SUBJECT: RES: [ciencialist] Re: Inversor trifásico mínimo
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 15:51

Caro TipoAlgo,





> Obrigado Murilo, você salvou o meu entusiasmo neste assunto neste
grupo. Acho que eletrônica não é bem a praia dos companheiros do
grupo.

Victor: O Murilo, parece-me, é muito focado nesses assuntos, que são
tratados através de um ramo da eletrônica muito especializado, que é a
Eletrônica de Potência. Muito especializado mesmo e não muito fácil.

Certamente, deve ser por isso que se estabelecem aqueles silêncios
sepulcrais, neste e noutros sites... Particularmente, tenho visto seus
esquemas, que são interessantes. Contudo, como não mexo com essas coisas há
muitos anos, faltam-me conhecimentos técnicos específicos para emitir
pareceres a respeito. Mas seu nível técnico, o que dá para inferir não só
pelos esquemas eletrônicos que desenhou como pela fluência com que fala dos
componentes, o que denota conhecimento, é muito bom. E acho que você não
deve deixar de comunicar os resultados de seus trabalhos. Certamente o Léo
apreciará, com vistas aos seu site.



>O problema é que no grupo Eletrônicabr o pessoal também, como
você uma vez disse, não deram "nem um peidinho"! Acho que a culpa é
minha por não ter feito nenhuma pergunta



Victor: Estou freqüentando o Eletrônicabr. Vou lá vez ou outra. E também
estranhei a ausência de comentários a respeito, vez que, suponho, os
participantes devem ser, teoricamente, afeitos a coisas de eletrônica,
principalmente eletrônica de potência. Possivelmente não se trata, apenas,
de falta de interesse. Mas, talvez, de falta de conhecimentos técnicos
específicos até para fazer perguntas a respeito. Talvez estejam estudando-o
e as perguntas venha depois. Quem sabe?



Parabéns pelo trabalho, e que continue desenvolvendo coisas assim.



Sds,

Victor.







De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Tipoalgo
Enviada em: domingo, 10 de junho de 2007 07:00
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Re: Inversor trifásico mínimo



Olá Murilo e a todos!

> blz?

Beleza, e com você?

> Não entendo grandes coisas, apesar de já ter visto muitos circuítos.
> Minha preocupação era sempre o dimensioamento dos conjuntos e
dissipadores (
> stacks ).

Eu estou usando o MOSFET IRFZ44. Ele pode conduzir até 49A e suporta
até 55V de tensão entre dreno e fonte. A sua resistência na condução
máxima é baixíssima, 0,017 ohms. Logo a sua potência dissipada em
plena condução é 40W (R.I.I=0,017.49.49=40W). Para reduzir ainda mais
essa resistência de condução eu coloquei, 4 MOSFETs em paralelo,
montados num dissipador de CPU de computador, Ou seja, posso conduzir
até 49 x 4 = 196A em cada fase. Como não estou usando ainda essa
corrente toda, eles trabalham com bastante folga e não esquentam.
Estou trabalhando com 30A AC por fase.

> Se não me engano, os moss, ou igbt, ou scr, na inversão, podem, ou
devem,
> trabalhar com um diodo retificador em anti-paralelo ( de igual
capacidade de
> corrente e tensão ).
> Também sei que esses diodos devem ser fast-switching, para entrarem
e saírem
> muito rapidamente do estado de condução antes de qualquer dano aos
> componentes acima, todos com circuítos muito similares. Os diodos
servem
> também para aliviar a tensão reversa sobre os comp. que comutam.

Os IRFZ44 já possuem esse diodo internamente.

> Me parece que a indução da carga também ''pede'' alta capacitância e
já ví
> capacitores serem simulados com barramentos de alta área, fixados e
> isolados, bem perto um do outro.
> Dê uma olhada nos sites da Semikron Brasil e/ou Alemanha, pq tem
muita coisa
> lá.
> A ''IR'' e a Elpec também devem ter muita coisa.

Essa alta capacitância, se estou certo, deve ser para corrigir o fator
de potência. Evitando-se perdas para vencer a componente reativa.
Ainda não tinha pensado nem lido sobre isto. Vou consultar os sites
que você indicou.

> Se não me engano, há algumas semanas, vc falou em transformar motores
> trifásicos em GERADORES!
> Foi isso mesmo, ou entendí mal? Isso é coisa altamente interessante!!!

Já li sobre a experiência do eng. Fendel (www.fendel.com.br). Ele
disse que um motor de indução assíncrono alimentado normalmente e
forçado a girar acima da sua velocidade máxima transforma-se em
gerador, ou seja, o "relógio" passa a girar ao contrário. Ele disse
que usa esse sistema clandestinamente numa microhidroelétrica na sua
fazenda a muito anos. Por isso ele defende com muito entusiasmo a
Enerede, onde os pequenos produtores de eletricidade fariam parte da
rede de transmissão, sem as burocracias que inviabilizam o negócio.

> Parabens e boa sorte! M. SP 09/junh07

Obrigado Murilo, você salvou o meu entusiasmo neste assunto neste
grupo. Acho que eletrônica não é bem a praia dos companheiros do
grupo. O problema é que no grupo Eletrônicabr o pessoal também, como
você uma vez disse, não deram "nem um peidinho"! Acho que a culpa é
minha por não ter feito nenhuma pergunta.

Valeu!
Tipoalgo





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: ETANOL: o novo ouro do tolo?
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <redeliberal@yahoogrupos.com.br>, <Acropolis_@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/05/2007 16:12

Grupos.com.br
transcrevo do CEPEC - <cepec.cepec@gmail.com >


Etanol: O novo ouro de tolo?


Marco Piva *

Adital - O ex-gerente de loja do Pizza Hut e criador da AOL, Steve Case, falou com James Wolfensohn, que enriqueceu no mercado financeiro e presidiu o Banco Mundial entre 1995 e 2005. Ambos conversaram com o indiano Vinod Kohsla, criador da Sun Microsystems e um dos ban-ban-bans do Vale do Silício. O papo se estendeu a Ronald Burkle, amigo do peito do ex-presidente Bill Clinton, dono de um Boeing 757 com suíte e freqüentador assíduo das colunas sociais pelas companhias femininas que carrega a tiracolo. Ao grupo, se somou o produtor de cinema Steve Bing, cuja maior obra na telona foi engravidar a modelo e atriz inglesa Elizabeth Hurley. Em comum, eles têm o interesse de gerar bons e rentáveis negócios, de preferência em iniciativas que não prejudiquem o meio ambiente. Escolheram o Brasil, onde se uniram a Ricardo Semler, do grupo Semco, e a David Zylbersztajn, que traz no currículo pessoal a condição de ex-genro de Fernando Henrique Cardoso e, no currículo de trabalho, a presidência da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no governo do ex-sogro. Para gerenciar o grupo, convidaram um ex-presidente da Petrobras da era tucana, Henri Phillippe Reichstul. E pronto! Estava formado o fundo de investimento Brasil Energy, com perspectiva de investimento de dois bilhões de dólares no país e a missão de identificar oportunidades na nova vedete econômica do Brasil: o etanol. Para cumprir a primeira etapa do projeto, foram investidos 200 milhões de dólares na constituição da Companhia Brasileira de Energia Renovável, a Brenco. A meta é construir 15 novas usinas e apostar no barateamento da produção em até 40% com a introdução de novas tecnologias.As perspectivas do produto em escala mundial fizeram a trading Noble Group, de Hong Kong, desistir de produzir etanol na China e redirecionar seus investimentos de 200 milhões de dólares para o Brasil. A companhia, que funciona como intermediária na venda de álcool brasileiro para os Estados Unidos via Caribe, já deu o primeiro passo: comprou por US$ 70 milhões a Usina Pertibru, no interior de São Paulo, e pretende construir uma destilaria com capacidade para produzir 378 milhões de litros.

Nacionalmente, os conglomerados econômicos também se movimentam. O Grupo Cosan, com 17 usinas de açúcar e álcool, é a maior companhia sucroalcooleira do país e a segunda em produção de açúcar do mundo. Nos próximos cinco anos vai investir dois bilhões de dólares em novas unidades. No início do ano, a Petrobras assinou contrato com a japonesa Mitsui, uma poderosa trading mundial, e programa a instalação de 40 usinas de produção de álcool até 2012. O negócio está avaliado em outros dois bilhões de dólares. Numa conta rápida, somente a introdução deste artigo soma US$ 6,2 bilhões de investimentos num prazo relativamente curto para os padrões da economia de mercado.

Agora, o que isto significa de verdade para o Brasil, para os brasileiros, para as relações de trabalho, para a saúde do trabalhador e para o meio ambiente? Estas questões têm sido pouco discutidas publicamente pelos investidores e pelo próprio governo federal, um declarado entusiasta desta nova moeda de escambo internacional. De olho especialmente nos lucros, não é de se esperar que os empresários levantem, por si só, a bandeira, por exemplo, da melhoria das condições de trabalho no corte da cana-de-açúcar. Ou das conseqüências da atividade para o meio ambiente. Faz parte do chamado "espírito animal" do empresário de qualquer país, como sempre lembra Delfim Netto, encontrar o melhor tipo de investimento.

Mesmo assim, até eles estão se precavendo. Consultorias especializadas na área ambiental confirmam o aumento de solicitações do setor sucroalcooleiro nacional e de investidores estrangeiros. Os estudos precisam fazer parte do famoso "business plan", principalmente quando isto envolve muito dinheiro de fora. Em entrevista à repórter Andrea Vialli, do Estadão, o consultor Roberto Paschoali diz que "ninguém vai querer comprar açúcar e álcool de regiões como as áreas devastadas da Amazônia Legal. A preocupação com a sustentabilidade deve estar presente desde o início dos empreendimentos". Segundo ele, a falta de atenção às questões sócio-ambientais pode se converter em barreiras não-tarifárias lá fora. "O Brasil, como líder mundial na produção de álcool, está mais exposto. E as questões sócio-ambientais são bastante cobradas pelos países ricos".

A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), vinculada à Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, já avisou que vai criar este ano dez novos pontos de monitoramento e fiscalização. O estado é o maior produtor do país e faz parte da região Centro-Sul, que tem batido sucessivos recordes com o funcionamento de 248 usinas. A safra regional 2006/2007 alcançou 371 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, um aumento de 10,14% em relação à colheita anterior. Mas, alguém pode afirmar com segurança o que pensa o governo federal a respeito do assunto? A repetição dos mesmos argumentos dos produtores ajuda: é um combustível barato, não poluente e renovável. Porém, isto não explica tudo.

Internamente, a preocupação no Ministério do Meio Ambiente é grande, embora ninguém expresse isso publicamente, especialmente quando as notícias de investimento no setor só têm aumentado. O fato de o país possuir ainda uma grande área para a ampliação da produção da cana-de-açúcar e o preço competitivo do etanol brasileiro são motivos suficientes para euforia. É preciso, no entanto, perguntar a que preço.

O notebook da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, tem um arquivo somente com o nome dos investidores do exterior que estão aportando no país, comprando usinas e formando um estoque de terras que rende uma valorização acelerada, na linha da especulação típica das zonas urbanas. A concorrência sem limites pode levar à descapitalização do produtor nacional. Segundo uma fonte próxima ao Palácio do Planalto, o trabalho de Dilma foi feito a partir de um pedido do próprio presidente Lula, que é empolgado com a nova moeda verde, mas sabe que tem a responsabilidade de pensar o desenvolvimento de uma forma sustentável e a longo prazo.

É comum quando acontece o boom de um produto que ele se transforme em commodity badalada. O caso do etanol é emblemático. Alçado à condição de "combustível do futuro", ainda não conquistou essa posição. E aí surge outra pergunta: é necessário? O potencial da cana não pode se transformar em uma armadilha. O país precisa se preparar estrategicamente. Vale colocar, então, a pergunta, própria de uma economia de mercado: qual é o "business plan" do governo federal para a questão do etanol? Existem pesquisas em andamento para ampliar a rentabilidade do álcool nacional ou incluir outras matérias-primas na produção do etanol, como é o caso da celulose?

A monocultura da cana-de-açúcar foi a grande fonte de riqueza dos colonizadores portugueses na primeira etapa da ocupação do Brasil. Junto com ela, vieram a escravidão e as mazelas sociais que têm conseqüências até hoje e que atinge de modo especial os descendentes afrobrasileiros. A situação não foi diferente com o café, cujo símbolo maior - as mansões na avenida Paulista - deu lugar, décadas depois, aos grandes prédios por onde desfilam os principais nomes da banca internacional. E, agora, estamos a caminho de quê?

O físico Bautista Vidal, um dos criadores do Proálcool, reconhece o potencial do Brasil em oferecer uma alternativa renovável ao mundo. "Nosso país está predestinado a ser a grande potência energética de combustíveis líquidos. Está no único continente tropical que tem água doce em grande quantidade, é o único com um território agrícola gigantesco e tem a melhor tecnologia do mundo", afirma. Mas, ao mesmo tempo, é pessimista sobre os acordos comerciais nessa área, especialmente com os Estados Unidos que, segundo ele, fazem política do séxulo XIX. "Quando está em jogo a soberania do país, o Evo Morales levanta da cadeira e diz não. Os índios lá da Bolívia falaram: 'Não, aqui não'. Nós estamos abrindo as pernas. Os militares, em outro período, não entregaram a energia estratégica ao estrangeiro, nunca permitiram isso. Agora, o pior é entregar o território. Aí o Brasil desaparece. E a grande imprensa defende uma coisa dessas. É inacreditável", desabafa Vidal.

Já as condições de trabalho na produção da cana-de-açúcar representam uma espécie de corrida de obstáculos. Depende muito da fiscalização, de um lado, e da mudança de um tipo de relação antiga entre patrões e empregados, de outro. Na região Nordeste, que já foi predominante no setor e vem perdendo espaço safra após safra, foram encontrados casos de trabalho análogo à escravidão, na definição da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que lidera no Brasil um esforço contra esse tipo de contratação que fere a dignidade humana.

A situação é menos grave no Centro-sul, que tem a dianteira da produção nacional, com investimentos nacionais e estrangeiros crescentes. Mesmo assim, a Pastoral do Migrante registrou a morte de17 cortadores nos canaviais paulistas na safra 2005/2006. Motivo: excesso de trabalho. A média de corte individual na região, que já foi de quatro toneladas na década de 80, agora é de 12 toneladas/dia, com uma carga de oito horas diárias. Em média, o trabalhador recebe R$ 2,44 por tonelada cortada. De acordo com o levantamento da Fundacentro, órgão que acompanha a saúde do trabalhador e é ligado ao Ministério do Trabalho e Emprego, um cortador dá 30 golpes de facão por minuto. São movimentos repetitivos, debaixo do sol e com quase nenhum tempo de descanso. Não é difícil imaginar por que uma pessoa morre no canavial. "O açúcar e o álcool no Brasil estão banhados de sangue, suor e morte", afirma a pesquisadora Maria Cristina Gonzaga, da Fundacentro.

Em favor dos usineiros, vale o registro: a situação melhorou nas unidades que profissionalizaram sua gestão. As exigências do Ministério Público do Trabalho e a fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego têm gerado diretrizes que já foram incorporadas pelas principais empresas. Os chamados EPIs (equipamentos de proteção industrial) já fazem parte da paisagem de muitos canaviais. O presidente da União da Indústria da Cana-de-açúcar de São Paulo, Eduardo de Carvalho, diz que o trabalho na lavoura é regulado por contratos coletivos com os sindicatos. Os acordos estabelecem o piso mínimo da safra.

Por outro lado, é preciso fazer com que o cortador entenda e aceite as novas normas de segurança em sua rotina. Acostumados secularmente a cortar cana sem óculos protetores e sem luvas, muitos trabalhadores acham que "isso atrapalha". Se o chefe da equipe afrouxa, é meio caminho andado para multa pesada. Um exemplo é a Usina Santa Cruz, em Campos (RJ), que foi multada em 2004 porque dois de seus quase 800 trabalhadores estavam sem luvas no canavial. Motivo: tinham esquecido no alojamento. Como o trabalhador ganha por produção, além do salário mínimo fixo, fazê-lo voltar para pegar o equipamento de segurança compromete a sua renda e a de seu chefe de equipe.

Ainda no ambiente de trabalho, existem situações que precisam de acompanhamento e solução. Embora boa parte dos trabalhadores seja registrada na época da safra, é comum encontrar casos de empregados na informalidade. E são dois os motivos para que isto aconteça: ou o usineiro não está nem aí ou o próprio trabalhador não quer o registro para poder, naquela época de corte, ganhar um pouco a mais. Se o empregador opera a contratação por meio de terceiros, os famosos "gatos", ele corre o sério risco de ser multado e acusado de praticar trabalho análogo à escravidão.

São muitas as questões que demandam respostas, e de preferência a curtíssimo prazo. A participação do álcool no Brasil como fonte alternativa de combustível está consolidada, depois de uma história de idas e vindas que começou com o Proálcool, na década de 70. Em 2006, os veículos leves com o sistema flexfuel representaram 78% das vendas. Até o final de 2007, segundo a Anfavea, que reúne as principais montadoras, quatro milhões de veículos que combinam álcool e gasolina estarão rodando nas ruas e estradas do país. Isto sem contar que a gasolina tem em sua composição 25% de álcool anidro, irmão do álcool hidratado vendido nas bombas dos postos de combustíveis.

Não é difícil imaginar os motivos do apetite internacional pelo etanol brasileiro. Resta saber se nos âmbitos público e privado saberemos usar esse potencial de forma criativa e estratégica. Caso contrário, uma vez mais, irá prevalecer a lógica do imediatismo, que gera lucros exorbitantes no início para depois deixar a conta para a sociedade.

* Jornalista e apresentador do programa "Mobilização Brasil" (TVE Brasil)

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/05/2007 16:43

Ô Vitor:

Você me fez lembrar um fato, muito comentado nas biografias de Einstein que, numa bela tarde de sol, sentado em um banco de jardim, ele divagava pelo universo quando seu neto pediu uma ajuda para resolver um problema de aritimética: Ele chamou a mãe do menino e pediu auxílio a ela, pois não entendia o problema....

boa tarde,

silvio.
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, May 07, 2007 3:08 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


Sílvio,

O gritou que escreví não é um gritoooou!. É um gritou fuleiro, bem baixinho, quase sussurando. Se brincar, nem isso. .
Contudo, a bem da verdade, nunca lí em lugar nenhum que ele tenha se expressado do jeito postado aquí. O que ele professava
era uma religiosidade peba, à moda de Spinoza, como bem lembrou o Bulcão. Quanto a "era calmo, pacífico, muito humor... "
você tem razão.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Silvio Cordeiro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, May 07, 2007 10:12 AM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

Vitor:

Reservo-me o direito de duvidar que o grande mestre tenha gritado. Não era do seu feitio: era calmo, pacífico, muito humor... Leia suas biografias. Sobre deus, não entro no mérito.

bom dia,

silvio.
3
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, May 06, 2007 9:53 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

Olá,

Einstein gritou: *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave erro. Quem a
pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
ideologia ateia.

Victor: ...Também niguém é perfeito.

Sds,

Victor.

----- Original Message -----
From: Esteban Moreno
To: undisclosed-recipients:
Sent: Sunday, May 06, 2007 8:45 PM
Subject: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

A idéia que Einstein fazia de Deus
<http://www.ansiao.net/einstein.jpg>

*«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave erro. Quem a
pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
ideologia ateia.

Não há oposição entre a ciência e a religião.
Apenas há cientistas atrasados, que professam ideias que datam de 1880.

Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo
mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas.

No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses
cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis prováveis,
formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa indeterminação, no
plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma Causa, que produza o
equilíbrio e a harmonia dessas reações dissemelhantes e contraditórias da
matéria.

Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam como
o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da natureza e
o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo ao seu serviço, por meio de
fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos. Outros
o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da
moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias. Outros, enfim, como o
Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela aos
homens no mais íntimo da consciêncía.
-
A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do
místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja
estranha tal sensação, aquele que não mais possa sonhar e ser empolgado pelo
encantamento, não passa, em verdade, de um morto.

Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se
manifesta como a mais alta das sabedorias; a mais radiosa das belezas, que
as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais
primitivas: esse conhecimento, esse sentimento, está no centro mesmo da
verdadeira religiosidade.

A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de
pesquisa científica. Minha religião consiste em humilde admiração do
espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que podemos
perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção,
profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior, que
se revela* no* incompreensível, é a ideia que faço de Deus».*

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

----------------------------------------------------------

No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Free Edition.
Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/792 - Release Date: 6/5/2007 21:01

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]






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No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Free Edition.
Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/792 - Release Date: 6/5/2007 21:01


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: USP lança dossiê sobre energia no Brasil
FROM: Luiz Eduardo <lercarvalho@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/05/2007 16:52


>
>A Revista Estudos Avançados da USP, traz dossiê sobre energia no Brasil.
>Confiram.
>http://www.iea.usp.br/iea/revista/rev59.html



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SUBJECT: Re: [ciencialist] T.O.M.; era [ E=m.c2 ]
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/05/2007 17:20

Oi Eduardo,

se associarmos ao elétron uma 'fita material' (um anel) eu enxergo como podemos ter ondas estacionárias 'sem reflexão'. Veja nesse link meu modelo disso:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala10/10_50.asp que foi usado pela Comciencia em:
www.comciencia.br/reportagens/fisica/fisica07.htm .

Preparei esse experimento para o elétron em órbita mas, pensando bem pode ser aplicado ao próprio elétron, imaginando-o como sendo uma 'aro flexível material'.
Nessa hipótese, enxergo tb a possibilidade da 'reflexão' de uma onda ao chocar-se com tal 'aro'.

que diz?

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Eduardo Sardeiro" <eduardo@simetrias.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 12:37
Assunto: Re: [ciencialist] T.O.M.; era [ E=m.c2 ]


Pelo que eu saiba não, Prof. Luiz.

O modelo 'De Broglie refere-se às ondas associadas aos eletrons em movimento ao redor do núcleo. A Teoria Ondulatória da Materia (TOM) sugere que o próprio elétron é um onda estacionária tridimensional.

Esta constatação não interfere com as idéias 'De Broglie. Mas simplificaria significamente a explicação do porquê uma onda eletromagnética é absorvida por um eletron e re-emitida em seguida, sem a necessidade de utilizar a idéia de fótons. Explicaria tb inúmeros fenômenos relatados recentemente, como por exemplo os experimentos de Afshar.

Em outras palavras, na TOM não existem quantuns, só e tão somente ondas.

O que intriga a imaginação prof Luiz, é como uma onda pode se tornar estacionária sem um anteparo.

Explicando: se vc mantém água parada em uma bacia e em seguida joga uma pedra nela, a onda gerada irá até a borda da bacia e voltará ao ponto de origem... o processo se repetirá até que o atrito páre a onda. Isto seria uma onda estacionária de 2 dimensões que tem as bordas da bacia como anteparo.

Imaginado a bacia como o sendo Universo e a água como sendo o Ether, pela TOM, o elétron seria o ápice de onda estacionária de 3 dimensões. Está é uma explicação plausível e até elegante, mas falha quando se tenta explicar o porquê uma onda normal é refletida em uma estacionária.

Por exemplo: a luz (onda normal) é refletida no espelho que é composto de partículas (ondas estacionárias). Fazendo uma analogia com a bacia d'água, uma outra onda apenas se superporia sobre a primeira. Não haveria reflexão... ou será que estou enganado?

É possível que uma onda comum possa ser refletida nos ápices ou nós de uma onda estacionária?

Em tempo: atualmente tenho devotado mais tempo visitando seu site do que assistindo a Globo. Tenha essa informação como um elogio. (risos)

Um forte abraço,

Eduardo Sardeiro



----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, May 09, 2007 6:56 AM
Subject: [ciencialist] T.O.M.; era [ E=m.c2 ]


Essa thread despertou-me uma pergunta associada ao texto a seguir:

>Imagine um universo que não exista inércia? Ou
onde não exista velocidade máxima? Quais as
conseqüências disto?

Imediatamente pensei nos jogos eletrônicos onde os 'personagens' sofrem desvios imediatos de 90º; não há uma curva suave passando de uma direção para outra ... é brusco!
Não tenho dúvida que isso ocorre no TRC devido à minúscula inércia do elétron sob a ação do campo elétrico das placas defletoras (ou do campo magnético do yoke nos tubos de TV).
Minha pergunta é: Que deveríamos fazer para poder 'visualizar' no anteparo fluorescente do TRC essa 'minúscula' curva que o elétron deve fazer devido à sua insignificante inércia?

Meu pensamento voou um pouco além. Vamos imaginar um TRC diferente, um tubo onde os elétrons fossem substituídos por íons cuja inércia supera tremendamente aquela dos elétrons. Nesse 'novo TRC' as 'curvinhas' dos íons seriam visíveis na tela?

Curiosidade ........

Outra pergunta: O modelo das ondas estacionárias não é devido a De Broglie?

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Eduardo Sardeiro" <eduardo@simetrias.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 8 de maio de 2007 15:59
Assunto: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2

Olá Alvaro,

Estamos chegando próximos de um entendimento!

A Teoria Ondulatória da Matéria visa ser uma outra
opção coerente e concreta para explicar os
fenômenos físicos, em contrapartida às explicações
apresentadas pela Física Quântica.

Existem inúmeras outras teorias que estão sendo
desenvolvidas por Físicos espalhados pelo globo.

Estas teorias estão se tornando particurlarmente
interessantes em Realidade Virtual, onde tornam
necessário ter-se teorias completas que possam
ser modeladas, programadas e executadas em
computadores.

Imagine um universo que não exista inércia? Ou
onde não exista velocidade máxima? Quais as
consequências disto?

Para que possamos entender e vislumbrar tais
universos, só criando teorias completas,
consistentes e detalhadas.

Criar leis Físicas para Realidades Virtuais não é o
objetivo principal destes trabalhos, mas considere.

A propósito, a Teoria Ondulatória da Matéria
fornece subsídios completos para modelar átomos de
hidrogênio, hélio ou qualquer outro. Se vc encontrou
alguma falha, por favor relate-nos.

Um forte abraço,

Eduardo Sardeiro
http://br.groups.yahoo.com/group/NetProcessing/

----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 2:31 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2

Essa hipótese da "onda estacionária" nada mais é do que uma maneira
diferente de escrever os postulados de Bohr. E o modelo do átomo de Bohr
funciona bem para o hidrogênio, razoavelmente bem para o hélio, mas falha
para todo o restante.

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, May 08, 2007 2:21 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2

Sardeiro: A conclusão de que a matéria é uma onda
estacionária em trajetória fechada é algo
interessante. Contudo ela tb esbarra na
questão do 'recipiente' ou 'anteparo' da onda.
Ou estarei enganado? Na Teoria da Velocidade
Absoluta, o que faz a onda de energia refletir
para tornar-se estacionária?

Victor: Sinceramente, não sei. Vislumbro algumas
possibilidades, mas não me dediquei a pensar
sobre isso. Como disse, apenas achei interessante e tive o
trabalho de acompanhar o desenvolvimento matemático
que dá suporte à tese, vendo-lhe as consequências.
Mas sem engajamento ou algum interêsse sério.
Por razões óbvias. Mas fica a indicação, e quem pensa
assim não está só. É isso.

sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Eduardo Sardeiro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 10:11 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2

Prezado Victor,

Fico satisfeito quando encontro ao menos uma
linha de pensamento em que posso dialogar e
arguir sem usar de analogias.

Ao contrário, fico indignado quando leio
frases do tipo "Daqui a uns cem anos essa
molecada chega na questão da dualidade onda-
partícula.", em plena época dos jogos
eletrônicos, tais quais o Next Generation, em
que uma realidade física é apenas isto: uma
entre várias possíveis.

Relevo isto quando penso o quanto somos
acomodados em conceber apenas um conjunto de
possibilidades para explicar os fenômenos
físicos, enquanto podem haver várias, todas
concorrentes entre si, exibindo resultados
equivalentes e possibilitando-nos entender um
Cosmos que é muito mais amplo e complexo do
que nossa vã filosofia.

Mudando de assunto, esta é a primeira vez que
leio um comentário a respeito da Teoria da
Velocidade Absoluta. Na Teoria Ondulatória da
Matéria, a velocidade da luz (c) tb é
considerada a única velocidade existente.
Todas as demais são consideradas resultantes
de c.

A conclusão de que a matéria é uma onda
estacionária em trajetória fechada é algo
interessante. Contudo ela tb esbarra na
questão do 'recipiente' ou 'anteparo' da onda.
Ou estarei enganado? Na Teoria da Velocidade
Absoluta, o que faz a onda de energia refletir
para tornar-se estacionária?

Grato,

Eduardo Sardeiro

----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 7:04 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2

JC,

"Hummm, a matéria é feita de ondas? Ondas de que? De matéria? :)"

O que irei adiantar, não corresponde ao que penso. Achei bastante
interessante,
por isso me animei a ler com atenção, a Teoria da Velocidade Absoluta, do
Professor
de telecomunicação Jaroslav Smit, autor de obras na área, como Ondas e
Antenas, Rádio e Propagação e Linhas de Comunicação, tudo da Èrica. Não sei
se se trata de engenheiro eletrônico que é físico, ou se é um físico que é
engenheiro eletrônico.
Numa pesquisa sobra antenas, encontrei, no Ondas e Antenas(e isso já faz
um bom tempo) noções de relatividade restrita, em vista do enfoque que dá à
Teoria do Eletromagnetismo. E também uma introdução à sua Teoria da
Velocidade Absoluta. Não uma velocidade qualquer, mas a das OEM, c, como era
para ser. Em suas palavras, página 251:

" A matéria, na Teoria da Velocidade Absoluta, é onda estacionária em
trajetória fechada.

Se esta matéria, onde não se percebe c externamente, for movida com
velocidade v, poderemos compor um triângulo de velocidades, incluindo c. Mas
ao compormos este triângulo de velocidades nota-se que a resultante, isto é,
a maior velocidade, ou hipotenua do triângulo, será forçosamente c. Assim,
as outras velocidades menores que c serão meros componentes de c.
Concluí-se, diz ele, que no mundo material não há velocidade independente de
c, já que no mundo material todas as velocidades são de matéria ou
energia.Podemos ilustrar com o modelo a seguir, estas várias velolcidades."
E seguem, três figuras:
a) Onda pura, representada por seta, para indicar a velocidade c;
b) Um círculo, para indicar a matéria em repouso, onde c é indicada por
uma seta apontando o sentido do movimento circular; e
c) algo como uma espiral, para indicar a matéria anima de velocidade v,
que aparece como um cateto do triângulo no qual a hipotenusa é c.

As seções seguintes exibem um estudo de triângulos onde tais idéias são
implementadas, matemática e geométricamente, em forma de catetos, com a
hipotenusa, que ele chama de lado da onda. Amarrando, sempre, c aos catetos,
constroi uma estrutura de onde retira os principais resultados da TRR. É um
pouco diferente dos estudos homólogos feitos por autores consagrados, que
usam triângulos como artifício de memorização de fórmulas. Seu enfoque
centra-se na tese acima, o que diferencia os desenvolvimentos. Assim,
encontram-se os seguintes triângulos: de velocidades, das massas, da
Energia, dos Momento, por aí em diante. Extrai, dessa forma, os resultados
conhecidos, usando os postulados da relatividade.

Tudo usando a idéia básica : A matéria, na Teoria da Velocidade Absoluta,
é onda estacionária em trajetória fechada.

Não sei se o Professor Smit ainda está por aquí. Encontrei na internet que
foi um dos fundadores do Mackenzie. Mas não encontrei mais nada a respeito
de sua teoria, ou a importância que lhe foi atribuída. Ao menos tem um
embasamento matemático consistente, embora a tese física seja questionável.
Mesmo assim, ainda hoje, vez ou outra seja mencionada, em outra forma, como
o fez o Sardeiro.

Contudo, prefiro ater-me ao que sei que funciona, que nunca virou a cara
ou fez muxôxo para a experimentação. Uma vida só é pouco para se extrair
todas as incidências da TR nossa de cada dia. Mas é interessante ler sobre
as tentativas, em busca de outras alternativas. Que são só tentativas, ao
fim e ao cabo.

Sobre E = m c^2, existe realmente um entendimento inadequado de qual o
papel de E e m, na equação. Mas deixa prá lá. Já se falou muito a respeito,
embora sem explicitar as essencialidades.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: José Carlos Antonio
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 12:27 AM
Subject: [ciencialist] Re: E=m.c2

Hummm, a matéria é feita de ondas? Ondas de que? De matéria? :)

Abraços,
JC

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Sardeiro"
<eduardo@...> escreveu
>
> Prezados Senhores,
>
> Embora já tenha apresentado minha opinião a respeito desta
> célebre equação E=m.c2 e não ter sido bem entendido, volto
> a insistir em que ela é a maior evidência de que *a matéria é
> feita de ondas*.
>
> A questão é: de que tipo de onda a matéria é feita? O que a
> torna instável, a ponto de ser liberada em uma explosão nuclear
> e o que a torna estável a ponto de conservar o número de
> bárions?
>
> Sei que existem inúmeras explicações teóricas para estes
> fenômenos que não necessitam que a matéria seja feita de
> ondas.
>
> Entretanto, recentemente tem sido levantado a suspeita de que
> matéria são ondas estacionárias (ver Wave Structure of Matter),
> tendo o elétron como onda básica, capaz de gerar todas as
> demais partículas...
>
> Existem evidências de que isto é possível. Se for validado,
> teremos um trunfo na mão. Se não for, continuaremos na
> suspeita.
>
> Se o elétron é uma onda básica ou não, não vem ao caso ainda.
> Entretanto o maior ponto de discordia da Teoria Ondulatória
> da Matéria é onde tais ondas refletem para se tornarem
> estacionarias. Sim: já que partículas são ondas estacionárias elas
> precisam de um *anteparo* para refletir!
>
> A maioria dos especuladores supõem que as ondas de matéria
> propagam-se e refletem-se nas 'bordas' do Ether, explicando
> assim o porquê ocorrem interações mesmo entre objetos
> astronomicamente distantes e o porquê nunca temos um
> sistema perfeitamente isolado.
>
> Essa explicação falha, porque sabemos que o Ether preenche
> todo o Universo observável e que ele é extremamente grande.
> Levaria muito, muito, muito tempo para que houvesse a
> reflexão de uma onda estacionária tão minúscula como o
> eletron. Alguns alegam que a reflexão vem ocorrendo desde o
> inicio do Universo, é initerrupta e constante, logo não haveria
> necessidade de uma onda ir e vir para fazer ocorrer uma
> partícula... A onda sempre estaria ali, assim como o eletron de
> um fio carregado sempre esteve ali: ele não se propagou da
> Austrália para o Brasil, e sim a 'força eletromotriz' o fez
> movimentar-se.
>
> São vários blá-blá-blás de teorias que ainda não me deixaram
> satisfeito. Existe a necessidade de uma explicação razoável de
> como a onda de matéria reflete-se.
>
> Não pode ser em outra onda, pois ondas normais não refletem
> -se uma na outra. Elas podem colidir, ampliando, diminuindo ou
> mesmo anulando uma a outra. Não existe nenhum exemplo na
> natureza em que isso ocorra: não há reflexão entre ondas de
> intensidades nem de frequências diferentes. Elas sempre
> colidem.
>
> Venho analisando atualmente a possibilidade de ondas eletro-
> magnéticas com frequências tão infinitamente pequenas e
> contendo energias tão avalasadoras que sucumbiriam em
> 'espaços atemporais'. Ou seja, os *anteparo* seriam intervalos
> atemporais que aprisionariam as ondas de matérias,
> transformando-as no que chamamos de partículas. Isto
> evidenciaria o tempo uma entidade discreta e não contínua. As
> ondas estariam aprisionadas de tal forma que somente em
> colisões com outras partículas, sob determinados aspectos de
> massa e velocidade, poderiam liberá-las. Sob outras condições,
> as partículas poderiam ser absorvidas e por aí vai...
>
> Estes comentários são só esboços de um trabalho maior que
> tentam apenas demonstrar a grande evidência apontada por
> E=m.c2. E isto não pode ser contestado.
>
> Até a qualquer momento e um forte abraço.
>
> Eduardo Sardeiro
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>

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Questões sociobiológicas
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/05/2007 18:19

Meu amigo João:

Vamos por duas vertentes: a primeira é que "aparência" é um conceito subjetivo, criado pelo consciente das pessoas pela assimilação de traços que lhes sejam agradáveis, geralmente assemelhados aos seus ou aos de seus sonhos em função de imputs recebidos.

Inteligência é outra coisa, completamente desvinculada da aparência: o que vulgarmente se chama de inteligência é a capacidade que cada indivíduo tem, em graus variados, para resolver determinadas gamas de problemas.

uma boa noite,

silvio.


----- Original Message -----
From: Joao de Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 12:32 AM
Subject: [ciencialist] Re: Questões sociobiológicas


Olá, Sílvio.

> Se boa aparência indicasse qualquer qualidade intelectual
diferenciada o que seria de Platão???

Boa aparência, pelo que parece, indica bons genes, isto é, genes que
não "quebraram" devido à intervenção do acaso em sua estrutura.

> Sua noção de hierarquia precisa de uma revisão: veja o Aurélio,
nosso pior dicionarista:

Quando falo de hierarquia, estou falando da hierarquia primata, que
envolve relações de dominação e submissão, política, agressividade e
prestígio. Os exemplos do Aurélio que você citou têm a ver com essas
coisas, mas elas estão se manifestando de formas bem distante daquela
natural para a qual ela foi "feita."

> em nenhuma dessas definições informa que há qualidades
extraordinárias

É possível que não haja. Mas uma pessoa de alta hierarquia se sente
superior, e uma de baixa se sente inferior. Não há nenhuma base
racional para isso. Não precisa ser superior em inteligência, beleza,
ou mesmo capacidade de socialização. É simplesmente um sentimento. É
como se a pessoa tivesse uma alma, em algum sentido cósmico, superior
ou inferior.

> Temos bem à vista um exemplo lídimo: o nosso prezado apedeuta, Lula
da Silva: ocupa a mais alta hierarqua do poder executivo: com
honestidade, você gostaria que sua esposa fosse inseminada com o
esperma desse cara, num caso de fertilização artificial???

Não acho o Lula bonito, e não sei se ele é inteligente. Ele tem boas
habilidades políticas, o que é uma importante qualidade para se
galgar a hierarquia. Mas não é certo que ele apresente genes que o
façam ter mais facilidade de fazer política, ou galgar a hierarquia.
Talvez a experiência de vida dele, as oportunidades que lhe
apareceram, fizeram ele trilhar o caminho que ele trilhou. Até que
ponto seus genes interviram nisso é uma questão.

Saudações.
João de Carvalho






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SUBJECT: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/05/2007 18:38

Meu amigo Vitor:
Se exagerei, perdoe: apenas não concordo, por convidções pessoas e ausência de elementos consistentes para as possa assimilar, colocar um deus qualquer no processo cognitivo.

boa noite!!

silvio.
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 6:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO


Sílvio,

Honestamente, não ví onde mistura foi feita. Mas pode desmisturar, na próxima irei asperizar o caminho,
para não deslizar.
Tudo que você disse está ok. Não importa a capacidade de memória, que um desses possa ter, para guardar
dados, executando qualquer sequência de comandos, usando estes dados.
Meu ponto está nisto: discernimento! Como tentei exprimir com exemplos. Mais um exemplo: este que você exercitou, ao ler meu texto, e dele extrair munição para este seu texto, com uma interpretação absolutamente pessoal.
Um SílvBorg faria algo assim, sequer aproximado? I not cridito. Seria apenas por causa de
minhas limitações, esse jeito de pensar? Sei não, sei não.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Silvio Cordeiro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, May 07, 2007 3:52 PM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Victor:

Sua argumentação apresenta só um deslise: você está misturando um conceito religioso, inexistente - deus - na diligência humana.

Observe que, desde Tales o homem ocidental se preocupa em observar a natureza e dela extrair conhecimentos para auxiliá-lo em suas lides.
Neste século, a robótica tem grande expansão, é patéria de curriculo escolar, em alguns anos alcançará patamares insususpeitáveis, principalmente com os sofisticados equipamentos existentes, como o CERN na Europa.
Tudo reside em o homem criar um elemento físico ou mesmo orgânico semelhante aos neurônios que tem dupla função: guardam as informações que o indivíduo assimina mesmo subjetivamente do meio ambiente, por meio dos sentidos e posteriormente poder usar esses elementos arquivados em idéias para criação de outros elementos (deveríamos, filosóficamente chamar simplesmente de "coisas":).
Está matada a charada. coisa muito simples,,,,
Mas, observe, tais robôs deverão, no início, serem construidos para atividades específicas como hoje já trabalham na indústria, sem forma humana: tudo acontece gradativamente, ao longo do tempo de existência dos humanos. É preciso aguardar e colocar a moçada no estudo.

quem sabe, um dia.....

O grande roblema que vejo será programar um orgasmo...

boa tarde,

silvio.

----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, May 06, 2007 6:39 AM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Mestre Sílvio.

Sílvio: Vem daí a idéia de que robôs suficientemente
sofisticados poderão ter estados mentais, afetividade e
imaginação, mesmo não sendo biológicos.

Victor: Mas é só idéia. Nem mais nem menos que isso.
A implementação de algo assim
não demandaria, sequer, um tempo infinito! Apesar de meu respeito
pela ciência e ter conhecimento dos desenvolvimentos do ramo científico
Inteligência Artificial, não vislumbro coisas a nível do que expressa a
frase
objeto destas poucas e mal traçadas linhas. Vislumbro, sim, como ora já
acontece,
o uso da I.A para controles cada vez mais sofisticados, cada vez mais
sofisticados,
cada vez mais... Mas é só. E olha que não sou espiritualista, que nega tais
coisas pela simples
razão de que, assim, o homem estaria fazendo o mesmo que God. Que disparate,
sô!
Minhas razões disso nada têm.
Já pensou como seria interessantse um fórum, de nome "Ciencyborg", criado
por CyBrudna,
cujos participantes fossem todos robôs? Que discutissem assim, como os
do Ciencialist? Com direito a coisas prá lá de úteis, inteligentes e
interessantes,
seja a nível de contestatações, seja a nível de defesas, ou mesmo a nível
das besteiradas que, vez ou outra
mais vez do que outra, ultimamente, surgem? Tais robôs seriam incapazes
até mesmo de, sem uma programação
específica, discernirem e praticarem asnices. Ou alguém faz a sintaxe
correta, sem um mero pontinho a mais ou a menos
ou nada funciona.
Adoraria presenciar um discussão intelectual de um desses sobre as o
Discurso do Método, Esquesitices do óbvio,
um enfrentamento das idéias do Alberto Mesquita, ou mesmo um embate poético
com um Catulo da Paixão Cearense,
uma "simples" cantoria com um destes cantadores do Nordeste, como o meu pai
ou o Pinto do Monteiro(ambos falecidos), entre outros exemplos. Ah, bota
ele prá discutir com Ferrari, bota! Prá ver se não espirra sangue(digo,
óleo) e fumaça por todo canto!
Só não por alí, que por alí nem teria. Quem já viu Cyborg que se preze com
"por alí", ora!
Olha, as engrenagens do bicho se engriparão nos primeiros minutos.
Pago prá ver, se estou dizendo asnices(que seriam incapazes de dizerem,
"conscientemente"). E, se pagar, complementarei a dívida plantando
"baneira", em praça pública, sem
zorba, com uma vela pingando na direção da linha reta que passa pelo centro
da cabeça.
Tinha muita graça!

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, May 05, 2007 7:33 PM
Subject: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Mestre Takata:

Peço seu abalizado parecer nesta questão.

sds.,

silvio.
----- Original Message -----
From: Pesky Bee
To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, May 04, 2007 5:36 PM
Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Putz, constantor, começou dizendo que concorda mas logo
em seguida discorda. A questão é encarar os neurônios
biológicos como processos físicos que manipulam informação.
Sob esse aspecto, neurônios ou transístores, não importa,
são processos físicos processando informação. E pode ser
que você reclame de eu ser um reducionista do caralho,
mas afetividade, intuição e imaginação podem ser reduzidos,
em última instância, à atividade neural. Hoje não sabemos
em detalhes como isso opera, mas sabemos que não parece
haver nada "além de neurônios" no pensamento e sentimento
humanos (e quem estuda neurociência sabe disso desde o
primeiro momento). Vem daí a idéia de que robôs suficientemente
sofisticados poderão ter estados mentais, afetividade e
imaginação, mesmo não sendo biológicos.

*PB*

----- Original Message -----
From: constantor
To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, May 04, 2007 3:17 PM
Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

concordo, caro.

mas isto não retira o caráter de simulação que está envolvido na
inteligência artificial. Sempre será uma máquinha que reproduz, por
meio de mecanismos, uma realidade que existe enquanto tal somente no
homem.

E a própria idéia de reduzir à inteligência humana a uma mera
calculadora demonstra isto. Vamos dizer que o homem seja apenas esta
dinãmica enloquecida empreendida pelos neurônios. Esta dinâmica gera
coisas em nõs, que uma calculadora gigante não reproduz. Como eu
estava falando com o John, a racionalidade humana não e´despida dos
elementos de afetividade, intuição, imaginação, e vários estados de
consciencia que só nós vivenciamos. Máquinhas fazem cálculos somente.

--- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br, "Pesky Bee" <peskybee2@...>
escreveu
>
> E o cérebro biológico estará meramente fazendo um bando
> de neurônios dispararem loucamente. Basta usarmos um
> nível de análise diferente para máquinas e cérebros
> serem muito dissimilares. Agora, se nos fixarmos em um
> mesmo nível (e falarmos em, por exemplo, "estados mentais",
> representação de informação, conceituação, heurística, etc.)
> podemos melhor compará-los. Inteligência artificial só pode
> ser entendida se houver comparação no mesmo nível de
> análise. Capiche?
>
> *PB*
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: constantor
> To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
> Sent: Friday, May 04, 2007 2:16 PM
> Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO
E EUNUCO
>
>
> Olha o salto Pesky.
>
> O computador estará fazendo cálculos matemáticos.
>
> Ponto.
>
> --- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br, "Pesky Bee" <peskybee2@>
> escreveu
> >
> > Essa questão de imitar ou não é mais complexa do que isso.
> > Um robô mecânico como o Asimo pode ser dito como "imitando"
> > o andar humano. Mas uma calculadora que multiplique 2 * 2
> > não estará imitando uma computação que fazemos mentalmente:
> > estará *fazendo* essa computação (com heurística diferente,
> > mas estará). A diferença fundamental é que um furacão pode
> > ser simulado em um computador (e a simulação pode "destelhar"
> > casas virtuais; obviamente ninguém confundiria isso com a
> > realidade), mas um robô que pensa não estará "imitando" nosso
> > pensar: ele estará realmente pensando.
> >
> > *PB*
> >
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: constantor
> > To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
> > Sent: Thursday, May 03, 2007 10:12 PM
> > Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
HOMERO
> E EUNUCO
> >
> >
> > Animais naõ imitam, possuem o atributo vida. Alguns animais
> imitam
> > atributos que não possuem, como o papagaio. Máquinas também
> podem
> > imitar o raciocínio lógico matemático, mas a subjetividade não
> se
> > reduz a isto.
> >
> > --- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br, "John C"
> > <johnconstantine2@> escreveu
> > >
> > > Olá
> > >
> > >
> > >
> > > Um dos atributos da pessoa humana é a vida. Animais imitam a
> vida?
> > >
> > >
> > >
> > > Qual a diferença entre possuir um atributo e imita-lo? Tal
> coisa é
> > possível?
> > > Posso imitar o Superman voando?
> > >
> > >
> > >
> > > _____
> > >
> > > De: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
> > [mailto:Acropolis_@yahoogrupos.com.br] Em
> > > nome de constantor
> > > Enviada em: quinta-feira, 3 de maio de 2007 16:25
> > > Para: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
> > > Assunto: Re: RES: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -

> > HOMERO E
> > > EUNUCO
> > >
> > >
> > >
> > > Porque, dado que não são pessoas, eles não possuem estes
> > atributos,
> > > apenas os imitam.
> > >
> > > --- Em Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br, "John C"
> > > <johnconstantine2@> escreveu
> > > >
> > > > Olá
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > E que direitos possuímos enquanto pessoas que não
possuímos
> > > enquanto
> > > > animais? E por que?
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Suponhamos quem sejamos pessoas por possuir os atributos
X,
> Y e
> > Z.
> > > Se para
> > > > cada atributo possuímos uma dada classe de direitos, por
que
> > seres
> > > outros
> > > > que possuam um desses atributos não podem ter a mesma
classe
> de
> > > direitos?
> > > > Que atributo humano nos dá o direito ao voto, por exemplo?
> Se
> > uma
> > > máquina
> > > > tiver esse atributo, ela não poderia votar?
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > _____
> > > >
> > > > De: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br
> > > [mailto:Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br] Em
> > > > nome de constantor
> > > > Enviada em: quinta-feira, 3 de maio de 2007 15:50
> > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br
> > > > Assunto: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
> HOMERO
> > E
> > > EUNUCO
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Se não são pessoas, não há porque dar a elas direitos que
> > > possuímos
> > > > enquanto pessoas. Alguma proteção jurídica elas vão ter.
Mas
> aí,
> > > até
> > > > nossos animais domésticos têm.
> > > >
> > > > --- Em Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br, "John C"
> > > > <johnconstantine2@> escreveu
> > > > >
> > > > > Olá
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Sim, isso é certo e me parece indiscutível: máquinas não
> são e
> > > não
> > > > serão
> > > > > pessoas. A questão é por que somente as pessoas humanas
> devem
> > > ter
> > > > certos
> > > > > direitos? Burros não são pessoas e nem por isto
> consideramos
> > > certo
> > > > jogá-los
> > > > > num tanque de ácido. Por que direitos não poderiam ser
> dados a
> > > > máquinas que,
> > > > > vistas de fora, possuam consciência? (ou ajam tal qual,
o
> que
> > dá
> > > > na mesma,
> > > > > já que não podemos dizer que nosso vizinho possui
> consciência
> > > > também)
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Se uma máquina for capaz de escolher, por que não puni-
la
> por
> > > uma
> > > > dada
> > > > > atitude?
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > _____
> > > > >
> > > > > De: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > [mailto:Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br] Em
> > > > > nome de constantor
> > > > > Enviada em: quarta-feira, 2 de maio de 2007 17:40
> > > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > > Assunto: Re: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
HOMERO
> E
> > > EUNUCO
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > É tão óbvia a má fé do Eurico e tão intensa sua solidão
em
> > > relação
> > > > aos seus
> > > > > pares, que ele tem de distorcer conscientemente as
> afirmações
> > > dos
> > > > outros a
> > > > > fim de poder considerar as máquinas dentre as quais vive
> como
> > > seres
> > > > > iguaizinhos a ele.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Ninguém disse que não há pesquisa, experimentos e
esforços
> > rumo a
> > > > > Inteligência Artificial. O que se está afirmando é que
> esta,
> > > mesmo
> > > > que um
> > > > > dia venha a ser construída, não é uma pessoa.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > ----- Original Message -----
> > > > >
> > > > > From: Eurico <mailto:caodejah@> Ferreira de Souza Jr.
> > > > >
> > > > > To: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_@yahoogru
> > > > <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> pos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > >
> > > > > Sent: Wednesday, May 02, 2007 8:23 AM
> > > > >
> > > > > Subject: Res: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
> HOMERO E
> > > > EUNUCO
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > [E]> é tão óbvia a má-fé do troll judeu, atacando
> > exaustivamente
> > > > > quem zela pela racionalidade e coerência filosófica que

> dó.
> > > > > Uns terroristas safados que não querem permitir o
trabalho
> > > > filosófico
> > > > > aos gentios e ficam enchendo a lista de merda religiosa.
> > > > > Pra eles o importante é tumultuar e evitar o
> esclarecimento,
> > > > > nem que, pra isso, tenham que cair no mais completo
> ridículo
> > > > indecente.
> > > > > Um dá carteirada de judeu, mas se lembramos esse fato,
fica
> > > > > ofendido, o outro se converteu ao cristianismo pra não
dar
> tão
> > > na
> > > > cara.
> > > > > Querem que sejamos cristãos sem pensamento critico,
> > > > > trabalhadores braçais sem ciência e tecnologia, patriotas
> > > > > sem consciência política, usuários de windows, desunidos
> > > > > e desorientados porque o papai do céu escolheu um povo
> > > > > e prometeu a terra (junto com os não escolhidos) pra
eles.
> > > > >
> > > > > Inteligência Artificial não é ficção científica: vou ter
> essa
> > > > matéria
> > > > > no ano que vem! (a keyword pra quem quer saber mais é
> prolog)
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1024>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1024
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1034>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1034
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1040>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1040
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > _\|/_
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > ----- Mensagem original ----
> > > > > De: Victor Molina -BR <victormolinabr@>
> > > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > > Enviadas: Quarta-feira, 2 de Maio de 2007 1:06:10
> > > > > Assunto: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E
> EUNUCO
> > > > >
> > > > > É tão óbvia, mas tão óbvia a razão de porque o Homero e
o
> > Eunuco
> > > > são
> > > > > entusiastas da inteligência artificial, que acabamos não
> nos
> > > dando
> > > > conta,
> > > > > ora. É simples: a inteligência artificial é a única
> esperança
> > > dos
> > > > dois de
> > > > > adquirirem algum tipo de inteligência. :-)
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > __.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > __________________________________________________
> > > > > Fale com seus amigos de graça com o novo Yahoo!
Messenger
> > > > > http://br.messenger <http://br.messenger
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> > > > > __________ Informação do NOD32 IMON 2113 (20070313)
> __________
> > > > >
> > > > > Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 sistema antivírus
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> > > <http://www.eset.com.br> com.br>
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> > >
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Física e matemática on-line
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <redeliberal@yahoogrupos.com.br>, <noosfera_II@yahoogrupos.com.br>, GRUPO DE ESTUDOS DA HISTÓRIA DO BRASIL - GEHB <grupohistoriadobrasil@yahoo.com.br>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <Acropolis_@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/05/2007 18:46

transcrevo do FAPESP:



Física e matemática on-line


08/05/2007

Agência FAPESP - A primeira versão de um portal de educação a distância para as disciplinas de matemática e física, o Professor Global, foi lançada pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), no Rio de Janeiro, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e a empresa AprendaNet.

Segundo o CBPF, o objetivo do portal é oferecer uma grade curricular interativa para os ensinos fundamental, médio, universitário e de pós-graduação, em que os alunos possam ter acesso gratuito a cursos, além de publicações digitais e ferramentas que facilitem a aprendizagem, como a calculadora Maple.

A Maple, capaz de fazer desde simples operações de aritmética até gráficos mais complexos, integra um programa que, apesar de importante para os universitários de exatas, é caro e nem todos os alunos têm a oportunidade de comprá-lo. O CBPF adquiriu o direito de disponibilizá-lo na internet.

O funcionamento do Professor Global é feito a partir de um Servidor de Ensino, que disponibiliza material didático interativo para que o aluno, individualmente, consiga interagir como se estivesse em sala de aula.

Entre os módulos educacionais interativos propostos pelo site estão Aritmética, Álgebra, Trigonometria, Matrizes, Combinatória, Equações Diferenciais, Mecânica Clássica e Eletromagnetismo.

Professor Global: www.professorglobal.cbpf.br


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/05/2007 19:22

Sílvio,



Acho que é folclore. Dizem muita coisa envolvendo Einstein e outros ícones
de se quilate, atribuindo-lhes comportamentos dissociados do comum de nós
outros, envolvendo-os numa redoma de mistério e certo glamour.

Poincaré foi um dos maiores e mais profícuos matemáticos de todos os tempos,
não só da época dele.

Contudo, dizem alguns historiadores, que ele era desajeitado para fazer
contas simples, não gostava,

evitava, errava, confundia, embora pudesse manejar, de cabeça, grandes
blocos matemáticos, como matrizes ou estruturas topológicas, do que não
tenho conhecimento a não ser a nível de “notícias”, por ser muito
especializado e específico, tratando-se de um ramo da matemática
extremamente difícil e abstrato.

Já disseram, entre outras histórias, que um dia Einstein vinha pelo
corredor da universidade e, de repente, parou e perguntou a um estudante
que passava: o restaurante fica prá lá ou para ali? À resposta de “para
ali”, ele disse: ah, então já almocei, e seguiu adiante!?.... Mas essa
mesma história contavam de um professor que conhecí, de física, cujo nome
não me é conveniente citar. E eu sabia que de besta e exótico este nada
tinha, a não ser que era um notório traçador de estudantes mais bonitinhas e
atiradas, que lhe apontavam algumas possibilidades. Mas era um excelente
professor, famoso por suas aulas e temido pelo rigor na correção das provas.


Particularmente não acredito que essas pessoas muito inteligentes sejam tão
idiotas a esse ponto, nem desligados, nem alheios a si próprios, coisas do
tipo. Têm apenas uma coisa a mais que a maioria dos mortais: um cérebro mais
gordinho de neurônios e sinapses mais arrumadinhas. Só isso. Só isso? Pois
bem... Folclore, criado pelos circunstantes, para terem o que conversar,
espantar ou maravilhar o ouvinte. Parece que as pessoas gostam de uns
enfeites, em torno do objeto de sua admiração. Froidi explica.



Sds,

Victor.



De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Silvio Cordeiro
Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 16:43
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus



Ô Vitor:

Você me fez lembrar um fato, muito comentado nas biografias de Einstein que,
numa bela tarde de sol, sentado em um banco de jardim, ele divagava pelo
universo quando seu neto pediu uma ajuda para resolver um problema de
aritimética: Ele chamou a mãe do menino e pediu auxílio a ela, pois não
entendia o problema....

boa tarde,

silvio.
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Monday, May 07, 2007 3:08 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

Sílvio,

O gritou que escreví não é um gritoooou!. É um gritou fuleiro, bem baixinho,
quase sussurando. Se brincar, nem isso. .
Contudo, a bem da verdade, nunca lí em lugar nenhum que ele tenha se
expressado do jeito postado aquí. O que ele professava
era uma religiosidade peba, à moda de Spinoza, como bem lembrou o Bulcão.
Quanto a "era calmo, pacífico, muito humor... "
você tem razão.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Silvio Cordeiro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Monday, May 07, 2007 10:12 AM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

Vitor:

Reservo-me o direito de duvidar que o grande mestre tenha gritado. Não era
do seu feitio: era calmo, pacífico, muito humor... Leia suas biografias.
Sobre deus, não entro no mérito.

bom dia,

silvio.
3
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Sunday, May 06, 2007 9:53 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

Olá,

Einstein gritou: *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave
erro. Quem a
pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
ideologia ateia.

Victor: ...Também niguém é perfeito.

Sds,

Victor.

----- Original Message -----
From: Esteban Moreno
To: undisclosed-recipients:
Sent: Sunday, May 06, 2007 8:45 PM
Subject: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

A idéia que Einstein fazia de Deus
<http://www.ansiao.net/einstein.jpg>

*«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave erro. Quem a
pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
ideologia ateia.

Não há oposição entre a ciência e a religião.
Apenas há cientistas atrasados, que professam ideias que datam de 1880.

Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo
mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas.

No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses
cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis prováveis,
formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa indeterminação, no
plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma Causa, que produza o
equilíbrio e a harmonia dessas reações dissemelhantes e contraditórias da
matéria.

Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam como
o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da natureza e
o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo ao seu serviço, por meio de
fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos. Outros
o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da
moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias. Outros, enfim, como o
Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela aos
homens no mais íntimo da consciêncía.
-
A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do
místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja
estranha tal sensação, aquele que não mais possa sonhar e ser empolgado pelo
encantamento, não passa, em verdade, de um morto.

Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se
manifesta como a mais alta das sabedorias; a mais radiosa das belezas, que
as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais
primitivas: esse conhecimento, esse sentimento, está no centro mesmo da
verdadeira religiosidade.

A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de
pesquisa científica. Minha religião consiste em humilde admiração do
espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que podemos
perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção,
profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior, que
se revela* no* incompreensível, é a ideia que faço de Deus».*

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

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21:01

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RES: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/05/2007 19:51

Jovem Sílvio,



Em minhas prosopéias, em nenhum momento, em situação alguma, cogitei ou
cogito de algo como “colocar um deus qualquer no processo cognitivo.” Até
em razão de essa entendidade, para mim, claro, ser um folclore, que
resultou do medo da morte e da sabedoria daqueles primeiros que se
intitularam sacerdotes, que viram nisso a ilha do tesouro e os mapas
pertinentes. Discernimento, inteligência, saber que sabe, nada disso tem a
ver com divindades, seres superiores ou inferiores que, sequer, são
superiores ou inferiores. Consciência e vida, eis a questão. Disso,
continuamos, garbosamente, sabendo nada. And so on.





Sds,

Victor.



De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Silvio Cordeiro
Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 18:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO



Meu amigo Vitor:
Se exagerei, perdoe: apenas não concordo, por convidções pessoas e ausência
de elementos consistentes para as possa assimilar, colocar um deus qualquer
no processo cognitivo.

boa noite!!

silvio.
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Tuesday, May 08, 2007 6:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Sílvio,

Honestamente, não ví onde mistura foi feita. Mas pode desmisturar, na
próxima irei asperizar o caminho,
para não deslizar.
Tudo que você disse está ok. Não importa a capacidade de memória, que um
desses possa ter, para guardar
dados, executando qualquer sequência de comandos, usando estes dados.
Meu ponto está nisto: discernimento! Como tentei exprimir com exemplos. Mais
um exemplo: este que você exercitou, ao ler meu texto, e dele extrair
munição para este seu texto, com uma interpretação absolutamente pessoal.
Um SílvBorg faria algo assim, sequer aproximado? I not cridito. Seria apenas
por causa de
minhas limitações, esse jeito de pensar? Sei não, sei não.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Silvio Cordeiro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Monday, May 07, 2007 3:52 PM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Victor:

Sua argumentação apresenta só um deslise: você está misturando um conceito
religioso, inexistente - deus - na diligência humana.

Observe que, desde Tales o homem ocidental se preocupa em observar a
natureza e dela extrair conhecimentos para auxiliá-lo em suas lides.
Neste século, a robótica tem grande expansão, é patéria de curriculo
escolar, em alguns anos alcançará patamares insususpeitáveis, principalmente
com os sofisticados equipamentos existentes, como o CERN na Europa.
Tudo reside em o homem criar um elemento físico ou mesmo orgânico semelhante
aos neurônios que tem dupla função: guardam as informações que o indivíduo
assimina mesmo subjetivamente do meio ambiente, por meio dos sentidos e
posteriormente poder usar esses elementos arquivados em idéias para criação
de outros elementos (deveríamos, filosóficamente chamar simplesmente de
"coisas":).
Está matada a charada. coisa muito simples,,,,
Mas, observe, tais robôs deverão, no início, serem construidos para
atividades específicas como hoje já trabalham na indústria, sem forma
humana: tudo acontece gradativamente, ao longo do tempo de existência dos
humanos. É preciso aguardar e colocar a moçada no estudo.

quem sabe, um dia.....

O grande roblema que vejo será programar um orgasmo...

boa tarde,

silvio.

----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Sunday, May 06, 2007 6:39 AM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Mestre Sílvio.

Sílvio: Vem daí a idéia de que robôs suficientemente
sofisticados poderão ter estados mentais, afetividade e
imaginação, mesmo não sendo biológicos.

Victor: Mas é só idéia. Nem mais nem menos que isso.
A implementação de algo assim
não demandaria, sequer, um tempo infinito! Apesar de meu respeito
pela ciência e ter conhecimento dos desenvolvimentos do ramo científico
Inteligência Artificial, não vislumbro coisas a nível do que expressa a
frase
objeto destas poucas e mal traçadas linhas. Vislumbro, sim, como ora já
acontece,
o uso da I.A para controles cada vez mais sofisticados, cada vez mais
sofisticados,
cada vez mais... Mas é só. E olha que não sou espiritualista, que nega tais
coisas pela simples
razão de que, assim, o homem estaria fazendo o mesmo que God. Que disparate,

sô!
Minhas razões disso nada têm.
Já pensou como seria interessantse um fórum, de nome "Ciencyborg", criado
por CyBrudna,
cujos participantes fossem todos robôs? Que discutissem assim, como os
do Ciencialist? Com direito a coisas prá lá de úteis, inteligentes e
interessantes,
seja a nível de contestatações, seja a nível de defesas, ou mesmo a nível
das besteiradas que, vez ou outra
mais vez do que outra, ultimamente, surgem? Tais robôs seriam incapazes
até mesmo de, sem uma programação
específica, discernirem e praticarem asnices. Ou alguém faz a sintaxe
correta, sem um mero pontinho a mais ou a menos
ou nada funciona.
Adoraria presenciar um discussão intelectual de um desses sobre as o
Discurso do Método, Esquesitices do óbvio,
um enfrentamento das idéias do Alberto Mesquita, ou mesmo um embate poético
com um Catulo da Paixão Cearense,
uma "simples" cantoria com um destes cantadores do Nordeste, como o meu pai
ou o Pinto do Monteiro(ambos falecidos), entre outros exemplos. Ah, bota
ele prá discutir com Ferrari, bota! Prá ver se não espirra sangue(digo,
óleo) e fumaça por todo canto!
Só não por alí, que por alí nem teria. Quem já viu Cyborg que se preze com
"por alí", ora!
Olha, as engrenagens do bicho se engriparão nos primeiros minutos.
Pago prá ver, se estou dizendo asnices(que seriam incapazes de dizerem,
"conscientemente"). E, se pagar, complementarei a dívida plantando
"baneira", em praça pública, sem
zorba, com uma vela pingando na direção da linha reta que passa pelo centro
da cabeça.
Tinha muita graça!

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br
<mailto:scordeiroes%40superig.com.br> >
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Sent: Saturday, May 05, 2007 7:33 PM
Subject: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Mestre Takata:

Peço seu abalizado parecer nesta questão.

sds.,

silvio.
----- Original Message -----
From: Pesky Bee
To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, May 04, 2007 5:36 PM
Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Putz, constantor, começou dizendo que concorda mas logo
em seguida discorda. A questão é encarar os neurônios
biológicos como processos físicos que manipulam informação.
Sob esse aspecto, neurônios ou transístores, não importa,
são processos físicos processando informação. E pode ser
que você reclame de eu ser um reducionista do caralho,
mas afetividade, intuição e imaginação podem ser reduzidos,
em última instância, à atividade neural. Hoje não sabemos
em detalhes como isso opera, mas sabemos que não parece
haver nada "além de neurônios" no pensamento e sentimento
humanos (e quem estuda neurociência sabe disso desde o
primeiro momento). Vem daí a idéia de que robôs suficientemente
sofisticados poderão ter estados mentais, afetividade e
imaginação, mesmo não sendo biológicos.

*PB*

----- Original Message -----
From: constantor
To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, May 04, 2007 3:17 PM
Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

concordo, caro.

mas isto não retira o caráter de simulação que está envolvido na
inteligência artificial. Sempre será uma máquinha que reproduz, por
meio de mecanismos, uma realidade que existe enquanto tal somente no
homem.

E a própria idéia de reduzir à inteligência humana a uma mera
calculadora demonstra isto. Vamos dizer que o homem seja apenas esta
dinãmica enloquecida empreendida pelos neurônios. Esta dinâmica gera
coisas em nõs, que uma calculadora gigante não reproduz. Como eu
estava falando com o John, a racionalidade humana não e´despida dos
elementos de afetividade, intuição, imaginação, e vários estados de
consciencia que só nós vivenciamos. Máquinhas fazem cálculos somente.

--- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> , "Pesky Bee" <peskybee2@...>
escreveu
>
> E o cérebro biológico estará meramente fazendo um bando
> de neurônios dispararem loucamente. Basta usarmos um
> nível de análise diferente para máquinas e cérebros
> serem muito dissimilares. Agora, se nos fixarmos em um
> mesmo nível (e falarmos em, por exemplo, "estados mentais",
> representação de informação, conceituação, heurística, etc.)
> podemos melhor compará-los. Inteligência artificial só pode
> ser entendida se houver comparação no mesmo nível de
> análise. Capiche?
>
> *PB*
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: constantor
> To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>

> Sent: Friday, May 04, 2007 2:16 PM
> Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO
E EUNUCO
>
>
> Olha o salto Pesky.
>
> O computador estará fazendo cálculos matemáticos.
>
> Ponto.
>
> --- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> , "Pesky Bee" <peskybee2@>
> escreveu
> >
> > Essa questão de imitar ou não é mais complexa do que isso.
> > Um robô mecânico como o Asimo pode ser dito como "imitando"
> > o andar humano. Mas uma calculadora que multiplique 2 * 2
> > não estará imitando uma computação que fazemos mentalmente:
> > estará *fazendo* essa computação (com heurística diferente,
> > mas estará). A diferença fundamental é que um furacão pode
> > ser simulado em um computador (e a simulação pode "destelhar"
> > casas virtuais; obviamente ninguém confundiria isso com a
> > realidade), mas um robô que pensa não estará "imitando" nosso
> > pensar: ele estará realmente pensando.
> >
> > *PB*
> >
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: constantor
> > To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
> > Sent: Thursday, May 03, 2007 10:12 PM
> > Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
HOMERO
> E EUNUCO
> >
> >
> > Animais naõ imitam, possuem o atributo vida. Alguns animais
> imitam
> > atributos que não possuem, como o papagaio. Máquinas também
> podem
> > imitar o raciocínio lógico matemático, mas a subjetividade não
> se
> > reduz a isto.
> >
> > --- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> , "John C"
> > <johnconstantine2@> escreveu
> > >
> > > Olá
> > >
> > >
> > >
> > > Um dos atributos da pessoa humana é a vida. Animais imitam a
> vida?
> > >
> > >
> > >
> > > Qual a diferença entre possuir um atributo e imita-lo? Tal
> coisa é
> > possível?
> > > Posso imitar o Superman voando?
> > >
> > >
> > >
> > > _____
> > >
> > > De: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
> > [mailto:Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> ] Em
> > > nome de constantor
> > > Enviada em: quinta-feira, 3 de maio de 2007 16:25
> > > Para: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
> > > Assunto: Re: RES: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -

> > HOMERO E
> > > EUNUCO
> > >
> > >
> > >
> > > Porque, dado que não são pessoas, eles não possuem estes
> > atributos,
> > > apenas os imitam.
> > >
> > > --- Em Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br, "John C"
> > > <johnconstantine2@> escreveu
> > > >
> > > > Olá
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > E que direitos possuímos enquanto pessoas que não
possuímos
> > > enquanto
> > > > animais? E por que?
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Suponhamos quem sejamos pessoas por possuir os atributos
X,
> Y e
> > Z.
> > > Se para
> > > > cada atributo possuímos uma dada classe de direitos, por
que
> > seres
> > > outros
> > > > que possuam um desses atributos não podem ter a mesma
classe
> de
> > > direitos?
> > > > Que atributo humano nos dá o direito ao voto, por exemplo?
> Se
> > uma
> > > máquina
> > > > tiver esse atributo, ela não poderia votar?
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > _____
> > > >
> > > > De: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br
> > > [mailto:Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br] Em
> > > > nome de constantor
> > > > Enviada em: quinta-feira, 3 de maio de 2007 15:50
> > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br
> > > > Assunto: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
> HOMERO
> > E
> > > EUNUCO
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Se não são pessoas, não há porque dar a elas direitos que
> > > possuímos
> > > > enquanto pessoas. Alguma proteção jurídica elas vão ter.
Mas
> aí,
> > > até
> > > > nossos animais domésticos têm.
> > > >
> > > > --- Em Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br, "John C"
> > > > <johnconstantine2@> escreveu
> > > > >
> > > > > Olá
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Sim, isso é certo e me parece indiscutível: máquinas não
> são e
> > > não
> > > > serão
> > > > > pessoas. A questão é por que somente as pessoas humanas
> devem
> > > ter
> > > > certos
> > > > > direitos? Burros não são pessoas e nem por isto
> consideramos
> > > certo
> > > > jogá-los
> > > > > num tanque de ácido. Por que direitos não poderiam ser
> dados a
> > > > máquinas que,
> > > > > vistas de fora, possuam consciência? (ou ajam tal qual,
o
> que
> > dá
> > > > na mesma,
> > > > > já que não podemos dizer que nosso vizinho possui
> consciência
> > > > também)
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Se uma máquina for capaz de escolher, por que não puni-
la
> por
> > > uma
> > > > dada
> > > > > atitude?
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > _____
> > > > >
> > > > > De: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > [mailto:Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br] Em
> > > > > nome de constantor
> > > > > Enviada em: quarta-feira, 2 de maio de 2007 17:40
> > > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > > Assunto: Re: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
HOMERO
> E
> > > EUNUCO
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > É tão óbvia a má fé do Eurico e tão intensa sua solidão
em
> > > relação
> > > > aos seus
> > > > > pares, que ele tem de distorcer conscientemente as
> afirmações
> > > dos
> > > > outros a
> > > > > fim de poder considerar as máquinas dentre as quais vive
> como
> > > seres
> > > > > iguaizinhos a ele.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Ninguém disse que não há pesquisa, experimentos e
esforços
> > rumo a
> > > > > Inteligência Artificial. O que se está afirmando é que
> esta,
> > > mesmo
> > > > que um
> > > > > dia venha a ser construída, não é uma pessoa.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > ----- Original Message -----
> > > > >
> > > > > From: Eurico <mailto:caodejah@> Ferreira de Souza Jr.
> > > > >
> > > > > To: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_@yahoogru
> > > > <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> pos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > >
> > > > > Sent: Wednesday, May 02, 2007 8:23 AM
> > > > >
> > > > > Subject: Res: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
> HOMERO E
> > > > EUNUCO
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > [E]> é tão óbvia a má-fé do troll judeu, atacando
> > exaustivamente
> > > > > quem zela pela racionalidade e coerência filosófica que

> dó.
> > > > > Uns terroristas safados que não querem permitir o
trabalho
> > > > filosófico
> > > > > aos gentios e ficam enchendo a lista de merda religiosa.
> > > > > Pra eles o importante é tumultuar e evitar o
> esclarecimento,
> > > > > nem que, pra isso, tenham que cair no mais completo
> ridículo
> > > > indecente.
> > > > > Um dá carteirada de judeu, mas se lembramos esse fato,
fica
> > > > > ofendido, o outro se converteu ao cristianismo pra não
dar
> tão
> > > na
> > > > cara.
> > > > > Querem que sejamos cristãos sem pensamento critico,
> > > > > trabalhadores braçais sem ciência e tecnologia, patriotas
> > > > > sem consciência política, usuários de windows, desunidos
> > > > > e desorientados porque o papai do céu escolheu um povo
> > > > > e prometeu a terra (junto com os não escolhidos) pra
eles.
> > > > >
> > > > > Inteligência Artificial não é ficção científica: vou ter
> essa
> > > > matéria
> > > > > no ano que vem! (a keyword pra quem quer saber mais é
> prolog)
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1024>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1024
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1034>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1034
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1040>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1040
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > _\|/_
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > ----- Mensagem original ----
> > > > > De: Victor Molina -BR <victormolinabr@>
> > > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > > Enviadas: Quarta-feira, 2 de Maio de 2007 1:06:10
> > > > > Assunto: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E
> EUNUCO
> > > > >
> > > > > É tão óbvia, mas tão óbvia a razão de porque o Homero e
o
> > Eunuco
> > > > são
> > > > > entusiastas da inteligência artificial, que acabamos não
> nos
> > > dando
> > > > conta,
> > > > > ora. É simples: a inteligência artificial é a única
> esperança
> > > dos
> > > > dois de
> > > > > adquirirem algum tipo de inteligência. :-)
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > __.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > __________________________________________________
> > > > > Fale com seus amigos de graça com o novo Yahoo!
Messenger
> > > > > http://br.messenger <http://br.messenger
> > > <http://br.messenger.yahoo.com/> .yahoo.com/> .yahoo.com/
> > > > >
> > > > > __________ Informação do NOD32 IMON 2113 (20070313)
> __________
> > > > >
> > > > > Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 sistema antivírus
> > > > > http://www.eset. <http://www.eset. <http://www.eset.
> > > <http://www.eset.com.br> com.br>
> > > com.br> com.br
> > > > >
> > > >
> > >
> >
>

----------------------------------------------------------

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Questões sociobiológicas
FROM: "Joao de Carvalho" <joaobncarvalho@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/05/2007 20:29

Caro Sílvio:

> Vamos por duas vertentes: a primeira é que "aparência" é um
conceito subjetivo, criado pelo consciente das pessoas pela
assimilação de traços que lhes sejam agradáveis, geralmente
assemelhados aos seus ou aos de seus sonhos em função de imputs
recebidos.

Existem evidências de que, pelo menos a beleza facial, esteja
relacionada à média entre os diferentes formatos de rostos de uma
população. Quanto mais na média estiver um rosto, mais bonito ele
será. Tem um experimento em que eles pegaram várias fotos de rostos
e
foram fundindo-as no computador. Quanto mais rostos eles
acrescentavam ao modelo, mais bonito ficava seu rosto. O que se
supõe
é que um rosto com características médias reflete um bom
desenvolvimento do embrião, o que significaria melhores genes. Em
geral um rosto bonito é reconhecido por toda a sociedade como
bonito.
Aquela coisa de que a beleza está nos olhos de quem a vê é uma
tolice. Existem pessoas que são realmente bonitas, e outras que são
realmente feias. É verdade que uma pessoa pode se sentir atraída por
outra meio feia (o que parece ter motivos evolutivos que não convém
aqui discutir), mas ela admite que a pessoa em questão não é bonita,
embora se sinta atraída por ela. Alguns traços feios podem dar à
pessoa um "tempero" que, aos olhos de uma outra, possam dar-lhe um
aspecto interessante. Do meu ponto de vista, é o caso da Kristen
Dunst, que fez Homem-aranha, As virgens suicidas e aquela vampirinha
sinistra de Entrevista com o vampiro. Ela tem algo de feio. Mas esse
elemento a faz ficar interessante.

