SUBJECT: Re: P/Romano
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/02/2007 19:22

Buda inclusive morreu de uma congestão , devido à carne de porco.Seus
discípulos é que levam a serio essa coisqa de que não devemos matar
nem uma barata

Sds,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiroes@...> escreveu

>
>
>
> Não sou discipula de ninguém, não sigo religião nenhuma.
>
> E Buda comia carne, não é exemplo para mim.
>




SUBJECT: Re: Tartarugas, mamutes, e o engano de Jose Renato (era Drauzio Varella - Folha
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/02/2007 19:29

O que que é isso?
Jamais nos adaptamos ao frio? Nenhum animal o fez?

Sds,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@...> escreveu

>
> JAMAIS nos adaptamos ao frio, nenhum animal jamais o fez. Mesmo os
mamutes lanudos não se adaptaram, apenas "restaram" na espécie,
descendentes de mamutes sem pelo, aqueles que, acidentalmente, tinham,
através da loteria genética, mais pelos naquele momento.




SUBJECT: Re: P/ bruna - OFF Topic: a questão da carne, minha resposta
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/02/2007 20:00

Não existe no mundo animal, algum grupo que discrimina os
homossexuais? Os homossexuais humanos usam estes exemplos para validar
o homossexualismo. Se bem que homossexual não é bem o termo certo
entre os animais, o correto seria bissexualismo

Abs,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiroes@...> escreveu
>
> Bruna:
> Há dias escrevi sobre isso.
> A homosexualidade entre animais é prática comum entre mamíferos (que
eu saiba) e é apenas, ao que parece, uma atividade lúdica: é muito
comum entre cavalos e cães.
> Entre os primatas de grande porte que vivem em grupos de diversas
fêmeas e apenas um macho, é comum, quando esse macho começa a ficar
valho, que os jovens, mais ousados, o enfrentem, querento ocupar o
lugar dele. Entretanto o combate é quase sempre ritualístico,
demonstração de força sem causar danos graves ao oponente que, para
render-se, vira de costas e oferece a bunda para o vencedor, num ato
de humilhação. E se retira de cena.
> A prática do ato sexual entre animais também é vista entre fêmeas
primatas que se masturbam e machos que tambem praticam o onanismo.
> Ainda passarão muitos anos até que tenhamos um conhecimentoi mais
profundo desses procedimentos pois só agora, estamos dando os
primeiros passos no estudo da evolução dos seres vivos.
> As teorias, quaisquer que sejam, são boas porquê forçam o pensamento
e a pesquisa embora mesmo sobre o homosexualisto entre os humanos,
ainda não haja uma interpretação definitiva.
> E te conto um causo:
> Aos 21 anos fui trabalhar na construção de uma enorme siderúrgica
que tinha no canteiro de obras uns 3.000 homens e nenhuma mulher. Eu
morava num alojamento onde era hábito o pessoal sair do quarto nu,
apenas com a toalha no ombro, indo pro banho. Nos primeiros anos, onde
o trabalho era pesado, JAMAIS houve um caso de pederastia que fosse do
conhecimento do grupo. Veja: entre 3.000 indivíduos. Isso tem bons
anos....
> Se fosse hoje, pelo menos 20% (chuto) seriam homosexuais. E, minha
cara, não é Freud que explica isso: grande parte cabe à má educação, à
rede Globo e suas novelas, os hábitos da vida noturna que só começou
após a revolução: antes, homem ia a bordel e não a festas have (?),
hip-hoc e outras proliferações dos maus costumes.....
>
> sds.,
>
> silvio.
> ----- Original Message -----
> From: Bruna Carolina Ribas
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, February 08, 2007 9:28 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: P/ bruna - OFF Topic: a questão da
carne, minha resposta
>
>
> Silvio, e que objetivos tem a homosexualidade no reino dos animais
> (humanos e não-humanos)?
>
> Silvio <scordeiroes@...> escreveu: Cinema é uma coisa, a realidade
outra: não existe nenhuma realidade no cinema pois os interesses
técnicos têm prioridade.
> Todos os seres vivos têm apenas um objetivo: sua reprodução, sua
expersão pelo mundo de forma que só obedeçam aos limites impostos pela
própria natureza: exemplo: o homem.
>
> sds.,.
> silvio
> ----- Original Message -----
> From: rmtakata
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, February 08, 2007 4:38 PM
> Subject: [ciencialist] Re: P/ bruna - OFF Topic: a questão da
carne, minha resposta
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@>
> > NENHUM outro ser vivo tem a MENOR compaixão ou cuidado com a dor ou
> > sobrevivência de outras espécies.
>
> Misomenos. Tem um registro bastante interessante de um hipopótamo q
> avança sobre um crocodilo q atacava um filhote de gazela (impala). O
> crocodilo larga a presa. E o hipopótamo parece tentar ajudar a
gazela a
> ficar de pé (q morre ao final).
>
> http://www.youtube.com/watch?v=ENWp0Q2RkTA
>
> Meio difícil avaliar o q exatamente se passou pela cabeça do
hipopótamo.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
> ----------------------------------------------------------
>
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> Version: 7.1.411 / Virus Database: 268.17.27/671 - Release Date:
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> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>
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> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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>
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>




SUBJECT: Re: A alimentação dos judeus
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/02/2007 20:05

Ou José Renato e Eurico. A multiplicação para dos paes é uma passagem
alegórica. Na verdade pão e peixe eram símbolos usados pelas ordens
iniciáticas, para designar o alimento espiritual, e não ao orgânico

Quando Jesus disse, comeram e ficaram fartos, quer, dizer, fartos de
luz, sairam dali com a compreensão espiritual

O peixe inclusive representava vida, e o fermento do pão a
espiritualidade que cresce. São palavras simbólicas, os judeus usavam
de símbolismos. Não existia cristão, jesus não era cristão :-) Ele
queria a renovação do judaísmo e fundou uma nova base proposta por ele

Abs,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu

> homem.
>
> ps: sobre o milagre da multiplicação dos pães e peixes tenho
> uma explicação que ouvi e achei interessante: todo mundo
> foi pro deserto ouvir a palestra do messias, alguns levaram
> comida e ficaram sem graça de comer ao lado dos outros
> (não deviam ter ambulantes...). vendo a saia justa, jesus
> pediu que todos que tivessem pães e peixes (escondidos)
> trouxessem pra frente, daí a comida que só alimentaria alguns,
> dividida, deu pra todo mundo. fim. sem mágica.
> JR - A frase de Jesus aos apóstolos é clara e direta: "Dai-lhes vós
mesmos
> de comer".(Mc 6,37) O garoto ainda sem malícia foi o primeiro a
mostrar e
> dispor suas posses, mostrando o caminho para o milagre da partilha.
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/02/2007 22:17

Silvio:
pra mim safo é uma gíria muito antiga ( uns 45 anos ), entre SP e MG.
Sem marinha.
Desistí de entrar na marinha p/encarar a legião estrangeira...
Eu queria é confusão.
Só que pouco antes disso, falou mais alto a minha educação... Fiquei +
sossegado! Me safei! :[
E vc, é marinheiro?
abr/M.


>From: "Silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
>Date: Mon, 12 Feb 2007 16:28:01 -0300
>
>Murilo:
>vs. é da marinha? (safo)
>
>silvio
>
> ----- Original Message -----
> From: murilo filo
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, February 08, 2007 9:54 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
>
>
>
>
> Eu também sabia... Estou safo!
>
> Atividade nos últimos dias
> a.. 1Novos usuários
> b.. 1Novas fotos
> Visite seu Grupo
> Yahoo! Mail
> Conecte-se ao mundo
>
> Proteção anti-spam
>
> Muito mais espaço
>
> Yahoo! Barra
> Instale grátis
>
> Buscar sites na web
>
> Checar seus e-mails .
>
> Yahoo! Grupos
> Crie seu próprio grupo
>
> A melhor forma de comunicação
>
> .
>
>
>
>------------------------------------------------------------------------------
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>5/2/2007
>
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>
>##### ##### #####
>
>Página de apoio
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
>##### ##### ##### #####
>Links do Yahoo! Grupos
>
>




SUBJECT: Re: Aos químicos(Tintas e solventes tóxicos- pintura em tela)
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/02/2007 22:27

A única pessoa que fiquei sabendo que comia suas tintas e ainda tomava
um composto da terebentina(solvente usado pintura), chamado pineno,
para acalmar sua insônia foi Van Gogh...ahauahauahuahauahuahaua

Como neste artigo sobre solventes a base de tolueno e inclusive fala
sobre a intoxicação de Van Gogh

http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89101994000200011

E este outro artigo científico menciona Van Gogh que bebia uma mistura
contendo pineno( um componente da terenbentina) para aplacar sua
insônia...acredito que Van Gogh fazia seus proprios solventes e tintas

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0100-40422002000400015&script=sci_arttext

Abs,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Esteban Moreno"
<estebanlmoreno@...> escreveu

> Mas se ninguém comer com frequencia as suas tintas, elas não terão
> qualquer efeito nocivo, pois esses compostos de chumbo são muuuuito
> insolúveis. Estes podem estar sim, sendo ainda usados. Se não estão
> colocando no rótulo, é bem provável que estejam com medo da reação do
> público.
> È muito fácil detectar a presença de metais pesados em suas tintas,
> desde que você tenha acesso a um equipamente de fluorescência atômica
> ou absorção atômica. È batata.
> Um abraço,
> Esteban.
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: P/ Romano - OFF Topic: a questão da carne, minha resposta
FROM: "Silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
CC: GRUPO DE ESTUDOS DA HISTÓRIA DO BRASIL - GEHB <grupohistoriadobrasil@yahoo.com.br>, Grupo de Debates Políticos Brasileiro <brasil-politica@grupos.com.br>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <Acropolis_@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/02/2007 22:55

Romano:
Vs. escreve como se estivesse no tempo dfe Nero: principal bem de consumo nos humanos são os alimentos. Existem, pelo mundo, milhares de fábricas, com excelentes laboratórios de pesquisas - O Brasil tem na Embrapa o maior orgulho que podemos ter nessa terra arrazada, pesquisados da mais alta capacidade procurando alimentos cada vez mais saudaveis e mais baratos simplesmente porquê é um bom negócio.

Dizer que a ciência não entende de nutrição é um demérito à sua pessoa: e saiba que a nutrição inclui o bem estar do corpo o que nos leva tambem aos produtos farmacêuticos.
Só a Embrapa já conseguiu dobrar diversas safras do brasil, barateando os custos: o que falta é vergonha na cara dos quadrilheiros do congresso e do executivo para a reforma consistente das estradas para o escioamento da produção.
Quanto à sanidade dos produtos, ol governo cobra quase 40% de impostos inclusive para fiscalizar a qualidade da alimentação - Veja, nobre tribuno, quarenta por cento é quase metade do que produzimos!!!!

Não me venha com falácias, pense antes de escrever. Só as pesquisas com milho, feitas há anos pela embrapa aumentou em dezenas de vezes nossa produção...

Você deve ser católigo e petista para falar. Vou lhe dar uma diga de gratis: Vocês que mandam no Brasil, façam uma lei que autorize o uso de todos os lotes vagos de uma cidade para palntação de ortaliças, pelos alunos das escolas públicas e com apôio de técnicos da Prefeitura: se o dono precisasr do terreno, avisa com antecedência para que a safra seja colhida e não se plante mais: garantir o direito à propriedade mas tambem garantir o direito de o povo se alimentar e criar atividades extracurriculares para a garotada.

Isso, ilustre tribuno, é PENSAR.

SDS.,

silvio, capiau honorário.
----- Original Message -----
From: romano_170
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 09, 2007 9:30 PM
Subject: [ciencialist] Re: P/ Romano - OFF Topic: a questão da carne, minha resposta


A ciencia entende tanto de nutrição assim como entende de uma gripe.
Ou seja, quase nada. Não é uma acusação, é um fato.
Ninguém foi encurralado, já sei foi demo0nstrado aqui, principalmente
através de estudos científicos que a anemia nao é algo exclusivo do
vegetarianismo, e não houve enenhuma refutação ao texto
http://www.ajcn.org/cgi/content/abstract/78/3/633S?ct

Acho que o sr Takata apenas joga com os números , mas não expressa a
realidade, teórico demais para a questão, aí a gente cansa de debater,
porque se está falando uma coisa e se pula para outra que não tem nada
haver com a questão, e a coisa ficar circular demais, então o
subuterfúgio não é meu

Abs, Romano

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "oraculo333" <oraculo@...> escreveu
>
> Olá Romano
>
> Romano: "É igualzinho aquela história de que café dá cancer, e depois
> apresentam um estudo dizendo que café faz mal pro coração, outros já
> dizem que fazem bem, e nunca se chega a conclusão nenhuma. A propria
> ciencia é confusa neste aspecto"
>
> Putz, essa é a acusação/fuga recorrente mais disparatada que é feita
> contra a ciência! Toda vez que alguém chega a um beco sem saída
> lógico, encurralado por dados concretos e evidências acachapantes,
> acaba apelando para o famigerado "mas os cientistas toda hora mudam de
> idéia"..:-)
>
> Bem, café PODE causar câncer e ainda assim fazer mal ao coração, e ao
> MESMO TEMPO ser um estimulante saudável para o cérebro. Ninguém
> combinou com o café que ele SÓ pode agir de uma ÚNICA forma.
>
> Além disso, existe enorme diferença entre o que e mídia publica, a
> partir de estudos científicos, e as conclusões e dados do próprio
> estudo. Um estudo sobre café, por exemplo, informa que, dentro de
> condições controladas, com este e este parametro, com pacientes com
> determindas condições, em ambiente controlado, pode, em uma
> determinada porcentagem, causar este e aquele efeito, mas que ainda é
> necessário mais estudos de confirmação.
>
> A manchete? Cientistas dizem que café é bom para a próstata..:-)
>
> No outro mês, outro estudo, com outros objetivos e outros parâmetros,
> produz conclusões cuidadosas e ponderadas, e também alerta para a
> necessidade de mais dados e estudos. Mas a nova manchete na mídia é:
> Cientistas mudam de idéia e não dizem nada sobre café e a próstata..:-)
>
> Saber o que a ciência e cientistas dizem sobre qualquer coisa exige
> esforço de ler e estudar os artigos científicos, estudos,
> experimentos, etc, publicados em revistas científicas, não ler
> manchetes de cadernos de jornais, com todo tipo de distorção e bobagens.
>
> E ser "avesso a cálculos" é meio caminho andado para se dar mal e ser
> enrolado por todos os lados.
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "romano_170" <romano_170@>
> escreveu
> >
> > Eu sou avesso a esses calculos, cada nutricionista tem um calculo
> > aproximado diferente para esta questão. É igualzinho aquela história
> > de que café dá cancer, e depois apresentam um estudo dizendo que café
> > faz mal pro coração, outros já dizem que fazem bem, e nunca se chega a
> > conclusão nenhuma. A propria ciencia é confusa neste aspecto
> >
> > Abs,Romano
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@>
> > escreveu
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "romano_170" <romano_170@>
> > > > 200 g é muito.
> > >
> > > Essa conta é para o Fe apenas da carne. Pode-se limitar para 150
g de
> > > carne, nesse caso teremos 0,56 * 1,5 = 0,84 mg. Presto, agora é mais
> > > fácil obter 0,16 mg de ferro através de vegetais, do q ter q obter
> > > todo o 1 mg somente com vegetais - e o bife já fez sua contribuição.
> > >
> > > > "É aqui o ponto chave da questão! O ferro da carne é 60% não-heme
> > > > (igual ao dos vegetais!!) e 40% heme. Portanto, se a questão de
> > >
> > > Essa questão não é importante, pois já estamos considerando tudo
isso
> > > ao usar a absorção de 20%.
> > >
> > > []s,
> > >
> > > Roberto Takata
> > >
> >
>






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: P/ Romano - OFF Topic: a questão da carne, minha resposta
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/02/2007 23:11

Mas eu apoio o Embrapa, a minha linha de argumentação, segue a linha
do Embrapa . A única pessoa que aqui que tem mania de refutar
instituições de pesquisa e especialistas é o Takata, mesmo fora da
área dele, o que não deixa de ser um desreipeito ao trabalho dos
oputros, já que ele não tem capacitação profisional prática naquilo
que refuta(pegar links na internt não demonstra nada). Ele é sempre o
*du contra* a qualquer informação que parta de centro de pesquisas, só
o que ele posta tem valor. Existem dúzias de pesquisas conflitantes,
mas a ciência usa aquelas que tem mais valor experimental. Então até
que as pesquisas que o Takata acha na internet tenha algum valor, é
preciso que elas sejam exaustivamente testadas até que passe a
incorporar ao conhecimento científico.

Inclusive estas pesquisas não para se imterpretadas de modo fixo e
dogmático, só porque aponta uma valor tem de ser exatamente assim na
realidade, é preciso testas toda as gamas de variáveis possíveis. e
certas pesquisas apenas tem valor dentro daquela determinada variável.
Então se o sujeito manda links durante uma discussão só para tornar
mais válido o ponto de vista dele, e menosprezar o que ainda se usa em
ciência tem de ter jogo de cintura e sabedoria para usar isso. E não
dizer que coisa é pau a pau e ferro a ferro

Quando escrevi o texto abaixo quis dier que a ciência da nutrição não
tem avançado como as outras ciências, mas nos últimos anos tem
acelerado bastante.

Abs,Romano

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiroes@...> escreveu
>
> Romano:
> Vs. escreve como se estivesse no tempo dfe Nero: principal bem de
consumo nos humanos são os alimentos. Existem, pelo mundo, milhares de
fábricas, com excelentes laboratórios de pesquisas - O Brasil tem na
Embrapa o maior orgulho que podemos ter nessa terra arrazada,
pesquisados da mais alta capacidade procurando alimentos cada vez mais
saudaveis e mais baratos simplesmente porquê é um bom negócio.
>
> Dizer que a ciência não entende de nutrição é um demérito à sua
pessoa: e saiba que a nutrição inclui o bem estar do corpo o que nos
leva tambem aos produtos farmacêuticos.
> Só a Embrapa já conseguiu dobrar diversas safras do brasil,
barateando os custos: o que falta é vergonha na cara dos quadrilheiros
do congresso e do executivo para a reforma consistente das estradas
para o escioamento da produção.
> Quanto à sanidade dos produtos, ol governo cobra quase 40% de
impostos inclusive para fiscalizar a qualidade da alimentação - Veja,
nobre tribuno, quarenta por cento é quase metade do que produzimos!!!!
>
> Não me venha com falácias, pense antes de escrever. Só as pesquisas
com milho, feitas há anos pela embrapa aumentou em dezenas de vezes
nossa produção...
>
> Você deve ser católigo e petista para falar. Vou lhe dar uma diga de
gratis: Vocês que mandam no Brasil, façam uma lei que autorize o uso
de todos os lotes vagos de uma cidade para palntação de ortaliças,
pelos alunos das escolas públicas e com apôio de técnicos da
Prefeitura: se o dono precisasr do terreno, avisa com antecedência
para que a safra seja colhida e não se plante mais: garantir o direito
à propriedade mas tambem garantir o direito de o povo se alimentar e
criar atividades extracurriculares para a garotada.
>
> Isso, ilustre tribuno, é PENSAR.
>
> SDS.,
>
> silvio, capiau honorário.
> ----- Original Message -----
> From: romano_170
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Friday, February 09, 2007 9:30 PM
> Subject: [ciencialist] Re: P/ Romano - OFF Topic: a questão da
carne, minha resposta
>
>
> A ciencia entende tanto de nutrição assim como entende de uma gripe.
> Ou seja, quase nada. Não é uma acusação, é um fato.
> Ninguém foi encurralado, já sei foi demo0nstrado aqui, principalmente
> através de estudos científicos que a anemia nao é algo exclusivo do
> vegetarianismo, e não houve enenhuma refutação ao texto
> http://www.ajcn.org/cgi/content/abstract/78/3/633S?ct
>
> Acho que o sr Takata apenas joga com os números , mas não expressa a
> realidade, teórico demais para a questão, aí a gente cansa de debater,
> porque se está falando uma coisa e se pula para outra que não tem nada
> haver com a questão, e a coisa ficar circular demais, então o
> subuterfúgio não é meu
>
> Abs, Romano
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "oraculo333" <oraculo@>
escreveu
> >
> > Olá Romano
> >
> > Romano: "É igualzinho aquela história de que café dá cancer, e
depois
> > apresentam um estudo dizendo que café faz mal pro coração, outros já
> > dizem que fazem bem, e nunca se chega a conclusão nenhuma. A propria
> > ciencia é confusa neste aspecto"
> >
> > Putz, essa é a acusação/fuga recorrente mais disparatada que é feita
> > contra a ciência! Toda vez que alguém chega a um beco sem saída
> > lógico, encurralado por dados concretos e evidências acachapantes,
> > acaba apelando para o famigerado "mas os cientistas toda hora
mudam de
> > idéia"..:-)
> >
> > Bem, café PODE causar câncer e ainda assim fazer mal ao coração,
e ao
> > MESMO TEMPO ser um estimulante saudável para o cérebro. Ninguém
> > combinou com o café que ele SÓ pode agir de uma ÚNICA forma.
> >
> > Além disso, existe enorme diferença entre o que e mídia publica, a
> > partir de estudos científicos, e as conclusões e dados do próprio
> > estudo. Um estudo sobre café, por exemplo, informa que, dentro de
> > condições controladas, com este e este parametro, com pacientes com
> > determindas condições, em ambiente controlado, pode, em uma
> > determinada porcentagem, causar este e aquele efeito, mas que
ainda é
> > necessário mais estudos de confirmação.
> >
> > A manchete? Cientistas dizem que café é bom para a próstata..:-)
> >
> > No outro mês, outro estudo, com outros objetivos e outros
parâmetros,
> > produz conclusões cuidadosas e ponderadas, e também alerta para a
> > necessidade de mais dados e estudos. Mas a nova manchete na mídia é:
> > Cientistas mudam de idéia e não dizem nada sobre café e a
próstata..:-)
> >
> > Saber o que a ciência e cientistas dizem sobre qualquer coisa exige
> > esforço de ler e estudar os artigos científicos, estudos,
> > experimentos, etc, publicados em revistas científicas, não ler
> > manchetes de cadernos de jornais, com todo tipo de distorção e
bobagens.
> >
> > E ser "avesso a cálculos" é meio caminho andado para se dar mal
e ser
> > enrolado por todos os lados.
> >
> > Um abraço.
> >
> > Homero
> >
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "romano_170" <romano_170@>
> > escreveu
> > >
> > > Eu sou avesso a esses calculos, cada nutricionista tem um calculo
> > > aproximado diferente para esta questão. É igualzinho aquela
história
> > > de que café dá cancer, e depois apresentam um estudo dizendo
que café
> > > faz mal pro coração, outros já dizem que fazem bem, e nunca se
chega a
> > > conclusão nenhuma. A propria ciencia é confusa neste aspecto
> > >
> > > Abs,Romano
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata"
<roberto.takata@>
> > > escreveu
> > > >
> > > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "romano_170"
<romano_170@>
> > > > > 200 g é muito.
> > > >
> > > > Essa conta é para o Fe apenas da carne. Pode-se limitar para 150
> g de
> > > > carne, nesse caso teremos 0,56 * 1,5 = 0,84 mg. Presto,
agora é mais
> > > > fácil obter 0,16 mg de ferro através de vegetais, do q ter q
obter
> > > > todo o 1 mg somente com vegetais - e o bife já fez sua
contribuição.
> > > >
> > > > > "É aqui o ponto chave da questão! O ferro da carne é 60%
não-heme
> > > > > (igual ao dos vegetais!!) e 40% heme. Portanto, se a
questão de
> > > >
> > > > Essa questão não é importante, pois já estamos considerando tudo
> isso
> > > > ao usar a absorção de 20%.
> > > >
> > > > []s,
> > > >
> > > > Roberto Takata
> > > >
> > >
> >
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/Homero, um conselho:aprenda ética primeiro...
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/02/2007 23:18

Olá, Victor!
Moisés, pode ser considerado como um legislador, tal como Hamurabi e Talião.
Posteriormente tivemos Péricles na Grécia Antiga e Lisandro em Esparta. As
regras-leis rígidas de Lisandro fizeram Esparta um estado unido e forte
durante quatro séculos.
Ao lermos o Pentateuco, percebemos a estruturação da civilização judaica. Os
sacerdotes-levitas eram os médicos, açougueiros, políticos, juízes,
sanitaristas, professores, monetaristas, economistas do povo judeu. Durante
os 40 anos no deserto, após a fuga do Egito, Moisés teve muito trabalho.
Detalhou até, que as necessidades fisiológicas como defecar, deveriam ser
feitas fora do acampamento, para que Deus não sujasse os pés quando viesse
passear nele. Os ritos de purificação eram parte importante da Torah. Lavar
as mãos antes das refeições, lavar os pés ao chegar em casa, ficar isolados
por sete dias com banhos diários os que tocaram em sangue ou em cadáver. O
controle da lepra era feita com rigor pelos sacerdotes-levitas. O altar de
sacrifícios no Templo em Jerusalém mais parecia um matadouro, onde eram
imolados aves, ovinos, caprinos, bovinos e o sangue escorria em canaletas
laterais para ser coletado, enterrado ou queimado.
Acredito que todo esse conhecimento seja empírico, coletado ao longo do
tempo pela tribo escolhida para essas atribuições
"administrativas-religiosas-ritualísticas". Semelhante à sabedoria dos pajés
dos nossos nativos. Imagino que no início da civilização a pessoa mais
observadora e prudente mantinha um braseiro em sua caverna ou choupana, onde
os demais iam pedir fogo quando necessitavam. Esse cara tornava-se
referência na aldeia, se comunicava com todos e era respeitado. É o
protótipo do pajé, feiticeiro, curandeiro, sacerdote ou juiz.

Abraços

José Renato
......................................................

From: "Victor" <jvoneto@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 12, 2007 6:51 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: P/Homero, um conselho:aprenda ética
primeiro...


JR,
E quais as razões científicas, para a montagem das normas de consumo abaixo,
que imagino sejam rígidas? Pressupõe-se seja o resultado de um profundo
conhecimento da constituição de tal ou qual tipo de carne, de modo que uns
podem, outros não, com certeza. Seriam tais regras, assim, de cunho
científico ou religioso? Não havia conhecimentos a respeito, nem atinavam
como descobrí-los, naquelas épocas. Mas, segundo consta, Moisés teria
proibido ingestão de certas "guloseimas". Imagino que ele, se existiu mesmo,
era um cara inteligente e estava preocupado com a saude daquele montão de
pessoas andando pelo deserto, sem condições de higiene; não havia nem um
matinho para se esconderem, na hora dos alívios!. Já pensou, ao comerem uma
carne suculenta de porco doente, com alguma bactéria, tipo "bexiga", como é
comum nesses animais? Já pensou, também, se desse almoço adviesse uma dor de
barriga generalizada?. Acho que teria ficado o rastro fossilizado das
consequências, milhões delas no coitado do deserto, e a arqueologia já
teria encontrado tais produtos devidamente fossilizados! Mas, Moisés, que
não era besta, não queria presenciar milhões de fiéis fugitivos correndo de
um lado para outro, para se esconderem em lugar nenhum, que é o que existe
num deserto... Grandes cenas. Deveria ser um alvoroço, putz!.
Moisés deveria, portanto ser aclamado como o primeiro sanitarista da
história, quem sabe, até um Nobel.

Sds,
Victor.


----- Original Message -----
From: José Renato
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 12, 2007 12:06 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: P/Homero, um conselho:aprenda ética
primeiro...


A alimentação dos judeus era um rito que iniciava desde a escolha, modo de
preparar, etc. Isso está nos livros do Gênese e mais detalhado no
Levítico,
que no cap. 11 descreve em detalhes aos pertencentes à tribo escolhida
para
sacerdotes, serviços, ritos religiosos e ao povo em geral, quais são os
animais puros e os impuros. Peixes e animais aquáticos, só os de escamas e
barbatanas eram permitidos consumir. Os de pele e os mariscos, não. Os
ruminantes ou não, dependem dos cascos ou das unhas fendidas ou não. Os
porcos têm a unha fendida e o pé dividido...
Abraços
José Renato
...........................

From: "rmtakata" <roberto.takata@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, February 09, 2007 12:34 AM
Subject: [ciencialist] Re: P/Homero, um conselho:aprenda ética primeiro...

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "romano_170" <romano_170@...>
> com certeza que há evidencias dos judeus, e que judeus comiam carne
> e peixe

Há até o relato mítico da multiplicação dos peixes. Se Jesus não comia
peixe, pela história, certamente não fazia objeções q os outros comessem.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: "Silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
CC: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <Acropolis_@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/02/2007 23:18

Renato:

Pra não gastar muito latim, sob minha ótica evolução é uma necessidade que os organismos desde os nomocelulares aos mais complexos como o homem evoluem por sua intrínseca necessidade de se reproduzir e dominar o meio ambiente: veja a evolução dos humanos, dos primatas, dos dinossauros, hoje belas aves....
Óbvio que não discutirei com você este assunto, seu conhecimento é muito mais vasto do que eu que inclusive - vs. sabe - já estou com os neurônios avariados.

Não considero a evolução acompanhamento de um evento pois não temos essa capacidade temporal para tal observação: observe que na astronomia as motificações nas coisas do espaço são acompanhadas por comparações de corpos, raramente se tem uma prova cabal como um cometa, a explosão de uma estrela....

E me desculpe, mas nenhuma evolução tem um observador: os humanos, os observadores atuais têm um tempo de vida útil bem reduzidos frente aos problemas evolutivos. A evolução, sonsiderando-se a vida desde o início da biosfera já sofreu milhões de mutações com o desaparecimento de milhares ou milhões de espécies, sendo esse a necessidade da incessante luta evolutiva para que se mantenha o serr com a melhor condição possível.
O homem, uma aberração por ter, em razão do bipedalismo uma evolução mais acelerada, ainda se julga proprietário do planeta e transforma o ambiente em seu bordel:
não preferiu a harmonia com os demais companheiros de jornada... Creio, caro amigo, que no atual andamento, em 500 anos os insetos herdarão a terra.....
Não existem observadores da evolução a não ser extraterrestres: existem curiosos que fazem suposições sobre pouquíssimas evidências que a ciência desperta.

um abraço, desculpe a prolixidade: hoje tou arretado....

silvio.
----- Original Message -----
From: Jefferson
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, February 10, 2007 9:56 AM
Subject: Re: [ciencialist] Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007


>
>Olá, Silvio!
>Parece-me que o entendimento do termo *evolução* está contaminado por
>expectativas pessoais. A rigor, evolução é o acompanhamento de uma evento
>ou
>de algo minimamente definido, ao longo do tempo. Em nosso entendimento
>diário coloquial, evolução tem a conotação de crescimento, melhoria,
>expansão, concretização, aprimoramento... Mas, o termo refere-se apenas às
>mudanças ocorrida em um período de tempo, sejam elas para "melhor" ou para
>"pior", a critério do observador.
>

Exato, José Renato! :-) No caso dos seres vivos, os DNAs sofrem alterações o
tempo todo, aleatoriamente, sem qualquer intenção de melhorar ou piorar.
Parte destas alterações são ruins, podendo até causar a extinção de uma
espécie, e parte são boas, favorecendo a sobrevivência de uma espécie. Tudo
isso "sem querer".

Evolução tem a conotação de melhoria porque, obviamente, vão sobrando as
alterações que favorecem a sobrevivência das espécies, que vão se acumulando
nos DNAs dos descendentes.

[]´,s
Jeff.






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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
FROM: "Silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/02/2007 23:24

Murilo:
depois de aposentavo vim pro mar, tinho carteira de mestre de pesca, um filho é marinheiro, começou agora, espero que em 6 anos seja oficial de náutica. Sou de familia ligada ao mar desde os avoengos que fugiram da irlanda e foram pra Portugal fazer cordas para as naves que cruzaram os mares nunca dantes navegados.... e, no barco, o cordeiro tinha função importante!!!

sds.,
silvio.


----- Original Message -----
From: murilo filo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 12, 2007 9:17 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO


Silvio:
pra mim safo é uma gíria muito antiga ( uns 45 anos ), entre SP e MG.
Sem marinha.
Desistí de entrar na marinha p/encarar a legião estrangeira...
Eu queria é confusão.
Só que pouco antes disso, falou mais alto a minha educação... Fiquei +
sossegado! Me safei! :[
E vc, é marinheiro?
abr/M.

>From: "Silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
>Date: Mon, 12 Feb 2007 16:28:01 -0300
>
>Murilo:
>vs. é da marinha? (safo)
>
>silvio
>
> ----- Original Message -----
> From: murilo filo
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, February 08, 2007 9:54 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
>
>
>
>
> Eu também sabia... Estou safo!
>
> Atividade nos últimos dias
> a.. 1Novos usuários
> b.. 1Novas fotos
> Visite seu Grupo
> Yahoo! Mail
> Conecte-se ao mundo
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: P/Homero, um conselho:aprenda ética primeiro...
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/02/2007 23:32

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> Moisés, pode ser considerado como um legislador, tal como Hamurabi e
> Talião.

Vc está dizendo q talião foi um legislador?

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/02/2007 23:46

>>Jeff, essa sua capacidade de concluir que não há qualquer intenção nas
>>adaptações do organismo ao meio ambiente é surpreendente, pois vai contra
>>todas as evidências.
>>
>
> Esta conclusão não é minha, é do Charles Darwin. E é a explicação mais
> aceita até o momento para a origem e evolução das espécies. Na minha
> opinião, uma sacada genial.

aliás ele deixa isso claro em "o capelão do diabo" e é o único ou um dos 2
únicos pontos que discordo dele (ele também cita que é um dos poucos pontos
onde ele discorda de colegas) ... ainda sim a tese dele pode ter maior
fundamento que meu senso de realidade. não preciso perder anos de estudo
buscando isso sendo q minha área é outra :)

Ivan Carlos - Tecnologia - CIO / Social Eng. Specialist
Phone: +55 (11) 3147-7913 / Cell: +55 (11) 8112-0666
E-mail: icarlos@icarlos.net





SUBJECT: Re: [ciencialist] Crueldade com animais
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 00:21

Olá, Chicão! Quem lhe disse que não pode fazer isso com humanos? Onde está
afinal a tão propalada liberdade dos cidadãos-contribuintes? O que não pode
é ser visto pelos, digamos, mais sensíveis. Há até os mais bondosos que usam
anestesia para evitar o sofrimento da vítima. Tanto pode que é feito
diariamente no Brasil e no mundo. Vimos semana passada três rapazes
arrastando uma criança de seis anos que, presa ao cinto de segurança, ia
quicando e se esbagaçando no asfalto irregular. Eram jovens de pouca
instrução e não houve uma intenção específica de fazer aquilo. O que eles
queriam mesmo era o carro. Mas se eles parassem para soltar o menino do
cinto seriam presos ou linchados. Entretanto, diariamente, há pessoas
educadas com nível universitário que, determinadas e conscientemente,
destroçam de diversas formas fetos ainda no útero materno. Só que ninguém
vê. Tudo muito bem asseado. No máximo uma cânula e um vaso coletor
sanguinolentos. Tudo muito civilizado, atendimento de 1° mundo. Apesar de
nesse caso, tanto a grávida como o médico terem a intenção definida e clara
de dar fim ao nascituro, ambos se consideram justificados por diversos
motivos. Ela se livra de um "problema" e ele embolsa mais uns trocados
fácil, fácil. Só dá complicação quando isso é denunciado por anti-abortistas
xiitas sensíveis, documentado, gravado, divulgado. Aí, as pessoas do
respeitável público ficam chocadas, indignadas, causa comoção nacional, atos
de protestos, mudança da legislação... Mas se não é divulgado, tudo bem! O
que os olhos dos outros não vêem o que cometi, os corações piedosos nada
sentem... E assim caminha a humanidade, nos enganando de que essa cultura da
crueldade, mantida em segredo nas nossas atitudes pessoais e decisões
particulares, só existe vez por outra, quando aparece em fotos chocantes nas
manchetes dos jornais e nas imagens da TV.

[]s

José Renato
...................................................................

From: "Chicao Valadares" <chicaovaladares@To:
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 12, 2007 10:15 AM
Subject: Re: [ciencialist] Crueldade com animais


> Por que nao posso fazer isso com um humano???
> Minha pergunta é simples mas ninguem responde.
> Por que será???
...................................
> --- Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br> escreveu:
>> Olá,
>>
>> Vejam o link abaixo. Aconselho que assistam a todo o
>> vídeo.
>>
> http://www.strasbourgcurieux.com/fourrure/portugues.php
>>
>> []'s
>> Manuel Bulcão
>
>
> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
> O que há é pouca gente para dar por isso... "
> Fernando Pessoa - Poesias de Álvaro Campos



SUBJECT: Re: [ciencialist] Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: "Jefferson" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 00:29

>
>Jeff, essa sua capacidade de concluir que não há qualquer intenção nas
>adaptações do organismo ao meio ambiente é surpreendente, pois vai contra
>todas as evidências.
>

Esta conclusão não é minha, é do Charles Darwin. E é a explicação mais
aceita até o momento para a origem e evolução das espécies. Na minha
opinião, uma sacada genial.

Muita gente acha que entende a seleção natural, imaginando uma inteligência
no DNA capaz de detectar uma mudança no ambiente e de se alterar para
sobreviver. Mas a idéia é justamente o contrário. O DNA sofre alterações por
vários motivos, sem intenção alguma, e produzem seres mais adaptos (por
sorte) ou menos aptor (por azar) ao ambiente. Ao longo de várias gerações
vamos tendo mais descendentes dos que tiveram as alterações "boas". É só
isso.

E não só só seres vivos que sofrem uma seleceção natural, é tudo e o tempo
todo, desde que o universo existe! Inclusive, antes de existir o que
chamamos de vida, foi justamente a seleção natural que fez surgir uma
molécula que se replicava, dando origem a vida! Pedras em um rio são
selecionadas pela correnteza de acordo com o seu peso, por exemplo... Um
orifício em uma pedra só deixará entrar particulas menores que este
orifício. Veja que é o orifício que está selecionando o que entra nele e não
o contrário... Observe a sua volta e perceba que a seleção natural ocorre o
tempo todo e em todo lugar!

>
>Radiações nucleares e substâncias tóxicas provocam danos e não adaptações
>das estruturas genéticas.
>

Eu não disse "radiação nuclear" nem "substâncias tóxicas". Eu citei ondas
eletromagnéticas fracas e elementos químicos comun, que estamos o tempo todo
em contato, e podem causar alterações no núcleo de uma célula geminativa
produzindo uma nova característica nos descendentes...

Radiações muito energéticas costumam destruir grandes partes do DNA,
gerando, dependendo da célula, câncer ou má formação de um descendente...
Uma vez eu ví um documentário sobre soldados americanos que ficaram expostos
às radiações de bombas nucleares e tiveram filhos com má formação. Mas mesmo
uma radiação forte como esta pode, em uma condição especial, alterar uma
parte do DNA que seja bom pro descendente e ninguém fica sabendo!

>
>Há uma inversão em seu raciocínio. Não é a temperatura que faz a escolha,
>mas sim a estrutura genética que se adapta à temperatura ambiente. Do mesmo
>modo que não é o frio que nos agasalha, somos nós que nos "adaptamos" ao
>frio nos agasalhando. Percebeu a diferença?
>

Pegue uma boa população de alguma coisa, como ratos, por exemplo. Coloque-os
num aquário e ligue um aquecedor "no último" em cima... Se você não matar
todos, pegue os que sobraram, faça-os terem filhos e repita a operação com
os filhos... Se não matar todos, faça-os terem filhos e repita a operação...
Repita todos este processo umas 1000 vezes... Muitas das vezes sobrarão
indivíduos que tiveram sorte naquele momento e não exatamente porque eram
mais resistente ao calor, mas repitindo umas 1000 vezes, provavelmente no
final da experiência você terá ratos resistentes àquela temperatura! Foi a
temperatura que os selecionou, sacou?

É o mesmo que acontece com bactérias que são submetidas a antibióticos. É o
antibótico que seleciona as mais resistentes a ele.

[]´,s
Jeff.




SUBJECT: Re: [ciencialist] Tartarugas, mamutes, e o engano de Jose Renato (era Drauzio Varella - Folha de São Paulo)
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 00:33

Olá, Homero! Quanto a questão da seleção natural proposta por Darwin eu já
tenho conhecimento. O que vc não conseguiu ver é que, nesse caso, a seleção
natural foi feita anteriormente e já está no ovo do quelônio. Essa seleção é
que permite agora ao ovo gerar macho ou fêmea conforme seja a temperatura
ambiente. Tenha um pouco mais de paciência que um dia ainda vou aprender a
me comunicar com vc.
Abraços
José Renato
.............................................

----- Original Message -----
From: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 12, 2007 5:37 PM
Subject: [ciencialist] Tartarugas, mamutes, e o engano de Jose Renato (era
Drauzio Varella - Folha de São Paulo)


Olá Jose Renato

Renato: "Há uma inversão em seu raciocínio. Não é a temperatura que faz a
escolha,
mas sim a estrutura genética que se adapta à temperatura ambiente. Do mesmo
modo que não é o frio que nos agasalha, somos nós que nos "adaptamos" ao
frio nos agasalhando. Percebeu a diferença?"

Sim, mas o erro continua sendo seu, Renato. E diversos co-listeiros tentaram
explicar isso, sem sucesso.

Vou tentar, mais uma vez, com seu próprio exemplo, o calor e o DNA na
formação de tartarugas.

Aleatoriamente, são formados, por mistura sexual, mutações sem objetivo,
danos causados por radiação e raios ultra-violetas (se forem BEEEM minimos,
claro), etc, diferenças genéticas que produzem reações diversas,
comportamentos diversos, bioquímica diversas, sem objetivo ou propósito.

Dentre as MILHARES de possibilidades, diferenças totalmente aleatórias,
aquelas que, por PURO ACASO se dão melhor no meio ambiete NAQUELE MOMENTO,
são selecionadas. E passarão a próxima geração, sendo que as outras não
passarão.

Assim, dentre as muitas possibilidades para reagir ao calor ambiente, apenas
aquelas que eram, por puro acaso, melhores naquele momento, restaram nos
genes e no DNA das tartarutgas.

NENHUMA tartaruga JAMAIS se adaptou ao qualquer coisa, qualquer ambiente ou
meio ambinete. Nunca. Cada tartaruga nasceu como morreu, genéticamente
falando, e passou, ou não, essas caracteristicas a seus descendentes. Mesmo
a espécie só "se adaptou" por acaso, por ser constituída dos individuos "que
sobraram" depois que os menos capazes foram eliminados. Mais uma vez,
elimindos por puro acaso, e não por um objetivo ou intencionalmente.

JAMAIS nos adaptamos ao frio, nenhum animal jamais o fez. Mesmo os mamutes
lanudos não se adaptaram, apenas "restaram" na espécie, descendentes de
mamutes sem pelo, aqueles que, acidentalmente, tinham, através da loteria
genética, mais pelos naquele momento.

Se um deles tivesse nascido muito antes da glaciação, teria tido menos
sucesso que os mais sem pelo, e não passaria esses genes, que recebeu por
acaso, para muitos descendentes. Se tivesse nascido muito depois da
glaciação, pelos a mais seriam contraprodutivos, e menos descendentes ainda
teriam. Mas em toda geração, nascem mamutes com mais ou menos pelos. Por
acaso. Toda geração, nascem sers humanos com mais ou menos pelos. Se uma
mudança ambiental comçar a matar (ou dificultar a vida) de seres humanos com
pouco pelo (eu estaria em apuros..:-), NENHUM deles se adaptará, jamais.

Mas os com mais pelos, terão mais descendentes, e em alguns milhares de
anos, todos os habitantes terão muitos pelos. Por acaso, apenas porque a
temperatura diminuiu.

Por acaso, porque em TODA geração, alguns nascem com mais e outros com menos
pelos, ele, o antepassado dos mamutes lanudos, nasceu em um início de
glaciação. Nesse ambiente, por acaso, sua coleção de pelos a mais, por
acaso, era vantajosa, por acaso. Assim, por acaso, este antepassado teve
mais sucesso em sobreviver e teve mais descendentes por isso, o que
resultou, algumas gerações adianta, por acaso, em mais mamutes com genes
para mais pelos, que mamutes com genes para menos pelos. Por acaso..:-)

Portanto, como demonstrado, É a temperatura que faz a escolha, escolhendo,
pela simples pressão de sua existência, os que melhor se adaptam, por acaso,
a ela. Se esquenta, alguns morrem e outros vivem. Se esfria, alguns morrem e
outros vivem. Quem morre e quem vive é algo a ser decidido POR ACASO. E que
caracteristicas você recebe ao nascer, é decidido também por acaso. Se, por
acaso, receber um gene para talassemia, pode ficar doente de anemia
falciforme. Mas, se por acaso nascer em uma região com malária, isso pode
salvar sua vida.

Se nascer em uma região sem malária, terá uma desvantagem frente aos seus
contemporâneos que não tem o gene para talassemia. Isso fará que, ao longo
das gerações, a maoria das pessoas não tenha o gene. Mas se nascer em uma
região com malária epidêmica, pode ser uma enorme vantagem ser resistente a
essa doença. Isso significa mais descendentes, e significa que, ao longo das
gerações, mais pessoas no grupo terão o gene para talassemia.

Perceba que NÃO IMPORTA o gene, nem há escolha quanto a isso. Nem o DNA pode
"se adaptar" a nada. Quem manda, quem ajusta os descendentes, é o ambiente,
a "temperatura" se desejar..:-)

A estrutura genética, uma vez formada, não muda mais, não se adapta, não se
ajusta, e nem mesmo sabe nada sobre o ambiente. Não tem intenção ou
inteligencia. Morre, se a estrutura for menos capaz, e sobrevive se for mais
capaz, por acaso.

Um abraço.

Homero


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: P/ Jose Renato - Re: Crueldade com animais
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 00:45

Olá Jose Renato

Renato: "tanto a grávida como o médico terem a intenção definida e
clara de dar fim ao nascituro, ambos se consideram justificados por
diversos motivos. Ela se livra de um "problema" e ele embolsa mais uns
trocados fácil, fácil. Só dá complicação quando isso é denunciado por
anti-abortistas xiitas sensíveis, documentado, gravado, divulgado."

Embora seu proselitismo religioso obsessivo canse, e o assunto esteja
esgotado, é difícil deixar passar sua insistência em "pintar" os que
pensam diferente de você, e que são a favor do aborto, como monstros
insensíveis, malvados, cruéis, que se divertem destruindo bebês
inocentes, enquanto os perfeitos e sensíveis anti-aborto tentam salvar
suas "alminhas" semeadas por deuses imaginários.

Não é simples assim, Renato. Os que são a favor do aborto tem tanta,
ou mais, consideração pela vida, pelas pessoas, por seres humanos, que
você e que anti-abortistas (muitos dispostos a matar pessoas que
certamente são seres humanos, como médicos e mulheres grávidas em nome
da defesa de células e mórulas).

São pessoas sérias, honestas, inteligentes, racionais, sensíveis, etc,
que embora compreendam que é uma questão difícil, não é uma questão
simples, de certo e errado, e não pode ser respondida com base em
superstições ancestrais.

O médico, ao praticar um aborto, compreende que é um potencial ser
humano, mas um potencial ser humano NÃO é um ser humano pleno. Também
compreende que, em um mundo ideal, ninguém ficaria grávida sem
desejar, e toda gestação seria plena (embora 8 em cada 10 fecundações
NÃO gere um ser humano, com ou sem aborto), mas este NÃO é um mundo
perfeito, e as mulheres ficam grávidas sem desejar, ou com problemas,
ou devido a falhas em métodos anti-concepcionais.

E certamente não é intenção dele "dar fim ao nascituro" (ou bebês
indefesos, como a falácia anti-aborto costuma chamar uma mórula), mas
evitar que a gestação prossiga. Muitos médicos, em clínicas públicas
(nos países em que são permitidas), trabalham de graça para ajudar
mulheres sem posses. Sua motivação é humanitária, da mesma forma como
você "acredita" ser a sua própria.

Em Portugal, seguindo o exemplo de países que, lentamente, se
civilizam e adotam leis mais racionais, o aborto ganhou o plebiscito.
Espero que não demore muito para o Brasil seguir seus passos.

E não se preocupe, poderá manter os princípios e superstições de sua
crença, e não terá de abortar, se não desejar. Mas será impedido de
obrigar os que NÃO tem as mesmas superstições sobre células fecundadas
de agirem como desejarem.

Um abraço.

Homero





SUBJECT: Foto Re: Meu livro no Submarino
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 01:09

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
<manuelbulcao@...> > Oi Aline,
>
> > Nossa!!!!!!!!!! Que medo!!!!!!!!!! Vc é mesmo corajoso, heim!!!!!!!
>
> Manuel: Inteligente, bonito e corajoso. É pouco?

Jibóia é para fracos:

Sucuri ataca garoto no interior de São Paulo
Avô de 66 anos salva o neto após lutar meia hora com a cobra.
Menino sofre ferimento que foi costurado com 21 pontos.
http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL4677-5605-3777,00.html

Dizem q o deputado Clô Hernandes quer condecorar o vovô que agarrou a
cobra por 30 minutos.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Vai de carne branca, vai...
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: veg-brasil@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 01:53

Isso mesmo.
Vai de carne branca.
Principalmente de galináceas criadas no quintal.

Vai lendo site de nutricionistinha vai.
E vai dizendo que eu não sei nada, vai.

Vai comendo dioxina, vai.

L.E.

http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/site/es/oj/2004/l_106/l_10620040415es00060007.pdf



REGLAMENTO (CE) No 684/2004 DE LA COMISIÓN
de 13 de abril de 2004
que modifica el Reglamento (CE) no 466/2001 en lo que se refiere a las dioxinas
(Texto pertinente a efectos del EEE)
LA COMISIÓN DE LAS COMUNIDADES EUROPEAS,

Visto el Tratado constitutivo de la Comunidad Europea,

Visto el Reglamento (CEE) no 315/93 del Consejo,
de 8 de febrero de 1993, por el que se establecen
procedimientos comunitarios en relación con los
contaminantes presentes en los productos
alimenticios (1), y, en particular, el apartado 3 de su artículo 2,

Considerando lo siguiente:
(1) El Reglamento (CE) no 466/2001 de la
Comisión, de 8 de marzo de 2001, por el que se
fija el contenido máximo de determinados
contaminantes en los productos alimenticios (2),
fija el contenido máximo de dioxinas en determinados productos alimenticios.

(2) El contenido máximo de dioxinas se aplica
desde el 1 de julio de 2002. La aplicación de las
disposiciones del texto ha puesto de manifiesto
la necesidad de aclarar la descripción de los
productos o de las partes del producto a los que se aplica el contenido máximo.

(3) Los datos disponibles indican que los huevos
de gallinas camperas y de gallinas criadas al
aire libre pueden contener niveles más elevados
de dioxinas que los huevos de las gallinas
criadas en batería. Es necesario tomar medidas
para garantizar la reducción de los niveles de
dioxinas en los huevos de gallinas camperas y de
gallinas criadas al aire libre. Si bien se había
previsto un período de transición para la
aplicación de estos niveles hasta el 1 de enero
de 2004, ahora parece que se necesita más tiempo
tanto para que las investigaciones puedan definir
posibles medidas para reducir los niveles de
dioxinas en los huevos de gallinas camperas y de
gallinas criadas al aire libre como para aplicar
estas medidas. Por lo tanto, procede ampliar el
período de transición en un año.

(4) Entretanto, se ha adoptado la Directiva
2002/69/CE de la Comisión, de 30 de julio de
2002, por la que se establecen los métodos de
muestreo y de análisis para el control oficial de
las dioxinas y la determinación de PCB similares
a las dioxinas en los productos alimenticios (3).

(5) Procede, pues, modificar el Reglamento (CE) no 466/ 2001 en consecuencia.

(6) Las medidas previstas en el presente
Reglamento se ajustan al dictamen del Comité
permanente de la cadena alimentaria y de sanidad animal.

HA ADOPTADO EL PRESENTE REGLAMENTO:

Artículo 1
La sección 5 del anexo I del Reglamento (CE) no
466/2001 se modificará como sigue:
1) En la primera columna, en el punto 5.1.2, las
palabras «Hígado y productos derivados» se
sustituirán por «Hígado y productos derivados
procedentes de animales terrestres».
2) En la primera columna, en el punto 5.2, se
añadirá la siguiente frase a la nota 5: «Si el
pez está destinado a ser consumido entero, el
contenido máximo se aplicará al pez entero».
3) En la primera columna, en el punto 5.4, en la
nota 8, la expresión «10 de enero de 2004» se
sustituirá por «1 de enero de 2005».
4) En la primera columna, punto «5.5 Aceites y
grasas», segundo guión, se sustituirá el término
«Aceites vegetales» por «Aceites y grasas vegetales».
5) En la tercera y cuarta columnas, del punto
5.1.1 al punto 5.5, se sustituirán las palabras
«Directiva 2001/.../CE» por «Directiva 2002/69/CE (9).
(9) DO L 209 de 6.8.2002, p. 5.».


Artículo 2
El presente Reglamento entrará en vigor el
vigésimo día siguiente al de su publicación en el
Diario Oficial de la Unión Europea.

L 106/6 ES Diario Oficial de la Unión Europea 15.4.2004
(1) DO L 37 de 13.2.1993, p 1; Reglamento
modificado por el Reglamento (CE) no 1882/2003
del Parlamento Europeo y del Consejo (DO L 284 de 31.10.2003, p. 1).

(2) DO L 77 de 16.3.2001, p. 1; Reglamento cuya
última modificación la constituye el Reglamento
(CE) no 455/2004 (DO L 74 de 12.3.2004, p. 11).

(3) DO L 209 de 6.8.2002, p. 5.

El presente Reglamento será obligatorio en todos
sus elementos y directamente aplicable en cada Estado miembro.

Hecho en Bruselas, el 13 de abril de 2004.
Por la Comisión
David BYRNE
Miembro de la Comisión
15.4.2004 ES Diario Oficial de la Unión Europea L 106/7


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: EMBRAPA e Ciencia, 1
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 01:55


>
>Vs. escreve como se estivesse no tempo dfe Nero:
>principal bem de consumo nos humanos são os
>alimentos. Existem, pelo mundo, milhares de
>fábricas, com excelentes laboratórios de
>pesquisas - O Brasil tem na Embrapa o maior
>orgulho que podemos ter nessa terra arrazada,
>pesquisados da mais alta capacidade procurando
>alimentos cada vez mais saudaveis e mais baratos
>simplesmente porquê é um bom negócio. -
silvio, capiau honorário.







Tas assistindo muita propaganda, hein ?

L.E.






















=



SUBJECT: EMBRAPA propagandeada...
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 01:56

Coluna C.H.
11/02/2007





Fina estampa

A Embrapa prorrogou por mais oito meses o
contrato de publicidade com a agência
McCann-Erickson, ao valor de R$ 4 milhões.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Professor da Uefs verifica erro em simbologia matemática
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 02:13

Terceira parte de 3 de transcrição de trechos do livro "e: a história
de um número" de Eli Maor, 2003, Ed. Record, R, Janeiro, 291 pp.

-----------------------
"A existência de lim (1 + 1/n)^n quando n -> <infinito>

Primeiro mostramos que a seqüência
S<n> = 1 + 1/1! + 1/2! +... + 1/n!, n = 1, 2, 3,..
converge para um limite à medida que n cresce indefinidamente. Esta
soma aumenta com cada termo adicional, e assim temos S<n> < S<n+1>
para todo n; isto é, a seqüência S<n> aumenta monotonamente. Começando
com n = 3, também teremos n! = 1.2.3... n > 1.2.2.2....2 = 2^(n-1);
portanto,
S<n> < 1 + 1 + 1/2 + 1/2^2 + ... + 1/2^(n-1)
para n = 3, 4, 5, ... Agora, nesta última soma, os termos a partir do
segundo formam uma progressão geométrica de razão 1/2. O somatório
desta progressão é (1 – 1/2^n)/(1 – 1/2) = 2(1 – 1/2^n) < 2; Daí
teremos que S<n> < 1 + 2 = 3, mostrando que a seqüência S<n> é
limitada superiormente por 3 (isto é, os valores de S<n> nunca excedem
3). Então usamos um bem conhecido teorema de análise. Toda seqüência
monótona crescente e limitada, tende para um limite quando n ->
<infinito>. Assim S<n> converge para um limite S. Nossa prova também
mostra que S encontra-se entre 2 e 3.
Agora vamos considerar a seqüência T<n> = (1 + 1/n)^n. Mostraremos que
esta seqüência converge para o mesmo limite de S<n>. Pelo teorema
binomial,
T<n> = 1 + n.1/n + {[n.(n-1)]/2!}.1/n^2 + ... +
{[n(n-1)(n-2)...1]/n!}.1/n^n
= 1 + 1 + (1 – 1/n).1/2 + ... + (1 – 1/n)(1 – 2/n)... (1 – [n – 1]/n).1/n!
Como a expressão dentro de cada par de parênteses é menor do que 1,
temos T<n> <= S<n> (na verdade T<n> < S<n> a partir de n = 2).
Portanto, a seqüência T<n> também tem um limite superior. Além disso
T<n> é monótona crescente, porque substituir n por n + 1 só faz a soma
aumentar. Assim, T<n> também converge para um limite à medida que n ->
<infinito>. Chamamos esse limite de T.
Agora mostramos que S = T. Como S<n> >= T<n> para todo n, teremos S >=
T. Vamos demonstrar que, ao mesmo tempo S <= T. Seja m < n um inteiro
fixo. Os primeiros termos m + 1 de T<n> são:
1 + 1 + (1 – 1/n).1/2! + (1 – 1/n)(1 – 2/n)...(1 – [m – 1]/n).1/m!
Como m < n e todos os termos são positivos, esta última soma é menor
do que T<n>. Agora vamos deixar n aumentar sem limites enquanto
mantemos m fixo. A soma tenderá para S<m> enquanto T<n> tenderá para
T. Assim temos S<m> <= T, e, conseqüentemente, S <= T. Como já
mostramos que S >= T, segue-se que S = T, que é exatamente o que
queremos provar. O limite T, é claro, é o número `e'.
Agora vamos provar que `e' é irracional. Nossa prova é indireta:
Presuminos que `e' seja racional e então mostramos que esta suposição
leva a um contradição. Vamos fazer e = p/q, onde p e q são inteiros.
Já mostramos que 2 < `e' <3, assim `e' não pode ser um inteiro e
conseqüentemente o denominador `q' deve ser pelo menos 2. Agora
multipliquemos ambos os lados da equação
e = 1 + 1/n! + 1/2! + 1/3! + ... + 1/n! + ...
por q! = 1.2.3... q. No lado esquerdo nos dá
e.q! = (p/q).1.2.3..., q = p.1.2.3...(q – 1)
enquanto no direito temos
[[q! + q! + 3.4....q + 4.5.... q + ... + (q-1).q + q + 1]] + 1/(q + 1)
+ 1/[(q + 1)(q +2)] + ...
(note que o 1 dentro das chaves vem do termo 1/q! na série do e). O
lado esquerdo é obiviamente um inteiro, porque trata-se de um produtos
de inteiros. No lado direito a expressão dentro das chaves [[ ]]
também é um inteiro. Mas os termos remanescentes não são inteiros
porque cada denominador é pelo menos 3. Agora mostraremos que sua
soma, também não é um inteiro. Como q >= 2, temos
1/(q+1) + 1/([q + 1][q + 2]) + ... <= 1/3 + 1/(3.4) + ....
< 1/3 + 1/3^2 + 1/3^3 +... = (1/3).1(1 – 1/3) = 1/2
onde usamos a fórmula para a soma de um série geométrica infinita a +
ar + ar^2 + ... a!(1 – r) para /r/ < 1. Com isso temos um inteiro no
lado esquerdo da equação e um não inteiro no lado direito, obviamente
uma contradição. Daí segue que `e' não pode ser uma razão entre dois
inteiros – ele é irracional."
Pp: 260-2.
------------------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Crueldade com animais
FROM: Lourenço <listaslou@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 02:17

Parece que não era só a SS que era cruel.

http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI1404609-EI312,00.html


Até.

Lourenço.

listaslou@yahoo.com.br

"Não discuta com idiotas, eles te levam até o nível deles e te vencem por serem experientes"



----- Original Message -----
From: Manuel Bulcão
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 12, 2007 9:12 PM
Subject: [ciencialist] Re: Crueldade com animais


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiroes@...>
escreveu
>
> Oa Nazistas tambem fizeram nos campos de concentração e ainda tinham
o trabalho de tatuar detalhes nas peles das cobaias.

Oficiais da SS e da Gestapo tinham livros encapados com pele humana.
Também usavam os cabelos dos prisioneiros para preencherem estofados.

Os nazistas chegaram a fabricar sabão tendo como matéria-prima a
gordura humana.

O nazista Koch e sua mulher Elza tinham abajures de pele humana na casa
onde moravam dentro de Majdanek.

Abraços,
Manuel Bulcão






------------------------------------------------------------------------------


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tartarugas, mamutes, e o engano de Jose Renato (era Drauzio Varella - Folha
FROM: "Jefferson" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 09:14

>
>O que que é isso?
>Jamais nos adaptamos ao frio? Nenhum animal o fez?
>

Ele quis dizer que não se adapta, é selecionado. Dizer que um ser se adapta,
dá a impressão de que ele desejou isso, o que não é verdade.

[]',s
Jeff.



SUBJECT: Re: [ciencialist] OFF Topic: a questão da carne - objetividade
FROM: Sérgio <anaximao@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 10:15

Olá

1-Não fui eu que escrevi sobre a tal engrenagem, acho q foi
o ricardo

2-Sim, os problmas de objetividade não emprerram a ciencia,
é fato que ela está aí aumentando seu conhecimento do mundo

3-bom, eu pergunto, quais sAO estes macetes que ajudam os
cienctistas a superar os problemas de objetividade?

Sérgio

*
--- José Renato <jrma@terra.com.br> escreveu:

> Sérgio escreveu:
> [ Uma grande engrenagem empurrando o conhecimento humano
> adiante, apesar de
> todos
> problemas inerentes ao "design" do próprio ser humano. ]
> ..............................
>
> José Renato comenta:
> Se fosse para fazermos tudo "certinho" seríamos criados
> robô. Os instintos
> são alguns "softwares" no homem animal irracional. Mas, à
> medida que o ser
> humano toma conhecimento de si mesmo, de suas
> potencialidades e
> responsabilidades, ele deixa de ser um robozinho
> programado para a
> sobrevivência e passa a decidir suas ações de acordo com
> sua vontade
> intelectual consciente, e não mais conduzido apenas pelos
> programinhas
> determinantes dos instintos. Ao contrário, usa suas
> aptidões e instintos
> básicos para transcender, conscientemente, em seu espaço
> limitado através da
> criatividade, imaginação, trabalho e realizações que
> permanecem, mesmo após
> sua morte.
> []s
> José Renato
> .....................................................
>
> From: "Ricardo" <ricardos@To:
> <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Saturday, February 10, 2007 7:52 PM
> Subject: Re: [ciencialist] OFF Topic: a questão da carne
> - objetividade
>
>
> > Sérgio,
> >
> > Eu quis dizer que a nossa percepção falha é mais uma
> justificativa para a
> > busca pela objetividade. A impossibilidade de se
> atingir a objetividade
> > pura, sem qualquer influência pessoal, só dá ainda mais
> valor a uma busca
> > constante pela maior isenção na observador.
> >
> > Mas eu concordo sim, que para alguns, talvez muitos, a
> ciência seja vista
> > um
> > pouco como a religião. Como uma certeza cega e tudo
> mais. Mas também não
> > acredito que isso contamine a essência, o método em si.
> >
> > Só o fato de qualquer cientista, por definição, estar
> aberto a
> > contestações
> > às suas concepções, se comprováveis por experimentação
> e observação, já
> > corrige parte destes problemas e direciona o processo.
> >
> > Repare que quando alguém publica algum artigo com algo
> novo,
> > metodologicamente correto e tudo mais, a comunidade,
> mesmo que
> > "contagiada"
> > pela idéia, sempre fica ainda um pouco receosa. O que é
> um bom sinal. Só
> > depois que diversos grupos ratificam os resultados em
> estudos
> > independentes
> > é que um novo conceito ganha realmente notoriedade e
> maior credibilidade.
> > Isso introduz, inclusive, uma correção estatística dos
> erros de observação
> > e
> > interpretação. Não elimina os erros do processo, é
> claro, mas esse
> > mecanismo
> > além de eficiente é realmente muito bonito. Acho bonito
> mesmo. Uma grande
> > engrenagem empurrando o conhecimento humano adiante,
> apesar de todos
> > problemas inerentes ao "design" do próprio ser humano.
> >
> > Resumindo: não acho que os problemas, perceptivos ou
> não, de cientistas
> > possam comprometer a ciência em si. Atrapalham um
> pouco, mas a ciência tem
> > mecanismos que ajudam a corrigir o curso, em pleno vôo.
> >
> > Grande abraço,
> >
> > Ricardo
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: "Sérgio" <anaximao@yahoo.com.br>
> > To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > Sent: Saturday, February 10, 2007 7:10 AM
> > Subject: Re: [ciencialist] OFF Topic: a questão da
> carne - objetividade
> >
> >
> >> Olá Ricardo,
> >>
> >> Voce disse que não concordava, mas a sua argumentação
> >> parece que foi mais na direção do que eu disse do que
> outra
> >> coisa. Pois vc relativizou o estatuto da experiencia,
> da
> >> observação etc.
> (deletei o restante)
>
>








"Aquele que insiste em jamais dizer algo errado deve permanecer em silêncio" Werner Heisenberg

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SUBJECT: Re: Tartarugas, mamutes, e o engano de Jose Renato (era Drauzio Varella - Folha
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 12:32

Além da adaptação pela seleção natural, existe uma "adaptação"
temporária ao frio sim. É o condicionamento Ex; Jogadores brasileiros
tem um jogo marcado na Alemanha, aí eles resolvem treinar em porto
Alegre ou Santa Catarina(no inverno). Msmo se eles foram para a
Alemanha, de pois de um certo tempo lá, o organismo se
adapta(condicionamento) as novas condições de modo temporário

Abs,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Jefferson" <jeff@...> escreveu
>
> >
> >O que que é isso?
> >Jamais nos adaptamos ao frio? Nenhum animal o fez?
> >
>
> Ele quis dizer que não se adapta, é selecionado. Dizer que um ser se
adapta,
> dá a impressão de que ele desejou isso, o que não é verdade.
>
> []',s
> Jeff.
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Crueldade com animais
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 13:30

Fico pouco tempo no PC , as vezes o "flood" dessa
lista assusta!!!

Aí vai uma perguntinha:

Qual o principio que faz com que haja punição caso se
mate algum ser humano ???


"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Crueldade com animais
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 13:31

> Por que couro de gente não tem valor comercial!

Voce esqueceu do valor gastronômico!!! :p

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Crueldade com animais
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 13:38


> Você não sabe? Mesmo?
Se eu soubesse de verdade não perguntava. Você sabe??


> A tua sugestão deve horrorizar as pessoas, já
> pensou?

E isso é motivo para não se matar?? Como diria Brudna,
que coisa emotivoide!!

Voce já se perguntou por que as leis são da forma que
são???


"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Crueldade com animais
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 14:01

> Mas se não é
> divulgado, tudo bem! O
> que os olhos dos outros não vêem o que cometi, os
> corações piedosos nada
> sentem... E assim caminha a humanidade, nos
> enganando de que essa cultura da
> crueldade, mantida em segredo nas nossas atitudes
> pessoais e decisões
> particulares, só existe vez por outra, quando
> aparece em fotos chocantes nas
> manchetes dos jornais e nas imagens da TV.

Jose Renato, começou a aparecer alguma coisa
interessante nos seus comentários embora Homero o
critique.
Não devo agir mal porque não sou burro já que agindo
mal de alguma forma serei punido por isso. Se é esse o
príncipio que norteia o comportamento da nossa
sociedade então se eu conseguir evitar essa punição,
tudo me é permitido. Maridos e esposas desta lista,
traiam a vontade!!!Desde que façam de uma forma que
não sejam pegos. Filhos que lêem essa mensagem podem
roubar dinheiro da carteira de seus pais desde que
eles não percebam!!!
Isso é ético???




"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Crueldade com animais
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 14:10

A que e-mail se refere esse seu retorno? Seria possível ter a especial gentileza de manter a pergunta original? Essas sperguntas suas me lembram muito um trator verbal que passou por aquí, o Marcelo Ferrari. Os da plebe, aqui de baixo, agradecem.

Sds,
Victor.


----- Original Message -----
From: Chicao Valadares
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 13, 2007 12:38 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Crueldade com animais



> Você não sabe? Mesmo?
Se eu soubesse de verdade não perguntava. Você sabe??

> A tua sugestão deve horrorizar as pessoas, já
> pensou?

E isso é motivo para não se matar?? Como diria Brudna,
que coisa emotivoide!!

Voce já se perguntou por que as leis são da forma que
são???

"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Crueldade com animais
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 14:10

Putz!

Sds,
Victor.



----- Original Message -----
From: Chicao Valadares
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 13, 2007 12:31 PM
Subject: Re: [ciencialist] Crueldade com animais


> Por que couro de gente não tem valor comercial!

Voce esqueceu do valor gastronômico!!! :p

"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Chicao - Por que não comer seres humanos? (era Crueldade com animais
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 14:14

Homero é exatamente essa reflexão que quero provocar.
E quem sabe se chegar a um denominador comum??
Só não tenho o tempo que voces possuem para inundar
essa lista.

Obrigado.

--- Oraculo <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

> Olá Chicão
>
> Chicão: "Por que nao posso fazer isso com um
> humano???
> Minha pergunta é simples mas ninguem responde.
> Por que será???"
>
> Sua pergunta está longe, muito longe, de ser
> simples..:-) Ela é curta, certamente, mas simples,
> de jeito nenhum.
>
> Mesmo assim é possível encontrar diferentes
> respostas, em diferentes níveis. Como toda pergunta
> falsamente simples, ela toca em aspectos diversos e
> permite diversas formas de ser analisada.


"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 14:28

Victor, não sei se voce notou mas quase todas as
situações apontadas são extremas. È bem diferente,
talvez da sua quando está confortavelmente posicionado
a mesa degustando um suculento bife, não acha???


--- jvictor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:

> Chicão,
>
> ----- Original Message -----
> From: Chicao Valadares
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Monday, February 12, 2007 9:59 AM
> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
>
>
> Victor:> Como carne, de preferência carne branca.
> É verdade,
> >inegável, que essa coisa de matar para comer, se
> >pensar direitinho, pode mexer um pouco com nossa
> ética >pessoal que, como a
> >verdade pessoal, é um conceito relativo.
>
> Chicão: Existe moral universal??
>
> Victor>> Não me referí a moral. De qualquer
> maneira, não existe uma moral universal. Ela é
> igualmente relativa, depende só da geografia. É como
> religião.
>
> Quanto à ética, como a discutida na thread
> encabeçada por Bruna, um exemplo poderá esclarecer o
> que penso a respeito da maleabilidade de conceitos
> do tipo:
>
> 1)Você está perdido numa floresta, com seus
> filhos. O frio é intenso, a tropa vai morrer de
> frio, se não houver uma providência. De repente, um
> belo e sedoso urso surge por trás de um monte. Pele
> lisinha,lisinha. Que poderá aquecer e salvar os
> filhos. De minha parte, eu não teria dúvidas:
> apontaria meu canhão ponto 50 para a testa do tal, e
> bum!. Retiraria sua pele e salvaria meus filhos.
> Onde está a falta de ética ou moral, nesse caso.
>
> 2) Você está na floresta, mas não está perdido. Vê
> o urso. E pensa: aquela pele deve valer um bom
> dinheiro; além disso, agradaria minha gata. E bum!,
> no urso.
>
> E agora, como fica a moral e a ética, se comparada
> ao caso anterior? Em ambos os casos, um animal foi
> morto e sua pele usada para duas finalidades!. Em
> qual dos casos o autor do bum! deveria ser
> condenado?
>
> 3) Você não tem frio, é verão,mas está perdido na
> floresta e seus filhos morrendo de fome. Não há nem
> uma folhinha comestível num raio de vários
> kilometros. Aparece o tal urso, gordinho,
> gordinho(digamos que sua carne possa ser ingerida,
> nunca ouvi falar não, mas admitamos isso. Se quiser,
> substitua o urso por uma vaca bonita, gordinha
> também). Eu, mais uma vez, não teria dúvidas, bum.
> Um foguerinha(ou não) salvaria minha tropa.
>
> Onde está a quebra de moral e ética aqui? Deveria
> ser escafedido por isso, ou discriminado?
>
> Os dois conceitos, portanto, são relativos, e a
> conceituação fica a depender de vários fatores.
> Nenhum dos conceitos é absoluto, ou universal.
>
> Victor> Mas é o tal caso, assume-se que é uma
> consequência
> do > próprio processo de vida, de subsistência.
> Está
> >intimamente ligada à natureza das coisas. E são
> > processos, apenas processos. Que têm relações
> > causais, evidentemente.
>
> Chicão: Por que eu não posso matar pessoas para se
> alimentar,
> já que faz parte do processo de alimentação???
>
> Victor: Bem, acho que a pergunta ficou meio fora
> do contexto em discussão. Mas posso comentar algo.
> Matar propriamente, não. Mas há casos, em nossa
> sociedade não canibal (assim mesmo o canibalismo tem
> uma origem que aponta para um uso ritualístico, em
> função, em geral, da geografia e das crenças
> daquela sociedade; muito menos por necessidades
> orgânicas, e muitas das vezes como um tributo ao
> guerreiro morto, ou para comemorar algo,como uma
> vitória, ou para mendigar beneíficios da divindade
> da tribo), moderna, onde houve a necessidade de
> ingerir carne humana, de amigos e colegas já mortos,
> como única alternativa em defesa de suas vidas. Há
> um caso famoso, de um avião que caiu nos Andes,
> década de 60,acho. Aquelas pessoas faltaram com a
> ética, alí? Ou com a moral? O que você faria? Acho
> que agiram em defesa de da vida. Mesmo assim, até
> onde sei, foram estigmatizados, os que lograram sair
> daquele inferno gelado. Particularmente, não os
> condeno por isso. Agiram dentro de um esquema para o
> qual não havia saída. Aliás,havia uma única: o
> suicídio. Aí você seria o prato do dia! Se correr o
> bicho pega, se ficar, o bicho come.
>
> Particularmente, não sei o que faria. A ocasião é
> que diria, se eu seria comido(epa, epa, no sentido
> alimentar), se a ética e a moral falassem mais alto
> ou se comeria(idem,idem) alguém; Já pensou numa
> batata de perna de alguma gordinha bonita? Ôooh!
>
> A ocasião faz o bicho. Darwin até poderia dar uns
> pitáculos também, estou certo, depois de achar que
> as coisas são assim,na natureza.
>
> Sds,
> Victor.
>
>
> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de
> Milo.
> O que há é pouca gente para dar por isso... "
> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
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>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Crueldade com animais
FROM: "Ricardo" <ricardos@infolink.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 14:44

Chicao,

Você não tem incluído a mensagem original na tua resposta. Como tiveram
muitas mensagens neste assunto (com o mesmo nome), fica difícil saber do que
você está falando especificamente.

