algum periodico de nível internacional.

6) O aluno escreve a Tese

7) O Orintador corrige a tese

8) Os exemplares provisorios são enviados aos membros da banca
exminadora, que tem 1 mes para analisa-los e corrigir qqereventuar
erro

9) O ALuno defende a tese

10) Os exemplares corrigidos pela banca, são devolvidos ao aluno,
que tem 1 mes para providenciar as correções.

11) O aluno envia os exmplares à biblioteca e aguarda a
homologação e publicação da tese

Pode-se ver pela sequencia, que, em vários momentos são feitas
correções na tese, sendo muito dificil passar um erro de maior
magnitude. Claro, mesmo com todas as correções, pode passar um
pequeno erro, mas nada que seja assim tão gritante.
Não sei como é o funcionamento da Universidade citada aqui, mas
será tão diferente o procedimento?

[]

Marcos







SUBJECT: Res: [ciencialist] fui Campeão de Robótica (melhor design) na Campus Party 2009
FROM: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 12:49

Parabéns!!!
 
Principalmnete, as conquistas sempre devem ser divilgadas!!!
 

[ ]'s

Aline




De: Ricardo D. Kossatz <ricardodk@gmail.com>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009 4:18:15
Assunto: Re: [ciencialist] fui Campeão de Robótica (melhor design) na Campus Party 2009

Legal mesmo... parabéns.

Abraços do Ricardo.



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SUBJECT: Re: fui Campeão de Robótica (melhor design) na Campus Party 2009
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 13:00

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eurico Ferreira de Souza Jr."
> Este é pra dar a notícia que fui campeão, na categoria melhor
> design de robótica no Campus party 200 e segundo lugar no desafio de
> atravessar um labirinto.

Parabéns!

Pena que acabei não vendo sua criação lá no CP (em compensação fiquei
coladinho na Thaís!)

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Res: [ciencialist] Fw: Sr. Professor.
FROM: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 13:09

Léo,
Apesar do elogio "magnífico artigo no site Feira de Ciências", é um caso a se pensar. Contudo, como se trata de somente de uma referência e não uma cópia íntegra do texto... 
 

[ ]'s

Aline




De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Para: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviadas: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009 5:58:00
Assunto: [ciencialist] Fw: Sr. Professor.

Devo ou não permitir o uso dos artigos do Imperdível para o engenheiro cuja solicitação está abaixo?
[]´
 
PS: estou omitindo as coordenadas do eng.
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
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From: XXXX
Sent: Wednesday, January 28, 2009 11:38 AM
Subject: Sr. Professor.

Professor. Luiz Ferraz Netto prezado professor, sou Engenheiro com 18 livros escritos sobre temas varios técnicos. Escrevo atualmente para uma  revista nacional na qual VSa. se interessado pode ver os artigos sobre Isolamento Térmico, Refrigeração etc. Sem pagar VSa. absolutamente nada, necessito agora publicar sobre Motores Elétricos, me permito referenciar sobre os temas (depois de ler seu magnifico artigo no site Feira de Ciencias) sobre eles. Em cada artigo publicado constará seu nome não somente no inicio do capítulo bem como nas figuras de eles constem. Trata-se de Conceitos Fundamentais sobre motores elétricos, geradores de corrente contínua, motores, tipos de motores, controles de velocidade e partida dos citados, motores de corrente alternada, detalhes do seu funcionamento, motores de indição, da fase dividida,arranque, pôlos amortecedores, polifásicos, motores síncronos, tipos de motores etc. Motores síncronos, Universais assim como resumo dos defeitos nos motores elétricos. Meu endereço é: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.
 
Espero sua resposta.
 
Eng. Raul XXXX. XXXXXXXX



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: Dídimo Matos <didimo.george@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/01/2009 13:11

Gostaria, que aqueles que não são adeptos de filosofia e que declaram aqui que ela não serve pra nada me dissessem o que é o Espaço e qual a sua natureza.
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
_______________________
As explicações científicas são reais e completas,
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

From: Alvaro Augusto (L)
Sent: Tuesday, January 27, 2009 9:41 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?



Não podemos ter certeza de que o universo não está contido em outra variedade. De fato, não podemos ter certeza nem disso nem de nada. Mas, nesse caso, podemos ter um grau razoável de certeza, pois a matemática do espaço-tempo, a mesma que prevê corretamente a deflexão da luz, o desvio gravitacional para o vermelho, a dilatação gravitacional do tempo e o deslocamento do periélio de Mercúrio, é consistente em uma variedade de quatro dimensões.
 
Seria mais fácil de entender a situação se o espaço quadridimensional estivesse se espandindo "dentro" de um espaço de dimensionalidade maior, mas o que ocorre é que o próprio espaço se expande.
 
Finalmente, acho que o fato do espaço ser quantizado não tem a ver com o "destino" do universo, coisa que depende somente da quantidade de matéria contida no universo. Abaixo de certa quantidade crítica, a atração gravitacional entre as galáxias é fraca demais para deter a expansão. Acima desse limite, o universo volta a se contrair após certo ponto.
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br
 
----- Original Message -----
From: luiz silva
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, January 27, 2009 8:46 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Ola Ricardo,
 
Considerando o exemplo que vc deu (das réguas crescerem junto com o universo)......Se não me engano, num documentário que vi, falava-se que a expansão do universo ocorria no espaço entre as galáxias (ou conglomerado - não lembro)...Por algum motivo, o espaço interior a uma galaxia (ou conglomerado) não sofre esta expansão...Acho que tem algo a ver com a gravidade...
 
Ainda...acho que um dos possíveis finais para o universo prevê que, mesmo as galaxias, átomos, etc...seriam, um dia, afetados por esta expansão....e acabariam se desintegrando...O próprio espaço seria "rasgado" (sinceramente, não consigo nem visualizar o que seria isso)..
 
Em contrapartida, em outras teorias, o espaço aparece quantizado...e o final do universo é mais romântico.....sendo uma sequência infinita de big-bangs e big-crunchs (novamente, se nõ me engano, esta é a teoria da gravidade quântica de loop)
 
Bom, se minha memória não estiver me enganado, acho que é isso.....se não, alguém da lista pode me ajudar ?
 
Alberto,
 
esta questão de dimensões....como podemos ter certeza que o universo não está contido em outra variedade ?
 
Abs
Felipe
 

--- Em ter, 27/1/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:
De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009, 16:01

O exemplo do balão de fato não é muito bom, pois representa uma variedade
bidimensional embutida em uma variedade tridimensional. O universo, por outro
lado, é uma variedade quadridimensional (pelo menos) que não está embutida
em outra variedade. Sagan sabia disso, pois em "Contato", ao apresentar
exemplo semelhante, a personagem principal se desculpa e diz que os físicos
não gostam muito de "modelos de folha de borracha".

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugust o.blogspot. com
alvaro@lunabay. com.br

----- Original Message -----
From: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo. com.br>
To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Sent: Monday, January 26, 2009 2:00 AM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Se o balão se expande, e os pontos que representam as galáxias se
afastam (do ponto de vista de quem está fora do balão), então as
réguas dos habitantes bidimensionais que vivem na superfície do balão
não se expandiriam também? Eles não mediriam assim a mesma distância,
independentemente do balão estar se expandindo ou contraindo?

Acredito que este não seja um bom exemplo... O que é de fato observado
é apenas um aumento contínuo da distância entre as galáxias, daí a
falar que o universo se expande... (teria isso algum sentido? Sei
não...)

Abraços,

Ricardo.

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "silvio cordeiro filho"
<scordeiroes@ ...> escreveu
>
>
>
>
>
> PARA ONDE O UNIVERSO SE EXPANDE?
>
> Carl Sagan
>
> Se o universo está se expandindo, está se expandindo para onde?
>
> O modo de pensar isso é lembrar que estamos presos nas três
> dimensões, o que restringe nossa perspectiva (embora não haja muito
> que possamos fazer sobre estar presos nas três dimensões). Mas vamos
> imaginar que fôssemos seres bidimensionais. Absolutamente achatados.
> Conheceríamos direita/esquerda e para frente/para trás, mas nunca
> teríamos ouvido falar de para cima/para baixo; É uma idéia
> absolutamente incoerente. Nada além de sílabas sem sentido.
>
> E agora imaginem que vivemos na superfície de uma esfera, um balão,
> por exemplo. Mas é claro que não sabemos da curvatura através dessa
> terceira dimensão, porque essa terceira dimensão nos é inacessível,
e
> não conseguimos nem imaginar como ela seja. Agora imaginemos que a
> esfera se expanda, que o balão seja soprado. E há uma série de
pontos
> no balão, e cada um representa, vamos dizer, uma galáxia. Percebemos
> que, do ponto de vista de cada galáxia, todas as outras galáxias
> estão se afastando. Onde está o centro da expansão?
>
> Na superfície do balão, a única parte dele que as criaturas planas
> têm acesso, onde fica o centro da expansão? Não é na superfície.
Está
> no centro do balão, naquela terceira dimensão inacessível. E, da
> mesma maneira, para onde o balão está se expandindo? Está se
> expandindo naquela direção perpendicular, aquela direção para
> cima/para baixo, aquela direção inacessível, mas então não se pode,
> na superfície do balão, apontar para o lugar para o qual ele está se
> expandindo, porque aquele lugar está na outra dimensão.
>
> Agora acrescentemos uma dimensão a todo o processo e vocês terão uma
> idéia do que se está falando quando se diz que o universo está em
> expansão.
>
> -----------
> Trecho do livro Variedades da Experiência Científica, de Carl Sagan,
> 2006. ( Livro editado por sua esposa Ann Druyan, a partir da
> transcrição das Palestras Gifford de Teologia Natural proferidas na
> Universidade de Glasgow, 1985).
>

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SUBJECT: Re: Fw: Sr. Professor.
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 13:26

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Devo ou não permitir o uso dos artigos do Imperdível para o
> engenheiro cuja solicitação está abaixo?

A decisão é, claro, exclusivamente sua.

No caso de publicação sem pagamento pelo trabalho é de se pensar:

1) A revista é de distribuição gratuita ou paga?
2) A publicação do artigo na revista irá aumentar a visibilidade do
sítio Feira de Ciências?
3) A publicação do artigo na revista irá aumentar a credibilidade do
sítio Feira de Ciências?

Para as questões 2 e 3, uma resposta positiva seria dada se a revista
fosse mais conhecida do que o FdC e tivesse mais credibilidade do que
o FdC - e reflete o potencial da revista em disseminar a boa
informação. A resposta para 1 pode afetar a consideração de quão mais
conhecida e mais confiável precisaria ser para valer a pena. Um modo
de se avaliar a questão 2, é examinar o número de exemplares
distribuídos nacionalmente.

A questão 2 e 3 pode ser pensada em termos de um público mais
restrito: é possível que ela seja voltada para mecânicos, p.e. Quão
interessante é que tal público seja focado?

Isto é, a pergunta geral é: quais os ganhos indiretos (já que não
pretendem pagar em espécie) que o FdC teria com a permissão para a
publicação dos artigos?

(Caso se conclua por permitir, outras questões devem ser levantadas:
1 - a autorização pretende ser temporária ou permanente?
2 - o quanto de meus direitos autorais estarei cedendo? Certa vez
Stephen Wolfram - quem criou o software Mathematica - deu autorização
para uma editora - a CRC - publicar em papel o conteúdo de sua
enciclopédia online - o MathWorld, escrito por Eric Weisstein - de
conceitos matemáticos; qual não foi a surpresa dele quando a editora
solicitou que ele removesse do ar o conteúdo - pelo contrato ele havia
cedido os direitos autorais -, foi uma batalha judicial para que
pudesse reaver o que era dele de direito.)
3 - terei controle sobre o texto correspondente na revista?)

[]s,

Roberto Takata

> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> ===========================
>
> ----- Original Message -----
> From: XXXX
> Sent: Wednesday, January 28, 2009 11:38 AM
> Subject: Sr. Professor.
>
> Professor. Luiz Ferraz Netto prezado professor, sou Engenheiro com
> 18 livros escritos sobre temas varios técnicos. Escrevo atualmente
> para uma revista nacional na qual VSa. se interessado pode ver os
> artigos sobre Isolamento Térmico, Refrigeração etc. Sem pagar VSa.
> absolutamente nada, necessito agora publicar sobre Motores
> Elétricos, me permito referenciar sobre os temas (depois de ler seu
> magnifico artigo no site Feira de Ciencias) sobre eles. Em cada
> artigo publicado constará seu nome não somente no inicio do
> capítulo bem como nas figuras de eles constem. Trata-se de
> Conceitos Fundamentais sobre motores elétricos, geradores de
> corrente contínua, motores, tipos de motores, controles de
> velocidade e partida dos citados, motores de corrente alternada,
> detalhes do seu funcionamento, motores de indição, da fase
> dividida,arranque, pôlos amortecedores, polifásicos, motores
> síncronos, tipos de motores etc. Motores síncronos, Universais
> assim como resumo dos defeitos nos motores elétricos. Meu endereço
>
> Eng. Raul XXXX. XXXXXXXX



SUBJECT: RE: [ciencialist] Fw: Uma curiosidade.
FROM: murilo filo <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/01/2009 16:07

Se os 3 primeiros projetos do Perendev fossem pra valer, ele não estaria vendendo
anéis magnéticos.
No Brasil muito pouca gente pesquisa free-energy, que aparentemente
é o que diz fazer o tal Perenev!
Aquí, mesmo o livre pensar é uma raridade... a qualquer gringo que apareça,
oferecemos nossa colonial aceitação!
Braço/Muliro SP 29/jan09




To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
From: leobarretos@uol.com.br
Date: Thu, 29 Jan 2009 06:58:54 -0200
Subject: [ciencialist] Fw: Uma curiosidade.


Que respondo para o Comandante Roberto?
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Roberto Bartholo
To: Prof. Léo
Sent: Wednesday, January 28, 2009 1:37 PM
Subject: Uma curiosidade.

Presado Prof. Léo,

Encontrei o link do seu site atravéz da ISAORG e confesso que fiquei impressionado pela sua paixão e dedicação à Física.

Sou Cte. da Singapore Airlines, vivo no exterior a quase 17 anos sempre me interessei por aprender um pouco de tudo, na medida do tempo disponível.

Pois bem, tenho me interessado extremamente em energia alternativa, lendo muito a respeito de "zero point energy", energia magnética, física quantica, espaço, tempo, e por aí afora, é tanto material e tão pouca base que teria que cursar umas dez faculdades simultaneamente para saciar minha curiosidade.

Para encurtar, planejo voltar p/ o Brasil em 2011 ao final do meu contrato por aqui, parece loucura ir para perto do país do Molusco mas é minha opção de aposentadoria (cedo), me estabelecer em algum local no interior de São Paulo e montar minha "garagem" de experimentos.

Após alguma pesquisa me deparei com o site abaixo:

http://www.perendev-power.com/products.htm

onde dizem estar comercializando um gerador baseado no motor Perendev, em sua opinião este aparato pode ser real?

Existe no Brasil algum centro dedicado a pesquisas em energia alternativa a este nível? Haveria a possibilidade de se replicar o princípio Perendev?

Eu tenho grande interesse em juntar forças com um grupo de pessoas brilhantes que queiram trilhar este caminho.

Qualquer opinião sua me será de grande valor, acredito que seu tempo seja bastante curto para isto mas desde já muito obrigado.

Parabéns pelo seu site, mais um que vou devorar na sequência.


Um grande abraço,

Roberto Bartholo




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SUBJECT: RE: [ciencialist] variômetro/varômetro
FROM: murilo filo <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/01/2009 16:32

Nesse meio há coisas misturadas.
No mercado de instrumentação, da economia real, um varímetro, ou medidor de VAR, é um medidor de potência REATIVA, que como todos sabem pode ser também ATIVA e APARENTE.
Na lista há gente que sabe o que pode cu$tar potência e energia REATIVA...
Surgem das cargas indutivas que atrasam as curvas de corrente, numa coisa chamada  FATOR DE POTÊNCIA e q/p/evitar multas devem SER 'CORRIGIDOS' por capacitores.
As distribuidoras de energia, não entendo bem porque, acham o baixo F.P. um
tipo de crime e aplicam multas espetaculares nas vítimas! Parece que a defasagem harmônica forçada nas fases é um lance deletério p/a rede.
( cuidado: minha descritiva é puramente 'orêia'. :)
braço/Muliro. 

> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> From: leobarretos@uol.com.br
> Date: Thu, 29 Jan 2009 06:11:35 -0200
> Subject: [ciencialist] variômetro/varômetro
>
> Oi A³,
>
> Vá lá ... em lugar de "variômetro" (que já existe), usemos "varômetro". E se
> alguém perguntar o que é isto, diga: é um medidor de VAR!
> ´Variômetro´ são duas bobinas acopladas, na qual uma gira dentro da outra
> através de um eixo de sintonia. Foi muito usado em rádio antigos para a
> sintonia das estações de broadcasting; foi usado tb para acoplamento de
> antena. Em rádios galenas o variômetro pode substituir o capacitor variável
> de sintonia.
>
> O engenheiro que usa "voltímetro" tb deverá usar "cronímetro" ... ele deve
> ser, no mínimo, coerente com si mesmo!
>
> PS: Estou pensando seriamente em usar meu tempo livre para fazer o Curso de
> Engenharia aqui na FEB (Fundação Educacional de Barretos). Não tenho diploma
> disso e creio que poderei vencer esse Curso com certa facilidade; aos 75
> anos serei Engenheiro Elétrico. Ah! Não preciso fazer o vestibular, minha
> titulometria garante isto. Beleza! Estou bem animado! Obviamente não irei
> trabalhar no ramo, quero apenas a sensação de voltar ao banco escolar e
> bater aquele papo com a meninada. Prometo não encher o saco do professor
> quando ele falar em voltímetro e assemelhados.
>
> aquele abraço,
>
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leo@feiradeciencias.com.br
> leobarretos@uol.com.br
> luizferraz.netto@gmail.com
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>
> ----- Original Message -----
> From: "Aviso do Yahoo! Grupos"
> <ciencialist-accept-6xbQIV5JJTgeL2P42lJgHYw@yahoogrupos.com.br>
> To: <ciencialist-owner@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Wednesday, January 28, 2009 10:19 AM
> Subject: MODERAR -- alvaro@lunabay.com.br enviada para ciencialist
>
>
>
> Olá,
>
> Uma mensagem foi enviada para o grupo ciencialist de
>
> alvaro@lunabay.com.br
>
> Resumo da mensagem:
> --------------------
> DE: alvaro@lunabay.com.br
> DATA: Wed, 28 Jan 2009 10:17:45 -0200
> ASSUNTO: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
>
> Tudo bem, mas o problema é que "variômetro" é um aparelho
> para regular o comprimento de onda de transmissores e
> receptores de rádio (não me lembro em que frequência). É um
> termo antigo, mas vai dar confusão.
>
> Já "cossefiômetro" simplesmente não existe nos dicionários!
>
> Concordo que os engenheiros poderiam seguir o que aprenderam
> com os físicos. Melhor ainda seria se os físicos seguissem o
> que aprenderam com os engenheiros. Afinal, "voltômetro",
> --------------------
>
> Anexamos também uma cópia completa desta mensagem para sua comodidade.
>
> Esta mensagem precisa ser aprovada por causa de uma dessas razões:
>
> * Seu grupo está configurado para moderar as mensagens vindas deste
> associado.
>
> OU
>
> * Seu grupo está configurado para moderar as mensagens de todos os
> associados.
>
> Para aprovar ou rejeitar esta mensagem pelo site do grupo, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/pending?view=1&msg=8913
>
> Para aprovar esta mensagem através de e-mail, basta responder a esta
> mensagem. Você não precisa anexar a mensagem original, apenas clique
> em "Responder" e "Enviar" no seu programa de e-mail.
>
> Para rejeitar esta mensagem através de e-mail, encaminhe-a para
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>
>
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>


SUBJECT: Re: [ciencialist] variômetro/varômetro
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 16:46



--- Em qui, 29/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] variômetro/varômetro
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, 8:11

>Oi A³,

>Vá lá ... em lugar de "variômetro" (que já existe), usemos "varômetro". >E se
>alguém perguntar o que é isto, diga: é um medidor de VAR!
      Não é VAR, é var e se pronuncia var e não v a erre.

>O engenheiro que usa "voltímetro" tb deverá usar "cronímetro" ... ele >deve
>ser, no mínimo, coerente com si mesmo!
        Quem faz questão dessas picuinhas, não pode falar em Aurélio ao se referir ao dicionário, como citei na mensagem anterior. E além do mais, tudo evolui. Voltômetro é do tipo daqueles que o Cabral trocou com os índios.

> aos 75
>anos serei Engenheiro Elétrico.
     Melhor ser engenheiro eletricista. Qualquer engenheiro pode ser elétrico. Basta que venha dotado de um cabo com um plug para ligar na tomada.

   Abraços
   Belmiro
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SUBJECT: Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 16:50

Salve, Matos,

Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
ajuda nesta questão.

O que um físico pode dizer é: não sabemos exatamente o que é, mas
podemos medi-lo e fazer previsões a respeito.