> Inteligência é outra coisa, completamente desvinculada da
aparência:

Sem dúvida.

> o que vulgarmente se chama de inteligência é a capacidade que cada
indivíduo tem, em graus variados, para resolver determinadas gamas
de
problemas.

Me parece que inteligência é um termo que é usado para descrever
habilidades diferentes, que são todas postas no mesmo saco. A
inteligência que se mede em testes de QI reflete apenas um tipo de
habilidade mental. Darwin não se achava inteligente. Ele dizia não
conseguir acompanhar bem uma linha de raciocínio complexo. O mesmo
ocorre comigo. Esses textos filosóficos complicados, tipo Kant e
Hegel, eu tenho muita dificuldade para entender. Mas eu tenho outras
habilidades que alguns podem chamar de inteligência. Na verdade eu
não me acho inteligente. Um teste de QI que fiz na adolescência deu
ligeiramente acima da média. Eu também não tenho uma língua afiada,
habilidades sociais, capacidade de fazer conexões entre diferentes
fenômenos. Tudo isso poderia ser chamado de inteligência, embora
sejam habilidades distintas. Você disse que inteligência é a
capacidade "para resolver determinadas gamas de problemas." Pode
ser.
Mas a gama de problemas pode ser ampla, e o indivíduo pode se sair
bem em alguns tipos de problemas, e mal em outros. Pode-se até falar
de inteligência de um jogador de futebol, ou de um músico que
improvisa jazz.

Saudações.
João de Carvalho




SUBJECT: P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/05/2007 23:06

Xi Léo, eu deixei essa mosca às moscas até que o nobre José Renato
chegue a um acordo sobre o referencial mágico dele onde o avião não
voa. :)

Esse problema da mosquinha é um classico da cinemática escalar de
movimentos retilíneos uniformes. Mas, provavelmente, a mosquinha dele
também não voa. :)))

Abraços,
JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Resumindo:
> JC - Então, de uma vez por todas: qual é o seu referencial? O chão
ou o chão? :)
>
> JR - Entre todas essa opções que vc concede, devo reafirmar *mais
uma vez*
> que é o chão-esteira. Mas sua fixação pelo chão é significativa e
> reveladora... O chão não é o único referencial. Vamos às digressões.
Conhece
> o problema da mosca que transita entre dois trens que se deslocam em
> velocidades diferentes, um em direção ao outro, em linha reta, e se
pergunta
> após quanto tempo os trens se encontram e esmagam a mosca? Qual é o
> referencial?
>
> Léo: Será que com esse exemplo que ele mesmo deu seremos capaz de
'convencê-lo' da importância dos referenciais?
> Vejamos:
>
> Referencial 1: o solo;
> Dados: trens com velocidades constantes em relação ao solo com
velocidades v1 e v2, em sentidos opostos.
> Orientação positiva da trajetória: de (1) para (2), com origem dos
espaços em (1).
> Origem dos tempos: instante em que 1 parte de (1) e 2 parte de (2);
distância entre (1) e (2) vale d.
> Equação de movimento do trem 1: s1 = v1.t
> Equação de movimento do trem 2: s2 = d - v2.t
> Condição de encontro dos trens: s1 = s2
> Instante do encontro (te) (e morte da mosca): v1.te = d - v2.te ==>
te = d/(v1+v2)
> (um minuto de silêncio pelo passamento da mosca)
>
> Referencial 2: o trem 1
> Dados: um trem 2 com velocidade relativa (v1+v2) em valor absoluto
dispara em sentido ao trem 1.
> Orientação positiva da trajetória: de (1) para (2), com origem dos
espaços em (1).
> Origem dos tempos: instante em que 2 parte de (2); distância entre
(1) e (2) vale d.
> Equação de movimento do trem 1 : s1 = 0
> Equação de movimento do trem 2: s2 = d - (v1+v2).t
> Condição de chegada de (2) em (1): s2 = 0
> Instante de chegada (tc) (e esmagamento da mosca): d - (v1+v2).tc =
0 ===> tc = d/(v1+v2).
> (um minuto de silêncio pelo passamento da mosca)
>
> Referencial 3: por falta de total bom senso: a mosca! Deixo essa
resolução recreativa para o amigo JR.
>
> JR continua com:
>
> "Vc já viu o espetáculo circense chamado de Globo da Morte, onde
> motociclistas se movimentam simultaneamente dentro de uma estrutura
> esférica? Pense uma estrutura dessas girando em seu eixo fixo ao
chão, e um
> motociclista se deslocando na linha do "equador" na mesma velocidade
> angular, mas em sentido contrário. Ele consegue fazer isso? Qual é o
> referencial?"
>
> Léo: Esse espetáculo, com o globo em movimento já existe (eu o vi em
S.P., no Anhembi, na década de 70). O espetáculo consta de 3 partes
distintas. Na primeira, o motoqueiro fica dentro do globo com as rodas
desbrecadas; o globo gira e o motoqueiro praticamente não sai do lugar
(ele usa um pouco os pés raspando ligeiramente no chão para atenuar o
pequeno atrito nos mancais).
> Na segunda, ele aciona levemente o breque em momentos oportunos para
ir adquirindo a velocidade do próprio globo e, com isso vai
subindo(sem ligar a máquina) até ficar no plano equatorial do globo,
quando então aos freios são aplicados ao máximo; lá fica ele girando
ao sabor da força centrípeta dentro do globo com a cabeça dirigida
para o centro (ele e máquina ficam grudados pela centrifugação tal
qual uma roupa da máquina de lavar). A terceira parte começa como a
primeira: o globo gira e ele fica parado em baixo; depois liga a
máquina e começa seu movimento próprio em relação ao globo (é como se
o movimento do globo não existisse); faz isso contra e a favor ao
movimento do globo para mostrar que o globo em si nada tem a ver com a
história. Claro que sua velocidade própria, com o globo girando é
menor que com o globo parado pois uma parcela da resultante centrípeta
serve para minimizar seu peso próprio quando gira na região do equador
do globo.
> Assim, o motoqueiro consegue fazer o que o JR pergunta sem qqer
problema.
>
> aquele abraço,
>
> Léo
> ==============================
>




SUBJECT: Re: Espanta pássaros ... era (A idéia que Einstein fazia de Deus)
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/05/2007 23:32

Prezado consulente, Léo,

Seus problemas se acabaram-se!

Atendendo às suas solicitações sobre as características dos meus
exclusivos duendes, seguem as principais:

- todos são ISO 5000, aferidos pelo INMETRO e dentro dos estritos
padrões de qualidade exigidos pelo mercado internacional de duendes;
- seus poderes místicos-duendais originam-se das propriedades
quânticas da energia de flutuação do vácuo-quântico e, portanto, não
será preciso abastecê-los, pois usando o mesmo princípio de geração de
energia nas fronteiras do horizonte de eventos dos buracos negros,
meus duendes recarregam-se continuamente de energia limpa e inesgotável;
- por viverem acima das quatro dimensões ordinárias do espaço-tempo,
no universo específico das dimensões das cordas, eles também não
enfrentam problemas com relação a deslocamentos ou à impossibilidade
de ocuparem juntos o mesmo lugar no espaço ou, diferentes lugares ao
mesmo tempo, o que permite que com a compra de um único e exclusivo
duende você possa povoar todos os canteiros;
- obviamente são formatáveis; suas exclusivas propriedades duais lhes
garantem sempre uma incerteza que só colapsa em realidade efetiva
quando você, cosulente e provável comprador, mentaliza o fenômeno
desejado (isto é, passa a ser o observador);
- dado que não são matérioa e nem energia, podem eles, os duentes,
superar facilmente os paradoxos EPRs e outros tantos, o que lhes
permitem também interagir por tunelamento quântico diretamente nas
glândulas pineais dos pássaros e, dessa forma, transformá-los em
pássaros que se alimentarão apenas de luz dalí por diante, resolvendo
assim, e definitivamente, o problema da alimentação deles;
- além de tudo isso eles ainda vêm com mp3 e cartões de memória
expansíveis, utilizam um gerador de ondas de freqüências variáveis que
você poderá sintonizar para telepatias e viagens fora do corpo, sem
contar com as incríveis propriedades pulsantes da matéria que poderãos
ser facilmente alteradas via ressonância-magnética-nuclear-gigante ou
por meio das novíssimas unidades de compartilhameno de quarks da
matéria escura.

Por fim, se desejar envio catálogo com diferentes opções de cores,
sabores e spins nos quais os duendes estão disponíveis.

Obviamente, como você é meu amigo, farei um desconto promocional e
posso parcelar em até dez vezes cobrando apenas a metade dos juros, no
melhor estilo Casas Bahia.

Abraços,
JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> De: "José Carlos Antonio" Assunto: [ciencialist] Re: A idéia que
Einstein fazia de Deus
>
>
> > Eu vendo duendes. Algum interessado?
>
> Estou, e explico.
> Minha horta A consta de 10 canteiro de (1,0 x 10) m cada (obviamente
com contorno de alvenaria) e as 'mudinhas' estão sofrendo com o ataque
dos pardais e companheiros. Não ligo muito que os pássaros perambulem
pela horta depois de formada e até gosto de vê-los à vontade em meu
quintal. Mas, na fase de 'mudinhas' o ataque não é bem visto. Que
faço? Até então tenho usado de garrafas giratórias pelo próprio vento
(e aqui venta bastante!) com aletas revestidas de papel alumínio.
Enquanto giram os reflexos percorrem os '4 cantos da horta' e isso
funcionou por algum tempo --- mas, penso eu, os pássaros se
condicionaram e tais reflexos não está dando os resultados obtidos no
princípio (no princípio ele era o verbo, agora é uma mera partícula
apassivadora!). Se interessar publico a foto dessas garrafas.
> Quem sabe esses duendes não consigam algum resultado mais ao meu
favor! A Xuxa tb não vende duendes? Quais as propriedades cabalísticas
dos seus? São especializados em algum tipo de pássaro? Podem ser
re-formatados?
>
> aquele abraço,
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/05/2007 23:44

Caro, professor José Carlos! Parece-me que vc se habituou em ser "esperto".

Em vez de apresentar de forma clara e definitiva onde está meu erro de
interpretação, vc esquece o problema e passa a tergiversar sobre o vocábulo
"chão". Isso não é recomendável para quem tem a responsabilidade de ser
exemplo e professar a verdade aos seus alunos. A esteira é o chão-móvel no
problema, por isso chamo de chão-esteira. Vc sabe disso, mas tenta enganar
os menos atentos com suas manobras diversionistas. Isso pode dar certo em
classes de alunos de nível médio, não aqui.

Dou-lhe mais um exemplo prático de "chão" móvel. O rio Amazonas afunila em
uma largura de pouco mais de um quilômetro próximo à cidade de Óbidos, em um
estreito que leva o nome da cidade. Em relação às margens e o solo os barcos
navegam velozes rio-abaixo, mas levam horas para vencer a velocidade da
correnteza quando se deslocam rio-acima. Em relação ao chão-rio os barcos
que sobem o rio nessa correnteza estão em alta velocidade, mas se movimentam
com baixa velocidade com relação às margens do rio. Isso ocorre, porque o
rio carrega o barco em sentido contrário, de um jeito semelhante ao da
esteira movimentando o avião em sentido contrário ao de empuxo e decolagem.

Que vc é espirituoso acredito que todos já sabem, está na hora de mostrar
que vc também é inteligente e honesto, que pratica e realiza o que orienta e
aconselha aos outros. Isto é, faz o que diz.

Abraços

José Renato

................................................

From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, May 07, 2007 1:31 AM
Subject: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada


Grande José Renato!

Que bom reencontrar suas mensagens sobre o avião que não voa. Vamos
lá, primeiro resumindo o que você diz (e está mantido abaixo, na sua
mensagem original, caso duvide de si mesmo, he he).

A minha pergunta era: qual é o referencial que você está usando, meu
caro José Renato?

Eis suas respostas:

"> JR - Veja se memoriza a resposta: no problema da esteira e o avião
*o referencial é a esteira*. Está claro?"

"> JR - Vc está muito esquecido! O referencial que uso é o
chão-esteira onde o avião está pousado. Não deixa de ser o "chão", só
que está em movimento."

"> JR - Entre todas essa opções que vc concede, devo reafirmar *mais
uma vez* que é o chão-esteira."

Pelo que entendi você parece não saber muito bem qual é o seu
referencial, é isso? :)))

Primeiro você diz que é a esteira e ainda me pergunta se está claro,
depois você diz que é o chão-esteira (o que será isso???) e enfatiza
que "não deixa de ser o chão", só que este está em movimento (???) e,
por último, conclui dizendo que é o chão-esteira! :)))

Francamente, José Renato, como é possível algo "estar claro" diante da
sua confusão mental? :)

Vamos, reconheça, nem você sabe do que você estava falando quando
começou essa confusão. :)))

E aí, vai se decidir se é o chão, o chão móvel (??? essa doeu!), a
esteira ou o chão-esteira? Aliás, que referencial é esse
"chão-esteira"? :)))

Cara, você é mesmo uma piada!!!

To adorando!

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
>
> Caro, professor José Carlos!
> Suas inúmeras digressões e a repetitiva pergunta de qual é o
referencial que
> estou usando, já respondida diversas vezes, dá impressão de que vc está
> querendo tirar o foco do problema e tentar disfarçar suas
dificuldades de
> pensar movimentos. Veja se memoriza a resposta: no problema da
esteira e o
> avião *o referencial é a esteira*. Está claro? Faço outros
comentários após
> seu texto abaixo, após JR - .
> ................................................
>
> From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@To:
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Saturday, May 05, 2007 3:19 AM
> Subject: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to
entendendo nada
>
>
> José Renato,
>
> Primeiro permita-me uma gargalhada: ha ha ha. Pronto!
> Você nem imagina como suas mensagens têm me proporcionado momentos de
> alegria e descontração.
> JR - É uma boa gargalhar. Vc já descobriu por que ri do que escrevo?

(apaguei o restante)



SUBJECT: Re: OFF-TOPIC: Software para calcular área de mapa
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/05/2007 23:49

Acho que isso não daria certo não, Takata, pois mapas topográficos
indicam superfícies tridimensionais. Dari certo se houvesse uma
maquete da superfície curva, pois nessa caso poderíamos recobri-la com
papel e depois pesar, como você sugeriu para o caso do mapa plano.

Minha "inguinorança" não permite pensar em nenhuma solução simples
além da construção da maquete, mas deve sim existir algum software que
calcule isso.

Abraços,
JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "psdias" <psdias@> escreveu
> > - Enfim, alguém conhece algum software não muito complicado de usar,
> > onde eu pudesse executar a tarefa que descrevi ?
>
> Tem um método muito simples.
>
> Vc pode pegar o desenho do mapa em um papel, recortar o contorno e
> pesá-lo. Agora vc pega um pedaço quadrado do mm papel com área
> conhecida e faz o mm.
>
> Aplica a regra de três.
>
> (Tomar o cuidado para q o papel usado seja relativamente uniforme.)
>
> Outro modo, mais trabalhoso, é dividir o mapa em vários quadrinhos.
> Qto menor o quadriculado melhor - até o limite em q a espessura da
> linha da grade não distorça a área das quadrículas.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Re: Fw: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/05/2007 23:51

Na minha opinião está bom.

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Que tipo de resposta melhor convém à consulente que retorna aos estudos?
>
> Será que essa satisfaz?
> ++++++++++++++++++++++++
> Olá Claodinice,
> a lei de Coulomb foi estabelecida para 'cargas elétricas
puntiformes', ou seja, cargas elétricas depositadas em corpos cujas
dimensões próprias sejam irrelevantes em confronto com as distâncias
que as separam. Assim, duas esferas eletrizadas de raios 5 cm e a 10 m
de distância uma da outra satisfazem bem a lei de Coulomb, MAS, se
colocadas a 20 cm uma da outra, já não satisfaz mais. A 10 m de
distância uma da outra, suas cargas podem ser pensadas como
'concentradas' no centros geométricos das esferas (centros elétricos
coincidem com os centros geométricos), mas a 20 cm uma da outra, os
'centros elétricos' não mais coincidem com os centros geométricos das
esferas e então a 'tradicional' lei de Coulomb deve sofrer alterações
(por vezes, sérias alterações!).
> ++++++++++++++++++++++++
>
> que acham?
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Claodinice Vargas
> Para: leobarretos@...
> Enviada em: sábado, 5 de maio de 2007 19:18
> Assunto: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida
>
>
> Olá, professor! Eu estou voltando a estudar, pois eu vou fazer o
vestibular. E estou revendo a materia de fisica. Essa eh a pergunta:
> A Lei de Coulomb pode ser usada para se calcular a força de
interaçao eletrica entre dois objetos quaisquer eletrizados? Por quê?
>
> Espero q vc possa me ajudar!
>
> Atenciosamente, Claudinice!
>
>
>
>
--------------------------------------------------------------------------------
> Procure em qualquer página Web com protecção eficaz. Obtenha já o
Windows Live Toolbar GRATUITO! Experimente já!
>
>
>
--------------------------------------------------------------------------------
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/793 - Release Date:
07/05/2007 14:55
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>




SUBJECT: Re: Fw: Pilha
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/05/2007 23:53

Ela pode usar a pilha como "pesinho" nas experiências de Física. :)))

É, foi mal. :)

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Aceito sugestões para a resposta.
>
> Só não vale dizer: construa com esses materiais ... outra pilha!
>
> :-)
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Maria da Penha Machado
> Para: leobarretos@...
> Enviada em: sexta-feira, 4 de maio de 2007 10:56
> Assunto: Pilha
>
>
> Leo
>
> Sou aluna de uma Universidade e tenho que apresentar um seminario
onde tenho que demonstrar que o que se tira da pilha pode ser
aproveitado para fazer outra experiencia no laboratorio, como por exemplo:
> Grafite, Zn0 , MnO2, NH4Cl e ZnCl2 (pilha seca) em que posso usar
estes materiais que foram tirados da pilha.
>
>
>
>
>
> Obrigada
>
>
>
> Maria da Penha
>
>
>
>
--------------------------------------------------------------------------------
> Seja um dos primeiros a testar o novo Windows Live Mail Beta -
grátis Acesse e inscreva-se agora!
>
>
>
--------------------------------------------------------------------------------
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/793 - Release Date:
07/05/2007 14:55
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>




SUBJECT: Re: Sites para quem gosta de ler
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/05/2007 23:59

Opa! Valeu! Já chupinhei e vou disponibilizar para meus baixinhos.

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Esteban Moreno"
<estebanlmoreno@...> escreveu
>
> Bibliotecas do Mundo
>
>
> a.. www.biblioteca.ufrgs.br - Biblioteca Central - localize os
livros das
> bibliotecas da UFRGS
>
> b.. www.bcnbib.gov.ar - Biblioteca del Congreso - item Expo Virtual
mostra
> alguns tesouros dessa biblioteca argentina
>
> c.. www.comunidadandina.org/bda - Biblioteca Digital Andina - Bolívia,
> Colômbia, Equador e Peru estão representados
>
> d.. www.obrasraras.usp.br - Biblioteca Digital de Obras Raras – livros
> completos digitalizados,
> como um de Lavoisier editado no século 19
>
> e.. www.hcanc.org.br/outrasinfs/biblio/biblio1.html - Biblioteca do
Hospital
> do Câncer - índice desse acervo especializado em oncologia
>
> f.. www.senado.gov.br/biblioteca - Biblioteca do Senado Federal -
sistema de
> busca nos 150 mil títulos da biblioteca
>
> g.. www.prefeitura.sp.gov.br/mariodeandrade - Biblioteca Mário de
Andrade -
> acervo, eventos e
> história da principal biblioteca de São Paulo
>
> h.. www.bn.pt - Biblioteca Nacional de Portugal – apresenta páginas
> especiais
> com reproduções relacionadas a Eça de Queirós e a Giuseppe Verdi, entre
> outros
>
> i.. www.bne.es - Biblioteca Nacional de España - entre as exposições
> virtuais,
> uma interessante coleção cartográfica do século 16 ao 19
>
> j.. www.bibnal.edu.ar - Biblioteca Nacional de la República Argentina –
> biblioteca, mapoteca
> e fototeca
>
> k.. www.bnm.me.gov.ar - Biblioteca Nacional de Maestros - biblioteca
> argentina
> voltada para
> a comunidade educativa
>
> l.. www.binape.gob.pe - Biblioteca Nacional del Perú - alguns livros
> eletrônicos, mapas e imagens
>
> m.. www.bncrm.librari.beniculturali.it - Biblioteca Nazionale
Centrale di
> Roma
> - expõe detalhes de obras antigas de seu catálogo
>
> n.. www.biblioteca.euroweb.ro - Biblioteca Româneasca - textos em
romeno e
> dados sobre autores do país:
>
> o.. www.bvg.udc.es - Biblioteca Virtual Galega - textos em língua
galega,
> parecida com o
> português:
>
> p.. www.bibalex.org/website - Bibliotheca Alexandrina - conheça a
> instituição
> criada à sombra da famosa biblioteca, que sumiu há mais de 1.600 anos
>
> q.. www.californiadigitallibrary.org - California Digital Library -
imagens
> e
> e-livros
> oferecidos pela Universidade da Califórnia
>
> r.. www.celtdigital.org - Celtic Digital Library - história e literatura
> celtas
>
> s.. www.cpmg.org.br/n_biblioteca.asp - Círculo Psicanalítico de
Minas Gerais
> -
> acervo
> especializado em psicanálise
>
> t.. www.moa.cit.cornell.edu - Cornell Library Digital Collections -
> compilações variadas, sobre
> agricultura e matemática, por exemplo
>
> u.. www.ucc.ie/celt - Corpus of Electronic Texts - história,
literatura e
> política irlandesas
>
> v.. www.crimelibrary.com - Crime Library - histórias reais de
criminosos,
> espiões e terroristas
>
> w.. www.educ.ar/educar/superior/biblioteca_digital - Educar Biblioteca
> Digital
> - em espanhol, apresenta livros e revistas de "todas as disciplinas"
>
> x.. www.gallica.bnf.fr - Gallica - Bibliothèque Numérique - volumes da
> Biblioteca Nacional
> da França digitalizados:
>
> y.. www1.umn.edu/humanrts - Human Rights Library - mais de 14 mil
documentos
> relacionados aos direitos humanos
>
> z.. www.idrc.ca/library - IDRC Library - textos e imagens desse
centro de
> estudos do desenvolvimento internacional
>
> aa.. www.fordham.edu/halsall/ancient/asbook.html - Internet Ancient
History
> Sourcebook - página dedicada à difusão de documentos da Antiguidade
>
> ab.. www.archive.org - Internet Archive - guarda páginas da internet
em seus
> diversos estágios de evolução
>
> ac.. www.ipl.org I- nternet Public Library - indica páginas em que
se podem
> ler documentos sobre áreas específicas do conhecimento
>
> ad.. www.cs.umb.edu/jfklibrary - John F. Kennedy Library - sobre o
> presidente
> americano John F. Kennedy, morto em 1963:
>
> ae.. www.libdex.com - LibDex - índice para localizar mais de 18 mil
> bibliotecas do mundo todo e seus sites
>
> af.. www.librarytechnology.org/libwebcats - Lib-web-cats - enumera
> bibliotecas
> de mais de 60 países, mas o foco são os EUA e o Canadá
>
> ag.. www.sunsite.berkeley.edu/Libweb - Libweb - outro site de busca de
> instituições, com 6.600 links de 115 países:
>
> ah.. www.msg.org.br - Mosteiro São Geraldo - livros e periódicos sobre
> história e literatura húngara, filosofia, teologia e religião
>
> ai.. www.nla.gov.au - National Library of Australia - divulga periódicos
> australianos da década de 1840
>
> aj.. www.odl.ox.ac.uk - Oxford Digital Library - centraliza acesso a
> projetos
> digitais das bibliotecas da Universidade de Oxford
>
> ak.. www.perseus.tufts.edu - Perseus Digital Library - dedicado a
estudos
> sobre os gregos e romanos antigos
>
> al.. www.bib.uab.es - Servei de Biblioteques - bibliotecas da
Universidade
> Autônoma de Barcelona
>
> am.. www.evidenceincamera.co.uk - The Aerial Reconnaissance Archives -
> recém-lançado, site promete divulgar 5 milhões de fotos aéreas da
Segunda
> Guerra Mundial
>
> an.. www.bl.uk - The British Library - além de busca no catálogo, tem
> coleções
> virtuais separadas por região geográfica
>
> ao.. www.digital.nypl.org - The Digital Library - diversas coleções
> temáticas,
> como a de escritoras negras americanas do século 19
>
> ap.. Twww.dsal.uchicago.edu - he Digital South Asia Library -
periódicos,
> fotos e estatísticas que contam a história do Sul da Ásia
>
> aq.. www.huntington.org - The Huntington - grande quantidade de
obras raras
> em
> arte e botânica
>
> ar.. www.mathforum.org/library - The Math Forum - textos que se
propõem a
> auxiliar no ensino da matemática
>
> as.. www.sadl.uleth.ca/nz/cgi-bin/library - The New Zealand Digital
Library
> -
> destaque para os arquivos sobre questões humanitárias
>
> at.. www.humi.keio.ac.jp/treasures - Treasures of Keyo University -
um dos
> destaques é a reprodução da Bíblia de Gutenberg
>
> au.. www.unesco.org/webworld/portal_bib - Unesco Libraries Portal -
> informações sobre bibliotecas e projetos voltados para a preservação da
> memória
>
> av.. www.uol.com.br/bibliot - UOL Biblioteca - dicionários, guias de
turismo
> e
> especiais noticiosos
>
> aw.. www.lib.utexas.edu - UT Library Online - possui uma ampla
coleção de
> mapas
>
>
> Bibliotecas Virtuais
>
>
> ax.. www.alexandriavirtual.com.br - Alexandria Virtual - acervo
variado, de
> literatura a humor
>
> ay.. www.bartleby.com - Bartleby.com - importantes textos, como os 70
> volumes
> da "Harvard Classics" e a obra completa de Shakespeare
>
> az.. www.bibliomania.com - Bibliomania - 2.000 textos clássicos e
guias de
> estudo em inglês
>
> ba.. www.fausernet.novara.it/fauser/biblio - Biblioteca dei Classici
> Italiani
> - literatura italiana, dos "duecento" aos "novecento"
>
> bb.. www.multimedios.org - Biblioteca Electrónica Cristiana - teologia e
> humanidades vistas por religiosos
>
> bc.. www.bibvirt.futuro.usp.br - Biblioteca Virtual do Estudante
Brasileiro
> -
> especializada em literatura em língua portuguesa
>
> bd.. www.biblio.com.br - Biblioteca Virtual - Literatura - pretende
reunir
> grandes obras literárias
>
> be.. www.cervantesvirtual.com - Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes -
> cultura hispano-americana
>
> bf.. www.biblioteca.org.ar - Biblioteca Virtual Universal - textos
> infanto-juvenis, literários e técnicos
>
> bg.. www.uol.com.br/machadodeassis - Contos Completos de Machado de
Assis -
> mais de 200 contos de Machado de Assis
>
> bh.. www.cultvox.com.br - Cultvox - serviço que oferece alguns e-livros
> gratuitamente e vende outros
>
> bi.. www.dearreader.com - Dearreader.com - clube virtual que envia por
> e-mail
> trechos de livros
>
> bj.. www.ebooksbrasil.com - eBooksbrasil - livros eletrônicos
gratuitos em
> diversos formatos
>
> bk.. www.ig.com.br/paginas/novoigler/download.html - iGLer - acesso
rápido a
> duas centenas de obras literárias em português
>
> bl.. www.icdlbooks.org - International Children's Digital Library -
pretende
> oferecer e-livros infantis em cem línguas
>
> bm.. www.intratext.com - IntraText - textos completos em diversas
línguas,
> entre elas o latim
>
> bn.. www.secrel.com.br/jpoesia - Jornal da Poesia - importante acervo de
> poesia em língua portuguesa, com textos de mais de 3.000 autores
>
> bo.. www.netlibrary.net - Net eBook Library - biblioteca virtual com
parte
> do
> acervo restrito a assinantes do site
>
> bp.. www.nuovorinascimento.org/n-rinasc/homepage.htm - Nuovo
Rinascimento -
> especializado em documentos do Renascimento italiano
>
> bq.. www.literature.org - Online Literature Library - pequena
coleção para
> ler
> diretamente no navegador
>
> br.. www.liberliber.it/biblioteca - Progetto Manuzio - textos em
italiano
> para
> download, incluindo óperas
>
> bs.. www.gutenberg.net - Project Gutenberg - mantido por voluntários,
> importante site com obras integrais disponíveis gratuitamente
>
> bt.. www.biblioteca.clarin.com - Proyecto Biblioteca Digital Argentina -
> obras
> consideradas representativas da literatura argentina
>
> bu.. www.romanzieri.com - Romanzieri.com - livros eletrônicos em
italiano
> compatíveis com o programa Microsoft Reader
>
> bv.. www.sololiteratura.com - Sololiteratura.com - textos sobre autores
> hispano-americanos
>
> bw.. www.usc.es/~ilgas/escolma.html - Textos de Literatura Galega
Medieval -
> pequena seleção de poesias e histórias medievais
>
> bx.. www.online-literature.com - The Literature Network - poemas,
contos e
> romances de aproximadamente 90 autores
>
> by.. www.digital.library.upenn.edu/books - The Online Books Page -
afirma
> ter
> mais de 20 mil livros on-line
>
> bz.. www.sunsite.berkeley.edu/OMACL - The Online Medieval and Classical
> Library - obras literárias clássicas e medievais
>
> ca.. www.usinadeletras.com.br - Usina de Letras - divulga a produção de
> escritores independentes
>
> cb.. www.vbookstore.com.br - Virtual Book Store - literatura do Brasil e
> estrangeira, biografias e resumos
>
> cc.. www.virtualbooks.terra.com.br - Virtual Books Online - e-livros
> gratuitos
> em português, inglês, francês, espanhol, alemão e italiano
>
>
>
>
> Sobre Teses e Dissertações
>
>
>
>
> a.. www.capes.gov.br - Científicos Banco de Teses - resumos de teses e
> dissertações apresentadas no Brasil desde 1987
>
> b.. www.teses.usp.br - Biblioteca Digital de Teses e Dissertações -
textos
> integrais de parte das teses e dissertações apresentadas na USP
>
> c.. www.bireme.br - Biblioteca Virtual em Saúde - revistas científicas e
> dados
> de pesquisas sobre adolescência, ambiente e saúde
>
> d.. www.theses.mit.edu - Digital Library of MIT Theses - algumas
teses do
> Instituto de Tecnologia de Massachusetts; a mais antiga é de 1888
>
> e.. www.lib.umi.com/dissertations - ProQuest Digital Dissertations -
sistema
> para pesquisar resumos de teses e de dissertações
>
> f.. www.universiabrasil.net/busca_teses.jsp - Universia Brasil -
busca teses
> nas universidades públicas paulistas e na PUC-PR
>
>
>
> Outros Sites Publicações e Periódicos
>
>
> a.. www.grin.hq.nasa.gov - Great Images in Nasa - imagens históricas da
> agência espacial
> americana
>
> b.. www.phil.cdc.gov - Public Health Image Library - fotos,
ilustrações e
> animações voltadas para o esclarecimento de questões de saúde pública
>
> c.. www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi - PubMed - referências a 14
> milhões
> de artigos biomédicos
>
> d.. www.scielo.br - SciELO - biblioteca eletrônica com periódicos
> científicos
> brasileiros
>
> e.. www.sciencedirect.com - ScienceDirect - mais de 1.800 revistas,
de "ACC
> Current Journal Review" a "Zoological Journal"
>
>
> Associações
>
>
> a.. www.ala.org - American Library Association - sobre o sistema de
> bibliotecas dos EUA
>
> b.. www.apbad.pt - Associação Portuguesa de Bibliotecários,
Arquivistas e
> Documentalistas – publicações indicadas e agenda de eventos da área
>
> c.. www.abf.asso.fr - Association des Bibliothécaires Français - dossiês
> sobre
> o sistema francês de bibliotecas e temas correlatos
>
> d.. www.cfb.org.br - Conselho Federal de Biblioteconomia - atualidades e
> links
> de interesse da área
>
> e.. www.crb8.org.br - Conselho Regional de Biblioteconomia de São
Paulo -
> legislação e eventos da biblioteconomia
>
> f.. www.clir.org - Council on Library and Information Resources -
> organização
> que se preocupa com a preservação de informações
>
> g.. www.eblida.org - European Bureau of Library, Information and
> Documentation
> Associations - entidade européia dedicada à promoção da ciência da
> informação
>
> h.. www.ifla.org - International Federation of Library Associations and
> Institutions - associação com membros em mais de 150 países
>
> i.. www.sedic.es - Sociedad Española de Documentación e Información
> Científica
> - oportunidades, como cursos virtuais
>
>
>
>
> Bibliotecas Públicas
>
>
>
>
> a.. www.loc.gov - Biblioteca do Congresso americano - considerada a
maior e
> uma das melhores bibliotecas do mundo, é referência internacional, com
> conteúdos trabalhados e relacionados
>
> b.. www.bn.br - Biblioteca Nacional (Brasil) - o site é referência para
> todas
> as bibliotecas do país, com farta documentação e imagens
digitalizadas, além
> de
> informações e serviços
>
> c.. www4.prefeitura.sp.gov.br/biblioteca/PaginaInicial.asp -
Bibliotecas da
> cidade de São Paulo - a cidade tem a maior rede de bibliotecas
públicas do
> país, e uma visita ao site é imprescindível para conhecer suas
coleções e
> serviços, com destaque para as obras e imagens digitalizadas da
Biblioteca
> Mário de Andrade
>
> d.. www.prossiga.br - Bibliotecas virtuais do sistema MCT/CNPq/Ibict -
> grande
> referência na área de bibliotecas virtuais, é o site mais importante no
> Brasil
> de informação e comunicação sobre ciência e tecnologia
>
> e.. www.bibliotecas-cruesp.usp.br - Bibliotecas das universidades
públicas
> paulistas - o consórcio Cruesp/Bibliotecas interliga Unesp, Unicamp
e USP, e
> o
> internauta pode consultar as mais importantes bibliotecas
universitárias do
> país, referências para diferentes campos da pesquisa.
>
>
>
>
>
>
>
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> ----- Finalizar mensagem encaminhada -----
>
>
>
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___________________________________________________________________________________
> Para fazer uma ligação DDD pra perto ou pra longe, faz um 21. A
Embratel tem
> tarifas muito baratas esperando por você. Aproveite!
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>




SUBJECT: Re: Fw: Informações importantes
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/05/2007 00:01

Léo, eu tenho um material que "compilei" a partir de sites das
companhias de energia elétrica, mas não atende a todas as exigências
do seu consulente, pois trata apenas do cálculo do consumo e das
formas de se economizar energia elétrica, se quiser dar uma olhada lhe
passo.

Abraços,
JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, ivanildo ximenes
<icximenes@...> escreveu
>
> Marcio Ortman,
>
> Como sugestão, procure nos escritórios da Eletrobrás ou de Furnas
quem responde pelo programa Procel nas Escolas.
> Você terá todo a referência e material para realizar um bom trabalho.
>
> Ivanildo Ximenes
>
> Luiz Ferraz Netto <leobarretos@...> escreveu:
Tem alguém do Rio de Janeiro nessa lista que possa
transmitir a ajuda necessária?
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Marcio Ortman
> Para: leobarretos@...
> Enviada em: sexta-feira, 4 de maio de 2007 09:31
> Assunto: Informações importantes
>
> Prezado Professor,
>
> Antes de mais nada quero parabenizá-lo pela página, onde podemos
ter as mais variadas e importantes informações sobre os diversos
campos da ciência.
> Participo de uma empresa de eventos e promoções aqui no Rio de
Janeiro e, estamos desenvolvendo um projeto voltado para as
comunidades carentes do município e do estado. Queremos levar às
crianças e jovens desses locais, informações sobre a correta
utilização da energia elétrica. A idéia é criar nos " consumidores
futuros " ( crianças e jovens ) a consciência do que a energia
elétrica nos traz em termos de conforto e, principalmente segurança.
Um exemplo: nossa intenção é mostrar como " nasce " a energia
elétrica, como hidroelétrica, termoelétricas e demais fontes
fornecedoras de energia. A energia elétrica é paga ( os investimentos
feitos pelas distribuidoras é muito grande - as pessoas, de modo
geral, não dão muita atenção para isso, só sentindo na pele quando a
energia falta ). Vamos mostrar que furtar energia elétrica ( o famoso
" gato " ) é crime, além de extremamente perigoso, com risco de vida.
Mostrar os riscos como soltar pipas perto dos fios da rede elétrica,
> subir em postes, etc... . É importante mostrar como utilizar
corretamente a energia elétrica, através da manutenção dos aparelhos
elétricos ( não secar roupas na parte de trás de geladeiras, não
sobrecarregar as tomadas com benjamins em demasia ). Enfim, tentar,
através de uma maneira lúdica o que é a energia elétrica.
> Para não tornar o assunto " chato " e com isso perder a atenção de
nosso público, pretendemos encenar uma peça teatral com personagens
mostrando esses assuntos de maneira divertida. Pretendemos colocar
artefatos, mostrando como " criar " eletricidade, como uma bicicleta
que ao ser pedalada, acende o seu farol através do dinamo. Que tipo de
colaboração poderíamos obter do senhor à respeito do assunto ? Além da
bicicleta citada, que outros " brinquedos " ( se é que podemos chamar
assim ) poderíamos exemplificar para as crianças ? Para não tomar
muito o seu tempo, procurei resumir o assunto, mas eu acho que deu
para o senhor entender, não ?
>
> Agradeço antecipadamente a sua atenção,
>
> Obrigado,
>
> Marcio Ortman
>
> ----------------------------------------------------------
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>
>
>
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SUBJECT: RES: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada
FROM: "Ricardo" <ricardos@infolink.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 00:06

José Renato,

O professor José Carlos havia comentado em e-mails anteriores que é
necessário ter um referencial para o problema, seja ele qual for o escolhido
(e você havia concordado, é claro). Isso é básico, sem dúvida, e nem
precisava ser dito.

Mas ele também havia mostrado que não faz nenhum sentido a esteira ser o
referencial. Relembrando, o enunciado afirma que:

"(...) O avião se move em uma direção, e a esteira na
direção oposta. A esteira tem um sistema de controle que acompanha a
velocidade do avião e faz com que a esteira tenha exatamente a mesma
velocidade dele, na direção oposta. A pergunta é: o avião vai
conseguir decolar?"

Se o referencial estiver na esteira, ela não se move. Aliás, o enunciado
também estaria errado/sem sentido se o referencial estivesse no avião, pois
o avião não poderia se mover, ou ter velocidade.

O referencial, para o que o problema chama de velocidades da esteira e do
avião, poderia estar onde você quiser (chão, torre eifel, cratera da Lua,
etc), sem problema nenhum, mas, repito, tornaria inválido o enunciado se
estivesse na esteira ou no avião.


OK?

Um abraço,

Ricardo




-----Mensagem original-----
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de José Renato
Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 23:45
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo
nada

Caro, professor José Carlos! Parece-me que vc se habituou em ser "esperto".

Em vez de apresentar de forma clara e definitiva onde está meu erro de
interpretação, vc esquece o problema e passa a tergiversar sobre o vocábulo
"chão". Isso não é recomendável para quem tem a responsabilidade de ser
exemplo e professar a verdade aos seus alunos. A esteira é o chão-móvel no
problema, por isso chamo de chão-esteira. Vc sabe disso, mas tenta enganar
os menos atentos com suas manobras diversionistas. Isso pode dar certo em
classes de alunos de nível médio, não aqui.

Dou-lhe mais um exemplo prático de "chão" móvel. O rio Amazonas afunila em
uma largura de pouco mais de um quilômetro próximo à cidade de Óbidos, em um

estreito que leva o nome da cidade. Em relação às margens e o solo os barcos

navegam velozes rio-abaixo, mas levam horas para vencer a velocidade da
correnteza quando se deslocam rio-acima. Em relação ao chão-rio os barcos
que sobem o rio nessa correnteza estão em alta velocidade, mas se movimentam

com baixa velocidade com relação às margens do rio. Isso ocorre, porque o
rio carrega o barco em sentido contrário, de um jeito semelhante ao da
esteira movimentando o avião em sentido contrário ao de empuxo e decolagem.

Que vc é espirituoso acredito que todos já sabem, está na hora de mostrar
que vc também é inteligente e honesto, que pratica e realiza o que orienta e

aconselha aos outros. Isto é, faz o que diz.

Abraços

José Renato

................................................

From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, May 07, 2007 1:31 AM
Subject: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada


Grande José Renato!

Que bom reencontrar suas mensagens sobre o avião que não voa. Vamos
lá, primeiro resumindo o que você diz (e está mantido abaixo, na sua
mensagem original, caso duvide de si mesmo, he he).

A minha pergunta era: qual é o referencial que você está usando, meu
caro José Renato?

Eis suas respostas:

"> JR - Veja se memoriza a resposta: no problema da esteira e o avião
*o referencial é a esteira*. Está claro?"

"> JR - Vc está muito esquecido! O referencial que uso é o
chão-esteira onde o avião está pousado. Não deixa de ser o "chão", só
que está em movimento."

"> JR - Entre todas essa opções que vc concede, devo reafirmar *mais
uma vez* que é o chão-esteira."

Pelo que entendi você parece não saber muito bem qual é o seu
referencial, é isso? :)))

Primeiro você diz que é a esteira e ainda me pergunta se está claro,
depois você diz que é o chão-esteira (o que será isso???) e enfatiza
que "não deixa de ser o chão", só que este está em movimento (???) e,
por último, conclui dizendo que é o chão-esteira! :)))

Francamente, José Renato, como é possível algo "estar claro" diante da
sua confusão mental? :)

Vamos, reconheça, nem você sabe do que você estava falando quando
começou essa confusão. :)))

E aí, vai se decidir se é o chão, o chão móvel (??? essa doeu!), a
esteira ou o chão-esteira? Aliás, que referencial é esse
"chão-esteira"? :)))

Cara, você é mesmo uma piada!!!

To adorando!

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
>
> Caro, professor José Carlos!
> Suas inúmeras digressões e a repetitiva pergunta de qual é o
referencial que
> estou usando, já respondida diversas vezes, dá impressão de que vc está
> querendo tirar o foco do problema e tentar disfarçar suas
dificuldades de
> pensar movimentos. Veja se memoriza a resposta: no problema da
esteira e o
> avião *o referencial é a esteira*. Está claro? Faço outros
comentários após
> seu texto abaixo, após JR - .
> ................................................
>
> From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@To:
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Saturday, May 05, 2007 3:19 AM
> Subject: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to
entendendo nada
>
>
> José Renato,
>
> Primeiro permita-me uma gargalhada: ha ha ha. Pronto!
> Você nem imagina como suas mensagens têm me proporcionado momentos de
> alegria e descontração.
> JR - É uma boa gargalhar. Vc já descobriu por que ri do que escrevo?

(apaguei o restante)



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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 00:13

Olá, Homero! Tenha calma, pense e apresente seus comentários,
mas não perca a compostura. Faço comentários no texto abaixo,
após JR -, OK?
...........................................................

From: "oraculo333" <oraculo@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, May 07, 2007 12:51 AM
Subject: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada


PQP..:-)
JR - É importante manter o controle...

Me desculpem a expressão, mas é a única que pode exprimir corretamente
meu espanto..:-)
JR - Pensei que vc tinha desistido...

Quanto penso que alguém vai conseguir finalmente explicar o erro a
você, Renato, tenho de ler, de novo, outro exemplo sem sentido, onde
seu engano é novamente repetido:
JR - Não é não, Homero! No exemplo fica claro - para quem avalia - a relação
entre o móvel-motocicleta e o chão-globo que se desloca sob elas. Em geral,
o espetáculo é feito com a estrutura do globo fixa, sem movimento de rotação
que eu inseri no exemplo para torná-lo semelhante ao do problema
esteira-avião.

Renato: "Vc já viu o espetáculo circense chamado de Globo da Morte,
onde motociclistas se movimentam simultaneamente dentro de uma
estrutura esférica? Pense uma estrutura dessas girando em seu eixo
fixo ao chão, e um motociclista se deslocando na linha do "equador" na
mesma velocidade angular, mas em sentido contrário. Ele consegue fazer
isso? Qual é o referencial?"

Quosque tandem abutere patienta nostra, Renato?..:-) Seu exemplo é um
"exemplo" CLARO de seu erro, pois se baseia no "senso comum" a
respeito de movimento! SE são motos movidas pela tração nas rodas, é
uma coisa, se são motos MOVIDAS POR HÉLICES OU JATOS, é outra!!!
JR - Não são, não, Homero! Até o avião se separar da pista, ele roda como um
carro ou moto movidos a turbinas.

Colocando de forma mais clara, motos que se movem por jatos de ar
PODEM FAZER ISSO sem problemas, da mesma forma como um avião pode
decolar da esteira! Mesmo com a estrutura girando em seu eixo fixo, as
motos SE MOVEM E GIRAM SEM CAIR, já que as rodas não são responsáveis
pela tração, mas apenas isolam as mesmas da estrutura!! Como no avião
e esteira, motos com jatos apenas farão as rodas girarem mais rápido,
se a estrutura girar ao contrário de seu deslocamento, que se esta
estivesse parada!
JR - Ficou muito confusa sua explicação... Mas se as rodas que estão em
contato com a estrutura do globo giram mais rápido quando essa estrutura
gira, significa que não está mais na mesma velocidade de antes quando o
globo estava parado. Logo, não está atendendo o enunciado do problema...

Se pelo menos parasse de teimar e pensasse um pouco no problema, sem
deixar seu "ego" gigantesco engana-lo, dizendo que você tem uma
resposta que NINGUÉM mais descobriu..:-)
JR - Leia esse parágrafo acima para vc mesmo e veja se bate alguma luz...

Pense, Renato, pense: se conseguir imaginar as motos ligando seus
"jatos", o que acontece com a estrutura depois disso é IRRELEVANTE!
JR - Não é não, Homero! No exemplo do globo da morte as motocicletas a jato
sofrerão um retardo em seus movimentos em relação ao chão-solo, visto que a
estrutura - onde elas estão apoiadas e se deslocando - roda em sentido
contrário, subtraindo velocidade nesse sentido.

Que canseira..:-) E, mais uma vez peço desculpas, mas, PQP!!!..:-)
JR - Descanse e depois tente raciocinar sobre a questão.

Homero

[]s
José Renato



SUBJECT: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 00:22

Se Einstein gritava não sei. Tenho entretanto registro no livro Como penso o
mundo em que ele rejeita um deus pessoal e antropomórfico, e professa
Deus-Criador como um ente cósmico que se revela ao ser humano de muitas
formas.
[]s
JR
............................................
----- Original Message -----
From: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, May 07, 2007 10:12 AM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


Vitor:

Reservo-me o direito de duvidar que o grande mestre tenha gritado. Não era
do seu feitio: era calmo, pacífico, muito humor... Leia suas biografias.
Sobre deus, não entro no mérito.

bom dia,

silvio.
3
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, May 06, 2007 9:53 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


Olá,

Einstein gritou: *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre
grave erro. Quem a
pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
ideologia ateia.

Victor: ...Também niguém é perfeito.

Sds,

Victor.

----- Original Message -----
From: Esteban Moreno
To: undisclosed-recipients:
Sent: Sunday, May 06, 2007 8:45 PM
Subject: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

A idéia que Einstein fazia de Deus
<http://www.ansiao.net/einstein.jpg>

*«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave erro. Quem a
pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
ideologia ateia.

Não há oposição entre a ciência e a religião.
Apenas há cientistas atrasados, que professam ideias que datam de 1880.

Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo
mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas.

No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses
cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis prováveis,
formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa indeterminação,
no
plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma Causa, que produza o
equilíbrio e a harmonia dessas reações dissemelhantes e contraditórias da
matéria.

Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam
como
o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da natureza
e
o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo ao seu serviço, por meio de
fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos.
Outros
o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da
moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias. Outros, enfim, como
o
Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela aos
homens no mais íntimo da consciêncía.
-
A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do
místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja
estranha tal sensação, aquele que não mais possa sonhar e ser empolgado
pelo
encantamento, não passa, em verdade, de um morto.

Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se
manifesta como a mais alta das sabedorias; a mais radiosa das belezas, que
as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais
primitivas: esse conhecimento, esse sentimento, está no centro mesmo da
verdadeira religiosidade.

A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de
pesquisa científica. Minha religião consiste em humilde admiração do
espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que
podemos
perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção,
profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior,
que
se revela* no* incompreensível, é a ideia que faço de Deus».*

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]






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SUBJECT: P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/05/2007 00:34

Olá José Renato,

Probleminhas de correnteza de rios nunca foram resolvidos usando-se um
sistema de referência chão-rio, mas é claro que se você tiver um
contra-exemplo eu ficaria feliz em conhecê-lo, obviamente DEPOIS que
você se decidir pelo referencial do aviãozinho que você vem enrolando
há dezenas de mensagem mas ainda não definiu. E olha que você disse
que era tudo tão fácil! :)

Só para que você mesmo não se esqueça. O probleminha que você queria
resolver dizia que o avião move-se para um lado com velocidade v (em
relação a quem?) e a esteira no sentido oposto com velocidade -v (em
relação a quem?) e você disse que era tolice e intelectualmente pobre
admitir que o referencial de que trata o problema era o chão.

Então, meu amigo intelectualmente rico, o que significa dizer que a
esteira move-se com velocidade -v em relação ao chão-esteira? :)

E o que significa dizer que o avião se move com velocidade v em
relação ao chão-esteira? :)

Qual a velocidade do chão em relação ao chão-esteira? :)

Qual a velocidade da esteira em relação ao chão-esteira? :)

Onde fica o chão-esteira? No chão, na esteira ou em outro lugar? :)

Não, José Renato, você não vai sair impune dessa. :)))

AGUARDAMOS, todos nós, intelectualmente pobres, que você nos responda
as perguntas acima. Enquanto isso... Deixe os rios correrem em paz. :)

Ah, veja que se você não se decidir logo pelos eu referencial pode ser
que o avião enferruge, que a esteira engripe e que o espaço de
mensagens da C-List se acabe. :)))

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
>
> Caro, professor José Carlos! Parece-me que vc se habituou em ser
"esperto".
>
> Em vez de apresentar de forma clara e definitiva onde está meu erro de
> interpretação, vc esquece o problema e passa a tergiversar sobre o
vocábulo
> "chão". Isso não é recomendável para quem tem a responsabilidade de ser
> exemplo e professar a verdade aos seus alunos. A esteira é o
chão-móvel no
> problema, por isso chamo de chão-esteira. Vc sabe disso, mas tenta
enganar
> os menos atentos com suas manobras diversionistas. Isso pode dar
certo em
> classes de alunos de nível médio, não aqui.
>
> Dou-lhe mais um exemplo prático de "chão" móvel. O rio Amazonas
afunila em
> uma largura de pouco mais de um quilômetro próximo à cidade de
Óbidos, em um
> estreito que leva o nome da cidade. Em relação às margens e o solo
os barcos
> navegam velozes rio-abaixo, mas levam horas para vencer a velocidade da
> correnteza quando se deslocam rio-acima. Em relação ao chão-rio os
barcos
> que sobem o rio nessa correnteza estão em alta velocidade, mas se
movimentam
> com baixa velocidade com relação às margens do rio. Isso ocorre,
porque o
> rio carrega o barco em sentido contrário, de um jeito semelhante ao da
> esteira movimentando o avião em sentido contrário ao de empuxo e
decolagem.
>
> Que vc é espirituoso acredito que todos já sabem, está na hora de
mostrar
> que vc também é inteligente e honesto, que pratica e realiza o que
orienta e
> aconselha aos outros. Isto é, faz o que diz.
>
> Abraços
>
> José Renato
>
> ................................................
>
> From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@To:
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Monday, May 07, 2007 1:31 AM
> Subject: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to
entendendo nada
>
>
> Grande José Renato!
>
> Que bom reencontrar suas mensagens sobre o avião que não voa. Vamos
> lá, primeiro resumindo o que você diz (e está mantido abaixo, na sua
> mensagem original, caso duvide de si mesmo, he he).
>
> A minha pergunta era: qual é o referencial que você está usando, meu
> caro José Renato?
>
> Eis suas respostas:
>
> "> JR - Veja se memoriza a resposta: no problema da esteira e o avião
> *o referencial é a esteira*. Está claro?"
>
> "> JR - Vc está muito esquecido! O referencial que uso é o
> chão-esteira onde o avião está pousado. Não deixa de ser o "chão", só
> que está em movimento."
>
> "> JR - Entre todas essa opções que vc concede, devo reafirmar *mais
> uma vez* que é o chão-esteira."
>
> Pelo que entendi você parece não saber muito bem qual é o seu
> referencial, é isso? :)))
>
> Primeiro você diz que é a esteira e ainda me pergunta se está claro,
> depois você diz que é o chão-esteira (o que será isso???) e enfatiza
> que "não deixa de ser o chão", só que este está em movimento (???) e,
> por último, conclui dizendo que é o chão-esteira! :)))
>
> Francamente, José Renato, como é possível algo "estar claro" diante da
> sua confusão mental? :)
>
> Vamos, reconheça, nem você sabe do que você estava falando quando
> começou essa confusão. :)))
>
> E aí, vai se decidir se é o chão, o chão móvel (??? essa doeu!), a
> esteira ou o chão-esteira? Aliás, que referencial é esse
> "chão-esteira"? :)))
>
> Cara, você é mesmo uma piada!!!
>
> To adorando!
>
> Abraços,
> JC
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@> escreveu
> >
> > Caro, professor José Carlos!
> > Suas inúmeras digressões e a repetitiva pergunta de qual é o
> referencial que
> > estou usando, já respondida diversas vezes, dá impressão de que vc
está
> > querendo tirar o foco do problema e tentar disfarçar suas
> dificuldades de
> > pensar movimentos. Veja se memoriza a resposta: no problema da
> esteira e o
> > avião *o referencial é a esteira*. Está claro? Faço outros
> comentários após
> > seu texto abaixo, após JR - .
> > ................................................
> >
> > From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@To:
> <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > Sent: Saturday, May 05, 2007 3:19 AM
> > Subject: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to
> entendendo nada
> >
> >
> > José Renato,
> >
> > Primeiro permita-me uma gargalhada: ha ha ha. Pronto!
> > Você nem imagina como suas mensagens têm me proporcionado momentos de
> > alegria e descontração.
> > JR - É uma boa gargalhar. Vc já descobriu por que ri do que escrevo?
>
> (apaguei o restante)
>




SUBJECT: RES: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/05/2007 00:45

Valeu Ricardo, mas é claro que ele "sabe" disso. :)

O único problema que resta ao José Renato é, no entanto, o mais
trágico de todos os problemas que ele sabe que terá que enfrentar: em
um dado momento ele terá que concordar que o enunciado se refere ao
chão, que nesse referencial o avião se moverá para um lado (como o
enunciado diz, aliás), que a esteira se moverá no sentido oposto com a
mesma velocidade que o avião e em relação ao chão (como o enunciado
também diz), e que isso apenas só fará com que as rodas do avião girem
duas vezes mais rápido do que girariam se a esteira fosse imóvel, mas
que em nada interferirão na decolagem do avião.

Agora, esperar que o José Rentao, que nos chamou de tolos porque lhes
dissemos que o referencial só podia ser o chão, que disse que nós não
somos criativos por não sermos capazes de imaginar que em um mesmo
problema o avião decola e não decola (coisa que já provei ser
impossível até mesmo usando a lógica aristotélica) e que tem
desesperadamente tentado achar uma saída onde ele não tenha que dizer:
"puxa, é mesmo, eu me enganei"... Ah, esperar isso dele é demais. :)

Ele vai ceder sim, mas de outra forma, sem admitir que disse uma
bobagemzinha e que para tentar sustentá-la teve que dizer milhares de
outras. Tem sido assim, ad seculum seculorium (ou algo parecido).

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...> escreveu
>
> José Renato,
>
> O professor José Carlos havia comentado em e-mails anteriores que é
> necessário ter um referencial para o problema, seja ele qual for o
escolhido
> (e você havia concordado, é claro). Isso é básico, sem dúvida, e nem
> precisava ser dito.
>
> Mas ele também havia mostrado que não faz nenhum sentido a esteira ser o
> referencial. Relembrando, o enunciado afirma que:
>
> "(...) O avião se move em uma direção, e a esteira na
> direção oposta. A esteira tem um sistema de controle que acompanha a
> velocidade do avião e faz com que a esteira tenha exatamente a mesma
> velocidade dele, na direção oposta. A pergunta é: o avião vai
> conseguir decolar?"
>
> Se o referencial estiver na esteira, ela não se move. Aliás, o enunciado
> também estaria errado/sem sentido se o referencial estivesse no
avião, pois
> o avião não poderia se mover, ou ter velocidade.
>
> O referencial, para o que o problema chama de velocidades da esteira
e do
> avião, poderia estar onde você quiser (chão, torre eifel, cratera da
Lua,
> etc), sem problema nenhum, mas, repito, tornaria inválido o enunciado se
> estivesse na esteira ou no avião.
>
>
> OK?
>
> Um abraço,
>
> Ricardo
>
>
>
>
> -----Mensagem original-----
> De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
> Em nome de José Renato
> Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 23:45
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Assunto: Re: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to
entendendo
> nada
>
> Caro, professor José Carlos! Parece-me que vc se habituou em ser
"esperto".
>
> Em vez de apresentar de forma clara e definitiva onde está meu erro de
> interpretação, vc esquece o problema e passa a tergiversar sobre o
vocábulo
> "chão". Isso não é recomendável para quem tem a responsabilidade de ser
> exemplo e professar a verdade aos seus alunos. A esteira é o
chão-móvel no
> problema, por isso chamo de chão-esteira. Vc sabe disso, mas tenta
enganar
> os menos atentos com suas manobras diversionistas. Isso pode dar
certo em
> classes de alunos de nível médio, não aqui.
>
> Dou-lhe mais um exemplo prático de "chão" móvel. O rio Amazonas
afunila em
> uma largura de pouco mais de um quilômetro próximo à cidade de
Óbidos, em um
>
> estreito que leva o nome da cidade. Em relação às margens e o solo
os barcos
>
> navegam velozes rio-abaixo, mas levam horas para vencer a velocidade da
> correnteza quando se deslocam rio-acima. Em relação ao chão-rio os
barcos
> que sobem o rio nessa correnteza estão em alta velocidade, mas se
movimentam
>
> com baixa velocidade com relação às margens do rio. Isso ocorre,
porque o
> rio carrega o barco em sentido contrário, de um jeito semelhante ao da
> esteira movimentando o avião em sentido contrário ao de empuxo e
decolagem.
>
> Que vc é espirituoso acredito que todos já sabem, está na hora de
mostrar
> que vc também é inteligente e honesto, que pratica e realiza o que
orienta e
>
> aconselha aos outros. Isto é, faz o que diz.
>
> Abraços
>
> José Renato
>
> ................................................
>
> From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@To:
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Monday, May 07, 2007 1:31 AM
> Subject: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to
entendendo nada
>
>
> Grande José Renato!
>
> Que bom reencontrar suas mensagens sobre o avião que não voa. Vamos
> lá, primeiro resumindo o que você diz (e está mantido abaixo, na sua
> mensagem original, caso duvide de si mesmo, he he).
>
> A minha pergunta era: qual é o referencial que você está usando, meu
> caro José Renato?
>
> Eis suas respostas:
>
> "> JR - Veja se memoriza a resposta: no problema da esteira e o avião
> *o referencial é a esteira*. Está claro?"
>
> "> JR - Vc está muito esquecido! O referencial que uso é o
> chão-esteira onde o avião está pousado. Não deixa de ser o "chão", só
> que está em movimento."
>
> "> JR - Entre todas essa opções que vc concede, devo reafirmar *mais
> uma vez* que é o chão-esteira."
>
> Pelo que entendi você parece não saber muito bem qual é o seu
> referencial, é isso? :)))
>
> Primeiro você diz que é a esteira e ainda me pergunta se está claro,
> depois você diz que é o chão-esteira (o que será isso???) e enfatiza
> que "não deixa de ser o chão", só que este está em movimento (???) e,
> por último, conclui dizendo que é o chão-esteira! :)))
>
> Francamente, José Renato, como é possível algo "estar claro" diante da
> sua confusão mental? :)
>
> Vamos, reconheça, nem você sabe do que você estava falando quando
> começou essa confusão. :)))
>
> E aí, vai se decidir se é o chão, o chão móvel (??? essa doeu!), a
> esteira ou o chão-esteira? Aliás, que referencial é esse
> "chão-esteira"? :)))
>
> Cara, você é mesmo uma piada!!!
>
> To adorando!
>
> Abraços,
> JC
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@> escreveu
> >
> > Caro, professor José Carlos!
> > Suas inúmeras digressões e a repetitiva pergunta de qual é o
> referencial que
> > estou usando, já respondida diversas vezes, dá impressão de que vc
está
> > querendo tirar o foco do problema e tentar disfarçar suas
> dificuldades de
> > pensar movimentos. Veja se memoriza a resposta: no problema da
> esteira e o
> > avião *o referencial é a esteira*. Está claro? Faço outros
> comentários após
> > seu texto abaixo, após JR - .
> > ................................................
> >
> > From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@To:
> <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > Sent: Saturday, May 05, 2007 3:19 AM
> > Subject: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to
> entendendo nada
> >
> >
> > José Renato,
> >
> > Primeiro permita-me uma gargalhada: ha ha ha. Pronto!
> > Você nem imagina como suas mensagens têm me proporcionado momentos de
> > alegria e descontração.
> > JR - É uma boa gargalhar. Vc já descobriu por que ri do que escrevo?
>
> (apaguei o restante)
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Que é Fazer Ciencia? ::: (artigo sobre o método cientifico e o tempo)
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/05/2007 08:40

Olá Esteban!

Esteban >>> Ferrari, queima, queima... ;-)) Parabéns,
cara! E olha que eu também acho que você escreve muita
besteira. ;-))

--- Esteban, como a postura de uma autoridade é dizer
o que é "certo", logo o que escrevo só pode ser
considerado "errado" ou besteira. Sou o bobo da corte,
sei disto. E isto me dá uma vantagem e uma
desvantagem. A vantagem é que posso ser honesto,
pensar por mim mesmo, e falar o que penso, sem
precisar ficar fingindo pra corte. Ou seja, posso
dizer que o rei está nu. A desvantagem é que mesmo que
o rei esteja realmente nu, mesmo que eu esteja falando
a verdade, os fingidores da corte tem sempre que
fingir não faz sentido, que o rei está de roupa, senão
eles serão considerados bobos como eu. Você, por
exemplo, já esta se arriscando demais.

Enfim, mais constante do que a velocidade da luz
parece ser esta bobeira humana de autoridade, de luta
pelo poder. Sobre Eintein, deus e a bobeira da
autoridade, me recordo de uma citação dele assim: "por
desprezar tanto a autoridade, deus me transformou em
uma". Quem sabe um dia o bobo da corte vira
autoridade? Também a desprezo profundamente.




sinceramente
ferrari









--- Esteban Moreno <estebanlmoreno@gmail.com>
escreveu:

> O exagero é porque intimamente sabemos que o defunto
> Ferrari não vai
> morrer, jaz vivo e pode ter infinitos nomes.
> Intimamente não há como
> matá-lo, não há porque matá-lo. O que ele escreveu
> não é absurdo, a
> sensação do óbvio paira por muitas ou quase a
> totalidade das grandes
> descobertas científicas. O próprio Einstein dizia
> que a idéia da
> relativização do tempo e espaço, uma das idéias mais
> revolucionárias
> de nosso tempo, parecia-lhe a uma certa altura tão
> obvia que se
> assustava por ninguém ter pensado nisso antes (o que
> não era bem
> verdade). A questão é que para se perceber o óbvio,
> frequentemente é
> necesssário muuuito conhecimento, e isso certamente
> não é tão óbvio.
> Mas é somente este lado que se aponta. No fundo, se
> a história da maça
> é verdadeira ou não é o que menos importa, legal
> mesmo é malhar o
> nosso judas. Vai Ferrari, queima, queima... ;-))
> Parabéns, cara! E
> olha que eu também acho que você escreve muita
> besteira. ;-))
> Abraços,
> Esteban.
>
>
>
> >> ===========================
> > -----Mensagem Original-----
> > De: "Manuel Bulcão" <manuelbulcao@uol.com.br>
> > Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > Enviada em: terça-feira, 8 de maio de 2007 20:19
> > Assunto: [ciencialist] Re: O Que é Fazer Ciencia?
> ::: (artigo sobre o método cientifico e o tempo)
> >
> >
> > Essa mensagem do Takata, transcrita abaixo, me fez
> lembrar um filme
> > do francês Jean Paul Belmondo, "O Magnífico". Em
> uma das cenas, o
> > protagonista - um policial - trucida um inimigo,
> primeiro
> > descarregando nele todas as trezentas balas de uma
> metralhadora;
> > depois, todo o pente de uma pistola; sem se
> contentar, ainda craveja
> > no defuntíssimo 80 punhaladas; ainda muito puto,
> mete uma granada na
> > boca do cadáver já quase em forma de
> papa-de-aveia; e, por último,
> > sadicamente, ainda lhe tasca uma dezena de chutes.
> >
> > Pra que tudo isso? Sejamos racionais!:-)
> >
> > Abraços,
> > Manuel Bulcão
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata"
> > <roberto.takata@...> escreveu
> >
> > > Coisas q a teoria da matéria de Ferrari precisa
> fazer para
> > demonstrar
> > > q é tão boa qto a teoria atual:
> > >
> > > - Prever o espectro de emissão do átomo de
> hidrogênio;
> > > - Prever a relação entre o momento da partícula
> e o comprimento da
> > > onda de deBroglie;
> > > - Prever a relação entre carga elétrica,
> distância de separação das
> > > cargas e a intensidade da interação entre as
> cargas;
> > > - Prever a relação entre massa dos corpos,
> distância entre os
> > corpos e
> > > a intensidade de interação entre eles;
> > > - Prever a intensidade de interação entre os
> quarks e a
> > probabilidade
> > > de decaimento do núcleo de um dado elemento;
> > > - Prever o grau de desvio de um feixe luminoso
> ao passar em certo
> > > ângulo por um campo gravitacional de certa
> intensidade originado por
> > > um corpo puntiforme e a uma dada distância;
> > > - Prever a velocidade de transmissão de dados
> por cabos elétricos e
> > de
> > > fibra óptica e a razão sinal/ruído dado um certo
> grau de compressão
> > e
> > > saturação da via;
> > > - Prever o resultado da inequação de Bell dadas
> duas grandezas
> > conjugadas;
> > > - Prever a geometria do espaço-tempo dada uma
> densidade de
> > > matéria-energia;
> > >
> > > Coisas q a teoria de Ferrari precisa fazer para
> demonstrar q é
> > melhor
> > > do q a atual (supondo q consiga demonstrar antes
> q é tão boa qto):
> > > - Prever as massas das partículas fundamentais;
> > > - Prever os valores de carga elétrica e cor das
> partículas;
> > > - Prever as condições de unificação das
> interações fundamentais.
> > >
> > > []s,
> > >
> > > Roberto Takata
> > >
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SUBJECT: Re: [ciencialist] O Que é Fazer Ciencia? ::: (artigo sobre o método cientifico e o tempo)
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/05/2007 09:33

Olá Alvaro!

Alvaro >>> Qual o problema? Bem, o problema é que você
está em uma lista de ciências, não em uma lista de
artes ou de PNL!

--- Alvaro, sei disto. Poxa, olha o nome do artigo "O
que é fazer ciencia?", não é "Newton e a gravitação".
Os cara que vc citou usaram a mesma história com
enfoques diferentes do meu. Mas nem por isto o meu
artigo deixou de ter um enfoque cientifico. Me foquei
no método e eles na gravitação. Se vc acha que não
falei sobre o método cientifico e o raciocinio, ai
sim, me diga porque e podemos debater a respeito.


sinceramente
ferrari






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SUBJECT: Re: [ciencialist] T.O.M.; era [ E=m.c2 ]
FROM: "Eduardo Sardeiro" <eduardo@simetrias.com.br>
TO: "CienciaList" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 10:32

Esse experimento prático é bastante interessante, prof Luiz. Ele instiga bem o entendimento do modelo proposto por Bohr, apesar das limitações.

Tb é bastante útil no entendimento do elétron como uma onda estacionária circular. Acho que vc conseguiu lançar uma luz mais racional sobre esta questão.

No caso do elétron, ele seria uma onda estacionária esférica que lembraria mais uma cebola com suas camadas concêntricas movendo-se do centro para a periferia e de volta para o centro continuamente... Essa observação é importante pq explica, entre outras coisas, a existência da energia gravitacional sob o ponto de vista da TOM.

Na analogia que vc fez, tanto a onda quanto o 'aro' devem ser da mesma natureza, ou seja, ondas eletromagnéticas. Será que haveria reflexão ou colisão com superposição de ondas? Ou será que a reflexão ou colisão dependeriam da energia já existente no 'aro'?

Ainda não estudei nenhuma situação de colisões entre ondas com números de dimensões diferentes. Talvez esteja aí a solução matemática da questão. Precisarei verificar antes de continuarmos...

Até a qualquer momento, prof.

Abrs,

Eduardo Sardeiro



----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, May 09, 2007 5:20 PM
Subject: Re: [ciencialist] T.O.M.; era [ E=m.c2 ]


Oi Eduardo,

se associarmos ao elétron uma 'fita material' (um anel) eu enxergo como podemos ter ondas estacionárias 'sem reflexão'. Veja nesse link meu modelo disso:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala10/10_50.asp que foi usado pela Comciencia em:
www.comciencia.br/reportagens/fisica/fisica07.htm .

Preparei esse experimento para o elétron em órbita mas, pensando bem pode ser aplicado ao próprio elétron, imaginando-o como sendo uma 'aro flexível material'.
Nessa hipótese, enxergo tb a possibilidade da 'reflexão' de uma onda ao chocar-se com tal 'aro'.

que diz?

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Eduardo Sardeiro" <eduardo@simetrias.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 12:37
Assunto: Re: [ciencialist] T.O.M.; era [ E=m.c2 ]

Pelo que eu saiba não, Prof. Luiz.

O modelo 'De Broglie refere-se às ondas associadas aos eletrons em movimento ao redor do núcleo. A Teoria Ondulatória da Materia (TOM) sugere que o próprio elétron é um onda estacionária tridimensional.

Esta constatação não interfere com as idéias 'De Broglie. Mas simplificaria significamente a explicação do porquê uma onda eletromagnética é absorvida por um eletron e re-emitida em seguida, sem a necessidade de utilizar a idéia de fótons. Explicaria tb inúmeros fenômenos relatados recentemente, como por exemplo os experimentos de Afshar.

Em outras palavras, na TOM não existem quantuns, só e tão somente ondas.

O que intriga a imaginação prof Luiz, é como uma onda pode se tornar estacionária sem um anteparo.

Explicando: se vc mantém água parada em uma bacia e em seguida joga uma pedra nela, a onda gerada irá até a borda da bacia e voltará ao ponto de origem... o processo se repetirá até que o atrito páre a onda. Isto seria uma onda estacionária de 2 dimensões que tem as bordas da bacia como anteparo.

Imaginado a bacia como o sendo Universo e a água como sendo o Ether, pela TOM, o elétron seria o ápice de onda estacionária de 3 dimensões. Está é uma explicação plausível e até elegante, mas falha quando se tenta explicar o porquê uma onda normal é refletida em uma estacionária.

Por exemplo: a luz (onda normal) é refletida no espelho que é composto de partículas (ondas estacionárias). Fazendo uma analogia com a bacia d'água, uma outra onda apenas se superporia sobre a primeira. Não haveria reflexão... ou será que estou enganado?

É possível que uma onda comum possa ser refletida nos ápices ou nós de uma onda estacionária?

Em tempo: atualmente tenho devotado mais tempo visitando seu site do que assistindo a Globo. Tenha essa informação como um elogio. (risos)

Um forte abraço,

Eduardo Sardeiro

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, May 09, 2007 6:56 AM
Subject: [ciencialist] T.O.M.; era [ E=m.c2 ]

Essa thread despertou-me uma pergunta associada ao texto a seguir:

>Imagine um universo que não exista inércia? Ou
onde não exista velocidade máxima? Quais as
conseqüências disto?

Imediatamente pensei nos jogos eletrônicos onde os 'personagens' sofrem desvios imediatos de 90º; não há uma curva suave passando de uma direção para outra ... é brusco!
Não tenho dúvida que isso ocorre no TRC devido à minúscula inércia do elétron sob a ação do campo elétrico das placas defletoras (ou do campo magnético do yoke nos tubos de TV).
Minha pergunta é: Que deveríamos fazer para poder 'visualizar' no anteparo fluorescente do TRC essa 'minúscula' curva que o elétron deve fazer devido à sua insignificante inércia?

Meu pensamento voou um pouco além. Vamos imaginar um TRC diferente, um tubo onde os elétrons fossem substituídos por íons cuja inércia supera tremendamente aquela dos elétrons. Nesse 'novo TRC' as 'curvinhas' dos íons seriam visíveis na tela?

Curiosidade ........

Outra pergunta: O modelo das ondas estacionárias não é devido a De Broglie?

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Eduardo Sardeiro" <eduardo@simetrias.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 8 de maio de 2007 15:59
Assunto: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2

Olá Alvaro,

Estamos chegando próximos de um entendimento!

A Teoria Ondulatória da Matéria visa ser uma outra
opção coerente e concreta para explicar os
fenômenos físicos, em contrapartida às explicações
apresentadas pela Física Quântica.

Existem inúmeras outras teorias que estão sendo
desenvolvidas por Físicos espalhados pelo globo.

Estas teorias estão se tornando particurlarmente
interessantes em Realidade Virtual, onde tornam
necessário ter-se teorias completas que possam
ser modeladas, programadas e executadas em
computadores.

Imagine um universo que não exista inércia? Ou
onde não exista velocidade máxima? Quais as
consequências disto?

Para que possamos entender e vislumbrar tais
universos, só criando teorias completas,
consistentes e detalhadas.

Criar leis Físicas para Realidades Virtuais não é o
objetivo principal destes trabalhos, mas considere.

A propósito, a Teoria Ondulatória da Matéria
fornece subsídios completos para modelar átomos de
hidrogênio, hélio ou qualquer outro. Se vc encontrou
alguma falha, por favor relate-nos.

Um forte abraço,

Eduardo Sardeiro
http://br.groups.yahoo.com/group/NetProcessing/

----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 2:31 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2

Essa hipótese da "onda estacionária" nada mais é do que uma maneira
diferente de escrever os postulados de Bohr. E o modelo do átomo de Bohr
funciona bem para o hidrogênio, razoavelmente bem para o hélio, mas falha
para todo o restante.

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, May 08, 2007 2:21 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2

Sardeiro: A conclusão de que a matéria é uma onda
estacionária em trajetória fechada é algo
interessante. Contudo ela tb esbarra na
questão do 'recipiente' ou 'anteparo' da onda.
Ou estarei enganado? Na Teoria da Velocidade
Absoluta, o que faz a onda de energia refletir
para tornar-se estacionária?

Victor: Sinceramente, não sei. Vislumbro algumas
possibilidades, mas não me dediquei a pensar
sobre isso. Como disse, apenas achei interessante e tive o
trabalho de acompanhar o desenvolvimento matemático
que dá suporte à tese, vendo-lhe as consequências.
Mas sem engajamento ou algum interêsse sério.
Por razões óbvias. Mas fica a indicação, e quem pensa
assim não está só. É isso.

sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Eduardo Sardeiro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 10:11 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2

Prezado Victor,

Fico satisfeito quando encontro ao menos uma
linha de pensamento em que posso dialogar e
arguir sem usar de analogias.

Ao contrário, fico indignado quando leio
frases do tipo "Daqui a uns cem anos essa
molecada chega na questão da dualidade onda-
partícula.", em plena época dos jogos
eletrônicos, tais quais o Next Generation, em
que uma realidade física é apenas isto: uma
entre várias possíveis.

Relevo isto quando penso o quanto somos
acomodados em conceber apenas um conjunto de
possibilidades para explicar os fenômenos
físicos, enquanto podem haver várias, todas
concorrentes entre si, exibindo resultados
equivalentes e possibilitando-nos entender um
Cosmos que é muito mais amplo e complexo do
que nossa vã filosofia.

Mudando de assunto, esta é a primeira vez que
leio um comentário a respeito da Teoria da
Velocidade Absoluta. Na Teoria Ondulatória da
Matéria, a velocidade da luz (c) tb é
considerada a única velocidade existente.
Todas as demais são consideradas resultantes
de c.

A conclusão de que a matéria é uma onda
estacionária em trajetória fechada é algo
interessante. Contudo ela tb esbarra na
questão do 'recipiente' ou 'anteparo' da onda.
Ou estarei enganado? Na Teoria da Velocidade
Absoluta, o que faz a onda de energia refletir
para tornar-se estacionária?