Entretanto, não sei se a dificuldade é só minha...

Um abraço,

Ricardo

----- Original Message -----
From: "Chicao Valadares" <chicaovaladares@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 12:38 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Crueldade com animais


>
>> Você não sabe? Mesmo?
> Se eu soubesse de verdade não perguntava. Você sabe??
>
>
>> A tua sugestão deve horrorizar as pessoas, já
>> pensou?
>
> E isso é motivo para não se matar?? Como diria Brudna,
> que coisa emotivoide!!
>
> Voce já se perguntou por que as leis são da forma que
> são???
>
>
> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
> O que há é pouca gente para dar por isso... "
> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
>
> _________________________________________________________________
> As informações existentes nessa mensagem e no(s) arquivo(s) anexado(s)
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SUBJECT: P/ Chicao - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 14:45

Olá Chicão

Chicão: "Victor, não sei se voce notou mas quase todas as
> situações apontadas são extremas. È bem diferente,
> talvez da sua quando está confortavelmente posicionado
> a mesa degustando um suculento bife, não acha???"

Pois se são situações extremas e se as respostas a essas situações são
diferentes, então é mesmo uma questão relativa, sem absolutos. Sem
respostas únicas ou 100% corretas.

Serão sempre corretas, ou incorretas, dependendo do caso concreto e
das circunstâncias e mesmo da avaliação subjetiva dos envolvidos.

Acho que foi isso mesmo que o Vitor tentou explicar.

Um abraço.

Homero



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Chicao Valadares
<chicaovaladares@...> escreveu
>
> Victor, não sei se voce notou mas quase todas as
> situações apontadas são extremas. È bem diferente,
> talvez da sua quando está confortavelmente posicionado
> a mesa degustando um suculento bife, não acha???
>
>
> --- jvictor <jvoneto@...> escreveu:
>
> > Chicão,
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: Chicao Valadares
> > To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > Sent: Monday, February 12, 2007 9:59 AM
> > Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
> > irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
> >
> >
> > Victor:> Como carne, de preferência carne branca.
> > É verdade,
> > >inegável, que essa coisa de matar para comer, se
> > >pensar direitinho, pode mexer um pouco com nossa
> > ética >pessoal que, como a
> > >verdade pessoal, é um conceito relativo.
> >
> > Chicão: Existe moral universal??
> >
> > Victor>> Não me referí a moral. De qualquer
> > maneira, não existe uma moral universal. Ela é
> > igualmente relativa, depende só da geografia. É como
> > religião.
> >
> > Quanto à ética, como a discutida na thread
> > encabeçada por Bruna, um exemplo poderá esclarecer o
> > que penso a respeito da maleabilidade de conceitos
> > do tipo:
> >
> > 1)Você está perdido numa floresta, com seus
> > filhos. O frio é intenso, a tropa vai morrer de
> > frio, se não houver uma providência. De repente, um
> > belo e sedoso urso surge por trás de um monte. Pele
> > lisinha,lisinha. Que poderá aquecer e salvar os
> > filhos. De minha parte, eu não teria dúvidas:
> > apontaria meu canhão ponto 50 para a testa do tal, e
> > bum!. Retiraria sua pele e salvaria meus filhos.
> > Onde está a falta de ética ou moral, nesse caso.
> >
> > 2) Você está na floresta, mas não está perdido. Vê
> > o urso. E pensa: aquela pele deve valer um bom
> > dinheiro; além disso, agradaria minha gata. E bum!,
> > no urso.
> >
> > E agora, como fica a moral e a ética, se comparada
> > ao caso anterior? Em ambos os casos, um animal foi
> > morto e sua pele usada para duas finalidades!. Em
> > qual dos casos o autor do bum! deveria ser
> > condenado?
> >
> > 3) Você não tem frio, é verão,mas está perdido na
> > floresta e seus filhos morrendo de fome. Não há nem
> > uma folhinha comestível num raio de vários
> > kilometros. Aparece o tal urso, gordinho,
> > gordinho(digamos que sua carne possa ser ingerida,
> > nunca ouvi falar não, mas admitamos isso. Se quiser,
> > substitua o urso por uma vaca bonita, gordinha
> > também). Eu, mais uma vez, não teria dúvidas, bum.
> > Um foguerinha(ou não) salvaria minha tropa.
> >
> > Onde está a quebra de moral e ética aqui? Deveria
> > ser escafedido por isso, ou discriminado?
> >
> > Os dois conceitos, portanto, são relativos, e a
> > conceituação fica a depender de vários fatores.
> > Nenhum dos conceitos é absoluto, ou universal.
> >
> > Victor> Mas é o tal caso, assume-se que é uma
> > consequência
> > do > próprio processo de vida, de subsistência.
> > Está
> > >intimamente ligada à natureza das coisas. E são
> > > processos, apenas processos. Que têm relações
> > > causais, evidentemente.
> >
> > Chicão: Por que eu não posso matar pessoas para se
> > alimentar,
> > já que faz parte do processo de alimentação???
> >
> > Victor: Bem, acho que a pergunta ficou meio fora
> > do contexto em discussão. Mas posso comentar algo.
> > Matar propriamente, não. Mas há casos, em nossa
> > sociedade não canibal (assim mesmo o canibalismo tem
> > uma origem que aponta para um uso ritualístico, em
> > função, em geral, da geografia e das crenças
> > daquela sociedade; muito menos por necessidades
> > orgânicas, e muitas das vezes como um tributo ao
> > guerreiro morto, ou para comemorar algo,como uma
> > vitória, ou para mendigar beneíficios da divindade
> > da tribo), moderna, onde houve a necessidade de
> > ingerir carne humana, de amigos e colegas já mortos,
> > como única alternativa em defesa de suas vidas. Há
> > um caso famoso, de um avião que caiu nos Andes,
> > década de 60,acho. Aquelas pessoas faltaram com a
> > ética, alí? Ou com a moral? O que você faria? Acho
> > que agiram em defesa de da vida. Mesmo assim, até
> > onde sei, foram estigmatizados, os que lograram sair
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> > condeno por isso. Agiram dentro de um esquema para o
> > qual não havia saída. Aliás,havia uma única: o
> > suicídio. Aí você seria o prato do dia! Se correr o
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> >
> > Particularmente, não sei o que faria. A ocasião é
> > que diria, se eu seria comido(epa, epa, no sentido
> > alimentar), se a ética e a moral falassem mais alto
> > ou se comeria(idem,idem) alguém; Já pensou numa
> > batata de perna de alguma gordinha bonita? Ôooh!
> >
> > A ocasião faz o bicho. Darwin até poderia dar uns
> > pitáculos também, estou certo, depois de achar que
> > as coisas são assim,na natureza.
> >
> > Sds,
> > Victor.
> >
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> > "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de
> > Milo.
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SUBJECT: [RN] IDADA DA PEDRA CHIMPANZE'
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 14:54

FOLHA ONLINE, 13-02-2007

GRUPO DESCOBRE 'IDADE DAS PEDRAS' DOS CHIMPANZES

Claudio Angelo

Um grupo internacional de pesquisadores descobriu em uma floresta da
Costa do Marfim um conjunto de ferramentas rudimentares de pedra com
4.300 anos de idade. Até aí, nada de excepcional. A novidade é que os
fabricantes dos instrumentos não foram caçadores-coletores humanos,
mas sim um bando de chimpanzés.

O achado, publicado hoje na revista "PNAS", muda o sentido da
expressão "Idade da Pedra" e faz os olhos dos interessados nas origens
do homem se voltarem às florestas tropicais do oeste africano, até
então preteridas em favor das savanas. (e)
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u16001.shtml
-----------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "Ricardo" <ricardos@infolink.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 15:53

Como todo o respeito (mesmo), não vejo nada profundo nestes questionamentos
(sem nenhum menosprezo).

Quero dizer, pelo código de conduta implícito na moral da cultura da nossa
sociedade, não há nada demais em comer um bife, ou escravizar um cavalo para
usá-lo como transporte.

Em outras culturas é imoral matar uma vaca ou um mosquito. Em algumas é
moral comer um ser humano.

Vejo como meramente cultural, toda a questão da ética e da moral. Posso ser
criticado por alguns aqui, mas não concordo com a visão de alguns filósofos
de uma ética universal, absoluta.

[]s
Ricardo

----- Original Message -----
From: "Chicao Valadares" <chicaovaladares@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 1:28 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne:
enfim o método )


> Victor, não sei se voce notou mas quase todas as
> situações apontadas são extremas. È bem diferente,
> talvez da sua quando está confortavelmente posicionado
> a mesa degustando um suculento bife, não acha???
>
>
> --- jvictor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
>
>> Chicão,
>>
>> ----- Original Message -----
>> From: Chicao Valadares
>> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>> Sent: Monday, February 12, 2007 9:59 AM
>> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
>> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
>>
>>
>> Victor:> Como carne, de preferência carne branca.
>> É verdade,
>> >inegável, que essa coisa de matar para comer, se
>> >pensar direitinho, pode mexer um pouco com nossa
>> ética >pessoal que, como a
>> >verdade pessoal, é um conceito relativo.
>>
>> Chicão: Existe moral universal??
>>
>> Victor>> Não me referí a moral. De qualquer
>> maneira, não existe uma moral universal. Ela é
>> igualmente relativa, depende só da geografia. É como
>> religião.
>>
>> Quanto à ética, como a discutida na thread
>> encabeçada por Bruna, um exemplo poderá esclarecer o
>> que penso a respeito da maleabilidade de conceitos
>> do tipo:
>>
>> 1)Você está perdido numa floresta, com seus
>> filhos. O frio é intenso, a tropa vai morrer de
>> frio, se não houver uma providência. De repente, um
>> belo e sedoso urso surge por trás de um monte. Pele
>> lisinha,lisinha. Que poderá aquecer e salvar os
>> filhos. De minha parte, eu não teria dúvidas:
>> apontaria meu canhão ponto 50 para a testa do tal, e
>> bum!. Retiraria sua pele e salvaria meus filhos.
>> Onde está a falta de ética ou moral, nesse caso.
>>
>> 2) Você está na floresta, mas não está perdido. Vê
>> o urso. E pensa: aquela pele deve valer um bom
>> dinheiro; além disso, agradaria minha gata. E bum!,
>> no urso.
>>
>> E agora, como fica a moral e a ética, se comparada
>> ao caso anterior? Em ambos os casos, um animal foi
>> morto e sua pele usada para duas finalidades!. Em
>> qual dos casos o autor do bum! deveria ser
>> condenado?
>>
>> 3) Você não tem frio, é verão,mas está perdido na
>> floresta e seus filhos morrendo de fome. Não há nem
>> uma folhinha comestível num raio de vários
>> kilometros. Aparece o tal urso, gordinho,
>> gordinho(digamos que sua carne possa ser ingerida,
>> nunca ouvi falar não, mas admitamos isso. Se quiser,
>> substitua o urso por uma vaca bonita, gordinha
>> também). Eu, mais uma vez, não teria dúvidas, bum.
>> Um foguerinha(ou não) salvaria minha tropa.
>>
>> Onde está a quebra de moral e ética aqui? Deveria
>> ser escafedido por isso, ou discriminado?
>>
>> Os dois conceitos, portanto, são relativos, e a
>> conceituação fica a depender de vários fatores.
>> Nenhum dos conceitos é absoluto, ou universal.
>>
>> Victor> Mas é o tal caso, assume-se que é uma
>> consequência
>> do > próprio processo de vida, de subsistência.
>> Está
>> >intimamente ligada à natureza das coisas. E são
>> > processos, apenas processos. Que têm relações
>> > causais, evidentemente.
>>
>> Chicão: Por que eu não posso matar pessoas para se
>> alimentar,
>> já que faz parte do processo de alimentação???
>>
>> Victor: Bem, acho que a pergunta ficou meio fora
>> do contexto em discussão. Mas posso comentar algo.
>> Matar propriamente, não. Mas há casos, em nossa
>> sociedade não canibal (assim mesmo o canibalismo tem
>> uma origem que aponta para um uso ritualístico, em
>> função, em geral, da geografia e das crenças
>> daquela sociedade; muito menos por necessidades
>> orgânicas, e muitas das vezes como um tributo ao
>> guerreiro morto, ou para comemorar algo,como uma
>> vitória, ou para mendigar beneíficios da divindade
>> da tribo), moderna, onde houve a necessidade de
>> ingerir carne humana, de amigos e colegas já mortos,
>> como única alternativa em defesa de suas vidas. Há
>> um caso famoso, de um avião que caiu nos Andes,
>> década de 60,acho. Aquelas pessoas faltaram com a
>> ética, alí? Ou com a moral? O que você faria? Acho
>> que agiram em defesa de da vida. Mesmo assim, até
>> onde sei, foram estigmatizados, os que lograram sair
>> daquele inferno gelado. Particularmente, não os
>> condeno por isso. Agiram dentro de um esquema para o
>> qual não havia saída. Aliás,havia uma única: o
>> suicídio. Aí você seria o prato do dia! Se correr o
>> bicho pega, se ficar, o bicho come.
>>
>> Particularmente, não sei o que faria. A ocasião é
>> que diria, se eu seria comido(epa, epa, no sentido
>> alimentar), se a ética e a moral falassem mais alto
>> ou se comeria(idem,idem) alguém; Já pensou numa
>> batata de perna de alguma gordinha bonita? Ôooh!
>>
>> A ocasião faz o bicho. Darwin até poderia dar uns
>> pitáculos também, estou certo, depois de achar que
>> as coisas são assim,na natureza.
>>
>> Sds,
>> Victor.
>>
>>
>> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de
>> Milo.
>> O que há é pouca gente para dar por isso... "
>> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
>>
>>
>>
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>> arquivo(s) anexado(s)
>> são
>> para uso restrito, sendo seu sigilo protegido por
>> lei. Caso não seja
>> destinatário, saiba que leitura, divulgação ou
>> cópia são proibidas.
>> Favor
>> apagar as informações e notificar o remetente. O
>> uso impróprio será
>> tratado
>> conforme as normas da empresa e a legislação em
>> vigor. Agradecemos sua
>> colaboração.
>>
>> The information mentioned in this message and in
>> the archives attached
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>> of restricted use, and its privacy is protected by
>> law. If you are not
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>> addressee, be aware that reading, disclosure or
>> copy are forbidden.
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>> be
>> tracted according to company's rules and valid
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>> cooperation.
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>>
>> [As partes desta mensagem que não continham texto
>> foram removidas]
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> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
> O que há é pouca gente para dar por isso... "
> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
>
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> para uso restrito, sendo seu sigilo protegido por lei. Caso não seja
> destinatário, saiba que leitura, divulgação ou cópia são proibidas.
> Favor
> apagar as informações e notificar o remetente. O uso impróprio será
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> colaboração.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 16:04

Ricardo,

Você fechou claramente o que tentei expor com exemplos, centrados em circunstâncias igualmente claras. Moral, ética, religião, comportamento, enfim, tudo é uma função geográfica!. Para mim,isto é de uma clareza, sobre o que não tenho dúvidas, o que me economiza o tempo de estar elaborando perguntas e mais perguntas. Minha realidade é minha realidade. A de outros, é a de outros. Que só depende do lugar e/ou das circunstâncias, como se tem corretamente enfatizado. Imagina que eu, civilizado como penso que sou, tivesse nascido em uma tribo brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra, aprisionei uma linda guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois, viria uma batata de perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já almocei.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Ricardo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 13, 2007 2:53 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )


Como todo o respeito (mesmo), não vejo nada profundo nestes questionamentos
(sem nenhum menosprezo).

Quero dizer, pelo código de conduta implícito na moral da cultura da nossa
sociedade, não há nada demais em comer um bife, ou escravizar um cavalo para
usá-lo como transporte.

Em outras culturas é imoral matar uma vaca ou um mosquito. Em algumas é
moral comer um ser humano.

Vejo como meramente cultural, toda a questão da ética e da moral. Posso ser
criticado por alguns aqui, mas não concordo com a visão de alguns filósofos
de uma ética universal, absoluta.

[]s
Ricardo

----- Original Message -----
From: "Chicao Valadares" <chicaovaladares@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 1:28 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne:
enfim o método )

> Victor, não sei se voce notou mas quase todas as
> situações apontadas são extremas. È bem diferente,
> talvez da sua quando está confortavelmente posicionado
> a mesa degustando um suculento bife, não acha???
>
>
> --- jvictor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
>
>> Chicão,
>>
>> ----- Original Message -----
>> From: Chicao Valadares
>> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>> Sent: Monday, February 12, 2007 9:59 AM
>> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
>> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
>>
>>
>> Victor:> Como carne, de preferência carne branca.
>> É verdade,
>> >inegável, que essa coisa de matar para comer, se
>> >pensar direitinho, pode mexer um pouco com nossa
>> ética >pessoal que, como a
>> >verdade pessoal, é um conceito relativo.
>>
>> Chicão: Existe moral universal??
>>
>> Victor>> Não me referí a moral. De qualquer
>> maneira, não existe uma moral universal. Ela é
>> igualmente relativa, depende só da geografia. É como
>> religião.
>>
>> Quanto à ética, como a discutida na thread
>> encabeçada por Bruna, um exemplo poderá esclarecer o
>> que penso a respeito da maleabilidade de conceitos
>> do tipo:
>>
>> 1)Você está perdido numa floresta, com seus
>> filhos. O frio é intenso, a tropa vai morrer de
>> frio, se não houver uma providência. De repente, um
>> belo e sedoso urso surge por trás de um monte. Pele
>> lisinha,lisinha. Que poderá aquecer e salvar os
>> filhos. De minha parte, eu não teria dúvidas:
>> apontaria meu canhão ponto 50 para a testa do tal, e
>> bum!. Retiraria sua pele e salvaria meus filhos.
>> Onde está a falta de ética ou moral, nesse caso.
>>
>> 2) Você está na floresta, mas não está perdido. Vê
>> o urso. E pensa: aquela pele deve valer um bom
>> dinheiro; além disso, agradaria minha gata. E bum!,
>> no urso.
>>
>> E agora, como fica a moral e a ética, se comparada
>> ao caso anterior? Em ambos os casos, um animal foi
>> morto e sua pele usada para duas finalidades!. Em
>> qual dos casos o autor do bum! deveria ser
>> condenado?
>>
>> 3) Você não tem frio, é verão,mas está perdido na
>> floresta e seus filhos morrendo de fome. Não há nem
>> uma folhinha comestível num raio de vários
>> kilometros. Aparece o tal urso, gordinho,
>> gordinho(digamos que sua carne possa ser ingerida,
>> nunca ouvi falar não, mas admitamos isso. Se quiser,
>> substitua o urso por uma vaca bonita, gordinha
>> também). Eu, mais uma vez, não teria dúvidas, bum.
>> Um foguerinha(ou não) salvaria minha tropa.
>>
>> Onde está a quebra de moral e ética aqui? Deveria
>> ser escafedido por isso, ou discriminado?
>>
>> Os dois conceitos, portanto, são relativos, e a
>> conceituação fica a depender de vários fatores.
>> Nenhum dos conceitos é absoluto, ou universal.
>>
>> Victor> Mas é o tal caso, assume-se que é uma
>> consequência
>> do > próprio processo de vida, de subsistência.
>> Está
>> >intimamente ligada à natureza das coisas. E são
>> > processos, apenas processos. Que têm relações
>> > causais, evidentemente.
>>
>> Chicão: Por que eu não posso matar pessoas para se
>> alimentar,
>> já que faz parte do processo de alimentação???
>>
>> Victor: Bem, acho que a pergunta ficou meio fora
>> do contexto em discussão. Mas posso comentar algo.
>> Matar propriamente, não. Mas há casos, em nossa
>> sociedade não canibal (assim mesmo o canibalismo tem
>> uma origem que aponta para um uso ritualístico, em
>> função, em geral, da geografia e das crenças
>> daquela sociedade; muito menos por necessidades
>> orgânicas, e muitas das vezes como um tributo ao
>> guerreiro morto, ou para comemorar algo,como uma
>> vitória, ou para mendigar beneíficios da divindade
>> da tribo), moderna, onde houve a necessidade de
>> ingerir carne humana, de amigos e colegas já mortos,
>> como única alternativa em defesa de suas vidas. Há
>> um caso famoso, de um avião que caiu nos Andes,
>> década de 60,acho. Aquelas pessoas faltaram com a
>> ética, alí? Ou com a moral? O que você faria? Acho
>> que agiram em defesa de da vida. Mesmo assim, até
>> onde sei, foram estigmatizados, os que lograram sair
>> daquele inferno gelado. Particularmente, não os
>> condeno por isso. Agiram dentro de um esquema para o
>> qual não havia saída. Aliás,havia uma única: o
>> suicídio. Aí você seria o prato do dia! Se correr o
>> bicho pega, se ficar, o bicho come.
>>
>> Particularmente, não sei o que faria. A ocasião é
>> que diria, se eu seria comido(epa, epa, no sentido
>> alimentar), se a ética e a moral falassem mais alto
>> ou se comeria(idem,idem) alguém; Já pensou numa
>> batata de perna de alguma gordinha bonita? Ôooh!
>>
>> A ocasião faz o bicho. Darwin até poderia dar uns
>> pitáculos também, estou certo, depois de achar que
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>>
>>
>> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de
>> Milo.
>> O que há é pouca gente para dar por isso... "
>> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
>>
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>> destinatário, saiba que leitura, divulgação ou
>> cópia são proibidas.
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> O que há é pouca gente para dar por isso... "
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SUBJECT: P/ Ricardo - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 16:20

heheheh, filósofo nenhum busca verdade absoluta, só a religiao busca
isso. Um curso básico de filosofia acaba com isso

Abs,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@...> escreveu
>
> Eu compartilho de sua visão, Ricardo, e também penso que filosofos
que procuram verdades absolutas estão errados e não vão encontrar nada
nessa procura. Mas mesmo assim parecem existir algumas considerações
básicas, que, se não são imperativos éticos (melhor que morais)
absolutos, se adequam a uma universalidade, sejam por motivos
evolutivos e biológicos (objetivos), sejam por motivos egoistas ou
altruistas (subjetivos).




SUBJECT: Convites
FROM: "deise0109" <deise0109@bol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 16:25

Oi a todos e todas
Seguem abaixo convites.
Um abraço,
Deise Nascimento.
_________________________________________________________________
Fórum Municipal de Cultura de Campinas - F M C C
ESTAÇÃO CULTURA: Praça Marechal Floriano
Peixoto, s/no, Centro, 13013-120, Campinas/SP.
_________________________________________________________________
Edital de convocação
A Executiva do Fórum Municipal de Cultura de
Campinas (FMCC) convoca a comunidade cultural do município de
Campinas/SP, para a 9ª Assembléia Geral Ordinária a
realizar-se na Estação Cultura, à Praça Marechal
Floriano Peixoto, s/nº, Centro, Campinas/SP, no dia 24 de
fevereiro de 2007, Sábado, às 09h30, em primeira chamada,
ou às 10h00, em segunda chamada, com qualquer número de
participantes presentes, para deliberar sobre o seguinte:
Ordem-do-dia
Primeiro expediente: Inscrições ao FMCC, voz e voto.
I - Inscrições das pessoas jurídicas e
físicas de natureza cultural para comporem o Fórum
Municipal de Cultura de Campinas (FMCC).
II - A pessoa jurídica de natureza cultural
deverá apresentar e entregar no ato da inscrição:
a) Cópia dos Estatutos Sociais ou Contrato Social;
b) Cópias das atas da Assembléia Geral de
eleição e da posse da diretoria vigente, com os respectivos
registros em cartório;
c) Cópia do cartão do CNPJ com validade;
d) Indicação, por escrito, de 1 (um) membro
representante da entidade e de até 2 (dois) suplentes, com
curriculuns culturais dos mesmos.
e) Descrição, por escrito, de seus objetivos
institucionais e das ações que desenvolve.
IV - A pessoa física de natureza cultural deverá
apresentar e entregar no ato da inscrição:
a) Cópia do RG;
b) Cópia do CPF;
c) Cópia do registro profissional, se for o caso;
d) Curriculum cultural.
V - Na Assembléia Geral, a pessoa jurídica de
natureza cultural inscrita e aceita possuirá, por
intermédio de seu representante, direito à voz e voto.
VI - Na Assembléia Geral, a pessoa física de
natureza cultural inscrita e aceita possuirá somente direito
à voz.
Segundo expediente: Regimento Interno e eleições do FMCC.
I - Discussão e Informes sobre o Resultado do Edital
(FICC/2006). Critérios para remanejamento de verba excedente
do ano de 2006 para o ano de 2007 e apresentação de
propostas para redistribuição da verba para as áreas
temáticas, de acordo com orçamentos de proponentes.
Recebimento de indicação nomes e currículos de
pareceristas.
II - Indicações e eleições de nomes de 3
(três) titulares e 3 (três) suplentes para
composição do Conselho de Cultura de Campinas.
III - Discussão e Formalização de novas Câmaras
Temática Permanentes.
Terceiro expediente: Assuntos outros, Informes, Encerramento.

Deise Mara do Nascimento
Fórum Municipal de Cultura de Campinas
Presidente
Campinas/SP-Brasil, aos 12 de fevereiro de 2007.
___________________________________________________________________________
Assembléia da OSCIP Instituto Árvore da Vida
Dia: 18 de fevereiro de 2007, (Domingo).
Horário: 9:00 (primeira chamada); 9:30 (segunda chamada).
Horário de encerramento: 12:00.
Pauta:
- Informes
- Projetos para 2007
- Admissão de novos associados
- Parcerias
Local: Associação Cultural Elesbão
rua Manoel Antunes Novo, n.885. Na rua da Praça do Coco,
próximo à Vila São João. Bairro Barão
Geraldo, Campinas, S.P., Brasil.

Deise Nascimento
Presidente da OSCIP IAV
OSCIP Instituto Árvore da Vida
Preservação Ambiental e Inclusão Social


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 16:25

Não concordo.

Existem leis naturais universais válidos pra qualquer cultura, o amor
é uma delas, o ódio em qualquer cultura é prejudical, nos leva a matar
e cometer todos os tipos de atrocidades.
Se as leis da física valem em qualquer lugar da Terra, as leis morais
tb são válidas a qualquer cultura. Não podemos dar como normal o
linchamento de pessoas em determinadas culturas. Pelos direitos
humanos universais, todo mundo merece um julgamento digno. Enfim, é um
assunto muito discutível

Sds,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor" <jvoneto@...> escreveu
>
> Ricardo,
>
> Você fechou claramente o que tentei expor com exemplos, centrados em
circunstâncias igualmente claras. Moral, ética, religião,
comportamento, enfim, tudo é uma função geográfica!. Para mim,isto é
de uma clareza, sobre o que não tenho dúvidas, o que me economiza o
tempo de estar elaborando perguntas e mais perguntas. Minha realidade
é minha realidade. A de outros, é a de outros. Que só depende do lugar
e/ou das circunstâncias, como se tem corretamente enfatizado. Imagina
que eu, civilizado como penso que sou, tivesse nascido em uma tribo
brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra, aprisionei uma linda
guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois, viria uma batata de
perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já almocei.
>
> Sds,
> Victor.




SUBJECT: P/ Ricardo - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 16:55

Olá Ricardo

Ricardo: "Vejo como meramente cultural, toda a questão da ética e da moral. Posso ser
criticado por alguns aqui, mas não concordo com a visão de alguns filósofos
de uma ética universal, absoluta"

Eu compartilho de sua visão, Ricardo, e também penso que filosofos que procuram verdades absolutas estão errados e não vão encontrar nada nessa procura. Mas mesmo assim parecem existir algumas considerações básicas, que, se não são imperativos éticos (melhor que morais) absolutos, se adequam a uma universalidade, sejam por motivos evolutivos e biológicos (objetivos), sejam por motivos egoistas ou altruistas (subjetivos).

Um dos exercícios mentais mais interessantes, em minha opinião, para debater o conceito de "lei justa" foi proposto por um estudioso com estes parametros:

Imaginemos que almas ainda não nascidas (e não importa aqui se acreditamos em almas ou não, é apenas uma hipótese para permitir o raciocínio) estejam debatendo as condições do mundo em que irão viver. Só nascerão quando todos concordarem com as regras desse mundo. Mas, o mais importante, nenhuma das almas pode saber de antemão em que condições irá nascer. Se será homem, mulher, deficiente, normal, alto, baixo, branco, negro, esperto, estúpido, etc, etc, etc.

Se você não sabe em que condições irá estar no futuro, tende a ser menos tolerante com discriminações e danos que pode atingir a você em algum momento.

Dessa forma, o acordo final entre essas almas parecerá sempre ser a forma mais justa de lidar com as pessoas, já que terá abrandado toda e qualquer discrepância, benefício ou dano, que fazem parte da vida em comum e da vida neste universo. Por exemplo, sem saber se nascerá capaz ou com alguma deficiência, todas as almas concordarão que não se deve penalizar um deficiente, e que é preciso compensar essa deficiência, pois isso pode ser em seu benefício. Seria também mais difícil que uma alma concordasse com oprimir ou massacrar mulheres, pois poderia ela a nascer mulher e receber o peso dessas regras.

Pense em alguns casos concretos, a Nigéria e a Finlandia. Se você pudesse escolher onde nasceria, entre essas duas culturas, qual escolheria? Se pudesse escolher em que condições nasceria, bem, talvez escolhesse ser da casta dominante da Nigéria, com direitos absolutos sobre o resto dos habitantes, e a posse de toda riqueza do pais (e ir passear na Europa, e ter apartamento de férias em Monaco..:-). Mas, se não soubesse em que condições nasceria, a chance de nascer como oprimido (e muito otrpimido) no lugar de dominante, será enorme na Nigéria. A chance de morrer antes de ficar adulto, de ser torturado, de passar fome, de ter diversas doenças, etc, etc, é gigantescamente maior (milhões) do que a de ser um dirigente de posses (dezenas ou centenas).

Mas, se nascer na Finlandia, em qualquer condição, em qualquer faixa social, em qualquer condição de saúde, deficiente ou capaz, branco ou negro, homem ou mulher, etc, as chances de poder exercer suas capacidades, de receber tratamento médico, de ser saudável, de ter educação de qualidade, de ter familia e filhos, de exercer todo seu potencial, é muito maior.

Assim, mesmo sem absolutos, as leis e regras na Finlandia parecem ser mais "justas" que as leis e regras na Nigéria. Nascido na Finlandia, pode escolher como vai viver, e até mesmo escolher viver na Nigéria ou como na Nigéria, é seu direito (muitos médicos sem fronteiras vem da Finlandia para viver em paises africanos, em condições difíceis, para dizer o mínimo). Mas se nascer na Nigéria, dificilmente pode escolher viver como na Finlandia.

Me parece que leis justas são as que tem mais amplo alcance, aplicação mais extensa e menos discriminatória. Por isso é tão complicado a questão da pena de morte, pois a maioria dos que são a favor, sabem perfeitamente que não correm nenhum risco de ser objeto da mesma. Dessa forma, é bem mais fácil apoiar uma norma que não nos diz respeito, nem a nossos filhos e entes queridos. Mais difícil seria, por exemplo, apoiar pena de morte para, digamos, sonegação fiscal ou corrupção administrativa (que, em alguns casos, pode causar mais morte, dor e sofrimento que assassinatos). Nesses casos, o risco de nos atingir é bem maior, e as coisas mudam um pouco de figura.

Um abraço.

Homero



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Qual o objetivo da discussão?
FROM: Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 18:10



LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br> escreveu: At 10:17 12/2/2007, you wrote:

>Essa discussão infindável, agressiva e curcular sobre carne e
>vegetarianismo me fez lembrar uma frase do escritor russo Vassili
>Grossman:
>
>"Na discussão, Lênin não buscava a verdade, mas a vitória".
>
>[]'s
>Manuel Bulcão
>
>

O meu objetivo, Manu, é converter a todos para minha religião chamada Sensatez.










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SUBJECT: Re: Qual o objetivo da discussão?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 18:28

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Bruna Carolina Ribas
> O meu objetivo, Manu, é converter a todos para minha religião chamada
> Sensatez.

Bom senso é um dos bens mais bem distribuídos do mundo: todo mundo acha
que tem.

Continua a pergunta: 200 vacas ou 1 ser humano - quem vc salvaria
prioritariamente em um incêndio?

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Entre nessa dança e use sua força e energia para salvar a natureza
FROM: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
TO:
DATE: 13/02/2007 18:35

Fonte: Vida Simples http://vidasimples.abril.uol.com.br/edicoes/050/08.shtml

Entre nessa dança

E use sua força e energia para salvar a natureza

por Priscilla Santos



Todos nós podemos gerar energia elétrica. E é melhor você assumir esse
fato, pois pode estar aí o futuro do nosso planeta. Pelo menos no que
depender de um grupo de holandeses que botaram na roda uma idéia que
pode dar samba (ou funk, hip hop, como preferir): uma danceteria
sustentável, que já funciona como um evento itinerante e deve virar
clube permanente em 2007 em Roterdã. O projeto inclui abastecimento
dos banheiros com água da chuva, paredes que mudam de cor numa reação
ao calor e turbinas de vento para arejar o terraço. No bar, cerveja
orgânica, claro. Mas o grande destaque da noite fi ca por conta da
pista de dança. Enquanto as pessoas sacolejam ao som de DJs, um
sistema sob o assoalho capta a energia gerada pelo movimento na pista
e a conduz até um gerador que a transforma em eletricidade, usada em
alguns equipamentos do clube. Um ganho e tanto, visto que, funcionando
três vezes por semana, uma casa noturna gasta por ano 150 vezes mais
energia elétrica que um lar. E pensar que tudo começou numa equação
básica que aprendemos nas aulas de física: energia mecânica gera
energia elétrica (a lógica que bota as turbinas das hidrelétricas para
funcionar). Ou mais: energia gera energia. A cada passo que damos,
deixamos energia para trás. Se você não consegue aproveitá-la, pode ao
menos usar braços e pernas para poupar a natureza: vá de escada em vez
de elevador, use espremedor de laranja manual e dispense a batedeira
elétrica para fazer claras em neve. Você poupa o bolso e o planeta.
Conheça sites e vídeos sobre a primeira danceteria sustentável do
mundo e saiba como participar do projeto



Conheça sites e vídeos sobre o clube e saiba como participar do
projeto, compartilhando conhecimento, experiências e idéias sobre
sustentabilidade.

Participe: Os idealizadores do primeiro clube noturno do mundo estão
interessados em inspirar novos empreendimentos do gênero em todo o
planeta. Por hora, pretendem exportar o conceito para Nova York,
Londres, Amsterdã e Merlbourne. O projeto tem um conceito "open
source", o que significa que seus criadores estão abertos aos
interessados que queiram participar da empreitada e compartilhar
conhecimento, idéias e experiências com sustentabilidade em:
www.sustainabledanceclub.com

Enviu - ONG focada em empreendimentos sustentáveis que, em parceria
com o escritório de arquitetura Döll - Atelier voor Bouwkunst, criou o
projeto para o clube sustentável: www.enviu.org

Döll - Atelier voor Bouwkunst: www.dollab.nl

The Critical Mass: em outubro de 2006, a festa de lançamento do
projeto reuniu cerca de 1.400 pessoas em Roterdam. Confira o site do
evento. A próxima festa The Critical Mass acontecerá agora em 2007.
Durante o evento, os idealizadores pretendem apresentar o primeiro
protótipo de pista de dança que gera energia e outras práticas e
protótipos do clube. www.enviu.org/cm/cm_index_site.html. Fotos:
www.beatfreax.com/event/7945/The_Critical_Mass/

Entenda como a energia das pessoas na pista de dança pode virar
energia elétrica no vídeo: www.youtube.com/watch?v=rzb3VFi3Sew


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: OFF Topic: a questão da carne, minha resposta
FROM: Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 18:37

Esse assunto é controverso.
Na Europa, houve uma exposição com imagens de homosexualismo entre animais.
Talvez a clara tentativa de endossar o pensamento de que seja natural.
Estudamos apenas a relação das doenças transmitidas no ato sexual entre os animais não-humanos.
Em ovinos é comum homosexualismo entre machos.
Em vacas e porcas, é comum uma montar na outra, dessa forma se detecta o cio, ideal para IA depois..
Professores qdo questionados sobre esse tema afirmam que isso é questão hormonal.

Silvio <scordeiroes@superig.com.br> escreveu: Jitor:
Vs. endossou minhas palavras. obrigado.

silvio
----- Original Message -----
From: jvictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 12, 2007 3:53 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: P/ bruna - OFF Topic: a questão da carne, minha resposta

Silvio: A homosexualidade entre animais é prática comum entre mamíferos (que eu saiba) e é apenas, ao que parece, uma atividade lúdica: é muito comum entre cavalos e cães.

Victor: Há alguns anos ví, numa SuperInteressante(verei se descubro qual, tenho que procurar), uma discussão do tema: homossexualismo entre animais. E o exemplo foi o de um leão, aquele bichão medonho, cara de mau, jubona imponente e tudo o mais. Estava por baixo, experimentando o outro bichão, que chega suava. Chega tava de oinho revirado e a linguinha pendendo!, o bicho de baixo... Não me pareceu tão lúdico não. Parece que ele era assim assim mesmo!. Está lá com foto e tudo, prá depois, se eles chiarem, você dizer: olhe aquí, mestre a prova documental.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Silvio
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 12, 2007 1:01 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: P/ bruna - OFF Topic: a questão da carne, minha resposta

Bruna:
Há dias escrevi sobre isso.
A homosexualidade entre animais é prática comum entre mamíferos (que eu saiba) e é apenas, ao que parece, uma atividade lúdica: é muito comum entre cavalos e cães.
Entre os primatas de grande porte que vivem em grupos de diversas fêmeas e apenas um macho, é comum, quando esse macho começa a ficar valho, que os jovens, mais ousados, o enfrentem, querento ocupar o lugar dele. Entretanto o combate é quase sempre ritualístico, demonstração de força sem causar danos graves ao oponente que, para render-se, vira de costas e oferece a bunda para o vencedor, num ato de humilhação. E se retira de cena.
A prática do ato sexual entre animais também é vista entre fêmeas primatas que se masturbam e machos que tambem praticam o onanismo.
Ainda passarão muitos anos até que tenhamos um conhecimentoi mais profundo desses procedimentos pois só agora, estamos dando os primeiros passos no estudo da evolução dos seres vivos.
As teorias, quaisquer que sejam, são boas porquê forçam o pensamento e a pesquisa embora mesmo sobre o homosexualisto entre os humanos, ainda não haja uma interpretação definitiva.
E te conto um causo:
Aos 21 anos fui trabalhar na construção de uma enorme siderúrgica que tinha no canteiro de obras uns 3.000 homens e nenhuma mulher. Eu morava num alojamento onde era hábito o pessoal sair do quarto nu, apenas com a toalha no ombro, indo pro banho. Nos primeiros anos, onde o trabalho era pesado, JAMAIS houve um caso de pederastia que fosse do conhecimento do grupo. Veja: entre 3.000 indivíduos. Isso tem bons anos....
Se fosse hoje, pelo menos 20% (chuto) seriam homosexuais. E, minha cara, não é Freud que explica isso: grande parte cabe à má educação, à rede Globo e suas novelas, os hábitos da vida noturna que só começou após a revolução: antes, homem ia a bordel e não a festas have (?), hip-hoc e outras proliferações dos maus costumes.....

sds.,

silvio.
----- Original Message -----
From: Bruna Carolina Ribas
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, February 08, 2007 9:28 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: P/ bruna - OFF Topic: a questão da carne, minha resposta

Silvio, e que objetivos tem a homosexualidade no reino dos animais
(humanos e não-humanos)?

Silvio <scordeiroes@superig.com.br> escreveu: Cinema é uma coisa, a realidade outra: não existe nenhuma realidade no cinema pois os interesses técnicos têm prioridade.
Todos os seres vivos têm apenas um objetivo: sua reprodução, sua expersão pelo mundo de forma que só obedeçam aos limites impostos pela própria natureza: exemplo: o homem.

sds.,.
silvio
----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, February 08, 2007 4:38 PM
Subject: [ciencialist] Re: P/ bruna - OFF Topic: a questão da carne, minha resposta

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@...>
> NENHUM outro ser vivo tem a MENOR compaixão ou cuidado com a dor ou
> sobrevivência de outras espécies.

Misomenos. Tem um registro bastante interessante de um hipopótamo q
avança sobre um crocodilo q atacava um filhote de gazela (impala). O
crocodilo larga a presa. E o hipopótamo parece tentar ajudar a gazela a
ficar de pé (q morre ao final).

http://www.youtube.com/watch?v=ENWp0Q2RkTA

Meio difícil avaliar o q exatamente se passou pela cabeça do hipopótamo.

[]s,

Roberto Takata

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SUBJECT: O Dino, o Dodô e o Homo
FROM: "ssilva" <ssilva@smad.curitiba.pr.gov.br>
TO: <Undisclosed-Recipient:;>
DATE: 13/02/2007 19:02


Há algum tempo atrás, no lançamento do livro 'O Ambientalista Cético', li o termo Eco-histeria ou algo assim. Achei exagero o termo na época... até agora.

Um relatório mundial sobre o meio ambiente, encabeçado por diversas organizações e instituições, alarmou o mundo; um Vice-Presidente que deveria ter sido o Presidente, assustou o mundo com um documentário sobre o aquecimento global; uma inundação ali ou uma nevasca acolá, faz com que as pessoas fiquem preocupadas com o futuro de seus filhos num meio ambiente que está mudando mas não preocupadas o suficiente para trocarem a Blazer que faz 3 Km/litro por um carro popular. (É pedir demais deles, não?) E então, de repente, estamos ecologicamente histéricos, com relatórios catastróficos que ninguém leu mas todo mundo comenta, com documentários que ninguém assistiu e com inundações em São Paulo ocasionadas por dois cuspes.

Esta histeria reflete-se na cidade em que vivo, num imbróglio judicial entre a empresa captadora e distribuidora de água potável para toda a RMC de Curitiba, o Instituto Ambiental do Paraná e prefeituras afetadas pela destruição de solo produtivo devido à extração de água do lençol freático. Estamos deixando de produzir carne (pecuária) e grãos (agricultura) porque precisamos de água. A curto prazo, indenizações podem atenuar esta situação, mas há previsões que se aumentarem a extração da água na região, além do aumento da perda de solo produtivo e início de um processo de arenização (deserto!!!), e com o consequente aumento populacional, vai haver muita gente sedenta na Rua das Flores e no Parque Barigui. (Vou me embora pra Pasárgada...). Pior ainda, indenizações e processos judiciais não fazem chover satisfatoriamente para que as represas normalizem seus níveis. Olhando os dados da distribuidora de água, podemos assumir que com uma estiagem haverá racionamentos mais prolongados do que passamos em 2006. Onde moro, já passei por mais de oito (8) dias sem água e isto só não é pior do que a fome ou uma doença incurável.

Talvez, muito talvez, eu esteja sendo histérico.

Mas aparentemente, 'estamos' histéricos, mas não preocupados, pois é lugar comum as pessoas ''varrerem'' suas calçadas com jatos de água nos bairros curitibanos. E por mais que você se esforce para colaborar na diminuição do impacto humano neste minúsculo planeta em que vivemos, há consequências das menores de nossas ações, como comer churrasco à base de carvão.

Você pode ter uma idéia das possíveis consequências imaginando se todos os habitantes fossem iguais a você. Isto mesmo, se todos fossem iguais a vocês, quantos planetas seriam necessários para sustentar o seu modo de vida? A enquete abaixo procura dar uma idéia disso:

http://ecofoot.org

Clique, no Mapa-Mundi, em cima do Brasil, selecione o idioma 'Português' e responda às questões. Para o meu modo de vida, seriam necessários quase quatro (04) planetas. (É muito Sandro pra incomodar). E é neste momento em que penso nos africanos... :-(

Nós seremos extintos, não há dúvida disso. Eu só espero não estar vivo quando isso acontecer.

Sandro Silva


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/02/2007 19:18

Legião estrangeira?!
Papo no grupo que está se alistando no exército.
- Por que vc quer servir?, pergunta um cara casado de meia-idade para o
jovem solteiro ao lado.
- Estou querendo ação e emoção... E o senhor, por que quer servir?
- Estou em busca de paz...
........................................

From: "murilo filo" <avalanchedrive@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 12, 2007 9:17 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO


> Silvio:
> pra mim safo é uma gíria muito antiga ( uns 45 anos ), entre SP e MG.
> Sem marinha.
> Desistí de entrar na marinha p/encarar a legião estrangeira...
> Eu queria é confusão.
> Só que pouco antes disso, falou mais alto a minha educação... Fiquei +
> sossegado! Me safei! :[
> E vc, é marinheiro?
> abr/M.
>
>
>>From: "Silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
>>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>>Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
>>Date: Mon, 12 Feb 2007 16:28:01 -0300
>>
>>Murilo:
>>vs. é da marinha? (safo)
>>
>>silvio
>>
>> ----- Original Message -----
>> From: murilo filo
>> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>> Sent: Thursday, February 08, 2007 9:54 PM
>> Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
>>
>>
>>
>>
>> Eu também sabia... Estou safo!
>>
>> Atividade nos últimos dias
>> a.. 1Novos usuários
>> b.. 1Novas fotos
>> Visite seu Grupo
>> Yahoo! Mail
>> Conecte-se ao mundo
>>
>> Proteção anti-spam
>>
>> Muito mais espaço
>>
>> Yahoo! Barra
>> Instale grátis
>>
>> Buscar sites na web
>>
>> Checar seus e-mails .
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>> Yahoo! Grupos
>> Crie seu próprio grupo
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>> A melhor forma de comunicação
>>
>> .
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>> Version: 7.1.411 / Virus Database: 268.17.27/671 - Release Date:
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> 13:23
>
>



SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Chicao - Por que não comer seres humanos?
FROM: Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 19:40

Chicão, querido

"Qualquer ser vivo contém nutrientes e calorias em potencial para se explorar."(ALCOCK, 1998)

Na prática vc não pode comer seres humanos porque isso é crime.

Meu pai deu para mim sua coleção de revistas Detetive, uma revista que foi editada até meados da década de 60.Era uma revista especializada na resolução de crimes ocorridos nos EEUU.Um dos crimes mais curioso foi cometido por uma senhora (algo tão incomum, mulheres assassinas?!), esta senhora costumava colocar anúncios no jornal se oferecendo para casamento e como morava numa fazenda, os interessados costumavam ir ao encontro dela e sumiam.
Ela costumava comercializar linguiças na cidade.
Obviamente, que bem temperado ninguém sabe a diferença.

Outro que se aventurou a comer carne humana foi o técnico de computação alemão, e a estranheza foi que a vítima, um engenheiro, também experimentou de sua própria carne.Jamais ele teria sido preso se não tivesse ousado a colocar outro anúncio procurando nova vítima.

Pela questão da sobrevivência temos o exemplo dos esportistas nos Andes,e ali num gesto extremo e sem alternativas, a carne foi crua e sem tempero curtida no sol, como mostraram num especial da People and Arts.

Pensar em comer carne humana pode gerar pudor, ojeriza e culpa na maioria das pessoas.Não existe diferenças significativas além das atentadas pelos especistas de plantão.Afinal, animais não-humanos como bovinos, porcos e aves também são animais gregários, também protegem suas crias e também conservam interesses individuais.E, por útlimo e mais importante também sofrem qdo verificam a morte, por isso, evitamos a visualização do abate no corredor de um animal pelo que vêm logo atrás, porém isso não adianta muito, eles contam com um olfato muito mais apurado que o ser humano e não são ignorantes, eles se revoltam muito, pulam e tentam fugir.Uma cena interessante de ser visualizada por quem é adepto de todas essas teorias de que humanos tem direito soberano porque humanos são seres especiais, nobres...
Isso só pode ser idéia de gente que acredita num Deus da Gênese que outorgou essa soberania...

Deve ser isso, ser humano é um ser nobre.

Amém!



Oraculo <oraculo@atibaia.com.br> escreveu: Olá Chicão

Chicão: "Por que nao posso fazer isso com um humano???
Minha pergunta é simples mas ninguem responde.
Por que será???"

Sua pergunta está longe, muito longe, de ser simples..:-) Ela é curta, certamente, mas simples, de jeito nenhum.

Mesmo assim é possível encontrar diferentes respostas, em diferentes níveis. Como toda pergunta falsamente simples, ela toca em aspectos diversos e permite diversas formas de ser analisada.

Por exemplo, podemos encontrar uma resposta simples, biológica, evolutiva: não podemos, ou não conseguimos, ou temos restrições a fazer isso com outro ser humano, porque você é um ser humano. Parece uma resposta tola, mas não é. Significa que, evolutivamente, espécies que não protegem, com alguma forma de restrição genético/comportamental, os individuos da compulsão em devorar seus iguais, não tem muito sucesso na luta pela sobrevivência.

Comer o parceiro pode ser bem mais simples que caçar. Ele está disponível, está próximo, tem o mesmo tamanho (ou pode escolher o menor do grupo), as mesmas armas, sem surpresas. Se decidir devorar os filhotes e fêmeas, sua vantagem a curto prazo será enorme, e poderá viver mais e com mais saúde que qualquer outro de sua espécie.

Mas, a médio e longo prazo, uma espécie que tivesse esse comportamento disseminado, ou não controlado, teria sérias dificuldades em se manter. Outro grupo, que não devorasse seus filhotes, seria superior em número rapidamente.

Portanto, uma resposta biológica seria, temos restrições, viscerais, a se alimentar de outros seres iguais a nós. Todo ser vivo, em condições iguais as nossas, tem.

É claro que existem exceções, mas respondem a circunstâncias diversas. De modo geral, canibalismo é raro, restrito ou excepcional em qualquer espécie, em especial, mamiferos.

Posso também vislumbrar uma resposta um pouco mais subjetiva, mas ainda egoísta e material: não acho justo comer outro ser humano, porque isso pode acontecer comigo, e não vou gostar. Decidir qual ser humano será devorado será sempre um risco, para mim. Além do aspecto egoísta, há ainda nossa natureza de espécie gregária, que evoluiu para "sentir" o outro, a dor do outro e o "ler" o pensamento do outro. Essa habilidade é fundamental para a sobrevivência de espécies gregárias. Dessa forma, ver alguém sendo "comido" pode provocar sentimentos bastante desconfortáveis.

É interessante notar que as culturas que devoravam seres humanos, como os Tupinambás, toda uma tradição de convencimento foi criada, e o canibalismo era mais um ritual de honra ao morto, de aquisição de poderes e forças ocultas (come-se a coxa de um grande corredor, para ficar mais rápido) e menos como complemento alimentar.

Podemos continuar a "subir" na análise da questão, de forma cada vez mais subjetiva. Não devemos comer um ser humano porque representa um ser especial, mais nobre. Ou não devemos comer um corpo humano, porque o sofrimento de seus parentes e entes queridos não compensa o valor alimentar que este tenha (e não há como evitar essa dor, de ver um ser que um dia foi seu filho, irmão ou amigo, sendo devorado).

Podemos chegar ao limite da subjetividade filosófica, a religião: não devemos comer seres humanos porque deus não quer. Isso, embora encerre qualquer discussão, não pode ser objeto de verificação..:-)

Acho que sua pergunta "simples" ainda pode gerar muitos e muitos emails, e muitas e muitas considerações interessantes.

Um abraço.

Homero

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SUBJECT: Re: [ciencialist] E ética de cada um...
FROM: Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 20:00

Se é verdade que a ética é circustancial, e não há uma ética universal.

Pode ser desfavorável para a indústria anunciar a verdade sobre tudo que vende,
para quê rótulos e por que não aceitar alimentos geneticamente modificados?

Por que ser contra a obtenção de produtos mais baratos vindos do trabalho escravo?

Tudo é permitido, não existe uma ética universal também não deveríamos viver sobre leis, sobre obrigações tampouco praticando atos que contrariam a nossa natureza animal...

Segundo Peter Singer, "...é verdade que alguns tendem ao subjetivismo excessivo, afirmando que uma moralidade é tão boa quanto outra qualquer; mas, quando essas mesmas pessoas são pressionadas a dizer se acreditam que a moralidade de Hitler, ou a dos traficantes de escravos é tão boa quanto a de Albert Schweitzer ou a de Martin Luther King, reconhecem que, afinal, acreditam que algumas moralidades são melhores que outras" (Libertação Animal, p. 276).







Victor <jvoneto@uol.com.br> escreveu: Ricardo,

Você fechou claramente o que tentei expor com exemplos, centrados em circunstâncias igualmente claras. Moral, ética, religião, comportamento, enfim, tudo é uma função geográfica!. Para mim,isto é de uma clareza, sobre o que não tenho dúvidas, o que me economiza o tempo de estar elaborando perguntas e mais perguntas. Minha realidade é minha realidade. A de outros, é a de outros. Que só depende do lugar e/ou das circunstâncias, como se tem corretamente enfatizado. Imagina que eu, civilizado como penso que sou, tivesse nascido em uma tribo brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra, aprisionei uma linda guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois, viria uma batata de perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já almocei.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Ricardo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 13, 2007 2:53 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )

Como todo o respeito (mesmo), não vejo nada profundo nestes questionamentos
(sem nenhum menosprezo).

Quero dizer, pelo código de conduta implícito na moral da cultura da nossa
sociedade, não há nada demais em comer um bife, ou escravizar um cavalo para
usá-lo como transporte.

Em outras culturas é imoral matar uma vaca ou um mosquito. Em algumas é
moral comer um ser humano.

Vejo como meramente cultural, toda a questão da ética e da moral. Posso ser
criticado por alguns aqui, mas não concordo com a visão de alguns filósofos
de uma ética universal, absoluta.

[]s
Ricardo

----- Original Message -----
From: "Chicao Valadares" <chicaovaladares@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 1:28 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne:
enfim o método )

> Victor, não sei se voce notou mas quase todas as
> situações apontadas são extremas. È bem diferente,
> talvez da sua quando está confortavelmente posicionado
> a mesa degustando um suculento bife, não acha???
>
>
> --- jvictor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
>
>> Chicão,
>>
>> ----- Original Message -----
>> From: Chicao Valadares
>> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>> Sent: Monday, February 12, 2007 9:59 AM
>> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
>> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
>>
>>
>> Victor:> Como carne, de preferência carne branca.
>> É verdade,
>> >inegável, que essa coisa de matar para comer, se
>> >pensar direitinho, pode mexer um pouco com nossa
>> ética >pessoal que, como a
>> >verdade pessoal, é um conceito relativo.
>>
>> Chicão: Existe moral universal??
>>
>> Victor>> Não me referí a moral. De qualquer
>> maneira, não existe uma moral universal. Ela é
>> igualmente relativa, depende só da geografia. É como
>> religião.
>>
>> Quanto à ética, como a discutida na thread
>> encabeçada por Bruna, um exemplo poderá esclarecer o
>> que penso a respeito da maleabilidade de conceitos
>> do tipo:
>>
>> 1)Você está perdido numa floresta, com seus
>> filhos. O frio é intenso, a tropa vai morrer de
>> frio, se não houver uma providência. De repente, um
>> belo e sedoso urso surge por trás de um monte. Pele
>> lisinha,lisinha. Que poderá aquecer e salvar os
>> filhos. De minha parte, eu não teria dúvidas:
>> apontaria meu canhão ponto 50 para a testa do tal, e
>> bum!. Retiraria sua pele e salvaria meus filhos.
>> Onde está a falta de ética ou moral, nesse caso.
>>
>> 2) Você está na floresta, mas não está perdido. Vê
>> o urso. E pensa: aquela pele deve valer um bom
>> dinheiro; além disso, agradaria minha gata. E bum!,
>> no urso.
>>
>> E agora, como fica a moral e a ética, se comparada
>> ao caso anterior? Em ambos os casos, um animal foi
>> morto e sua pele usada para duas finalidades!. Em
>> qual dos casos o autor do bum! deveria ser
>> condenado?
>>
>> 3) Você não tem frio, é verão,mas está perdido na
>> floresta e seus filhos morrendo de fome. Não há nem
>> uma folhinha comestível num raio de vários
>> kilometros. Aparece o tal urso, gordinho,
>> gordinho(digamos que sua carne possa ser ingerida,
>> nunca ouvi falar não, mas admitamos isso. Se quiser,
>> substitua o urso por uma vaca bonita, gordinha
>> também). Eu, mais uma vez, não teria dúvidas, bum.
>> Um foguerinha(ou não) salvaria minha tropa.
>>
>> Onde está a quebra de moral e ética aqui? Deveria
>> ser escafedido por isso, ou discriminado?
>>
>> Os dois conceitos, portanto, são relativos, e a
>> conceituação fica a depender de vários fatores.
>> Nenhum dos conceitos é absoluto, ou universal.
>>
>> Victor> Mas é o tal caso, assume-se que é uma
>> consequência
>> do > próprio processo de vida, de subsistência.
>> Está
>> >intimamente ligada à natureza das coisas. E são
>> > processos, apenas processos. Que têm relações
>> > causais, evidentemente.
>>
>> Chicão: Por que eu não posso matar pessoas para se
>> alimentar,
>> já que faz parte do processo de alimentação???
>>
>> Victor: Bem, acho que a pergunta ficou meio fora
>> do contexto em discussão. Mas posso comentar algo.
>> Matar propriamente, não. Mas há casos, em nossa
>> sociedade não canibal (assim mesmo o canibalismo tem
>> uma origem que aponta para um uso ritualístico, em
>> função, em geral, da geografia e das crenças
>> daquela sociedade; muito menos por necessidades
>> orgânicas, e muitas das vezes como um tributo ao
>> guerreiro morto, ou para comemorar algo,como uma
>> vitória, ou para mendigar beneíficios da divindade
>> da tribo), moderna, onde houve a necessidade de
>> ingerir carne humana, de amigos e colegas já mortos,
>> como única alternativa em defesa de suas vidas. Há
>> um caso famoso, de um avião que caiu nos Andes,
>> década de 60,acho. Aquelas pessoas faltaram com a
>> ética, alí? Ou com a moral? O que você faria? Acho
>> que agiram em defesa de da vida. Mesmo assim, até
>> onde sei, foram estigmatizados, os que lograram sair
>> daquele inferno gelado. Particularmente, não os
>> condeno por isso. Agiram dentro de um esquema para o
>> qual não havia saída. Aliás,havia uma única: o
>> suicídio. Aí você seria o prato do dia! Se correr o
>> bicho pega, se ficar, o bicho come.
>>
>> Particularmente, não sei o que faria. A ocasião é
>> que diria, se eu seria comido(epa, epa, no sentido
>> alimentar), se a ética e a moral falassem mais alto
>> ou se comeria(idem,idem) alguém; Já pensou numa
>> batata de perna de alguma gordinha bonita? Ôooh!
>>
>> A ocasião faz o bicho. Darwin até poderia dar uns
>> pitáculos também, estou certo, depois de achar que
>> as coisas são assim,na natureza.
>>
>> Sds,
>> Victor.
>>
>>
>> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de
>> Milo.
>> O que há é pouca gente para dar por isso... "
>> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
>>
>>
>>
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>> lei. Caso não seja
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>> cópia são proibidas.
>> Favor
>> apagar as informações e notificar o remetente. O
>> uso impróprio será
>> tratado
>> conforme as normas da empresa e a legislação em
>> vigor. Agradecemos sua
>> colaboração.
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> O que há é pouca gente para dar por isso... "
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: P/ Victor (Era Re.:As baratas, nossas irmãzinhas!!! )
FROM: Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 20:03

Mesmo que eu quisesse comer o bife dele não poderia,
ele mora a km de distância...

romano_170 <romano_170@yahoo.com.br> escreveu: Bruna voce não foi grossa comigo, e eu não tenho raiva de voce, muito
pelo contrário, tenho até simpatia.

Mas, eu adoro encarnar nas pessoas, e fiz uma brincadeira com voce,
voce não aceitou , tudo bem. É seu direito. Só continuo achando que
voce come o bife do seu irmão :-) Tadinho

Abs,Romano

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Bruna Carolina Ribas
<brunacribas@...> escreveu

>
> NB:Bem, eu não sou gorda, nunca fiz nenhuma dieta, eu não acredito
nisso.Penso que qdo uma pessoa quer emagrecer deveria apostar na
reeducação alimentar e em exercícios físicos.Talvez eu tenha sido
grosseira com ele, o Romano, e meu último e-mail falando sobre
veganismo, tenha culminado em raiva nele.
> Não era minha intenção.Modéstia à parte, sou bonita além de
inteligente, porém isso nunca me importou, o que eu sempre quis foi
fazer uma diferença no mundo, e essa é uma conquista que depende de
outros fatores que não beleza física.
>
>





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SUBJECT: Re: E ética de cada um...
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 20:26

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Bruna Carolina Ribas
> Segundo Peter Singer, "...é verdade que alguns tendem ao
> subjetivismo excessivo, afirmando que uma moralidade é tão boa
> quanto outra qualquer; mas, quando essas mesmas pessoas são
> pressionadas a dizer se acreditam que a moralidade de Hitler, ou a
> dos traficantes de escravos é tão boa quanto a de Albert Schweitzer
> ou a de Martin Luther King, reconhecem que, afinal, acreditam que
> algumas moralidades são melhores que outras" (Libertação Animal, p.
> 276).

A pergunta é: e quem disse q a sua ética é melhor do q a minha?

Dizer q uma ética é melhor do q a outra é, por si só, um julgamento
ético. Ao q um indivíduo B reconhece como o indivíduo A q a ética de
Luther King é melhor do q a ética de Hitler, tudo o q está a se
estabelecer é um ponto comum entre as éticas de B e de A. Göbbels
certamente diria q a ética de Hitler é melhor do q a de Luther King,
e, provavelmente, membros da KKK tb dirão. E la nave va...

O modo mais eficiente de se discutir ética - racionalmente - é
explorar os pontos comuns: desenhar um mapa virtual dos pontos comuns
dos territórios entre as duas éticas, ver q preceitos básicos são
partilhados entre os indivíduos (o q não significará uma ética
universal - apenas pontos em comum entre duas éticas).

Ao q vc se recusa responder se salvaria 200 vacas ou se salvaria um
único homem, vc se recusa a estabelecer esse mapeamento.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Qual o objetivo do cartesianismo?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 21:32

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, LECarvalho <lecarvalho@...>
> >Bom senso é um dos bens mais bem distribuídos do mundo: todo mundo
> >acha que tem.
> >Roberto Takata
>
> Essa frase não é de você...
>
> é do Renê.

A de Descartes é um pouco diferente, termina com: "ninguém deseja ter
mais do que já possui".

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Qual o objetivo do cartesianismo?
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 21:56


>Bom senso é um dos bens mais bem distribuídos do mundo: todo mundo acha
>que tem.
>Roberto Takata




Essa frase não é de você...

é do Renê.




L.E.































=



SUBJECT: ética de silicone...
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 21:57


>A pergunta é: e quem disse q a sua ética é melhor do q a minha?
>[]s,
>Roberto Takata





Vai ver que é porque custou mais caro.




L.E.









































=



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 22:07

Silvio, oi.
...se eram... as cordas eram vitais!
Caralho! Eu nunca poderia imaginar que os ''Cordeiros'' vinham de cordas!
Pensei que teria que ver com os filhos das ovelhas; coisa de religião!
Parabens pelo seu menino!
Já pesquei bastante, saindo de Piúma.
Bons tempos.
abr/M.


>From: "Silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
>Date: Mon, 12 Feb 2007 22:24:17 -0300
>
>Murilo:
>depois de aposentavo vim pro mar, tinho carteira de mestre de pesca, um
>filho é marinheiro, começou agora, espero que em 6 anos seja oficial de
>náutica. Sou de familia ligada ao mar desde os avoengos que fugiram da
>irlanda e foram pra Portugal fazer cordas para as naves que cruzaram os
>mares nunca dantes navegados.... e, no barco, o cordeiro tinha função
>importante!!!
>
>sds.,
>silvio.
>
>
> ----- Original Message -----
> From: murilo filo
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Monday, February 12, 2007 9:17 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
>
>
> Silvio:
> pra mim safo é uma gíria muito antiga ( uns 45 anos ), entre SP e MG.
> Sem marinha.
> Desistí de entrar na marinha p/encarar a legião estrangeira...
> Eu queria é confusão.
> Só que pouco antes disso, falou mais alto a minha educação... Fiquei +
> sossegado! Me safei! :[
> E vc, é marinheiro?
> abr/M.
>
> >From: "Silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
> >Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> >Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
> >Date: Mon, 12 Feb 2007 16:28:01 -0300
> >
> >Murilo:
> >vs. é da marinha? (safo)
> >
> >silvio
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: murilo filo
> > To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > Sent: Thursday, February 08, 2007 9:54 PM
> > Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
> >
> >
> >
> >
> > Eu também sabia... Estou safo!
> >
> > Atividade nos últimos dias
> > a.. 1Novos usuários
> > b.. 1Novas fotos
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> > Checked by AVG Free Edition.
> > Version: 7.1.411 / Virus Database: 268.17.27/671 - Release Date:
> >5/2/2007
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> Version: 7.5.441 / Virus Database: 268.17.37/682 - Release Date:
>12/2/2007 13:23
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 22:27

Uma ligeira risada troll:
háá, háááááá....


>From: José Renato <jrma@terra.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
>Date: Tue, 13 Feb 2007 18:18:46 -0300
>
>Legião estrangeira?!
>Papo no grupo que está se alistando no exército.
>- Por que vc quer servir?, pergunta um cara casado de meia-idade para o
>jovem solteiro ao lado.
>- Estou querendo ação e emoção... E o senhor, por que quer servir?
>- Estou em busca de paz...
>........................................
>
>From: "murilo filo" <avalanchedrive@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Sent: Monday, February 12, 2007 9:17 PM
>Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
>
>
> > Silvio:
> > pra mim safo é uma gíria muito antiga ( uns 45 anos ), entre SP e MG.
> > Sem marinha.
> > Desistí de entrar na marinha p/encarar a legião estrangeira...
> > Eu queria é confusão.
> > Só que pouco antes disso, falou mais alto a minha educação... Fiquei +
> > sossegado! Me safei! :[
> > E vc, é marinheiro?
> > abr/M.
> >
> >
> >>From: "Silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
> >>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> >>Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
> >>Date: Mon, 12 Feb 2007 16:28:01 -0300
> >>
> >>Murilo:
> >>vs. é da marinha? (safo)
> >>
> >>silvio
> >>
> >> ----- Original Message -----
> >> From: murilo filo
> >> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >> Sent: Thursday, February 08, 2007 9:54 PM
> >> Subject: Re: [ciencialist] Re: PRÓSTATA: GUIA DO PROPRIETÁRIO
> >>
> >>
> >>
> >>
> >> Eu também sabia... Estou safo!
> >>
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> > Scan engine: McAfee VirusScan / Atualizado em 12/02/2007 / Versão:
> > 5.1.00/4961
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SUBJECT: Re: [ciencialist] amenidades
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 22:33

Zérre!
Qual o Nobel que vc pretende?
Deixa alguma coisa pra nós, meu... abr/M.


>From: José Renato <jrma@terra.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: [ciencialist] amenidades
>Date: Mon, 12 Feb 2007 21:13:52 -0300
>
>Olá, Murilo!
>Pode ser que quando já estiver de posse de todo o conhecimento eu não tenha
>mais interesse de permanecer na lista e vou viver de prêmio Nobel. Por
>enquanto fico e agradeço pela sua gentil acolhida.
>[]s
>JR
>...............................
>
>From: "murilo filo" <avalanchedrive@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Sent: Sunday, February 11, 2007 1:06 PM
>Subject: Re: [ciencialist] amenidades
>
>
> > Taí... Zerrenato!!!
> > Rapaz de juízo!
> > Vai acabar desistindo da lista, mas seja muito bem-vindo!
> > Abração. M. SP 11/fev
> >
> >
> >>From: José Renato <jrma@terra.com.br>
> >>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> >>Subject: Re: [ciencialist] amenidades
> >>Date: Sun, 11 Feb 2007 10:01:59 -0300
> >>
> >>Olá, Silvio!
> >>Mesmo com todas essas imperfeições os seres humanos conseguem perceber
>as
> >>maravilhas do existir. Mesmo com uma estrutura biológica e cognitiva
> >>imperfeita alguns humanos têm a pretensão da perfeição. Muitos caem na
> >>tentação de criticar o próprio Criador-Mantenedor, que lhe concedeu
> >>condições tais, que lhes permitem criticar os "projetos" Dele!
> >>Entretanto, considerando que o corpo humano é um "equipamento"
>provisório
> >>e
> >>descartável, a adequação ao uso deve ser o principal objetivo para obter
>a
> >>solução mais inteligente e econômica.
> >>[]s
> >>JR
> >>.............................................
> >>
> >>----- Original Message -----
> >>From: "Silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
> >>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> >>Sent: Saturday, February 10, 2007 10:05 AM
> >>Subject: Re: [ciencialist] amenidades
> >>
> >>
> >>Deus:
> >>As facilidades apontadas para o novo admirável mundo, permita-me a
>ousadia
> >>da sugestão: incluir todo o equipamento diretamente no DNA replicante
>para
> >>que o custo fique bem menor. A problemática é que teremos de fazer
> >>implantes
> >>espermáticos com a nova tecnologia pois corrigir o DNA de alguns
>trilhões
> >>a
> >>cada conexão humana.....
> >>
> >>silvio
> >> ----- Original Message -----
> >> From: Luiz Ferraz Netto
> >> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >> Sent: Saturday, February 10, 2007 9:01 AM
> >> Subject: Re: [ciencialist] amenidades
> >>
> >>
> >> Não, a coisa não se desenvolverá assim. Ainda ontem numa reunião
> >> divina,
> >>cá em nosso New Olimpy, constatou-se as besteiras de design que fizemos.
> >>Chegamos à conclusão que não fizemos design nenhum, foi tudo na base da
> >>gambiarra; aproveitamos partes já prontas em enfiamos em espécies
> >>diferentes, e o resultado é esse quadrúpede de pé que resultou!
> >> A evolução tecnológica passou à frente da evolução das espécies e,
> >> dando
> >>uma olhadela no futuro (raramente fazemos isso pois sabemos que "a única
> >>certeza é a incerteza das coisas") vislumbramos que:
> >> ao nascer a criança já fará o implante de relógio neural; basta
>pensar
> >>em
> >>"hora" e o resultado virá de imediato; terá implante de câmara de vídeo
> >>(nanocâmara) atrás da cabeça, também ligada ao nervo óptico (visão
> >>estereoscópica dianteira e traseira); sub-câmara ligadas aos tornozelos
> >>(ninguém mais chutará pedras ou baterá na quina da mesa --- além de ver
>as
> >>pernas das garotas por baixo da mesa); o telefone, já uma espécie
>avançada
> >>do celular atual, será implantado no corpo com agenda maior que a lista
> >>telefônica, comando digital neural (não é preciso falar; o pensamento
>será
> >>processado e enviado -- a antena fará parte do lóbulo das orelhas) e
> >>recepção direta no nervo auditivo. Receptor de TV já acoplado ao
>telefone
> >>neural etc. As mulheres poderão assistir novelas deitadas e de olhos
> >>fechados --- o canal sirvosantos transmitirá sinal de cheiro,
>temperatura,
> >>umidade, pressão etc. O implante de lentes corretoras da visão,
>incluindo
> >>uma nova retina de 250 gigapixel, permitira delinear detalhes em objetos
>a
> >>5
> >>km de distância.
> >> A Internet Neural dispensará uso dos dedos, os quais ficarão
>reservados
> >>apenas para apontar, cutucar, beliscar, apalpar e voltar aos bolsos.
> >>
> >> Isso foi apenas parte do que vimos no futuro.
> >> Ah! No futuro não haverá vegetarianos; as pílulas protéicas e demais
> >>nutrientes foram desenvolvidas e crescem na boca --- mastigaremos carne
> >>bovina sangrenta!
> >>
> >> aquele abraço,
> >>
> >> ===========================
> >> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> >> leobarretos@uol.com.br
> >> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> >> ===========================
> >> -----Mensagem Original-----
> >> De: "Silvio" <scordeiroes@superig.com.br>
> >> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> >> Enviada em: sábado, 10 de fevereiro de 2007 01:50
> >> Assunto: Re: [ciencialist] amenidades
> >>
> >> Já estão programados: insetos.
>(deletei o restante)
>
>
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>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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>
>




SUBJECT: Com troll, não dá..:-) (era As baratas, nossas irmãzinhas!!!
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 23:12

Olá pessoal

Vou violar a norma civilizatória das listas de discussão, que
determina "não alimente os trolls", porque
Bradock/Tagore/Rtjunior/Pubmed/etc e Romano_170 acaba tirando a gente
do sério.

Tagore/etc: "Não concordo. Existem leis naturais universais válidos
pra qualquer cultura, o amor é uma delas, o ódio em qualquer cultura é
prejudical, nos leva a matar e cometer todos os tipos de atrocidades."

Quanta asneira!!!

Leis naturais NÃO são a ética, nem se confundem com normas morais.
Amor e ódio NÃO são leis naturais, NÃO SÃO imperativos éticos
universais, e o trolll NÃO entende nada de nada. Mas atrapalha um
bocado..:-)

Matar nem sempre tem algo a ver com ódio e pode ter com amor. Leões
matam para se alimentar, sem ódio. E matam filhotes de outros leões,
sem ódio igualmente.

Bradock/Ou_seja_lá_qual_o_seu_nick_agora: "Se as leis da física valem
em qualquer lugar da Terra, as leis morais tb são válidas a qualquer
cultura."

Putz, essa ganhou o "Premio de Maior Tolice já Escrita em Uma Lista de
Discussão"..:-) Nem sei se vale a pena responder ou argumentar.
Misturar leis da física com normas culturais humanas, fala sério, é
demais.

Pubmed/É_o_mesmo_cara_ainda: "Não podemos dar como normal o
linchamento de pessoas em determinadas culturas."

Que diabos tem a ver o c* com as calças?!?!?! Nós não damos como
normal, mas essas culturas, cujas normas consideram o linchamento
válido, sim. E, moralmente, elas não ligam para o que pensamos sobre isso.

É JUSTAMENTE porque EXISTEM culturas que pensam diferente de nós, com
valores diferentes, que afirmamos que não há uma ética universal ou
absoluta!!! Reconhecer que EXISTEM culturas que lincham pessoas,
deveria demonstrar, até para o troll, que NÃO existem absolutos nessa
questão!!!

Romano/Enganei_voces_de_novo: "Pelos direitos humanos universais, todo
mundo merece um julgamento digno. Enfim, é um assunto muito discutível"

PQP!! (perdoem a expressão chula, mas tá difícil..:-) Esse assunto é
discutível, no sentido de poder ser discutido, mas não por trolls ou
afins, sem a menor noção do que dizem ou do que lêem..:-)

Acho que essa expressão define o troll: sem noção, completamente sem
noção..:-)

Um abraço.

Homero





SUBJECT: Re: Com troll, não dá..:-) (era As baratas, nossas irmãzinhas!!!
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/02/2007 23:27

Discordo. As leis morais existem, e elas são naturais. Ela não podem
ser aprisionadas num sistema de pensamento, mas existem. Sem amor, a
humanidade se destrói, é inevitável. O amor e o ódio,e e outras
emoções são nuances comportamentais, faz parte do comportamento
humano, que se origina das emoções , e são estudadas pela etologia e
neurociências -...portanto pertencem a narureza. O ser humano não é um
ser a parte da natureza

Sobre matar depende, leões não sentem ódio comparavel aos humanos,
eles matam por fome ou por instinto, ou defendendo seu território, ou
por razões seletivas inconscientes. Nós já matamos intencionalmente
por simples prazer ou vingança.