Mas há várias outras respostas:
- é uma grandeza relacionada à extensão de um corpo e/ou à distância
entre dois eventos.
- é a componente do espaço-tempo que está relacionada à conservação do
momento (quantidade de movimento) pela invariância das leis físicas na
translação lagrangiana (ou, alternativamente, a componente que *não*
está relacionada à conservação de energia).
- é a região para além da atmosfera terrestre.
- é a fronteira final. J.T. Kirk.
- é pelo que lutam palestinos e israelenses.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Dídimo Matos
> Gostaria, que aqueles que não são adeptos de filosofia e que
> declaram aqui que ela não serve pra nada me dissessem o que é o
> Espaço e qual a sua natureza.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Sr. Professor.
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 16:50

 
    Mas é muito folgado o cara. Assim é fácil escrever 18 livros. Pilantra! Espero que não seja um com esse nome da UTFPR.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qui, 29/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: Sr. Professor.
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, 8:58

Devo ou não permitir o uso dos artigos do Imperdível para o engenheiro cuja solicitação está abaixo?
[]´
 
PS: estou omitindo as coordenadas do eng.
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
From: XXXX
Sent: Wednesday, January 28, 2009 11:38 AM
Subject: Sr. Professor.

Professor. Luiz Ferraz Netto prezado professor, sou Engenheiro com 18 livros escritos sobre temas varios técnicos. Escrevo atualmente para uma  revista nacional na qual VSa.. se interessado pode ver os artigos sobre Isolamento Térmico, Refrigeração etc. Sem pagar VSa. absolutamente nada, necessito agora publicar sobre Motores Elétricos, me permito referenciar sobre os temas (depois de ler seu magnifico artigo no site Feira de Ciencias) sobre eles. Em cada artigo publicado constará seu nome não somente no inicio do capítulo bem como nas figuras de eles constem. Trata-se de Conceitos Fundamentais sobre motores elétricos, geradores de corrente contínua, motores, tipos de motores, controles de velocidade e partida dos citados, motores de corrente alternada, detalhes do seu funcionamento, motores de indição, da fase dividida,arranque, pôlos amortecedores, polifásicos, motores síncronos, tipos de motores etc. Motores síncronos, Universais assim como resumo dos defeitos nos motores elétricos. Meu endereço é: xxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxx xxx.
 
Espero sua resposta.
 
Eng. Raul XXXX. XXXXXXXX


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Checked by AVG - www.avg.com
Version: 8.0.233 / Virus Database: 270.10.15/1922 - Release Date: 01/28/09 06:37:00


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Testes dielétricos em EPI's
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 16:53

  Creio que o LACTEC em Curitiba faz.
 
  [],s
 
   Belmiro

--- Em qui, 29/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: Testes dielétricos em EPI's
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, 9:06

Alguém pode dar sugestões?
 
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Wednesday, January 28, 2009 3:21 PM
Subject: Testes dielétricos em EPI's

Professor Luiz Barreto

 

Boa Tarde!

 

Estou a procura de laboratório de ensaio que realize teste dielétrico em capacetes tipo para eletricista, luvas isolantes e outros equipamentos, achei em São Paulo somente o IPT.

Desde já agradeço a atenção

 

Atenciosamente,

 


Edison Roberto Balbino
AES Eletropaulo Telecom
Segurança e Medicina do Trabalho
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SUBJECT: Pesquisa coloca USP como a 87ª melhor universidade do mundo
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 16:55

http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u496023.shtml
---------------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] variômetro/varômetro
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 17:19

Belmiro,

Se alguém disser: ei, tenho um varômetro aquí. Precisas?
Meu conselho: é melhor sair correndo...

Sds,
Victor.

Belmiro Wolski escreveu:
>
>
>
> --- Em *qui, 29/1/09, Luiz Ferraz Netto /<leobarretos@uol.com.br>/*
> escreveu:
>
> De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
> Assunto: [ciencialist] variômetro/varômetro
> Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Data: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, 8:11
>
> >Oi A³,
>
> >Vá lá ... em lugar de "variômetro" (que já existe), usemos
> "varômetro". >E se
> >alguém perguntar o que é isto, diga: é um medidor de VAR!
> Não é VAR, é var e se pronuncia var e não v a erre.
>
> >O engenheiro que usa "voltímetro" tb deverá usar "cronímetro" ...
> ele >deve
> >ser, no mínimo, coerente com si mesmo!
> Quem faz questão dessas picuinhas, não pode falar em
> Aurélio ao se referir ao dicionário, como citei na mensagem
> anterior. E além do mais, tudo evolui. Voltômetro é do tipo
> daqueles que o Cabral trocou com os índios.
>
> > aos 75
> >anos serei Engenheiro Elétrico.
> Melhor ser engenheiro eletricista. Qualquer engenheiro pode
> ser elétrico. Basta que venha dotado de um cabo com um plug para
> ligar na tomada.
>
> Abraços
> Belmiro
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SUBJECT: Re: [ciencialist] variômetro/varômetro
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/01/2009 17:26

Bem, essa é outra confusão. Embora o Confea só aceite "engenheiro eletricista", a Classificação Brasileira de Ocupações (http://www.mtecbo.gov.br/busca/descricao.asp?codigo=2143-05) reconhece também "engenheiro elétrico". Afinal, trata-se da mesma etimologia de "engenheiro eletrônico" e "engenheiro mecânico".
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br
 
 
----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, January 29, 2009 4:46 PM
Subject: Re: [ciencialist] variômetro/varômetro



--- Em qui, 29/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] variômetro/varômetro
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, 8:11

>Oi A³,

>Vá lá ... em lugar de "variômetro" (que já existe), usemos "varômetro". >E se
>alguém perguntar o que é isto, diga: é um medidor de VAR!
      Não é VAR, é var e se pronuncia var e não v a erre.

>O engenheiro que usa "voltímetro" tb deverá usar "cronímetro" ... ele >deve
>ser, no mínimo, coerente com si mesmo!
        Quem faz questão dessas picuinhas, não pode falar em Aurélio ao se referir ao dicionário, como citei na mensagem anterior. E além do mais, tudo evolui. Voltômetro é do tipo daqueles que o Cabral trocou com os índios.

> aos 75
>anos serei Engenheiro Elétrico.
     Melhor ser engenheiro eletricista. Qualquer engenheiro pode ser elétrico. Basta que venha dotado de um cabo com um plug para ligar na tomada.

   Abraços
   Belmiro
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SUBJECT: O efeito borboleta na roda de Lorenz
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 29/01/2009 19:14

O efeito borboleta na roda de Lorenz

Assista ao vídeo

Uma roda d'água com reservatórios furados. Simples assim, mas esse pequeno detalhe transforma a milenar e monótona roda girando em um sistema caótico, uma roda d'água de Lorenz que altera a velocidade e mesmo o sentido de sua rotação de forma praticamente imprevisível. É o caos, e em particular, o efeito borboleta em ação.

"O bater das asas de uma borboleta no Brasil pode provocar um tornado no Texas?". Foi com essa pergunta que o meteorologista Edward Lorenz popularizou poeticamente o conceito central da teoria do caos, onde alterações minúsculas nas condições iniciais de um sistema dinâmico podem provocar consequências radicais em seu comportamento futuro. Porque a propósito, a resposta à pergunta é sim.

Uma simples gota d'água, alguns micrômetros de diferença no diâmetro dos furos, gramas de variação no peso das varetas na roda d'água exibida no vídeo, e seu comportamento se alterará radicalmente. Isso significa que, ao contrário (ou ao extremo) de um certo filme de Hollywood, se você viajasse ao passado, sua mera presença por lá, o impacto diferente de um grão de poeira, uma baforada que fosse, já causaria alterações imensas e irreversíveis no curso da história. Que se dirá interagir com seus antepassados.

chaos_theory

De fato, Lorenz formulou originalmente seu comentário em um trabalho publicado em 1963 como "uma batida de asas de uma gaivota poderia mudar o curso do clima para sempre". Isto não é apenas mote para filmes sobre escolhas em sua vida quando confrontado com bizarras viagens no tempo: se alterações minúsculas podem afetar imensamente fenômenos gigantescos, qualquer variação a todo momento está constantemente alterando o rumo de sistemas caóticos que estão por toda parte ao nosso redor. É efetivamente impossível prever seus resultados a longo prazo ainda que algum dia decifrássemos todas as leis que governam o mundo.

Fenômenos imprevisíveis não são nenhuma surpresa – de fato, poder prever fenômenos naturais como o próximo eclipse solar é que é uma grande conquista. A teoria do caos e o efeito borboleta são extremamente relevantes, contudo, porque emergem de sistemas determinísticos. Isto é: ainda que nenhuma arbitrariedade, nenhuma aleatoriedade governe o comportamento de tais sistemas, eles parecerão aleatórios.

É, em uma analogia muito temerosa mas que pode ser útil, um tanto como se agindo completamente de acordo com a lei, você acabasse praticamente indistinguível de um criminoso. Conhece aquela piada de advogado?

Em 1961, ao inserir a variável arredondada .506 ao invés de .506127 em uma simulação de computador, Lorenz notou que a previsão do tempo resultante foi completamente diferente. Perceba que mesmo .506127 também é em si mesmo um valor arredondado.

Computadores, até hoje, são incapazes de produzir aleatoriedade verdadeira, e nada melhor para ilustrar a emergência de aleatoriedade aparente que uma roda de Lorenz se comportando de forma caótica mesmo no mundo perfeitamente determinado de… uma simulação computadorizada da roda de Lorenz:

Assista ao vídeo

Você também pode brincar com uma simulação em seu computador, alterando seus parâmetros e vendo aleatoriedade aparente surgir a partir de ordem determinada. Confira e baixe o programa de Goran Vlahovic (para Windows).

Mesmo uma criatura conhecedora de todas as leis naturais deve ser assim incapaz de fazer uma previsão do tempo 100% certa para daqui a dez anos. Seria incapaz mesmo de prever para que direção a roda d'água do vídeo estará girando.

Baldes furados desafiando a onisciência de deus, em teorias fundamentadas com rigor matemático. É a beleza da ciência descobrindo seus próprios limites.


SUBJECT: Re: Cabos de alta tensão
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 19:15

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(L\)"
> Tudo bem, mas e quanto a "varímetro" e "cossefímetro"? Devemos
> baní-los ? (aproveitando o verbo da moda...).

O VOLP registra tanto luxímetro quanto luxômetro. O VOLP não apresenta
definições de palavras, mas ambas são sinônimas.

Um certo purismo linguístico diria para dar preferência à forma
luxômetro. Mas o uso consagrou o termo luxímetro (muitos dicionários
não-técnicos registram apenas essa forma).

Usando tais casos como paradigma (não no sentido kuhniano, mas no
linguístico), varímetro e cossefímetro seriam construções aceitáveis.
E, dado que formas consagradas pelo uso, as formas preferenciais.

(Uma tendência geral é que se o radical imediatamente antes de -metro
tiver origem grega, a ligação se faz com a letra 'o'. Se tiver outra
origem, liga-se pela letra 'i'. Assim: fonômetro/sonímetro,
fotômetro/luxímetro. Mas há exceções como: densímetro e densitômetro;
paquímetro e pacômetro - que designam aparelhos distintos.)

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: O efeito borboleta na roda de Lorenz
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/01/2009 19:26

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Kentaro Mori
> * que altera a velocidade e mesmo o sentido de sua rotação de forma
> *praticamente imprevisível*.

Nem tããão imprevisível assim. No vídeo, no geral, a roda gira no
sentido anti-horário até entre os béqueres IV e V, e, no sentido
horário, entre os béqueres VI e VII - invertendo o sentido de giro sem
completar uma volta completa.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: GloboNews: Especial Darwin
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/01/2009 00:26

Darwin: Máquina do Tempo
http://www.abendita.com/globonews/darwin/
---------------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] variômetro/varômetro
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/01/2009 09:59

Para referência futura, que fique claro que estamos falando sobre medidores
de var, unidade de potência reativa, e não sobre medidores de vara...:-)

[ ]s

Alvaro Augusto



----- Original Message -----
From: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, January 29, 2009 5:19 PM
Subject: Re: [ciencialist] variômetro/varômetro


> Belmiro,
>
> Se alguém disser: ei, tenho um varômetro aquí. Precisas?
> Meu conselho: é melhor sair correndo...
>
> Sds,
> Victor.
>
> Belmiro Wolski escreveu:
>>
>>
>>
>> --- Em *qui, 29/1/09, Luiz Ferraz Netto /<leobarretos@uol.com.br>/*
>> escreveu:
>>
>> De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
>> Assunto: [ciencialist] variômetro/varômetro
>> Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>> Data: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, 8:11
>>
>> >Oi A³,
>>
>> >Vá lá ... em lugar de "variômetro" (que já existe), usemos
>> "varômetro". >E se
>> >alguém perguntar o que é isto, diga: é um medidor de VAR!
>> Não é VAR, é var e se pronuncia var e não v a erre.
>>
>> >O engenheiro que usa "voltímetro" tb deverá usar "cronímetro" ...
>> ele >deve
>> >ser, no mínimo, coerente com si mesmo!
>> Quem faz questão dessas picuinhas, não pode falar em
>> Aurélio ao se referir ao dicionário, como citei na mensagem
>> anterior. E além do mais, tudo evolui. Voltômetro é do tipo
>> daqueles que o Cabral trocou com os índios.
>>
>> > aos 75
>> >anos serei Engenheiro Elétrico.
>> Melhor ser engenheiro eletricista. Qualquer engenheiro pode
>> ser elétrico. Basta que venha dotado de um cabo com um plug para
>> ligar na tomada.
>>
>> Abraços
>> Belmiro
>> Atividade nos últimos dias
>>



SUBJECT: Re: [ciencialist] Pesquisa coloca USP como a 87ª melhor universidade do mundo
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/01/2009 11:33

Essa classificação considera um universo de quantas universidades? Só
para saber quão distante isto fica da 1ª colocada.
Qual é a 1ª colocada? Se disserem que não é a UFPB-Campina Grande....

Sds,
Victor.

rmtakata escreveu:
>
> http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u496023.shtml
> <http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u496023.shtml>
> ---------------------
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/01/2009 12:41

Eu diria que "espaço" é o que separa a filosofia da ciência,
e isto pode ser medido (dai deriva o conceito de ano-luz)
e, a maior previsão, é um incremento nesta separação (dai deriva o conceito de universo em expansão).
 
A filosofia está apoitada exatamente na saída do buraco negro (e dai deriva o conceito de descontinuidade). A natureza do espaço é a mesma que permeia a cabeça de filósofo; vácuo quase perfeito.
 
Fonte de consulta: Dicionário mirim do aprendiz de escoteiro (Disney).
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, January 29, 2009 4:50 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Salve, Matos,

Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
ajuda nesta questão.

O que um físico pode dizer é: não sabemos exatamente o que é, mas
podemos medi-lo e fazer previsões a respeito.

Mas há várias outras respostas:
- é uma grandeza relacionada à extensão de um corpo e/ou à distância
entre dois eventos.
- é a componente do espaço-tempo que está relacionada à conservação do
momento (quantidade de movimento) pela invariância das leis físicas na
translação lagrangiana (ou, alternativamente, a componente que *não*
está relacionada à conservação de energia).
- é a região para além da atmosfera terrestre.
- é a fronteira final. J.T. Kirk.
- é pelo que lutam palestinos e israelenses.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Dídimo Matos
> Gostaria, que aqueles que não são adeptos de filosofia e que
> declaram aqui que ela não serve pra nada me dissessem o que é o
> Espaço e qual a sua natureza.



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Version: 8.0.233 / Virus Database: 270.10.15/1923 - Release Date: 01/29/09 07:13:00

SUBJECT: América do Sul + África = T-Rex
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 30/01/2009 13:07

América do Sul + África = T-Rex

americaafricatrex

QED.

trex


SUBJECT: Re: América do Sul + África = T-Rex
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/01/2009 14:01

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Kentaro Mori <kentaro.mori@...>
> América do Sul + África = T-Rex

Tá mais para carnotaurus. O chifre da África presta bem o papel do
chifre supraorbital do carno.

Pra quem não está ligando o nome à pessoa, o(s) carnotaurus é(são)
o(s) vilão(ões) do filme "Dinossauro" da Disney. E também é o dinopet
Ace de Rex Owen no "Dinossauro Rei" (uma espécie de Pokémon do Mesozoico).

Para quem ainda não entendeu:
http://images.google.com.br/images?q=carnotaurus

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Pesquisa coloca USP como a 87ª melhor universidade do mundo
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/01/2009 14:05

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "J.Victor" <j.victor.neto@...>
> Essa classificação considera um universo de quantas universidades?

Segundo a reportagem:
"A pesquisa considera mais de 16 mil instituições de ensino superior
pelo mundo", mas a lista tem 500 instituições.

"Qual é a 1ª colocada? Se disserem que não é a UFPB-Campina Grande...."

Segundo a reportagem:
"As 20 primeiras universidades da classificação do CSIC são
norte-americanas --a primeira é o Massachusetts Institute of
Technology (Instituto de Tecnologia de Massachusetts)."

Ela também disponibiliza a lista completa em planilha Excel:
http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/01/29/top_500_universities_january.xls

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] variômetro/varômetro
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/01/2009 15:48

Léo,

Tenho certeza que você seria capaz de concluir o curso de Engenharia
Elétrica em menos de cinco anos. Seria uma honra tê-lo, devidamente
convertido, em nossas fileiras...:-)

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br


----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, January 29, 2009 6:11 AM
Subject: [ciencialist] variômetro/varômetro


> Oi A³,
>
> Vá lá ... em lugar de "variômetro" (que já existe), usemos "varômetro". E
> se
> alguém perguntar o que é isto, diga: é um medidor de VAR!
> ´Variômetro´ são duas bobinas acopladas, na qual uma gira dentro da outra
> através de um eixo de sintonia. Foi muito usado em rádio antigos para a
> sintonia das estações de broadcasting; foi usado tb para acoplamento de
> antena. Em rádios galenas o variômetro pode substituir o capacitor
> variável
> de sintonia.
>
> O engenheiro que usa "voltímetro" tb deverá usar "cronímetro" ... ele deve
> ser, no mínimo, coerente com si mesmo!
>
> PS: Estou pensando seriamente em usar meu tempo livre para fazer o Curso
> de
> Engenharia aqui na FEB (Fundação Educacional de Barretos). Não tenho
> diploma
> disso e creio que poderei vencer esse Curso com certa facilidade; aos 75
> anos serei Engenheiro Elétrico. Ah! Não preciso fazer o vestibular, minha
> titulometria garante isto. Beleza! Estou bem animado! Obviamente não irei
> trabalhar no ramo, quero apenas a sensação de voltar ao banco escolar e
> bater aquele papo com a meninada. Prometo não encher o saco do professor
> quando ele falar em voltímetro e assemelhados.
>
> aquele abraço,
>
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leo@feiradeciencias.com.br
> leobarretos@uol.com.br
> luizferraz.netto@gmail.com
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>
> ----- Original Message -----
> From: "Aviso do Yahoo! Grupos"
> <ciencialist-accept-6xbQIV5JJTgeL2P42lJgHYw@yahoogrupos.com.br>
> To: <ciencialist-owner@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Wednesday, January 28, 2009 10:19 AM
> Subject: MODERAR -- alvaro@lunabay.com.br enviada para ciencialist
>
>
>
> Olá,
>
> Uma mensagem foi enviada para o grupo ciencialist de
>
> alvaro@lunabay.com.br
>
> Resumo da mensagem:
> --------------------
> DE: alvaro@lunabay.com.br
> DATA: Wed, 28 Jan 2009 10:17:45 -0200
> ASSUNTO: Re: [ciencialist] Cabos de alta tensão
>
> Tudo bem, mas o problema é que "variômetro" é um aparelho
> para regular o comprimento de onda de transmissores e
> receptores de rádio (não me lembro em que frequência). É um
> termo antigo, mas vai dar confusão.
>
> Já "cossefiômetro" simplesmente não existe nos dicionários!
>
> Concordo que os engenheiros poderiam seguir o que aprenderam
> com os físicos. Melhor ainda seria se os físicos seguissem o
> que aprenderam com os engenheiros. Afinal, "voltômetro",
> --------------------
>
> Anexamos também uma cópia completa desta mensagem para sua comodidade.
>
> Esta mensagem precisa ser aprovada por causa de uma dessas razões:
>
> * Seu grupo está configurado para moderar as mensagens vindas deste
> associado.
>
> OU
>
> * Seu grupo está configurado para moderar as mensagens de todos os
> associados.
>
> Para aprovar ou rejeitar esta mensagem pelo site do grupo, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/pending?view=1&msg=8913
>
> Para aprovar esta mensagem através de e-mail, basta responder a esta
> mensagem. Você não precisa anexar a mensagem original, apenas clique
> em "Responder" e "Enviar" no seu programa de e-mail.
>
> Para rejeitar esta mensagem através de e-mail, encaminhe-a para
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> ciencialist-reject-4Xn98RuZeWNfad4ItWzrofA@yahoogrupos.com.br
>
> OBSERVAÇÃO: a mensagem pendente expirará após 14 dias. Se você não agir
> dentro deste período de tempo, a mensagem será rejeitada automaticamente.
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> Obrigado por usar o Yahoo! Grupos.
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> Saudações,
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SUBJECT: Re: [ciencialist] fui Campeão de Robótica (melhor design) na Campus Party 2009
FROM: Dídimo Matos <didimo.george@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/01/2009 19:55

Parabéns,
 
Trabalho árduo deve ser compensado.
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
_______________________
As explicações científicas são reais e completas,
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

From: Eurico Ferreira de Souza Jr.
Sent: Wednesday, January 28, 2009 10:01 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Cc: Acropolis_@yahoogrupos.com.br ; castelo-do-ceu@yahoogrupos.com.br
Subject: [ciencialist] fui Campeão de Robótica (melhor design) na Campus Party 2009

Saudações,

Este é pra dar a notícia que fui campeão, na categoria melhor design de robótica
no Campus party 200 e segundo lugar no desafio de atravessar um labirinto.
O robô é autônomo, tem um carregador solar e seis movimentos por servomotores
controlados por um arduino (microcontrolador). dois sonares e dois bumpers,
foto em anexo.
legal, né?

abraços

Eurico


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: Dídimo Matos <didimo.george@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/01/2009 20:49

Caro Takata,
 
É bastante curiosa a sua afirmação de que a filosofia não pode contribuir para a resposta da questão, em que se baseia para afirmá-la?
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
_______________________
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tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

From: rmtakata
Sent: Thursday, January 29, 2009 4:50 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Salve, Matos,

Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
ajuda nesta questão.

