SUBJECT: Re: [ciencialist] Fiocruz aproveita tempo ocioso de computadores
FROM: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 13:23

Alguém poderia me esplicar melhor como funciona isto???

Abraços
Aline

Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com> escreveu:
Sim. Eh a mesma ideia de computacao distribuida com ajuda de voluntarios.

Na minha maquina demorou umas 5 horas para processar um pacote. Eh
um Celeron M 1,3GHz com 512 MB de RAM.

Ateh
Luis Brudna


On 11/23/06, jvictor wrote:
>
>
>
>
>
>
> Deve seguir a mesma filosofia do Seti@home, do qual desistí. Vou instalar e colaborar também.
> Sds,
> Victor.
>
>


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SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 13:29

As chances por exemplo de serem encontradas aleatoriamente *razões
diatônicas* era de 1/25.000

"The difficulty of hitting a diatonic ratio just by chance is
enormous. The probability of hitting 12 out of 19 is only 1 part in
25,000. We're sure, 25,000 to 1, that this is a real result."

http://www.mcn.org/1/Miracles/sphere.html"

" ML: What did you find?
GH: The measurements of these patterns enabled me to find simple
ratios. In one type of pattern, circles were separated from each
other, like a big circle surrounded by a group of so-called
satellites. In this case, the ratios were the ratios of diameters. A
second type of pattern had concentric rings like a target. In this
case, I took the ratios of areas. The ratios I found, such as 3/2,
5/4, 9/8, 'rang a bell' in my head because they are the numbers which
musicologists call the 'perfect' intervals of the major scale.

ML: How do the ratios correspond with, for instance, the notes on a
piano that people might be familiar with?
GH: If you take the note C on the piano, for instance, then go up to
the note G, you've increased the frequency of the note (the number of
vibrations per second), or its pitch, by 1 1/2 times. One and one-half
is 3/2. Each of the notes in the perfect system has an exact ratio -
that is, one single number divided by another, like 5/3.

ML: If we were going to go up the major scale from middle C, what
ratios would we have?
GH: The notes are C, D, E, F, G, A and B. The ratios are 9/8, 5/4,
4/3, 3/2, 5/3, 15/8, finishing with 2, which would be C octave. "

http://www.mcn.org/1/Miracles/sphere.html

Abraços,
Junior



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
Como se usam formas geometricas,
> fatalmente serao encontrados teoremas da geometria - mm para padroes
> aleatoriamente formados, qto mais para padroes nao-aleatorios.
>





SUBJECT: Re: [ciencialist] Fiocruz aproveita tempo ocioso de computadores
FROM: "Luis Brudna" <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 13:56

Aviso geral... o sistema da Fiocruz tambem funciona via BOINC.

Na computacao distribuida um sistema centralizado distrubui pacotes
de informacao que podem ser processados individualmente por qualquer
computador que tenha um programa especifico instalado.

Um dos programas mais famosos de processamentos de pacotes eh o BOINC.
http://boinc.berkeley.edu/

Com o BOINC instalado vc escolhe em qual projeto quer contribuir.
Uma vez escolhido o programa do BOINC conecta nos computadores
centrais daquele projeto e pede um pacote de informacoes para ser
processado. Quando o teu computador terminar os calculos, o resultado
eh devolvido e um novo pacote eh solicitado.
O computador de quem contribui com os projetos soh precisa estar
conectado a internet para solicitar e devolver (apos processado) o
pacote de dados.

Este tipo de estrategia eh utilizado para calculos que demorariam
milhares de anos para serem realizados por poucos computadores. Por
exemplo, se um computador levar 1000 dias para processar uma
informacao, 1000 computadores levariam apenas 1 dia.

Existem milhares de pessoas que deixam seus computadores processando
esses pacotes. Para ter uma ideia o WordCommunityGrid jah tem 60.000
anos de processamento. Ou seja, somando o tempo que cada micro levou
pra processar as informacoes, resultou em toda essa potencia de
computacao. E isso foi conseguid em apenas dois anos de projeto.

Nao sei se fui claro. Qualquer outra duvida eh soh perguntar.