Leões não são racionais como os humanos, então, quando matam os
filhotes, eles atendem a um imperativo natural(seleção natural), isso
não é ódio. Jogar e atirar uma bomba num restaurante é ação baseada em
ódio e repúdio aos seres humanos. Não traz benef´cios, extermina
populações. A ação do leão é benéfica, ela seleciona no tempo
geológico, os genes mais fortes e robustos para enfrentar a
sobrevivencia. Tem uma finalidade adaptativa, mesmo que o leão aja de
modo insconsciente

Então comparar leão com ser humano é patético, irracional e
profundamente irreflexivo.

Abs,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "oraculo333" <oraculo@...> escreveu
>
> Olá pessoal
>
> Vou violar a norma civilizatória das listas de discussão, que
> determina "não alimente os trolls", porque
> Bradock/Tagore/Rtjunior/Pubmed/etc e Romano_170 acaba tirando a gente
> do sério.
>
> Tagore/etc: "Não concordo. Existem leis naturais universais válidos
> pra qualquer cultura, o amor é uma delas, o ódio em qualquer cultura é
> prejudical, nos leva a matar e cometer todos os tipos de atrocidades."
>
> Quanta asneira!!!
>
> Leis naturais NÃO são a ética, nem se confundem com normas morais.
> Amor e ódio NÃO são leis naturais, NÃO SÃO imperativos éticos
> universais, e o trolll NÃO entende nada de nada. Mas atrapalha um
> bocado..:-)
>
> Matar nem sempre tem algo a ver com ódio e pode ter com amor. Leões
> matam para se alimentar, sem ódio. E matam filhotes de outros leões,
> sem ódio igualmente.
>
> Bradock/Ou_seja_lá_qual_o_seu_nick_agora: "Se as leis da física valem
> em qualquer lugar da Terra, as leis morais tb são válidas a qualquer
> cultura."
>
> Putz, essa ganhou o "Premio de Maior Tolice já Escrita em Uma Lista de
> Discussão"..:-) Nem sei se vale a pena responder ou argumentar.
> Misturar leis da física com normas culturais humanas, fala sério, é
> demais.
>
> Pubmed/É_o_mesmo_cara_ainda: "Não podemos dar como normal o
> linchamento de pessoas em determinadas culturas."
>
> Que diabos tem a ver o c* com as calças?!?!?! Nós não damos como
> normal, mas essas culturas, cujas normas consideram o linchamento
> válido, sim. E, moralmente, elas não ligam para o que pensamos sobre
isso.
>
> É JUSTAMENTE porque EXISTEM culturas que pensam diferente de nós, com
> valores diferentes, que afirmamos que não há uma ética universal ou
> absoluta!!! Reconhecer que EXISTEM culturas que lincham pessoas,
> deveria demonstrar, até para o troll, que NÃO existem absolutos nessa
> questão!!!
>
> Romano/Enganei_voces_de_novo: "Pelos direitos humanos universais, todo
> mundo merece um julgamento digno. Enfim, é um assunto muito discutível"
>
> PQP!! (perdoem a expressão chula, mas tá difícil..:-) Esse assunto é
> discutível, no sentido de poder ser discutido, mas não por trolls ou
> afins, sem a menor noção do que dizem ou do que lêem..:-)
>
> Acho que essa expressão define o troll: sem noção, completamente sem
> noção..:-)
>
> Um abraço.
>
> Homero
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 00:05

Após JR -, OK?

From: "rmtakata" <roberto.takata@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 12, 2007 7:32 PM
Subject: [ciencialist] Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> Takata, entendo que a evidência principal é a sobrevivência do ser
> até hoje.

Essa não é uma evidência, posto q a outra hipótese tb explica isso.
Que outra hipótese? A evidência é que o ser sobreviveu até hoje e
sobreviverá se não houver uma mudança brusca no meio ambiente.

> O direcionamento é simples e direto: adaptar para sobreviver.

Aí vc está cometendo o erro chamado petição de princípio. Vc está
assumindo a priori q há uma antevisão para concluir a partir disso q
há uma intenção. De todo modo a adaptação é *a posteriori*. Só
poderíamos falar em planejamento ou intenção se a adaptação fosse *a
priori*.
JR - Não creio que haja planejamento ou intenção mas sim adaptação por
questão, digamos, de economia energética visando manter o ser vivo.

Por exemplo, se um engenheiro, contratado para construir prédio
resistentes a terremotos propusesse o seguinte plano: "Iremos
construir diversos prédios, cada qual seguindo metodologias
completamente diferentes uma das outras, aí esperamos q haja um
terremoto e veremos quais prédios resistiram mais. Aí substituímos os
prédios q caíram por prédios q são variações dos projetos q resistiram
mais". Poderíamos demitir sumariamente esse engenheiro por
incompetência e falta de planejamento.
JR - Mas é exatamente isso que é ocorre na prática em um período de tempo
maior. Os projetos que se mostram mais adequados a suportar terremotos e tem
os menores custos, são os copiados, pesquisados e aprimorados...

[]s,
Roberto Takata

[]s
José Renato



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 00:12

As mutações seriam direcionadas para quê ou para onde?
A "intenção" surge da interação com o meio ambiente, é uma contínua
adaptação necessária do ser em manter as condições de vida, reduzindo,
acelerando ou adequando algumas das suas atividades biológicas.
[]s
JR
.............................
From: "rmtakata" <roberto.takata@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 12, 2007 4:55 PM
Subject: [ciencialist] Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> Jeff, essa sua capacidade de concluir que não há qualquer intenção
> nas adaptações do organismo ao meio ambiente é surpreendente, pois
> vai contra todas as evidências.

Surpreende talvez, contra todas as evidencias de modo algum.

Se houvesse intencao, as mutacoes seriam direcionadas.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 00:14

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> From: "rmtakata" <roberto.takata@To:
> Essa não é uma evidência, posto q a outra hipótese tb explica isso.

> Que outra hipótese? A evidência é que o ser sobreviveu até hoje e
> sobreviverá se não houver uma mudança brusca no meio ambiente.

A hipótese de q a sobrevivência não depende de intenção.

> JR - Não creio que haja planejamento ou intenção mas sim adaptação
> por questão, digamos, de economia energética visando manter o ser
> vivo.

Elimine a expressão "visando a" - isso é planejamento. A economia
energética é conseqüência .

> JR - Mas é exatamente isso que é ocorre na prática em um período de
> tempo maior.

Estamos falando para o projeto para o qual o engenheiro foi contratado.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 00:16

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> As mutações seriam direcionadas para quê ou para onde?

Se houvesse intenção, as mutações seriam direcionadas de modo q a
maioria das variantes surgidas - ou a totalidade - seriam adaptativas.

> A "intenção" surge da interação com o meio ambiente, é uma contínua
> adaptação necessária do ser em manter as condições de vida,
> reduzindo, acelerando ou adequando algumas das suas atividades
> biológicas.

O melhor é manter "intenção" entre aspas.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: OFF Topic: a questão da carne, minha resposta
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 00:22

Ferreira et al 2006 - Dietas vegetarianas e desempenho esportivo. Rev.
Nutr. vol.19 no.4.
"O ferro não-heme, proveniente de fontes vegetais e de parte do
conteúdo total das carnes, é menos biodisponível que o ferro-heme,
encontrado em fontes animais. A eliminação de carnes e o aumento de
legumes e grãos integrais na dieta podem resultar na menor ingestão
deste mineral, assim como de zinco. Inúmeros efeitos adversos à saúde,
vinculados à menor biodisponibilidade de ferro e zinco, têm sido
demonstrados pela adoção de dietas vegetarianas. Sabe-se que essa
prática alimentar pode, até mesmo, conter mais ferro do que em dietas
não vegetarianas, mas o mineral encontra-se menos disponível para
absorção, dados as diferenças na forma química e os fatores inibidores
presentes. Apesar dos alimentos vegetais possuírem substâncias que
aumentam a captação de ferro, a adoção de dietas vegetarianas precisa
ser bem planejada para evitar a deficiência deste mineral. Assim, a
recomendação para ingestão de ferro por parte dos vegetarianos é
aumentada em 80% além da RDA. A baixa ingestão de ferro pode levar ao
quadro de anemia, interferindo de forma negativa no desempenho, à
medida que limita o transporte de oxigênio para os músculos em atividade.

Algumas pesquisas indicam que vegetarianos, especialmente vegans,
apresentam ingestão e concentração sérica de vitamina B12 (cobalamina)
inferiores aos não vegetarianos. Mas, de acordo com Johnston, casos de
deficiência desta vitamina são incomuns, mesmo entre os vegans. As
razões para tal seriam a baixa necessidade da vitamina, as reservas
relativamente grandes e uma circulação enteroepática eficiente, que
recupera a maior parte da cobalamina excretada na bile. Ainda assim, a
redução na ingestão dessa vitamina tem sido associada, nas dietas
vegetarianas (principalmente vegan), ao quadro de
hiperhomocisteinemia, sendo esse considerado um fator de risco
independente para o desenvolvimento de cardiopatias. Janelle & Barr
sugerem atenção para que quantidades necessárias da vitamina sejam
ingeridas. Suplementos orais, ou consumo de produtos enriquecidos com
cianocobalamina (forma farmacológica do nutriente), como extrato
hidrossolúvel de soja e cereais matinais, são opções que podem
auxiliar o atendimento às recomendações.

São menos freqüentes as baixas ingestões de cálcio, zinco, cobalamina
e vitamina D entre os lactoovovegetarianos, por consumirem leite e
derivados na dieta, fontes significativas desses minerais. Vegans
necessitam maior atenção para que não desenvolvam deficiências
nutricionais, o que resultaria em efeitos negativos para a saúde e,
conseqüentemente, para o desempenho atlético."
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-52732006000400006&script=sci_arttext&tlng=en

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 00:42

Olá, Silvio! Comentários no texto após JR -, OK?
............................................
---- Original Message -----
From: "Silvio" <scordeiroes@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Cc: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>;
<Acropolis_@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 12, 2007 10:18 PM
Subject: Re: [ciencialist] Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007


Renato:

Pra não gastar muito latim, sob minha ótica evolução é uma necessidade que
os organismos desde os nomocelulares aos mais complexos como o homem evoluem
por sua intrínseca necessidade de se reproduzir e dominar o meio ambiente:
veja a evolução dos humanos, dos primatas, dos dinossauros, hoje belas
aves....
JR - A necessidade básica é sobreviver. Os que se adaptam sobrevivem os que
não são extintos. Veja os ursos que ficam quietinhos enquanto o inverno
passa! Agora que não teve um inverno típico os urso estão se adaptando ou
readaptando ao modo de viver 12 meses por ano em plena atividade.

Óbvio que não discutirei com você este assunto, seu conhecimento é muito
mais vasto do que eu que inclusive - vs. sabe - já estou com os neurônios
avariados.
JR - Mas os que ainda funcionam são espirituosos e ainda estão batendo um
bolão... Já os meus, se não tratar com disciplina a ferro e fogo, ficam
fazendo nada. Todos dois...

Não considero a evolução acompanhamento de um evento pois não temos essa
capacidade temporal para tal observação: observe que na astronomia as
motificações nas coisas do espaço são acompanhadas por comparações de
corpos, raramente se tem uma prova cabal como um cometa, a explosão de uma
estrela....

E me desculpe, mas nenhuma evolução tem um observador: os humanos, os
observadores atuais têm um tempo de vida útil bem reduzidos frente aos
problemas evolutivos. A evolução, considerando-se a vida desde o início da
biosfera já sofreu milhões de mutações com o desaparecimento de milhares ou
milhões de espécies, sendo esse a necessidade da incessante luta evolutiva
para que se mantenha o ser com a melhor condição possível.
JR - Manter-se vivo e adaptado economicamente é a razão das mutações. Mas as
pesquisas sobre mutações-adaptações podem sim ser feitas e observadas pelo
ser humano, apesar de seu curto tempo de vida. A arqueologia e o estudo dos
fósseis ajudam a estudar a evolução biológica desde há milhões de anos.

O homem, uma aberração por ter, em razão do bipedalismo uma evolução mais
acelerada, ainda se julga proprietário do planeta e transforma o ambiente em
seu bordel:
não preferiu a harmonia com os demais companheiros de jornada... Creio, caro
amigo, que no atual andamento, em 500 anos os insetos herdarão a terra...
Não existem observadores da evolução a não ser extraterrestres: existem
curiosos que fazem suposições sobre pouquíssimas evidências que a ciência
desperta.
JR - Tudo é uma questão de conscientização da nossa plena dependência do que
aí está. Se o clima sofrer alterações rápidas demais o ecosistema sofrerá e
nós que dependemos disso para sobreviver passaremos por muitos apertos...
Até aprender como viver de forma econômica no planeta.

um abraço, desculpe a prolixidade: hoje tou arretado....
JR - Tô rendo, cara!

silvio.

[]s
José Renato
...............................................
----- Original Message -----
From: Jefferson
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, February 10, 2007 9:56 AM
Subject: Re: [ciencialist] Drauzio Varella - Folha de São Paulo -
03/02/2007


>
>Olá, Silvio!
>Parece-me que o entendimento do termo *evolução* está contaminado por
>expectativas pessoais. A rigor, evolução é o acompanhamento de uma evento
>ou
>de algo minimamente definido, ao longo do tempo. Em nosso entendimento
>diário coloquial, evolução tem a conotação de crescimento, melhoria,
>expansão, concretização, aprimoramento... Mas, o termo refere-se apenas
às
>mudanças ocorrida em um período de tempo, sejam elas para "melhor" ou
para
>"pior", a critério do observador.
>

Exato, José Renato! :-) No caso dos seres vivos, os DNAs sofrem alterações
o
tempo todo, aleatoriamente, sem qualquer intenção de melhorar ou piorar.
Parte destas alterações são ruins, podendo até causar a extinção de uma
espécie, e parte são boas, favorecendo a sobrevivência de uma espécie.
Tudo
isso "sem querer".

Evolução tem a conotação de melhoria porque, obviamente, vão sobrando as
alterações que favorecem a sobrevivência das espécies, que vão se
acumulando
nos DNAs dos descendentes.

[]´,s
Jeff.



SUBJECT: Re: OFF Topic: a questão da carne, minha resposta
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 00:44

Eu tenho uma hipótese: Como nas carencias de ferro costuma aumentar a
absorção deste elemento, em cerca de quase 35% do que os 20% em
condições normais, comer carne duas vezes na semana pode promover uma
absorção maior do que se ele for ingerido diariamente, isso faz com
que quedando o ferro, ele seja reposto naturalmente durante a semana
sem quedas de ferro que represente perigo para a saúde humana. Isso
"talvez" explique porque os 70% da população não sofra de anemia, já
que o brasileiro come feijão com alguma carne durante a semana. Mas é
só uma hipotese. Também tem de se estudar a quantidade de carne a ser
consumida

Sds,Romano

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> Ferreira et al 2006 - Dietas vegetarianas e desempenho esportivo. Rev.
> Nutr. vol.19 no.4.
> "O ferro não-heme, proveniente de fontes vegetais e de parte do
> conteúdo total das carnes, é menos biodisponível que o ferro-heme,
> encontrado em fontes animais. A eliminação de carnes e o aumento de
> legumes e grãos integrais na dieta podem resultar na menor ingestão
> deste mineral, assim como de zinco. Inúmeros efeitos adversos à saúde,
> vinculados à menor biodisponibilidade de ferro e zinco, têm sido
> demonstrados pela adoção de dietas vegetarianas. Sabe-se que essa
> prática alimentar pode, até mesmo, conter mais ferro do que em dietas
> não vegetarianas, mas o mineral encontra-se menos disponível para
> absorção, dados as diferenças na forma química e os fatores inibidores
> presentes. Apesar dos alimentos vegetais possuírem substâncias que
> aumentam a captação de ferro, a adoção de dietas vegetarianas precisa
> ser bem planejada para evitar a deficiência deste mineral. Assim, a
> recomendação para ingestão de ferro por parte dos vegetarianos é
> aumentada em 80% além da RDA. A baixa ingestão de ferro pode levar ao
> quadro de anemia, interferindo de forma negativa no desempenho, à
> medida que limita o transporte de oxigênio para os músculos em
atividade.
>
> Algumas pesquisas indicam que vegetarianos, especialmente vegans,
> apresentam ingestão e concentração sérica de vitamina B12 (cobalamina)
> inferiores aos não vegetarianos. Mas, de acordo com Johnston, casos de
> deficiência desta vitamina são incomuns, mesmo entre os vegans. As
> razões para tal seriam a baixa necessidade da vitamina, as reservas
> relativamente grandes e uma circulação enteroepática eficiente, que
> recupera a maior parte da cobalamina excretada na bile. Ainda assim, a
> redução na ingestão dessa vitamina tem sido associada, nas dietas
> vegetarianas (principalmente vegan), ao quadro de
> hiperhomocisteinemia, sendo esse considerado um fator de risco
> independente para o desenvolvimento de cardiopatias. Janelle & Barr
> sugerem atenção para que quantidades necessárias da vitamina sejam
> ingeridas. Suplementos orais, ou consumo de produtos enriquecidos com
> cianocobalamina (forma farmacológica do nutriente), como extrato
> hidrossolúvel de soja e cereais matinais, são opções que podem
> auxiliar o atendimento às recomendações.
>
> São menos freqüentes as baixas ingestões de cálcio, zinco, cobalamina
> e vitamina D entre os lactoovovegetarianos, por consumirem leite e
> derivados na dieta, fontes significativas desses minerais. Vegans
> necessitam maior atenção para que não desenvolvam deficiências
> nutricionais, o que resultaria em efeitos negativos para a saúde e,
> conseqüentemente, para o desempenho atlético."
>
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-52732006000400006&script=sci_arttext&tlng=en
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: P/Homero, um conselho:aprenda ética primeiro...
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 00:55

Há controvérsias se Talião foi um legislador ou não. O que ficou e chegou
até nós foi a referência na sua forma de aplicar justiça: o réu, para se
redimir, sofria como pena o mesmo que tinha imposto à sua vítima. É o
popular dente por dente, olho por olho.
[]s
JR
..............................
From: "rmtakata" <roberto.takata@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 12, 2007 10:32 PM
Subject: [ciencialist] Re: P/Homero, um conselho:aprenda ética primeiro...


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> Moisés, pode ser considerado como um legislador, tal como Hamurabi e
> Talião.

Vc está dizendo q talião foi um legislador?

[]s,

Roberto Takata



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13:23




SUBJECT: Re: P/Homero, um conselho:aprenda ética primeiro...
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 01:18

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> Há controvérsias se Talião foi um legislador ou não.

Talião não é nome de pessoa. Talião tem a mm base de retaliar. Vem do
latim 'talio, onis', q por sua vez deriva de 'talis, e', q significa
'tal, igual'. É o nome q se dá ao sistema de justiça em que a pena por
uma infração é a aplicação da mm ação sobre o infrator: se um sujeito
fere alguém, ele deve ser ferido como punição. Foi a base do primeiro
código escrito de leis conhecido - o de Hamurábi - e deve ter sido
aplicado muito antes do desenvolvimento da escrita. Na verdade deve
ter até mm precedido o surgimento da humanidade (ações similares são
tomadas por chimpanzés e até mm por outros mamíferos sociais - como as
hienas).

Assim, lei de talião não é uma lei desenvolvida por um sujeito chamado
Talião, do mm modo como lei da boa razão não é uma lei desenvolvida
por alguém chamado Boa Razão.

Muita gente boa ainda se engana qto a isso.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Qual o objetivo do cartesianismo?
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 02:42

At 20:32 13/2/2007, you wrote:

>--- Em
><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>ciencialist@yahoogrupos.com.br,
>LECarvalho <lecarvalho@...>
> > >Bom senso é um dos bens mais bem distribuídos do mundo: todo mundo
> > >acha que tem.
> > >Roberto Takata
> >
> > Essa frase não é de você...
> >
> > é do Renê.
>
>A de Descartes é um pouco diferente, termina com: "ninguém deseja ter
>mais do que já possui".
>
>[]s,
>
>Roberto Takata
>
>




Então a do Descartes tem mais a ver...

com uns e outros que, depois de eu velho, querem
determinar o que hei e não hei de comer.


L.E.














=

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: A utilidade de um Pêndulo
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 07:26

Olá a todos

O trabalho do prof. Veljko Milkovic com os pêndulos me deixou curioso.

Olhem o saite e os vídeos.

Sugestão de links:

http://www.veljkomilkovic.com/OscilacijeEng.html
http://www.veljkomilkovic.com/PrototipiEng.html
http://www.micropixel.biz/veljkomilkovic/videos/Veljko_Milkovic_(video-2)_Device_for_testing.wmv
http://www.micropixel.biz/veljkomilkovic/videos/Veljko_Milkovic_(video-6)_Universal_oscillator-hammer.wmv
http://www.micropixel.biz/veljkomilkovic/videos/Veljko_Milkovic_(video-7)_Universal_oscillator-generator.wmv
http://www.veljkomilkovic.com/Images/Opinion_Dr_Peter_Lindemann.jpg

Os mestres poderiam tecer algum comentário sobre o assunto?

Abraços

Tipoalgo



SUBJECT: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 08:31

Romano_170,


----- Original Message -----
From: romano_170
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 13, 2007 3:25 PM
Subject: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )


Romano: Não concordo.

Victor: Este é um direito que você tem.

Romano_170: Existem leis naturais universais válidos pra qualquer cultura, o amor é uma delas, o ódio em qualquer cultura é prejudical, nos leva a matar
e cometer todos os tipos de atrocidades.

Victor: Mas não se trata disso, da influência do emocional, que esta é comum ao ser humano, qualquer que seja o contexto em que este esteja inserido. Mesmo assim, já que falou, o emocional é engolido pelos costumes de tal ou qual sociedade, tem seu valor minimizado ou desconsiderado quando se trata de fazer justiça, o que quer seja isso para determinada sociedade. O que achamos um destempero, uma coisa de uma crueldade sem limites, um comportante alguns milhões de vezes maior que o animalesco(que não exibe emoções, move-o apenas o instinto de preservação individual e da espécie), para outras civilizações não é, de jeito nenhum assim. Povos antigos, considerados civilizados e avançados em certos conhecimentos, como os maias ou astecas, não tinham tais ingredientes em seu cardápio do uso deles de cada dia. Era comum, muito comum, como prêmio, jogarem "bola" com a cabeça dos vencidos numa batalha! Tratava-se de uma mera diversão e o prazer do escárnio ao vencido, que perdia interiramente o valor de humano. Onde está a emoção, aí? Não sentiam ´"pena", "dó" ou tinha quaisquer sentimentos do errado, do condenável. Ainda hoje há sociedades que exibem tradições milenares bizarras, onde o o sentimento de amor, ódio, ou o que seja, nem fedem nem cheiram.

Ou seja, tais comportamentes sociais nada têm a ver com o tipo de coisa que outras sociedades possam pensar a respeito. O que uma pensa em relação à outra é absoluta e reciprocamente transparente.

Em suma, o que disse no e-mail anterior e em outros, refere-se exclusivamente ao comportamento e posturas sociais apenas naquele meio social. Referia-me, e acho que foi desnecessário explictar isso, à realidade e às verdades inerentes a tal ou qual grupamento social. O que nós, ou outras sociedades achamos a respeito em absoluto não atinge as outras, como já enfatizei, e repito agora. E estas, também, não compreendem a razão pela qual pensamos e agimos assim, que para elas está errado, é um absurdo, que estão certíssimas. Ou seja, do mesmo jeito que pensamos a respeito delas. É o tal caso: vale o vice-versa e o versa-vice. E nada podemos tascar a respeito.


Romano_170: Se as leis da física valem em qualquer lugar da Terra, as leis morais
tb são válidas a qualquer cultura. Não podemos dar como normal o
linchamento de pessoas em determinadas culturas. Pelos direitos
humanos universais, todo mundo merece um julgamento digno. Enfim, é um
assunto muito discutível

Victor: Não podemos, sob hipótese alguma, fazer comparações entre as leis da física, estas sim, universais, e "leis morais", que são de um relativismo que faz pena, conforme discutido no questionamento anterior, onde, particularmente, usei exemplos simples e possíveis de situações que mostram claramente essa maleabilidade no que se refere a conceitos do tipo discutido neste e-mail e nesta thread. São duas coisa tão diferentes quanto um ser vivo e uma pedra. Fico com a impressão de que o amigo não tem a mínima idéia do que sejam leis físicas; pois incluí-la num contexto desse tipo, buscando ancoramento para justificar uma "universalidade" de leis morais, ou que isto seja, é, queira me desculpar, no mínimo, um disparate. Pelo que denota, apenas, desconhecimento do que está tratando. Não sei sua formação. Só sei, agora, que ela nada a ver com física ou matemática. Se for filósofo, ou estudante de filosofia, pior ainda. Mas sugiro, fortemente, que, antes de fazer uma dessas tolas analogias, até por respeito aos que sabidamente não são da área científica, nem querem saber dessas coisas, embora saibam muitas outras, que os da área nem desconfiam, procure informar-se melhor a respeito de um dos objetos referenciados. Por isso, vou tirar 100 pontos de você. Será, agora, apenas "romano_70"!

Romano_70: Não podemos dar como normal o
linchamento de pessoas em determinadas culturas. Pelos direitos
humanos universais, todo mundo merece um julgamento digno. Enfim, é um
assunto muito discutível.

Victor: Repetí o texto acima, de certa forma já comentado, para tecer mais alguns comentários. Você diz: " Não podemos dar como normal o linchamento de pessoas em determinadas culturas". Embora isto não seja verdadeiro sequer para nós, que "não achamos normal", só quero lembrar que não está se tratando de acharmos ou não normal tal ou qual comportamento de determinadas culturas. Trata-se, apenas, do que esta cultura acha ou entende como certo para ela! Tratam-se de suas realidades inerentes, atreladas aos costumes e tradições daquela determinada sociedade. O certo ou errado, refere-se à cultura em si. Não ao que pensam outras culturas, que têm, de maneira igualmente corretas suas tradições e comportamentos. O que uma acha em relação a outra, vice-versa, é irrelevante. Agora, voltemos um pouquinho cá para dentro de nossa sociedade, que se arvora o direito de ter as verdades absolutas: o que pensamos, muitos de nós, ante uma atrocidade como aquela que ocorreu com o garoto João, ou com o o sequestro, estupro e assassinato de duas garotas estudantes de 10 e 13 anos, aquí em Pernambuco? Garanto uma coisa: uma boa parte da população trucidaria, sem remorsos posterioes, os bandidos que cometeram os desatinos. Ou não é assim? Mas empunhamos o cajado da justiça e da retidão para criticar comportamentos às vezes tão crueis quanto os que você cita, como base para seus argumentos. Agora, admito que há uma coisa que pode ser universal: a hipocrisia. Todos merecem um julgamento digno, você diz certo. Mas até o conceito de "julgamento digno" é varíavel também. De uma fluidez que dá gosto! Depende da sociedade, e o caráter fluídico do conceito está diretamente ligado ao que NÓS pensamos a respeito do que pensa aquela determinada sociedade.

" Enfim, é um assunto muito discutível.", conforme você conclui sua própria prosopopéia. Mas é disso que estamos tratando, durante todo o tempo.

Sds,

Victor.



Sds,Romano

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor" <jvoneto@...> escreveu
>
> Ricardo,
>
> Você fechou claramente o que tentei expor com exemplos, centrados em
circunstâncias igualmente claras. Moral, ética, religião,
comportamento, enfim, tudo é uma função geográfica!. Para mim,isto é
de uma clareza, sobre o que não tenho dúvidas, o que me economiza o
tempo de estar elaborando perguntas e mais perguntas. Minha realidade
é minha realidade. A de outros, é a de outros. Que só depende do lugar
e/ou das circunstâncias, como se tem corretamente enfatizado. Imagina
que eu, civilizado como penso que sou, tivesse nascido em uma tribo
brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra, aprisionei uma linda
guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois, viria uma batata de
perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já almocei.
>
> Sds,
> Victor.





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] E ética de cada um...
FROM: "Ricardo" <ricardos@infolink.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 11:00

Olá Bruna,

Não disse que vale tudo não. Existem normas sim. Só que as normas são de
cada sociedade.

E, neste caso, eu não concordo com o Peter Singer. Neste ponto, penso como o
Bertrand Russel. Para ele a ética é subjetiva e depende do grupo social que
vivemos.

Grande abraço,

Ricardo

----- Original Message -----
From: "Bruna Carolina Ribas" <brunacribas@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 7:00 PM
Subject: Re: [ciencialist] E ética de cada um...


Se é verdade que a ética é circustancial, e não há uma ética universal.

Pode ser desfavorável para a indústria anunciar a verdade sobre tudo que
vende,
para quê rótulos e por que não aceitar alimentos geneticamente modificados?

Por que ser contra a obtenção de produtos mais baratos vindos do trabalho
escravo?

Tudo é permitido, não existe uma ética universal também não deveríamos viver
sobre leis, sobre obrigações tampouco praticando atos que contrariam a nossa
natureza animal...

Segundo Peter Singer, "...é verdade que alguns tendem ao subjetivismo
excessivo, afirmando que uma moralidade é tão boa quanto outra qualquer;
mas, quando essas mesmas pessoas são pressionadas a dizer se acreditam que a
moralidade de Hitler, ou a dos traficantes de escravos é tão boa quanto a de
Albert Schweitzer ou a de Martin Luther King, reconhecem que, afinal,
acreditam que algumas moralidades são melhores que outras" (Libertação
Animal, p. 276).







Victor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
Ricardo,

Você fechou claramente o que tentei expor com exemplos, centrados em
circunstâncias igualmente claras. Moral, ética, religião, comportamento,
enfim, tudo é uma função geográfica!. Para mim,isto é de uma clareza, sobre
o que não tenho dúvidas, o que me economiza o tempo de estar elaborando
perguntas e mais perguntas. Minha realidade é minha realidade. A de outros,
é a de outros. Que só depende do lugar e/ou das circunstâncias, como se tem
corretamente enfatizado. Imagina que eu, civilizado como penso que sou,
tivesse nascido em uma tribo brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra,
aprisionei uma linda guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois, viria
uma batata de perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já almocei.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Ricardo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 13, 2007 2:53 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re:
Carne: enfim o método )

Como todo o respeito (mesmo), não vejo nada profundo nestes questionamentos
(sem nenhum menosprezo).

Quero dizer, pelo código de conduta implícito na moral da cultura da nossa
sociedade, não há nada demais em comer um bife, ou escravizar um cavalo
para
usá-lo como transporte.

Em outras culturas é imoral matar uma vaca ou um mosquito. Em algumas é
moral comer um ser humano.

Vejo como meramente cultural, toda a questão da ética e da moral. Posso ser
criticado por alguns aqui, mas não concordo com a visão de alguns
filósofos
de uma ética universal, absoluta.

[]s
Ricardo

----- Original Message -----
From: "Chicao Valadares" <chicaovaladares@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 1:28 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re:
Carne:
enfim o método )

> Victor, não sei se voce notou mas quase todas as
> situações apontadas são extremas. È bem diferente,
> talvez da sua quando está confortavelmente posicionado
> a mesa degustando um suculento bife, não acha???
>
>
> --- jvictor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
>
>> Chicão,
>>
>> ----- Original Message -----
>> From: Chicao Valadares
>> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>> Sent: Monday, February 12, 2007 9:59 AM
>> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
>> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
>>
>>
>> Victor:> Como carne, de preferência carne branca.
>> É verdade,
>> >inegável, que essa coisa de matar para comer, se
>> >pensar direitinho, pode mexer um pouco com nossa
>> ética >pessoal que, como a
>> >verdade pessoal, é um conceito relativo.
>>
>> Chicão: Existe moral universal??
>>
>> Victor>> Não me referí a moral. De qualquer
>> maneira, não existe uma moral universal. Ela é
>> igualmente relativa, depende só da geografia. É como
>> religião.
>>
>> Quanto à ética, como a discutida na thread
>> encabeçada por Bruna, um exemplo poderá esclarecer o
>> que penso a respeito da maleabilidade de conceitos
>> do tipo:
>>
>> 1)Você está perdido numa floresta, com seus
>> filhos. O frio é intenso, a tropa vai morrer de
>> frio, se não houver uma providência. De repente, um
>> belo e sedoso urso surge por trás de um monte. Pele
>> lisinha,lisinha. Que poderá aquecer e salvar os
>> filhos. De minha parte, eu não teria dúvidas:
>> apontaria meu canhão ponto 50 para a testa do tal, e
>> bum!. Retiraria sua pele e salvaria meus filhos.
>> Onde está a falta de ética ou moral, nesse caso.
>>
>> 2) Você está na floresta, mas não está perdido. Vê
>> o urso. E pensa: aquela pele deve valer um bom
>> dinheiro; além disso, agradaria minha gata. E bum!,
>> no urso.
>>
>> E agora, como fica a moral e a ética, se comparada
>> ao caso anterior? Em ambos os casos, um animal foi
>> morto e sua pele usada para duas finalidades!. Em
>> qual dos casos o autor do bum! deveria ser
>> condenado?
>>
>> 3) Você não tem frio, é verão,mas está perdido na
>> floresta e seus filhos morrendo de fome. Não há nem
>> uma folhinha comestível num raio de vários
>> kilometros. Aparece o tal urso, gordinho,
>> gordinho(digamos que sua carne possa ser ingerida,
>> nunca ouvi falar não, mas admitamos isso. Se quiser,
>> substitua o urso por uma vaca bonita, gordinha
>> também). Eu, mais uma vez, não teria dúvidas, bum.
>> Um foguerinha(ou não) salvaria minha tropa.
>>
>> Onde está a quebra de moral e ética aqui? Deveria
>> ser escafedido por isso, ou discriminado?
>>
>> Os dois conceitos, portanto, são relativos, e a
>> conceituação fica a depender de vários fatores.
>> Nenhum dos conceitos é absoluto, ou universal.
>>
>> Victor> Mas é o tal caso, assume-se que é uma
>> consequência
>> do > próprio processo de vida, de subsistência.
>> Está
>> >intimamente ligada à natureza das coisas. E são
>> > processos, apenas processos. Que têm relações
>> > causais, evidentemente.
>>
>> Chicão: Por que eu não posso matar pessoas para se
>> alimentar,
>> já que faz parte do processo de alimentação???
>>
>> Victor: Bem, acho que a pergunta ficou meio fora
>> do contexto em discussão. Mas posso comentar algo.
>> Matar propriamente, não. Mas há casos, em nossa
>> sociedade não canibal (assim mesmo o canibalismo tem
>> uma origem que aponta para um uso ritualístico, em
>> função, em geral, da geografia e das crenças
>> daquela sociedade; muito menos por necessidades
>> orgânicas, e muitas das vezes como um tributo ao
>> guerreiro morto, ou para comemorar algo,como uma
>> vitória, ou para mendigar beneíficios da divindade
>> da tribo), moderna, onde houve a necessidade de
>> ingerir carne humana, de amigos e colegas já mortos,
>> como única alternativa em defesa de suas vidas. Há
>> um caso famoso, de um avião que caiu nos Andes,
>> década de 60,acho. Aquelas pessoas faltaram com a
>> ética, alí? Ou com a moral? O que você faria? Acho
>> que agiram em defesa de da vida. Mesmo assim, até
>> onde sei, foram estigmatizados, os que lograram sair
>> daquele inferno gelado. Particularmente, não os
>> condeno por isso. Agiram dentro de um esquema para o
>> qual não havia saída. Aliás,havia uma única: o
>> suicídio. Aí você seria o prato do dia! Se correr o
>> bicho pega, se ficar, o bicho come.
>>
>> Particularmente, não sei o que faria. A ocasião é
>> que diria, se eu seria comido(epa, epa, no sentido
>> alimentar), se a ética e a moral falassem mais alto
>> ou se comeria(idem,idem) alguém; Já pensou numa
>> batata de perna de alguma gordinha bonita? Ôooh!
>>
>> A ocasião faz o bicho. Darwin até poderia dar uns
>> pitáculos também, estou certo, depois de achar que
>> as coisas são assim,na natureza.
>>
>> Sds,
>> Victor.
>>
>>
>> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de
>> Milo.
>> O que há é pouca gente para dar por isso... "
>> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
>>
>>
>>
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> O que há é pouca gente para dar por isso... "
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SUBJECT: Células-tronco + gordura = admiráveis seios novos?
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>, enigmasonline@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 12:29

Células-tronco + gordura = admiráveis seios
novos?<http://100nexos.com/arquivo/87>Published
February 14th, 2007 in Ciência<http://100nexos.com/arquivo/category/ciencia/>,
Idéias <http://100nexos.com/arquivo/category/ideias/> and
Bizonho<http://100nexos.com/arquivo/category/bizonho/>
. 0 Comments <http://100nexos.com/arquivo/87#respond>

<http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/6354451.stm>
O cirurgião plástico japonês Kotaro Yoshimura se dedica ao segundo maior
problema de tamanho nipônico, e já aplicou a técnica experimental em
quarenta pacientes. Células de gordura da barriga ou coxas são enriquecidas
com células-tronco para serem então implantadas nos seios. Segundo
Yoshimura, o resultado seria "leve e natural" e não ficaria caído. Mas
a notícia
da BBC <http://news.bbc.co.uk/1/hi/health/6354451.stm> cita a opinião mais
cética de especialistas britânicos: a injeção de gordura em seios é algo
praticado há muito (e os resultados são tão ruins que explicam o sucesso dos
implantes de silicone). E, no estágio atual da utilização de células-tronco
(basicamente misturá-las com a gordura), o resultado não deve ser muito
diferente.
Mas pode-se ter esperança de que em um futuro próximo as mulheres possam
transferir parte de sua bunda para seus peitos, o que seria algo adorável
para o famoso etologista e zoologista Desmond Morris. Nos anos 1960, Morris
causou furor com sua série "O Macaco
Nu<http://pt.wikipedia.org/wiki/O_macaco_nu>",
onde analisava o ser humano como mais uma espécie animal. Entre diversas
hipóteses decorrentes de observar o macao nu, ele sugeriu que os seios
femininos da espécie humana teriam se desenvolvido como uma imitação de seu
traseiro, para que os machos parassem de ficar obcecados com o outro lado e
olhassem as mulheres de frente. Ultrajante e engraçado e princípio, mas a
hipótese é bem razoável. Ecos do trabalho de Morris podem ser vistos em Dancem
Macacos, Dancem <http://www.youtube.com/watch?v=DRJqrLd7MrE>.
[via Gizmodo<http://www.gizmodo.com/gadgets/announcements/stem-cells-key-to-bigger-boobies-236048.php>
]


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fluido anti-gravidade
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, exobiologia_e_cia@yahoogrupos.com.br, painelovni@yahoogrupos.com.br, ufoburn@yahoogrupos.com.br, Ufolista@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 12:37

Fluido anti-gravidade <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=851>

<http://www.athousandandone.com/21/>
Inodoro, incolor, insípido e não-tóxico, este fluido de propriedades
fantásticas <http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81gua> ainda permite que
objetos pareçam desafiar a força da gravidade.
via digg <http://digg.com/>

Postado em Curiosidades <http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=7> | Por
Mori | Comente! » <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=851#respond>

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Soares O neurologista Ren...


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: "Jefferson" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 12:44

Olá José Renato!

>
>As mutações seriam direcionadas para quê ou para onde?
>

Pra nada e pra lugar nenhum. Não são direcionadas. As mutações não são
exatamente aleatórias (na verdade não existe aleatoriedade, pois tudo tem
uma causa), mas não tem a finalidade de evoluir. Acabam sendo "peneiradas"
ou extintas pelo ambiente.

Pra entender bem isso, você pode fazer umas simulações mentais, tentando
imaginar os resultados de milhares de interações desta lógica (milhares de
gerações) em milhares de indivíduos. Mesmo assim, talvez, você conseguirá
"observar" uma pequena evolução ou a extinção de uma espécie, dependendo do
ambiente imaginado. Exitem algumas simulações de software onde, sabendo a
lógica e observando os resultados, fica mais fácil visualizar. Mesmo assim,
apesar da lógica ser extremamente simples, simplemente tudo interfere em
tudo, em maiores e menores graus. Cada ser vivo é um sistema (composto de
sub-sistemas) que interage com outros e com o ambiente compondo o seu
ecossistema, o seu ecossitema interage com outros ecossitemas e compõe a
Biosfera do planeta, o nosso planeta compõe o sistema solar, e assim por
diante... O único sistema fechado seria o universo, todos dentro dele são
sistemas abertos, que sofrem influência de todos os outros.

[]',s
Jeff.



SUBJECT: Re: ***SPAM*** [ciencialist] O Dino, o Dodô e o Homo
FROM: "ssilva" <ssilva@smad.curitiba.pr.gov.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 13:06

Errr... Desculpem-me pelo off-topic...

... enviei a mensagem abaixo, comentando alguns links postados aqui na Ciencialist, para um grupo de amigos e acabei enviando por engano para o grupo...


Sandro Silva, o desatento...

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] A utilidade de um Pêndulo
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 13:22

Curiosidade sempre é válida mas, na ora de examinar os aparelhos, é bom ter a boa e velha física newtoniana à mão.
No primeiro link que enviou, na primeira figura 1, onde se "pretende" que o movimento do pêndulo movimente a alavanca e bata em alguma coisa já está 'furado'.
A força que age no braço de alavanca do lado direito é exclusivamente a tensão no fio de suspensão do pêndulo. A componente útil dessa tensão (para o deslocamento da alavanca) é a parcela vertical que não muda o braço de alavanca. As componentes horizontais só puxam ou apertam a alavanca contra o fulcro, não realizam trabalho.
Em suma, a coisa não funciona!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007 06:26
Assunto: [ciencialist] A utilidade de um Pêndulo


Olá a todos

O trabalho do prof. Veljko Milkovic com os pêndulos me deixou curioso.

Olhem o saite e os vídeos.

Sugestão de links:

http://www.veljkomilkovic.com/OscilacijeEng.html
http://www.veljkomilkovic.com/PrototipiEng.html
http://www.micropixel.biz/veljkomilkovic/videos/Veljko_Milkovic_(video-2)_Device_for_testing.wmv
http://www.micropixel.biz/veljkomilkovic/videos/Veljko_Milkovic_(video-6)_Universal_oscillator-hammer.wmv
http://www.micropixel.biz/veljkomilkovic/videos/Veljko_Milkovic_(video-7)_Universal_oscillator-generator.wmv
http://www.veljkomilkovic.com/Images/Opinion_Dr_Peter_Lindemann.jpg

Os mestres poderiam tecer algum comentário sobre o assunto?

Abraços

Tipoalgo



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SUBJECT: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 13:33

Homero sua resposta esta com o sinal ">", ao contrário
das minhas respostas.

--- Oraculo <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

> Imaginemos que almas ainda não nascidas (e não
> importa aqui se acreditamos em almas ou não, é
> apenas uma hipótese para permitir o raciocínio)
> estejam debatendo as condições do mundo em que irão
> viver. Só nascerão quando todos concordarem com as
> regras desse mundo. Mas, o mais importante, nenhuma
> das almas pode saber de antemão em que condições irá
> nascer. Se será homem, mulher, deficiente, normal,
> alto, baixo, branco, negro, esperto, estúpido, etc,
> etc, etc.
>
> Se você não sabe em que condições irá estar no
> futuro, tende a ser menos tolerante com
> discriminações e danos que pode atingir a você em
> algum momento.
>
> Dessa forma, o acordo final entre essas almas
> parecerá sempre ser a forma mais justa de lidar com
> as pessoas, já que terá abrandado toda e qualquer
> discrepância, benefício ou dano, que fazem parte da
> vida em comum e da vida neste universo. Por exemplo,
> sem saber se nascerá capaz ou com alguma
> deficiência, todas as almas concordarão que não se
> deve penalizar um deficiente, e que é preciso
> compensar essa deficiência, pois isso pode ser em
> seu benefício. Seria também mais difícil que uma
> alma concordasse com oprimir ou massacrar mulheres,
> pois poderia ela a nascer mulher e receber o peso
> dessas regras.

"Fazei aos homens tudo o que queirais que eles vos
façam..."
(MATEUS cap. VII, v. 12)

Você virou cristão foi??? :p:p

> Assim, mesmo sem absolutos, as leis e regras na
> Finlandia parecem ser mais "justas" que as leis e
> regras na Nigéria.
>...
>...
>...
> Me parece que leis justas são as que tem mais amplo
> alcance, aplicação mais extensa e menos
> discriminatória.

Então a coisa não é tão relativa quanto você defende.
O mais justo possível seria o máximo de alcance,
extensão e igualdade. Bela aula de cristianismo!!!:p

> Por isso é tão complicado a questão
> da pena de morte, pois a maioria dos que são a
> favor, sabem perfeitamente que não correm nenhum
> risco de ser objeto da mesma. Dessa forma, é bem
> mais fácil apoiar uma norma que não nos diz
> respeito, nem a nossos filhos e entes queridos. Mais
> difícil seria, por exemplo, apoiar pena de morte
> para, digamos, sonegação fiscal ou corrupção
> administrativa (que, em alguns casos, pode causar
> mais morte, dor e sofrimento que assassinatos).
> Nesses casos, o risco de nos atingir é bem maior, e
> as coisas mudam um pouco de figura.

Pimenta nos olhos dos outros é refresco :p.


"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos

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SUBJECT: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 13:43

Victor e Ricardo voces acabaram de declarar morte a
Declaração Universal dos Direitos do Homem !!!

Me digam uma coisa, por que voces acham
que se escreve coisas desse tipo:
http://www.gddc.pt/direitos-humanos/textos-internacionais-dh/universais.html


Apenas instrumento de retórica??

--- Victor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:

> Romano_170,
>
>
> ----- Original Message -----
> From: romano_170
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, February 13, 2007 3:25 PM
> Subject: [ciencialist] As baratas, nossas
> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
>
>
> Romano: Não concordo.
>
> Victor: Este é um direito que você tem.
>
> Romano_170: Existem leis naturais universais
> válidos pra qualquer cultura, o amor é uma delas, o
> ódio em qualquer cultura é prejudical, nos leva a
> matar
> e cometer todos os tipos de atrocidades.
>
> Victor: Mas não se trata disso, da influência do
> emocional, que esta é comum ao ser humano, qualquer
> que seja o contexto em que este esteja inserido.
> Mesmo assim, já que falou, o emocional é engolido
> pelos costumes de tal ou qual sociedade, tem seu
> valor minimizado ou desconsiderado quando se trata
> de fazer justiça, o que quer seja isso para
> determinada sociedade. O que achamos um destempero,
> uma coisa de uma crueldade sem limites, um
> comportante alguns milhões de vezes maior que o
> animalesco(que não exibe emoções, move-o apenas o
> instinto de preservação individual e da espécie),
> para outras civilizações não é, de jeito nenhum
> assim. Povos antigos, considerados civilizados e
> avançados em certos conhecimentos, como os maias ou
> astecas, não tinham tais ingredientes em seu
> cardápio do uso deles de cada dia. Era comum, muito
> comum, como prêmio, jogarem "bola" com a cabeça dos
> vencidos numa batalha! Tratava-se de uma mera
> diversão e o prazer do escárnio ao vencido, que
> perdia interiramente o valor de humano. Onde está a
> emoção, aí? Não sentiam ´"pena", "dó" ou tinha
> quaisquer sentimentos do errado, do condenável.
> Ainda hoje há sociedades que exibem tradições
> milenares bizarras, onde o o sentimento de amor,
> ódio, ou o que seja, nem fedem nem cheiram.
>
> Ou seja, tais comportamentes sociais nada têm a
> ver com o tipo de coisa que outras sociedades possam
> pensar a respeito. O que uma pensa em relação à
> outra é absoluta e reciprocamente transparente.
>
> Em suma, o que disse no e-mail anterior e em
> outros, refere-se exclusivamente ao comportamento e
> posturas sociais apenas naquele meio social.
> Referia-me, e acho que foi desnecessário explictar
> isso, à realidade e às verdades inerentes a tal ou
> qual grupamento social. O que nós, ou outras
> sociedades achamos a respeito em absoluto não atinge
> as outras, como já enfatizei, e repito agora. E
> estas, também, não compreendem a razão pela qual
> pensamos e agimos assim, que para elas está errado,
> é um absurdo, que estão certíssimas. Ou seja, do
> mesmo jeito que pensamos a respeito delas. É o tal
> caso: vale o vice-versa e o versa-vice. E nada
> podemos tascar a respeito.
>
>
> Romano_170: Se as leis da física valem em qualquer
> lugar da Terra, as leis morais
> tb são válidas a qualquer cultura. Não podemos dar
> como normal o
> linchamento de pessoas em determinadas culturas.
> Pelos direitos
> humanos universais, todo mundo merece um
> julgamento digno. Enfim, é um
> assunto muito discutível
>
> Victor: Não podemos, sob hipótese alguma, fazer
> comparações entre as leis da física, estas sim,
> universais, e "leis morais", que são de um
> relativismo que faz pena, conforme discutido no
> questionamento anterior, onde, particularmente, usei
> exemplos simples e possíveis de situações que
> mostram claramente essa maleabilidade no que se
> refere a conceitos do tipo discutido neste e-mail e
> nesta thread. São duas coisa tão diferentes quanto
> um ser vivo e uma pedra. Fico com a impressão de
> que o amigo não tem a mínima idéia do que sejam leis
> físicas; pois incluí-la num contexto desse tipo,
> buscando ancoramento para justificar uma
> "universalidade" de leis morais, ou que isto seja,
> é, queira me desculpar, no mínimo, um disparate.
> Pelo que denota, apenas, desconhecimento do que
> está tratando. Não sei sua formação. Só sei, agora,
> que ela nada a ver com física ou matemática. Se for
> filósofo, ou estudante de filosofia, pior ainda.
> Mas sugiro, fortemente, que, antes de fazer uma
> dessas tolas analogias, até por respeito aos que
> sabidamente não são da área científica, nem querem
> saber dessas coisas, embora saibam muitas outras,
> que os da área nem desconfiam, procure informar-se
> melhor a respeito de um dos objetos referenciados.
> Por isso, vou tirar 100 pontos de você. Será,
> agora, apenas "romano_70"!
>
> Romano_70: Não podemos dar como normal o
> linchamento de pessoas em determinadas culturas.
> Pelos direitos
> humanos universais, todo mundo merece um
> julgamento digno. Enfim, é um
> assunto muito discutível.
>
> Victor: Repetí o texto acima, de certa forma já
> comentado, para tecer mais alguns comentários. Você
> diz: " Não podemos dar como normal o linchamento de
> pessoas em determinadas culturas". Embora isto não
> seja verdadeiro sequer para nós, que "não achamos
> normal", só quero lembrar que não está se tratando
> de acharmos ou não normal tal ou qual comportamento
> de determinadas culturas. Trata-se, apenas, do que
> esta cultura acha ou entende como certo para ela!
> Tratam-se de suas realidades inerentes, atreladas
> aos costumes e tradições daquela determinada
> sociedade. O certo ou errado, refere-se à cultura em
> si. Não ao que pensam outras culturas, que têm, de
> maneira igualmente corretas suas tradições e
> comportamentos. O que uma acha em relação a outra,
> vice-versa, é irrelevante. Agora, voltemos um
> pouquinho cá para dentro de nossa sociedade, que se
> arvora o direito de ter as verdades absolutas: o que
> pensamos, muitos de nós, ante uma atrocidade como
> aquela que ocorreu com o garoto João, ou com o o
> sequestro, estupro e assassinato de duas garotas
> estudantes de 10 e 13 anos, aquí em Pernambuco?
> Garanto uma coisa: uma boa parte da população
> trucidaria, sem remorsos posterioes, os bandidos que
> cometeram os desatinos. Ou não é assim? Mas
> empunhamos o cajado da justiça e da retidão para
> criticar comportamentos às vezes tão crueis quanto
> os que você cita, como base para seus argumentos.
> Agora, admito que há uma coisa que pode ser
> universal: a hipocrisia. Todos merecem um julgamento
> digno, você diz certo. Mas até o conceito de
> "julgamento digno" é varíavel também. De uma fluidez
> que dá gosto! Depende da sociedade, e o caráter
> fluídico do conceito está diretamente ligado ao que
> NÓS pensamos a respeito do que pensa aquela
> determinada sociedade.
>
> " Enfim, é um assunto muito discutível.", conforme
> você conclui sua própria prosopopéia. Mas é disso
> que estamos tratando, durante todo o tempo.
>
> Sds,
>
> Victor.
>
>
>
> Sds,Romano
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor"
> <jvoneto@...> escreveu
> >
> > Ricardo,
> >
> > Você fechou claramente o que tentei expor com
> exemplos, centrados em
> circunstâncias igualmente claras. Moral, ética,
> religião,
> comportamento, enfim, tudo é uma função
> geográfica!. Para mim,isto é
> de uma clareza, sobre o que não tenho dúvidas, o
> que me economiza o
> tempo de estar elaborando perguntas e mais
> perguntas. Minha realidade
> é minha realidade. A de outros, é a de outros. Que
> só depende do lugar
> e/ou das circunstâncias, como se tem corretamente
> enfatizado. Imagina
> que eu, civilizado como penso que sou, tivesse
> nascido em uma tribo
> brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra,
> aprisionei uma linda
> guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois,
> viria uma batata de
> perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já
> almocei.
> >
> > Sds,
> > Victor.


"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Chicao - Por que não comer seres humanos?
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 14:12

Ou de seguidores de Francis Bacon. Ele acreditava no
direito de abuso da natureza pelo homem. Ele também é
considerado o pai do método indutivo.

Belas palavras Bruna.

--- Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
escreveu:

> Uma cena interessante de ser visualizada por
> quem é adepto de todas essas teorias de que humanos
> tem direito soberano porque humanos são seres
> especiais, nobres...
> Isso só pode ser idéia de gente que acredita num
> Deus da Gênese que outorgou essa soberania...
>
> Deve ser isso, ser humano é um ser nobre.
>
> Amém!


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SUBJECT: As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 14:13

Victor ,

Não há diferenças entre leis físicas e leis morais. Sem amor a
existencia é impossível. Não há relativismo algum nisso. Vou explicar.
O que existe uma irrefletida maneira e de pensar de determinadas
culturas e povos(mas não que o relativismo seja verdadeiro para cada
cultura) - O que pesa nestas culturas? A falta de conhecimento é uma
das coisas que contribuem para o relativismo, o fato de um aborígene
desconhecer as leis da física, e praticar canibalismo, não faz da
cultura dele mais certa eticamente e intelectual que a nossa. Se ele
não tiver os conhecimentos necessários, a vida deles será vivida
pobremente, sem nenhum conceito de moralidade ou ciência. Um ser ou
uma civilização esclarecida não colocaria outro ser humano num
caldeirão com cebola. Então não tem essa de que eles estão certos e
que a moral deles é válida só porque fazem isso. Então, segundo seu
raciocínio, se eles desconhecem a moralidade, eles tb desconhecem a
física, e as leis física pra eles não tem nenhuma validade pra eles,
eles viveriam muito bem sem elas.
Se eles desconhecem a moral e a física, e praticam canibalismo, o
canibalismo pra cultura deles pode ser tão verdadeiro como as
descobertas da física? Voce aceitaria isso? Obviamente que não,
obviamente diria que nós fizemos ciência e eles não. Então há
diferença entre os povos civilizados e os povos aborígenes! É um fato

Vamos ver o problema do seu raciocínio: Se assim fosse deveríamos
deixar governos como o Taliban dominar o mundo, já que cada cultura
possue a sua verdade. E diríamos que aquela forma de governo opressora
é válida . Hitler e Mussolini poderiam ter tacado uma bomba em
qualquer país, ter matado mais judeus e ciganos, ora bolas, afinal, a
moralidade dele pode ser tão correta quanto a nossa! :-)

A universalidade das leis morais tem tanto valor para a humanidade
como as leis da física, pois dela depende o entrosamento dos homens
daí a dificuldade dos cientistas em lidar com a religião ou a
filosofia. A ciencia existe porque existe o amor pela humanidade. Se
assim não fosse, não tinha razão de ser. Voce está vivo porque seus
pais o amaram e voce ama seus filhos.

No seu email voce tentou me desqualificar , apelando para formações,
etc e escambau. Digo e repito, inteligencia não tem nada a ver com
formação nenhuma, inclusive física e matemática. Voce tb não é físico,
e discute aqui não? Não vai comparar a formação de um físico teórico
com a de um engenheiro eletrônico. Mas te digo, inteligência e
formação cultura-científica não garante a inteligencia de uma pessoa

Abs,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor" <jvoneto@...> escreveu
>
> Romano_170,
>
>
> ----- Original Message -----
> From: romano_170
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, February 13, 2007 3:25 PM
> Subject: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re:
Carne: enfim o método )
>
>
> Romano: Não concordo.
>
> Victor: Este é um direito que você tem.
>
> Romano_170: Existem leis naturais universais válidos pra qualquer
cultura, o amor é uma delas, o ódio em qualquer cultura é prejudical,
nos leva a matar
> e cometer todos os tipos de atrocidades.
>
> Victor: Mas não se trata disso, da influência do emocional, que
esta é comum ao ser humano, qualquer que seja o contexto em que este
esteja inserido. Mesmo assim, já que falou, o emocional é engolido
pelos costumes de tal ou qual sociedade, tem seu valor minimizado ou
desconsiderado quando se trata de fazer justiça, o que quer seja isso
para determinada sociedade. O que achamos um destempero, uma coisa de
uma crueldade sem limites, um comportante alguns milhões de vezes
maior que o animalesco(que não exibe emoções, move-o apenas o instinto
de preservação individual e da espécie), para outras civilizações não
é, de jeito nenhum assim. Povos antigos, considerados civilizados e
avançados em certos conhecimentos, como os maias ou astecas, não
tinham tais ingredientes em seu cardápio do uso deles de cada dia. Era
comum, muito comum, como prêmio, jogarem "bola" com a cabeça dos
vencidos numa batalha! Tratava-se de uma mera diversão e o prazer do
escárnio ao vencido, que perdia interiramente o valor de humano. Onde
está a emoção, aí? Não sentiam ´"pena", "dó" ou tinha quaisquer
sentimentos do errado, do condenável. Ainda hoje há sociedades que
exibem tradições milenares bizarras, onde o o sentimento de amor,
ódio, ou o que seja, nem fedem nem cheiram.
>
> Ou seja, tais comportamentes sociais nada têm a ver com o tipo de
coisa que outras sociedades possam pensar a respeito. O que uma pensa
em relação à outra é absoluta e reciprocamente transparente.
>
> Em suma, o que disse no e-mail anterior e em outros, refere-se
exclusivamente ao comportamento e posturas sociais apenas naquele meio
social. Referia-me, e acho que foi desnecessário explictar isso, à
realidade e às verdades inerentes a tal ou qual grupamento social. O
que nós, ou outras sociedades achamos a respeito em absoluto não
atinge as outras, como já enfatizei, e repito agora. E estas, também,
não compreendem a razão pela qual pensamos e agimos assim, que para
elas está errado, é um absurdo, que estão certíssimas. Ou seja, do
mesmo jeito que pensamos a respeito delas. É o tal caso: vale o
vice-versa e o versa-vice. E nada podemos tascar a respeito.
>
>
> Romano_170: Se as leis da física valem em qualquer lugar da Terra,
as leis morais
> tb são válidas a qualquer cultura. Não podemos dar como normal o
> linchamento de pessoas em determinadas culturas. Pelos direitos
> humanos universais, todo mundo merece um julgamento digno. Enfim, é um
> assunto muito discutível
>
> Victor: Não podemos, sob hipótese alguma, fazer comparações
entre as leis da física, estas sim, universais, e "leis morais", que
são de um relativismo que faz pena, conforme discutido no
questionamento anterior, onde, particularmente, usei exemplos simples
e possíveis de situações que mostram claramente essa maleabilidade no
que se refere a conceitos do tipo discutido neste e-mail e nesta
thread. São duas coisa tão diferentes quanto um ser vivo e uma pedra.
Fico com a impressão de que o amigo não tem a mínima idéia do que
sejam leis físicas; pois incluí-la num contexto desse tipo, buscando
ancoramento para justificar uma "universalidade" de leis morais, ou
que isto seja, é, queira me desculpar, no mínimo, um disparate. Pelo
que denota, apenas, desconhecimento do que está tratando. Não sei
sua formação. Só sei, agora, que ela nada a ver com física ou
matemática. Se for filósofo, ou estudante de filosofia, pior ainda.
Mas sugiro, fortemente, que, antes de fazer uma dessas tolas
analogias, até por respeito aos que sabidamente não são da área
científica, nem querem saber dessas coisas, embora saibam muitas
outras, que os da área nem desconfiam, procure informar-se melhor a
respeito de um dos objetos referenciados. Por isso, vou tirar 100
pontos de você. Será, agora, apenas "romano_70"!
>
> Romano_70: Não podemos dar como normal o
> linchamento de pessoas em determinadas culturas. Pelos direitos
> humanos universais, todo mundo merece um julgamento digno. Enfim, é um
> assunto muito discutível.
>
> Victor: Repetí o texto acima, de certa forma já comentado, para
tecer mais alguns comentários. Você diz: " Não podemos dar como normal
o linchamento de pessoas em determinadas culturas". Embora isto não
seja verdadeiro sequer para nós, que "não achamos normal", só quero
lembrar que não está se tratando de acharmos ou não normal tal ou qual
comportamento de determinadas culturas. Trata-se, apenas, do que esta
cultura acha ou entende como certo para ela! Tratam-se de suas
realidades inerentes, atreladas aos costumes e tradições daquela
determinada sociedade. O certo ou errado, refere-se à cultura em si.
Não ao que pensam outras culturas, que têm, de maneira igualmente
corretas suas tradições e comportamentos. O que uma acha em relação a
outra, vice-versa, é irrelevante. Agora, voltemos um pouquinho cá
para dentro de nossa sociedade, que se arvora o direito de ter as
verdades absolutas: o que pensamos, muitos de nós, ante uma
atrocidade como aquela que ocorreu com o garoto João, ou com o o
sequestro, estupro e assassinato de duas garotas estudantes de 10 e 13
anos, aquí em Pernambuco? Garanto uma coisa: uma boa parte da
população trucidaria, sem remorsos posterioes, os bandidos que
cometeram os desatinos. Ou não é assim? Mas empunhamos o cajado da
justiça e da retidão para criticar comportamentos às vezes tão crueis
quanto os que você cita, como base para seus argumentos. Agora, admito
que há uma coisa que pode ser universal: a hipocrisia. Todos merecem
um julgamento digno, você diz certo. Mas até o conceito de "julgamento
digno" é varíavel também. De uma fluidez que dá gosto! Depende da
sociedade, e o caráter fluídico do conceito está diretamente ligado
ao que NÓS pensamos a respeito do que pensa aquela determinada
sociedade.
>
> " Enfim, é um assunto muito discutível.", conforme você conclui
sua própria prosopopéia. Mas é disso que estamos tratando, durante
todo o tempo.
>
> Sds,
>
> Victor.
>
>
>
> Sds,Romano
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor" <jvoneto@> escreveu
> >
> > Ricardo,
> >
> > Você fechou claramente o que tentei expor com exemplos, centrados em
> circunstâncias igualmente claras. Moral, ética, religião,
> comportamento, enfim, tudo é uma função geográfica!. Para mim,isto é
> de uma clareza, sobre o que não tenho dúvidas, o que me economiza o
> tempo de estar elaborando perguntas e mais perguntas. Minha realidade
> é minha realidade. A de outros, é a de outros. Que só depende do lugar
> e/ou das circunstâncias, como se tem corretamente enfatizado. Imagina
> que eu, civilizado como penso que sou, tivesse nascido em uma tribo
> brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra, aprisionei uma linda
> guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois, viria uma batata de
> perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já almocei.
> >
> > Sds,
> > Victor.
>
>
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>




SUBJECT: Re: A utilidade de um Pêndulo
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 14:21

Prof. Léo, o que o Sr. poderia nos dizer sobre a
explicação/demonstração contida no vídeo-2
(http://www.micropixel.biz/veljkomilkovic/videos/Veljko_Milkovic_(video-
2)_Device_for_testing.wmv)?

Tem algo de novo?

Obrigado

Tipoalgo




SUBJECT: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 14:42

Chicão,

O fato de existir um documento desse tipo só corrobora o que Homero, Ricardo e o escriba aquí têm exposto, neste e em outros e-mails! A carta de Direitos Humano é uma tentativa de igualar comportamentos, dentro de um padrão
humanitário, conforme os signatários acham que deve ser. Perfeito, e isto é desejável. Mas, fundamentalmente, surgiu em razão dessa flutuação geográfica e circunstanciais de ações e comportamentos. Nada demais, em relação a isso. Eu mesmo acharia uma beleza que as todas pessoas tivessem tratamentos decentes, respeitosos e dignos, em qualquer parte do mundo!. E pergunto: quem não gostaria? Sem exceção. Documentos como esses só expressam esses nossos desejos. Pretendem sensibilizar as sociedades que continuam exibindo comportamento prá lá de medieval, segundo nossa ótica, repito. Mas é só isso! Tudo o que discutí e comentei referiu-se ao status comportamental das várias regiões do planeta, agora e em épocas passadas. Que são daquele jeito, e naõ de outro, diferente de nosso modus operandi. Em nenhum momento, eu ou qualquer outro debatedor declarou que concordava com tal ou qual coisa. Apenas comentou a realidade dos fatos de hoje, apesar de estarmos no século 21. Você acha que algumas sociedades da África vão deixar, por exemplo, de amputar o clítoris de criancinhas para prevenir atos "pecaminosos" num futuro de adulta, por causa de um documento desse tipo? Estão é se lixando e nos chamando de babacas e pecadores. Isto para nós é um crime incomensurável, horroroso, animalesco e mediaval. Para eles, não. E certamente acham mesmo que crime seria não fazê-lo. Ou lapidar mulheres adultas, por "crimes" de adultério fora de uma relação segundo seus padrões? Você sabe o que significa lapidar pessoas nessas culturas? Se não sabe, arrepie-se todo, quando souber. Pense a respeito. Para nós isso é impensável. Para eles, não! E até acham bom, para treinar a pontaria... Estes são apenas alguns exemplos mais à mão, veiculados frequentemente pela mídia. Você acha que o povo alemão, em sua GRANDE MAIORIA, não estava de acordo com o chamado holocausto? Os judeus passaram a ser, a partir de dado momento, menos que animais daninhos, seres viventes abjetos. A grande maioria não tinha o menor remorso pelo que estava acontecendo. Não foi apenas Hitler o culpado, não foi a política alemã a única culpada. Aquela sociedade incorporou e materializou esse comportamento, achado correto e necessário. Ou não foi? Está errado para nós. Mas não esteve para a maioria alemã das décadas de 30/40, nem está para milhões, ainda hoje, que não acredita naquele holocausto, naquelas coisas. E aí, onde está a ética universal? Veja bem, e aqui nem estou tratando de sociedades mais atrasadas. Mas de uma cá de nossas plagas, de galegões e tudo o mais! Há centenas de exemplos mais próximos de nós próprios, que poderiam ser citados, entre outros mencionados em postagens anteriores.
Só quero dizer, para finalizar, que a existência ou não de Documentos como o que você cita, infelizmente, é irrelevante para o que realmente existe nesse mister. Nem fede nem cheira.
Meus comentários referem-se, apenas, aos dados conhecidos. E estes representam os mais contundentes argumentos.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Chicao Valadares
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 14, 2007 12:43 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )


Victor e Ricardo voces acabaram de declarar morte a
Declaração Universal dos Direitos do Homem !!!

Me digam uma coisa, por que voces acham
que se escreve coisas desse tipo:
http://www.gddc.pt/direitos-humanos/textos-internacionais-dh/universais.html

Apenas instrumento de retórica??

--- Victor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:

> Romano_170,
>
>
> ----- Original Message -----
> From: romano_170
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, February 13, 2007 3:25 PM
> Subject: [ciencialist] As baratas, nossas
> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
>
>
> Romano: Não concordo.
>
> Victor: Este é um direito que você tem.
>
> Romano_170: Existem leis naturais universais
> válidos pra qualquer cultura, o amor é uma delas, o
> ódio em qualquer cultura é prejudical, nos leva a
> matar
> e cometer todos os tipos de atrocidades.
>
> Victor: Mas não se trata disso, da influência do
> emocional, que esta é comum ao ser humano, qualquer
> que seja o contexto em que este esteja inserido.
> Mesmo assim, já que falou, o emocional é engolido
> pelos costumes de tal ou qual sociedade, tem seu
> valor minimizado ou desconsiderado quando se trata
> de fazer justiça, o que quer seja isso para
> determinada sociedade. O que achamos um destempero,
> uma coisa de uma crueldade sem limites, um
> comportante alguns milhões de vezes maior que o
> animalesco(que não exibe emoções, move-o apenas o
> instinto de preservação individual e da espécie),
> para outras civilizações não é, de jeito nenhum
> assim. Povos antigos, considerados civilizados e
> avançados em certos conhecimentos, como os maias ou
> astecas, não tinham tais ingredientes em seu
> cardápio do uso deles de cada dia. Era comum, muito
> comum, como prêmio, jogarem "bola" com a cabeça dos
> vencidos numa batalha! Tratava-se de uma mera
> diversão e o prazer do escárnio ao vencido, que
> perdia interiramente o valor de humano. Onde está a
> emoção, aí? Não sentiam ´"pena", "dó" ou tinha
> quaisquer sentimentos do errado, do condenável.
> Ainda hoje há sociedades que exibem tradições
> milenares bizarras, onde o o sentimento de amor,
> ódio, ou o que seja, nem fedem nem cheiram.
>
> Ou seja, tais comportamentes sociais nada têm a
> ver com o tipo de coisa que outras sociedades possam
> pensar a respeito. O que uma pensa em relação à
> outra é absoluta e reciprocamente transparente.
>
> Em suma, o que disse no e-mail anterior e em
> outros, refere-se exclusivamente ao comportamento e
> posturas sociais apenas naquele meio social.
> Referia-me, e acho que foi desnecessário explictar
> isso, à realidade e às verdades inerentes a tal ou
> qual grupamento social. O que nós, ou outras
> sociedades achamos a respeito em absoluto não atinge
> as outras, como já enfatizei, e repito agora. E
> estas, também, não compreendem a razão pela qual
> pensamos e agimos assim, que para elas está errado,
> é um absurdo, que estão certíssimas. Ou seja, do
> mesmo jeito que pensamos a respeito delas. É o tal
> caso: vale o vice-versa e o versa-vice. E nada
> podemos tascar a respeito.
>
>
> Romano_170: Se as leis da física valem em qualquer
> lugar da Terra, as leis morais
> tb são válidas a qualquer cultura. Não podemos dar
> como normal o
> linchamento de pessoas em determinadas culturas.
> Pelos direitos
> humanos universais, todo mundo merece um
> julgamento digno. Enfim, é um
> assunto muito discutível
>
> Victor: Não podemos, sob hipótese alguma, fazer
> comparações entre as leis da física, estas sim,
> universais, e "leis morais", que são de um
> relativismo que faz pena, conforme discutido no
> questionamento anterior, onde, particularmente, usei
> exemplos simples e possíveis de situações que
> mostram claramente essa maleabilidade no que se
> refere a conceitos do tipo discutido neste e-mail e
> nesta thread. São duas coisa tão diferentes quanto
> um ser vivo e uma pedra. Fico com a impressão de
> que o amigo não tem a mínima idéia do que sejam leis
> físicas; pois incluí-la num contexto desse tipo,
> buscando ancoramento para justificar uma
> "universalidade" de leis morais, ou que isto seja,
> é, queira me desculpar, no mínimo, um disparate.
> Pelo que denota, apenas, desconhecimento do que
> está tratando. Não sei sua formação. Só sei, agora,
> que ela nada a ver com física ou matemática. Se for
> filósofo, ou estudante de filosofia, pior ainda.
> Mas sugiro, fortemente, que, antes de fazer uma
> dessas tolas analogias, até por respeito aos que
> sabidamente não são da área científica, nem querem
> saber dessas coisas, embora saibam muitas outras,
> que os da área nem desconfiam, procure informar-se
> melhor a respeito de um dos objetos referenciados.
> Por isso, vou tirar 100 pontos de você. Será,
> agora, apenas "romano_70"!
>
> Romano_70: Não podemos dar como normal o
> linchamento de pessoas em determinadas culturas.
> Pelos direitos
> humanos universais, todo mundo merece um
> julgamento digno. Enfim, é um
> assunto muito discutível.
>
> Victor: Repetí o texto acima, de certa forma já
> comentado, para tecer mais alguns comentários. Você
> diz: " Não podemos dar como normal o linchamento de
> pessoas em determinadas culturas". Embora isto não
> seja verdadeiro sequer para nós, que "não achamos
> normal", só quero lembrar que não está se tratando
> de acharmos ou não normal tal ou qual comportamento
> de determinadas culturas. Trata-se, apenas, do que
> esta cultura acha ou entende como certo para ela!
> Tratam-se de suas realidades inerentes, atreladas
> aos costumes e tradições daquela determinada
> sociedade. O certo ou errado, refere-se à cultura em
> si. Não ao que pensam outras culturas, que têm, de
> maneira igualmente corretas suas tradições e
> comportamentos. O que uma acha em relação a outra,
> vice-versa, é irrelevante. Agora, voltemos um
> pouquinho cá para dentro de nossa sociedade, que se
> arvora o direito de ter as verdades absolutas: o que
> pensamos, muitos de nós, ante uma atrocidade como
> aquela que ocorreu com o garoto João, ou com o o
> sequestro, estupro e assassinato de duas garotas
> estudantes de 10 e 13 anos, aquí em Pernambuco?
> Garanto uma coisa: uma boa parte da população
> trucidaria, sem remorsos posterioes, os bandidos que
> cometeram os desatinos. Ou não é assim? Mas
> empunhamos o cajado da justiça e da retidão para
> criticar comportamentos às vezes tão crueis quanto
> os que você cita, como base para seus argumentos.
> Agora, admito que há uma coisa que pode ser
> universal: a hipocrisia. Todos merecem um julgamento
> digno, você diz certo. Mas até o conceito de
> "julgamento digno" é varíavel também. De uma fluidez
> que dá gosto! Depende da sociedade, e o caráter
> fluídico do conceito está diretamente ligado ao que
> NÓS pensamos a respeito do que pensa aquela
> determinada sociedade.
>
> " Enfim, é um assunto muito discutível.", conforme
> você conclui sua própria prosopopéia. Mas é disso
> que estamos tratando, durante todo o tempo.
>
> Sds,
>
> Victor.
>
>
>
> Sds,Romano
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor"
> <jvoneto@...> escreveu
> >
> > Ricardo,
> >
> > Você fechou claramente o que tentei expor com
> exemplos, centrados em
> circunstâncias igualmente claras. Moral, ética,
> religião,
> comportamento, enfim, tudo é uma função
> geográfica!. Para mim,isto é
> de uma clareza, sobre o que não tenho dúvidas, o
> que me economiza o
> tempo de estar elaborando perguntas e mais
> perguntas. Minha realidade
> é minha realidade. A de outros, é a de outros. Que
> só depende do lugar
> e/ou das circunstâncias, como se tem corretamente
> enfatizado. Imagina
> que eu, civilizado como penso que sou, tivesse
> nascido em uma tribo
> brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra,
> aprisionei uma linda
> guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois,
> viria uma batata de
> perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já
> almocei.
> >
> > Sds,
> > Victor.