Grato,

Eduardo Sardeiro

----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 7:04 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2

JC,

"Hummm, a matéria é feita de ondas? Ondas de que? De matéria? :)"

O que irei adiantar, não corresponde ao que penso. Achei bastante
interessante,
por isso me animei a ler com atenção, a Teoria da Velocidade Absoluta, do
Professor
de telecomunicação Jaroslav Smit, autor de obras na área, como Ondas e
Antenas, Rádio e Propagação e Linhas de Comunicação, tudo da Èrica. Não sei
se se trata de engenheiro eletrônico que é físico, ou se é um físico que é
engenheiro eletrônico.
Numa pesquisa sobra antenas, encontrei, no Ondas e Antenas(e isso já faz
um bom tempo) noções de relatividade restrita, em vista do enfoque que dá à
Teoria do Eletromagnetismo. E também uma introdução à sua Teoria da
Velocidade Absoluta. Não uma velocidade qualquer, mas a das OEM, c, como era
para ser. Em suas palavras, página 251:

" A matéria, na Teoria da Velocidade Absoluta, é onda estacionária em
trajetória fechada.

Se esta matéria, onde não se percebe c externamente, for movida com
velocidade v, poderemos compor um triângulo de velocidades, incluindo c. Mas
ao compormos este triângulo de velocidades nota-se que a resultante, isto é,
a maior velocidade, ou hipotenua do triângulo, será forçosamente c. Assim,
as outras velocidades menores que c serão meros componentes de c.
Concluí-se, diz ele, que no mundo material não há velocidade independente de
c, já que no mundo material todas as velocidades são de matéria ou
energia.Podemos ilustrar com o modelo a seguir, estas várias velolcidades."
E seguem, três figuras:
a) Onda pura, representada por seta, para indicar a velocidade c;
b) Um círculo, para indicar a matéria em repouso, onde c é indicada por
uma seta apontando o sentido do movimento circular; e
c) algo como uma espiral, para indicar a matéria anima de velocidade v,
que aparece como um cateto do triângulo no qual a hipotenusa é c.

As seções seguintes exibem um estudo de triângulos onde tais idéias são
implementadas, matemática e geométricamente, em forma de catetos, com a
hipotenusa, que ele chama de lado da onda. Amarrando, sempre, c aos catetos,
constroi uma estrutura de onde retira os principais resultados da TRR. É um
pouco diferente dos estudos homólogos feitos por autores consagrados, que
usam triângulos como artifício de memorização de fórmulas. Seu enfoque
centra-se na tese acima, o que diferencia os desenvolvimentos. Assim,
encontram-se os seguintes triângulos: de velocidades, das massas, da
Energia, dos Momento, por aí em diante. Extrai, dessa forma, os resultados
conhecidos, usando os postulados da relatividade.

Tudo usando a idéia básica : A matéria, na Teoria da Velocidade Absoluta,
é onda estacionária em trajetória fechada.

Não sei se o Professor Smit ainda está por aquí. Encontrei na internet que
foi um dos fundadores do Mackenzie. Mas não encontrei mais nada a respeito
de sua teoria, ou a importância que lhe foi atribuída. Ao menos tem um
embasamento matemático consistente, embora a tese física seja questionável.
Mesmo assim, ainda hoje, vez ou outra seja mencionada, em outra forma, como
o fez o Sardeiro.

Contudo, prefiro ater-me ao que sei que funciona, que nunca virou a cara
ou fez muxôxo para a experimentação. Uma vida só é pouco para se extrair
todas as incidências da TR nossa de cada dia. Mas é interessante ler sobre
as tentativas, em busca de outras alternativas. Que são só tentativas, ao
fim e ao cabo.

Sobre E = m c^2, existe realmente um entendimento inadequado de qual o
papel de E e m, na equação. Mas deixa prá lá. Já se falou muito a respeito,
embora sem explicitar as essencialidades.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: José Carlos Antonio
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 12:27 AM
Subject: [ciencialist] Re: E=m.c2

Hummm, a matéria é feita de ondas? Ondas de que? De matéria? :)

Abraços,
JC

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Sardeiro"
<eduardo@...> escreveu
>
> Prezados Senhores,
>
> Embora já tenha apresentado minha opinião a respeito desta
> célebre equação E=m.c2 e não ter sido bem entendido, volto
> a insistir em que ela é a maior evidência de que *a matéria é
> feita de ondas*.
>
> A questão é: de que tipo de onda a matéria é feita? O que a
> torna instável, a ponto de ser liberada em uma explosão nuclear
> e o que a torna estável a ponto de conservar o número de
> bárions?
>
> Sei que existem inúmeras explicações teóricas para estes
> fenômenos que não necessitam que a matéria seja feita de
> ondas.
>
> Entretanto, recentemente tem sido levantado a suspeita de que
> matéria são ondas estacionárias (ver Wave Structure of Matter),
> tendo o elétron como onda básica, capaz de gerar todas as
> demais partículas...
>
> Existem evidências de que isto é possível. Se for validado,
> teremos um trunfo na mão. Se não for, continuaremos na
> suspeita.
>
> Se o elétron é uma onda básica ou não, não vem ao caso ainda.
> Entretanto o maior ponto de discordia da Teoria Ondulatória
> da Matéria é onde tais ondas refletem para se tornarem
> estacionarias. Sim: já que partículas são ondas estacionárias elas
> precisam de um *anteparo* para refletir!
>
> A maioria dos especuladores supõem que as ondas de matéria
> propagam-se e refletem-se nas 'bordas' do Ether, explicando
> assim o porquê ocorrem interações mesmo entre objetos
> astronomicamente distantes e o porquê nunca temos um
> sistema perfeitamente isolado.
>
> Essa explicação falha, porque sabemos que o Ether preenche
> todo o Universo observável e que ele é extremamente grande.
> Levaria muito, muito, muito tempo para que houvesse a
> reflexão de uma onda estacionária tão minúscula como o
> eletron. Alguns alegam que a reflexão vem ocorrendo desde o
> inicio do Universo, é initerrupta e constante, logo não haveria
> necessidade de uma onda ir e vir para fazer ocorrer uma
> partícula... A onda sempre estaria ali, assim como o eletron de
> um fio carregado sempre esteve ali: ele não se propagou da
> Austrália para o Brasil, e sim a 'força eletromotriz' o fez
> movimentar-se.
>
> São vários blá-blá-blás de teorias que ainda não me deixaram
> satisfeito. Existe a necessidade de uma explicação razoável de
> como a onda de matéria reflete-se.
>
> Não pode ser em outra onda, pois ondas normais não refletem
> -se uma na outra. Elas podem colidir, ampliando, diminuindo ou
> mesmo anulando uma a outra. Não existe nenhum exemplo na
> natureza em que isso ocorra: não há reflexão entre ondas de
> intensidades nem de frequências diferentes. Elas sempre
> colidem.
>
> Venho analisando atualmente a possibilidade de ondas eletro-
> magnéticas com frequências tão infinitamente pequenas e
> contendo energias tão avalasadoras que sucumbiriam em
> 'espaços atemporais'. Ou seja, os *anteparo* seriam intervalos
> atemporais que aprisionariam as ondas de matérias,
> transformando-as no que chamamos de partículas. Isto
> evidenciaria o tempo uma entidade discreta e não contínua. As
> ondas estariam aprisionadas de tal forma que somente em
> colisões com outras partículas, sob determinados aspectos de
> massa e velocidade, poderiam liberá-las. Sob outras condições,
> as partículas poderiam ser absorvidas e por aí vai...
>
> Estes comentários são só esboços de um trabalho maior que
> tentam apenas demonstrar a grande evidência apontada por
> E=m.c2. E isto não pode ser contestado.
>
> Até a qualquer momento e um forte abraço.
>
> Eduardo Sardeiro
> http://br.groups.yahoo.com/group/NetProcessing/
>

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SUBJECT: ENC: [ciencialist] Fw: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 10:41













Caro Léo,





Acho que, numa primeira investida, está ok. Mas eu não diria algo assim:
“...e então a 'tradicional' lei

de Coulomb deve sofrer alterações (por vezes, sérias alterações!).”, pois
daria a impressão

de que deveria haver alteração na estrutura mesma da lei. E não é assim. O
que acontece é

que, numa situação dessas, aliás comum, a aplicação da Lei de Coulmb, que é
essencialmente puntual, fica difícil, trabalhosa, exigindo maiores esforços
para sua correta aplicação. Pois a carga agora apresenta-se distribuída ao
longo do corpo, pelo que não poderemois mais desprezar as diferenças entre
as distâncias de cada uma à uma carga de teste infinitesimal. Torna-se
necessário, com vistas à Lei de Coulomb, que ela seja dividida em cargas
infinitesimais, seja considerado o efeito de cada dq sobre a carga teste,
como se os outros dq’s não existisssem e depois somado tudo, pois vale o
notável e simplificador, como simples é a natureza,

Princípio da Superposição. O efeito global de todos os dq é a soma, ou
integração dos efeitos de cada uma. Para tais objetivos, a natureza diz:
olha, considera que a carga A(puntal) não exista, e calcule o efeito
elétrico sobre a carga de teste devido somente à carga B(puntual). Depois,
considere que B não existe e calcule o efeito elétrico da A sobre a mesma
carga de teste. Depois some tudo, misture tudo, integrando(para dizer
melhor). Ou seja, a matemática a ser usada será mais elaborada, deverá
cansar a munheca, após a trabalheira para encontrar o efeito de cada carga,
como se as outras não existissem.

Mas, a lei, em si, continuará a mesma, não sofrerá alterações de qualquer
natureza.

Outro fato notável é que valem, também na eletrostática, os seguintes
teoremas, aplicáveis à gravitação, para corpos esféricos, o que simplifica
magistralmente os problemas, nos casos de configurações esféricas:

1 - Uma casca esférica uniformemente carregada atrai ou repele uma partícula
carregada exterior como se toda a carga da casca estivesse concentrada em
seu interior; e,

2) Para uma partícula que esteja em seu interior, a casca esférica
uniformemente carregada não exerce sobre ela qualquer força eletrostática.
(Isto é aproveitado na prática como blindagem eletrostática).



Aliás, seria interessante que a menina Claodinice fosse informada, também,
de que:

a) a lei de força gravitacional, devida a Newton, é a mesma lei de
força na eletrostática, devida a Coulomb, mudando apenas as grandezas e
constantes associadas aos fenômenos específicos; e,

b) A Lei de Coulomb nunca foi violada, sob qualquer aspecto. Ainda
está “cabaço”, como se diz. Até mesmo onde as leis de Newton falham
estrondosamente, a Lei de Coulomb surge vitoriosa e risonha, brandindo sua
espada reluzente e afiada, precisa e eficientemente. Como é o caso das
cargas num átomo.



Sds,

Victor.







De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: terça-feira, 8 de maio de 2007 18:12
Para: ciencialist
Assunto: [ciencialist] Fw: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma
duvida



Que tipo de resposta melhor convém à consulente que retorna aos estudos?

Será que essa satisfaz?
++++++++++++++++++++++++
Olá Claodinice,
a lei de Coulomb foi estabelecida para 'cargas elétricas puntiformes', ou
seja, cargas elétricas depositadas em corpos cujas dimensões próprias sejam
irrelevantes em confronto com as distâncias que as separam. Assim, duas
esferas eletrizadas de raios 5 cm e a 10 m de distância uma da outra
satisfazem bem a lei de Coulomb, MAS, se colocadas a 20 cm uma da outra, já
não satisfaz mais. A 10 m de distância uma da outra, suas cargas podem ser
pensadas como 'concentradas' no centros geométricos das esferas (centros
elétricos coincidem com os centros geométricos), mas a 20 cm uma da outra,
os 'centros elétricos' não mais coincidem com os centros geométricos das
esferas e então a 'tradicional' lei de Coulomb deve sofrer alterações (por
vezes, sérias alterações!).
++++++++++++++++++++++++

que acham?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Claodinice Vargas
Para: leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
Enviada em: sábado, 5 de maio de 2007 19:18
Assunto: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida

Olá, professor! Eu estou voltando a estudar, pois eu vou fazer o vestibular.
E estou revendo a materia de fisica. Essa eh a pergunta:
A Lei de Coulomb pode ser usada para se calcular a força de interaçao
eletrica entre dois objetos quaisquer eletrizados? Por quê?

Espero q vc possa me ajudar!

Atenciosamente, Claudinice!

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SUBJECT: Re: [ciencialist] A Memória e o Ego ::: (artigo)
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/05/2007 10:43

Olá Eduardo!

> A MEMÓRIA E O EGO - por Ferrari
> (sobre memorização do raciocínio)
> http://egogame.blogspot.com

Eduardo >>> a partir da segunda infância começa a
formação da consciência. A parti daí, o indivíduo já
começa a perceber e a moldar os processos secundários
de aprendizagem. O indivíduo começa a saber que sabe.

--- Olha que interessante, voltamos no mesmo assunto
que estavamos conversando da cogncience como se fosse
ontem. Paramos justamente neste "saber que se sabe".
Tem dois "saberes" distintos ai, não é? Como vc
diferencia um do outro? Ou são o mesmo?

Eduardo >>> A palavra 'racioncínio' está sendo
empregada como a idéia de 'aprender com consciência'?

--- Não, Eduardo. Voce falou em silogismo. Era uma
palavra nova pra mim. Procurei no dicionário. Agora
está sologistificada em minha memória. Creio que o que
eu chamo de raciocinio é o que vc chama de silogismo.
Chamo de raciocinio o processo de associação
mnemonica: SE isto, LOGO aquilo.

Eduardo >>> No meu caso, eu falo português e sei como
falo. Sei inclusive e exatamente quais as cordas
vocais que uso. Consegui a compreensão de todo o
processo após me instruir sobre a anatomia da fala,
mas acredito que outros possam compreender por outros
meios. Não é nada impossível.

--- Vixe! Impressionante. Contudo, o artigo não diz
que é impossivel. Diz apenas que não é necessário.
Mesmo no seu caso, vc só foi se dar conta depois que
já falava, não é mesmo?

Eduardo >>> O Ego não seria a percepção deste
'programão'?

--- Ao meu ver, não. Parece que discordamos ai.
Consciencia versos fisica. E parece que teremos um
longo diálogo sobre isto. Esta "percepção do ego
(programa)" a qual voce se refere não é algo que seja
feita através dos sentidos, não é mesmo? Voce não olha
o ego com a visão, nem o cheira com o nariz, nem o
saboreia com a boca. Mas, então, como voce faz? Que
percepção é esta que você tem?

Eduardo >>> Assim como é necessário definir o que são
livros para explicar o que é uma enciclopédia em
termos de páginas, tb é necessário definir outros
mecanismos para explicar o que é cérebro em termos de
neurônios.

--- Concordo, contudo, livro e enciclopédia são, em
essencia a mesma coisa. São analogicos. E neste
sentido que uso a palavra raciocinio. O cerebro faz
diversos tipos de associações mnemonicas, poreém, em
essencia, todas são associações.


sinceramente
ferrari



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SUBJECT: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 10:45









Caro Léo,





Acho que, numa primeira investida, está ok. Mas eu não diria algo assim:
“...e então a 'tradicional' lei

de Coulomb deve sofrer alterações (por vezes, sérias alterações!).”, pois
daria a impressão

de que deveria haver alteração na estrutura mesma da lei. E não é assim. O
que acontece é

que, numa situação dessas, aliás comum, a aplicação da Lei de Coulmb, que é
essencialmente puntual, fica difícil, trabalhosa, exigindo maiores esforços
para sua correta aplicação. Pois a carga agora apresenta-se distribuída ao
longo do corpo, pelo que não poderemois mais desprezar as diferenças entre
as distâncias de cada uma à uma carga de teste infinitesimal. Torna-se
necessário, com vistas à Lei de Coulomb, que ela seja dividida em cargas
infinitesimais, seja considerado o efeito de cada dq sobre a carga teste,
como se os outros dq’s não existisssem e depois somado tudo, pois vale o
notável e simplificador, como simples é a natureza,

Princípio da Superposição. O efeito global de todos os dq é a soma, ou
integração dos efeitos de cada uma. Para tais objetivos, a natureza diz:
olha, considera que a carga A(puntal) não exista, e calcule o efeito
elétrico sobre a carga de teste devido somente à carga B(puntual). Depois,
considere que B não existe e calcule o efeito elétrico da A sobre a mesma
carga de teste. Depois some tudo, misture tudo, integrando(para dizer
melhor). Ou seja, a matemática a ser usada será mais elaborada, deverá
cansar a munheca, após a trabalheira para encontrar o efeito de cada carga,
como se as outras não existissem.

Mas, a lei, em si, continuará a mesma, não sofrerá alterações de qualquer
natureza.

Outro fato notável é que valem, também na eletrostática, os seguintes
teoremas, aplicáveis à gravitação, para corpos esféricos, o que simplifica
magistralmente os problemas, nos casos de configurações esféricas:

1 - Uma casca esférica uniformemente carregada atrai ou repele uma partícula
carregada exterior como se toda a carga da casca estivesse concentrada em
seu interior; e,

2) Para uma partícula que esteja em seu interior, a casca esférica
uniformemente carregada não exerce sobre ela qualquer força eletrostática.
(Isto é aproveitado na prática como blindagem eletrostática).



Aliás, seria interessante que a menina Claodinice fosse informada, também,
de que:

a) a lei de força gravitacional, devida a Newton, é a mesma lei de
força na eletrostática, devida a Coulomb, mudando apenas as grandezas e
constantes associadas aos fenômenos específicos; e,

b) A Lei de Coulomb nunca foi violada, sob qualquer aspecto. Ainda
está “cabaço”, como se diz. Até mesmo onde as leis de Newton falham
estrondosamente, a Lei de Coulomb surge vitoriosa e risonha, brandindo sua
espada reluzente e afiada, precisa e eficientemente. Como é o caso das
cargas num átomo.



Sds,

Victor.







De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: terça-feira, 8 de maio de 2007 18:12
Para: ciencialist
Assunto: [ciencialist] Fw: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma
duvida



Que tipo de resposta melhor convém à consulente que retorna aos estudos?

Será que essa satisfaz?
++++++++++++++++++++++++
Olá Claodinice,
a lei de Coulomb foi estabelecida para 'cargas elétricas puntiformes', ou
seja, cargas elétricas depositadas em corpos cujas dimensões próprias sejam
irrelevantes em confronto com as distâncias que as separam. Assim, duas
esferas eletrizadas de raios 5 cm e a 10 m de distância uma da outra
satisfazem bem a lei de Coulomb, MAS, se colocadas a 20 cm uma da outra, já
não satisfaz mais. A 10 m de distância uma da outra, suas cargas podem ser
pensadas como 'concentradas' no centros geométricos das esferas (centros
elétricos coincidem com os centros geométricos), mas a 20 cm uma da outra,
os 'centros elétricos' não mais coincidem com os centros geométricos das
esferas e então a 'tradicional' lei de Coulomb deve sofrer alterações (por
vezes, sérias alterações!).
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que acham?

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De: Claodinice Vargas
Para: leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
Enviada em: sábado, 5 de maio de 2007 19:18
Assunto: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida

Olá, professor! Eu estou voltando a estudar, pois eu vou fazer o vestibular.
E estou revendo a materia de fisica. Essa eh a pergunta:
A Lei de Coulomb pode ser usada para se calcular a força de interaçao
eletrica entre dois objetos quaisquer eletrizados? Por quê?

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Atenciosamente, Claudinice!

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 11:14

Olá Victor,

Não posso enviar essas 'complementações' para a guria! Tadinha! Vamos deixar ela escalar o conhecimento degrau por degrau, conforme seus neurônios vão se exercitando com a física e matemática.
Tudo se aprende assim. Vc se lembra da História do Brasil desde o primário? Começa como uma festa 'Cabral e suas caravelas ... sem querer ... descobriu o Brasil', no Ensino Médio, já se fala em Américo Vespucci, navegador experimentado ... e o 'sem quer' se modifica ... outros fatores aparecem. No Ensino Superior o professor já começa assim: Que Brasil? Isso não é nosso! Vejamos a política da época .... e blá, blá - e a maçonaria - blá ... e toda História se modifica.

Além disso, não concordo o o 'status' que vc dá à lei de Coulomb e seus derivados. Aliás, estou desenvolvendo um texto justamente comentando como as leis da eletricidade violam o princípio da relatividade. O que um observador em 'repouso' vê de eletrostática numa questão não é o que vê um observador em movimento.
Eis a parte do texto já pronta: (onde está r leia-se 'rö', p leia-se 'pi' e m leia-se 'mü')
+++++++++++++++++++
O Principio da Relatividade
A Velocidade é relativa
Galileu propôs, como um princípio geral de simetria, que as leis da Física deveriam ser as mesmas para qualquer observador que se mova a uma velocidade constante, qualquer que seja a direção, sentido e o módulo dessa velocidade. Em outras palavras, não deve haver nenhum sistema de referência preferencial nem nenhuma maneira de determinar uma velocidade absoluta. Esta simetria geral é chamada de princípio da relatividade.
É claro que Galileu e Newton se certificaram de que suas leis da mecânica clássica obedeciam ao princípio da relatividade.
Contudo, a menos que se façam algumas mudanças na Física que apresentamos no Ensino Médio, as leis da eletricidade violam o princípio da relatividade. Um observador em "repouso" e um em movimento obterão duas predições teóricas diferentes para a mesma experiência.
Como ilustração, vamos considerar o exemplo simples de uma carga puntual Q a uma distância R de um fio carregado com r statcoulombs por centímetro como mostra a Fig.1.

Fig.1- Carga puntual Q a uma distância R de um fio carregado com r C/m.
Fig.2- A Fig.1 vista por um observador que se move com velocidade v para cima.

A força sobre Q é Fe = QE onde E = 2r/R é o valor do campo elétrico da distribuição Q no ponto do espaço que dista R (veja adendo 1 "campo originado por cilindro uniformemente eletrizado").
Portanto, Fe = 2Qr/R ... eq.1, para um observador em repouso.
Consideremos agora um segundo observador que se move paralelamente ao fio à velocidade v como mostra a Fig.2. Além da força eletrostática acima Fe (eq.1) este observador mediria também uma força magnética Fm . Ele vê uma corrente elétrica I = rv movendo-se ao longo do fio e uma carga Q movendo-se também paralelamente ao fio à velocidade v.
Como sabemos, a força magnética sobre a carga Q é Fm = Qv/c X B. O campo magnético B produzido por uma corrente circulando em linha reta é B = 2rv/(cR). Portanto, Fm = Qv/c X 2rv/(cR) = (2rQ/R)(v2/c2) é a força magnética.
[Nota: Estamos trabalhando no Sistema CGS Eletrostático (onde comparece c). Para transferir para o Sistema Internacional de Unidades basta fazer c = 4p/m e tomar r em C/m.]
Essa força atrativa magnética deve ser adicionada à força repulsiva eletrostática. Portanto o observador em movimento calcula a força resultante como sendo
F = Fe - Fm = 2Qr/R - (2rQ/R)(v2/c2) = 2Qr/R(1 - v2/c2)
para um observador que se move à velocidade v.
Numericamente, é um fator (1 - v2/c2) menor que o resultado (Eq.1) obtido por um observador estacionado.
Observe que se v<<<c, o fator (1 - v2/c2) torna-se unitário e a força resultante será F = 2Qr/R = Q.E, tipicamente eletrostática.
Assim, é claro que as leis da eletricidade dão resultados diferentes em sistemas de referência diferentes. Contudo, de acordo com o princípio da relatividade de Galileu na mecânica clássica, a força ou aceleração sobre Q deve ser independente da velocidade do observador. Como conciliar isso?
É assim, fácil observar, que o princípio da relatividade de Galileu que funciona para a mecânica clássica é inconsistente com as equações de Maxwell. Para resolver esta contradição, o princípio da relatividade, ou as equações de Maxwell, ou a mecânica clássica devem ser revistos.
Vamos considerar agora as seguintes 3 alternativas:
+++++++++++++++++++++
Talvez hoje pela tardinha eu complete esse 'nabo' e tire a virgindade coulombiana.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 10:45
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida

Caro Léo,

Acho que, numa primeira investida, está ok. Mas eu não diria algo assim:
"...e então a 'tradicional' lei

de Coulomb deve sofrer alterações (por vezes, sérias alterações!).", pois
daria a impressão

de que deveria haver alteração na estrutura mesma da lei. E não é assim. O
que acontece é

que, numa situação dessas, aliás comum, a aplicação da Lei de Coulmb, que é
essencialmente puntual, fica difícil, trabalhosa, exigindo maiores esforços
para sua correta aplicação. Pois a carga agora apresenta-se distribuída ao
longo do corpo, pelo que não poderemois mais desprezar as diferenças entre
as distâncias de cada uma à uma carga de teste infinitesimal. Torna-se
necessário, com vistas à Lei de Coulomb, que ela seja dividida em cargas
infinitesimais, seja considerado o efeito de cada dq sobre a carga teste,
como se os outros dq's não existisssem e depois somado tudo, pois vale o
notável e simplificador, como simples é a natureza,

Princípio da Superposição. O efeito global de todos os dq é a soma, ou
integração dos efeitos de cada uma. Para tais objetivos, a natureza diz:
olha, considera que a carga A(puntal) não exista, e calcule o efeito
elétrico sobre a carga de teste devido somente à carga B(puntual). Depois,
considere que B não existe e calcule o efeito elétrico da A sobre a mesma
carga de teste. Depois some tudo, misture tudo, integrando(para dizer
melhor). Ou seja, a matemática a ser usada será mais elaborada, deverá
cansar a munheca, após a trabalheira para encontrar o efeito de cada carga,
como se as outras não existissem.

Mas, a lei, em si, continuará a mesma, não sofrerá alterações de qualquer
natureza.

Outro fato notável é que valem, também na eletrostática, os seguintes
teoremas, aplicáveis à gravitação, para corpos esféricos, o que simplifica
magistralmente os problemas, nos casos de configurações esféricas:

1 - Uma casca esférica uniformemente carregada atrai ou repele uma partícula
carregada exterior como se toda a carga da casca estivesse concentrada em
seu interior; e,

2) Para uma partícula que esteja em seu interior, a casca esférica
uniformemente carregada não exerce sobre ela qualquer força eletrostática.
(Isto é aproveitado na prática como blindagem eletrostática).



Aliás, seria interessante que a menina Claodinice fosse informada, também,
de que:

a) a lei de força gravitacional, devida a Newton, é a mesma lei de
força na eletrostática, devida a Coulomb, mudando apenas as grandezas e
constantes associadas aos fenômenos específicos; e,

b) A Lei de Coulomb nunca foi violada, sob qualquer aspecto. Ainda
está "cabaço", como se diz. Até mesmo onde as leis de Newton falham
estrondosamente, a Lei de Coulomb surge vitoriosa e risonha, brandindo sua
espada reluzente e afiada, precisa e eficientemente. Como é o caso das
cargas num átomo.



Sds,

Victor.




SUBJECT: RES: [ciencialist] Re: E=m.c2
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 12:19

Grande Ricardo,



Comentarei um pouco este assunto, que já roda a algum tempo por aqui.

Não entrarei no mérito de quem a deduziu antes de Einstein. Mas Einstein a
deduziu de maneira inteiramente difrenciada do que fora feito antes. Você
pincelou lá embaixo como isso foi feito. A partir da conservação da energia
e dos primeiro e segundo postulados da relatividade.

Descobrí, recentemente, um trabalho de 4 professores de física,
pertencentes aos Departamentos de Física e Matemática de Roraima, com o
título: Uma Comparação entre as deduções da equação E=mc^2 , publicado na
Revista Brasileira de Ensino de Física, V.26, nº 2, p.93-98 (2004),
facilmente recuperável, através do Google. Vale a pena a leitura.

O mérito de Einstein está em:

1 – fazer a dedução a partir de seus postulados e da conservação da energia,
de uma maneira lógica e simples; e,

2 – dar à expressão resultante E=mc^2 um significado que nem de longe outros
desconfiaram.

Essa a diferença.



Mas, até hoje, o papel de E e m na equação tem causado alguma confusão; é
o que vemos quando lemos discussões a respeito, embora ninguém, nem mesmo os
detratores da TR, neguem este importante e crucial resultado da teoria.

A dedução que Einstein fez pressupunha que a massa representava todo o
conteúdo energético do corpo, sendo assim uma forma de energia. Dizer, como
vemos vez ou outra, que massa e energia, na equação acima, são as faces de
uma mesma moeda, são expressões da mesma realidade física, ou coisa do
tipo, carece de alguma reflexão. Vejamos o que se entende por energia:
energia tem existência própria, aparecendo em formas diferentes em toda a
física. Já coisa diversa acontece com o conceito de massa, que está
associado às noções de inércia e gravitação, no sentido de resistir a
acelerações e sofrer a atração gravitacional de outras massas. E também
influenciar nestas outras.

É consenso entre os teóricos, pelo menos uma maioria, que não é a matéria
um conceito físico fundamental, sendo a energia, por outro lado, O conceito
físico fundamental. É o que se pode depreender da fórmula que saiu do plim
plim de Deus, cujo traque permitiu que eu estivesse aquí: E = m c^2. Onde
c^2, aqui, é uma mera constante que conecta as duas grandezas, E e m. A
razão de ser c^2 e não c^3 ou outra potência deve-se aos caprichos da
matemática, linguagem da natureza, que assim se arranja, para expressar bem,
e de maneira correta, como esta última se comporta. Ao menos eu não
conseguí vislumbrar outra alternativa. A física, já disse, tem a obrigação
de descrever o comportamento da natureza, usando como linguagem adequada, -
aliás, a única – a matemática. E só. O que já não é pouco. Não está nem aí
para as verdades essenciais por trás dos fenômenos, que é o que todo mundo
deseja saber; ou porque se comporta desse jeito e não de outro. Esta não é
uma tarefa para a física. Mas deve sê-lo para outros ramos o conhecimento,
como, talvez, religião e suas divindades bem como da filosofia. Que não
chegam a nada, de qualquer maneira.

Quanto ao artigo que você cita, devo dizer-lhe que o autor, Roberto A. de
Martins , apesar de competente e conhecedor da história da física – afinal
é doutor no mister – é um pouco tendencioso, no que concerne à TR. É
seguidor das idéias de seu guru, o Professor César Lattes, infelizmente já
falecido. Leio suas opiniões em seus artigos, com um pé lá e outro cá. E
tento extrair única e exclusivamente o que de técnico e objetivo possa haver
em seus trabalhos. O subjetivo dele, Frodi explica. E nada posso fazer a
respeito. Parece que aprendeu com seu mestre a desmerecer a importância de
Einstein no cenário científico. Mas deixa prá lá.



Sds,

Victor.



De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Ricardo Soares Vieira
Enviada em: quarta-feira, 2 de maio de 2007 13:01
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Re: E=m.c2



Oi pessoal, a quanto tempo em...

gostaria de fazer alguns comentarios sobre a eq. E=mc2

na verdade, esta equacao nao eh devia a einstein, ela foi
primeiramente escrita por Poincare. Alias, desde os trabalhos de
Thomsom e Maxwell em eletrodinamica ja se sabia que era possivel
associar uma massa (inercia) a energia confinada em um campo eletrico
ou magnetico. Chega-se a seguinte expressao: E = 4/3 mc2. Esta
equaçao nao estah errada, acontece que, como demonstrou Lorentz e
Poicare, esta e a energia associado apenas as interacoes
eletromagneticas, mas quando se leva em consideraçao a energia de,
por exemplo, da caixa que contem esta radiaçao, entao o fator 4/3
desaparece.
Einstein deduziu a equaçao E=mc2 de uma forma diferente, para um caso
especifico, (a partir da reflexão de um raio de luz em um espelho
quando visto em diferentes referenciais, e utilizou o princípio da
conservação de energia), e daí concluiu que ela fosse universalmente
válida. Na verdade, isso nao ocorre, conforme demonstrou Planck em
termodinamica relativistica a casos onde se tem H=mc2, onde H é a
entalpia do sistema...
Tudo o que eu disse aqui está contido no excelente texto "A dinamica
relativistica antes de Einstein"

http://www.sbfisica.org.br/rbef/Vol27/Num1/martins.pdf

de Roberto A. de Martins, um excelente texto, vale comentar...

até mais...

Ricardo S. Vieira.

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> , "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Olá Ferrari,
>
> não vou me ater ao c² pois já foi dito que essa constante não tem
significado físico algum; é um dos passos numa expressão matemática.
>
> Vou responder algo que é típico seu: juntar duas coisas sem
qualquer nexo! Como nessa frase:"Assim como não tem como imaginar o
molhado sem imaginar a água, seria isto?".
>
> Veja 'molhado' e 'água'. Cá estou eu com um pano molhado em álcool
limpando minha mesa de trabalho, poderia te-lo molhado com VEJA,
detergente, gasolina, querosene etc. Que tem a água a ver com isso?
> Você quer que c² inspire algo com velocidade, mas não inspira; ali
eu leio 'velocidade da luz ao quadrado' e não penso em 'velocidade da
luz vezes velocidade da luz' ou não penso em dx/dt vezes dx/dt ou não
penso em integral de (1/3)c³ ou outros devaneios. É apenas c²!
>
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "Ferrari" <emailferrari@...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
> Enviada em: segunda-feira, 30 de abril de 2007 17:55
> Assunto: Re: [ciencialist] E=m.c2
>
>
> Olá Luiz!
>
> Grato pela resposta.
> Entendi bem.
> Mas ainda fica a questão: o que é c²?
> Km² é area, e c²? Recebe alguma denominação?
> Ou é algo como x² numa equação qualquer?
>
> Vc diz: c² não foi 'feito para imaginar'
>
> c é velocidade da luz, certo?
> c² é velocidade da luz x velocidade da luz, é isto?
> velocidade x velocidade? No que dá isto?
> ou vc diz que c² é inamaginavel porque não tem como
> imaginar velocidade, se imaginar um corpo ao mesmo
> tempo? Seria por isto? Assim como não tem como
> imaginar o molhado sem imaginar a água, seria isto?
>
> Vc diz: m.c² sim... já saiu da imaginação, Hiroshima
> nos contou a realidade disso
>
> me parece que está sua afirmação
>
> Como vc vê, sua frase: "confirma minha teoria da água e do molhado
em relação ao c².", não só não é uma teoria, como nada tem a ver.
>
> []'
>
>
> agradeço se vc ou alguém me responder
> grato. ferrari
>
>
>
>
>
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: O Que é Raciocinar? ::: (artigo)
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/05/2007 14:25

O QUE É RACIOCINAR? - por Ferrari
(sobre o raciocínio e a matéria)

http://egogame.blogspot.com

Observe seu comportamento mental enquanto estiver
lendo este texto. Estou me comunicando com você neste
exato momento, não estou? Observe que fenomeno
fantástico está acontecendo: você está pensando agora,
ao ler este texto, exatamente o mesmo que estava
pensando ontem, ao escreve-lo. Parece até que estou
dentro da sua cabeça, pensando por você. Isto não é
fantástico? Mas, sendo assim, lhe pergunto: você está
captando meu raciocínio com os olhos? Tem algum
raciocínio pulando deste texto (na tela do computador)
para os seus olhos? Claro que não! Mas, então, se seus
olhos não estão captando meus raciocínios de ontem,
então, como é que você está lendo e pensando agora
exatamente o que pensei ontem? Simples: seus olhos
estão capatando hoje, as ondas que o meu racioicinio
produziram ontem, na materia comum em que nossos
cérebros existem. Os seus olhos não podem capatar o
meu raciocínio diretamente, pois o meu raciocínio é
algo imaterial e inerente ao meu cérebro. Assim, você
está lendo e pensando agora o que pensei ontem,
porque, ao ler (agora), você está captando a ação
(ondas) que o meu raciocínio produziu no meio material
com o tempo, e que está se propagando também com o
tempo. Ao receber, no seu tempo, estes impulsos do
meio e raciocina-los, seu cérebro está fazendo hoje,
ao ler este texto, o inverso do que o meu estava
fazendo ontem, ao escreve-lo. Ou seja, raciocinar é
fazer ondas na matéria (no meio) que se propagam com o
tempo.


- - - - - - -


MAIS SOBRE O EGO? TEM AQUI:

http://egogame.blogspot.com











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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Renato - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 15:58

OLá Jose Renato

Renato: "JR - Não são, não, Homero! Até o avião se separar da pista, ele roda como um
carro ou moto movidos a turbinas."

NÃO, NÃO E NÃO, MILHARES DE VEZES NÃO..:-) Isso é um erro "crasso" de física, e é isso que o impede de enxergar seu erro desde o começo. Um avião NUNCA se move da mesma forma que um carro, pois sua tração, que é tudo que importa aqui, É FEITA PELAS TURBINAS e não pelas rodas!

O avião nunca se move pelas rodas, nunca! Coloque o avião na esteira de testes de automóveis de uma fábrica, ligue as turbians, e ele sai voando pela sala (é perigoso, mas parece que é a única forma de você entender isso..:-). Coloque um carro, e ele fica no lugar, com a esteira compensando a TRAÇÃO das rodas.

Não há como a esteira compensar o EMPUXO das turbinas ou hélices.

E tem razão, eu desisto..:-) Isso é o mesmo que tentar convencer você que deus não existe, é uma questão de fé.

Homero



----- Original Message -----
From: José Renato
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, May 10, 2007 12:13 AM
Subject: Re: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada


Olá, Homero! Tenha calma, pense e apresente seus comentários,
mas não perca a compostura. Faço comentários no texto abaixo,
após JR -, OK?
...........................................................

From: "oraculo333" <oraculo@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, May 07, 2007 12:51 AM
Subject: [ciencialist] P/ JC - Re: Balanço do avião - Não to entendendo nada

PQP..:-)
JR - É importante manter o controle...

Me desculpem a expressão, mas é a única que pode exprimir corretamente
meu espanto..:-)
JR - Pensei que vc tinha desistido...

Quanto penso que alguém vai conseguir finalmente explicar o erro a
você, Renato, tenho de ler, de novo, outro exemplo sem sentido, onde
seu engano é novamente repetido:
JR - Não é não, Homero! No exemplo fica claro - para quem avalia - a relação
entre o móvel-motocicleta e o chão-globo que se desloca sob elas. Em geral,
o espetáculo é feito com a estrutura do globo fixa, sem movimento de rotação
que eu inseri no exemplo para torná-lo semelhante ao do problema
esteira-avião.

Renato: "Vc já viu o espetáculo circense chamado de Globo da Morte,
onde motociclistas se movimentam simultaneamente dentro de uma
estrutura esférica? Pense uma estrutura dessas girando em seu eixo
fixo ao chão, e um motociclista se deslocando na linha do "equador" na
mesma velocidade angular, mas em sentido contrário. Ele consegue fazer
isso? Qual é o referencial?"

Quosque tandem abutere patienta nostra, Renato?..:-) Seu exemplo é um
"exemplo" CLARO de seu erro, pois se baseia no "senso comum" a
respeito de movimento! SE são motos movidas pela tração nas rodas, é
uma coisa, se são motos MOVIDAS POR HÉLICES OU JATOS, é outra!!!
JR - Não são, não, Homero! Até o avião se separar da pista, ele roda como um
carro ou moto movidos a turbinas.

Colocando de forma mais clara, motos que se movem por jatos de ar
PODEM FAZER ISSO sem problemas, da mesma forma como um avião pode
decolar da esteira! Mesmo com a estrutura girando em seu eixo fixo, as
motos SE MOVEM E GIRAM SEM CAIR, já que as rodas não são responsáveis
pela tração, mas apenas isolam as mesmas da estrutura!! Como no avião
e esteira, motos com jatos apenas farão as rodas girarem mais rápido,
se a estrutura girar ao contrário de seu deslocamento, que se esta
estivesse parada!
JR - Ficou muito confusa sua explicação... Mas se as rodas que estão em
contato com a estrutura do globo giram mais rápido quando essa estrutura
gira, significa que não está mais na mesma velocidade de antes quando o
globo estava parado. Logo, não está atendendo o enunciado do problema...

Se pelo menos parasse de teimar e pensasse um pouco no problema, sem
deixar seu "ego" gigantesco engana-lo, dizendo que você tem uma
resposta que NINGUÉM mais descobriu..:-)
JR - Leia esse parágrafo acima para vc mesmo e veja se bate alguma luz...

Pense, Renato, pense: se conseguir imaginar as motos ligando seus
"jatos", o que acontece com a estrutura depois disso é IRRELEVANTE!
JR - Não é não, Homero! No exemplo do globo da morte as motocicletas a jato
sofrerão um retardo em seus movimentos em relação ao chão-solo, visto que a
estrutura - onde elas estão apoiadas e se deslocando - roda em sentido
contrário, subtraindo velocidade nesse sentido.

Que canseira..:-) E, mais uma vez peço desculpas, mas, PQP!!!..:-)
JR - Descanse e depois tente raciocinar sobre a questão.

Homero

[]s
José Renato





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 16:46

Léo,

Tens razão. É que comecei a escrever, focando sua afirmação: “"...e então a
'tradicional' lei de Coulomb deve sofrer alterações (por vezes, sérias
alterações!).", da qual discordo. Verdade que deveria ter sido um texto
para quem está iniciando. Acho que não tenho mais jeito para isso. É muito
difícil, uma dessas tarefas. É coisa para os Léo´s e JC´s da área. Sorry !
Depois, havia o calor do “discordo”.

Mas lerei com a atenção devida sua proposição, objetivando engasgar a
relatividade e a Lei de Coulomb. Se conseguir entender, oportunamente
voltarei ao assunto.

Mas mantenho minhas posições sobre o que disse sobre a Lei de Coulomb, e
para variar, o que sei de relatividade, que é pouco, mas de qualidade. Ao
menos eu penso assim, que não sou besta.

Sds,

Victor.



De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 11:15
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma
duvida



Olá Victor,

Não posso enviar essas 'complementações' para a guria! Tadinha! Vamos deixar
ela escalar o conhecimento degrau por degrau, conforme seus neurônios vão se
exercitando com a física e matemática.
Tudo se aprende assim. Vc se lembra da História do Brasil desde o primário?
Começa como uma festa 'Cabral e suas caravelas ... sem querer ... descobriu
o Brasil', no Ensino Médio, já se fala em Américo Vespucci, navegador
experimentado ... e o 'sem quer' se modifica ... outros fatores aparecem. No
Ensino Superior o professor já começa assim: Que Brasil? Isso não é nosso!
Vejamos a política da época .... e blá, blá - e a maçonaria - blá ... e toda
História se modifica.

Além disso, não concordo o o 'status' que vc dá à lei de Coulomb e seus
derivados. Aliás, estou desenvolvendo um texto justamente comentando como as
leis da eletricidade violam o princípio da relatividade. O que um observador
em 'repouso' vê de eletrostática numa questão não é o que vê um observador
em movimento.
Eis a parte do texto já pronta: (onde está r leia-se 'rö', p leia-se 'pi' e
m leia-se 'mü')
+++++++++++++++++++
O Principio da Relatividade
A Velocidade é relativa
Galileu propôs, como um princípio geral de simetria, que as leis da Física
deveriam ser as mesmas para qualquer observador que se mova a uma velocidade
constante, qualquer que seja a direção, sentido e o módulo dessa velocidade.
Em outras palavras, não deve haver nenhum sistema de referência preferencial
nem nenhuma maneira de determinar uma velocidade absoluta. Esta simetria
geral é chamada de princípio da relatividade.
É claro que Galileu e Newton se certificaram de que suas leis da mecânica
clássica obedeciam ao princípio da relatividade.
Contudo, a menos que se façam algumas mudanças na Física que apresentamos no
Ensino Médio, as leis da eletricidade violam o princípio da relatividade. Um
observador em "repouso" e um em movimento obterão duas predições teóricas
diferentes para a mesma experiência.
Como ilustração, vamos considerar o exemplo simples de uma carga puntual Q a
uma distância R de um fio carregado com r statcoulombs por centímetro como
mostra a Fig.1.

Fig.1- Carga puntual Q a uma distância R de um fio carregado com r C/m.
Fig.2- A Fig.1 vista por um observador que se move com velocidade v para
cima.

A força sobre Q é Fe = QE onde E = 2r/R é o valor do campo elétrico da
distribuição Q no ponto do espaço que dista R (veja adendo 1 "campo
originado por cilindro uniformemente eletrizado").
Portanto, Fe = 2Qr/R ... eq.1, para um observador em repouso.
Consideremos agora um segundo observador que se move paralelamente ao fio à
velocidade v como mostra a Fig.2. Além da força eletrostática acima Fe
(eq.1) este observador mediria também uma força magnética Fm . Ele vê uma
corrente elétrica I = rv movendo-se ao longo do fio e uma carga Q movendo-se
também paralelamente ao fio à velocidade v.
Como sabemos, a força magnética sobre a carga Q é Fm = Qv/c X B. O campo
magnético B produzido por uma corrente circulando em linha reta é B =
2rv/(cR). Portanto, Fm = Qv/c X 2rv/(cR) = (2rQ/R)(v2/c2) é a força
magnética.
[Nota: Estamos trabalhando no Sistema CGS Eletrostático (onde comparece c).
Para transferir para o Sistema Internacional de Unidades basta fazer c =
4p/m e tomar r em C/m.]
Essa força atrativa magnética deve ser adicionada à força repulsiva
eletrostática. Portanto o observador em movimento calcula a força resultante
como sendo
F = Fe - Fm = 2Qr/R - (2rQ/R)(v2/c2) = 2Qr/R(1 - v2/c2)
para um observador que se move à velocidade v.
Numericamente, é um fator (1 - v2/c2) menor que o resultado (Eq.1) obtido
por um observador estacionado.
Observe que se v<<<c, o fator (1 - v2/c2) torna-se unitário e a força
resultante será F = 2Qr/R = Q.E, tipicamente eletrostática.
Assim, é claro que as leis da eletricidade dão resultados diferentes em
sistemas de referência diferentes. Contudo, de acordo com o princípio da
relatividade de Galileu na mecânica clássica, a força ou aceleração sobre Q
deve ser independente da velocidade do observador. Como conciliar isso?
É assim, fácil observar, que o princípio da relatividade de Galileu que
funciona para a mecânica clássica é inconsistente com as equações de
Maxwell. Para resolver esta contradição, o princípio da relatividade, ou as
equações de Maxwell, ou a mecânica clássica devem ser revistos.
Vamos considerar agora as seguintes 3 alternativas:
+++++++++++++++++++++
Talvez hoje pela tardinha eu complete esse 'nabo' e tire a virgindade
coulombiana.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br <mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 10:45
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida

Caro Léo,

Acho que, numa primeira investida, está ok. Mas eu não diria algo assim:
"...e então a 'tradicional' lei

de Coulomb deve sofrer alterações (por vezes, sérias alterações!).", pois
daria a impressão

de que deveria haver alteração na estrutura mesma da lei. E não é assim. O
que acontece é

que, numa situação dessas, aliás comum, a aplicação da Lei de Coulmb, que é
essencialmente puntual, fica difícil, trabalhosa, exigindo maiores esforços
para sua correta aplicação. Pois a carga agora apresenta-se distribuída ao
longo do corpo, pelo que não poderemois mais desprezar as diferenças entre
as distâncias de cada uma à uma carga de teste infinitesimal. Torna-se
necessário, com vistas à Lei de Coulomb, que ela seja dividida em cargas
infinitesimais, seja considerado o efeito de cada dq sobre a carga teste,
como se os outros dq's não existisssem e depois somado tudo, pois vale o
notável e simplificador, como simples é a natureza,

Princípio da Superposição. O efeito global de todos os dq é a soma, ou
integração dos efeitos de cada uma. Para tais objetivos, a natureza diz:
olha, considera que a carga A(puntal) não exista, e calcule o efeito
elétrico sobre a carga de teste devido somente à carga B(puntual). Depois,
considere que B não existe e calcule o efeito elétrico da A sobre a mesma
carga de teste. Depois some tudo, misture tudo, integrando(para dizer
melhor). Ou seja, a matemática a ser usada será mais elaborada, deverá
cansar a munheca, após a trabalheira para encontrar o efeito de cada carga,
como se as outras não existissem.

Mas, a lei, em si, continuará a mesma, não sofrerá alterações de qualquer
natureza.

Outro fato notável é que valem, também na eletrostática, os seguintes
teoremas, aplicáveis à gravitação, para corpos esféricos, o que simplifica
magistralmente os problemas, nos casos de configurações esféricas:

1 - Uma casca esférica uniformemente carregada atrai ou repele uma partícula
carregada exterior como se toda a carga da casca estivesse concentrada em
seu interior; e,

2) Para uma partícula que esteja em seu interior, a casca esférica
uniformemente carregada não exerce sobre ela qualquer força eletrostática.
(Isto é aproveitado na prática como blindagem eletrostática).

Aliás, seria interessante que a menina Claodinice fosse informada, também,
de que:

a) a lei de força gravitacional, devida a Newton, é a mesma lei de
força na eletrostática, devida a Coulomb, mudando apenas as grandezas e
constantes associadas aos fenômenos específicos; e,

b) A Lei de Coulomb nunca foi violada, sob qualquer aspecto. Ainda
está "cabaço", como se diz. Até mesmo onde as leis de Newton falham
estrondosamente, a Lei de Coulomb surge vitoriosa e risonha, brandindo sua
espada reluzente e afiada, precisa e eficientemente. Como é o caso das
cargas num átomo.

Sds,

Victor.





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] O Que é Raciocinar? ::: (artigo)
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 17:32

Interessante, hoje estava jogando pedrinhas no centro da piscina para meu sobrinho ver as ondas na matéria (no meio) se propagando com o tempo. Ai ele me perguntou o que eu estava fazendo e respondi: Estou raciocinando!

> Ou seja, raciocinar é fazer ondas na matéria (no meio) que se propagam com o
tempo.< [Ferrari]

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Ferrari" <emailferrari@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 14:25
Assunto: [ciencialist] O Que é Raciocinar? ::: (artigo)


O QUE É RACIOCINAR? - por Ferrari
(sobre o raciocínio e a matéria)

http://egogame.blogspot.com

Observe seu comportamento mental enquanto estiver
lendo este texto. Estou me comunicando com você neste
exato momento, não estou? Observe que fenomeno
fantástico está acontecendo: você está pensando agora,
ao ler este texto, exatamente o mesmo que estava
pensando ontem, ao escreve-lo. Parece até que estou
dentro da sua cabeça, pensando por você. Isto não é
fantástico? Mas, sendo assim, lhe pergunto: você está
captando meu raciocínio com os olhos? Tem algum
raciocínio pulando deste texto (na tela do computador)
para os seus olhos? Claro que não! Mas, então, se seus
olhos não estão captando meus raciocínios de ontem,
então, como é que você está lendo e pensando agora
exatamente o que pensei ontem? Simples: seus olhos
estão capatando hoje, as ondas que o meu racioicinio
produziram ontem, na materia comum em que nossos
cérebros existem. Os seus olhos não podem capatar o
meu raciocínio diretamente, pois o meu raciocínio é
algo imaterial e inerente ao meu cérebro. Assim, você
está lendo e pensando agora o que pensei ontem,
porque, ao ler (agora), você está captando a ação
(ondas) que o meu raciocínio produziu no meio material
com o tempo, e que está se propagando também com o
tempo. Ao receber, no seu tempo, estes impulsos do
meio e raciocina-los, seu cérebro está fazendo hoje,
ao ler este texto, o inverso do que o meu estava
fazendo ontem, ao escreve-lo. Ou seja, raciocinar é
fazer ondas na matéria (no meio) que se propagam com o
tempo.


- - - - - - -


MAIS SOBRE O EGO? TEM AQUI:

http://egogame.blogspot.com











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SUBJECT: Re: [ciencialist] O Que é Raciocinar? ::: (artigo)
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 17:41

Olá Leo

Leo: "Interessante, hoje estava jogando pedrinhas no centro da piscina para meu sobrinho ver as ondas na matéria (no meio) se propagando com o tempo. Ai ele me perguntou o que eu estava fazendo e respondi: Estou raciocinando!"

Pois eu vi ontem à noite na TV um baterista de rock "raciocinando" como louco, ao bater em seu instrumento, e produzir ondas de ar adoidado..:-) Afinal, "raciocinar é fazer ondas na matéria (no meio) que se propagam"..:-)

Demais..:-)

Um abraço.

Homero


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Off Topic, para o Leo, sobre o CD do Feira
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 17:43

Olá Leo

Você recebeu meu email em pvt, sobre o envio do CD? O correio devolveu e preciso saber se o endereço está correto..:-)

Um abraço.

Homero


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: O Que é Raciocinar? ::: (artigo)
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/05/2007 19:06

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@...>
> Leo: "Interessante, hoje estava jogando pedrinhas no centro da piscina
> para meu sobrinho ver as ondas na matéria (no meio) se propagando com
> o tempo. Ai ele me perguntou o que eu estava fazendo e respondi: Estou
> raciocinando!"
>
> Pois eu vi ontem à noite na TV um baterista de rock "raciocinando"
> como louco, ao bater em seu instrumento, e produzir ondas de ar
> adoidado..:-) Afinal, "raciocinar é fazer ondas na matéria (no meio)
> que se propagam"..:-)

Ainda bem q ninguém se lembrou q repolho com ovo é bom para o raciocínio.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: [RN] A PROVA DOS NOVE (OU NOVES FORA)
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/05/2007 19:21

Matemática: Na falta de calculadora: use a prova dos noves!
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u14300.shtml
--------------------------
[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: RE: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/05/2007 22:18

Oi, rapazes!
Pergunto: e a intuição?
obr/abr M. SP 10/mai07


>From: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>Date: Wed, 9 May 2007 19:22:12 -0300
>
>Sílvio,
>
>
>
>Acho que é folclore. Dizem muita coisa envolvendo Einstein e outros ícones
>de se quilate, atribuindo-lhes comportamentos dissociados do comum de nós
>outros, envolvendo-os numa redoma de mistério e certo glamour.
>
>Poincaré foi um dos maiores e mais profícuos matemáticos de todos os
>tempos,
>não só da época dele.
>
>Contudo, dizem alguns historiadores, que ele era desajeitado para fazer
>contas simples, não gostava,
>
>evitava, errava, confundia, embora pudesse manejar, de cabeça, grandes
>blocos matemáticos, como matrizes ou estruturas topológicas, do que não
>tenho conhecimento a não ser a nível de “notícias”, por ser muito
>especializado e específico, tratando-se de um ramo da matemática
>extremamente difícil e abstrato.
>
>Já disseram, entre outras histórias, que um dia Einstein vinha pelo
>corredor da universidade e, de repente, parou e perguntou a um estudante
>que passava: o restaurante fica prá lá ou para ali? À resposta de “para
>ali”, ele disse: ah, então já almocei, e seguiu adiante!?.... Mas essa
>mesma história contavam de um professor que conhecí, de física, cujo nome
>não me é conveniente citar. E eu sabia que de besta e exótico este nada
>tinha, a não ser que era um notório traçador de estudantes mais bonitinhas
>e
>atiradas, que lhe apontavam algumas possibilidades. Mas era um excelente
>professor, famoso por suas aulas e temido pelo rigor na correção das
>provas.
>
>
>Particularmente não acredito que essas pessoas muito inteligentes sejam tão
>idiotas a esse ponto, nem desligados, nem alheios a si próprios, coisas do
>tipo. Têm apenas uma coisa a mais que a maioria dos mortais: um cérebro
>mais
>gordinho de neurônios e sinapses mais arrumadinhas. Só isso. Só isso? Pois
>bem... Folclore, criado pelos circunstantes, para terem o que conversar,
>espantar ou maravilhar o ouvinte. Parece que as pessoas gostam de uns
>enfeites, em torno do objeto de sua admiração. Froidi explica.
>
>
>
>Sds,
>
>Victor.
>
>
>
>De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
>Em nome de Silvio Cordeiro
>Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 16:43
>Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Assunto: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>
>
>
>Ô Vitor:
>
>Você me fez lembrar um fato, muito comentado nas biografias de Einstein
>que,
>numa bela tarde de sol, sentado em um banco de jardim, ele divagava pelo
>universo quando seu neto pediu uma ajuda para resolver um problema de
>aritimética: Ele chamou a mãe do menino e pediu auxílio a ela, pois não
>entendia o problema....
>
>boa tarde,
>
>silvio.
>----- Original Message -----
>From: J.Victor
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
>
>Sent: Monday, May 07, 2007 3:08 PM
>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>
>Sílvio,
>
>O gritou que escreví não é um gritoooou!. É um gritou fuleiro, bem
>baixinho,
>quase sussurando. Se brincar, nem isso. .
>Contudo, a bem da verdade, nunca lí em lugar nenhum que ele tenha se
>expressado do jeito postado aquí. O que ele professava
>era uma religiosidade peba, à moda de Spinoza, como bem lembrou o Bulcão.
>Quanto a "era calmo, pacífico, muito humor... "
>você tem razão.
>
>Sds,
>Victor.
>
>----- Original Message -----
>From: Silvio Cordeiro
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
>
>Sent: Monday, May 07, 2007 10:12 AM
>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>
>Vitor:
>
>Reservo-me o direito de duvidar que o grande mestre tenha gritado. Não era
>do seu feitio: era calmo, pacífico, muito humor... Leia suas biografias.
>Sobre deus, não entro no mérito.
>
>bom dia,
>
>silvio.
>3
>----- Original Message -----
>From: J.Victor
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
>
>Sent: Sunday, May 06, 2007 9:53 PM
>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>
>Olá,
>
>Einstein gritou: *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave
>erro. Quem a
>pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
>Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
>ideologia ateia.
>
>Victor: ...Também niguém é perfeito.
>
>Sds,
>
>Victor.
>
>----- Original Message -----
>From: Esteban Moreno
>To: undisclosed-recipients:
>Sent: Sunday, May 06, 2007 8:45 PM
>Subject: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>
>A idéia que Einstein fazia de Deus
><http://www.ansiao.net/einstein.jpg>
>
>*«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave erro. Quem a
>pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
>Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
>ideologia ateia.
>
>Não há oposição entre a ciência e a religião.
>Apenas há cientistas atrasados, que professam ideias que datam de 1880.
>
>Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo
>mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas.
>
>No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses
>cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis prováveis,
>formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa indeterminação,
>no
>plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma Causa, que produza o
>equilíbrio e a harmonia dessas reações dissemelhantes e contraditórias da
>matéria.
>
>Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam
>como
>o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da natureza e
>o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo ao seu serviço, por meio de
>fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos.
>Outros
>o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da
>moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias. Outros, enfim, como o
>Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela aos
>homens no mais íntimo da consciêncía.
>-
>A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do
>místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja
>estranha tal sensação, aquele que não mais possa sonhar e ser empolgado
>pelo
>encantamento, não passa, em verdade, de um morto.
>
>Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se
>manifesta como a mais alta das sabedorias; a mais radiosa das belezas, que
>as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais
>primitivas: esse conhecimento, esse sentimento, está no centro mesmo da
>verdadeira religiosidade.
>
>A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de
>pesquisa científica. Minha religião consiste em humilde admiração do
>espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que
>podemos
>perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção,
>profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior, que
>se revela* no* incompreensível, é a ideia que faço de Deus».*
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>----------------------------------------------------------
>
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>Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/792 - Release Date: 6/5/2007
>21:01
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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>21:01
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
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>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
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>http://www.ciencialist.com
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SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/05/2007 23:01

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo"
> Oi, rapazes!
> Pergunto: e a intuição?
> obr/abr M. SP 10/mai07

Eu pergunto: cadê o botão "delete"?

Não precisam apensar *todas* as mensagens anteriores na *íntegra*...

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/05/2007 23:57

Mestre Takata e JC::

Vão responder? estou curioso...

silvio.


----- Original Message -----
From: Jeff
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 12:02 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2


>
>A conclusão de que a matéria é uma onda
>estacionária em trajetória fechada é algo
>interessante. Contudo ela tb esbarra na
>questão do 'recipiente' ou 'anteparo' da onda.
>Ou estarei enganado? Na Teoria da Velocidade
>Absoluta, o que faz a onda de energia refletir
>para tornar-se estacionária?
>

Eu tenho uma idéia (uma "viagem") sobre isso e gostaria que o pessoal aí
analisasse. Considerem que eu não sou físico ou matemático, só um computeiro
curioso :-)

Eu *imagino* que uma partícula elementar de matéria seja um quantum de
energia pura que ficou confinado, por causa de sua baixíssima energia, numa
dimensão menor, exatamente do tamanho do comprimento de planck! Do mesmo
modo que o que confina a energia do nosso universo seria o espaço-tempo!
Assim, de acordo com a quantidade de energia do quantum, este ficaria
confinado nesta minúscula dimensão ou não (como a luz - as ondas "livres").
Penso então que as barreiras dimensionais sejam apenas a quantidade de
energia! Uma quantidade maior de energia poderia "furar" esta barreira e
navegar pelo nosso universo (teria, portanto, criado o nosso universo) e
energias muito maiores ainda poderiam "furar" o nosso universo, indo para
dimensões maiores ainda!!!

Será que "viajei" muito? :-)

Um abraço,
Jeff.






------------------------------------------------------------------------------


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 00:02

Álvaro:

O fundamental é saber se essas "descobertas biográficas" são consistentes ou têm veracidade comprovada: Os mitólogos vivem avaros de novidades, normalmente em detrimento, muito raramente em homenagem aos grandes personagens de nosso mundo....

boa noite,
silvio.
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 10:45 AM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


Caro Murilo,

Apenas atestei um fato, sem anexar juízo moral algum. Einstein é um dos
heróis da minha adolescência. Ainda assim, o fato de descobertas biográficas
recentes terem-no tornado mais humano é para mim um alívio, não um pesar.

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Cc: <avalanchedrive@hotmail.com>
Sent: Monday, May 07, 2007 10:20 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

> Com certeza, gritava!
> A Elsa, ou um outro qualquer... deviam encher o saco... what's the deal? O
> homem estava vivo e tinha uma puta energia...
> Com certeza, até o Ghandi gritava... e daí?
> Vc não grita? Ou vc já está meio morto?
> Quem pode enquadrar esse homem, que afinal era judeu?
> O que mais ele tinha? Caspa? Quanta coisa imperdoável, não?
> abr/M.
>
>
>>From: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
>>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>Date: Mon, 7 May 2007 13:31:51 -0300
>>
>>De acordo com Elsa Einstein, quando Albert gritava a casa inteira ouvia...
>>
>>[ ]s
>>
>>Alvaro Augusto
>>
>>
>>----- Original Message -----
>>From: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
>>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>>Sent: Monday, May 07, 2007 10:12 AM
>>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>
>>
>>Vitor:
>>
>>Reservo-me o direito de duvidar que o grande mestre tenha gritado. Não era
>>do seu feitio: era calmo, pacífico, muito humor... Leia suas biografias.
>>Sobre deus, não entro no mérito.
>>
>>bom dia,
>>
>>silvio.
>>3
>> ----- Original Message -----
>> From: J.Victor
>> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>> Sent: Sunday, May 06, 2007 9:53 PM
>> Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>
>>
>> Olá,
>>
>> Einstein gritou: *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre
>>grave erro. Quem a
>> pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio
>>num
>> Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
>> ideologia ateia.
>>
>> Victor: ...Também niguém é perfeito.
>>
>> Sds,
>>
>> Victor.
>>
>> ----- Original Message -----
>> From: Esteban Moreno
>> To: undisclosed-recipients:
>> Sent: Sunday, May 06, 2007 8:45 PM
>> Subject: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>
>> A idéia que Einstein fazia de Deus
>> <http://www.ansiao.net/einstein.jpg>
>>
>> *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave erro. Quem a
>> pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio
>>num
>> Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
>> ideologia ateia.
>>
>> Não há oposição entre a ciência e a religião.
>> Apenas há cientistas atrasados, que professam ideias que datam de 1880.
>>
>> Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo
>> mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas.
>>
>> No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses
>> cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis
>> prováveis,
>> formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa
>>indeterminação,
>>no
>> plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma Causa, que produza o
>> equilíbrio e a harmonia dessas reações dissemelhantes e contraditórias
>>da
>> matéria.
>>
>> Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam
>>como
>> o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da
>>natureza
>>e
>> o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo ao seu serviço, por meio de
>> fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos.
>>Outros
>> o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da
>> moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias. Outros, enfim,
>>como
>>o
>> Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela
>> aos
>> homens no mais íntimo da consciêncía.
>> -
>> A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do
>> místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja
>> estranha tal sensação, aquele que não mais possa sonhar e ser empolgado
>>pelo
>> encantamento, não passa, em verdade, de um morto.
>>
>> Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se
>> manifesta como a mais alta das sabedorias; a mais radiosa das belezas,
>>que
>> as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais
>> primitivas: esse conhecimento, esse sentimento, está no centro mesmo da
>> verdadeira religiosidade.
>>
>> A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de
>> pesquisa científica. Minha religião consiste em humilde admiração do
>> espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que
>>podemos
>> perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção,
>> profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior,
>>que
>> se revela* no* incompreensível, é a ideia que faço de Deus».*
>>
>> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>>
>> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]






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SUBJECT: Re: E=m.c2
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/05/2007 00:16

Do q sabemos, uma partícula tem um "tamanho" bem maior do q um
comprimento de Planck. Nas dimensões planckianas, o espaço-tempo, pelo
que sabemos, seria altamente convoluto com sua geometria mudando
continuamente e de modo descontínuo e abrupto - enfim, um cenário nada
agradável para uma partícula, especialmente se ela quiser manter suas
características intactas ao longo do tempo e do espaço.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio Cordeiro"
> Mestre Takata e JC::
>
> Vão responder? estou curioso...
>
> silvio.
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Jeff
>
> Eu tenho uma idéia (uma "viagem") sobre isso e gostaria que o
> pessoal aí analisasse. Considerem que eu não sou físico ou
> matemático, só um computeiro curioso :-)
>
> Eu *imagino* que uma partícula elementar de matéria seja um
> quantum de energia pura que ficou confinado, por causa de sua
> baixíssima energia, numa dimensão menor, exatamente do tamanho do
> comprimento de planck!




SUBJECT: Re: O Que é Raciocinar? ::: (artigo)
FROM: "Joao de Carvalho" <joaobncarvalho@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/05/2007 00:19

Olá, Ferrari.

> Ou seja, raciocinar é
> fazer ondas na matéria (no meio) que se propagam com o
> tempo.

Uau! Você foi longe. Deep stuff. Mas você ignorou completamente a
linguagem, que é o elemento realmente incrível em tudo isso.

Saudações.
João de Carvalho




SUBJECT: Nave extraterrestre fotografada no quintal
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, exobiologia_e_cia@yahoogrupos.com.br, painelovni@yahoogrupos.com.br, UFO_PORTUGAL@yahoogrupos.com.br, ufoburn@yahoogrupos.com.br, Ufolista@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 06:19

Nave extraterrestre fotografada no
quintal<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=878>

<http://www.coasttocoastam.com/gen/page2022.html>
Clique na imagem para ver a srie completa no stio do programa C2C. Se as
imagens parecerem inacreditveis, porque voc no leu a histria:

No ms passado (abril 2007), minha mulher e eu estvamos passeando quando
notamos uma "nave" muito grande e muito estranha no cu. Minha mulher tomou
a imagem com seu celular (primeira foto abaixo). *Dias depois um amigo (e
vizinho) me emprestou sua cmera e foi comigo para tirar fotos desta "nave".
Ns a encontramos e tiramos uma srie de fotos muito claras. *A foto 4 foi
tomada diretamente abaixo desta coisa e devo dar crdito ao meu amigo j que
eu no tive coragem o bastante para me aproximar e tirar esta for por mim
mesmo! A nave quase completamente silenciosa e se move bem suavemente.
Geralmente se move devagar at que decide decolar. Ento se move MUITO
rpido e sai de vista em um piscar de olhos. Mais do que qualquer coisa eu
quero entender o que isto e por que est aqui? () *Local: Eu prefiro no
dizer por enquanto.*

Sim, "Chad", que no quer dizer onde tirou as fotografias, encontrou esta
nave completamente tantalizante no cu com sua mulher. Tiraram UMA
fotografia com o celular e foram embora. Ao invs de chamar as autoridades,
imprensa, Chad pediu a cmera do vizinho emprestada, o vizinho foi junto e,
ao retornar ao local encontraram novamente a nave e tomaram mais fotos! Mas
esta no toda a histria:

Obrigado mesmo por publicar minhas fotos! Espero que algum me ajude a
identificar isto Primeiro, *eu vejo esta coisa com MUITA freqncia*. Desde
que apareceu primeiro, *eu provavelmente a vi umas oito vezes*. Meu amigo e
eu fomos no dia seguinte s primeiras fotos, mas no estava l. Ento
tentamos no prximo dia, e o encontramos em meia hora e o seguimos por um
tempo. A maior parte do tempo *eu vejo a coisa das janelas de minha casa*,
distncia, mas diria que quase metade das vezes em que fiu passear na rea
perto de minha casa, eu vi o objeto em proximidade. * muito fcil de
fotografar e muitos vizinhos alm de meu amigo tambm o viram.* ()

Se Chad realmente quisesse saber o que o objeto seria, bastaria dizer onde
diabos mora. Ou que seus vizinhos alertassem a imprensa, claro. uma pena
que sua capacidade de inventar histrias no seja to boa quanto a de forjar
fotos, porque estas fotos so muito boas. Apesar de terem um pouco do que
quase Klingon <http://en.wikipedia.org/wiki/Klingon_language>:

Se a nave um modelo puramente digital, a tentativa de reproduzir o
desfoque na imagem tomada pelo celular no foi to feliz, mas a forma como
se mescla com o cenrio, principalmente com o cu obliterado ao fundo, foi
muito bem-feita. Ou nem tanto. Na ltima imagem, um detalhe da nave
tem *exatamente
a mesma cor que o cu sua volta* (a cor, em valores hexadecimais, *
ccffff*). Qual foi a ltima vez em que voc viu algum avio branco ficar
azul apenas porque era um dia claro e ensolarado? Este no parece um efeito
da cmera Photoshop<http://www.ceticismoaberto.com/ufologia/camera_photoshop.htm>.
Seria Photoshop mesmo.

Postado em Ufologia <http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=2>,
Extraterrestres <http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=10>,
Ceticismo<http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=12>| Por Mori
Comente!
<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=878#respond>

*Posts relacionados:*
- <$BlogItemSubject$>
<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=504>Nave-me No sei mais
detalhes sobre a imagem,...
- <$BlogItemSubject$>
<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=383>Shazam! Marc Laidlaw teria
fotografado o momento...
- <$BlogItemSubject$> <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=525> La
Nave de los Locos No. 29 J saiu o nmero m...
- <$BlogItemSubject$>
<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=598>Lenticular Photoshop?
Acredito que no. Atualiz...
- <$BlogItemSubject$>
<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=509>Fotografia de um ser
Extraterrestre! ;-) Do Fr...


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SUBJECT: Re: [ciencialist] O Que é Raciocinar? ::: (artigo)
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/05/2007 07:56

Luiz Ferraz Netto >>> Interessante, hoje estava
jogando pedrinhas no centro da piscina para meu
sobrinho ver as ondas na matéria (no meio) se
propagando com o tempo. Ai ele me perguntou o que eu
estava fazendo e respondi: Estou raciocinando!

--- Embora esteja sendo ironico, a história e útil.
Observe: para jogar pedrinhas no centro da piscina seu
cérebro precisou funcionar, não precisou? Ou seu corpo
se movimenta aleatóriamente?

--- Sim, entre seu raciocinio, o movimento do seu
corpo e as ondas na piscina tem todo um processo a ser
estudado e compreendido, assim como tem entre o que
estava raciocinando (ao escrever) e voce está agora
(ao ler), mas...

--- Que as ondas na piscina foram causadas da
interação do movimento do seu corpo com o meio, isto é
evidente, concorda?

--- Sendo assim, a resposta ficaria mais explicada
assim: Estou raciocinando e meu corpo está agindo
conforme meu raciocinio. O que vc está vendo na
piscina é fruto da interação do meu corpo com o meio.
Ou seja, uma consequencia do meu raciocinio.




sinceramente
ferrari



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SUBJECT: Re: [ciencialist] O Que é Raciocinar? ::: (artigo)
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/05/2007 08:22

Olá Homero!

> Pois eu vi ontem à noite na TV um baterista de rock
> "raciocinando" como louco, ao bater em seu
> instrumento, e produzir ondas de ar adoidado..:-)
> Afinal, "raciocinar é fazer ondas na matéria (no
> meio) que se propagam"..:-)

--- Outro bom exemplo! Como tocar bateria sem um
cérebro controlando os movimentos do corpo? Como
manter o ritmo sem um cérebro controlando os
movimentos do corpo? É possivel?

--- E o mais interessante neste exemplo, é que musica
(a parte do ritmo), é divisão temporal. Ou seja, o
cérebro de um baterista é um cérebro perito em fazer
ondas temporais no meio.

--- Vou aproveitar o exemplo e contar um história
interessante sobre o raciocinio, as ondas e a musica.

--- Sou musico. E tenho alguns amigos musicos. Um
deles, certa vez, foi estudar violão numa escola de
São Paulo especializada em Swing. Pra ilustrar, um dos
idolos do professor da escola é o Jorge Benson. Bem, a
primeira coisa estranha que descobri sobre esta escola
é que meu amigo foi estudar violão e teve que aprender
a tocar bateria primeiro. Passou um tempão estudando
bateria antes de pegar no violão. Segundo o professor
desta escola, para ser um bom musico, primeiro é
preciso dominar o raciocinio ritmico pra depois
dominar o raciocinio melódico. A segunda coisa
estranha aconteceu no dia em que meu amigo me levou
pra conhecer a escola. A escola tinha um ambiente
muito agravavel, todo mundo ali gostava muito daquela
filosofia de estudo, mas os violões eram um lixo. Eram
uns violões ruins e detonados. Peguei um pra tocar e
achei aquilo muito estranho. Perguntei pro meu amigo e
ele falou que aquilo era proposital. Quando tive a
oportunidade de conversar com o professor dele,
perguntei dos violões. E o cara me fez ver algo que
nunca mais me esqueci, ele disse: "voce toca violão
com a mão ou com a mente? de onde vem a sua musica, do
violão?".



sinceramente
ferrari



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Que é Raciocinar? ::: (artigo)
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/05/2007 08:31

Olá João!

João >>> Uau! Você foi longe. Deep stuff.

--- Pra quem está aberto a ouvir. Pra quem não está,
ficou no mesmo lugar.

João >>> Mas você ignorou completamente a linguagem,
que é o elemento realmente incrível em tudo isso.

--- Sobre linguagem (cerebral) estava falando um pouco
antes, quando falo das regras de codificação e
decodificação. Como são várias, tem muito a ser
estudado. Se vc quiser conversar sobre isto. Estou a
disposição. Por exemplo, o que lhe chama mais a
atenção na questão da linguagem?



sinceramente
ferrari












--- Joao de Carvalho <joaobncarvalho@hotmail.com>
escreveu:

> Olá, Ferrari.
>
> > Ou seja, raciocinar é
> > fazer ondas na matéria (no meio) que se propagam
> com o
> > tempo.
>
> Uau! Você foi longe. Deep stuff. Mas você ignorou
> completamente a
> linguagem, que é o elemento realmente incrível em
> tudo isso.
>
> Saudações.
> João de Carvalho
>
>
>




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SUBJECT: : Nova Enciclopédia
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <redeliberal@yahoogrupos.com.br>, <paucor@superig.com.br>, "Fernanda" <fernanda.brsc@gmail.com>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <brasil-politica@grupos.com.br>, <Acropolis_@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 10:36





Enciclopédia online listará todos seres vivos
Quarta-feira, 09 de maio de 2007 - 09h20
SÃO PAULO - Um grupo planeja criar uma enciclopédia online com dados de todas as espécies vidas da Terra.


O grupo reúne museus e fundações científicas de vários países e anunciou investimentos de US$ 100 milhões para construir a "Enciclopédia da Vida".


A idéia é reunir num portal informações sobre todas as espécies de plantas, animais e microorganismos vivos conhecidos pela ciência.


A EOL (Encyclopedia of Life) espera publicar, numa primeira fase, dados sobre 1,8 milhão de seres vivos. Posteriormente, a EOL planeja atingir uma marca entre oito e dez milhões de verbetes.


O projeto não permitirá contribuições dos usuários, como ocorre com a Wikipedia. A base de dados será construída por pesquisadores contratados pela EOL. Atualmente, 35 pesquisadores trabalham no projeto, que já está no ar, porém em fase de construção.


A EOL não divulgou planos de disponibilizar verbetes além da lingua inglesa nesta primeira fase do projeto. Colaboram para a EOL a Universidade de Harvard, o Laboratório Biológico da Marinha americana, Missouri Botanical Garden, Smithsonian Institution e a Royal Botanic Garden, da Inglaterra.

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 11:43

Será que o elétron é elementar mesmo?

Bom, eu imagino que este comprimento de planck possa ser, justamente, uma
barreira dimensional, o que daria o aspecto de "solidez" da matéria, da
partícula elementar. Esta energia seria tão baixa que ficaria como num
"loop" dentro desta dimensão. Já um "quantum" mais energético, que
extrapolaria esta dimensão, seria a energia livre, as forças elementares.