O que um físico pode dizer é: não sabemos exatamente o que é, mas
podemos medi-lo e fazer previsões a respeito.

Mas há várias outras respostas:
- é uma grandeza relacionada à extensão de um corpo e/ou à distância
entre dois eventos.
- é a componente do espaço-tempo que está relacionada à conservação do
momento (quantidade de movimento) pela invariância das leis físicas na
translação lagrangiana (ou, alternativamente, a componente que *não*
está relacionada à conservação de energia).
- é a região para além da atmosfera terrestre.
- é a fronteira final. J.T. Kirk.
- é pelo que lutam palestinos e israelenses.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Dídimo Matos
> Gostaria, que aqueles que não são adeptos de filosofia e que
> declaram aqui que ela não serve pra nada me dissessem o que é o
> Espaço e qual a sua natureza.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: Dídimo Matos <didimo.george@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/01/2009 20:55

Caro léo,
 
Vc fica cada dia mais engraçado. Não faz idéia de qual a natureza do espaço mas tem certeza que não é nada que a filosofia diga que é. Vou então te fazer uma perguntinha simples. Supondo que o universo é composto de tudo que existe, inclusive o espaço, quando ele se expande o espaço tbm?
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
_______________________
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tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

From: Luiz Ferraz Netto
Sent: Friday, January 30, 2009 12:41 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Eu diria que "espaço" é o que separa a filosofia da ciência,
e isto pode ser medido (dai deriva o conceito de ano-luz)
e, a maior previsão, é um incremento nesta separação (dai deriva o conceito de universo em expansão).
 
A filosofia está apoitada exatamente na saída do buraco negro (e dai deriva o conceito de descontinuidade). A natureza do espaço é a mesma que permeia a cabeça de filósofo; vácuo quase perfeito.
 
Fonte de consulta: Dicionário mirim do aprendiz de escoteiro (Disney).
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, January 29, 2009 4:50 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Salve, Matos,

Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
ajuda nesta questão.

O que um físico pode dizer é: não sabemos exatamente o que é, mas
podemos medi-lo e fazer previsões a respeito.

Mas há várias outras respostas:
- é uma grandeza relacionada à extensão de um corpo e/ou à distância
entre dois eventos.
- é a componente do espaço-tempo que está relacionada à conservação do
momento (quantidade de movimento) pela invariância das leis físicas na
translação lagrangiana (ou, alternativamente, a componente que *não*
está relacionada à conservação de energia).
- é a região para além da atmosfera terrestre.
- é a fronteira final. J.T. Kirk.
- é pelo que lutam palestinos e israelenses.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Dídimo Matos
> Gostaria, que aqueles que não são adeptos de filosofia e que
> declaram aqui que ela não serve pra nada me dissessem o que é o
> Espaço e qual a sua natureza.



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SUBJECT: Fw: dúvida científica- de pablo lacerda -goiânia-goiás.
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/01/2009 09:54

A mensagem abaixo aborda dois interessantes temas: os vórtices de Helmotz(?), utilizado no canhão acústico, e a eficiência acústica dos alto falantes nacionais (sem entrar naquela besteirada de PMPO x watts).
Apreciaria seus comentários. Deixem a confetagem do início da mensagem de lado.
 
aquele abraço,
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: Pablo Rogerio
To: leobarretos@uol.com.br
Sent: Friday, January 30, 2009 12:15 AM
Subject: dúvida científica- de pablo lacerda -goiânia-goiás.

Professor Luiz Ferraz Netto,
 
Primeiro quero dar os parábens por vc existir, e agradacer tbm, pq graças ao seu trabalho de pesquisa estou conseguindo me interessar cada vez mais por ciência , e tbm tirar muitas dúvidas e criar outras, o que tbm é bom.
Ah , o seu estilo de ensinar me inspira tbm, pq tenho um pensamento parecido com o seu sobre como existem maneiras mais inteligentes de ensinar e interessantes de se aprender.Esse estilo lembra tbm um pouco o do professor JOSÉ PACHECO, aqui vai um link de uma palestra dele caso se interesse http://www.youtube.com/watch?v=lZmEmbpuPYE&feature=related
 
Acho muito digno esse tipo de coisa, pq o que estou aprendendo com vc e com as pessoas que ensinam de forma digna alguma coisa, eu uso e vou usar muito mais para facilitar o entendimento de várias outras , principalmente crianças de bairros afastados em trabalhos voluntários...ou seja , vc acaba contribuindo tbm.
 
Vamos a dúvida,
É sobre  a parte de fluidos, no caso o ar .  EM SALA 07 FLUIDOS -CANHAO ACUSTICO, vc diz no final do artigo que a teoria é complicada mas aquele fenomeno me interessou.
Meu interesse mesmo em começar estudar física, e isso nao faz muito tempo, veio de trabalhar com sistemas de som para música ao vivo , ou seja sistemas de alto falates e caixas acusticas agrupados com objetivo de atingir somas de nivel de pressao sonora para atender a médios ambientes com publico váriável.
Estou tentando desenvolver uma caixa de som mais eficiente, em termos de ganho acústico, principalmente pq nao é só a pressao sonora que é importante nesse caso, o timbre , distorçao e vários outros pontos tbm sao principais, e resumindo a maioria dos alto falantes que existem no nosso mercado para esse tipo de aplicaçao tem nas suas especificaçoes tecnicas muitos watts, e alguns até uma boa sensibilidade , mas a resposta de frequencia com sinais de grande amplitude, ou seja quando trabalham geralmente possuem uma resposta acustica sofrível , ou seja timbre, distorçao execessiva e vários outros fatores.
 
Entretanto após pesquisar bastante sobre isso, com a certeza que nao é possivel comprar os alto falantes ''bons e caros'' importados, descobri que alto falantes da sony e de fabricantes similares produzem componetes de qualidade .Mas o detalhe é eles trabalham com uma potencia menor, e tbm produzem uma menor pressao sonora.Mas sei tbm que quando se faz um artrnjo vertical de alto falantes há uma soma considerável de pressao sonora , o que preciso de sua ajuda é o seguinte:
 
Da mesma forma em que em''FLUIDOS'', vc cita que o ar é fluido e se comporta de maneira semlhante a água,  quando agente diminui a pressao aumentamos a velocidade, e um exemplo prático seria de uma manqueira de jardim , onde quando queremos que jogue numa distancia maior a água é só pressionar a boca, e guanhamos um jato com mair distancia.Isso pelo jeito é o principio que os fabricantes modernos conseguem aplicar em seus alto falantes e colunas de alto falantes para conseguir enfrentar a lei do inverso dos quadrados em som, conseguindo com uma direcionalidade maior um melhor alcance sonoro.
 
Eu gostaria que vc me ajudasse a aplicar as teorias que podem ser aplicadas nesse meu projeto de desenvolver caixas mais eficientes, mesmo com uma potencia relativamente baixa, conseguindo ganhos acusticos a partir de uma aplicaçao inteligente da física.Tanto em caixas que envolvem sonofletores que reproduzem as frequencias mais baixas do espectro : entre 30 e 80 hertz, cchamadas de sub -graves , até todo o resto do espectro.
 
Aguardo resposta ansiosamente.
 
Um abraço !


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SUBJECT: Fw: Gerador de Van der Graaf
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/01/2009 09:57


mais ajuda ...
agradeço dicas.
 
[]´
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: Ricardo Normando Ferreira de Paula
To: leobarretos@uol.com.br
Sent: Thursday, January 29, 2009 12:01 PM
Subject: Gerador de Van der Graaf

Bom dia Prof. Luiz Ferraz;
 
Meu nome é Ricardo Normando e gostaria de algumas informações acerca do gerador de Van de Graaf. Li seu material em http://www.feiradeciencias.com.br/sala11/11_03.asp e achei maravilhoso.
 
No entanto, tam algo que ainda não estou compreendendo.
 
Trabalho para uma escola do governo do estado do Ceará (sou recém contratado) e até o momento ainda não tinha tido contato com experimentos de laboratório. Tem muito material, mas os manuais foram extraviados. Pelo menos uma boa parte.
 
Então, gostaria de saber onde posso encontrar informações detalhadas acerca de funcinamento destes equipamentos, além de experimentos e soluções de problemas técnicos.
 
Desde já agradeço muito pela atenção dispensada.
 
Prof. Ricardo Normando 
 
 


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SUBJECT: Fw: NOVO MOTOR JÁ EM FASE DE TESTE(energia magnética)
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/01/2009 10:00

Querem mais sobre o motor magnético? A "nova revolução industrial"? Etc.?
 
[]´
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
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----- Original Message -----
From: Leonardo Ibiapina
To: leobarretos@uol.com.br
Sent: Thursday, January 29, 2009 2:53 PM
Subject: NOVO MOTOR JÁ EM FASE DE TESTE(energia magnética)



 Roberto Bartholo <rs777bartho@gmail.com>
Para: brasil2012@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009 17:32:06
Assunto: Re: [brasil2012] Enc: NOVO MOTOR JÁ EM FASE DE TESTE(energia magnética)

_._,___

Oi a todos,

Este site já cita um produto relacionado com o princípio do motor Perendev.

http://www.perendev -power.com/ products. htm

Ja tentei ir ao representante em Baar, na Suíça, mas eles não tem um modelo para demonstração, alegam que por razões de segurança pois os "poderosos" não permitem que tal produto venha ao mercado prejudicando a indústria petrolífera.

Este foi um dos e-mail que enviaram:

Dear Mr. Roberto,

 

We thank for you interest in our products. Please find enclosed quotation of our Magnetic  Motor and information.

 

If you have further questions you are welcome contacting us.

 

We have to point out that our offices in Swiss/Baar and Germany/Munich are only administration offices without a sample unit to show.

Frequently we are organising events representing the motor in Switzerland, Germany and Austria.

To qualify for the exclusivity to view the presentation of the EMM motor we only invite persons who have ordered units from us.

 

 Prezado Sr. Roberto,

 

Agradecemos por seu interesse em nossos produtos. Junto se envia cotação do nosso motor magnético e da informação.

 

Se você tiver mais perguntas não hesite de nos contactar.

 

Temos de salientar que os nossos escritórios na Suíça / Baar e Alemanha / Munique são só administração, sem uma unidade de amostragem para mostrar.

Freqüentemente estamos a organizar eventos representando a motor na Suíça, Alemanha e Áustria.

Para se qualificar para a exclusividade para ver a apresentação do EMM motor estamos apenas convidar pessoas que tenham ordenados unidades de nós.

Mit freundlichen Grüßen / Best regards,

Perendev Team
Elke Böhme

 

i.A. Mike Brady
Perendev Group
Perendev Energy Power GmbH
Geschäftsführer: Michael J. Brady
Südliche Münchner Str. 19
82031 Grünwald

Tel:  +49.89.620.300. 60
Fax: +49.89.620.300. 61

Se quiserem tentar, o gerador em questão (se eles realmente o tem) será a revolução na geração de energia.

Um grande abrax a todos.

BETO


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/01/2009 10:31

Sr. Dídimo,
 
esta não é uma lista de filosofia, é de Ciência; atente para o nome da lista: ciencialist ou carinhosamente C-List.
Pense: no que a filosofia poderia ser útil para resolver os problemas dos fenômenos físicos que ocorrem no Universo? Propondo hipóteses? Isto os físicos sabem fazer, com muito mais propriedade. Propondo experimentos? Imagine só ´filosofar sobre experimentos´!
De que adiantará a ´filosofia do espaço´ sem a comprovação experimental dos físicos e/ou observações acuradas de fenômenos pertinentes?
 
Espaço (funcionalmente) é a "função espaço": s = f(t)  , exemplo : s = a.cos(ø.t + ß) num sistema de unidades coerentes.
Espaço (geometricamente) é um volume, ou seja, uma medida de capacidade, em m³.
Espaço (astronomicamente) é o que preenche a região entre massas discretas; ele é feito de nada! Durante a expansão das massas, o espaço que permeia continua a ser o nada! Nada não é coisa que se expanda! Veja, por exemplo o interior da cabeça do ferrari.
Segue as demais ´definições´ apresentadas pelo Takata.
 
Retorno dizendo ... esta não é uma lista de filosofia. Ah! É fácil identificar lista de filosofia --- está pululando de nomes de autoridades e grandes pensadores, além de citações típicas de almanaque de direito.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
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----- Original Message -----
From: Dídimo Matos
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, January 30, 2009 8:55 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Caro léo,
 
Vc fica cada dia mais engraçado. Não faz idéia de qual a natureza do espaço mas tem certeza que não é nada que a filosofia diga que é. Vou então te fazer uma perguntinha simples. Supondo que o universo é composto de tudo que existe, inclusive o espaço, quando ele se expande o espaço tbm?
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
_______________________
As explicações científicas são reais e completas,
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

Sent: Friday, January 30, 2009 12:41 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Eu diria que "espaço" é o que separa a filosofia da ciência,
e isto pode ser medido (dai deriva o conceito de ano-luz)
e, a maior previsão, é um incremento nesta separação (dai deriva o conceito de universo em expansão).
 
A filosofia está apoitada exatamente na saída do buraco negro (e dai deriva o conceito de descontinuidade). A natureza do espaço é a mesma que permeia a cabeça de filósofo; vácuo quase perfeito.
 
Fonte de consulta: Dicionário mirim do aprendiz de escoteiro (Disney).
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: rmtakata
Sent: Thursday, January 29, 2009 4:50 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Salve, Matos,

Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
ajuda nesta questão.

O que um físico pode dizer é: não sabemos exatamente o que é, mas
podemos medi-lo e fazer previsões a respeito.

Mas há várias outras respostas:
- é uma grandeza relacionada à extensão de um corpo e/ou à distância
entre dois eventos.
- é a componente do espaço-tempo que está relacionada à conservação do
momento (quantidade de movimento) pela invariância das leis físicas na
translação lagrangiana (ou, alternativamente, a componente que *não*
está relacionada à conservação de energia).
- é a região para além da atmosfera terrestre.
- é a fronteira final. J.T. Kirk.
- é pelo que lutam palestinos e israelenses.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Dídimo Matos
> Gostaria, que aqueles que não são adeptos de filosofia e que
> declaram aqui que ela não serve pra nada me dissessem o que é o
> Espaço e qual a sua natureza.



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SUBJECT: Parque da Ciência de Barretos + Takata
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/01/2009 10:40

Oi Roberto,
 
nesta 4a feira estarei viajando para Ipatinga junto com prefeito, secr. educação e reitor da FEB para apreciar o Parque da Ciência de Ipatinga (no Parque Ipanema). O Parque em Barretos está solidamente encaminhando para sua instalação.
Vou precisar de sua ajuda no setor de biologia. Assim que se concretizarem os cargos (e $s) envio-lhe uma proposta indecorosa para vir residir aqui na cidade.
Aguarde!
 
aquele abraço,
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/01/2009 11:27

Considerar que o Universo é plano em apenas "duas dimensões", como a superfície de um balão, é por demais forçada e, creio, já superada. 
Outra crença em questionamento é a conclusão de que o Universo está em expansão em razão do aumento do efeito Doppler nas ondas eletromagnéticas advindas de distâncias cada vez maiores. Esse efeito já está sendo considerado como um "desgaste" natural devido as inúmeras e diversas interferências existentes no longo "deslocamento" da onda/fóton desde sua origem até nossos aparelhos detectores. 
Abraços
José Renato
........................................
----- Original Message -----
From: silvio cordeiro filho
To: Undisclosed-Recipient:;
Sent: Saturday, January 24, 2009 11:34 AM
Subject: [ciencialist] Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

PARA ONDE O UNIVERSO SE EXPANDE?

Carl Sagan

Se o universo está se expandindo, está se expandindo para onde?

O modo de pensar isso é lembrar que estamos presos nas três
dimensões, o que restringe nossa perspectiva (embora não haja muito
que possamos fazer sobre estar presos nas três dimensões). Mas vamos
imaginar que fôssemos seres bidimensionais. Absolutamente achatados.
Conheceríamos direita/esquerda e para frente/para trás, mas nunca
teríamos ouvido falar de para cima/para baixo; É uma idéia
absolutamente incoerente. Nada além de sílabas sem sentido.

E agora imaginem que vivemos na superfície de uma esfera, um balão,
por exemplo. Mas é claro que não sabemos da curvatura através dessa
terceira dimensão, porque essa terceira dimensão nos é inacessível, e
não conseguimos nem imaginar como ela seja. Agora imaginemos que a
esfera se expanda, que o balão seja soprado. E há uma série de pontos
no balão, e cada um representa, vamos dizer, uma galáxia. Percebemos
que, do ponto de vista de cada galáxia, todas as outras galáxias
estão se afastando. Onde está o centro da expansão?

Na superfície do balão, a única parte dele que as criaturas planas
têm acesso, onde fica o centro da expansão? Não é na superfície. Está
no centro do balão, naquela terceira dimensão inacessível. E, da
mesma maneira, para onde o balão está se expandindo? Está se
expandindo naquela direção perpendicular, aquela direção para
cima/para baixo, aquela direção inacessível, mas então não se pode,
na superfície do balão, apontar para o lugar para o qual ele está se
expandindo, porque aquele lugar está na outra dimensão.

Agora acrescentemos uma dimensão a todo o processo e vocês terão uma
idéia do que se está falando quando se diz que o universo está em
expansão.

———————————
Trecho do livro Variedades da Experiência Científica, de Carl Sagan,
2006. ( Livro editado por sua esposa Ann Druyan, a partir da
transcrição das Palestras Gifford de Teologia Natural proferidas na
Universidade de Glasgow, 1985).


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Atualizado em 31/12/1969


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/01/2009 11:37

Olá, Dídimo,

Tenho a impressão de que o Takata se refere ao fato de a filosofia não
trabalhar(ao menos até onde sei, claro) com as ferramentas
usadas na ciência, tais como: a indispensável matemática que descreve o
processo em exame, equipamentos diversos, como os usados na
astronomia, astrofísica, radioastronomia, elaboração de equipamentos e
procedimentos de testes, bajulação de áreas do Governo para conseguir
verbas para as pesquisas, etc.
Pois se alguma resposta concreta puder ser dada, em qq tempo, deverá
ser à base da observação, da medição, coleta
de dados, análises exaustivas desses dados, repetição dessas coletas,
comparações, essas coisas.
A matemática da teoria relevante pode prever eventos e comportamentos
da natureza, que os procedimentos acima, e só eles, podem confirmar ou
infirmar.

Esta resposta, que reflete o que penso, estaria muito fora do que você
imagina a respeito, segundo seu conhecimento na área?

Sds,
Victor.




Dídimo Matos escreveu:
>
> Caro Takata,
>
> É bastante curiosa a sua afirmação de que a filosofia não pode
> contribuir para a resposta da questão, em que se baseia para afirmá-la?
>
> Abraços,
> Dídimo Matos
> http://didimomatos.zip.net <http://didimomatos.zip.net>
>
> _______________________
> As explicações científicas são reais e completas,
> tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
> tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
> precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.
>
> *From:* rmtakata <mailto:roberto.takata@bol.com.br>
> *Sent:* Thursday, January 29, 2009 4:50 PM
> *To:* ciencialist@yahoogrupos.com.br
> <mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> *Subject:* [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
>
> Salve, Matos,
>
> Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
> ajuda nesta questão.
>
> O que um físico pode dizer é: não sabemos exatamente o que é, mas
> podemos medi-lo e fazer previsões a respeito.
>
> Mas há várias outras respostas:
> - é uma grandeza relacionada à extensão de um corpo e/ou à distância
> entre dois eventos.
> - é a componente do espaço-tempo que está relacionada à conservação do
> momento (quantidade de movimento) pela invariância das leis físicas na
> translação lagrangiana (ou, alternativamente, a componente que *não*
> está relacionada à conservação de energia).
> - é a região para além da atmosfera terrestre.
> - é a fronteira final. J.T. Kirk.
> - é pelo que lutam palestinos e israelenses.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br
> <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>, Dídimo Matos
> > Gostaria, que aqueles que não são adeptos de filosofia e que
> > declaram aqui que ela não serve pra nada me dissessem o que é o
> > Espaço e qual a sua natureza.
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Pesquisa coloca USP como a 87ª melhor universidade do mundo
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/01/2009 11:47

Takata,

Grato pelas informações.

Sds,
Victor.

rmtakata escreveu:
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br
> <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>, "J.Victor" <j.victor.neto@...>
> > Essa classificação considera um universo de quantas universidades?
>
> Segundo a reportagem:
> "A pesquisa considera mais de 16 mil instituições de ensino superior
> pelo mundo", mas a lista tem 500 instituições.
>
> "Qual é a 1ª colocada? Se disserem que não é a UFPB-Campina Grande...."
>
> Segundo a reportagem:
> "As 20 primeiras universidades da classificação do CSIC são
> norte-americanas --a primeira é o Massachusetts Institute of
> Technology (Instituto de Tecnologia de Massachusetts)."
>
> Ela também disponibiliza a lista completa em planilha Excel:
> http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/01/29/top_500_universities_january.xls
> <http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/01/29/top_500_universities_january.xls>
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: teses
FROM: Marcelo C Pinto <mpinto2009@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/01/2009 12:14

Realmente concordo contigo quanto a história ser apócrifa, acaba gerando desconfiança.