"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 14:51

Victor,

Colocando as coisas deste jeito, pessoas inteligentes, vão perceber as
falhas lógicas do seu argumento. Dizer que direitos humanos parte de
desejos e não da razão acaba com a discussão por aqui, porque assim
voce mata toda a filosofia

Abs,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor" <jvoneto@...> escreveu
>
> Chicão,
>
> O fato de existir um documento desse tipo só corrobora o que Homero,
Ricardo e o escriba aquí têm exposto, neste e em outros e-mails! A
carta de Direitos Humano é uma tentativa de igualar comportamentos,
dentro de um padrão
> humanitário, conforme os signatários acham que deve ser. Perfeito, e
isto é desejável. Mas, fundamentalmente, surgiu em razão dessa
flutuação geográfica e circunstanciais de ações e comportamentos. Nada
demais, em relação a isso. Eu mesmo acharia uma beleza que as todas
pessoas tivessem tratamentos decentes, respeitosos e dignos, em
qualquer parte do mundo!. E pergunto: quem não gostaria? Sem exceção.
Documentos como esses só expressam esses nossos desejos. Pretendem
sensibilizar as sociedades que continuam exibindo comportamento prá lá
de medieval, segundo nossa ótica, repito. Mas é só isso! Tudo o que
discutí e comentei referiu-se ao status comportamental das várias
regiões do planeta, agora e em épocas passadas. Que são daquele jeito,
e naõ de outro, diferente de nosso modus operandi. Em nenhum momento,
eu ou qualquer outro debatedor declarou que concordava com tal ou qual
coisa. Apenas comentou a realidade dos fatos de hoje, apesar de
estarmos no século 21. Você acha que algumas sociedades da África vão
deixar, por exemplo, de amputar o clítoris de criancinhas para
prevenir atos "pecaminosos" num futuro de adulta, por causa de um
documento desse tipo? Estão é se lixando e nos chamando de babacas e
pecadores. Isto para nós é um crime incomensurável, horroroso,
animalesco e mediaval. Para eles, não. E certamente acham mesmo que
crime seria não fazê-lo. Ou lapidar mulheres adultas, por "crimes" de
adultério fora de uma relação segundo seus padrões? Você sabe o que
significa lapidar pessoas nessas culturas? Se não sabe, arrepie-se
todo, quando souber. Pense a respeito. Para nós isso é impensável.
Para eles, não! E até acham bom, para treinar a pontaria... Estes são
apenas alguns exemplos mais à mão, veiculados frequentemente pela
mídia. Você acha que o povo alemão, em sua GRANDE MAIORIA, não estava
de acordo com o chamado holocausto? Os judeus passaram a ser, a partir
de dado momento, menos que animais daninhos, seres viventes abjetos. A
grande maioria não tinha o menor remorso pelo que estava acontecendo.
Não foi apenas Hitler o culpado, não foi a política alemã a única
culpada. Aquela sociedade incorporou e materializou esse
comportamento, achado correto e necessário. Ou não foi? Está errado
para nós. Mas não esteve para a maioria alemã das décadas de 30/40,
nem está para milhões, ainda hoje, que não acredita naquele
holocausto, naquelas coisas. E aí, onde está a ética universal? Veja
bem, e aqui nem estou tratando de sociedades mais atrasadas. Mas de
uma cá de nossas plagas, de galegões e tudo o mais! Há centenas de
exemplos mais próximos de nós próprios, que poderiam ser citados,
entre outros mencionados em postagens anteriores.
> Só quero dizer, para finalizar, que a existência ou não de
Documentos como o que você cita, infelizmente, é irrelevante para o
que realmente existe nesse mister. Nem fede nem cheira.
> Meus comentários referem-se, apenas, aos dados conhecidos. E estes
representam os mais contundentes argumentos.
>
> Sds,
> Victor.
>
> ----- Original Message -----
> From: Chicao Valadares
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Wednesday, February 14, 2007 12:43 PM
> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era
Re: Carne: enfim o método )
>
>
> Victor e Ricardo voces acabaram de declarar morte a
> Declaração Universal dos Direitos do Homem !!!
>
> Me digam uma coisa, por que voces acham
> que se escreve coisas desse tipo:
>
http://www.gddc.pt/direitos-humanos/textos-internacionais-dh/universais.html
>
> Apenas instrumento de retórica??
>
> --- Victor <jvoneto@...> escreveu:
>
> > Romano_170,
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: romano_170
> > To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > Sent: Tuesday, February 13, 2007 3:25 PM
> > Subject: [ciencialist] As baratas, nossas
> > irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
> >
> >
> > Romano: Não concordo.
> >
> > Victor: Este é um direito que você tem.
> >
> > Romano_170: Existem leis naturais universais
> > válidos pra qualquer cultura, o amor é uma delas, o
> > ódio em qualquer cultura é prejudical, nos leva a
> > matar
> > e cometer todos os tipos de atrocidades.
> >
> > Victor: Mas não se trata disso, da influência do
> > emocional, que esta é comum ao ser humano, qualquer
> > que seja o contexto em que este esteja inserido.
> > Mesmo assim, já que falou, o emocional é engolido
> > pelos costumes de tal ou qual sociedade, tem seu
> > valor minimizado ou desconsiderado quando se trata
> > de fazer justiça, o que quer seja isso para
> > determinada sociedade. O que achamos um destempero,
> > uma coisa de uma crueldade sem limites, um
> > comportante alguns milhões de vezes maior que o
> > animalesco(que não exibe emoções, move-o apenas o
> > instinto de preservação individual e da espécie),
> > para outras civilizações não é, de jeito nenhum
> > assim. Povos antigos, considerados civilizados e
> > avançados em certos conhecimentos, como os maias ou
> > astecas, não tinham tais ingredientes em seu
> > cardápio do uso deles de cada dia. Era comum, muito
> > comum, como prêmio, jogarem "bola" com a cabeça dos
> > vencidos numa batalha! Tratava-se de uma mera
> > diversão e o prazer do escárnio ao vencido, que
> > perdia interiramente o valor de humano. Onde está a
> > emoção, aí? Não sentiam ´"pena", "dó" ou tinha
> > quaisquer sentimentos do errado, do condenável.
> > Ainda hoje há sociedades que exibem tradições
> > milenares bizarras, onde o o sentimento de amor,
> > ódio, ou o que seja, nem fedem nem cheiram.
> >
> > Ou seja, tais comportamentes sociais nada têm a
> > ver com o tipo de coisa que outras sociedades possam
> > pensar a respeito. O que uma pensa em relação à
> > outra é absoluta e reciprocamente transparente.
> >
> > Em suma, o que disse no e-mail anterior e em
> > outros, refere-se exclusivamente ao comportamento e
> > posturas sociais apenas naquele meio social.
> > Referia-me, e acho que foi desnecessário explictar
> > isso, à realidade e às verdades inerentes a tal ou
> > qual grupamento social. O que nós, ou outras
> > sociedades achamos a respeito em absoluto não atinge
> > as outras, como já enfatizei, e repito agora. E
> > estas, também, não compreendem a razão pela qual
> > pensamos e agimos assim, que para elas está errado,
> > é um absurdo, que estão certíssimas. Ou seja, do
> > mesmo jeito que pensamos a respeito delas. É o tal
> > caso: vale o vice-versa e o versa-vice. E nada
> > podemos tascar a respeito.
> >
> >
> > Romano_170: Se as leis da física valem em qualquer
> > lugar da Terra, as leis morais
> > tb são válidas a qualquer cultura. Não podemos dar
> > como normal o
> > linchamento de pessoas em determinadas culturas.
> > Pelos direitos
> > humanos universais, todo mundo merece um
> > julgamento digno. Enfim, é um
> > assunto muito discutível
> >
> > Victor: Não podemos, sob hipótese alguma, fazer
> > comparações entre as leis da física, estas sim,
> > universais, e "leis morais", que são de um
> > relativismo que faz pena, conforme discutido no
> > questionamento anterior, onde, particularmente, usei
> > exemplos simples e possíveis de situações que
> > mostram claramente essa maleabilidade no que se
> > refere a conceitos do tipo discutido neste e-mail e
> > nesta thread. São duas coisa tão diferentes quanto
> > um ser vivo e uma pedra. Fico com a impressão de
> > que o amigo não tem a mínima idéia do que sejam leis
> > físicas; pois incluí-la num contexto desse tipo,
> > buscando ancoramento para justificar uma
> > "universalidade" de leis morais, ou que isto seja,
> > é, queira me desculpar, no mínimo, um disparate.
> > Pelo que denota, apenas, desconhecimento do que
> > está tratando. Não sei sua formação. Só sei, agora,
> > que ela nada a ver com física ou matemática. Se for
> > filósofo, ou estudante de filosofia, pior ainda.
> > Mas sugiro, fortemente, que, antes de fazer uma
> > dessas tolas analogias, até por respeito aos que
> > sabidamente não são da área científica, nem querem
> > saber dessas coisas, embora saibam muitas outras,
> > que os da área nem desconfiam, procure informar-se
> > melhor a respeito de um dos objetos referenciados.
> > Por isso, vou tirar 100 pontos de você. Será,
> > agora, apenas "romano_70"!
> >
> > Romano_70: Não podemos dar como normal o
> > linchamento de pessoas em determinadas culturas.
> > Pelos direitos
> > humanos universais, todo mundo merece um
> > julgamento digno. Enfim, é um
> > assunto muito discutível.
> >
> > Victor: Repetí o texto acima, de certa forma já
> > comentado, para tecer mais alguns comentários. Você
> > diz: " Não podemos dar como normal o linchamento de
> > pessoas em determinadas culturas". Embora isto não
> > seja verdadeiro sequer para nós, que "não achamos
> > normal", só quero lembrar que não está se tratando
> > de acharmos ou não normal tal ou qual comportamento
> > de determinadas culturas. Trata-se, apenas, do que
> > esta cultura acha ou entende como certo para ela!
> > Tratam-se de suas realidades inerentes, atreladas
> > aos costumes e tradições daquela determinada
> > sociedade. O certo ou errado, refere-se à cultura em
> > si. Não ao que pensam outras culturas, que têm, de
> > maneira igualmente corretas suas tradições e
> > comportamentos. O que uma acha em relação a outra,
> > vice-versa, é irrelevante. Agora, voltemos um
> > pouquinho cá para dentro de nossa sociedade, que se
> > arvora o direito de ter as verdades absolutas: o que
> > pensamos, muitos de nós, ante uma atrocidade como
> > aquela que ocorreu com o garoto João, ou com o o
> > sequestro, estupro e assassinato de duas garotas
> > estudantes de 10 e 13 anos, aquí em Pernambuco?
> > Garanto uma coisa: uma boa parte da população
> > trucidaria, sem remorsos posterioes, os bandidos que
> > cometeram os desatinos. Ou não é assim? Mas
> > empunhamos o cajado da justiça e da retidão para
> > criticar comportamentos às vezes tão crueis quanto
> > os que você cita, como base para seus argumentos.
> > Agora, admito que há uma coisa que pode ser
> > universal: a hipocrisia. Todos merecem um julgamento
> > digno, você diz certo. Mas até o conceito de
> > "julgamento digno" é varíavel também. De uma fluidez
> > que dá gosto! Depende da sociedade, e o caráter
> > fluídico do conceito está diretamente ligado ao que
> > NÓS pensamos a respeito do que pensa aquela
> > determinada sociedade.
> >
> > " Enfim, é um assunto muito discutível.", conforme
> > você conclui sua própria prosopopéia. Mas é disso
> > que estamos tratando, durante todo o tempo.
> >
> > Sds,
> >
> > Victor.
> >
> >
> >
> > Sds,Romano
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor"
> > <jvoneto@> escreveu
> > >
> > > Ricardo,
> > >
> > > Você fechou claramente o que tentei expor com
> > exemplos, centrados em
> > circunstâncias igualmente claras. Moral, ética,
> > religião,
> > comportamento, enfim, tudo é uma função
> > geográfica!. Para mim,isto é
> > de uma clareza, sobre o que não tenho dúvidas, o
> > que me economiza o
> > tempo de estar elaborando perguntas e mais
> > perguntas. Minha realidade
> > é minha realidade. A de outros, é a de outros. Que
> > só depende do lugar
> > e/ou das circunstâncias, como se tem corretamente
> > enfatizado. Imagina
> > que eu, civilizado como penso que sou, tivesse
> > nascido em uma tribo
> > brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra,
> > aprisionei uma linda
> > guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois,
> > viria uma batata de
> > perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já
> > almocei.
> > >
> > > Sds,
> > > Victor.
>
> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
> O que há é pouca gente para dar por isso... "
> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
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SUBJECT: P/ Chicao - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 15:40

Nada a ver, vale pra todos os seres humanos, inclusive muçulmanos

1) que o direito à liberdade e à igualdade é um direito inato e não
pode ser alienado; e

(2) que, porque o homem é um ser racional e moral, é diferente de
todas as outras criaturas da terra e, por isso, titular de certos
direitos e liberdades de que as outras criaturas não gozam.

O Artigo 2.º, que exprime o princípio básico da igualdade e da
não-discriminação no que se refere ao gozo de direitos humanos e
liberdades fundamentais, proíbe qualquer «distinção, nomeadamente de
raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou
outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de
qualquer outra situação».

São inegavelmernte direitos universais

Abs,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@...> escreveu
>
> Para muitos povos, muitas culturas, muitos indivíduos, a Carta de
Direitos Humanos, deveria ser bem diferente para ser satisfatória.
Para muitas religiões, por exemplo, ela deveria conter menção a
necessidade de seguir uma determinada religião ou as normas de um
determinado deus. O Papa, e o Vaticano, protestaram recentemente pela
eliminação a menção de deus nos acordos e regras da comunidade
europeia. E a base da religião muçulmana é o advento do tempo em que
TODOS sem exceção, sejam muçulamnos, e portanto uma Carta de Direitos
Humanos deveria assim determinar, para ser perfeita.




SUBJECT: P/ Chicão - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 15:46

Olá Chicão

Chicão: "Você virou cristão foi??? :p:p"

risos...:-) Tem razão, é mesmo parecido..:-) Mas isso se deve a um efeito da natureza de boa parte das religiões, elas se apropriam de regras, normas e conceitos de uma cultura, e os reapresentam como sendo "normas, regras e conceitos" divinos, enviados pela divindade em questão. Não pe de adimirar que os conceitos filosoficos religiosos se pareçam demais com os conceitos admitidos na cultura onde eles surgem.

Apenas depois de se estabelecerem, e estabilizarem como fonte de normatização, é que as regras religiosas se modificam, para se adequar as vontades dos dirigentes religiosos e da política do momento.

Por isso um sistema "justo" se parece com as normas mais básicas de algumas religiões.

Mas observe que, se sair um pouco das normas básicas, começa a ter problemas com os conceitos, inclusive esse de justiça imparcial. Pois se as regras são justas se todos concordam, mandar ateus para o sofrimento eterno, em fogo e dor, não é exatamente, "cristão"..:-) Mas é norma, dogma, que não se pode descartar.

Chicão: "Então a coisa não é tão relativa quanto você defende.
O mais justo possível seria o máximo de alcance,
extensão e igualdade. Bela aula de cristianismo!!!:p "

Na verdade, não é bem assim. Eu chamei o exemplo de justo, mas sei que é justo "para mim" (e para muitos outros) mas não necessáriametne para todos, ou em todas as circunstâncias. Além disso, é possível imaginar cenários onde a dor e o sofrimento sejam aspectos importantes, e individuos que concordem em se submeter a estes, mesmo que implique em dano para os outros.

Por exemplo, o inferno cristão é parte importante do sistema de crenças deste, e enviar hereges, ateus e discordantes para o sofrimento eterno considerado uma norma "justa".

Retomemos o exemplo, das individualidades decidindo em que sistema de regras vão viver (melhor individualidades que 'almas", para não ser confundido com religião..:-). Um problema que pode advir dessa situação é encontrar alguém que "deseje" o sofrimento, como forma, por exemplo, de expiar culpas ou se aproximar da divindade (e isso é bem mais comum do que parece). Como convencer este individuo que devemos estabalecer regras que impeçam tal sofrimento? Mesmo que concordemos que, se desejar, ele tem o "direito" de agir assim para com si mesmo, ele pode exigir agir assim para com terceiros. Nesse caso, como estabelecer regras gerais, se uma das individualidades se recusa a ceder nessa questão?

O exemplo que eu apresentei, e de que gosto muito, não é livre de falhas. Um grupo de individualidades que precisasse de consenso para nascer, poderia se ver eternamente impedido, por uma exigência irracional, ou fundamentalista. Por exemplo, uma individualidade poderia se recusar a nascer em um mundo que não obrigasse, todos, a seguir suas normas religiosas, se acreditasse que isso é a vontade de deus.

O exemplo é útil até certo ponto, até onde se possa contar com decisões equilibradas e baseadas em razão. Qualquer interferência de crença forte, bagunça tudo e torna tudo mais complicado..:-)

Chicão: "Pimenta nos olhos dos outros é refresco :p."

Um dos ditados mais corretos que já se criou..:-)

Um abraço.

Homero




----- Original Message -----
From: Chicao Valadares
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 14, 2007 12:33 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )


Homero sua resposta esta com o sinal ">", ao contrário
das minhas respostas.

--- Oraculo <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

> Imaginemos que almas ainda não nascidas (e não
> importa aqui se acreditamos em almas ou não, é
> apenas uma hipótese para permitir o raciocínio)
> estejam debatendo as condições do mundo em que irão
> viver. Só nascerão quando todos concordarem com as
> regras desse mundo. Mas, o mais importante, nenhuma
> das almas pode saber de antemão em que condições irá
> nascer. Se será homem, mulher, deficiente, normal,
> alto, baixo, branco, negro, esperto, estúpido, etc,
> etc, etc.
>
> Se você não sabe em que condições irá estar no
> futuro, tende a ser menos tolerante com
> discriminações e danos que pode atingir a você em
> algum momento.
>
> Dessa forma, o acordo final entre essas almas
> parecerá sempre ser a forma mais justa de lidar com
> as pessoas, já que terá abrandado toda e qualquer
> discrepância, benefício ou dano, que fazem parte da
> vida em comum e da vida neste universo. Por exemplo,
> sem saber se nascerá capaz ou com alguma
> deficiência, todas as almas concordarão que não se
> deve penalizar um deficiente, e que é preciso
> compensar essa deficiência, pois isso pode ser em
> seu benefício. Seria também mais difícil que uma
> alma concordasse com oprimir ou massacrar mulheres,
> pois poderia ela a nascer mulher e receber o peso
> dessas regras.

"Fazei aos homens tudo o que queirais que eles vos
façam..."
(MATEUS cap. VII, v. 12)

Você virou cristão foi??? :p:p

> Assim, mesmo sem absolutos, as leis e regras na
> Finlandia parecem ser mais "justas" que as leis e
> regras na Nigéria.
>...
>...
>...
> Me parece que leis justas são as que tem mais amplo
> alcance, aplicação mais extensa e menos
> discriminatória.

Então a coisa não é tão relativa quanto você defende.
O mais justo possível seria o máximo de alcance,
extensão e igualdade. Bela aula de cristianismo!!!:p

> Por isso é tão complicado a questão
> da pena de morte, pois a maioria dos que são a
> favor, sabem perfeitamente que não correm nenhum
> risco de ser objeto da mesma. Dessa forma, é bem
> mais fácil apoiar uma norma que não nos diz
> respeito, nem a nossos filhos e entes queridos. Mais
> difícil seria, por exemplo, apoiar pena de morte
> para, digamos, sonegação fiscal ou corrupção
> administrativa (que, em alguns casos, pode causar
> mais morte, dor e sofrimento que assassinatos).
> Nesses casos, o risco de nos atingir é bem maior, e
> as coisas mudam um pouco de figura.

Pimenta nos olhos dos outros é refresco :p.

"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos

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SUBJECT: P/ Chicao - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 16:10

Olá Chicão

O Vitor já explicou, de forma perfeita, a questão da Carta de Direitos Humanos. E tanto eu como ele, e penso que você, gostariamos de ver a mesma sendo aplicada a todos os povos e indivíduos. Quem não gostaria?

É justamente devida a essa pergunta, "quem não gostaria?", que vou tentar complementar a já perfeita resposta do Vitor. Porque a resposta é, muitos não gostariam.

Para muitos povos, muitas culturas, muitos indivíduos, a Carta de Direitos Humanos, deveria ser bem diferente para ser satisfatória. Para muitas religiões, por exemplo, ela deveria conter menção a necessidade de seguir uma determinada religião ou as normas de um determinado deus. O Papa, e o Vaticano, protestaram recentemente pela eliminação a menção de deus nos acordos e regras da comunidade europeia. E a base da religião muçulmana é o advento do tempo em que TODOS sem exceção, sejam muçulamnos, e portanto uma Carta de Direitos Humanos deveria assim determinar, para ser perfeita.

Ou seja, mesmo a Carta de Direitos Humanos não é um consenso, mas um conjunto de regras relativas.

Que me parece exceletne, mas é uma avaliação subjetiva e pessoal, não um conceito universal.

Um abraço.

Homero


----- Original Message -----
From: Victor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 14, 2007 1:42 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )


Chicão,

O fato de existir um documento desse tipo só corrobora o que Homero, Ricardo e o escriba aquí têm exposto, neste e em outros e-mails! A carta de Direitos Humano é uma tentativa de igualar comportamentos, dentro de um padrão
humanitário, conforme os signatários acham que deve ser. Perfeito, e isto é desejável. Mas, fundamentalmente, surgiu em razão dessa flutuação geográfica e circunstanciais de ações e comportamentos. Nada demais, em relação a isso. Eu mesmo acharia uma beleza que as todas pessoas tivessem tratamentos decentes, respeitosos e dignos, em qualquer parte do mundo!. E pergunto: quem não gostaria? Sem exceção. Documentos como esses só expressam esses nossos desejos. Pretendem sensibilizar as sociedades que continuam exibindo comportamento prá lá de medieval, segundo nossa ótica, repito. Mas é só isso! Tudo o que discutí e comentei referiu-se ao status comportamental das várias regiões do planeta, agora e em épocas passadas. Que são daquele jeito, e naõ de outro, diferente de nosso modus operandi. Em nenhum momento, eu ou qualquer outro debatedor declarou que concordava com tal ou qual coisa. Apenas comentou a realidade dos fatos de hoje, apesar de estarmos no século 21. Você acha que algumas sociedades da África vão deixar, por exemplo, de amputar o clítoris de criancinhas para prevenir atos "pecaminosos" num futuro de adulta, por causa de um documento desse tipo? Estão é se lixando e nos chamando de babacas e pecadores. Isto para nós é um crime incomensurável, horroroso, animalesco e mediaval. Para eles, não. E certamente acham mesmo que crime seria não fazê-lo. Ou lapidar mulheres adultas, por "crimes" de adultério fora de uma relação segundo seus padrões? Você sabe o que significa lapidar pessoas nessas culturas? Se não sabe, arrepie-se todo, quando souber. Pense a respeito. Para nós isso é impensável. Para eles, não! E até acham bom, para treinar a pontaria... Estes são apenas alguns exemplos mais à mão, veiculados frequentemente pela mídia. Você acha que o povo alemão, em sua GRANDE MAIORIA, não estava de acordo com o chamado holocausto? Os judeus passaram a ser, a partir de dado momento, menos que animais daninhos, seres viventes abjetos. A grande maioria não tinha o menor remorso pelo que estava acontecendo. Não foi apenas Hitler o culpado, não foi a política alemã a única culpada. Aquela sociedade incorporou e materializou esse comportamento, achado correto e necessário. Ou não foi? Está errado para nós. Mas não esteve para a maioria alemã das décadas de 30/40, nem está para milhões, ainda hoje, que não acredita naquele holocausto, naquelas coisas. E aí, onde está a ética universal? Veja bem, e aqui nem estou tratando de sociedades mais atrasadas. Mas de uma cá de nossas plagas, de galegões e tudo o mais! Há centenas de exemplos mais próximos de nós próprios, que poderiam ser citados, entre outros mencionados em postagens anteriores.
Só quero dizer, para finalizar, que a existência ou não de Documentos como o que você cita, infelizmente, é irrelevante para o que realmente existe nesse mister. Nem fede nem cheira.
Meus comentários referem-se, apenas, aos dados conhecidos. E estes representam os mais contundentes argumentos.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Chicao Valadares
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 14, 2007 12:43 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )

Victor e Ricardo voces acabaram de declarar morte a
Declaração Universal dos Direitos do Homem !!!

Me digam uma coisa, por que voces acham
que se escreve coisas desse tipo:
http://www.gddc.pt/direitos-humanos/textos-internacionais-dh/universais.html

Apenas instrumento de retórica??

--- Victor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:

> Romano_170,
>
>
> ----- Original Message -----
> From: romano_170
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, February 13, 2007 3:25 PM
> Subject: [ciencialist] As baratas, nossas
> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
>
>
> Romano: Não concordo.
>
> Victor: Este é um direito que você tem.
>
> Romano_170: Existem leis naturais universais
> válidos pra qualquer cultura, o amor é uma delas, o
> ódio em qualquer cultura é prejudical, nos leva a
> matar
> e cometer todos os tipos de atrocidades.
>
> Victor: Mas não se trata disso, da influência do
> emocional, que esta é comum ao ser humano, qualquer
> que seja o contexto em que este esteja inserido.
> Mesmo assim, já que falou, o emocional é engolido
> pelos costumes de tal ou qual sociedade, tem seu
> valor minimizado ou desconsiderado quando se trata
> de fazer justiça, o que quer seja isso para
> determinada sociedade. O que achamos um destempero,
> uma coisa de uma crueldade sem limites, um
> comportante alguns milhões de vezes maior que o
> animalesco(que não exibe emoções, move-o apenas o
> instinto de preservação individual e da espécie),
> para outras civilizações não é, de jeito nenhum
> assim. Povos antigos, considerados civilizados e
> avançados em certos conhecimentos, como os maias ou
> astecas, não tinham tais ingredientes em seu
> cardápio do uso deles de cada dia. Era comum, muito
> comum, como prêmio, jogarem "bola" com a cabeça dos
> vencidos numa batalha! Tratava-se de uma mera
> diversão e o prazer do escárnio ao vencido, que
> perdia interiramente o valor de humano. Onde está a
> emoção, aí? Não sentiam ´"pena", "dó" ou tinha
> quaisquer sentimentos do errado, do condenável.
> Ainda hoje há sociedades que exibem tradições
> milenares bizarras, onde o o sentimento de amor,
> ódio, ou o que seja, nem fedem nem cheiram.
>
> Ou seja, tais comportamentes sociais nada têm a
> ver com o tipo de coisa que outras sociedades possam
> pensar a respeito. O que uma pensa em relação à
> outra é absoluta e reciprocamente transparente.
>
> Em suma, o que disse no e-mail anterior e em
> outros, refere-se exclusivamente ao comportamento e
> posturas sociais apenas naquele meio social.
> Referia-me, e acho que foi desnecessário explictar
> isso, à realidade e às verdades inerentes a tal ou
> qual grupamento social. O que nós, ou outras
> sociedades achamos a respeito em absoluto não atinge
> as outras, como já enfatizei, e repito agora. E
> estas, também, não compreendem a razão pela qual
> pensamos e agimos assim, que para elas está errado,
> é um absurdo, que estão certíssimas. Ou seja, do
> mesmo jeito que pensamos a respeito delas. É o tal
> caso: vale o vice-versa e o versa-vice. E nada
> podemos tascar a respeito.
>
>
> Romano_170: Se as leis da física valem em qualquer
> lugar da Terra, as leis morais
> tb são válidas a qualquer cultura. Não podemos dar
> como normal o
> linchamento de pessoas em determinadas culturas.
> Pelos direitos
> humanos universais, todo mundo merece um
> julgamento digno. Enfim, é um
> assunto muito discutível
>
> Victor: Não podemos, sob hipótese alguma, fazer
> comparações entre as leis da física, estas sim,
> universais, e "leis morais", que são de um
> relativismo que faz pena, conforme discutido no
> questionamento anterior, onde, particularmente, usei
> exemplos simples e possíveis de situações que
> mostram claramente essa maleabilidade no que se
> refere a conceitos do tipo discutido neste e-mail e
> nesta thread. São duas coisa tão diferentes quanto
> um ser vivo e uma pedra. Fico com a impressão de
> que o amigo não tem a mínima idéia do que sejam leis
> físicas; pois incluí-la num contexto desse tipo,
> buscando ancoramento para justificar uma
> "universalidade" de leis morais, ou que isto seja,
> é, queira me desculpar, no mínimo, um disparate.
> Pelo que denota, apenas, desconhecimento do que
> está tratando. Não sei sua formação. Só sei, agora,
> que ela nada a ver com física ou matemática. Se for
> filósofo, ou estudante de filosofia, pior ainda.
> Mas sugiro, fortemente, que, antes de fazer uma
> dessas tolas analogias, até por respeito aos que
> sabidamente não são da área científica, nem querem
> saber dessas coisas, embora saibam muitas outras,
> que os da área nem desconfiam, procure informar-se
> melhor a respeito de um dos objetos referenciados.
> Por isso, vou tirar 100 pontos de você. Será,
> agora, apenas "romano_70"!
>
> Romano_70: Não podemos dar como normal o
> linchamento de pessoas em determinadas culturas.
> Pelos direitos
> humanos universais, todo mundo merece um
> julgamento digno. Enfim, é um
> assunto muito discutível.
>
> Victor: Repetí o texto acima, de certa forma já
> comentado, para tecer mais alguns comentários. Você
> diz: " Não podemos dar como normal o linchamento de
> pessoas em determinadas culturas". Embora isto não
> seja verdadeiro sequer para nós, que "não achamos
> normal", só quero lembrar que não está se tratando
> de acharmos ou não normal tal ou qual comportamento
> de determinadas culturas. Trata-se, apenas, do que
> esta cultura acha ou entende como certo para ela!
> Tratam-se de suas realidades inerentes, atreladas
> aos costumes e tradições daquela determinada
> sociedade. O certo ou errado, refere-se à cultura em
> si. Não ao que pensam outras culturas, que têm, de
> maneira igualmente corretas suas tradições e
> comportamentos. O que uma acha em relação a outra,
> vice-versa, é irrelevante. Agora, voltemos um
> pouquinho cá para dentro de nossa sociedade, que se
> arvora o direito de ter as verdades absolutas: o que
> pensamos, muitos de nós, ante uma atrocidade como
> aquela que ocorreu com o garoto João, ou com o o
> sequestro, estupro e assassinato de duas garotas
> estudantes de 10 e 13 anos, aquí em Pernambuco?
> Garanto uma coisa: uma boa parte da população
> trucidaria, sem remorsos posterioes, os bandidos que
> cometeram os desatinos. Ou não é assim? Mas
> empunhamos o cajado da justiça e da retidão para
> criticar comportamentos às vezes tão crueis quanto
> os que você cita, como base para seus argumentos.
> Agora, admito que há uma coisa que pode ser
> universal: a hipocrisia. Todos merecem um julgamento
> digno, você diz certo. Mas até o conceito de
> "julgamento digno" é varíavel também. De uma fluidez
> que dá gosto! Depende da sociedade, e o caráter
> fluídico do conceito está diretamente ligado ao que
> NÓS pensamos a respeito do que pensa aquela
> determinada sociedade.
>
> " Enfim, é um assunto muito discutível.", conforme
> você conclui sua própria prosopopéia. Mas é disso
> que estamos tratando, durante todo o tempo.
>
> Sds,
>
> Victor.
>
>
>
> Sds,Romano
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor"
> <jvoneto@...> escreveu
> >
> > Ricardo,
> >
> > Você fechou claramente o que tentei expor com
> exemplos, centrados em
> circunstâncias igualmente claras. Moral, ética,
> religião,
> comportamento, enfim, tudo é uma função
> geográfica!. Para mim,isto é
> de uma clareza, sobre o que não tenho dúvidas, o
> que me economiza o
> tempo de estar elaborando perguntas e mais
> perguntas. Minha realidade
> é minha realidade. A de outros, é a de outros. Que
> só depende do lugar
> e/ou das circunstâncias, como se tem corretamente
> enfatizado. Imagina
> que eu, civilizado como penso que sou, tivesse
> nascido em uma tribo
> brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra,
> aprisionei uma linda
> guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois,
> viria uma batata de
> perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já
> almocei.
> >
> > Sds,
> > Victor.

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SUBJECT: [RN] CRIACIONISTAS OBTEM DOUTORADO EM CIENCIAS
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 16:25

NYTIMES, 12-02-2007

BELIEVING SCRIPTURE BUT PLAYING BY SCIENCE'S RULES

Conelia Dean

"Kingston, R.I. — There is nothing much unusual about the 197-page
dissertation Marcus R. Ross submitted in December to complete his
doctoral degree in geosciences here at the University of Rhode Island.

His subject was the abundance and spread of mosasaurs, marine reptiles
that, as he wrote, vanished at the end of the Cretaceous era about 65
million years ago. The work is "impeccable," said David E. Fastovsky,
a paleontologist and professor of geosciences at the university who
was Dr. Ross's dissertation adviser. "He was working within a strictly
scientific framework, a conventional scientific framework."

But Dr. Ross is hardly a conventional paleontologist. He is a "young
earth creationist" — he believes that the Bible is a literally true
account of the creation of the universe, and that the earth is at most
10,000 years old." (e)
http://www.nytimes.com/2007/02/12/science/12geologist.html
--------

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: P/ Vitor - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 16:30

Olá Vitor

Vitor, Romano/Tagore/Bradock/etc é apenas um troll, que muda de nick a
cada semana, para "pegar" incautos listeiros que, se soubessem que é
ele de novo (Bradock/Tagore/Pubmed/rtjunior/Romano/etc) não dariam
atenção, nem responderiam a nenhuma mensagem.

Tudo que ele deseja é atenção, arrumar encrenca e bater boca. Arrumou
encrenca com o Takata, "a favor" do vegetarianismo, e arrumou encrenca
com a Bruna, "contra" o vegetarianismo. Diga A, ele dirá B, diga B,
ele dirá A.

E copiará centenas de links e trechos de texto que não leu e não entende.

Todo esforço em escrever longas, e racionais, considerações,a
argumentos, evidências, etc, é inútil e se perde em respostas como essas:

Troll: "Não há diferenças entre leis físicas e leis morais. Sem amor a
existencia é impossível. Não há relativismo algum nisso."

Fala sério..:-) Dá para conversar com quem escreve isso?!..:-)

É só um troll, fingindo ser mais esperto e mais importante do que é..:-)

Gostei muito de suas mensagens, mas serão pouco proveitosas para tal
entidade malígna..:-) Em pouco tempo, quando todos se cansarem de seus
absurdos como Romano_170 (deveria ser romano_171..:-), ele "some" e
volta com novo nick, disfarçado, sem avisar ninguém, tentando "pegar"
novas vítimas.

Foi assim que conseguiu ser expulso de diversas listas..:-)

Um abraço.

Homero





SUBJECT: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 17:06

Olá, Romano,

Romano-170(repuz os 100):
No seu email voce tentou me desqualificar , apelando para formações,
etc e escambau. Digo e repito, inteligencia não tem nada a ver com
formação nenhuma, inclusive física e matemática. Voce tb não é físico,
e discute aqui não? Não vai comparar a formação de um físico teórico
com a de um engenheiro eletrônico. Mas te digo, inteligência e
formação cultura-científica não garante a inteligencia de uma pessoa.

Victor: Se entendeu assim, peço desculpas.Não foi de maneira alguma esta, a minha intenção; além disso, procuro evitar expedientes desse tipo( a não ser que me futuquem...). Mas se eu começar a falar sobre biologia, química, geografia, você, se for sabidinho em algumas delas, descobrirá, sem sombras de dúvidas, que não sei do que estou falando, não com propriedade, com segurança. Capturaste, agora?

Sobre o conteúdo do texto,mantenho tudo que está alí, e continuo achando que você está equivocado, naturalmente, se comparado ao meu quadro de referências. Por isso,não comentarei o restante de seu texto.

Sds,

Victor





----- Original Message -----
From: romano_170
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 14, 2007 1:13 PM
Subject: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )


Victor ,

Não há diferenças entre leis físicas e leis morais. Sem amor a
existencia é impossível. Não há relativismo algum nisso. Vou explicar.
O que existe uma irrefletida maneira e de pensar de determinadas
culturas e povos(mas não que o relativismo seja verdadeiro para cada
cultura) - O que pesa nestas culturas? A falta de conhecimento é uma
das coisas que contribuem para o relativismo, o fato de um aborígene
desconhecer as leis da física, e praticar canibalismo, não faz da
cultura dele mais certa eticamente e intelectual que a nossa. Se ele
não tiver os conhecimentos necessários, a vida deles será vivida
pobremente, sem nenhum conceito de moralidade ou ciência. Um ser ou
uma civilização esclarecida não colocaria outro ser humano num
caldeirão com cebola. Então não tem essa de que eles estão certos e
que a moral deles é válida só porque fazem isso. Então, segundo seu
raciocínio, se eles desconhecem a moralidade, eles tb desconhecem a
física, e as leis física pra eles não tem nenhuma validade pra eles,
eles viveriam muito bem sem elas.
Se eles desconhecem a moral e a física, e praticam canibalismo, o
canibalismo pra cultura deles pode ser tão verdadeiro como as
descobertas da física? Voce aceitaria isso? Obviamente que não,
obviamente diria que nós fizemos ciência e eles não. Então há
diferença entre os povos civilizados e os povos aborígenes! É um fato

Vamos ver o problema do seu raciocínio: Se assim fosse deveríamos
deixar governos como o Taliban dominar o mundo, já que cada cultura
possue a sua verdade. E diríamos que aquela forma de governo opressora
é válida . Hitler e Mussolini poderiam ter tacado uma bomba em
qualquer país, ter matado mais judeus e ciganos, ora bolas, afinal, a
moralidade dele pode ser tão correta quanto a nossa! :-)

A universalidade das leis morais tem tanto valor para a humanidade
como as leis da física, pois dela depende o entrosamento dos homens
daí a dificuldade dos cientistas em lidar com a religião ou a
filosofia. A ciencia existe porque existe o amor pela humanidade. Se
assim não fosse, não tinha razão de ser. Voce está vivo porque seus
pais o amaram e voce ama seus filhos.

No seu email voce tentou me desqualificar , apelando para formações,
etc e escambau. Digo e repito, inteligencia não tem nada a ver com
formação nenhuma, inclusive física e matemática. Voce tb não é físico,
e discute aqui não? Não vai comparar a formação de um físico teórico
com a de um engenheiro eletrônico. Mas te digo, inteligência e
formação cultura-científica não garante a inteligencia de uma pessoa

Abs,Romano

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor" <jvoneto@...> escreveu
>
> Romano_170,
>
>
> ----- Original Message -----
> From: romano_170
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, February 13, 2007 3:25 PM
> Subject: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re:
Carne: enfim o método )
>
>
> Romano: Não concordo.
>
> Victor: Este é um direito que você tem.
>
> Romano_170: Existem leis naturais universais válidos pra qualquer
cultura, o amor é uma delas, o ódio em qualquer cultura é prejudical,
nos leva a matar
> e cometer todos os tipos de atrocidades.
>
> Victor: Mas não se trata disso, da influência do emocional, que
esta é comum ao ser humano, qualquer que seja o contexto em que este
esteja inserido. Mesmo assim, já que falou, o emocional é engolido
pelos costumes de tal ou qual sociedade, tem seu valor minimizado ou
desconsiderado quando se trata de fazer justiça, o que quer seja isso
para determinada sociedade. O que achamos um destempero, uma coisa de
uma crueldade sem limites, um comportante alguns milhões de vezes
maior que o animalesco(que não exibe emoções, move-o apenas o instinto
de preservação individual e da espécie), para outras civilizações não
é, de jeito nenhum assim. Povos antigos, considerados civilizados e
avançados em certos conhecimentos, como os maias ou astecas, não
tinham tais ingredientes em seu cardápio do uso deles de cada dia. Era
comum, muito comum, como prêmio, jogarem "bola" com a cabeça dos
vencidos numa batalha! Tratava-se de uma mera diversão e o prazer do
escárnio ao vencido, que perdia interiramente o valor de humano. Onde
está a emoção, aí? Não sentiam ´"pena", "dó" ou tinha quaisquer
sentimentos do errado, do condenável. Ainda hoje há sociedades que
exibem tradições milenares bizarras, onde o o sentimento de amor,
ódio, ou o que seja, nem fedem nem cheiram.
>
> Ou seja, tais comportamentes sociais nada têm a ver com o tipo de
coisa que outras sociedades possam pensar a respeito. O que uma pensa
em relação à outra é absoluta e reciprocamente transparente.
>
> Em suma, o que disse no e-mail anterior e em outros, refere-se
exclusivamente ao comportamento e posturas sociais apenas naquele meio
social. Referia-me, e acho que foi desnecessário explictar isso, à
realidade e às verdades inerentes a tal ou qual grupamento social. O
que nós, ou outras sociedades achamos a respeito em absoluto não
atinge as outras, como já enfatizei, e repito agora. E estas, também,
não compreendem a razão pela qual pensamos e agimos assim, que para
elas está errado, é um absurdo, que estão certíssimas. Ou seja, do
mesmo jeito que pensamos a respeito delas. É o tal caso: vale o
vice-versa e o versa-vice. E nada podemos tascar a respeito.
>
>
> Romano_170: Se as leis da física valem em qualquer lugar da Terra,
as leis morais
> tb são válidas a qualquer cultura. Não podemos dar como normal o
> linchamento de pessoas em determinadas culturas. Pelos direitos
> humanos universais, todo mundo merece um julgamento digno. Enfim, é um
> assunto muito discutível
>
> Victor: Não podemos, sob hipótese alguma, fazer comparações
entre as leis da física, estas sim, universais, e "leis morais", que
são de um relativismo que faz pena, conforme discutido no
questionamento anterior, onde, particularmente, usei exemplos simples
e possíveis de situações que mostram claramente essa maleabilidade no
que se refere a conceitos do tipo discutido neste e-mail e nesta
thread. São duas coisa tão diferentes quanto um ser vivo e uma pedra.
Fico com a impressão de que o amigo não tem a mínima idéia do que
sejam leis físicas; pois incluí-la num contexto desse tipo, buscando
ancoramento para justificar uma "universalidade" de leis morais, ou
que isto seja, é, queira me desculpar, no mínimo, um disparate. Pelo
que denota, apenas, desconhecimento do que está tratando. Não sei
sua formação. Só sei, agora, que ela nada a ver com física ou
matemática. Se for filósofo, ou estudante de filosofia, pior ainda.
Mas sugiro, fortemente, que, antes de fazer uma dessas tolas
analogias, até por respeito aos que sabidamente não são da área
científica, nem querem saber dessas coisas, embora saibam muitas
outras, que os da área nem desconfiam, procure informar-se melhor a
respeito de um dos objetos referenciados. Por isso, vou tirar 100
pontos de você. Será, agora, apenas "romano_70"!
>
> Romano_70: Não podemos dar como normal o
> linchamento de pessoas em determinadas culturas. Pelos direitos
> humanos universais, todo mundo merece um julgamento digno. Enfim, é um
> assunto muito discutível.
>
> Victor: Repetí o texto acima, de certa forma já comentado, para
tecer mais alguns comentários. Você diz: " Não podemos dar como normal
o linchamento de pessoas em determinadas culturas". Embora isto não
seja verdadeiro sequer para nós, que "não achamos normal", só quero
lembrar que não está se tratando de acharmos ou não normal tal ou qual
comportamento de determinadas culturas. Trata-se, apenas, do que esta
cultura acha ou entende como certo para ela! Tratam-se de suas
realidades inerentes, atreladas aos costumes e tradições daquela
determinada sociedade. O certo ou errado, refere-se à cultura em si.
Não ao que pensam outras culturas, que têm, de maneira igualmente
corretas suas tradições e comportamentos. O que uma acha em relação a
outra, vice-versa, é irrelevante. Agora, voltemos um pouquinho cá
para dentro de nossa sociedade, que se arvora o direito de ter as
verdades absolutas: o que pensamos, muitos de nós, ante uma
atrocidade como aquela que ocorreu com o garoto João, ou com o o
sequestro, estupro e assassinato de duas garotas estudantes de 10 e 13
anos, aquí em Pernambuco? Garanto uma coisa: uma boa parte da
população trucidaria, sem remorsos posterioes, os bandidos que
cometeram os desatinos. Ou não é assim? Mas empunhamos o cajado da
justiça e da retidão para criticar comportamentos às vezes tão crueis
quanto os que você cita, como base para seus argumentos. Agora, admito
que há uma coisa que pode ser universal: a hipocrisia. Todos merecem
um julgamento digno, você diz certo. Mas até o conceito de "julgamento
digno" é varíavel também. De uma fluidez que dá gosto! Depende da
sociedade, e o caráter fluídico do conceito está diretamente ligado
ao que NÓS pensamos a respeito do que pensa aquela determinada
sociedade.
>
> " Enfim, é um assunto muito discutível.", conforme você conclui
sua própria prosopopéia. Mas é disso que estamos tratando, durante
todo o tempo.
>
> Sds,
>
> Victor.
>
>
>
> Sds,Romano
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor" <jvoneto@> escreveu
> >
> > Ricardo,
> >
> > Você fechou claramente o que tentei expor com exemplos, centrados em
> circunstâncias igualmente claras. Moral, ética, religião,
> comportamento, enfim, tudo é uma função geográfica!. Para mim,isto é
> de uma clareza, sobre o que não tenho dúvidas, o que me economiza o
> tempo de estar elaborando perguntas e mais perguntas. Minha realidade
> é minha realidade. A de outros, é a de outros. Que só depende do lugar
> e/ou das circunstâncias, como se tem corretamente enfatizado. Imagina
> que eu, civilizado como penso que sou, tivesse nascido em uma tribo
> brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra, aprisionei uma linda
> guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois, viria uma batata de
> perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já almocei.
> >
> > Sds,
> > Victor.
>
>
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: P/ Vitor - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 17:12

Acho que apoiando a falácia do Victor, voce acaba na mesma falácia , a
falácia da vovó Mafalda :-)

Vejamos. Os direitos humanos não partem de nossas emoçoes e instintos
segundo um determinado padrão unitário ou tendencias de moda ou
cultura, ele transcende a cultura, e foram fruto de discussões
seculares e consensuais, de princípuios universais válidos para todos
os seres humanos, e não tão somente para alguns interessados

É fruto do conhecimento secular amadurecido, com base na experiencia
humana de sofrimentos, imposições, opressões seculares, injustiças e
valores impostos. Portanto tem uma base, racional, humanista secular.

Teimar quanto a isso é bobagem, cada vez mais pessoas inteligentes
irão perceber oo furo da argumentação de voces

Abs,Romano


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "oraculo333" <oraculo@...> escreveu
>
> Olá Vitor
>
> Vitor, Romano/Tagore/Bradock/etc é apenas um troll, que muda de nick a
> cada semana, para "pegar" incautos listeiros que, se soubessem que é
> ele de novo (Bradock/Tagore/Pubmed/rtjunior/Romano/etc) não dariam
> atenção, nem responderiam a nenhuma mensagem.
>
> Tudo que ele deseja é atenção, arrumar encrenca e bater boca. Arrumou
> encrenca com o Takata, "a favor" do vegetarianismo, e arrumou encrenca
> com a Bruna, "contra" o vegetarianismo. Diga A, ele dirá B, diga B,
> ele dirá A.
>
> E copiará centenas de links e trechos de texto que não leu e não
entende.
>
> Todo esforço em escrever longas, e racionais, considerações,a
> argumentos, evidências, etc, é inútil e se perde em respostas como
essas:
>
> Troll: "Não há diferenças entre leis físicas e leis morais. Sem amor a
> existencia é impossível. Não há relativismo algum nisso."
>
> Fala sério..:-) Dá para conversar com quem escreve isso?!..:-)
>
> É só um troll, fingindo ser mais esperto e mais importante do que é..:-)
>
> Gostei muito de suas mensagens, mas serão pouco proveitosas para tal
> entidade malígna..:-) Em pouco tempo, quando todos se cansarem de seus
> absurdos como Romano_170 (deveria ser romano_171..:-), ele "some" e
> volta com novo nick, disfarçado, sem avisar ninguém, tentando "pegar"
> novas vítimas.
>
> Foi assim que conseguiu ser expulso de diversas listas..:-)
>
> Um abraço.
>
> Homero
>




SUBJECT: Re: O Ambientalista Crente
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 17:13

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(L\)"
> Essa thread começou bem, mas acabou se perdendo. Que provas temos de
> que o aquecimento global é causado pela atividade humana?

Estah no relatorio do IPCC.
http://www.ipcc.ch/

Em outra mensagem eu havia mencionado a correlacao entre temperatura
media e o teor de CO2 - e outros gases-estufa. Alem das medicoes das
emissoes antropogenicas desses gases.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 17:58

Essa thread começou bem, mas acabou se perdendo. Que provas temos de que o
aquecimento global é causado pela atividade humana?

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "GiL" <nanolink01@gmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, February 02, 2007 9:03 AM
Subject: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente


O rapaz aí é colunista do site de ultra-direita abaixo:

http://www.midiasemmascara.org/colunistas.php?aid=78

- Repare que a maioria dos argumentos é pirraça ideológica ou
argumentos de autoridade, e praticamente nada de científico, como ele
tanto parecia pregar no inicio do texto.

- O autor se concentra em argumentos distorcidos ou exagerados, e
deixa de lado os argumentos científicos verdadeiros.

- Mistura observações razoáveis com outras absurdas.

- Em em certos casos, consegue se contradizer em uma mesma frase:por
exemplo, na frase abaixo, onde ele diz que o mundo está numa fase
muito "boa", ao mesmo tempo em que diz que emprego e renda são
preocupações imediatas!
Frase: "o mundo vive uma fase tão boa e rara de bonança, com forte
crescimento econômico por anos seguidos, que as preocupações mais
básicas e imediatas, como emprego e renda, cedem espaço para as
elucubrações distantes."

- Mas há uma explicaçao alternativa: O "mundo" dele está em ótima
fase. E aquecimento global, e interferência humana é "elucubração
distante". Ele é de outro planeta.

Gil

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Joaquim de Campos Salles"
<joaquimsalles@...> escreveu
>
>
> Muito se debate sobre o aquecimento global. Recebi o texto abaixo
falando do
> tema e gostaria da opinião geral sobre o mesmo, a onde esta correto
e a onde
> esta errado ou falho o texto e sua critica.
>
> Existe um trecho em particular que gostaria de opiniões: "Os
ambientalistas
> pessimistas partem de um fato &#8211; o aumento na temperatura média do
planeta &#8211;
> e concluem muitas coisas que não estão, nem de perto, provadas.
Podemos
> estar diante de uma falácia conhecida como non sequitur, onde as
premissas
> são verdadeiras, mas a conclusão não é derivada delas. Não há prova,
e para
> muitos cientistas sequer evidências, de que é a ação humana que
causa tal
> aumento da temperatura. Muitos cientistas renomados, mas ignorados
pela
> mídia e público em geral, afirmam que a temperatura da Terra sempre
oscilou
> bastante, que já foi mais quente que a atual, e que tudo isso é
normal."
>
> Ou seja, resumidamente temos duas hipótese:
>
> 1 - O aquecimento global tem como causa a ação humana;
> 2 - É um fato "natural" e cíclico do planeta;
>
> Só com a afirmação do "aumento médio da temperatura" não da para
refutar
> nenhuma das hipótese acima. Pergunto, existe outras evidencias que
> refutariam alguma das hipóteses acima?
>
> Claro que existe no texto abaixo uma analise política e ideológica
da
> questão que também acho oportuno comentários,
>
> Grato pela ajuda,
>
> Joaquim
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Rodrigo Constantino
>
> O Ambientalista Crente
>
> Rodrigo Constantino
>
> "O método do conhecimento científico é o método crítico: o método da
busca
> por erros e da eliminação de erros a serviço da busca da verdade, a
serviço
> da verdade." (Karl Popper)
>
> Poucos temas atuais são tão dogmáticos como o aquecimento global.
Que o
> planeta está experimentando um aumento na temperatura média, que a
causa
> disso é a ação humana, e que o futuro é catastrófico se nada for
feito pelos
> homens são "verdades" tão absolutas, pelo senso comum, que sequer
merecem
> questionamento sério. Aquele que ousar fazer perguntas, demonstrando
algum
> ceticismo, será logo tachado de herege, como muitos defensores da
razão eram
> na Idade das Trevas, a era onde a superstição dominava o
conhecimento
> racional.
>
> Ocorre que o conhecimento objetivo, como bem nos lembra Karl Popper,
evolui
> justamente pela crítica, pela tentativa de se refutar as teorias. O
> conhecimento é conjectural, "um ousado trabalho de adivinhar, mas se
trata
> de um adivinhar disciplinado pela crítica racional". E segundo
Popper, "isso
> torna a luta contra o pensamento dogmático um dever". Como as
conclusões
> sobre o aquecimento global não parecem abertas às críticas, podemos
concluir
> que se trata de um pensamento dogmático. É um dever lutar contra
isso,
> portanto.
>
> Aqui, não pretendo refutar cientificamente as principais teses dos
> alarmistas de plantão, mas apenas estimular um maior questionamento
sobre
> certas "verdades", ou melhor, dogmas. Não custa lembrar o quanto os
> "especialistas" do passado já erraram sobre esses temas. Basta citar
que na
> década de 1970, o pânico do momento era o esfriamento global.
Podemos falar
> da SARS também, que iria dizimar boa parte da população mundial, tal
como a
> peste negra no passado. Creio que podemos afirmar com elevado grau
de
> certeza, que os especialistas previram umas mil catástrofes das
últimas dez.
> O exagero não é por acaso. Eles vivem disso, e se não há pânico
incutido nas
> pessoas, não há muitas verbas para suas pesquisas.
>
> No recente Fórum de Davos, um dos assuntos centrais foi justamente o
> aquecimento global. Muitos comemoraram, como se finalmente os
economistas
> tivessem acordado para a relevância do assunto. Há, porém, uma
interpretação
> alternativa: o mundo vive uma fase tão boa e rara de bonança, com
forte
> crescimento econômico por anos seguidos, que as preocupações mais
básicas e
> imediatas, como emprego e renda, cedem espaço para as elucubrações
> distantes. E um tom escatológico faz-se necessário, pois caso
contrário,
> ninguém irá dar muita atenção &#8211; nem verbas. A tese malthusiana de
fim do
> mundo sempre conquistou muitos adeptos, ainda que tenha sido
refutada pela
> experiência.
>
> Os ambientalistas pessimistas partem de um fato &#8211; o aumento na
temperatura
> média do planeta &#8211; e concluem muitas coisas que não estão, nem de
perto,
> provadas. Podemos estar diante de uma falácia conhecida como non
sequitur,
> onde as premissas são verdadeiras, mas a conclusão não é derivada
delas. Não
> há prova, e para muitos cientistas sequer evidências, de que é a
ação humana
> que causa tal aumento da temperatura. Muitos cientistas renomados,
mas
> ignorados pela mídia e público em geral, afirmam que a temperatura
da Terra
> sempre oscilou bastante, que já foi mais quente que a atual, e que
tudo isso
> é normal. O diretor do Observatório Astronômico de São Petersburgo,
> Khabibullo Abdusamatov, afirma que a atividade do sol é que causa o
> aquecimento, e não o "efeito estufa".
>
> Ele não está sozinho nesse ceticismo. A lista é enorme, na verdade:
Dr. Ian
> Clark, professor da Universidade de Ottawa; Dr. Daniel Schrag, de
Harvard;
> Claude Allegre, um dos mais condecorados geofísicos franceses; Dr.
Richard
> Lindzen, professor de ciências atmosféricas do MIT; Dr. Patrick
Michaels da
> Universidade de Virginia: Dr. Fred Singer; Professor Bob Carter,
geologista
> da James Cook University, Austrália; 85 cientistas e especialistas
em
> climatologia, que assinaram a declaração de Leipzeg, a qual
denominou os
> drásticos controles climáticos de "advertências doentes, sem o
devido
> suporte científico"; 17.000 cientistas e líderes envolvidos em
estudos
> climáticos, que assinaram a petição do Oregon Institute de ciências
e
> medicina, cujo texto afirma a falta de evidência científica
comprovando que
> os gases estufa causam o aquecimento global; e 4.000 cientistas e
outros
> líderes ao redor do mundo, incluindo 70 ganhadores do Prêmio Nobel,
que
> assinaram a Petição de Heidelberg, na qual se referem às teorias do
> aquecimento global relacionadas aos gases estufa como "teorias
científicas
> altamente duvidosas". E tem muito mais!
>
> Curiosamente, quase ninguém parece interessado a escutar o que esses
> cientistas têm a dizer. Preferem focar a atenção totalmente em Al
Gore,
> ignorando que ele é um político e que o uso do eco-terrorismo lhe
rende
> muitos votos. Muitos aderem à religião verde por ideologia também.
São
> socialistas que ficaram órfãos com a queda do muro em 1989, e
precisam de
> algum substituto para atacar o capitalismo e o industrialismo. O
> ambientalismo vem bem a calhar, posto que prega a concentração de
poderes no
> Estado e condena o capitalismo como grande responsável pelo
aquecimento
> global. Estranho é ignorarem que as nações socialistas sempre foram
> infinitamente mais poluidoras. Os Estados Unidos, que reponde por
cerca de
> 30% da economia global, tem uma participação semelhante na emissão
total de
> gases. Mas a Rússia, por herança socialista, tem uma economia de
apenas 1,5%
> da global, e emite algo como 17% do total de gases. Como podem pedir
mais
> Estado para resolver o "problema" então? Não é por acaso que são
jocosamente
> chamados de "melancias": verdes por fora, mas vermelhos por dentro.
>
> Há muito mais o que ser dito sobre o tema, de extrema relevância.
Poderíamos
> mostrar como os furacões e enchentes, agora atrelados ao capitalismo
por
> esses ambientalistas, causaram mais estrago ainda no passado, ou
então em
> países socialistas, como a China. Mas basta um furacão novo surgir
que logo
> acusam o capitalismo. O rigor científico é deixado de lado quando o
objetivo
> não é a busca da verdade, mas a alimentação da crença dogmática.
Quando
> percebemos esse modus operandi em torno do assunto, fica mais fácil
entender
> a celeuma e revolta que causou o livro O Ambientalista Cético, de
Bjorn
> Lomborg, que havia sido inclusive do Greenpeace. Ele começou
tentando provar
> muitos dos alardes, e concluiu que a maioria era pura ladainha.
Crentes
> fanáticos não suportam essa atitude. A Inquisição é necessária para
manter a
> fé cega. Infelizmente, estamos diante de um tipo que não pretende
> questionar, mas sim pregar seu dogma: o ambientalista crente.
>
> http://rodrigoconstantino.blogspot.com



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 18:39

Mas há muita gente que não leva o IPCC a sério:
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_scientists_opposing_global_warming_consensus

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, February 14, 2007 4:13 PM
Subject: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(L\)"
> Essa thread começou bem, mas acabou se perdendo. Que provas temos de
> que o aquecimento global é causado pela atividade humana?

Estah no relatorio do IPCC.
http://www.ipcc.ch/

Em outra mensagem eu havia mencionado a correlacao entre temperatura
media e o teor de CO2 - e outros gases-estufa. Alem das medicoes das
emissoes antropogenicas desses gases.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A utilidade de um Pêndulo
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 19:05

Olá Tipoalgo,

não, não há nada de novo no experimento apresentado. Trata-se da migração da energia do pêndulo oscilante para o sistema elástico --- e vice-versa! Infelizmente o vídeo não mostra a complementação do experimento: Colocando no local onde ele pendurou o pacotinho de papel (para notar a vibração transmitida) um outro pêndulo (síncrono com o primeiro), haverá um instante em que esse segundo pêndulo estará oscilando com máxima amplitude e o primeiro ficará em repouso.

Veja detalhes e explicação disso em:

http://www.feiradeciencias.com.br/sala10/10_34.asp

Veja tb, no tema:

http://www.feiradeciencias.com.br/sala10/10_32.asp

http://www.feiradeciencias.com.br/sala10/10_33.asp
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007 13:21
Assunto: [ciencialist] Re: A utilidade de um Pêndulo


Prof. Léo, o que o Sr. poderia nos dizer sobre a
explicação/demonstração contida no vídeo-2
(http://www.micropixel.biz/veljkomilkovic/videos/Veljko_Milkovic_(video-
2)_Device_for_testing.wmv)?

Tem algo de novo?

Obrigado

Tipoalgo




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Ricardo" <ricardos@infolink.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 19:13

Não existe um consenso, até porque, mesmo o IPCC, não chegou a uma conclusão
inequívoca. Apenas aponta que há uma forte possibilidade da ação do homem
ter efetivamente papel significativo no aquecimento global.

São várias perguntas que temos que fazer:

1) Estamos em um processo de aquecimento realmente? Há alguns anos não havia
consenso. Acho que hoje é quase um consenso, na comunidade científica, que
sim, certo?

2) Os gases estufa tem papel determinante no aumento da temperatura? Ou
fatores outros, como a atividade solar, têm papel predominante?

3) A principal fonte de CO2 são atividades humanas? Ou, pelo menos, a
produção humana é predominante no crescimento comprovado de CO2 atualmente?

Minha opinião é de que temos que reduzir a emissão destes gases sim, por
diversas razões outras, que não o aquecimento global. Mas acho que não temos
ainda comprovações razoáveis deste fenômeno: o aquecimento global por
emissão CO2.

Abraços,

Ricardo



----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, February 14, 2007 4:13 PM
Subject: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(L\)"
> Essa thread começou bem, mas acabou se perdendo. Que provas temos de
> que o aquecimento global é causado pela atividade humana?

Estah no relatorio do IPCC.
http://www.ipcc.ch/

Em outra mensagem eu havia mencionado a correlacao entre temperatura
media e o teor de CO2 - e outros gases-estufa. Alem das medicoes das
emissoes antropogenicas desses gases.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: O Ambientalista Crente
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 19:38

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...>
> Não existe um consenso, até porque, mesmo o IPCC, não chegou a uma
> conclusão inequívoca.

Consenso existe entre os especialistas em clima. O q não existe é
unanimidade - os dissidentes q tto ajudaram Bush em sua "política"
ambiental antes do último relatório do IPCC.

> Apenas aponta que há uma forte possibilidade da ação do homem
> ter efetivamente papel significativo no aquecimento global.

Eu tiraria o "apenas". É uma conclusão importantíssima.

> 2) Os gases estufa tem papel determinante no aumento da temperatura?
> Ou fatores outros, como a atividade solar, têm papel predominante?
>
> 3) A principal fonte de CO2 são atividades humanas? Ou, pelo menos,
> a produção humana é predominante no crescimento comprovado de CO2
> atualmente?

Há consenso tb para a resposta a essas duas perguntas. Sim, o CO2 e
outros gases-estufa estão ligados ao aquecimento global e, sim, a
parte principal é de origem antropogênica (ou antrópica).

> Mas acho que não temos ainda comprovações razoáveis deste fenômeno:
> o aquecimento global por emissão CO2.

Resta saber com base em q vc sustenta essa opinião.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: O Ambientalista Crente
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 19:43

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(L\)"
> Mas há muita gente que não leva o IPCC a sério:

Sim. Tb há muita gente q não leva a evolução à sério. A questão são os
indícios.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] E ética de cada um...
FROM: Sérgio <anaximao@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 21:09

a propria origem da aavra etica sugere algo de uma
comunidade

o ethos, o habito

dificil ensar que o habito das pessoas se torne universal

a etica so pode ser comunitarista

Sérgio



--- Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
escreveu:

> Se é verdade que a ética é circustancial, e não há uma
> ética universal.
>
> Pode ser desfavorável para a indústria anunciar a verdade
> sobre tudo que vende,
> para quê rótulos e por que não aceitar alimentos
> geneticamente modificados?
>
> Por que ser contra a obtenção de produtos mais baratos
> vindos do trabalho escravo?
>
> Tudo é permitido, não existe uma ética universal também
> não deveríamos viver sobre leis, sobre obrigações
> tampouco praticando atos que contrariam a nossa natureza
> animal...
>
> Segundo Peter Singer, "...é verdade que alguns tendem
> ao subjetivismo excessivo, afirmando que uma moralidade é
> tão boa quanto outra qualquer; mas, quando essas mesmas
> pessoas são pressionadas a dizer se acreditam que a
> moralidade de Hitler, ou a dos traficantes de escravos é
> tão boa quanto a de Albert Schweitzer ou a de Martin
> Luther King, reconhecem que, afinal, acreditam que
> algumas moralidades são melhores que outras" (Libertação
> Animal, p. 276).
>
>
>
>
>
>
>
> Victor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
> Ricardo,
>
> Você fechou claramente o que tentei expor com exemplos,
> centrados em circunstâncias igualmente claras. Moral,
> ética, religião, comportamento, enfim, tudo é uma função
> geográfica!. Para mim,isto é de uma clareza, sobre o que
> não tenho dúvidas, o que me economiza o tempo de estar
> elaborando perguntas e mais perguntas. Minha realidade é
> minha realidade. A de outros, é a de outros. Que só
> depende do lugar e/ou das circunstâncias, como se tem
> corretamente enfatizado. Imagina que eu, civilizado como
> penso que sou, tivesse nascido em uma tribo brasileira,
> digamos, a Tupinambá. Numa guerra, aprisionei uma linda
> guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois, viria uma
> batata de perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem,
> já almocei.
>
> Sds,
> Victor.
>
> ----- Original Message -----
> From: Ricardo
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, February 13, 2007 2:53 PM
> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
>
> Como todo o respeito (mesmo), não vejo nada profundo
> nestes questionamentos
> (sem nenhum menosprezo).
>
> Quero dizer, pelo código de conduta implícito na moral
> da cultura da nossa
> sociedade, não há nada demais em comer um bife, ou
> escravizar um cavalo para
> usá-lo como transporte.
>
> Em outras culturas é imoral matar uma vaca ou um
> mosquito. Em algumas é
> moral comer um ser humano.
>
> Vejo como meramente cultural, toda a questão da ética e
> da moral. Posso ser
> criticado por alguns aqui, mas não concordo com a
> visão de alguns filósofos
> de uma ética universal, absoluta.
>
> []s
> Ricardo
>
> ----- Original Message -----
> From: "Chicao Valadares"
> <chicaovaladares@yahoo.com.br>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Tuesday, February 13, 2007 1:28 PM
> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne:
> enfim o método )
>
> > Victor, não sei se voce notou mas quase todas as
> > situações apontadas são extremas. È bem diferente,
> > talvez da sua quando está confortavelmente
> posicionado
> > a mesa degustando um suculento bife, não acha???
> >
> >
> > --- jvictor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
> >
> >> Chicão,
> >>
> >> ----- Original Message -----
> >> From: Chicao Valadares
> >> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >> Sent: Monday, February 12, 2007 9:59 AM
> >> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
> >> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
> >>
> >>
> >> Victor:> Como carne, de preferência carne branca.
> >> É verdade,
> >> >inegável, que essa coisa de matar para comer, se
> >> >pensar direitinho, pode mexer um pouco com nossa
> >> ética >pessoal que, como a
> >> >verdade pessoal, é um conceito relativo.
> >>
> >> Chicão: Existe moral universal??
> >>
> >> Victor>> Não me referí a moral. De qualquer
> >> maneira, não existe uma moral universal. Ela é
> >> igualmente relativa, depende só da geografia. É
> como
> >> religião.
> >>
> >> Quanto à ética, como a discutida na thread
> >> encabeçada por Bruna, um exemplo poderá esclarecer
> o
> >> que penso a respeito da maleabilidade de conceitos
> >> do tipo:
> >>
> >> 1)Você está perdido numa floresta, com seus
> >> filhos. O frio é intenso, a tropa vai morrer de
> >> frio, se não houver uma providência. De repente, um
> >> belo e sedoso urso surge por trás de um monte. Pele
> >> lisinha,lisinha. Que poderá aquecer e salvar os
> >> filhos. De minha parte, eu não teria dúvidas:
> >> apontaria meu canhão ponto 50 para a testa do tal,
> e
> >> bum!. Retiraria sua pele e salvaria meus filhos.
> >> Onde está a falta de ética ou moral, nesse caso.
> >>
> >> 2) Você está na floresta, mas não está perdido. Vê
> >> o urso. E pensa: aquela pele deve valer um bom
> >> dinheiro; além disso, agradaria minha gata. E bum!,
> >> no urso.
> >>
> >> E agora, como fica a moral e a ética, se comparada
> >> ao caso anterior? Em ambos os casos, um animal foi
> >> morto e sua pele usada para duas finalidades!. Em
> >> qual dos casos o autor do bum! deveria ser
> >> condenado?
> >>
> >> 3) Você não tem frio, é verão,mas está perdido na
> >> floresta e seus filhos morrendo de fome. Não há nem
> >> uma folhinha comestível num raio de vários
> >> kilometros. Aparece o tal urso, gordinho,
> >> gordinho(digamos que sua carne possa ser ingerida,
> >> nunca ouvi falar não, mas admitamos isso. Se
> quiser,
> >> substitua o urso por uma vaca bonita, gordinha
> >> também). Eu, mais uma vez, não teria dúvidas, bum.
> >> Um foguerinha(ou não) salvaria minha tropa.
> >>
> >> Onde está a quebra de moral e ética aqui? Deveria
> >> ser escafedido por isso, ou discriminado?
> >>
> >> Os dois conceitos, portanto, são relativos, e a
> >> conceituação fica a depender de vários fatores.
> >> Nenhum dos conceitos é absoluto, ou universal.
> >>
> >> Victor> Mas é o tal caso, assume-se que é uma
> >> consequência
> >> do > próprio processo de vida, de subsistência.
> >> Está
> >> >intimamente ligada à natureza das coisas. E são
> >> > processos, apenas processos. Que têm relações
> >> > causais, evidentemente.
> >>
> >> Chicão: Por que eu não posso matar pessoas para se
> >> alimentar,
> >> já que faz parte do processo de alimentação???
> >>
> >> Victor: Bem, acho que a pergunta ficou meio fora
> >> do contexto em discussão. Mas posso comentar algo.
> >> Matar propriamente, não. Mas há casos, em nossa
> >> sociedade não canibal (assim mesmo o canibalismo
> tem
> >> uma origem que aponta para um uso ritualístico, em
> >> função, em geral, da geografia e das crenças
> >> daquela sociedade; muito menos por necessidades
> >> orgânicas, e muitas das vezes como um tributo ao
> >> guerreiro morto, ou para comemorar algo,como uma
> >> vitória, ou para mendigar beneíficios da divindade
> >> da tribo), moderna, onde houve a necessidade de
> >> ingerir carne humana, de amigos e colegas já
> mortos,
> >> como única alternativa em defesa de suas vidas. Há
> >> um caso famoso, de um avião que caiu nos Andes,
> >> década de 60,acho. Aquelas pessoas faltaram com a
>
=== message truncated ===








"Aquele que insiste em jamais dizer algo errado deve permanecer em silêncio" Werner Heisenberg

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SUBJECT: Re: O Ambientalista Crente
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 21:20

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...>
> ampla aceitação na comunidade científica (pode me corrigir se eu
> estiver errado).

Está errado, vide o próprio relatório do IPCC.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] E ética
FROM: Sérgio <anaximao@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 21:21


"esse papo seu ta qualquer coisa
vc ja ta pra la de marraqueche"







"Aquele que insiste em jamais dizer algo errado deve permanecer em silêncio" Werner Heisenberg

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SUBJECT: Re: O Ambientalista Crente
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 21:35

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...>
> O IPCC afirma categoricamente que o aquecimento global é causado
> pelo homem?

Basta lê-lo.

"Most of the observed increase in globally averaged temperatures since
the mid-20th century is very likely due to the observed increase in
anthropogenic greenhouse gas concentrations."
http://ipcc-wg1.ucar.edu/wg1/docs/WG1AR4_SPM_PlenaryApproved.pdf

(Dentro da padronização adotada pelo relatório, "very likely"
corresponde a um grau de probabilidade superior a 90%.)

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: [ciencialist] E ética
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 21:39

Esse retorno está solto, sem referência. Você poderia dizer a que texto se refere, em cujo conteúdo vocês desceu a madeira, sem nenhuma dózinha?
Alguns, como eu, agradeceriam a manutenção texto original, ou parte dele, no e-mail de retorno.

sds,
Victor.



----- Original Message -----
From: Sérgio
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 14, 2007 8:21 PM
Subject: Re: [ciencialist] E ética



"esse papo seu ta qualquer coisa
vc ja ta pra la de marraqueche"

"Aquele que insiste em jamais dizer algo errado deve permanecer em silêncio" Werner Heisenberg

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RE: [ciencialist] A utilidade de um Pêndulo
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 21:39

Tipo,
oi!
Já divulguei esse lance aquí e ele não despertou nem um simples peidinho.
Ou, seja: cheque!
abr/M.


>From: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] A utilidade de um Pêndulo
>Date: Wed, 14 Feb 2007 09:26:41 -0000
>
>Olá a todos
>
>O trabalho do prof. Veljko Milkovic com os pêndulos me deixou curioso.
>
>Olhem o saite e os vídeos.
>
>Sugestão de links:
>
>http://www.veljkomilkovic.com/OscilacijeEng.html
>http://www.veljkomilkovic.com/PrototipiEng.html
>http://www.micropixel.biz/veljkomilkovic/videos/Veljko_Milkovic_(video-2)_Device_for_testing.wmv
>http://www.micropixel.biz/veljkomilkovic/videos/Veljko_Milkovic_(video-6)_Universal_oscillator-hammer.wmv
>http://www.micropixel.biz/veljkomilkovic/videos/Veljko_Milkovic_(video-7)_Universal_oscillator-generator.wmv
>http://www.veljkomilkovic.com/Images/Opinion_Dr_Peter_Lindemann.jpg
>
>Os mestres poderiam tecer algum comentário sobre o assunto?
>
>Abraços
>
>Tipoalgo
>
>
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SUBJECT: RE: [ciencialist] [RN] CRIACIONISTAS OBTEM DOUTORADO EM CIENCIAS
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 21:46

It doesn't care...
Not a big deal!
Nothing will be changed!


>From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] [RN] CRIACIONISTAS OBTEM DOUTORADO EM CIENCIAS
>Date: Wed, 14 Feb 2007 18:25:32 -0000
>
>NYTIMES, 12-02-2007
>
>BELIEVING SCRIPTURE BUT PLAYING BY SCIENCE'S RULES
>
>Conelia Dean
>
>"Kingston, R.I. — There is nothing much unusual about the 197-page
>dissertation Marcus R. Ross submitted in December to complete his
>doctoral degree in geosciences here at the University of Rhode Island.
>
>His subject was the abundance and spread of mosasaurs, marine reptiles
>that, as he wrote, vanished at the end of the Cretaceous era about 65
>million years ago. The work is "impeccable," said David E. Fastovsky,
>a paleontologist and professor of geosciences at the university who
>was Dr. Ross's dissertation adviser. "He was working within a strictly
>scientific framework, a conventional scientific framework."
>
>But Dr. Ross is hardly a conventional paleontologist. He is a "young
>earth creationist" — he believes that the Bible is a literally true
>account of the creation of the universe, and that the earth is at most
>10,000 years old." (e)
>http://www.nytimes.com/2007/02/12/science/12geologist.html
>--------
>
>[]s,
>
>Roberto Takata
>
>
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SUBJECT: Re: O Ambientalista Crente
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 21:59

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...>
> Mas ainda pessoalmente ainda acredito em uma chance de 1 em 10 do
> IPCC estar enganado (com ironia :) )

Baseado em q?