A matéria sozinha não teria movimento, não existiria o nosso tempo, a não
ser "dentro" desta. A matéria seria então apenas uma a barreira dimensional,
um valor de energia que marca o fim de uma dimensão menor. O nosso universo
(o nosso tempo) passaria a existir no momento em que aparece esta nossa
energia livre (vinda de "dentro" da matéria, mas sei lá porque), que
extrapola esta dimensão menor e movimentaria a matéria que sobrou. A matéria
já existiria então "antes" do big-bang e estaria em "todo" o universo (que
seria um "ponto"). Assim, toda a matéria do nosso universo seria estilhaços
da "explosão" de uma barreira dimensional. Daí em diante, a matéria que
sobrou e esta energia livre interegiriam, de acordo com a mecânica quântica,
criando tudo o que existe. Veja que eu não estou violando a lei da
conservação da energia do nosso universo *a partir* da sua criação.

Da mesma forma, imagino que o nosso universo também poderia, ainda, estar
"confinado" entre esta dimensão menor e outra maior! Onde as barreiras
seriam apenas certas quantidades de energia.

Isso é uma "viagem" minha mas, quem também acha que faz sentido, põe o dedo
aqui! :-) Opa, no bom sentido... Quem acha que não faz sentido, por favor,
me aponte os problemas! Acho legal "viajar" numa idéia, mas não em cima de
erro, claro.

[]´,s
Jeff.

>
>Do q sabemos, uma partícula tem um "tamanho" bem maior do q um
>comprimento de Planck. Nas dimensões planckianas, o espaço-tempo, pelo
>que sabemos, seria altamente convoluto com sua geometria mudando
>continuamente e de modo descontínuo e abrupto - enfim, um cenário nada
>agradável para uma partícula, especialmente se ela quiser manter suas
>características intactas ao longo do tempo e do espaço.
>
> []s,
>
>Roberto Takata
>
>> From: Jeff
>>
>> Eu tenho uma idéia (uma "viagem") sobre isso e gostaria que o
>> pessoal aí analisasse. Considerem que eu não sou físico ou
>> matemático, só um computeiro curioso :-)
>>
>> Eu *imagino* que uma partícula elementar de matéria seja um
>> quantum de energia pura que ficou confinado, por causa de sua
>> baixíssima energia, numa dimensão menor, exatamente do tamanho do
>> comprimento de planck!
>>



SUBJECT: transcrevo:
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <redeliberal@yahoogrupos.com.br>, <politicab@yahoogrupos.com.br>, <paucor@superig.com.br>, <noosfera_II@yahoogrupos.com.br>, Inovação Tecnológica <eboletim@inovacaotecnologica.com.br>, Grupo de Debates Políticos Brasileiro <brasil-politica@grupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <Acropolis_@yahoogrupos.com.br>
CC: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 12:40

Ministro de Minas e Energia garante: Angra 3 vai sair

Ministro Silas Rondeau diz que a decisão sobre quando a usina será construída deverá ser tomada pelo CNPE em junho

Leonardo Goy escreve para "O Estado de SP":

A usina nuclear de Angra 3 vai ser construída, afirmou o ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, nesta quarta-feira.

"A questão é definir quando", acrescentou, durante seminário sobre energias renováveis promovido pela Câmara dos Deputados. A decisão final sobre a construção de Angra 3 deverá ser tomada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que deverá se reunir em junho.

O tema divide o governo. Além de Rondeau, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, são a favor do projeto.

Há, porém, oposição da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O CNPE também poderá discutir o dilema entre a construção de usinas hidrelétricas e a proteção ao meio ambiente.

O ministro lembrou que para tomar a decisão sobre Angra 3 será necessário adequar a legislação do setor elétrico de forma a definir como será vendida a energia produzida pela usina.

Ele ressaltou que as usinas nucleares de Angra 1 e 2 foram construídas numa época em que o modelo era totalmente estatal.

Angra 3, por ser uma usina nuclear, terá de ser construída pelo governo. A questão pendente é como a energia dela será ofertada. "Não pode ser por leilão, pois é uma obra do governo. Então temos de adequar à legislação", disse ele.

Indagado se o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiaria parte da construção de Angra 3, Rondeau disse que não sabe, mas presume que sim.

Biodiesel

Rondeau disse, ainda, que, desde o fim de abril, o País tem capacidade de produzir o biodiesel necessário para garantir a mistura de 2% em todo o diesel vendido no país. Essa exigência entrará em vigor em 2008.

A capacidade total do país foi ultrapassada, com segurança, com a autorização, em 30 de abril, para que a usina da Brasil Ecodiesel, em São Luiz, entre em operação. Essa usina tem capacidade de produzir 108 milhões de litros por ano.

Com isso, a capacidade total do País chega a 962 milhões de litros por ano, superando, com folga, os 840 milhões de litros necessários para que a mistura de 2% possa começar a partir do ano que vem.
(O Estado de SP, 10/5)


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: Informação
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 12:45

E ... o que respondo?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "luiz Claudio da Silva souza" <luizsouzaluiz@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 15:51
Assunto: Informação


|
|
| Professor , gostaria de saber qual é a tensão elétrica do corpo do homem e
| da mulher?
|
| Aguardo resposta.
|
| Luiz
|
| _________________________________________________________________
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|
|
|
| --
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|
|


SUBJECT: Fw: Dúvida sobre a composição do suor humano
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 12:49

Mestres em suor ... fico no aguardo dessa resposta.
Se o suor vier bem detalhado (e de preferência com alguma 'curiosidade') poderei implementar meu artigo Frio .. Calor .. Suor que está em:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala08/08_40.asp

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "frederico.ferrari" <frederico.ferrari@uol.com.br>
Para: "leobarretos" <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 21:18
Assunto: Dúvida sobre a composição do suor humano


Professor

Boa noite

Consegui seu email através do "Oráculo" Google.
Gostaria de tirar uma dúvida sobre a composição do suor humano.
Ele é composto basicamente de água+cloreto de sódio?
Apesar de estar perguntando isso, não sou estudante de química. Muito pelo
contrário, sou designer gráfico. É que tenho que fazer um trabalho e tive uma
idéia de mencionar o suor humano.

Se puder me dar essa força, lhe agradeço.

Abraço

Frederico



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SUBJECT: Re: [ciencialist] [RN] A PROVA DOS NOVE (OU NOVES FORA)
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 13:04

Gostei da 'adivinhação no final do artigo. Legal!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 19:21
Assunto: [ciencialist] [RN] A PROVA DOS NOVE (OU NOVES FORA)


Matemática: Na falta de calculadora: use a prova dos noves!
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u14300.shtml
--------------------------
[]s,

Roberto Takata




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SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 13:06

A 'intuição' foi desenvolvida depois de muita 'ginástica' cerebral. Atenção acurada, observação, pano de fundo, o que está procurando, o lastro na cuca ... o suor ... depois vem a intuição --- o chute de gênio!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 22:18
Assunto: RE: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


Oi, rapazes!
Pergunto: e a intuição?
obr/abr M. SP 10/mai07


>From: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>Date: Wed, 9 May 2007 19:22:12 -0300
>
>Sílvio,
>
>
>
>Acho que é folclore. Dizem muita coisa envolvendo Einstein e outros ícones
>de se quilate, atribuindo-lhes comportamentos dissociados do comum de nós
>outros, envolvendo-os numa redoma de mistério e certo glamour.
>
>Poincaré foi um dos maiores e mais profícuos matemáticos de todos os
>tempos,
>não só da época dele.
>
>Contudo, dizem alguns historiadores, que ele era desajeitado para fazer
>contas simples, não gostava,
>
>evitava, errava, confundia, embora pudesse manejar, de cabeça, grandes
>blocos matemáticos, como matrizes ou estruturas topológicas, do que não
>tenho conhecimento a não ser a nível de "notícias", por ser muito
>especializado e específico, tratando-se de um ramo da matemática
>extremamente difícil e abstrato.
>
>Já disseram, entre outras histórias, que um dia Einstein vinha pelo
>corredor da universidade e, de repente, parou e perguntou a um estudante
>que passava: o restaurante fica prá lá ou para ali? À resposta de "para
>ali", ele disse: ah, então já almocei, e seguiu adiante!?.... Mas essa
>mesma história contavam de um professor que conhecí, de física, cujo nome
>não me é conveniente citar. E eu sabia que de besta e exótico este nada
>tinha, a não ser que era um notório traçador de estudantes mais bonitinhas
>e
>atiradas, que lhe apontavam algumas possibilidades. Mas era um excelente
>professor, famoso por suas aulas e temido pelo rigor na correção das
>provas.
>
>
>Particularmente não acredito que essas pessoas muito inteligentes sejam tão
>idiotas a esse ponto, nem desligados, nem alheios a si próprios, coisas do
>tipo. Têm apenas uma coisa a mais que a maioria dos mortais: um cérebro
>mais
>gordinho de neurônios e sinapses mais arrumadinhas. Só isso. Só isso? Pois
>bem... Folclore, criado pelos circunstantes, para terem o que conversar,
>espantar ou maravilhar o ouvinte. Parece que as pessoas gostam de uns
>enfeites, em torno do objeto de sua admiração. Froidi explica.
>
>
>
>Sds,
>
>Victor.
>
>
>
>De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
>Em nome de Silvio Cordeiro
>Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 16:43
>Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Assunto: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>
>
>
>Ô Vitor:
>
>Você me fez lembrar um fato, muito comentado nas biografias de Einstein
>que,
>numa bela tarde de sol, sentado em um banco de jardim, ele divagava pelo
>universo quando seu neto pediu uma ajuda para resolver um problema de
>aritimética: Ele chamou a mãe do menino e pediu auxílio a ela, pois não
>entendia o problema....
>
>boa tarde,
>
>silvio.
>----- Original Message -----
>From: J.Victor
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
>
>Sent: Monday, May 07, 2007 3:08 PM
>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>
>Sílvio,
>
>O gritou que escreví não é um gritoooou!. É um gritou fuleiro, bem
>baixinho,
>quase sussurando. Se brincar, nem isso. .
>Contudo, a bem da verdade, nunca lí em lugar nenhum que ele tenha se
>expressado do jeito postado aquí. O que ele professava
>era uma religiosidade peba, à moda de Spinoza, como bem lembrou o Bulcão.
>Quanto a "era calmo, pacífico, muito humor... "
>você tem razão.
>
>Sds,
>Victor.
>
>----- Original Message -----
>From: Silvio Cordeiro
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
>
>Sent: Monday, May 07, 2007 10:12 AM
>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>
>Vitor:
>
>Reservo-me o direito de duvidar que o grande mestre tenha gritado. Não era
>do seu feitio: era calmo, pacífico, muito humor... Leia suas biografias.
>Sobre deus, não entro no mérito.
>
>bom dia,
>
>silvio.
>3
>----- Original Message -----
>From: J.Victor
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
>
>Sent: Sunday, May 06, 2007 9:53 PM
>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>
>Olá,
>
>Einstein gritou: *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave
>erro. Quem a
>pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
>Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
>ideologia ateia.
>
>Victor: ...Também niguém é perfeito.
>
>Sds,
>
>Victor.
>
>----- Original Message -----
>From: Esteban Moreno
>To: undisclosed-recipients:
>Sent: Sunday, May 06, 2007 8:45 PM
>Subject: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>
>A idéia que Einstein fazia de Deus
><http://www.ansiao.net/einstein.jpg>
>
>*«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave erro. Quem a
>pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
>Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
>ideologia ateia.
>
>Não há oposição entre a ciência e a religião.
>Apenas há cientistas atrasados, que professam ideias que datam de 1880.
>
>Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo
>mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas.
>
>No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses
>cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis prováveis,
>formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa indeterminação,
>no
>plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma Causa, que produza o
>equilíbrio e a harmonia dessas reações dissemelhantes e contraditórias da
>matéria.
>
>Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam
>como
>o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da natureza e
>o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo ao seu serviço, por meio de
>fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos.
>Outros
>o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da
>moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias. Outros, enfim, como o
>Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela aos
>homens no mais íntimo da consciêncía.
>-
>A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do
>místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja
>estranha tal sensação, aquele que não mais possa sonhar e ser empolgado
>pelo
>encantamento, não passa, em verdade, de um morto.
>
>Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se
>manifesta como a mais alta das sabedorias; a mais radiosa das belezas, que
>as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais
>primitivas: esse conhecimento, esse sentimento, está no centro mesmo da
>verdadeira religiosidade.
>
>A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de
>pesquisa científica. Minha religião consiste em humilde admiração do
>espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que
>podemos
>perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção,
>profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior, que
>se revela* no* incompreensível, é a ideia que faço de Deus».*
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
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>
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>Checked by AVG Free Edition.
>Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/792 - Release Date: 6/5/2007
>21:01
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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>Checked by AVG Free Edition.
>Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/792 - Release Date: 6/5/2007
>21:01
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>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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SUBJECT: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 13:47

Caro Silvio,

Os arquivos de Einstein estão sendo abertos e documentados aos poucos. Como
a vida profissional dele já é conhecida em detalhes há tempos, restam apenas
detalhes sobre a vida pessoal. E, nesse aspecto, nada de "bom" pode ser
acrescentado, sobre ele ou qualquer outra pessoa.

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, May 11, 2007 12:02 AM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


Álvaro:

O fundamental é saber se essas "descobertas biográficas" são consistentes ou
têm veracidade comprovada: Os mitólogos vivem avaros de novidades,
normalmente em detrimento, muito raramente em homenagem aos grandes
personagens de nosso mundo....

boa noite,
silvio.
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 10:45 AM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


Caro Murilo,

Apenas atestei um fato, sem anexar juízo moral algum. Einstein é um dos
heróis da minha adolescência. Ainda assim, o fato de descobertas
biográficas
recentes terem-no tornado mais humano é para mim um alívio, não um pesar.

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Cc: <avalanchedrive@hotmail.com>
Sent: Monday, May 07, 2007 10:20 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

> Com certeza, gritava!
> A Elsa, ou um outro qualquer... deviam encher o saco... what's the deal?
O
> homem estava vivo e tinha uma puta energia...
> Com certeza, até o Ghandi gritava... e daí?
> Vc não grita? Ou vc já está meio morto?
> Quem pode enquadrar esse homem, que afinal era judeu?
> O que mais ele tinha? Caspa? Quanta coisa imperdoável, não?
> abr/M.
>
>
>>From: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
>>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>Date: Mon, 7 May 2007 13:31:51 -0300
>>
>>De acordo com Elsa Einstein, quando Albert gritava a casa inteira
ouvia...
>>
>>[ ]s
>>
>>Alvaro Augusto
>>
>>
>>----- Original Message -----
>>From: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
>>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>>Sent: Monday, May 07, 2007 10:12 AM
>>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>
>>
>>Vitor:
>>
>>Reservo-me o direito de duvidar que o grande mestre tenha gritado. Não
era
>>do seu feitio: era calmo, pacífico, muito humor... Leia suas biografias.
>>Sobre deus, não entro no mérito.
>>
>>bom dia,
>>
>>silvio.
>>3
>> ----- Original Message -----
>> From: J.Victor
>> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>> Sent: Sunday, May 06, 2007 9:53 PM
>> Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>
>>
>> Olá,
>>
>> Einstein gritou: *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre
>>grave erro. Quem a
>> pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio
>>num
>> Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
>> ideologia ateia.
>>
>> Victor: ...Também niguém é perfeito.
>>
>> Sds,
>>
>> Victor.
>>
>> ----- Original Message -----
>> From: Esteban Moreno
>> To: undisclosed-recipients:
>> Sent: Sunday, May 06, 2007 8:45 PM
>> Subject: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>
>> A idéia que Einstein fazia de Deus
>> <http://www.ansiao.net/einstein.jpg>
>>
>> *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave erro. Quem a
>> pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio
>>num
>> Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
>> ideologia ateia.
>>
>> Não há oposição entre a ciência e a religião.
>> Apenas há cientistas atrasados, que professam ideias que datam de 1880.
>>
>> Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo
>> mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas.
>>
>> No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses
>> cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis
>> prováveis,
>> formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa
>>indeterminação,
>>no
>> plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma Causa, que produza o
>> equilíbrio e a harmonia dessas reações dissemelhantes e contraditórias
>>da
>> matéria.
>>
>> Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam
>>como
>> o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da
>>natureza
>>e
>> o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo ao seu serviço, por meio de
>> fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos.
>>Outros
>> o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da
>> moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias. Outros, enfim,
>>como
>>o
>> Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela
>> aos
>> homens no mais íntimo da consciêncía.
>> -
>> A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do
>> místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja
>> estranha tal sensação, aquele que não mais possa sonhar e ser empolgado
>>pelo
>> encantamento, não passa, em verdade, de um morto.
>>
>> Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se
>> manifesta como a mais alta das sabedorias; a mais radiosa das belezas,
>>que
>> as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais
>> primitivas: esse conhecimento, esse sentimento, está no centro mesmo da
>> verdadeira religiosidade.
>>
>> A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de
>> pesquisa científica. Minha religião consiste em humilde admiração do
>> espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que
>>podemos
>> perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção,
>> profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior,
>>que
>> se revela* no* incompreensível, é a ideia que faço de Deus».*
>>
>> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>>
>> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Informação
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 14:56

Quantos aos outros, não sei, mas eu sou 220 V. E trifásico!

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, May 11, 2007 12:45 PM
Subject: [ciencialist] Fw: Informação


E ... o que respondo?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "luiz Claudio da Silva souza" <luizsouzaluiz@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 15:51
Assunto: Informação


|
|
| Professor , gostaria de saber qual é a tensão elétrica do corpo do homem
e
| da mulher?
|
| Aguardo resposta.
|
| Luiz
|
| _________________________________________________________________



SUBJECT: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 15:31

Vitor:

É uma característica humana o ato de impingir às pessoas que se projetam em suas atividas, qualidades extravagantes, fora co comportamento do comum dos mortais. O caso do neto li na biografia dele e é crível pois curiosamente a aritimética - só ouvi falar nos tempos de ginário - tem problemas intrigantes de tão simples, como a regra de três...
Mas também, essas fofocas não um "grano salis" ao nosso dia-a-dia..... Você não imagina o que falavam do Getúlio Vargas...(foi meu ídolo na infância....)

uma boa tarde,

silvio.
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, May 09, 2007 7:22 PM
Subject: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


Sílvio,

Acho que é folclore. Dizem muita coisa envolvendo Einstein e outros ícones
de se quilate, atribuindo-lhes comportamentos dissociados do comum de nós
outros, envolvendo-os numa redoma de mistério e certo glamour.

Poincaré foi um dos maiores e mais profícuos matemáticos de todos os tempos,
não só da época dele.

Contudo, dizem alguns historiadores, que ele era desajeitado para fazer
contas simples, não gostava,

evitava, errava, confundia, embora pudesse manejar, de cabeça, grandes
blocos matemáticos, como matrizes ou estruturas topológicas, do que não
tenho conhecimento a não ser a nível de "notícias", por ser muito
especializado e específico, tratando-se de um ramo da matemática
extremamente difícil e abstrato.

Já disseram, entre outras histórias, que um dia Einstein vinha pelo
corredor da universidade e, de repente, parou e perguntou a um estudante
que passava: o restaurante fica prá lá ou para ali? À resposta de "para
ali", ele disse: ah, então já almocei, e seguiu adiante!?.... Mas essa
mesma história contavam de um professor que conhecí, de física, cujo nome
não me é conveniente citar. E eu sabia que de besta e exótico este nada
tinha, a não ser que era um notório traçador de estudantes mais bonitinhas e
atiradas, que lhe apontavam algumas possibilidades. Mas era um excelente
professor, famoso por suas aulas e temido pelo rigor na correção das provas.

Particularmente não acredito que essas pessoas muito inteligentes sejam tão
idiotas a esse ponto, nem desligados, nem alheios a si próprios, coisas do
tipo. Têm apenas uma coisa a mais que a maioria dos mortais: um cérebro mais
gordinho de neurônios e sinapses mais arrumadinhas. Só isso. Só isso? Pois
bem... Folclore, criado pelos circunstantes, para terem o que conversar,
espantar ou maravilhar o ouvinte. Parece que as pessoas gostam de uns
enfeites, em torno do objeto de sua admiração. Froidi explica.

Sds,

Victor.

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Silvio Cordeiro
Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 16:43
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

Ô Vitor:

Você me fez lembrar um fato, muito comentado nas biografias de Einstein que,
numa bela tarde de sol, sentado em um banco de jardim, ele divagava pelo
universo quando seu neto pediu uma ajuda para resolver um problema de
aritimética: Ele chamou a mãe do menino e pediu auxílio a ela, pois não
entendia o problema....

boa tarde,

silvio.
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Monday, May 07, 2007 3:08 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

Sílvio,

O gritou que escreví não é um gritoooou!. É um gritou fuleiro, bem baixinho,
quase sussurando. Se brincar, nem isso. .
Contudo, a bem da verdade, nunca lí em lugar nenhum que ele tenha se
expressado do jeito postado aquí. O que ele professava
era uma religiosidade peba, à moda de Spinoza, como bem lembrou o Bulcão.
Quanto a "era calmo, pacífico, muito humor... "
você tem razão.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Silvio Cordeiro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Monday, May 07, 2007 10:12 AM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

Vitor:

Reservo-me o direito de duvidar que o grande mestre tenha gritado. Não era
do seu feitio: era calmo, pacífico, muito humor... Leia suas biografias.
Sobre deus, não entro no mérito.

bom dia,

silvio.
3
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Sunday, May 06, 2007 9:53 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

Olá,

Einstein gritou: *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave
erro. Quem a
pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
ideologia ateia.

Victor: ...Também niguém é perfeito.

Sds,

Victor.

----- Original Message -----
From: Esteban Moreno
To: undisclosed-recipients:
Sent: Sunday, May 06, 2007 8:45 PM
Subject: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

A idéia que Einstein fazia de Deus
<http://www.ansiao.net/einstein.jpg>

*«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave erro. Quem a
pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
ideologia ateia.

Não há oposição entre a ciência e a religião.
Apenas há cientistas atrasados, que professam ideias que datam de 1880.

Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo
mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas.

No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses
cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis prováveis,
formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa indeterminação, no
plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma Causa, que produza o
equilíbrio e a harmonia dessas reações dissemelhantes e contraditórias da
matéria.

Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam como
o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da natureza e
o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo ao seu serviço, por meio de
fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos. Outros
o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da
moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias. Outros, enfim, como o
Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela aos
homens no mais íntimo da consciêncía.
-
A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do
místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja
estranha tal sensação, aquele que não mais possa sonhar e ser empolgado pelo
encantamento, não passa, em verdade, de um morto.

Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se
manifesta como a mais alta das sabedorias; a mais radiosa das belezas, que
as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais
primitivas: esse conhecimento, esse sentimento, está no centro mesmo da
verdadeira religiosidade.

A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de
pesquisa científica. Minha religião consiste em humilde admiração do
espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que podemos
perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção,
profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior, que
se revela* no* incompreensível, é a ideia que faço de Deus».*

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

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Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/792 - Release Date: 6/5/2007
21:01

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 15:56


Olá Alberto,

Eu não conheço bem estas interpretações da mecânica quântica, mas entendo
que não é possível existir aleatoriedade objetiva em um sistema fechado! Ou
estou errado? Eu acredito na falta de conhecimento de variáveis que podem
determinar certos comportamentos quânticos e na prepotência de cientistas em
afirmarem que não. Eu não estudo física, mas tudo (pouco) o que eu lí a
respeito não dá *provas* da aleatoriedade objetiva de certos comportamentos
quânticos, mas apenas a impossibilidade de medição... Entendo que não poder
medir não significa não existir.

Se existir um raciocínio lógico que conclua que é possível acontecer alguma
coisa sem causa, eu gostaria de entendê-lo!

[]´,s
Jeff.

>
> From: "rmtakata"
> Sent: Saturday, April 14, 2007 11:10 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
>
>> Um cara chamado John Bell bolou um teorema matemática q previa resultados
>> diferentes para ambas as situações. Décadas depois, a chamada inequação
>> de
>> Bell foi usada e o resultado dos experimentos batiam com a interpretação
>> de Copenhagen.
>
> Neste caso solicito a alguém que responda à msg que mandei para a
> Ciencialist em 21 de maio de 2000 e que cujas idéias apresentadas até
> agora
> não mereceram nenhuma atenção. A msg pode ser lida em
> http://www.ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/varios/ci4790.htm ou em
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/4790 . O restante da
> thread pode ser lido a partir de
> http://www.ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/tra.htm .
>
> Até que tal suceda, e sem pretender ofender a ninguém, volto a apresentar
> a
> conclusão firmada no artigo primeiro desta thread: "As idéias de Bell, em
> hipótese alguma, contradizem as teorias clássicas da física e a
> experiência
> de Aspect, quando muito, serve como critério para escolha entre o roto e o
> esfarrapado, qual seja, entre as teorias quânticas locais e as teorias
> quânticas não-locais."
>
> [ ]´s
> Alberto
>



SUBJECT: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 15:56

R. C. A. Victor:

(ainda existe o cachorrinho???

Então estamos quites, não foi legal pois gosto de escrever e agora o assunto amofinou....
A inteligência artifical é um sofisma pois inteligência não pode ser criada: ela é apenas o produto da interatividade de neurônios.
Assim, vão ter de criar neurônios adrede preparados para que não tenham "idéias de jerico" e que, só processarão ações de acôrdo com sua programação.
Se algum dia fizerem os neurônios artificiais e em quantidades semelhantes aos de um primata, pode saber: vamos ter problemas, caso tenham total liberdade de, assimilando informações do meio ambiente pelos 5 sentidos (como nós, humanos), processarem essas informações ao seu talante (o que produz a inteligência que é artificial pois é fruto do trabalho humano.)

Estamos conversados.

boa tarde,

silvio.


Jovem Sílvio,

Em minhas prosopéias, em nenhum momento, em situação alguma, cogitei ou
cogito de algo como "colocar um deus qualquer no processo cognitivo." Até
em razão de essa entendidade, para mim, claro, ser um folclore, que
resultou do medo da morte e da sabedoria daqueles primeiros que se
intitularam sacerdotes, que viram nisso a ilha do tesouro e os mapas
pertinentes. Discernimento, inteligência, saber que sabe, nada disso tem a
ver com divindades, seres superiores ou inferiores que, sequer, são
superiores ou inferiores. Consciência e vida, eis a questão. Disso,
continuamos, garbosamente, sabendo nada. And so on.

Sds,

Victor.

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Silvio Cordeiro
Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 18:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Meu amigo Vitor:
Se exagerei, perdoe: apenas não concordo, por convidções pessoas e ausência
de elementos consistentes para as possa assimilar, colocar um deus qualquer
no processo cognitivo.

boa noite!!

silvio.
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Tuesday, May 08, 2007 6:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Sílvio,

Honestamente, não ví onde mistura foi feita. Mas pode desmisturar, na
próxima irei asperizar o caminho,
para não deslizar.
Tudo que você disse está ok. Não importa a capacidade de memória, que um
desses possa ter, para guardar
dados, executando qualquer sequência de comandos, usando estes dados.
Meu ponto está nisto: discernimento! Como tentei exprimir com exemplos. Mais
um exemplo: este que você exercitou, ao ler meu texto, e dele extrair
munição para este seu texto, com uma interpretação absolutamente pessoal.
Um SílvBorg faria algo assim, sequer aproximado? I not cridito. Seria apenas
por causa de
minhas limitações, esse jeito de pensar? Sei não, sei não.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Silvio Cordeiro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Monday, May 07, 2007 3:52 PM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Victor:

Sua argumentação apresenta só um deslise: você está misturando um conceito
religioso, inexistente - deus - na diligência humana.

Observe que, desde Tales o homem ocidental se preocupa em observar a
natureza e dela extrair conhecimentos para auxiliá-lo em suas lides.
Neste século, a robótica tem grande expansão, é patéria de curriculo
escolar, em alguns anos alcançará patamares insususpeitáveis, principalmente
com os sofisticados equipamentos existentes, como o CERN na Europa.
Tudo reside em o homem criar um elemento físico ou mesmo orgânico semelhante
aos neurônios que tem dupla função: guardam as informações que o indivíduo
assimina mesmo subjetivamente do meio ambiente, por meio dos sentidos e
posteriormente poder usar esses elementos arquivados em idéias para criação
de outros elementos (deveríamos, filosóficamente chamar simplesmente de
"coisas":).
Está matada a charada. coisa muito simples,,,,
Mas, observe, tais robôs deverão, no início, serem construidos para
atividades específicas como hoje já trabalham na indústria, sem forma
humana: tudo acontece gradativamente, ao longo do tempo de existência dos
humanos. É preciso aguardar e colocar a moçada no estudo.

quem sabe, um dia.....

O grande roblema que vejo será programar um orgasmo...

boa tarde,

silvio.

----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Sunday, May 06, 2007 6:39 AM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Mestre Sílvio.

Sílvio: Vem daí a idéia de que robôs suficientemente
sofisticados poderão ter estados mentais, afetividade e
imaginação, mesmo não sendo biológicos.

Victor: Mas é só idéia. Nem mais nem menos que isso.
A implementação de algo assim
não demandaria, sequer, um tempo infinito! Apesar de meu respeito
pela ciência e ter conhecimento dos desenvolvimentos do ramo científico
Inteligência Artificial, não vislumbro coisas a nível do que expressa a
frase
objeto destas poucas e mal traçadas linhas. Vislumbro, sim, como ora já
acontece,
o uso da I.A para controles cada vez mais sofisticados, cada vez mais
sofisticados,
cada vez mais... Mas é só. E olha que não sou espiritualista, que nega tais
coisas pela simples
razão de que, assim, o homem estaria fazendo o mesmo que God. Que disparate,

sô!
Minhas razões disso nada têm.
Já pensou como seria interessantse um fórum, de nome "Ciencyborg", criado
por CyBrudna,
cujos participantes fossem todos robôs? Que discutissem assim, como os
do Ciencialist? Com direito a coisas prá lá de úteis, inteligentes e
interessantes,
seja a nível de contestatações, seja a nível de defesas, ou mesmo a nível
das besteiradas que, vez ou outra
mais vez do que outra, ultimamente, surgem? Tais robôs seriam incapazes
até mesmo de, sem uma programação
específica, discernirem e praticarem asnices. Ou alguém faz a sintaxe
correta, sem um mero pontinho a mais ou a menos
ou nada funciona.
Adoraria presenciar um discussão intelectual de um desses sobre as o
Discurso do Método, Esquesitices do óbvio,
um enfrentamento das idéias do Alberto Mesquita, ou mesmo um embate poético
com um Catulo da Paixão Cearense,
uma "simples" cantoria com um destes cantadores do Nordeste, como o meu pai
ou o Pinto do Monteiro(ambos falecidos), entre outros exemplos. Ah, bota
ele prá discutir com Ferrari, bota! Prá ver se não espirra sangue(digo,
óleo) e fumaça por todo canto!
Só não por alí, que por alí nem teria. Quem já viu Cyborg que se preze com
"por alí", ora!
Olha, as engrenagens do bicho se engriparão nos primeiros minutos.
Pago prá ver, se estou dizendo asnices(que seriam incapazes de dizerem,
"conscientemente"). E, se pagar, complementarei a dívida plantando
"baneira", em praça pública, sem
zorba, com uma vela pingando na direção da linha reta que passa pelo centro
da cabeça.
Tinha muita graça!

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br
<mailto:scordeiroes%40superig.com.br> >
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Sent: Saturday, May 05, 2007 7:33 PM
Subject: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Mestre Takata:

Peço seu abalizado parecer nesta questão.

sds.,

silvio.
----- Original Message -----
From: Pesky Bee
To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, May 04, 2007 5:36 PM
Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Putz, constantor, começou dizendo que concorda mas logo
em seguida discorda. A questão é encarar os neurônios
biológicos como processos físicos que manipulam informação.
Sob esse aspecto, neurônios ou transístores, não importa,
são processos físicos processando informação. E pode ser
que você reclame de eu ser um reducionista do caralho,
mas afetividade, intuição e imaginação podem ser reduzidos,
em última instância, à atividade neural. Hoje não sabemos
em detalhes como isso opera, mas sabemos que não parece
haver nada "além de neurônios" no pensamento e sentimento
humanos (e quem estuda neurociência sabe disso desde o
primeiro momento). Vem daí a idéia de que robôs suficientemente
sofisticados poderão ter estados mentais, afetividade e
imaginação, mesmo não sendo biológicos.

*PB*

----- Original Message -----
From: constantor
To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, May 04, 2007 3:17 PM
Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

concordo, caro.

mas isto não retira o caráter de simulação que está envolvido na
inteligência artificial. Sempre será uma máquinha que reproduz, por
meio de mecanismos, uma realidade que existe enquanto tal somente no
homem.

E a própria idéia de reduzir à inteligência humana a uma mera
calculadora demonstra isto. Vamos dizer que o homem seja apenas esta
dinãmica enloquecida empreendida pelos neurônios. Esta dinâmica gera
coisas em nõs, que uma calculadora gigante não reproduz. Como eu
estava falando com o John, a racionalidade humana não e´despida dos
elementos de afetividade, intuição, imaginação, e vários estados de
consciencia que só nós vivenciamos. Máquinhas fazem cálculos somente.

--- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> , "Pesky Bee" <peskybee2@...>
escreveu
>
> E o cérebro biológico estará meramente fazendo um bando
> de neurônios dispararem loucamente. Basta usarmos um
> nível de análise diferente para máquinas e cérebros
> serem muito dissimilares. Agora, se nos fixarmos em um
> mesmo nível (e falarmos em, por exemplo, "estados mentais",
> representação de informação, conceituação, heurística, etc.)
> podemos melhor compará-los. Inteligência artificial só pode
> ser entendida se houver comparação no mesmo nível de
> análise. Capiche?
>
> *PB*
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: constantor
> To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>

> Sent: Friday, May 04, 2007 2:16 PM
> Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO
E EUNUCO
>
>
> Olha o salto Pesky.
>
> O computador estará fazendo cálculos matemáticos.
>
> Ponto.
>
> --- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> , "Pesky Bee" <peskybee2@>
> escreveu
> >
> > Essa questão de imitar ou não é mais complexa do que isso.
> > Um robô mecânico como o Asimo pode ser dito como "imitando"
> > o andar humano. Mas uma calculadora que multiplique 2 * 2
> > não estará imitando uma computação que fazemos mentalmente:
> > estará *fazendo* essa computação (com heurística diferente,
> > mas estará). A diferença fundamental é que um furacão pode
> > ser simulado em um computador (e a simulação pode "destelhar"
> > casas virtuais; obviamente ninguém confundiria isso com a
> > realidade), mas um robô que pensa não estará "imitando" nosso
> > pensar: ele estará realmente pensando.
> >
> > *PB*
> >
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: constantor
> > To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
> > Sent: Thursday, May 03, 2007 10:12 PM
> > Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
HOMERO
> E EUNUCO
> >
> >
> > Animais naõ imitam, possuem o atributo vida. Alguns animais
> imitam
> > atributos que não possuem, como o papagaio. Máquinas também
> podem
> > imitar o raciocínio lógico matemático, mas a subjetividade não
> se
> > reduz a isto.
> >
> > --- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> , "John C"
> > <johnconstantine2@> escreveu
> > >
> > > Olá
> > >
> > >
> > >
> > > Um dos atributos da pessoa humana é a vida. Animais imitam a
> vida?
> > >
> > >
> > >
> > > Qual a diferença entre possuir um atributo e imita-lo? Tal
> coisa é
> > possível?
> > > Posso imitar o Superman voando?
> > >
> > >
> > >
> > > _____
> > >
> > > De: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
> > [mailto:Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> ] Em
> > > nome de constantor
> > > Enviada em: quinta-feira, 3 de maio de 2007 16:25
> > > Para: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
> > > Assunto: Re: RES: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -

> > HOMERO E
> > > EUNUCO
> > >
> > >
> > >
> > > Porque, dado que não são pessoas, eles não possuem estes
> > atributos,
> > > apenas os imitam.
> > >
> > > --- Em Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br, "John C"
> > > <johnconstantine2@> escreveu
> > > >
> > > > Olá
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > E que direitos possuímos enquanto pessoas que não
possuímos
> > > enquanto
> > > > animais? E por que?
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Suponhamos quem sejamos pessoas por possuir os atributos
X,
> Y e
> > Z.
> > > Se para
> > > > cada atributo possuímos uma dada classe de direitos, por
que
> > seres
> > > outros
> > > > que possuam um desses atributos não podem ter a mesma
classe
> de
> > > direitos?
> > > > Que atributo humano nos dá o direito ao voto, por exemplo?
> Se
> > uma
> > > máquina
> > > > tiver esse atributo, ela não poderia votar?
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > _____
> > > >
> > > > De: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br
> > > [mailto:Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br] Em
> > > > nome de constantor
> > > > Enviada em: quinta-feira, 3 de maio de 2007 15:50
> > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br
> > > > Assunto: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
> HOMERO
> > E
> > > EUNUCO
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Se não são pessoas, não há porque dar a elas direitos que
> > > possuímos
> > > > enquanto pessoas. Alguma proteção jurídica elas vão ter.
Mas
> aí,
> > > até
> > > > nossos animais domésticos têm.
> > > >
> > > > --- Em Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br, "John C"
> > > > <johnconstantine2@> escreveu
> > > > >
> > > > > Olá
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Sim, isso é certo e me parece indiscutível: máquinas não
> são e
> > > não
> > > > serão
> > > > > pessoas. A questão é por que somente as pessoas humanas
> devem
> > > ter
> > > > certos
> > > > > direitos? Burros não são pessoas e nem por isto
> consideramos
> > > certo
> > > > jogá-los
> > > > > num tanque de ácido. Por que direitos não poderiam ser
> dados a
> > > > máquinas que,
> > > > > vistas de fora, possuam consciência? (ou ajam tal qual,
o
> que
> > dá
> > > > na mesma,
> > > > > já que não podemos dizer que nosso vizinho possui
> consciência
> > > > também)
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Se uma máquina for capaz de escolher, por que não puni-
la
> por
> > > uma
> > > > dada
> > > > > atitude?
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > _____
> > > > >
> > > > > De: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > [mailto:Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br] Em
> > > > > nome de constantor
> > > > > Enviada em: quarta-feira, 2 de maio de 2007 17:40
> > > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > > Assunto: Re: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
HOMERO
> E
> > > EUNUCO
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > É tão óbvia a má fé do Eurico e tão intensa sua solidão
em
> > > relação
> > > > aos seus
> > > > > pares, que ele tem de distorcer conscientemente as
> afirmações
> > > dos
> > > > outros a
> > > > > fim de poder considerar as máquinas dentre as quais vive
> como
> > > seres
> > > > > iguaizinhos a ele.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Ninguém disse que não há pesquisa, experimentos e
esforços
> > rumo a
> > > > > Inteligência Artificial. O que se está afirmando é que
> esta,
> > > mesmo
> > > > que um
> > > > > dia venha a ser construída, não é uma pessoa.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > ----- Original Message -----
> > > > >
> > > > > From: Eurico <mailto:caodejah@> Ferreira de Souza Jr.
> > > > >
> > > > > To: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_@yahoogru
> > > > <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> pos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > >
> > > > > Sent: Wednesday, May 02, 2007 8:23 AM
> > > > >
> > > > > Subject: Res: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
> HOMERO E
> > > > EUNUCO
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > [E]> é tão óbvia a má-fé do troll judeu, atacando
> > exaustivamente
> > > > > quem zela pela racionalidade e coerência filosófica que

> dó.
> > > > > Uns terroristas safados que não querem permitir o
trabalho
> > > > filosófico
> > > > > aos gentios e ficam enchendo a lista de merda religiosa.
> > > > > Pra eles o importante é tumultuar e evitar o
> esclarecimento,
> > > > > nem que, pra isso, tenham que cair no mais completo
> ridículo
> > > > indecente.
> > > > > Um dá carteirada de judeu, mas se lembramos esse fato,
fica
> > > > > ofendido, o outro se converteu ao cristianismo pra não
dar
> tão
> > > na
> > > > cara.
> > > > > Querem que sejamos cristãos sem pensamento critico,
> > > > > trabalhadores braçais sem ciência e tecnologia, patriotas
> > > > > sem consciência política, usuários de windows, desunidos
> > > > > e desorientados porque o papai do céu escolheu um povo
> > > > > e prometeu a terra (junto com os não escolhidos) pra
eles.
> > > > >
> > > > > Inteligência Artificial não é ficção científica: vou ter
> essa
> > > > matéria
> > > > > no ano que vem! (a keyword pra quem quer saber mais é
> prolog)
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1024>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1024
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1034>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1034
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1040>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1040
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > _\|/_
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > ----- Mensagem original ----
> > > > > De: Victor Molina -BR <victormolinabr@>
> > > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > > Enviadas: Quarta-feira, 2 de Maio de 2007 1:06:10
> > > > > Assunto: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E
> EUNUCO
> > > > >
> > > > > É tão óbvia, mas tão óbvia a razão de porque o Homero e
o
> > Eunuco
> > > > são
> > > > > entusiastas da inteligência artificial, que acabamos não
> nos
> > > dando
> > > > conta,
> > > > > ora. É simples: a inteligência artificial é a única
> esperança
> > > dos
> > > > dois de
> > > > > adquirirem algum tipo de inteligência. :-)
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > __.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > __________________________________________________
> > > > > Fale com seus amigos de graça com o novo Yahoo!
Messenger
> > > > > http://br.messenger <http://br.messenger
> > > <http://br.messenger.yahoo.com/> .yahoo.com/> .yahoo.com/
> > > > >
> > > > > __________ Informação do NOD32 IMON 2113 (20070313)
> __________
> > > > >
> > > > > Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 sistema antivírus
> > > > > http://www.eset. <http://www.eset. <http://www.eset.
> > > <http://www.eset.com.br> com.br>
> > > com.br> com.br
> > > > >
> > > >
> > >
> >
>

----------------------------------------------------------

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

##### ##### #####

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##### ##### ##### #####
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14:57

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

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No virus found in this incoming message.
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21:01

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Questões sociobiológicas
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 17:13

Meu prezado João:

Muito bom: nossos textos se completam. não há, entre eles, nenhum problema.
E o motivo dessa grave ocorrência é muito fácil de se entender: falamos a mesma língua porque simplesmente não somos cacundeiros de nenhuma ideologia específica:apenas temos a liberdade de pensar livremente: é a maior honra para um humano ser chamado de livre-pensador.

Sabe o que é cacundeiro? Já fui, do meu pai....

Uma boa tarde, obrigado pela cordialidade, algo um pouco raro nas veredas dos sertões internéticos....

silvio.


----- Original Message -----
From: Joao de Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, May 09, 2007 8:29 PM
Subject: [ciencialist] Re: Questões sociobiológicas


Caro Sílvio:

> Vamos por duas vertentes: a primeira é que "aparência" é um
conceito subjetivo, criado pelo consciente das pessoas pela
assimilação de traços que lhes sejam agradáveis, geralmente
assemelhados aos seus ou aos de seus sonhos em função de imputs
recebidos.

Existem evidências de que, pelo menos a beleza facial, esteja
relacionada à média entre os diferentes formatos de rostos de uma
população. Quanto mais na média estiver um rosto, mais bonito ele
será. Tem um experimento em que eles pegaram várias fotos de rostos
e
foram fundindo-as no computador. Quanto mais rostos eles
acrescentavam ao modelo, mais bonito ficava seu rosto. O que se
supõe
é que um rosto com características médias reflete um bom
desenvolvimento do embrião, o que significaria melhores genes. Em
geral um rosto bonito é reconhecido por toda a sociedade como
bonito.
Aquela coisa de que a beleza está nos olhos de quem a vê é uma
tolice. Existem pessoas que são realmente bonitas, e outras que são
realmente feias. É verdade que uma pessoa pode se sentir atraída por
outra meio feia (o que parece ter motivos evolutivos que não convém
aqui discutir), mas ela admite que a pessoa em questão não é bonita,
embora se sinta atraída por ela. Alguns traços feios podem dar à
pessoa um "tempero" que, aos olhos de uma outra, possam dar-lhe um
aspecto interessante. Do meu ponto de vista, é o caso da Kristen
Dunst, que fez Homem-aranha, As virgens suicidas e aquela vampirinha
sinistra de Entrevista com o vampiro. Ela tem algo de feio. Mas esse
elemento a faz ficar interessante.

> Inteligência é outra coisa, completamente desvinculada da
aparência:

Sem dúvida.

> o que vulgarmente se chama de inteligência é a capacidade que cada
indivíduo tem, em graus variados, para resolver determinadas gamas
de
problemas.

Me parece que inteligência é um termo que é usado para descrever
habilidades diferentes, que são todas postas no mesmo saco. A
inteligência que se mede em testes de QI reflete apenas um tipo de
habilidade mental. Darwin não se achava inteligente. Ele dizia não
conseguir acompanhar bem uma linha de raciocínio complexo. O mesmo
ocorre comigo. Esses textos filosóficos complicados, tipo Kant e
Hegel, eu tenho muita dificuldade para entender. Mas eu tenho outras
habilidades que alguns podem chamar de inteligência. Na verdade eu
não me acho inteligente. Um teste de QI que fiz na adolescência deu
ligeiramente acima da média. Eu também não tenho uma língua afiada,
habilidades sociais, capacidade de fazer conexões entre diferentes
fenômenos. Tudo isso poderia ser chamado de inteligência, embora
sejam habilidades distintas. Você disse que inteligência é a
capacidade "para resolver determinadas gamas de problemas." Pode
ser.
Mas a gama de problemas pode ser ampla, e o indivíduo pode se sair
bem em alguns tipos de problemas, e mal em outros. Pode-se até falar
de inteligência de um jogador de futebol, ou de um músico que
improvisa jazz.

Saudações.
João de Carvalho






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: OFF-TOPIC: Software para calcular área de mapa
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 18:02

Mestre Takata:

Em engenharia de campo, já fui do ramo, a topografia é desenhada em apenas duas dimensões: só que são feitas pranchas horizontais e cortes transversais: no desenho a mão, baseado nas coordenadas retiradas das cadernetas é impossível fazer o desenho tridimensional e nem teria utilidade prática para, por exemplo, traçar uma estrada ou calcular o volume para aterro ou retirada de material. Mas como estou aposentado ha um bom tempinho e nem sabia que hoje usam o GPS para medir terrenos,
dou-lhe o benefício da minha dúvida....
Existem programas de computador para realizar o serviço, realmente apresentando, simplesmente para ilustração uma visão tridimensional como quer o nobre Zé Carlos. Mas não é do meu tempo....
Vs. não acredita: usei régua de cálculo por muito tempo... e só trabalhávamos com as japonesas feitas de bambu: as outras, de plástico que dilatava, não davam precisão...
Já o sorobã, só vi sendo operado: aprendi algumas contas mas não pratiquei pois as maquininhas logo chegaram...

uma boa tarde,

silvio.
----- Original Message -----
From: José Carlos Antonio
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, May 09, 2007 11:49 PM
Subject: [ciencialist] Re: OFF-TOPIC: Software para calcular área de mapa


Acho que isso não daria certo não, Takata, pois mapas topográficos
indicam superfícies tridimensionais. Dari certo se houvesse uma
maquete da superfície curva, pois nessa caso poderíamos recobri-la com
papel e depois pesar, como você sugeriu para o caso do mapa plano.

Minha "inguinorança" não permite pensar em nenhuma solução simples
além da construção da maquete, mas deve sim existir algum software que
calcule isso.

Abraços,
JC

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "psdias" <psdias@> escreveu
> > - Enfim, alguém conhece algum software não muito complicado de usar,
> > onde eu pudesse executar a tarefa que descrevi ?
>
> Tem um método muito simples.
>
> Vc pode pegar o desenho do mapa em um papel, recortar o contorno e
> pesá-lo. Agora vc pega um pedaço quadrado do mm papel com área
> conhecida e faz o mm.
>
> Aplica a regra de três.
>
> (Tomar o cuidado para q o papel usado seja relativamente uniforme.)
>
> Outro modo, mais trabalhoso, é dividir o mapa em vários quadrinhos.
> Qto menor o quadriculado melhor - até o limite em q a espessura da
> linha da grade não distorça a área das quadrículas.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: E=m.c2
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/05/2007 18:37

Silvio, cumpadre, se o JC for eu a minha resposta é que, se for
possível fazer algo com a suposição feita, então a suposição é
relevante, senão, pouco importa. O Takata já listou à poucas mensagens
algumas respostas que gostaríamos de obter com as sempre novas e
interessantes hipóteses que vivem aparecendo.

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio Cordeiro"
<scordeiroes@...> escreveu
>
> Mestre Takata e JC::
>
> Vão responder? estou curioso...
>
> silvio.
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Jeff
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, May 08, 2007 12:02 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2
>
>
> >
> >A conclusão de que a matéria é uma onda
> >estacionária em trajetória fechada é algo
> >interessante. Contudo ela tb esbarra na
> >questão do 'recipiente' ou 'anteparo' da onda.
> >Ou estarei enganado? Na Teoria da Velocidade
> >Absoluta, o que faz a onda de energia refletir
> >para tornar-se estacionária?
> >
>
> Eu tenho uma idéia (uma "viagem") sobre isso e gostaria que o
pessoal aí
> analisasse. Considerem que eu não sou físico ou matemático, só um
computeiro
> curioso :-)
>
> Eu *imagino* que uma partícula elementar de matéria seja um
quantum de
> energia pura que ficou confinado, por causa de sua baixíssima
energia, numa
> dimensão menor, exatamente do tamanho do comprimento de planck! Do
mesmo
> modo que o que confina a energia do nosso universo seria o
espaço-tempo!
> Assim, de acordo com a quantidade de energia do quantum, este ficaria
> confinado nesta minúscula dimensão ou não (como a luz - as ondas
"livres").
> Penso então que as barreiras dimensionais sejam apenas a
quantidade de
> energia! Uma quantidade maior de energia poderia "furar" esta
barreira e
> navegar pelo nosso universo (teria, portanto, criado o nosso
universo) e
> energias muito maiores ainda poderiam "furar" o nosso universo,
indo para
> dimensões maiores ainda!!!
>
> Será que "viajei" muito? :-)
>
> Um abraço,
> Jeff.
>
>
>
>
>
>
>
------------------------------------------------------------------------------
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/792 - Release Date:
6/5/2007 21:01
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/05/2007 18:54

Olá Takata!

Vc recebeu a menssagem desta thread que tinha esta
pergunta sobre sua afirmação?

Takata >>> Você pode dividir o carro sem separar as
partes.

--- Ok. Mas como? Pode dar um exemplo?


Fico aguardando a resposta.
Sinceramente
Ferrari



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SUBJECT: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 21:28

Caro Léo,

Já ensaiei uma resposta, mas preciso que você me informe o link onde
encontrarei as Figuras 1 e 2,

a respeito de sua proposição mais abaixo.

Só para verificar se refiz tais figuras conforme você descreveu.

Sds,

Victor.



De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 11:15
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma
duvida



Olá Victor,

Não posso enviar essas 'complementações' para a guria! Tadinha! Vamos deixar
ela escalar o conhecimento degrau por degrau, conforme seus neurônios vão se
exercitando com a física e matemática.
Tudo se aprende assim. Vc se lembra da História do Brasil desde o primário?
Começa como uma festa 'Cabral e suas caravelas ... sem querer ... descobriu
o Brasil', no Ensino Médio, já se fala em Américo Vespucci, navegador
experimentado ... e o 'sem quer' se modifica ... outros fatores aparecem. No
Ensino Superior o professor já começa assim: Que Brasil? Isso não é nosso!
Vejamos a política da época .... e blá, blá - e a maçonaria - blá ... e toda
História se modifica.

Além disso, não concordo o o 'status' que vc dá à lei de Coulomb e seus
derivados. Aliás, estou desenvolvendo um texto justamente comentando como as
leis da eletricidade violam o princípio da relatividade. O que um observador
em 'repouso' vê de eletrostática numa questão não é o que vê um observador
em movimento.
Eis a parte do texto já pronta: (onde está r leia-se 'rö', p leia-se 'pi' e
m leia-se 'mü')
+++++++++++++++++++
O Principio da Relatividade
A Velocidade é relativa
Galileu propôs, como um princípio geral de simetria, que as leis da Física
deveriam ser as mesmas para qualquer observador que se mova a uma velocidade
constante, qualquer que seja a direção, sentido e o módulo dessa velocidade.
Em outras palavras, não deve haver nenhum sistema de referência preferencial
nem nenhuma maneira de determinar uma velocidade absoluta. Esta simetria
geral é chamada de princípio da relatividade.
É claro que Galileu e Newton se certificaram de que suas leis da mecânica
clássica obedeciam ao princípio da relatividade.
Contudo, a menos que se façam algumas mudanças na Física que apresentamos no
Ensino Médio, as leis da eletricidade violam o princípio da relatividade. Um
observador em "repouso" e um em movimento obterão duas predições teóricas
diferentes para a mesma experiência.
Como ilustração, vamos considerar o exemplo simples de uma carga puntual Q a
uma distância R de um fio carregado com r statcoulombs por centímetro como
mostra a Fig.1.

Fig.1- Carga puntual Q a uma distância R de um fio carregado com r C/m.
Fig.2- A Fig.1 vista por um observador que se move com velocidade v para
cima.

A força sobre Q é Fe = QE onde E = 2r/R é o valor do campo elétrico da
distribuição Q no ponto do espaço que dista R (veja adendo 1 "campo
originado por cilindro uniformemente eletrizado").
Portanto, Fe = 2Qr/R ... eq.1, para um observador em repouso.
Consideremos agora um segundo observador que se move paralelamente ao fio à
velocidade v como mostra a Fig.2. Além da força eletrostática acima Fe
(eq.1) este observador mediria também uma força magnética Fm . Ele vê uma
corrente elétrica I = rv movendo-se ao longo do fio e uma carga Q movendo-se
também paralelamente ao fio à velocidade v.
Como sabemos, a força magnética sobre a carga Q é Fm = Qv/c X B. O campo
magnético B produzido por uma corrente circulando em linha reta é B =
2rv/(cR). Portanto, Fm = Qv/c X 2rv/(cR) = (2rQ/R)(v2/c2) é a força
magnética.
[Nota: Estamos trabalhando no Sistema CGS Eletrostático (onde comparece c).
Para transferir para o Sistema Internacional de Unidades basta fazer c =
4p/m e tomar r em C/m.]
Essa força atrativa magnética deve ser adicionada à força repulsiva
eletrostática. Portanto o observador em movimento calcula a força resultante
como sendo
F = Fe - Fm = 2Qr/R - (2rQ/R)(v2/c2) = 2Qr/R(1 - v2/c2)
para um observador que se move à velocidade v.
Numericamente, é um fator (1 - v2/c2) menor que o resultado (Eq.1) obtido
por um observador estacionado.
Observe que se v<<<c, o fator (1 - v2/c2) torna-se unitário e a força
resultante será F = 2Qr/R = Q.E, tipicamente eletrostática.
Assim, é claro que as leis da eletricidade dão resultados diferentes em
sistemas de referência diferentes. Contudo, de acordo com o princípio da
relatividade de Galileu na mecânica clássica, a força ou aceleração sobre Q
deve ser independente da velocidade do observador. Como conciliar isso?
É assim, fácil observar, que o princípio da relatividade de Galileu que
funciona para a mecânica clássica é inconsistente com as equações de
Maxwell. Para resolver esta contradição, o princípio da relatividade, ou as
equações de Maxwell, ou a mecânica clássica devem ser revistos.
Vamos considerar agora as seguintes 3 alternativas:
+++++++++++++++++++++
Talvez hoje pela tardinha eu complete esse 'nabo' e tire a virgindade
coulombiana.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br <mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 10:45
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida

Caro Léo,

Acho que, numa primeira investida, está ok. Mas eu não diria algo assim:
"...e então a 'tradicional' lei

de Coulomb deve sofrer alterações (por vezes, sérias alterações!).", pois
daria a impressão

de que deveria haver alteração na estrutura mesma da lei. E não é assim. O
que acontece é

que, numa situação dessas, aliás comum, a aplicação da Lei de Coulmb, que é
essencialmente puntual, fica difícil, trabalhosa, exigindo maiores esforços
para sua correta aplicação. Pois a carga agora apresenta-se distribuída ao
longo do corpo, pelo que não poderemois mais desprezar as diferenças entre
as distâncias de cada uma à uma carga de teste infinitesimal. Torna-se
necessário, com vistas à Lei de Coulomb, que ela seja dividida em cargas
infinitesimais, seja considerado o efeito de cada dq sobre a carga teste,
como se os outros dq's não existisssem e depois somado tudo, pois vale o
notável e simplificador, como simples é a natureza,

Princípio da Superposição. O efeito global de todos os dq é a soma, ou
integração dos efeitos de cada uma. Para tais objetivos, a natureza diz:
olha, considera que a carga A(puntal) não exista, e calcule o efeito
elétrico sobre a carga de teste devido somente à carga B(puntual). Depois,
considere que B não existe e calcule o efeito elétrico da A sobre a mesma
carga de teste. Depois some tudo, misture tudo, integrando(para dizer
melhor). Ou seja, a matemática a ser usada será mais elaborada, deverá
cansar a munheca, após a trabalheira para encontrar o efeito de cada carga,
como se as outras não existissem.

Mas, a lei, em si, continuará a mesma, não sofrerá alterações de qualquer
natureza.

Outro fato notável é que valem, também na eletrostática, os seguintes
teoremas, aplicáveis à gravitação, para corpos esféricos, o que simplifica
magistralmente os problemas, nos casos de configurações esféricas:

1 - Uma casca esférica uniformemente carregada atrai ou repele uma partícula
carregada exterior como se toda a carga da casca estivesse concentrada em
seu interior; e,

2) Para uma partícula que esteja em seu interior, a casca esférica
uniformemente carregada não exerce sobre ela qualquer força eletrostática.
(Isto é aproveitado na prática como blindagem eletrostática).

Aliás, seria interessante que a menina Claodinice fosse informada, também,
de que:

a) a lei de força gravitacional, devida a Newton, é a mesma lei de
força na eletrostática, devida a Coulomb, mudando apenas as grandezas e
constantes associadas aos fenômenos específicos; e,

b) A Lei de Coulomb nunca foi violada, sob qualquer aspecto. Ainda
está "cabaço", como se diz. Até mesmo onde as leis de Newton falham
estrondosamente, a Lei de Coulomb surge vitoriosa e risonha, brandindo sua
espada reluzente e afiada, precisa e eficientemente. Como é o caso das
cargas num átomo.

Sds,

Victor.





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RES: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 21:39

Caro Sílvio,



É. O cachorrinho encontrou uma cadela e se foi,

cantando um uivo apaixonado, e abanando o rabinho

para nós outros.

Tanta era sua satisfação e o desejo de que acabássemos com

as cachorradas tão ao gosto dos políticos nossos de cada dia.



Mas é por aí mesmo, conforme você comenta, a respeito da I.A.

Deverei ficar à margem da história com tal ceticismo!

Mas pagarei para ver.



Sds,

Victor.



De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Silvio Cordeiro
Enviada em: sexta-feira, 11 de maio de 2007 15:57
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO



R. C. A. Victor:

(ainda existe o cachorrinho???

Então estamos quites, não foi legal pois gosto de escrever e agora o assunto
amofinou....
A inteligência artifical é um sofisma pois inteligência não pode ser criada:
ela é apenas o produto da interatividade de neurônios.
Assim, vão ter de criar neurônios adrede preparados para que não tenham
"idéias de jerico" e que, só processarão ações de acôrdo com sua
programação.
Se algum dia fizerem os neurônios artificiais e em quantidades semelhantes
aos de um primata, pode saber: vamos ter problemas, caso tenham total
liberdade de, assimilando informações do meio ambiente pelos 5 sentidos
(como nós, humanos), processarem essas informações ao seu talante (o que
produz a inteligência que é artificial pois é fruto do trabalho humano.)

Estamos conversados.

boa tarde,

silvio.

Jovem Sílvio,

Em minhas prosopéias, em nenhum momento, em situação alguma, cogitei ou
cogito de algo como "colocar um deus qualquer no processo cognitivo." Até
em razão de essa entendidade, para mim, claro, ser um folclore, que
resultou do medo da morte e da sabedoria daqueles primeiros que se
intitularam sacerdotes, que viram nisso a ilha do tesouro e os mapas
pertinentes. Discernimento, inteligência, saber que sabe, nada disso tem a
ver com divindades, seres superiores ou inferiores que, sequer, são
superiores ou inferiores. Consciência e vida, eis a questão. Disso,
continuamos, garbosamente, sabendo nada. And so on.

Sds,

Victor.

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> ]
Em nome de Silvio Cordeiro
Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 18:39
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Meu amigo Vitor:
Se exagerei, perdoe: apenas não concordo, por convidções pessoas e ausência
de elementos consistentes para as possa assimilar, colocar um deus qualquer
no processo cognitivo.

boa noite!!

silvio.
----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Tuesday, May 08, 2007 6:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Sílvio,

Honestamente, não ví onde mistura foi feita. Mas pode desmisturar, na
próxima irei asperizar o caminho,
para não deslizar.
Tudo que você disse está ok. Não importa a capacidade de memória, que um
desses possa ter, para guardar
dados, executando qualquer sequência de comandos, usando estes dados.
Meu ponto está nisto: discernimento! Como tentei exprimir com exemplos. Mais
um exemplo: este que você exercitou, ao ler meu texto, e dele extrair
munição para este seu texto, com uma interpretação absolutamente pessoal.
Um SílvBorg faria algo assim, sequer aproximado? I not cridito. Seria apenas
por causa de
minhas limitações, esse jeito de pensar? Sei não, sei não.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Silvio Cordeiro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Monday, May 07, 2007 3:52 PM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Victor:

Sua argumentação apresenta só um deslise: você está misturando um conceito
religioso, inexistente - deus - na diligência humana.

Observe que, desde Tales o homem ocidental se preocupa em observar a
natureza e dela extrair conhecimentos para auxiliá-lo em suas lides.
Neste século, a robótica tem grande expansão, é patéria de curriculo
escolar, em alguns anos alcançará patamares insususpeitáveis, principalmente
com os sofisticados equipamentos existentes, como o CERN na Europa.
Tudo reside em o homem criar um elemento físico ou mesmo orgânico semelhante
aos neurônios que tem dupla função: guardam as informações que o indivíduo
assimina mesmo subjetivamente do meio ambiente, por meio dos sentidos e
posteriormente poder usar esses elementos arquivados em idéias para criação
de outros elementos (deveríamos, filosóficamente chamar simplesmente de
"coisas":).
Está matada a charada. coisa muito simples,,,,
Mas, observe, tais robôs deverão, no início, serem construidos para
atividades específicas como hoje já trabalham na indústria, sem forma
humana: tudo acontece gradativamente, ao longo do tempo de existência dos
humanos. É preciso aguardar e colocar a moçada no estudo.

quem sabe, um dia.....

O grande roblema que vejo será programar um orgasmo...

boa tarde,

silvio.

----- Original Message -----
From: J.Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>

Sent: Sunday, May 06, 2007 6:39 AM
Subject: Re: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Mestre Sílvio.

Sílvio: Vem daí a idéia de que robôs suficientemente
sofisticados poderão ter estados mentais, afetividade e
imaginação, mesmo não sendo biológicos.

Victor: Mas é só idéia. Nem mais nem menos que isso.
A implementação de algo assim
não demandaria, sequer, um tempo infinito! Apesar de meu respeito
pela ciência e ter conhecimento dos desenvolvimentos do ramo científico
Inteligência Artificial, não vislumbro coisas a nível do que expressa a
frase
objeto destas poucas e mal traçadas linhas. Vislumbro, sim, como ora já
acontece,
o uso da I.A para controles cada vez mais sofisticados, cada vez mais
sofisticados,
cada vez mais... Mas é só. E olha que não sou espiritualista, que nega tais
coisas pela simples
razão de que, assim, o homem estaria fazendo o mesmo que God. Que disparate,

sô!
Minhas razões disso nada têm.
Já pensou como seria interessantse um fórum, de nome "Ciencyborg", criado
por CyBrudna,
cujos participantes fossem todos robôs? Que discutissem assim, como os
do Ciencialist? Com direito a coisas prá lá de úteis, inteligentes e
interessantes,
seja a nível de contestatações, seja a nível de defesas, ou mesmo a nível
das besteiradas que, vez ou outra
mais vez do que outra, ultimamente, surgem? Tais robôs seriam incapazes
até mesmo de, sem uma programação
específica, discernirem e praticarem asnices. Ou alguém faz a sintaxe
correta, sem um mero pontinho a mais ou a menos
ou nada funciona.
Adoraria presenciar um discussão intelectual de um desses sobre as o
Discurso do Método, Esquesitices do óbvio,
um enfrentamento das idéias do Alberto Mesquita, ou mesmo um embate poético
com um Catulo da Paixão Cearense,
uma "simples" cantoria com um destes cantadores do Nordeste, como o meu pai
ou o Pinto do Monteiro(ambos falecidos), entre outros exemplos. Ah, bota
ele prá discutir com Ferrari, bota! Prá ver se não espirra sangue(digo,
óleo) e fumaça por todo canto!
Só não por alí, que por alí nem teria. Quem já viu Cyborg que se preze com
"por alí", ora!
Olha, as engrenagens do bicho se engriparão nos primeiros minutos.
Pago prá ver, se estou dizendo asnices(que seriam incapazes de dizerem,
"conscientemente"). E, se pagar, complementarei a dívida plantando
"baneira", em praça pública, sem
zorba, com uma vela pingando na direção da linha reta que passa pelo centro
da cabeça.
Tinha muita graça!

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br
<mailto:scordeiroes%40superig.com.br>
<mailto:scordeiroes%40superig.com.br> >
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Sent: Saturday, May 05, 2007 7:33 PM
Subject: [ciencialist] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Mestre Takata:

Peço seu abalizado parecer nesta questão.

sds.,

silvio.
----- Original Message -----
From: Pesky Bee
To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, May 04, 2007 5:36 PM
Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

Putz, constantor, começou dizendo que concorda mas logo
em seguida discorda. A questão é encarar os neurônios
biológicos como processos físicos que manipulam informação.
Sob esse aspecto, neurônios ou transístores, não importa,
são processos físicos processando informação. E pode ser
que você reclame de eu ser um reducionista do caralho,
mas afetividade, intuição e imaginação podem ser reduzidos,
em última instância, à atividade neural. Hoje não sabemos
em detalhes como isso opera, mas sabemos que não parece
haver nada "além de neurônios" no pensamento e sentimento
humanos (e quem estuda neurociência sabe disso desde o
primeiro momento). Vem daí a idéia de que robôs suficientemente
sofisticados poderão ter estados mentais, afetividade e
imaginação, mesmo não sendo biológicos.

*PB*

----- Original Message -----
From: constantor
To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, May 04, 2007 3:17 PM
Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E EUNUCO

concordo, caro.

mas isto não retira o caráter de simulação que está envolvido na
inteligência artificial. Sempre será uma máquinha que reproduz, por
meio de mecanismos, uma realidade que existe enquanto tal somente no
homem.

E a própria idéia de reduzir à inteligência humana a uma mera
calculadora demonstra isto. Vamos dizer que o homem seja apenas esta
dinãmica enloquecida empreendida pelos neurônios. Esta dinâmica gera
coisas em nõs, que uma calculadora gigante não reproduz. Como eu
estava falando com o John, a racionalidade humana não e´despida dos
elementos de afetividade, intuição, imaginação, e vários estados de
consciencia que só nós vivenciamos. Máquinhas fazem cálculos somente.

--- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> , "Pesky Bee" <peskybee2@...>
escreveu
>
> E o cérebro biológico estará meramente fazendo um bando
> de neurônios dispararem loucamente. Basta usarmos um
> nível de análise diferente para máquinas e cérebros
> serem muito dissimilares. Agora, se nos fixarmos em um
> mesmo nível (e falarmos em, por exemplo, "estados mentais",
> representação de informação, conceituação, heurística, etc.)
> podemos melhor compará-los. Inteligência artificial só pode
> ser entendida se houver comparação no mesmo nível de
> análise. Capiche?
>
> *PB*
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: constantor
> To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>

> Sent: Friday, May 04, 2007 2:16 PM
> Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO
E EUNUCO
>
>
> Olha o salto Pesky.
>
> O computador estará fazendo cálculos matemáticos.
>
> Ponto.
>
> --- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> , "Pesky Bee" <peskybee2@>
> escreveu
> >
> > Essa questão de imitar ou não é mais complexa do que isso.
> > Um robô mecânico como o Asimo pode ser dito como "imitando"
> > o andar humano. Mas uma calculadora que multiplique 2 * 2
> > não estará imitando uma computação que fazemos mentalmente:
> > estará *fazendo* essa computação (com heurística diferente,
> > mas estará). A diferença fundamental é que um furacão pode
> > ser simulado em um computador (e a simulação pode "destelhar"
> > casas virtuais; obviamente ninguém confundiria isso com a
> > realidade), mas um robô que pensa não estará "imitando" nosso
> > pensar: ele estará realmente pensando.
> >
> > *PB*
> >
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: constantor
> > To: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
> > Sent: Thursday, May 03, 2007 10:12 PM
> > Subject: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
HOMERO
> E EUNUCO
> >
> >
> > Animais naõ imitam, possuem o atributo vida. Alguns animais
> imitam
> > atributos que não possuem, como o papagaio. Máquinas também
> podem
> > imitar o raciocínio lógico matemático, mas a subjetividade não
> se
> > reduz a isto.
> >
> > --- Em Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> , "John C"
> > <johnconstantine2@> escreveu
> > >
> > > Olá
> > >
> > >
> > >
> > > Um dos atributos da pessoa humana é a vida. Animais imitam a
> vida?
> > >
> > >
> > >
> > > Qual a diferença entre possuir um atributo e imita-lo? Tal
> coisa é
> > possível?
> > > Posso imitar o Superman voando?
> > >
> > >
> > >
> > > _____
> > >
> > > De: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
> > [mailto:Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> ] Em
> > > nome de constantor
> > > Enviada em: quinta-feira, 3 de maio de 2007 16:25
> > > Para: Acropolis_@yahoogrupos.com.br
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br>
> > > Assunto: Re: RES: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -

> > HOMERO E
> > > EUNUCO
> > >
> > >
> > >
> > > Porque, dado que não são pessoas, eles não possuem estes
> > atributos,
> > > apenas os imitam.
> > >
> > > --- Em Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br, "John C"
> > > <johnconstantine2@> escreveu
> > > >
> > > > Olá
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > E que direitos possuímos enquanto pessoas que não
possuímos
> > > enquanto
> > > > animais? E por que?
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Suponhamos quem sejamos pessoas por possuir os atributos
X,
> Y e
> > Z.
> > > Se para
> > > > cada atributo possuímos uma dada classe de direitos, por
que
> > seres
> > > outros
> > > > que possuam um desses atributos não podem ter a mesma
classe
> de
> > > direitos?
> > > > Que atributo humano nos dá o direito ao voto, por exemplo?
> Se
> > uma
> > > máquina
> > > > tiver esse atributo, ela não poderia votar?
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > _____
> > > >
> > > > De: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br
> > > [mailto:Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br] Em
> > > > nome de constantor
> > > > Enviada em: quinta-feira, 3 de maio de 2007 15:50
> > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > pos.com.br
> > > > Assunto: Re: RES: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
> HOMERO
> > E
> > > EUNUCO
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Se não são pessoas, não há porque dar a elas direitos que
> > > possuímos
> > > > enquanto pessoas. Alguma proteção jurídica elas vão ter.
Mas
> aí,
> > > até
> > > > nossos animais domésticos têm.
> > > >
> > > > --- Em Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br, "John C"
> > > > <johnconstantine2@> escreveu
> > > > >
> > > > > Olá
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Sim, isso é certo e me parece indiscutível: máquinas não
> são e
> > > não
> > > > serão
> > > > > pessoas. A questão é por que somente as pessoas humanas
> devem
> > > ter
> > > > certos
> > > > > direitos? Burros não são pessoas e nem por isto
> consideramos
> > > certo
> > > > jogá-los
> > > > > num tanque de ácido. Por que direitos não poderiam ser
> dados a
> > > > máquinas que,
> > > > > vistas de fora, possuam consciência? (ou ajam tal qual,
o
> que
> > dá
> > > > na mesma,
> > > > > já que não podemos dizer que nosso vizinho possui
> consciência
> > > > também)
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Se uma máquina for capaz de escolher, por que não puni-
la
> por
> > > uma
> > > > dada
> > > > > atitude?
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > _____
> > > > >
> > > > > De: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > [mailto:Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br] Em
> > > > > nome de constantor
> > > > > Enviada em: quarta-feira, 2 de maio de 2007 17:40
> > > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > > Assunto: Re: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
HOMERO
> E
> > > EUNUCO
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > É tão óbvia a má fé do Eurico e tão intensa sua solidão
em
> > > relação
> > > > aos seus
> > > > > pares, que ele tem de distorcer conscientemente as
> afirmações
> > > dos
> > > > outros a
> > > > > fim de poder considerar as máquinas dentre as quais vive
> como
> > > seres
> > > > > iguaizinhos a ele.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > Ninguém disse que não há pesquisa, experimentos e
esforços
> > rumo a
> > > > > Inteligência Artificial. O que se está afirmando é que
> esta,
> > > mesmo
> > > > que um
> > > > > dia venha a ser construída, não é uma pessoa.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > ----- Original Message -----
> > > > >
> > > > > From: Eurico <mailto:caodejah@> Ferreira de Souza Jr.
> > > > >
> > > > > To: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_@yahoogru
> > > > <mailto:Acropolis_%40yahoogrupos.com.br> pos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > >
> > > > > Sent: Wednesday, May 02, 2007 8:23 AM
> > > > >
> > > > > Subject: Res: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL -
> HOMERO E
> > > > EUNUCO
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > [E]> é tão óbvia a má-fé do troll judeu, atacando
> > exaustivamente
> > > > > quem zela pela racionalidade e coerência filosófica que

> dó.
> > > > > Uns terroristas safados que não querem permitir o
trabalho
> > > > filosófico
> > > > > aos gentios e ficam enchendo a lista de merda religiosa.
> > > > > Pra eles o importante é tumultuar e evitar o
> esclarecimento,
> > > > > nem que, pra isso, tenham que cair no mais completo
> ridículo
> > > > indecente.
> > > > > Um dá carteirada de judeu, mas se lembramos esse fato,
fica
> > > > > ofendido, o outro se converteu ao cristianismo pra não
dar
> tão
> > > na
> > > > cara.
> > > > > Querem que sejamos cristãos sem pensamento critico,
> > > > > trabalhadores braçais sem ciência e tecnologia, patriotas
> > > > > sem consciência política, usuários de windows, desunidos
> > > > > e desorientados porque o papai do céu escolheu um povo
> > > > > e prometeu a terra (junto com os não escolhidos) pra
eles.
> > > > >
> > > > > Inteligência Artificial não é ficção científica: vou ter
> essa
> > > > matéria
> > > > > no ano que vem! (a keyword pra quem quer saber mais é
> prolog)
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1024>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1024
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1034>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1034
> > > > >
> > > > > http://naeg.
> > > > > <http://naeg. <http://naeg.
> > > <http://naeg.prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?>
> > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > >
> > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
> > > > id_disciplina=IBM1040>
> > > > > prg.usp.br/relatorio/disciplina.phtml?
id_disciplina=IBM1040
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > _\|/_
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > ----- Mensagem original ----
> > > > > De: Victor Molina -BR <victormolinabr@>
> > > > > Para: Acropolis_@yahoogru <mailto:Acropolis_%
> > > 40yahoogrupos.com.br>
> > > > pos.com.br
> > > > > Enviadas: Quarta-feira, 2 de Maio de 2007 1:06:10
> > > > > Assunto: [Acropolis_] INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL - HOMERO E
> EUNUCO
> > > > >
> > > > > É tão óbvia, mas tão óbvia a razão de porque o Homero e
o
> > Eunuco
> > > > são
> > > > > entusiastas da inteligência artificial, que acabamos não
> nos
> > > dando
> > > > conta,
> > > > > ora. É simples: a inteligência artificial é a única
> esperança
> > > dos
> > > > dois de
> > > > > adquirirem algum tipo de inteligência. :-)
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > __.
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > > > > __________________________________________________
> > > > > Fale com seus amigos de graça com o novo Yahoo!
Messenger
> > > > > http://br.messenger <http://br.messenger
> > > <http://br.messenger.yahoo.com/> .yahoo.com/> .yahoo.com/
> > > > >
> > > > > __________ Informação do NOD32 IMON 2113 (20070313)
> __________
> > > > >
> > > > > Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 sistema antivírus
> > > > > http://www.eset. <http://www.eset. <http://www.eset.
> > > <http://www.eset.com.br> com.br>
> > > com.br> com.br
> > > > >
> > > >
> > >
> >
>

----------------------------------------------------------

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Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.2/784 - Release Date: 1/5/2007
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

##### ##### #####

Página de apoio
http://www.ciencialist.com

##### ##### ##### #####
Links do Yahoo! Grupos

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

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21:01

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

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15:07

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Inversor trifásico mínimo
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/05/2007 21:48

Olá a todos.

Vou Carregar na área de arquivos do grupo o esquema de um inversor que
permite alimentar um motor trifásico a partir de uma fonte CC, entre
outras finalidades.

Não se trata de um circuito a nível de engenharia, pois não tenho tal
formação, mas de um conceito básico de lógica digital, que talvez seja
útil numa sala de aula de um curso técnico. Espero que seja de alguma
utilidade para alguém, além de mim é claro.

Para quem entende um pouco de eletrônica, o circuito é auto
explicativo, para quem não entende, o Prof. Léo e outros podem ajudar.