Ateh
Luis Brudna


On 11/23/06, Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br> wrote:
>
>
>
>
>
>
> Alguém poderia me esplicar melhor como funciona isto???
>
> Abraços
> Aline
>
> Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com> escreveu:
> Sim. Eh a mesma ideia de computacao distribuida com ajuda de voluntarios.
>
> Na minha maquina demorou umas 5 horas para processar um pacote. Eh
> um Celeron M 1,3GHz com 512 MB de RAM.
>
> Ateh
> Luis Brudna
>
> On 11/23/06, jvictor wrote:
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > Deve seguir a mesma filosofia do Seti@home, do qual desistí. Vou instalar e colaborar também.
> > Sds,
> > Victor.
> >
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>
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SUBJECT: Re: Fiocruz aproveita tempo ocioso de computadores
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 14:02

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Aline Santos
> Alguém poderia me esplicar melhor como funciona isto???

Vc instala um programa em seu computador. Esse programa, via internet,
se conecta a uma central q envia dados para o programa. Esses dados
são analisados pelo algoritmo do programa e o resultado é reenviado à
central.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 14:50

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> As chances por exemplo de serem encontradas aleatoriamente *razões
> diatônicas* era de 1/25.000

Cálculo sem sentido. Não quero me alongar nesta discussão, mais ainda
do q já está. Bradoque, faça o seguinte: lance uma moeda 30 vezes e
ponha aqui o resultado na seqüência: C - para cara e K - para coroa.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 14:59

Não. Faça o seguinte, use os critérios do Hawkins e demonstre o erro
dele aqui. Voce tem que refutar os calculos deles e não apresentar
continhas simples de colegial pra eu fazer

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > As chances por exemplo de serem encontradas aleatoriamente *razões
> > diatônicas* era de 1/25.000
>
> Cálculo sem sentido. Não quero me alongar nesta discussão, mais ainda
> do q já está. Bradoque, faça o seguinte: lance uma moeda 30 vezes e
> ponha aqui o resultado na seqüência: C - para cara e K - para coroa.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>





SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 15:38

Ai' estao, Takata!

(Logico q nao usei moedas, mas um gerador de numeros aleatorios na
net)

;-)

Considere 1=cara e 0=coroa.

1
0
0
1
1
0
1
0
1
1
0
1
0
1
1
1
1
0
1
1
0
0
0
1
0
0
1
0
1
0

Abs,
Eduardo Torres

PS: o gerador esta' em

http://www.ecositebr.bio.br/gerador.htm


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata"
<roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > As chances por exemplo de serem encontradas aleatoriamente *razões
> > diatônicas* era de 1/25.000
>
> Cálculo sem sentido. Não quero me alongar nesta discussão, mais
ainda
> do q já está. Bradoque, faça o seguinte: lance uma moeda 30 vezes e
> ponha aqui o resultado na seqüência: C - para cara e K - para coroa.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>





SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 15:45

Agora calcule a probabilidade *dessa* seqüência ter sido gerada ao
acaso...

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
> Ai' estao, Takata!
>
> (Logico q nao usei moedas, mas um gerador de numeros aleatorios na
> net)
>
> ;-)
>
> Considere 1=cara e 0=coroa.
>
> 1
> 0
> 0
> 1
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> 1
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> 1
> 0
> 0
> 1
> 0
> 1
> 0





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "Luis Brudna" <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 16:25

Gostei desse 'round kick' cientifico! :-)

hehe

Ateh
Luis Brudna


On 11/23/06, rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> wrote:
>
>
>
>
>
>
> Agora calcule a probabilidade *dessa* seqüência ter sido gerada ao
> acaso...
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
>
> > Ai' estao, Takata!
> >
> > (Logico q nao usei moedas, mas um gerador de numeros aleatorios na
> > net)
> >
> > ;-)
> >
> > Considere 1=cara e 0=coroa.
> >
> > 1
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> > 1
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> > 0
> > 1
> > 0
> > 1
> > 0
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Anencefalia e o reflexo de sugar
FROM: "Mauro" <bombaspr@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/11/2006 16:27

Na segunda-feira (20), [o bebê] passou por uma tomografia na Santa
Casa de Franca. Segundo o neurologista Danilo Bertoldi, a bebê possui
uma pequena parte do cérebro da região frontal do crânio.