Em 28/01/2009, às 17:46, rmtakata escreveu:

O link para o texto é este:
http://www.diretodaredacao.com/site/noticias/index.php?not=4303
----------------

Teremos que confiar no que nos repete Uraniano Mota. Eu não duvido de
que esse tipo de coisas possa acontecer, mas não afasto a hipótese de
uma história apócrifa do tipo hoax.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves 
> Digam ao professor que não deixe de ser um Robespierre! :)

> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Aline Santos
> >  UNIVERSIDADE. Direto da Redação Online
> > 
> > 
> > Publicada em:21/01/2009
> > 
> > CORRUPÇÃO NA UNIVERSIDADE
> > 
> > Recife (PE) - O professor, de quem copio as palavras a seguir, 
> > não quer nem pode ser identificado. Adianto apenas que ele é 
> > Doutor em importante universidade brasileira.



SUBJECT: Re: [ciencialist] variômetro/varômetro
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/01/2009 14:53

 
     Talvez não, Victor!
 
      Ele pode estar falando de algum instrumento para verificar fissuras em varas de salto em altura. Ou quem sabe algum sofisticado instrumento de medição do envergamento em varas de pescar!
 
     Abraços,
 
     Belmiro

--- Em qui, 29/1/09, J.Victor <j.victor.neto@uol.com.br> escreveu:
De: J.Victor <j.victor.neto@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] variômetro/varômetro
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, 19:19

Belmiro,

Se alguém disser: ei, tenho um varômetro aquí. Precisas?
Meu conselho: é melhor sair correndo...

Sds,
Victor..

Belmiro Wolski escreveu:
>
>
>
> --- Em *qui, 29/1/09, Luiz Ferraz Netto /<leobarretos@ uol.com.br>/*
> escreveu:
>
> De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
> Assunto: [ciencialist] variômetro/varô metro
> Para: "ciencialist" <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
> Data: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, 8:11
>
> >Oi A³,
>
> >Vá lá ... em lugar de "variômetro" (que já existe), usemos
> "varômetro". >E se
> >alguém perguntar o que é isto, diga: é um medidor de VAR!
> Não é VAR, é var e se pronuncia var e não v a erre.
>
> >O engenheiro que usa "voltímetro" tb deverá usar "cronímetro" ...
> ele >deve
> >ser, no mínimo, coerente com si mesmo!
> Quem faz questão dessas picuinhas, não pode falar em
> Aurélio ao se referir ao dicionário, como citei na mensagem
> anterior. E além do mais, tudo evolui. Voltômetro é do tipo
> daqueles que o Cabral trocou com os índios.
>
> > aos 75
> >anos serei Engenheiro Elétrico.
> Melhor ser engenheiro eletricista. Qualquer engenheiro pode
> ser elétrico. Basta que venha dotado de um cabo com um plug para
> ligar na tomada.
>
> Abraços
> Belmiro
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>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] variômetro/varômetro
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/01/2009 14:57

 
 
    Repare que "elétrico" vem em segundo plano. E além do mais, usando a retórica do Léo, o que esses caras que relacionam milhares de profissões entendem de engenharia elétrica? Bolhufas, com certeza.
 
    [],s
 
    Belmiro

--- Em qui, 29/1/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:
De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] variômetro/varômetro
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, 19:26

Bem, essa é outra confusão. Embora o Confea só aceite "engenheiro eletricista" , a Classificação Brasileira de Ocupações (http://www.mtecbo. gov.br/busca/ descricao. asp?codigo= 2143-05) reconhece também "engenheiro elétrico". Afinal, trata-se da mesma etimologia de "engenheiro eletrônico" e "engenheiro mecânico".
 
Abraços,
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 29, 2009 4:46 PM
Subject: Re: [ciencialist] variômetro/varô metro



--- Em qui, 29/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@ uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] variômetro/varô metro
Para: "ciencialist" <ciencialist@ yahoogrupos.. com.br>
Data: Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009, 8:11

>Oi A³,

>Vá lá ... em lugar de "variômetro" (que já existe), usemos "varômetro". >E se
>alguém perguntar o que é isto, diga: é um medidor de VAR!
      Não é VAR, é var e se pronuncia var e não v a erre.

>O engenheiro que usa "voltímetro" tb deverá usar "cronímetro" ... ele >deve
>ser, no mínimo, coerente com si mesmo!
        Quem faz questão dessas picuinhas, não pode falar em Aurélio ao se referir ao dicionário, como citei na mensagem anterior. E além do mais, tudo evolui. Voltômetro é do tipo daqueles que o Cabral trocou com os índios.

> aos 75
>anos serei Engenheiro Elétrico.
     Melhor ser engenheiro eletricista. Qualquer engenheiro pode ser elétrico. Basta que venha dotado de um cabo com um plug para ligar na tomada.

   Abraços
   Belmiro
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Gerador de Van der Graaf
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/01/2009 15:12

     Mais ajuda ainda? O que ele quer saber mais? E que problemas técnicos são estes? Como tensionar mais a correia? Como ajustar as lâminas? Me poupe...
 
     [],s
 
     Belmiro

--- Em sáb, 31/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: Gerador de Van der Graaf
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Sábado, 31 de Janeiro de 2009, 11:57


mais ajuda ...
agradeço dicas.
 
[]´
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 29, 2009 12:01 PM
Subject: Gerador de Van der Graaf

Bom dia Prof. Luiz Ferraz;
 
Meu nome é Ricardo Normando e gostaria de algumas informações acerca do gerador de Van de Graaf. Li seu material em http://www.feiradec iencias.com. br/sala11/ 11_03.asp e achei maravilhoso.
 
No entanto, tam algo que ainda não estou compreendendo.
 
Trabalho para uma escola do governo do estado do Ceará (sou recém contratado) e até o momento ainda não tinha tido contato com experimentos de laboratório. Tem muito material, mas os manuais foram extraviados. Pelo menos uma boa parte.
 
Então, gostaria de saber onde posso encontrar informações detalhadas acerca de funcinamento destes equipamentos, além de experimentos e soluções de problemas técnicos.
 
Desde já agradeço muito pela atenção dispensada.
 
Prof. Ricardo Normando 
 
 


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SUBJECT: Sobre o calor específico
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/01/2009 19:21

Olá companheiros

Ando meio sumido da Ciencialist pois estou sem tempo para me dedicar a
discussões e também porque, perdoem-me a sinceridade, a Ciencialist de
uns tempos para cá ficou muito chocha (privada de recheio, de miolo;
vazia, murcha, engelhada). Nem parece aquela mesma que está para
completar 10 anos de existência (a primeira msg oficial, como
Ciencialist, é de 18 de fevereiro de 1999) e com discussões
fantásticas de inúmeros temas, principalmente em física mas não só.

Ando sem tempo também para dedicar aos porquês da física e, até mesmo,
para discutir coisas a respeito da maldita física "moderna" que, de
uma maneira sutil e astuciosa tem deixado os porquês de lado, deixando
também muitas vezes de lado os "como", os "onde" e os "quando".

Bem, digo isso apenas para que não me acusem de enviar uma msg sem
descer a lenha na física "moderna" ;-). Mas vamos ao que interessa.

Recentemente recebi uma msg bastante interessante, sob o meu ponto de
vista (a relacionar-se aos porquês não só da física mas também da
química) e que mereceria alguma resposta a altura (ou seja, também
interessante). Como estou bastante atarefado neste início de ano
letivo, vou apenas transmitir aos colegas as dúvidas do consulente do
Espaço Científico Cultural, sem muitos comentários. É possível que
exista algo a respeito na internet e nesse caso ficaria agradecido
pelos links para que possa transmitir ao consulente. Se alguém quiser
discutir o tema, posso também enviar os comentários aqui surgidos.

O questionamento está exposto a seguir (reproduzo na íntegra sem citar
o consulente, pois ele não me autorizou a tal).

********início da citação**********
Professor Alberto, boa tarde!
Tenho lido sobre o calor específico. Quanto maior o número atômico
(Z), menor é o valor do calor específico. Por que? Qual a explicação
para o calor específico da água ser maior que o do gelo, e o calor
específico do gelo ser menor que o do vapor de água? Gostaria que o
senhor, caso possível, me explicasse todas as variáveis envolvidas
nisto, pois não encontrei ainda.
Obrigado.
********final da citação**********

É importante ressaltar que o consulente está interessado nos porquês,
logo não adianta responder com links que meramente reproduzam o que
ele já sabe (achados experimentais).

Parabéns à Ciencialist (e ao Brudna) pelos 10 anos de existência (a
serem completados no próximo dia 18) e pelo histórico fabuloso que tem
enobrecido sobremaneira a ciência nacional.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/02/2009 01:23

Caro Alberto,

Todas as listas de discussão estão em decadência, não só a CList. Em 1999 só
existiam esses meios de comunicação, mas hoje existem dezenas de ferramentas
concorrentes (Orkut, Twitter, MSN, Skype, etc). Além disso, parece que o
pessoal cansou de discutir, discutir, e nunca concluir nada.

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br


----- Original Message -----
From: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, January 31, 2009 7:21 PM
Subject: [ciencialist] Sobre o calor específico


> Olá companheiros
>
> Ando meio sumido da Ciencialist pois estou sem tempo para me dedicar a
> discussões e também porque, perdoem-me a sinceridade, a Ciencialist de
> uns tempos para cá ficou muito chocha (privada de recheio, de miolo;
> vazia, murcha, engelhada). Nem parece aquela mesma que está para
> completar 10 anos de existência (a primeira msg oficial, como
> Ciencialist, é de 18 de fevereiro de 1999) e com discussões
> fantásticas de inúmeros temas, principalmente em física mas não só.
>
> Ando sem tempo também para dedicar aos porquês da física e, até mesmo,
> para discutir coisas a respeito da maldita física "moderna" que, de
> uma maneira sutil e astuciosa tem deixado os porquês de lado, deixando
> também muitas vezes de lado os "como", os "onde" e os "quando".
>
> Bem, digo isso apenas para que não me acusem de enviar uma msg sem
> descer a lenha na física "moderna" ;-). Mas vamos ao que interessa.
>
> Recentemente recebi uma msg bastante interessante, sob o meu ponto de
> vista (a relacionar-se aos porquês não só da física mas também da
> química) e que mereceria alguma resposta a altura (ou seja, também
> interessante). Como estou bastante atarefado neste início de ano
> letivo, vou apenas transmitir aos colegas as dúvidas do consulente do
> Espaço Científico Cultural, sem muitos comentários. É possível que
> exista algo a respeito na internet e nesse caso ficaria agradecido
> pelos links para que possa transmitir ao consulente. Se alguém quiser
> discutir o tema, posso também enviar os comentários aqui surgidos.
>
> O questionamento está exposto a seguir (reproduzo na íntegra sem citar
> o consulente, pois ele não me autorizou a tal).
>
> ********início da citação**********
> Professor Alberto, boa tarde!
> Tenho lido sobre o calor específico. Quanto maior o número atômico
> (Z), menor é o valor do calor específico. Por que? Qual a explicação
> para o calor específico da água ser maior que o do gelo, e o calor
> específico do gelo ser menor que o do vapor de água? Gostaria que o
> senhor, caso possível, me explicasse todas as variáveis envolvidas
> nisto, pois não encontrei ainda.
> Obrigado.
> ********final da citação**********
>
> É importante ressaltar que o consulente está interessado nos porquês,
> logo não adianta responder com links que meramente reproduzam o que
> ele já sabe (achados experimentais).
>
> Parabéns à Ciencialist (e ao Brudna) pelos 10 anos de existência (a
> serem completados no próximo dia 18) e pelo histórico fabuloso que tem
> enobrecido sobremaneira a ciência nacional.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>
>



SUBJECT: Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/02/2009 01:36

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Dídimo Matos
> É bastante curiosa a sua afirmação de que a filosofia não pode
> contribuir para a resposta da questão, em que se baseia para
> afirmá-la?

Eu não falei que a filosofia não possa contribuir com a resposta da
questão, o que eu disse foi:

"Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
ajuda nesta questão."

A contribuição da filosofia (para além da ciência), ao que me parece,
para o esclarecimento do que seja o espaço não é decisiva e não traz
algo melhor do que a resposta (parcial) que a ciência (sim, estou
considerando a ciência como parte da filosofia - por isso a minha
observação "para além da ciência") pode dar.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/02/2009 01:47

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato - Terra <jrma@...>
> Considerar que o Universo é plano em apenas "duas dimensões", como
> a superfície de um balão, é por demais forçada e, creio, já
> superada.

Nem tão forçada. Não se está a considerar que o Unverso tenha apenas
duas dimensões espaciais, o que se está é apresentando um *analogia*.

> Outra crença em questionamento é a conclusão de que o Universo está
> em expansão em razão do aumento do efeito Doppler nas ondas
> eletromagnéticas advindas de distâncias cada vez maiores. Esse
> efeito já está sendo considerado como um "desgaste" natural devido
> as inúmeras e diversas interferências existentes no longo
> "deslocamento" da onda/fóton desde sua origem até nossos aparelhos
> detectores.

A onda cansada... Ela é uma hipótese relativamente antiga e
encontra-se amplamente abandonada. Uma dos problemas graves da
hipótese é que ela prevê um "borramento" da imagem: as ondas deveriam
se dispersar nessas pretensas interações - coisa que não se observa
(telescópios de campo profundo conseguem imagens muito nítidas de
objetos muito distantes).

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/02/2009 16:09

Caro Léo,
 
Pensei que tivéssmos superado essa fase. Como já afirmei mais de uma vez, a própria ideia de que existe um método científico e de que ciência tem algo a dizer sobre o mundo é uma ideia filosófica. Veja, por exemplo, o caso dos chineses antigos. Eles foram excelentes arquitetos e engenheiros, mas nunca houve uma ciência chinesa. Por quê? Ora, porque eles não tinham a filosofia adequada. Para os chineses, o homem fazia parte do universo de uma forma tão forte que não havia sentido em se fazer a separação entre observador e observável, separação esta essencial para o desenvolvimento da ciência.
 
Se a importância da filosofia ocidental for só esta, a de ter possibilitado o surgimento da ciência moderna, já é uma importância colossal.
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br
 
 
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, January 31, 2009 10:31 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Sr. Dídimo,
 
esta não é uma lista de filosofia, é de Ciência; atente para o nome da lista: ciencialist ou carinhosamente C-List.
Pense: no que a filosofia poderia ser útil para resolver os problemas dos fenômenos físicos que ocorrem no Universo? Propondo hipóteses? Isto os físicos sabem fazer, com muito mais propriedade. Propondo experimentos? Imagine só ´filosofar sobre experimentos´!
De que adiantará a ´filosofia do espaço´ sem a comprovação experimental dos físicos e/ou observações acuradas de fenômenos pertinentes?
 
Espaço (funcionalmente) é a "função espaço": s = f(t)  , exemplo : s = a.cos(ø.t + ß) num sistema de unidades coerentes.
Espaço (geometricamente) é um volume, ou seja, uma medida de capacidade, em m³.
Espaço (astronomicamente) é o que preenche a região entre massas discretas; ele é feito de nada! Durante a expansão das massas, o espaço que permeia continua a ser o nada! Nada não é coisa que se expanda! Veja, por exemplo o interior da cabeça do ferrari.
Segue as demais ´definições´ apresentadas pelo Takata.
 
Retorno dizendo ... esta não é uma lista de filosofia. Ah! É fácil identificar lista de filosofia --- está pululando de nomes de autoridades e grandes pensadores, além de citações típicas de almanaque de direito.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Dídimo Matos
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, January 30, 2009 8:55 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Caro léo,
 
Vc fica cada dia mais engraçado. Não faz idéia de qual a natureza do espaço mas tem certeza que não é nada que a filosofia diga que é. Vou então te fazer uma perguntinha simples. Supondo que o universo é composto de tudo que existe, inclusive o espaço, quando ele se expande o espaço tbm?
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
_______________________
As explicações científicas são reais e completas,
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

Sent: Friday, January 30, 2009 12:41 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Eu diria que "espaço" é o que separa a filosofia da ciência,
e isto pode ser medido (dai deriva o conceito de ano-luz)
e, a maior previsão, é um incremento nesta separação (dai deriva o conceito de universo em expansão).
 
A filosofia está apoitada exatamente na saída do buraco negro (e dai deriva o conceito de descontinuidade). A natureza do espaço é a mesma que permeia a cabeça de filósofo; vácuo quase perfeito.
 
Fonte de consulta: Dicionário mirim do aprendiz de escoteiro (Disney).
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: rmtakata
Sent: Thursday, January 29, 2009 4:50 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Salve, Matos,

Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
ajuda nesta questão.

O que um físico pode dizer é: não sabemos exatamente o que é, mas
podemos medi-lo e fazer previsões a respeito.

Mas há várias outras respostas:
- é uma grandeza relacionada à extensão de um corpo e/ou à distância
entre dois eventos.
- é a componente do espaço-tempo que está relacionada à conservação do
momento (quantidade de movimento) pela invariância das leis físicas na
translação lagrangiana (ou, alternativamente, a componente que *não*
está relacionada à conservação de energia).
- é a região para além da atmosfera terrestre.
- é a fronteira final. J.T. Kirk.
- é pelo que lutam palestinos e israelenses.

[]s,

Roberto Takata


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: Dídimo Matos <didimo.george@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/02/2009 19:00

Olá Vicctor,
 
Minha pergunta foi quanto a natureza do espaço, não sei como a matemática ou a radioastronomia poderiam dizer algo a respeito disso. Só a física teórica especulativa, a cosmologia e a filosofia podem dizer algo acerca disso, de acordo com os meus conhecimentos da área.
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
_______________________
As explicações científicas são reais e completas,
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

From: J.Victor
Sent: Saturday, January 31, 2009 11:37 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Olá, Dídimo,

Tenho a impressão de que o Takata se refere ao fato de a filosofia não
trabalhar(ao menos até onde sei, claro) com as ferramentas
usadas na ciência, tais como: a indispensável matemática que descreve o
processo em exame, equipamentos diversos, como os usados na
astronomia, astrofísica, radioastronomia, elaboração de equipamentos e
procedimentos de testes, bajulação de áreas do Governo para conseguir
verbas para as pesquisas, etc.
Pois se alguma resposta concreta puder ser dada, em qq tempo, deverá
ser à base da observação, da medição, coleta
de dados, análises exaustivas desses dados, repetição dessas coletas,
comparações, essas coisas.
A matemática da teoria relevante pode prever eventos e comportamentos
da natureza, que os procedimentos acima, e só eles, podem confirmar ou
infirmar.

Esta resposta, que reflete o que penso, estaria muito fora do que você
imagina a respeito, segundo seu conhecimento na área?

Sds,
Victor.

Dídimo Matos escreveu:
>
> Caro Takata,
>
> É bastante curiosa a sua afirmação de que a filosofia não pode
> contribuir para a resposta da questão, em que se baseia para afirmá-la?
>
> Abraços,
> Dídimo Matos
> http://didimomatos.zip.net <http://didimomatos.zip.net>
>
> _______________________
> As explicações científicas são reais e completas,
> tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
> tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
> precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.
>
> *From:* rmtakata <mailto:roberto.takata@bol.com.br>
> *Sent:* Thursday, January 29, 2009 4:50 PM
> *To:* ciencialist@yahoogrupos.com.br
> <mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> *Subject:* [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
>
> Salve, Matos,
>
> Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
> ajuda nesta questão.
>
> O que um físico pode dizer é: não sabemos exatamente o que é, mas
> podemos medi-lo e fazer previsões a respeito.
>
> Mas há várias outras respostas:
> - é uma grandeza relacionada à extensão de um corpo e/ou à distância
> entre dois eventos.
> - é a componente do espaço-tempo que está relacionada à conservação do
> momento (quantidade de movimento) pela invariância das leis físicas na
> translação lagrangiana (ou, alternativamente, a componente que *não*
> está relacionada à conservação de energia).
> - é a região para além da atmosfera terrestre.
> - é a fronteira final. J.T. Kirk.
> - é pelo que lutam palestinos e israelenses.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br
> <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>, Dídimo Matos
> > Gostaria, que aqueles que não são adeptos de filosofia e que
> > declaram aqui que ela não serve pra nada me dissessem o que é o
> > Espaço e qual a sua natureza.
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: Dídimo Matos <didimo.george@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/02/2009 19:06

Caro Léo,
 
Eu não confundi a C-List com uma lista de filosofia, acho que a filosofia pode contribuir em muito com a ciência e vice-versa, físicos como Poincaré e Mach mostram isso com muita propriedade.
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
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tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

From: Luiz Ferraz Netto
Sent: Saturday, January 31, 2009 10:31 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Sr. Dídimo,
 
esta não é uma lista de filosofia, é de Ciência; atente para o nome da lista: ciencialist ou carinhosamente C-List.
Pense: no que a filosofia poderia ser útil para resolver os problemas dos fenômenos físicos que ocorrem no Universo? Propondo hipóteses? Isto os físicos sabem fazer, com muito mais propriedade. Propondo experimentos? Imagine só ´filosofar sobre experimentos´!
De que adiantará a ´filosofia do espaço´ sem a comprovação experimental dos físicos e/ou observações acuradas de fenômenos pertinentes?
 