Alerto que nenhum direito de propriedade será cobrado, pois a idéia
foi concebida há décadas e já está no interior dos modernos PICs em
forma de software bastantes versáteis e eficientes, mas a simplicidade
da lógica empregada no circuito em questão me deixa cheio de orgulho
(pobre se contenta com muito pouco, eu sei). A propósito, alguém já
viu solução de hardware semelhante antes, aplicada ao chaveamento de
tensão monofásica para trifásica?

Abraços
Tipoalgo












SUBJECT: Novo arquivo carregado em ciencialist
FROM: ciencialist@yahoogrupos.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/05/2007 21:50


Olá,

Esta mensagem é uma notificação para informá-lo que um novo arquivo foi adicionado no grupo ciencialist.

Arquivo : /inversor trifasico1.png
Carregado por : tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
Descrição : Circuito para converter CC em CA trifásica

Você pode acessar o arquivo pela URL:

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/files/inversor%20trifasico1.png

Para saber mais sobre compartilhamento de arquivos no grupo, leia:

http://help.yahoo.com/help/br/groups/files

Atenciosamente,

tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>






SUBJECT: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/05/2007 23:13

Álvaro:

Sobre o comportamento humano do grande físico, como de qualquer outra pessoa pública, depois de morto, não deveria ser objeto de pesquisas que com muita assiduidade, torcem os fatos para a produção de manchetes e até livros.

A importância de Einstein como professor, como cientista é tão grande que esses detalhes são simples filigranas sensacionalistas.

Meu scanner quebrou se não colocaria aqui a carta que ele mandou para o Pres. Roosevelt comentando os estudos para a primeira bomba A....

Outro alemão que muito ajudou o ocidente, pagando seus pecados anteriores foi o von Braun, o fogueteiro: sem ele, os americanos demoraria mais uns 10 anos para colocar um foguete na Lua....

Com relação à religiosidade, era judeu, existem dezenas de citações atribuidas a ele, contra e a favor das correntes em litígio: não devem ser consideradas limpas, a não ser que estejam inseridas em um trabalho publicado que trata do assunto.
A mídia é insaciável....
E só um detalhe: o conceito de "bom" é bastante amplo: até procurei no dicionário filosófico que encaminhou para o "Bem": duas alentadas páginas....

Obrigado, boa noite....

silvio.


----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, May 11, 2007 1:47 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


Caro Silvio,

Os arquivos de Einstein estão sendo abertos e documentados aos poucos. Como
a vida profissional dele já é conhecida em detalhes há tempos, restam apenas
detalhes sobre a vida pessoal. E, nesse aspecto, nada de "bom" pode ser
acrescentado, sobre ele ou qualquer outra pessoa.

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, May 11, 2007 12:02 AM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

Álvaro:

O fundamental é saber se essas "descobertas biográficas" são consistentes ou
têm veracidade comprovada: Os mitólogos vivem avaros de novidades,
normalmente em detrimento, muito raramente em homenagem aos grandes
personagens de nosso mundo....

boa noite,
silvio.
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto (L)
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, May 08, 2007 10:45 AM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

Caro Murilo,

Apenas atestei um fato, sem anexar juízo moral algum. Einstein é um dos
heróis da minha adolescência. Ainda assim, o fato de descobertas
biográficas
recentes terem-no tornado mais humano é para mim um alívio, não um pesar.

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Cc: <avalanchedrive@hotmail.com>
Sent: Monday, May 07, 2007 10:20 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

> Com certeza, gritava!
> A Elsa, ou um outro qualquer... deviam encher o saco... what's the deal?
O
> homem estava vivo e tinha uma puta energia...
> Com certeza, até o Ghandi gritava... e daí?
> Vc não grita? Ou vc já está meio morto?
> Quem pode enquadrar esse homem, que afinal era judeu?
> O que mais ele tinha? Caspa? Quanta coisa imperdoável, não?
> abr/M.
>
>
>>From: "Alvaro Augusto (L)" <alvaro@lunabay.com.br>
>>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>Date: Mon, 7 May 2007 13:31:51 -0300
>>
>>De acordo com Elsa Einstein, quando Albert gritava a casa inteira
ouvia...
>>
>>[ ]s
>>
>>Alvaro Augusto
>>
>>
>>----- Original Message -----
>>From: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
>>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>>Sent: Monday, May 07, 2007 10:12 AM
>>Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>
>>
>>Vitor:
>>
>>Reservo-me o direito de duvidar que o grande mestre tenha gritado. Não
era
>>do seu feitio: era calmo, pacífico, muito humor... Leia suas biografias.
>>Sobre deus, não entro no mérito.
>>
>>bom dia,
>>
>>silvio.
>>3
>> ----- Original Message -----
>> From: J.Victor
>> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>> Sent: Sunday, May 06, 2007 9:53 PM
>> Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>
>>
>> Olá,
>>
>> Einstein gritou: *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre
>>grave erro. Quem a
>> pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio
>>num
>> Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
>> ideologia ateia.
>>
>> Victor: ...Também niguém é perfeito.
>>
>> Sds,
>>
>> Victor.
>>
>> ----- Original Message -----
>> From: Esteban Moreno
>> To: undisclosed-recipients:
>> Sent: Sunday, May 06, 2007 8:45 PM
>> Subject: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>>
>> A idéia que Einstein fazia de Deus
>> <http://www.ansiao.net/einstein.jpg>
>>
>> *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave erro. Quem a
>> pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio
>>num
>> Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
>> ideologia ateia.
>>
>> Não há oposição entre a ciência e a religião.
>> Apenas há cientistas atrasados, que professam ideias que datam de 1880.
>>
>> Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo
>> mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas.
>>
>> No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses
>> cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis
>> prováveis,
>> formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa
>>indeterminação,
>>no
>> plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma Causa, que produza o
>> equilíbrio e a harmonia dessas reações dissemelhantes e contraditórias
>>da
>> matéria.
>>
>> Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam
>>como
>> o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da
>>natureza
>>e
>> o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo ao seu serviço, por meio de
>> fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos.
>>Outros
>> o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da
>> moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias. Outros, enfim,
>>como
>>o
>> Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela
>> aos
>> homens no mais íntimo da consciêncía.
>> -
>> A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do
>> místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja
>> estranha tal sensação, aquele que não mais possa sonhar e ser empolgado
>>pelo
>> encantamento, não passa, em verdade, de um morto.
>>
>> Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se
>> manifesta como a mais alta das sabedorias; a mais radiosa das belezas,
>>que
>> as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais
>> primitivas: esse conhecimento, esse sentimento, está no centro mesmo da
>> verdadeira religiosidade.
>>
>> A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de
>> pesquisa científica. Minha religião consiste em humilde admiração do
>> espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que
>>podemos
>> perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção,
>> profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior,
>>que
>> se revela* no* incompreensível, é a ideia que faço de Deus».*
>>
>> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>>
>> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RE: [ciencialist] Inversor trifásico mínimo
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/05/2007 00:16

Mandou bem, Tipo!
Como não sei bem entrar nos arquivos, dá p/vc mandar um link?
Já ví muitos inversores.
abr/M.


>From: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Inversor trifásico mínimo
>Date: Sat, 12 May 2007 00:48:14 -0000
>
>Olá a todos.
>
>Vou Carregar na área de arquivos do grupo o esquema de um inversor que
>permite alimentar um motor trifásico a partir de uma fonte CC, entre
>outras finalidades.
>
>Não se trata de um circuito a nível de engenharia, pois não tenho tal
>formação, mas de um conceito básico de lógica digital, que talvez seja
>útil numa sala de aula de um curso técnico. Espero que seja de alguma
>utilidade para alguém, além de mim é claro.
>
>Para quem entende um pouco de eletrônica, o circuito é auto
>explicativo, para quem não entende, o Prof. Léo e outros podem ajudar.
>
>Alerto que nenhum direito de propriedade será cobrado, pois a idéia
>foi concebida há décadas e já está no interior dos modernos PICs em
>forma de software bastantes versáteis e eficientes, mas a simplicidade
>da lógica empregada no circuito em questão me deixa cheio de orgulho
>(pobre se contenta com muito pouco, eu sei). A propósito, alguém já
>viu solução de hardware semelhante antes, aplicada ao chaveamento de
>tensão monofásica para trifásica?
>
>Abraços
>Tipoalgo
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
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>##### ##### #####
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>Página de apoio
>http://www.ciencialist.com
>
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>Links do Yahoo! Grupos
>
>




SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/05/2007 00:41

Não explicou e nem vai explicar.
Só mostrou o mecanismo.
A intuição está além da pura intelectualidade e da emoção.
Vem bem mais de dentro, coisa que os gringos ainda vão explicar -
racionalmente.
Vc tem intuição? Tem coisa melhor?
abr/M.


>From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>Date: Fri, 11 May 2007 13:06:23 -0300
>
>A 'intuição' foi desenvolvida depois de muita 'ginástica' cerebral. Atenção
>acurada, observação, pano de fundo, o que está procurando, o lastro na cuca
>... o suor ... depois vem a intuição --- o chute de gênio!
>
>[]'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
>-----Mensagem Original-----
>De: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
>Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 22:18
>Assunto: RE: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>
>
>Oi, rapazes!
>Pergunto: e a intuição?
>obr/abr M. SP 10/mai07
>
>
> >From: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
> >Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> >Subject: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
> >Date: Wed, 9 May 2007 19:22:12 -0300
> >
> >Sílvio,
> >
> >
> >
> >Acho que é folclore. Dizem muita coisa envolvendo Einstein e outros
>ícones
> >de se quilate, atribuindo-lhes comportamentos dissociados do comum de nós
> >outros, envolvendo-os numa redoma de mistério e certo glamour.
> >
> >Poincaré foi um dos maiores e mais profícuos matemáticos de todos os
> >tempos,
> >não só da época dele.
> >
> >Contudo, dizem alguns historiadores, que ele era desajeitado para fazer
> >contas simples, não gostava,
> >
> >evitava, errava, confundia, embora pudesse manejar, de cabeça, grandes
> >blocos matemáticos, como matrizes ou estruturas topológicas, do que não
> >tenho conhecimento a não ser a nível de "notícias", por ser muito
> >especializado e específico, tratando-se de um ramo da matemática
> >extremamente difícil e abstrato.
> >
> >Já disseram, entre outras histórias, que um dia Einstein vinha pelo
> >corredor da universidade e, de repente, parou e perguntou a um estudante
> >que passava: o restaurante fica prá lá ou para ali? À resposta de "para
> >ali", ele disse: ah, então já almocei, e seguiu adiante!?.... Mas essa
> >mesma história contavam de um professor que conhecí, de física, cujo
>nome
> >não me é conveniente citar. E eu sabia que de besta e exótico este nada
> >tinha, a não ser que era um notório traçador de estudantes mais
>bonitinhas
> >e
> >atiradas, que lhe apontavam algumas possibilidades. Mas era um excelente
> >professor, famoso por suas aulas e temido pelo rigor na correção das
> >provas.
> >
> >
> >Particularmente não acredito que essas pessoas muito inteligentes sejam
>tão
> >idiotas a esse ponto, nem desligados, nem alheios a si próprios, coisas
>do
> >tipo. Têm apenas uma coisa a mais que a maioria dos mortais: um cérebro
> >mais
> >gordinho de neurônios e sinapses mais arrumadinhas. Só isso. Só isso?
>Pois
> >bem... Folclore, criado pelos circunstantes, para terem o que conversar,
> >espantar ou maravilhar o ouvinte. Parece que as pessoas gostam de uns
> >enfeites, em torno do objeto de sua admiração. Froidi explica.
> >
> >
> >
> >Sds,
> >
> >Victor.
> >
> >
> >
> >De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
> >Em nome de Silvio Cordeiro
> >Enviada em: quarta-feira, 9 de maio de 2007 16:43
> >Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >Assunto: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
> >
> >
> >
> >Ô Vitor:
> >
> >Você me fez lembrar um fato, muito comentado nas biografias de Einstein
> >que,
> >numa bela tarde de sol, sentado em um banco de jardim, ele divagava pelo
> >universo quando seu neto pediu uma ajuda para resolver um problema de
> >aritimética: Ele chamou a mãe do menino e pediu auxílio a ela, pois não
> >entendia o problema....
> >
> >boa tarde,
> >
> >silvio.
> >----- Original Message -----
> >From: J.Victor
> >To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> ><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
> >
> >Sent: Monday, May 07, 2007 3:08 PM
> >Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
> >
> >Sílvio,
> >
> >O gritou que escreví não é um gritoooou!. É um gritou fuleiro, bem
> >baixinho,
> >quase sussurando. Se brincar, nem isso. .
> >Contudo, a bem da verdade, nunca lí em lugar nenhum que ele tenha se
> >expressado do jeito postado aquí. O que ele professava
> >era uma religiosidade peba, à moda de Spinoza, como bem lembrou o Bulcão.
> >Quanto a "era calmo, pacífico, muito humor... "
> >você tem razão.
> >
> >Sds,
> >Victor.
> >
> >----- Original Message -----
> >From: Silvio Cordeiro
> >To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> ><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
> >
> >Sent: Monday, May 07, 2007 10:12 AM
> >Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
> >
> >Vitor:
> >
> >Reservo-me o direito de duvidar que o grande mestre tenha gritado. Não
>era
> >do seu feitio: era calmo, pacífico, muito humor... Leia suas biografias.
> >Sobre deus, não entro no mérito.
> >
> >bom dia,
> >
> >silvio.
> >3
> >----- Original Message -----
> >From: J.Victor
> >To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> ><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
> >
> >Sent: Sunday, May 06, 2007 9:53 PM
> >Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
> >
> >Olá,
> >
> >Einstein gritou: *«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre
>grave
> >erro. Quem a
> >pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
> >Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
> >ideologia ateia.
> >
> >Victor: ...Também niguém é perfeito.
> >
> >Sds,
> >
> >Victor.
> >
> >----- Original Message -----
> >From: Esteban Moreno
> >To: undisclosed-recipients:
> >Sent: Sunday, May 06, 2007 8:45 PM
> >Subject: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
> >
> >A idéia que Einstein fazia de Deus
> ><http://www.ansiao.net/einstein.jpg>
> >
> >*«A opinião comum de que devo ser ateu repousa sobre grave erro. Quem a
> >pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu. Creio num
> >Deus pessoal e posso dizer-lhes que, nunca, em minha vida, cedi a uma
> >ideologia ateia.
> >
> >Não há oposição entre a ciência e a religião.
> >Apenas há cientistas atrasados, que professam ideias que datam de 1880.
> >
> >Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo
> >mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas.
> >
> >No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses
> >cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis prováveis,
> >formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa indeterminação,
> >no
> >plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma Causa, que produza o
> >equilíbrio e a harmonia dessas reações dissemelhantes e contraditórias da
> >matéria.
> >
> >Há, porém, várias maneiras de se representar Deus. Alguns o representam
> >como
> >o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da natureza
>e
> >o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo ao seu serviço, por meio de
> >fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos.
> >Outros
> >o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da
> >moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias. Outros, enfim, como
>o
> >Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela aos
> >homens no mais íntimo da consciêncía.
> >-
> >A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do
> >místico. Este é o semeador da verdadeira ciência. Aquele a quem seja
> >estranha tal sensação, aquele que não mais possa sonhar e ser empolgado
> >pelo
> >encantamento, não passa, em verdade, de um morto.
> >
> >Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se
> >manifesta como a mais alta das sabedorias; a mais radiosa das belezas,
>que
> >as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais
> >primitivas: esse conhecimento, esse sentimento, está no centro mesmo da
> >verdadeira religiosidade.
> >
> >A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de
> >pesquisa científica. Minha religião consiste em humilde admiração do
> >espírito superior e ilimitado que se revela nos menores detalhes que
> >podemos
> >perceber em nossos espíritos frágeis e incertos. Essa convicção,
> >profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior,
>que
> >se revela* no* incompreensível, é a ideia que faço de Deus».*
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SUBJECT: RE: [ciencialist] Novo arquivo carregado em ciencialist
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/05/2007 00:54

Tipo, oi.
Desconsidere minha msg anterior.
Abrí mas não existe boa definição. Não deu p/ver direito.
abr/M.


>From: ciencialist@yahoogrupos.com.br Reply-To:
>ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br Subject: [ciencialist] Novo arquivo
>carregado em ciencialist
>Date: 12 May 2007 00:50:47 -0000
>
>
>Olá,
>
>Esta mensagem é uma notificação para informá-lo que um novo arquivo foi
>adicionado no grupo ciencialist.
>
> Arquivo : /inversor trifasico1.png
> Carregado por : tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
> Descrição : Circuito para converter CC em CA trifásica
>
>Você pode acessar o arquivo pela URL:
>
>http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/files/inversor%20trifasico1.png
>
>Para saber mais sobre compartilhamento de arquivos no grupo, leia:
>
>http://help.yahoo.com/help/br/groups/files
>
>Atenciosamente,
>
>tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
>
>
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>Links do Yahoo! Grupos
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SUBJECT: Re: O Que é Raciocinar?
FROM: "Joao de Carvalho" <joaobncarvalho@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/05/2007 14:27

Olá, Ferrari.

> João >>> Mas você ignorou completamente a linguagem,
> que é o elemento realmente incrível em tudo isso.
>
> --- Sobre linguagem (cerebral) estava falando um pouco
> antes, quando falo das regras de codificação e
> decodificação. Como são várias, tem muito a ser
> estudado. Se vc quiser conversar sobre isto. Estou a
> disposição.

Ainda estou para ler o livro do Pinker sobre o assunto. Talvez ele
seja o maior psicolinguista atual, e certamente o maior divulgador
dos conhecimentos nesta área.

> Por exemplo, o que lhe chama mais a
> atenção na questão da linguagem?

Algo que o Pinker já disse. A possibilidade de transmitir informações
e pensamentos complexos através da emissão de sons pela boca, tinta
impressa num papel, ou variação na intensidade de luz dos pixels numa
tela de vídeo. Tudo isso que estamos fazendo aqui, todas as idéias
que trocamos, informações que comunicamos, se dão por intermédio da
linguagem. E a linguagem não é algo que se inventa pela cultura. Ela
é produto de um sofisticado aparato linguístico do cérebro. É talvez
a habilidade que mais diferencia o homem dos outros animais.

Saudações.
João de Carvalho




SUBJECT: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/05/2007 17:36





De: J.Victor [j.victor.neto@uol.com.br]

Enviado em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 16:47

Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'

Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma
pergunta, pois estou c/ uma duvida



De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 11:15
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma
duvida



Léo,



O retorno a seguir está meio longo, devido ao nível de detalhamento que
coloquei. E o fiz pensando nos ciencialisteiro que não física em seu dia a
dia, mas que têm curiosidade ou interesse nessas coisas, e se dispõem a ler,
honrando nossos esforços.

Espero que não tenha ficado enfadonho demais.



........
Léo: Além disso, não concordo o o 'status' que vc dá à lei de Coulomb e seus
derivados. Aliás, estou desenvolvendo um texto justamente comentando como as
leis da eletricidade violam o princípio da relatividade. O que um observador
em 'repouso' vê de eletrostática numa questão não é o que vê um observador
em movimento.

Victor: Farei uns comentários ao seu texto, então. Pois discordo de você
neste mister. Intreiramente.


Léo: Eis a parte do texto já pronta: (onde está r leia-se 'rö', p leia-se
'pi' e m leia-se 'mü')

Victor: Ok.
+++++++++++++++++++
Léo: O Principio da Relatividade
A Velocidade é relativa
Galileu propôs, como um princípio geral de simetria, que as leis da Física
deveriam ser as mesmas para qualquer observador que se mova a uma velocidade
constante, qualquer que seja a direção, sentido e o módulo dessa velocidade.
Em outras palavras, não deve haver nenhum sistema de referência preferencial
nem nenhuma maneira de determinar uma velocidade absoluta. Esta simetria
geral é chamada de princípio da relatividade.
É claro que Galileu e Newton se certificaram de que suas leis da mecânica
clássica obedeciam ao princípio da relatividade.

Victor: Ok.


Léo: Contudo, a menos que se façam algumas mudanças na Física que
apresentamos no Ensino Médio, as leis da eletricidade violam o princípio da
relatividade. Um observador em "repouso" e um em movimento obterão duas
predições teóricas diferentes para a mesma experiência.

Victor: Não é assim. Se algo do tipo acontecer, das duas uma, e só pode
ser uma: ou a teoria está errada; ou faltou algum detalhe da tal que não foi
levado em consideração na análise.

A TR está correta, com a mera precisão de somente uma parte em 10^14.

(Você sabia que, para Newton, sua teoria estava correta em uma parte 10^3,
apenas? E hoje sabemos que Newton enganou-se. Sua teoria está correta, em
muito mais: uma parte em 10^7 ?).


Léo: Como ilustração, vamos considerar o exemplo simples de uma carga
puntual Q a uma distância R de um fio carregado com r statcoulombs por
centímetro como mostra a Fig.1.

Fig.1- Carga puntual Q a uma distância R de um fio carregado com r C/m.
Fig.2- A Fig.1 vista por um observador que se move com velocidade v para
cima.

A força sobre Q é Fe = QE onde E = 2r/R é o valor do campo elétrico da
distribuição Q no ponto do espaço que dista R (veja adendo 1 "campo
originado por cilindro uniformemente eletrizado").

Victor: 1) Eu não vi sua Fig.1, mas imagino que se trata de uma linha de
comprimento L, com uma carga de densidade linear, de valor r(C/m),
distribuída. E que você considerou
que a distância R entre a carga Q e o centro dessa linha de cargas é muito,
muito maior que o comprimento L da linha. Pois no denominador da expressão
de E, na direção escolhida, comparece a raiz quadrada da soma dos quadrados
de L e R. L, então, desaparece, em comparação com R, o que
justifica a fórmula acima.

2) As cargas no fio L são estacionárias. O fio está em repouso em relação à
carga Q, alocada a R (m) do centro de L, que, obviamente, também está em
repouso em relação a L. Ou seja, L e Q estão em repouso, um em relação ao
outro. Estou supondo que você supôs isso, pois é que se depreende de sua
linha de raciocínio. Estou certo? Se sim, vamos em frente.

Léo: Portanto, Fe = 2Qr/R ... eq.1, para um observador em repouso.

Victor: Ok.


Léo: Consideremos agora um segundo observador que se move paralelamente ao
fio à velocidade v como mostra a Fig.2. Além da força eletrostática acima Fe
(eq.1) este observador mediria também uma força magnética Fm . Ele vê uma
corrente elétrica I = rv movendo-se ao longo do fio e uma carga Q movendo-se
também paralelamente ao fio à velocidade v.

Victor: Segundo entendi(e não vi sua Fig.2), você diz que, de acordo com o
observador (S1), que se move com velocidade v em relação ao fio L, sobre
Q surge uma força magnética, Fm, devida à distribuição de carga nesse mesmo
fio de comprimento L e carga r (C/m).
Nesse caso, e para facilitar esta exposição, consideremos o observador S1 em
repouso e o fio L movendo-se em relação a ele, com velocidade (–v). Dará
no mesmo, do ponto de vista da análise. A carga teste, Q, contudo, se
mantém em repouso em relação a L, embora o observador S1 a veja em
movimento, com a MESMA velocidade (–v) de L, já que sua situação é
estacionária em relação a L, conforme premissa inicial.
O ponto, então, é este: o observador S1 vê L e Q movendo-se com a mesma
velocidade (-v) em relação a ele. Ou seja, ele próprio, S1, poderá
concluir o que um observador S fixo a L ou Q concluiria: que Q,
efetivamente, se encontra em repouso em relação a L. Vice-versa.
Como era para ser mesmo, pois esta é uma condição imposta pelo enunciado do
problema, conforme inferí de seu enunciado.


Léo: Como sabemos, a força magnética sobre uma carga Q é Fm = Qv/c X B. O
campo magnético B produzido por uma corrente circulando em linha reta é B =
2rv/(cR). Portanto, Fm = Qv/c X 2rv/(cR) = (2rQ/R)(v2/c2) é a força
magnética.

Victor: Bem, aquí, você afirma que a força magnética da distribuição de
cargas em L, agora em movimento, sobre Q, é Fm = Q(v/c) x B.

Mas não é!

Q não está em movimento em relação à carga do fio L! Q está em repouso em
relação a L.
O v da fórmula acima refere-se ao movimento relativo ENTRE as cargas! No
caso em foco, como já foi comentado, L e Q são vistos, pelo agora
observador inercial em repouso relativo, S1, movendo-se em conjunto, ambos
com a mesma velocidade (-v) pelo que S1 pode concluir, portanto, que L e Q
estão em repouso, um em relação ao outro, o que é confirmado por um
referencial S ligado à carga Q ou ao fio L.
Da mesma maneira que um observador terrestre concluí que todos os corpos
caem do mesmo jeito em queda livre, pois não vê a pedra pesada andar mais
rápido que a pedra maneira. Se no momento em que a corda do elevador é
cortada, as duas estão lado a lado, após o corte, as duas continuarão assim.
Uma verá a outra repouso. Vice-versa. Um observador na terra verá as duas
caindo, mas juntas, lado a lado. Como inteligente e genialmente concluiu
Galileo. (Claro que não estou levando em consideração os efeitos de maré,
e estou considerando o elevador como local e muito pequeno, tal qual, nele,
g aproximadamente constante. (Como deve ser, quando se pensa corretamente
no Princípio da Equivalência).
Assim não pode haver forças magnéticas entre eles, L e Q, conforme a mesma
fórmula que você expôs: pois a velocidade relativa em L e Q é zero, pelo
que Fm será igualmente zero. Seja do ponto de vista do observador em
questão, S1, seja do ponto de vista de um observador S ligado ao próprio L
ou a Q. É o que sentencia a sua expressão matemática. Contudo, S1 observa,
sim, campos magnéticos devido ao conjunto de cargas. Mas isso é outra
questão e não tem relação com a proposição inicial. Sobrevive, contudo, a
interação eletrostática entre L e Q, conforme a primeira equação que você
colocou acima, calculada por um observador em repouso em relação a L e a Q.
E o que é campo eletrostático para um observador, é campo magnético para
outro. Coisa que acontece de maneira natural. Do ponto de vista prático e
energético, o dinheiro gasto será o mesmo, tanto do ponto de vista de um,
como do ponto de vista do outro.

Adicionalmente, acrescento que, se L e Q estiverem em movimento relativo,
entre si, poderemos calcular as forças supervenientes, que existem
efetivamenente, sendo os valores dessas forças diferentes, de referencial
inercial a referencial inercial, mas absolutamente equivalentes, pois são
conversíveis umas nas outras, mediantes as TL.

Mas não é este o caso. Contudo, se todos os observadores estiverem à mesma
velocidade relativa entre as cargas, os valores que obtêm serão exatamente
iguais Como requer a natureza, muito bem expressa pelos postulados da
relatividade(PPR) e o PE.

Resumindo: A expressão para a força magnética, acima, refere-se ao caso onde
há movimento ENTRE as cargas, e não entre estas e qualquer observador. Se
elas estiverem inicialmente em repouso, assim continuarão. Não é um
observador enxerido qualquer vai mudar isso. O papel de um referencial é
meramente facilitar a observação e a medição.


Léo: [Nota: Estamos trabalhando no Sistema CGS Eletrostático (onde comparece
c). Para transferir para o Sistema Internacional de Unidades basta fazer c =
4p/m e tomar r em C/m.]

Victor: Ok.


Léo: Essa força atrativa magnética deve ser adicionada à força repulsiva
eletrostática. Portanto o observador em movimento calcula a força resultante
como sendo
F = Fe - Fm = 2Qr/R - (2rQ/R)(v2/c2) = 2Qr/R(1 - v2/c2) (Léo)
para um observador que se move à velocidade v.

Victor: Também aqui há restrições. E, sinceramente, não pude alcançar seu
raciocínio. Segundo você, cumpre-se a sentença matemática acima, que chamei
de (Léo), mesmo neste caso. Assim, você afirma que uma corrente I em L, ou
a corrente gerada pela carga do L em movimento em relação a S1, daria, como
resultado, um campo magnético no lugar onde está Q, e, consequentemente,
uma força Fm= Q(v/c) x B, na direção de R, e de sentido contrário. (Isto se
depreende da soma: Fe-Fm = F )

Mas um campo magnético devido a uma corrente I numa dada direção é
concêntrico à direção da corrente, sendo, portanto, perpendicular ao
segmento R, saindo do papel ou entrando no papel onde R está desenhado, esse
mesmo R que liga o centro de L ao ponto onde está Q; mas somente se fosse o
caso de haver movimento relativo entre eles. Que, evidentemente, não há.
Assim, a força resultante sobre Q seria o resultado de uma composição
vetorial entre Fm e Fe, e não resultante de operação escalar, como foi feito
acima, pois Fm e Fe seriam perpendiculares e não colineares, como se
depreende da proposição inicial.


Léo: Numericamente, é um fator (1 - v2/c2) menor que o resultado (Eq.1)
obtido por um observador estacionado.
Observe que se v<<<c, o fator (1 - v2/c2) torna-se unitário e a força
resultante será F = 2Qr/R = Q.E, tipicamente eletrostática.
Assim, é claro que as leis da eletricidade dão resultados diferentes em
sistemas de referência diferentes.

Victor: Não. Não é sequer claro, isso. Sistemas de referência diferentes
devem produzir ou mesmos resultados: os valores podem não ser idênticos,
mas serão absolutamente semelhantes; pois as leis da física são as mesmas
para todos os referenciais e as equações que representam essas leis devem
ter a mesma forma, quaisquer que sejam estes referenciais. Um valor
numérico obtido em um terá o mesmo significado, a mesma validade e o mesmo
efeito que outro valor numérico obtido em outro, para o mesmo fenômeno
físico, devendo haver seguramente alguma transformação que faça a devida
conversão de um no outro. No caso, tal transformação existe e são as TEL,
ou Transformações de Einstein-Lorentz. Se você tiver de gastar dinheiro
para implementar dado projeto, você não conseguirá gastar menos simplesmente
implementado o projeto sob a consideração de referenciais diferentes.
Pois, do ponto de vista das leis de conservação do momento e da energia, que
é o que se paga, os efeitos serão sempre os mesmos.
Inexoravelmente.

No caso do eletromagnetismo, suas leis já são, naturalmente, covariantes,
segundo as TEL. Em relação às de Galileo, não.

Léo: Contudo, de acordo com o princípio da relatividade de Galileu na
mecânica clássica, a força ou aceleração sobre Q deve ser independente da
velocidade do observador. Como conciliar isso?

Victor: Correto. Qualquer fenômeno físico independe de qualquer sistema
de referência. Não é possível imaginarmos que as leis da física sejam umas
aqui em meu apartamento e outras quando estou viajando num avião. O que eu
concluir aqui será exatamente o que alguém concluí num avião em movimento,
ambos fazendo os mesmos experimentos.


Léo: É assim, fácil observar, que o princípio da relatividade de Galileu que
funciona para a mecânica clássica é inconsistente com as equações de
Maxwell. Para resolver esta contradição, o princípio da relatividade, ou as
equações de Maxwell, ou a mecânica clássica devem ser revistos.

Victor: É claro que qualquer teoria pode ser revista, desde que fatos novos
surjam, a qualquer tempo. O que agora comentamos, contudo, não são fatos
novos.

Em vista do exposto, as suas conclusões e todas as demais, em relação à
proposição inicial, perdem inteiramente o sentido.

Não há, assim, a inconsistência apontada.


Léo: Vamos considerar agora as seguintes 3 alternativas:

Victor: As 3 alternativas acima se reduzem, pois, a esta: nenhuma.
Pois está tudo ok, como manda o figurino Relativista ou mesmo Newtoniano.


Léo: Talvez hoje pela tardinha eu complete esse 'nabo' e tire a virgindade
coulombiana.

Victor: Sorry, mas a mocinha coulombiana continuará “cabaço”, por outros
bons séculos. Mesmo numa época dessas, na qual, se Henrique V gritasse:
“meu reino por um cabaço”, estaria roubado e mal pago. Inapelavelmente.
Devido à raridade dessas preciosidades, ao menos nas faixas permitidas.

Sds,

Victor.


===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br <mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 10:45
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida

Caro Léo,

Acho que, numa primeira investida, está ok. Mas eu não diria algo assim:
"...e então a 'tradicional' lei

de Coulomb deve sofrer alterações (por vezes, sérias alterações!).", pois
daria a impressão

de que deveria haver alteração na estrutura mesma da lei. E não é assim. O
que acontece é

que, numa situação dessas, aliás comum, a aplicação da Lei de Coulmb, que é
essencialmente puntual, fica difícil, trabalhosa, exigindo maiores esforços
para sua correta aplicação. Pois a carga agora apresenta-se distribuída ao
longo do corpo, pelo que não poderemois mais desprezar as diferenças entre
as distâncias de cada uma à uma carga de teste infinitesimal. Torna-se
necessário, com vistas à Lei de Coulomb, que ela seja dividida em cargas
infinitesimais, seja considerado o efeito de cada dq sobre a carga teste,
como se os outros dq's não existisssem e depois somado tudo, pois vale o
notável e simplificador, como simples é a natureza,

Princípio da Superposição. O efeito global de todos os dq é a soma, ou
integração dos efeitos de cada uma. Para tais objetivos, a natureza diz:
olha, considera que a carga A(puntal) não exista, e calcule o efeito
elétrico sobre a carga de teste devido somente à carga B(puntual). Depois,
considere que B não existe e calcule o efeito elétrico da A sobre a mesma
carga de teste. Depois some tudo, misture tudo, integrando(para dizer
melhor). Ou seja, a matemática a ser usada será mais elaborada, deverá
cansar a munheca, após a trabalheira para encontrar o efeito de cada carga,
como se as outras não existissem.

Mas, a lei, em si, continuará a mesma, não sofrerá alterações de qualquer
natureza.

Outro fato notável é que valem, também na eletrostática, os seguintes
teoremas, aplicáveis à gravitação, para corpos esféricos, o que simplifica
magistralmente os problemas, nos casos de configurações esféricas:

1 - Uma casca esférica uniformemente carregada atrai ou repele uma partícula
carregada exterior como se toda a carga da casca estivesse concentrada em
seu interior; e,

2) Para uma partícula que esteja em seu interior, a casca esférica
uniformemente carregada não exerce sobre ela qualquer força eletrostática.
(Isto é aproveitado na prática como blindagem eletrostática).

Aliás, seria interessante que a menina Claodinice fosse informada, também,
de que:

a) a lei de força gravitacional, devida a Newton, é a mesma lei de
força na eletrostática, devida a Coulomb, mudando apenas as grandezas e
constantes associadas aos fenômenos específicos; e,

b) A Lei de Coulomb nunca foi violada, sob qualquer aspecto. Ainda
está "cabaço", como se diz. Até mesmo onde as leis de Newton falham
estrondosamente, a Lei de Coulomb surge vitoriosa e risonha, brandindo sua
espada reluzente e afiada, precisa e eficientemente. Como é o caso das
cargas num átomo.

Sds,

Victor.





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RE: [pedraderoseta] Re: O Salto do Livre-arbítrio
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: pedraderoseta@yahoogrupos.com.br, ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: avalanchedrive@hotmail.com
DATE: 12/05/2007 19:41

Champolion da Silva...
Caramba... sua sabedoria esmaga demais a nossa ridícula pequenês...
Diga mais... deixe-nos mergulhar em suas palavras...
Salve-nos...
Se alguém estiver com a correntinha do pescoço livre, pode entregar para vc,
porque vc saberá conduzí-lo por este mundo confuso, tormentozo e
amendrontador.
Leve-nos mestre, desculpe, Mestre.
Seu transe nos levará ao delírio!
Salve-nos messias... Salve-nos, Bento XVII... Ó Osho tupí! Vós sois o
possuidor daquilo que nos falta... Nós que simplesmente pastamos e ruminamos
na brachiara da ignorância!
Abaixo a Universal, as outras pentecostais e a sua vil derrama!
Tire-nos da lama da escuridão... Funde logo uma religião... estamos
esperando!
Não precisamos de mais nada! Não nos bastamos! Guie-nos!!! Guie-nos!!!
Modere-nos!!!
( de vez em quando vc se revela, Champô! :)
Boa sorte para o mundo...
Sinceramente confiando ''naquilo''...
Muliro SP 12/maio
( as minhas cicatrizes possuem cicatrizes, que possuem cicatrizes e calos. )


>From: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
>Reply-To: pedraderoseta@yahoogrupos.com.br
>To: pedraderoseta@yahoogrupos.com.br, Y
><transconhecimento@yahoogrupos.com.br>
>Subject: [pedraderoseta] Re: O Salto do Livre-arbítrio
>Date: Fri, 11 May 2007 12:24:06 -0300 (ART)
>
>Olá Ricardo!
>
>Ricardo >>> To acompanhando a conversa, sobre esse
>tema, entre vc e o Gustavo, lá na Trans.
>
>--- Olha deus gritando ai. Sincronicidade na matrix.
>Vc e o Gustavo enviaram duas onda iguais para praias
>diferentes. Pode ouvir o que este grito está dizendo?
>
>--- Estou mandando esta respota pra roseta e pra
>trans, creio que será util esta onda chegar até a
>praia da trans também. Brow, voce usa seu livre
>arbitrio e decide onde prefere surfar.
>
>Ricardo >>> A minha dúvida se parece com a do Gustavo.
>Quem é esse eu? Quem é esse espírito q vc fala? É a
>consciência?
>
>--- Se disser que sim, que é a consciencia: e dai?
>
>--- Vc vai pegar um livro, ou então, o dicionário
>Aurélio e estudar o que é consciencia? Vc vai entrar
>num site de budismo, num site do Ken Wilber, do Lama
>Saten, do Sai Baba, do Osho e vai buscar entender o
>que é "consciencia"? É isto que vai fazer? Vai ficar
>raciocinando e comparando o que os outros dizem até
>que tenha um ráciocinio perfeito sobre o que é
>conciencia? É isto que irá fazer?
>
>--- Ou então, vc pensará: "mas me parece que o ferrari
>sabe a resposta, vou perguntar diretamente pra ele,
>assim, se ele sabe mesmo, me explica e eu aprendo".
>
>--- Grande engano. Consciencia é você.
>
>--- Agora, se vc não sabe quem voce é, como posso
>saber por você. Não posso. Tudo que posso lhe ensinar
>sobre o que voce é, você só pode aprender e não saber.
>Aprender é raciocinar. Saber é autoconsciencia.
>
>--- O que estou fazendo com estas letras pretas que
>voce está lendo neste exato instante? Só estou fazendo
>voce raciocinar, só isto. Este é meu limite. Posso
>usar as palavras para conduzir o seu raciocinio até a
>beira do abismo, até a beira de onde o raciocinio não
>pode prosseguir, até a beira de onde o raciocinio pára
>e voce começa. Posso fazer isto porque conheço o
>caminho. Mas não posso pular no abismo que é voce por
>voce.
>
>--- Quando fiz a especifica pergunta sobre
>livre-arbitrio ao Lama Santen, não estava querendo ser
>mais do que ele. Isto é impossivel. Estava apenas
>querendo comprovar uma teoria que tinha na memória a
>algum tempo. Que teoria?
>
>--- Que os meditadores não entram no estado de
>meditação justamente porque acreditam no
>livre-arbitrio.
>
>--- Parece paradoxal! Mas não é. O que atrapalha o
>estado de meditação é a crença no livre-arbitrio, e
>não é o livre-arbitrio (em si).
>
>--- Ou seja, a crença no livre-arbitrio é diferente do
>livre-arbitrio em si.
>
>--- A crença no livre-arbitrio é do ego. O
>livre-arbitrio em si é seu (espirito - buda).
>
>--- O que aconteceu naquele dia foi simples. A
>resposta do Lama Santen foi sobre sua crença no
>livre-arbitrio (segundo a doutrina budista) e não do
>livre-arbitrio em si. Ele é Lama e tudo mais. Estava
>sentado em posição de flor de lotus, num patamar acima
>de seus discipulos... mas não soube (ou não quis) me
>levar até a beira do abismo.
>
>--- Sendo bem honesto, não me incomodou a resposta
>dele. Fiquei com pena dos seus discupulos. Discipulos
>que seguem um mestre que não conhece o caminho até o
>abismo. Claro que esta é minha interpretação. E mesmo
>que for verdade, está tudo dentro do karma. Estou
>apenas expressando sinceramente o que ficou registrado
>na memória.
>
>Ricardo >>> Quem escolheu entrar na Matrix?
>
>--- Voce mesmo!
>
>Ricardo >>> Esse "eu" seria livre, ou a liberdade está
>em não haver realmente esse "eu" q possa estar livre.
>A liberdade é saber q não existe ninguém que possa
>estar preso ou livre? E o que existe é só o processo.
>
>--- Liberdade é sua natureza. Vc é espirito, e
>espirito é sempre livre. Voce apenas passa a ignorar
>sua natureza quando entra na Matrix. Ou seja, quando
>passa a animar um ego. Voce entra na matrix humana
>(ego) e se idenficica com o ego (ricardo) assim como o
>Neo se identifica com o Mr. Anderson.
>
>--- Voce não tem como sair do Ricardo, assim com o Neo
>não tem como sair do Mr. Anderson. O Neo decide entrar
>na Matrix, se conectar, mas não é ele que se coloca lá
>"dentro", é a propria matrix com seu processo de
>conecção. Vc está "dentro" do ricardo. Vc decidiu
>estar ai, mas vc não pode sair porque não foi vc que
>se colocou dentro do ricardo, nem é vc que se mantém
>ai dentro, é deus.
>
>--- Sendo que voce está "dentro" do Ricardo assim como
>o Neo que está "dentro" do Mr. Anderson, o que vcs
>podem escolher nesta condição? Qual é o livre-arbtrio
>que vcs dois tem dentro do ego? É o seguinte:
>
>--- Auto-ignorancia ou auto-consciencia?
>
>--- Vc escolhe enter um e outro. De instante em
>instante. Só isto? Só isto. Dentro da matrix é só
>assim que determinismo e livre-arbitrio co-existem.
>Voce não controla nada dentro da matrix, a não ser se
>manter ou não autoconsciente.
>
>--- Sobre o processo: O ricardo não está passando por
>um processo, o ricardo é o processo. E voce não é o
>ricardo.
>
>--- Mas quem é voce, afinal, Mr Ricardo Anderson?
>
>--- Vc é o Neo? Não, Neo é só uma palavra. Só um
>raciocinio. Vc é a consciencia? É o buda? É o
>espirito? É energia? É matéria? É a soma dos quadrados
>dos catetos? Também não. Apenas mais palavras. Mais
>raciocinios.
>
>--- Mas, então, quem é vc?
>
>(NEO EM CIMA DO PRÉDIO DA CRENÇA)
>
>MORPHEUS: Tank, carregue o programa para saltos!
>NEO: O que é isto?
>MORPHEUS: Neo, voce tem que se desindentificar da
>crença de você. Você não é o que voce pensa sobre
>você, voce é o que voce é. Precisa dar este salto! A
>cada instante.
>NEO: Que salto?
>MORPHEUS: Salto de identidade. Liberte-se da crença no
>livre-arbitrio usando seu livre-arbitrio!
>NEO: Puta merda! Ok, vamos lá! Sem problemas.
>
>HORÓSCOPO: Acho que ele vai conseguir.
>KEM WILBER: De jeito nenhum. Só o Atmam consegue.
>LAMA SANTEN: Ele ainda não está preparado. Melhor usar
>pnl com cara de budismo.
>SWITCH: Mas e se ele conseguir?
>APOC: Não vai conseguir.
>ALLAN KARDEK: Sem ler o livro dos espiritos antes,
>duvido?
>FREUD: Só pode ser psicose dele!
>TRINITY: Vai, Neo!
>
>e ...
>
>
>
>sinceramente
>ferrari
>
>
>
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>
> - - - - - - - - - - - - - - -
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>
>




SUBJECT: P/ João - Re: O Que é Raciocinar?
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/05/2007 20:45

Olá João

João: "Ainda estou para ler o livro do Pinker sobre o assunto. Talvez
ele seja o maior psicolinguista atual, e certamente o maior divulgador
dos conhecimentos nesta área."

Eu li Tabula Rasa e é fantástico, vale o esforço (não é um livro fácil
ou simples). E vale muitas vezes seu preço, embora livros no Brasil
custem um absurdo.

No submarino, 62 reais:
http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&ProdTypeId=1&ProdId=238270&ST=SR

Um abraço.

Homero


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Joao de Carvalho"
<joaobncarvalho@...> escreveu
>
> Olá, Ferrari.
>
> > João >>> Mas você ignorou completamente a linguagem,
> > que é o elemento realmente incrível em tudo isso.
> >
> > --- Sobre linguagem (cerebral) estava falando um pouco
> > antes, quando falo das regras de codificação e
> > decodificação. Como são várias, tem muito a ser
> > estudado. Se vc quiser conversar sobre isto. Estou a
> > disposição.
>
> Ainda estou para ler o livro do Pinker sobre o assunto. Talvez ele
> seja o maior psicolinguista atual, e certamente o maior divulgador
> dos conhecimentos nesta área.
>
> > Por exemplo, o que lhe chama mais a
> > atenção na questão da linguagem?
>
> Algo que o Pinker já disse. A possibilidade de transmitir informações
> e pensamentos complexos através da emissão de sons pela boca, tinta
> impressa num papel, ou variação na intensidade de luz dos pixels numa
> tela de vídeo. Tudo isso que estamos fazendo aqui, todas as idéias
> que trocamos, informações que comunicamos, se dão por intermédio da
> linguagem. E a linguagem não é algo que se inventa pela cultura. Ela
> é produto de um sofisticado aparato linguístico do cérebro. É talvez
> a habilidade que mais diferencia o homem dos outros animais.
>
> Saudações.
> João de Carvalho
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/05/2007 21:24

Izé:

Chucro na matéria, até agora não entendi nada: tenh9 sérias limitaçoes intelectuais, gosto de ler as coisas límpidas, claras como o sol, suaves como o luar:

Um cita uma conclusão que o outro contesta. e eu entro em parafuso:

qual o endereço do seu blog?

Tem um texto bem claro que defina o que é matéria, a essência do universo?

brigadão,

silvio.
----- Original Message -----
From: José Carlos Antonio
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, May 11, 2007 6:37 PM
Subject: [ciencialist] Re: E=m.c2


Silvio, cumpadre, se o JC for eu a minha resposta é que, se for
possível fazer algo com a suposição feita, então a suposição é
relevante, senão, pouco importa. O Takata já listou à poucas mensagens
algumas respostas que gostaríamos de obter com as sempre novas e
interessantes hipóteses que vivem aparecendo.

Abraços,
JC

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio Cordeiro"
<scordeiroes@...> escreveu
>
> Mestre Takata e JC::
>
> Vão responder? estou curioso...
>
> silvio.
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Jeff
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, May 08, 2007 12:02 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2
>
>
> >
> >A conclusão de que a matéria é uma onda
> >estacionária em trajetória fechada é algo
> >interessante. Contudo ela tb esbarra na
> >questão do 'recipiente' ou 'anteparo' da onda.
> >Ou estarei enganado? Na Teoria da Velocidade
> >Absoluta, o que faz a onda de energia refletir
> >para tornar-se estacionária?
> >
>
> Eu tenho uma idéia (uma "viagem") sobre isso e gostaria que o
pessoal aí
> analisasse. Considerem que eu não sou físico ou matemático, só um
computeiro
> curioso :-)
>
> Eu *imagino* que uma partícula elementar de matéria seja um
quantum de
> energia pura que ficou confinado, por causa de sua baixíssima
energia, numa
> dimensão menor, exatamente do tamanho do comprimento de planck! Do
mesmo
> modo que o que confina a energia do nosso universo seria o
espaço-tempo!
> Assim, de acordo com a quantidade de energia do quantum, este ficaria
> confinado nesta minúscula dimensão ou não (como a luz - as ondas
"livres").
> Penso então que as barreiras dimensionais sejam apenas a
quantidade de
> energia! Uma quantidade maior de energia poderia "furar" esta
barreira e
> navegar pelo nosso universo (teria, portanto, criado o nosso
universo) e
> energias muito maiores ainda poderiam "furar" o nosso universo,
indo para
> dimensões maiores ainda!!!
>
> Será que "viajei" muito? :-)
>
> Um abraço,
> Jeff.
>
>
>
>
>
>
>
----------------------------------------------------------
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/792 - Release Date:
6/5/2007 21:01
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>






------------------------------------------------------------------------------


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Free Edition.
Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.8/800 - Release Date: 11/5/2007 19:34


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/05/2007 23:20

Aos amigos Ciencialisteiros

Estou reencaminhando esta msg (com ligeiras modificações) pois
provavelmente a original ficou perdida no contínuum espaço-tempo do
Yahoo

----- Original Message -----
From: "Jeff"
Sent: Friday, May 11, 2007 3:56 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza

> Eu não conheço bem estas interpretações da mecânica
> quântica, mas entendo que não é possível existir
> aleatoriedade objetiva em um sistema fechado!
> Ou estou errado? Eu acredito na falta de
> conhecimento de variáveis que podem determinar
> certos comportamentos quânticos e na prepotência
> de cientistas em afirmarem que não.

Olá Jeff

Eu diria que a coisa é mais ou menos por aí, se bem que os
precursores da mecânica quântica não chegaram propriamente a se
postarem como prepotentes, como sói acontecer com os seus seguidores,
em especial os da atualidade. Dentre os precursores, alguns aceitavam
a idéia de "variáveis escondidas" (a começar por Einstein) enquanto
outros adotavam o "critério de utilidade" (a começar por Bohr). Para
esses últimos, a teoria, certa ou errada, estava completa e qualquer
variável do tipo esperado pelos primeiros iria despersonalizar a
teoria. A teoria funcionava, logo sob o ponto de vista utilitarista
achavam que seria uma grande asneira procurar por essas "variáveis
escondidas".

Na realidade eu diria que o problema é um pouquinho mais complexo e
não consiste apenas na procura pelas "variáveis escondidas", mas sim
na redefinição de variáveis consagradas pela física clássica do final
do século XIX. No rodapé das minhas msgs, por exemplo, eu costumo
dizer que o elétron não é uma carga elétrica em miniatura, e essa é
uma verdade que físico quântico nenhum da atualidade, dentre aqueles
que por aqui apareceram, conseguiu rebater de maneira pelo menos
aceitável e/ou criticável. Eu já perdi a conta dos especialistas
(alguns mestres ou doutores em física) que, aqui na Ciencialist,
tentaram e acabaram desistindo. Via de regra, foram cantar noutra
freguesia, pois não conseguiram convencer a ninguém de nada.

Existem alguns que apelam para determinados teoremas da "fismat" a
afirmarem que matematicamente seria impossível a existência
das "variáveis escondidas", mas esses teoremas foram formulados
aceitando-se aquelas mesmas idéias e/ou variáveis que se mostraram
incompatíveis com a explicação de algumas experiências efetuadas no
final do século XIX (Michelson-Morley, espectro do corpo negro,
etc.). Ninguém quer aceitar a idéia proposta para o elétron não-
carga elétrica coulombiana, nem a idéia de luz corpuscular, nem
tampouco uma explicação plausível e a justificar a segunda lei da
termodinâmica. Consequentemente, ficamos frente a esses teoremas
matemáticos que nada mais são senão uma maneira requintada de se
aceitar os "critérios de utilidade" de Bohr.

Ou seja, não há como assimilar variáveis escondidas num terreno em
que a grande maioria das variáveis têm se mostrado mal definidas.
Novamente ficamos frente a "uma escolha entre o roto e o
esfarrapado", qual seja, entre as teorias que aceitam a idéia
de "variáveis escondidas" e as teorias que aceitam os "critérios de
utilidade" de Bohr (deixando-se de lado todo o potencial inerente à
física clássica, ainda que esta necessite de algumas redifinições a
se compatibilizarem com a experimentação da atualidade).

> Eu não estudo física, mas tudo (pouco) o que eu lí
> a respeito não dá *provas* da aleatoriedade objetiva
> de certos comportamentos quânticos, mas apenas a
> impossibilidade de medição... Entendo que não poder
> medir não significa não existir.

Essa impossibilidade é um dos dogmas da física "moderna". Os
físicos "modernos" conseguem medir coisas que não existem, como por
exemplo, a carga elétrica de um elétron e, graças a isso, acabam por
chegar em situações em que o que de fato existe não pode ser medido.
O número e = 1,609x10^-19 C realmente existe, mas isso é uma
constante universal que não tem nada a ver com a carga coulombiana do
elétron, pois isso não existe.

> Se existir um raciocínio lógico que conclua que é
> possível acontecer alguma coisa sem causa, eu
> gostaria de entendê-lo!

Talvez isso seja estudado na lógica paraconsistente, algo que tem
muito a ver com a lógica da física quântica (se é que existe alguma
lógica no que dizem os físicos quânticos). Por outro lado, eu diria
que embora a causa se nos mostre sempre presente --muitas vezes
adquirindo uma conotação importante-- a causalidade, a meu ver, não
serve como ponto de apoio para a ciência. Quero crer que quem
primeiro se deu conta dessa realidade foi Galileu.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Por quanto venderíamos a Petrobrás?
FROM: "Joao de Carvalho" <joaobncarvalho@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 02:57

Por que preço deveríamos vender a Petrobrás caso o governo decidisse
privatizada? Em 2004 o valor da Petrobrás era 42 bilhões. Em 2005
saltou para 72 bilhões. Ela agora parece estar superando 110 bilhões
de dólares. A Exxon vale 411 bilhões, e é uma das maiores empresas do
mundo. A Microsoft vale uns 300 bilhões. A Google cresceu
meteoricamente para mais de 150 bilhões. A Vale do rio doce vale uns
50 bilhões. Por quanto o governo deveria vender sua parte da
Petrobrás? Acho que uns 200 bilhões estaria bom. Só que por esse
preço acho que ninguém iria querer comprar.

João de Carvalho




SUBJECT: Documentários científicos legendados em português
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, exobiologia_e_cia@yahoogrupos.com.br, painelovni@yahoogrupos.com.br, UFO_PORTUGAL@yahoogrupos.com.br, ufoburn@yahoogrupos.com.br, Ufolista@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 06:56

Documentários científicos legendados em
português<http://100nexos.com/arquivo/143>
<http://100nexos.com/arquivo/143#respond>

Acima você confere o spot de seis minutos, "O Campo Profundo do Hubble:a
imagem mais importante já tomada". É apenas um dos vinte e nove
documentários curtos que Carlos Portela legendou em português e podem ser
acessados no sítio Mojiti <http://mojiti.com/explore/sets_for/carlosportela>.
O sítio Mojiti, por sua vez, é interessante por si mesmo: permite que você
adicione legendas, comentários, figuras, imagens e até outros vídeos em
clipes já existentes no Youtube e outros serviços de hospedagem. O resultado
final é como você confere acima. Bom programa!


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] O Que é Raciocinar? ::: (artigo)
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 08:23

Diz Ferrari (sim, apenas diz, é o que mais gosta de fazer):


Olá Homero!

> Pois eu vi ontem à noite na TV um baterista de rock
> "raciocinando" como louco, ao bater em seu
> instrumento, e produzir ondas de ar adoidado..:-)
> Afinal, "raciocinar é fazer ondas na matéria (no
> meio) que se propagam"..:-)

--- Outro bom exemplo! Como tocar bateria sem um
cérebro controlando os movimentos do corpo? Como
manter o ritmo sem um cérebro controlando os
movimentos do corpo? É possivel?

Léo: Claro que é possível! E nosso sistema autônomo? A respiração, o piscar, o coração etc., necas de cérebro envolvido! O duro é que vc vai por na sua cabeça que "raciocinar é fazer ondas na matéria (no meio) que se propagam" e vai encher o saco filosófico de buteco até esgotar nossa paciência com exemplos cada vez mais bobo. É só ver as suas sequencias e veremos como é assim. Ferrari, leia um pouquinho alguma coisa útil e deixe essa filosofia de buteco para as reuniões de buteco.

Bem, nem vou ler ai prá baixo porque será turronice de insistência sem qqer estrutura científica.

aquele abraço,

Léo
++++++++++++++++++

--- E o mais interessante neste exemplo, é que musica
(a parte do ritmo), é divisão temporal. Ou seja, o
cérebro de um baterista é um cérebro perito em fazer
ondas temporais no meio.

--- Vou aproveitar o exemplo e contar um história
interessante sobre o raciocinio, as ondas e a musica.

--- Sou musico. E tenho alguns amigos musicos. Um
deles, certa vez, foi estudar violão numa escola de
São Paulo especializada em Swing. Pra ilustrar, um dos
idolos do professor da escola é o Jorge Benson. Bem, a
primeira coisa estranha que descobri sobre esta escola
é que meu amigo foi estudar violão e teve que aprender
a tocar bateria primeiro. Passou um tempão estudando
bateria antes de pegar no violão. Segundo o professor
desta escola, para ser um bom musico, primeiro é
preciso dominar o raciocinio ritmico pra depois
dominar o raciocinio melódico. A segunda coisa
estranha aconteceu no dia em que meu amigo me levou
pra conhecer a escola. A escola tinha um ambiente
muito agravavel, todo mundo ali gostava muito daquela
filosofia de estudo, mas os violões eram um lixo. Eram
uns violões ruins e detonados. Peguei um pra tocar e
achei aquilo muito estranho. Perguntei pro meu amigo e
ele falou que aquilo era proposital. Quando tive a
oportunidade de conversar com o professor dele,
perguntei dos violões. E o cara me fez ver algo que
nunca mais me esqueci, ele disse: "voce toca violão
com a mão ou com a mente? de onde vem a sua musica, do
violão?".
sinceramente
ferrari
++++++++++++++++
Então prá que violão? Use apenas a mente! Engesse a mão do cara e peça para ele executar com a mente! Simples não?

Báááá.......



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 08:31

Ferrariando, temos:


>Olá Takata!

>Vc recebeu a menssagem desta thread que tinha esta pergunta sobre sua afirmação?

>>Takata >>> Você pode dividir o carro sem separar as partes.

>--- Ok. Mas como? Pode dar um exemplo?

Carro = C
C/2 = meio carro
C/3 = 1/3 de carro

Carro = chassi, lataria, pneus, motor, freios, direção, buzina etc. Eis o carro dividido em partes SEM SEPARAR AS PARTES.

Carro = C + A + R + R + O = carro

Vamos pegar todas as peças que constituem um carro e juntá-las numa caçamba só. Eis um carro totalmente dividido, SEM SEPARAR AS PARTES. Aliás, muito bem juntas e misturadas!

E assim vai .....

[]'
Léo





SUBJECT: Re: [ciencialist] transcrevo:
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <redeliberal@yahoogrupos.com.br>, <politicab@yahoogrupos.com.br>, <paucor@superig.com.br>, <noosfera_II@yahoogrupos.com.br>, Inovação Tecnológica <eboletim@inovacaotecnologica.com.br>, Grupo de Debates Políticos Brasileiro <brasil-politica@grupos.com.br>, <Acropolis_@yahoogrupos.com.br>
CC: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 08:33

Isso é política, bem de acordo para a lista politicab@yahoogrupos.com.br , Grupo de Debates Políticos Brasileiro etc.
Será que não conseguem discernir para que listas devem enviar os textos pertinentes? É tão difícil assim?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
Para: <redeliberal@yahoogrupos.com.br>; <politicab@yahoogrupos.com.br>; <paucor@superig.com.br>; <noosfera_II@yahoogrupos.com.br>; "Inovação Tecnológica" <eboletim@inovacaotecnologica.com.br>; "Grupo de Debates Políticos Brasileiro" <brasil-politica@grupos.com.br>; <ciencialist@yahoogrupos.com.br>; <Acropolis_@yahoogrupos.com.br>
Cc: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 11 de maio de 2007 12:40
Assunto: [ciencialist] transcrevo:


Ministro de Minas e Energia garante: Angra 3 vai sair

Ministro Silas Rondeau diz que a decisão sobre quando a usina será construída deverá ser tomada pelo CNPE em junho

Leonardo Goy escreve para "O Estado de SP":

A usina nuclear de Angra 3 vai ser construída, afirmou o ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, nesta quarta-feira.

"A questão é definir quando", acrescentou, durante seminário sobre energias renováveis promovido pela Câmara dos Deputados. A decisão final sobre a construção de Angra 3 deverá ser tomada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que deverá se reunir em junho.

O tema divide o governo. Além de Rondeau, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, são a favor do projeto.

Há, porém, oposição da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O CNPE também poderá discutir o dilema entre a construção de usinas hidrelétricas e a proteção ao meio ambiente.

O ministro lembrou que para tomar a decisão sobre Angra 3 será necessário adequar a legislação do setor elétrico de forma a definir como será vendida a energia produzida pela usina.

Ele ressaltou que as usinas nucleares de Angra 1 e 2 foram construídas numa época em que o modelo era totalmente estatal.

Angra 3, por ser uma usina nuclear, terá de ser construída pelo governo. A questão pendente é como a energia dela será ofertada. "Não pode ser por leilão, pois é uma obra do governo. Então temos de adequar à legislação", disse ele.

Indagado se o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financiaria parte da construção de Angra 3, Rondeau disse que não sabe, mas presume que sim.

Biodiesel

Rondeau disse, ainda, que, desde o fim de abril, o País tem capacidade de produzir o biodiesel necessário para garantir a mistura de 2% em todo o diesel vendido no país. Essa exigência entrará em vigor em 2008.

A capacidade total do país foi ultrapassada, com segurança, com a autorização, em 30 de abril, para que a usina da Brasil Ecodiesel, em São Luiz, entre em operação. Essa usina tem capacidade de produzir 108 milhões de litros por ano.

Com isso, a capacidade total do País chega a 962 milhões de litros por ano, superando, com folga, os 840 milhões de litros necessários para que a mistura de 2% possa começar a partir do ano que vem.
(O Estado de SP, 10/5)


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 08:52

Oi Victor,

coloquei esse texto e figuras na pasta "provisorio" do Imperdível; veja:

http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/relatividade.htm

está incompleto ...ainda!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
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-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 11 de maio de 2007 21:28
Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida


Caro Léo,

Já ensaiei uma resposta, mas preciso que você me informe o link onde
encontrarei as Figuras 1 e 2,

a respeito de sua proposição mais abaixo.

Só para verificar se refiz tais figuras conforme você descreveu.

Sds,

Victor.




SUBJECT: RES: [ciencialist] Por quanto venderíamos a Petrobrás?
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 09:13

Olá, João,



Quando, no Governo FHC, aventaram-se as fortes hipóteses das privatizações,
fiquei com um lá e outro cá. E pensei: o Brasil não tem competência técnica
para fazer avaliações corretas de bens do porte do que iriam privatizar.
Teriam de recorrer a consultorias internacionais, especializadas
...”isentas e imparciais”. Pois sim! Tal era a absoluta inexistência de
tradição no mister. Contudo, alguns negócios foram levados a efeito, com
resultados questionáveis e ruins, no começo. Vendidos a preços de banana.
Este foi o caso da Vale do Rio Doce, por exemplo. Que hoje vale muito,
cresceu meteoricamente. Em contrapartida, o volume de impostos recolhidos
aos cofres públicos aumentou assustadoramente, infelizmente para a farra
desses que têm as rédeas e o chicote nas mãos. E não fazemos nada.

Mas outro tipo de privatização acabou sendo prá mais do que benéfico, para o
povo e para o país. O baixo custo da venda está soberbamente superado, hoje:
trata-se das operadoras de telefonia! Antes, tudo era muito difícil e muito
caro. Todas as vezes que precisava comprar telefones, teria de ficar numa
fila e/ou recorrer a atravessadores que circulavam em volta dos prédios das
telefônicas. Eu sei. Passei por andei por trilhas. Além dos preços
abusivamente altos praticados e fora as comissões extras pelos “favores”
prestados por alguns “corretores. Sem falar na péssima qualidade dos
serviços. Políticos famosos, perpetuados no poder, como um comprido e
escorregadio político aqui de Pernambuco, que passou, calado e escondinho,
sempre tendo um influência apreciável , por TODOS os governos, inclusive os
conduzidos por militares, responsáveis pela tal revolução que não houve, que
foi só de leve, quase parando. Este tal, segundo as más boas línguas de seus
conterrâneos, tinha na época, cerca de 10.000 telefones alugados, pois esta
era uma prática comum. Era outra fonte de renda muito cobiçada e posta em
prática por muitos(Também não sei avaliar até onde isto é verdade, no que se
refere ao número extraído da boa dos fofoqueiros de plantão. Só sei que
todos sabiam, inclusive o experts no assunto, os corretores de telefones de
então.Bons negócios, aqueles.) Que não fossem 10.000. A metade já seria de
bom tamanho para as fofocas do dia a dia. Senão, de quê se iria fofocar?

Fui contra algumas privatizações, mas esta, às telefônicas, foi bem
aplicada, pois atingiu a incompetência e o descaso dos gestores. E hoje
vemos que deu certo. Com a privatizão, tudo isso entrou pela perna do pinto
e saiu pela do pato. Perderam tudo. Bem feito.

Quanto à Petrobrás, não tenho a menor dúvida de que ainda não há competência
técnica para dizer se vale 200 ou 500 bilhões. Simplesmente acho que
dinheiro nenhum justificaria sua privatização. Trata-se de uma Empresa de
caráter estratégico, que, como o Banco do Brasil e Caixa Econômica ou Chesf,
é séria e conduzida por pessoas muito competentes e tem crescido muito.
Todas as três com um bando de urubus espreitando para a investida!
Políticos e não políticos. Se um candidato a Presidente da República quiser
aumentar as chances de vencer o oponente, basta usar a sua assessoria de
marketing e sustentar que o “inimigo” irá privatizar uma daquelas, como
aliás aconteceu em relação à Chesf, aqui neste rincão nordestino. Sendo tudo
uma mentira muito bem posta e competente. E governo algum pode prescindir
de uma arma – sim, é isto, também – como a que representa a gigante e bem
arrumada Petrobrás, bem como as últimas empresas citadas.

Já basta o que fazem os nossos políticos com nosso dinheirinho, que quase
falta. Quanto ao que a Bolívia fez, deveria ir para a cadeia todos os daqui
que facilitaram a empreitada nacionalizadora do seu nobre e azogado
presidente, que só faltou empunhar seu arco de flecha, e brandir seu tacape,
aliás, este foi brandido, para nos espetar e nos roubar. Por ser um país
pobre e merecer uma ajudinha, teve o beneplácito e complacência de alguns de
nossos gestores máximos. No mínimo uma omissão conveniente. Tudo bem, se o
estupro é inevitável, deve-se relaxar e revirar os oinhos, como diz o
ditado. Mas medidas proa-ativas, junto a órgãos internacionais, isto deveria
ter sido feito. Inclusive o valor que ofereceram, e tenho dúvidas se um dia
receberemos, bem como nossa contra proposta, foram ridículas.

Bem, antes de por um ponto final nesse lenga-lenga, devo dizer que uma boa
parte do texto acima exprime apenas minha opinião pessoal, baseada no meu
achômetro, naqueles sentimentos e impressões que às vezes somos tentados a
assumi-los como verdadeiros, mesmo que não haja uma base decidamente
objetiva. Mas não creio que esteja muito afastado da estrada não. Assim
como nós, são as criaturas, com suas manias e seus doidos associados.



Sds,

Victor.







De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Joao de Carvalho
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 02:58
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Por quanto venderíamos a Petrobrás?



Por que preço deveríamos vender a Petrobrás caso o governo decidisse
privatizada? Em 2004 o valor da Petrobrás era 42 bilhões. Em 2005
saltou para 72 bilhões. Ela agora parece estar superando 110 bilhões
de dólares. A Exxon vale 411 bilhões, e é uma das maiores empresas do
mundo. A Microsoft vale uns 300 bilhões. A Google cresceu
meteoricamente para mais de 150 bilhões. A Vale do rio doce vale uns
50 bilhões. Por quanto o governo deveria vender sua parte da
Petrobrás? Acho que uns 200 bilhões estaria bom. Só que por esse
preço acho que ninguém iria querer comprar.

João de Carvalho





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] O Que é Raciocinar? ::: (artigo)
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 09:13

Luiz,

Uso a palavra cérebro apenas como referencia cientifia
(e fisica). Uso para não usar a palavra "mente" que
remete a algo imaterial. Mas enfim, onde estiver
"cérebro" no texto vc pode trocar por "sistema
nervoso", e ai acabam-se os seus problemas e a
nessecidade de ficar me policiando.


sinceramente
ferrari






--- Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br>
escreveu:

> Diz Ferrari (sim, apenas diz, é o que mais gosta de
> fazer):
>
>
> Olá Homero!
>
> > Pois eu vi ontem à noite na TV um baterista de
> rock
> > "raciocinando" como louco, ao bater em seu
> > instrumento, e produzir ondas de ar adoidado..:-)
> > Afinal, "raciocinar é fazer ondas na matéria (no
> > meio) que se propagam"..:-)
>
> --- Outro bom exemplo! Como tocar bateria sem um
> cérebro controlando os movimentos do corpo? Como
> manter o ritmo sem um cérebro controlando os
> movimentos do corpo? É possivel?
>
> Léo: Claro que é possível! E nosso sistema autônomo?
> A respiração, o piscar, o coração etc., necas de
> cérebro envolvido! O duro é que vc vai por na sua
> cabeça que "raciocinar é fazer ondas na matéria (no
> meio) que se propagam" e vai encher o saco
> filosófico de buteco até esgotar nossa paciência com
> exemplos cada vez mais bobo. É só ver as suas
> sequencias e veremos como é assim. Ferrari, leia um
> pouquinho alguma coisa útil e deixe essa filosofia
> de buteco para as reuniões de buteco.
>
> Bem, nem vou ler ai prá baixo porque será turronice
> de insistência sem qqer estrutura científica.
>
> aquele abraço,
>
> Léo
> ++++++++++++++++++
>
> --- E o mais interessante neste exemplo, é que
> musica
> (a parte do ritmo), é divisão temporal. Ou seja, o
> cérebro de um baterista é um cérebro perito em fazer
> ondas temporais no meio.
>
> --- Vou aproveitar o exemplo e contar um história
> interessante sobre o raciocinio, as ondas e a
> musica.
>
> --- Sou musico. E tenho alguns amigos musicos. Um
> deles, certa vez, foi estudar violão numa escola de
> São Paulo especializada em Swing. Pra ilustrar, um
> dos
> idolos do professor da escola é o Jorge Benson. Bem,
> a
> primeira coisa estranha que descobri sobre esta
> escola
> é que meu amigo foi estudar violão e teve que
> aprender
> a tocar bateria primeiro. Passou um tempão estudando
> bateria antes de pegar no violão. Segundo o
> professor
> desta escola, para ser um bom musico, primeiro é
> preciso dominar o raciocinio ritmico pra depois
> dominar o raciocinio melódico. A segunda coisa
> estranha aconteceu no dia em que meu amigo me levou
> pra conhecer a escola. A escola tinha um ambiente
> muito agravavel, todo mundo ali gostava muito
> daquela
> filosofia de estudo, mas os violões eram um lixo.
> Eram
> uns violões ruins e detonados. Peguei um pra tocar e
> achei aquilo muito estranho. Perguntei pro meu amigo
> e
> ele falou que aquilo era proposital. Quando tive a
> oportunidade de conversar com o professor dele,
> perguntei dos violões. E o cara me fez ver algo que
> nunca mais me esqueci, ele disse: "voce toca violão
> com a mão ou com a mente? de onde vem a sua musica,
> do
> violão?".
> sinceramente
> ferrari
> ++++++++++++++++
> Então prá que violão? Use apenas a mente! Engesse a
> mão do cara e peça para ele executar com a mente!
> Simples não?
>
> Báááá.......
>
>


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SUBJECT: RES: [ciencialist] transcrevo:
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 09:23

Léo e demais moderadores,



Há pouco enviei uma mensagem como retorno de outra do João, sobre política.
Sabe que, após terminar o texto, que não era para enviar, só para exercitar,

não me toquei e puxei o gatilho “enviar”? Peço minhas sinceras desculpas
pela gafe. Espero que dê algum tilde aí no Yahoo! e a tal não chegue.

Também ninguém pé perfeito...

Sds,

Victor.



De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 08:34
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br; redeliberal@yahoogrupos.com.br;
politicab@yahoogrupos.com.br; paucor@superig.com.br;
noosfera_II@yahoogrupos.com.br; Inovação Tecnológica; Grupo de Debates
Políticos Brasileiro; Acropolis_@yahoogrupos.com.br
Cc: Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] transcrevo:



Isso é política, bem de acordo para a lista politicab@yahoogrupos.com.br
<mailto:politicab%40yahoogrupos.com.br> , Grupo de Debates Políticos
Brasileiro etc.
Será que não conseguem discernir para que listas devem enviar os textos
pertinentes? É tão difícil assim?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br
<mailto:scordeiroes%40superig.com.br> >
Para: <redeliberal@yahoogrupos.com.br
<mailto:redeliberal%40yahoogrupos.com.br> >; <politicab@yahoogrupos.com.br
<mailto:politicab%40yahoogrupos.com.br> >; <paucor@superig.com.br
<mailto:paucor%40superig.com.br> >; <noosfera_II@yahoogrupos.com.br
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Políticos Brasileiro" <brasil-politica@grupos.com.br
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Enviada em: sexta-feira, 11 de maio de 2007 12:40
Assunto: [ciencialist] transcrevo:

Ministro de Minas e Energia garante: Angra 3 vai sair

Ministro Silas Rondeau diz que a decisão sobre quando a usina será
construída deverá ser tomada pelo CNPE em junho

Leonardo Goy escreve para "O Estado de SP":

A usina nuclear de Angra 3 vai ser construída, afirmou o ministro de Minas e
Energia, Silas Rondeau, nesta quarta-feira.

"A questão é definir quando", acrescentou, durante seminário sobre energias
renováveis promovido pela Câmara dos Deputados. A decisão final sobre a
construção de Angra 3 deverá ser tomada pelo Conselho Nacional de Política
Energética (CNPE), que deverá se reunir em junho.

O tema divide o governo. Além de Rondeau, o ministro da Ciência e
Tecnologia, Sergio Rezende, e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma
Rousseff, são a favor do projeto.

Há, porém, oposição da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O CNPE
também poderá discutir o dilema entre a construção de usinas hidrelétricas e
a proteção ao meio ambiente.

O ministro lembrou que para tomar a decisão sobre Angra 3 será necessário
adequar a legislação do setor elétrico de forma a definir como será vendida
a energia produzida pela usina.

Ele ressaltou que as usinas nucleares de Angra 1 e 2 foram construídas numa
época em que o modelo era totalmente estatal.

Angra 3, por ser uma usina nuclear, terá de ser construída pelo governo. A
questão pendente é como a energia dela será ofertada. "Não pode ser por
leilão, pois é uma obra do governo. Então temos de adequar à legislação",
disse ele.

Indagado se o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)
financiaria parte da construção de Angra 3, Rondeau disse que não sabe, mas
presume que sim.

Biodiesel

Rondeau disse, ainda, que, desde o fim de abril, o País tem capacidade de
produzir o biodiesel necessário para garantir a mistura de 2% em todo o
diesel vendido no país. Essa exigência entrará em vigor em 2008.

A capacidade total do país foi ultrapassada, com segurança, com a
autorização, em 30 de abril, para que a usina da Brasil Ecodiesel, em São
Luiz, entre em operação. Essa usina tem capacidade de produzir 108 milhões
de litros por ano.

Com isso, a capacidade total do País chega a 962 milhões de litros por ano,
superando, com folga, os 840 milhões de litros necessários para que a
mistura de 2% possa começar a partir do ano que vem.
(O Estado de SP, 10/5)

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 09:44

Oi Victor,

vou contestar tudo que vc disse e dar os argumentos pertinentes. Apenas aguarde para a continuação da leitura do texto onde vou citar as três possibilidades.

Todavia, já contestando, vou apontar uma 'falhazinha' no seguinte texto de sua argumentação:

>"Mas um campo magnético devido a uma corrente I numa dada direção é
concêntrico à direção da corrente, sendo, portanto, perpendicular ao
segmento R, saindo do papel ou entrando no papel onde R está desenhado, esse
mesmo R que liga o centro de L ao ponto onde está Q; mas somente se fosse o
caso de haver movimento relativo entre eles. Que, evidentemente, não há.
Assim, a força resultante sobre Q seria o resultado de uma composição
vetorial entre Fm e Fe, e não resultante de operação escalar, como foi feito
acima, pois Fm e Fe seriam perpendiculares e não colineares, como se
depreende da proposição inicial."

Aqui vc se esqueceu de um fato: Vc tem duas mãos! E vc usou uma só; a regra da mão direita para achar a direção e sentido do campo magnético B. OK, o campo B produzido pela corrente I em L, na posição de Q, é "saindo do papel", perpendicular à direção R. OK.
Agora vamos usar a outra mão, a esquerda (lembra dela :-)) e colocar o indicador no sentido de B (saindo do papel), o dedo médio no sentido de v (para baixo) e teremos como resultado a força de Lorentz Fm para "dentro", dirigida para L e, portanto, diretamente oposta à Fe; dai F = Fe - Fm (logo, uma mera operação escalar; Fe e Fm são colineares).

Agora vou preparar a continuação do texto e ... pode tirar o cavalinho da chuva, pois há movimento relativo entre Q (para baixo) e o CAMPO B (estacionário, pois B se repete identicamente em todos os pontos). Quem age sobre Q (móvel) é B (fixo) e não a corrente I ou o fio infinito com distribuição uniforme de cargas em movimento.

Isso é só para amaciar! :-))

Té mais, vou aumentar meu texto ..........

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 12 de maio de 2007 17:36
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida

O retorno a seguir está meio longo, devido ao nível de detalhamento que
coloquei. E o fiz pensando nos ciencialisteiro que não física em seu dia a
dia, mas que têm curiosidade ou interesse nessas coisas, e se dispõem a ler,
honrando nossos esforços.