Mauro: Esse é um *pequeno* detalhe, hehe...
Mas, como se trata de reação motora autônoma e que independe até mesmo
do sistema nervoso central, isso explica porque o tubo de alimentação
é simplesmente colocado na boca de pacientes em coma. É, vai ver que
é...

Inté+
Mauro



SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 16:27

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Não.

Se nem jogar moedinhas 30 vezes vc se dispõem a fazer, por q eu
perderia meu tempo tentando dialogar com vc?

A idéia é justamente mostrar q essas contas de q as chances seriam de
1 para 25 mil não fazem sentido. E fazer com q vc faça as contas, para
q se afasta qq possibilidade de manipulação dos dados por minha parte.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fiocruz aproveita tempo ocioso de computadores
FROM: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 16:38

mais uma perguntinha!!! rsrsrsrs
que programa é esse? e que resultados??? Agente pode ter acesso aos dados??

Aline

rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Aline Santos
> Alguém poderia me esplicar melhor como funciona isto???

Vc instala um programa em seu computador. Esse programa, via internet,
se conecta a uma central q envia dados para o programa. Esses dados
são analisados pelo algoritmo do programa e o resultado é reenviado à
central.

[]s,

Roberto Takata




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SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 16:57

Voce não perderia seu tempo porque voce não tem condiçoes de refutar o
Hawkins, por isso mandou eu fazer continhas com dados que não tem a
ver com o problema.

Para se refutar voce teria que partir de dados reais e usar a fórmula
de probabilidade, os que indicam a probabilidade sobre as razões
diatônicas. Demonstre que os calculos deles estão errados e voce ganha
a questão

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/58654

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > Não.
>
> Se nem jogar moedinhas 30 vezes vc se dispõem a fazer, por q eu
> perderia meu tempo tentando dialogar com vc?
>
> A idéia é justamente mostrar q essas contas de q as chances seriam de
> 1 para 25 mil não fazem sentido. E fazer com q vc faça as contas, para
> q se afasta qq possibilidade de manipulação dos dados por minha parte.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>





SUBJECT: Re: Fiocruz aproveita tempo ocioso de computadores
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 17:26

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Aline Santos
> mais uma perguntinha!!! rsrsrsrs
> que programa é esse? e que resultados??? Agente pode ter acesso
> aos dados??

O programa q se baixa do site da Fiocruz. Como o Brudna comentou há
vários outros programas com filosofia semelhante.

Em geral a pessoa não tem acesso direto aos dados - por uma série de
razões. Creio q no caso da Fiocruz tb não será diferente.

Mas eventualmente a pessoa poderá ter acesso ao resultado. Seja a
publicação do q foi descoberto, seja nos produtos desenvolvidos.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 17:29

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Voce não perderia seu tempo porque voce não tem condiçoes de refutar

Se vc acha isso ou se achar isso faz bem para vc...

A minha parte está feita. Depende apenas da sua boa vontade de gerar a
seqüência de caras e coroas para eu proceder à demonstração de q os
números dados sobre a probabilidade de se obter o padrão ao acaso não
quer dizer muita coisa.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Por que alguns gatos sobrevivem a grandes quedas?
FROM: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 17:34

Por que alguns gatos sobrevivem a grandes quedas?



Você sabia que alguns felinos podem sobreviver a quedas dos prédios mais
altos e até de aviões? O que não significa que a lenda de que eles têm sete
vidas é verdadeira. Inclusive, este mito provavelmente surgiu por conta das
mesmas habilidades felinas que permitem que os gatos sobrevivam a certas
situações.

*Não vai acontecer comigo...*


As pessoas associam gatos com habilidade para lidar bem com altura. Poucas
imaginam que seu próprio gato pode um dia cair ou se jogar de um lugar alto
demais, como do vigésimo andar.