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: fine, just fine!
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 21:59

( alguém entende de instalações? :)

Posted: Wed Feb 14, 2007 7:09 pm Post subject: re: Jokes

--------------------------------------------------------------------------------

Dear IT Support:Last year I upgraded from Boyfriend 5.0 to Husband 1.0 and
noticed a distinct slow down in the overall performance, particularly in
the Flower and Jewellery applications, which operated flawlessly under
Boyfriend
5.0.In addition, Husband 1.0 un-installed many other valuable programs,
such
as Romance 9.5 and Personal Attention 6.5 and then installed undesirable
programs such as: Football 5.0, Rugby 4.3 and Cricket 3.0.Conversation 8.0
no longer runs; it simply crashes the system. I've tried running Nagging5.3
to fix these problems, to no avail. What can I do?Signed, Desperate
------------------Dear
Desperate:First keep in mind, Boyfriend 5.0 is an Entertainment Package,
while Husband 1.0 is an Operating System.Try entering the
command:C:/I-THOUGHT-YOU-LOVED-ME
to download Tears 6.2, which should automatically install Guilt 3.0. If
that
application works as designed, Husband 1.0 should then automatically run
the applications Jewellery 2.0 and Flowers 3.5.But remember, overuse of
the
above application can cause Husband 1.0 to default to Grumpy Silence 2.5,
Happy Hour 7.0, or Beer 6.1.WARNING: Beer 6.1 is a very nasty program that
will create Snoring Loudly.CAUTION: Whatever you do, DO NOT install
Mother-in-law.
This is not a supported application and will crash Husband 1.0.In summary,
Husband 1.0 is a great program, but it does have limited memory and cannot
learn new applications quickly. You might consider buying additional
software
to improve memory and performance. I personally would recommend Hot Food
3.0 and Lingerie 7.7.Good Luck, IT Support ------------------ Dear
IT Support,18 months ago, I upgraded to Girlfriend 1.0 from DrinkingMates
4.2, which I had used for years without any trouble. However, there are
apparently
conflicts between these two products and the only solution was to try and
run Girlfriend 1.0 with the sound turned off.To make matters worse,
Girlfriend
1.0 is incompatible with several other applications, such as LadsNightOut
3.1, Football 4.5, and Playboy 6.9. Successive versions of GirlFriend proved
no better.I tried a shareware program, Slapper 2.1, but it had many bugs
and left a virus in my system, forcing me to shut down completely for
several
weeks Eventually, I tried to run GirlFriend 1.2 and Girlfriend 1.0 at the
same time, only to discover that when these two systems detected each other
they caused severe damage to my hardware.I eventually upgraded to Fiancée
1.0, only to discover that this product soon had to be upgraded further
to
Wife 1.0. While Wife 1.0 tends to use up all my available resources, it
does
come bundled with FreeSexPlus and Cleanhouse2005.Shortly after this upgrade,
however, I found that Wife 1.0 could be very unstable and costly to run.
Any mistakes I made were automatically stored in Wife 1.0's memory and could
not be deleted.They then resurfaced months later when I had forgotten about
them.Wife 1.0 also has an automatic Diary, Explorer and E-mail filter, and
can, without warning, launch TurboStrop and Multi-Whinge. These latter
products
have no Help files, and I have to try to guess what the problem
is.Additional
problems are that Wife 1.0 needs updating regularly, requiring ShoeShop
Browser
for new attachments and Hairstyle Express which needs to be reinstalled
every
other week. Also, when Wife 1.0 attaches itself to my Audi TT Convertible
hard drive, it often crashes.Wife 1.0 also comes with an irritating pop-up
called MotherInLaw, which can't be turned off.Recently I've been tempted
to install Mistress 2005, but there could be problems. A friend of mine
has
alerted me to the fact that if Wife 1.0 detects Mistress 2005, it tends
to
delete all of your Money before uninstalling itself'.



_________________
Innovation starts here.




SUBJECT: Re: [RN] CRIACIONISTAS OBTEM DOUTORADO EM CIENCIAS
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 22:05

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo"
> Nothing will be changed!

Os criacionistas querem obter credenciais científicas para tentar com
isso passar indevidamente credencial para o criacionismo.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: O Ambientalista Crente
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 22:18

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...>
> >> Mas ainda pessoalmente ainda acredito em uma
> >> chance de 1 em 10 do IPCC estar enganado
>
> > Baseado em q?
>
> No mesmo relatório do IPCC. Por isso a ironia.

Só q se o IPCC estiver enganado, pode ser q haja probabilidade de 100%
do aquecimento global se dever ao ser humano.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Ricardo" <ricardos@infolink.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 22:18

Na verdade, na situação atual, onde nenhum centro de pesquisa alega ter
comprovado que o aquecimento global é causado pela emissão atropópica de
CO2, faltam-me bases para sustentar qualquer outra opinião.

Veja bem, eu não disse que não há aquecimento global, e nem mesmo que ele
não é causado pelo homem. Disse que não temos comprovações objetivas. Alguns
cientistas respeitados levantam outras possibilidades.

http://news.bbc.co.uk/1/hi/sci/tech/358953.stm
http://www.news.harvard.edu/gazette/1997/11.06/BrighteningSuni.html
http://www.sciencebits.com/CO2orSolar

Sei que as matérias acima são apenas matérias, e não artigos, mas lembre-se
de que não temos artigos que efetivamente comprovem a questão, e tenham
ampla aceitação na comunidade científica (pode me corrigir se eu estiver
errado).

A opinião: "não sabemos" não pode ser comprovada por artigos. Apenas podemos
comprovar que sim ou não, neste caso.

Grande abraço,

Ricardo




----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, February 14, 2007 6:38 PM
Subject: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...>
> Não existe um consenso, até porque, mesmo o IPCC, não chegou a uma
> conclusão inequívoca.

Consenso existe entre os especialistas em clima. O q não existe é
unanimidade - os dissidentes q tto ajudaram Bush em sua "política"
ambiental antes do último relatório do IPCC.

> Apenas aponta que há uma forte possibilidade da ação do homem
> ter efetivamente papel significativo no aquecimento global.

Eu tiraria o "apenas". É uma conclusão importantíssima.

> 2) Os gases estufa tem papel determinante no aumento da temperatura?
> Ou fatores outros, como a atividade solar, têm papel predominante?
>
> 3) A principal fonte de CO2 são atividades humanas? Ou, pelo menos,
> a produção humana é predominante no crescimento comprovado de CO2
> atualmente?

Há consenso tb para a resposta a essas duas perguntas. Sim, o CO2 e
outros gases-estufa estão ligados ao aquecimento global e, sim, a
parte principal é de origem antropogênica (ou antrópica).

> Mas acho que não temos ainda comprovações razoáveis deste fenômeno:
> o aquecimento global por emissão CO2.

Resta saber com base em q vc sustenta essa opinião.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Ricardo" <ricardos@infolink.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 22:25

O IPCC afirma categoricamente que o aquecimento global é causado pelo homem?
Não creio.
----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, February 14, 2007 8:20 PM
Subject: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...>
> ampla aceitação na comunidade científica (pode me corrigir se eu
> estiver errado).

Está errado, vide o próprio relatório do IPCC.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Ricardo" <ricardos@infolink.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 22:49

Ok... fiquemos com o "very likely" do IPCC. É razoável sim (sem ironias).

Mas ainda pessoalmente ainda acredito em uma chance de 1 em 10 do IPCC estar
enganado (com ironia :) )

Um abraço,

Ricardo


----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, February 14, 2007 8:35 PM
Subject: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...>
> O IPCC afirma categoricamente que o aquecimento global é causado
> pelo homem?

Basta lê-lo.

"Most of the observed increase in globally averaged temperatures since
the mid-20th century is very likely due to the observed increase in
anthropogenic greenhouse gas concentrations."
http://ipcc-wg1.ucar.edu/wg1/docs/WG1AR4_SPM_PlenaryApproved.pdf

(Dentro da padronização adotada pelo relatório, "very likely"
corresponde a um grau de probabilidade superior a 90%.)

[]s,

Roberto Takata





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Ricardo" <ricardos@infolink.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 23:07

>> Mas ainda pessoalmente ainda acredito em uma
>> chance de 1 em 10 do IPCC estar enganado

> Baseado em q?

No mesmo relatório do IPCC. Por isso a ironia.

> (Dentro da padronização adotada pelo relatório, "very likely"
> corresponde a um grau de probabilidade superior a 90%.)


[]s
Ricardo





----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, February 14, 2007 8:59 PM
Subject: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...>
> Mas ainda pessoalmente ainda acredito em uma chance de 1 em 10 do
> IPCC estar enganado (com ironia :) )

Baseado em q?

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Ricardo" <ricardos@infolink.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/02/2007 23:29

Ok, foi só uma brincadeira com números.

Ao dizer que com 90% de probabilidade, o homem é a causa do aquecimento
global (através dos GRGs), eles implicitamente afirmaram que, segundo seus
estudo, há (aproximadamente) 1 chance em 10 de não ser o homem a causa do
mesmo.

É claro que mesmo que o homem não seja a causa eles podem estar 100%
corretos.

Eles certamente merecem toda a credibilidade, e provavelmente devam estar
próximos da realidade em suas conclusões.

Mas 1 chance em 10 de termos outra causa para o aquecimento global é algo
que ainda é um pouco alto para mim.

Desculpo-me por me estender no assunto. Sei que não foi construtivo para
lista, então paro por aqui, satisfeito com suas contestações e com a certeza
de que minha dúvida não tem qualquer base científica.

[]s
Ricardo

----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, February 14, 2007 9:18 PM
Subject: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...>
> >> Mas ainda pessoalmente ainda acredito em uma
> >> chance de 1 em 10 do IPCC estar enganado
>
> > Baseado em q?
>
> No mesmo relatório do IPCC. Por isso a ironia.

Só q se o IPCC estiver enganado, pode ser q haja probabilidade de 100%
do aquecimento global se dever ao ser humano.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: O Ambientalista Crente
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 23:32

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo" <ricardos@...>
> Ao dizer que com 90% de probabilidade, o homem é a causa do
> aquecimento global (através dos GRGs), eles implicitamente afirmaram
> que, segundo seus estudo, há (aproximadamente) 1 chance em 10 de não
> ser o homem a causa do mesmo.

Sim. O q não quer dizer q 10% seja a chance de erro dessa afirmação.
Bem, mas vejo q vc entende isso.

> Mas 1 chance em 10 de termos outra causa para o aquecimento global é
> algo que ainda é um pouco alto para mim.

Eu diria q é mais alto uma chance de 9 em 10...

> lista, então paro por aqui, satisfeito com suas contestações e com a
> certeza de que minha dúvida não tem qualquer base científica.

A dúvida em si não é ruim. Não é pra pegar o relatório e elevá-lo à
condição de verdade incontestável. Mas é preciso ter embasamento
fatual tto para uma análise como para uma refutação.

Entre outras coisas, o q levou os cientistas do IPCC a considerarem
como muito provável uma origem antropogênica do aquecimento global?
Além da ligação entre as concentrações atmosféricas dos gases-estufas,
a concentração desses gases estão ligadas ao início da revolução
industrial. Não é apenas o CO2 q aumenta, mas outros - o NOx, por exemplo.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: A utilidade de um Pêndulo
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/02/2007 23:41

Olá Prof. Murilo e a todos,

é assim mesmo, as vezes os mestres estão às voltas com assuntos outros
que apenas os mestres podem resolver, e as 24 horas são poucas para
atenderem a tantos pedidos.

O Prof. Léo já se manifestou e deu a sua extrema-unção ao dito cujo.

Fiquei confuso, principalmente pelos vídeos dos protótipos "funcionando".

Fiz um experimento simples para entender o que o Léo disse no seu
primeiro retorno:


Léo: ... A força que age no braço de alavanca do lado direito é
exclusivamente a tensão no fio de suspensão do pêndulo. A componente
útil dessa tensão (para o deslocamento da alavanca) é a parcela
vertical que não muda o braço de alavanca. As componentes horizontais
só puxam ou apertam a alavanca contra o fulcro, não realizam trabalho.);


E não consegui verificar isto na prática, pois percebi que o movimento
do pêndulo transfere energia para o outro braço da alavanca, fazendo-o
mover-se na vertical. O movimento do pêndulo é modificado (diminuido)
quando essa transferência ocorre. Teria algo a ver com a variação do
centro de massa pelo movimento do pêndulo? Ainda que a componente útil
da tensão não mude o braço da alavanca, existe uma massa que se
desloca, e este deslocamento afeta o equilíbrio do sistema.

O que fiz foi uma haste apoiada em seu centro, funcionando como uma
balança. No lado esquerdo coloquei um peso de 100g e no lado direito
um pêndulo também de 100g. Ao movimentar o pêndulo na mesma direção da
haste, o seu lado esquerdo realiza um movimento na direção vertical,
para baixo e para cima. Se este movimento for limitado em seu curso, é
possível observar-se uma força (com capacidade para realizar um
trabalho útil) e a consequente redução no movimento do pêndulo, mas
que se realimentado, continua a transferir energia para o lado
esquerdo da haste.

No segundo retorno o Léo explicou:

Léo: ... Trata-se da migração da energia do pêndulo oscilante para o
sistema elástico --- e vice-versa!
Infelizmente o vídeo não mostra a complementação do experimento:
Colocando no local onde ele pendurou o pacotinho de papel (para notar
a vibração transmitida) um outro pêndulo (síncrono com o primeiro),
haverá um instante em que esse segundo pêndulo estará oscilando com
máxima amplitude e o primeiro ficará em repouso.


Ai eu entendí que existe sim migração da energia do pêndulo oscilante
para o outro sistema e vice-versa (pude ver isto no experimento que
relatei). Mas pela explicação, se entendi direito, esta transferência
é por ressonância (sei lá, acho que viajei).

Que me desculpe o Léo, mas ainda estou curioso. E antes que me mandem
construir um modelo, já estou pensando no assunto. Até porque a
engenhoca" é simples.

Quando estiver dirigindo o meu carro movido a movimento pendular,
fiquem tranquilo, darei notícias aqui no grupo.

Abraços

Tipoalgo




SUBJECT: Direito dos animais
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 00:10

Abrace essa idéia

http://www.apasfa.org/leis/declaracao.shtml


Abs,Romano



SUBJECT: Moderação
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 00:11

Por uma razão qualquer este grupo está sendo moderado

Abs,Romano



SUBJECT: Vestibucast :// Densidade
FROM: "Prof. Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: chemello@gmail.com
DATE: 15/02/2007 01:18

Caros amigos,

O Vestibucast é um serviço de provimento de conteúdos digitais em áudio do jornal Folha de S.Paulo. É um podcast voltado exclusivamente para o vestibulando. Desta vez, o conceito abordado foi o da densidade.

Densidade
<áudio> http://bd.folha.uol.com.br/vestibucast/audio/vest_qui_densidade.mp3
<texto> http://www.quimica.net/emiliano/vestibucast/densidade.pdf

Para ver e ouvir os demais textos, acesse:
http://www.quimica.net/emiliano/vestibular.html

Aguardo vossos comentários,

Um abraço do
Prof. Emiliano Chemello

__________________________________________________
Fale com seus amigos de graça com o novo Yahoo! Messenger
http://br.messenger.yahoo.com/


SUBJECT: Re: Vestibucast :// Densidade
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 01:36

Não consegui ouvir

Abs, Romano

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Prof. Emiliano Chemello"
<chemelloe@...> escreveu
>
> Caros amigos,
>
> O Vestibucast é um serviço de provimento de conteúdos digitais
em áudio do jornal Folha de S.Paulo. É um podcast voltado
exclusivamente para o vestibulando. Desta vez, o conceito abordado foi
o da densidade.
>
> Densidade
> <áudio>
http://bd.folha.uol.com.br/vestibucast/audio/vest_qui_densidade.mp3
> <texto> http://www.quimica.net/emiliano/vestibucast/densidade.pdf
>
> Para ver e ouvir os demais textos, acesse:
> http://www.quimica.net/emiliano/vestibular.html
>
> Aguardo vossos comentários,
>
> Um abraço do
> Prof. Emiliano Chemello
>
> __________________________________________________
> Fale com seus amigos de graça com o novo Yahoo! Messenger
> http://br.messenger.yahoo.com/
>




SUBJECT: Grupo descobre "Idade da Pedra" dos chimpanzés
FROM: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 01:40

Grupo descobre "Idade da Pedra" dos chimpanzés
CLAUDIO ANGELO
Editor de Ciência da Folha de S.Paulo

Um grupo internacional de pesquisadores descobriu em uma floresta da
Costa do Marfim um conjunto de ferramentas rudimentares de pedra com
4.300 anos de idade. Até aí, nada de excepcional. A novidade é que os
fabricantes dos instrumentos não foram caçadores-coletores humanos,
mas, sim, um bando de chimpanzés.

O achado, publicado hoje na revista "PNAS", muda o sentido da
expressão "Idade da Pedra" e faz os olhos dos interessados nas origens
do homem se voltarem às florestas tropicais do oeste africano, até
então preteridas em favor das savanas.

Embora ferramentas de pedra antigas usadas por esses macacos para
quebrar frutos secos já fossem conhecidas, esta é a primeira vez que
se descobrem sítios arqueológicos com vestígios milenares de uma
"cultura" símia. O que traz à tona uma questão com a qual os
antropólogos têm se debatido: o que é mesmo "cultura"?

A definição tem sido cada vez mais bagunçada pelos estudos de
comportamento animal.

Considerada num passado não muito distante uma característica humana
por excelência, a transmissão cultural --que inclui o uso de
ferramentas para modificar intencionalmente o ambiente-- já está bem
comprovada em grandes macacos como chimpanzés.

Há bons indícios de que ela aconteça entre golfinhos e até entre os
modestos macacos-pregos, separados da linhagem humana por 30 milhões
de anos de evolução. Há quem diga que até aves, como os corvos, a
possuam em algum grau.

O novo estudo, liderado pelo espanhol Júlio Mercader, da Universidade
de Calgary (Canadá), leva essas evidências ao extremo. Afinal, ele
mostra que não só os chimpanzés são capazes de transmitir conhecimento
tecnológico dentro da sociedade como também de manter esse conhecimento.

As ferramentas toscas desenterradas por Mercader e seus colegas no
Parque Nacional Taï são muito semelhantes às que os chimpanzés que
habitam a área utilizam hoje em dia.

"A Idade da Pedra dos chimpanzés começou há milhares de anos.
Portanto, a transmissão de tecnologia persistiu ao longo de muitas
gerações", disse o pesquisador à Folha.

Tecnologia de ponta

Os antigos instrumentos líticos dos macacos consistem praticamente em
"martelos" usados para quebrar cinco tipos de castanha existentes na
floresta. Os bichos gostam tanto dos frutos que dedicam uma média de
sete anos de "estudo" para aprender a rachar os coquinhos sem destruir
a noz, usando pedras de até nove quilos.

O tamanho e o peso dos artefatos, aliás, foram duas das pistas que os
pesquisadores seguiram para estabelecer que os artefatos eram mesmo
coisa de macaco. Os chimpanzés, apesar da baixa estatura, são muito
mais fortes que os humanos. Ferramentas humanas típicas da Idade da
Pedra costumam ter no máximo meio quilo.

A outra maneira de determinar a autoria das peças foi a análise de
microscópicos grãos de amido ainda grudados nas pedras. Eles pertencem
exatamente às cinco espécies de castanha que integram o cardápio atual
dos macacos de Taï.

Os sítios arqueológicos descobertos por Mercader e colegas dos EUA, do
Reino Unido e da Alemanha precedem a invenção da agricultura por
humanos naquela região. "Não havia agricultores vivendo ali há 4.300
anos, portanto é improvável que os chimpanzés tenham aprendido [o
hábito] por imitação de humanos, como alguns cientistas costumavam
alegar", afirma Mercader.

Para o espanhol, o achado sugere que a técnica da percussão de pedras
para quebrar castanhas já era adotada pelo último ancestral comum
entre humanos e chimpanzés, há cerca de 7 milhões de anos.

Arqueologia de mico

O etólogo Eduardo Ottoni, da USP, especialista em cultura de
macacos-pregos, está se unindo a arqueólogos para tentar estabelecer
sítios antigos também para esses animais.

Ele diz que o estudo na "PNAS" é interessante, mas que não altera a
hipótese original para a origem dessas ferramentas --a do ancestral
comum. "Mais ou menos 4.000 anos não muda muito em relação a 7 milhões."



SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Vitor - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 07:57

Considero encerrada, no que tange a mim, esta longa e ofitópica thread.

Sds,
Victor.


----- Original Message -----
From: romano_170
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 14, 2007 4:12 PM
Subject: [ciencialist] P/ Vitor - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )


Acho que apoiando a falácia do Victor, voce acaba na mesma falácia , a
falácia da vovó Mafalda :-)

Vejamos. Os direitos humanos não partem de nossas emoçoes e instintos
segundo um determinado padrão unitário ou tendencias de moda ou
cultura, ele transcende a cultura, e foram fruto de discussões
seculares e consensuais, de princípuios universais válidos para todos
os seres humanos, e não tão somente para alguns interessados

É fruto do conhecimento secular amadurecido, com base na experiencia
humana de sofrimentos, imposições, opressões seculares, injustiças e
valores impostos. Portanto tem uma base, racional, humanista secular.

Teimar quanto a isso é bobagem, cada vez mais pessoas inteligentes
irão perceber oo furo da argumentação de voces

Abs,Romano

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "oraculo333" <oraculo@...> escreveu
>
> Olá Vitor
>
> Vitor, Romano/Tagore/Bradock/etc é apenas um troll, que muda de nick a
> cada semana, para "pegar" incautos listeiros que, se soubessem que é
> ele de novo (Bradock/Tagore/Pubmed/rtjunior/Romano/etc) não dariam
> atenção, nem responderiam a nenhuma mensagem.
>
> Tudo que ele deseja é atenção, arrumar encrenca e bater boca. Arrumou
> encrenca com o Takata, "a favor" do vegetarianismo, e arrumou encrenca
> com a Bruna, "contra" o vegetarianismo. Diga A, ele dirá B, diga B,
> ele dirá A.
>
> E copiará centenas de links e trechos de texto que não leu e não
entende.
>
> Todo esforço em escrever longas, e racionais, considerações,a
> argumentos, evidências, etc, é inútil e se perde em respostas como
essas:
>
> Troll: "Não há diferenças entre leis físicas e leis morais. Sem amor a
> existencia é impossível. Não há relativismo algum nisso."
>
> Fala sério..:-) Dá para conversar com quem escreve isso?!..:-)
>
> É só um troll, fingindo ser mais esperto e mais importante do que é..:-)
>
> Gostei muito de suas mensagens, mas serão pouco proveitosas para tal
> entidade malígna..:-) Em pouco tempo, quando todos se cansarem de seus
> absurdos como Romano_170 (deveria ser romano_171..:-), ele "some" e
> volta com novo nick, disfarçado, sem avisar ninguém, tentando "pegar"
> novas vítimas.
>
> Foi assim que conseguiu ser expulso de diversas listas..:-)
>
> Um abraço.
>
> Homero
>





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] E ética de cada um...
FROM: Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 08:54

Entendo, agora...
Ricardo, significa que sua ética depende do lugar onde vc estiver.



Ricardo <ricardos@infolink.com.br> escreveu: Olá Bruna,

Não disse que vale tudo não. Existem normas sim. Só que as normas são de
cada sociedade.

E, neste caso, eu não concordo com o Peter Singer. Neste ponto, penso como o
Bertrand Russel. Para ele a ética é subjetiva e depende do grupo social que
vivemos.

Grande abraço,

Ricardo

----- Original Message -----
From: "Bruna Carolina Ribas" <brunacribas@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 7:00 PM
Subject: Re: [ciencialist] E ética de cada um...

Se é verdade que a ética é circustancial, e não há uma ética universal.

Pode ser desfavorável para a indústria anunciar a verdade sobre tudo que
vende,
para quê rótulos e por que não aceitar alimentos geneticamente modificados?

Por que ser contra a obtenção de produtos mais baratos vindos do trabalho
escravo?

Tudo é permitido, não existe uma ética universal também não deveríamos viver
sobre leis, sobre obrigações tampouco praticando atos que contrariam a nossa
natureza animal...

Segundo Peter Singer, "...é verdade que alguns tendem ao subjetivismo
excessivo, afirmando que uma moralidade é tão boa quanto outra qualquer;
mas, quando essas mesmas pessoas são pressionadas a dizer se acreditam que a
moralidade de Hitler, ou a dos traficantes de escravos é tão boa quanto a de
Albert Schweitzer ou a de Martin Luther King, reconhecem que, afinal,
acreditam que algumas moralidades são melhores que outras" (Libertação
Animal, p. 276).

Victor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
Ricardo,

Você fechou claramente o que tentei expor com exemplos, centrados em
circunstâncias igualmente claras. Moral, ética, religião, comportamento,
enfim, tudo é uma função geográfica!. Para mim,isto é de uma clareza, sobre
o que não tenho dúvidas, o que me economiza o tempo de estar elaborando
perguntas e mais perguntas. Minha realidade é minha realidade. A de outros,
é a de outros. Que só depende do lugar e/ou das circunstâncias, como se tem
corretamente enfatizado. Imagina que eu, civilizado como penso que sou,
tivesse nascido em uma tribo brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra,
aprisionei uma linda guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois, viria
uma batata de perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já almocei.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Ricardo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 13, 2007 2:53 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re:
Carne: enfim o método )

Como todo o respeito (mesmo), não vejo nada profundo nestes questionamentos
(sem nenhum menosprezo).

Quero dizer, pelo código de conduta implícito na moral da cultura da nossa
sociedade, não há nada demais em comer um bife, ou escravizar um cavalo
para
usá-lo como transporte.

Em outras culturas é imoral matar uma vaca ou um mosquito. Em algumas é
moral comer um ser humano.

Vejo como meramente cultural, toda a questão da ética e da moral. Posso ser
criticado por alguns aqui, mas não concordo com a visão de alguns
filósofos
de uma ética universal, absoluta.

[]s
Ricardo

----- Original Message -----
From: "Chicao Valadares" <chicaovaladares@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 1:28 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re:
Carne:
enfim o método )

> Victor, não sei se voce notou mas quase todas as
> situações apontadas são extremas. È bem diferente,
> talvez da sua quando está confortavelmente posicionado
> a mesa degustando um suculento bife, não acha???
>
>
> --- jvictor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
>
>> Chicão,
>>
>> ----- Original Message -----
>> From: Chicao Valadares
>> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>> Sent: Monday, February 12, 2007 9:59 AM
>> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
>> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
>>
>>
>> Victor:> Como carne, de preferência carne branca.
>> É verdade,
>> >inegável, que essa coisa de matar para comer, se
>> >pensar direitinho, pode mexer um pouco com nossa
>> ética >pessoal que, como a
>> >verdade pessoal, é um conceito relativo.
>>
>> Chicão: Existe moral universal??
>>
>> Victor>> Não me referí a moral. De qualquer
>> maneira, não existe uma moral universal. Ela é
>> igualmente relativa, depende só da geografia. É como
>> religião.
>>
>> Quanto à ética, como a discutida na thread
>> encabeçada por Bruna, um exemplo poderá esclarecer o
>> que penso a respeito da maleabilidade de conceitos
>> do tipo:
>>
>> 1)Você está perdido numa floresta, com seus
>> filhos. O frio é intenso, a tropa vai morrer de
>> frio, se não houver uma providência. De repente, um
>> belo e sedoso urso surge por trás de um monte. Pele
>> lisinha,lisinha. Que poderá aquecer e salvar os
>> filhos. De minha parte, eu não teria dúvidas:
>> apontaria meu canhão ponto 50 para a testa do tal, e
>> bum!. Retiraria sua pele e salvaria meus filhos.
>> Onde está a falta de ética ou moral, nesse caso.
>>
>> 2) Você está na floresta, mas não está perdido. Vê
>> o urso. E pensa: aquela pele deve valer um bom
>> dinheiro; além disso, agradaria minha gata. E bum!,
>> no urso.
>>
>> E agora, como fica a moral e a ética, se comparada
>> ao caso anterior? Em ambos os casos, um animal foi
>> morto e sua pele usada para duas finalidades!. Em
>> qual dos casos o autor do bum! deveria ser
>> condenado?
>>
>> 3) Você não tem frio, é verão,mas está perdido na
>> floresta e seus filhos morrendo de fome. Não há nem
>> uma folhinha comestível num raio de vários
>> kilometros. Aparece o tal urso, gordinho,
>> gordinho(digamos que sua carne possa ser ingerida,
>> nunca ouvi falar não, mas admitamos isso. Se quiser,
>> substitua o urso por uma vaca bonita, gordinha
>> também). Eu, mais uma vez, não teria dúvidas, bum.
>> Um foguerinha(ou não) salvaria minha tropa.
>>
>> Onde está a quebra de moral e ética aqui? Deveria
>> ser escafedido por isso, ou discriminado?
>>
>> Os dois conceitos, portanto, são relativos, e a
>> conceituação fica a depender de vários fatores.
>> Nenhum dos conceitos é absoluto, ou universal.
>>
>> Victor> Mas é o tal caso, assume-se que é uma
>> consequência
>> do > próprio processo de vida, de subsistência.
>> Está
>> >intimamente ligada à natureza das coisas. E são
>> > processos, apenas processos. Que têm relações
>> > causais, evidentemente.
>>
>> Chicão: Por que eu não posso matar pessoas para se
>> alimentar,
>> já que faz parte do processo de alimentação???
>>
>> Victor: Bem, acho que a pergunta ficou meio fora
>> do contexto em discussão. Mas posso comentar algo.
>> Matar propriamente, não. Mas há casos, em nossa
>> sociedade não canibal (assim mesmo o canibalismo tem
>> uma origem que aponta para um uso ritualístico, em
>> função, em geral, da geografia e das crenças
>> daquela sociedade; muito menos por necessidades
>> orgânicas, e muitas das vezes como um tributo ao
>> guerreiro morto, ou para comemorar algo,como uma
>> vitória, ou para mendigar beneíficios da divindade
>> da tribo), moderna, onde houve a necessidade de
>> ingerir carne humana, de amigos e colegas já mortos,
>> como única alternativa em defesa de suas vidas. Há
>> um caso famoso, de um avião que caiu nos Andes,
>> década de 60,acho. Aquelas pessoas faltaram com a
>> ética, alí? Ou com a moral? O que você faria? Acho
>> que agiram em defesa de da vida. Mesmo assim, até
>> onde sei, foram estigmatizados, os que lograram sair
>> daquele inferno gelado. Particularmente, não os
>> condeno por isso. Agiram dentro de um esquema para o
>> qual não havia saída. Aliás,havia uma única: o
>> suicídio. Aí você seria o prato do dia! Se correr o
>> bicho pega, se ficar, o bicho come.
>>
>> Particularmente, não sei o que faria. A ocasião é
>> que diria, se eu seria comido(epa, epa, no sentido
>> alimentar), se a ética e a moral falassem mais alto
>> ou se comeria(idem,idem) alguém; Já pensou numa
>> batata de perna de alguma gordinha bonita? Ôooh!
>>
>> A ocasião faz o bicho. Darwin até poderia dar uns
>> pitáculos também, estou certo, depois de achar que
>> as coisas são assim,na natureza.
>>
>> Sds,
>> Victor.
>>
>>
>> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de
>> Milo.
>> O que há é pouca gente para dar por isso... "
>> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
>>
>>
>>
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>> arquivo(s) anexado(s)
>> são
>> para uso restrito, sendo seu sigilo protegido por
>> lei. Caso não seja
>> destinatário, saiba que leitura, divulgação ou
>> cópia são proibidas.
>> Favor
>> apagar as informações e notificar o remetente. O
>> uso impróprio será
>> tratado
>> conforme as normas da empresa e a legislação em
>> vigor. Agradecemos sua
>> colaboração.
>>
>> The information mentioned in this message and in
>> the archives attached
>> are
>> of restricted use, and its privacy is protected by
>> law. If you are not
>> the
>> addressee, be aware that reading, disclosure or
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>> Please
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>> Inappropriate use will
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> O que há é pouca gente para dar por isso... "
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Moderação
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 09:00

O único grupo que modera por 'razão qualquer' é o dos crentes. Nesse grupo 'razão', sob qqer roupagem, é condenada. O C-List modera por 'atos, fatos e comportamentos' previstos deste sua fundação; essas 'premissas' constam na página de abertura do grupo e assumidas com "aceito as condições" por ocasião do pedido de ingresso ao grupo.
Os moderadores são dotados de certa 'elasticidade mental' e acreditam na 'dilatação de idéias'; não são, entretanto, 'perfeitos', são, outrossim, 'mais que perfeitos', quase um 'subjuntivo'.

Assim são os moderadores desse grupo, dos quais, um deles (não, não vou dizer o nome) deve estar papando uma gostosa francesinha nesse momento.

Léo, o invejoso.

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "romano_170" <romano_170@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007 23:11
Assunto: [ciencialist] Moderação


Por uma razão qualquer este grupo está sendo moderado

Abs,Romano



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A utilidade de um Pêndulo
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 09:18

Olá Tipoalgo, vou tentar melhorar a coisa nessa sua parte:

"Ai eu entendi que existe sim migração da energia do pêndulo oscilante
para o outro sistema e vice-versa (pude ver isto no experimento que
relatei). Mas pela explicação, se entendi direito, esta transferência
é por ressonância (sei lá, acho que viajei)."

Quando um pêndulo oscila há variações periódicas na intensidade da força que o fio aplica no gancho de suspensão; é a F(t) que o suporte recebe e, no caso do pêndulo essa F(t) é praticamente uma função harmônica. Se o suporte é rígido e de massa 'infinita' em relação à massa pendular (gancho fixado no laje do teto de sua sala, por exemplo), a transferência de energia mecânica para o suporte é mínima (e, por isso, o pêndulo ficará oscilando por mais tempo --- e depois para.
Se o gancho se prende a um sistema elástico cuja massa é pequena, essa F(t) gera impulsos que alteram a quantidade de movimento desse sistema, praticamente com a mesma lei harmônica.
Se, nesse sistema houver algum corpo que possa oscilar na mesma freqüência do pêndulo excitador, ele irá acumulando paulatinamente essa energia (caso da ressonância), extraindo energia mecânica do pêndulo excitador (o tempo de oscilação deste se reduz visivelmente, até parar).
Tudo indica que vc não leu os links que postei. Assim sendo, envio outro mais 'matemático' que inclui o fator de amortecimento:

http://www.feiradeciencias.com.br/sala10/10_T03.asp

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007 22:41
Assunto: [ciencialist] Re: A utilidade de um Pêndulo


Olá Prof. Murilo e a todos,

é assim mesmo, as vezes os mestres estão às voltas com assuntos outros
que apenas os mestres podem resolver, e as 24 horas são poucas para
atenderem a tantos pedidos.

O Prof. Léo já se manifestou e deu a sua extrema-unção ao dito cujo.

Fiquei confuso, principalmente pelos vídeos dos protótipos "funcionando".

Fiz um experimento simples para entender o que o Léo disse no seu
primeiro retorno:


Léo: ... A força que age no braço de alavanca do lado direito é
exclusivamente a tensão no fio de suspensão do pêndulo. A componente
útil dessa tensão (para o deslocamento da alavanca) é a parcela
vertical que não muda o braço de alavanca. As componentes horizontais
só puxam ou apertam a alavanca contra o fulcro, não realizam trabalho.);


E não consegui verificar isto na prática, pois percebi que o movimento
do pêndulo transfere energia para o outro braço da alavanca, fazendo-o
mover-se na vertical. O movimento do pêndulo é modificado (diminuido)
quando essa transferência ocorre. Teria algo a ver com a variação do
centro de massa pelo movimento do pêndulo? Ainda que a componente útil
da tensão não mude o braço da alavanca, existe uma massa que se
desloca, e este deslocamento afeta o equilíbrio do sistema.

O que fiz foi uma haste apoiada em seu centro, funcionando como uma
balança. No lado esquerdo coloquei um peso de 100g e no lado direito
um pêndulo também de 100g. Ao movimentar o pêndulo na mesma direção da
haste, o seu lado esquerdo realiza um movimento na direção vertical,
para baixo e para cima. Se este movimento for limitado em seu curso, é
possível observar-se uma força (com capacidade para realizar um
trabalho útil) e a consequente redução no movimento do pêndulo, mas
que se realimentado, continua a transferir energia para o lado
esquerdo da haste.

No segundo retorno o Léo explicou:

Léo: ... Trata-se da migração da energia do pêndulo oscilante para o
sistema elástico --- e vice-versa!
Infelizmente o vídeo não mostra a complementação do experimento:
Colocando no local onde ele pendurou o pacotinho de papel (para notar
a vibração transmitida) um outro pêndulo (síncrono com o primeiro),
haverá um instante em que esse segundo pêndulo estará oscilando com
máxima amplitude e o primeiro ficará em repouso.


Ai eu entendí que existe sim migração da energia do pêndulo oscilante
para o outro sistema e vice-versa (pude ver isto no experimento que
relatei). Mas pela explicação, se entendi direito, esta transferência
é por ressonância (sei lá, acho que viajei).

Que me desculpe o Léo, mas ainda estou curioso. E antes que me mandem
construir um modelo, já estou pensando no assunto. Até porque a
engenhoca" é simples.

Quando estiver dirigindo o meu carro movido a movimento pendular,
fiquem tranquilo, darei notícias aqui no grupo.

Abraços

Tipoalgo




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SUBJECT: Re: E ética de cada um...
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 09:40

200 vacas ou 1 ser humano?

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Bruna Carolina Ribas
> Entendo, agora...
> Ricardo, significa que sua ética depende do lugar onde vc estiver.



SUBJECT: Fw: Professora de História
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 10:46

Olá meus assessores de temas gerais e arquibancadas ......

quebrem essa!

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "leandrarmando" <leandrarmando@ig.com.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007 21:30
Assunto: Professora de História


Investigação histórica

Tenho uma dúvida e, se possível, gostaria que você me ajudasse a resolver.
Sou professora de história de uma escola técnica e, em uma de minhas aulas
me foi questionado sobre a origem da pólvora. Muitos alunos acreditam que a
descoberta da mesma é mérito dos chineses. No entanto, um professor que é
doutor em história informou-me que sua origem está nos árabes.
Por favor, se você tiver algum texto, artigo, site, qualquer informação a
respeito desse assunto, se puder me indicar, me enviar, ficarei muito grata.

Desde então agradeço por sua atenção.

Um abraço

Professora Leandra Coutinho.

outro endereço de e-mail: leandracoutinho@hotmail.com





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: E ética de cada um...
FROM: "Jefferson" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 10:56

>
>200 vacas ou 1 ser humano?
>

Depende do ser humano! Tem ser humano que não vale 1 vaca! :-)

[]',s
Jeff.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Professora de História
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 11:16

Léo,

Escreví "origens da poltrona" e "pólvora" no Google e ele exibiu uma carrada de páginas, cada uma com diversos sites sobre o assunto. Está certo que passei só uma vista rápida, mas só ví referências a origens chinesas, nada em relação aos árabes.Sugiro sugerir à Professora uma pesquisa no Google.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Thursday, February 15, 2007 9:46 AM
Subject: [ciencialist] Fw: Professora de História


Olá meus assessores de temas gerais e arquibancadas ......

quebrem essa!

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "leandrarmando" <leandrarmando@ig.com.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007 21:30
Assunto: Professora de História

Investigação histórica

Tenho uma dúvida e, se possível, gostaria que você me ajudasse a resolver.
Sou professora de história de uma escola técnica e, em uma de minhas aulas
me foi questionado sobre a origem da pólvora. Muitos alunos acreditam que a
descoberta da mesma é mérito dos chineses. No entanto, um professor que é
doutor em história informou-me que sua origem está nos árabes.
Por favor, se você tiver algum texto, artigo, site, qualquer informação a
respeito desse assunto, se puder me indicar, me enviar, ficarei muito grata.

Desde então agradeço por sua atenção.

Um abraço

Professora Leandra Coutinho.

outro endereço de e-mail: leandracoutinho@hotmail.com

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] E ética de cada um...
FROM: "Ricardo" <ricardos@infolink.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 11:30

Vc deve estar brincando certo? Caso contrário, vai uma explicação:

Minha ética depende de minha criação e influências culturais, que moldaram
as associações de estímulos emocionais competentes à emoções sociais.
Durante os primeiros anos de nossas vidas passamos por criamos uma série de
condicionamentos para os valores culturais que nos cercam.

Sabe a sensação imediata de nojo que temos ao ver alguém comer formigas, ou
a culpa, quando fazemos algo que nos condicionamos a considerar errado?

O neurocientista Antônio Damásio tem excelentes trabalhos no assunto.
Segundo estudos por ele relatados, são documentados casos onde adultos
sofrem lesões na área do cérebro responsável pela associação emocional, que
ocorre antes mesmo da cognição, impedindo que o indivíduo faça as
associações necessárias para se emocionar diante de um estímulo. O que
acontece nestes casos é que o adulto racionalmente sabe o que considera
certo e errado, porque já possui opinião racional formada. Mesmo assim tende
a cometer diversos erros de conduta, por ações realizadas antes da reflexão,
que seriam facilmente filtradas pelo tal filtro emocional de culpa, prazer e
companhia. No caso de crianças com essas lesões o problema é ainda mais
grave, pois não há substrato racional formado, então são crianças sem
limites. Sem qualquer noção de certo e errado, para as quais não existe
nenhuma emoção dirigindo as ações.

Recomendo o livro "Em busca de Espinoza" sobre o assunto. Muito bom.

Um abraço,

Ricardo Szczerbacki


----- Original Message -----
From: "Bruna Carolina Ribas" <brunacribas@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, February 15, 2007 7:54 AM
Subject: Re: [ciencialist] E ética de cada um...


Entendo, agora...
Ricardo, significa que sua ética depende do lugar onde vc estiver.



Ricardo <ricardos@infolink.com.br> escreveu:
Olá Bruna,

Não disse que vale tudo não. Existem normas sim. Só que as normas são de
cada sociedade.

E, neste caso, eu não concordo com o Peter Singer. Neste ponto, penso como
o
Bertrand Russel. Para ele a ética é subjetiva e depende do grupo social que
vivemos.

Grande abraço,

Ricardo

----- Original Message -----
From: "Bruna Carolina Ribas" <brunacribas@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 7:00 PM
Subject: Re: [ciencialist] E ética de cada um...

Se é verdade que a ética é circustancial, e não há uma ética universal.

Pode ser desfavorável para a indústria anunciar a verdade sobre tudo que
vende,
para quê rótulos e por que não aceitar alimentos geneticamente modificados?

Por que ser contra a obtenção de produtos mais baratos vindos do trabalho
escravo?

Tudo é permitido, não existe uma ética universal também não deveríamos
viver
sobre leis, sobre obrigações tampouco praticando atos que contrariam a
nossa
natureza animal...

Segundo Peter Singer, "...é verdade que alguns tendem ao subjetivismo
excessivo, afirmando que uma moralidade é tão boa quanto outra qualquer;
mas, quando essas mesmas pessoas são pressionadas a dizer se acreditam que
a
moralidade de Hitler, ou a dos traficantes de escravos é tão boa quanto a
de
Albert Schweitzer ou a de Martin Luther King, reconhecem que, afinal,
acreditam que algumas moralidades são melhores que outras" (Libertação
Animal, p. 276).

Victor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
Ricardo,

Você fechou claramente o que tentei expor com exemplos, centrados em
circunstâncias igualmente claras. Moral, ética, religião, comportamento,
enfim, tudo é uma função geográfica!. Para mim,isto é de uma clareza,
sobre
o que não tenho dúvidas, o que me economiza o tempo de estar elaborando
perguntas e mais perguntas. Minha realidade é minha realidade. A de outros,
é a de outros. Que só depende do lugar e/ou das circunstâncias, como se tem
corretamente enfatizado. Imagina que eu, civilizado como penso que sou,
tivesse nascido em uma tribo brasileira, digamos, a Tupinambá. Numa guerra,
aprisionei uma linda guerreira. Ia comê-la, sim senhor! Aí, depois, viria
uma batata de perna, um... Se não fosse ela, seria eu. Bem, já almocei.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Ricardo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 13, 2007 2:53 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re:
Carne: enfim o método )

Como todo o respeito (mesmo), não vejo nada profundo nestes questionamentos
(sem nenhum menosprezo).

Quero dizer, pelo código de conduta implícito na moral da cultura da nossa
sociedade, não há nada demais em comer um bife, ou escravizar um cavalo
para
usá-lo como transporte.

Em outras culturas é imoral matar uma vaca ou um mosquito. Em algumas é
moral comer um ser humano.

Vejo como meramente cultural, toda a questão da ética e da moral. Posso ser
criticado por alguns aqui, mas não concordo com a visão de alguns
filósofos
de uma ética universal, absoluta.

[]s
Ricardo

----- Original Message -----
From: "Chicao Valadares" <chicaovaladares@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 1:28 PM
Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re:
Carne:
enfim o método )

> Victor, não sei se voce notou mas quase todas as
> situações apontadas são extremas. È bem diferente,
> talvez da sua quando está confortavelmente posicionado
> a mesa degustando um suculento bife, não acha???
>
>
> --- jvictor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
>
>> Chicão,
>>
>> ----- Original Message -----
>> From: Chicao Valadares
>> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>> Sent: Monday, February 12, 2007 9:59 AM
>> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
>> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
>>
>>
>> Victor:> Como carne, de preferência carne branca.
>> É verdade,
>> >inegável, que essa coisa de matar para comer, se
>> >pensar direitinho, pode mexer um pouco com nossa
>> ética >pessoal que, como a
>> >verdade pessoal, é um conceito relativo.
>>
>> Chicão: Existe moral universal??
>>
>> Victor>> Não me referí a moral. De qualquer
>> maneira, não existe uma moral universal. Ela é
>> igualmente relativa, depende só da geografia. É como
>> religião.
>>
>> Quanto à ética, como a discutida na thread
>> encabeçada por Bruna, um exemplo poderá esclarecer o
>> que penso a respeito da maleabilidade de conceitos
>> do tipo:
>>
>> 1)Você está perdido numa floresta, com seus
>> filhos. O frio é intenso, a tropa vai morrer de
>> frio, se não houver uma providência. De repente, um
>> belo e sedoso urso surge por trás de um monte. Pele
>> lisinha,lisinha. Que poderá aquecer e salvar os
>> filhos. De minha parte, eu não teria dúvidas:
>> apontaria meu canhão ponto 50 para a testa do tal, e
>> bum!. Retiraria sua pele e salvaria meus filhos.
>> Onde está a falta de ética ou moral, nesse caso.
>>
>> 2) Você está na floresta, mas não está perdido. Vê
>> o urso. E pensa: aquela pele deve valer um bom
>> dinheiro; além disso, agradaria minha gata. E bum!,
>> no urso.
>>
>> E agora, como fica a moral e a ética, se comparada
>> ao caso anterior? Em ambos os casos, um animal foi
>> morto e sua pele usada para duas finalidades!. Em
>> qual dos casos o autor do bum! deveria ser
>> condenado?
>>
>> 3) Você não tem frio, é verão,mas está perdido na
>> floresta e seus filhos morrendo de fome. Não há nem
>> uma folhinha comestível num raio de vários
>> kilometros. Aparece o tal urso, gordinho,
>> gordinho(digamos que sua carne possa ser ingerida,
>> nunca ouvi falar não, mas admitamos isso. Se quiser,
>> substitua o urso por uma vaca bonita, gordinha
>> também). Eu, mais uma vez, não teria dúvidas, bum.
>> Um foguerinha(ou não) salvaria minha tropa.
>>
>> Onde está a quebra de moral e ética aqui? Deveria
>> ser escafedido por isso, ou discriminado?
>>
>> Os dois conceitos, portanto, são relativos, e a
>> conceituação fica a depender de vários fatores.
>> Nenhum dos conceitos é absoluto, ou universal.
>>
>> Victor> Mas é o tal caso, assume-se que é uma
>> consequência
>> do > próprio processo de vida, de subsistência.
>> Está
>> >intimamente ligada à natureza das coisas. E são
>> > processos, apenas processos. Que têm relações
>> > causais, evidentemente.
>>
>> Chicão: Por que eu não posso matar pessoas para se
>> alimentar,
>> já que faz parte do processo de alimentação???
>>
>> Victor: Bem, acho que a pergunta ficou meio fora
>> do contexto em discussão. Mas posso comentar algo.
>> Matar propriamente, não. Mas há casos, em nossa
>> sociedade não canibal (assim mesmo o canibalismo tem
>> uma origem que aponta para um uso ritualístico, em
>> função, em geral, da geografia e das crenças
>> daquela sociedade; muito menos por necessidades
>> orgânicas, e muitas das vezes como um tributo ao
>> guerreiro morto, ou para comemorar algo,como uma
>> vitória, ou para mendigar beneíficios da divindade
>> da tribo), moderna, onde houve a necessidade de
>> ingerir carne humana, de amigos e colegas já mortos,
>> como única alternativa em defesa de suas vidas. Há
>> um caso famoso, de um avião que caiu nos Andes,
>> década de 60,acho. Aquelas pessoas faltaram com a
>> ética, alí? Ou com a moral? O que você faria? Acho
>> que agiram em defesa de da vida. Mesmo assim, até
>> onde sei, foram estigmatizados, os que lograram sair
>> daquele inferno gelado. Particularmente, não os
>> condeno por isso. Agiram dentro de um esquema para o
>> qual não havia saída. Aliás,havia uma única: o
>> suicídio. Aí você seria o prato do dia! Se correr o
>> bicho pega, se ficar, o bicho come.
>>
>> Particularmente, não sei o que faria. A ocasião é
>> que diria, se eu seria comido(epa, epa, no sentido
>> alimentar), se a ética e a moral falassem mais alto
>> ou se comeria(idem,idem) alguém; Já pensou numa
>> batata de perna de alguma gordinha bonita? Ôooh!
>>
>> A ocasião faz o bicho. Darwin até poderia dar uns
>> pitáculos também, estou certo, depois de achar que
>> as coisas são assim,na natureza.
>>
>> Sds,
>> Victor.
>>
>>
>> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de
>> Milo.
>> O que há é pouca gente para dar por isso... "
>> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
>>
>>
>>
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>> apagar as informações e notificar o remetente. O
>> uso impróprio será
>> tratado
>> conforme as normas da empresa e a legislação em
>> vigor. Agradecemos sua
>> colaboração.
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> O que há é pouca gente para dar por isso... "
> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
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SUBJECT: Re: E ética de cada um...
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 11:40

Oi Bruna e demais,

> Entendo, agora...
> Ricardo, significa que sua ética depende do lugar onde vc estiver.

Manuel: A diversidade dos sistemas morais é um fato antropológico.
Outro fato é que não há consenso acerca da natureza do Bem (o Bem,
como se sabe, é a categoria central da Ética). Existem muitas
hipóteses:

a)O Bem como Felicidade (Eudemonismo);
b)O Bem como Prazer (Hedonismo);
c)O Bem como "Boa Vontade" (Formalismo Kantiano);
d)O Bem como Útil (Utilitarismo)
...

Pode-se também perguntar: o Bem é o que é bom para Deus? Ou para a
vida em geral? Ou para a raça? Ou para o progresso da Espécie, isto
é, a Humanidade com "H" maiúsculo? Ou para o indivíduo?

Ademais, existem sistemas éticos aristocráticos, autoritários,
democráticos e liberais - e todos eles se assentam em autênticos
sentimentos humanos.

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: Re: A utilidade de um Pêndulo
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 11:46

Olá Prof. Léo, li os conteúdos dos links sim e com a maior boa vontade;
tanto que fiquei com dúvida se a tal da ressonância estava envolvida na
transferência de energia. Em todo o caso agora com a sua explicação
arrebatadora, até o meu filho de 6 anos entendeu!

Valeu

PS. Quanto a tração pendular a ser aplicada no meu carro, estou
reconsiderando o projeto!

Tipoalgo




SUBJECT: [RN] COMPUTADOR QUÂNTICO COMERCIAL A CAMINHO?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 11:49

NATURE.COM, 15-02-2007

QUANTUM COMPUTING AT 16 QUBITS

Geoff Brumfiel

D-Wave Systems, uma empresa sediada na Colúmbia Britânica, Canadá,
inaugurou seu sistema no dia 13 de feveiro último no Museu de História
do Computador em Mountain View, Califórnia, EUA. Embora ainda seja um
protótipo, representantes da empresa dizem que o aparelho pode
executar três tarefas relativamente simples: procurar coincidências em
um banco de dados de proteínas, gerar mapa de cadeiras em uma recepção
de casamento e completar um jogo de sudoku.

O sistema ainda é centenas de vezes mais lento que os computadores
convencionais, mas, segundo o diretor de tecnologia e co-fundador da
D-Wave, Geordie Rose, um computador com mais qubits pode ser
desenvolvido com a tecnologia atual, o que permitiria desenvolver a
máquina em um aparelho mais competitivo.

O computador da D-Wave possui 16 qubits. Cada qubit é formado por uma
pequena rosquinha de corrente em um supercondutor. A corrente pode
circular tanto no sentido horário como no anti-horário e, deixado a
cabo do aparelho, ela circula nos dois sentidos simultaneamente -
produzindo dois 'valores' simultâneos.

O computador é programado para ajustar os valores iniciais das
rosquinhas e suas interações com outras rosquinhas. Deixa-se, então, o
aparelho funcionar e as respostas são lidas a partir dos estados
finais do sistema. Ao contrário de outros sistemas, os qubits não são
controlados individualmente durante a computação.

Mas para produzir máquinas maiores e confiáveis, a empresa precisará
controlar as interações entre os vários qubits de modo mais preciso,
diz Andrew Steane, um especialista em computação-quântica da
Universidade de Oxford, Reino Unido. Isso pode se mostrar difícil de
se obter devido às dificuldades nos sistemas de controle e ao 'ruído'
geral em toda a máquina. (t,e)

http://www.nature.com/news/2007/070212/full/070212-8.html
-----------------------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Professora de História
FROM: "Jefferson" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 12:18


>
>Olá meus assessores de temas gerais e arquibancadas ......
>

A história que eu conheço (que ví em um documentário da TV Escola), foi um
alquimista chinês que inventou a pólvora "sem querer", enquanto tentava
criar uma poção que desse a vida eterna. A poção teria explodido na cara
dele :-) Após isso, os chineses começaram a usá-la para fogos de artifício,
depois em bombas, lançadas de catapultas e canhões de bambú. Isso foi no
século IX. Lá pro século XIII os europeus conheceram a pólvora pelos Mongóis
quando o seu império atingiu a Europa. Os árabes seriam os primeiros a
fabricar armas portáteis, com cano de ferro, pois, até o momento, não se
conseguia produzir canos de ferro que aguentassem a explosão. Mas aí já era
no século XIV.

É o que diz neste documentário sobre as invenções chinesas. Pelo tema do
documentário, podemos crer que estariam "puxando a sardinha pros chineses",
mas este mostra registros escritos tanto chineses como europeus.

[]',s
Jeff.

>
>Tenho uma dúvida e, se possível, gostaria que você me ajudasse a resolver.
>Sou professora de história de uma escola técnica e, em uma de minhas aulas
>me foi questionado sobre a origem da pólvora. Muitos alunos acreditam que a
>descoberta da mesma é mérito dos chineses. No entanto, um professor que é
>doutor em história informou-me que sua origem está nos árabes.
>Por favor, se você tiver algum texto, artigo, site, qualquer informação a
>respeito desse assunto, se puder me indicar, me enviar, ficarei muito
>grata.
>



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Professora de História
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 12:57

Errata. Onde se escreve poltrona, leia-se o óbvio: pólvora.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: jvictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, February 15, 2007 10:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Professora de História


Léo,

Escreví "origens da poltrona" e "pólvora" no Google e ele exibiu uma carrada de páginas, cada uma com diversos sites sobre o assunto. Está certo que passei só uma vista rápida, mas só ví referências a origens chinesas, nada em relação aos árabes.Sugiro sugerir à Professora uma pesquisa no Google.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Thursday, February 15, 2007 9:46 AM
Subject: [ciencialist] Fw: Professora de História

Olá meus assessores de temas gerais e arquibancadas ......

quebrem essa!

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "leandrarmando" <leandrarmando@ig.com.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007 21:30
Assunto: Professora de História

Investigação histórica

Tenho uma dúvida e, se possível, gostaria que você me ajudasse a resolver.
Sou professora de história de uma escola técnica e, em uma de minhas aulas
me foi questionado sobre a origem da pólvora. Muitos alunos acreditam que a
descoberta da mesma é mérito dos chineses. No entanto, um professor que é
doutor em história informou-me que sua origem está nos árabes.
Por favor, se você tiver algum texto, artigo, site, qualquer informação a
respeito desse assunto, se puder me indicar, me enviar, ficarei muito grata.

Desde então agradeço por sua atenção.

Um abraço

Professora Leandra Coutinho.

outro endereço de e-mail: leandracoutinho@hotmail.com

----------------------------------------------------------

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fluido anti-gravidade
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 13:09

eu quero acreditar... :p:p

http://www.youtube.com/watch?v=qnYKa2n47-4
http://www.youtube.com/watch?v=f2XQ97XHjVw&eurl=


--- Kentaro Mori <kentaro.mori@gmail.com> escreveu:

> Fluido anti-gravidade
> <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=851>
>
> <http://www.athousandandone.com/21/>
> Inodoro, incolor, insípido e não-tóxico, este
> fluido de propriedades
> fantásticas
> <http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81gua> ainda
> permite que
> objetos pareçam desafiar a força da gravidade.
> via digg <http://digg.com/>
>
> Postado em Curiosidades
> <http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=7> | Por
> Mori | Comente! »
> <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=851#respond>
>
> *Posts relacionados:*
> - <$BlogItemSubject$>
> <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=140>Lifters
> == Ionocrafts
> Recentemente houve excita�...
> - <$BlogItemSubject$>
> <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=468> O
> que é isso? Um pássaro? Um avião? Bem, já ...
> - Anti-gravidade: ESA é a
> real?<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=716>Com
> o perdão do terrível trocadilho:...
> - Matéria escura existe
> <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=767>Vivemos
> em tempos revolucionários para a co...
> - <$BlogItemSubject$>
> <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=440>Renato
> Sabbatini no Jô
> Soares O neurologista Ren...
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto
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>
>


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O que há é pouca gente para dar por isso... "
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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Chicao - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 14:00

Temos duas vertentes aqui:

1 - Mesmo A Carta dos Direitos Universais do Homem
(e toda sua intenção) é baseada em conceitos relativos
pois são os seus signatários que consideram universais
mas sempre há quem não concorde com os seus termos.
Tese defendida por Homero e Victor.


2 - A Carta dos Direitos Universais do Homem
é fruto do conhecimento secular amadurecido, com base
na experiencia humana de sofrimentos, imposições,
opressões seculares, injustiças e valores impostos.
Portanto tem uma base, racional, humanista secular.
Tese defendida por Romano.

Em 1, seus defensores expuseram os argumentos muito
claramente. Em 2, é necessário uma definição clara e
aplicável a todos os seres humanos do que é bem-estar.
Sendo assim, considero este debate encerrado
temporariamente para mim. Mas aviso a Homero e Victor
que devo por essa discussão em pauta novamente
tentando defender 2.

Abraços aos nobres colegas deste embate.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] E ética de cada um...
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 14:03

eu acho que ele quis dizer : "Os incomodados que se
retirem."

--- Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
escreveu:

> Entendo, agora...
> Ricardo, significa que sua ética depende do lugar
> onde vc estiver.
>
>
>
> Ricardo <ricardos@infolink.com.br> escreveu:
> Olá Bruna,
>
> Não disse que vale tudo não. Existem normas sim. Só
> que as normas são de
> cada sociedade.
>
> E, neste caso, eu não concordo com o Peter Singer.
> Neste ponto, penso como o
> Bertrand Russel. Para ele a ética é subjetiva e
> depende do grupo social que
> vivemos.
>
> Grande abraço,
>
> Ricardo
>
> ----- Original Message -----
> From: "Bruna Carolina Ribas"
> <brunacribas@yahoo.com.br>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Tuesday, February 13, 2007 7:00 PM
> Subject: Re: [ciencialist] E ética de cada um...
>
> Se é verdade que a ética é circustancial, e não há
> uma ética universal.
>
> Pode ser desfavorável para a indústria anunciar a
> verdade sobre tudo que
> vende,
> para quê rótulos e por que não aceitar alimentos
> geneticamente modificados?
>
> Por que ser contra a obtenção de produtos mais
> baratos vindos do trabalho
> escravo?
>
> Tudo é permitido, não existe uma ética universal
> também não deveríamos viver
> sobre leis, sobre obrigações tampouco praticando
> atos que contrariam a nossa
> natureza animal...
>
> Segundo Peter Singer, "...é verdade que alguns
> tendem ao subjetivismo
> excessivo, afirmando que uma moralidade é tão boa
> quanto outra qualquer;
> mas, quando essas mesmas pessoas são pressionadas a
> dizer se acreditam que a
> moralidade de Hitler, ou a dos traficantes de
> escravos é tão boa quanto a de
> Albert Schweitzer ou a de Martin Luther King,
> reconhecem que, afinal,
> acreditam que algumas moralidades são melhores que
> outras" (Libertação
> Animal, p. 276).
>
> Victor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
> Ricardo,
>
> Você fechou claramente o que tentei expor com
> exemplos, centrados em
> circunstâncias igualmente claras. Moral, ética,
> religião, comportamento,
> enfim, tudo é uma função geográfica!. Para
> mim,isto é de uma clareza, sobre
> o que não tenho dúvidas, o que me economiza o tempo
> de estar elaborando
> perguntas e mais perguntas. Minha realidade é minha
> realidade. A de outros,
> é a de outros. Que só depende do lugar e/ou das
> circunstâncias, como se tem
> corretamente enfatizado. Imagina que eu, civilizado
> como penso que sou,
> tivesse nascido em uma tribo brasileira, digamos, a
> Tupinambá. Numa guerra,
> aprisionei uma linda guerreira. Ia comê-la, sim
> senhor! Aí, depois, viria
> uma batata de perna, um... Se não fosse ela, seria
> eu. Bem, já almocei.
>
> Sds,
> Victor.
>
> ----- Original Message -----
> From: Ricardo
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, February 13, 2007 2:53 PM
> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
> irmãzinhas!!! ( Era Re:
> Carne: enfim o método )
>
> Como todo o respeito (mesmo), não vejo nada
> profundo nestes questionamentos
> (sem nenhum menosprezo).
>
> Quero dizer, pelo código de conduta implícito na
> moral da cultura da nossa
> sociedade, não há nada demais em comer um bife,
> ou escravizar um cavalo
> para
> usá-lo como transporte.
>
> Em outras culturas é imoral matar uma vaca ou um
> mosquito. Em algumas é
> moral comer um ser humano.
>
> Vejo como meramente cultural, toda a questão da
> ética e da moral. Posso ser
> criticado por alguns aqui, mas não concordo com
> a visão de alguns
> filósofos
> de uma ética universal, absoluta.
>
> []s
> Ricardo
>
> ----- Original Message -----
> From: "Chicao Valadares"
> <chicaovaladares@yahoo.com.br>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Tuesday, February 13, 2007 1:28 PM
> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
> irmãzinhas!!! ( Era Re:
> Carne:
> enfim o método )
>
> > Victor, não sei se voce notou mas quase todas as
> > situações apontadas são extremas. È bem
> diferente,
> > talvez da sua quando está confortavelmente
> posicionado
> > a mesa degustando um suculento bife, não
> acha???
> >
> >
> > --- jvictor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
> >
> >> Chicão,
> >>
> >> ----- Original Message -----
> >> From: Chicao Valadares
> >> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >> Sent: Monday, February 12, 2007 9:59 AM
> >> Subject: Re: [ciencialist] As baratas, nossas
> >> irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método
> )
> >>
> >>
> >> Victor:> Como carne, de preferência carne
> branca.
> >> É verdade,
> >> >inegável, que essa coisa de matar para
> comer, se
> >> >pensar direitinho, pode mexer um pouco com
> nossa
> >> ética >pessoal que, como a
> >> >verdade pessoal, é um conceito relativo.
> >>
> >> Chicão: Existe moral universal??
> >>
> >> Victor>> Não me referí a moral. De qualquer
> >> maneira, não existe uma moral universal. Ela
> é
> >> igualmente relativa, depende só da geografia.
> É como
> >> religião.
> >>
> >> Quanto à ética, como a discutida na thread
> >> encabeçada por Bruna, um exemplo poderá
> esclarecer o
> >> que penso a respeito da maleabilidade de
> conceitos
> >> do tipo:
> >>
> >> 1)Você está perdido numa floresta, com seus
> >> filhos. O frio é intenso, a tropa vai morrer
> de
> >> frio, se não houver uma providência. De
> repente, um
> >> belo e sedoso urso surge por trás de um
> monte. Pele
> >> lisinha,lisinha. Que poderá aquecer e salvar
> os
> >> filhos. De minha parte, eu não teria dúvidas:
> >> apontaria meu canhão ponto 50 para a testa do
> tal, e
> >> bum!. Retiraria sua pele e salvaria meus
> filhos.
> >> Onde está a falta de ética ou moral, nesse
> caso.
> >>
> >> 2) Você está na floresta, mas não está
> perdido. Vê
> >> o urso. E pensa: aquela pele deve valer um
> bom
>
=== message truncated ===


"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
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SUBJECT: Fw: Feira de Ciencias
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 14:12

Essa é para todos os assessores e não assessores.

Essas informações serão cruciais mesmo para mim!

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Internacional 2 - SEAIN
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007 10:43
Assunto: Feira de Ciencias


Prezado Prof. Luiz Ferrado Neto,



Meu é Rogério e trabalho na, SEAIN, Secretaria de Assuntos Internacionais do Governo de Minas Gerais. A Secretaria é responsável pela área internacional do Estado de Minas. Nós estamos nesse momento tentando fazer um levantamento de feiras de ciências em toda América Latina. Tendo em vista seu envolvimento com feiras, gostaríamos de saber se Vsa. teria condições de nos informar sobre as feiras de ciências mais tradicionais do país. Informações acerca de locais e datas de realização nos seriam muito úteis. Desde já, grato pela sua atenção e cordialidade.



Atenciosamente,



Rogério Brandão

Subsecretaria de Assuntos Internacionais

Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico

Governo de Minas Gerais

Tel./Fax: (31) 2129-9359

e-mail: internacional2@desenvolvimento.mg.gov.br







--------------------------------------------------------------------------------


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Mauro" <bombaspr@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 14:39

Olá Takata.

Entre outras coisas, o q levou os cientistas do IPCC a considerarem
como muito provável uma origem antropogênica do aquecimento global?
Além da ligação entre as concentrações atmosféricas dos gases-estufas,
a concentração desses gases estão ligadas ao início da revolução
industrial. Não é apenas o CO2 q aumenta, mas outros - o NOx, por
exemplo.

Mauro: No meio dessas outras coisas já existe prova de causalidade ou
se trata somente de correlações (mesmo que fortes correlações)?

Inté+
Mauro



SUBJECT: Re: O Ambientalista Crente
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 14:49

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Mauro" <bombaspr@...> escreveu
> Mauro: No meio dessas outras coisas já existe prova de causalidade ou
> se trata somente de correlações (mesmo que fortes correlações)?

Bem, queimar petroleo produz CO2. Pra algum lugar esse CO2 vai.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Mauro" <bombaspr@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 15:10

Olá Takata.

Bem, queimar petroleo produz CO2. Pra algum lugar esse CO2 vai.

Mauro: A quantidade de CO2 é suficiente para causar o aquecimento
global? Caso haja de fato um aquecimento global, o CO2 seria o *unico*
responsável?

Inté+
Mauro



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Vestibucast :// Densidade
FROM: "Prof. Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 15:19

Romano,

Para ouvir o arquivo você precisa de um programa que
reconheça e reproduza o formato mp3.

Exemplo: windows media player, winamp, etc.

[]'s do Prof. Emiliano

--- romano_170 <romano_170@yahoo.com.br> escreveu:

> Não consegui ouvir
>
> Abs, Romano
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Prof.
> Emiliano Chemello"
> <chemelloe@...> escreveu
> >
> > Caros amigos,
> >
> > O Vestibucast é um serviço de provimento de
> conteúdos digitais
> em áudio do jornal Folha de S.Paulo. É um podcast
> voltado
> exclusivamente para o vestibulando. Desta vez, o
> conceito abordado foi
> o da densidade.
> >
> > Densidade
> > <áudio>
>
http://bd.folha.uol.com.br/vestibucast/audio/vest_qui_densidade.mp3
>
> > <texto>
>
http://www.quimica.net/emiliano/vestibucast/densidade.pdf
>
> >
> > Para ver e ouvir os demais textos, acesse:
> > http://www.quimica.net/emiliano/vestibular.html
> >
> > Aguardo vossos comentários,
> >
> > Um abraço do
> > Prof. Emiliano Chemello
> >
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SUBJECT: Re: O Ambientalista Crente
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 15:30

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Mauro" <bombaspr@...> escreveu
> Mauro: A quantidade de CO2 é suficiente para causar o aquecimento
> global?

Tto qto se sabe, sim:
http://adsabs.harvard.edu/abs/1985TellB..37..189K

> Caso haja de fato um aquecimento global, o CO2 seria o *unico*
> responsável?

Nao, nao eh o unico responsavel. O metano e o NOx tb, alem de CFC e
outros. Curiosamente, todos sao gerados por poluicao antropogenica tb
em gdes qtdades. Curiosamente, a concentracao atmosferica de todos
aumentam mais ou menos na epoca da industrializacao.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Pólvora
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 15:36

Eu já considerava por certo como sendo obra dos chineses (e os árabes tendo
aperfeiçoado as armas de fogo de metal).

Abaixo segue uma das muitas citaçoes que dão os créditos aos chineses.

Aliás, provavelmente os primeiros azarados a descobrirem a pólvora podem ter
se arrependido de sua "genialidade".

Gil

=====================================
Pólvora

Durante a Dinastia Han, alquimistas taoístas, ao pesquisar um elixir da
imortalidade, produziram vários incêndios ao fazer testes com os
ingredientes enxofre e salitre (nitrato de potássio). Um desses alquimistas
depois escreveu um texto de alquimia, dhamado "O Livro da Ligação dos Três",
que alertava sobre a mistura de certas substâncias.

No Século 8, ao final da Dinastia Tang, foi descoberta uma fórmula para
fazer pólvora. Feita de uma combinação de salitre e enxofre com carvão, a
pólvora ou "huo yao" foi usada inicialmente para fazer fogos de artifício e
chamas para sinalização. Mais tarde, foram inventadas as granadas de mão
simples, atiradas sobre o inimigo por meio de catapultas.

Durante a Dinastia Song, a pólvora era usada em rifles e foguetes. O
exército Song também comprimia pólvora em canos de bambu, além de usá-la
como uma forma primitiva de sinalização. Em 1126 d.C., um oficial local
chamado Li Gang registrou a defesa da cidade de Kaifeng com o uso de
canhões, que causaram um grande número de vítimas em uma tribo nômade de
saqueadores.

Muitas misturas antigas da pólvora chinesa continham substâncias tóxicas,
como compostos de mercúrio e arsênico, e podem ser consideradas como uma
forma primitiva de guerra química.
http://www.discoverybrasil.com/china_antiga/invencoes_tecnologias/polvora/index.shtml



Em 15/02/07, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
>
> Olá meus assessores de temas gerais e arquibancadas ......
>
> quebrem essa!
>
> []'
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "leandrarmando" <leandrarmando@ig.com.br>
> Para: <leobarretos@uol.com.br>
> Enviada em: quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007 21:30
> Assunto: Professora de História
>
>
> Investigação histórica
>
> Tenho uma dúvida e, se possível, gostaria que você me ajudasse a resolver.
> Sou professora de história de uma escola técnica e, em uma de minhas aulas
> me foi questionado sobre a origem da pólvora. Muitos alunos acreditam que
> a
> descoberta da mesma é mérito dos chineses. No entanto, um professor que é
> doutor em história informou-me que sua origem está nos árabes.
> Por favor, se você tiver algum texto, artigo, site, qualquer informação a
> respeito desse assunto, se puder me indicar, me enviar, ficarei muito
> grata.
>
> Desde então agradeço por sua atenção.
>
> Um abraço
>
> Professora Leandra Coutinho.
>
> outro endereço de e-mail: leandracoutinho@hotmail.com
>
>
>
>
>
>
> --------------------------------------------------------------------------------
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.5.441 / Virus Database: 268.17.39/687 - Release Date:
> 14/02/2007 16:17
>
>
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> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] [RN] COMPUTADOR QUÂNTICO COMERCIAL A CAMINHO?
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 15:44

Aqui tem uma crítica em relaçao ao que essa empresa divulga:
http://dabacon.org/pontiff/?p=1427


http://info.abril.com.br/aberto/infonews/022007/12022007-3.shl

Nao entendi coisa alguma, mas tá valendo :)

Gil
Em 15/02/07, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:
>
> NATURE.COM, 15-02-2007
>
> QUANTUM COMPUTING AT 16 QUBITS
>
> Geoff Brumfiel
>
> D-Wave Systems, uma empresa sediada na Colúmbia Britânica, Canadá,
> inaugurou seu sistema no dia 13 de feveiro último no Museu de História
> do Computador em Mountain View, Califórnia, EUA. Embora ainda seja um
> protótipo, representantes da empresa dizem que o aparelho pode
> executar três tarefas relativamente simples: procurar coincidências em
> um banco de dados de proteínas, gerar mapa de cadeiras em uma recepção
> de casamento e completar um jogo de sudoku.
>
> O sistema ainda é centenas de vezes mais lento que os computadores
> convencionais, mas, segundo o diretor de tecnologia e co-fundador da
> D-Wave, Geordie Rose, um computador com mais qubits pode ser
> desenvolvido com a tecnologia atual, o que permitiria desenvolver a
> máquina em um aparelho mais competitivo.
>
> O computador da D-Wave possui 16 qubits. Cada qubit é formado por uma
> pequena rosquinha de corrente em um supercondutor. A corrente pode
> circular tanto no sentido horário como no anti-horário e, deixado a
> cabo do aparelho, ela circula nos dois sentidos simultaneamente -
> produzindo dois 'valores' simultâneos.
>
> O computador é programado para ajustar os valores iniciais das
> rosquinhas e suas interações com outras rosquinhas. Deixa-se, então, o
> aparelho funcionar e as respostas são lidas a partir dos estados
> finais do sistema. Ao contrário de outros sistemas, os qubits não são
> controlados individualmente durante a computação.
>
> Mas para produzir máquinas maiores e confiáveis, a empresa precisará
> controlar as interações entre os vários qubits de modo mais preciso,
> diz Andrew Steane, um especialista em computação-quântica da
> Universidade de Oxford, Reino Unido. Isso pode se mostrar difícil de
> se obter devido às dificuldades nos sistemas de controle e ao 'ruído'
> geral em toda a máquina. (t,e)
>
> http://www.nature.com/news/2007/070212/full/070212-8.html
> -----------------------------
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>
>
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> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
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>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Mauro" <bombaspr@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 16:03

Olá Takata.