Espero que não tenha ficado enfadonho demais.

[ ... ]




SUBJECT: Re: [ciencialist] Por quanto venderíamos a Petrobrás?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 09:46

Tente perceber que isso é postagem sobre POLÍTICA .... faça uma forcinha, não é tão difícil!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Joao de Carvalho" <joaobncarvalho@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 02:57
Assunto: [ciencialist] Por quanto venderíamos a Petrobrás?


Por que preço deveríamos vender a Petrobrás caso o governo decidisse
privatizada? Em 2004 o valor da Petrobrás era 42 bilhões. Em 2005
saltou para 72 bilhões. Ela agora parece estar superando 110 bilhões
de dólares. A Exxon vale 411 bilhões, e é uma das maiores empresas do
mundo. A Microsoft vale uns 300 bilhões. A Google cresceu
meteoricamente para mais de 150 bilhões. A Vale do rio doce vale uns
50 bilhões. Por quanto o governo deveria vender sua parte da
Petrobrás? Acho que uns 200 bilhões estaria bom. Só que por esse
preço acho que ninguém iria querer comprar.

João de Carvalho




SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 09:49

De: "murilo filo"

>Não explicou e nem vai explicar.
Só mostrou o mecanismo.
A intuição está além da pura intelectualidade e da emoção.
Vem bem mais de dentro, coisa que os gringos ainda vão explicar -
racionalmente.
Vc tem intuição? Tem coisa melhor?<

Sim, a concretização da intuição.

[]'
Léo



SUBJECT: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 09:51

Léo,

Relendo o texto anterior, descobrir uma informação que dei simplesmente
indevida. Desconsidere, pois o texto anterior a este.
Vale este, onde eliminei o trecho que que tem um furo, substituindo-o
adequadamente.

Se as cargas em L e Q estivessem em movimento relativo, um em relação ao
outro, as forças de somariam

como você apontou mesmo. Portanto, você e os demais listeiros podem
deletar o texto anterior, e considerar

este, para efeito das pauladas.

Os deuses erram, quanto mais os querubins!.

Sorry!

Sds,

Victor.



De: J.Victor [mailto:j.victor.neto@uol.com.br]
Enviada em: sábado, 12 de maio de 2007 17:37
Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida







De: J.Victor [j.victor.neto@uol.com.br]

Enviado em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 16:47

Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'

Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma
pergunta, pois estou c/ uma duvida



De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 11:15
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma
duvida



Léo,



O retorno a seguir está meio longo, devido ao nível de detalhamento que
coloquei. E o fiz pensando nos ciencialisteiro que não física em seu dia a
dia, mas que têm curiosidade ou interesse nessas coisas, e se dispõem a ler,
honrando nossos esforços.

Espero que não tenha ficado enfadonho demais.



........
Léo: Além disso, não concordo o o 'status' que vc dá à lei de Coulomb e seus
derivados. Aliás, estou desenvolvendo um texto justamente comentando como as
leis da eletricidade violam o princípio da relatividade. O que um observador
em 'repouso' vê de eletrostática numa questão não é o que vê um observador
em movimento.

Victor: Farei uns comentários ao seu texto, então. Pois discordo de você
neste mister. Intreiramente.


Léo: Eis a parte do texto já pronta: (onde está r leia-se 'rö', p leia-se
'pi' e m leia-se 'mü')

Victor: Ok.
+++++++++++++++++++
Léo: O Principio da Relatividade
A Velocidade é relativa
Galileu propôs, como um princípio geral de simetria, que as leis da Física
deveriam ser as mesmas para qualquer observador que se mova a uma velocidade
constante, qualquer que seja a direção, sentido e o módulo dessa velocidade.
Em outras palavras, não deve haver nenhum sistema de referência preferencial
nem nenhuma maneira de determinar uma velocidade absoluta. Esta simetria
geral é chamada de princípio da relatividade.
É claro que Galileu e Newton se certificaram de que suas leis da mecânica
clássica obedeciam ao princípio da relatividade.

Victor: Ok.


Léo: Contudo, a menos que se façam algumas mudanças na Física que
apresentamos no Ensino Médio, as leis da eletricidade violam o princípio da
relatividade. Um observador em "repouso" e um em movimento obterão duas
predições teóricas diferentes para a mesma experiência.

Victor: Não é assim. Se algo do tipo acontecer, das duas uma, e só pode
ser uma: ou a teoria está errada; ou faltou algum detalhe da tal que não foi
levado em consideração na análise.

A TR está correta, com a mera precisão de somente uma parte em 10^14.

(Você sabia que, para Newton, sua teoria estava correta em uma parte 10^3,
apenas? E hoje sabemos que Newton enganou-se. Sua teoria está correta, em
muito mais: uma parte em 10^7 ?).


Léo: Como ilustração, vamos considerar o exemplo simples de uma carga
puntual Q a uma distância R de um fio carregado com r statcoulombs por
centímetro como mostra a Fig.1.

Fig.1- Carga puntual Q a uma distância R de um fio carregado com r C/m.
Fig.2- A Fig.1 vista por um observador que se move com velocidade v para
cima.

A força sobre Q é Fe = QE onde E = 2r/R é o valor do campo elétrico da
distribuição Q no ponto do espaço que dista R (veja adendo 1 "campo
originado por cilindro uniformemente eletrizado").

Victor: 1) Eu não vi sua Fig.1, mas imagino que se trata de uma linha de
comprimento L, com uma carga de densidade linear, de valor r(C/m),
distribuída. E que você considerou
que a distância R entre a carga Q e o centro dessa linha de cargas é muito,
muito maior que o comprimento L da linha. Pois no denominador da expressão
de E, na direção escolhida, comparece a raiz quadrada da soma dos quadrados
de L e R. L, então, desaparece, em comparação com R, o que
justifica a fórmula acima.

2) As cargas no fio L são estacionárias. O fio está em repouso em relação à
carga Q, alocada a R (m) do centro de L, que, obviamente, também está em
repouso em relação a L. Ou seja, L e Q estão em repouso, um em relação ao
outro. Estou supondo que você supôs isso, pois é que se depreende de sua
linha de raciocínio. Estou certo? Se sim, vamos em frente.

Léo: Portanto, Fe = 2Qr/R ... eq.1, para um observador em repouso.

Victor: Ok.


Léo: Consideremos agora um segundo observador que se move paralelamente ao
fio à velocidade v como mostra a Fig.2. Além da força eletrostática acima Fe
(eq.1) este observador mediria também uma força magnética Fm . Ele vê uma
corrente elétrica I = rv movendo-se ao longo do fio e uma carga Q movendo-se
também paralelamente ao fio à velocidade v.

Victor: Segundo entendi(e não vi sua Fig.2), você diz que, de acordo com o
observador (S1), que se move com velocidade v em relação ao fio L, sobre
Q surge uma força magnética, Fm, devida à distribuição de carga nesse mesmo
fio de comprimento L e carga r (C/m).
Nesse caso, e para facilitar esta exposição, consideremos o observador S1 em
repouso e o fio L movendo-se em relação a ele, com velocidade (–v). Dará
no mesmo, do ponto de vista da análise. A carga teste, Q, contudo, se
mantém em repouso em relação a L, embora o observador S1 a veja em
movimento, com a MESMA velocidade (–v) de L, já que sua situação é
estacionária em relação a L, conforme premissa inicial.
O ponto, então, é este: o observador S1 vê L e Q movendo-se com a mesma
velocidade (-v) em relação a ele. Ou seja, ele próprio, S1, poderá
concluir o que um observador S fixo a L ou Q concluiria: que Q,
efetivamente, se encontra em repouso em relação a L. Vice-versa.
Como era para ser mesmo, pois esta é uma condição imposta pelo enunciado do
problema, conforme inferí de seu enunciado.


Léo: Como sabemos, a força magnética sobre uma carga Q é Fm = Qv/c X B. O
campo magnético B produzido por uma corrente circulando em linha reta é B =
2rv/(cR). Portanto, Fm = Qv/c X 2rv/(cR) = (2rQ/R)(v2/c2) é a força
magnética.

Victor: Bem, aquí, você afirma que a força magnética da distribuição de
cargas em L, agora em movimento, sobre Q, é Fm = Q(v/c) x B.

Mas não é!

Q não está em movimento em relação à carga do fio L! Q está em repouso em
relação a L.
O v da fórmula acima refere-se ao movimento relativo ENTRE as cargas! No
caso em foco, como já foi comentado, L e Q são vistos, pelo agora
observador inercial em repouso relativo, S1, movendo-se em conjunto, ambos
com a mesma velocidade (-v) pelo que S1 pode concluir, portanto, que L e Q
estão em repouso, um em relação ao outro, o que é confirmado por um
referencial S ligado à carga Q ou ao fio L.
Da mesma maneira que um observador terrestre concluí que todos os corpos
caem do mesmo jeito em queda livre, pois não vê a pedra pesada andar mais
rápido que a pedra maneira. Se no momento em que a corda do elevador é
cortada, as duas estão lado a lado, após o corte, as duas continuarão assim.
Uma verá a outra repouso. Vice-versa. Um observador na terra verá as duas
caindo, mas juntas, lado a lado. Como inteligente e genialmente concluiu
Galileo. (Claro que não estou levando em consideração os efeitos de maré,
e estou considerando o elevador como local e muito pequeno, tal qual, nele,
g aproximadamente constante. (Como deve ser, quando se pensa corretamente
no Princípio da Equivalência).
Assim não pode haver forças magnéticas entre eles, L e Q, conforme a mesma
fórmula que você expôs: pois a velocidade relativa em L e Q é zero, pelo
que Fm será igualmente zero. Seja do ponto de vista do observador em
questão, S1, seja do ponto de vista de um observador S ligado ao próprio L
ou a Q. É o que sentencia a sua expressão matemática. Contudo, S1 observa,
sim, campos magnéticos devido ao conjunto de cargas. Mas isso é outra
questão e não tem relação com a proposição inicial. Sobrevive, contudo, a
interação eletrostática entre L e Q, conforme a primeira equação que você
colocou acima, calculada por um observador em repouso em relação a L e a Q.
E o que é campo eletrostático para um observador, é campo magnético para
outro. Coisa que acontece de maneira natural. Do ponto de vista prático e
energético, o dinheiro gasto será o mesmo, tanto do ponto de vista de um,
como do ponto de vista do outro.

Adicionalmente, acrescento que, se L e Q estiverem em movimento relativo,
entre si, poderemos calcular as forças supervenientes, que existem
efetivamenente, sendo os valores dessas forças diferentes, de referencial
inercial a referencial inercial, mas absolutamente equivalentes, pois são
conversíveis umas nas outras, mediantes as TL.

Mas não é este o caso. Contudo, se todos os observadores estiverem à mesma
velocidade relativa entre as cargas, os valores que obtêm serão exatamente
iguais Como requer a natureza, muito bem expressa pelos postulados da
relatividade(PPR) e o PE.

Resumindo: A expressão para a força magnética, acima, refere-se ao caso onde
há movimento ENTRE as cargas, e não entre estas e qualquer observador. Se
elas estiverem inicialmente em repouso, assim continuarão. Não é um
observador enxerido qualquer vai mudar isso. O papel de um referencial é
meramente facilitar a observação e a medição.


Léo: [Nota: Estamos trabalhando no Sistema CGS Eletrostático (onde comparece
c). Para transferir para o Sistema Internacional de Unidades basta fazer c =
4p/m e tomar r em C/m.]

Victor: Ok.


Léo: Essa força atrativa magnética deve ser adicionada à força repulsiva
eletrostática. Portanto o observador em movimento calcula a força resultante
como sendo
F = Fe - Fm = 2Qr/R - (2rQ/R)(v2/c2) = 2Qr/R(1 - v2/c2) (Léo)
para um observador que se move à velocidade v.

Victor: (O trecho referente a este tópico foi eliminado). Ficou muito
abusado e...equivocado. Em seu lugar, comento apenas o seguinte:

Existiria uma força sobre Q, F = Fe-Fm, se a velocidade relativa entre L e
Q fosse diferente de zero.
Na fórmula Fm = Fm = Qv/c X B =(2rQ/R)(v2/c2), v é a velocidade relativa
entre as cargas, que inexiste no problema em questão. Aliás, no desenho do
link que forneceu há pouco, isto fica bem claro.


Léo: Numericamente, é um fator (1 - v2/c2) menor que o resultado (Eq.1)
obtido por um observador estacionado.
Observe que se v<<<c, o fator (1 - v2/c2) torna-se unitário e a força
resultante será F = 2Qr/R = Q.E, tipicamente eletrostática.
Assim, é claro que as leis da eletricidade dão resultados diferentes em
sistemas de referência diferentes.

Victor: Não. Não é sequer claro, isso. Sistemas de referência diferentes
devem produzir ou mesmos resultados: os valores podem não ser idênticos,
mas serão absolutamente semelhantes; pois as leis da física são as mesmas
para todos os referenciais e as equações que representam essas leis devem
ter a mesma forma, quaisquer que sejam estes referenciais. Um valor
numérico obtido em um terá o mesmo significado, a mesma validade e o mesmo
efeito que outro valor numérico obtido em outro, para o mesmo fenômeno
físico, devendo haver seguramente alguma transformação que faça a devida
conversão de um no outro. No caso, tal transformação existe e são as TEL,
ou Transformações de Einstein-Lorentz. Se você tiver de gastar dinheiro
para implementar dado projeto, você não conseguirá gastar menos simplesmente
implementado o projeto sob a consideração de referenciais diferentes.
Pois, do ponto de vista das leis de conservação do momento e da energia, que
é o que se paga, os efeitos serão sempre os mesmos.
Inexoravelmente.

No caso do eletromagnetismo, suas leis já são, naturalmente, covariantes,
segundo as TEL. Em relação às de Galileo, não.

Léo: Contudo, de acordo com o princípio da relatividade de Galileu na
mecânica clássica, a força ou aceleração sobre Q deve ser independente da
velocidade do observador. Como conciliar isso?

Victor: Correto. Qualquer fenômeno físico independe de qualquer sistema
de referência. Não é possível imaginarmos que as leis da física sejam umas
aqui em meu apartamento e outras quando estou viajando num avião. O que eu
concluir aqui será exatamente o que alguém concluí num avião em movimento,
ambos fazendo os mesmos experimentos.


Léo: É assim, fácil observar, que o princípio da relatividade de Galileu que
funciona para a mecânica clássica é inconsistente com as equações de
Maxwell. Para resolver esta contradição, o princípio da relatividade, ou as
equações de Maxwell, ou a mecânica clássica devem ser revistos.

Victor: É claro que qualquer teoria pode ser revista, desde que fatos novos
surjam, a qualquer tempo. O que agora comentamos, contudo, não são fatos
novos.

Em vista do exposto, as suas conclusões e todas as demais, em relação à
proposição inicial, perdem inteiramente o sentido.

Não há, assim, a inconsistência apontada.


Léo: Vamos considerar agora as seguintes 3 alternativas:

Victor: As 3 alternativas acima se reduzem, pois, a esta: nenhuma.
Pois está tudo ok, como manda o figurino Relativista ou mesmo Newtoniano.


Léo: Talvez hoje pela tardinha eu complete esse 'nabo' e tire a virgindade
coulombiana.

Victor: Sorry, mas a mocinha coulombiana continuará “cabaço”, por outros
bons séculos. Mesmo numa época dessas, na qual, se Henrique V gritasse:
“meu reino por um cabaço”, estaria roubado e mal pago. Inapelavelmente.
Devido à raridade dessas preciosidades, ao menos nas faixas permitidas.

Sds,

Victor.


===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
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-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br <mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 10:45
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida

Caro Léo,

Acho que, numa primeira investida, está ok. Mas eu não diria algo assim:
"...e então a 'tradicional' lei

de Coulomb deve sofrer alterações (por vezes, sérias alterações!).", pois
daria a impressão

de que deveria haver alteração na estrutura mesma da lei. E não é assim. O
que acontece é

que, numa situação dessas, aliás comum, a aplicação da Lei de Coulmb, que é
essencialmente puntual, fica difícil, trabalhosa, exigindo maiores esforços
para sua correta aplicação. Pois a carga agora apresenta-se distribuída ao
longo do corpo, pelo que não poderemois mais desprezar as diferenças entre
as distâncias de cada uma à uma carga de teste infinitesimal. Torna-se
necessário, com vistas à Lei de Coulomb, que ela seja dividida em cargas
infinitesimais, seja considerado o efeito de cada dq sobre a carga teste,
como se os outros dq's não existisssem e depois somado tudo, pois vale o
notável e simplificador, como simples é a natureza,

Princípio da Superposição. O efeito global de todos os dq é a soma, ou
integração dos efeitos de cada uma. Para tais objetivos, a natureza diz:
olha, considera que a carga A(puntal) não exista, e calcule o efeito
elétrico sobre a carga de teste devido somente à carga B(puntual). Depois,
considere que B não existe e calcule o efeito elétrico da A sobre a mesma
carga de teste. Depois some tudo, misture tudo, integrando(para dizer
melhor). Ou seja, a matemática a ser usada será mais elaborada, deverá
cansar a munheca, após a trabalheira para encontrar o efeito de cada carga,
como se as outras não existissem.

Mas, a lei, em si, continuará a mesma, não sofrerá alterações de qualquer
natureza.

Outro fato notável é que valem, também na eletrostática, os seguintes
teoremas, aplicáveis à gravitação, para corpos esféricos, o que simplifica
magistralmente os problemas, nos casos de configurações esféricas:

1 - Uma casca esférica uniformemente carregada atrai ou repele uma partícula
carregada exterior como se toda a carga da casca estivesse concentrada em
seu interior; e,

2) Para uma partícula que esteja em seu interior, a casca esférica
uniformemente carregada não exerce sobre ela qualquer força eletrostática.
(Isto é aproveitado na prática como blindagem eletrostática).

Aliás, seria interessante que a menina Claodinice fosse informada, também,
de que:

a) a lei de força gravitacional, devida a Newton, é a mesma lei de
força na eletrostática, devida a Coulomb, mudando apenas as grandezas e
constantes associadas aos fenômenos específicos; e,

b) A Lei de Coulomb nunca foi violada, sob qualquer aspecto. Ainda
está "cabaço", como se diz. Até mesmo onde as leis de Newton falham
estrondosamente, a Lei de Coulomb surge vitoriosa e risonha, brandindo sua
espada reluzente e afiada, precisa e eficientemente. Como é o caso das
cargas num átomo.

Sds,

Victor.





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Novo arquivo carregado em ciencialist
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 09:51

A figura no arquivo está ótima. Estou examinando o funcionamento dos três osciladores em defasagem e algo sobre os transistores de Q1 a Q6.

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
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-----Mensagem Original-----
De: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 12 de maio de 2007 00:54
Assunto: RE: [ciencialist] Novo arquivo carregado em ciencialist


Tipo, oi.
Desconsidere minha msg anterior.
Abrí mas não existe boa definição. Não deu p/ver direito.
abr/M.





SUBJECT: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 09:56

Oh! Pena! .... chegou tarde por aqui ... a paulada já foi postada! Sorry!
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 09:51
Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida


Léo,

Relendo o texto anterior, descobrir uma informação que dei simplesmente
indevida. Desconsidere, pois o texto anterior a este.
Vale este, onde eliminei o trecho que que tem um furo, substituindo-o
adequadamente.

Se as cargas em L e Q estivessem em movimento relativo, um em relação ao
outro, as forças de somariam

como você apontou mesmo. Portanto, você e os demais listeiros podem
deletar o texto anterior, e considerar

este, para efeito das pauladas.

Os deuses erram, quanto mais os querubins!.

Sorry!

Sds,

Victor.



De: J.Victor [mailto:j.victor.neto@uol.com.br]
Enviada em: sábado, 12 de maio de 2007 17:37
Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida







De: J.Victor [j.victor.neto@uol.com.br]

Enviado em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 16:47

Para: 'ciencialist@yahoogrupos.com.br'

Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma
pergunta, pois estou c/ uma duvida



De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 11:15
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma
duvida



Léo,



O retorno a seguir está meio longo, devido ao nível de detalhamento que
coloquei. E o fiz pensando nos ciencialisteiro que não física em seu dia a
dia, mas que têm curiosidade ou interesse nessas coisas, e se dispõem a ler,
honrando nossos esforços.

Espero que não tenha ficado enfadonho demais.



........
Léo: Além disso, não concordo o o 'status' que vc dá à lei de Coulomb e seus
derivados. Aliás, estou desenvolvendo um texto justamente comentando como as
leis da eletricidade violam o princípio da relatividade. O que um observador
em 'repouso' vê de eletrostática numa questão não é o que vê um observador
em movimento.

Victor: Farei uns comentários ao seu texto, então. Pois discordo de você
neste mister. Intreiramente.


Léo: Eis a parte do texto já pronta: (onde está r leia-se 'rö', p leia-se
'pi' e m leia-se 'mü')

Victor: Ok.
+++++++++++++++++++
Léo: O Principio da Relatividade
A Velocidade é relativa
Galileu propôs, como um princípio geral de simetria, que as leis da Física
deveriam ser as mesmas para qualquer observador que se mova a uma velocidade
constante, qualquer que seja a direção, sentido e o módulo dessa velocidade.
Em outras palavras, não deve haver nenhum sistema de referência preferencial
nem nenhuma maneira de determinar uma velocidade absoluta. Esta simetria
geral é chamada de princípio da relatividade.
É claro que Galileu e Newton se certificaram de que suas leis da mecânica
clássica obedeciam ao princípio da relatividade.

Victor: Ok.


Léo: Contudo, a menos que se façam algumas mudanças na Física que
apresentamos no Ensino Médio, as leis da eletricidade violam o princípio da
relatividade. Um observador em "repouso" e um em movimento obterão duas
predições teóricas diferentes para a mesma experiência.

Victor: Não é assim. Se algo do tipo acontecer, das duas uma, e só pode
ser uma: ou a teoria está errada; ou faltou algum detalhe da tal que não foi
levado em consideração na análise.

A TR está correta, com a mera precisão de somente uma parte em 10^14.

(Você sabia que, para Newton, sua teoria estava correta em uma parte 10^3,
apenas? E hoje sabemos que Newton enganou-se. Sua teoria está correta, em
muito mais: uma parte em 10^7 ?).


Léo: Como ilustração, vamos considerar o exemplo simples de uma carga
puntual Q a uma distância R de um fio carregado com r statcoulombs por
centímetro como mostra a Fig.1.

Fig.1- Carga puntual Q a uma distância R de um fio carregado com r C/m.
Fig.2- A Fig.1 vista por um observador que se move com velocidade v para
cima.

A força sobre Q é Fe = QE onde E = 2r/R é o valor do campo elétrico da
distribuição Q no ponto do espaço que dista R (veja adendo 1 "campo
originado por cilindro uniformemente eletrizado").

Victor: 1) Eu não vi sua Fig.1, mas imagino que se trata de uma linha de
comprimento L, com uma carga de densidade linear, de valor r(C/m),
distribuída. E que você considerou
que a distância R entre a carga Q e o centro dessa linha de cargas é muito,
muito maior que o comprimento L da linha. Pois no denominador da expressão
de E, na direção escolhida, comparece a raiz quadrada da soma dos quadrados
de L e R. L, então, desaparece, em comparação com R, o que
justifica a fórmula acima.

2) As cargas no fio L são estacionárias. O fio está em repouso em relação à
carga Q, alocada a R (m) do centro de L, que, obviamente, também está em
repouso em relação a L. Ou seja, L e Q estão em repouso, um em relação ao
outro. Estou supondo que você supôs isso, pois é que se depreende de sua
linha de raciocínio. Estou certo? Se sim, vamos em frente.

Léo: Portanto, Fe = 2Qr/R ... eq.1, para um observador em repouso.

Victor: Ok.


Léo: Consideremos agora um segundo observador que se move paralelamente ao
fio à velocidade v como mostra a Fig.2. Além da força eletrostática acima Fe
(eq.1) este observador mediria também uma força magnética Fm . Ele vê uma
corrente elétrica I = rv movendo-se ao longo do fio e uma carga Q movendo-se
também paralelamente ao fio à velocidade v.

Victor: Segundo entendi(e não vi sua Fig.2), você diz que, de acordo com o
observador (S1), que se move com velocidade v em relação ao fio L, sobre
Q surge uma força magnética, Fm, devida à distribuição de carga nesse mesmo
fio de comprimento L e carga r (C/m).
Nesse caso, e para facilitar esta exposição, consideremos o observador S1 em
repouso e o fio L movendo-se em relação a ele, com velocidade (-v). Dará
no mesmo, do ponto de vista da análise. A carga teste, Q, contudo, se
mantém em repouso em relação a L, embora o observador S1 a veja em
movimento, com a MESMA velocidade (-v) de L, já que sua situação é
estacionária em relação a L, conforme premissa inicial.
O ponto, então, é este: o observador S1 vê L e Q movendo-se com a mesma
velocidade (-v) em relação a ele. Ou seja, ele próprio, S1, poderá
concluir o que um observador S fixo a L ou Q concluiria: que Q,
efetivamente, se encontra em repouso em relação a L. Vice-versa.
Como era para ser mesmo, pois esta é uma condição imposta pelo enunciado do
problema, conforme inferí de seu enunciado.


Léo: Como sabemos, a força magnética sobre uma carga Q é Fm = Qv/c X B. O
campo magnético B produzido por uma corrente circulando em linha reta é B =
2rv/(cR). Portanto, Fm = Qv/c X 2rv/(cR) = (2rQ/R)(v2/c2) é a força
magnética.

Victor: Bem, aquí, você afirma que a força magnética da distribuição de
cargas em L, agora em movimento, sobre Q, é Fm = Q(v/c) x B.

Mas não é!

Q não está em movimento em relação à carga do fio L! Q está em repouso em
relação a L.
O v da fórmula acima refere-se ao movimento relativo ENTRE as cargas! No
caso em foco, como já foi comentado, L e Q são vistos, pelo agora
observador inercial em repouso relativo, S1, movendo-se em conjunto, ambos
com a mesma velocidade (-v) pelo que S1 pode concluir, portanto, que L e Q
estão em repouso, um em relação ao outro, o que é confirmado por um
referencial S ligado à carga Q ou ao fio L.
Da mesma maneira que um observador terrestre concluí que todos os corpos
caem do mesmo jeito em queda livre, pois não vê a pedra pesada andar mais
rápido que a pedra maneira. Se no momento em que a corda do elevador é
cortada, as duas estão lado a lado, após o corte, as duas continuarão assim.
Uma verá a outra repouso. Vice-versa. Um observador na terra verá as duas
caindo, mas juntas, lado a lado. Como inteligente e genialmente concluiu
Galileo. (Claro que não estou levando em consideração os efeitos de maré,
e estou considerando o elevador como local e muito pequeno, tal qual, nele,
g aproximadamente constante. (Como deve ser, quando se pensa corretamente
no Princípio da Equivalência).
Assim não pode haver forças magnéticas entre eles, L e Q, conforme a mesma
fórmula que você expôs: pois a velocidade relativa em L e Q é zero, pelo
que Fm será igualmente zero. Seja do ponto de vista do observador em
questão, S1, seja do ponto de vista de um observador S ligado ao próprio L
ou a Q. É o que sentencia a sua expressão matemática. Contudo, S1 observa,
sim, campos magnéticos devido ao conjunto de cargas. Mas isso é outra
questão e não tem relação com a proposição inicial. Sobrevive, contudo, a
interação eletrostática entre L e Q, conforme a primeira equação que você
colocou acima, calculada por um observador em repouso em relação a L e a Q.
E o que é campo eletrostático para um observador, é campo magnético para
outro. Coisa que acontece de maneira natural. Do ponto de vista prático e
energético, o dinheiro gasto será o mesmo, tanto do ponto de vista de um,
como do ponto de vista do outro.

Adicionalmente, acrescento que, se L e Q estiverem em movimento relativo,
entre si, poderemos calcular as forças supervenientes, que existem
efetivamenente, sendo os valores dessas forças diferentes, de referencial
inercial a referencial inercial, mas absolutamente equivalentes, pois são
conversíveis umas nas outras, mediantes as TL.

Mas não é este o caso. Contudo, se todos os observadores estiverem à mesma
velocidade relativa entre as cargas, os valores que obtêm serão exatamente
iguais Como requer a natureza, muito bem expressa pelos postulados da
relatividade(PPR) e o PE.

Resumindo: A expressão para a força magnética, acima, refere-se ao caso onde
há movimento ENTRE as cargas, e não entre estas e qualquer observador. Se
elas estiverem inicialmente em repouso, assim continuarão. Não é um
observador enxerido qualquer vai mudar isso. O papel de um referencial é
meramente facilitar a observação e a medição.


Léo: [Nota: Estamos trabalhando no Sistema CGS Eletrostático (onde comparece
c). Para transferir para o Sistema Internacional de Unidades basta fazer c =
4p/m e tomar r em C/m.]

Victor: Ok.


Léo: Essa força atrativa magnética deve ser adicionada à força repulsiva
eletrostática. Portanto o observador em movimento calcula a força resultante
como sendo
F = Fe - Fm = 2Qr/R - (2rQ/R)(v2/c2) = 2Qr/R(1 - v2/c2) (Léo)
para um observador que se move à velocidade v.

Victor: (O trecho referente a este tópico foi eliminado). Ficou muito
abusado e...equivocado. Em seu lugar, comento apenas o seguinte:

Existiria uma força sobre Q, F = Fe-Fm, se a velocidade relativa entre L e
Q fosse diferente de zero.
Na fórmula Fm = Fm = Qv/c X B =(2rQ/R)(v2/c2), v é a velocidade relativa
entre as cargas, que inexiste no problema em questão. Aliás, no desenho do
link que forneceu há pouco, isto fica bem claro.


Léo: Numericamente, é um fator (1 - v2/c2) menor que o resultado (Eq.1)
obtido por um observador estacionado.
Observe que se v<<<c, o fator (1 - v2/c2) torna-se unitário e a força
resultante será F = 2Qr/R = Q.E, tipicamente eletrostática.
Assim, é claro que as leis da eletricidade dão resultados diferentes em
sistemas de referência diferentes.

Victor: Não. Não é sequer claro, isso. Sistemas de referência diferentes
devem produzir ou mesmos resultados: os valores podem não ser idênticos,
mas serão absolutamente semelhantes; pois as leis da física são as mesmas
para todos os referenciais e as equações que representam essas leis devem
ter a mesma forma, quaisquer que sejam estes referenciais. Um valor
numérico obtido em um terá o mesmo significado, a mesma validade e o mesmo
efeito que outro valor numérico obtido em outro, para o mesmo fenômeno
físico, devendo haver seguramente alguma transformação que faça a devida
conversão de um no outro. No caso, tal transformação existe e são as TEL,
ou Transformações de Einstein-Lorentz. Se você tiver de gastar dinheiro
para implementar dado projeto, você não conseguirá gastar menos simplesmente
implementado o projeto sob a consideração de referenciais diferentes.
Pois, do ponto de vista das leis de conservação do momento e da energia, que
é o que se paga, os efeitos serão sempre os mesmos.
Inexoravelmente.

No caso do eletromagnetismo, suas leis já são, naturalmente, covariantes,
segundo as TEL. Em relação às de Galileo, não.

Léo: Contudo, de acordo com o princípio da relatividade de Galileu na
mecânica clássica, a força ou aceleração sobre Q deve ser independente da
velocidade do observador. Como conciliar isso?

Victor: Correto. Qualquer fenômeno físico independe de qualquer sistema
de referência. Não é possível imaginarmos que as leis da física sejam umas
aqui em meu apartamento e outras quando estou viajando num avião. O que eu
concluir aqui será exatamente o que alguém concluí num avião em movimento,
ambos fazendo os mesmos experimentos.


Léo: É assim, fácil observar, que o princípio da relatividade de Galileu que
funciona para a mecânica clássica é inconsistente com as equações de
Maxwell. Para resolver esta contradição, o princípio da relatividade, ou as
equações de Maxwell, ou a mecânica clássica devem ser revistos.

Victor: É claro que qualquer teoria pode ser revista, desde que fatos novos
surjam, a qualquer tempo. O que agora comentamos, contudo, não são fatos
novos.

Em vista do exposto, as suas conclusões e todas as demais, em relação à
proposição inicial, perdem inteiramente o sentido.

Não há, assim, a inconsistência apontada.


Léo: Vamos considerar agora as seguintes 3 alternativas:

Victor: As 3 alternativas acima se reduzem, pois, a esta: nenhuma.
Pois está tudo ok, como manda o figurino Relativista ou mesmo Newtoniano.


Léo: Talvez hoje pela tardinha eu complete esse 'nabo' e tire a virgindade
coulombiana.

Victor: Sorry, mas a mocinha coulombiana continuará "cabaço", por outros
bons séculos. Mesmo numa época dessas, na qual, se Henrique V gritasse:
"meu reino por um cabaço", estaria roubado e mal pago. Inapelavelmente.
Devido à raridade dessas preciosidades, ao menos nas faixas permitidas.

Sds,

Victor.


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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
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-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br <mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Enviada em: quinta-feira, 10 de maio de 2007 10:45
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida

Caro Léo,

Acho que, numa primeira investida, está ok. Mas eu não diria algo assim:
"...e então a 'tradicional' lei

de Coulomb deve sofrer alterações (por vezes, sérias alterações!).", pois
daria a impressão

de que deveria haver alteração na estrutura mesma da lei. E não é assim. O
que acontece é

que, numa situação dessas, aliás comum, a aplicação da Lei de Coulmb, que é
essencialmente puntual, fica difícil, trabalhosa, exigindo maiores esforços
para sua correta aplicação. Pois a carga agora apresenta-se distribuída ao
longo do corpo, pelo que não poderemois mais desprezar as diferenças entre
as distâncias de cada uma à uma carga de teste infinitesimal. Torna-se
necessário, com vistas à Lei de Coulomb, que ela seja dividida em cargas
infinitesimais, seja considerado o efeito de cada dq sobre a carga teste,
como se os outros dq's não existisssem e depois somado tudo, pois vale o
notável e simplificador, como simples é a natureza,

Princípio da Superposição. O efeito global de todos os dq é a soma, ou
integração dos efeitos de cada uma. Para tais objetivos, a natureza diz:
olha, considera que a carga A(puntal) não exista, e calcule o efeito
elétrico sobre a carga de teste devido somente à carga B(puntual). Depois,
considere que B não existe e calcule o efeito elétrico da A sobre a mesma
carga de teste. Depois some tudo, misture tudo, integrando(para dizer
melhor). Ou seja, a matemática a ser usada será mais elaborada, deverá
cansar a munheca, após a trabalheira para encontrar o efeito de cada carga,
como se as outras não existissem.

Mas, a lei, em si, continuará a mesma, não sofrerá alterações de qualquer
natureza.

Outro fato notável é que valem, também na eletrostática, os seguintes
teoremas, aplicáveis à gravitação, para corpos esféricos, o que simplifica
magistralmente os problemas, nos casos de configurações esféricas:

1 - Uma casca esférica uniformemente carregada atrai ou repele uma partícula
carregada exterior como se toda a carga da casca estivesse concentrada em
seu interior; e,

2) Para uma partícula que esteja em seu interior, a casca esférica
uniformemente carregada não exerce sobre ela qualquer força eletrostática.
(Isto é aproveitado na prática como blindagem eletrostática).

Aliás, seria interessante que a menina Claodinice fosse informada, também,
de que:

a) a lei de força gravitacional, devida a Newton, é a mesma lei de
força na eletrostática, devida a Coulomb, mudando apenas as grandezas e
constantes associadas aos fenômenos específicos; e,

b) A Lei de Coulomb nunca foi violada, sob qualquer aspecto. Ainda
está "cabaço", como se diz. Até mesmo onde as leis de Newton falham
estrondosamente, a Lei de Coulomb surge vitoriosa e risonha, brandindo sua
espada reluzente e afiada, precisa e eficientemente. Como é o caso das
cargas num átomo.

Sds,

Victor.





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 10:22

Alberto,

Só por curiosidade: a mim pouco importa se o elétron é ou não uma
carga columbiana, mas fico curioso para saber o que estamos perdendo
com essa suposição que você julga ser errada. O que estamos perdendo?

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@...> escreveu
>
> Aos amigos Ciencialisteiros
>
> Estou reencaminhando esta msg (com ligeiras modificações) pois
> provavelmente a original ficou perdida no contínuum espaço-tempo do
> Yahoo
>
> ----- Original Message -----
> From: "Jeff"
> Sent: Friday, May 11, 2007 3:56 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
>
> > Eu não conheço bem estas interpretações da mecânica
> > quântica, mas entendo que não é possível existir
> > aleatoriedade objetiva em um sistema fechado!
> > Ou estou errado? Eu acredito na falta de
> > conhecimento de variáveis que podem determinar
> > certos comportamentos quânticos e na prepotência
> > de cientistas em afirmarem que não.
>
> Olá Jeff
>
> Eu diria que a coisa é mais ou menos por aí, se bem que os
> precursores da mecânica quântica não chegaram propriamente a se
> postarem como prepotentes, como sói acontecer com os seus seguidores,
> em especial os da atualidade. Dentre os precursores, alguns aceitavam
> a idéia de "variáveis escondidas" (a começar por Einstein) enquanto
> outros adotavam o "critério de utilidade" (a começar por Bohr). Para
> esses últimos, a teoria, certa ou errada, estava completa e qualquer
> variável do tipo esperado pelos primeiros iria despersonalizar a
> teoria. A teoria funcionava, logo sob o ponto de vista utilitarista
> achavam que seria uma grande asneira procurar por essas "variáveis
> escondidas".
>
> Na realidade eu diria que o problema é um pouquinho mais complexo e
> não consiste apenas na procura pelas "variáveis escondidas", mas sim
> na redefinição de variáveis consagradas pela física clássica do final
> do século XIX. No rodapé das minhas msgs, por exemplo, eu costumo
> dizer que o elétron não é uma carga elétrica em miniatura, e essa é
> uma verdade que físico quântico nenhum da atualidade, dentre aqueles
> que por aqui apareceram, conseguiu rebater de maneira pelo menos
> aceitável e/ou criticável. Eu já perdi a conta dos especialistas
> (alguns mestres ou doutores em física) que, aqui na Ciencialist,
> tentaram e acabaram desistindo. Via de regra, foram cantar noutra
> freguesia, pois não conseguiram convencer a ninguém de nada.
>
> Existem alguns que apelam para determinados teoremas da "fismat" a
> afirmarem que matematicamente seria impossível a existência
> das "variáveis escondidas", mas esses teoremas foram formulados
> aceitando-se aquelas mesmas idéias e/ou variáveis que se mostraram
> incompatíveis com a explicação de algumas experiências efetuadas no
> final do século XIX (Michelson-Morley, espectro do corpo negro,
> etc.). Ninguém quer aceitar a idéia proposta para o elétron não-
> carga elétrica coulombiana, nem a idéia de luz corpuscular, nem
> tampouco uma explicação plausível e a justificar a segunda lei da
> termodinâmica. Consequentemente, ficamos frente a esses teoremas
> matemáticos que nada mais são senão uma maneira requintada de se
> aceitar os "critérios de utilidade" de Bohr.
>
> Ou seja, não há como assimilar variáveis escondidas num terreno em
> que a grande maioria das variáveis têm se mostrado mal definidas.
> Novamente ficamos frente a "uma escolha entre o roto e o
> esfarrapado", qual seja, entre as teorias que aceitam a idéia
> de "variáveis escondidas" e as teorias que aceitam os "critérios de
> utilidade" de Bohr (deixando-se de lado todo o potencial inerente à
> física clássica, ainda que esta necessite de algumas redifinições a
> se compatibilizarem com a experimentação da atualidade).
>
> > Eu não estudo física, mas tudo (pouco) o que eu lí
> > a respeito não dá *provas* da aleatoriedade objetiva
> > de certos comportamentos quânticos, mas apenas a
> > impossibilidade de medição... Entendo que não poder
> > medir não significa não existir.
>
> Essa impossibilidade é um dos dogmas da física "moderna". Os
> físicos "modernos" conseguem medir coisas que não existem, como por
> exemplo, a carga elétrica de um elétron e, graças a isso, acabam por
> chegar em situações em que o que de fato existe não pode ser medido.
> O número e = 1,609x10^-19 C realmente existe, mas isso é uma
> constante universal que não tem nada a ver com a carga coulombiana do
> elétron, pois isso não existe.
>
> > Se existir um raciocínio lógico que conclua que é
> > possível acontecer alguma coisa sem causa, eu
> > gostaria de entendê-lo!
>
> Talvez isso seja estudado na lógica paraconsistente, algo que tem
> muito a ver com a lógica da física quântica (se é que existe alguma
> lógica no que dizem os físicos quânticos). Por outro lado, eu diria
> que embora a causa se nos mostre sempre presente --muitas vezes
> adquirindo uma conotação importante-- a causalidade, a meu ver, não
> serve como ponto de apoio para a ciência. Quero crer que quem
> primeiro se deu conta dessa realidade foi Galileu.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 10:28

Corrijo o link enviado para esse link:

http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/principio_da_relatividade.htm

O anterior está misturado com o problema do éter scaneado de cópias de offset da época do Curso Di Tullio. Vou tentar restaurar esse texto da apostila.

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
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-----Mensagem Original-----
De: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 08:52
Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida


Oi Victor,

coloquei esse texto e figuras na pasta "provisorio" do Imperdível; veja:

http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/relatividade.htm

está incompleto ...ainda!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 11 de maio de 2007 21:28
Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/ uma duvida


Caro Léo,

Já ensaiei uma resposta, mas preciso que você me informe o link onde
encontrarei as Figuras 1 e 2,

a respeito de sua proposição mais abaixo.

Só para verificar se refiz tais figuras conforme você descreveu.

Sds,

Victor.




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 11:02

----- Original Message -----
From: "José Carlos Antonio"
Sent: Sunday, May 13, 2007 10:22 AM
Subject: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza

> Só por curiosidade: a mim pouco importa se o elétron é ou não uma
> carga columbiana, mas fico curioso para saber o que estamos perdendo
> com essa suposição que você julga ser errada. O que estamos
> perdendo?

Macroscopicamente nada, pois o eletromagnetismo funciona
independentemente do conhecimento de suas unidades básicas. Quase toda
a tecnologia do século XX apóia-se no eletromagnetismo como formulado
por Maxwell (Maxwell não chegou a conhecer os elétrons, ainda que
tivesse razões para suspeitar de sua existência). Microcosmicamente
tudo pois, da maneira como a física "moderna" está estabelecida,
estamos evoluindo numa direção onde a decifração íntima da natureza
material tem se mostrado impossível. Isso graças a um "princípio"
absurdo que, decorrente de um grande número de erros que vem sendo
cometidos, acabou por se tornar fundamental. Estou falando do
princípio da incerteza que, a bem da verdade, poderia ser chamado
princípio da ignorância, pois a ignorância, no que diz respeito à
decifração da natureza íntima da matéria, é tudo o que ele nos
assegura.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 12:51





De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 09:45
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida



Léo: Oi Victor,

vou contestar tudo que vc disse e dar os argumentos pertinentes. Apenas
aguarde para a continuação da leitura do texto onde vou citar as três
possibilidades.

Todavia, já contestando, vou apontar uma 'falhazinha' no seguinte texto de
sua argumentação:

>"Mas um campo magnético devido a uma corrente I numa dada direção é
concêntrico à direção da corrente, sendo, portanto, perpendicular ao
segmento R, saindo do papel ou entrando no papel onde R está desenhado, esse
mesmo R que liga o centro de L ao ponto onde está Q; mas somente se fosse o
caso de haver movimento relativo entre eles. Que, evidentemente, não há.
Assim, a força resultante sobre Q seria o resultado de uma composição
vetorial entre Fm e Fe, e não resultante de operação escalar, como foi feito
acima, pois Fm e Fe seriam perpendiculares e não colineares, como se
depreende da proposição inicial."

Aqui vc se esqueceu de um fato: Vc tem duas mãos! E vc usou uma só; a regra
da mão direita para achar a direção e sentido do campo magnético B. OK, o
campo B produzido pela corrente I em L, na posição de Q, é "saindo do
papel", perpendicular à direção R. OK.
Agora vamos usar a outra mão, a esquerda (lembra dela :-)) e colocar o
indicador no sentido de B (saindo do papel), o dedo médio no sentido de v
(para baixo) e teremos como resultado a força de Lorentz Fm para "dentro",
dirigida para L e, portanto, diretamente oposta à Fe; dai F = Fe - Fm (logo,
uma mera operação escalar; Fe e Fm são colineares).

Victor: Tem razão. E esqueci mesmo. E isto é óbvio. Apenas, no calor da
escrita, por algum desses motivos que só depois dão o estalo, fiquei só com
a direção de B. Foi precisamente isso que corrigí no anterior. Tudo bem.
Mas já disse, ninguém é perfeito...

Leó: Agora vou preparar a continuação do texto e ... pode tirar o cavalinho
da chuva, pois há movimento relativo entre Q (para baixo) e o CAMPO B
(estacionário, pois B se repete identicamente em todos os pontos). Quem age
sobre Q (móvel) é B (fixo) e não a corrente I ou o fio infinito com
distribuição uniforme de cargas em movimento.

Isso é só para amaciar! :-))

Victor: Ok.

Sds,

Victor.



Té mais, vou aumentar meu texto ..........

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br <mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Enviada em: sábado, 12 de maio de 2007 17:36
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida

O retorno a seguir está meio longo, devido ao nível de detalhamento que
coloquei. E o fiz pensando nos ciencialisteiro que não física em seu dia a
dia, mas que têm curiosidade ou interesse nessas coisas, e se dispõem a ler,
honrando nossos esforços.

Espero que não tenha ficado enfadonho demais.

[ ... ]





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 17:32

Oi Victor,

vc chegou a ver as figuras em
http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/principio_da_relatividade.htm ?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 12:51
Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida






De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 09:45
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida



Léo: Oi Victor,

vou contestar tudo que vc disse e dar os argumentos pertinentes. Apenas
aguarde para a continuação da leitura do texto onde vou citar as três
possibilidades.

Todavia, já contestando, vou apontar uma 'falhazinha' no seguinte texto de
sua argumentação:

>"Mas um campo magnético devido a uma corrente I numa dada direção é
concêntrico à direção da corrente, sendo, portanto, perpendicular ao
segmento R, saindo do papel ou entrando no papel onde R está desenhado, esse
mesmo R que liga o centro de L ao ponto onde está Q; mas somente se fosse o
caso de haver movimento relativo entre eles. Que, evidentemente, não há.
Assim, a força resultante sobre Q seria o resultado de uma composição
vetorial entre Fm e Fe, e não resultante de operação escalar, como foi feito
acima, pois Fm e Fe seriam perpendiculares e não colineares, como se
depreende da proposição inicial."

Aqui vc se esqueceu de um fato: Vc tem duas mãos! E vc usou uma só; a regra
da mão direita para achar a direção e sentido do campo magnético B. OK, o
campo B produzido pela corrente I em L, na posição de Q, é "saindo do
papel", perpendicular à direção R. OK.
Agora vamos usar a outra mão, a esquerda (lembra dela :-)) e colocar o
indicador no sentido de B (saindo do papel), o dedo médio no sentido de v
(para baixo) e teremos como resultado a força de Lorentz Fm para "dentro",
dirigida para L e, portanto, diretamente oposta à Fe; dai F = Fe - Fm (logo,
uma mera operação escalar; Fe e Fm são colineares).

Victor: Tem razão. E esqueci mesmo. E isto é óbvio. Apenas, no calor da
escrita, por algum desses motivos que só depois dão o estalo, fiquei só com
a direção de B. Foi precisamente isso que corrigí no anterior. Tudo bem.
Mas já disse, ninguém é perfeito...

Leó: Agora vou preparar a continuação do texto e ... pode tirar o cavalinho
da chuva, pois há movimento relativo entre Q (para baixo) e o CAMPO B
(estacionário, pois B se repete identicamente em todos os pontos). Quem age
sobre Q (móvel) é B (fixo) e não a corrente I ou o fio infinito com
distribuição uniforme de cargas em movimento.

Isso é só para amaciar! :-))

Victor: Ok.

Sds,

Victor.



Té mais, vou aumentar meu texto ..........

aquele abraço,

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
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-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br <mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Enviada em: sábado, 12 de maio de 2007 17:36
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida

O retorno a seguir está meio longo, devido ao nível de detalhamento que
coloquei. E o fiz pensando nos ciencialisteiro que não física em seu dia a
dia, mas que têm curiosidade ou interesse nessas coisas, e se dispõem a ler,
honrando nossos esforços.

Espero que não tenha ficado enfadonho demais.

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SUBJECT: Re: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 17:44

Se não for reconhecida e estabelecida como *útil*, cabal e oportuna não deve
ser intuição.
Vc tem razão: concretar a coisa pode ser melhor ainda.
A realização de uma intuição poderá ser os outros 98% do esforço, que já
conhecemos.
Num segundo poderemos conceber sacadas para toda uma vida, ou +.
No entanto, sem o início do processo do ''insight'' teremos os clássicos
100% de vazio e inquietação.
abr/M.


>From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: RES: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
>Date: Sun, 13 May 2007 09:49:51 -0300
>
>De: "murilo filo"
>
> >Não explicou e nem vai explicar.
>Só mostrou o mecanismo.
>A intuição está além da pura intelectualidade e da emoção.
>Vem bem mais de dentro, coisa que os gringos ainda vão explicar -
>racionalmente.
>Vc tem intuição? Tem coisa melhor?<
>
>Sim, a concretização da intuição.
>
>[]'
> Léo
>
>
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SUBJECT: Fw: Oxignio
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 18:31

Help! não entendi!

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
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-----Mensagem Original-----
De: inaldolopes
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: sábado, 12 de maio de 2007 09:23
Assunto: Oxigênio


Professor,

Gostaria de saber qual o volume específico do Oxigênio líquido à temperatura de 21º C e 1 atm. e como se chega a esse resultado,

Agradeço desde já a sua ajuda.


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SUBJECT: P/ Homero: Pinker
FROM: "Joao de Carvalho" <joaobncarvalho@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 18:36

Olá, Homero.

> Eu li Tabula Rasa e é fantástico, vale o esforço (não é um livro
fácil
> ou simples). E vale muitas vezes seu preço, embora livros no Brasil
> custem um absurdo.

Eu tenho esse livro, e comecei a lê-lo. O Pinker escreve muito bem, é
muito inteligente, e é um ótimo divulgador científico. Ele tem muito
bem desenvolvida a habilidade que William James já observou, quando
se trata de estudar o ser humano, de fazer o natural parecer
estranho. Mas parece que neste livro o enfoque geral dele é a guerra
entre os "culturalistas" e o novo paradigma cognitivo. Ao meu ver,
essa guerra já foi travada no final do século XX e os "culturalistas"
já foram derrotados (ou estou enganado?). O Pinker ainda quer outra
batalha? Este livro tinha que ter sido publicado lá por 1996. Aí sim
ele seria quente. Vou ver se leio o primeiro livro dele, The language
instinct.

Saudações.
João de Carvalho





SUBJECT: OT: Documentário: The Trap
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 19:19

Saiu um documentário novo do Adam Curtis (o mesmo de "Power of
Nightmares"). Este trata de algumas armadilhas conceituais muuito
comuns no século 20/21.
Legendas em: http://www.opensubtitles.org/pt/search/sub...b/idmovie-24623

Sobre o documentário:
http://en.wikipedia.org/wiki/The_Trap_(television_documentary_series)


SUBJECT: Re: Por quanto venderíamos a Petrobrás?
FROM: "Joao de Carvalho" <joaobncarvalho@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 19:26

Olá, Victor.

> Quanto à Petrobrás, não tenho a menor dúvida de que ainda não há
competência
> técnica para dizer se vale 200 ou 500 bilhões.

Acho que são instituições muito competentes que avaliam o valor das
empresas. A Forbes é uma delas. Segundo esta fonte, se eu não me
engano, a Petrobrás vale um pouco mais de 110 bilhões de dólares. É
uma grana significativa. Daria para investir muito em infraestrutura
e educação. Além do que, o mais provável é que a Petrobrás crescesse
muito mais com sua privatização, como foi o caso da Vale e da
Embraer. Parece não ser o caso da Light, por exemplo, que distribui
eletricidade no Rio de Janeiro. Mas a Light não tem concorrência. Sem
concorrência o capitalismo não funciona bem. É um absurdo deixarem
que uma empresa tenha o monopólio de algum mercado. Você falou do
sucesso da privatização das telefônicas. Em telefonia celular, aqui
no Rio tem 4 empresas concorrendo. Os preços e benefícios que elas
oferecem aos seus clientes são grandes. Chegam até a ser
inconvenientes. Uma moça da Tim já ligou para o meu celular me
oferecendo um monte de vantagens para mudar de operadora.

> Simplesmente acho que
> dinheiro nenhum justificaria sua privatização. Trata-se de uma
Empresa de
> caráter estratégico

Esse é o principal argumento dos que defendem uma Petrobrás estatal.
Mas em vários países desenvolvidos, se eu não me engano, as empresas
petrolíferas encontram-se nas mãos do capital privado. E essa
história de caráter estratégico é meio nebulosa. O Brasil não vai
entrar em nenhuma guerra. Que mal poderia ocorrer estrategicamente
falando? Não haver suprimento de combustível para abastecer os
carros, navios e aviões? Será que isso é possível de ocorrer?

Meus pais têm ações da Petrobrás. Gostaria que ela fosse privatizada
para ver o valor dessas ações crescerem. Mas realmente é um fato que,
mesmo sendo estatal, a empresa apresenta um nível de crescimento
considerável. Só acho que, com a privatização, a Petrobrás se
transformaria em uma gigante global.

Saudações.
João de Carvalho




SUBJECT: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 19:35

Ainda não, Léo.

Darei uma olhada agora, mas só poderei voltar a este assunto

na próxima semana, quando estudarei tudo com calma.

Tenho que fechar um orçamento já, já. Senão o concorrente me passa a perna.

Que não é de pau.



Sds,

Victor.



De: ciencialist@yahoogrupos.com.br [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 17:32
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida



Oi Victor,

vc chegou a ver as figuras em
http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/principio_da_relatividade.htm ?

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
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-----Mensagem Original-----
De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br <mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 12:51
Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> ]
Em nome de Luiz Ferraz Netto
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 09:45
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida

Léo: Oi Victor,

vou contestar tudo que vc disse e dar os argumentos pertinentes. Apenas
aguarde para a continuação da leitura do texto onde vou citar as três
possibilidades.

Todavia, já contestando, vou apontar uma 'falhazinha' no seguinte texto de
sua argumentação:

>"Mas um campo magnético devido a uma corrente I numa dada direção é
concêntrico à direção da corrente, sendo, portanto, perpendicular ao
segmento R, saindo do papel ou entrando no papel onde R está desenhado, esse
mesmo R que liga o centro de L ao ponto onde está Q; mas somente se fosse o
caso de haver movimento relativo entre eles. Que, evidentemente, não há.
Assim, a força resultante sobre Q seria o resultado de uma composição
vetorial entre Fm e Fe, e não resultante de operação escalar, como foi feito
acima, pois Fm e Fe seriam perpendiculares e não colineares, como se
depreende da proposição inicial."

Aqui vc se esqueceu de um fato: Vc tem duas mãos! E vc usou uma só; a regra
da mão direita para achar a direção e sentido do campo magnético B. OK, o
campo B produzido pela corrente I em L, na posição de Q, é "saindo do
papel", perpendicular à direção R. OK.
Agora vamos usar a outra mão, a esquerda (lembra dela :-)) e colocar o
indicador no sentido de B (saindo do papel), o dedo médio no sentido de v
(para baixo) e teremos como resultado a força de Lorentz Fm para "dentro",
dirigida para L e, portanto, diretamente oposta à Fe; dai F = Fe - Fm (logo,
uma mera operação escalar; Fe e Fm são colineares).

Victor: Tem razão. E esqueci mesmo. E isto é óbvio. Apenas, no calor da
escrita, por algum desses motivos que só depois dão o estalo, fiquei só com
a direção de B. Foi precisamente isso que corrigí no anterior. Tudo bem.
Mas já disse, ninguém é perfeito...

Leó: Agora vou preparar a continuação do texto e ... pode tirar o cavalinho
da chuva, pois há movimento relativo entre Q (para baixo) e o CAMPO B
(estacionário, pois B se repete identicamente em todos os pontos). Quem age
sobre Q (móvel) é B (fixo) e não a corrente I ou o fio infinito com
distribuição uniforme de cargas em movimento.

Isso é só para amaciar! :-))

Victor: Ok.

Sds,

Victor.

Té mais, vou aumentar meu texto ..........

aquele abraço,

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
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De: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br <mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
<mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>
<mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
Enviada em: sábado, 12 de maio de 2007 17:36
Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida

O retorno a seguir está meio longo, devido ao nível de detalhamento que
coloquei. E o fiz pensando nos ciencialisteiro que não física em seu dia a
dia, mas que têm curiosidade ou interesse nessas coisas, e se dispõem a ler,
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Por quanto venderíamos a Petrobrás?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 19:37

O tema não é adequado para o C-List. Por gentileza demais listeiros não responderem ou darem algum crédito. Aqui não é lista de discussão sobre POLÍTICA! Será tão difícil perceber isso????

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
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-----Mensagem Original-----
De: "Joao de Carvalho" <joaobncarvalho@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 19:26
Assunto: [ciencialist] Re: Por quanto venderíamos a Petrobrás?


Olá, Victor.

> Quanto à Petrobrás, não tenho a menor dúvida de que ainda não há
competência
> técnica para dizer se vale 200 ou 500 bilhões.

Acho que são instituições muito competentes que avaliam o valor das
empresas. A Forbes é uma delas. Segundo esta fonte, se eu não me
engano, a Petrobrás vale um pouco mais de 110 bilhões de dólares. É
uma grana significativa. Daria para investir muito em infraestrutura
e educação. Além do que, o mais provável é que a Petrobrás crescesse
muito mais com sua privatização, como foi o caso da Vale e da
Embraer. Parece não ser o caso da Light, por exemplo, que distribui
eletricidade no Rio de Janeiro. Mas a Light não tem concorrência. Sem
concorrência o capitalismo não funciona bem. É um absurdo deixarem
que uma empresa tenha o monopólio de algum mercado. Você falou do
sucesso da privatização das telefônicas. Em telefonia celular, aqui
no Rio tem 4 empresas concorrendo. Os preços e benefícios que elas
oferecem aos seus clientes são grandes. Chegam até a ser
inconvenientes. Uma moça da Tim já ligou para o meu celular me
oferecendo um monte de vantagens para mudar de operadora.

> Simplesmente acho que
> dinheiro nenhum justificaria sua privatização. Trata-se de uma
Empresa de
> caráter estratégico

Esse é o principal argumento dos que defendem uma Petrobrás estatal.
Mas em vários países desenvolvidos, se eu não me engano, as empresas
petrolíferas encontram-se nas mãos do capital privado. E essa
história de caráter estratégico é meio nebulosa. O Brasil não vai
entrar em nenhuma guerra. Que mal poderia ocorrer estrategicamente
falando? Não haver suprimento de combustível para abastecer os
carros, navios e aviões? Será que isso é possível de ocorrer?

Meus pais têm ações da Petrobrás. Gostaria que ela fosse privatizada
para ver o valor dessas ações crescerem. Mas realmente é um fato que,
mesmo sendo estatal, a empresa apresenta um nível de crescimento
considerável. Só acho que, com a privatização, a Petrobrás se
transformaria em uma gigante global.

Saudações.
João de Carvalho




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SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 19:52

Oi Alberto,

Sei lá, me parece que o princípio da incerteza tem funcionado muito
bem. Quem garante que as coisas funcionariam melhor sem ele?

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@...> escreveu
>
> ----- Original Message -----
> From: "José Carlos Antonio"
> Sent: Sunday, May 13, 2007 10:22 AM
> Subject: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
>
> > Só por curiosidade: a mim pouco importa se o elétron é ou não uma
> > carga columbiana, mas fico curioso para saber o que estamos perdendo
> > com essa suposição que você julga ser errada. O que estamos
> > perdendo?
>
> Macroscopicamente nada, pois o eletromagnetismo funciona
> independentemente do conhecimento de suas unidades básicas. Quase toda
> a tecnologia do século XX apóia-se no eletromagnetismo como formulado
> por Maxwell (Maxwell não chegou a conhecer os elétrons, ainda que
> tivesse razões para suspeitar de sua existência). Microcosmicamente
> tudo pois, da maneira como a física "moderna" está estabelecida,
> estamos evoluindo numa direção onde a decifração íntima da natureza
> material tem se mostrado impossível. Isso graças a um "princípio"
> absurdo que, decorrente de um grande número de erros que vem sendo
> cometidos, acabou por se tornar fundamental. Estou falando do
> princípio da incerteza que, a bem da verdade, poderia ser chamado
> princípio da ignorância, pois a ignorância, no que diz respeito à
> decifração da natureza íntima da matéria, é tudo o que ele nos
> assegura.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>




SUBJECT: Re: Por quanto venderíamos a Petrobrás?
FROM: "Joao de Carvalho" <joaobncarvalho@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 19:53

Caro Luiz:

> Tente perceber que isso é postagem sobre POLÍTICA .... faça uma
forcinha, não é tão difícil!

Realmente é um pouco off topic, mas esta é a lista que eu conheço que
apresenta a maior concentração de pessoas inteligentes e bem
informadas, além do que não se trata de uma questão política, e sim
econômica. Até onde eu sei, economia é uma ciência. Pode-se dizer que
é uma ciência das áreas sociais, mas é a ciência social que está mais
próxima das ciências naturais. Os modelos que eles elaboram para
descrever e compreender o comportamento dos mercados são bastante
sofisticados. Além do que, em algum momento a economia vai se tornar
uma verdadeira ciência. Ao contrário da sociologia, que se encontra
em delírios estratosféricos que a fizeram se esquecer das coisas que
ela deveria estar realmente estudando, a economia tem os pés no chão.

Sobre a questão da política, está certo que ficar falando de Lula,
Iraque ou Sègoléne é off topic. Mas, vista de um outro ângulo, a
política é uma ciência natural. Já ouviu falar daquele livro,
"Chimpanze politics", do de Waal? No fundo tudo é ciência, embora não
tenhamos ainda a capacidade de integrar todas as áreas do
conhecimento em um único modelo teórico. A chave para isso é o homem.
Temos que desenvolver uma ciência do homem, e isso já está sendo
feito.

Saudações.
João de Carvalho




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Por quanto venderíamos a Petrobrás?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 20:33

Esse tema e essa resposta não são pertinentes à C-List. Solicito aos demais listeiros que não a respondam ou dêem prosseguimento. Todavia podem control-C e control-V para listas políticas e afins. Seria interessante apagá-las do rol das mensagens da C-List.
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Joao de Carvalho" <joaobncarvalho@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 19:53
Assunto: [ciencialist] Re: Por quanto venderíamos a Petrobrás?


Caro Luiz:

> Tente perceber que isso é postagem sobre POLÍTICA .... faça uma
forcinha, não é tão difícil!

Realmente é um pouco off topic, mas esta é a lista que eu conheço que
apresenta a maior concentração de pessoas inteligentes e bem
[...]


SUBJECT: Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 20:43

Léo,

A velocidade v que você usa na fórmula Fm = Qv/c X B não deve ser a
velocidade da carga Q em relação ao campo?

Supondo que o fio criasse um campo sensível à Q e dependente da
velocidade do observador, teríamos o resultado interessante de que
qualquer fio retílineo criaria infinitos campos simultâneos, um para
cada um dos infinitos observadores possíveis, mas isso não parece ser
muito "natural" (embora possa ser tratado teoricamente).

Creio que a carga Q do seu problema "não vê" o campo que o observador
vê porque ela está em repouso em relação às cargas do fio. Ou, em
outras palavras, o que importa nesse problema é a velocidade relativa
entre a carga Q e as cargas do fio.

Evidentemene fica a pergunta: se o observador vê um campo magnético
gerado pelo fio e vê uma carga elétrica Q "movendo-se", então porque
será que ele não vê nenhuma força magnética "extra" alterando a
resultante em Q? Bom, talvez ele veja, mas em compensação também verá
um campo elétrico não-estático. Eu não pretendo fazer as contas, mas
acho que se levarmos isso em consideração ficará mostrado que a
resultante sobre Q será a mesma.

Pense nisso. (E faça as contas, se tiver tempo)

Abraços,
JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Oi Victor,
>
> vc chegou a ver as figuras em
>
http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/principio_da_relatividade.htm
?
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "J.Victor" <j.victor.neto@...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 12:51
> Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou
c/dúvida
>
>
>
>
>
>
> De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
> Em nome de Luiz Ferraz Netto
> Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 09:45
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou
c/dúvida
>
>
>
> Léo: Oi Victor,
>
> vou contestar tudo que vc disse e dar os argumentos pertinentes. Apenas
> aguarde para a continuação da leitura do texto onde vou citar as três
> possibilidades.
>
> Todavia, já contestando, vou apontar uma 'falhazinha' no seguinte
texto de
> sua argumentação:
>
> >"Mas um campo magnético devido a uma corrente I numa dada direção é
> concêntrico à direção da corrente, sendo, portanto, perpendicular ao
> segmento R, saindo do papel ou entrando no papel onde R está
desenhado, esse
> mesmo R que liga o centro de L ao ponto onde está Q; mas somente se
fosse o
> caso de haver movimento relativo entre eles. Que, evidentemente, não há.
> Assim, a força resultante sobre Q seria o resultado de uma composição
> vetorial entre Fm e Fe, e não resultante de operação escalar, como
foi feito
> acima, pois Fm e Fe seriam perpendiculares e não colineares, como se
> depreende da proposição inicial."
>
> Aqui vc se esqueceu de um fato: Vc tem duas mãos! E vc usou uma só;
a regra
> da mão direita para achar a direção e sentido do campo magnético B.
OK, o
> campo B produzido pela corrente I em L, na posição de Q, é "saindo do
> papel", perpendicular à direção R. OK.
> Agora vamos usar a outra mão, a esquerda (lembra dela :-)) e colocar o
> indicador no sentido de B (saindo do papel), o dedo médio no sentido
de v
> (para baixo) e teremos como resultado a força de Lorentz Fm para
"dentro",
> dirigida para L e, portanto, diretamente oposta à Fe; dai F = Fe -
Fm (logo,
> uma mera operação escalar; Fe e Fm são colineares).
>
> Victor: Tem razão. E esqueci mesmo. E isto é óbvio. Apenas, no calor da
> escrita, por algum desses motivos que só depois dão o estalo, fiquei
só com
> a direção de B. Foi precisamente isso que corrigí no anterior.
Tudo bem.
> Mas já disse, ninguém é perfeito...
>
> Leó: Agora vou preparar a continuação do texto e ... pode tirar o
cavalinho
> da chuva, pois há movimento relativo entre Q (para baixo) e o CAMPO B
> (estacionário, pois B se repete identicamente em todos os pontos).
Quem age
> sobre Q (móvel) é B (fixo) e não a corrente I ou o fio infinito com
> distribuição uniforme de cargas em movimento.
>
> Isso é só para amaciar! :-))
>
> Victor: Ok.
>
> Sds,
>
> Victor.
>
>
>
> Té mais, vou aumentar meu texto ..........
>
> aquele abraço,
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@... <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "J.Victor" <j.victor.neto@... <mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
> >
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
> <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
> Enviada em: sábado, 12 de maio de 2007 17:36
> Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
>
> O retorno a seguir está meio longo, devido ao nível de detalhamento que
> coloquei. E o fiz pensando nos ciencialisteiro que não física em seu
dia a
> dia, mas que têm curiosidade ou interesse nessas coisas, e se
dispõem a ler,
> honrando nossos esforços.
>
> Espero que não tenha ficado enfadonho demais.
>
> [ ... ]
>
>
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.com
>
>
> ##### ##### ##### #####
> Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>
> --
> No virus found in this incoming message.
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> Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/793 - Release Date:
07/05/2007 14:55
>




SUBJECT: Re: Fw: Oxigênio
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 20:45

Oxigênio líquido a 21º C e 1 atm? Eu também gostaria de saber como se
consegue isso. :)

Abraços,
JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Help! não entendi!
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: inaldolopes
> Para: leobarretos@...
> Enviada em: sábado, 12 de maio de 2007 09:23
> Assunto: Oxigênio
>
>
> Professor,
>
> Gostaria de saber qual o volume específico do Oxigênio líquido à
temperatura de 21º C e 1 atm. e como se chega a esse resultado,
>
> Agradeço desde já a sua ajuda.
>
>
>
--------------------------------------------------------------------------------
>
>
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> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/793 - Release Date:
07/05/2007 14:55
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>




SUBJECT: Re: E=m.c2
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 21:58

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Ferrari <emailferrari@...>
> Takata >>> Você pode dividir o carro sem separar as
> partes.
>
> --- Ok. Mas como? Pode dar um exemplo?

Separar aqui entenda-se como afastar - já q vc falava em aumentar o
espaço entre as partes. Vc pode desde simplesmente desatarraxar o
pneu, sem tirá-lo do lugar, até ter porções das moléculas de plástico
do painel q se rompem sem sair do lugar.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: E=m.c2
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 22:04

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jeff" <jeff@...> escreveu
> Será que o elétron é elementar mesmo?

Bem, só se a teoria das supercordas vingar. Aí a "partícula" elementar
seria uma corda (aqui sim, na forma clássica, em dimensões
planckianas) ou branas n-dimensionais.

Os físicos matemáticos já chegaram nos espaços de Kaluza-Klein, mas
ainda não foram capazes de extrair nenhuma grande previsão pronta para
teste de hipótese. A esperança é q a nova geração de colisores possam
testar os limites de algumas versões das teorias-M.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 22:20

----- Original Message -----
From: "Silvio Cordeiro"
Sent: Friday, May 11, 2007 11:13 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

> Meu scanner quebrou se não colocaria aqui a carta que ele mandou
> para o Pres. Roosevelt comentando os estudos para a primeira bomba
> A....

Vide (em inglês) http://hypertextbook.com/eworld/einstein.shtml

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/05/2007 22:45

Alberto:
Só tinha cópia da primeira....
Muito obrigado!!

silvio.
----- Original Message -----
From: Alberto Mesquita Filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, May 13, 2007 10:20 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


----- Original Message -----
From: "Silvio Cordeiro"
Sent: Friday, May 11, 2007 11:13 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

> Meu scanner quebrou se não colocaria aqui a carta que ele mandou
> para o Pres. Roosevelt comentando os estudos para a primeira bomba
> A....

Vide (em inglês) http://hypertextbook.com/eworld/einstein.shtml

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 23:50

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jeff" <jeff@...> escreveu
> Eu não conheço bem estas interpretações da mecânica quântica, mas
> entendo que não é possível existir aleatoriedade objetiva em um
> sistema fechado! Ou estou errado? Eu acredito na falta de
> conhecimento de variáveis que podem determinar certos comportamentos
> quânticos e na prepotência de cientistas em afirmarem que não.

Tto qto os resultados experimentais indicam, vc está errado
(interpretando "aleatoriedade objetiva" como o correpondente a
"indeterminação quântica em princípio").

QUANTUM MECHANICS: THE TRUTH ABOUT REALITY
http://www.nature.com/nature/journal/v445/n7129/full/445723a.html

Uma tradução tosca em:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/61107

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/05/2007 23:50

----- Original Message -----
From: "José Carlos Antonio"
Sent: Sunday, May 13, 2007 7:52 PM
Subject: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza

> Sei lá, me parece que o princípio da incerteza
> tem funcionado muito bem. Quem garante que as
> coisas funcionariam melhor sem ele?

Como teria dito Ludwig Boltzmann, num contexto bastante semelhante:

"Who see the future? Let us have free scope for all directions of
research; away with all dogmatism, either atomistic or antiatomistic!"
[Lectures on Gas Thery, 1895, Dover Publications, p. 26].

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.




SUBJECT: Re: E=m.c2
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 02:18

Bom, cumpadre, até onde eu sei as "coisas que existem" se resumem às
partículas elementares (quarks, léptons e glúons). As pessoas
normalmente associam a matéria com "coisas que tem massa", mas eu não
sei se isso é bom ou ruim. Na verdade não acho que seja relevante
saber o que é a matéria, pois seja lá o que ela for nós só precisamos
conhecer suas propriedades.

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio Cordeiro"
<scordeiroes@...> escreveu
>
> Izé:
>
> Chucro na matéria, até agora não entendi nada: tenh9 sérias
limitaçoes intelectuais, gosto de ler as coisas límpidas, claras como
o sol, suaves como o luar:
>
> Um cita uma conclusão que o outro contesta. e eu entro em parafuso:
>
> qual o endereço do seu blog?
>
> Tem um texto bem claro que defina o que é matéria, a essência do
universo?
>
> brigadão,
>
> silvio.
> ----- Original Message -----
> From: José Carlos Antonio
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Friday, May 11, 2007 6:37 PM
> Subject: [ciencialist] Re: E=m.c2
>
>
> Silvio, cumpadre, se o JC for eu a minha resposta é que, se for
> possível fazer algo com a suposição feita, então a suposição é
> relevante, senão, pouco importa. O Takata já listou à poucas mensagens
> algumas respostas que gostaríamos de obter com as sempre novas e
> interessantes hipóteses que vivem aparecendo.
>
> Abraços,
> JC
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio Cordeiro"
> <scordeiroes@> escreveu
> >
> > Mestre Takata e JC::
> >
> > Vão responder? estou curioso...
> >
> > silvio.
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: Jeff
> > To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > Sent: Tuesday, May 08, 2007 12:02 PM
> > Subject: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2
> >
> >
> > >
> > >A conclusão de que a matéria é uma onda
> > >estacionária em trajetória fechada é algo
> > >interessante. Contudo ela tb esbarra na
> > >questão do 'recipiente' ou 'anteparo' da onda.
> > >Ou estarei enganado? Na Teoria da Velocidade
> > >Absoluta, o que faz a onda de energia refletir
> > >para tornar-se estacionária?
> > >
> >
> > Eu tenho uma idéia (uma "viagem") sobre isso e gostaria que o
> pessoal aí
> > analisasse. Considerem que eu não sou físico ou matemático, só um
> computeiro
> > curioso :-)
> >
> > Eu *imagino* que uma partícula elementar de matéria seja um
> quantum de
> > energia pura que ficou confinado, por causa de sua baixíssima
> energia, numa
> > dimensão menor, exatamente do tamanho do comprimento de planck! Do
> mesmo
> > modo que o que confina a energia do nosso universo seria o
> espaço-tempo!
> > Assim, de acordo com a quantidade de energia do quantum, este
ficaria
> > confinado nesta minúscula dimensão ou não (como a luz - as ondas
> "livres").
> > Penso então que as barreiras dimensionais sejam apenas a
> quantidade de
> > energia! Uma quantidade maior de energia poderia "furar" esta
> barreira e
> > navegar pelo nosso universo (teria, portanto, criado o nosso
> universo) e
> > energias muito maiores ainda poderiam "furar" o nosso universo,
> indo para
> > dimensões maiores ainda!!!
> >
> > Será que "viajei" muito? :-)
> >
> > Um abraço,
> > Jeff.
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> ----------------------------------------------------------
> >
> >
> > No virus found in this incoming message.
> > Checked by AVG Free Edition.
> > Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.5/792 - Release Date:
> 6/5/2007 21:01
> >
> >
> > [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
> >
>
>
>
>
>
>
>
------------------------------------------------------------------------------
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.8/800 - Release Date:
11/5/2007 19:34
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>




SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 02:27

Oi Alberto,

Nada contra a liberdade de viajar na maionese mas, como eu sugeri na
pergunta da mensagem anterior, ninguem garante que essas viagens na
maionese vão render algo, não é? E enquanto não rendem nada, fiquemos
com o princípio da incerteza que já está bem estabelecido e funciona.

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@...> escreveu
>
> ----- Original Message -----
> From: "José Carlos Antonio"
> Sent: Sunday, May 13, 2007 7:52 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
>
> > Sei lá, me parece que o princípio da incerteza
> > tem funcionado muito bem. Quem garante que as
> > coisas funcionariam melhor sem ele?
>
> Como teria dito Ludwig Boltzmann, num contexto bastante semelhante:
>
> "Who see the future? Let us have free scope for all directions of
> research; away with all dogmatism, either atomistic or antiatomistic!"
> [Lectures on Gas Thery, 1895, Dover Publications, p. 26].
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>




SUBJECT: ENC: Simuladores digitais:circ.elét., matemáticas, protoboard, etc.
FROM: "J.Victor" <j.victor.neto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 07:15





De: JVictor [mailto:jvoneto@uol.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 14 de maio de 2007 06:43
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Simuladores digitais:circ.elét., matemáticas, protoboard, etc.



Lista,



Recebí de outra lista, na qual me inscrevi devido às informações de
Tipoalgo, e repasso.

Para os aficcionados em eletrônica, para quem faz projetos elétricos, para
professores de

Eletricidade/eletrônica e laboratorios. As versões freeware são
satisfatórias e atendem à

maioria das necessidades básicas.



http://www.unisanta.br/disciplinas/eletronica/html/programas.htm



Ou, seja, cabelo, barba e bigode. Mesmo os carecas se beneficiarão.

Sds,



Victor.

