Por isso, não se preocupam em tomar precauções para protegê-lo. Mas,
infelizmente, gatos caem de janelas de prédios altos com relativa
freqüência. E muitos donos só ficam sabendo que o bichano corria esse perigo
depois que perdem seu animal de estimação.


*Como os acidentes acontecem*


Na maioria das vezes, os gatos não se jogam. Eles caem. Muitos deles têm o
hábito de pular para chegar na sacada de uma janela e acabam escorregando na
aterrissagem, por distração ou por haver algo diferente no local onde
costumam se apoiar: orvalho, um objeto novo no beiral ou ausência de um
ponto de apoio presente até então, como um aparelho de ar-condicionado.



Gatos com aptidões físicas restritas, como os mais idosos e os muito novos,
correm muito mais riscos.


*Um verdadeiro pesadelo*


Os gatos também têm, como nós, diversas fases de sono, inclusive a REM,
quando sonham. Nesses momentos podem fazer movimentos inconscientes e cair
se estiverem num beiral.


*Tudo por uma caçada*


Um inseto ou passarinho no lado de fora do apartamento podem atrair tanto a
atenção do gato a ponto de ele tentar caçar e acabar caindo. Esse tipo de
acidente é muitíssimo comum com filhotes que querem brincar com tudo e ainda
não desenvolveram bem o equilíbrio.


*Em busca de aventura*


Alguns gatos podem pular de propósito da janela, querendo apenas dar uma
voltinha, principalmente quando o apartamento não é muito alto. A chance de
isso acontecer aumenta entre os machos não castrados, as fêmeas no cio e os
gatos que viveram parte da vida soltos.


*Duros na queda*


Os gatos desenvolveram comportamentos específicos, fisiologia e anatomia
próprias para enfrentar quedas grandes. Em contrapartida, podem se machucar
num pulo ou numa queda de pouco mais de um metro. Principalmente quando são
idosos ou obesos. É comum que os gatos mostrem receio de saltar alturas a
partir de dois metros, mas podem optar por enfrentar alturas bem maiores se
não encontrarem alternativa.


Quando em queda livre, por meio de uma rotação que se inicia pela cabeça,
esses felinos conseguem ficar, em pouquíssimos segundos, com as patas para
baixo, a partir de qualquer posição. Além disso, suas patas funcionam como
potentes amortecedores, com musculatura capaz de absorver o impacto do corpo
até uma velocidade próxima a 90 km/ h. Essa velocidade é atingida por um
gato ao cair do 6º andar de um prédio.


*Pára-gatos*

*
*Um estudo publicado em um jornal americano examinou 132 casos de gatos que
caíram de janelas com altura média equivalente a 5,5 andares e constatou que
90% deles sobreviveram.


Quanto maior a altura das quedas, mais ferimentos e ossos quebrados os gatos
apresentaram. O curioso é que, isso ocorreu até a altura equivalente a sete
andares, quando os ferimentos, em vez de aumentar, começaram a diminuir!!!
Ou seja, um gato que cai do 20º andar tem mais chances de sobreviver do que
um gato que cai do 7º andar.


Como isso é possível? Estudos mostraram que quando o gato cai do 6º andar,
atinge a sua velocidade máxima de cerca de 90 km/h em queda livre pouco
antes de tocar o solo. Depois que essa velocidade é atingida, a resistência
do ar se torna tão grande que impede maior aceleração. Portanto, o impacto
de cair do 6º andar ou de cima das nuvens é o mesmo, em se tratando de um
gato.



O motivo que leva o gato a se machucar menos quando cai de mais alto é
bastante discutido.



A teoria mais aceita é que o sistema de amortecimento funciona melhor após
alguns ajustes que são feitos durante a queda. Com mais tempo para se
organizar, o gato consegue tornar mais eficiente o uso de seu corpo e obter
um melhor efeito de amortecimento.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 17:41

O ônus é todo seu
Foi voce quem fez a crítica aos cálculos do Hawkins, demonstre voce.