Obrigado pelas informações.

Inté+
Mauro

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Mauro" <bombaspr@...> escreveu
> Mauro: A quantidade de CO2 é suficiente para causar o aquecimento
> global?

Tto qto se sabe, sim:
http://adsabs.harvard.edu/abs/1985TellB..37..189K

> Caso haja de fato um aquecimento global, o CO2 seria o *unico*
> responsável?

Nao, nao eh o unico responsavel. O metano e o NOx tb, alem de CFC e
outros. Curiosamente, todos sao gerados por poluicao antropogenica tb
em gdes qtdades. Curiosamente, a concentracao atmosferica de todos
aumentam mais ou menos na epoca da industrializacao.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: O Ambientalista Crente
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 16:25

Tem dois aspectos mais ou menos incontestes q sugerem q realmente
esta' havendo uma tendencia de aumento de CO2 na atmosfera, e q esse
aumento de CO2 tem realmente causa antropogenica.

1-Analises de gelo removido de grandes profundidades mostram q nos
mil anos antes de 1800 o CO2 atmosferico ficou mais ou menos estavel
na faixa de 270 e 290 ppmv (partes por milhao em volume). Em 1994 o
valor medido de 358 ppmv ja' foi maior q qq nivel de CO2 observado em
analises de gelo de ate' 220.000 anos anteriores. Em 2006 o nivel
subiu para 380 ppmv.

2-Combustiveis fosseis praticamente nao conteem carbono 14 (14C),
pois esse isotopo tem meia-vida de pouco menos de 6000 anos. No
ecossistema ha' uma continua geracao de C14 por acao de raios
cosmicos atingindo C14 na atmosfera superior. Como todos os seres
vivos fazem parte do ciclo de carbono atmosferico, o teor de C14 se
mantem constante no ar. Se o aumento de CO2 notado na atmosfera vem
mesmo de combustiveis fosseis, essas diferencas isotopicas deveriam
ser notadas no CO2 atmosferico. E de fato o teor de C14 na atmosfera
caiu de 2 a 2,5% entre 1850 e 1954, qdo so' entao voltou a aumentar
(devido ao grande numero de testes nucleares atmosfericos nos anos 50
q injetaram muito C14 no ar). A queda no C14 atmosferico foi
compativel com a queima de combustiveis fosseis no periodo. Claro q
isso poderia ser prova d q a origem do excesso do CO2 nao seria
materia q um dia foi viva, mas tem outro aspecto isotopico do carbono
a considerar: Devido a seus mecanismos bioquimicos, as plantas
absorvem C12 e C13 da atmosfera em proporcoes diferentes dos teores
desses dois isotopos no ar. E esses dois isotopos sao estaveis. Se o
excesso de CO2 e' mesmo devido a combustiveis fosseis a relacao
C12/C13 atmosferica iria mudar com a entrada macica de CO2 de origem
fossil organica. E plantas modernas teem mecanismos bioquimicos
diferentes q absorvem C12/C13 em proporcao diferentes de plantas
fosseis (embora os antigos mecanismos permanecam ainda em muitas
plantas modernas). De qq modo pode ser calculado qto mudaria a
proporcao C12/C13 se o excesso de CO2 viesse principalmente de
combustiveis fosseis. E foi isso q foi efetivamente medido desde o
inicio da era industrial. Nenhuma fonte nao antropogenica de CO2
poderia explicar essa mudanca de proporcao C12/C13 na atmosfera, so'
se o aumento de CO2 fosse mesmo devido aa queima de carvao e
petroleo, q um dia foram seres vivos.

A unica duvida q resta e' se esse aumento de CO2 atmosferico de causa
antropogenica e' algo a ser evitado, revertido ou ignorado.

Ja' vi artigos cientificos dizendo q vem ai' uma Era do Gelo, e q
vamos precisar de gases de efeito estufa pra evitar um congelamento
planetario nos proximos 10 mil anos.

Q seria so' uma questao de 'ajuste fino'.

Mas essa tese parece ainda mais polemica q a do aquecimento global.

;-)

Abs,
Eduardo Torres

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata"
<roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Mauro" <bombaspr@> escreveu
> > Mauro: A quantidade de CO2 é suficiente para causar o aquecimento
> > global?
>
> Tto qto se sabe, sim:
> http://adsabs.harvard.edu/abs/1985TellB..37..189K
>
> > Caso haja de fato um aquecimento global, o CO2 seria o *unico*
> > responsável?
>
> Nao, nao eh o unico responsavel. O metano e o NOx tb, alem de CFC e
> outros. Curiosamente, todos sao gerados por poluicao antropogenica
tb
> em gdes qtdades. Curiosamente, a concentracao atmosferica de todos
> aumentam mais ou menos na epoca da industrializacao.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Além da questão alimentar
FROM: Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
TO: veg-brasil@yahoogrupos.com.br
CC: Santa Paciência <santapaciencia@yahoogrupos.com.br>, "Ciência" Lista <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/02/2007 16:26

Do bem e mal, do pecado?

O veganismo é uma opção pela paz, pela compassividade, uma pessoa normal jamais aceitaria ser cúmplice de uma violência...

Se escolhas definem e geram situações, porque devo ser cúmplice de certos atos que a humanidade pratica em função de gosto alimentar?
Só para dar um exemplo, castrar um porco sem anestesia,
e se ele for criptorquida, ou seja, o animal que não desceu os testículos,
abre-se o abdomen, também sem anestesia, se afasta os intestinos e puxa os ligamentos.Será que isso dói?Alguém duvida?

Uma pessoa me mandou um e-mail, dizendo que tinham o direito de debochar das minhas ilações sobre os animais, porque eu levava isso muito a sério, afinal, por que eu me importava?

Vc saber de tanta dor e ser preparado para causar mais,
como alguém consegue viver ignorando isso?
Me perdoem, mas eu me importo.

Talvez certas coisas, as pessoas só vão aprender se experimentar em si mesmas?Vcs precisam sofrer uma violência para saber que isso é um mal?

Ok, não me respondam, reflitam apenas.
Estou sem tempo de ler todos os posts e cada vez mais distante de qualquer pensamento ou filosofia, ou cultura, que não melhore a pessoa.

Meu silêncio fala por mim.

Agradeço a atenção,

Bruna Carolina


Beatriz Medina <bmedinatrans@gmail.com> escreveu: Essa talvez seja a principal razão pela qual não sou nem pretendo ser
vegana. Isso de regras rígidas, de bem e mal, de pecado, não é pra mim não.

Beatriz Medina
Borda da Mata, MG, Brasil

Silas Cordeiro-Pascoal escreveu:

> credo. não quis dizer isso. só estava comentando a diferença na
> arbitrariedade do veganismo (tudo de origem animal ou testado em
> animais é terminantemente proibido) e a flexibilidade individualista e
> empirista da macrobiótica (o que vc achar, o que vc provar, o que vc
> achar que faz bem, etc). Na macrobiótica a regra é vc, no veganismo a
> regra são os Direitos dos Animais...
>






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Além da questão alimentar
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 16:58

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Bruna Carolina Ribas
> O veganismo é uma opção pela paz, pela compassividade, uma pessoa
> normal jamais aceitaria ser cúmplice de uma violência...

Responda a uma pergunta: 200 vacas ou 1 pessoa?

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Novo simbolo de perigo radioativo
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 19:37

A Agência Internacional de Energia Atômica lançou um novo símbolo para
identificar fontes de radiação ionizante danosa.

O tradicional trevo quinado preto será complementado por símbolos de
ondas de radiação, uma caveira com ossos cruzados e uma pessoa
correndo - o fundo passa a ser vermelho em lugar do amarelo e o campo
terá o formato triangular com bordas negras.

Em um estudo conjunto com a Organização Internacional de Padronização
(ISO), envolvendo entrevista com 1.650 pessoas de 11 países (Brasil,
México, Marrocos, Quênia, Arábia Saudita, China, Índia, Tailândia,
Polônia, Ucrânia e Estados Unidos), o novo desenho - desenvolvido por
especialistas em fatores humanos, designers gráficos e técnicos em
radioatividade - mostrou-se mais informativo.

Mais informações em:
http://www.iaea.org/NewsCenter/News/2007/radiationsymbol.html
-----------------
[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] E ética
FROM: Sérgio <anaximao@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 21:43


ola victor

essa discussão sobre etica, é obvio q ela é subjetiva

não sei q tantos emails prtecisa-se mandar pra entender
algo tao simples

sérgio







"Aquele que insiste em jamais dizer algo errado deve permanecer em silêncio" Werner Heisenberg

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SUBJECT: P/ Bruna - Re: E ética de cada um...
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 22:39

Olá Bruna

Bruna: "Entendo, agora...
> Ricardo, significa que sua ética depende do lugar onde vc estiver."

Não, querida, não significa isso. Significa que a ética varia,
dependendo da cultura, não a minha ética, mas a de cada cultura.

Para mim, e tenho certeza para o Ricardo, a ética será a mesma, esteja
eu aqui ou na África. Mas da mesma forma a ética de um muçulmano
africano será a mesma, e diferente da minha, quer ele esteja na
África, ou aqui no Brasil.

Significa que não há uma ética universal, um certo e errado absoluto,
que possa ser aceito por todas as culturas e indivíduos, e que devemos
nos esforçar por chegar a acordos, que possam ser aplicados de forma
mais um menos geral.

É isso que significa. Além disso, afirmar que para o Ricardo a ética,
a dele, varia com o lugar, é uma falácia do espantalho: uma construção
argumentativa que o debatedor NÃO fez, mas que é mais fácil de atacar
que o argumento que ele realmente apresentou.

Um abraço.

Homero





SUBJECT: RE: [ciencialist] P/ Bruna - Re: E ética de cada um...
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 22:54

Oráculo, oi.
Eu juro que há diferença entre a *ética* e a *moral*, e pelo menos para mim,
a *moral* sim é que varia muito com a cultura dos povos.
Felizmente a ética é mais imutável.
abr/M.


>From: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] P/ Bruna - Re: E ética de cada um...
>Date: Fri, 16 Feb 2007 00:39:37 -0000
>
>Olá Bruna
>
>Bruna: "Entendo, agora...
> > Ricardo, significa que sua ética depende do lugar onde vc estiver."
>
>Não, querida, não significa isso. Significa que a ética varia,
>dependendo da cultura, não a minha ética, mas a de cada cultura.
>
>Para mim, e tenho certeza para o Ricardo, a ética será a mesma, esteja
>eu aqui ou na África. Mas da mesma forma a ética de um muçulmano
>africano será a mesma, e diferente da minha, quer ele esteja na
>África, ou aqui no Brasil.
>
>Significa que não há uma ética universal, um certo e errado absoluto,
>que possa ser aceito por todas as culturas e indivíduos, e que devemos
>nos esforçar por chegar a acordos, que possam ser aplicados de forma
>mais um menos geral.
>
>É isso que significa. Além disso, afirmar que para o Ricardo a ética,
>a dele, varia com o lugar, é uma falácia do espantalho: uma construção
>argumentativa que o debatedor NÃO fez, mas que é mais fácil de atacar
>que o argumento que ele realmente apresentou.
>
>Um abraço.
>
>Homero
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SUBJECT: P/ Chicao - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 22:57

Olá Chicao

Este foi realmente um debate interessante, tirando as atrapalhadas
intervenções do Bradock/Tagore/Troll/Romano..:-)

E as duas divisões me parecem claras, embora eu pense que estão um
tanto limitadas e poderiamos encontrar variantes e formas mistas.

Só tenho uma correção, a vertente 2 não é de maneira alguma a posição
do troll/Romano. A posição dele é: se puder arrumar encrenca, "tô
dentro"..:-)

Veja que, para a Bruna, suas mensagens eram ataques ao vegetarianismo,
e para o Takata, de defesa. "Hay un debate, soy contra"..:0)

Na posição 2, mesmo sendo a Carta de Direitos fruto de debate
amadurecido, será sempre para uma parcela, a amadurecida, das
culturas. Culturas em estágios, digamos, anteriores, não concordarão
com suas bases e alegações, como, por exemplo, direitos idênticos a
todos a partir do nascimento.

Em uma cultura onde a importância deriva da classe em que nasce, essa
idéia não é "ética" ou justa. Na Índia, em muitas regiões, tentar dar
importância igual ao recém nascido na classe pária quanto na classe
bramane, será considerado profundamente injusto e pouco ético
(recentemente o governo indu se recusou a discutir o sistema de castas
desse pais na ONU, em 2001 se não me engano).

O modo de pensar do Romano (se é que se pode chamar de modo de pensar
isso tudo) é mais algo do tipo: existe determinadas regras que são
absolutas, não decorrendo de razão ou concordância entre indivíduos ou
culturas. Uma vez que uma delas seja encontrada, TODOS, sem exceção,
concordariam que é uma regra ética boa e justa.

Chicão: "Mas aviso a Homero e Victor
> que devo por essa discussão em pauta novamente
> tentando defender 2."

Será ótimo..:-) Até porque eu concordo, pelo menos em parte, com a
posição 2. Como eu disse, uma forma mista seria mais razoável como
explicação.

Eu, pessoalmente, vejo normas éticas que considero "melhores" que
outras formas, não por serem absolutas, mas por motivos diversos, como
o motivo, egoísta, de aumentar o nível de tolerância de uma sociedade,
o que me beneficiaria. Ou pelo motivo, altruísta, de preferir ver
minha filha mais feliz e segura em uma sociedade que respeita direitos
femininos. Ou por um motivo biológico/neurológico/evolutivo, minha
resposta a dor alheia é desagradável, e eu prefiro a sensação de
ajudar que a sensação de destruir (como boa parte dos animais
gregários, que tem de viver me grupos).

Estudos recentes, por exemplo, descobriram que dar algo a alguém,
ajudar a levantar, ou entregar um presente, dispara os centros de
prazer do cérebro.

Um abraço.

Homero




SUBJECT: P/ Bruna - Re: E ética de cada um...
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 23:14

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo"
> Eu juro que há diferença entre a *ética* e a *moral*, e pelo menos

Ética é a parte da filosofia q estuda a moral.

Éthos (em grego) e mores (em latim) significam a mm coisa: costumes.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Além da questão alimentar
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 23:23

Olá Bruna

Bruna: "O veganismo é uma opção pela paz, pela compassividade, uma
pessoa normal jamais aceitaria ser cúmplice de uma violência..."

Não, querida, o veganismo é a opção de se alimentar de vegetais
apenas. Só isso. As conclusões "morais" que tenta tirar desse
comportamento não são válidas ou absolutas.

Para muitos, destruir plantas, mesmo para comer, é uma violência. O
fato de que você pensa ser "menos" violência matar uma planta do que
matar um animal apenas demonstra o relativismo da ética.

Você "mata" o alface para come-lo, mas ainda não explicou porque essa
"violência" é menos violência que matar um rato.

Pessoas normais, na maioria dos sentidos do termo normal, come carne.
Normal, no sentido se ser a maior parte de um grupo, come carne.
Normal, no sentido de ter uma psique dentro do padrão evolutivo atual,
não vê problemas em comer carne ou se alimentar da mesma forma como
todos os outros seres vivos, a partir de outros seres vivos.

Portanto, pessoas normais comem carne e não são vegans. E, nisso tem
razão, não aceitam ser cúmplices de violência, mas NÃO consideram essa
alimentação carnívora uma violência, apenas uma necessidade, digamos,
normal..:-)

Sua religião está distorcendo os argumentos, para tentar provar que:
vegans são gente bondosa, gentil, justa, perfeita, e comedores de
carne são malvados, violentos, cúmplices de violência, etc, etc.

O que, é claro, não é verdade.

Bruna: "Se escolhas definem e geram situações, porque devo ser
cúmplice de certos atos que a humanidade pratica em função de gosto
alimentar?"

Porque, como já foi exaustivamente explicado, não é gosto, mas
necessidade biológica. O esforço extra para se alimentar apenas de
vegetais simplesmente não pode ser feito para alimentar 6 bilhões de
pessoas. Comer carne, é uma necessidade biológica, só dispensável com
suplementos, esforço, dietas especiais, etc, não uma questão de gosto.

Bruna: "Só para dar um exemplo, castrar um porco sem anestesia, e se
ele for criptorquida, ou seja, o animal que não desceu os testículos,
abre-se o abdomen, também sem anestesia, se afasta os intestinos e
puxa os ligamentos.Será que isso dói? Alguém duvida?"

Ninguém duvida. E se puder fazer isso de outra forma, com anestesia,
eu acharei ótimo. Mas, em algum momento tem de perceber isso, não tem
NADA a ver com se tornar Vegan, mas sim com minorar, quando possível,
a dor de outros animais. E continuar a se alimentar deles, se
necessário (e é necessário).

Pense, Bruna, um Vegan poderia fazer isso a um porco, e um carnívoro
poderia anestesia-lo antes. Um Vegan poderia escolher essa forma de
alimentação para viver de forma mais saudável, se acreditar nisso, e
ainda assim ser cruel e violento com animais. Isso não tem NADA a ver
com o tipo de alimentação necessário ao ser humano.

Bruna: "Uma pessoa me mandou um e-mail, dizendo que tinham o direito
de debochar das minhas ilações sobre os animais, porque eu levava isso
muito a sério, afinal, por que eu me importava?"

Não acho que alguém tenha direito de debochar de sua forma de pensar.
mas não acho que ninguém aqui debochou (a não ser o troll/Romano, mas
ele não conta..:-). O que tentamos fazer foi argumentar e mostrar
evidências de que está errada em suas conclusões e afirmações. E isso
é legítimo em qualquer debate, não?

Acho, inclusive, admirável sua preocupação com animais e outros seres
vivos. Um tanto equivocada em seus objetivos, mas ainda assim admirável.

Bruna: "Talvez certas coisas, as pessoas só vão aprender se
experimentar em si mesmas?Vcs precisam sofrer uma violência para saber
que isso é um mal?"

O nome disso, dessa sua posição, é antropomorfização, a aplicação de
caracteristicas e reações humanas a animais e vice-versa. Para
entender melhor, pense quem alguém dizendo para você o seguinte:

Mas Bruna, como vai tomar esse antibiótico e matar milhões de seres
vivos que neste momento precisam de seu corpo para viver e se
alimentar? Não vê que eles não tem escolha, que não fazem por mal?
Será que só vai entender isso se experimentar a dor e o sofrimento de
morrer com doses de antibióticos fortíssimos???

Um tanto absurdo, não? Mas é o mesmo que leva pessoas, no mais muito
razoáveis, a ver na proteção de alguns filhotes por seus pais, um amor
como o de uma mãe ou pai humano. Quando, na verdade, há apenas um
comportamento padronizado e fixo nas respostas a estímulos.

Não comer mel, porque "as abelhas operárias são oprimidas", ou não
comer ovos porque "são roubados de suas mães galinhas" é
antropomorfizar. E não funciona.

Veja um pássaro, um pardal por exemplo. Ele cria os filhotes com
'amor", não? Os alimenta, cuida deles, aquece, etc. Se você tirar o
filhote do ninho, e o colocar ao lado do ninho, os pais o salvarão, não?

Não. Os pais o deixarão morrer de fome, a gritar desesperadamente, e
alimentarão apenas o irmão que ficar no ninho. Eles não tem escolha, e
não sabem nada sobre amar e salvar filhotes do lado de fora do ninho.

O mesmo para ovos. Tire um ovo, e a mãe porá outro. Sem dor, sem
pensar "óh, onde foi parar meu querido filhinho, que sofrimento atróz,
óh, oh, óh".

Assim, "roubar" ovos de galinhas não é o mesmo que roubar filhos de
mães e pais humanos, Bruna.

Bruna: "Ok, não me respondam, reflitam apenas.
Estou sem tempo de ler todos os posts ...
Meu silêncio fala por mim."

Estas 3 frases são significativas, Bruna. Indicam que está apenas
tentando divulgar sua religião, e não participando de um debate
racional, onde as partes apresentam seus argumentos e evidências, para
aumentar a compreensão e aprender algo.

O nome deste ambiente que participamos é Lista de Discussão, ou seja,
devemos discutir, não ler e não responder. E não usar o silêncio para
"falar por mim". E certamente não enviar mensagens e se recusar a ler
as respostas.

Se você já "sabe a verdade", tem a "certeza 100%" que está correta,
não vai nem ler os argumentos, e muito menos mudar de idéia ou ceder
em algum ponto que não havia compreendido, o que exatamente está
fazendo aqui? Procurando converter discípulos? Divulgando sua
religião? Alertando os pobres mortais que ainda "não viram a luz da
verdade"?

Não acha um pouco pretensioso?

Um abraço.

Homero




SUBJECT: P/ Sérgio - Re: E ética
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 23:28

Olá Sérgio

Sergio: "não sei q tantos emails prtecisa-se mandar pra entender algo
tao simples"

Bem, sem um troll na lista, alguns poucos, com um troll na lista,
centenas, pois o que interessa ao troll é o bate boca, não o debate
propriamente dito..:-)

Um abraço.

Homero




SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Sérgio - Re: E étic a?=
FROM: Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 23:32

Nesse caso o troll aqui é vc...

oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu: Olá Sérgio

Sergio: "não sei q tantos emails prtecisa-se mandar pra entender algo
tao simples"

Bem, sem um troll na lista, alguns poucos, com um troll na lista,
centenas, pois o que interessa ao troll é o bate boca, não o debate
propriamente dito..:-)

Um abraço.

Homero





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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: P/ Murilo - Re: E ética de cada um...
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 23:38

Olá Murilo

Murilo: "Eu juro que há diferença entre a *ética* e a *moral*"

Esta é realmente uma questão muito interessante e complexa. Muitas
vezes usamos os dois termos com o mesmo sentido, mas muitos filósofos
e especialistas (mais inteligentes que eu, certamente..:-) pensam que
se pode separar os dois.

O problema é que existem quase tantas formas de separar os termos
quanto existem filósofos..:-)

A moral tende realmente a ser mais ligada a "costumes", sendo a ética,
em geral, tida como mais universal (de forma relativa e não absoluta,
claro).

Uma forma que me agrada é a separação de alcance dos termos. Moral são
normas que atingem o próprio individuo, sem efeitos em terceiros.
Ética seriam normas e regras que atingem a terceiros, que tem efeitos
além do indivíduo.

Como se vestir (ou não vestir), que partes do corpo cobrir, seria algo
relacionado a moral. Afeta ao individuo, e nada mais. Assassinato é
uma questão ética, pois seu efeito atinge terceiros (que podem não
gostar de serem assassinados..:-)

Outra forma seria estrutural. Moral se refere a norma correta de agir,
ética a reflexão sobre a norma. Assim, a regra de define o adultério
como errado é moral. E a reflexão racional sobre o porque é errado
cometer adultério, uma questão para a ética.

Neste debate, me parece, usamos os termos como sinônimos, ou quase.
Como estamos querendo determinar se regras ou considerações sobre
essas regras, podem ser absolutas, universais, ou se sempre dependerão
de culturas ou contratos sociais, não é preciso separar os termos para
discutir o assunto.

Um abraço.

Homero





SUBJECT: P/ Bruna - Re: E étic a?=
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 23:44

Olá Bruna

Bruna: "Nesse caso o troll aqui é vc..."

Bem, em que momento eu me comportei como um troll com você, Bruna? Em
que mensagem eu apresentei qualquer outra coisa que não argumentos,
baseados em seus argumentos, dados e evidências?

O único que atacou você, pelo vegetarianismo puro e simples, e que fez
gozações com assaltos a geladeira noturnos, foi o
Bradock/Tagore/Romano/etc, mas isso é da natureza dele.

Será que não está me confundindo com ele?

Ou talvez a falta de um argumento para refutar os meus possa ter
deixado você chateada comigo. Mas isso não é motivo para me acusar de
ser um troll, não?

Fui educado, moderado e racional em todas as minhas mensagens. A
simples discordância com suas alegações, e eu ainda discordo delas,
não é suficiente para classificar alguém como troll..:-)

Um abraço.

Homero





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Além da questão alimentar
FROM: Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 23:46

Eu já respondi em um dos primeiros e-mails sobre porque se aimentar de vegetais não é uma violência qto o carnivorismo.
Também já lhe respondi porque é impossível minimizar a dor, teria custos tão altos que quem come carne não estaria disposto a pagar.
Afirmar que a carne é um mal necessário apenas demonstra total desconhecimento sobre nutrição, e isso é muito simples, vai estudar, antes de afirmar a impossibilidade da minha dieta, estou há mais de seis anos sem carne e derivados e posso afirmar que minha saúde é melhor que a sua!E não utilizo suplementos nem medicamentos.
Vc tocou na palavra-chave "esforço" algo que muitos não estão dispostos a fazer, preferem continuar a se iludir enquanto milhões de animais são miseravelmente tratados por culpa da preguiça humana.
A luz da verdade eu gostaria de mostrar numa granja de produção de suínos, no dia da castração, mutilação dos dentes e corte do rabo, todos sem anestesia, onde o animal grita e se mexe muito, quer conhecer?
Não quer né?!
O que os olhos não vêm o coração não sente...

Bem, aquele e-mail foi para meditar sobre isso, não foi para gerar nova discussão.Como eu disse antes, preciso saber todas essas vertentes éticas para discutir aqui, porém, sempre vou concluir que não me serve nenhuma filosofia, cultura ou "ética" que não torne as pessoas melhores.

oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu: Olá Bruna

Bruna: "O veganismo é uma opção pela paz, pela compassividade, uma
pessoa normal jamais aceitaria ser cúmplice de uma violência..."

Não, querida, o veganismo é a opção de se alimentar de vegetais
apenas. Só isso. As conclusões "morais" que tenta tirar desse
comportamento não são válidas ou absolutas.

Para muitos, destruir plantas, mesmo para comer, é uma violência. O
fato de que você pensa ser "menos" violência matar uma planta do que
matar um animal apenas demonstra o relativismo da ética.

Você "mata" o alface para come-lo, mas ainda não explicou porque essa
"violência" é menos violência que matar um rato.

Pessoas normais, na maioria dos sentidos do termo normal, come carne.
Normal, no sentido se ser a maior parte de um grupo, come carne.
Normal, no sentido de ter uma psique dentro do padrão evolutivo atual,
não vê problemas em comer carne ou se alimentar da mesma forma como
todos os outros seres vivos, a partir de outros seres vivos.

Portanto, pessoas normais comem carne e não são vegans. E, nisso tem
razão, não aceitam ser cúmplices de violência, mas NÃO consideram essa
alimentação carnívora uma violência, apenas uma necessidade, digamos,
normal..:-)

Sua religião está distorcendo os argumentos, para tentar provar que:
vegans são gente bondosa, gentil, justa, perfeita, e comedores de
carne são malvados, violentos, cúmplices de violência, etc, etc.

O que, é claro, não é verdade.

Bruna: "Se escolhas definem e geram situações, porque devo ser
cúmplice de certos atos que a humanidade pratica em função de gosto
alimentar?"

Porque, como já foi exaustivamente explicado, não é gosto, mas
necessidade biológica. O esforço extra para se alimentar apenas de
vegetais simplesmente não pode ser feito para alimentar 6 bilhões de
pessoas. Comer carne, é uma necessidade biológica, só dispensável com
suplementos, esforço, dietas especiais, etc, não uma questão de gosto.

Bruna: "Só para dar um exemplo, castrar um porco sem anestesia, e se
ele for criptorquida, ou seja, o animal que não desceu os testículos,
abre-se o abdomen, também sem anestesia, se afasta os intestinos e
puxa os ligamentos.Será que isso dói? Alguém duvida?"

Ninguém duvida. E se puder fazer isso de outra forma, com anestesia,
eu acharei ótimo. Mas, em algum momento tem de perceber isso, não tem
NADA a ver com se tornar Vegan, mas sim com minorar, quando possível,
a dor de outros animais. E continuar a se alimentar deles, se
necessário (e é necessário).

Pense, Bruna, um Vegan poderia fazer isso a um porco, e um carnívoro
poderia anestesia-lo antes. Um Vegan poderia escolher essa forma de
alimentação para viver de forma mais saudável, se acreditar nisso, e
ainda assim ser cruel e violento com animais. Isso não tem NADA a ver
com o tipo de alimentação necessário ao ser humano.

Bruna: "Uma pessoa me mandou um e-mail, dizendo que tinham o direito
de debochar das minhas ilações sobre os animais, porque eu levava isso
muito a sério, afinal, por que eu me importava?"

Não acho que alguém tenha direito de debochar de sua forma de pensar.
mas não acho que ninguém aqui debochou (a não ser o troll/Romano, mas
ele não conta..:-). O que tentamos fazer foi argumentar e mostrar
evidências de que está errada em suas conclusões e afirmações. E isso
é legítimo em qualquer debate, não?

Acho, inclusive, admirável sua preocupação com animais e outros seres
vivos. Um tanto equivocada em seus objetivos, mas ainda assim admirável.

Bruna: "Talvez certas coisas, as pessoas só vão aprender se
experimentar em si mesmas?Vcs precisam sofrer uma violência para saber
que isso é um mal?"

O nome disso, dessa sua posição, é antropomorfização, a aplicação de
caracteristicas e reações humanas a animais e vice-versa. Para
entender melhor, pense quem alguém dizendo para você o seguinte:

Mas Bruna, como vai tomar esse antibiótico e matar milhões de seres
vivos que neste momento precisam de seu corpo para viver e se
alimentar? Não vê que eles não tem escolha, que não fazem por mal?
Será que só vai entender isso se experimentar a dor e o sofrimento de
morrer com doses de antibióticos fortíssimos???

Um tanto absurdo, não? Mas é o mesmo que leva pessoas, no mais muito
razoáveis, a ver na proteção de alguns filhotes por seus pais, um amor
como o de uma mãe ou pai humano. Quando, na verdade, há apenas um
comportamento padronizado e fixo nas respostas a estímulos.

Não comer mel, porque "as abelhas operárias são oprimidas", ou não
comer ovos porque "são roubados de suas mães galinhas" é
antropomorfizar. E não funciona.

Veja um pássaro, um pardal por exemplo. Ele cria os filhotes com
'amor", não? Os alimenta, cuida deles, aquece, etc. Se você tirar o
filhote do ninho, e o colocar ao lado do ninho, os pais o salvarão, não?

Não. Os pais o deixarão morrer de fome, a gritar desesperadamente, e
alimentarão apenas o irmão que ficar no ninho. Eles não tem escolha, e
não sabem nada sobre amar e salvar filhotes do lado de fora do ninho.

O mesmo para ovos. Tire um ovo, e a mãe porá outro. Sem dor, sem
pensar "óh, onde foi parar meu querido filhinho, que sofrimento atróz,
óh, oh, óh".

Assim, "roubar" ovos de galinhas não é o mesmo que roubar filhos de
mães e pais humanos, Bruna.

Bruna: "Ok, não me respondam, reflitam apenas.
Estou sem tempo de ler todos os posts ...
Meu silêncio fala por mim."

Estas 3 frases são significativas, Bruna. Indicam que está apenas
tentando divulgar sua religião, e não participando de um debate
racional, onde as partes apresentam seus argumentos e evidências, para
aumentar a compreensão e aprender algo.

O nome deste ambiente que participamos é Lista de Discussão, ou seja,
devemos discutir, não ler e não responder. E não usar o silêncio para
"falar por mim". E certamente não enviar mensagens e se recusar a ler
as respostas.

Se você já "sabe a verdade", tem a "certeza 100%" que está correta,
não vai nem ler os argumentos, e muito menos mudar de idéia ou ceder
em algum ponto que não havia compreendido, o que exatamente está
fazendo aqui? Procurando converter discípulos? Divulgando sua
religião? Alertando os pobres mortais que ainda "não viram a luz da
verdade"?

Não acha um pouco pretensioso?

Um abraço.

Homero





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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Tagore, Bradock, Troll????
FROM: Bruna Carolina Ribas <brunacribas@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/02/2007 23:49

Quem são esses, não recebi e-mails vindos dessas pessoas...

oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu: Olá Chicao

Este foi realmente um debate interessante, tirando as atrapalhadas
intervenções do Bradock/Tagore/Troll/Romano..:-)






.




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SUBJECT: P/ Bruna - Re: Além da questão alimentar
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 00:12

Olá Bruna

Bruna: "Eu já respondi em um dos primeiros e-mails sobre porque se
alimentar de vegetais não é uma violência qto o carnivorismo."

Tanto quanto. O que significa que "é" uma violência, apenas não é
"tanto quanto" contra animais. Que é, desde o começo, que que dizemos
a você: é uma questão relativa, e o que você pensa ser menos violento,
outros podem pensar diferente (sem necessariamente serem malvados ou
tolos..:-).

Plantas não tem sistema nervoso, e não sentem dor (há quem defenda que
sentem, e que só devemos comer partes de plantas que "caem"
naturalmente, acha que estão errados?). Assim, você implicitamente
concorda que, quanto menos sistema nervoso, quanto menos dor, mais
justificado está o ato de tirar a vida (mesmo uma planta "morre" para
servir de alimento).

O que nos diferencia, portanto, é a gradação, nada mais. A "linha"
divisória em que decidimos colocar o direito de tirar uma vida para se
alimentar.

Como sempre, uma questão relativa.

Bruna, os que defendem que devemos nos alimentar apenas de partes de
plantas que "caem", pensam de você, que é brutal, violenta, cruel,
etc, o mesmo que você pensa de mim e dos carnívoros..:-)

Bruna: "Também já lhe respondi porque é impossível minimizar a dor,
teria custos tão altos que quem come carne não estaria disposto a pagar."

E eu respondi que, tornar toda alimentação de 6 bilhões de pessoas
vegetariana, teria custos tão altos que a maior parte morreria de
fome. Por que para você é um argumento válido, mas para mim não?

Bruna: "Afirmar que a carne é um mal necessário apenas demonstra total
desconhecimento sobre nutrição, e isso é muito simples, vai estudar,
antes de afirmar a impossibilidade da minha dieta, estou há mais de
seis anos sem carne e derivados e posso afirmar que minha saúde é
melhor que a sua!E não utilizo suplementos nem medicamentos."

Relato anedótico, falácia da incredulidade pessoal, e alegação
insustentável. O primeiro, o relato anedótico, não valida alegações ou
conclusões. Porque você se sentir bem e saudável NÃO significa que
TODOS os que adotarem dietas vegetarianas o farão. Como demonstrou,
recorrentemente, o Takata, a taxa de problemas nutricionais em
vegetarianos é maior que em carnívoros, não importa que alguns
vegetarianos NÃO tenham esses problemas.

Eu poderia dizer o mesmo de você, não tem conhecimento sobre nutrição,
e teria o mesmo valor que sua alegação: nenhum.

Finalmente, você não pode afirmar que sua saúde é melhor que a minha,
simplesmente porque você NÃO me conhece..:-) É uma bravata, não um
argumento ou evidência.

Poderíamos comparar os dados de "checkups", meu e seu, e descobrir que
minha saúde é bem melhor que a sua (e é excelente, em todos os
sentidos..:-), mas ainda seria irrelevante.

Apenas dados estatísticos podem servir de base de conclusão neste
caso. E os dados estatísticos, como demonstrou sobejamente o Takata,
são contra você.

Eu diria que você "teve sorte" em não ter problemas nutricionais e não
precisar de suplementos (por enquanto), ou talvez seu metabolismo e
genética sejam suficientes para a dieta vegen. Mas isso não é o
padrão, e, estatisticamente, vegans e vegetarianos tem que fazer
esforço para equilibrar sua dieta e nutrientes (e isso fica claro
mesmo nas páginas de sites vegetarianos, com alertas e cuidados a se
manter).

Bruna: "Vc tocou na palavra-chave "esforço" algo que muitos não estão
dispostos a fazer, preferem continuar a se iludir enquanto milhões de
animais são miseravelmente tratados por culpa da preguiça humana."

Decida-se, Bruna: ou bem ser vegan "é fácil e simples, e não requer
esforço ou suplementação, muito menos cuidados" ou bem exige "esforço
que muitos não estão dispostos a fazer.

Seu discurso é contraditório e você "pula" de uma alegação para outra.
Há ou não esforço a ser feito para se tornar vegan?

Bruna: "A luz da verdade eu gostaria de mostrar numa granja de
produção de suínos, no dia da castração, mutilação dos dentes e corte
do rabo, todos sem anestesia, onde o animal grita e se mexe muito,
quer conhecer?"

Eu conheço. Você parece pensar que carnívoros o são por falta de
informação ou por maldade, Bruna! Tem de rever seus conceitos, ou
ficará eternamente iludida pela religião que adotou.

Bruna: "O que os olhos não vêm o coração não sente..."

Tem toda razão! Seu coração, que não vê milhares de crianças que
passam fome na África, e que morrem de inanição e de falta de
nutrientes, não sente a dor deles, já que seus olhos nada vêem.

Por favor, não digo que, ao mencionar essas crianças, você não fique
tocada e triste por eles, mas sim que, como vê mais suínos em seu dia
a dia, que crianças a morrer em outros países, seus pensamentos são
mais para os primeiros que para os últimos.

Não veio a lista defender crianças famintas da África, não?

Mas, como sempre pergunta o Takata, se os suínos que vê morrer nos
abatedouros fossem para serem enviados a África, para salvar a vida
das crianças que, neste momento, morrem de fome, você concordaria?

Ou, o que os olhos não vêem, crianças morrendo de fome na África, o
coração não sente?

Bruna: "Bem, aquele e-mail foi para meditar sobre isso, não foi para
gerar nova discussão.Como eu disse antes, preciso saber todas essas
vertentes éticas para discutir aqui, porém, sempre vou concluir que
não me serve nenhuma filosofia, cultura ou "ética" que não torne as
pessoas melhores."

Para quem meditar, Bruna? Nós, sobre suas verdades, ou você, sobre
nossas respostas? Porque se é apenas para nós meditarmos sobre suas
verdades, não vai dar. É preciso que você medite, pense, raciocine,
sobre nossas respostas também.

E o problema, Bruna, é que concordamos plenamente com sua afirmação:
não nos serve nenhuma filosofia, cultura ou ética que não torne as
pessoas melhores. Mas, o que é uma pessoa melhor, nós discordamos.

Por exemplo, não penso que se tornar vegetariano ou vegan torne uma
pessoa melhor, apenas por isso. E não penso que se alimentar de carne
torne uma pessoa melhor. Vê como é relativo tudo isso?

Eu, como você, desejo apenas filosofias e posicionamentos que tornem
as pessoas melhores, mas discordamos fortemente sobre que tipos de
filosofias e posicionamenos tornam as pessoas melhores.

Um abraço.

Homero





SUBJECT: Re: Tagore, Bradock, Troll????
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 00:17

Oi Bruna

Bruna: "Quem são esses, não recebi e-mails vindos dessas pessoas..."

risos..:-) Desculpe, esqueci de explicar e esqueci que você é nova na
lista.

Você recebeu emails do Romano_170, que disse que você come carne
escondido da geladeira de noite..:-) Mas o usuário desse nick troca de
nick a toda hora, porque as pessoas param de responder e dar atenção
as mensagens dele rapidamente, quando percebem que é ele (ele já foi
expulso de diversas listas, mas a CienciaList é bem democrática e
paciente..:-).

Então, ele já foi Bradock, Pubmed, Tagore, RTjunior, Junior, et, e
agora é Romano_170.

Logo mais vai trocar de novo, para mais um rodada de adivinhações (ele
nunca avisa a lista que trocou de nick, e entra sempre meio escondido
nos debates).

Um abraço.

Homero




SUBJECT: Re: Além da questão alimentar
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 01:23

200 vacas ou 1 pessoa?

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Bruna Carolina Ribas
> Eu já respondi em um dos primeiros e-mails sobre porque se aimentar
de vegetais não é uma violência qto o carnivorismo.





SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Bruna - Re: E ética de cada um...
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/02/2007 03:26

Murilo, grande Murilo,

Digamos que exista uma sociedade que incorpore como honra, entre outras coisas, o oferecimento de sua esposa para um truck truck com um visitante de sua casa, que considere ilustre. A recusa seria um ato não bem visto pelo ofertante. Para esse povo, tal comportamento não é imoral e é extremamente ético! Pergunto a vós: nós, que somos outro povo, com essa moral e essa ética que temos, que achamos de um comportamento assim? Não se importe se essa é uma situação real ou inventada. Imagine que seja real. E tasque o verbo de volta.

Ética e Moral são atributos característicos de tal ou qual sociedade, e, no seio desta, somente no seio desta, é imutável. Pois costumes e tradições são inerentes a cada uma, podendo até identificá-la. O que são atributos corretos para mim, nâo têm que o ser para outros, de outras sociedades. Para mim, e para alguma Carta de DH, seria o ideal que fosse. Mas, para mim, que sou apegado à ética e moral desta civilização ocidental( Liás, por causa dessas mesmas diferenças de interpretação, alguns povos, que acham que os outros estão errados, julgam-se no direito de brandir o chicote da justiça e da correção, para salvar os pobres e oprimidos. E partem, com voracidade, ancorados pela força desses conceitos, para punir os "infratores" que exibem uma moral e uma diferente da deles. Disse algo irreal, há alguma mera coincidência com o que, hoje, presenciamos?) . Não é que as outras estejam erradas. É que o conjunto de atributos que definem a ética e a moral de um grupo pode ser absolutamente intangível ao outro. Poderia recorrer a outras imagens mais à mão, para melhor clarificar a evidente fluidez desses conceitos, conforme assumidos de sociedade para sociedade. Mas não pretendo agredir a inteligência de vós outros. Essa é a essência, o foco, do que estamos qurendo expressar. Com a palavra, bonita e soberba, intangível , estou tentando ser mais objetivo nessa minha prosopopéia, no sentido de reforçar afirmações anteriores bem como corroborar decalarações como estas, do Homero, para Bruna(que tem suas razões, válidas para ela, dentro dos referenciais que montou para si, para sua vida):

"Não, querida, não significa isso. Significa que a ética varia,
dependendo da cultura, não a minha ética, mas a de cada cultura.",

"Para mim, e tenho certeza para o Ricardo, a ética será a mesma, esteja
eu aqui ou na África. Mas da mesma forma a ética de um muçulmano
africano será a mesma, e diferente da minha, quer ele esteja na
África, ou aqui no Brasil.", ou

"Significa que não há uma ética universal, um certo e errado absoluto,
que possa ser aceito por todas as culturas e indivíduos, e que devemos
nos esforçar por chegar a acordos, que possam ser aplicados de forma
mais um menos geral."

Disse que encerraria o assunto, mas não resistí ao "charme" da ofitopicidade do tema. É que, ante a irrestítivel continuidade do assunto, fiquei sem moral para cumprir aquele juramento ético. Digamos, atrasei uma prestação!.

Sds,
Victor




----- Original Message -----
From: murilo filo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, February 15, 2007 9:54 PM
Subject: RE: [ciencialist] P/ Bruna - Re: E ética de cada um...


Oráculo, oi.
Eu juro que há diferença entre a *ética* e a *moral*, e pelo menos para mim,
a *moral* sim é que varia muito com a cultura dos povos.
Felizmente a ética é mais imutável.
abr/M.

>From: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] P/ Bruna - Re: E ética de cada um...
>Date: Fri, 16 Feb 2007 00:39:37 -0000
>
>Olá Bruna
>
>Bruna: "Entendo, agora...
> > Ricardo, significa que sua ética depende do lugar onde vc estiver."
>
>Não, querida, não significa isso. Significa que a ética varia,
>dependendo da cultura, não a minha ética, mas a de cada cultura.
>
>Para mim, e tenho certeza para o Ricardo, a ética será a mesma, esteja
>eu aqui ou na África. Mas da mesma forma a ética de um muçulmano
>africano será a mesma, e diferente da minha, quer ele esteja na
>África, ou aqui no Brasil.
>
>Significa que não há uma ética universal, um certo e errado absoluto,
>que possa ser aceito por todas as culturas e indivíduos, e que devemos
>nos esforçar por chegar a acordos, que possam ser aplicados de forma
>mais um menos geral.
>
>É isso que significa. Além disso, afirmar que para o Ricardo a ética,
>a dele, varia com o lugar, é uma falácia do espantalho: uma construção
>argumentativa que o debatedor NÃO fez, mas que é mais fácil de atacar
>que o argumento que ele realmente apresentou.
>
>Um abraço.
>
>Homero
>
>
>
>
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Além da questão alimentar
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/02/2007 03:40

Acho que perdí esse e-mail onde vocês faz a estimulante e provocativa pergunta. Imagino que seja uma situação onde tenha que se escolher racionalmente o que salvar. Minha posição é:

Se for Bush, salvo as 200 vacas. Liás, salvo uma, se só uma houver.
Se for um filho meu, salvo o filho meu, e as 200 milhões de vacas e mais outro tanto de outras pessoas, que fiquem por lá, no fogo, que os remorsos serão administrados, ainda que com um psiquiatra nosso de cada dia. Que ninguém é de ferro ou tão macho assim.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 16, 2007 12:23 AM
Subject: [ciencialist] Re: Além da questão alimentar


200 vacas ou 1 pessoa?

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Bruna Carolina Ribas
> Eu já respondi em um dos primeiros e-mails sobre porque se aimentar
de vegetais não é uma violência qto o carnivorismo.





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: P/ Bruna - Re: E ética de cada um...
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 07:48

Oi Murilo,

> Eu juro que há diferença entre a *ética* e a *moral*, e pelo menos
para mim, a *moral* sim é que varia muito com a cultura dos povos.
Felizmente a ética é mais imutável.

Manuel: A diferença que existe é entre a moral do tipo "Recht" (a área
da moral que se relaciona com obrigações, direitos e justiça) e a moral
dos fins últimos, isto é, aquela que diz respeito ao sentido da vida.
Para o marxismo, a moral do tipo "Recht" é relativa, ao passo que a
moral dos fins últimos é universal. Eu discordo.

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: RE: [ciencialist] P/ Bruna - Re: E ética de cada um...
FROM: Sérgio <anaximao@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 09:20

moral é a traducao latina de etica

nao ha diferenca qto a etimologia da palavra

algumas essoas creem q etica se refere ao particular das
pessoas, enqto a moral se refere ao universal, ao grupo

mas isso na filosofia nao faz a menor diferença

a maior parte hoje tende a encarar etica e moral como a
mesma coisa

Sérgio


--- murilo filo <avalanchedrive@hotmail.com> escreveu:

> Oráculo, oi.
> Eu juro que há diferença entre a *ética* e a *moral*, e
> pelo menos para mim,
> a *moral* sim é que varia muito com a cultura dos povos.
> Felizmente a ética é mais imutável.
> abr/M.
>
>
> >From: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
> >Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >Subject: [ciencialist] P/ Bruna - Re: E ética de cada
> um...
> >Date: Fri, 16 Feb 2007 00:39:37 -0000
> >
> >Olá Bruna
> >
> >Bruna: "Entendo, agora...
> > > Ricardo, significa que sua ética depende do lugar
> onde vc estiver."
> >
> >Não, querida, não significa isso. Significa que a ética
> varia,
> >dependendo da cultura, não a minha ética, mas a de cada
> cultura.
> >
> >Para mim, e tenho certeza para o Ricardo, a ética será a
> mesma, esteja
> >eu aqui ou na África. Mas da mesma forma a ética de um
> muçulmano
> >africano será a mesma, e diferente da minha, quer ele
> esteja na
> >África, ou aqui no Brasil.
> >
> >Significa que não há uma ética universal, um certo e
> errado absoluto,
> >que possa ser aceito por todas as culturas e indivíduos,
> e que devemos
> >nos esforçar por chegar a acordos, que possam ser
> aplicados de forma
> >mais um menos geral.
> >
> >É isso que significa. Além disso, afirmar que para o
> Ricardo a ética,
> >a dele, varia com o lugar, é uma falácia do espantalho:
> uma construção
> >argumentativa que o debatedor NÃO fez, mas que é mais
> fácil de atacar
> >que o argumento que ele realmente apresentou.
> >
> >Um abraço.
> >
> >Homero
> >
> >
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"Aquele que insiste em jamais dizer algo errado deve permanecer em silêncio" Werner Heisenberg

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SUBJECT: A universalização dos valores morais
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 11:30

Oi,

Sim, não existe uma moral universal "a priori". No entanto, alguns
valores morais, antes particulares, tendem a se universalisar, a se
tornarem comuns ao gênero humano.

Valores tais como a Liberdade e a Igualdade entre os homens tornam-se
universais à medida que se desenvolve o comércio internacional e se
dissemina a prática do método científico.

Com efeito, para o comerciante não importa se o indivíduo é branco,
negro, cristão, islamita, hutu ou tutsi: o que lhe importa é que o
indivíduo compre suas mercadorias e lhe venda os seus produtos (a
igualdade dos homens como produtores e consumidores).

Decerto que a Ciência não nos pode revelar uma moral universal.
Entretanto, o conhecimento científico não pode se desenvolver sem que
haja "livre" circulação de idéias e se assegure o direito de
questionar; isto é, a autonomia individual é prerrequisito do
desenvolvimento da Ciência.

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: Re: A universalização dos valores morais
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 11:34

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> Com efeito, para o comerciante não importa se o indivíduo é branco,
> negro, cristão, islamita, hutu ou tutsi: o que lhe importa é que o
> indivíduo compre suas mercadorias e lhe venda os seus produtos (a
> igualdade dos homens como produtores e consumidores).

Aparentemente isso não leva ao tratamento igual entre as pessoas.
Apenas substitui o critério de discriminação. Não mais a diferença
entre negros, cristãos, muçulmanos, tutsis e hutus, mas sim entre quem
pode comprar a mercadoria e quem não pode, quem pode comprar mais e
quem pode comprar menos.

> questionar; isto é, a autonomia individual é prerrequisito do
> desenvolvimento da Ciência.

O pior é q não.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: ética e moral são sinônimos?
FROM: "Eurico Ferreira de Souza Jr." <caodejah@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 12:11

[E]> moral é um conjunto de regras de foro íntimo, construídas pelo
indivíduo ou herdadas. ética são regras de convivência.
Moral cada um tem a sua, a ética é coletiva.

p.ex.: fico moralmente abalado ao matar ratos, baratas, etc ,
mas por motivos éticos eu os mato.



---- Mensagem original ----
De: Sérgio <anaximao@yahoo.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007 9:20:15
Assunto: RE: [ciencialist] P/ Bruna - Re: E ética de cada um...













moral é a traducao latina de etica



nao ha diferenca qto a etimologia da palavra
[E]> sim. mas isso não autoriza a considerar os dois conceitos
como sinônimos




algumas essoas creem q etica se refere ao particular das

pessoas, enqto a moral se refere ao universal, ao grupo
[E]> essas algumas pessoas estão erradas e invertem
o sentido das duas palavras.




mas isso na filosofia nao faz a menor diferença
[E]> hmmm.... tá errado! não existem sinônimos...



a maior parte hoje tende a encarar etica e moral como a

mesma coisa
[E]> d'onde tirou essa estatística?





Sérgio



--- murilo filo <avalanchedrive@ hotmail.com> escreveu:



> Oráculo, oi.

> Eu juro que há diferença entre a *ética* e a *moral*, e

> pelo menos para mim,

> a *moral* sim é que varia muito com a cultura dos povos.

> Felizmente a ética é mais imutável.

> abr/M.

>

>

> >From: "oraculo333" <oraculo@atibaia. com.br>

> >Reply-To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br

> >To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br

> >Subject: [ciencialist] P/ Bruna - Re: E ética de cada

> um...

> >Date: Fri, 16 Feb 2007 00:39:37 -0000

> >

> >Olá Bruna

> >

> >Bruna: "Entendo, agora...

> > > Ricardo, significa que sua ética depende do lugar

> onde vc estiver."

> >

> >Não, querida, não significa isso. Significa que a ética

> varia,

> >dependendo da cultura, não a minha ética, mas a de cada

> cultura.

> >

> >Para mim, e tenho certeza para o Ricardo, a ética será a

> mesma, esteja

> >eu aqui ou na África. Mas da mesma forma a ética de um

> muçulmano

> >africano será a mesma, e diferente da minha, quer ele

> esteja na

> >África, ou aqui no Brasil.

> >

> >Significa que não há uma ética universal, um certo e

> errado absoluto,

> >que possa ser aceito por todas as culturas e indivíduos,

> e que devemos

> >nos esforçar por chegar a acordos, que possam ser

> aplicados de forma

> >mais um menos geral.

> >

> >É isso que significa. Além disso, afirmar que para o

> Ricardo a ética,

> >a dele, varia com o lugar, é uma falácia do espantalho:

> uma construção

> >argumentativa que o debatedor NÃO fez, mas que é mais

> fácil de atacar

> >que o argumento que ele realmente apresentou.

> >

> >Um abraço.

> >

> >Homero

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> >

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SUBJECT: Re: ética e moral são sinônimos?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 12:36

Titio Houaiss nos socorre:

--------------
Moral
n adjetivo de dois gêneros
1 concernente a ou próprio da moral
2 pertencente ao domínio do espírito do homem
3 orientado pela moral (fil); proveniente dos estudos filosóficos
sobre a moral (fil) Ex.: tratado m.
4 que segue princípios socialmente aceitos Ex.: teve um comportamento
m., ético
4.1 que denota bons costumes, boa conduta, segundo os preceitos
socialmente estabelecidos pela sociedade ou por determinado grupo social
4.2 que denota honestidade; correto Ex.: atitude m.
4.3 que ensina, educa; edificante Ex.: fábula m.
n substantivo masculino
5 estado de espírito Ex.: as endomorfinas podem contribuir para elevar
o m. dos pacientes
5.1 disposição de espírito que uma pessoa apresenta para agir com
maior ou menor vigor diante de circunstâncias difíceis; espírito de luta
5.2 sentimento de confiança; coragem Ex.: homem de grande m.
v substantivo feminino
6 conjunto de valores como a honestidade, a bondade, a virtude etc.,
considerados universalmente como norteadores das relações sociais e da
conduta dos homens Ex.: defendia a m. e os bons costumes
6.1 conjunto das regras, preceitos etc. característicos de determinado
grupo social que os estabelece e defende Ex.: <m. burguesa> <m. cristã>
6.2 conjunto dos princípios, ger. virtuosos, adotados por um
indivíduo, e que, em última análise, norteia o seu modo de agir e
pensar Ex.: <é um homem de pouca ou nenhuma m.> <a sua m. não é aceitável>
7 Rubrica: filosofia.
cada um dos sistemas variáveis de leis e valores estudados pela ética
(disciplina autônoma da filosofia), caracterizados por organizarem a
vida das múltiplas comunidades humanas, diferenciando e definindo
comportamentos proscritos, desaconselhados, permitidos ou ideais
8 Rubrica: filosofia.
parte da filosofia que estuda o comportamento humano à luz dos valores
e prescrições que regulam a vida das sociedades; ética
9 Derivação: por metonímia.
obra ou tratado sobre a moral
10 qualquer teoria, doutrina (não necessariamente defensora de um
padrão de comportamento) que se fundamenta em certos princípios
11 Regionalismo: Brasil. Uso: informal.
capacidade de se impor, de influenciar ou ter ascendência, hegemonia
sobre outrem Ex.: foi lá e conseguiu a vaga na m.
--------------
--------------
Ética
n substantivo feminino
1 parte da filosofia responsável pela investigação dos princípios que
motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano,
refletindo esp. a respeito da essência das normas, valores,
prescrições e exortações presentes em qualquer realidade social
1.1 Rubrica: filosofia.
em doutrinas racionalistas e metafísicas, estudo das finalidades
últimas, ideais e, em alguns casos, transcendentes, que orientam a
ação humana para o máximo de harmonia, universalidade, excelência ou
perfectibilidade, o que implica a superação de paixões e desejos
irrefletidos
1.2 Rubrica: filosofia.
no empirismo, materialismo ou positivismo, estudo dos fatores
concretos (afetivos, sociais etc.) que determinam a conduta humana em
geral, estando tal investigação voltada para a consecução de objetivos
pragmáticos e utilitários, no interesse do indivíduo e da sociedade
2 Derivação: por extensão de sentido.
conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um
indivíduo, de um grupo social ou de uma sociedade
Ex.: <é. profissional> <é. psicanalítica> <há é. na universidade>
--------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Chicao - As baratas, nossas irmãzinhas!!! ( Era Re: Carne: enfim o método )
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 13:53

- Homero.

--- oraculo333 <oraculo@atibaia.com.br> escreveu:

> O modo de pensar do Romano (se é que se pode chamar
> de modo de pensar
> isso tudo) é mais algo do tipo: existe determinadas
> regras que são
> absolutas, não decorrendo de razão ou concordância
> entre indivíduos ou
> culturas. Uma vez que uma delas seja encontrada,
> TODOS, sem exceção,
> concordariam que é uma regra ética boa e justa.

Seria verdadeiro se existisse algo que atingisse todos
os humanos independente do que ele acha.
Além do mais, não concordo muito com a posição de
voces sobre o posicionamento de Romano no nosso tema,
já que o que ele expos faz parte da velha dicotomia
juizo de valor versus juizos de fato.

> Eu, pessoalmente, vejo normas éticas que considero
> "melhores" que
> outras formas, não por serem absolutas, mas por
> motivos diversos, como
> o motivo, egoísta, de aumentar o nível de tolerância
> de uma sociedade,
> o que me beneficiaria. Ou pelo motivo, altruísta, de
> preferir ver
> minha filha mais feliz e segura em uma sociedade que
> respeita direitos
> femininos. Ou por um motivo
> biológico/neurológico/evolutivo, minha
> resposta a dor alheia é desagradável, e eu prefiro a
> sensação de
> ajudar que a sensação de destruir (como boa parte
> dos animais
> gregários, que tem de viver me grupos).

Esse é velho principio que já levantamos. Como
defendia o Barão de Montesquieu, voce não prejudica
ninguem pois em troca voce não é prejudicado. O
problema aqui é a impunidade. Se eu sei que nunca vou
ser punido por uma atitude má, posso quebrar esse
principio.
Uma nova questão surge aqui:

Para esse principio funcionar perfeitamente é
necessário que TODAS as atitudes más na sociedade
sejam punidas. Mas para isso, é necessário que a
sociedade SEMPRE SAIBA das más atitudes dos outros. Só
que para isso, o nível de controle e vigilância devem
aumentar e por conseguinte, a diminuição da
privacidade e liberdade. Mas afinal o que é
liberdade???
Eu vou refletir mais sobre isso também, se voce quiser
ou alguem que esteja lendo isso pode iniciar um tema
respondendo a essa pergunta.

> Estudos recentes, por exemplo, descobriram que dar
> algo a alguém,
> ajudar a levantar, ou entregar um presente, dispara
> os centros de
> prazer do cérebro.

Se a questão aqui é apenas prazer, prefiro comer carne
:p.

Enfim, agora posso não se sentir culpado pelas
baratinhas, por enquanto. :-)

"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos

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SUBJECT: Novo colisor à vista. Partículas hidden que se cuidem.
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/02/2007 15:16

Lista,

Eis um investimentozinho tamanho família, mas que pode ter futuro, como lançar alguma luz a mais rumo ao deslinde dessas questões que vivem coçando o juízo dos cientístas e outros perguntadores.
Quando leio um notícia dessas, vejo que, afinal, há governos que têm respeito pelas coisas da ciência. Projeto semelhante já esteve rodando pelo Congresso Americano, algumas décadas atrás. S.Weinberg foi um dos que foram ao Congresso Americano, gastou um bocado de verbo defendendo a causa, que acabou gorando. Os gringos não acreditaram na conversa de seus cientistas e preferiram guardar seu dólares para investir em outras coisas, como alimentar guerras. Aumentar o tamanho do futuro colisor, para permitir trilhões de eV, fará a velocidade das partículas colisoras aumentarem só um pouco mais, mas o suficente para escangalhar os seus alvos em mais pedaços. Talvez continuemos sem saber mais do que nosso conhecimento atual, por algumas décadas ainda. Mas que este é um bom começo, isso lá é. Vou acreditar que não se trata de mais papo furado e oferecer um dízimo de ajuda.

sds,
Victor.


Terra
Cientistas de três partes do mundo participam de uma corrida de bilhões de dólares para cruzar as fronteiras do conhecimento na área da física de partículas. A missão é decifrar os segredos da matéria escura e da "Partícula de Deus", uma partícula subatômica fundamental para o entendimento da natureza da matéria. Ela é tão difícil de se compreender que os físicos brincam afirmando que só pode ser comparada à divindade.
Na semana passada, um consórc

io internacional anunciou em Pequim o desenvolvimento de um projeto para o mais caro acelerador de elétrons do mundo, o Colisor Linear Internacional (ILC, na sigla em inglês), com custo estimado em US$6,7 bilhões. Em um túnel duplo de 31 quilômetros de comprimento, os físicos de partículas farão colidir elétrons e seus opositores antimatéria, os pósitrons, a 500 bilhões de elétrons-volt.

O plano - que poderá ser ampliado para 50 quilômetros e um trilhão de elétron-volts - é arremessar as partículas a uma velocidade próxima à da luz. A colisão resultante poderá liberar matéria escura e energia escura, as substâncias invisíveis e enigmáticas que, juntas, acredita-se que componham 96% da massa do Universo.

Os estudos de engenharia para o ILC começarão no fim do ano, com a idéia de que uma decisão seja tomada em 2010 sobre prosseguir com a construção da máquina. Se tudo correr bem, as obras começarão em 2012 e o colisor sozinho estará funcionando no fim da próxima década. "O ILC provavelmente representa o máximo que se pode alcançar com esse tipo de tecnologia", disse Guy Wormser, chefe do Laboratório do Acelerador Linear francês, que participou do encontro em Pequim.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: A universalização dos valores morais
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 15:22

Oi,

Manuel escrevera: Com efeito, para o comerciante não importa se o
indivíduo é branco, negro, cristão, islamita, hutu ou tutsi: o que
lhe importa é que o indivíduo compre suas mercadorias e lhe venda os
seus produtos (a igualdade dos homens como produtores e consumidores).

Takata: Aparentemente isso não leva ao tratamento igual entre as
pessoas. Apenas substitui o critério de discriminação. Não mais a
diferença entre negros, cristãos, muçulmanos, tutsis e hutus, mas sim
entre quem pode comprar a mercadoria e quem não pode, quem pode
comprar mais e quem pode comprar menos.

Manuel: Se antes as pessoas eram discriminadas - e até mesmo
desumanizadas - por vários motivos (o sexo, a idade, a etnia, o credo
etc.), com a generalização das relações mercantis só restou um
critério de diferenciação: o poder de compra. Um enorme progresso,
não concorda?

E não se trata mais de critério de discrinação qualitativa, pois, uma
vez que o poder de compra é meramente quantitativo, a diferença entre
os indivíduos não é mais de espécie, mas de grau.

Considere também que, assim como uma taxa pequena de lucro pode ser
compensada por uma grande massa de lucro, do mesmo modo - e
considerando que o grosso da produção não é de artigos de luxo, mas
de bens de consumo básicos, como, por exemplo, farinha - a soma do
poder de compra dos pobres é com freqüência maior que a de uma
minoria abastada. (É por isso que eu, um reles barnabé, estou
constantemente sendo paparicado por grandes corporações capitalistas,
através de e-mails e telemarketing: Volkswagen, Citibank/Citicorp,
American-Express...).

Ademais, falei da igualdade dos homens como consumidores e, também,
como PRODUTORES: para os comerciantes, certa categoria de indivíduos,
mesmo que não lhes seja interessante como consumidores (de colares de
pérola, por exemplo), pode lhes convir como produtores (de ilhame,
batata-doce etc.).

Mas não é minha intenção fazer a apologia incondicional do
comerciante "in abstractum". Este é capaz de vender qualquer coisa,
de saladas vegans a metralhadoras, justificando-se neste e naquele
sentimento humano (o amor, a vingança, as pulsões sadomasoquistas,
necrófilas...).

Somente através do Estado de Direito Democrático se pode chegar a
este ponto ótimo que envolve todas essas variáveis: o lucro, a saúde,
o equilíbrio da biosfera etc.

Manuel: a autonomia individual é prerrequisito do desenvolvimento da
Ciência.

Takata: O pior é q não.

Manuel: Bem, você é cientista, eu não. Gostaria que você
fundamentasse essa sua opinião, que vai de encontro a de vários
outros cientistas e epistemólogos, como Popper.

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: Re: A universalização dos valores morais
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 15:42

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> Manuel: Se antes as pessoas eram discriminadas - e até mesmo
> desumanizadas - por vários motivos (o sexo, a idade, a etnia, o
> credo etc.), com a generalização das relações mercantis só restou um
> critério de diferenciação: o poder de compra. Um enorme progresso,
> não concorda?

Restou nao. Acrescentou. Ainda existe preconceito de raca, sexo,
ideologia... [por exemplo, o preconceito dos vegans em relacao aos
nao-vegans, a quem eles consideram eticamente inferiores.]

> Manuel: a autonomia individual é prerrequisito do desenvolvimento da
> Ciência.
>
> Takata: O pior é q não.
>
> Manuel: Bem, você é cientista, eu não. Gostaria que você
> fundamentasse essa sua opinião, que vai de encontro a de vários
> outros cientistas e epistemólogos, como Popper.

Nenhum cientista tem autonomia individual. Ele precisa obedecer aos
vinculos da instituicao a q se filia. E se esse cientista, por acaso,
eh o dono da instituicao, ele ainda assim precisa se submeter 'a
avaliacao de orgaos de financiamento, 'as pressoes do mercado, 'as
leis locais, etc.

Ademais, existe um jogo entre a quantidade de sinal q pode ser
transmitido/trocado e o teor de ruido q se transmite junto pelos
canais. Qto mais livre o canal, maior a quantidade de informacao q
passa, mas ao mm tempo, maior a quantidade de ruido q passa. Qto maior
a filtragem, maior a barragem do ruido, mas tb mais informacao se
perde. Acaba por ser necessario estabelecer um ponto de equilibrio a
fim de otimizar a relacao sinal/ruido.

Mas vamos aos exemplo concretos em relacao 'a autonomia individual e o
desenvolvimento cientifico. A maior parte do desenvolvimento
cientifico se deve a uma politica governamental deliberada de
investimento em ciencias - um exemplo q epitomiza isso eh o
desenvolvimento da industria aeroespacial, outro exemplo recente eh a
corrida genomica. Ao q se estabelece uma politica, a autonomia
individual eh restrita: os programas de financiamento se concentram em
umas poucas areas q se quer desenvolver.

Em um exemplo caricatural, vamos considerar a maxima autonomia
individual dos cientistas em suas linhas de pesquisa. Deixemos de lado
os aspectos eticos (por exemplo, restricoes qto ao uso de cobaias
humanas). Ao q se privilegia isso, abrimos mao do criterio de
investimento em areas com maior pontecial de resultados - do contrario
haveria restricao da autonomia individual. Isso significaria q boa
parte dos recursos seguramente estariam sendo sugados por linhas de
pesquisa seguramente infrutiferas - ou apenas estocasticamente
produtivas. Um cientista q quisesse investigar o efeito da ingestao de
confeitos M&M's na habilidade de se jogar War Craft teria os mm
privilegios de investimento do q um cientista q investigasse o efeito
de certos poluentes no metabolismo animal.

Com isso, nao se quer dizer q a autonomia individual deve ser
restringida ao maximo. Apenas q o desenvolvimento cientifico nao eh
uma das justificativas para isso.

Dito de um modo solene: a maxima autonomia individual significa a
completa anomia coletiva.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Transgênicos. Afinal, quem diz o quê?
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/02/2007 16:07

Afinal, os dados científicos apontam para um uso sem perigos ou isto é falácia? O Greenpeace tem razão de chiar, ou chia só para fazer barulho e terem o que fazer? Como fica esse embate? Tenho cá minhas conclusões, mas gostaria de ler as dos experts da lista. Êta joguinho da corda, sem fim!
Uso já há algum tempo muitos produtos derivados da soja. Se são transgênicos ou não, não sei. Nem quero.

Sds,
Victor.


"diretora-executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), Alda Lerayer, disse hoje que plantar milho geneticamente modificado (transgênico) é um ato ecológico, pois requer menor uso de agrotóxicos.

"Ao plantar milho transgênico há a redução de milhares de quilos de inseticidas nas plantações e isso é muito importante para o meio ambiente. Não há a necessidade de aplicação desses produtos no combate a lagartas, pois o milho já é resist

ente, por isso apresenta uma qualidade superior", diz Alda Larayer.

A executiva afirmou que tem expectativa de o uso do milho transgênico seja liberado na reunião da Comissão Nacional Técnica de Biossegurança (CNTBio), marcada para a tarde de hoje.

Ela lembrou que, antes de produtores, os agricultores são consumidores, portanto não iriam plantar algo que faz mal à saúde deles e da família. "Todos eles querem plantar, pois o custo de produção é menor, a qualidade é superior e diminui muito o risco de intoxicação (de quem lida diretamente com a plantação)".

Ela esclareceu que qualquer produto transgênico antes de ser liberado para a comercialização passa por inúmeros testes, que avaliam aspectos de biossegurança (segurança das atividades que envolvem organismos vivos) e só são comercializados produtos considerados seguros para a saúde animal, humana e o meio ambiente.

Esses argumentos não são aceitos pela organização ambientalista Greenpeace. Para Gabriela Vuolo, coordenadora da Campanha de Engenharia Genética da organização, o pólen do milho é muito leve, portanto, a partir da ação do vento pode haver a mistura entre variedades de milho convencionais pelo transgênico.

Na visão da diretora-executiva do CIB, existe aí uma grande falta de informação. Segundo ela, os ambientalistas "disseminam inverdades, informações aleatórias, sem nenhum embasamento cientifico", pois já está mais que comprovado que a coexistência do milho tansgênco com o convencional é possível.

"Os produtores de milho da França comprovaram que com dez metros de distância (entre uma plantação de milho transgênico e uma convencional) é o necessário para que se mantenha e se preserve a integridade das produções. Eles (o Greenpeace) passam mensagens baseadas na falta de informações das pessoas e isso causa medo, pois todos temem o desconhecido".

Desde o dia 12, a organização não-governamental Greenpeace realiza atos de protesto em várias capitais do país contra a liberalização do plantio e consumo de diversas patentes de milho transgênico no Brasil. A medida pode ser aprovada hoje, pela Comissão Técnica Brasileira de Biossegurança (CTNBio), reunida em Brasília

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: [RN] MQ: A VERDADE SOBRE A REALIDADE
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 16:32

NATURE.COM, 14-02-2007

QUANTUM MECHANICS: THE TRUTH ABOUT REALITY

Gregor Weihs

As esperanças de manter a mecânica quântica 'real' foram varridas por
novas medidas do comportamento quântico de nêutrons. Ao contrário do
que nossas sensibilidades clássicas pedem, o mundo é fundamentalmente
aleatório.

Albert Einstein estava convicto de que "deus não joga dados"; em
outras palavras, ele não poderia aceitar a teoria quântica, com sua
aleatoriedade inerente, como uma descrição fundamental do mundo.
Desenvolvendo o tema em um tabalho posterior com Boris Podolsky e
Nathan Rosen, deu a entender que ele acreditava em uma camada mais
básica de verdade subjacente à mecânica quântica. Isso deveria ser
expresso em 'variáveis ocultas' que reconciliariam a validade
puramente estatística das medidas quânticas com a visão de mundo
clássica e determinista. Em um artigo na Physical Review Letters, Yuji
Hasegawa et al. (2006) dão um novo golpe a esses esforços já
cambaleantes de injetar algum realismo na física quântica.

Dois teoremas desenvolvidos na década de 1960 impuseram sérias
limitações às tentativas de completar a física quântica como Einstein
queria. Na primeira, John Bell demonstrou que as teorias de variáveis
locais, que não permitem nenhuma influência remota, não poderia
explicar certas observações quânticas. Na segunda, Simon Kochen e
Ernst Specker provaram independentemente que as variáveis ocultas mais
gerais, chamadas não-contextuais, também não eram viáveis. Muitos
experimentos desde então têm usado o teorema de Bell para invalidar
variáveis ocultas locais. Muito menos trabalhos foram feitos no
teorema Kochen–Specker, especialmente para outras partículas além dos
fótons.

Nêutrons são cobaias convenientes para esse tipo de experimentos
delicados necessários para investigar esses aspectos da física
quântica: acima de tudo, eles não possuem carga, o que torna mais
fácil de se observar os efeitos envolvidos. O princialmente deles são
os efeitos de spin, a propriedade da partícula que a faz tender a se
alinhar a um campo magnético. A física quântica nos diz que o spin é
quantizado: se ele for medido ao longo de uma dada direção, ele irá
apontar para um sentido ou para outro, mas nunca em uma direção
intermediária. Além disso, se o spin for medido na direção vertical
(z) e for para cima, uma medição subseqüente na direção horizontal (x)
dará, aleatoriamente, para a direita ou para a esquerda. De modo
simlar, se x for medido antes, o valor de z será aleatório.

Esse tipo de aleatoriedade que não era do gosto de físicos como
Einstein. Variáveis ocultas deveriam permitir que os resultados das
medidas de z e de x pudessem ser determinadas simultaneamente. Em
total contraste, a física quântica simplesmente diz que os componentes
z e x do spin não podem ser quantificados ao mesmo tempo. É, na
verdade, uma questão de princípio que ambas as medidas exijam
experimentos diferentes.

Outras características, como a posição do nêutron, podem ser medidas
ao mesmo tempo que o spin. Os procedimentos para medir a posição e o
spin não se interferem mutuamente e as medidas são ditas compatíveis.
Assim é natural querer que qualquer variável oculta introduzida para
explicar as medidas dos componentes do spin também expliquem os
resultados das medidas simultâneas do spin e da posição: o valor
governado pela variável oculta do spin não deve depender de uma medida
específica da posição e vice versa. Essa condição é chamada de
não-contextualidade: que o resultado gerado por qualquer variável
oculta não deve diferir segundo qualquer outra medida compatível
realizada ao mesmo tempo.

Mas parece que, como sempre, a teoria quântica quer ter a última
palavra: ela obstinadamente recusa a admitir variáveis ocultas mesmo
nessas condições aparentemente inocentes. Acontece que os nêutrons
podem ser preparados de tal modo que as medidas de spin e de posição,
embora ainda nominalmente independentes, sejam tão fortemente
correlacionadas que as variáveis ocultas não-contextuais não são
capazes de explicá-las. Sem surpresas para os que conhecem as
esquisitices quânticas, o emaranhamento - o holismo misterioso no qual
o estado de um objeto quântico é ligado ao estado de um segundo objeto
separado - é a chave para esse truque.

O fato de que variáveis ocultas não-contextuais não conseguem explicar
a correlação spin-posição de nêutrons emaranhados é uma variante do
teorema Kochen–Specker. Por muito tempo, pensou-se que fosse
intestável porque, em sua forma original, requeria medições
infinitamente precisas. Com um tratamento estatístico, no entanto, uma
inequação pode ser derivada que restringe as predições para os
resultados das medições feitas por qualquer modelo de variáveis
ocultas não-contextuais.