Espaço (funcionalmente) é a "função espaço": s = f(t)  , exemplo : s = a.cos(ø.t + ß) num sistema de unidades coerentes.
Espaço (geometricamente) é um volume, ou seja, uma medida de capacidade, em m³.
Espaço (astronomicamente) é o que preenche a região entre massas discretas; ele é feito de nada! Durante a expansão das massas, o espaço que permeia continua a ser o nada! Nada não é coisa que se expanda! Veja, por exemplo o interior da cabeça do ferrari.
Segue as demais ´definições´ apresentadas pelo Takata.
 
Retorno dizendo ... esta não é uma lista de filosofia. Ah! É fácil identificar lista de filosofia --- está pululando de nomes de autoridades e grandes pensadores, além de citações típicas de almanaque de direito.
 
[]´
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----- Original Message -----
From: Dídimo Matos
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, January 30, 2009 8:55 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Caro léo,
 
Vc fica cada dia mais engraçado. Não faz idéia de qual a natureza do espaço mas tem certeza que não é nada que a filosofia diga que é. Vou então te fazer uma perguntinha simples. Supondo que o universo é composto de tudo que existe, inclusive o espaço, quando ele se expande o espaço tbm?
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
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As explicações científicas são reais e completas,
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

Sent: Friday, January 30, 2009 12:41 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Eu diria que "espaço" é o que separa a filosofia da ciência,
e isto pode ser medido (dai deriva o conceito de ano-luz)
e, a maior previsão, é um incremento nesta separação (dai deriva o conceito de universo em expansão).
 
A filosofia está apoitada exatamente na saída do buraco negro (e dai deriva o conceito de descontinuidade). A natureza do espaço é a mesma que permeia a cabeça de filósofo; vácuo quase perfeito.
 
Fonte de consulta: Dicionário mirim do aprendiz de escoteiro (Disney).
 
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----- Original Message -----
From: rmtakata
Sent: Thursday, January 29, 2009 4:50 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Salve, Matos,

Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
ajuda nesta questão.

O que um físico pode dizer é: não sabemos exatamente o que é, mas
podemos medi-lo e fazer previsões a respeito.

Mas há várias outras respostas:
- é uma grandeza relacionada à extensão de um corpo e/ou à distância
entre dois eventos.
- é a componente do espaço-tempo que está relacionada à conservação do
momento (quantidade de movimento) pela invariância das leis físicas na
translação lagrangiana (ou, alternativamente, a componente que *não*
está relacionada à conservação de energia).
- é a região para além da atmosfera terrestre.
- é a fronteira final. J.T. Kirk.
- é pelo que lutam palestinos e israelenses.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Dídimo Matos
> Gostaria, que aqueles que não são adeptos de filosofia e que
> declaram aqui que ela não serve pra nada me dissessem o que é o
> Espaço e qual a sua natureza.



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SUBJECT: Reichmann & Affonso Editores
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/02/2009 21:24

Alguém sabe o que aconteceu com a Reichmann & Affonso Editores? Essa editora
publicou a excelente série "Física", de Alaor Chaves, mas o site deles,
www.ra.inf.br, não está mais no ar. Faliram? Foram comprados?

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br



SUBJECT: Por que não retornamos à Lua?
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 02/02/2009 12:26

Por que não retornamos à Lua?

moonhoax32qhjk

Na comunidade CUB no Orkut, um participante fez uma série de perguntas que sim incomodam a muitos:

"Se os norte-americanos foram à Lua, por que não voltam lá hoje uma vez que nossa tecnologia é muito mais desenvolvida? Seria aquilo uma montagem em um estúdio? Ou será que eles foram lá e não podem voltar ou têm medo de voltar?"

O questionamento é mais do que relevante, a princípio, parece mesmo intrigante que há mais de três décadas não se tenha retornado ao satélite e que novos projetos para um retorno tripulado só se concretizem até 50 anos (!) após o último pouso da Apollo 17. Isso mesmo, um homem pisará novamente em solo lunar, se tudo correr bem, depois de 2020.

Livros inteiros poderiam ser escritos para responder a pergunta, mas o amigo Marcelo Domingues a respondeu de forma sucinta com mais perguntas:

"O Concorde foi fabricado na mesma época da ida à Lua, porém hoje não temos nenhum avião comercial supersônico em operação. Por que será se hoje temos muito mais tecnologia?

Em 1960, os exploradores Don Walsh e Jacques Piccard foram ao ponto mais profundo dos oceanos com um submersível chamado Trieste. Depois disso ninguém nunca mais lá esteve. Por qual motivo isso ocorreu se hoje temos muito mais tecnologia?

Responda essas perguntas e você perceberá por qual motivo depois das seis missões bem sucedidas ao solo lunar (isso mesmo foram 6!!!) nunca mais foram enviadas missões tripuladas para lá".


SUBJECT: Ameaças e agressões fazem blogueiro se afastar do TechCrunch
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/02/2009 12:30

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL979595-6174,00.html
-----------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/02/2009 12:46

Olá Alberto,
 
realmente ... seu lamento é pertinente ... e como!
 
Mas, vá lá, vamos comentar (sem consultar minhas duas brochuras de capa vermelha) a mensagem do consulente ao Espaço Científico Cultural.
 
comentário 1- O consulente escreve: "Tenho lido sobre o calor específico. Quanto maior o número atômico
(Z), menor é o valor do calor específico....",
ele fala de calor específico, conceito característico de substância, e a seguir fala de ´número atômico´, grandeza que interessa ao ´calor atômico´, distinto de ´calor específico´.
 
comentário 2- depois o consulente continua com: "Qual a explicação para o calor específico da água ser maior que o do gelo, e o calor específico do gelo ser menor que o do vapor de água?", mas nada fala em ´calor molar´. E, até aqui, não falou em graus de liberdade e livre percurso médio!
 
comentário 3- realmente, o conceito de calor específico, com todas suas variantes e anomalias, não é nada que se responda numa só tacada. O simples fato de que na fusão desmorona o edifício molecular já é fundamental nos ´porques´ (o corrente é que na fusão ocorra aumento de volume, mas, as anomalias existem!). A própria variação de pressão interfere no calor molar de fusão (princípio de Le Chatelier).
 
comentário 4- todavia, verificar as variáveis que participam dos ´porquês´ não é tão difícil, basta atentar para a definição geral de calor específico ou, simplesmente observar as grandezas na unidade de calor específico (unidade derivada): cal/(g.ºC) , por exemplo. Em palavras: que "quantidade de calor" (a) é necessário fornecer (b) à "unidade de massa" (c) dessa substância para incrementar seu estado térmico (d) em uma "unidade de temperatura (e).
(a)- é corrente denominar por "quantidade de calor" à energia potencial térmica que fica ´armazenada´ no corpo (substância); cal é a unidade corrente e J a oficial.
(b) fornecer como? variação da quantidade de movimento dos átomos constituintes da substância?
(c) massa é massa, mas as demais propriedades da massa, de um sólido, de um líquido ou de um gás são distintas.
(d) estado térmico da substância é função de ponto (temperatura) ... e o que o termômetro acusa não é função de ponto! É sua própria (do termômetro) temperatura média!
(e) porque, para gases se adota T absoluto (kelvin, rankine, termodinâmica) e para líquidos e sólidos pode ser temperatura relativa t (Celsius, fahrenheit, reaumur, batman)?
 
Final, para calores específicos de metais, intervêm ainda, pesos e calores atômicos.
 
PS: Não ajudou muito ... sorry.
 
[]´
 
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: Alberto Mesquita Filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, January 31, 2009 7:21 PM
Subject: [ciencialist] Sobre o calor específico

Olá companheiros

Ando meio sumido da Ciencialist pois estou sem tempo para me dedicar a
discussões e também porque, perdoem-me a sinceridade, a Ciencialist de
uns tempos para cá ficou muito chocha (privada de recheio, de miolo;
vazia, murcha, engelhada). Nem parece aquela mesma que está para
completar 10 anos de existência (a primeira msg oficial, como
Ciencialist, é de 18 de fevereiro de 1999) e com discussões
fantásticas de inúmeros temas, principalmente em física mas não só.

Ando sem tempo também para dedicar aos porquês da física e, até mesmo,
para discutir coisas a respeito da maldita física "moderna" que, de
uma maneira sutil e astuciosa tem deixado os porquês de lado, deixando
também muitas vezes de lado os "como", os "onde" e os "quando".

Bem, digo isso apenas para que não me acusem de enviar uma msg sem
descer a lenha na física "moderna" ;-). Mas vamos ao que interessa.

Recentemente recebi uma msg bastante interessante, sob o meu ponto de
vista (a relacionar-se aos porquês não só da física mas também da
química) e que mereceria alguma resposta a altura (ou seja, também
interessante). Como estou bastante atarefado neste início de ano
letivo, vou apenas transmitir aos colegas as dúvidas do consulente do
Espaço Científico Cultural, sem muitos comentários. É possível que
exista algo a respeito na internet e nesse caso ficaria agradecido
pelos links para que possa transmitir ao consulente. Se alguém quiser
discutir o tema, posso também enviar os comentários aqui surgidos.

O questionamento está exposto a seguir (reproduzo na íntegra sem citar
o consulente, pois ele não me autorizou a tal).

********início da citação**********
Professor Alberto, boa tarde!
Tenho lido sobre o calor específico. Quanto maior o número atômico
(Z), menor é o valor do calor específico. Por que? Qual a explicação
para o calor específico da água ser maior que o do gelo, e o calor
específico do gelo ser menor que o do vapor de água? Gostaria que o
senhor, caso possível, me explicasse todas as variáveis envolvidas
nisto, pois não encontrei ainda.
Obrigado.
********final da citação**********

É importante ressaltar que o consulente está interessado nos porquês,
logo não adianta responder com links que meramente reproduzam o que
ele já sabe (achados experimentais).

Parabéns à Ciencialist (e ao Brudna) pelos 10 anos de existência (a
serem completados no próximo dia 18) e pelo histórico fabuloso que tem
enobrecido sobremaneira a ciência nacional.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Gerador de Van der Graaf
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/02/2009 12:51


Belmiro,
 
no fundo, da mensagem do tal professor, tira-se: "não entendi nada pois não sei mexer com isso e nunca tinha visto antes!".
Este é o padrão médio dos professores atuais e, quando coloco aqui pedido de sugestões, no fundo estou pedindo como responder sem ferir melindres (e ou grosseiramente) que o dito cujo nada sabe e como deve proceder para vir a entender alguma coisa.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, January 31, 2009 3:12 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Gerador de Van der Graaf

     Mais ajuda ainda? O que ele quer saber mais? E que problemas técnicos são estes? Como tensionar mais a correia? Como ajustar as lâminas? Me poupe...
 
     [],s
 
     Belmiro

--- Em sáb, 31/1/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: [ciencialist] Fw: Gerador de Van der Graaf
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Data: Sábado, 31 de Janeiro de 2009, 11:57


mais ajuda ...
agradeço dicas.
 
[]´
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----- Original Message -----
Sent: Thursday, January 29, 2009 12:01 PM
Subject: Gerador de Van der Graaf

Bom dia Prof. Luiz Ferraz;
 
Meu nome é Ricardo Normando e gostaria de algumas informações acerca do gerador de Van de Graaf. Li seu material em http://www.feiradec iencias.com. br/sala11/ 11_03.asp e achei maravilhoso.
 
No entanto, tam algo que ainda não estou compreendendo.
 
Trabalho para uma escola do governo do estado do Ceará (sou recém contratado) e até o momento ainda não tinha tido contato com experimentos de laboratório. Tem muito material, mas os manuais foram extraviados. Pelo menos uma boa parte.
 
Então, gostaria de saber onde posso encontrar informações detalhadas acerca de funcinamento destes equipamentos, além de experimentos e soluções de problemas técnicos.
 
Desde já agradeço muito pela atenção dispensada.
 
Prof. Ricardo Normando 
 
 


Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes


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Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/02/2009 13:22

Kentaro,
 
Quando se faz pela primeira vez é uma aventura, uma proeza, um descortino, uma jornada, uma emoção, um embalo. A menos que a primeira vez tenha dado enorme "lucro" (nas mais variadas e profundas modalidades), a segunda vez perde totalmente a garra. A terceira, então, nem se fala!
Isto vale até para sexo!A queda da potência é exponencial. E viva o reino animal e sua preservação da espécie com troca indiscriminada de parceiros! :-)))
 
Hoje vc prefere ir ao pólo norte puxado por cachorros ou de helicóptero? Qual a graça atual disso, a menos de equipe geológica? Vc prefere subir ao Everest pela costa norte, de cordinha e grampos, e chegar lá em cima e ver que nada mudou ... tudo gelo e pressão mais baixa?
Já viu o capitão T. Kirk voltar ao planeta da aventura anterior?
 
Já viram tudo que a Lua poderia fornecer de substancial ... ou seja, nada! Só terrenos para alugar, e excelente local para se perder peso! Para o U.S.A. a Amazônia é muito mais interessante, sob vários pontos de vista. Lá na Lua tem alguém para comprar armas dos USA?
 
Quando for para testar alguma arma inédita, pode ter certeza, voltarão lá!
 
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From: Kentaro Mori
To: undisclosed-recipients:
Sent: Monday, February 02, 2009 12:26 PM
Subject: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?

Por que não retornamos à Lua?

moonhoax32qhjk

Na comunidade CUB no Orkut, um participante fez uma série de perguntas que sim incomodam a muitos:

"Se os norte-americanos foram à Lua, por que não voltam lá hoje uma vez que nossa tecnologia é muito mais desenvolvida? Seria aquilo uma montagem em um estúdio? Ou será que eles foram lá e não podem voltar ou têm medo de voltar?"

O questionamento é mais do que relevante, a princípio, parece mesmo intrigante que há mais de três décadas não se tenha retornado ao satélite e que novos projetos para um retorno tripulado só se concretizem até 50 anos (!) após o último pouso da Apollo 17. Isso mesmo, um homem pisará novamente em solo lunar, se tudo correr bem, depois de 2020.

Livros inteiros poderiam ser escritos para responder a pergunta, mas o amigo Marcelo Domingues a respondeu de forma sucinta com mais perguntas:

"O Concorde foi fabricado na mesma época da ida à Lua, porém hoje não temos nenhum avião comercial supersônico em operação. Por que será se hoje temos muito mais tecnologia?

Em 1960, os exploradores Don Walsh e Jacques Piccard foram ao ponto mais profundo dos oceanos com um submersível chamado Trieste. Depois disso ninguém nunca mais lá esteve. Por qual motivo isso ocorreu se hoje temos muito mais tecnologia?

Responda essas perguntas e você perceberá por qual motivo depois das seis missões bem sucedidas ao solo lunar (isso mesmo foram 6!!!) nunca mais foram enviadas missões tripuladas para lá".



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/02/2009 13:54

Oi Dídimo,
 
infelizmente, para vc, de sua mensagem eu só acredito no "versa" de seu vice-versa. Por outro lado, em que sua mensagem ficaria diferente se tivesse escrito:
 
"Eu não confundi a C-List com uma lista de filosofia, acho que a filosofia pode contribuir em muito com a ciência e vice-versa, físicos mostram isso com muita propriedade."
 
em vez de:
 
"Eu não confundi a C-List com uma lista de filosofia, acho que a filosofia pode contribuir em muito com a ciência e vice-versa, físicos como Poincaré e Mach mostram isso com muita propriedade."  
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Dídimo Matos
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 01, 2009 7:06 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Caro Léo,
 
Eu não confundi a C-List com uma lista de filosofia, acho que a filosofia pode contribuir em muito com a ciência e vice-versa, físicos como Poincaré e Mach mostram isso com muita propriedade.
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
_______________________
As explicações científicas são reais e completas,
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

Sent: Saturday, January 31, 2009 10:31 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Sr. Dídimo,
 
esta não é uma lista de filosofia, é de Ciência; atente para o nome da lista: ciencialist ou carinhosamente C-List.
Pense: no que a filosofia poderia ser útil para resolver os problemas dos fenômenos físicos que ocorrem no Universo? Propondo hipóteses? Isto os físicos sabem fazer, com muito mais propriedade. Propondo experimentos? Imagine só ´filosofar sobre experimentos´!
De que adiantará a ´filosofia do espaço´ sem a comprovação experimental dos físicos e/ou observações acuradas de fenômenos pertinentes?
 
Espaço (funcionalmente) é a "função espaço": s = f(t)  , exemplo : s = a.cos(ø.t + ß) num sistema de unidades coerentes.
Espaço (geometricamente) é um volume, ou seja, uma medida de capacidade, em m³.
Espaço (astronomicamente) é o que preenche a região entre massas discretas; ele é feito de nada! Durante a expansão das massas, o espaço que permeia continua a ser o nada! Nada não é coisa que se expanda! Veja, por exemplo o interior da cabeça do ferrari.
Segue as demais ´definições´ apresentadas pelo Takata.
 
Retorno dizendo ... esta não é uma lista de filosofia. Ah! É fácil identificar lista de filosofia --- está pululando de nomes de autoridades e grandes pensadores, além de citações típicas de almanaque de direito.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
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     ===========================
----- Original Message -----
Sent: Friday, January 30, 2009 8:55 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Caro léo,
 
Vc fica cada dia mais engraçado. Não faz idéia de qual a natureza do espaço mas tem certeza que não é nada que a filosofia diga que é. Vou então te fazer uma perguntinha simples. Supondo que o universo é composto de tudo que existe, inclusive o espaço, quando ele se expande o espaço tbm?
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
_______________________
As explicações científicas são reais e completas,
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

Sent: Friday, January 30, 2009 12:41 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Eu diria que "espaço" é o que separa a filosofia da ciência,
e isto pode ser medido (dai deriva o conceito de ano-luz)
e, a maior previsão, é um incremento nesta separação (dai deriva o conceito de universo em expansão).
 
A filosofia está apoitada exatamente na saída do buraco negro (e dai deriva o conceito de descontinuidade). A natureza do espaço é a mesma que permeia a cabeça de filósofo; vácuo quase perfeito.
 
Fonte de consulta: Dicionário mirim do aprendiz de escoteiro (Disney).
 
[]´
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
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----- Original Message -----
From: rmtakata
Sent: Thursday, January 29, 2009 4:50 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Salve, Matos,

Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
ajuda nesta questão.

O que um físico pode dizer é: não sabemos exatamente o que é, mas
podemos medi-lo e fazer previsões a respeito.

Mas há várias outras respostas:
- é uma grandeza relacionada à extensão de um corpo e/ou à distância
entre dois eventos.
- é a componente do espaço-tempo que está relacionada à conservação do
momento (quantidade de movimento) pela invariância das leis físicas na
translação lagrangiana (ou, alternativamente, a componente que *não*
está relacionada à conservação de energia).
- é a região para além da atmosfera terrestre.
- é a fronteira final. J.T. Kirk.
- é pelo que lutam palestinos e israelenses.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Dídimo Matos
> Gostaria, que aqueles que não são adeptos de filosofia e que
> declaram aqui que ela não serve pra nada me dissessem o que é o
> Espaço e qual a sua natureza.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/02/2009 14:14

Em outras palavras: a entropia tb funciona aqui!
 
É necessário uma certa dose de ´trabalho´ para manter a máquina C-List operando em regime constante; este trabalho está sendo negligenciado por respostas bobas e picuinhas (tais como as minhas para A³ e Belmiro) aqui na C-List.
E, para perturbar, acrescente-se a má participação de idéias filosóficas que levam os debates para nome-rologia (tipo Poincaré e Mach) e abstraem o equacionamento, os experimentos reais e a observação acurada em troca de ´critério especulativo´ de nomes importantes.
 
Muitos conceitos de porte foram vistos cá na lista, com resultados conclusivos, dentro da física clássica (não aquela dos livros textos com suas versões das leis!) ... nenhum dentro da física quântica! Todos entraram em ´colapso´ na hora da conclusão!
 
A questão do consulente do Alberto (calor específico) é exemplo típico do que tínhamos de habitual na C-List. E jamais alguém ficaria citando Choroedinger, Bohr, Planck, Raizsenberg, Amon-Rá, Tescatiploca, Jung, Xuxa, ... para dar resposta ao conceito.
 
[]´
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias.com.br
           leobarretos@uol.com.br
         luizferraz.netto@gmail.com
     http://www.feiradeciencias.com.br
     ===========================
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 01, 2009 1:23 AM
Subject: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico

Caro Alberto,

Todas as listas de discussão estão em decadência, não só a CList. Em 1999 só
existiam esses meios de comunicação, mas hoje existem dezenas de ferramentas
concorrentes (Orkut, Twitter, MSN, Skype, etc). Além disso, parece que o
pessoal cansou de discutir, discutir, e nunca concluir nada.