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > Voce não perderia seu tempo porque voce não tem condiçoes de refutar
>
> Se vc acha isso ou se achar isso faz bem para vc...
>
> A minha parte está feita. Depende apenas da sua boa vontade de gerar a
> seqüência de caras e coroas para eu proceder à demonstração de q os
> números dados sobre a probabilidade de se obter o padrão ao acaso não
> quer dizer muita coisa.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>





SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 17:43

Como cada chance e' de 50%, seria 0,5^30 ou uma chance em
1.073.741.824.

Nao apostaria.

;-)

Abs,
Eduardo Torres


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata"
<roberto.takata@...> escreveu
>
> Agora calcule a probabilidade *dessa* seqüência ter sido gerada ao
> acaso...
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
> > Ai' estao, Takata!
> >
> > (Logico q nao usei moedas, mas um gerador de numeros aleatorios
na
> > net)
> >
> > ;-)
> >
> > Considere 1=cara e 0=coroa.
> >
> > 1
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> > 0
> > 1
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>





SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 17:48

Brudna, esses dados que foram enviados , não são os dados reais do
trabalho do Hawkins. São respostas de dados de um problema enviado
pelo Takata

Ele quer gerar polêmica, sem atacar a questão central levantada pelo
Hawkins, ou seja refuta-lo. No mínimo seria coerente, ele pegar os
calculos do WHawkins e refuta-los, sem malabarismos matemáticos

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luis Brudna" <luisbrudna@...>
escreveu
>
> Gostei desse 'round kick' cientifico! :-)
>
> hehe
>
> Ateh
> Luis Brudna





SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 17:56

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
> Como cada chance e' de 50%, seria 0,5^30 ou uma chance em
> 1.073.741.824.
>
> Nao apostaria.

Mas aí vem a pergunta. *Essa* seqüência - cujas chances são ainda
menores do q os tais 1 para 25.000 - então foi gerada a dedo?

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 17:59

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> O ônus é todo seu
> Foi voce quem fez a crítica aos cálculos do Hawkins, demonstre voce.

Demonstrar é o q estou fazendo. Apenas pedindo a sua colaboração. Não
vou nem ao menos tocar nos números - seja em sua geração, seja em seus
cálculos - para q não haja espaço para manipulação por minha parte.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida
FROM: "Fabiano \"bioastronomo\"" <bioastronomo@yahoo.com.br>
TO: <Undisclosed-Recipient:;>
DATE: 23/11/2006 18:10




Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida







St. Louis, EUA - Na busca por vida extraterrestre, cientistas podem tentar captar transmissões de rádio feitas por outras civilizações, ou detectar planetas semelhantes à Terra, em órbita de estrelas próximas. Casa abordagem tem suas dificuldades, e ambas dependem da escolha dos alvos mais promissores. A astrônoma Margaret Turnbull, que se devotou a buscar estrelas que possam manter zonas habitáveis, anunciou sua lista de principais candidatas na reunião deste ano da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS).

De um catálogo inicial de 17.129 "sistemas estelares habitáveis" publicado em 2003, Turnbull selecionou dez que considera os melhores, com base em uma série de critério de seleção. Ela apresentou cinco fortes candidatos para sinais de rádio de uma civilização inteligente - a especialidade da Busca por Inteligência Extraterrestre, ou SETI - e cinco candidatos para os que tentam detectar planetas semelhantes à Terra.

Os critérios de Turnbull são baseados "puramente nas características das estrelas em si". Vários, por exemplo, relacionam-se à idade. As estrelas selecionadas teriam de ter mais de 3 bilhões de ano, velhas o bastante para a formação de planetas e o surgimento de vida.

A principal candidata para abrigar uma civilização avançada, segundo Turnbull, é Beta CVn, uma estrela semelhante ao Sol a cerca de 26 anos-luz de distância, na constelação de Canes Venatici (Cães de Caça).



Fonte: http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/fev/20/175.htm







[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/11/2006 18:41

A questão não são os calculos de Hawking, mas o uso, Bradock/encrenca/troll/junior/etc, que faz deles. Só para variar, você junta textos e links que não dizem o que você pensa que dizem, nem tem qualquer relação com o que se debate ou discute.

Não entende nada, e não entende o que pensa que entende.