[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Vídeo de uma nave alienígena enterrada na Lua
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, exobiologia_e_cia@yahoogrupos.com.br, painelovni@yahoogrupos.com.br, UFO_PORTUGAL@yahoogrupos.com.br, ufoburn@yahoogrupos.com.br, Ufolista@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 07:59

Vdeo de uma nave aliengena enterrada na
Lua<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=880>

Assista ao vdeo <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=880>

Ah, a internet acima voc confere o que seria o vdeo tomado pela misso
Apollo 20 (sic) onde se v uma nave espacial soterrada, e com impactos de
meteoritos, sugere-se que estaria l h muito, muito tempo. FOi postado na
rede na semana passada, e comea a explodir agora. algo bem elaborado:
claro que voc no encontrar a filmagem de nenhuma fonte oficial (alguns
diriam, *verdadeira*), mas de fontes oficiais voc sim pode encontrar uma
fotografia da regio e do que seria a nave espacial em questo:
<http://www.lpi.usra.edu/resources/apollo/frame/?AS15-P-9625>
Clique para ver a imagem de uma fonte confivel. Essa foi tomada pela Apollo
15, e de fato da Lua. J o vdeo
Antes de mais nada, a Apollo 20 no ocorreu. O projeto Apollo foi
cancelado<http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Apollo>em 1975, e a
ltima misso foi a Apollo 17. O autor do vdeo alega que as
misses continuaram secretamente esconder o lanamento de foguetes Saturno
V com mais de 100 metros algo inacreditvel, mas enfim, voc pode ver o
que seria a filmagem deste lanamento da base rea de
Vanderberg<http://www.youtube.com/watch?v=MRP1lWiTN2E>.
Note como essa filmagem tem sinais claros de manipulao, porque o autor
quer provar que se podem ver os smbolos da Apollo 20. E sobre eles notem a
suposta ensgnia da misso Apollo 20 no incio do vdeo acima. Sim, so o
mdulo Lunar e o de Comando e Servio *carregando a nave extraterrestre com
cabos!* Precisamos nos estender sobre o ridculo aqui?
Mas as coisas so mais estranhas porque no incio do vdeo em si, ao
contrrio da histria sobre a Apollo 20, temos:

Apollo 11- View of Earth and Crew
GMT 198:01:15 to 198:01:34
Year 1969

As massas investigadoras da internet esto checando se haveria alguma
filmagem da Apollo 11 deste perodo, mas esta famosa misso (por algum
motivo <http://pt.wikipedia.org/wiki/Apollo_11>) j teve todos os registros
averiguados por inmeras pessoas, incluindo
uflogos<http://www.ceticismoaberto.com/ufologia/oberg_apollo11.htm>,
e tal filmagem obviamente no foi notada ento. O especialista espacial
James Oberg, em particular, um dos que j verificaram *todos *os registros
Apollo, j manifestou sua incredulidade, notando tambm como o divulgador do
vdeo incorretamente abrevia comandante por "CMD" enquanto na NASA, a
abreviao usada de fato "CDR".
Informaes relacionadas ao vdeo parte, a filmagem em si *notavelmente
bem-feita!* Comparaes entre as imagens reais da Lua da regio e o que pode
ser visto na suposta filmagem revelam atenes minuciosas aos mnimos
detalhes do terreno. A suposta nave espacial tantalizante, e houve cuidado
em tentar reproduzir efeitos derivados dos equipamentos de captura e
transmisso de imagem das misses, embora na opinio deste autor, esta
reproduo seja menos fiel e impressionante que o modelo em si. Sim, porque
como praticamente todos esto concluindo, apenas um modelo em escala muito
bem-feito.
Por que o criador do modelo, depois de dedicar tanto esforo e cuidado criou
informaes to esdrxulas e mesmo contraditrias? Voc pode conferir seus
outros vdeos no Youtube <http://www.youtube.com/profile?user=retiredafb>,
onde ele tambm promove cidades e todo tipo de alegaes sobre a Lua. Diz
ser um militar aposentado vivendo atualmente na Ruanda (!).
Como tpico da internet, a histria est se desenrolando neste exato
momento, e os interessados podem acompanhar o frum
ATS<http://www.abovetopsecret.com/forum/thread281124/pg9>para a
looonga discusso em andamento.

Postado em Ufologia <http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=2>,
Ceticismo<http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=12>| Por Mori
Comente!
<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=880#respond>

*Posts relacionados:*
- <$BlogItemSubject$>
<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=504>Nave-me No sei mais
detalhes sobre a imagem,...
- <$BlogItemSubject$> <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=525> La
Nave de los Locos No. 29 J saiu o nmero m...
- E La Nave va(i) <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=821>O
boletim chileno La Nave de los Locos chega a seu...
- <$BlogItemSubject$>
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este terrvel parasita ...


[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 08:31

Olá JC,
No texto abaixo:
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "José Carlos Antonio" <profjc2003@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 20:43
Assunto: [ciencialist] Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida


Léo,

>A velocidade v que você usa na fórmula Fm = Qv/c X B não deve ser a
velocidade da carga Q em relação ao campo? <

Léo: Sim, é a mesma! E, no fundo é em relação ao campo B. Observe que para a carga Q o campo é 'fixo' (do mesmo modo que vc pode adotar como fixo os demais átomos e elétrons do fio que não participam como portadores de carga na corrente elétrica. Lembre-se da Experiência de Rowland!

>Supondo que o fio criasse um campo sensível à Q e dependente da
velocidade do observador, teríamos o resultado interessante de que
qualquer fio retílineo criaria infinitos campos simultâneos, um para
cada um dos infinitos observadores possíveis, mas isso não parece ser
muito "natural" (embora possa ser tratado teoricamente).<

Léo: Mas, será isso mesmo; apenas que, somente o componente perpendicular ao fio é o que interessa. Por outro lado, para determinados observadores (correndo perpendicular ao fio, por exemplo) isso não definiria corrente alguma e além disso haveria contração de espaço e tempo em outras direções.

>Creio que a carga Q do seu problema "não vê" o campo que o observador
vê porque ela está em repouso em relação às cargas do fio. Ou, em
outras palavras, o que importa nesse problema é a velocidade relativa
entre a carga Q e as cargas do fio.<

Léo: Não, o que importa é a velocidade relativa entre a carga Q e o campo B (que para todos os efeitos é fixo ao redor do fio).

>Evidentemene fica a pergunta: se o observador vê um campo magnético
gerado pelo fio e vê uma carga elétrica Q "movendo-se", então porque
será que ele não vê nenhuma força magnética "extra" alterando a
resultante em Q? Bom, talvez ele veja, mas em compensação também verá
um campo elétrico não-estático. Eu não pretendo fazer as contas, mas
acho que se levarmos isso em consideração ficará mostrado que a
resultante sobre Q será a mesma.<

Léo: Não é assim. Vou reproduzir a Experiência de Rowlando para vc perceber a 'estacionaridade' de B e o movimento relativo de Q em relação a B.

Experiência de Rowland: Considere um disco de PVC de raio R girando no plano horizontal mediante uma manivela instalada no seu eixo vertical. Na borda desse disco há um tubo metálico eletrizado com carga Q1 (uniformemente distribuida no comprimento 2.pi.R). Pondo-se esse disco para girar com frequencia F, a carga Q1 se comporta como carga em movimento e define a corrente I = F.Q1. O campo magnético B que se estabelece (por exemplo em todo plano que contém o disco) é estacionário (fora do disco, vertical para baixo; dentro do disco vertical para cima) --- é o campo criado pela corrente numa espira.
Fixando na borda do disco uma vareta isolante, radial para fora, e na ponta da vareta coloquemos uma carga Q2. Pronto, a carga Q2 cortará as linhas de força de B e sobre ela aparecerá a força magnética de Lorentz. Aqui, a velocidade angular de Q2 será a mesma da de Q1 (a linear não!).

Estamos encaminhando à contento?

aquele abraço,

Léo

Pense nisso. (E faça as contas, se tiver tempo)

Abraços,
JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Oi Victor,
>
> vc chegou a ver as figuras em
>
http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/principio_da_relatividade.htm
?
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "J.Victor" <j.victor.neto@...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 12:51
> Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou
c/dúvida
>
>
>
>
>
>
> De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
> Em nome de Luiz Ferraz Netto
> Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 09:45
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou
c/dúvida
>
>
>
> Léo: Oi Victor,
>
> vou contestar tudo que vc disse e dar os argumentos pertinentes. Apenas
> aguarde para a continuação da leitura do texto onde vou citar as três
> possibilidades.
>
> Todavia, já contestando, vou apontar uma 'falhazinha' no seguinte
texto de
> sua argumentação:
>
> >"Mas um campo magnético devido a uma corrente I numa dada direção é
> concêntrico à direção da corrente, sendo, portanto, perpendicular ao
> segmento R, saindo do papel ou entrando no papel onde R está
desenhado, esse
> mesmo R que liga o centro de L ao ponto onde está Q; mas somente se
fosse o
> caso de haver movimento relativo entre eles. Que, evidentemente, não há.
> Assim, a força resultante sobre Q seria o resultado de uma composição
> vetorial entre Fm e Fe, e não resultante de operação escalar, como
foi feito
> acima, pois Fm e Fe seriam perpendiculares e não colineares, como se
> depreende da proposição inicial."
>
> Aqui vc se esqueceu de um fato: Vc tem duas mãos! E vc usou uma só;
a regra
> da mão direita para achar a direção e sentido do campo magnético B.
OK, o
[ ... ]


SUBJECT: Re: [ciencialist] O Que é Raciocinar? ::: (artigo)
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 08:42

De: "Ferrari"

>Luiz,

Uso a palavra cérebro apenas como referencia cientifia
(e fisica). Uso para não usar a palavra "mente" que
remete a algo imaterial. Mas enfim, onde estiver
"cérebro" no texto vc pode trocar por "sistema
nervoso", e ai acabam-se os seus problemas e a
nessecidade de ficar me policiando.<

Minha "nessecidade" é outra; é fazer entende-lo que 'raciocinar' não é isso que apregoa, que 'sistema nervoso' não é algo imaterial, assim como 'cérebro', 'mente' etc.
Por outro lado, se ninguém ficar policiando-o, recairemos nos 'perguntômetros' e filosofias de 'universo oscilante' dignas de papos de botequins.
Sugiro (e isso não é nome de japonês!) que vc dê uma lida no ABC da Ciência, em:
http://www.feiradeciencias.com.br/ABCiencia.asp e comece pelo começo:

"Boa ciência não se faz com
terminologia relaxada
e raciocínio malconexo. [Léo]"

aquele abraço,

Léo



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 09:23

>> Eu não conheço bem estas interpretações da mecânica quântica, mas
>> entendo que não é possível existir aleatoriedade objetiva em um
>> sistema fechado! Ou estou errado? Eu acredito na falta de
>> conhecimento de variáveis que podem determinar certos comportamentos
>> quânticos e na prepotência de cientistas em afirmarem que não.
>
>Tto qto os resultados experimentais indicam, vc está errado
>(interpretando "aleatoriedade objetiva" como o correpondente a
>"indeterminação quântica em princípio").
>

Com "aleatoriedade objetiva" eu quis dizer de efeitos absolutamente sem
qualquer causa. E "aleatoriedade subjetiva" a aparente aleatoriedade por
falta de conhecimento das causas (que pode ser uma infinidade).

Vou ler os textos, valeu!

[]´,s
Jeff.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 09:30

Olá JC,

>
>Nada contra a liberdade de viajar na maionese mas, como eu sugeri na
>pergunta da mensagem anterior, ninguem garante que essas viagens na
>maionese vão render algo, não é? E enquanto não rendem nada, fiquemos
>com o princípio da incerteza que já está bem estabelecido e funciona.
>

Eu acho que eu engenheiro pode pensar assim, mas um cientista não! :-)

Um abraço,
Jeff.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 10:06

----- Original Message -----
From: "José Carlos Antonio"
Sent: Monday, May 14, 2007 2:27 AM
Subject: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza

> Nada contra a liberdade de viajar na maionese mas, como eu sugeri na
> pergunta da mensagem anterior, ninguem garante que essas viagens na
> maionese vão render algo, não é? E enquanto não rendem nada,
> fiquemos com o princípio da incerteza que já está bem estabelecido e
> funciona.

Eu diria que a resposta do Jeff é curta mas bastante esclarecedora. O
cientista *produtor de conhecimentos* tem de ser aguerrido e nada
dogmático. Preocupar-se com falseamentos não tem o mesmo significado
de preocupar-se com garantias. Como teria dito Faraday (ao fazer
analogia com o nascimento das teorias): "Para que serve uma criança ao
nascer?"

Talvez fosse o caso de expandir um pouco a idéia do Jeff. Existiriam
neste caso: 1) o cientista produtor de conhecimentos; 2) o cientista
utilizador dos conhecimentos (engenheiros, tecnólogos, médicos etc.);
e 3) o cientista armazenador e/ou distribuidor de conhecimentos
(professor etc.). Não creio que, para aqueles situados na primeira
categoria, a única filosofia de atuação fosse o utilitarismo, ainda
que se justifique, nesse meio, a existência de utilitaristas a exemplo
de Bohr.

Na realidade eu não sou exatamente contra a teoria quântica nem outras
teorias aceitas na atualidade. Sou contra a criação de um partido
único e a ditar o que pode ou o que não pode ser feito em ciência,
conforme defendido pelos seguidores da "filosofia" de Kuhn. É neste
sentido que eu costumo dizer que prefiro a filosofia popperiana que, a
meu ver, prega uma revolução permanente.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 11:04

Alberto, esse é um tema bastante complicado, e o único para o qual é
bastante dificil achar um artigo esclarecedor: A diferença entre a produção
de ciência e a produção de tecnologia. A nível bastante básico, fica clara a
diferença entre as duas: Não é preciso conhecer muito de hidrodinâmica, ou
das teorias de Arquimedes para fazer uma Canoa. E posso ser péssimo para
fazer uma canoa, mesmo conhecendo Hidrodinamica e teorias náuticas.

É claro, tecnologia e ciência são autopotencializadores, um cataliza o
outro, mas isso não significa que boa tecnologia significa ciência perfeita.

Mas esta diferença fica difusa quando se trata de tecnologia e ciência
moderna, em parte talvez porque a maioria das pessoas, eu inclusive, não
conhece a fundo, nem uma, nem outra. E muitos amantes da ciência, não fazem
questão de esclarecer a diferença, em parte , talvez, por gostarem de ser
cobertos pela "aura" de infalibilidade da tecnologia. Para a ciência, talvez
isso seja prejudicial. Mas nunca é debatido..

Já ouvi 2323³² vezes o argumento de que, sem a teoria (inclua aqui sua
teoria preferida), não seria possivel construir computadores, não haveriam
televisores, os paralelepípedos não existiriam. Mesmo conceitos abstratos
como a teoria das "formas" de aristóteles já foi invocado , em outra mailing
list, como sustentação da tecnologia atômica!

Sei que isso se deve á fronteira difusa entre teorização moderna e
tecnologia moderna, mas poucos teorizadores dedicam algum tempo a falar
desse assunto, mesmo que seja para esclarecer os leigos, dize-los para não
confundirem produção de tecnologia com produção de ciência.

Esse seria um tema interessante para debater aqui na Ciencialist. De minha
parte, fico assistindo, mas se quiserem continuar elaborando o tema, seria
interessante para a maioria dos membros (acho)



Gil



Em 14/05/07, Alberto Mesquita Filho <albmesq@uol.com.br> escreveu:
>
> ----- Original Message -----
> From: "José Carlos Antonio"
> Sent: Monday, May 14, 2007 2:27 AM
> Subject: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
>
> > Nada contra a liberdade de viajar na maionese mas, como eu sugeri na
> > pergunta da mensagem anterior, ninguem garante que essas viagens na
> > maionese vão render algo, não é? E enquanto não rendem nada,
> > fiquemos com o princípio da incerteza que já está bem estabelecido e
> > funciona.
>
> Eu diria que a resposta do Jeff é curta mas bastante esclarecedora. O
> cientista *produtor de conhecimentos* tem de ser aguerrido e nada
> dogmático. Preocupar-se com falseamentos não tem o mesmo significado
> de preocupar-se com garantias. Como teria dito Faraday (ao fazer
> analogia com o nascimento das teorias): "Para que serve uma criança ao
> nascer?"
>
> Talvez fosse o caso de expandir um pouco a idéia do Jeff. Existiriam
> neste caso: 1) o cientista produtor de conhecimentos; 2) o cientista
> utilizador dos conhecimentos (engenheiros, tecnólogos, médicos etc.);
> e 3) o cientista armazenador e/ou distribuidor de conhecimentos
> (professor etc.). Não creio que, para aqueles situados na primeira
> categoria, a única filosofia de atuação fosse o utilitarismo, ainda
> que se justifique, nesse meio, a existência de utilitaristas a exemplo
> de Bohr.
>
> Na realidade eu não sou exatamente contra a teoria quântica nem outras
> teorias aceitas na atualidade. Sou contra a criação de um partido
> único e a ditar o que pode ou o que não pode ser feito em ciência,
> conforme defendido pelos seguidores da "filosofia" de Kuhn. É neste
> sentido que eu costumo dizer que prefiro a filosofia popperiana que, a
> meu ver, prega uma revolução permanente.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.com
>
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> ##### ##### ##### #####
> Links do Yahoo! Grupos
>
>
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 11:11

Olá Alberto, Jose Carlos, Jeff e demais

Na sequência:

Alberto: ""Who see the future? Let us have free scope for all
directions of research; away with all dogmatism, either atomistic or
antiatomistic!" [Lectures on Gas Thery, 1895, Dover Publications, p. 26]"

JC: "Nada contra a liberdade de viajar na maionese mas, como eu sugeri
na pergunta da mensagem anterior, ninguem garante que essas viagens na
maionese vão render algo, não é? E enquanto não rendem nada, fiquemos
com o princípio da incerteza que já está bem estabelecido e funciona."

Jeff:"Eu acho que eu engenheiro pode pensar assim, mas um cientista
não! :-)"

Alberto (de novo..:-): "O cientista *produtor de conhecimentos* tem de
ser aguerrido e nada dogmático. Preocupar-se com falseamentos não tem
o mesmo significado de preocupar-se com garantias. Como teria dito
Faraday (ao fazer analogia com o nascimento das teorias): "Para que
serve uma criança ao nascer?""

E agora, eu..:-)

Permita-me discordar do Alberto e do Jeff, pois acho que estão usando
o termo "dogma" de forma um tanto frouxa. Ou no mínimo mal aplicada a
conceitos científicos. Dogma é uma alegação/afirmação que não tem, ou
precisa, de embasamento ou evidências. Não se confunde com algo bem
aceito, universalmente aceito ou cientificamente aceito.

Não há um "dogma" a sustentar as leis da termodinâmica, e qualquer
estudo a partir das mesmas, inclusive um que pretenda refuta-las, é
bem vindo ou permitido. O fato de que cada estudo feito para refutar a
termodinâmica tenha resultado em mais evidências a favor desta, é
apenas a consequência do modo de construir conhecimento científico.

Inclusive o JC começa seu texto afirmando que não há "nada contra
viajar na maionese", mas se a viagem nada resultar,deve ser abandonada
em prol de outras mais eficazes ou reais. Inclusive muito do que se
classifica como "ciência clássica" e para alguns, dogmática, foi em
sua origem uma bela viagem na maionese..:-)

Quanto a diferença entre engenheiros e cientistas, o Jeff tem certa
razão, mas até certo ponto. Com certeza um engenheiro deve ser
extremamente conservador e não basear suas estruturas, como um
edifício ou uma ponte, em Feng Shui ou instruções telepáticas de
alienígenas de alpha-centauri. Muito menos recusar o atual
conhecimento sobre estrutura de materiais e leis de cinemática.

Mas mesmo cientistas tem de partir de algum lugar, de algum ponto, e
em geral esse ponto é mais seguro e tem mais chances de resultar em
novos conhecimentos se for algo que já sabemos sobre o universo.
Iniciar uma pesquisa científica "do nada", não costuma resultar em
nada mais que crakpots e perda de tempo.

Antes de refutar o princípio da incerteza é preciso estudar
profundamente a física que gerou essa teoria e esse conhecimento, e
partir desta para novos caminhos. Não é possível começar do nada, de
uma "intuição" de leigo, e achar que é suficiente para reconstruir
toda uma área de estudo, que, como lembra JC, tem funcionado bem até o
momento, para os propósitos determinados.

Claro que não é a "verdade verdadeira" e claro que pode ser melhorada,
ajustada, e até refutada, mas será sempre de forma controlado e dentro
do rigor do método (que não é um dogma, mas uma ferramenta eficaz,
como um martelo para pregar pregos - não é um dogma que se usem
martelos, e não é um dogma que não se usem chaves de fenda para pregar
pregos.:-)

O texto postado pelo ALberto é de 1895. Naquele momento, duas teorias
rivais se debatiam, não dogmaticamente (embora pessoas possam se
apresentar de forma dogmática em relação as teorias), mas procurando
evidências que decidissem a disputa. De lá para cá, muito se
descobriu, e dificilmente a teoria atômica seria refutada apenas por
um dogma anti-teoria atômica.

E eu gosto muito da história sobre a criança ao nascer (que as vezes é
relacionada a Ben Franklin e outros, não sabia que era de Faraday),
mas isso não muda o fato de que cada criança vem ao mundo a partir de
estruturas mais simples, e de forma gradual e crescente. Não surge do
nada, nem pode ser descartada por falta de evidências. Já viagens na
maionese podem..:-)

Um abraço.

Homero




SUBJECT: P/ Gil - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 11:21

Olá Gil

GIl: "Já ouvi 2323³² vezes o argumento de que, sem a teoria (inclua
aqui sua teoria preferida), não seria possivel construir computadores,
não haveriam televisores, os paralelepípedos não existiriam. Mesmo
conceitos abstratos como a teoria das "formas" de aristóteles já foi
invocado, em outra mailing list, como sustentação da tecnologia atômica!"

Algumas coisas, em especial tecnologia de ponta, são impossíveis de
construir sem a teoria, em especial as que dependem de cálculos
prévios, como transistores e computadores. Outras seriam impossíveis
de construir, porque não pensaríamos nelas sem a teoria ter
apresentado essas possibilidades, como a bomba atômica.

Outras seriam ineficazes ou rústicas sem a teoria, pois dependeriam de
empirismo e tentativas e erros para serem criadas ou construídas, como
edifícios. Já se construiram grandes catedrais na idade média, mas
suas estruturas são super-dimensionadas, suas soluções muitas vezes
rústicas ou ineficazes, e muitas caíram antes e depois de construídas
por falta de cálculos necessários.

Acho que é possível criar uma civilização tecnológica sem teoria, sem
ciência pura, mas seria sempre menos eficaz que a nossa, e teria
sempre limites bem mais restritos em seus avanços e possibilidades.

As pirâmides são fantásticas obras de engenharia, quase sem cálculos
(quase, pois egípcios eram bons em usar geometria aplicada), mas parte
de seu fascínio é a época em que foram construídas e a limitação de
recursos e materiais disponíveis. Embora defensores de aliens egípcios
digam o contrário, com materiais modernos e engenharia moderna,
poderíamos criar estruturas muito mais impactantes e de formas muito
mais variadas (as pirâmides são piramidais por motivos de exigência
estrutural, é a forma mais simples e segura de erguer algo tão grande
com poucos recursos).

Não é possível construir um chip de processador "tentando e errando",
sem teoria e cálculos, não se pensaria em construir uma bomba atômica,
sem a teoria atômica e a relatividade, e não se construiriam satélites
sem a gravitação (leis de movimento que funcionam aqui na Terra,
também funcionam no céu).

Um abraço.

Homero




SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 11:40

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jeff" <jeff@...> escreveu
> Com "aleatoriedade objetiva" eu quis dizer de efeitos absolutamente
> sem qualquer causa.

Então, é isso, "indeterminação quântica em princípio". Nesse caso, tto
qto sabemos, tto qto os dados mostram, não, não é possível saber, nem
em princípio.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 11:45

Jeff,

Vejo que o determinismo está em curso em você desde
suas ultimas indagações. Já lhe falei uma vez, vc
estava determinado a não acreditar. Acho ótimo.
Caminha com os próprio pés. Mas eu estou determinado a
falar de novo. Então, seguinte:

>>> O mapa não é o território.
Ou seja, a realidade não é o conhecimento da
realidade.
Determinismo é uma realidade.
São as imutaveis leis da natureza funcionando.
Sendo assim, é fato, mas incogniscivel (em si).
A incerteza é um estado mental.
Ou seja, criado pela falta de conhecimento da
realidade (do território) e pela impossibilidade de
conhecimento direto.

Fiz minha parte.
De novo.
E seja o que o território determinar


sinceramente
ferrari



--- Jeff <jeff@jeff.com.br> escreveu:

> >> Eu não conheço bem estas interpretações da
> mecânica quântica, mas
> >> entendo que não é possível existir aleatoriedade
> objetiva em um
> >> sistema fechado! Ou estou errado? Eu acredito na
> falta de
> >> conhecimento de variáveis que podem determinar
> certos comportamentos
> >> quânticos e na prepotência de cientistas em
> afirmarem que não.
> >
> >Tto qto os resultados experimentais indicam, vc
> está errado
> >(interpretando "aleatoriedade objetiva" como o
> correpondente a
> >"indeterminação quântica em princípio").
> >
>
> Com "aleatoriedade objetiva" eu quis dizer de
> efeitos absolutamente sem
> qualquer causa. E "aleatoriedade subjetiva" a
> aparente aleatoriedade por
> falta de conhecimento das causas (que pode ser uma
> infinidade).
>
> Vou ler os textos, valeu!
>
> []´,s
> Jeff.
>
>


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 12:04

Olá Takata!

Takata >>> Você pode dividir o carro sem separar as
partes.

--- Takata, sinceramente, esta sua afirmação aqui e
suas respostas subsequentes são apenas uma questão de
ficarmos jogando xadrez até que vc acabe em cheque
mate. Vc afirmou algo que é impossivel e voce sabe
disto. O que separa o espaço cheio é o espaço vazio e
não tem por onde vc fugir. Não vou ficar jogando
xadrez com vc porque já lhe disse que não sou da turma
da competição, mas sim da colaboração.

--- Mas creio que agora ficou claro que o seu conceito
de matéria é fruto do raciocinio dualista (cheio e
vazio). Só isto. E nada demais. Isto é inevitavel,
afinal vc é um ser humano e raciocina pra fazer
ciencia, não é mesmo?

--- Estou dizendo que o cientista tem que levar isto
em consideração no método cientifico. No caso da
fisica, levar em consideração que espaço cheio e vazio
não é uma realidade, é uma forma de raciocinar a
realidade.

--- Sei que vc sabe disto, mas não sei porque insiste
em negar. Negar esta realidade não ajuda o método
cientifico. Não ajuda a entender a realção entre
matéria e energia. Não ajudar a entender e=mc2. Enfim,
não ajuda a melhorar os mapas, nem a compreender
melhor a realidade, entende?



sinceramente
ferrari








Takata >>> Você pode dividir o carro sem separar as
partes.
> >
> > --- Ok. Mas como? Pode dar um exemplo?
>
> Separar aqui entenda-se como afastar - já q vc
> falava em aumentar o
> espaço entre as partes. Vc pode desde simplesmente
> desatarraxar o
> pneu, sem tirá-lo do lugar, até ter porções das
> moléculas de plástico
> do painel q se rompem sem sair do lugar.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Que é Raciocinar?
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 12:37

Olá João!

João >>> Algo que o Pinker já disse. A possibilidade
de transmitir informações e pensamentos complexos
através da emissão de sons pela boca, tinta impressa
num papel, ou variação na intensidade de luz dos
pixels numa tela de vídeo. Tudo isso que estamos
fazendo aqui, todas as idéias que trocamos,
informações que comunicamos, se dão por intermédio da
linguagem.

--- Creio que para entender linguagem (de fato) é
preciso entender primeiro a relação entre tempo e
movimento. É preciso considerar que a linguagem é
inerente as leis que regem o comportamento da matéria
indivisivel. Estas leis são as leis do tempo. Leis do
sempre, como prefiro dizer, pois são imateriais e
eternas.

--- Ou seja, os diferentes códigos (linguagens) são as
diferentes frequencias (pulsos) da matéria
indivisivel. Linguagem é pulso.

João >>> E a linguagem não é algo que se inventa pela
cultura. Ela é produto de um sofisticado aparato
linguístico do cérebro.

--- Não é só do cérebro, é da natureza. O cérebro
também é uma decodificação do cérebro, percebe isto?

--- A linguagem é inerente a manifestação da matéria.
É as leis do tempo. Leis do sempre. Por isto não pode
ser inventada. Porque é o tempo que inventa (controla)
a forma da matéria, manifestação da matéria, e não
vice-versa.

João >>> É talvez a habilidade que mais diferencia o
homem dos outros animais.

--- Ai vc está inaltecendo o raciocinio. Volto a lhe
afirmar, linguagem é inerente a manifestação da
matéria indivisivel. A matéria indivisivel se
manistesta de diversas maneiras, logo existem diversas
linguagens de manifestação. Mas, essencialmente, todas
se resumem numa: o pulso.



sinceramente
ferrari

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SUBJECT: [RN] AIDS: COMO O HIV ESCAPA DO SISTEMA IMUNE
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 12:52

FOLHA ONLINE, 14-05-2007

Cientistas identificam artimanha do HIV para driblar o sistema imunológico
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u16433.shtml
-----------------
[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 13:05

Olá JC, RCA Victor e todos,

complementei o texto em
http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/principio_da_relatividade.htm

com as 7 figuras.

Qqer erro, please, avisem pois isso está em 'provisório'! Não está aberto ao público.

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "José Carlos Antonio" <profjc2003@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 20:43
Assunto: [ciencialist] Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida


Léo,

A velocidade v que você usa na fórmula Fm = Qv/c X B não deve ser a
velocidade da carga Q em relação ao campo?

Supondo que o fio criasse um campo sensível à Q e dependente da
velocidade do observador, teríamos o resultado interessante de que
qualquer fio retílineo criaria infinitos campos simultâneos, um para
cada um dos infinitos observadores possíveis, mas isso não parece ser
muito "natural" (embora possa ser tratado teoricamente).

Creio que a carga Q do seu problema "não vê" o campo que o observador
vê porque ela está em repouso em relação às cargas do fio. Ou, em
outras palavras, o que importa nesse problema é a velocidade relativa
entre a carga Q e as cargas do fio.

Evidentemene fica a pergunta: se o observador vê um campo magnético
gerado pelo fio e vê uma carga elétrica Q "movendo-se", então porque
será que ele não vê nenhuma força magnética "extra" alterando a
resultante em Q? Bom, talvez ele veja, mas em compensação também verá
um campo elétrico não-estático. Eu não pretendo fazer as contas, mas
acho que se levarmos isso em consideração ficará mostrado que a
resultante sobre Q será a mesma.

Pense nisso. (E faça as contas, se tiver tempo)

Abraços,
JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Oi Victor,
>
> vc chegou a ver as figuras em
>
http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/principio_da_relatividade.htm
?
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "J.Victor" <j.victor.neto@...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 12:51
> Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou
c/dúvida
>
>
>
>
>
>
> De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
> Em nome de Luiz Ferraz Netto
> Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 09:45
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou
c/dúvida
>
>
>
> Léo: Oi Victor,
>
> vou contestar tudo que vc disse e dar os argumentos pertinentes. Apenas
> aguarde para a continuação da leitura do texto onde vou citar as três
> possibilidades.
>
> Todavia, já contestando, vou apontar uma 'falhazinha' no seguinte
texto de
> sua argumentação:
>
> >"Mas um campo magnético devido a uma corrente I numa dada direção é
> concêntrico à direção da corrente, sendo, portanto, perpendicular ao
> segmento R, saindo do papel ou entrando no papel onde R está
desenhado, esse
> mesmo R que liga o centro de L ao ponto onde está Q; mas somente se
fosse o
> caso de haver movimento relativo entre eles. Que, evidentemente, não há.
> Assim, a força resultante sobre Q seria o resultado de uma composição
> vetorial entre Fm e Fe, e não resultante de operação escalar, como
foi feito
> acima, pois Fm e Fe seriam perpendiculares e não colineares, como se
> depreende da proposição inicial."
>
> Aqui vc se esqueceu de um fato: Vc tem duas mãos! E vc usou uma só;
a regra
> da mão direita para achar a direção e sentido do campo magnético B.
OK, o
> campo B produzido pela corrente I em L, na posição de Q, é "saindo do
> papel", perpendicular à direção R. OK.
> Agora vamos usar a outra mão, a esquerda (lembra dela :-)) e colocar o
> indicador no sentido de B (saindo do papel), o dedo médio no sentido
de v
> (para baixo) e teremos como resultado a força de Lorentz Fm para
"dentro",
> dirigida para L e, portanto, diretamente oposta à Fe; dai F = Fe -
Fm (logo,
> uma mera operação escalar; Fe e Fm são colineares).
>
> Victor: Tem razão. E esqueci mesmo. E isto é óbvio. Apenas, no calor da
> escrita, por algum desses motivos que só depois dão o estalo, fiquei
só com
> a direção de B. Foi precisamente isso que corrigí no anterior.
Tudo bem.
> Mas já disse, ninguém é perfeito...
>
> Leó: Agora vou preparar a continuação do texto e ... pode tirar o
cavalinho
> da chuva, pois há movimento relativo entre Q (para baixo) e o CAMPO B
> (estacionário, pois B se repete identicamente em todos os pontos).
Quem age
> sobre Q (móvel) é B (fixo) e não a corrente I ou o fio infinito com
> distribuição uniforme de cargas em movimento.
>
> Isso é só para amaciar! :-))
>
> Victor: Ok.
>
> Sds,
>
> Victor.
>
>
>
> Té mais, vou aumentar meu texto ..........
>
> aquele abraço,
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@... <mailto:leobarretos%40uol.com.br>
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "J.Victor" <j.victor.neto@... <mailto:j.victor.neto%40uol.com.br>
> >
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br
> <mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br> >
> Enviada em: sábado, 12 de maio de 2007 17:36
> Assunto: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
>
> O retorno a seguir está meio longo, devido ao nível de detalhamento que
> coloquei. E o fiz pensando nos ciencialisteiro que não física em seu
dia a
> dia, mas que têm curiosidade ou interesse nessas coisas, e se
dispõem a ler,
> honrando nossos esforços.
>
> Espero que não tenha ficado enfadonho demais.
>
> [ ... ]
>
>
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.com
>
>
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> Links do Yahoo! Grupos
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>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 13:07

Olá JC, RCA Victor e todos,

complementei o texto em
http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/principio_da_relatividade.htm

com as 7 figuras.

Qqer erro, please, avisem pois isso está em 'provisório'! Não está aberto ao público.

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 14 de maio de 2007 08:31
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida


Olá JC,
No texto abaixo:
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "José Carlos Antonio" <profjc2003@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 20:43
Assunto: [ciencialist] Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida


Léo,

>A velocidade v que você usa na fórmula Fm = Qv/c X B não deve ser a
velocidade da carga Q em relação ao campo? <

Léo: Sim, é a mesma! E, no fundo é em relação ao campo B. Observe que para a carga Q o campo é 'fixo' (do mesmo modo que vc pode adotar como fixo os demais átomos e elétrons do fio que não participam como portadores de carga na corrente elétrica. Lembre-se da Experiência de Rowland!

>Supondo que o fio criasse um campo sensível à Q e dependente da
velocidade do observador, teríamos o resultado interessante de que
qualquer fio retílineo criaria infinitos campos simultâneos, um para
cada um dos infinitos observadores possíveis, mas isso não parece ser
muito "natural" (embora possa ser tratado teoricamente).<

Léo: Mas, será isso mesmo; apenas que, somente o componente perpendicular ao fio é o que interessa. Por outro lado, para determinados observadores (correndo perpendicular ao fio, por exemplo) isso não definiria corrente alguma e além disso haveria contração de espaço e tempo em outras direções.

>Creio que a carga Q do seu problema "não vê" o campo que o observador
vê porque ela está em repouso em relação às cargas do fio. Ou, em
outras palavras, o que importa nesse problema é a velocidade relativa
entre a carga Q e as cargas do fio.<

Léo: Não, o que importa é a velocidade relativa entre a carga Q e o campo B (que para todos os efeitos é fixo ao redor do fio).

>Evidentemene fica a pergunta: se o observador vê um campo magnético
gerado pelo fio e vê uma carga elétrica Q "movendo-se", então porque
será que ele não vê nenhuma força magnética "extra" alterando a
resultante em Q? Bom, talvez ele veja, mas em compensação também verá
um campo elétrico não-estático. Eu não pretendo fazer as contas, mas
acho que se levarmos isso em consideração ficará mostrado que a
resultante sobre Q será a mesma.<

Léo: Não é assim. Vou reproduzir a Experiência de Rowlando para vc perceber a 'estacionaridade' de B e o movimento relativo de Q em relação a B.

Experiência de Rowland: Considere um disco de PVC de raio R girando no plano horizontal mediante uma manivela instalada no seu eixo vertical. Na borda desse disco há um tubo metálico eletrizado com carga Q1 (uniformemente distribuida no comprimento 2.pi.R). Pondo-se esse disco para girar com frequencia F, a carga Q1 se comporta como carga em movimento e define a corrente I = F.Q1. O campo magnético B que se estabelece (por exemplo em todo plano que contém o disco) é estacionário (fora do disco, vertical para baixo; dentro do disco vertical para cima) --- é o campo criado pela corrente numa espira.
Fixando na borda do disco uma vareta isolante, radial para fora, e na ponta da vareta coloquemos uma carga Q2. Pronto, a carga Q2 cortará as linhas de força de B e sobre ela aparecerá a força magnética de Lorentz. Aqui, a velocidade angular de Q2 será a mesma da de Q1 (a linear não!).

Estamos encaminhando à contento?

aquele abraço,

Léo

Pense nisso. (E faça as contas, se tiver tempo)

Abraços,
JC




SUBJECT: Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 13:14

Léo,

Acho que descobri onde está o problema do seu experimento hipotético.
Daí fiquei me perguntando: porque não vimos isso logo de início? Vamos
lá...

O que a carga Q "sentirá", se "sentir algo", será a presença de um
campo magnético B resultante do movimento de todas as cargas do fio.
Porém o fio tem carga total nula e, na situação inicial, podemos
considerar que não tenha nenhuma corrente passando por ele. Pois bem,
quando visto do novo referencial, ainda que você possa imaginar
"correntes" (e pode!), haverá duas delas no fio: uma corrente de
elétrons e outra de prótons, ambas no mesmo sentido, pois ambos estão
em movimento para esse novo observador.

Usando as regrinhas da mão direita e da mão esquerda dá para ver
facilmente que os elétrons criariam um campo magnético B em Q e, por
sua vez, os prótons criariam no mesmo lugar um campo -B, resultando
assim em um campo magnético resultante nulo em Q.

Cruzes, isso parece tão simples dito dessa forma que até me espanta. :)

Como foi que esquecemos dos prótons antes? :)))

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Olá JC,
> No texto abaixo:
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "José Carlos Antonio" <profjc2003@...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 20:43
> Assunto: [ciencialist] Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou
c/dúvida
>
>
> Léo,
>
> >A velocidade v que você usa na fórmula Fm = Qv/c X B não deve ser a
> velocidade da carga Q em relação ao campo? <
>
> Léo: Sim, é a mesma! E, no fundo é em relação ao campo B. Observe
que para a carga Q o campo é 'fixo' (do mesmo modo que vc pode adotar
como fixo os demais átomos e elétrons do fio que não participam como
portadores de carga na corrente elétrica. Lembre-se da Experiência de
Rowland!
>
> >Supondo que o fio criasse um campo sensível à Q e dependente da
> velocidade do observador, teríamos o resultado interessante de que
> qualquer fio retílineo criaria infinitos campos simultâneos, um para
> cada um dos infinitos observadores possíveis, mas isso não parece ser
> muito "natural" (embora possa ser tratado teoricamente).<
>
> Léo: Mas, será isso mesmo; apenas que, somente o componente
perpendicular ao fio é o que interessa. Por outro lado, para
determinados observadores (correndo perpendicular ao fio, por exemplo)
isso não definiria corrente alguma e além disso haveria contração de
espaço e tempo em outras direções.
>
> >Creio que a carga Q do seu problema "não vê" o campo que o observador
> vê porque ela está em repouso em relação às cargas do fio. Ou, em
> outras palavras, o que importa nesse problema é a velocidade relativa
> entre a carga Q e as cargas do fio.<
>
> Léo: Não, o que importa é a velocidade relativa entre a carga Q e o
campo B (que para todos os efeitos é fixo ao redor do fio).
>
> >Evidentemene fica a pergunta: se o observador vê um campo magnético
> gerado pelo fio e vê uma carga elétrica Q "movendo-se", então porque
> será que ele não vê nenhuma força magnética "extra" alterando a
> resultante em Q? Bom, talvez ele veja, mas em compensação também verá
> um campo elétrico não-estático. Eu não pretendo fazer as contas, mas
> acho que se levarmos isso em consideração ficará mostrado que a
> resultante sobre Q será a mesma.<
>
> Léo: Não é assim. Vou reproduzir a Experiência de Rowlando para vc
perceber a 'estacionaridade' de B e o movimento relativo de Q em
relação a B.
>
> Experiência de Rowland: Considere um disco de PVC de raio R girando
no plano horizontal mediante uma manivela instalada no seu eixo
vertical. Na borda desse disco há um tubo metálico eletrizado com
carga Q1 (uniformemente distribuida no comprimento 2.pi.R). Pondo-se
esse disco para girar com frequencia F, a carga Q1 se comporta como
carga em movimento e define a corrente I = F.Q1. O campo magnético B
que se estabelece (por exemplo em todo plano que contém o disco) é
estacionário (fora do disco, vertical para baixo; dentro do disco
vertical para cima) --- é o campo criado pela corrente numa espira.
> Fixando na borda do disco uma vareta isolante, radial para fora, e
na ponta da vareta coloquemos uma carga Q2. Pronto, a carga Q2 cortará
as linhas de força de B e sobre ela aparecerá a força magnética de
Lorentz. Aqui, a velocidade angular de Q2 será a mesma da de Q1 (a
linear não!).
>
> Estamos encaminhando à contento?
>
> aquele abraço,
>
> Léo
>
> Pense nisso. (E faça as contas, se tiver tempo)
>
> Abraços,
> JC
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> <leobarretos@> escreveu
> >
> > Oi Victor,
> >
> > vc chegou a ver as figuras em
> >
>
http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/principio_da_relatividade.htm
> ?
> >
> > []'
> > ===========================
> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > leobarretos@
> > http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> > ===========================
> > -----Mensagem Original-----
> > De: "J.Victor" <j.victor.neto@>
> > Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 12:51
> > Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou
> c/dúvida
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
> > Em nome de Luiz Ferraz Netto
> > Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 09:45
> > Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou
> c/dúvida
> >
> >
> >
> > Léo: Oi Victor,
> >
> > vou contestar tudo que vc disse e dar os argumentos pertinentes.
Apenas
> > aguarde para a continuação da leitura do texto onde vou citar as três
> > possibilidades.
> >
> > Todavia, já contestando, vou apontar uma 'falhazinha' no seguinte
> texto de
> > sua argumentação:
> >
> > >"Mas um campo magnético devido a uma corrente I numa dada direção é
> > concêntrico à direção da corrente, sendo, portanto, perpendicular ao
> > segmento R, saindo do papel ou entrando no papel onde R está
> desenhado, esse
> > mesmo R que liga o centro de L ao ponto onde está Q; mas somente se
> fosse o
> > caso de haver movimento relativo entre eles. Que, evidentemente,
não há.
> > Assim, a força resultante sobre Q seria o resultado de uma composição
> > vetorial entre Fm e Fe, e não resultante de operação escalar, como
> foi feito
> > acima, pois Fm e Fe seriam perpendiculares e não colineares, como se
> > depreende da proposição inicial."
> >
> > Aqui vc se esqueceu de um fato: Vc tem duas mãos! E vc usou uma só;
> a regra
> > da mão direita para achar a direção e sentido do campo magnético B.
> OK, o
> [ ... ]
>




SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 13:19

Eu acho que é justamente o contrário, Jeff. :)

Ou será que a comunidade científica anda construindo casinhas por aí?

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jeff" <jeff@...> escreveu
>
> Olá JC,
>
> >
> >Nada contra a liberdade de viajar na maionese mas, como eu sugeri na
> >pergunta da mensagem anterior, ninguem garante que essas viagens na
> >maionese vão render algo, não é? E enquanto não rendem nada, fiquemos
> >com o princípio da incerteza que já está bem estabelecido e funciona.
> >
>
> Eu acho que eu engenheiro pode pensar assim, mas um cientista não! :-)
>
> Um abraço,
> Jeff.
>




SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 13:35

Olá Alberto,

É, a resposta do Jeff é curta e bastante esclarecedora mesmo, mas eu
prefiro as suas que são extensas e bem mais esclarecedoras.

Veja que, assim como você, também nada tenho contra ou a favor à
teoria quântica. Apenas faço a ressalva de que ela é a melhor teoria
que temos para tratar do mundo microscópico e isso é um fato e não
apenas uma opinião. Logo, estamos falando de algo "bom", que
"funciona", que foi construído por centenas de mentes brilhantes,
inovadoras e criativas.

O Jeff faz um apelo "poético" mas bem ingênuo à nossa liberdade de
pensamento. É óbvio que todos podemos nos lançar a essas "viagens na
maionese" e me parece bem claro que todos os cientistas as façam
rotineiramente, embora não publiquem essas viagens e nem fiquem
defendendo-as em listas como se fossem o supra-sumo na "nova física".
Mas a questão cental é que essas viagens na maionese resultam em
fracassos quase sempre e nenhum bom método científico pode pregar algo
que resulte em fracasso "quase sempre" como "método recomendável".

Voce conhece bem a história da ciência e sabe que ela cresce em
"saltos quânticos", sem muitas transições intermediárias, logo, seria
ingenuidade também afirmar que se faz ciência de forma linear e
sistemática. Porém, é de forma linear e sistemática que avançamos
entre um salto e outro.

Sinceramente, eu creio que muitas mentes brilhantes pensam nesses
problemas todos os dias e que num dado momento novas idéias vão
surgir, mas enquanto elas não surgem não adianta nada ficar tentando
diminuir o que já existe com base apenas no desejo de que mudanças
ocorram.

Para se propor algo melhor do que o princípio da incerteza deve-se
antes de mais nada procurar entender o que esse princípio significa,
quando, como e porque ele foi proposto e, principalmente, o que se
pode fazer a partir dele.

O resto é conversa de "engenheiro" que não entende de física mas sonha
em construir um novo edifício para a ciência, como se isso pudesse ser
feito juntando tijolos ao acaso (má práica de engenharia, aliás).

Abraços,
JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@...> escreveu
>
> ----- Original Message -----
> From: "José Carlos Antonio"
> Sent: Monday, May 14, 2007 2:27 AM
> Subject: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
>
> > Nada contra a liberdade de viajar na maionese mas, como eu sugeri na
> > pergunta da mensagem anterior, ninguem garante que essas viagens na
> > maionese vão render algo, não é? E enquanto não rendem nada,
> > fiquemos com o princípio da incerteza que já está bem estabelecido e
> > funciona.
>
> Eu diria que a resposta do Jeff é curta mas bastante esclarecedora. O
> cientista *produtor de conhecimentos* tem de ser aguerrido e nada
> dogmático. Preocupar-se com falseamentos não tem o mesmo significado
> de preocupar-se com garantias. Como teria dito Faraday (ao fazer
> analogia com o nascimento das teorias): "Para que serve uma criança ao
> nascer?"
>
> Talvez fosse o caso de expandir um pouco a idéia do Jeff. Existiriam
> neste caso: 1) o cientista produtor de conhecimentos; 2) o cientista
> utilizador dos conhecimentos (engenheiros, tecnólogos, médicos etc.);
> e 3) o cientista armazenador e/ou distribuidor de conhecimentos
> (professor etc.). Não creio que, para aqueles situados na primeira
> categoria, a única filosofia de atuação fosse o utilitarismo, ainda
> que se justifique, nesse meio, a existência de utilitaristas a exemplo
> de Bohr.
>
> Na realidade eu não sou exatamente contra a teoria quântica nem outras
> teorias aceitas na atualidade. Sou contra a criação de um partido
> único e a ditar o que pode ou o que não pode ser feito em ciência,
> conforme defendido pelos seguidores da "filosofia" de Kuhn. É neste
> sentido que eu costumo dizer que prefiro a filosofia popperiana que, a
> meu ver, prega uma revolução permanente.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>




SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 13:42

Gil,

Concordo contigo. Essa sempre foi uma preocupação minha ao ensinar
física para os pequenos: não confundir ciência com tecnologia.

No entanto, o que traz muitos leigos ao assunto "ciência" é justamente
o fascínio da tecnologia. Há muitas pessoas que acreditam que sabendo
as leis de Newton poderão cosntruir naves espaciais no fundo de seus
quintais.

Fico num beco "meio sem saída" na hora de falar disso com meus
aluninhos leigos, pois de um lado não posso iludí-los de que basta a
ciência para se produzir boa tecnologia e, por outro, é claro que sem
boa ciência não se produz boa tecnologia. O casamento entre ambas não
me parece simples e só me parece compreensível à luz da história da
ciência e do desenvolvimento tecnológico; mas essa história é
complexa, tem muitos buracos e é muito mal contada (como você mesmo
sugere ao dizer que há poucos artigos relevantes sobre o tema).

Também gosto desse assunto e acompanho algumas discussões sobre ele.

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Gil <nanolink01@...> escreveu
>
> Alberto, esse é um tema bastante complicado, e o único para o qual é
> bastante dificil achar um artigo esclarecedor: A diferença entre a
produção
> de ciência e a produção de tecnologia. A nível bastante básico, fica
clara a
> diferença entre as duas: Não é preciso conhecer muito de
hidrodinâmica, ou
> das teorias de Arquimedes para fazer uma Canoa. E posso ser péssimo para
> fazer uma canoa, mesmo conhecendo Hidrodinamica e teorias náuticas.
>
> É claro, tecnologia e ciência são autopotencializadores, um cataliza o
> outro, mas isso não significa que boa tecnologia significa ciência
perfeita.
>
> Mas esta diferença fica difusa quando se trata de tecnologia e ciência
> moderna, em parte talvez porque a maioria das pessoas, eu inclusive, não
> conhece a fundo, nem uma, nem outra. E muitos amantes da ciência,
não fazem
> questão de esclarecer a diferença, em parte , talvez, por gostarem
de ser
> cobertos pela "aura" de infalibilidade da tecnologia. Para a
ciência, talvez
> isso seja prejudicial. Mas nunca é debatido..
>
> Já ouvi 2323³² vezes o argumento de que, sem a teoria (inclua aqui sua
> teoria preferida), não seria possivel construir computadores, não
haveriam
> televisores, os paralelepípedos não existiriam. Mesmo conceitos
abstratos
> como a teoria das "formas" de aristóteles já foi invocado , em outra
mailing
> list, como sustentação da tecnologia atômica!
>
> Sei que isso se deve á fronteira difusa entre teorização moderna e
> tecnologia moderna, mas poucos teorizadores dedicam algum tempo a falar
> desse assunto, mesmo que seja para esclarecer os leigos, dize-los
para não
> confundirem produção de tecnologia com produção de ciência.
>
> Esse seria um tema interessante para debater aqui na Ciencialist. De
minha
> parte, fico assistindo, mas se quiserem continuar elaborando o tema,
seria
> interessante para a maioria dos membros (acho)
>
>
>
> Gil
>
>
>
> Em 14/05/07, Alberto Mesquita Filho <albmesq@...> escreveu:
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: "José Carlos Antonio"
> > Sent: Monday, May 14, 2007 2:27 AM
> > Subject: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
> >
> > > Nada contra a liberdade de viajar na maionese mas, como eu sugeri na
> > > pergunta da mensagem anterior, ninguem garante que essas viagens na
> > > maionese vão render algo, não é? E enquanto não rendem nada,
> > > fiquemos com o princípio da incerteza que já está bem estabelecido e
> > > funciona.
> >
> > Eu diria que a resposta do Jeff é curta mas bastante esclarecedora. O
> > cientista *produtor de conhecimentos* tem de ser aguerrido e nada
> > dogmático. Preocupar-se com falseamentos não tem o mesmo significado
> > de preocupar-se com garantias. Como teria dito Faraday (ao fazer
> > analogia com o nascimento das teorias): "Para que serve uma criança ao
> > nascer?"
> >
> > Talvez fosse o caso de expandir um pouco a idéia do Jeff. Existiriam
> > neste caso: 1) o cientista produtor de conhecimentos; 2) o cientista
> > utilizador dos conhecimentos (engenheiros, tecnólogos, médicos etc.);
> > e 3) o cientista armazenador e/ou distribuidor de conhecimentos
> > (professor etc.). Não creio que, para aqueles situados na primeira
> > categoria, a única filosofia de atuação fosse o utilitarismo, ainda
> > que se justifique, nesse meio, a existência de utilitaristas a exemplo
> > de Bohr.
> >
> > Na realidade eu não sou exatamente contra a teoria quântica nem outras
> > teorias aceitas na atualidade. Sou contra a criação de um partido
> > único e a ditar o que pode ou o que não pode ser feito em ciência,
> > conforme defendido pelos seguidores da "filosofia" de Kuhn. É neste
> > sentido que eu costumo dizer que prefiro a filosofia popperiana que, a
> > meu ver, prega uma revolução permanente.
> >
> > [ ]´s
> > Alberto
> > http://ecientificocultural.com/indice.htm
> > Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> > coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
> >
> >
> >
> > ##### ##### #####
> >
> > Página de apoio
> > http://www.ciencialist.com
> >
> >
> > ##### ##### ##### #####
> > Links do Yahoo! Grupos
> >
> >
> >
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>




SUBJECT: P/ Gil - Re: Determinismo e incerteza
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 13:45

Bem vindo à thread Homero, você sempre acrescenta algo positivo aos
debates.

Abraços,
JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "oraculo333" <oraculo@...> escreveu
>
> Olá Gil
>
> GIl: "Já ouvi 2323³² vezes o argumento de que, sem a teoria (inclua
> aqui sua teoria preferida), não seria possivel construir computadores,
> não haveriam televisores, os paralelepípedos não existiriam. Mesmo
> conceitos abstratos como a teoria das "formas" de aristóteles já foi
> invocado, em outra mailing list, como sustentação da tecnologia
atômica!"
>
> Algumas coisas, em especial tecnologia de ponta, são impossíveis de
> construir sem a teoria, em especial as que dependem de cálculos
> prévios, como transistores e computadores. Outras seriam impossíveis
> de construir, porque não pensaríamos nelas sem a teoria ter
> apresentado essas possibilidades, como a bomba atômica.
>
> Outras seriam ineficazes ou rústicas sem a teoria, pois dependeriam de
> empirismo e tentativas e erros para serem criadas ou construídas, como
> edifícios. Já se construiram grandes catedrais na idade média, mas
> suas estruturas são super-dimensionadas, suas soluções muitas vezes
> rústicas ou ineficazes, e muitas caíram antes e depois de construídas
> por falta de cálculos necessários.
>
> Acho que é possível criar uma civilização tecnológica sem teoria, sem
> ciência pura, mas seria sempre menos eficaz que a nossa, e teria
> sempre limites bem mais restritos em seus avanços e possibilidades.
>
> As pirâmides são fantásticas obras de engenharia, quase sem cálculos
> (quase, pois egípcios eram bons em usar geometria aplicada), mas parte
> de seu fascínio é a época em que foram construídas e a limitação de
> recursos e materiais disponíveis. Embora defensores de aliens egípcios
> digam o contrário, com materiais modernos e engenharia moderna,
> poderíamos criar estruturas muito mais impactantes e de formas muito
> mais variadas (as pirâmides são piramidais por motivos de exigência
> estrutural, é a forma mais simples e segura de erguer algo tão grande
> com poucos recursos).
>
> Não é possível construir um chip de processador "tentando e errando",
> sem teoria e cálculos, não se pensaria em construir uma bomba atômica,
> sem a teoria atômica e a relatividade, e não se construiriam satélites
> sem a gravitação (leis de movimento que funcionam aqui na Terra,
> também funcionam no céu).
>
> Um abraço.
>
> Homero
>




SUBJECT: Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou c/dúvida
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 13:51

E agora, revendo seu probleminha com as figuras, eu noto que o fio
está carregado, ou seja, é um "tubinho de cargas positivas". Então
esqueça o que eu disse abaixo e vamos repensar a coisa... Do zero!

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Carlos Antonio
<profjc2003@...> escreveu
>
> Léo,
>
> Acho que descobri onde está o problema do seu experimento hipotético.
> Daí fiquei me perguntando: porque não vimos isso logo de início? Vamos
> lá...
>
> O que a carga Q "sentirá", se "sentir algo", será a presença de um
> campo magnético B resultante do movimento de todas as cargas do fio.
> Porém o fio tem carga total nula e, na situação inicial, podemos
> considerar que não tenha nenhuma corrente passando por ele. Pois bem,
> quando visto do novo referencial, ainda que você possa imaginar
> "correntes" (e pode!), haverá duas delas no fio: uma corrente de
> elétrons e outra de prótons, ambas no mesmo sentido, pois ambos estão
> em movimento para esse novo observador.
>
> Usando as regrinhas da mão direita e da mão esquerda dá para ver
> facilmente que os elétrons criariam um campo magnético B em Q e, por
> sua vez, os prótons criariam no mesmo lugar um campo -B, resultando
> assim em um campo magnético resultante nulo em Q.
>
> Cruzes, isso parece tão simples dito dessa forma que até me espanta. :)
>
> Como foi que esquecemos dos prótons antes? :)))
>
> Abraços,
> JC
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> <leobarretos@> escreveu
> >
> > Olá JC,
> > No texto abaixo:
> > ===========================
> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > leobarretos@
> > http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> > ===========================
> > -----Mensagem Original-----
> > De: "José Carlos Antonio" <profjc2003@>
> > Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 20:43
> > Assunto: [ciencialist] Re: Preciso fazer uma pergunta, pois estou
> c/dúvida
> >
> >
> > Léo,
> >
> > >A velocidade v que você usa na fórmula Fm = Qv/c X B não deve ser a
> > velocidade da carga Q em relação ao campo? <
> >
> > Léo: Sim, é a mesma! E, no fundo é em relação ao campo B. Observe
> que para a carga Q o campo é 'fixo' (do mesmo modo que vc pode adotar
> como fixo os demais átomos e elétrons do fio que não participam como
> portadores de carga na corrente elétrica. Lembre-se da Experiência de
> Rowland!
> >
> > >Supondo que o fio criasse um campo sensível à Q e dependente da
> > velocidade do observador, teríamos o resultado interessante de que
> > qualquer fio retílineo criaria infinitos campos simultâneos, um para
> > cada um dos infinitos observadores possíveis, mas isso não parece ser
> > muito "natural" (embora possa ser tratado teoricamente).<
> >
> > Léo: Mas, será isso mesmo; apenas que, somente o componente
> perpendicular ao fio é o que interessa. Por outro lado, para
> determinados observadores (correndo perpendicular ao fio, por exemplo)
> isso não definiria corrente alguma e além disso haveria contração de
> espaço e tempo em outras direções.
> >
> > >Creio que a carga Q do seu problema "não vê" o campo que o observador
> > vê porque ela está em repouso em relação às cargas do fio. Ou, em
> > outras palavras, o que importa nesse problema é a velocidade relativa
> > entre a carga Q e as cargas do fio.<
> >
> > Léo: Não, o que importa é a velocidade relativa entre a carga Q e o
> campo B (que para todos os efeitos é fixo ao redor do fio).
> >
> > >Evidentemene fica a pergunta: se o observador vê um campo magnético
> > gerado pelo fio e vê uma carga elétrica Q "movendo-se", então porque
> > será que ele não vê nenhuma força magnética "extra" alterando a
> > resultante em Q? Bom, talvez ele veja, mas em compensação também verá
> > um campo elétrico não-estático. Eu não pretendo fazer as contas, mas
> > acho que se levarmos isso em consideração ficará mostrado que a
> > resultante sobre Q será a mesma.<
> >
> > Léo: Não é assim. Vou reproduzir a Experiência de Rowlando para vc
> perceber a 'estacionaridade' de B e o movimento relativo de Q em
> relação a B.
> >
> > Experiência de Rowland: Considere um disco de PVC de raio R girando
> no plano horizontal mediante uma manivela instalada no seu eixo
> vertical. Na borda desse disco há um tubo metálico eletrizado com
> carga Q1 (uniformemente distribuida no comprimento 2.pi.R). Pondo-se
> esse disco para girar com frequencia F, a carga Q1 se comporta como
> carga em movimento e define a corrente I = F.Q1. O campo magnético B
> que se estabelece (por exemplo em todo plano que contém o disco) é
> estacionário (fora do disco, vertical para baixo; dentro do disco
> vertical para cima) --- é o campo criado pela corrente numa espira.
> > Fixando na borda do disco uma vareta isolante, radial para fora, e
> na ponta da vareta coloquemos uma carga Q2. Pronto, a carga Q2 cortará
> as linhas de força de B e sobre ela aparecerá a força magnética de
> Lorentz. Aqui, a velocidade angular de Q2 será a mesma da de Q1 (a
> linear não!).
> >
> > Estamos encaminhando à contento?
> >
> > aquele abraço,
> >
> > Léo
> >
> > Pense nisso. (E faça as contas, se tiver tempo)
> >
> > Abraços,
> > JC
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> > <leobarretos@> escreveu
> > >
> > > Oi Victor,
> > >
> > > vc chegou a ver as figuras em
> > >
> >
>
http://www.feiradeciencias.com.br/provisorio/principio_da_relatividade.htm
> > ?
> > >
> > > []'
> > > ===========================
> > > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > > leobarretos@
> > > http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> > > ===========================
> > > -----Mensagem Original-----
> > > De: "J.Victor" <j.victor.neto@>
> > > Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > > Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 12:51
> > > Assunto: RES: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou
> > c/dúvida
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > [mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]
> > > Em nome de Luiz Ferraz Netto
> > > Enviada em: domingo, 13 de maio de 2007 09:45
> > > Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > > Assunto: Re: [ciencialist] Preciso fazer uma pergunta, pois estou
> > c/dúvida
> > >
> > >
> > >
> > > Léo: Oi Victor,
> > >
> > > vou contestar tudo que vc disse e dar os argumentos pertinentes.
> Apenas
> > > aguarde para a continuação da leitura do texto onde vou citar as
três
> > > possibilidades.
> > >
> > > Todavia, já contestando, vou apontar uma 'falhazinha' no seguinte
> > texto de
> > > sua argumentação:
> > >
> > > >"Mas um campo magnético devido a uma corrente I numa dada direção é
> > > concêntrico à direção da corrente, sendo, portanto, perpendicular ao
> > > segmento R, saindo do papel ou entrando no papel onde R está
> > desenhado, esse
> > > mesmo R que liga o centro de L ao ponto onde está Q; mas somente se
> > fosse o
> > > caso de haver movimento relativo entre eles. Que, evidentemente,
> não há.
> > > Assim, a força resultante sobre Q seria o resultado de uma
composição
> > > vetorial entre Fm e Fe, e não resultante de operação escalar, como
> > foi feito
> > > acima, pois Fm e Fe seriam perpendiculares e não colineares, como se
> > > depreende da proposição inicial."
> > >
> > > Aqui vc se esqueceu de um fato: Vc tem duas mãos! E vc usou uma só;
> > a regra
> > > da mão direita para achar a direção e sentido do campo magnético B.
> > OK, o
> > [ ... ]
> >
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 14:04

A carta em questão foi escrita principalmente por Szilard, com revisão e
assinatura de Einstein. Isso precipitou a criação do Projeto Manhattan, mas,
dada a concentração de cientistas nucleares nos EUA no início da década de
40, a construção da bomba era inevitável.

[ ]s

Alvaro Augusto




----- Original Message -----
From: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Sunday, May 13, 2007 10:45 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


Alberto:
Só tinha cópia da primeira....
Muito obrigado!!

silvio.
----- Original Message -----
From: Alberto Mesquita Filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, May 13, 2007 10:20 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus


----- Original Message -----
From: "Silvio Cordeiro"
Sent: Friday, May 11, 2007 11:13 PM
Subject: Re: [ciencialist] A idéia que Einstein fazia de Deus

> Meu scanner quebrou se não colocaria aqui a carta que ele mandou
> para o Pres. Roosevelt comentando os estudos para a primeira bomba
> A....

Vide (em inglês) http://hypertextbook.com/eworld/einstein.shtml

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.




SUBJECT: Contra todos os vírus e bactérias: peptídeos
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 14:27

Óleo de Cascavel?

http://www.biologicalmiracle.net/

--//--

Minha tradução:

O Antidote é uma oferta única de Peptídeo Anti-Microbial oferecendo o
mais largo espectro de poder de cura do mercado atual. Ele mata todas
as BACTÉRIAS e VÍRUS mortais no corpo.

O Antidote atua como um aditivo para o sistema imunológico. Ele irá
combater e proteger seu corpo de todas infecções ativadas por vírus e
bactérias. O Antidote pode ser tomado com segurança por crianças e
adultos mesmo que estejam tomando outras medicações.

Seus poderes de fortalecimento do sistema imunológico tornam-no o
método perfeito para manter um estilo de vida estável e saudável.

O Peptídeo é uma Proteína Extraída do Crocodylus Porosus, o maior
crocodilo vivo e a espécie viva mais antiga na Terra (mais de 20
milhões de anos). Um Peptídeo é uma Proteína Natural feita de
Aminoácidos amarrados juntos que destróem virus e bactérias poderosas
ao penetrar suas membranas.

Biologicalmiracle.com simplesmente pegou a melhor arma do crocodilo
contra as infecções e tornou-a funcional para aplicação em seres humanos.

O Antidote não exige receita médica ou mesmo uma consulta antes de ser
tomado já que é uma alternativa natural aos Antibióticos e drogas que
tem falhado para eliminar virus ou bactérias virulentos que tem
desenvolvido uma imunidade aos antibióticos e drogas atuais produzidos
pela medicina moderna.

A gripe comum é uma coisa do passado, mesmo infecções sérias como
Câncer, HIV, Gripe Aviária, SARS e muitas outras doenças perigosas à
vida podem ser tratadas pelos poderes milagrosos de cura do Antidote.

Recomendamos que o Antidote seja tomado anualmente para garantir
proteção total. Para doenças mais sérias recomendamos que ele seja
tomado a cada 3 meses.

Praticamente todas doenças malignas ficam ativas por causa dos virus e
bactérias, a principal causa de infecções. Uma doença deve ser
colocada em dormência para parar as infecções posteriores. É essencial
matar os vírus e bactérias primeiros, para permitir ao corpo que se
recupere. O Antidote é o primeiro passo em direção a uma vida saudável.

Ele não é só para quem está passando pela gripe ou resfriado, mesmo se
você não estiver doente, o Antidote pode ser usado como um aditivo ao
sistema imunológico, fortalecendo-o contra ataques. É a forma perfeita
de combater as doenças antes que elas tenham uma chance. Você vai se
sentir mais forte e saudável logo nas primeiras 48 horas depois de
tomar o Antidote.

É todo o milagre que irá matar todos os vírus e bactérias que seu
corpo puder jogar contra ele. Milhões de dólares foram gastos n
apesquisa e desenvolvimento neste campo, e você consumidor estará se
beneficiando deste avanço científico. Tenha você a gripe comum, uma
doença terminal, ou se você só quer proteger seu corpo de virus e
bactérias no futuro, este é o único produto que você deve comprar.

O Antidote só está disponível pelo website Biologicalmiracle.com.

Nenhuma grande companhia de remédios quer que você coloque as mãos
nele. Companhias farmacêuticas iriam perder bilhões todos os dias se
este produto estivesse nas prateleiras junto com as marcas mais
conhecidas. É exatamente o tipo de produto que as grandes corporações
querem descartar como apenas "outra moda", mas não deixe que eles te
enganem. Este produto é 100% real e tem o poder de mudar a forma que
os humanos olham para as alternativas às drogas para sempre. O
Antidote é um produto limitado devido ao rápido crescimento no
interesse global, apresse-se e compre-o enquanto estiver disponível.

Compre o Antidote agora mesmo, e amanhã você não só se sentirá como
uma pessoa diferente, você será uma pessoa diferente. Nosso sistema
imunológico é a única arma que os seres humanos tem para combater as
infecções causadas por vírus e bactérias, e o Antidote dá ao seu corpo
o incremento que ele precisa para viver uma vida saudável e feliz. Não
deixe a gripe comum, resfriado, ou algo mais sério ter controle sobre
você. Aqui tem algo que você pode fazer para ajudar-se a si mesmo,
tomar o Antidote, a razão é que você pode tomar ele pela manhã e
aproveitar a vida em sua capacidade máxima. O Antidote irá mudar sua
vida para sempre. Não deixe esta oportunidade passar.

O Antidote é vendido em uma garrafinha de 5ml e é tomado oralmente
como dose simples, levando 48hs para se tornar efetivo.

(blá, blá, blá...)

--//--

Não é fantástico?

Antibióticos, coquetel anti-AIDS, e um monte de coisas caras e
custosas, que em alguns casos até causam prejuízo à saúde, e tudo que
você precisa é apenas do Peptídeo!

Uma página sobre peptídeos que eu achei:
http://www.universitario.com.br/celo/topicos/subtopicos/citologia/bioquimica/peptideos.html

Por quê não falam deste poder maravilhoso dos peptídeos, de curar
todas as doenças?



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 14:28

>
>Antes de refutar o princípio da incerteza é preciso estudar
>profundamente a física que gerou essa teoria e esse conhecimento, e
>partir desta para novos caminhos. Não é possível começar do nada, de
>uma "intuição" de leigo, e achar que é suficiente para reconstruir
>toda uma área de estudo, que, como lembra JC, tem funcionado bem até o
>momento, para os propósitos determinados.
>

Eu só queria entender, se possível, como que se "conclui" que algo acontece
sem nenhuma causa. Eu sei que a idéia de causalidade é uma indução pela
observação da natureza mas, sendo esta o objeto de estudo da física, não
seria mais sensato pensar que tem algo errado ou faltando e trabalhar em
cima desta hipótese?

Quanto a ter que reconstruir toda uma teoria para uma melhor explicação,
creio que não deveria ser um problema para um cientista, mas sim a sua
obrigação para com a ciência.

A impressão que eu tenho, como leigo, é que a mecânica quântica, sendo um
teoria bastante completa e funcional, os cientistas poderiam estar se
negando a alterá-la, com medo de ver o "castelo ruir"... É a impressão que
eu tenho, pois não sei como podem afirmar com absoluta certeza que não há
mais nenhuma força além das 4 do modelo padrão, como podem ignorar
completamente a mais-que-evidente gravidade, e como podem dizer, ainda, que
se o comportamento observado de uma partícula não está previsto de neste
modelo, "logo" ele não tem causas! Isso me parece algo bem forçado!!!

Será mesmo que a gravidade, mesmo com experimentos mostrando que age até
sobre a luz, não age (é absolutamente zero) dentro de um átomo? Será que
quarks e léptons são elementares mesmo? Será que estes não são compostos de
outras sub-partículas unidas por outra força que possa agir residualmente
para fora destes? (Como a força residual EM)

Enfim, pra mim, o que dizem é a mesma coisa que afirmar que a física
quântica já é a verdade absoluta, não há mais nada pra fazer, mesmo com sua
evidente incompletude (como todas, mas, no caso, muito evidente) e que
ignora completamente alguns fatos.

[]´,s
Jeff.



SUBJECT: Descoberto estado sólido da luz
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 14:28

Olá

Será que enfim poderemos comprar um sabre de luz Jedi de Star Wars?..:-)

Um abraço.

Homero
__________________________________________
Descoberto estado sólido da luz

Pesquisadores das universidades de Melbourne, Austrália, e Cambridge,
Inglaterra, desenvolveram uma nova teoria que mostra que a luz pode se
comportar como um sólido. "A luz sólida irá nos ajudar a construir a
tecnologia deste século," diz o Dr. Andrew Greentree.

Ao invés de utilizar as ferramentas tradicionais encontradas nos
laboratórios de óptica, os cientistas tiveram que empregar técnicas
comumente utilizadas para estud
ar a matéria.

Luz sólida

"Fótons de luz sólidos repelem-se mutuamente como acontece com os
elétrons. Isto significa que nós podemos controlar os fótons, abrindo
as portas para novos tipos de computadores mais rápidos," diz o cientista.

No trabalho , os cientistas demonstram teoricamente como projetar a
"transição de fase" dos fótons, fazendo-os passar do comportamento de
sólido - quando eles interagem entre si como os elétrons - para o
comportamento de onda tradicional da luz - na qual os fótons não
interagem entre si.

"Normalmente os fótons fluem livremente mas, nas condições corretas,
eles se repelem, e formam um cristal," diz Greentree.

A nova teoria cria um campo totalmente novo de pesquisa, fazendo uma
interseção entre a óptica e a física da matéria condensada. Agora, os
pesquisadores experimentalistas vão começar a estudar a nova teoria
para descobrir formas de testá-la na prática.

http://tecnocientista.info/noticia_detalhe.asp?cod=5488




SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 14:58

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jeff" <jeff@...> escreveu
> Eu só queria entender, se possível, como que se "conclui" que algo
> acontece sem nenhuma causa.

No caso quântico, pelo teorema de Bell.

Se os valores de duas grandezas são conjugadas (e portanto vale o
princípio da incerteza) espera-se uma dada proporção de resultados qdo
se mede uma das grandezas, se os valores não são conjugados (a
indeterminação se dá por desconhecimento de variáveis ocultas), outra
proporção é esperada.

http://www.upscale.utoronto.ca/GeneralInterest/Harrison/BellsTheorem/BellsTheorem.html

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: P/ Jeff - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 15:12

Olá Jeff

Jeff: "Eu só queria entender, se possível, como que se "conclui" que
algo acontece sem nenhuma causa."

Possível é, mas não há uma maneira fácil nem simples, pois se trata de
uma área bem difícil e complexa, o estudo das estruturas fundamentais
da matéria e do universo. São décadas de estudos, por cientistas
dedicados e profundamente envolvidos com a física teórica, e que
resultaram em um conjunto gigantesco de equações, experimentos e
pesquisas.

Seria realmente impressionante se você, leigo como eu, entendesse tudo
de física quantica a partir de algumas poucas mensagens em uma lista
de discussão (por si só já um ambiente limitado para grandes explanações).

Então, primeiro precisa entender que o que estes cientistas propõem
não é algo que eles imaginaram a partir do nada, depois de uma noite
de bebedeira, mas tem enorme base a sustentar cada alegação. E em
segundo talvez fosse interessante começar por um livro de divulgação,
e ir se informando com outros livros mais específicos. Artigos em
revistas científicas são outra boa fonte de dados (eu digitalizei um
da Scientific American Brasil sobre a natureza da matéria, se desejar
ler eu envio para você).

Isso porque a "conclusão" que procura é algo que não pode ser
apresentado em algumas linhas e pronto. Da mesma forma como o Ferrari
parece não entender que E=mc2 não é algo surgido do nada, mas
resultado de enorme esforço e o final de equações complexas e
avançadas, criadas por uma mente genial como Einstein, e analisadas,
reanalisadas, criticadas, testadas, retestadas, duramente examinadas,
por outras mentes geniais, antes de ser resumida nessa linda equação
final.

Jeff: "Eu sei que a idéia de causalidade é uma indução pela observação
da natureza mas, sendo esta o objeto de estudo da física, não seria
mais sensato pensar que tem algo errado ou faltando e trabalhar em
cima desta hipótese?"

Sim, e muitos o fizeram, gente como, bem, Einstein, que não gostava
muito da mecânica quantica..:-) E fizeram, e testaram e procuraram,
etc, e até hoje estão procurando, mas ainda não se encontrou a falha.
Por isso, só por isso, ela resiste.

Jeff: "Quanto a ter que reconstruir toda uma teoria para uma melhor
explicação, creio que não deveria ser um problema para um cientista,
mas sim a sua obrigação para com a ciência."

Se houver motivo para tanto, com certeza. Mas não apenas pelo prazer
de reconstruir tudo a cada instante, pois seria improdutivo e irreal.

Jeff: "A impressão que eu tenho, como leigo, é que a mecânica
quântica, sendo um teoria bastante completa e funcional, os cientistas
poderiam estar se negando a alterá-la, com medo de ver o "castelo
ruir"... "

A palavra chave aqui é "leigo". E não é algo pejorativo, pois eu sou
leigo, e todos são leigos em alguma área do conhecimento (um físico
ganhador do Premio Nobel ainda deve chamar o encanador para consertar
sua pia da cozinha..:-).

E sua "impressão" provavelmente deriva da acusação recorrente, e
falsa, contra a ciência, de que ela tem uma "preferência" por
conhecimento estabelecido e luta "contra as inovações".

Na verdade, qualquer físico que demonstre que a física quantica está
errado, ou mesmo que precisa de um ajuste (e que possa demonstrar isso
de forma eficaz), ganha um Premio Nobel e será incensado por todos os
seus pares. Isso no entanto não significa que a ciência esteja
disposta a trocar cada conhecimento confiavelmente produzido até o
momento por qualquer alegação ou afirmação nova.

Ela muda, mas é conservadora em relação as provas que exige para mudar.

Jeff: "É a impressão que eu tenho, pois não sei como podem afirmar com
absoluta certeza que não há mais nenhuma força além das 4 do modelo
padrão, como podem ignorar completamente a mais-que-evidente
gravidade, e como podem dizer, ainda, que se o comportamento observado
de uma partícula não está previsto de neste modelo, "logo" ele não tem
causas! Isso me parece algo bem forçado!!!"