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br

----- Original Message -----
From: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, January 31, 2009 7:21 PM
Subject: [ciencialist] Sobre o calor específico

> Olá companheiros
>
> Ando meio sumido da Ciencialist pois estou sem tempo para me dedicar a
> discussões e também porque, perdoem-me a sinceridade, a Ciencialist de
> uns tempos para cá ficou muito chocha (privada de recheio, de miolo;
> vazia, murcha, engelhada). Nem parece aquela mesma que está para
> completar 10 anos de existência (a primeira msg oficial, como
> Ciencialist, é de 18 de fevereiro de 1999) e com discussões
> fantásticas de inúmeros temas, principalmente em física mas não só.
>
> Ando sem tempo também para dedicar aos porquês da física e, até mesmo,
> para discutir coisas a respeito da maldita física "moderna" que, de
> uma maneira sutil e astuciosa tem deixado os porquês de lado, deixando
> também muitas vezes de lado os "como", os "onde" e os "quando".
>
> Bem, digo isso apenas para que não me acusem de enviar uma msg sem
> descer a lenha na física "moderna" ;-). Mas vamos ao que interessa.
>
> Recentemente recebi uma msg bastante interessante, sob o meu ponto de
> vista (a relacionar-se aos porquês não só da física mas também da
> química) e que mereceria alguma resposta a altura (ou seja, também
> interessante). Como estou bastante atarefado neste início de ano
> letivo, vou apenas transmitir aos colegas as dúvidas do consulente do
> Espaço Científico Cultural, sem muitos comentários. É possível que
> exista algo a respeito na internet e nesse caso ficaria agradecido
> pelos links para que possa transmitir ao consulente. Se alguém quiser
> discutir o tema, posso também enviar os comentários aqui surgidos.
>
> O questionamento está exposto a seguir (reproduzo na íntegra sem citar
> o consulente, pois ele não me autorizou a tal).
>
> ********início da citação**********
> Professor Alberto, boa tarde!
> Tenho lido sobre o calor específico. Quanto maior o número atômico
> (Z), menor é o valor do calor específico. Por que? Qual a explicação
> para o calor específico da água ser maior que o do gelo, e o calor
> específico do gelo ser menor que o do vapor de água? Gostaria que o
> senhor, caso possível, me explicasse todas as variáveis envolvidas
> nisto, pois não encontrei ainda.
> Obrigado.
> ********final da citação**********
>
> É importante ressaltar que o consulente está interessado nos porquês,
> logo não adianta responder com links que meramente reproduzam o que
> ele já sabe (achados experimentais).
>
> Parabéns à Ciencialist (e ao Brudna) pelos 10 anos de existência (a
> serem completados no próximo dia 18) e pelo histórico fabuloso que tem
> enobrecido sobremaneira a ciência nacional.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>
>



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Version: 8.0.233 / Virus Database: 270.10.16/1926 - Release Date: 01/30/09 17:31:00

SUBJECT: Re: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/02/2009 14:58

Bem, eu nasci bem no meio da corrida espacial e fico até meio constrangido em dizer isso, mas a verdade é que os americanos só investiram em viagens à Lua porque os soviéticos estavam ameaçando chegar lá antes deles. Lembrem que os americanos já haviam sido derrotados pelos soviéticos duas vezes (primeiro satélite artificial e primeiro homem no espaço). Ser derrotados mais uma vez e ter o desprazer de ver um soviético pisando naquela "magnífica desolação" era coisa que nenhum norte-americano (ou, ao menos, nenhum WASP) gostaria de ver. Assim, não se trata de forma alguma de uma questão tecnológica. A questão é simplesmente que os soviéticos não existem mais! E, dado o cenário financeiro atual, mesmo que os soviéticos existissem, investir em um novo programa Apollo seria a última coisa que os norte-americanos fariam.
 
Abraços,
 
Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
alvaro@lunabay.com.br
 
 
----- Original Message -----
From: Kentaro Mori
Sent: Monday, February 02, 2009 12:26 PM
Subject: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?

Por que não retornamos à Lua?

moonhoax32qhjk

Na comunidade CUB no Orkut, um participante fez uma série de perguntas que sim incomodam a muitos:

"Se os norte-americanos foram à Lua, por que não voltam lá hoje uma vez que nossa tecnologia é muito mais desenvolvida? Seria aquilo uma montagem em um estúdio? Ou será que eles foram lá e não podem voltar ou têm medo de voltar?"

O questionamento é mais do que relevante, a princípio, parece mesmo intrigante que há mais de três décadas não se tenha retornado ao satélite e que novos projetos para um retorno tripulado só se concretizem até 50 anos (!) após o último pouso da Apollo 17. Isso mesmo, um homem pisará novamente em solo lunar, se tudo correr bem, depois de 2020.

Livros inteiros poderiam ser escritos para responder a pergunta, mas o amigo Marcelo Domingues a respondeu de forma sucinta com mais perguntas:

"O Concorde foi fabricado na mesma época da ida à Lua, porém hoje não temos nenhum avião comercial supersônico em operação. Por que será se hoje temos muito mais tecnologia?

Em 1960, os exploradores Don Walsh e Jacques Piccard foram ao ponto mais profundo dos oceanos com um submersível chamado Trieste. Depois disso ninguém nunca mais lá esteve. Por qual motivo isso ocorreu se hoje temos muito mais tecnologia?

Responda essas perguntas e você perceberá por qual motivo depois das seis missões bem sucedidas ao solo lunar (isso mesmo foram 6!!!) nunca mais foram enviadas missões tripuladas para lá".


SUBJECT: Jardim de areia: Zen, Sísifo e o Dalai Lama
FROM: Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com>
TO:
DATE: 02/02/2009 15:45

Jardim de areia: Zen, Sísifo e o Dalai Lama

Assista ao vídeo

Sisyphus é uma série de instalações de arte de Bruce Shapiro onde uma esfera de aço move como por mágica sobre areia, criando belos padrões que são então rapidamente apagados pela mesma esfera. Do artista:

"Observando os caminhos de areia sendo lenta e metodicamente criados, apenas para serem apagados e refeitos, lembrei-me do mito de Sísifo, um homem condenado eternamente a rolar uma rocha colina acima apenas para descobrir no dia seguinte que ela rolou de volta ao início".

A mágica é em verdade concretizada controlando a esfera de aço com um eletroímã em movimento abaixo da mesa, em um design surpreendentemente simples. Além da mitologia grega, a obra remete aos jardins do Zen budismo ou as Mandalas de areia tibetanas.

Construa as reflexões religiosas ou filosóficas que se queira, a arte tecnológica aplicando ciência de Shapiro é inspiradora e hipnotizante enquanto observamos a esfera mover-se e criar – e destruir – os padrões elaborados. Sisyphus II está em exibição no Learning Technology Center do Museu de Ciência de Minnesota, EUA, enquanto o Sisyphus III foi instalado no Technorama, no Centro de Ciência da Suíça próximo de Zurique.

Continue lendo para mais vídeos, imagens e links da série Sisyphus e outras obras curiosas de Bruce Shapiro.

Continue lendo »


SUBJECT: Re: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/02/2009 16:24

Caro Álvaro,

Honestamente, não havia sacado esses motivos, que ora apontas.
Sempre imaginei que egos ameaçados pudessem impulsionar algo daquele nível.
Achava que a coisa era técnica mesma, com foco científico, somente.
Teu raciocínio faz sentido. Boa sacada.

Sds,
Victor.


Alvaro Augusto (L) escreveu:
>
> Bem, eu nasci bem no meio da corrida espacial e fico até meio
> constrangido em dizer isso, mas a verdade é que os americanos só
> investiram em viagens à Lua porque os soviéticos estavam ameaçando
> chegar lá antes deles. Lembrem que os americanos já haviam sido
> derrotados pelos soviéticos duas vezes (primeiro satélite artificial e
> primeiro homem no espaço). Ser derrotados mais uma vez e ter o
> desprazer de ver um soviético pisando naquela "magnífica desolação"
> era coisa que nenhum norte-americano (ou, ao menos, nenhum WASP)
> gostaria de ver. Assim, não se trata de forma alguma de uma questão
> tecnológica. A questão é simplesmente que os soviéticos não existem
> mais! E, dado o cenário financeiro atual, mesmo que os soviéticos
> existissem, investir em um novo programa Apollo seria a última coisa
> que os norte-americanos fariam.
>
> Abraços,
>
> Alvaro Augusto de Almeida
> http://alvaroaugusto.blogspot.com <http://alvaroaugusto.blogspot.com>
> alvaro@lunabay.com.br <mailto:alvaro@lunabay.com.br>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> *From:* Kentaro Mori <mailto:kentaro.mori@gmail.com>
> *Sent:* Monday, February 02, 2009 12:26 PM
> *Subject:* [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?
>
>
> Por que não retornamos à Lua?
> <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=1605>
>
> moonhoax32qhjk
>
> Na comunidade CUB no Orkut
> <http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=15717106&tid=5297103884810123976&na=1&nst=1>,
> um participante fez uma série de perguntas que sim incomodam a muitos:
>
> "Se os norte-americanos foram à Lua, *por que não voltam lá
> hoje uma vez que nossa tecnologia é muito mais desenvolvida?*
> Seria aquilo uma montagem em um estúdio? Ou será que eles
> foram lá e não podem voltar ou têm medo de voltar?"
>
> O questionamento é mais do que relevante, a princípio, parece
> mesmo intrigante que há mais de três décadas não se tenha
> retornado ao satélite e que novos projetos para um retorno
> tripulado só se concretizem até 50 anos (!) após o último pouso da
> Apollo 17. Isso mesmo, um homem pisará novamente em solo lunar, se
> tudo correr bem, depois de 2020.
>
> Livros inteiros poderiam ser escritos para responder a pergunta,
> mas o amigo *Marcelo Domingues <http://www.google.com/reader/>* a
> respondeu de forma sucinta com mais perguntas:
>
> "O *Concorde <http://veja.abril.com.br/020800/p_114.html>* foi
> fabricado na mesma época da ida à Lua, porém hoje não temos
> nenhum avião comercial supersônico em operação. Por que será
> se hoje temos muito mais tecnologia?
>
> Em 1960, os exploradores *Don Walsh* e *Jacques Piccard* foram
> ao ponto mais profundo dos oceanos com um submersível chamado
> *Trieste <http://en.wikipedia.org/wiki/Bathyscaphe_Trieste>*.
> Depois disso ninguém nunca mais lá esteve. Por qual motivo
> isso ocorreu se hoje temos muito mais tecnologia?
>
> Responda essas perguntas e você perceberá por qual motivo
> depois das seis missões bem sucedidas ao solo lunar (isso
> mesmo foram 6!!!) nunca mais foram enviadas missões tripuladas
> para lá".
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?
FROM: luiz silva <luizfelipecsrj@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/02/2009 17:09

Pra fazer o q ?!?!

--- Em seg, 2/2/09, Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br> escreveu:
De: Alvaro Augusto (L) <alvaro@lunabay.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009, 14:58

Bem, eu nasci bem no meio da corrida espacial e fico até meio constrangido em dizer isso, mas a verdade é que os americanos só investiram em viagens à Lua porque os soviéticos estavam ameaçando chegar lá antes deles. Lembrem que os americanos já haviam sido derrotados pelos soviéticos duas vezes (primeiro satélite artificial e primeiro homem no espaço). Ser derrotados mais uma vez e ter o desprazer de ver um soviético pisando naquela "magnífica desolação" era coisa que nenhum norte-americano (ou, ao menos, nenhum WASP) gostaria de ver. Assim, não se trata de forma alguma de uma questão tecnológica. A questão é simplesmente que os soviéticos não existem mais! E, dado o cenário financeiro atual, mesmo que os soviéticos existissem, investir em um novo programa Apollo seria a última coisa que os norte-americanos fariam.
 
Abraços,
 
 
 
----- Original Message -----
Sent: Monday, February 02, 2009 12:26 PM
Subject: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?

Por que não retornamos à Lua?

moonhoax32qhjk
Na comunidade CUB no Orkut, um participante fez uma série de perguntas que sim incomodam a muitos:
"Se os norte-americanos foram à Lua, por que não voltam lá hoje uma vez que nossa tecnologia é muito mais desenvolvida? Seria aquilo uma montagem em um estúdio? Ou será que eles foram lá e não podem voltar ou têm medo de voltar?"
O questionamento é mais do que relevante, a princípio, parece mesmo intrigante que há mais de três décadas não se tenha retornado ao satélite e que novos projetos para um retorno tripulado só se concretizem até 50 anos (!) após o último pouso da Apollo 17. Isso mesmo, um homem pisará novamente em solo lunar, se tudo correr bem, depois de 2020.
Livros inteiros poderiam ser escritos para responder a pergunta, mas o amigo Marcelo Domingues a respondeu de forma sucinta com mais perguntas:
"O Concorde foi fabricado na mesma época da ida à Lua, porém hoje não temos nenhum avião comercial supersônico em operação. Por que será se hoje temos muito mais tecnologia?
Em 1960, os exploradores Don Walsh e Jacques Piccard foram ao ponto mais profundo dos oceanos com um submersível chamado Trieste. Depois disso ninguém nunca mais lá esteve. Por qual motivo isso ocorreu se hoje temos muito mais tecnologia?
Responda essas perguntas e você perceberá por qual motivo depois das seis missões bem sucedidas ao solo lunar (isso mesmo foram 6!!!) nunca mais foram enviadas missões tripuladas para lá".


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/02/2009 17:33

      Então, para reacender os debates, uma questão:
 
      Considere a velocidade média aleatória de um elétron, "u", comprimento médio do trajeto "l" e sua massa "m". O tempo médio entre as colisões é: t=l/u. Quando um campo elétrico "E" atua, a aceleração produzida é a=F/m, onde F=eE, sendo "e" a carga eletrônica. Durante o tempo "t" o elétron adquire uma componente de velocidade no sentido da força dado por vf = at onde vf é a velocidade final no momento da colisão.Assim, a velocidade de arrastamento "v", que é a velocidade média, dado que o elétron inicia com velocidade zero, é:  v=vf/2. Substituindo todas as variáveis anteriores, temos:
     v = e l E/2mu.    O problema é que a velocidade de arrastamento em alguns livros de Física é dado por essa relação (Exemplo, Sears/Zemanski) enquanto que os livros de Eletromagnetismo, consideram a velocidade de arrastamento como a velocidade final do elétron, v=vf. E aí, como fica? Eu, particularmente acho coerente considerar metade da velocidade final, e nenhum dos livros de Eletromagnetismo justifica o fato de utilizar a velocidade final.
 
    Um abraço
 
    Belmiro
 

--- Em seg, 2/2/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009, 16:14

Em outras palavras: a entropia tb funciona aqui!
 
É necessário uma certa dose de ´trabalho´ para manter a máquina C-List operando em regime constante; este trabalho está sendo negligenciado por respostas bobas e picuinhas (tais como as minhas para A³ e Belmiro) aqui na C-List.
E, para perturbar, acrescente-se a má participação de idéias filosóficas que levam os debates para nome-rologia (tipo Poincaré e Mach) e abstraem o equacionamento, os experimentos reais e a observação acurada em troca de ´critério especulativo´ de nomes importantes.
 
Muitos conceitos de porte foram vistos cá na lista, com resultados conclusivos, dentro da física clássica (não aquela dos livros textos com suas versões das leis!) ... nenhum dentro da física quântica! Todos entraram em ´colapso´ na hora da conclusão!
 
A questão do consulente do Alberto (calor específico) é exemplo típico do que tínhamos de habitual na C-List. E jamais alguém ficaria citando Choroedinger, Bohr, Planck, Raizsenberg, Amon-Rá, Tescatiploca, Jung, Xuxa, ... para dar resposta ao conceito.
 
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Sent: Sunday, February 01, 2009 1:23 AM
Subject: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico

Caro Alberto,

Todas as listas de discussão estão em decadência, não só a CList. Em 1999 só
existiam esses meios de comunicação, mas hoje existem dezenas de ferramentas
concorrentes (Orkut, Twitter, MSN, Skype, etc). Além disso, parece que o
pessoal cansou de discutir, discutir, e nunca concluir nada.

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugust o.blogspot. com
alvaro@lunabay. com.br

----- Original Message -----
From: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol. com.br>
To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Sent: Saturday, January 31, 2009 7:21 PM
Subject: [ciencialist] Sobre o calor específico

> Olá companheiros
>
> Ando meio sumido da Ciencialist pois estou sem tempo para me dedicar a
> discussões e também porque, perdoem-me a sinceridade, a Ciencialist de
> uns tempos para cá ficou muito chocha (privada de recheio, de miolo;
> vazia, murcha, engelhada). Nem parece aquela mesma que está para
> completar 10 anos de existência (a primeira msg oficial, como
> Ciencialist, é de 18 de fevereiro de 1999) e com discussões
> fantásticas de inúmeros temas, principalmente em física mas não só.
>
> Ando sem tempo também para dedicar aos porquês da física e, até mesmo,
> para discutir coisas a respeito da maldita física "moderna" que, de
> uma maneira sutil e astuciosa tem deixado os porquês de lado, deixando
> também muitas vezes de lado os "como", os "onde" e os "quando".
>
> Bem, digo isso apenas para que não me acusem de enviar uma msg sem
> descer a lenha na física "moderna" ;-). Mas vamos ao que interessa.
>
> Recentemente recebi uma msg bastante interessante, sob o meu ponto de
> vista (a relacionar-se aos porquês não só da física mas também da
> química) e que mereceria alguma resposta a altura (ou seja, também
> interessante) . Como estou bastante atarefado neste início de ano
> letivo, vou apenas transmitir aos colegas as dúvidas do consulente do
> Espaço Científico Cultural, sem muitos comentários. É possível que
> exista algo a respeito na internet e nesse caso ficaria agradecido
> pelos links para que possa transmitir ao consulente. Se alguém quiser
> discutir o tema, posso também enviar os comentários aqui surgidos.
>
> O questionamento está exposto a seguir (reproduzo na íntegra sem citar
> o consulente, pois ele não me autorizou a tal).
>
> ********início da citação******* ***
> Professor Alberto, boa tarde!
> Tenho lido sobre o calor específico. Quanto maior o número atômico
> (Z), menor é o valor do calor específico. Por que? Qual a explicação
> para o calor específico da água ser maior que o do gelo, e o calor
> específico do gelo ser menor que o do vapor de água? Gostaria que o
> senhor, caso possível, me explicasse todas as variáveis envolvidas
> nisto, pois não encontrei ainda.
> Obrigado.
> ********final da citação******* ***
>
> É importante ressaltar que o consulente está interessado nos porquês,
> logo não adianta responder com links que meramente reproduzam o que
> ele já sabe (achados experimentais) .
>
> Parabéns à Ciencialist (e ao Brudna) pelos 10 anos de existência (a
> serem completados no próximo dia 18) e pelo histórico fabuloso que tem
> enobrecido sobremaneira a ciência nacional.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificoc ultural.com/ indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>
>



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?
FROM: Erich Weick <erich_weick@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/02/2009 18:21

Atualmente é menos arriscado e mais interessante, cientificamente e economicamente, enviar várias sondas para os diversos confins do sistema solar, como estão fazendo em relação à Marte por exemplo.
 
Possivelmente logo teremos a confirmação definitiva da existência de água fora da Terra, futuramente até amostras trazidas devolta por outras sondas e, talvez, ainda a descoberta de vida microbiana extraterrestre, fóssil ou não.
 
Além de ampliar enormemente o conhecimento científico sobre esses lugares, vai-se preparando terreno para uma futura "aventura" para estes lugares.
 
Abraços.
Erich
 

--- Em seg, 2/2/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009, 13:22

Kentaro,
 
Quando se faz pela primeira vez é uma aventura, uma proeza, um descortino, uma jornada, uma emoção, um embalo. A menos que a primeira vez tenha dado enorme "lucro" (nas mais variadas e profundas modalidades) , a segunda vez perde totalmente a garra. A terceira, então, nem se fala!
Isto vale até para sexo!A queda da potência é exponencial. E viva o reino animal e sua preservação da espécie com troca indiscriminada de parceiros! :-)))
 
Hoje vc prefere ir ao pólo norte puxado por cachorros ou de helicóptero? Qual a graça atual disso, a menos de equipe geológica? Vc prefere subir ao Everest pela costa norte, de cordinha e grampos, e chegar lá em cima e ver que nada mudou ... tudo gelo e pressão mais baixa?
Já viu o capitão T. Kirk voltar ao planeta da aventura anterior?
 
Já viram tudo que a Lua poderia fornecer de substancial ... ou seja, nada! Só terrenos para alugar, e excelente local para se perder peso! Para o U.S.A. a Amazônia é muito mais interessante, sob vários pontos de vista. Lá na Lua tem alguém para comprar armas dos USA?
 
Quando for para testar alguma arma inédita, pode ter certeza, voltarão lá!
 
[]´
 
 
 
 
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
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     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Monday, February 02, 2009 12:26 PM
Subject: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?

Por que não retornamos à Lua?

moonhoax32qhjk
Na comunidade CUB no Orkut, um participante fez uma série de perguntas que sim incomodam a muitos:
"Se os norte-americanos foram à Lua, por que não voltam lá hoje uma vez que nossa tecnologia é muito mais desenvolvida? Seria aquilo uma montagem em um estúdio? Ou será que eles foram lá e não podem voltar ou têm medo de voltar?"
O questionamento é mais do que relevante, a princípio, parece mesmo intrigante que há mais de três décadas não se tenha retornado ao satélite e que novos projetos para um retorno tripulado só se concretizem até 50 anos (!) após o último pouso da Apollo 17. Isso mesmo, um homem pisará novamente em solo lunar, se tudo correr bem, depois de 2020.
Livros inteiros poderiam ser escritos para responder a pergunta, mas o amigo Marcelo Domingues a respondeu de forma sucinta com mais perguntas:
"O Concorde foi fabricado na mesma época da ida à Lua, porém hoje não temos nenhum avião comercial supersônico em operação. Por que será se hoje temos muito mais tecnologia?
Em 1960, os exploradores Don Walsh e Jacques Piccard foram ao ponto mais profundo dos oceanos com um submersível chamado Trieste. Depois disso ninguém nunca mais lá esteve. Por qual motivo isso ocorreu se hoje temos muito mais tecnologia?
Responda essas perguntas e você perceberá por qual motivo depois das seis missões bem sucedidas ao solo lunar (isso mesmo foram 6!!!) nunca mais foram enviadas missões tripuladas para lá".