O Takata não está, nem tem porque, contestando Hawking, está apenas tentando demonstrar as asneiras que você escreve e posta na lista, pelo puro prazer de bater boca e arrumar encrenca.

O exemplo das moedas demonstra, com clareza, que mesmo uma sequencia que "parece impossível" de ser gerada de forma aleatória, como a sequência de caras e coroas que o Eduardo, gentilmente, ajudou a gerar, pode perfeitamente ser fruto do acaso. A questão, que você simplesmente não entende (ou, meu palpite, não quer entender, pois prefere a encrenca) é que é possível gerar formas complexas sem conhecer matemática complexa.

Padrões complexos, como árvores e Nautilus, gerados sem nenhum conhecimento de matemética complexa por parte da planta ou da natureza. Circulos em plantações, gerados por pessoas que não tem a menor idéia da matemática envolvida, e que usam apenas padrões repetitivos simples, que geram as imagens complexas.

Isso é simples de entender, ou deveria, não fosse a natureza "troll" que dificulta e distorce qualquer debate ou conversa.

Homero






----- Original Message -----
From: pcw_junior
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, November 23, 2006 5:48 PM
Subject: [ciencialist] Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot


Brudna, esses dados que foram enviados , não são os dados reais do
trabalho do Hawkins. São respostas de dados de um problema enviado
pelo Takata

Ele quer gerar polêmica, sem atacar a questão central levantada pelo
Hawkins, ou seja refuta-lo. No mínimo seria coerente, ele pegar os
calculos do WHawkins e refuta-los, sem malabarismos matemáticos

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luis Brudna" <luisbrudna@...>
escreveu
>
> Gostei desse 'round kick' cientifico! :-)
>
> hehe
>
> Ateh
> Luis Brudna





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 18:41

Acho que voce está distorcendo o rumo da discussão e tentando criar
polêmicas. A questão era voce desmontrar o erro do cálculo de Hawkins,
como voce expos aqui

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/58657

Onde está o erro de cálculo do Hawkins?

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > O ônus é todo seu
> > Foi voce quem fez a crítica aos cálculos do Hawkins, demonstre voce.
>
> Demonstrar é o q estou fazendo. Apenas pedindo a sua colaboração. Não
> vou nem ao menos tocar nos números - seja em sua geração, seja em seus
> cálculos - para q não haja espaço para manipulação por minha parte.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>





SUBJECT: Re: Plantando feijões no espaço?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 18:46

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luis Brudna" <luisbrudna@...>
> Os americanos fizeram isso com as "Arvores da Lua".
>
> http://www.gluon.com.br/blog/2005/08/01/arvores-lua/

*Apenas* 32 dólares?

Imagine uma feijuca com 32 dólares para cada feijão... rere

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 18:50

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> A questão era voce desmontrar o erro do cálculo de Hawkins,

Não há erro no cálculo. E sim no uso.

Vamulá, não vai doer nada vc lançar uma moeda trinta vezes e postar o
resultado.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 19:16

Isso já foi postado por outro , e???

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > A questão era voce desmontrar o erro do cálculo de Hawkins,
>
> Não há erro no cálculo. E sim no uso.
>
> Vamulá, não vai doer nada vc lançar uma moeda trinta vezes e postar o
> resultado.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>





SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 19:26

Isso aqui tá divertido:-)

Em primeiro lugar, Gerald S. Hawkins, não é o Hawkins que voce pensa
que é, nem tão pouco o Hawking:-)

Em segundo lugar , em troncos de árvores e Náutilos não são
encontradas razões diatônicas, nem teoremas complexos.