Com essa teoria à mão, Hasegawa et al. passaram um feixe de nêutrons
através de um inferômetro especialmente projetado que dividia os
nêutrons que chegavam em dois feixes com estados opostos de spin. O
caminho que um nêutron em particular toma se torna emaranhado com seu
spin. Os caminhos são recombinados após o nêutro passar por um
alterador de fase (induzindo a um lapso variável) e o nêutron deixa o
interferômetro atravpes de um de duas portas de saída, dependendo da
alteração de fase. O resultado final é que se pode medir a posição do
nêutron - a porta pelo qual ele sai - bem como seu spin ao longo de
uma de duas direções ortogonais.

As medições da porta de saída para duas alterações de fase seguem a
mesma regra das medições do spin z e x. Não se pode medir ambos
simultaneamente, a segunda medida irá mostrar aleatoriamente o nêutron
em um das duas portas. Por analogia, podemos chamar de medições de
porta z e x.

Hasegawa e seus colaboradores fizeram medições de z e x tanto dos
spins como da porta de saída dos nêutros à medida que saíam do
interferômetro. Sem grandes surpresas, eles demonstraram de modo
convincente que as correlações entre as medidas são mais fortes que
qualquer coisa permitida pela inequação teórica para modelos
envolvendo variáveis ocultas não-contextuais. Em resumo, as medidas de
spin fixam os valores de spin das variáveis ocultas e as medições de
porta fixam os valors de porta. Isso não deixa nenhum espaço para
manobra. Mas, para as variáveis ocultas se tornarem compatíveis com os
resultados das medições conjuntas, é preciso apenas mais latitude.

Mesmo que experimentos desse tipo sejam muito difíceis — o feixe de
nêutrons de Hasegawa e colaboradores é tão débil quanto a luz de uma
velo vista a 16 quilômetros de distância — os dados são incrivelmente
claros e não deixam nada para interpretar. Assim, a menos que se
permita a existência de variáveis ocultas contextuais com influências
mútuas muito estranhas, é preciso abandoná-las — e, por extensão, o
'realismo' na física quântica - todas. Sabia-se disso para os fótons,
mas a corroboração em um sistema distinto deve ajudar a convencer os
céticos, bem como assegurar isso para o resto de nós.

Em um tempo em que o processamento de informações quânticas está se
tornando um campo estabelecido na física e na ciência da computação, é
importante testar os fundamentos da teoria subjacente. Pode parecer
estranho, dado que os últimos 100 anos mostraram que a teoria quântica
é muito boa em perdizer os resultados de experimentos. Mas se se
concorda com Einstein, então não importa quão prática uma teoria seja:
ela pode não ser suficientemente real. (t)

http://www.nature.com/nature/journal/v445/n7129/full/445723a.html
-----------------------

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Transgênicos. Afinal, quem diz o quê?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 16:34

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor" <jvoneto@...> escreveu
> Afinal, os dados científicos apontam para um uso sem perigos ou
> isto é falácia?

Cada caso é um caso. A legislação brasileira burramente impôs um
embargo de quatro anos (apenas recentemente terminado) até nos estudos
sobre a segurança biológica dos alimentos transgênicos (as plantações
eram liberadas por MP, mas as pesquisas não), de modo que não se tem
dados suficientes para o Brasil.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: P/ Manuel - Re: [ciencialist] Re: A universalização dos valores morais
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/02/2007 16:39

Olá Manuel

Manuel: "Manuel: Se antes as pessoas eram discriminadas - e até mesmo
desumanizadas - por vários motivos (o sexo, a idade, a etnia, o credo
etc.), com a generalização das relações mercantis só restou um
critério de diferenciação: o poder de compra. Um enorme progresso,
não concorda?
E não se trata mais de critério de discrinação qualitativa, pois, uma
vez que o poder de compra é meramente quantitativo, a diferença entre
os indivíduos não é mais de espécie, mas de grau."

E poderiamos considerar a maior justiça em basear julgamentos em qualidades flexiveis e não mais fixas. Uma pessoa negra não pode ficar branca, uma mulher não pode se tornar homem, etc, mas uma pessoa pobre pode se tornar rica (em termos) ou menos pobre. Uma discriminação por esse parametro pode desaparecer apenas pela melhora das condições economicas de uma sociedade (como a Finlandia), enquanto a discriminação de cor será perpétua, pelo menos do ponto de vista do individuo.

Idem para a discriminação por sexo ou etnia.

E saber que determinada condição pode mudar (hoje você está rico ou bem de vida, mas amanhã quem sabe) pode aumentar a participação social, em movimentos de apoio e ajuda, que a certeza de que não vai acontecer nada com você nunca (como ser príncipe ou da etnia dominante na sociedade, como um bramane indu) devido a discriminação positiva de seu ambiente. Da mesma forma, estar em má situação, mas saber que isso pode mudar, pode aumentar a vontade e o impulso de lutar e de se esforçar, exigir mais direitos, etc, enquanto um pária indu pode simplesmetne desistir, uma vez que jamais será aceito ou melhorará de vida, não importa o que aconteça.

Parece que determinadas discriminações são mais tolerantes com desvios do padrão que outras, e ser mais tolerante é sempre melhor, para o individuo.

Um abraço.

Homero


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: [RN] FALSAS CORRELACOES
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 16:57

G1.COM.BR, 16-02-2007

CIENTISTAS RELACIONAM DOENÇAS À ASTROLOGIA

Grupo descobriu que nascidos sob Peixes têm riscos maiores de
problemas cardíacos.
Intenção é provar que é possível estabelecer estatísticas sobre
qualquer coisa.

http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL6195-5603,00.html
-----------------
[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Poluição Doméstica
FROM: Alessandro Loiola <alessandroloiola@yahoo.com.br>
TO: alessandroloiola@yahoo.com.br
DATE: 16/02/2007 17:10

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DR. ALESSANDRO LOIOLA – SAÚDE PARA TODOS - 16/02/2007 - No.042

http://br.groups.yahoo.com/group/saudeparatodos
© Dr. Alessandro Loiola - mailto: alessandroloiola@yahoo.com.br

Convide seus amigos para uma dose diária de saúde (assinar ou cancelar no final).

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Olá,

Você sabia que de cada 10 pessoas, uma apresenta algum tipo de alergia? No Brasil, mais de 20 mihões de pessoas sofrem com Rinite, Asma ou Urticária alérgica – um contingente maior que toda a população Australiana.

Fica a impressão de que atualmente mais pessoas sofrem com problemas alérgicos. Não é uma impressão errada. A modernidade trouxe como brinde um maior acesso e um maior contato com diversas substâncias potencialmente nocivas, e como cada ação resulta em uma reação...

Um dos ambientes menos suspeitos para contato com estas substâncias é sua própria casa. Ela pode ser um ninho de Alérgenos e é exatamente sobre isso que falaremos hoje.

Espero que seja uma boa leitura.

Nos vemos adiante,


Dr. Alessandro Loiola.

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Poluição Doméstica
© Dr. Alessandro Loiola



Na ralação do dia a dia, todo mundo sonha com aquela hora sagrada de juntar as coisas e voltar para casa. Para a calma, a paz e a segurança de casa – é óbvio que isto não vale para quem tem crianças em casa ou vizinhas com TPM, mas você entendeu o conceito...

Sentir-se seguro em casa é uma das maiores armas contra o estresse. Nada como esparramar-se no sofá e deixar a tensão ir embora entre um cochilo despreocupado e outro.

Quem poderia imaginar que, em um cenário desses, o perigo pudesse estar à sua espreita, muito mais próximo do que você jamais imaginaria. O perigo poderia estar no próprio ar que você respira! Nos últimos anos, várias pesquisas vêm indicando que o ar em nossas casas pode estar mais contaminado que o ar da “rua”, mesmo em grandes cidades industrializadas. Muitos poluentes apresentam níveis 2 a 5 vezes maiores dentro de casa do que na rua.

A raiz do problema está nas várias fontes domésticas emissoras de gases e partículas microscópicas. Além disso, uma ventilação inadequada aumenta os níveis de agentes nocivos ao não permitir uma renovação adequada da atmosfera no interior da casa. Temperaturas elevadas e altos níveis de umidade também aumentam as concentrações de certos poluentes. O resultado: chegando em casa para o merecido descanso, eis que seu corpo começa a travar uma nova e estressante luta contra toxinas altamente perigosas.

As fontes mais comuns de poluição doméstica incluem óleos, ceras, produtos de limpeza, gás de cozinha, materiais de construção, tapetes, carpetes, cortinas de tecido, inseticidas, ar condicionado e materiais de construção estocados de maneira inapropriada.

Os efeitos da exposição a esta forma de poluição podem surgir imediatamente ou levar anos até se manifestar. Os mais imediatos incluem irritação dos olhos, nariz e garganta, dor de cabeça, tonteira e fadiga. As manifestações são mais comuns em idosos e crianças, justamente os mais expostos ao ambiente doméstico.

Em muitos casos, é difícil determinar se os sintomas foram causados por exposição à poluição doméstica. Por isso é importante ficar atento ao local e ao período em que as alterações ocorreram: sintomas recorrentes sempre que se tem contato com um determinado ambiente da casa sugerem que a poluição doméstica seja a causa.

As principais medidas que você pode tomar para reduzir a concentração de poluentes em casa incluem:


Corrija infiltrações nas paredes, elas são uma fonte importante de fungos. Tenho vários pacientes cujas crises periódicas de asma estavam relacionadas a paredes com infiltrações escondidas atrás de armários e outros móveis.


Prefira cortinas de PVC ao invés de tecido.


Mantenha seus tapetes e sofás limpos. Contrate firmas especializadas para fazer o serviço, se necessário.


Janelas e portas devem ficar abertas sempre que for possível e seguro.


Cuidado redobrado com a ventilação, principalmente quando estiver realizando pinturas, cozimentos, soldas e reformas em geral.


Ao ligar o ventilador de teto, prefira a função de exaustor. E verifique sempre se as paletas do ventilador estão devidamente limpas.


Faça manutenção periódica no seu ar-condicionado.


Plantas no interior da casa regadas excessivamente podem abrigar fungos na terra que lhes sustenta, afetando pessoas alérgicas.


Troque seu colchão a cada 5 anos e seu travesseiro a cada 1-3 anos. Para você ter uma idéia: calcula-se que, após 5 anos de uso, 10% do peso de um travesseiro seja composto por ácaros e células mortas descamadas da sua pele.


E NUNCA fume dentro de casa.

---
Dr. Alessandro Loiola é médico, escritor, palestrante, autor de “Vida e Saúde da Criança” e “Crianças em forma: saúde na balança” (www.editoranatureza.com.br). Atualmente reside e clinica em Belo Horizonte, Minas Gerais.

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Transgênicos. Afinal, quem diz o quê?
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 18:02

At 15:34 16/2/2007, you wrote:

>--- Em
><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>ciencialist@yahoogrupos.com.br,
>"Victor" <jvoneto@...> escreveu
> > Afinal, os dados científicos apontam para um uso sem perigos ou
> > isto é falácia?
>
>Cada caso é um caso. A legislação brasileira burramente impôs um
>embargo de quatro anos (apenas recentemente terminado) até nos estudos
>sobre a segurança biológica dos alimentos transgênicos (as plantações
>eram liberadas por MP, mas as pesquisas não), de modo que não se tem
>dados suficientes para o Brasil.
>
>[]s,
>
>Roberto Takata





BETINHO, meu querido...

tecnologias são estratégias.

estratégias são operatividades de um projeto.

A decisão sobre a estratégia tecnológica
"transgênicos" deveria estar consoante com um projeto...
um projeto de nação.

Projeto de nação aqui não existe.

Portanto... esse debate sobre transgenicos não
passa de mais dos grandes debates de marias
malucas que afligem nossas agendas e cenários.

Ciência e Tecnologia são ações subalternas.

L.E.


















=

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] [RN] FALSAS CORRELACOES
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/02/2007 18:02

Faço um esforço tremendo para ser tolerante com coisas desse tipo, mas não consigo. Para mim, quem faz declarações desse tipo pode ser qualquer coisa, menos cientista, menos uma pessoa que entende, minimamente que seja, o que significa ciência.
Está certo que eles estão é se lixando para o que eu penso a respeito ou não. Não dou qualquer valor a qualquer profissional de física ou matemática que pregue essas asneiras, dando-as como verdades e apoadas pela ciência. Como a Bíblia. Pratica-se, assim, mais um deseserviço à humanidade, com tail exploração da credulidade das pessoas, nessas coisas misteriosas.
Nesse mister, sou tão radical, quanto os radicais de outras áreas, que critico tanto e que juro que não sou que nem! Pimenta nos olhos dos outros é uma belezura! Mas julgo que tenho direito à alguma incoerência assumida e acabada, como essa. Que ninguém é de ferro.
Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 16, 2007 3:57 PM
Subject: [ciencialist] [RN] FALSAS CORRELACOES


G1.COM.BR, 16-02-2007

CIENTISTAS RELACIONAM DOENÇAS À ASTROLOGIA

Grupo descobriu que nascidos sob Peixes têm riscos maiores de
problemas cardíacos.
Intenção é provar que é possível estabelecer estatísticas sobre
qualquer coisa.

http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL6195-5603,00.html
-----------------
[]s,

Roberto Takata





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: P/ JVictor - Re: [ciencialist] [RN] FALSAS CORRELACOES
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/02/2007 19:15

Olá JVictor

JVictor: "Não dou qualquer valor a qualquer profissional de física ou matemática que pregue essas asneiras, dando-as como verdades e apoadas pela ciência."

Compartilho de sua indignação, mas acho que nesse caso não se aplica. O estudo apresentado não tenta demonstrar que a Astrologia (arghh) é valida cientificamente, mas pelo contrário, que se baseia em falsas relações estatísticas. Que podem ser encontradas em qualquer lugar, a partir de nossa tendencia mental de encontrar padrões.

De uma lida com mais calma no artigo (eu mesmo tive de superar a tendencia a recusar a leitura "a priori" e veja que é bem razoável.

É algo como os que "vêem" relações númericas esotericas nas medidas das piramides. Sem notar que, qualquer edificação, com quaisquer medidas, se procurar bem, acha outras medidas e outras relações numéricas.

Um abraço.

Homero





----- Original Message -----
From: jvictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 16, 2007 5:02 PM
Subject: Re: [ciencialist] [RN] FALSAS CORRELACOES


Faço um esforço tremendo para ser tolerante com coisas desse tipo, mas não consigo. Para mim, quem faz declarações desse tipo pode ser qualquer coisa, menos cientista, menos uma pessoa que entende, minimamente que seja, o que significa ciência.
Está certo que eles estão é se lixando para o que eu penso a respeito ou não. Não dou qualquer valor a qualquer profissional de física ou matemática que pregue essas asneiras, dando-as como verdades e apoadas pela ciência. Como a Bíblia. Pratica-se, assim, mais um deseserviço à humanidade, com tail exploração da credulidade das pessoas, nessas coisas misteriosas.
Nesse mister, sou tão radical, quanto os radicais de outras áreas, que critico tanto e que juro que não sou que nem! Pimenta nos olhos dos outros é uma belezura! Mas julgo que tenho direito à alguma incoerência assumida e acabada, como essa. Que ninguém é de ferro.
Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 16, 2007 3:57 PM
Subject: [ciencialist] [RN] FALSAS CORRELACOES

G1.COM.BR, 16-02-2007

CIENTISTAS RELACIONAM DOENÇAS À ASTROLOGIA

Grupo descobriu que nascidos sob Peixes têm riscos maiores de
problemas cardíacos.
Intenção é provar que é possível estabelecer estatísticas sobre
qualquer coisa.

http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL6195-5603,00.html
-----------------
[]s,

Roberto Takata

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] [RN] MQ: A VERDADE SOBRE A REALIDADE
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/02/2007 20:10

----- Original Message -----
From: "rmtakata" Sent: Friday, February 16, 2007 3:32 PM
Subject: [ciencialist] [RN] MQ: A VERDADE SOBRE A REALIDADE

Vamos analisar o seguinte trecho de um dos parágrafos do artigo reproduzido:

> "O princialmente deles são os efeitos de spin, a propriedade da partícula
> que a faz tender a se alinhar a um campo magnético. A física quântica nos
> diz que o spin é quantizado: se ele for medido ao longo de uma dada
> direção, ele irá apontar para um sentido ou para outro, mas nunca em uma
> direção intermediária."

Muito estranho. Mas muito mesmo. Em primeiro lugar, o autor caracteriza o
spin como "a propriedade da partícula que a faz tender a se alinhar a um
campo magnético". Logo a seguir ele afirma que o spin é quantizado, pois
nunca apontará numa direção intermediária. Ora, isso é um absurdo!!! Se para
caracterizar esse spin eu preciso de um campo magnético, é óbvio e ululante
que esse spin jamais irá se fixar numa direção intermediária quando for
medido através de um campo magnético. A direção está fixada pelo campo que
mede esse spin, e a única variação que poderá ser "classicamente"
caracterizada será o sentido up ou down. Isso não caracteriza quantização
(no sentido moderno do termo) nem aqui nem na China, mas trata-se tão
somente de um artefato de técnica.

Aliás, esse assunto já foi apresentado de maneira bastante detalhada aqui na
Ciencialist em abril de 2000 (thread Teorias Realistas Atuais), em especial
na msg 4790,
http://www.ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/varios/ci4790.htm , e os
físicos da lista ainda estão a me dever uma resposta. Os únicos que
comentaram algo a respeito foram 1) o Léo, para denunciar "a falta do
desfecho final da thread Teorias Realistas" (msg 4845), e 2) o Belisário, em
resposta ao Léo (msg 4848) e para justificar o porquê não havia respondido a
minha msg.

Permaneço no aguardo de alguma resposta a derrubar meus argumentos. Enquanto
isso, volto a afirmar: "As idéias de Bell, em hipótese alguma, contradizem
as teorias clássicas da física e a experiência de Aspect, quando muito,
serve como critério para escolha entre o roto e o esfarrapado, qual seja,
entre as teorias locais e as não-locais."

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Jose Renato - Re: Crueldade com animais
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/02/2007 23:21

Caro, Homero! Faço comentários após os seus, OK?
E para melhor entendimento colei ao final as mensagens anteriores, que vc
tinha apagado: a de Bulcão, colando o endereço do site com vídeos das
remoções das peles de animais, e a de Chicão questionando porque não podemos
fazer o mesmo com os seres humanos...
.................................

From: "oraculo333" <oraculo@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 12, 2007 11:45 PM
Subject: [ciencialist] P/ Jose Renato - Re: Crueldade com animais


Olá Jose Renato

Renato: "tanto a grávida como o médico terem a intenção definida e
clara de dar fim ao nascituro, ambos se consideram justificados por
diversos motivos. Ela se livra de um "problema" e ele embolsa mais uns
trocados fácil, fácil. Só dá complicação quando isso é denunciado por
anti-abortistas xiitas sensíveis, documentado, gravado, divulgado."

H - Embora seu proselitismo religioso obsessivo canse, e o assunto esteja
esgotado, é difícil deixar passar sua insistência em "pintar" os que
pensam diferente de você, e que são a favor do aborto, como monstros
insensíveis, malvados, cruéis, que se divertem destruindo bebês
inocentes, enquanto os perfeitos e sensíveis anti-aborto tentam salvar
suas "alminhas" semeadas por deuses imaginários.
Não é simples assim, Renato. Os que são a favor do aborto tem tanta,
ou mais, consideração pela vida, pelas pessoas, por seres humanos, que
você e que anti-abortistas (muitos dispostos a matar pessoas que
certamente são seres humanos, como médicos e mulheres grávidas em nome
da defesa de células e mórulas).
JR - Homero, sua visão ainda está contaminada de voluntarismo, presunção e
descompromisso com a realidade observada de forma metódica e científica.
Nenhum anti-abortista que eu conheço está se preparando para matar médicos e
mulheres que promovem o aborto. É mais uma apelação de sua parte escrever
isso. Acredito por experiência própria que só o verdadeiro entendimento da
vida e da realidade é que consegue dar convicção a uma pessoa de que é
preciso ter cuidado com suas atitudes, decisões e ações para não
prejudicar - de modo irreversível - nem o próximo, nem a si mesmo.

H - São pessoas sérias, honestas, inteligentes, racionais, sensíveis, etc,
que embora compreendam que é uma questão difícil, não é uma questão simples,
de certo e errado, e não pode ser respondida com base em superstições
ancestrais.
JR - Se não fossem assim eu não estaria me relacionando com elas. São
pessoas que pensam como eu também pensava há algumas reflexões e
entendimentos discernidos nesses últimos 15 anos, quando ainda usava
soluções "simples" para uma questão que nada tem de simples.

H - O médico, ao praticar um aborto, compreende que é um potencial ser
humano, mas um potencial ser humano NÃO é um ser humano pleno. [ ... ]
JR - O que vc entende por ser humano pleno? Só quando ficam visíveis todos
os órgãos? Quando conclui a faculdade? Quando chega a presidência da
empresa? Quando se aposenta? Todos são aspectos diversos do embrião formado
a partir da fecundação.

H - [ ... ] (O médico) Também compreende que, em um mundo ideal, ninguém
ficaria grávida sem desejar, e toda gestação seria plena (embora 8 em cada
10 fecundações NÃO gere um ser humano, com ou sem aborto), mas este NÃO é um
mundo perfeito, e as mulheres ficam grávidas sem desejar, ou com problemas,
ou devido a falhas em métodos anti-concepcionais.
JR - Essa descoberta de que o mundo não é o ideal que cada um tem na cabeça
já é um grande avanço. Se as pesquisas concluem que 80% das fecundações não
vingam, não me serve de justificativa de provocar aborto - conscientemente -
visto que a natureza já "provoca" 80%. É sempre uma luta pela sobrevivência
que o ser tem de enfrentar. Já bastam as dificuldades e impedimentos
naturais.

H - E certamente não é intenção dele "dar fim ao nascituro" (ou bebês
indefesos, como a falácia anti-aborto costuma chamar uma mórula), mas evitar
que a gestação prossiga. Muitos médicos, em clínicas públicas (nos países em
que são permitidas), trabalham de graça para ajudar mulheres sem posses. Sua
motivação é humanitária, da mesma forma como você "acredita" ser a sua
própria.
JR - Homero, vc pintou acima pessoas muito especiais, muito diferente das
que defendem uma solução rápida para uma gravidez não prevista conforme o
figurino. Eu conheço pessoas que trabalham para ajudar mulheres com
dificuldade de ter e criar os filhos por motivos diversos. Vc muda os
vocábulos e acha que mudou o ser humano que está no zigoto, mórula, embrião,
feto, nascituro, bebê, criança, deficiente, adolescente, adulto, enfermo,
velho... São termos que designam o ser humano de um modo mais específico
quanto a sua situação no curso da sua vida, que se inicia na fecundação. É o
mesmo.

H - Em Portugal, seguindo o exemplo de países que, lentamente, se civilizam
e adotam leis mais racionais, o aborto ganhou o plebiscito. Espero que não
demore muito para o Brasil seguir seus passos.
JR - É isso que as pessoas não percebem. Estão muito ocupadas com os seus
problemas e com o seu dia-a-dia e só acordam quando a crueldade bate à
porta. Estirpar um ser humano vivo - somente pelo fato dele não poder se
defender - é a comprovação da crueldade implantada em nossa consciência
pelas falácias, mentiras e palavrório pseudo científico divulgado pelos
abortistas, com justificativas aparentemente inquestionáveis e aceitas por
todos os que prevêm um dia abortar ou já desejam abortar. Claro! Mas nos
chocamos, com toda indignação, com as mortes cruéis e gratuitas transmitida
pela TV, jornais, e tentamos esquecer as mortes que provocamos entre 4
paredes, aprovadas implicitamente pela maioria da população, que não percebe
que está alimentando com seu silêncio a mais nociva cultura de violência
contra os que não são notícias.

H - E não se preocupe, poderá manter os princípios e superstições de sua
crença, e não terá de abortar, se não desejar. Mas será impedido de obrigar
os que NÃO tem as mesmas superstições sobre células fecundadas de agirem
como desejarem.
JR - Não são superstições, Homero. Vc sabe disso: nada é acrescentado à
estrutura genética do ser humano após o evento da fecundação. Ninguém
implanta um ser humano ou uma consciência no embrião para ele nascer um
bebê! Em poucas semanas o que existia nele mas não era ainda visível fica
patente aos nossos olhos. Não dá para se enganar imaginando que ele pode
morre por diversos motivos naturais, por isso mais um motivo - desta vez,
consciente e premeditado - pouco ou nada alteraria...

Um abraço.
Homero

Abraços
José Renato
...............................................

From: "José Renato" <jrma@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 12, 2007 11:21 PM
Subject: Re: [ciencialist] Crueldade com animais


> Olá, Chicão! Quem lhe disse que não pode fazer isso com humanos? Onde está
> afinal a tão propalada liberdade dos cidadãos-contribuintes? O que não
> pode
> é ser visto pelos, digamos, mais sensíveis. Há até os mais bondosos que
> usam
> anestesia para evitar o sofrimento da vítima. Tanto pode que é feito
> diariamente no Brasil e no mundo. Vimos semana passada três rapazes
> arrastando uma criança de seis anos que, presa ao cinto de segurança, ia
> quicando e se esbagaçando no asfalto irregular. Eram jovens de pouca
> instrução e não houve uma intenção específica de fazer aquilo. O que eles
> queriam mesmo era o carro. Mas se eles parassem para soltar o menino do
> cinto seriam presos ou linchados. Entretanto, diariamente, há pessoas
> educadas com nível universitário que, determinadas e conscientemente,
> destroçam de diversas formas fetos ainda no útero materno. Só que ninguém
> vê. Tudo muito bem asseado. No máximo uma cânula e um vaso coletor
> sanguinolentos. Tudo muito civilizado, atendimento de 1° mundo. Apesar de
> nesse caso, tanto a grávida como o médico terem a intenção definida e
> clara
> de dar fim ao nascituro, ambos se consideram justificados por diversos
> motivos. Ela se livra de um "problema" e ele embolsa mais uns trocados
> fácil, fácil. Só dá complicação quando isso é denunciado por
> anti-abortistas
> xiitas sensíveis, documentado, gravado, divulgado. Aí, as pessoas do
> respeitável público ficam chocadas, indignadas, causa comoção nacional,
> atos
> de protestos, mudança da legislação... Mas se não é divulgado, tudo bem! O
> que os olhos dos outros não vêem o que cometi, os corações piedosos nada
> sentem... E assim caminha a humanidade, nos enganando de que essa cultura
> da
> crueldade, mantida em segredo nas nossas atitudes pessoais e decisões
> particulares, só existe vez por outra, quando aparece em fotos chocantes
> nas
> manchetes dos jornais e nas imagens da TV.
>
> []s
>
> José Renato
> ...................................................................
>
> From: "Chicao Valadares" <chicaovaladares@To:
> <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Monday, February 12, 2007 10:15 AM
> Subject: Re: [ciencialist] Crueldade com animais
>
>
>> Por que não posso fazer isso com um humano???
>> Minha pergunta é simples mas ninguém responde.
>> Por que será???
> ...................................
>> --- Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br> escreveu:
>>> Olá,
>>>
>>> Vejam o link abaixo. Aconselho que assistam a todo o
>>> vídeo.
>>>
>> http://www.strasbourgcurieux.com/fourrure/portugues.php
>>>
>>> []'s
>>> Manuel Bulcão
>>
>>
>> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
>> O que há é pouca gente para dar por isso... "
>> Fernando Pessoa - Poesias de Álvaro Campos



SUBJECT: RE: [ciencialist] P/ Oráculo- Re: E ética de cada um...
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/02/2007 23:26

Oráculo, oi!
Vc entendeu perfeitamente e verbalizou melhor ainda o que eu disse!
Estamos entendidos, mas acho que em qualquer caso devemos separar sim.
A ética e a moral são irmãs, mas a ética é mais estável, elevada, universal,
mais indiscutível e consolidada, e sedimentada, pelas vias da moral, muito
mais dinâmica e plástica.
abr/M.


>From: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] P/ Murilo - Re: E ética de cada um...
>Date: Fri, 16 Feb 2007 01:38:20 -0000
>
>Olá Murilo
>
>Murilo: "Eu juro que há diferença entre a *ética* e a *moral*"
>
>Esta é realmente uma questão muito interessante e complexa. Muitas
>vezes usamos os dois termos com o mesmo sentido, mas muitos filósofos
>e especialistas (mais inteligentes que eu, certamente..:-) pensam que
>se pode separar os dois.
>
>O problema é que existem quase tantas formas de separar os termos
>quanto existem filósofos..:-)
>
>A moral tende realmente a ser mais ligada a "costumes", sendo a ética,
>em geral, tida como mais universal (de forma relativa e não absoluta,
>claro).
>
>Uma forma que me agrada é a separação de alcance dos termos. Moral são
>normas que atingem o próprio individuo, sem efeitos em terceiros.
>Ética seriam normas e regras que atingem a terceiros, que tem efeitos
>além do indivíduo.
>
>Como se vestir (ou não vestir), que partes do corpo cobrir, seria algo
>relacionado a moral. Afeta ao individuo, e nada mais. Assassinato é
>uma questão ética, pois seu efeito atinge terceiros (que podem não
>gostar de serem assassinados..:-)
>
>Outra forma seria estrutural. Moral se refere a norma correta de agir,
>ética a reflexão sobre a norma. Assim, a regra de define o adultério
>como errado é moral. E a reflexão racional sobre o porque é errado
>cometer adultério, uma questão para a ética.
>
>Neste debate, me parece, usamos os termos como sinônimos, ou quase.
>Como estamos querendo determinar se regras ou considerações sobre
>essas regras, podem ser absolutas, universais, ou se sempre dependerão
>de culturas ou contratos sociais, não é preciso separar os termos para
>discutir o assunto.
>
>Um abraço.
>
>Homero
>
>
>
>
>
>##### ##### #####
>
>Página de apoio
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
>##### ##### ##### #####
>Links do Yahoo! Grupos
>
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Ética de cada um...
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/02/2007 10:03

Emmanuel Kant foi um dos que mergulhou nas questões morais, sempre em
evidência nas preocupações dos seres humanos auto-denominados
sapiens-sapiens.
Abaixo um texto inicial esclarecedor do site <
http://www.mundodosfilosofos.com.br:80/kant.htm >.
..........................................

[ A Crítica da Razão Pura explica essencialmente porque as metafísicas são
voltadas ao fracasso e porque a razão humana é impotente para conhecer o
fundo das coisas. A moral de Kant é exposta nas obras que se seguem: o
Fundamento da Metafísica dos Costumes (1785) e a Crítica da Razão Prática
(1788). Finalmente, a Crítica do Juízo (1790) trata das noções de beleza (e
da arte) e de finalidade, buscando, desse modo, uma passagem que una o mundo
da natureza, submetido à necessidade, ao mundo moral onde reina a
liberdade. ]
..........................................
Emmanuel Kant - A Ciência e a Metafísica
Vida e Obras

Kant nasceu, estudou, lecionou e morreu em Koenigsberg. Jamais deixou essa
grande cidade da Prússia Oriental, cidade universitária e também centro
comercial muito ativo para onde afluíam homens de nacionalidade diversa:
poloneses, ingleses, holandeses. A vida de Kant foi austera (e regular como
um relógio). Levantava-se às 5 horas da manhã, fosse inverno ou verão,
deitava-se todas as noites às dez horas e seguia o mesmo itinerário para ir
de sua casa à Universidade. Duas circunstâncias fizeram-no perder a hora: a
publicação do Contrato Social de Rosseau, em 1762, e a notícia da vitória
francesa em Valmy, em 1792. Segundo Fichte, Kant foi "a razão pura
encarnada".

Kant sofreu duas influências contraditórias: a influência do pietismo,
protestantismo luterano de tendência mística e pessimista (que põe em relevo
o poder do pecado e a necessidade de regeneração), que foi a religião da mãe
de Kant e de vários de seus mestres, e a influência do racionalismo: o de
Leibnitz, que Wolf ensinara brilhantemente, e o da Aufklärung (a
Universidade de Koenigsberg mantinha relações com a Academia Real de Berlim,
tomada pelas novas idéias). Acrescentemos a literatura de Hume que
"despertou Kant de seu sono dogmático" e a literatura de Russeau, que o
sensibilizou em relação do poder interior da consciência moral.

A primeira obra importante de Kant - assim como uma das últimas, o Ensaio
sobre o mal radical - consagra-o ao problema do mal: o Ensaio para
introduzir em filosofia a noção de grandeza negativa (1763) opõe-se ao
otimismo de Leibnitz, herdeiro do otimismo dos escoláticos, assim como do da
Aufklärung. O mal não é a simples "privatio bone", mas o objeto muito
positivo de uma liberdade malfazeja. Após uma obra em que Kant critica as
ilusões de "visionário" de Swedenborg (que pretende tudo saber sobre o
além), segue-se a Dissertação de 1770, que vale a seu autor a nomeação para
o cargo de professor titular (professor "ordinário", como se diz nas
universidades alemãs).

Nela, Kant distingue o conhecimento sensível (que abrange as instituições
sensíveis) e o conhecimento inteligível (que trata das idéias metafísicas).
Em seguida, surgem as grandes obras da maturidade, onde o criticismo
kantiano é exposto. Em 1781, temos a Crítica da Razão Pura, cuja segunda
edição, em 1787, explicará suas intenções "críticas" (um estudo sobre os
limites do conhecimento). Os prolegômenos a toda metafísica futura (1783)
estão para a Crítica da Razão Pura assim como a Investigação sobre o
entendimento de Hume está para o Tratado da Natureza Humana: uma
simplificação brilhante para o uso de um público mais amplo. A Crítica da
Razão Pura explica essencialmente porque as metafísicas são voltadas ao
fracasso e porque a razão humana é impotente para conhecer o fundo das
coisas. A moral de Kant é exposta nas obras que se seguem: o Fundamento da
Metafísica dos Costumes (1785) e a Crítica da Razão Prática (1788).
Finalmente, a Crítica do Juízo (1790) trata das noções de beleza (e da arte)
e de finalidade, buscando, desse modo, uma passagem que una o mundo da
natureza, submetido à necessidade, ao mundo moral onde reina a liberdade.

Kant encontrara proteção e admiração em Frederico II. Seu sucessor,
Frederico-Guilherme II, menos independente dos meios devotos, inquietou-se
com a obra publicada por Kant em 1793 e que, apesar do título, era
profundamente espiritualista e anti-Aufklärung: A religião nos limites da
simples razão. Ele fez com que Kant se obrigasse a nunca mais escrever sobre
religião, "como súdito fiel de Sua Majestade". Kant, por mais inimigo que
fosse da restrição mental, achou que essa promessa só o obrigaria durante o
reinado desse príncipe! E, após o advento de Frederico-Guilherme III, não
hesitou em tratar, no Conflito das Faculdades (1798), do problema das
relações entre a religião natural e a religião revelada! Dentre suas últimas
obras citamos A doutrina do direito, A doutrina da virtude e seu Ensaio
filosófico sobre a paz perpétua (1795).

A Ciência e a Metafísica

(continua no site < http://www.mundodosfilosofos.com.br:80/kant.htm >)

......................................

[]s

José Renato

.........................................................................

From: "murilo filo" <avalanchedrive@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, February 16, 2007 10:26 PM
Subject: RE: [ciencialist] P/ Oráculo- Re: E ética de cada um...


> Oráculo, oi!
> Vc entendeu perfeitamente e verbalizou melhor ainda o que eu disse!
> Estamos entendidos, mas acho que em qualquer caso devemos separar sim.
> A ética e a moral são irmãs, mas a ética é mais estável, elevada,
> universal,
> mais indiscutível e consolidada, e sedimentada, pelas vias da moral, muito
> mais dinâmica e plástica.
> abr/M.
>
>
>>From: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
>>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>>Subject: [ciencialist] P/ Murilo - Re: E ética de cada um...
>>Date: Fri, 16 Feb 2007 01:38:20 -0000
>>
>>Olá Murilo
>>
>>Murilo: "Eu juro que há diferença entre a *ética* e a *moral*"
>>
>>Esta é realmente uma questão muito interessante e complexa. Muitas
>>vezes usamos os dois termos com o mesmo sentido, mas muitos filósofos
>>e especialistas (mais inteligentes que eu, certamente..:-) pensam que
>>se pode separar os dois.
>>
>>O problema é que existem quase tantas formas de separar os termos
>>quanto existem filósofos..:-)
>>
>>A moral tende realmente a ser mais ligada a "costumes", sendo a ética,
>>em geral, tida como mais universal (de forma relativa e não absoluta,
>>claro).
>>
>>Uma forma que me agrada é a separação de alcance dos termos. Moral são
>>normas que atingem o próprio individuo, sem efeitos em terceiros.
>>Ética seriam normas e regras que atingem a terceiros, que tem efeitos
>>além do indivíduo.
>>
>>Como se vestir (ou não vestir), que partes do corpo cobrir, seria algo
>>relacionado a moral. Afeta ao individuo, e nada mais. Assassinato é
>>uma questão ética, pois seu efeito atinge terceiros (que podem não
>>gostar de serem assassinados..:-)
>>
>>Outra forma seria estrutural. Moral se refere a norma correta de agir,
>>ética a reflexão sobre a norma. Assim, a regra de define o adultério
>>como errado é moral. E a reflexão racional sobre o porque é errado
>>cometer adultério, uma questão para a ética.
>>
>>Neste debate, me parece, usamos os termos como sinônimos, ou quase.
>>Como estamos querendo determinar se regras ou considerações sobre
>>essas regras, podem ser absolutas, universais, ou se sempre dependerão
>>de culturas ou contratos sociais, não é preciso separar os termos para
>>discutir o assunto.
>>
>>Um abraço.
>>
>>Homero
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SUBJECT: A Ciência e a Metafísica - Emmanuel Kant
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/02/2007 10:48

[ A experincia nos fornece a matria de nosso conhecimento, mas nosso esprito que, por um lado, dispe a experincia em seu quadro espacio-temporal e, por outro, imprime-lhe ordem e coerncia por intermdio de suas categorias. Aquilo a que denominamos experincia no algo que o esprito, tal como cera mole, receberia passivamente. o prprio esprito que, graas s suas estruturas a priori, constri a ordem do universo. Tudo o que nos aparece bem relacionado na natureza, foi relacionado pelo esprito humano. a isto que Kant chama de sua revoluo copernicana. No o Sol, dissera Coprnico, que gira em torno da Terra, mas esta que gira em torno daquele. O conhecimento, diz Kant, no o reflexo do objeto exterior. o prprio esprito humano que constri - com os dados do conhecimento sensvel - o objeto do seu saber. [ ... ] Pretender como Plato, Descartes ou Spinoza que a razo humana tem intuies fora e acima do mundo sensvel, passar por "visionrio" e se iludir com quimeras: "A pomba ligeira, que em seu vo livre fende os ares de cuja resistncia se ressente, poderia imaginar que voaria ainda melhor no vcuo. Foi assim que Plato se aventurou nas asas das idias, nos espaos vazios da razo pura. No se apercebia que, apesar de todos os seus esforos, no abria nenhum caminho, uma vez que no tinha ponto de apoio em que pudesse aplicar suas foras". ]
.....................................

A Cincia e a Metafsica

O mtodo de Kant a "crtica", isto , a anlise reflexiva. Consiste em remontar do conhecimento s condies que o tornam eventualmente legtimo. Em nenhum momento Kant duvida da verdade da fsica de Newton, assim como do valor das regras morais que sua me e seus mestres lhe haviam ensinado. No esto, todos os bons espritos, de acordo quanto verdade das leis de Newton? Do mesmo modo todos concordam que preciso ser justo, que a coragem vale mais do que do que a covardia, que no se deve mentir, etc... As verdades da cincia newtoniana, assim como as verdades morais, so necessrias (no podem no ser) e universais (valem para todos os homens e em todos os tempos). Mas, sobre que se fundam tais verdades? Em que condies so elas racionalmente justificadas? Em compensao, as verdades da metafsica so objeto de incessantes discusses. Os maiores pensadores esto em desacordo quanto s proposies da metafsica. Por que esse fracasso?


Os juzos rigorosamente verdadeiros, isto , necessrios e universais, so a priori, isto independentes dos azares da experincia, sempre particular e contingente. primeira vista, parece evidente que esses juzos a priori so juzos analticos. Juzo analtico aquele cujo predicado est contido no sujeito. Um tringulo uma figura de trs ngulos: basta-me analisar a prpria definio desse termo para diz-lo. Em compensao, os juzos sintticos, aqueles cujo atributo enriquece o sujeito (por exemplo: esta rgua verde), so naturalmente a posteriori; s sei que a rgua verde porque a vi. Eis um conhecimento sinttico a posteirori que nada tem de necessrio (pois sei que a rgua poderia no ser verde) nem de universal (pois todas as rguas no so verdes).


Entretanto, tambm existem (este enigma o ponto de partida de Kant) juzos que so, ao mesmo tempo, sintticos e a priori! Por exemplo:a soma dos ngulos de um tringulo equivale a dois retos. Eis um juzo sinttico (o valor dessa soma de ngulos acrescenta algo idia de tringulo) que, no entanto, a priori. De fato eu no tenho necessidade de uma constatao experimental para conhecer essa propriedade. Tomo conhecimento dela sem ter necessidade de medir os ngulos com um transferidor. Fao-o por intermdio de uma demonstrao rigorosa. Tambm em fsica, eu digo que o aquecimento da gua a causa necessria de sua ebulio (se no houvesse a seno uma constatao emprica, como acreditou Hume, toda cincia, enquanto verdade necessria e universal, estaria anulada). Como se explica que tais juzos sintticos e a priori sejam possveis?


Eu demonstro o valor da soma dos ngulos do tringulo fazendo uma construo no espao. Mas por que a demonstrao se opera to bem em minha folha de papel quanto no quadro negro... ou quanto no solo em que Scrates traava figuras geomtricas para um escravo? porque o espao, assim como o tempo, um quadro que faz parte da prpria estrutura de meu esprito. O espao e o tempo so quadros a priori, necessrios e universais de minha percepo (o que Kant mostra na primeira parte da Crtica da Razo Pura, denominada Esttica transcendental. Esttica significa teoria da percepo, enquanto transcendental significa a priori, isto , simultaneamente anterior experincia e condio da experincia). O espao e o tempo no so, para mim, aquisies da experincia. So quadros a priori de meu esprito, nos quais a experincia vem se depositar. Eis por que as construes espaciais do gemetra, por mais sintticas que sejam, so a priori, necessrias e universais. Mas o caso da fsica mais complexo. Aqui, eu falo no s do quadro a priori da experincia, mas, ainda, dos prprios fenmenos que nela ocorrem. Para dizer que o calor faz ferver a gua, preciso que eu constate. Como, ento, os juzos do fsico podem ser a priori, necessrios e universais?


porque, responde Kant, as regras, as categorias, pelas quais unificamos os fenmenos esparsos na experincia, so exigncias a priori do nosso esprito. Os fenmenos, eles prprios, so dados a posteriori, mas o esprito possui, antes de toda experincia concreta, uma exigncia de unificao dos fenmenos entre si, uma exigncia de explicao por meio de causas e efeitos. Essas categorias so necessrias e universais. O prprio Hume, ao pretender que o hbito a causa de nossa crena na causalidade, no emprega necessariamente a categoria a priori de causa na crtica que nos oferece? "Todas as intuies sensveis esto submetidas s categorias como s nicas condies sob as quais a diversidade da intuio pode unificar-se em uma conscincia". Assim sendo, a experincia nos fornece a matria de nosso conhecimento, mas nosso esprito que, por um lado, dispe a experincia em seu quadro espacio-temporal (o que Kant mostrar na Esttica transcendental) e, por outro, imprime-lhe ordem e coerncia por intermdio de suas categorias (o que Kant mostra na Analtica transcendental). Aquilo a que denominamos experincia no algo que o esprito, tal como cera mole, receberia passivamente. o prprio esprito que, graas s suas estruturas a priori, constri a ordem do universo. Tudo o que nos aparece bem relacionado na natureza, foi relacionado pelo esprito humano. a isto que Kant chama de sua revoluo copernicana. No o Sol, dissera Coprnico, que gira em torno da Terra, mas esta que gira em torno daquele. O conhecimento, diz Kant, no o reflexo do objeto exterior. o prprio esprito humano que constri - com os dados do conhecimento sensvel - o objeto do seu saber.


Na terceira parte de sua Crtica da Razo Pura, na dialtica transcendental, Kant se interroga sobre o valor do conhecimento metafsico. As anlises precedentes, ao fundamentar solidamente o conhecimento, limitam o seu alcance. O que fundamentado o conhecimento cientfico, que se limita a por em ordem, graas s categorias, os materiais que lhe so fornecidos pela intuio sensvel.


No entanto, diz Kant, por isso que no conhecemos o fundo das coisas. S conhecemos o mundo refratado atravs dos quadros subjetivos do espao e do tempo. S conhecemos os fenmenos e no as coisas em si ou noumenos. As nicas intuies de que dispomos so as intuies sensveis. Sem as categorias, as intuies sensveis seriam "cegas", isto , desordenadas e confusas, mas sem as intuies sensveis concretas as categorias seriam "vazias", isto , no teriam nada para unificar. Pretender como Plato, Descartes ou Spinoza que a razo humana tem intuies fora e acima do mundo sensvel, passar por "visionrio" e se iludir com quimeras: "A pomba ligeira, que em seu vo livre fende os ares de cuja resistncia se ressente, poderia imaginar que voaria ainda melhor no vcuo. Foi assim que Plato se aventurou nas asas das idias, nos espaos vazios da razo pura. No se apercebia que, apesar de todos os seus esforos, no abria nenhum caminho, uma vez que no tinha ponto de apoio em que pudesse aplicar suas foras".


Entretanto, a razo no deixa de construir sistemas metafsicos porque sua vocao prpria buscar unificar incessantemente, mesmo alm de toda experincia possvel. Ela inventa o mito de uma "alma-substncia" porque supe realizada a unificao completa dos meus estados d'alma no tempo e o mito de um Deus criador porque busca um fundamento do mundo que seja a unificao total do que se passa neste mundo... Mas privada de qualquer ponto de apoio na experincia, a razo, como louca, perde-se nas antinomias, demonstrando, contrria e favoravelmente, tanto a tese quanto a anttese (por exemplo: o universo tem um comeo? Sim pois o infinito para trs impossvel, da a necessidade de um ponto de partida. No, pois eu sempre posso me perguntar: que havia antes do comeo do universo?). Enquanto o cientista faz um uso legtimo da causalidade, que ele emprega para unificar fenmenos dados na experincia (aquecimento e ebulio), o metafsico abusa da causalidade na medida em que se afasta deliberadamente da experincia concreta (quando imagino um Deus como causa do mundo, afasto-me da experincia, pois s o mundo objeto de minha experincia). O princpio da causalidade, convite descoberta, no deve servir de permisso para inventar.

< http://www.mundodosfilosofos.com.br:80/kant.htm >

[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] ética e moral são sinônimos?
FROM: Sérgio <anaximao@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/02/2007 11:14

ola eurico

a tal estatistica eu tirei de observação, veja, eu faço
faculdad de filosofia, e professor nenhum trata moral
diferente de etica

de repente vc pega um filosofo q chama a teoria dele de
etica, e ele traata do particular, e outro filosofo tb cham
de etica e trata no universal

é q nem a questão da estética e da filosofia da arte
elas são a mesmissa coisa, no final das contas

depende do autor


--- "Eurico Ferreira de Souza Jr." <caodejah@yahoo.com.br>
escreveu:

> [E]> moral é um conjunto de regras de foro íntimo,
> construídas pelo
> indivíduo ou herdadas. ética são regras de convivência.
> Moral cada um tem a sua, a ética é coletiva.
>
> p.ex.: fico moralmente abalado ao matar ratos, baratas,
> etc ,
> mas por motivos éticos eu os mato.
>
>
>
> ---- Mensagem original ----
> De: Sérgio <anaximao@yahoo.com.br>
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Enviadas: Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007 9:20:15
> Assunto: RE: [ciencialist] P/ Bruna - Re: E ética de cada
> um...
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> moral é a traducao latina de etica
>
>
>
> nao ha diferenca qto a etimologia da palavra
> [E]> sim. mas isso não autoriza a considerar os dois
> conceitos
> como sinônimos
>
>
>
>
> algumas essoas creem q etica se refere ao particular das
>
> pessoas, enqto a moral se refere ao universal, ao grupo
> [E]> essas algumas pessoas estão erradas e invertem
> o sentido das duas palavras.
>
>
>
>
> mas isso na filosofia nao faz a menor diferença
> [E]> hmmm.... tá errado! não existem sinônimos...
>
>
>
> a maior parte hoje tende a encarar etica e moral como a
>
> mesma coisa
> [E]> d'onde tirou essa estatística?
>
>
>
>
>
> Sérgio
>
>
>
> --- murilo filo <avalanchedrive@ hotmail.com> escreveu:
>
>
>
> > Oráculo, oi.
>
> > Eu juro que há diferença entre a *ética* e a *moral*, e
>
> > pelo menos para mim,
>
> > a *moral* sim é que varia muito com a cultura dos
> povos.
>
> > Felizmente a ética é mais imutável.
>
> > abr/M.
>
> >
>
> >
>
> > >From: "oraculo333" <oraculo@atibaia. com.br>
>
> > >Reply-To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
>
> > >To: ciencialist@ yahoogrupos. com.br
>
> > >Subject: [ciencialist] P/ Bruna - Re: E ética de cada
>
> > um...
>
> > >Date: Fri, 16 Feb 2007 00:39:37 -0000
>
> > >
>
> > >Olá Bruna
>
> > >
>
> > >Bruna: "Entendo, agora...
>
> > > > Ricardo, significa que sua ética depende do lugar
>
> > onde vc estiver."
>
> > >
>
> > >Não, querida, não significa isso. Significa que a
> ética
>
> > varia,
>
> > >dependendo da cultura, não a minha ética, mas a de
> cada
>
> > cultura.
>
> > >
>
> > >Para mim, e tenho certeza para o Ricardo, a ética será
> a
>
> > mesma, esteja
>
> > >eu aqui ou na África. Mas da mesma forma a ética de um
>
> > muçulmano
>
> > >africano será a mesma, e diferente da minha, quer ele
>
> > esteja na
>
> > >África, ou aqui no Brasil.
>
> > >
>
> > >Significa que não há uma ética universal, um certo e
>
> > errado absoluto,
>
> > >que possa ser aceito por todas as culturas e
> indivíduos,
>
> > e que devemos
>
> > >nos esforçar por chegar a acordos, que possam ser
>
> > aplicados de forma
>
> > >mais um menos geral.
>
> > >
>
> > >É isso que significa. Além disso, afirmar que para o
>
> > Ricardo a ética,
>
> > >a dele, varia com o lugar, é uma falácia do
> espantalho:
>
> > uma construção
>
> > >argumentativa que o debatedor NÃO fez, mas que é mais
>
> > fácil de atacar
>
> > >que o argumento que ele realmente apresentou.
>
> > >
>
> > >Um abraço.
>
> > >
>
> > >Homero
>
> > >
>
> > >
>
> > >
>
> > >
>
> > >
>
> > >##### ##### #####
>
> > >
>
> > >Página de apoio
>
>
=== message truncated ===








"Aquele que insiste em jamais dizer algo errado deve permanecer em silêncio" Werner Heisenberg

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: ética e moral são sinônimos?
FROM: Sérgio <anaximao@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/02/2007 11:18

ola takata

pgando o item 10 da morl e o 2 da etic ve-se bem q etica e
moal se entrecruzam

um fala de principioos e outyro fala de regras

não da pra fazer uma separa~ção, ou diferenciação objetiva
das duas esferas

são a mesma coisa



--- rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

> Titio Houaiss nos socorre:
>
> --------------
> Moral
> n adjetivo de dois gêneros
> 1 concernente a ou próprio da moral
> 2 pertencente ao domínio do espírito do homem
> 3 orientado pela moral (fil); proveniente dos estudos
> filosóficos
> sobre a moral (fil) Ex.: tratado m.
> 4 que segue princípios socialmente aceitos Ex.: teve um
> comportamento
> m., ético
> 4.1 que denota bons costumes, boa conduta, segundo os
> preceitos
> socialmente estabelecidos pela sociedade ou por
> determinado grupo social
> 4.2 que denota honestidade; correto Ex.: atitude m.
> 4.3 que ensina, educa; edificante Ex.: fábula m.
> n substantivo masculino
> 5 estado de espírito Ex.: as endomorfinas podem
> contribuir para elevar
> o m. dos pacientes
> 5.1 disposição de espírito que uma pessoa apresenta para
> agir com
> maior ou menor vigor diante de circunstâncias difíceis;
> espírito de luta
> 5.2 sentimento de confiança; coragem Ex.: homem de grande
> m.
> v substantivo feminino
> 6 conjunto de valores como a honestidade, a bondade, a
> virtude etc.,
> considerados universalmente como norteadores das relações
> sociais e da
> conduta dos homens Ex.: defendia a m. e os bons costumes
> 6.1 conjunto das regras, preceitos etc. característicos
> de determinado
> grupo social que os estabelece e defende Ex.: <m.
> burguesa> <m. cristã>
> 6.2 conjunto dos princípios, ger. virtuosos, adotados por
> um
> indivíduo, e que, em última análise, norteia o seu modo
> de agir e
> pensar Ex.: <é um homem de pouca ou nenhuma m.> <a sua m.
> não é aceitável>
> 7 Rubrica: filosofia.
> cada um dos sistemas variáveis de leis e valores
> estudados pela ética
> (disciplina autônoma da filosofia), caracterizados por
> organizarem a
> vida das múltiplas comunidades humanas, diferenciando e
> definindo
> comportamentos proscritos, desaconselhados, permitidos ou
> ideais
> 8 Rubrica: filosofia.
> parte da filosofia que estuda o comportamento humano à
> luz dos valores
> e prescrições que regulam a vida das sociedades; ética
> 9 Derivação: por metonímia.
> obra ou tratado sobre a moral
> 10 qualquer teoria, doutrina (não necessariamente
> defensora de um
> padrão de comportamento) que se fundamenta em certos
> princípios
> 11 Regionalismo: Brasil. Uso: informal.
> capacidade de se impor, de influenciar ou ter
> ascendência, hegemonia
> sobre outrem Ex.: foi lá e conseguiu a vaga na m.
> --------------
> --------------
> Ética
> n substantivo feminino
> 1 parte da filosofia responsável pela investigação dos
> princípios que
> motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o
> comportamento humano,
> refletindo esp. a respeito da essência das normas,
> valores,
> prescrições e exortações presentes em qualquer realidade
> social
> 1.1 Rubrica: filosofia.
> em doutrinas racionalistas e metafísicas, estudo das
> finalidades
> últimas, ideais e, em alguns casos, transcendentes, que
> orientam a
> ação humana para o máximo de harmonia, universalidade,
> excelência ou
> perfectibilidade, o que implica a superação de paixões e
> desejos
> irrefletidos
> 1.2 Rubrica: filosofia.
> no empirismo, materialismo ou positivismo, estudo dos
> fatores
> concretos (afetivos, sociais etc.) que determinam a
> conduta humana em
> geral, estando tal investigação voltada para a consecução
> de objetivos
> pragmáticos e utilitários, no interesse do indivíduo e da
> sociedade
> 2 Derivação: por extensão de sentido.
> conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e
> moral de um
> indivíduo, de um grupo social ou de uma sociedade
> Ex.: <é. profissional> <é. psicanalítica> <há é. na
> universidade>
> --------------
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>








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SUBJECT: Re: A universalização dos valores morais
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/02/2007 11:49

Olá Takata e demais,

Manuel escrevera: Se antes as pessoas eram discriminadas - e até
mesmo desumanizadas - por vários motivos (o sexo, a idade, a etnia, o
credo etc.), com a generalização das relações mercantis só restou um
critério de diferenciação: o poder de compra. Um enorme progresso,não
concorda?

Takata: Restou nao. Acrescentou. Ainda existe preconceito de raca,
sexo, ideologia...

Manuel: Tais preconceitos, entretanto, não são mais chancelados pela
maioria dos Estados; ao contrário, são combatidos em nome do
princípio da igualdade dos homens perante a Lei.

Observe-se que as relações mercantis são contratuais e que o contrato
pressupõe, pelo menos formalmente, a "igualdade" entre os
contratantes. A idéia do Estado contratual (que se opõe ao Estado
étnico e/ou tribal) é reconhecidamente inspirada no contrato
mercantil.

Manuel escrevera: a autonomia individual é prerrequisito do
desenvolvimento da Ciência.

Takata: O pior é q não.

Nenhum cientista tem autonomia individual. Ele precisa obedecer aos
vinculos da instituicao a q se filia...

Com isso, nao se quer dizer q a autonomia individual deve ser
restringida ao maximo. Apenas q o desenvolvimento cientifico nao eh
uma das justificativas para isso.

Dito de um modo solene: a maxima autonomia individual significa a
completa anomia coletiva.

Manuel: Desculpe-me pela minha falta de clareza. Na verdade, não se
trata de "máxima autonomia individual", mas de "autonomia individual
ótima", já que, como você salientou com propriedade, deve-se levar em
conta uma série de restrições jurídicas, morais e econômicas.

Todavia, dentro de um laboratório (da USP, da Roche, da Monsanto, da
IBM...) a pesquisa científica só pode avançar se for assegurado aos
cientistas liberdade de pensamento e de expressão: para duvidar e
consentir, para elaborar hipóteses, para questionar essas mesmas
hipóteses - tentar falseá-las - ou os dados da experiência e até
mesmo o método.

Em regimes em que a liberdade do cientista é tolhida por dogmas
religiosos ou qualquer outra coisa que o valha (os princípios do
materialismo dialético, por exemplo), a pesquisa científica não
avança a contento ou tende a becos sem saída. Pense no Lysenkismo.

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A universalização dos valores morais
FROM: Gil <nanolink01@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/02/2007 13:08

> Manuel: Tais preconceitos, entretanto, não são mais chancelados pela
> maioria dos Estados; ao contrário, são combatidos em nome do
> princípio da igualdade dos homens perante a Lei.
>

E as mulheres, crianças e gays continuam sendo invisíveis, ou até ignorados
pelo estado. As condições atuais são mantidas ou consideradas como
"naturais".

Sei que vc usou homem no sentido de "ser humano", mas é justamente essa
imagem naturalizante de uma desconsideração (que geralmente pode ser negada,
apoiando-se no senso e tolerância cultural vigente), que torna as relações
de poder invisíveis, e bastante bem-sustentadas.

Nesse caso, os preconceitos não são combatidos, embora também nao sejam
chancelados. Da mesma forma, outros tipos de preconceito são "tolerados" (ou
ignorados), pelos governos, pelas mídias, enfim... de certa forma aceitos em
nossa cultura e entre aqueles que deveriam expo-los.


http://stangoff.com/?p=186
http://stangoff.com/?p=185

É o tipo de coisa que não aparece devidamente em nenhuma publicação.

Gil


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: A universalização dos valores morais
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/02/2007 13:16

Olá Takata e demais,

Manuel escrevera: Tais preconceitos, entretanto, não são mais
chancelados pela maioria dos Estados; ao contrário, são combatidos em
nome do princípio da igualdade dos homens perante a Lei.

Manuel: Se bem que a legislação estadunidense assegura liberdade de
expressão inclusive para organizações racistas e xenófobas, como o
Partido Nazista e a KKK.

Abraços,
Manuel Bulcão
PS: E aí, Takata, neste carnaval vai se fantasiar novamente de "gueixa
segurando a espada do samurai"? Sairei fantasiado de "Luz Del Fuego
estrangulando a jibóia". A gente se encontra amanhã lá no Basfond.
Thauzinho.



SUBJECT: Re: P/ JVictor - Re: [ciencialist] [RN] FALSAS CORRELACOES
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/02/2007 15:55

Olá, Homero,

Realmente, fui traído pelo "excesso" de preconceito. A frase inicial pegou-me, como se fora uma pegadinha. E era como uma. Não cliquei no link ofertado. Adotei, desde algum tempo, não perder tempo com leituras envolvendo coisas como astrologia, espiritismo, e outras advindas também dos grupos céticos, desses que negam coisas como a viagem lua, holocausto dos judeus, etc., pois acho que sequer servem como figuras de retórica para embasar algum um argumento contrário, ou embicado para outra direção, como foi o caso. O filtro, assim, acabou com uma banda larga demais. E acabamos nos perdendo dentro, por excesso de ojeriza. Ante a desculpa esfarrapada e a necessidade de dizer que você tem razão, vai lá um carnaval bom demais para vocês. Aviso também o seguinte: ainda há vaga no clube das Virgens de Olinda. Quem quiser...
Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Oraculo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 16, 2007 6:15 PM
Subject: P/ JVictor - Re: [ciencialist] [RN] FALSAS CORRELACOES


Olá JVictor

JVictor: "Não dou qualquer valor a qualquer profissional de física ou matemática que pregue essas asneiras, dando-as como verdades e apoadas pela ciência."

Compartilho de sua indignação, mas acho que nesse caso não se aplica. O estudo apresentado não tenta demonstrar que a Astrologia (arghh) é valida cientificamente, mas pelo contrário, que se baseia em falsas relações estatísticas. Que podem ser encontradas em qualquer lugar, a partir de nossa tendencia mental de encontrar padrões.

De uma lida com mais calma no artigo (eu mesmo tive de superar a tendencia a recusar a leitura "a priori" e veja que é bem razoável.

É algo como os que "vêem" relações númericas esotericas nas medidas das piramides. Sem notar que, qualquer edificação, com quaisquer medidas, se procurar bem, acha outras medidas e outras relações numéricas.

Um abraço.

Homero

----- Original Message -----
From: jvictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 16, 2007 5:02 PM
Subject: Re: [ciencialist] [RN] FALSAS CORRELACOES

Faço um esforço tremendo para ser tolerante com coisas desse tipo, mas não consigo. Para mim, quem faz declarações desse tipo pode ser qualquer coisa, menos cientista, menos uma pessoa que entende, minimamente que seja, o que significa ciência.
Está certo que eles estão é se lixando para o que eu penso a respeito ou não. Não dou qualquer valor a qualquer profissional de física ou matemática que pregue essas asneiras, dando-as como verdades e apoadas pela ciência. Como a Bíblia. Pratica-se, assim, mais um deseserviço à humanidade, com tail exploração da credulidade das pessoas, nessas coisas misteriosas.
Nesse mister, sou tão radical, quanto os radicais de outras áreas, que critico tanto e que juro que não sou que nem! Pimenta nos olhos dos outros é uma belezura! Mas julgo que tenho direito à alguma incoerência assumida e acabada, como essa. Que ninguém é de ferro.
Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 16, 2007 3:57 PM
Subject: [ciencialist] [RN] FALSAS CORRELACOES

G1.COM.BR, 16-02-2007

CIENTISTAS RELACIONAM DOENÇAS À ASTROLOGIA

Grupo descobriu que nascidos sob Peixes têm riscos maiores de
problemas cardíacos.
Intenção é provar que é possível estabelecer estatísticas sobre
qualquer coisa.

http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL6195-5603,00.html
-----------------
[]s,

Roberto Takata

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tartarugas, mamutes, e o engano de Jose Renato (eraDrauzio Varella - Folha
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/02/2007 23:08

A espécie se adapta através da seleção natural, o espécime se adapta
dispondo dos recursos que já possui. Isso me lembra uma historinha: dois
sapos estão assentados em uma larga folha à beira de um rio, um decidiu
pular para a margem, quantos permanecem na folha? Dois. Um apenas decidiu
pular. Se substituirmos decidir por desejar, pensar, resolver, etc. dá no
mesmo. A ação não foi realizada. Não é preciso que a espécie deseje algo
para então se adaptar. A maioria das funções e ações biológicas independem
do nosso desejo consciente-racional.
[]s
JR
................................................

From: "Jefferson" <jeff@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 8:14 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Tartarugas, mamutes, e o engano de Jose
Renato (eraDrauzio Varella - Folha


>>O que que é isso?
>>Jamais nos adaptamos ao frio? Nenhum animal o fez?
>>
> Ele quis dizer que não se adapta, é selecionado. Dizer que um ser se
> adapta,
> dá a impressão de que ele desejou isso, o que não é verdade.
>
> []',s
> Jeff.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Crueldade com animais
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/02/2007 23:24

Olá, Chicão! É por aí que nossa burrice nos leva a uma vida de faz-de-conta.
Achamos que somos mais espertos que os outros. Eles sim devem cumprir as
leis, eu faço o que quero tomando cuidado para que ninguém veja ou registre
meus crimes. Desejo viver em paz mas não me esforço para construir uma
comunidade de paz, nem na minha família. Mas quero que todos ajam comigo com
toda a honestidade, critico e condeno quando alguém quer fazer comigo o
mesmo que eu faço com outros, disfarçadamente. Vc pergunta: isso é ético?
Pergunto eu: isso é racional? isso é inteligente?
Abraços
José Renato
............................................

From: "Chicao Valadares" <chicaovaladares@To:
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 1:01 PM
Subject: Re: [ciencialist] Crueldade com animais


JR - Mas se não é divulgado, tudo bem! O que os olhos dos outros não vêem o
que cometi, os
corações piedosos nada sentem... E assim caminha a humanidade, nos enganando
de que essa cultura da crueldade, mantida em segredo nas nossas atitudes
pessoais e decisões particulares, só existe vez por outra, quando aparece em
fotos chocantes nas manchetes dos jornais e nas imagens da TV.

Chicão: Jose Renato, começou a aparecer alguma coisa interessante nos seus
comentários embora Homero o critique. Não devo agir mal porque não sou burro
já que agindo mal de alguma forma serei punido por isso. Se é esse o
príncipio que norteia o comportamento da nossa sociedade então se eu
conseguir evitar essa punição, tudo me é permitido. Maridos e esposas desta
lista, traiam a vontade!!!Desde que façam de uma forma que não sejam pegos.
Filhos que lêem essa mensagem podem roubar dinheiro da carteira de seus
pais desde que eles não percebam!!!
Isso é ético???


> "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
> O que há é pouca gente para dar por isso... "
> Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/02/2007 23:53

Faço comentários após JR -, OK?

From: "rmtakata" <roberto.takata@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 11:16 PM
Subject: [ciencialist] Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> As mutações seriam direcionadas para quê ou para onde?

Se houvesse intenção, as mutações seriam direcionadas de modo q a
maioria das variantes surgidas - ou a totalidade - seriam adaptativas.
JR - Não é o mais "econômico". Manter sistemas operacionais em plenas
condições de uso a qualquer momento é gasto desnecessário quando faz tempo
que não se utiliza. Se não há uso perde a aptidão.

> A "intenção" surge da interação com o meio ambiente, é uma contínua
> adaptação necessária do ser em manter as condições de vida,
> reduzindo, acelerando ou adequando algumas das suas atividades
> biológicas.

O melhor é manter "intenção" entre aspas.
JR - Mantenho para não se imaginar que essa intenção é fruto de uma
consciência semelhante à nossa.

[]s,
Roberto Takata

[]s
José Renato
.................................



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/02/2007 00:10

Comento após JR1 - ...

From: "rmtakata" <roberto.takata@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 13, 2007 11:14 PM
Subject: [ciencialist] Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> From: "rmtakata" <roberto.takata@To:
> Essa não é uma evidência, posto q a outra hipótese tb explica isso.

> Que outra hipótese? A evidência é que o ser sobreviveu até hoje e
> sobreviverá se não houver uma mudança brusca no meio ambiente.

A hipótese de q a sobrevivência não depende de intenção.
JR1 - Não é uma intenção racional e consciente como a nossa, gerada no
cortex e demais suportes, mas é todo um processo ou disposição do ser em se
manter vivo.

> JR - Não creio que haja planejamento ou intenção mas sim adaptação
> por questão, digamos, de economia energética visando manter o ser
> vivo.

Elimine a expressão "visando a" - isso é planejamento. A economia
energética é conseqüência.
JR1 - Essa intenção própria de seres não humanos é chamada de instinto para
animais maiores. Para o micro essa intenção de sobreviver existe e é
perceptível, só falta um vocábulo mais adequado para identificá-la. Se é que
ainda não existe...

> JR - Mas é exatamente isso que é ocorre na prática em um período de tempo
> maior.

Estamos falando para o projeto para o qual o engenheiro foi contratado.
JR1 - Nessa linha, o engenheiro é o próprio ser vivo, não foi contratado,
está interagindo e se virando como pode com os recursos disponíveis.

[]s,
Roberto Takata

[]s
José Renato
..................................................



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: P/Homero, um conselho:aprenda ética primeiro...
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/02/2007 00:18

Grato pela explanação, Takata, valeu!
[]s
José Renato
.............................

From: "rmtakata" <roberto.takata@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, February 14, 2007 12:18 AM
Subject: [ciencialist] Re: P/Homero, um conselho:aprenda ética primeiro...


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> Há controvérsias se Talião foi um legislador ou não.

Talião não é nome de pessoa. Talião tem a mm base de retaliar. Vem do
latim 'talio, onis', q por sua vez deriva de 'talis, e', q significa
'tal, igual'. É o nome q se dá ao sistema de justiça em que a pena por
uma infração é a aplicação da mm ação sobre o infrator: se um sujeito
fere alguém, ele deve ser ferido como punição. Foi a base do primeiro
código escrito de leis conhecido - o de Hamurábi - e deve ter sido
aplicado muito antes do desenvolvimento da escrita. Na verdade deve
ter até mm precedido o surgimento da humanidade (ações similares são
tomadas por chimpanzés e até mm por outros mamíferos sociais - como as
hienas).

Assim, lei de talião não é uma lei desenvolvida por um sujeito chamado
Talião, do mm modo como lei da boa razão não é uma lei desenvolvida
por alguém chamado Boa Razão.

Muita gente boa ainda se engana qto a isso.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Drauzio Varella - Folha de São Paulo - 03/02/2007
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2007 00:45

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> Se houvesse intenção, as mutações seriam direcionadas de modo q a
> maioria das variantes surgidas - ou a totalidade - seriam
> adaptativas.
> JR - Não é o mais "econômico". Manter sistemas operacionais em
> plenas condições de uso a qualquer momento é gasto desnecessário
> quando faz tempo que não se utiliza. Se não há uso perde a aptidão.

Vc está falando de coisa diferente. Estou falando de mutações
adaptativas e não de capacidade de adaptação fisiológica de um
indivíduo. Digamos q um alelo A promove a adaptação de um organismo X
a um ambiente Z - é um alelo q promove proteção contra uma doença,
digamos. Enqto o alelo B não é capaz disso. Se houvesse
direcionamento, mais alelos A seriam gerados por mutações do q alelos
B. Mas na verdade, muito mais alelos do tipo B são gerados do q A com
as mutações.

> O melhor é manter "intenção" entre aspas.
> JR - Mantenho para não se imaginar que essa intenção é fruto de uma
> consciência semelhante à nossa.

Não é preciso cogitar consciência de tipo algum.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: A universalização dos valores morais
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2007 01:03

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> Manuel: Tais preconceitos, entretanto, não são mais chancelados pela
> maioria dos Estados; ao contrário, são combatidos em nome do
> princípio da igualdade dos homens perante a Lei.

Mas em nenhum caso o princípio utilizado é o mercantil. E a maioria
dos Estados são do tipo democrático por conta da derrocada do Eixo na
SGG. Qdo havia interesse mercadológico, estados autoritários foram e
são financiados (por exemplo, no Oriente Médio e na Ásia Central).

> Observe-se que as relações mercantis são contratuais e que o
> contrato pressupõe, pelo menos formalmente, a "igualdade" entre os
> contratantes. A idéia do Estado contratual (que se opõe ao Estado
> étnico e/ou tribal) é reconhecidamente inspirada no contrato
> mercantil.

A influência parece ser mais particularmente do liberalismo do q
propriamente do mercantilismo.

> Manuel: Desculpe-me pela minha falta de clareza. Na verdade, não se
> trata de "máxima autonomia individual", mas de "autonomia individual
> ótima", já que, como você salientou com propriedade, deve-se levar
> em conta uma série de restrições jurídicas, morais e econômicas.

E a autonomia individual ótima - considerando-se apenas no q se refere
à produção científica - não necessariamente se restringe a um único
ótimo. Dependendo das circunstâncias, esse ótimo poderá estar mais
para a maior autonomia ou mais para a menor autonomia individual.

> Em regimes em que a liberdade do cientista é tolhida por dogmas
> religiosos ou qualquer outra coisa que o valha (os princípios do
> materialismo dialético, por exemplo), a pesquisa científica não
> avança a contento ou tende a becos sem saída. Pense no Lysenkismo.

O lysenkoísmo é um exemplo em q a pré-orientação para um sentido
errado levou a um fracasso. Mas na mm ex-URSS encontramos o sucesso do
desenvolvimento espacial.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: ética e moral são sinônimos?
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2007 02:48

At 10:18 17/2/2007, you wrote:

>ola takata
>
>pgando o item 10 da morl e o 2 da etic ve-se bem q etica e
>moal se entrecruzam
>
>um fala de principioos e outyro fala de regras
>
>não da pra fazer uma separa~ção, ou diferenciação objetiva
>das duas esferas
>
>são a mesma coisa




Faz mil anos, e eu cursava Filosofia no Instituto
Canadá, em Santos e, para a prova, eu decorei,
sem entender nada, decorei que...

"Ética é o estudo da moral enquanto ciencia"

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] ética e moral são sinônimos?
FROM: Sérgio <anaximao@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2007 04:50

olá LEC

"decorei que... "Ética é o estudo da moral enquanto
ciencia" L.E. "

eu não vejo melhor exemplo do que este que vc deu
se vc pega as definiçoes do Houaiss vc pode ver q aquilo
nao passa de uma definicao arbitraria para ser decorada

vc pode encontrar mil definições que no fim das contas são
as mesmas, ou melhor uma só

etica e moral é o estudo das ações, da praxis
enqto que epistemologia é o estudo, da teoria, do
conhecimento, da ciencia e por ai vai

vc tenta jogar epistemologia de um lado, gnoseologia de
outro, teoria do conhecimento de outro, filosofia da
ciencia de outro

mas no final das contas elas dependem mais do autor e menos
do assunto

Sérgio









"Aquele que insiste em jamais dizer algo errado deve permanecer em silêncio" Werner Heisenberg

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tartarugas, mamutes, e o engano de Jose Renato (eraDrauzio Varella - Folha
FROM: "Jefferson" <jeff@jeff.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/02/2007 10:01

Olá,

>
>A espécie se adapta através da seleção natural, o espécime se adapta
>dispondo dos recursos que já possui.
>

Acho que o que você não entendeu, é que a seleção natural ocorre depois da
mutação. As mutações não ocorrem *para* o ser vivo se adaptar, elas
simplemente ocorrem "ao acaso" e o ambiente as seleciona depois.

[]´,s
Jeff.




SUBJECT: Re: A universalização dos valores morais
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2007 11:51

Oi Takata e demais,

Manuel escrevera: Tais preconceitos, entretanto, não são mais
chancelados pela maioria dos Estados; ao contrário, são combatidos em
nome do princípio da igualdade dos homens perante a Lei.

Takata: Mas em nenhum caso o princípio utilizado é o mercantil. E a
maioria dos Estados são do tipo democrático por conta da derrocada do
Eixo na SGG. Qdo havia interesse mercadológico, estados autoritários
foram e são financiados (por exemplo, no Oriente Médio e na Ásia
Central).

Manuel: As primeiras formas de democracia surgiram entre civilizações
marítimo-mercantis da Idade do Ferro (Atenas, por exemplo), e creio
que isso se deu não por acaso.