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: José Renato - Terra <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/02/2009 19:35

É uma analogia forçada quando passa a considerar que o eixo dimensional
perpendicular à superfície do balão é uma dimensão diversa das espaciais
conhecidas.
Onda cansada? Diria que é um sinal eletromagnético "desgastado" por inúmeras
interferências existentes no trajeto durante bilhões de anos, que desloca as
faixas de identificação dos elementos químicos de modo semelhando ao
provocado pelo efeito Doppler. Isso não invalida a possibilidade de ocorrer
sinais nítidos que realmente se afastam de nós. O que é curioso e chama a
atenção é que os emissores dos sinais mais longínquos são os que parecem se
deslocar com maior velocidade de afastamento de nós.
[]s
José Renato
...........................................

----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Sunday, February 01, 2009 12:47 AM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato - Terra <jrma@...>
> Considerar que o Universo é plano em apenas "duas dimensões", como
> a superfície de um balão, é por demais forçada e, creio, já
> superada.

Nem tão forçada. Não se está a considerar que o Unverso tenha apenas
duas dimensões espaciais, o que se está é apresentando um *analogia*.

> Outra crença em questionamento é a conclusão de que o Universo está
> em expansão em razão do aumento do efeito Doppler nas ondas
> eletromagnéticas advindas de distâncias cada vez maiores. Esse
> efeito já está sendo considerado como um "desgaste" natural devido
> as inúmeras e diversas interferências existentes no longo
> "deslocamento" da onda/fóton desde sua origem até nossos aparelhos
> detectores.

A onda cansada... Ela é uma hipótese relativamente antiga e
encontra-se amplamente abandonada. Uma dos problemas graves da
hipótese é que ela prevê um "borramento" da imagem: as ondas deveriam
se dispersar nessas pretensas interações - coisa que não se observa
(telescópios de campo profundo conseguem imagens muito nítidas de
objetos muito distantes).

[]s,

Roberto Takata


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Atualizado em 02/02/2009




SUBJECT: Re: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/02/2009 21:25

Victor,

Pelo bem da verdade, tenho que acrescentar que minha interpretação está
longe de ser original.

Abraços,

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 02, 2009 4:24 PM
Subject: Re: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?


> Caro Álvaro,
>
> Honestamente, não havia sacado esses motivos, que ora apontas.
> Sempre imaginei que egos ameaçados pudessem impulsionar algo daquele
> nível.
> Achava que a coisa era técnica mesma, com foco científico, somente.
> Teu raciocínio faz sentido. Boa sacada.
>
> Sds,
> Victor.
>
>
> Alvaro Augusto (L) escreveu:
>>
>> Bem, eu nasci bem no meio da corrida espacial e fico até meio
>> constrangido em dizer isso, mas a verdade é que os americanos só
>> investiram em viagens à Lua porque os soviéticos estavam ameaçando
>> chegar lá antes deles. Lembrem que os americanos já haviam sido
>> derrotados pelos soviéticos duas vezes (primeiro satélite artificial e
>> primeiro homem no espaço). Ser derrotados mais uma vez e ter o
>> desprazer de ver um soviético pisando naquela "magnífica desolação"
>> era coisa que nenhum norte-americano (ou, ao menos, nenhum WASP)
>> gostaria de ver. Assim, não se trata de forma alguma de uma questão
>> tecnológica. A questão é simplesmente que os soviéticos não existem
>> mais! E, dado o cenário financeiro atual, mesmo que os soviéticos
>> existissem, investir em um novo programa Apollo seria a última coisa
>> que os norte-americanos fariam.
>>
>> Abraços,
>>
>> Alvaro Augusto de Almeida
>> http://alvaroaugusto.blogspot.com <http://alvaroaugusto.blogspot.com>
>> alvaro@lunabay.com.br <mailto:alvaro@lunabay.com.br>
>>
>>
>>
>> ----- Original Message -----
>> *From:* Kentaro Mori <mailto:kentaro.mori@gmail.com>
>> *Sent:* Monday, February 02, 2009 12:26 PM
>> *Subject:* [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?
>>
>>
>> Por que não retornamos à Lua?
>> <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=1605>
>>
>> moonhoax32qhjk
>>
>> Na comunidade CUB no Orkut
>>
>> <http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=15717106&tid=5297103884810123976&na=1&nst=1>,
>> um participante fez uma série de perguntas que sim incomodam a
>> muitos:
>>
>> "Se os norte-americanos foram à Lua, *por que não voltam lá
>> hoje uma vez que nossa tecnologia é muito mais desenvolvida?*
>> Seria aquilo uma montagem em um estúdio? Ou será que eles
>> foram lá e não podem voltar ou têm medo de voltar?"
>>
>> O questionamento é mais do que relevante, a princípio, parece
>> mesmo intrigante que há mais de três décadas não se tenha
>> retornado ao satélite e que novos projetos para um retorno
>> tripulado só se concretizem até 50 anos (!) após o último pouso da
>> Apollo 17. Isso mesmo, um homem pisará novamente em solo lunar, se
>> tudo correr bem, depois de 2020.
>>
>> Livros inteiros poderiam ser escritos para responder a pergunta,
>> mas o amigo *Marcelo Domingues <http://www.google.com/reader/>* a
>> respondeu de forma sucinta com mais perguntas:
>>
>> "O *Concorde <http://veja.abril.com.br/020800/p_114.html>* foi
>> fabricado na mesma época da ida à Lua, porém hoje não temos
>> nenhum avião comercial supersônico em operação. Por que será
>> se hoje temos muito mais tecnologia?
>>
>> Em 1960, os exploradores *Don Walsh* e *Jacques Piccard* foram
>> ao ponto mais profundo dos oceanos com um submersível chamado
>> *Trieste <http://en.wikipedia.org/wiki/Bathyscaphe_Trieste>*.
>> Depois disso ninguém nunca mais lá esteve. Por qual motivo
>> isso ocorreu se hoje temos muito mais tecnologia?
>>
>> Responda essas perguntas e você perceberá por qual motivo
>> depois das seis missões bem sucedidas ao solo lunar (isso
>> mesmo foram 6!!!) nunca mais foram enviadas missões tripuladas
>> para lá".
>>
>>
>



SUBJECT: Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/02/2009 01:48

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato - Terra <jrma@...>
> É uma analogia forçada quando passa a considerar que o eixo
> dimensional perpendicular à superfície do balão é uma dimensão
> diversa das espaciais conhecidas.

Pense nesse eixo como a dimensão tempo.

> Onda cansada? Diria que é um sinal eletromagnético "desgastado" por
> inúmeras interferências existentes no trajeto durante bilhões de
> anos, que desloca as faixas de identificação dos elementos químicos
> de modo semelhando ao provocado pelo efeito Doppler.

Isso faria com que os objetos com que a luz interagisse se aquecesse.
E, sim, invalida a possibilidade da maioria dos sinais serem bastante
nítidos - a cada interação, a onda sofreria um espalhamento e teríamos
borrões em vez de imagens de galáxias distantes.

> O que é curioso e chama a atenção é que os emissores dos sinais
> mais longínquos são os que parecem se deslocar com maior velocidade
> de afastamento de nós.

Essa relação - lei de Hubble - é imediatamente explicada por meio do
efeito Doppler com um Universo em expansão.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/02/2009 09:17

É isso ai Belmiro! Vou complementar a coisa, pois boa parte vc já citou.
 
Primeiro uma figurinha de referência, onde o elétron P, que no intervalo de tempo t entre dois choques, deveria se colocar em Q, foi parar em Q´ devido ao deslocamento QQ´ que o campo elétrico lhe comunicou, paralelamente ao eixo do condutor homogêneo.
 
 
Indiquemos por "s" a seção do condutor cilíndrico homogêneo e seja U = V1-V2 a d.d.p. existente entre as duas seções retas indicadas, separadas pelas distância "L". Seja "a" o percurso médio que o elétron segue, entre dois choques consecutivos contra os átomos (ou íons positivos do metal). Se "u" é a velocidade média de agitação dos elétrons livres, o intervalo de tempo ´gasto´ por um elétron para efetuar seu livre percurso médio a é ø = a/u (vamos admitir que este valor seja verdadeiro para todos os elétrons livres).
Entre dois choques, durante o intervalo de tempo ø, o elétron de carga "e" e massa "m", é solicitado pela força F = e.|E| , paralela, mas em sentido oposto ao campo elétrico E, que lhe comunica uma aceleração g (de gama) = F/m = e.E/m (características vetoriais de F).
 
Aqui começa a solução do "enrosco":
 
Durante o intervalo de tempo ø, sob a ação de F, o elétron se desloca, pois, paralelamente ao eixo do condutor, mas em sentido oposto ao campo, de uma distância  z = (1/2).g.ø². O campo elétrico lhe comunica, assim, paralelamente ao eixo, uma velocidade média  v = z/ø = (1/2).g.ø = (1/2).(e/m).E.ø .
O campo comunica, portanto, aos elétrons um movimento de conjunto, de velocidade v segundo o eixo, que se superpõe à sua agitação desordenada.
Deixemos este resultado cá em destaque [ v = = (1/2).(e/m).E.ø ] e continuemos com vários outros propósitos:
 
Se o metal em questão contém "n" elétrons livres por "cm³", animados de velocidade média "v" segundo o eixo, então, o número de elétrons que atravessam um seção transversal de área "s" do condutor, na unidade de tempo, será: N = n.s.v .
Disso resulta que a intensidade de corrente elétrica é  I = N.e = n.s.v.e = n.e.s.(1/2).(e/m).E.ø = n.e².ø.s.E/2m.
Lembrando que E = U/L, pomos: I = n.e².ø.s.(U/L)/2m = U/[2mL/n.e².ø.s] ... que é a lei de OHM!
 
Disso, vê-se que  R = [2m/(n.e².ø)].L/s.
 
Fazendo 2m/(n.e².ø) = ð, tem-se  R = ð.L/s , que é a lei de Ohm-Pouillet (mais conhecida como 2a lei de Ohm).
 
se não escorreguei ... é isso ai.
 
[]´
 
 
     ===========================
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----- Original Message -----
From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 02, 2009 5:33 PM
Subject: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico

      Então, para reacender os debates, uma questão:
 
      Considere a velocidade média aleatória de um elétron, "u", comprimento médio do trajeto "l" e sua massa "m". O tempo médio entre as colisões é: t=l/u. Quando um campo elétrico "E" atua, a aceleração produzida é a=F/m, onde F=eE, sendo "e" a carga eletrônica. Durante o tempo "t" o elétron adquire uma componente de velocidade no sentido da força dado por vf = at onde vf é a velocidade final no momento da colisão.Assim, a velocidade de arrastamento "v", que é a velocidade média, dado que o elétron inicia com velocidade zero, é:  v=vf/2. Substituindo todas as variáveis anteriores, temos:
     v = e l E/2mu.    O problema é que a velocidade de arrastamento em alguns livros de Física é dado por essa relação (Exemplo, Sears/Zemanski) enquanto que os livros de Eletromagnetismo, consideram a velocidade de arrastamento como a velocidade final do elétron, v=vf. E aí, como fica? Eu, particularmente acho coerente considerar metade da velocidade final, e nenhum dos livros de Eletromagnetismo justifica o fato de utilizar a velocidade final.
 
    Um abraço
 
    Belmiro
 

--- Em seg, 2/2/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009, 16:14

Em outras palavras: a entropia tb funciona aqui!
 
É necessário uma certa dose de ´trabalho´ para manter a máquina C-List operando em regime constante; este trabalho está sendo negligenciado por respostas bobas e picuinhas (tais como as minhas para A³ e Belmiro) aqui na C-List.
E, para perturbar, acrescente-se a má participação de idéias filosóficas que levam os debates para nome-rologia (tipo Poincaré e Mach) e abstraem o equacionamento, os experimentos reais e a observação acurada em troca de ´critério especulativo´ de nomes importantes.
 
Muitos conceitos de porte foram vistos cá na lista, com resultados conclusivos, dentro da física clássica (não aquela dos livros textos com suas versões das leis!) ... nenhum dentro da física quântica! Todos entraram em ´colapso´ na hora da conclusão!
 
A questão do consulente do Alberto (calor específico) é exemplo típico do que tínhamos de habitual na C-List. E jamais alguém ficaria citando Choroedinger, Bohr, Planck, Raizsenberg, Amon-Rá, Tescatiploca, Jung, Xuxa, ... para dar resposta ao conceito.
 
[]´
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----- Original Message -----
Sent: Sunday, February 01, 2009 1:23 AM
Subject: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico

Caro Alberto,

Todas as listas de discussão estão em decadência, não só a CList. Em 1999 só
existiam esses meios de comunicação, mas hoje existem dezenas de ferramentas
concorrentes (Orkut, Twitter, MSN, Skype, etc). Além disso, parece que o
pessoal cansou de discutir, discutir, e nunca concluir nada.

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugust o.blogspot. com
alvaro@lunabay. com.br

----- Original Message -----
From: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol. com.br>
To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Sent: Saturday, January 31, 2009 7:21 PM
Subject: [ciencialist] Sobre o calor específico

> Olá companheiros
>
> Ando meio sumido da Ciencialist pois estou sem tempo para me dedicar a
> discussões e também porque, perdoem-me a sinceridade, a Ciencialist de
> uns tempos para cá ficou muito chocha (privada de recheio, de miolo;
> vazia, murcha, engelhada). Nem parece aquela mesma que está para
> completar 10 anos de existência (a primeira msg oficial, como
> Ciencialist, é de 18 de fevereiro de 1999) e com discussões
> fantásticas de inúmeros temas, principalmente em física mas não só.
>
> Ando sem tempo também para dedicar aos porquês da física e, até mesmo,
> para discutir coisas a respeito da maldita física "moderna" que, de
> uma maneira sutil e astuciosa tem deixado os porquês de lado, deixando
> também muitas vezes de lado os "como", os "onde" e os "quando".
>
> Bem, digo isso apenas para que não me acusem de enviar uma msg sem
> descer a lenha na física "moderna" ;-). Mas vamos ao que interessa.
>
> Recentemente recebi uma msg bastante interessante, sob o meu ponto de
> vista (a relacionar-se aos porquês não só da física mas também da
> química) e que mereceria alguma resposta a altura (ou seja, também
> interessante) . Como estou bastante atarefado neste início de ano
> letivo, vou apenas transmitir aos colegas as dúvidas do consulente do
> Espaço Científico Cultural, sem muitos comentários. É possível que
> exista algo a respeito na internet e nesse caso ficaria agradecido
> pelos links para que possa transmitir ao consulente. Se alguém quiser
> discutir o tema, posso também enviar os comentários aqui surgidos.
>
> O questionamento está exposto a seguir (reproduzo na íntegra sem citar
> o consulente, pois ele não me autorizou a tal).
>
> ********início da citação******* ***
> Professor Alberto, boa tarde!
> Tenho lido sobre o calor específico. Quanto maior o número atômico
> (Z), menor é o valor do calor específico. Por que? Qual a explicação
> para o calor específico da água ser maior que o do gelo, e o calor
> específico do gelo ser menor que o do vapor de água? Gostaria que o
> senhor, caso possível, me explicasse todas as variáveis envolvidas
> nisto, pois não encontrei ainda.
> Obrigado.
> ********final da citação******* ***
>
> É importante ressaltar que o consulente está interessado nos porquês,
> logo não adianta responder com links que meramente reproduzam o que
> ele já sabe (achados experimentais) .
>
> Parabéns à Ciencialist (e ao Brudna) pelos 10 anos de existência (a
> serem completados no próximo dia 18) e pelo histórico fabuloso que tem
> enobrecido sobremaneira a ciência nacional.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificoc ultural.com/ indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>
>



No virus found in this incoming message.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/02/2009 09:25

errata na figurinha: QQ´ é horizontal (ou melhor, paralelo a E).
[]´
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From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 03, 2009 9:17 AM
Subject: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico

É isso ai Belmiro! Vou complementar a coisa, pois boa parte vc já citou.
 
Primeiro uma figurinha de referência, onde o elétron P, que no intervalo de tempo t entre dois choques, deveria se colocar em Q, foi parar em Q´ devido ao deslocamento QQ´ que o campo elétrico lhe comunicou, paralelamente ao eixo do condutor homogêneo.
 
 
Indiquemos por "s" a seção do condutor cilíndrico homogêneo e seja U = V1-V2 a d.d.p. existente entre as duas seções retas indicadas, separadas pelas distância "L". Seja "a" o percurso médio que o elétron segue, entre dois choques consecutivos contra os átomos (ou íons positivos do metal). Se "u" é a velocidade média de agitação dos elétrons livres, o intervalo de tempo ´gasto´ por um elétron para efetuar seu livre percurso médio a é ø = a/u (vamos admitir que este valor seja verdadeiro para todos os elétrons livres).
Entre dois choques, durante o intervalo de tempo ø, o elétron de carga "e" e massa "m", é solicitado pela força F = e.|E| , paralela, mas em sentido oposto ao campo elétrico E, que lhe comunica uma aceleração g (de gama) = F/m = e.E/m (características vetoriais de F).
 
Aqui começa a solução do "enrosco":
 
Durante o intervalo de tempo ø, sob a ação de F, o elétron se desloca, pois, paralelamente ao eixo do condutor, mas em sentido oposto ao campo, de uma distância  z = (1/2).g.ø². O campo elétrico lhe comunica, assim, paralelamente ao eixo, uma velocidade média  v = z/ø = (1/2).g.ø = (1/2).(e/m).E.ø .
O campo comunica, portanto, aos elétrons um movimento de conjunto, de velocidade v segundo o eixo, que se superpõe à sua agitação desordenada.
Deixemos este resultado cá em destaque [ v = = (1/2).(e/m).E.ø ] e continuemos com vários outros propósitos:
 
Se o metal em questão contém "n" elétrons livres por "cm³", animados de velocidade média "v" segundo o eixo, então, o número de elétrons que atravessam um seção transversal de área "s" do condutor, na unidade de tempo, será: N = n.s.v .
Disso resulta que a intensidade de corrente elétrica é  I = N.e = n.s.v.e = n.e.s.(1/2).(e/m).E.ø = n.e².ø.s.E/2m.
Lembrando que E = U/L, pomos: I = n.e².ø.s.(U/L)/2m = U/[2mL/n.e².ø.s] ... que é a lei de OHM!
 
Disso, vê-se que  R = [2m/(n.e².ø)].L/s.
 
Fazendo 2m/(n.e².ø) = ð, tem-se  R = ð.L/s , que é a lei de Ohm-Pouillet (mais conhecida como 2a lei de Ohm).
 
se não escorreguei ... é isso ai.
 
[]´
 
 
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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From: Belmiro Wolski
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 02, 2009 5:33 PM
Subject: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico

      Então, para reacender os debates, uma questão:
 
      Considere a velocidade média aleatória de um elétron, "u", comprimento médio do trajeto "l" e sua massa "m". O tempo médio entre as colisões é: t=l/u. Quando um campo elétrico "E" atua, a aceleração produzida é a=F/m, onde F=eE, sendo "e" a carga eletrônica. Durante o tempo "t" o elétron adquire uma componente de velocidade no sentido da força dado por vf = at onde vf é a velocidade final no momento da colisão.Assim, a velocidade de arrastamento "v", que é a velocidade média, dado que o elétron inicia com velocidade zero, é:  v=vf/2. Substituindo todas as variáveis anteriores, temos:
     v = e l E/2mu.    O problema é que a velocidade de arrastamento em alguns livros de Física é dado por essa relação (Exemplo, Sears/Zemanski) enquanto que os livros de Eletromagnetismo, consideram a velocidade de arrastamento como a velocidade final do elétron, v=vf. E aí, como fica? Eu, particularmente acho coerente considerar metade da velocidade final, e nenhum dos livros de Eletromagnetismo justifica o fato de utilizar a velocidade final.
 
    Um abraço
 
    Belmiro
 

--- Em seg, 2/2/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009, 16:14

Em outras palavras: a entropia tb funciona aqui!
 
É necessário uma certa dose de ´trabalho´ para manter a máquina C-List operando em regime constante; este trabalho está sendo negligenciado por respostas bobas e picuinhas (tais como as minhas para A³ e Belmiro) aqui na C-List.
E, para perturbar, acrescente-se a má participação de idéias filosóficas que levam os debates para nome-rologia (tipo Poincaré e Mach) e abstraem o equacionamento, os experimentos reais e a observação acurada em troca de ´critério especulativo´ de nomes importantes.
 
Muitos conceitos de porte foram vistos cá na lista, com resultados conclusivos, dentro da física clássica (não aquela dos livros textos com suas versões das leis!) ... nenhum dentro da física quântica! Todos entraram em ´colapso´ na hora da conclusão!
 
A questão do consulente do Alberto (calor específico) é exemplo típico do que tínhamos de habitual na C-List. E jamais alguém ficaria citando Choroedinger, Bohr, Planck, Raizsenberg, Amon-Rá, Tescatiploca, Jung, Xuxa, ... para dar resposta ao conceito.
 