Há um conjunto de enganos aqui, Jeff. Em especial, a questão da
absoluta certeza. Isso não existe, em ciência. Ninguém está usando a
expressão 'absoluta certeza", a não ser os que precisam construir um
"espantalho" da ciência para ter o que atacar. Em geral vem com a
expressão "esses cientistas pensam que tem a verdade absoluta" e
outras do tipo.

Quem tem certezas absolutas é a religião, não a ciência. Demonstre uma
causa para além do modelo padrão, e será aceita.

O problema é que a ciência não sustenta alegações sem evidências.
Assim, se não há evidências de uma causa, não se pode aceitar que
exista uma causa, ou supor, ou chutar ou esperar, ou acreditar ou
qualquer coisa do tipo. Se existem variáveis ocultas, então tudo se
comporta "como se não houvesse causa", sem que se possa "chutar" que
existem variáveis ocultas (até que surjam evidências disso).

Outro erro é pensar que se "ignora" a gravidade. Não é isso. O que
acontece é que não temos como colocar as equações, relações
matemáticas, entre as forças e a gravidade. E procuramos por essa
relação, embora nada obrigue que esta exista.

Jeff, acho que seria realmente muito interessante dar uma lida em
alguns livros que ajudariam a entender, sem ser de forma totalmente
leiga como no momento, essas questões difíceis e complexas. Tentar
entender a partir das analogias e metáforas usadas pelos físicos para
"tentar" explicar aos leigos, é realmente muito difícil, e cada falha
na analogia, fica parecendo que a falha é na física.

Um abraço.

Homero




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 15:13

>
>Sinceramente, eu creio que muitas mentes brilhantes pensam nesses
>problemas todos os dias e que num dado momento novas idéias vão
>surgir, mas enquanto elas não surgem não adianta nada ficar tentando
>diminuir o que já existe com base apenas no desejo de que mudanças
>ocorram.
>

Creio que faltem mentes brilhantes hoje em dia. Não estou tentando diminuir
a física quântica, estou questionando, o que entendo como saudável numa
lista de *discussão* de ciência. E tenho sim o desejo de que as coisas sejam
melhor explicadas no futuro.

>
>Para se propor algo melhor do que o princípio da incerteza deve-se
>antes de mais nada procurar entender o que esse princípio significa,
>quando, como e porque ele foi proposto e, principalmente, o que se
>pode fazer a partir dele.
>

Concordo, mas não estou propondo nada. Só estou questionando uma idéia e
querendo ouvir a opinião de vocês. Se existe um raciocínio lógico por traz
desta idéia, eu gostaria de entendê-la.

A diferença entre religião e ciência que eu considero mais importante é,
justamente, a possibilidade de entendimento desta última por raciocínio
lógico. Não estou dizendo que eu consigo entender tudo, cada um tem seu
limite, mas posso tentar e questionar, o que não é nenhuma heresia.

>
>O resto é conversa de "engenheiro" que não entende de física mas sonha
>em construir um novo edifício para a ciência, como se isso pudesse ser
>feito juntando tijolos ao acaso (má práica de engenharia, aliás).
>

Não é essa a idéia. E má prática da ciência é aceitar tudo sem questionar,
como seguidores de uma religião, como se as idéias dos "mentes brilhantes"
fossem inalcançáveis, inquestionáveis, palavras de semi-deuses :-)

[]´,s
Jeff.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 15:22

>>
>> Eu só queria entender, se possível, como que se "conclui" que algo
>> acontece sem nenhuma causa.
>>
>
>No caso quântico, pelo teorema de Bell.
>
>Se os valores de duas grandezas são conjugadas (e portanto vale o
>princípio da incerteza) espera-se uma dada proporção de resultados qdo
>se mede uma das grandezas, se os valores não são conjugados (a
>indeterminação se dá por desconhecimento de variáveis ocultas), outra
>proporção é esperada.
>
>http://www.upscale.utoronto.ca/GeneralInterest/Harrison/BellsTheorem/BellsTheorem.html
>

Sobre Bell, eu tinha lido apenas sobre a sua teoria da impossibilidade de
reproduzir os resultados da quântica pelo modelo da clássica. Mas isso ainda
não prova que a quântica está certa, né. Vou ler depois com calma este link
que você enviou. Valeu!

[]´,s
Jeff.



SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 16:01

----- Original Message -----
From: "oraculo333"
Sent: Monday, May 14, 2007 11:11 AM
Subject: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza

> O texto postado pelo ALberto é de 1895.
> Naquele momento, duas teorias rivais se
> debatiam, não dogmaticamente (embora
> pessoas possam se apresentar de forma
> dogmática em relação as teorias), mas
> procurando evidências que decidissem a
> disputa. De lá para cá, muito se descobriu,
> e dificilmente a teoria atômica seria
> refutada apenas por um dogma anti-teoria
> atômica.

É interessante notar que preludiei o texto com a seguinte frase que
você, por motivos que desconheço, desconsiderou: "Como teria dito
Ludwig Boltzmann, *num contexto bastante semelhante*..."

Com respeito a haver ou não dogmatismos na época (1895), é a sua
palavra contra a de Boltzmann. Se ele está exclamando "Away with all
dogmatism!", parece-me que ele não concordaria com a sua observação.

> Permita-me discordar do Alberto e
> do Jeff, pois acho que estão usando
> o termo "dogma" de forma um tanto frouxa.

No caso em pauta quem utilizou a expressão dogmatismo foi o Ludwig.
Eu apenas reproduzi um de seus textos. De qualquer forma, não entendi
a sua retórica e portanto faltaram-me elementos para concordar se o
Ludwig estaria "usando o termo dogma de forma um tanto frouxa".

Quanto ao mais, nada a relatar a não ser dizer que respeito seu
posicionamento, ainda que não concorde, em essência, com a maioria do
que foi dito na sua msg (supra citada). Não entro em detalhes pois
cada ponto de discordância quase que justificaria um livro e não
estou com tempo disponível para escrevê-los. A rigor, muito do que eu
poderia dizer já está disponível em meu site, mas sequer estou com
tempo para situá-los.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.




SUBJECT: P/ Alberto - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 16:16

Olá Alberto

Alberto: "É interessante notar que preludiei o texto com a seguinte frase que
você, por motivos que desconheço, desconsiderou: "Como teria dito
Ludwig Boltzmann, *num contexto bastante semelhante*...""

Desculpe, não foi minha intenção e eu gostei, e concordo, com a frase de Boltzmann. Em outro contexto, e na época, sobre atomismo, é algo bem colocado e deve ter sido parte importante do debate travado. Talvez não tenha me explicado corretamente.

Apenas tentei demonstrar que alguns conhecimentos se mantém, enquanto outros desaparecem, não porque são substimados ou dogmas, mas por não se mostrarem reais ou válidos.

Alberto: "Com respeito a haver ou não dogmatismos na época (1895), é a sua
palavra contra a de Boltzmann. Se ele está exclamando "Away with all
dogmatism!", parece-me que ele não concordaria com a sua observação."

He, he, he.:-) E quem sou eu para discordar do Boltzmann de toda forma..:-) Mas ainda acho que dogmatismos, em ciência,s e deve mais as pessoas e sua natureza humana que a própria ciência, que tem construido mecanismos para justamente evitar dogmas e permitir que sempre se possa discordar e provar pontos de vista diferentes.

Alberto: "No caso em pauta quem utilizou a expressão dogmatismo foi o Ludwig.
Eu apenas reproduzi um de seus textos. De qualquer forma, não entendi
a sua retórica e portanto faltaram-me elementos para concordar se o
Ludwig estaria "usando o termo dogma de forma um tanto frouxa"."

Bem, presumi que como postava o texto de Bolstzmann, também concordava com ele. Minha retórica que se seguiu foi apenas para explicar meu ponto de vista quanto a afirmação recorrente sobre a ciência (e não pessoas cientistas) ser dogmática.

Penso que na época em que Boltzmann apresentou a frase, e sobre o assunto de que tratava a frase, ele pode ter até razão, e as duas posições sobre p átomo estariam sendo brandidas de forma dogmática. Mas o que se seguiu, a meu ver, foi o natural processo científico, com evidências dirimindo a questão de forma que mesmo os dogmáticos tiveram de deixar de lado seus dogmas a respeito.

Alberto: "Não entro em detalhes pois
cada ponto de discordância quase que justificaria um livro e não
estou com tempo disponível para escrevê-los. A rigor, muito do que eu
poderia dizer já está disponível em meu site, mas sequer estou com
tempo para situá-los."

Concordo com ambas afirmações, esse tipo de discordância merece mais que um livro, e realmente temos cada vez menos tempo para debates assim tão amplos e interessantes.

Um abraço.

Homero


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Pra que serve o cérebro? ::: (artigo)
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: y <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 16:19

PRA QUE SERVE O CÉREBRO? - por Ferrari
(sobre funcionamento do cérebro)

http://egogame.blogspot.com


Pra que serve um computador?

Computadores fazem parte do nosso dia a dia, mas será
que sabemos pra que eles servem? Podemos dizer que um
computador serve pra fazer milhares de coisas: pra
fazer cálculos, produzir e tocar musicas, produzir e
tocar filmes, fazer planilhas, fazer desenhos, retocar
fotografias e etc.

Sim, realmente, um computador é capaz de executar
milhares de objetivos, mas em essência, o que é que um
computador está fazendo quando está executando um
objetivo?

Se entendermos que objetivo é “desejo por um objeto”.
Quando um computador está executando um objetivo, na
verdade, ele está satisfazendo um desejo. Ele está
satisfazendo o desejo do usuário.

Um computador é uma máquina de satisfazer desejos.

Um computador é uma lâmpada de Aladim eletrônica. E
qual é o beneficio que o gênio da lâmpada eletrônica
nos oferece? O beneficio de raciocinar por nós.

Um programa de computador poupa o usuário do trabalho
metal que existe entre seu desejo e a satisfação. Ou
seja, poupa o usuário de fazer por si o que o
computador faz por ele: raciocinar um meio de se
chegar a satisfação.

Por exemplo, se o desejo do usuário é imprimir um
formulário, ele simplesmente aperta o botão imprimir,
e, como que por milagre, o computador raciocina
(computa) todo o trajeto até a satisfação, depois
ensina a impressora o que fazer, e pronto: desejo
satisfeito.

Mas se o computador é uma lâmpada de Aladim
eletrônica, o que é o cérebro?

Observe: toda vez que surge em sua mente o desejo de
beber água, seu cérebro não leva seu corpo até um
bebedouro? Quando surge em sua mente o desejo de
dormir, seu cérebro não faz seu corpo vestir o pijama
e ir pra cama?

Ou seja, quando surge um desejo em sua consciência,
seu cérebro coloca todo seu hardware (corpo) rumo a
satisfação do desejo, não é mesmo?

O cérebro também é uma máquina de satisfazer desejos.
Porém, assim como pra satisfazer o desejo do usuário,
o usuário precisa ter instalado na memória do
computador um programa adequando de ação e apertar os
botões certos. Da mesma forma, para que o cérebro
possa satisfazer um desejo (objetivo), é preciso saber
pedir (desejar um objeto) e ter um programa mental
adequado (estratégia de ação).


- - - - - - -


MAIS SOBRE O EGO? TEM AQUI:
http://egogame.blogspot.com











EXPERIMENTE XIXI COM TINTA (novo livro do Ferrari):
http://www.livrosvirtuais.com.br/vivali.asp?loja=1186&div=&link=VerProduto&Produto=97664

MEU PORTAL:
http://marceloferrari.blogspot.com

Para receber meus textos inéditos (de literatura), envie um email para:
mferrari-subscribe@yahoogrupos.com.br





















__________________________________________________
Fale com seus amigos de graça com o novo Yahoo! Messenger
http://br.messenger.yahoo.com/


SUBJECT: Re: E=m.c2
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 16:35

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Ferrari <emailferrari@...>
> --- Takata, sinceramente, esta sua afirmação aqui e
> suas respostas subsequentes são apenas uma questão de
> ficarmos jogando xadrez até que vc acabe em cheque
> mate. Vc afirmou algo que é impossivel e voce sabe
> disto.

Ué, eu mostrei como se divide um carro sem afastar as partes.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Quebra de patente de droga anti-aids
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 16:39

Mais suíte:

Assembléia da OMS discute quebra de patentes por países pobres
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u16435.shtml
--------------
[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: [RN] SP: AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA EM XEQUE
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 17:04

FOLHA ONLINE, 14-05-2007

UNIVERSIDADE SÓ PODE MUDAR GASTOS COM DECRETO DE SERRA
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u19516.shtml
----------------------
[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Gil - Re: Determinismo e incerteza
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 17:05

Olá, Homero. Vamos lá

Acho que algumas coisas vou tentar explicar melhor:

> Algumas coisas, em especial tecnologia de ponta, são impossíveis de
> construir sem a teoria, em especial as que dependem de cálculos
> prévios, como transistores e computadores. Outras seriam impossíveis
> de construir, porque não pensaríamos nelas sem a teoria ter
> apresentado essas possibilidades, como a bomba atômica.



> Não é possível construir um chip de processador "tentando e errando",
> sem teoria e cálculos, não se pensaria em construir uma bomba atômica,
> sem a teoria atômica e a relatividade, e não se construiriam satélites
> sem a gravitação (leis de movimento que funcionam aqui na Terra,
> também funcionam no céu).

Bem, é especialmente nas tecnologias de ponta e teorias de ponta que a
fronteira fica mais difusa. Repare que você falou de previsões ,
teorias ou dispositivos feitos no inicio do século 20 (ou até antes),
e não, nas novas teorias, dos anos 50/60, pra cá.

Levando em conta os exemplos que vc citou (transistores e
computadores): como eles se relacionariam com princípio da incerteza,
gravidade quântica em loop, teoria da relatividade, supercordas?

Dentro de 30 ou 40 anos, alguém pode usar teorias para justificar
tecnologias atuais, mesmo que trate-se de um pensamento anacrônico ou
irrealista.

> Outras seriam ineficazes ou rústicas sem a teoria, pois dependeriam de
> empirismo e tentativas e erros para serem criadas ou construídas, como
> edifícios. Já se construiram grandes catedrais na idade média, mas
> suas estruturas são super-dimensionadas, suas soluções muitas vezes
> rústicas ou ineficazes, e muitas caíram antes e depois de construídas
> por falta de cálculos necessários.

> As pirâmides são fantásticas obras de engenharia, quase sem cálculos
> (quase, pois egípcios eram bons em usar geometria aplicada), mas parte
> de seu fascínio é a época em que foram construídas e a limitação de
> recursos e materiais disponíveis. Embora defensores de aliens egípcios
> digam o contrário, com materiais modernos e engenharia moderna,
> poderíamos criar estruturas muito mais impactantes e de formas muito
> mais variadas (as pirâmides são piramidais por motivos de exigência
> estrutural, é a forma mais simples e segura de erguer algo tão grande
> com poucos recursos).

Perceba que você falou de tecnologias bem fundamentais, ou de
engenharia (de construçao, ou de materiais). Mais sofisticadas do que
o meu exemplo das canoas, mas também muito básicas, em relação ás
novas tecnologias/teorias.


Gil


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 17:17

Prof. JC:

Obrigado por me convencer que não fiz a pergunta só por "inguinorância" :)

Gil

Em 14/05/07, José Carlos Antonio<profjc2003@yahoo.com.br> escreveu:
> Gil,
>
> Concordo contigo. Essa sempre foi uma preocupação minha ao ensinar
> física para os pequenos: não confundir ciência com tecnologia.
>
> No entanto, o que traz muitos leigos ao assunto "ciência" é justamente
> o fascínio da tecnologia. Há muitas pessoas que acreditam que sabendo
> as leis de Newton poderão cosntruir naves espaciais no fundo de seus
> quintais.
>
> Fico num beco "meio sem saída" na hora de falar disso com meus
> aluninhos leigos, pois de um lado não posso iludí-los de que basta a
> ciência para se produzir boa tecnologia e, por outro, é claro que sem
> boa ciência não se produz boa tecnologia. O casamento entre ambas não
> me parece simples e só me parece compreensível à luz da história da
> ciência e do desenvolvimento tecnológico; mas essa história é
> complexa, tem muitos buracos e é muito mal contada (como você mesmo
> sugere ao dizer que há poucos artigos relevantes sobre o tema).
>
> Também gosto desse assunto e acompanho algumas discussões sobre ele.
>
> Abraços,
> JC


SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Jeff - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Jeff" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 17:19

>
>Então, primeiro precisa entender que o que estes
>cientistas propõem não é algo que eles imaginaram a
>partir do nada, depois de uma noite de bebedeira,
>mas tem enorme base a sustentar cada alegação.
>

É claro, pois não durariam 1 dia. Mas a falta de "gênios" pode fazer algumas
durarem por séculos, não é? Não é muito comum termos pessoas extremamente
inteligentes no lugar certo e na hora certa.

>
>Artigos em revistas científicas
>são outra boa fonte de dados (eu digitalizei um da
>Scientific American Brasil sobre a natureza da matéria
>, se desejar ler eu envio para você).
>

Opa, quero sim! Envie pra jeff@jeff.com.br, por favor.

>
>Quem tem certezas absolutas é a religião, não a ciência. Demonstre uma
>causa para além do modelo padrão, e será aceita.
>

E se a introdução desta causa depender de uma reformulação completa da
teoria?
Aí pode faltar alguém capaz de reescrevê-la com esta causa ou até faltar
interesse...

>
>O problema é que a ciência não sustenta alegações sem evidências.
>Assim, se não há evidências de uma causa, não se pode aceitar que
>exista uma causa, ou supor, ou chutar ou esperar, ou acreditar ou
>qualquer coisa do tipo. Se existem variáveis ocultas, então tudo
>se comporta "como se não houvesse causa", sem que se possa
>"chutar" que existem variáveis ocultas (até que surjam evidências disso).
>

Eu acho que o movimento de uma partícula não previsto pelo modelo poderia
ser uma evidência, não? Ou isso "não é nada", "xá pra lá", "tá bão
assim..."? :-)
Não quis dizer exatamente "variáveis ocultas"... Como o Alberto colocou,
talvez problemas com definições de outras já consagradas.

>
>Outro erro é pensar que se "ignora" a gravidade. Não é isso. O que
>acontece é que não temos como colocar as equações, relações
>matemáticas, entre as forças e a gravidade. E procuramos por essa
>relação, embora nada obrigue que esta exista.
>

E você acha isso bonito? :-)

>
>Jeff, acho que seria realmente muito interessante dar uma lida em
>alguns livros que ajudariam a entender, sem ser de forma totalmente
>leiga como no momento, essas questões difíceis e complexas.
>

Eu lí algumas coisas a respeito, mas não entrei em cálculos. Já conversei
sobre isso com dois amigos meus que, por coincidência, são físicos e
professores das universidades daqui de São Carlos. Um concorda comigo e
sempre diz que estará vivo pra ver "a queda da física" e o outro acredita
que a ciência chegará, só agora, no que os orientais já "sabiam" há
milênios... :-)

>
>Tentar entender a partir das analogias e metáforas usadas
>pelos físicos para "tentar" explicar aos leigos, é realmente
>muito difícil, e cada falha na analogia, fica parecendo que
>a falha é na física.
>

Realmente, nem sempre é fácil fazer analogias para ilustrar algumas coisas,
mas eu até tenho certa facilidade de entendê-las (talvez pela minha
formação) e até arrisco estudar algumas equações pra entender melhor alguma
teoria quando tenho tempo. Mas esse negócio da incerteza da física quântica
realmente me incomoda e ainda não conseguí entender como chegaram nesta
conclusão...

[]´,s
Jeff.



SUBJECT: P/ Gil - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 17:28

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Gil <nanolink01@...> escreveu
> Levando em conta os exemplos que vc citou (transistores e
> computadores): como eles se relacionariam com princípio da
> incerteza, gravidade quântica em loop, teoria da relatividade,
> supercordas?

As supercordas ainda não foram testadas e não há tecnologia produzida
a partir dela.

No caso da teoria da relatividade, o sistema GPS depende de se
considerar efeitos relativísticos para ocorrer a sincronização dos
sinais dos satélites da rede.

Ah! E lembre-se de q a teoria quântica e a da relatividade foram
estabelecidas nas duas primeiras décadas do século passado.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 17:36

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jeff" <jeff@...> escreveu
> Sobre Bell, eu tinha lido apenas sobre a sua teoria da impossibilidade
> de reproduzir os resultados da quântica pelo modelo da clássica. Mas
> isso ainda não prova que a quântica está certa, né.

*Nenhuma* teoria pode ser provada como certa. O máximo q um cientista
pode fazer é provar q uma teoria está errada. É o chamado
falsificacionismo popperiano.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: P/ Gil - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 17:43

Olá Gil

Gil: "Acho que algumas coisas vou tentar explicar melhor:"

Acho que fez um bom trabalho antes, e eu concordo com boa parte de
suas colocações. Apenas achei que existem circunstâncias onde
realmente a teoria é parte importante dos desdobramentos concretos da
tecnologia.

Gil: "Bem, é especialmente nas tecnologias de ponta e teorias de ponta
que a fronteira fica mais difusa. Repare que você falou de previsões ,
teorias ou dispositivos feitos no inicio do século 20 (ou até antes),
e não, nas novas teorias, dos anos 50/60, pra cá."

Com certeza, e isso porque, lembrando a frase que o Alberto enviou,
não se sabe no momento do nascimento para que serve a criança..:-)

É preciso tempo para que uma teoria, em especial na física teórica,
pura, se transforme em algo concreto, material ou tecnológico. Mas o
que tentei apresentar, é que muito do que é tecnológico, não existiria
sem a teoria, ainda que antiga (e por isso mesmo bem testada e
estabelecida).

Se tivermos computadores quanticos, estes serão desenvolvidos muito
depois de compreendermos, e testarmos, muito bem a física e a mecânica
quantica, nunca esperaria que isso se desse imediatamente.

Gil: " Levando em conta os exemplos que vc citou (transistores e
computadores): como eles se relacionariam com princípio da incerteza,
gravidade quântica em loop, teoria da relatividade, supercordas?"

Dentro destes exemplos, existem os que tem já desdobramentos, como a
relatividade, e os que nem mesmo podem ser testados de forma material,
como a teoria das super-cordas (existe uma expectativa para o super
colisor de partículas, que poderia testar algumas das previsões desta
teoria, mas temos de esperar que este fique funcional e confiável).

Por exemplo, não exatamente os computadores, mas a rede mundial onde a
informação trafega, usa satélites geo-estacionários, que tem seus
relógios e órbitas relacionadas a correções da relatividade. Ou seja,
seria bem mais complicado, ou impossível, basear uma rede de
informação sem satélites e GPSs.

Mas eu realmente usei conhecimento mais antigo, por mais confiável,
como eletromagnestismo, etc, porque acho que são estas formas, já
testadas pelo tempo, que são mais capazes de gerar tecnologia,
desdobramentos materiais.

Por exemplo, não há TV sem eletromagnetismo, sem Maxwell, sem as
equações e a unificação da eletricidade e magnetismo, etc. EU até
pensei em que sistema poderia substituir a eletricidade e o
eletromagnetismo para criar uma TV (emissão de imagens a longas
distâncias), mas não consegui, mesmo deixando a mente livre até o
limite (o mais perto que cheguei foi um sistema de telepatas emissores
que transmitissem as imagens vistas diretamente na mente das pessoas,
e isso foi o máximo..:-).

Gil: "Dentro de 30 ou 40 anos, alguém pode usar teorias para
justificar tecnologias atuais, mesmo que trate-se de um pensamento
anacrônico ou irrealista."

Bem, acho isso uma evidência forte da dependência de certas
tecnologias da teoria pura. Se construirmos computadores quanticos (e
eu estou usando SE no lugar de QUANDO, por cautela..:-), isso se
deverá a teoria que sustenta a física e a mecânica quantica, não?

Gil: "Perceba que você falou de tecnologias bem fundamentais, ou de
engenharia (de construçao, ou de materiais). Mais sofisticadas do que
o meu exemplo das canoas, mas também muito básicas, em relação ás
novas tecnologias/teorias."

Sim, porque penso que é o máximo que poderíamos chegar sem a teoria,
sem a compreensão do mundo que as teorias científicas nos permitem.
Porque acho que é isso que é a ciência, uma forma de descrever para
compreender o mundo, não uma verdade inquestionável.

Canoas podem ser feitas em tentativas e erro, baseadas em experiência
pessoal (troncos flutuam, se eu ficar sobre o tronco, flutuo junto, se
eu cavar no tronco para me encaixar melhor, não caio, etc), mas um
submarino atômico, ou um transatlântico não poderiam. Pirâmides podem
ser construidas quase sem se compreender as forças envolvidas, mas um
arranha-céu de aço e vidro não pode (só os cálculos de forças do vento
em grandes alturas, e a sua relação com a estrutura do edifício, exige
enorme conhecimento e computadores velozes).

E eu posso pensar em muitos exemplos, como tratamentos médicos,
biologia, alimentação, química, etc. Em cada área, só podemos chegar a
um ponto limitado, sem a teoria, sem a compreensão dos fenômenos
envolvidos. Para seguir adiante, é preciso saber mais sobre o que
acontece nesses casos.

Um abraço.

Homero




SUBJECT: PANACÉIA UNIVERSAL:
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 17:59

Enfim, descoberta a segunda fórmula mais procurada do mundo: a primeira era alquímica: transformar chumbo em ouro.
Agora descobriram a cura desde a unha encravada até a caspa. E dão endereço do vendedor.
E eu, com piadinhas tipo familia já fui tão moderado... se falae em apedeuta então.....

silvio, teólogo.

----- Original Message -----
From: César A. K. Grossmann
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, May 14, 2007 2:27 PM
Subject: [ciencialist] Contra todos os vírus e bactérias: peptídeos


Óleo de Cascavel?

http://www.biologicalmiracle.net/

--//--

Minha tradução:

O Antidote é uma oferta única de Peptídeo Anti-Microbial oferecendo o
mais largo espectro de poder de cura do mercado atual. Ele mata todas
as BACTÉRIAS e VÍRUS mortais no corpo.

O Antidote atua como um aditivo para o sistema imunológico. Ele irá
combater e proteger seu corpo de todas infecções ativadas por vírus e
bactérias. O Antidote pode ser tomado com segurança por crianças e
adultos mesmo que estejam tomando outras medicações.

Seus poderes de fortalecimento do sistema imunológico tornam-no o
método perfeito para manter um estilo de vida estável e saudável.

O Peptídeo é uma Proteína Extraída do Crocodylus Porosus, o maior
crocodilo vivo e a espécie viva mais antiga na Terra (mais de 20
milhões de anos). Um Peptídeo é uma Proteína Natural feita de
Aminoácidos amarrados juntos que destróem virus e bactérias poderosas
ao penetrar suas membranas.

Biologicalmiracle.com simplesmente pegou a melhor arma do crocodilo
contra as infecções e tornou-a funcional para aplicação em seres humanos.

O Antidote não exige receita médica ou mesmo uma consulta antes de ser
tomado já que é uma alternativa natural aos Antibióticos e drogas que
tem falhado para eliminar virus ou bactérias virulentos que tem
desenvolvido uma imunidade aos antibióticos e drogas atuais produzidos
pela medicina moderna.

A gripe comum é uma coisa do passado, mesmo infecções sérias como
Câncer, HIV, Gripe Aviária, SARS e muitas outras doenças perigosas à
vida podem ser tratadas pelos poderes milagrosos de cura do Antidote.

Recomendamos que o Antidote seja tomado anualmente para garantir
proteção total. Para doenças mais sérias recomendamos que ele seja
tomado a cada 3 meses.

Praticamente todas doenças malignas ficam ativas por causa dos virus e
bactérias, a principal causa de infecções. Uma doença deve ser
colocada em dormência para parar as infecções posteriores. É essencial
matar os vírus e bactérias primeiros, para permitir ao corpo que se
recupere. O Antidote é o primeiro passo em direção a uma vida saudável.

Ele não é só para quem está passando pela gripe ou resfriado, mesmo se
você não estiver doente, o Antidote pode ser usado como um aditivo ao
sistema imunológico, fortalecendo-o contra ataques. É a forma perfeita
de combater as doenças antes que elas tenham uma chance. Você vai se
sentir mais forte e saudável logo nas primeiras 48 horas depois de
tomar o Antidote.

É todo o milagre que irá matar todos os vírus e bactérias que seu
corpo puder jogar contra ele. Milhões de dólares foram gastos n
apesquisa e desenvolvimento neste campo, e você consumidor estará se
beneficiando deste avanço científico. Tenha você a gripe comum, uma
doença terminal, ou se você só quer proteger seu corpo de virus e
bactérias no futuro, este é o único produto que você deve comprar.

O Antidote só está disponível pelo website Biologicalmiracle.com.

Nenhuma grande companhia de remédios quer que você coloque as mãos
nele. Companhias farmacêuticas iriam perder bilhões todos os dias se
este produto estivesse nas prateleiras junto com as marcas mais
conhecidas. É exatamente o tipo de produto que as grandes corporações
querem descartar como apenas "outra moda", mas não deixe que eles te
enganem. Este produto é 100% real e tem o poder de mudar a forma que
os humanos olham para as alternativas às drogas para sempre. O
Antidote é um produto limitado devido ao rápido crescimento no
interesse global, apresse-se e compre-o enquanto estiver disponível.

Compre o Antidote agora mesmo, e amanhã você não só se sentirá como
uma pessoa diferente, você será uma pessoa diferente. Nosso sistema
imunológico é a única arma que os seres humanos tem para combater as
infecções causadas por vírus e bactérias, e o Antidote dá ao seu corpo
o incremento que ele precisa para viver uma vida saudável e feliz. Não
deixe a gripe comum, resfriado, ou algo mais sério ter controle sobre
você. Aqui tem algo que você pode fazer para ajudar-se a si mesmo,
tomar o Antidote, a razão é que você pode tomar ele pela manhã e
aproveitar a vida em sua capacidade máxima. O Antidote irá mudar sua
vida para sempre. Não deixe esta oportunidade passar.

O Antidote é vendido em uma garrafinha de 5ml e é tomado oralmente
como dose simples, levando 48hs para se tornar efetivo.

(blá, blá, blá...)

--//--

Não é fantástico?

Antibióticos, coquetel anti-AIDS, e um monte de coisas caras e
custosas, que em alguns casos até causam prejuízo à saúde, e tudo que
você precisa é apenas do Peptídeo!

Uma página sobre peptídeos que eu achei:
http://www.universitario.com.br/celo/topicos/subtopicos/citologia/bioquimica/peptideos.html

Por quê não falam deste poder maravilhoso dos peptídeos, de curar
todas as doenças?






------------------------------------------------------------------------------


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Free Edition.
Version: 7.5.467 / Virus Database: 269.6.8/800 - Release Date: 11/5/2007 19:34


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Jefferson" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 18:51

>
> Sobre Bell, eu tinha lido apenas sobre a sua teoria da impossibilidade
> de reproduzir os resultados da quântica pelo modelo da clássica. Mas
> isso ainda não prova que a quântica está certa, né.
>
>>*Nenhuma* teoria pode ser provada como certa. O máximo q um cientista
>>pode fazer é provar q uma teoria está errada. É o chamado
>>falsificacionismo popperiano.
>>
>

Sim, como mostrou Godel. A quântica, sendo uma teoria evidentemente
"incompleta", postula algo extraordinário como um efeito sem causa. Aí que
começa a minha crítica.

[]´,s
Jeff.



SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 18:58

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jefferson" <jeff@...> escreveu
> Sim, como mostrou Godel.

Gödel não vem tto ao caso, é mais Popper mm.

> A quântica, sendo uma teoria evidentemente "incompleta", postula algo
> extraordinário como um efeito sem causa. Aí que começa a minha
> crítica.

Nem tão evidente assim. Ainda mais qdo se consideram os testes de
hipótese.

Ela é incompleta no sentido de não explicar tudo - os valores das
massas de partículas como o elétron e os quarks, o número de famílias
de partículas e outros dados não surgem da teoria, são elementos q são
obtidos experimentalmente.

Mas em relação ao estranhamento de Einstein, os textos q lhe indiquei
mostram os resultados experimentais q são compatíveis com a
indeterminação em princípio dos valores - o q falseia de modo geral as
teorias "realistas" (locais e não-locais), isto é, q. antes da medida
os observáveis quânticos tenham um valor determinado (q apenas não é
conhecido por limitações práticas).

Outro teste de hipótese da indeterminação quântica é o efeito Casimir.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Alberto - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/05/2007 19:21

----- Original Message -----
From: "Oraculo"
Sent: Monday, May 14, 2007 4:16 PM
Subject: [ciencialist] P/ Alberto - Re: Determinismo e incerteza

> Mas ainda acho que dogmatismos, em ciência,s e deve mais as pessoas
> e sua natureza humana que a própria ciência, que tem construido
> mecanismos para justamente evitar dogmas e permitir que sempre se
> possa discordar e provar pontos de vista diferentes.

Isto cheira-me a cientificismo, além de possuir um forte conteúdo
idealizador. Explico essa idealização: É como se eu dissesse que o
diamante somente existe após ter sido lapidado e/ou que a ciência
seria aquilo que sobra após os conhecimentos terem sido depurados das
concepções erradas. Vejo a ciência com suas virtudes e seus defeitos,
enquanto você considera apenas as virtudes como fazendo parte da
ciência e os defeitos como sendo próprios ao cientista. Bastante
esquisito, porém não posso dizer que não faça sentido, embora não seja
assim que eu vejo a ciência.

Quanto ao significado de dogma diria, como agnóstico que sou, que não
tenho nenhum preconceito com relação ao termo e utilizo-o em seu
sentido mais geral, especialmente quando estou falando em
comportamento dogmático adotado por este ou por aquele cientista. Sob
esse aspecto, o dicionário Houaiss diz o seguinte: "Qualquer doutrina
(filosófica, política etc.) de caráter indiscutível em função de
supostamente ser uma verdade aceita por todos". Embora eu não concorde
com a filosofia de Thomas Kuhn (o "filósofo" mais paquerado pelos
físicos quânticos), este é o significado que ele adota quando defende
a postura dogmática que deveria ser observada pelos cientistas. Em
dúvida leia "A função do dogma na investigação científica", Thomas
Kuhn, capítulo 2 do livro "A Crítica da Ciência" organizado por Jorge
Dias de Deus, Zahar Editores, Rio, 1974, pp. 53-80. Caso haja
interesse posso enviar o capítulo por email (formato doc, 164 Kb)].

Digamos então que, na sua visão, eu estou usando o termo dogma "de
forma um tanto frouxa" e que você utiliza o mesmo termo de forma mais
restrita e, a meu ver, um tanto quanto preconceituosa (quiçá
preconceito contra as religiões).

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] [RN] SP: AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA EM XEQUE
FROM: Emanuel Valente <emanuelvalente@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 19:36

Acho que não é por aí. O que deu pra entender é que o governo está
apenas querendo aumentar a auditoria nessas instituições.
É claro que os prejudicados serão as próprias instituições, pois, com o
aumento da buracracia poderá desestimular futuros ou projetos em andamento.
Enfim, infelizmente é difícil ter um acordo no qual o governo estadual é
oposição ao federal.

ps: não quis entrar em detalhes políticos. Espero que as respostas sejam
de caráter ou de contexto científico.

rmtakata escreveu:
>
> FOLHA ONLINE, 14-05-2007
>
> UNIVERSIDADE SÓ PODE MUDAR GASTOS COM DECRETO DE SERRA
> http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u19516.shtml
> <http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u19516.shtml>
> ----------------------
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>



SUBJECT: Re: O Que é Raciocinar?
FROM: "Joao de Carvalho" <joaobncarvalho@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 20:01

Olá, Ferrari:

Desculpe, não entendo o que você escreveu e creio não concordar com
sua visão. A mim parece tão delirante que não consigo sequer discutir
o assunto.

Saudações,
João de Carvalho


> --- Creio que para entender linguagem (de fato) é
> preciso entender primeiro a relação entre tempo e
> movimento. É preciso considerar que a linguagem é
> inerente as leis que regem o comportamento da matéria
> indivisivel. Estas leis são as leis do tempo. Leis do
> sempre, como prefiro dizer, pois são imateriais e
> eternas.
>
> --- Ou seja, os diferentes códigos (linguagens) são as
> diferentes frequencias (pulsos) da matéria
> indivisivel. Linguagem é pulso.
>
> João >>> E a linguagem não é algo que se inventa pela
> cultura. Ela é produto de um sofisticado aparato
> linguístico do cérebro.
>
> --- Não é só do cérebro, é da natureza. O cérebro
> também é uma decodificação do cérebro, percebe isto?
>
> --- A linguagem é inerente a manifestação da matéria.
> É as leis do tempo. Leis do sempre. Por isto não pode
> ser inventada. Porque é o tempo que inventa (controla)
> a forma da matéria, manifestação da matéria, e não
> vice-versa.
>
> João >>> É talvez a habilidade que mais diferencia o
> homem dos outros animais.
>
> --- Ai vc está inaltecendo o raciocinio. Volto a lhe
> afirmar, linguagem é inerente a manifestação da
> matéria indivisivel. A matéria indivisivel se
> manistesta de diversas maneiras, logo existem diversas
> linguagens de manifestação. Mas, essencialmente, todas
> se resumem numa: o pulso.




SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 20:02

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
http://www.upscale.utoronto.ca/GeneralInterest/Harrison/BellsTheorem/BellsTheorem.html

Farei uma tradução parcial:

Considere:
[1] - característica A;
[2] - característica B;
[3] - característica C;
[4] - objetos q possuem a característica A, mas não a B - o total
representado por (A~B);
[5] - objetos q possuem a característica B, mas não a C - (B~C);
[6] - objetos q possuem a característica A, mas não a C - (A~C).

Considere a seguinte inequação:
[7] (A~B) + (B~C) >= (A~C)
(Isto é, a soma dos objetos [4] com os objetos [5] é maior ou igual ao
total de objetos [6])

Assumindo a aritmética normal e a condição realista, isso é fácil de
demonstrar.

Considere os conjuntos A, B e C (para representar os objetos com as
características A, B e C respectivamente). Desenhe três círculos
parcialmente sobrepostos:
http://www.2learn.ca/construct/graphicorg/venn/3vensm.gif
Cada círculo representa um dos conjuntos.
A parte de A que não se sobrepõe com nenhum dos círculos vamos chamar
aqui de (A~B~C), a que se sobrepõe com B, mas não com C (AB~C), a q se
sobrepõe com C, mas não com B (AC~B). De modo equivalente, teremos
(B~A~C), (BA~C) [q é igual a (AB~C)] e (BC~A) para o conjunto B. E
para C, (C~A~B), (CA~B) [igual a (AC~B)] e (CA~A) [igual a (BC~A)]. E
para todos temos ainda (ABC), q é a parte em q os três círculos se
sobrepõem. A sobreposição representa a intersecção.

É óbvio q:
[8] A = (A~B~C) + (AB~C) + (AC~B) + (ABC)
[9] B = (B~A~C) + (AB~C) + (BC~A) + (ABC)
[10] C = (C~A~B) + (AC~B) + (BC~A) + (ABC)

E tb q:
[11] (A~B) = (A~B~C) + (AC~B)
[12] (B~C) = (B~A~C) + (AB~C)
[13] (A~C) = (A~B~C) + (AB~C)

Assim, [7] pode ser reescrito como:
[14] (A~B~C) + (AC~B) + (B~A~C) + (AB~C) >= (A~B~C) + (AB~C)

Vemos q todas as parcelas presentes no lado direito da inequação estão
presentes no lado esquerdo. Então se qualquer parcela do lado esquerdo
q não esteja presente no lado direito for maior do q zero, o lado
esquerdo é maior do q o lado direito e a inequação está correta; se
ambos os termos forem nulos, o lado esquerdo é igual ao lado direito e
a inequação está correta. Como representam o total de elementos dos
subconjuntos, os valores podem ser apenas nulo (subconjuntos vazios)
ou positivos (se o subconjunto tiver pelo menos um elemento).

Vamos então analisar o caso do spin dos elétrons (ou polarização de
fótons). A característica A será a medição para cima do spin do
elétron em um ângulo zero (o ângulo zero aqui fixamos
arbitrariamente). A característica B será a medição para cima do spin
do elétron em um ângulo de 45o. A característica C será a medição para
cima do spin em um ângulo de 90o.

A inequação [7] terá então a forma:
número de elétrons com spin para cima a 0o, mas não com o spin para
cima a 45o mais o número de elétrons com spin para cima a 45o, mas não
com o spin para cima a 90o é maior ou igual que o número de elétrons
com o spin para cima a 0o, mas não com o spin para cima a 90o

A medição do spin funciona como pares conjugados de grandezas, como a
velocidade (na verdade o momento) de uma partícula e sua posição -
valendo o princípio da incerteza.

Pela teoria quântica, se soubermos o sentido do spin a um dado ângulo
para um elétron, não seremos capazes de saber o sentido do spin do mm
elétron para um outro ângulo.

Existe, porém, um fenômeno denominado emaranhamento. A partir dele é
possível criar pares de elétrons q possuem valores correspondentes
entre si. Por exemplo, se uma partícula com spin zero decai formando
dois elétrons, sabemos q o par desses elétrons possuem - para uma dada
orientação - spins q somam zero por conservação do momento angular.
Diz-se que os valores dos spins dos elétrons desse par estão emaranhados.

Então poderia se pensar q, se medirmos o spin de um dos elétrons do
par em uma direção e o spin do outro elétron em outra direção,
poderíamos burlar o princípio da incerteza.

Se os elétrons possuem um valor determinado antes da medida, então
isso seria possível. E o resultado obedeceria ao princípio da
inequação de Bell.

Mas pela teoria quântica, o valor não está determinado antes da
medida. E a medição do spin de um dos elétrons - muito, muito distante
(em tese tão distante qto quisermos) - em uma dada direção, afeta a
medição do spin do outro elétron em outra direção. Nesse caso, a
inequação de Bell seria violada.

Pelos experimentos q temos, ocorre o segundo caso, como previsto pela
teoria quântica e em desacordo com a hipótese de q os elétrons possuem
spins definidos antes da medida.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [RN] SP: AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA EM XEQUE
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 20:05

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Emanuel Valente
> Acho que não é por aí. O que deu pra entender é que o governo está
> apenas querendo aumentar a auditoria nessas instituições.

Auditoria pode ter e deve ter o qto quiser. Mas deveria ser após. A
universidade prestar contas tudo bem.

Porém, depender da aprovação prévia do governador para realocar seus
recursos poda a autonomia universitária.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: P/ Alberto - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 20:09

Olá Alberto

Alberto: "Caso haja interesse posso enviar o capítulo por email
(formato doc, 164 Kb)]."

Eu gostaria muito, por favor envie para oraculo@atibaia.com.br, obrigado.

Alberto: "Isto cheira-me a cientificismo, além de possuir um forte
conteúdo idealizador. Explico essa idealização: É como se eu dissesse
que o diamante somente existe após ter sido lapidado e/ou que a
ciência seria aquilo que sobra após os conhecimentos terem sido
depurados das concepções erradas. Vejo a ciência com suas virtudes e
seus defeitos, enquanto você considera apenas as virtudes como fazendo
parte da ciência e os defeitos como sendo próprios ao cientista. "

Pois eu acho que a acusação de "cientificismo" quase sempre é usada
para atacar a ciência, ou quem se identifica como defensor da ciência
e de seu método, de forma injusta, sendo um termo de uso bem mais
restrito. Se eu "só" enxergasse as virtudes da ciência, talvez o termo
pudesse ser aplicado, ou se eu pensasse que a ciência pode tudo ou tem
todas as respostas.

Não penso assim, e não vejo a maioria dos cientistas apresentando esse
modo de pensar, ou mesmo as pessoas ligadas a ciência.

Não há contradição em reconhecer limites ao método científico, e
reconhecer que é o melhor método que dispomos para analisar e entender
o universo físico. E é apenas isso que temos e que defendo, nada mais.

Certamente você reconhece que defeitos de seres humanos, cientistas,
se refletem e até contaminam a ciência. Aspectos políticos,
ideológicos, etc, podem, por algum tempo, pautar as direções e
interesses de pesquisas e estudos.

Mas o limite é o rigor do método e o esforço, ainda que imperfeito,
para evitar ou desviar dessas pressões. A biologia socialista da URSS
é um exemplo clássico, mas sua ineficácia contribuiu para sua
derrocada, e acabou suplantada pela biologia, digamos, mais real.

A ciência tem, e luta para ampliar, mecanismos de auto-correção. Não
funciona sempre, não funciona de modo perfeito, mas ainda assim
funciona em boa parte do tempo.

Alberto: "Digamos então que, na sua visão, eu estou usando o termo
dogma "de forma um tanto frouxa" e que você utiliza o mesmo termo de
forma mais restrita e, a meu ver, um tanto quanto preconceituosa
(quiçá preconceito contra as religiões)."

Pode ser, eu certamente tenho uma posição restritiva a religiões com
certeza. Mas isso não muda o fato de que religiões tem dogmas, em
qualquer sentido do termo, e a ciência não. Esta pode ter certezas
temporárias, determinados conhecimentos que tem tantas evidências que
fica difícil discordar deles, ou pode até, como a biologia socialista,
ficar a mercê, temporariamente, de ideologias (existe algo humano que
não sofre disso?..:-), mas dogmas que não podem ser confrontados com a
realidade ou evidências contrárias, não.

Um abraço.

Homero





SUBJECT: Re: Novo arquivo carregado em ciencialist
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 20:30

Olá Prof. Léo e todos.

Fiz o desenho que demonstra como ocorre a seqüência do chaveamento.
Vou carregá-lo na área de arquivos do grupo. Indiquei os transistores
com T no lugar de Q para diferenciar das saídas do 4017.

Obrigado Murilo.

Abraços
Tipoalgo





SUBJECT: Novo arquivo carregado em ciencialist
FROM: ciencialist@yahoogrupos.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 20:32


Olá,

Esta mensagem é uma notificação para informá-lo que um novo arquivo foi adicionado no grupo ciencialist.

Arquivo : /sequenciadechaveamento.png
Carregado por : tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
Descrição : Seqüência de chaveamento do inv trif mínimo

Você pode acessar o arquivo pela URL:

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/files/sequenciadechaveamento.png

Para saber mais sobre compartilhamento de arquivos no grupo, leia:

http://help.yahoo.com/help/br/groups/files

Atenciosamente,

tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>






SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 22:13

Vamos por partes, Jeff. Inseri meus comentários entre os seus. Veja
abaixo...

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jeff" <jeff@...> escreveu
>
> >
> >Sinceramente, eu creio que muitas mentes brilhantes pensam nesses
> >problemas todos os dias e que num dado momento novas idéias vão
> >surgir, mas enquanto elas não surgem não adianta nada ficar tentando
> >diminuir o que já existe com base apenas no desejo de que mudanças
> >ocorram.
> >
>
> Creio que faltem mentes brilhantes hoje em dia.

Creio que elas nunca faltaram.

> Não estou tentando diminuir
> a física quântica, estou questionando, o que entendo como saudável numa
> lista de *discussão* de ciência.

Questionar você pode, mas não espere concordância. Ninguém disse que
você não pode questionar, mas ninguém precisa concordar com seu
questionamento. Certo?

> E tenho sim o desejo de que as coisas sejam
> melhor explicadas no futuro.

E no futuro outros terão também esse desejo para o futuro deles. Assim
é a vida. :)

> >
> >Para se propor algo melhor do que o princípio da incerteza deve-se
> >antes de mais nada procurar entender o que esse princípio significa,
> >quando, como e porque ele foi proposto e, principalmente, o que se
> >pode fazer a partir dele.
> >
>
> Concordo, mas não estou propondo nada. Só estou questionando uma
idéia e
> querendo ouvir a opinião de vocês. Se existe um raciocínio lógico
por traz
> desta idéia, eu gostaria de entendê-la.

Você pode começar procurando entender a física quântica por meio dos
muitos livros didáticos escritos sobre o assunto. Mas para entendê-la
será preciso também entender muito bem a física clássica e a própria
história da ciência. Não é algo que se faça em uma semana ou mesmo em
um mês.

> A diferença entre religião e ciência que eu considero mais
importante é,
> justamente, a possibilidade de entendimento desta última por raciocínio
> lógico. Não estou dizendo que eu consigo entender tudo, cada um tem seu
> limite, mas posso tentar e questionar, o que não é nenhuma heresia.

De fato, não é nenhuma heresia. Só dá um pouco mais de trabalho do que
"entender" a religião. :)

> >
> >O resto é conversa de "engenheiro" que não entende de física mas sonha
> >em construir um novo edifício para a ciência, como se isso pudesse ser
> >feito juntando tijolos ao acaso (má práica de engenharia, aliás).
> >
>
> Não é essa a idéia. E má prática da ciência é aceitar tudo sem
questionar,
> como seguidores de uma religião, como se as idéias dos "mentes
brilhantes"
> fossem inalcançáveis, inquestionáveis, palavras de semi-deuses :-)

Nada na ciência é aceito sem questionamento. Milhares de mentes já
questionaram o princípio da incerteza, já proporam alternativas e
fizeram críticas a respeito. Se o princípio sobrevive é porque passou
em todos os testes até agora. E é esse justamente o ponto!

Abraços,
JC

> []´,s
> Jeff.
>




SUBJECT: Re: Descoberto estado sólido da luz
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 22:16

Oba, eu quero um!



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "oraculo333" <oraculo@...> escreveu
>
> Olá
>
> Será que enfim poderemos comprar um sabre de luz Jedi de Star Wars?..:-)
>
> Um abraço.
>
> Homero
> __________________________________________
> Descoberto estado sólido da luz
>
> Pesquisadores das universidades de Melbourne, Austrália, e Cambridge,
> Inglaterra, desenvolveram uma nova teoria que mostra que a luz pode se
> comportar como um sólido. "A luz sólida irá nos ajudar a construir a
> tecnologia deste século," diz o Dr. Andrew Greentree.
>
> Ao invés de utilizar as ferramentas tradicionais encontradas nos
> laboratórios de óptica, os cientistas tiveram que empregar técnicas
> comumente utilizadas para estud
> ar a matéria.
>
> Luz sólida
>
> "Fótons de luz sólidos repelem-se mutuamente como acontece com os
> elétrons. Isto significa que nós podemos controlar os fótons, abrindo
> as portas para novos tipos de computadores mais rápidos," diz o
cientista.
>
> No trabalho , os cientistas demonstram teoricamente como projetar a
> "transição de fase" dos fótons, fazendo-os passar do comportamento de
> sólido - quando eles interagem entre si como os elétrons - para o
> comportamento de onda tradicional da luz - na qual os fótons não
> interagem entre si.
>
> "Normalmente os fótons fluem livremente mas, nas condições corretas,
> eles se repelem, e formam um cristal," diz Greentree.
>
> A nova teoria cria um campo totalmente novo de pesquisa, fazendo uma
> interseção entre a óptica e a física da matéria condensada. Agora, os
> pesquisadores experimentalistas vão começar a estudar a nova teoria
> para descobrir formas de testá-la na prática.
>
> http://tecnocientista.info/noticia_detalhe.asp?cod=5488
>




SUBJECT: Re: Determinismo e incerteza
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 22:22

E quem sou eu para lhe convencer de algo, Gil. :)

Acho que minha maior riqueza é a extensão da minha ignorância,
ampliada a cada dia, a cada nova resposta que traz consigo mais um
bocado de novas perguntas.

Abraços,
JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Gil <nanolink01@...> escreveu
>
> Prof. JC:
>
> Obrigado por me convencer que não fiz a pergunta só por
"inguinorância" :)
>
> Gil
>
> Em 14/05/07, José Carlos Antonio<profjc2003@...> escreveu:
> > Gil,
> >
> > Concordo contigo. Essa sempre foi uma preocupação minha ao ensinar
> > física para os pequenos: não confundir ciência com tecnologia.
> >
> > No entanto, o que traz muitos leigos ao assunto "ciência" é justamente
> > o fascínio da tecnologia. Há muitas pessoas que acreditam que sabendo
> > as leis de Newton poderão cosntruir naves espaciais no fundo de seus
> > quintais.
> >
> > Fico num beco "meio sem saída" na hora de falar disso com meus
> > aluninhos leigos, pois de um lado não posso iludí-los de que basta a
> > ciência para se produzir boa tecnologia e, por outro, é claro que sem
> > boa ciência não se produz boa tecnologia. O casamento entre ambas não
> > me parece simples e só me parece compreensível à luz da história da
> > ciência e do desenvolvimento tecnológico; mas essa história é
> > complexa, tem muitos buracos e é muito mal contada (como você mesmo
> > sugere ao dizer que há poucos artigos relevantes sobre o tema).
> >
> > Também gosto desse assunto e acompanho algumas discussões sobre ele.
> >
> > Abraços,
> > JC
>




SUBJECT: Re: PANACÉIA UNIVERSAL:
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 22:24

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio Cordeiro"
<scordeiroes@...> escreveu
>
> Agora descobriram a cura desde a unha encravada até a caspa. E dão
endereço do vendedor.

É para ficarem de olho até quando as "grandes empresas farmacêuticas"
vão deixar o tal site em pé.

> E eu, com piadinhas tipo familia já fui tão moderado... se falae em
apedeuta então.....

Hhmmm... Óleo de Cascavel é a minha tradução para "snake oil", uma
expressão que os americanos tem para as panacéias que eram vendidas
por espertalhões no velho oeste, e que encontram sua encarnação mais
moderna nestes primores, como o deste site. Agora, prometer a cura da
AIDS...

[]s
--
César A. K. Grossmann
"que vai esperar o preço baixar para comprar o seu peptídeo contra
pressão alta, obesidade e calvície"



SUBJECT: P/ Alberto - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 23:20

----- Original Message -----
From: "oraculo333"
Sent: Monday, May 14, 2007 8:09 PM
Subject: [ciencialist] P/ Alberto - Re: Determinismo e incerteza

> > "Caso haja interesse posso enviar o capítulo
>> por email (formato doc, 164 Kb)]."

> Eu gostaria muito, por favor envie para oraculo@..., obrigado.

Já enviei, espero que tenha recebido.

> Pois eu acho que a acusação de "cientificismo"
> quase sempre é usada para atacar a ciência,
> ou quem se identifica como defensor da ciência
> e de seu método, de forma injusta, sendo um
> termo de uso bem mais restrito. Se eu "só"
> enxergasse as virtudes da ciência, talvez
> o termo pudesse ser aplicado, ou se eu pensasse
> que a ciência pode tudo ou tem todas as respostas.

Há quem julgue o positivismo como algo pejorativo e, para os que
pensam dessa maneira sim, eu estaria acusando-o. Não obstante, eu
simplesmente flagrei em seu texto (e até mesmo em sua postura
costumeira na Ciencialist), algo que considerei na linha do
cientificismo, sem pretender ofendê-lo. Em dúvida, vide o "pai dos
burros" (Houaiss): Cientificismo = (Rubrica: filosofia) "concepção
filosófica de matriz positivista que afirma a superioridade da ciência
sobre todas as outras formas de compreensão humana da realidade
(religião, filosofia metafísica etc.), por ser a única capaz de
apresentar benefícios práticos e alcançar autêntico rigor cognitivo".

> Não há contradição em reconhecer limites ao
> método científico, e reconhecer que é o
> melhor método que dispomos para analisar e
> entender o universo físico. E é apenas isso
> que temos e que defendo, nada mais.

Talvez você tenha estranhado por esse ângulo, pois há também, no "pai
dos burros" (Houaiss), outra versão de cientificismo = (Rubrica:
filosofia) tendência intelelectual que preconiza a adoção do método
científico, tal como é aplicado às ciências naturais, em todas as
áreas do saber e da cultura (filosofia, ciências humanas, artes etc.).
Mas não foi isso que eu vi no seu texto, pois você nem havia falado em
método científico. Neste caso eu acharia um certo exagero (todas as
áreas do saber e da cultura), ainda que eu seja um defensor da
unicidade do método, mas apenas para as ciências (e ao pensar assim
não creio que eu esteja na linha do cientificismo).

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.




SUBJECT: P/ Alberto - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/05/2007 23:51

Olá Alberto

Alberto: "Já enviei, espero que tenha recebido."

Muito obrigado..:-)

Alberto: "algo que considerei na linha do cientificismo, sem pretender
ofendê-lo."

Não se preocupe, jamais consideraria que teve intenção de ofender,
respeito muito sua opinião e seu conhecimento para isso (embora não
concorde sempre com você, como sabe).

Alberto: "(Houaiss): Cientificismo = (Rubrica: filosofia) "concepção
filosófica de matriz positivista que afirma a superioridade da ciência
sobre todas as outras formas de compreensão humana da realidade
(religião, filosofia metafísica etc.), por ser a única capaz de
apresentar benefícios práticos e alcançar autêntico rigor cognitivo"."

Não tenha nada contra essa definição e a acho bastante aceitável. Mas
me permite explicar porque penso que não se aplica a mim ou a minha
postura (e a postura de outros da lista em diversas circunstâncias).

Temos aqui, na definição que apresentou duas propriedades para o
termo, que são importantes como parâmetros de adequação. Primeiro,
considerar a ciência superior como forma de compreensão. Isso eu
considero, certamente. Mas, para ser cientificismo é preciso mais que
isso, é preciso que os motivos para essa posição sejam os apresentados
no restante da definição, a saber, ser a ciência a "única" capaz de
apresentar benefícios práticos e rigor cognitivo.

Não são estes os motivos que me fazem considerar a ciência superior, e
compreendo, e levo em consideração, os limites em diversas áreas, em
especial áreas do saber humano, que tem a ciência e seu método.

Se se deseja compreender a realidade "física" deste universo,
considero a ciência superior como ferramenta nesse empreendimento. Mas
se procuramos respostas a questões mais subjetivas ou mesmo
relacionadas a psicologia humana, a filosofia, entre outras
ferramentas, é mais capaz, adequada e até superior.

Em especial, benefícios práticos são minha última preocupação quanto a
capacidade da ciência, pois penso, e defendi diversas vezes, que a
mais pura, teórica e imaterial física é importante contribuição da
ciência para o conhecimento humano.

Minhas restrições a saberes não científicos se baseiam em
propriedades, não cognitivas, mas objetivas, e tem este limite bem
claro. O rigor cognitivo da filosofia, que existe, não pode ser
testado de forma empírica, o que torna toda corrente filosófica válida
de alguma forma (não se "prova" que determinado filosofo está errado
em relação a outro, uma vez que ambos apresentarão, em suas teses,
rigor cognitivo, pode-se apenas escolher um lado, com base em posições
e crenças pessoais).

Um abraço.

Homero




SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Gil - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/05/2007 09:58

Estou acompanhando com satisfação essa thread; realmente inspiradora. É difícil saber a linha divisória entre o insight da tecnologia e a base teórica da própria. Ao começar essa thread (e seu desdobramento) fui reler um texto meu já colocado no Imperdível no século passado para ver se necessitava de 'upgrade' ... mas, gostei do modo que está! Quem quiser verificar se concorda comigo ou não (estou torcendo para que não concordem!) dê uma lidinha em:

http://www.feiradeciencias.com.br/sala19/texto89.asp

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 14 de maio de 2007 17:43
Assunto: [ciencialist] P/ Gil - Re: Determinismo e incerteza


Olá Gil

Gil: "Acho que algumas coisas vou tentar explicar melhor:"

Acho que fez um bom trabalho antes, e eu concordo com boa parte de
suas colocações. Apenas achei que existem circunstâncias onde
realmente a teoria é parte importante dos desdobramentos concretos da
tecnologia.

Gil: "Bem, é especialmente nas tecnologias de ponta e teorias de ponta
que a fronteira fica mais difusa. Repare que você falou de previsões ,
teorias ou dispositivos feitos no inicio do século 20 (ou até antes),
e não, nas novas teorias, dos anos 50/60, pra cá."

Com certeza, e isso porque, lembrando a frase que o Alberto enviou,
não se sabe no momento do nascimento para que serve a criança..:-)

É preciso tempo para que uma teoria, em especial na física teórica,
pura, se transforme em algo concreto, material ou tecnológico. Mas o
que tentei apresentar, é que muito do que é tecnológico, não existiria
sem a teoria, ainda que antiga (e por isso mesmo bem testada e
estabelecida).

[ ... ]


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Novo arquivo carregado em ciencialist
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/05/2007 10:14

Olá Murilo,

numa primeira passada d'olhos vejo que funciona para motores de baixa tensão, no caso do esquema, para 12V. Isso aí deve servir bem prá rodar motor de HD ou de cooler, por exemplo. concorda?

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 14 de maio de 2007 20:30
Assunto: [ciencialist] Re: Novo arquivo carregado em ciencialist


Olá Prof. Léo e todos.

Fiz o desenho que demonstra como ocorre a seqüência do chaveamento.
Vou carregá-lo na área de arquivos do grupo. Indiquei os transistores
com T no lugar de Q para diferenciar das saídas do 4017.

Obrigado Murilo.

Abraços
Tipoalgo





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Novo arquivo carregado em ciencialist
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/05/2007 10:25

Vou chamar o Champolion para decifrar esse sequenciamento :-)
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
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-----Mensagem Original-----
De: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 14 de maio de 2007 20:32
Assunto: [ciencialist] Novo arquivo carregado em ciencialist



Olá,

Esta mensagem é uma notificação para informá-lo que um novo arquivo foi adicionado no grupo ciencialist.

Arquivo : /sequenciadechaveamento.png
Carregado por : tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>
Descrição : Seqüência de chaveamento do inv trif mínimo

Você pode acessar o arquivo pela URL:

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/files/sequenciadechaveamento.png

Para saber mais sobre compartilhamento de arquivos no grupo, leia:

http://help.yahoo.com/help/br/groups/files

Atenciosamente,

tipoalgo <tipoalgo@gmail.com>






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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Determinismo e incerteza
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/05/2007 10:56

Completando o que Takata disse, a prova em seu
significado mais amplo só existe no mundo da lógica.
No mundo objetivo e real, o que existe são evidências
de uma teoria e não provas.

--- rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jeff"
> <jeff@...> escreveu
> > Sobre Bell, eu tinha lido apenas sobre a sua
> teoria da impossibilidade
> > de reproduzir os resultados da quântica pelo
> modelo da clássica. Mas
> > isso ainda não prova que a quântica está certa,
> né.
>
> *Nenhuma* teoria pode ser provada como certa. O
> máximo q um cientista
> pode fazer é provar q uma teoria está errada. É o
> chamado
> falsificacionismo popperiano.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>


"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/05/2007 11:01

Olá Takata!

Takata >>> Ué, eu mostrei como se divide um carro sem
afastar as partes.

--- Takata, não se faça de bobo, pois de bobo vc não
tem nada. O que vc quer? Jogar xadrez fisico? Pra que?
Pra ficar fugindo do xeque mate? Lembre-se, a regra do
seu xadrez (fisica) é a seguinte: dois corpos (espaço
cheio) não ocupam o mesmo lugar no espaço (espaço
vazio). Tá querendo colocar o cavalo no mesmo espaço
do bispo? Vai contra as regras do seu próprio jogo.
Takata, por que negar? Em que ajuda a ciencia negar o
inegavel, me diz?



sinceramente
ferrari






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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Gil - Re: Determinismo e incerteza
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/05/2007 11:15

Melhor dizendo, a probabilidade de se conseguir
realizar tais feitos por tentativa e erro é
desprezível.
Quer dizer que temos aqui a volta do design
inteligente?

Temos duas perguntas interessantes aqui:
1 - Existe efeito sem causa objetiva na natureza ?
2 - Um efeito inteligente implica numa causa
inteligente ?

Antes de responder o 2 ainda há uma terceira pergunta:
3 - O que é efeito inteligente ?

Ocorreu-me agorinha essa pergunta:
4 - Não seria o efeito quantico a propria causa ?
Quase uma degeneração do mundo objetivo....:-)


--- oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:
> Canoas podem ser feitas em tentativas e erro,
> baseadas em experiência
> pessoal (troncos flutuam, se eu ficar sobre o
> tronco, flutuo junto, se
> eu cavar no tronco para me encaixar melhor, não
> caio, etc), mas um
> submarino atômico, ou um transatlântico não
> poderiam. Pirâmides podem
> ser construidas quase sem se compreender as forças
> envolvidas, mas um
> arranha-céu de aço e vidro não pode (só os cálculos
> de forças do vento
> em grandes alturas, e a sua relação com a estrutura
> do edifício, exige
> enorme conhecimento e computadores velozes).
>
> E eu posso pensar em muitos exemplos, como
> tratamentos médicos,
> biologia, alimentação, química, etc. Em cada área,
> só podemos chegar a
> um ponto limitado, sem a teoria, sem a compreensão
> dos fenômenos
> envolvidos. Para seguir adiante, é preciso saber
> mais sobre o que
> acontece nesses casos.
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
>
>


"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
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SUBJECT: P/ Gil - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/05/2007 11:22

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Chicao Valadares
> 1 - Existe efeito sem causa objetiva na natureza ?

Tto qto sabemos certos fenômenos quânticos.

> 3 - O que é efeito inteligente ?
Depende.

> 2 - Um efeito inteligente implica numa causa
> inteligente ?
Depende.

> 4 - Não seria o efeito quantico a propria causa ?
> Quase uma degeneração do mundo objetivo....:-)

Isso criaria um loop espaço-temporal.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: E=m.c2
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/05/2007 11:33

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Ferrari <emailferrari@...>
> --- Takata, não se faça de bobo, pois de bobo vc não
> tem nada.

Não estou me fazendo de bobo, embora, em contrariedade ao q vc diz, eu
tenha muito de bobo.

> Pra ficar fugindo do xeque mate?

Não estou fugindo, apenas não vou derrubar meu rei porq. vc quer dar
um xeque com um peão desprotegido. Não há mate algum.

Vc falou: "E vc percebe que dividir o carro é colocar espaço vazio
entre as partes (espaços cheios)? Quando não há espaço vazio entre as
partes espaços cheios) não há divisão, concorda?"
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/62867

E eu disse:
"Não. Vc pode dividir o carro sem separar as partes."
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/62874

Aí vc perguntou:
"Ok. Mas como? Pode dar um exemplo?"
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/62995

E eu respondi:
"Separar aqui entenda-se como afastar - já q vc falava em aumentar o
espaço entre as partes. Vc pode desde simplesmente desatarraxar o
pneu, sem tirá-lo do lugar, até ter porções das moléculas de plástico
do painel q se rompem sem sair do lugar."
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/63045

Como pode ver não há nenhuma fuga. Respondi e dei um exemplo de como
dividir o carro - macroscópica e microscopicamente - sem aumentar o
espaço entre as partes.

O q ocorre é q vc está preso a uma idéia pré-Física da continuidade da
matéria. Coisa q já nos tempos de Demócrito e Leucipo se questionava,
idéia q foi desenvolvida bem depois por John Dalton e outros.

Adjacência espacial não implica em continuidade material. Do contrário
vc dirá q gêmeos siameses são uma pessoa só.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Próstata Feminina
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/05/2007 11:43

Disto fiquei sabendo pelo blogue do jornalista Marcelo Leite:
http://cienciaemdia.zip.net/

Testosterone stimulates growth and secretory activity of the female
prostate in the adult gerbil (Meriones unguiculatus).
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/entrez/query.fcgi?db=pubmed&cmd=Retrieve&dopt=AbstractPlus&list_uids=16707769&quer

Pesquisadores desvendam a próstata feminina
http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/jornalPDF/ju358pag05.pdf
---------------------------
[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Alberto - Re: Determinismo e incerteza
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/05/2007 12:11

Mestre Oráculo, só um pitado:
Diamante é mineral monométrico, carbono puro, a mais dura e brilhante das pedras preciosas.
Depois de lapidado passa a chamar-se brilhante.

silvio.

----- Original Message -----
From: oraculo333
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, May 14, 2007 8:09 PM
Subject: [ciencialist] P/ Alberto - Re: Determinismo e incerteza


Olá Alberto

Alberto: "Caso haja interesse posso enviar o capítulo por email
(formato doc, 164 Kb)]."

Eu gostaria muito, por favor envie para oraculo@atibaia.com.br, obrigado.

Alberto: "Isto cheira-me a cientificismo, além de possuir um forte
conteúdo idealizador. Explico essa idealização: É como se eu dissesse
que o diamante somente existe após ter sido lapidado e/ou que a
ciência seria aquilo que sobra após os conhecimentos terem sido
depurados das concepções erradas. Vejo a ciência com suas virtudes e
seus defeitos, enquanto você considera apenas as virtudes como fazendo
parte da ciência e os defeitos como sendo próprios ao cientista. "

Pois eu acho que a acusação de "cientificismo" quase sempre é usada
para atacar a ciência, ou quem se identifica como defensor da ciência
e de seu método, de forma injusta, sendo um termo de uso bem mais
restrito. Se eu "só" enxergasse as virtudes da ciência, talvez o termo
pudesse ser aplicado, ou se eu pensasse que a ciência pode tudo ou tem
todas as respostas.

Não penso assim, e não vejo a maioria dos cientistas apresentando esse
modo de pensar, ou mesmo as pessoas ligadas a ciência.

Não há contradição em reconhecer limites ao método científico, e
reconhecer que é o melhor método que dispomos para analisar e entender
o universo físico. E é apenas isso que temos e que defendo, nada mais.

Certamente você reconhece que defeitos de seres humanos, cientistas,
se refletem e até contaminam a ciência. Aspectos políticos,
ideológicos, etc, podem, por algum tempo, pautar as direções e
interesses de pesquisas e estudos.

Mas o limite é o rigor do método e o esforço, ainda que imperfeito,
para evitar ou desviar dessas pressões. A biologia socialista da URSS
é um exemplo clássico, mas sua ineficácia contribuiu para sua
derrocada, e acabou suplantada pela biologia, digamos, mais real.

A ciência tem, e luta para ampliar, mecanismos de auto-correção. Não
funciona sempre, não funciona de modo perfeito, mas ainda assim
funciona em boa parte do tempo.

Alberto: "Digamos então que, na sua visão, eu estou usando o termo
dogma "de forma um tanto frouxa" e que você utiliza o mesmo termo de
forma mais restrita e, a meu ver, um tanto quanto preconceituosa
(quiçá preconceito contra as religiões)."

Pode ser, eu certamente tenho uma posição restritiva a religiões com
certeza. Mas isso não muda o fato de que religiões tem dogmas, em
qualquer sentido do termo, e a ciência não. Esta pode ter certezas
temporárias, determinados conhecimentos que tem tantas evidências que
fica difícil discordar deles, ou pode até, como a biologia socialista,
ficar a mercê, temporariamente, de ideologias (existe algo humano que
não sofre disso?..:-), mas dogmas que não podem ser confrontados com a
realidade ou evidências contrárias, não.

Um abraço.

Homero






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SUBJECT: Re: Novo arquivo carregado em ciencialist
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/05/2007 12:59

Olá Prof. Léo e todos.

"Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@...> escreveu
>
> Vou chamar o Champolion para decifrar esse sequenciamento :-)
> []'


Tipoalgo falando (Champolion está ocupado)!

Tentei seguir o ditado que diz que uma imagem vale mais que mil
palavras, mas pelo visto, como sou péssimo diagramador, essas mil
palavras estão confundindo tudo, peço desculpas.

O que tentei passar na figura é o seguinte:

Quando a saída Q0 do 4017 está em nível 1, os transistores que irão
conduzir são T1 e T4, alimentando as bobinas A e B;
Quando a saída Q1 do 4017 está em nível 1, os transistores que irão
conduzir são T1 e T6, alimentando as bobinas A e C;
E assim sucessivamente.

Acho que o circuito, da forma como está, se aplica melhor para
motores de indução, onde o rotor não possui campo magnético próprio.
Para motores síncronos outros controles devem ser previstos.

Abraços
Tipoalgo




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: E=m.c2
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/05/2007 13:30

Olá Takata!

--- Tudo bem, Takata, se quer jogar xadrez, então
vamos lá. Se for pro desentrave da ciencia...

Takata >>> Vc pode desde simplesmente desatarraxar o
pneu, sem tirá-lo do lugar.

--- E a tarraxa não faz parte do carro?

--- Tarraxa na casa seis: comi seu bispo.

--- Vc é capaz de desatarraxar a tarraxa sem tirar-la
do lugar?

--- Tarraxa na casa dois: comi sua torre.

Takata >>> até ter porções das moléculas de plástico
do painel q se rompem sem sair do lugar.

--- E as moléculas de plástico do painel se rompem
como: permanecendo unidas?

--- Moléculas de plástico na casa quatro: foi-se a
rainha.

--- Rompimento é união?

--- Moléculas de plástico na casa seis: xeque.


Takata, não é esta minha intenção, jogar xadrez com
vc, nem com ninguém, mas parece que vc só entende esta
linguagem. Perder faz parte do jogo da ciencia também.
Negar os fatos nunca foi o caminho para se fazer
ciencia, foi? O que vc está fazendo aqui é negando um
fato, é por isto esta fadado ao fracasso na defesa de
sua afirmação.


sinceramente
ferrari








--- rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Ferrari
> <emailferrari@...>
> > --- Takata, não se faça de bobo, pois de bobo vc
> não
> > tem nada.
>
> Não estou me fazendo de bobo, embora, em
> contrariedade ao q vc diz, eu
> tenha muito de bobo.
>
> > Pra ficar fugindo do xeque mate?
>
> Não estou fugindo, apenas não vou derrubar meu rei
> porq. vc quer dar
> um xeque com um peão desprotegido. Não há mate
> algum.
>
> Vc falou: "E vc percebe que dividir o carro é
> colocar espaço vazio
> entre as partes (espaços cheios)? Quando não há
> espaço vazio entre as
> partes espaços cheios) não há divisão, concorda?"
>
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/62867
>
> E eu disse:
> "Não. Vc pode dividir o carro sem separar as
> partes."
>
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/62874
>
> Aí vc perguntou:
> "Ok. Mas como? Pode dar um exemplo?"
>
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/62995
>
> E eu respondi:
> "Separar aqui entenda-se como afastar - já q vc
> falava em aumentar o
> espaço entre as partes. Vc pode desde simplesmente
> desatarraxar o
> pneu, sem tirá-lo do lugar, até ter porções das
> moléculas de plástico
> do painel q se rompem sem sair do lugar."
>
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/63045
>
> Como pode ver não há nenhuma fuga. Respondi e dei um
> exemplo de como
> dividir o carro - macroscópica e microscopicamente -
> sem aumentar o
> espaço entre as partes.
>
> O q ocorre é q vc está preso a uma idéia pré-Física
> da continuidade da
> matéria. Coisa q já nos tempos de Demócrito e
> Leucipo se questionava,
> idéia q foi desenvolvida bem depois por John Dalton
> e outros.
>
> Adjacência espacial não implica em continuidade
> material. Do contrário
> vc dirá q gêmeos siameses são uma pessoa só.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Que é Raciocinar?
FROM: Ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/05/2007 13:54

Olá João!

Joao >>> Desculpe...

--- Não tem porque se desculpar. Tudo em paz.

Joao >>> ...não entendo o que você escreveu...

--- O mais básico é perceber que sem pulso não tem
comunicação. Ou seja, que a comunicação acontece "por
meio" do pulso. E se o meio é a matéria, então... ???

Joao >>> e creio não concordar com sua visão. A mim
parece tão delirante que não consigo sequer discutir o
assunto.

--- Respeito. E faz sentido achar delirante. Se a
idéia de que a ação do raciocino se propaga pelo meio
(matéria) com o tempo, já foi tida com absurda e
motivo de chacota, faz todo sentido vc achar
delirante.

--- Mas isto não impede o fato dessas letras que voce
está lendo agora serem consequencia de meus raciocinio
de horas atrás se propagando pela matéria. Pode ser um
absurdo. Também acho absurdo. Mas é um "fato" absurdo!
E não é teoria. As letras estão ai de prova.

--- Mas enfim, talvez mude de teoria (idéia) conforme
for falando mais sobre o assunto.




sinceramente
ferrari

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SUBJECT: Mais outra reentrada, agora no sul?
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DATE: 15/05/2007 14:38

Mais outra reentrada, agora no sul<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=881>


Recebemos e-mails (incluindo de pessoas ameaçadas por homens de preto!)
falando sobre avistamentos de uma bola de fogo no céu na região de Porto
Alegre, Rio Grande do Sul na noite de 14 para 15 de janeiro, agora há pouco
realmente. Os veículos de notícias começaram a noticiar o evento agora, e
como nos casos anteriores, em 2004 sobre o nordeste (duas
vezes!)<http://www.ceticismoaberto.com/ufologia/ovo_et.htm>e no
Reveillon
de 2007 (a infame "enxuarrada de
OVNIs")<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=834>,
notamos que *a reentrada do foguete lançador Soyuz-U* lançado poucos dias
antes de Baikonur estava prevista para aproximadamente o mesmo horário.
Há discrepâncias significativas na previsão de horário e local de queda do
sítio CORDS <http://www.reentrynews.com/2007017b.html>, mas a margem de erro
é também grande. Como de costume, contatamos os especialistas em questão e
postaremos aqui as novidades.

Postado em Ufologia <http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=2> | Por
Mori Comente!
» <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=881#respond>

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na Arábia (Reprise) Es...


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SUBJECT: Takata
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/05/2007 15:44


Nestre: mandei um e-mail pessoal mas foi devolvido.... era algo digno de se ver....

sds.,
silvio.

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