Claro que não se trata de uma relação de causa e efeito
simples: "comércio -> democracia"; até porque, sob a égide do
totalitarismo romano, o comércio internacional teve um grande surto
de desenvolvimento. Além disso houve e, em alguns grotões da Africa e
do Oriente Médio, ainda há comércio de escravos. No Brasil por muito
tempo funcionou um sistema econômico escravista com produção voltada
para o mercado externo; e, na Idade Moderna (época do Mercantilismo),
uma fração significativa do burguesia comercial - maior na Europa
continental, menor na Inglaterra - mantinha-se atrelada ao Estado
absolutista (na França, os seus mais destacados membros eram mesmo
parte da nobreza: a 'noblesse de robe') sendo, por isso,
profundamente antiliberal, beligerante, racista e contrária ao livre-
cambismo.

Entretanto, o que quero sublinhar é que, com o desenvolvimento do
comércio, as relações de troca "tendem" a se sobrepor às relações de
poder. Sem considerar alguns tipos de mercado (monopolista,
monopsônico...), as relações de troca mercantil são horizontais,
sujeitas a critérios impessoais - a lei da oferta e da procura - e
seus agentes propendem a ter mais consideração pelo Outro, a vê-lo
como como um "igual" no que diz respeito à condição de potencial
produtor e consumidor, relegando assim a um segundo plano os
particularismos étnicos, tribais, religosos etc.

As comunidades humanas, antes autárquicas, abrem-se umas para as
outras através do intercâmbio mercantil. Por esses vasos comunicantes
trafegam, em mão dupla e de forma pacífica, não só mercadorias mas
também idéias, estabelecendo, assim, um ambiente propício à mudança
de mentalidade, à reflexão, à busca de consenso e de características
iguais ou de um denominador comum - provavelmente inspirada na
existência desse "equivalente universal" que é a moeda - entre todas
as culturas.

A substituição das religiões tribais pelas religiões universais (que
estabelecem a igualdade de todos os homens - inclusive os pagãos:
fiéis em potencial - perante Deus) deu-se em larga medida na esteira
do desenvolvimento do comércio internacional na Antigüidade Clássica.
O Cristianismo, por exemplo (religião sincrética derivada do
monoteísmo judaico, do mitraísmo, do culto de Ísis - Ísis, assim como
Maria, era considerada "a mãe de Deus" -, do platonismo e do
estoicismo), institui a crença de que todos os homens são irmãos em
Cristo.

Um outro mérito do Cristianismo está no fato de não ser uma religião
incompatível com o questionamento, inclusive dos desígnios divinos,
como ilustra o brado de revolta do Jesus crucificado: "Pai, por que
me abandonaste, pô!" (Mateus, XXVI, 46). Acresce dizer, ainda, que o
Cristianismo vai de encontro à teocracia, isto é, há elementos em sua
doutrina que irão favorecer mais tarde a laicização do Estado, a
separação entre Estado e Igreja. Com efeito, quando Pilatos perguntou
a Cristo se ele era o rei dos judeus, Jesus respondeu: "O meu Reino
não é deste mundo" (Jo.XVIII, 36).

De resto, na Europa dos séculos XVII e XVIII, grande parte dos
logistas, dos pequenos e médios produtores (que vendiam seus
excedentes no mercado local), dos comerciantes não ligados à Coroa e
da nascente burguesia industrial professavam a religião
puritana/calvinista/huguenote que propugnava, principalmente na
Inglaterra, a liberdade de culto, a separação entre Igreja e Estado e
uma relação direta dos homens com Deus, não intermediada por qualquer
hierarquia, reforçando, assim, o valor da "igualdade".

Ainda no Século XVII, o filósofo racionalista Baruch Spinoza conferiu
à divindade universal do judaísmo-cristianismo uma nova
alcunha: "Natura naturans", que não é senão a Ordem Eterna, a Lei, a
Razão Objetiva.

Manuel escrevera: Observe-se que as relações mercantis são
contratuais e que o contrato pressupõe, pelo menos formalmente,
a "igualdade" entre os contratantes. A idéia do Estado contratual
(que se opõe ao Estado étnico e/ou tribal) é reconhecidamente
inspirada no contrato mercantil.

Takata: A influência parece ser mais particularmente do liberalismo
do q propriamente do mercantilismo.

Manuel: Sim, mas o liberalismo foi, a princípio, uma doutrina
econômica advogada pelos intelectuais orgânicos da burguesia
industrial, cuja principal causa foi a abolição da escravidão e a
defesa da livre "contratação" da força-de-trabalho.

Manuel escrevera: Desculpe-me pela minha falta de clareza. Na
verdade, não se trata de "máxima autonomia individual", mas
de "autonomia individual ótima", já que, como você salientou com
propriedade, deve-se levar em conta uma série de restrições
jurídicas, morais e econômicas.

Takata: E a autonomia individual ótima - considerando-se apenas no q
se refere à produção científica - não necessariamente se restringe a
um único ótimo. Dependendo das circunstâncias, esse ótimo poderá
estar mais para a maior autonomia ou mais para a menor autonomia
individual.

Manuel: Mesmo nas piores das circunstâncias - como a dos físicos
soviéticos incubidos da tarefa de fabricar a bomba atômica comunista,
mantidos por Béria em regime de prisão e sob constantes ameaças - a
pesquisa científica só pode avançar se for assegurado aos cientistas
liberdade de duvidar e de consentir, de elaborar hipóteses, de
questionar essas mesmas hipóteses (tentar falseá-las) e de desconfiar
dos dados da experiência. Isso é "autonomia individual" nos marcos do
Laboratório. A sorte dos físicos soviéticos é que o carrasco Béria
era um oportunista pragmático inescrupuloso que muito pouca
importância dava à ideologia marxista-leninista. Ele só se
interessava pelo poder.

Manuel escrevera: Em regimes em que a liberdade do cientista é
tolhida por dogmas religiosos ou qualquer outra coisa que o valha (os
princípios do materialismo dialético, por exemplo), a pesquisa
científica não avança a contento ou tende a becos sem saída. Pense no
Lysenkismo.

Takata: O lysenkoísmo é um exemplo em q a pré-orientação para um
sentido errado levou a um fracasso. Mas na mm ex-URSS encontramos o
sucesso do desenvolvimento espacial.

Manuel: Em nome dos princípios fundamentais do materialismo
dialético, o establishment científico soviético (um bando de puxa-
sacos) rechaçava todas as ciências "burguesas", como a teoria da
relatividade, a mecânica quântica, a genética mendeliana, a teoria do
Big Bang, a lingüística de Chomsky, a psicanálise, qualquer
psicologia que pretendesse ir além da reflexologia de Pavlov etc.

A tecnologia que permite a fabricação de fuzis Kalashnikov, tanques e
foguetes baseia-se quase que exclusivamente na velha e boa Física
Clássica de Newton a Maxwell. Ademais, muitos dos avanços
tecnológicos ocorridos da antiga URSS devem-se menos a inventividade
dos seus cientistas (os melhores viviam confinados e incomunicáveis)
e mais ao trabalho dos espiões. - A burocracia não cria, apenas imita.

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: En China. Varios ufólogos son miembros del gobierno
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, exobiologia_e_cia@yahoogrupos.com.br, painelovni@yahoogrupos.com.br, ufoburn@yahoogrupos.com.br, Ufolista@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/02/2007 12:23

En China. Varios ufólogos son miembros del
gobierno<http://marcianitosverdes.haaan.com/2007/02/en-china-varios-uflogos-son-miembros-del-gobierno/>
Ex
funcionario del ministerio del exterior de China dice que los
extraterrestres viven entre nosotros

Por *Paul Chen*

<http://marcianitosverdes.haaan.com/wp-content/uploads/2007/02/windowslivewriterench.variosuflogossonmiembrosdelgobierno-1488asunshili4.jpg>Izvestia
informa que China tiene un número record de organizaciones
científicas y clubes de ovnis. Hay muchos que incluso tratan de establecer
una cierta clase de contacto con extraterrestres. Sus acciones están
protegidas por la Sociedad Nacional de Estudios Extraterrestres, que fue
fundada hace 25 años. El gobierno financia esta sociedad nacional.

*
http://marcianitosverdes.haaan.com/2007/02/en-china-varios-uflogos-son-miembros-del-gobierno/
*


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Nieve rosa de las montañas
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, exobiologia_e_cia@yahoogrupos.com.br, painelovni@yahoogrupos.com.br, ufoburn@yahoogrupos.com.br, Ufolista@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/02/2007 12:24

Nieve rosa de las
montañas<http://marcianitosverdes.haaan.com/2007/02/nieve-rosa-de-las-montaas/>

<http://marcianitosverdes.haaan.com/wp-content/uploads/2007/02/windowslivewriternieverosadelasmontaas-1137cnieverosa13.jpg>Suponga
usted que se encuentra de vacaciones esquiando en Aspen, Chamonix,
Kitzbühel, Whistler o Zermatt, o tal vez haya escogido escalar alguna
montaña en la Sierra Nevada de California o en los Andes sudamericanos. De
pronto, mientras camina o se desliza por la nieve ve algunas manchas de
nieve "pintadas" de rosa. Se acerca y a medida que camina se da cuenta que
va dejando un rastro de huellas color rojo. Levanta las botas y ve que la
suela muestra un tinte carmesí. Seguro que será una gran sorpresa para
usted.

http://marcianitosverdes.haaan.com/2007/02/nieve-rosa-de-las-montaas/


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: ¿Agujero producido por ovnis?
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, exobiologia_e_cia@yahoogrupos.com.br, painelovni@yahoogrupos.com.br, ufoburn@yahoogrupos.com.br, Ufolista@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/02/2007 12:25

¿Agujero producido por
ovnis?<http://marcianitosverdes.haaan.com/2007/02/agujero-producido-por-ovnis/>

*Agujero en el hielo enciende la especulación sobre los ovnis*

<http://marcianitosverdes.haaan.com/wp-content/uploads/2007/02/windowslivewriteragujeroproducidoporovnis-149a0latvia23.jpg>Riga
-Un agujero en una charca congelada al norte de Latvia alcanzó
notoriedad inesperada el miércoles mientras que comenzaron a circular los
rumores de que fue creado por un objeto que cayó del espacio exterior.

http://marcianitosverdes.haaan.com/2007/02/agujero-producido-por-ovnis/


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Takata em Olinda
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2007 14:12

Oi pessoal,

Flagrei o Takata desfilando no bloco das Virgens de Olinda, fantasiado
de queixa fodida e mal paga. Cena deplorável! Vejam o que o saquê é
capaz de fazer com um homem:

http://br.ph.groups.yahoo.com/group/ciencialist/photos/view/bb01?b=2

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: RE: [ciencialist] Takata em Olinda
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2007 18:57

Puxa vida!
O Takata é completamente diferente daquilo que eu pensava...
Não só moralmente, mas também visualmente!
Esta foto deveria ser confidencial mesmo p/a lista.
Eu, heim?!... Vc é um grande fofoqueiro, seu Pit-Bulcão.


>From: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Takata em Olinda
>Date: Sun, 18 Feb 2007 16:12:13 -0000
>
>Oi pessoal,
>
>Flagrei o Takata desfilando no bloco das Virgens de Olinda, fantasiado
>de queixa fodida e mal paga. Cena deplorável! Vejam o que o saquê é
>capaz de fazer com um homem:
>
>http://br.ph.groups.yahoo.com/group/ciencialist/photos/view/bb01?b=2
>
>Abraços,
>Manuel Bulcão
>
>
>
>##### ##### #####
>
>Página de apoio
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
>##### ##### ##### #####
>Links do Yahoo! Grupos
>
>




SUBJECT: RE: [ciencialist] Takata em Olinda
FROM: Sérgio <anaximao@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2007 19:33

pensei q takata fosse nissei


--- murilo filo <avalanchedrive@hotmail.com> escreveu:

> Puxa vida!
> O Takata é completamente diferente daquilo que eu
> pensava...
> Não só moralmente, mas também visualmente!
> Esta foto deveria ser confidencial mesmo p/a lista.
> Eu, heim?!... Vc é um grande fofoqueiro, seu Pit-Bulcão.
>
>
> >From: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
> >Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >Subject: [ciencialist] Takata em Olinda
> >Date: Sun, 18 Feb 2007 16:12:13 -0000
> >
> >Oi pessoal,
> >
> >Flagrei o Takata desfilando no bloco das Virgens de
> Olinda, fantasiado
> >de queixa fodida e mal paga. Cena deplorável! Vejam o
> que o saquê é
> >capaz de fazer com um homem:
> >
>
>http://br.ph.groups.yahoo.com/group/ciencialist/photos/view/bb01?b=2
> >
> >Abraços,
> >Manuel Bulcão
> >
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> >Página de apoio
> >http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> >Links do Yahoo! Grupos
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"Aquele que insiste em jamais dizer algo errado deve permanecer em silêncio" Werner Heisenberg

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SUBJECT: Re: A universalização dos valores morais
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2007 00:23

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> Sem considerar alguns tipos de mercado (monopolista,
> monopsônico...), as relações de troca mercantil são horizontais,

O problema é desconsiderar o monopolismo e outras tendências
olipolistas. A ideologia *mercantilista* é inerentemente monopolista
(a tese completa é longa e complexa, mas o resumo da ópera é "quem tem
mais ganha mais ainda", concentrando a riqueza). A igualdade de
condições só advém com o liberalismo - é necessária a constante
intervenção governamental para manter o q o titio Adam Smith tomou por
premissa (infinitos concorrentes, absoluta liberdade de entrar e sair
do mercado, igualdade de condições de competição, etc).

> O Cristianismo, por exemplo (religião sincrética derivada do
> monoteísmo judaico, do mitraísmo, do culto de Ísis - Ísis, assim
> como Maria, era considerada "a mãe de Deus" -, do platonismo e do
> estoicismo), institui a crença de que todos os homens são irmãos em
> Cristo.

E assim q cresceu...

Regra de ouro: todo mundo é igual qdo isso me beneficia (geralmente
isso ocorre qdo eu sou a minoria).

> Manuel: Sim, mas o liberalismo foi, a princípio, uma doutrina
> econômica advogada pelos intelectuais orgânicos da burguesia
> industrial, cuja principal causa foi a abolição da escravidão e a
> defesa da livre "contratação" da força-de-trabalho.

Da burguesia q queria superar o mercantilismo, posto q isso o
prejudicava - ficavam alijados dos nacos mais rentáveis, q ficava com
a coroa e seus beneficiários diretos.

> Manuel: Mesmo nas piores das circunstâncias - como a dos físicos
> soviéticos incubidos da tarefa de fabricar a bomba atômica
> comunista, mantidos por Béria em regime de prisão e sob constantes
> ameaças - a pesquisa científica só pode avançar se for assegurado
> aos cientistas liberdade de duvidar e de consentir, de elaborar
> hipóteses, de questionar essas mesmas hipóteses (tentar falseá-las)
> e de desconfiar dos dados da experiência. Isso é "autonomia
> individual" nos marcos do Laboratório.

Uma autonomia individual bastante restrita, não?

> Ademais, muitos dos avanços tecnológicos ocorridos da antiga URSS
> devem-se menos a inventividade dos seus cientistas (os melhores
> viviam confinados e incomunicáveis) e mais ao trabalho dos espiões.

Muitos dos avanços americanos (e franceses e ingleses) idem - o
programa espacial roubou os segredos nazistas de foguetes com o
seqüestro e cooptação de cientistas alemães. Abelardo Barbosa foi um
visionário.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Takata em Olinda
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2007 00:38

Intriga da oposição. A minha verdadeira foto:
http://tinyurl.com/2f8nxo

Nota: estou no ofurô (eu disse ofurô - oxítona, acento tônico na
última sílaba), mas é uma foto bem comportada.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo"
> Puxa vida!
> O Takata é completamente diferente daquilo que eu pensava...
> Não só moralmente, mas também visualmente!
> Esta foto deveria ser confidencial mesmo p/a lista.
> Eu, heim?!... Vc é um grande fofoqueiro, seu Pit-Bulcão.
>
>
> >From: Manuel Bulcão <manuelbulcao@...>
> >Subject: [ciencialist] Takata em Olinda
> >Date: Sun, 18 Feb 2007 16:12:13 -0000
> >
> >Oi pessoal,
> >
> >Flagrei o Takata desfilando no bloco das Virgens de Olinda, fantasiado
> >de queixa fodida e mal paga. Cena deplorável! Vejam o que o saquê é
> >capaz de fazer com um homem:
> >
> >http://br.ph.groups.yahoo.com/group/ciencialist/photos/view/bb01?b=2
> >
> >Abraços,
> >Manuel Bulcão



SUBJECT: Takata querido...
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2007 04:31

At 23:38 18/2/2007, you wrote:

>Intriga da oposição. A minha verdadeira foto:
><http://tinyurl.com/2f8nxo>http://tinyurl.com/2f8nxo
>
>Nota: estou no ofurô (eu disse ofurô - oxítona, acento tônico na
>última sílaba), mas é uma foto bem comportada.
>
>[]s,
>
>Roberto Takata




Como você é peludo, querido.

L.E.































=

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Feira de Ciencias
FROM: André Luis Ferreira da Silva Bacci <andrebacci.listas@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2007 11:36

Luiz Ferraz Netto escreveu:
> Essa é para todos os assessores e não assessores.
> Essas informações serão cruciais mesmo para mim!

Não é exatamente o que procuram, mas é um começo.

http://www.inventores.com.br/

O pessoal que cuida da associação deve ter uma boa idéia de feiras e
eventos relacionados.

André


SUBJECT: O maior ralo do mundo
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, exobiologia_e_cia@yahoogrupos.com.br, painelovni@yahoogrupos.com.br, ufoburn@yahoogrupos.com.br, Ufolista@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2007 12:20

O maior ralo do mundo <http://100nexos.com/arquivo/90>Published February
19th, 2007 in Imagens <http://100nexos.com/arquivo/category/imagens/>. 0
Comments <http://100nexos.com/arquivo/90#respond>

<http://fogonazos.blogspot.com/2007/02/largest-drain-hole-ever.html>
Parte da represa Monticello na Califórnia, EUA, este buraco de drenagem com
mais de vinte metros de diâmetro é o maior do planeta. Sério candidato para
o umbigo do mundo (outras partes anatômicas humanas aplicadas ao globo não
dariam muito certo). Mais imagens em
Fogonazos<http://fogonazos.blogspot.com/2007/02/largest-drain-hole-ever.html>
.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Uma criança morta é uma tragédia. Cem mil, é estatística
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2007 12:22

Uma criana morta uma tragdia. Cem mil,
estatstica<http://100nexos.com/arquivo/92>Published
February 19th, 2007 in Cincia<http://100nexos.com/arquivo/category/ciencia/>,
Idias <http://100nexos.com/arquivo/category/ideias/> and
Bizonho<http://100nexos.com/arquivo/category/bizonho/>
. 0 Comments <http://100nexos.com/arquivo/92#respond>


"*Se eu olho para uma massa [de pessoas], nunca tomarei uma atitude. Se
olhar para apenas uma, sim*". A frase de Teresa de Calcut citada pelo
psiclogo Paul Slovic em seu paper "If I Look at the Mass I Will Never
Act<http://www.decisionresearch.org/pdf/If_I_Look_At_The_Mass.pdf>"
(PDF) sobre o paradoxo da compaixo humana:

"A maior parte das pessoas se importa e far grandes esforos para salvar
vtimas individuais cujo apelo lhe alcance. As mesmas boas pessoas contudo
no raro se tornam indiferentes ao apelo de indivduos que so 'um entre
muitos' de um problema muito maior. Por que isto ocorre? A resposta a esta
questo nos ajudar a responder a questo relacionado que o tpico deste
paper: Por que, ao longo do ltimo sculo, boas pessoas repetidamente
ignoraram assassinatos em massa e genocdios? () Isso requer explicaes
que podem refletir uma deficincia fundamental em nossa humanidade uma
deficincia que, uma vez identificada, talvez possa ser superada".

Slovic cita estudos psicolgicos e de percepo e traa um paralelo
interessante. Nossa percepo do
mundo<http://pt.wikipedia.org/wiki/Percep%C3%A7%C3%A3o>atravs dos
sentidos tem uma sensibilidade que pode ser traada em uma lei
de potncia. Variaes pequenas em estmulos pequenos so muito melhor
percebidas que as mesmas variaes em estmulos maiores. A maior parte dos
controles de volume tm assim uma escala logartmica, assim voc pode achar
que o volume dobrou, mas o som em verdade pode estar dezenas de vezes mais
intenso. No se sabe por que nosso sentidos funcionam assim (embora os
brasileiros OSame Kinouchi <http://comciencias.blogspot.com/> e Mauro
Copelli tenham sugerido uma
explicao<http://www.comciencia.br/comciencia/?section=3&noticia=118>),
mas Kahneman e Tversky sugeriram em 1979 que a mesma dessensibilizao a
estmulos de grande intensidade tambm poderia ocorrer na formao de
decises. Slovic et al realizaram um estudo em 1997 que documentou a
dessensibilizao progressiva ao valor da vida humana.

Acima, do paper de Slovic, o grfico esquerda traa um modelo do valor que
poderia ser dado com relao ao nmero de vidas em risco salvas se cada vida
tivesse o mesmo valor. J o grfico do meio assume que quanto maior o nmero
de vidas em risco salvas, maior o valor de cada vida salva porque grandes
perdas simultneas poderiam afetar grandemente a sociedade. Mas a realidade
parece ser melhor descrita pelo grfico direita. Quanto maior o nmero de
vidas em risco, menor a sensibilizao provocada, menor o valor atribudo a
cada vida. Diversos estudos citados por Slovic indicam que as pessoas daro
mais valor em ajudar um nmero pequeno de pessoas em meio a uma populao
pequena do que a um nmero muito maior de pessoas em uma populao maior
ainda. Como ele nota, embora possamos ficar comovidos com o sofrimento de
uma pessoa, no nos importaremos muito se o nmero de pessoas salvas em um
acidente de 87 ou 88.
Slovic prope que esta "deficincia fundamental em nossa humanidade" deve
ser superada confiando no apenas em nossas emoes e sentimentos, mas em
respostas polticas e institucionais baseadas em anlise e argumentos
racionais.


[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



SUBJECT: Foto autêntica do OVNI de O’Hare
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, exobiologia_e_cia@yahoogrupos.com.br, painelovni@yahoogrupos.com.br, ufoburn@yahoogrupos.com.br, Ufolista@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2007 12:45

Foto autêntica do OVNI de O'Hare<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=852>

<http://strangegrub.blogspot.com/2007/02/real-ohare-ufo-photo.html>
Matt Graeber revela uma imagem exclusiva, inédita, bombástica e, claro,
falsa do OVNI do aeroporto de O'Hare. Se você não entendeu a brincadeira, é
porque perdeu uma das maiores histórias ufológicas recentes (que nosso blog
também não cobriu). Felizmente, uma consulta à cobertura completa de
Marcianitos Verdes<http://marcianitosverdes.haaan.com/2007/02/las-fotos-del-ovni-de-ohare/>pode
deixá-lo em dia com as últimas novidades. Este tem tudo para se tornar
um caso clássico, porque não há nenhuma evidência física e assim ninguém
sabe realmente o que diabos era o OVNI, embora haja várias explicações
plausíveis<http://marcianitosverdes.haaan.com/2007/01/el-ovni-de-ohare-un-fenmeno-meteorolgico/>
.

Postado em Ufologia <http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=2>,
Curiosidades <http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=7>,
Ceticismo<http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=12>| Por Mori |
Comente!
» <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=852#respond>

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você já conhece. Em nos...


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Frota de OVNIs de ar quente sobre Londres
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, exobiologia_e_cia@yahoogrupos.com.br, painelovni@yahoogrupos.com.br, ufoburn@yahoogrupos.com.br, Ufolista@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2007 13:13

Frota de OVNIs de ar quente sobre
Londres<http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=853>


<http://www.islingtongazette.co.uk/content/islington/gazette/news/story.aspx?brand=ISLGOnline&category=news&tBrand=northlondon24&tCategory=newsislg&itemid=WeED02%20Feb%202007%2016%3A56%3A48%3A657>

"Dúzias de luzes misteriosas foram vistas sobrevoando o céu sobre Archway
[Londres] - espalhando o pânico entre residentes abaixo. Objetos voadores
laranjas não-identificados pararam o tráfego e deixaram os residentes
olhando para o céu em descrença"

Assim começa a nota do Islington Gazette que cita um corretor como
testemunha. Depois o mesmo jornal citaria várias
outras<http://www.islingtongazette.co.uk/content/islington/gazette/news/story.aspx?brand=ISLGOnline&category=news&tBrand=northlondon24&tCategory=newsislg&itemid=WeED07%20Feb%202007%2010%3A42%3A33%3A273>,
incluindo um diretor, e menciona os esforços do repórter em solucionar o
mistério, consultando todo tipo de organizações. Até que se consulta de
passagem Ian Ridpath, cético, que menciona que os OVNIs eram em verdade
balões de ar quente. Mas o jornalista não se dá por satisfeito, e logo cita
um ufólogo que menciona discrepâncias em testemunhos que balões de ar quente
não poderiam explicar. Tudo poderia ficar por isso mesmo, com céticos
sabendo que os OVNIs eram balões de ar quente e os testemunhos são sempre
discrepantes, a mídia buscando deixar o tema em aberto em busca de uma
suposta "imparcialidade" e cedendo espaço a ufólogos vendendo seu peixe, e a
população no meio de tudo simplesmente confusa.
Como Matt Graeber
nota<http://strangegrub.blogspot.com/2007/02/lights-over-archway-and-kings-lynn-and.html>,
a mídia nem mesmo relatou corretamente as datas e horários dos avistamentos.
Então a notícia no King's Lynn
Today<http://marcianitosverdes.haaan.com/2007/02/no-son-ovnis-sino-las-luces-del-amor/>pareceu
passar despercebida:

"As luzes eram em verdade lanternas em estilo chinês lançadas na recepção de
um casamento sendo realizado no restaurante Riverside da cidade, em King
Street. "Tínhamos permissão da polícia para lançá-los, assim não causamos
emergência em grande escala!", disse Pat Isbill, dona do restaurante. Diane
Breedon, funcionária, ficou surpresa ao descobrir que as lanternas eram um
assunto polêmico na ráido local. "Todas essas pessoas ligaram para a rádio
dizendo que tinham visto luzes laranjas no céu por volta das 5:30 da tarde,
e lembrei que é quando começamos a lançá-las. As pessoas estavam exagerando,
pensando que eram bombas de Marham ou naves alienígenas. Eu telefonei e
expliquei tudo".

E isso não é tudo. Uma olhada em um vídeo do
incidente<http://www.islingtongazette.co.uk/video/UFOfootage.aspx>é
mais uma prova conclusiva de que as luzes, que tantas testemunhas
descreveram como tudo, menos balões de ar quente, eram mesmo balões. A lição
número um na ufologia é a de que *testemunhos são valiosos, mas apenas como
auxílio na obtenção de evidência física concreta objetiva*. Qualquer um que
lhe diga o contrário não pratica ufologia, e sim alguma outra coisa que pode
ir desde religião, passando por pseudociência, e chegando mesmo ao
charlatanismo.

Postado em Ufologia <http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=2> | Por Mori
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SUBJECT: Mais uma fotografia OVNI (atualização)
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, enigmasonline@yahoogrupos.com.br, exobiologia_e_cia@yahoogrupos.com.br, painelovni@yahoogrupos.com.br, ufoburn@yahoogrupos.com.br, Ufolista@yahoogrupos.com.br, "lista CA" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2007 13:18

Mais uma fotografia OVNI <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=847>

<http://www.ceticismoaberto.com/news/media/Imagem_070fdagfdagdsafdsa4q54.jpg>
A.M.S. nos enviou a imagem sem mais informações, clique para baixar o
arquivo original (com informações EXIF). Entramos em contato para conhecer
mais detalhes sobre a mesma, mas agradeceríamos desde já comentários e
análises.
*Atualização*: A.M.S. explica: "Esta foto foi tirada em Mauá SP por mim
mesmo da varanda da minha casa no dia 4 de outubro de 2004, e trata-se de
uma "Fraude" feita por mim, apenas se trata de uma arruela de prender telhas
de amianto pendurada por uma linha de pesca numa corda de varal que omiti na
foto (se vê até o bambu no lado esquerdo). Não mandei a foto para enganar
ninguém, apenas para mostrar que criar fraudes não é difícil e não devemos
acreditar em qualquer coisa que nos mostram, e para poder ajudar no futuro a
separar o "joio do trigo"".
E pode ajudar mesmo! Sabendo que a imagem é de uma arruela pendurada em um
varal, você pode encontrar evidências da "fraude"? Por exemplo, é claro que
o bambu tem a mesma aparência do suposto OVNI, sugerindo que estão à mesma
distância. Deve haver mais evidências, você pode encontrá-las?

Postado em Ufologia <http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=2>,
Extraterrestres <http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=10>,
Ceticismo<http://www.ceticismoaberto.com/news/?cat=12>| Por Mori | 1
Commentário » <http://www.ceticismoaberto.com/news/?p=847#comments>

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Gogh' para la 'Alerta OV...
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história O ufogenesi...


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SUBJECT: RE: [ciencialist] Re: Takata em Olinda
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2007 17:43

Depilado vc ficou mais bunitim e de melhor humor...


>From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Re: Takata em Olinda
>Date: Mon, 19 Feb 2007 02:38:03 -0000
>
>Intriga da oposição. A minha verdadeira foto:
>http://tinyurl.com/2f8nxo
>
>Nota: estou no ofurô (eu disse ofurô - oxítona, acento tônico na
>última sílaba), mas é uma foto bem comportada.
>
>[]s,
>
>Roberto Takata
>
>--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo"
> > Puxa vida!
> > O Takata é completamente diferente daquilo que eu pensava...
> > Não só moralmente, mas também visualmente!
> > Esta foto deveria ser confidencial mesmo p/a lista.
> > Eu, heim?!... Vc é um grande fofoqueiro, seu Pit-Bulcão.
> >
> >
> > >From: Manuel Bulcão <manuelbulcao@...>
> > >Subject: [ciencialist] Takata em Olinda
> > >Date: Sun, 18 Feb 2007 16:12:13 -0000
> > >
> > >Oi pessoal,
> > >
> > >Flagrei o Takata desfilando no bloco das Virgens de Olinda, fantasiado
> > >de queixa fodida e mal paga. Cena deplorável! Vejam o que o saquê é
> > >capaz de fazer com um homem:
> > >
> > >http://br.ph.groups.yahoo.com/group/ciencialist/photos/view/bb01?b=2
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> > >Abraços,
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Crueldade com animais
FROM: Chicao Valadares <chicaovaladares@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2007 18:20

Jose Renato, se eu levar vantagem e não ser
descoberto, é inteligente e racional sim. Esqueceu da
teoria dos jogos foi?? A não ser que ser altruísta
seja vantajoso para o agente racional.

Eu acreditava que voce estivesse entendendo o cerne da
questão mas parece que voce está querendo justificar a
não lei de gérson por senso comum. Boa sorte :p. Todo
mundo diz que não se deve transgredir as leis mas
quase ninguem entende o porquê das leis.

Este debate encerrou-se temporariamente. A não ser que
voce possua bons argumentos para ser "bonzinho" :-).



--- José Renato <jrma@terra.com.br> escreveu:

> Olá, Chicão! É por aí que nossa burrice nos leva a
> uma vida de faz-de-conta.
> Achamos que somos mais espertos que os outros. Eles
> sim devem cumprir as
> leis, eu faço o que quero tomando cuidado para que
> ninguém veja ou registre
> meus crimes. Desejo viver em paz mas não me esforço
> para construir uma
> comunidade de paz, nem na minha família. Mas quero
> que todos ajam comigo com
> toda a honestidade, critico e condeno quando alguém
> quer fazer comigo o
> mesmo que eu faço com outros, disfarçadamente. Vc
> pergunta: isso é ético?
> Pergunto eu: isso é racional? isso é inteligente?
> Abraços
> José Renato
> ............................................
>
> From: "Chicao Valadares" <chicaovaladares@To:
> <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Tuesday, February 13, 2007 1:01 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Crueldade com animais
>
>
> JR - Mas se não é divulgado, tudo bem! O que os
> olhos dos outros não vêem o
> que cometi, os
> corações piedosos nada sentem... E assim caminha a
> humanidade, nos enganando
> de que essa cultura da crueldade, mantida em segredo
> nas nossas atitudes
> pessoais e decisões particulares, só existe vez por
> outra, quando aparece em
> fotos chocantes nas manchetes dos jornais e nas
> imagens da TV.
>
> Chicão: Jose Renato, começou a aparecer alguma coisa
> interessante nos seus
> comentários embora Homero o critique. Não devo agir
> mal porque não sou burro
> já que agindo mal de alguma forma serei punido por
> isso. Se é esse o
> príncipio que norteia o comportamento da nossa
> sociedade então se eu
> conseguir evitar essa punição, tudo me é permitido.
> Maridos e esposas desta
> lista, traiam a vontade!!!Desde que façam de uma
> forma que não sejam pegos.
> Filhos que lêem essa mensagem podem roubar dinheiro
> da carteira de seus
> pais desde que eles não percebam!!!
> Isso é ético???
>
>
> > "O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de
> Milo.
> > O que há é pouca gente para dar por isso... "
> > Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos
>
>


"O Binômio de Newton é tão belo como a Vênus de Milo.
O que há é pouca gente para dar por isso... "
Fernando Pessoa - Poesias de Alvaro Campos

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SUBJECT: Dawkins 'falou e disse' porque estudar Zoologia: "Design Inteligente"!
FROM: "Joaquim de Campos Salles" <joaquimsalles@ibest.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
CC: <strbrasil@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2007 21:54

Olá Pessoal,

Recebi o post abaixo. Design inteligente não é uma forma de criacionismo? Dawkins inspirou isso?!?!?!?!?!?

Abraços confusos

Joaquim


http://pos-darwinista.blogspot.com/2006/05/dawkins-falou-e-disse-porque-estudar.html


Dawkins 'falou e disse' porque estudar Zoologia: "Design Inteligente"!

Por que alguém privilegiaria o estudo da Zoologia em detrimento de outras áreas biológicas também importantes? Bem, subjetividade à parte, eu também acho fascinante esta área de estudos biológicos, mas eu estou em outra - História e Teoria da Ciência. Para desespero da Nomenklatura científica e dos ultradarwinistas fundamentalistas, diga-se de passagem.

Eu nem sei o que a Nomenklatura científica e seus mais cegos 'discípulos' vão alegar, mas deve ser mais ou menos assim - 'Isso é uma campanha difamatória'; 'Foi um pequeno lapso'; 'Estão citando fora de contexto', 'É mais uma conspiração contra a verdadeira ciência'.

Senhores, e especialmente os meninos, fiquem calmos. Afinal de contas, teve até aval de uma das mais importantes universidade pública brasileira - a USP, mas quem disse a frase abaixo incentivando os estudantes a escolher a Zoologia como área de estudos e pesquisas, Paley, Behe ou Dembski?

"O terceiro leitor que tive em mente [sic] foi o estudante, realizando a transição de leigo para o especialista. Se ele ainda não se decidiu em que campo quer se especializar, espero encorajá-lo a considerar meu próprio campo da Zoologia. Há uma razão melhor [sic] para estudar a Zoologia do que sua possível 'utilidade' e estima que os animais provocam [sic]. Esta razão é que nós animais somos as máquinas mais complicadas e perfeitamente planejadas [sic] do universo conhecido. Apresentada desta forma [sic], é difícil entender como alguém pode estudar qualquer outra coisa!"

Prontos para a notícia chocante? Revisores da USP, o que foi que houve? Vocês cochilaram na função de 'guarda-cancelas epistemológicos'? Quem registrou isso foi ninguém nada menos do que RICHARD DAWKINS, prefaciando seu livro "O Gene Egoísta", Belo Horizonte/São Paulo: Itatiaia e Editora da Universidade de São Paulo, 1989, p. 18.

Isso se deu originalmente em 1979 quando o livro foi publicado na Inglaterra, uma década bem antes de Behe, Dembski terem lançado a Teoria do Design Inteligente.

Por favor, me entendam - não estou afirmando que Dawkins é 'precursor' da teoria do design moderna, mas eu fico impressionado como que ele, como os demais biólogos, não consegue se livrar da realidade e da detecção de design inteligente na natureza.

No seu livro "O Relojoeiro Cego", São Paulo: Companhia das Letras, 2001, p. 18, ele escreveu:

"A biologia é o estudo das coisas complexas que dão a impressão de ter um design intencional".
1
Vocês já perceberam a fixação cabalística com a página 18 nos livros de Dawkins no Brasil? Deve ser um número de sorte. Ou azar...

Contudo, apesar de suas 488 páginas, ao contrário de Dembski (filtro explanatório para detectar design), Dawkins não nos disse qual é o método científico adotado para 'detectar' a ilusão de design intencional. Como detectar 'ilusão' deve ser objeto epistêmico para uma 'teoria do tudo da evolução'...

Os que participaram da augusta comissão editorial científica da USP devem ter ficado corados. Desculpem-me, alguns já podem até estar mortos, mas fica aqui o registro post-mortem de que vocês falharam clamorosamente com a Nomenklatura científica! E ela não perdoa, por ser stalinista!

Fui, mas deixo um abraço fraterno a todos. Este blogger está passando por um processo 'evolutivo' no modo de escrever, mas não deixará de lado a ironia à la Bernard Shaw, Mark Twain, e do nosso único e verdadeiro imortal - o barão de Itararé!

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: [Logica-l] [OFF] Is there science beyond English?
FROM: "Alvaro Augusto \(L\)" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2007 23:38

Para quem tinha alguma dúvida...

Vale a pena ler também
http://www.nature.com/embor/journal/v8/n2/full/7400906.html , citado no
texto.

[ ]s

Alvaro Augusto



Para inglês ver e ler

Publicar em língua nativa ainda é ver seu trabalho em periódicos de
impacto inferior

Não há escapatória: a "lingua franca" da ciência hoje é o inglês. Quem
quiser ser visto e lido tem de dominar pelo menos o inglês científico,
um patoá escrito que não faz jus à língua materna de Shakespeare. É
fato, não boato: prosa científica é um troço chato.
Para se render à constatação, porém, não é necessário agachar-se. No
Brasil, andou grassando a mania dos nomes anglófilos para tudo. Já
houve até uma Organization for Nucleotide Sequencing and Analysis
(Onsa, ou Organização para Seqüenciamento e Análise de Nucleotídeos,
protagonista do projeto genoma bandeirante). Publicar em inglês
tornou-se obrigação para cientistas naturais. Primeiro, para ganhar
visibilidade fora do país. Depois, para ter acesso aos "quality
journals" (periódicos de primeira linha), dotados de "peer review"
(revisão por pares) e "high impact factor" (altos índices de impacto)
que embasbacam os apontadores de produtividade da burocracia
financiadora. Nem tudo que se publica em ciência, porém, tem interesse
ou aplicação internacional. Estudos biomédicos ou agrícolas, por
exemplo, muitas vezes restringem-se a fenômenos regionais.

Torná-los disponíveis para os diretamente afetados -especialistas em
saúde ou extensionistas rurais- é vital para melhorar seu desempenho.
O dilema "inglês versus português" está no centro de artigo publicado
por Rogério Meneghini e Abel Packer -em inglês, decerto- no periódico
"EMBO Reports" (www.nature.com/embor/journal/v8/n2/full/7400906.html).
Já traduzido, seu título pergunta: "Existe Ciência Fora do Inglês?"
Meneghini e Packer são dois dos motores por trás da iniciativa que
mais fez, provavelmente, para aumentar a visibilidade da ciência
brasileira -interna e externamente. Trata-se da SciELO
(www.scielo.br), ou "Scientific Electronic Library Online".

Como o nome diz -em inglês...-, o portal foi criado para dar acesso
livre a periódicos nacionais (175, hoje). Alguns são publicados
diretamente em língua inglesa, perfazendo 30% dos artigos disponíveis
na base. Outros trazem, ao menos, sumários ("abstracts") nesse idioma.
Como a página na internet tem versão em inglês, em princípio qualquer
cientista do mundo pode pesquisar o que se estuda, no Brasil, em sua
área. A SciELO também tornou mais acessível, para brasileiros e
latino-americanos, a produção científica nacional. Não é preciso saber
inglês nem pagar para utilizar seu dispositivo de busca. Até
jornalistas conseguem usá-lo, e as consultas diárias a artigos já
ultrapassam a média de 200 mil.

Apesar disso, apontam Meneghini e Packer, o idioma de publicação ainda
funciona como um divisor de águas. Dos cerca de 50 mil artigos
científicos produzidos anualmente por brasileiros, 18 mil entram na
base de dados Web of Science ("teia da ciência"), principal ferramenta
internacional de indexação. Destes, só 2,7% saem em português.
Publicar em língua nativa ainda significa, na maioria dos casos, ver
seu trabalho em periódicos de qualidade e impacto inferiores.

A SciELO tem feito muito pela difusão da produção científica autóctone
entre aqueles que não dominam o inglês. Para que a nata dessa produção
fique acessível a todos, porém, seria preciso que congêneres
poderosas, como a Web of Science, divulgassem versões dos artigos
seletos também na língua nativa de seus autores.


MARCELO LEITE é doutor em Ciências Sociais pela Unicamp, autor do
livro paradidático"Pantanal, Mosaico das Águas" (Editora Ática) e
responsável pelo blog Ciência em Dia (www.cienciaemdia.zip.net).
E-mail: cienciaemdia@uol.com.br
_______________________________________________



SUBJECT: Re: Dawkins 'falou e disse' porque estudar Zoologia: "Design Inteligente"!
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/02/2007 00:37

O Enézio não é pra ser levado a sério - a despeito da vontade dele. E,
sim, design inteligente é outro nome para o velho criacionismo.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Joaquim de Campos Salles"
> Olá Pessoal,
>
> Recebi o post abaixo. Design inteligente não é uma forma de
> criacionismo? Dawkins inspirou isso?!?!?!?!?!?
>
> Abraços confusos
>
> Joaquim



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: P/Homero, um conselho:aprenda ética primeiro...
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2007 00:40

Takata escreveu sobre a lei de talião:
[ Na verdade deve ter até mm precedido o surgimento da humanidade (ações
similares são tomadas por chimpanzés e até mm por outros mamíferos sociais -
como as hienas).
.............................

Entendo que seu aparecimento na história da humanidade foi um passo
importante na direção do que chamamos hoje de justiça. O normal do ser
humano ofendido ou agredido é acabar com a raça do provocador. Conseguir
parar uma reação natural de revide, normalmente pontos acima da agressão
recebida, e obter "um julgamento justo que vingue o mal recebido", é um
progresso significativo na aplicação da justiça.
[]s
JR
..............................

From: "rmtakata" <roberto.takata@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, February 14, 2007 12:18 AM
Subject: [ciencialist] Re: P/Homero, um conselho:aprenda ética primeiro...


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> Há controvérsias se Talião foi um legislador ou não.

Talião não é nome de pessoa. Talião tem a mm base de retaliar. Vem do
latim 'talio, onis', q por sua vez deriva de 'talis, e', q significa
'tal, igual'. É o nome q se dá ao sistema de justiça em que a pena por
uma infração é a aplicação da mm ação sobre o infrator: se um sujeito
fere alguém, ele deve ser ferido como punição. Foi a base do primeiro
código escrito de leis conhecido - o de Hamurábi - e deve ter sido
aplicado muito antes do desenvolvimento da escrita. Na verdade deve
ter até mm precedido o surgimento da humanidade (ações similares são
tomadas por chimpanzés e até mm por outros mamíferos sociais - como as
hienas).

Assim, lei de talião não é uma lei desenvolvida por um sujeito chamado
Talião, do mm modo como lei da boa razão não é uma lei desenvolvida
por alguém chamado Boa Razão.

Muita gente boa ainda se engana qto a isso.

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Novato no grupo.
FROM: JoãoNeto <joao.neto75@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2007 13:05

Srs.,


Subscreví-me faz pouco tempo no forum. Estou lendo os emails sobre física, que curso. O site do Professor Léo tem sido importante para mim, gosto muito. O Prof. está de parabéns. Dúvidas que tinha tirei lá. Os colegas que o conhecem têem a opinião igual. Paguei uma disciplina de relatividade, e me interessei muito.Notei, como aconteceu comigo(ainda acontece), que os problemas de entendimento certo da teoria da rel. depende da correta compreensão de umas inconsistências da teoria de Newton bem como dos princípios da relatividade de Einstein e o princípio da equivalência. Pelo que ví neste e noutros fóruns, uma das causas de paradoxos é o fraco entendimento das consequências mais faladas, que são contração de comprimentos e dilatação tempo, pelo que tem muitos paradoxos. Os emails que lí sobre o paradoxo dos gêmeos, achei algumas explicações bem interessantes e bem embasadas. Ainda falta compreender alguma coisa. Agora, um consequência que não entendí direito e creio que uns colegas também é a do múon, criado a 10000 ou mais metros de altura e que aparecem ao nível do mar, quando pela fiísica newtoniana isso é impossível. Alguém poderia esclarecer esse tópico? Não ví emails tratando disso, no nível do outro, dos gêmeos. Uma colega me perguntou, foi Einstein quem decretou isso? Dizem que sim, e que a relatividade estaria errada. Sinto que não, mas não sei como justificar isso. Não entendi, em outras palavras, as explicações dadas pelos professores e livros didáticos. Sei fazer os cálculos, apesar disso. Aguardo que os professores do grupo retomem esses assuntos.


João

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Carne: enfim o método
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2007 13:07

Camarão criado em cativeiro é, práticamente, artificial pois é alimentado com produtos que têm a finalidade de apenas torná-los grandes e comerciáveis.É o caso do pitu.
Já o camarão pescado artesanalmente é o melhor: vá prara o cais, espere o barco chegar e compre o crustáceo decápode fresco e saudável.
Os outros sofrem o processamento por nitratos para manter a boa aparência

silvio.
----- Original Message -----
From: LECarvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 11, 2007 7:04 PM
Subject: [ciencialist] Carne: enfim o método


At 02:13 11/2/2007, you wrote:

>Sim, as pessoas devem comprar carne de peixe de aquário,

ai, ai, ai...
Mas o de aquário é que é o problema.

Tu faz feira ?
Tu enteinde de camarão ?

O camarão de cativeiro, grande, é mais caro que o
camarão pescado, ainda que pequeno.

Fica ixperto.

L.E.

> ninguém mais
>pesca, ninguém compra carne de pescado fresquinha :-) Faça-me o favor!
>
>O frango é que é o problema, mas tb a carne vermelha é. Ninguém sai
>por aí caçando bois e vacas.
>
>E as verduras, legumes e frutas com agrotóxicos, e se for assim não se
>faz nada, porque os herbívoros devem ingerir agrotóxicos.
>
>Mas a comprovação diz respeito a colesterol e gorduras e nisso as
>carnes brancas são melhores para a saúde humana que as carnes
>vermelhas, com excessão talvez, da carne vermelha magra
>
>Sds,
>Romano
>
>--- Em
><mailto:ciencialist%40yahoogrupos.com.br>ciencialist@yahoogrupos.com.br,
>LECarvalho <lecarvalho@...>
>escreveu
> >
> > At 21:00 10/2/2007, you wrote:
> >
> > >Poder rir a vontade( mas para a saúde as carnes brancas são melhores),
> > >simplesmente porque são carnes magras.
> >
> >
> >
> >
> > Carne branca de peixes criados em cativeiros... cheios de antibiótico ?
> >
> > Carne branca de galinhas criadas dentro de um
> > engradado, com hormonios e outros medicamentos ?
> >
> > Melhor que carne vermelha de caça ?
> >
> >
> > Isto era uma lista de ciencia.
> >
> > Off topic, tudo bem.
> >
> > Mas...
> > violações do método científico também ?
> >
> >
> > L.E.
> >
> >
> >
> >
> >
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: A universalização dos valores morais
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/02/2007 13:36

Olá,

Takata: O problema é desconsiderar o monopolismo e outras tendências
olipolistas. A ideologia *mercantilista* é inerentemente
monopolista...

Manuel: Em nenhum momento relacionei a universalização do valor da
igualdade à ideologia mercantilista em particular, mas ao fenômeno
mais geral que é o desenvolvimento (aparição -> regulamentação ->
generalização) das relações de troca mercantis. Confundir relações
mercantis com mercantilismo é como confundir ciência com
cientificismo.

Por mais desonesto e/ou "amigo do rei", o comerciante admite que a
troca mercantil "deve ser" uma troca de equivalentes ("deve ser", não
necessariamente "é": é isso que distingue a lei natural da norma
social). Pressupõe, portanto, o reconhecimento do outro como igual. A
prática reiterada, por séculos e séculos, do intercâmbio comercial
favoreceu um determinado tipo de juízo em que a igualdade de condição
figura como critério e paradigma.

Manuel escrevera: O Cristianismo, por exemplo (religião sincrética
derivada do monoteísmo judaico, do mitraísmo, do culto de Ísis -
Ísis, assim como Maria, era considerada "a mãe de Deus" -, do
platonismo e do estoicismo), institui a crença de que todos os homens
são irmãos em Cristo.

Takata: E assim q cresceu...

Manuel: ... passou a transgredir, cada vez com maior cinismo e por
razões corporativas, o princípio que ele próprio ajudou a instituir:
a igualdade dos homens diante de Deus (ou da Razão: "No princípio era
o Logos e o Logos estava com Deus e o Logos era Deus" - João, 1:1).
Entretanto, tais transgressões não invalida o princípio moral, dado
que esse não é regra do ser, mas norma do "dever-ser" (deve ser, não
necessariamente é, pode não vir a ser).

Takata: Regra de ouro: todo mundo é igual qdo isso me beneficia
(geralmente isso ocorre qdo eu sou a minoria).

Manuel: Os jogadores frios e os calculistas também sentem remorso;
por mais que racionalizem durante o dia, à noite têm pesadelos. Claro
que há exceções, os sociopatas, por exemplo, indivíduos com lesão ou
disfunção na ínsula anterior e no córtex pré-frontal dorsolateral.

Manuel escrevera: Sim, mas o liberalismo foi, a princípio, uma
doutrina econômica advogada pelos intelectuais orgânicos da burguesia
industrial, cuja principal causa foi a abolição da escravidão e a
defesa da livre "contratação" da força-de-trabalho.

Takata: Da burguesia q queria superar o mercantilismo, posto q isso o
prejudicava - ficavam alijados dos nacos mais rentáveis, q ficava com
a coroa e seus beneficiários diretos.

Manuel: Da burguesia que surgiu quando as relações mercantis se
generalizaram ao ponto de penetrarem na esfera da produção,
instituindo, assim, no lugar da escravidão, o mercado da força-de-
trabalho (em que o trabalhador, antes uma rês, é posto na condição de
sujeito econômico).

Manuel escrevera: Mesmo nas piores das circunstâncias - como a dos
físicos soviéticos incubidos da tarefa de fabricar a bomba atômica
comunista, mantidos por Béria em regime de prisão e sob constantes
ameaças - a pesquisa científica só pode avançar se for assegurado
aos cientistas liberdade de duvidar e de consentir, de elaborar
hipóteses, de questionar essas mesmas hipóteses (tentar falseá-las)
e de desconfiar dos dados da experiência. Isso é "autonomia
individual" nos marcos do Laboratório.

Takata: Uma autonomia individual bastante restrita, não?

Manuel: Sim, uma pequena semente muito fecunda e resistente a
intempéries.

Na ex-URSS os mais destacados dissidentes eram cientistas (como
Andrei Sakarov) e a fração da Nomenklatura que pressionava por
reformas liberalizantes era a fração dos tecnocratas, ligada à
pesquisa científica e liderada por Gorbachev.

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A universalização dos valores morais
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2007 18:39

Takata:

Dizqer que um país "roubou" do outro informações sobre tecnologia é algo digno de refçexão: exatamente sobrte a energia termonuclear, as diversas teorias eram repassadas entre os cientistas em diversos páíses, apenas a guerra forçou sigilo sobre o tema; entretanto com a diáspora dos cientistas alemães - muiotos judeus - os processos foram disseminados inclusive na Noruega: e a espionagem que nada mais que comprar de corruptos, também contribuiu para o processo, de ambos os lados.
Note que sobre o radar, desenvolvido na inglaterra, não houve vazamento de informações. Mas sobre a termo-nuclear realmente pairavam dúvidas sob qual estágio estariam os avanços dos beligerantes.
Lembre-se de que Yan Tzu nos ensina que na guerra o elemento mais impotante é o espião e, logo após, as fontes de matérias primas (os alemães não tinham)
A complexidade de tais assuntos é tão vasta, tantos meandros e mentiras que discutí-los hoje nada resolve: O Brasil até entreou na brincadeira, querendo usar o tório e se deu mal.... perdeu tempo. e hoje, para construir um reator para submarino, não sei quantos bilh~ies e quantos anos já foram gastos e não está ainda nem na metade..... E no mercado livre tem pra vender.... tratar com o Osama....

sds.,
silvio
----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 19, 2007 12:23 AM
Subject: [ciencialist] Re: A universalização dos valores morais


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> Sem considerar alguns tipos de mercado (monopolista,
> monopsônico...), as relações de troca mercantil são horizontais,

O problema é desconsiderar o monopolismo e outras tendências
olipolistas. A ideologia *mercantilista* é inerentemente monopolista
(a tese completa é longa e complexa, mas o resumo da ópera é "quem tem
mais ganha mais ainda", concentrando a riqueza). A igualdade de
condições só advém com o liberalismo - é necessária a constante
intervenção governamental para manter o q o titio Adam Smith tomou por
premissa (infinitos concorrentes, absoluta liberdade de entrar e sair
do mercado, igualdade de condições de competição, etc).

> O Cristianismo, por exemplo (religião sincrética derivada do
> monoteísmo judaico, do mitraísmo, do culto de Ísis - Ísis, assim
> como Maria, era considerada "a mãe de Deus" -, do platonismo e do
> estoicismo), institui a crença de que todos os homens são irmãos em
> Cristo.

E assim q cresceu...

Regra de ouro: todo mundo é igual qdo isso me beneficia (geralmente
isso ocorre qdo eu sou a minoria).

> Manuel: Sim, mas o liberalismo foi, a princípio, uma doutrina
> econômica advogada pelos intelectuais orgânicos da burguesia
> industrial, cuja principal causa foi a abolição da escravidão e a
> defesa da livre "contratação" da força-de-trabalho.

Da burguesia q queria superar o mercantilismo, posto q isso o
prejudicava - ficavam alijados dos nacos mais rentáveis, q ficava com
a coroa e seus beneficiários diretos.

> Manuel: Mesmo nas piores das circunstâncias - como a dos físicos
> soviéticos incubidos da tarefa de fabricar a bomba atômica
> comunista, mantidos por Béria em regime de prisão e sob constantes
> ameaças - a pesquisa científica só pode avançar se for assegurado
> aos cientistas liberdade de duvidar e de consentir, de elaborar
> hipóteses, de questionar essas mesmas hipóteses (tentar falseá-las)
> e de desconfiar dos dados da experiência. Isso é "autonomia
> individual" nos marcos do Laboratório.

Uma autonomia individual bastante restrita, não?

> Ademais, muitos dos avanços tecnológicos ocorridos da antiga URSS
> devem-se menos a inventividade dos seus cientistas (os melhores
> viviam confinados e incomunicáveis) e mais ao trabalho dos espiões.

Muitos dos avanços americanos (e franceses e ingleses) idem - o
programa espacial roubou os segredos nazistas de foguetes com o
seqüestro e cooptação de cientistas alemães. Abelardo Barbosa foi um
visionário.

[]s,

Roberto Takata






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: A democracia e o 'moralmente correto'
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/02/2007 23:27

Olá,

Interessante esse texto do Tzvetan Todorov, búlgado residente em
Paris, Diretor de pesquisas no Centre National de la Recherche
Scientifique (Centro Nacional de Pesquisa Científica), crítico,
historiador e filósofo:

"A democracia não é um estado 'virtuoso'; ela deixa qualquer um
conceber à sua própria maneira o soberano bem, e limita-se a
controlar os meios para que isso aconteça, proibindo a violência.
Isso não significa que ela seja hostil à moral, mas sim que a
restringe à esfera privada. Ora, o 'moralmente correto' quer reunir
moral e política, se não no seio do Estado, pelo menos na sociedade -
mas, à diferença do que se produz no totalitarismo, aqui a reunião se
organiza sob a égide da moral. Dentro do país, esse desvio favorece a
estigmatização dos transgressores, as lições de moral dirigidas aos
outros e o reinado da consciência limpa. Nas relações entre países
leva-nos ao projeto das cruzadas ou das guerras coloniais travadas em
nome do bem; também aqui, o reconhecimento da pluralidade é
substituído pela tentação de fazer reinar o bem.
"A cada vez, o que é negado é a autonomia do sujeito. De um lado, é o
indivíduo que não tem mais o direito social de exercer seu
julgamento, já que as transgressões ao 'moralmente correto' serão
estigmatizadas. De outro, são os povos ou os Estados que se vêem
privados de sua soberania, e outro Estado ou uma coligação de
Estados, militarmente superiores, arroga-se o direito de ingerência,
apresentando-se como a encarnação do bem a ser imposto aos outros
pela força. A tentação do bem é perigosa: já se devem a ela, no
século XX, as bombas de Hiroshima e Nagasaki, sem falar na 'caça às
bruxas' que aconteceram em diversos países nem um pouco totalitários.
(...) Nem o Estado democrático nem a ordem mundial têm como vocação a
de encarnar o bem; é melhor que a aspiração à santidade permaneça
como assunto privado". - Tzvetan Todorov; "Memória do mal, tentação
do bem: indagações sobre o século XX"; ARX; 2002; pp. 363/364.

Abraços,
Manuel Bulcão



SUBJECT: Animais gregários e justiça de grupo - Re: P/Homero, um conselho:
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2007 00:28

Olá Jose Renato

Renato: "O normal do ser humano ofendido ou agredido é acabar com a
raça do provocador. Conseguir parar uma reação natural de revide,
normalmente pontos acima da agressão recebida, e obter "um julgamento
justo que vingue o mal recebido", é um progresso significativo na
aplicação da justiça."

Na verdade, não. Talvez, e apenas talvez, o surgimento do conceito
abstrato de justiça possa ser, mas o bloqueio é mais de origem
biológica, genética, comportamental, de animais gregários, que uma
decisão voluntária ou intencional.

A natureza, o comportamento padrão, de todo animal gregário, inclusive
seres humanos, é cessar a violência bem antes de matar o adversário.

E é assim mesmo em animais que usam a violência cotidianamente, como
forma de sobreviver, como lobos.

Lobos são animais gregários, cuja colaboração é importante para
sobrevivência, pois caçam animais bem maiores em grupos bem coordenados.

Eventualmente, lobos mais jovens, em posição hierárquica inferior,
tentam tomar o comando e se tornar o macho alpha. Isso envolve lutas
ferozes entre animais ferozes, que usam todas suas armas para subjugar
o adversário.

Mas, ao perceber que não pode vencer, o animal mais fraco deita e
oferece a jugular, o pescoço ao vencedor. Que, com adrenalina a mil,
com toda ferocidade a flor da pele, com todos os hormônios e
mecanismos de luta no auge, ao invés de morder e matar, congela, cessa
imediatamente o combate e permite que o adversário viva.

Por que ele faz isso? Um deus-lobo determinou nas tábuas da lei que
"não matarás outro lobo"? Ou uma compreensão natural de justiça surge
nos lobos?

Não, é que evolutivamente é um comportamento mais vantajoso manter um
valioso membro do grupo, um lobo adulto, forte e capaz, para caçar e
alimentar a matilha, do que matar o adversário.

E isso não significa que o lobo "pense" nisso em qualquer momento.
Significa apenas que, entre as diversas formas de se comportar com
adversários vencidos, não matar trouxe mais vantagens a alcatéia que
matar, e, ao longo dos milhares de anos, apenas alcatéias com genes
que determinassem esse comportamento sobreviveram.

Mesmo o revide, a punição, deriva da necessidade de controlar
comportamentos egoístas entre um grupo altruísta. O altruísmo traz
vantagens ao grupo, mas um único egoísta levaria enorme vantagem nesse
grupo (se todos dividem a comida, quanto a obtém, se um não divide, se
alimentará, em média, mais que os outros).

Somos animais que tendem a "justiça" muito antes de podermos falar ou
elaborar essa noção (e sem necessidade de nenhuma divindade que nos
ensinasse o caminho).

Um abraço.

Homero




SUBJECT: Pesquisadores criam cérebro computadorizado na Suíça
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2007 01:14

Pesquisadores criam cérebro computadorizado na Suíça

Manfred Dworschak

Uma rede de nervos artificiais está crescendo em um supercomputador na
Suíça - que deverá simular um cérebro natural, célula por célula. Os
pesquisadores que trabalham no "Blue Brain" [Cérebro Azul] prometem
novas percepções sobre as origens da consciência humana.

A máquina é linda quando acorda - as células nervosas reluzem na tela
em tons pastel, correntes elétricas brilham através de um labirinto de
sinapses. Logo depois de ligado, o cérebro parece um pouco sonolento,
mas suaves surtos de corrente o despertam totalmente.

Essa peça de hardware inédita consiste em cerca de 10 mil chips de
computador que atuam como células nervosas reais. Para simular um
cérebro natural, parte do córtex cerebral de ratos jovens foi
minuciosamente replicado no computador, célula por célula, juntamente
com a estrutura das sinapses, em forma de árvore.

A simulação foi criada na Universidade Técnica de Lausanne, Suíça,
onde 35 pesquisadores participam da manutenção desse cérebro
artificial. Ele funciona em um dos supercomputadores mais poderosos do
mundo, mas em breve até este ficará pequeno demais. O objetivo é
construir uma máquina eletrônica pensante muito maior, que em última
instância replicaria o cérebro humano.

Um projeto tão ambicioso teria sido ridicularizado alguns anos atrás.
"Hoje temos os computadores de que precisamos", diz o biólogo Henry
Markram, 44, diretor do projeto. "E sabemos o suficiente para começar."

Markram sabe dos problemas que seu grupo deverá enfrentar. "Mas se não
construirmos o cérebro nunca saberemos como ele funciona", diz. Na
verdade, houve avanços formidáveis na pesquisa cerebral nos últimos
anos, mas as respostas para as grandes perguntas são tão vagas quanto
sempre foram. Como se desenvolve a consciência na orquestra elétrica
das células? Como exatamente um lampejo de inteligência se acende da
interação entre os genes, proteínas e substâncias mensageiras?

O modelo de Lausanne é a tentativa mais radical já feita de investigar
o mistério da consciência. A idéia é sedutoramente simples: determinar
como a mente surge da biologia e replicar a biologia. É uma tarefa que
exige enorme paciência e atenção aos detalhes, um processo que
significa copiar a natureza uma molécula de cada vez.

Embora o primeiro cérebro artificial possa parecer simples, será um
modelo útil. Os pesquisadores poderão usá-lo para reproduzir as
funções do órgão real e testar suas teorias. Conforme eles acrescentam
novos processos, o modelo torna-se cada vez mais detalhado - uma
espécie de projeto "wiki" da mente. Ele também apresenta uma vantagem
importante em relação ao cérebro natural, pois permite que os
pesquisadores monitorem cada uma das atividades mentais simuladas na
máquina.
Mas houve atividade mental?

O Blue Brain recém-nascido surpreendeu os cientistas por sua
disposição desde o primeiro dia. Mal lhe haviam fornecido impulsos
elétricos quando estranhos padrões começaram a surgir na tela, com os
clarões semelhantes a relâmpagos produzidos pelas células que os
cientistas identificam com os processos de pensamento reais. Grupos de
neurônios começaram a sintonizar-se até que começaram a disparar
ritmadamente. "Isso aconteceu totalmente por conta própria", diz
Markram. "Espontaneamente."

Construindo o cérebro eletrônico

Dez mil células nervosas artificiais foram entrelaçadas em Lausanne, e
os pesquisadores pretendem aumentar o número para um milhão até o fim
do próximo ano. Isso não significa que eles estejam satisfeitos: o
trabalho está previsto para durar até 2015 ou mais. Então, a menos que
o projeto seja considerado demasiado ambicioso, Markram e sua equipe
pretendem estar prontos para seu objetivo principal: um modelo de
computador do cérebro humano completo - o que neste momento é quase
uma fantasia, diante das cem bilhões de células que eles teriam de
fabricar.

Os céticos se perguntam qual o objetivo de replicar coisas com tanta
dificuldade, se os cientistas têm tão pouca compreensão de seu
objetivo e função. De fato, num futuro previsível ninguém saberá o que
acontece exatamente nos circuitos do cérebro replicado, a não ser que
parece sedutoramente autêntico para um observador externo.

Talvez os únicos que poderiam saber são os ratos que continuam
existindo como sombras nesse supercomputador. Os pesquisadores abriram
milhares de crânios de ratos ao longo dos anos, retiraram seus
cérebros e os cortaram em finas fatias que mantiveram vivas. Então
dirigiram pequenos sensores para cada neurônio. Eles escutaram as
células disparando neurônios e interceptaram as respostas que vinham
das células adjacentes.

As fatias de cérebro foram expostas a variados impulsos elétricos. Os
impulsos refletiam os estímulos que podem ter sido recebidos pelos
cérebros dos ratos de laboratório quando os animais cheiravam queijo
ou eram assustados por uma forma. As células reagiam - assim como
faziam quando os ratos estavam vivos - enviando correntes elétricas
pelo neuroplexo. Os equipamentos de medição dos pesquisadores
registraram todos os sinais até que as fatias de cérebro expiraram.

No final, os pesquisadores do laboratório de Markram coletaram todo o
repertório de comportamento de centenas de tipos de células em todas
as situações concebíveis na vida de um rato - e o armazenaram em
tabelas intermináveis. Essa enorme pilha de dados permitiu que os
cientistas começassem a construir seu substituto digital.


Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves



SUBJECT: Fórum Relatividad
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2007 02:19

Lista,

Há algum tempo participo de um fórum espanho, sobre relatividade. Está sendo proveitoso e tem de tudo, lá: relativistas de carteirinha, sem carteirinha, penetras, não relativistas, interessados no assunto, sem outras pretensão que apenas se informar. Tem até gente, lá.
Basicamente, só trata de relatividade, pois os participantes estão centrados nesse ramo do conhecimento. E tem enfoques científicos, nessa área, para todos os gostos. Convido a todos, embora a casa não seja minha.

E-mail, para contato:
relatividad@yahoogroups.com

Gostaria de reencontar amigos do ciencialist por lá.

Sds,
Victor.




[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: P/ bruna - OFF Topic: a questão da carne, minha resposta
FROM: "Silvio Cordeiro" <scordeiroes@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2007 02:35

Prof. Takata:
sua intransigência e apego a um ponto de vistas furado é de tal monta que gostaria que vs,. fizesse um curta, com roteiro, usando câmaras de vigia, fixas ou que se movem sob seu próprio eixo.(Não vale usar recordes das fitas: tem de usar a técnica usual e direção, fotografia, montagem em moviola.... SErá que nunca se pode ter razão? permita-me entender algo....

Um autêntico ferrinho de dentista.....

sds.,

silvio.
----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 11, 2007 10:36 PM
Subject: [ciencialist] Re: P/ bruna - OFF Topic: a questão da carne, minha resposta


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiroes@...>
> As de controle não são apontadas, são fixas

Na não. Elas podem girar em torno de seu eixo - horizontal e vertical.
Tecnologia moderna é outra coisa. (De lambuja conseguem facilmente um
zoom de até 200 vezes.)

> e não são câmara para a confecção de filmes de entretenimento.

Documentários tb não. Eventualmente registros científicos são usados
para gerar entretenimento, mas o propósito é outro.

É fato q o crocodilo atacou uma impala (aliás, coisa q acontece um sem
número de vezes no Serengheti ao longo dos anos). Tb é fato q o
hipopótamo avançou sobre o crocodilo (coisa q ocorre de qdo em vez.) O
q parece ser bastante raro (e certamente inesperado) é o hipopótamo
tendo aquele comportamento com a impala: o q significa aquilo? Não se
sabe.

[]s,

Roberto Takata






------------------------------------------------------------------------------


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: P/ bruna - OFF Topic: a questão da carne, minha resposta
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2007 02:45

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio Cordeiro"
> monta que gostaria que vs,. fizesse um curta, com roteiro, usando

Roteiro? Percebe q com isso vc está sugerindo q o hipopótamo, o
crocodilo e a impala decoraram um script?

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: A universalização dos valores morais
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2007 03:03

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> Manuel: Em nenhum momento relacionei a universalização do valor da
> igualdade à ideologia mercantilista em particular, mas ao fenômeno
> mais geral que é o desenvolvimento (aparição -> regulamentação ->
> generalização) das relações de troca mercantis. Confundir relações
> mercantis com mercantilismo é como confundir ciência com
> cientificismo.

Só q o mercantilismo surgiu desse mm processo de relação de trocas
mercantis. Aliás, humanos se tornaram commodities com o mercantilismo.

> Takata: Regra de ouro: todo mundo é igual qdo isso me beneficia
> (geralmente isso ocorre qdo eu sou a minoria).
>
> Manuel: Os jogadores frios e os calculistas também sentem remorso;

Nada q a suposição de um "bem maior" não possa eventualmente ajudar a
superar.

> Manuel: Da burguesia que surgiu quando as relações mercantis se
> generalizaram ao ponto de penetrarem na esfera da produção,
> instituindo, assim, no lugar da escravidão, o mercado da força-de-
> trabalho (em que o trabalhador, antes uma rês, é posto na condição
> de sujeito econômico).

Da burguesia q produziu a primeira revolução industrial em q crianças
trabalhavam em turnos de 14 horas ou mais... Cujos salários familiares
mal davam para alimentá-los. (Novamente, bom deixar claro q, com isso
não digo q a ausência do mercado seja a melhor alternativa se tomarmos
tudo em conta. Apenas q o mercado não é auto-regulado e muito menos
auto-regulado em relações sociais. A lógica do lucro será libertária
se isso maximizar o lucro e será opressiva se isso maximizar o lucro -
e isso depende de fatores sociais, políticos, ambientais, geográficos,
históricos, etc.)

> Takata: Uma autonomia individual bastante restrita, não?
>
> Manuel: Sim, uma pequena semente muito fecunda e resistente a
> intempéries.

Mas voltando à questão da produtividade científica. A autonomia
individual não se configura como um pré-requisito: pode existir
produtividade científica significativa com ou sem ela. Embora,
reforçando, não esteja eu com isso a dizer q a autonomia individual
não seja um valor a ser defendido - apenas q a produtividade
científica é alheia a isso.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Fórum Relatividad
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2007 04:53

Relatividade... teoria da relatividade de Einstein ou relatividade
epistemológica?

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor" <jvoneto@...> escreveu
> Lista,
>
> Há algum tempo participo de um fórum espanho, sobre relatividade.
Está sendo proveitoso e tem de tudo, lá: relativistas de carteirinha,
sem carteirinha, penetras, não relativistas, interessados no assunto,
sem outras pretensão que apenas se informar. Tem até gente, lá.
> Basicamente, só trata de relatividade, pois os participantes estão
centrados nesse ramo do conhecimento. E tem enfoques científicos,
nessa área, para todos os gostos. Convido a todos, embora a casa não
seja minha.
>
> E-mail, para contato:
> relatividad@yahoogroups.com
>
> Gostaria de reencontar amigos do ciencialist por lá.
>
> Sds,
> Victor.
>
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fórum Relatividad
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2007 08:35



----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 21, 2007 3:53 AM
Subject: [ciencialist] Re: Fórum Relatividad


Takata: Relatividade... teoria da relatividade de Einstein ou relatividade
epistemológica?

Victor: Também, que é um tempêro que não pode faltar; ou seja, "... enfoques científicos, nessa área, para todos os gostos". Basicamente, trata-se da Teoria da Relatividade, em termos de seus postulados e de suas consequências, que alguns não aceitam( por não haverem entendido, e buscam uma compreensão), em termos de novas proposições, etc.; há, nesse sentido, até um teorizador que apresenta novas formulações(por exemplo, uma alternativa clássica para obtenção da precessão de Mercúrio e de todos os demais planetas) para toda a TR, por aí. Há relativistas profissionais da área, etc. Mas aviso que não é um grupo avançado, apesar de haver um ou dois profissionais da área.

Sds,
Victor.


[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Victor" <jvoneto@...> escreveu
> Lista,
>
> Há algum tempo participo de um fórum espanho, sobre relatividade.
Está sendo proveitoso e tem de tudo, lá: relativistas de carteirinha,
sem carteirinha, penetras, não relativistas, interessados no assunto,
sem outras pretensão que apenas se informar. Tem até gente, lá.
> Basicamente, só trata de relatividade, pois os participantes estão
centrados nesse ramo do conhecimento. E tem enfoques científicos,
nessa área, para todos os gostos. Convido a todos, embora a casa não
seja minha.
>
> E-mail, para contato:
> relatividad@yahoogroups.com
>
> Gostaria de reencontar amigos do ciencialist por lá.
>
> Sds,
> Victor.
>
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: [ciencialist] Re: Email RicardoSoares
FROM: "Victor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2007 10:52


Caro Léo,

Não sei por quais cargas d´água apenas hoje pude ler este seu e-mail, de um longínquo 1/10/2006.
É bem verdade que há um sem número de e-mails, em preto, ainda, que não consiguí ler, por falta de tempo. Este e-mail, contudo, estava com a indicação de que eu o havia lido!... Só que não lembro! Será que tem coisa chegando? Bem, de qualquer maneira, peço-lhes desculpas por não haver retornado ainda, agradecendo, envaidecido, a disponibilização de seu execelente site. Seria uma honra, mas teria que ter disciplinado o suficiente para não me ater a um único trabalho, se o objetivo é informar. Além disso, teria que burilar mais a maneira de escrever e informar. Num site como o seu, o linguajar precisa ser mais comportado, mais formal, do que o que uso nestas nossas conversas de botequim virtual. Mas, de futuro, se me sentir suficientemente corajoso, poderei propor algum trabalho, para publicação no O Imperdível!. Lá, já tem tanta coisa boa e de tanta utilidade!

Sds,
Victor.


----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, October 01, 2006 8:41 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Email RicardoSoares


Ponho o Feira de Ciências à disposição!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 1 de outubro de 2006 16:02
Assunto: [ciencialist] Re: Email RicardoSoares


Olá Victor,

Estive acompanhando as suas mensagens (e as dos demais),
principalmente aquelas sobre a equação de Poisson...

Você escreve muito bem sobre estes assuntos, já pensou em colocar
estas "dicas" em algum site? Algo assim nada formal, mais para
esclarecer sobre o assunto mesmo... Acho que seria uma boa ideia...

Quanto ao meu e-mail, pode escrever em ricardosoaresvieira@gmail.com ,

Abraço

Ricardo.






--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "jvictor" <jvoneto@u...> escreveu
>
> Olá, Ricardo Soares.
>
> Perdí um e-mail, com um artigo seu anexado, e, com isso, perdí também
> seu e-mail pessoal.
>
> Preciso dar um retorno sobre, mas estou sem seu endereço eletrônico
pessoal.
>
> Por isso, os sinais de fumaça, para lhe comunicar.
>
> Grato.
>
> Victor.
>






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