[]´
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
Sent: Sunday, February 01, 2009 1:23 AM
Subject: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico

Caro Alberto,

Todas as listas de discussão estão em decadência, não só a CList. Em 1999 só
existiam esses meios de comunicação, mas hoje existem dezenas de ferramentas
concorrentes (Orkut, Twitter, MSN, Skype, etc). Além disso, parece que o
pessoal cansou de discutir, discutir, e nunca concluir nada.

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugust o.blogspot. com
alvaro@lunabay. com.br

----- Original Message -----
From: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol. com.br>
To: <ciencialist@ yahoogrupos. com.br>
Sent: Saturday, January 31, 2009 7:21 PM
Subject: [ciencialist] Sobre o calor específico

> Olá companheiros
>
> Ando meio sumido da Ciencialist pois estou sem tempo para me dedicar a
> discussões e também porque, perdoem-me a sinceridade, a Ciencialist de
> uns tempos para cá ficou muito chocha (privada de recheio, de miolo;
> vazia, murcha, engelhada). Nem parece aquela mesma que está para
> completar 10 anos de existência (a primeira msg oficial, como
> Ciencialist, é de 18 de fevereiro de 1999) e com discussões
> fantásticas de inúmeros temas, principalmente em física mas não só.
>
> Ando sem tempo também para dedicar aos porquês da física e, até mesmo,
> para discutir coisas a respeito da maldita física "moderna" que, de
> uma maneira sutil e astuciosa tem deixado os porquês de lado, deixando
> também muitas vezes de lado os "como", os "onde" e os "quando".
>
> Bem, digo isso apenas para que não me acusem de enviar uma msg sem
> descer a lenha na física "moderna" ;-). Mas vamos ao que interessa.
>
> Recentemente recebi uma msg bastante interessante, sob o meu ponto de
> vista (a relacionar-se aos porquês não só da física mas também da
> química) e que mereceria alguma resposta a altura (ou seja, também
> interessante) . Como estou bastante atarefado neste início de ano
> letivo, vou apenas transmitir aos colegas as dúvidas do consulente do
> Espaço Científico Cultural, sem muitos comentários. É possível que
> exista algo a respeito na internet e nesse caso ficaria agradecido
> pelos links para que possa transmitir ao consulente. Se alguém quiser
> discutir o tema, posso também enviar os comentários aqui surgidos.
>
> O questionamento está exposto a seguir (reproduzo na íntegra sem citar
> o consulente, pois ele não me autorizou a tal).
>
> ********início da citação******* ***
> Professor Alberto, boa tarde!
> Tenho lido sobre o calor específico. Quanto maior o número atômico
> (Z), menor é o valor do calor específico. Por que? Qual a explicação
> para o calor específico da água ser maior que o do gelo, e o calor
> específico do gelo ser menor que o do vapor de água? Gostaria que o
> senhor, caso possível, me explicasse todas as variáveis envolvidas
> nisto, pois não encontrei ainda.
> Obrigado.
> ********final da citação******* ***
>
> É importante ressaltar que o consulente está interessado nos porquês,
> logo não adianta responder com links que meramente reproduzam o que
> ele já sabe (achados experimentais) .
>
> Parabéns à Ciencialist (e ao Brudna) pelos 10 anos de existência (a
> serem completados no próximo dia 18) e pelo histórico fabuloso que tem
> enobrecido sobremaneira a ciência nacional.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificoc ultural.com/ indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>
>



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SUBJECT: vulcão Toba
FROM: "silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/02/2009 09:47

Alguém do grupo tem informações sobre a explosão, do vulcão TOBA ainda na pre-história?
 
obrigado,
 
silvio.

SUBJECT: Fw: ADEUS PETRÓLEO. ÁLCOOL, GAS E DIESEL
FROM: "Cacildo Krebs" <cacildokrebs@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/02/2009 11:09

Carro movido à ar. Só espero que seu inventor não desapareça misteriosamente.
 
Cacildo




 

 

 

 

 

 

 

 

 


 


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?
FROM: Dídimo Matos <didimo.george@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/02/2009 12:15

Olá Léo,
 
Sendo os eua um país plenamente capitalista e cheio de milionários, as viajens a lua, se popularizadas dariam muito lucro. Voos comercias para o espaço já são feitos cobrando fortunas, quantos milionários não pagariam para ir a lua?
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
_______________________
As explicações científicas são reais e completas,
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

From: Luiz Ferraz Netto
Sent: Monday, February 02, 2009 1:22 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?

Kentaro,
 
Quando se faz pela primeira vez é uma aventura, uma proeza, um descortino, uma jornada, uma emoção, um embalo. A menos que a primeira vez tenha dado enorme "lucro" (nas mais variadas e profundas modalidades), a segunda vez perde totalmente a garra. A terceira, então, nem se fala!
Isto vale até para sexo!A queda da potência é exponencial. E viva o reino animal e sua preservação da espécie com troca indiscriminada de parceiros! :-)))
 
Hoje vc prefere ir ao pólo norte puxado por cachorros ou de helicóptero? Qual a graça atual disso, a menos de equipe geológica? Vc prefere subir ao Everest pela costa norte, de cordinha e grampos, e chegar lá em cima e ver que nada mudou ... tudo gelo e pressão mais baixa?
Já viu o capitão T. Kirk voltar ao planeta da aventura anterior?
 
Já viram tudo que a Lua poderia fornecer de substancial ... ou seja, nada! Só terrenos para alugar, e excelente local para se perder peso! Para o U.S.A. a Amazônia é muito mais interessante, sob vários pontos de vista. Lá na Lua tem alguém para comprar armas dos USA?
 
Quando for para testar alguma arma inédita, pode ter certeza, voltarão lá!
 
[]´
 
 
 
 
     ===========================
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
From: Kentaro Mori
To: undisclosed-recipients:
Sent: Monday, February 02, 2009 12:26 PM
Subject: [ciencialist] Por que não retornamos à Lua?

Por que não retornamos à Lua?

moonhoax32qhjk

Na comunidade CUB no Orkut, um participante fez uma série de perguntas que sim incomodam a muitos:

"Se os norte-americanos foram à Lua, por que não voltam lá hoje uma vez que nossa tecnologia é muito mais desenvolvida? Seria aquilo uma montagem em um estúdio? Ou será que eles foram lá e não podem voltar ou têm medo de voltar?"

O questionamento é mais do que relevante, a princípio, parece mesmo intrigante que há mais de três décadas não se tenha retornado ao satélite e que novos projetos para um retorno tripulado só se concretizem até 50 anos (!) após o último pouso da Apollo 17. Isso mesmo, um homem pisará novamente em solo lunar, se tudo correr bem, depois de 2020.

Livros inteiros poderiam ser escritos para responder a pergunta, mas o amigo Marcelo Domingues a respondeu de forma sucinta com mais perguntas:

"O Concorde foi fabricado na mesma época da ida à Lua, porém hoje não temos nenhum avião comercial supersônico em operação. Por que será se hoje temos muito mais tecnologia?

Em 1960, os exploradores Don Walsh e Jacques Piccard foram ao ponto mais profundo dos oceanos com um submersível chamado Trieste. Depois disso ninguém nunca mais lá esteve. Por qual motivo isso ocorreu se hoje temos muito mais tecnologia?

Responda essas perguntas e você perceberá por qual motivo depois das seis missões bem sucedidas ao solo lunar (isso mesmo foram 6!!!) nunca mais foram enviadas missões tripuladas para lá".



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: Dídimo Matos <didimo.george@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/02/2009 12:18

Olá Takata,
 
Grato pelo esclarecimento.
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
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tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

From: rmtakata
Sent: Sunday, February 01, 2009 1:36 AM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Dídimo Matos
> É bastante curiosa a sua afirmação de que a filosofia não pode
> contribuir para a resposta da questão, em que se baseia para
> afirmá-la?

Eu não falei que a filosofia não possa contribuir com a resposta da
questão, o que eu disse foi:

"Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
ajuda nesta questão."

A contribuição da filosofia (para além da ciência), ao que me parece,
para o esclarecimento do que seja o espaço não é decisiva e não traz
algo melhor do que a resposta (parcial) que a ciência (sim, estou
considerando a ciência como parte da filosofia - por isso a minha
observação "para além da ciência") pode dar.

[]s,

Roberto Takata


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?
FROM: Dídimo Matos <didimo.george@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/02/2009 12:25

Olá Léo,
 
A minha mensagem seria bem diferente, não são todos os físicos que mostram, ou entendem, a contribuição da filosofia, vc é um exemplo. Bem como o contrário também não é verdade, nem todo filósofo vê a contribuição da ciência, alguns a acham até prejudicial em muitos sentidos, caso de Heidegger e sua crítica a técnica.
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
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From: Luiz Ferraz Netto
Sent: Monday, February 02, 2009 1:54 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Oi Dídimo,
 
infelizmente, para vc, de sua mensagem eu só acredito no "versa" de seu vice-versa. Por outro lado, em que sua mensagem ficaria diferente se tivesse escrito:
 
"Eu não confundi a C-List com uma lista de filosofia, acho que a filosofia pode contribuir em muito com a ciência e vice-versa, físicos mostram isso com muita propriedade."
 
em vez de:
 
"Eu não confundi a C-List com uma lista de filosofia, acho que a filosofia pode contribuir em muito com a ciência e vice-versa, físicos como Poincaré e Mach mostram isso com muita propriedade."  
 
[]´
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            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
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----- Original Message -----
From: Dídimo Matos
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 01, 2009 7:06 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Caro Léo,
 
Eu não confundi a C-List com uma lista de filosofia, acho que a filosofia pode contribuir em muito com a ciência e vice-versa, físicos como Poincaré e Mach mostram isso com muita propriedade.
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
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tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

Sent: Saturday, January 31, 2009 10:31 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Sr. Dídimo,
 
esta não é uma lista de filosofia, é de Ciência; atente para o nome da lista: ciencialist ou carinhosamente C-List.
Pense: no que a filosofia poderia ser útil para resolver os problemas dos fenômenos físicos que ocorrem no Universo? Propondo hipóteses? Isto os físicos sabem fazer, com muito mais propriedade. Propondo experimentos? Imagine só ´filosofar sobre experimentos´!
De que adiantará a ´filosofia do espaço´ sem a comprovação experimental dos físicos e/ou observações acuradas de fenômenos pertinentes?
 
Espaço (funcionalmente) é a "função espaço": s = f(t)  , exemplo : s = a.cos(ø.t + ß) num sistema de unidades coerentes.
Espaço (geometricamente) é um volume, ou seja, uma medida de capacidade, em m³.
Espaço (astronomicamente) é o que preenche a região entre massas discretas; ele é feito de nada! Durante a expansão das massas, o espaço que permeia continua a ser o nada! Nada não é coisa que se expanda! Veja, por exemplo o interior da cabeça do ferrari.
Segue as demais ´definições´ apresentadas pelo Takata.
 
Retorno dizendo ... esta não é uma lista de filosofia. Ah! É fácil identificar lista de filosofia --- está pululando de nomes de autoridades e grandes pensadores, além de citações típicas de almanaque de direito.
 
[]´
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Sent: Friday, January 30, 2009 8:55 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Caro léo,
 
Vc fica cada dia mais engraçado. Não faz idéia de qual a natureza do espaço mas tem certeza que não é nada que a filosofia diga que é. Vou então te fazer uma perguntinha simples. Supondo que o universo é composto de tudo que existe, inclusive o espaço, quando ele se expande o espaço tbm?
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
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tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

Sent: Friday, January 30, 2009 12:41 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Eu diria que "espaço" é o que separa a filosofia da ciência,
e isto pode ser medido (dai deriva o conceito de ano-luz)
e, a maior previsão, é um incremento nesta separação (dai deriva o conceito de universo em expansão).
 
A filosofia está apoitada exatamente na saída do buraco negro (e dai deriva o conceito de descontinuidade). A natureza do espaço é a mesma que permeia a cabeça de filósofo; vácuo quase perfeito.
 
Fonte de consulta: Dicionário mirim do aprendiz de escoteiro (Disney).
 
[]´
 
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From: rmtakata
Sent: Thursday, January 29, 2009 4:50 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: [CA] Para onde o universo se expande?

Salve, Matos,

Não me parece que a filosofia (para além da ciência) seja de maior
ajuda nesta questão.

O que um físico pode dizer é: não sabemos exatamente o que é, mas
podemos medi-lo e fazer previsões a respeito.

Mas há várias outras respostas:
- é uma grandeza relacionada à extensão de um corpo e/ou à distância
entre dois eventos.
- é a componente do espaço-tempo que está relacionada à conservação do
momento (quantidade de movimento) pela invariância das leis físicas na
translação lagrangiana (ou, alternativamente, a componente que *não*
está relacionada à conservação de energia).
- é a região para além da atmosfera terrestre.
- é a fronteira final. J.T. Kirk.
- é pelo que lutam palestinos e israelenses.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Dídimo Matos
> Gostaria, que aqueles que não são adeptos de filosofia e que
> declaram aqui que ela não serve pra nada me dissessem o que é o
> Espaço e qual a sua natureza.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
FROM: Dídimo Matos <didimo.george@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/02/2009 12:28

Olá Léo,
 
Vc já leu algum dia em sua vida um texto sobre metodologia científica? Já observou o tippo de exigência feita para que um texto seja publicado em uma revista científica de boa qualidade?
 
Abraços,
Dídimo Matos
http://didimomatos.zip.net
 
_______________________
As explicações científicas são reais e completas,
tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões
tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais
precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos.

From: Luiz Ferraz Netto
Sent: Monday, February 02, 2009 2:14 PM
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Subject: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico

Em outras palavras: a entropia tb funciona aqui!
 
É necessário uma certa dose de ´trabalho´ para manter a máquina C-List operando em regime constante; este trabalho está sendo negligenciado por respostas bobas e picuinhas (tais como as minhas para A³ e Belmiro) aqui na C-List.
E, para perturbar, acrescente-se a má participação de idéias filosóficas que levam os debates para nome-rologia (tipo Poincaré e Mach) e abstraem o equacionamento, os experimentos reais e a observação acurada em troca de ´critério especulativo´ de nomes importantes.
 
Muitos conceitos de porte foram vistos cá na lista, com resultados conclusivos, dentro da física clássica (não aquela dos livros textos com suas versões das leis!) ... nenhum dentro da física quântica! Todos entraram em ´colapso´ na hora da conclusão!
 
A questão do consulente do Alberto (calor específico) é exemplo típico do que tínhamos de habitual na C-List. E jamais alguém ficaria citando Choroedinger, Bohr, Planck, Raizsenberg, Amon-Rá, Tescatiploca, Jung, Xuxa, ... para dar resposta ao conceito.
 
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From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 01, 2009 1:23 AM
Subject: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico

Caro Alberto,

Todas as listas de discussão estão em decadência, não só a CList. Em 1999 só
existiam esses meios de comunicação, mas hoje existem dezenas de ferramentas
concorrentes (Orkut, Twitter, MSN, Skype, etc). Além disso, parece que o
pessoal cansou de discutir, discutir, e nunca concluir nada.

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
http://alvaroaugusto.blogspot.com
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From: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, January 31, 2009 7:21 PM
Subject: [ciencialist] Sobre o calor específico

> Olá companheiros
>
> Ando meio sumido da Ciencialist pois estou sem tempo para me dedicar a
> discussões e também porque, perdoem-me a sinceridade, a Ciencialist de
> uns tempos para cá ficou muito chocha (privada de recheio, de miolo;
> vazia, murcha, engelhada). Nem parece aquela mesma que está para
> completar 10 anos de existência (a primeira msg oficial, como
> Ciencialist, é de 18 de fevereiro de 1999) e com discussões
> fantásticas de inúmeros temas, principalmente em física mas não só.
>
> Ando sem tempo também para dedicar aos porquês da física e, até mesmo,
> para discutir coisas a respeito da maldita física "moderna" que, de
> uma maneira sutil e astuciosa tem deixado os porquês de lado, deixando
> também muitas vezes de lado os "como", os "onde" e os "quando".
>
> Bem, digo isso apenas para que não me acusem de enviar uma msg sem
> descer a lenha na física "moderna" ;-). Mas vamos ao que interessa.
>
> Recentemente recebi uma msg bastante interessante, sob o meu ponto de
> vista (a relacionar-se aos porquês não só da física mas também da
> química) e que mereceria alguma resposta a altura (ou seja, também
> interessante). Como estou bastante atarefado neste início de ano
> letivo, vou apenas transmitir aos colegas as dúvidas do consulente do
> Espaço Científico Cultural, sem muitos comentários. É possível que
> exista algo a respeito na internet e nesse caso ficaria agradecido
> pelos links para que possa transmitir ao consulente. Se alguém quiser
> discutir o tema, posso também enviar os comentários aqui surgidos.
>
> O questionamento está exposto a seguir (reproduzo na íntegra sem citar
> o consulente, pois ele não me autorizou a tal).
>
> ********início da citação**********
> Professor Alberto, boa tarde!
> Tenho lido sobre o calor específico. Quanto maior o número atômico
> (Z), menor é o valor do calor específico. Por que? Qual a explicação
> para o calor específico da água ser maior que o do gelo, e o calor
> específico do gelo ser menor que o do vapor de água? Gostaria que o
> senhor, caso possível, me explicasse todas as variáveis envolvidas
> nisto, pois não encontrei ainda.
> Obrigado.
> ********final da citação**********
>
> É importante ressaltar que o consulente está interessado nos porquês,
> logo não adianta responder com links que meramente reproduzam o que
> ele já sabe (achados experimentais).
>
> Parabéns à Ciencialist (e ao Brudna) pelos 10 anos de existência (a
> serem completados no próximo dia 18) e pelo histórico fabuloso que tem
> enobrecido sobremaneira a ciência nacional.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>
>



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
FROM: Belmiro Wolski <belmirow@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/02/2009 15:06

 
      Correto, Léo!
 
      Porém você não respóndeu a minha pergunta: Por que os livros de Eletromagnetismo utilizam v = vf ao invés de v = vf/2.
 
      [],s
 
      Belmiro

--- Em ter, 3/2/09, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
De: Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009, 11:17

É isso ai Belmiro! Vou complementar a coisa, pois boa parte vc já citou.
 
Primeiro uma figurinha de referência, onde o elétron P, que no intervalo de tempo t entre dois choques, deveria se colocar em Q, foi parar em Q´ devido ao deslocamento QQ´ que o campo elétrico lhe comunicou, paralelamente ao eixo do condutor homogêneo.
 
 
Indiquemos por "s" a seção do condutor cilíndrico homogêneo e seja U = V1-V2 a d.d.p. existente entre as duas seções retas indicadas, separadas pelas distância "L". Seja "a" o percurso médio que o elétron segue, entre dois choques consecutivos contra os átomos (ou íons positivos do metal). Se "u" é a velocidade média de agitação dos elétrons livres, o intervalo de tempo ´gasto´ por um elétron para efetuar seu livre percurso médio a é ø = a/u (vamos admitir que este valor seja verdadeiro para todos os elétrons livres).
Entre dois choques, durante o intervalo de tempo ø, o elétron de carga "e" e massa "m", é solicitado pela força F = e.|E| , paralela, mas em sentido oposto ao campo elétrico E, que lhe comunica uma aceleração g (de gama) = F/m = e.E/m (características vetoriais de F).
 
Aqui começa a solução do "enrosco":
 
Durante o intervalo de tempo ø, sob a ação de F, o elétron se desloca, pois, paralelamente ao eixo do condutor, mas em sentido oposto ao campo, de uma distância  z = (1/2).g.ø². O campo elétrico lhe comunica, assim, paralelamente ao eixo, uma velocidade média  v = z/ø = (1/2).g.ø = (1/2).(e/m). E.ø .
O campo comunica, portanto, aos elétrons um movimento de conjunto, de velocidade v segundo o eixo, que se superpõe à sua agitação desordenada.
Deixemos este resultado cá em destaque [ v = = (1/2).(e/m). E.ø ] e continuemos com vários outros propósitos:
 
Se o metal em questão contém "n" elétrons livres por "cm³", animados de velocidade média "v" segundo o eixo, então, o número de elétrons que atravessam um seção transversal de área "s" do condutor, na unidade de tempo, será: N = n.s.v .
Disso resulta que a intensidade de corrente elétrica é  I = N.e = n.s.v.e = n.e.s.(1/2). (e/m).E.ø = n.e²..ø.s.E/2m.
Lembrando que E = U/L, pomos: I = n.e².ø.s.(U/L) /2m = U/[2mL/n.e².ø. s] ... que é a lei de OHM!
 
Disso, vê-se que  R = [2m/(n.e².ø)]. L/s.
 
Fazendo 2m/(n.e².ø) = ð, tem-se  R = ð.L/s , que é a lei de Ohm-Pouillet (mais conhecida como 2a lei de Ohm).
 
se não escorreguei ... é isso ai.
 
[]´
 
 
     ============ ========= ======
            Luiz Ferraz Netto [Léo] 
        leo@feiradeciencias .com.br
           leobarretos@ uol.com.br
         luizferraz.netto@ gmail.com
     http://www.feiradec iencias.com. br
     ============ ========= ======
----- Original Message -----
Sent: Monday, February 02, 2009 5:33 PM
Subject: Re: [ciencialist] Sobre o calor específico

      Então, para reacender os debates, uma questão:
 
      Considere a velocidade média aleatória de um elétron, "u", comprimento médio do trajeto "l" e sua massa "m". O tempo médio entre as colisões é: t=l/u. Quando um campo elétrico "E" atua, a aceleração produzida é a=F/m, onde F=eE, sendo "e" a carga eletrônica. Durante o