Em terceiro lugar, e o mais importante de todos. não estou fazendo uso
de cálculo nenhum, apenas foram mencinados por Hawkins, as
dificuldades de tais fenomenos ocorrerem aleatoriamente


"The difficulty of hitting a diatonic ratio just by chance is
enormous. The probability of hitting 12 out of 19 is only 1 part in
25,000. We're sure, 25,000 to 1, that this is a real result."

http://www.mcn.org/1/Miracles/sphere.html"

Portanto , se quiser refutar tb fique a vontade:-)

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@...> escreveu
>
> A questão não são os calculos de Hawking, mas o uso,
Bradock/encrenca/troll/junior/etc, que faz deles. Só para variar, você
junta textos e links que não dizem o que você pensa que dizem, nem tem
qualquer relação com o que se debate ou discute.
>
> Não entende nada, e não entende o que pensa que entende.
>
> O Takata não está, nem tem porque, contestando Hawking, está apenas
tentando demonstrar as asneiras que você escreve e posta na lista,
pelo puro prazer de bater boca e arrumar encrenca.
>
> O exemplo das moedas demonstra, com clareza, que mesmo uma sequencia
que "parece impossível" de ser gerada de forma aleatória, como a
sequência de caras e coroas que o Eduardo, gentilmente, ajudou a
gerar, pode perfeitamente ser fruto do acaso. A questão, que você
simplesmente não entende (ou, meu palpite, não quer entender, pois
prefere a encrenca) é que é possível gerar formas complexas sem
conhecer matemática complexa.
>
> Padrões complexos, como árvores e Nautilus, gerados sem nenhum
conhecimento de matemética complexa por parte da planta ou da
natureza. Circulos em plantações, gerados por pessoas que não tem a
menor idéia da matemática envolvida, e que usam apenas padrões
repetitivos simples, que geram as imagens complexas.
>
> Isso é simples de entender, ou deveria, não fosse a natureza "troll"
que dificulta e distorce qualquer debate ou conversa.
>
> Homero
>
>
>
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: pcw_junior
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, November 23, 2006 5:48 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
>
>
> Brudna, esses dados que foram enviados , não são os dados reais do
> trabalho do Hawkins. São respostas de dados de um problema enviado
> pelo Takata
>
> Ele quer gerar polêmica, sem atacar a questão central levantada pelo
> Hawkins, ou seja refuta-lo. No mínimo seria coerente, ele pegar os
> calculos do WHawkins e refuta-los, sem malabarismos matemáticos
>
> Abraços,
> Junior
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luis Brudna" <luisbrudna@>
> escreveu
> >
> > Gostei desse 'round kick' cientifico! :-)
> >
> > hehe
> >
> > Ateh
> > Luis Brudna
>
>
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>





SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 19:46

A questão não é tão simples assim, esses círculos aparecem no dia
seguinte, são gerados num intervalo de noite

No mínimo é preciso uma equipe treinada pra se fazer um circulo assim
no escuro e em tão pouco espaço de tempo.

É preciso -

1- Um mentor intelectual, a pessoa que faz os cálculos matemáticos e
um equipe treinada
2- Um lugar razoável, com as mesmas condições de uma plantação pra
treinar a equipe
3- Instrumentos de Medição
5- Equipamentos de corte especializados

PS: Eu acredito que isso é perfeitamente possível ser realizados por
humanos, não estou pensando em extra-terrestres. Por acaso , as
chances de eles acertarem fazer um padrão desses sem entender de
matemática são de 1/25.000, . O que é no mínimo razoável para voce
apostar num "projetista inteligente"


Agora vem a melhor parte, razões diatônicas na natureza: O único lugar
que se pode encontrar relações diatônicas na natureza são nos pássaros
ou nos cantos da baleia :-)

ML: You've established that there's a 25,000 to 1 chance that these
ratios are random occurrences. What about natural science processes?
GH: Natural science processes, left to their own devices, like
whirlwinds, rutting hedgehogs, and bacteria have no relationship to
the diatonic ratios. They (the diatonic ratios) are human-invented.
They are the human response to sound. The only place I can find
diatonic ratios in nature are bird calls and the song of the whale. I
don't think the birds made the circles, nor did the whales.

http://www.mcn.org/1/Miracles/sphere.html

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@...> escreveu
Padrões complexos, como árvores e Nautilus, gerados sem nenhum
conhecimento de matemética complexa por parte da planta ou da
natureza. Circulos em plantações, gerados por pessoas que não tem a
menor idéia da matemática envolvida, e que usam apenas padrões
repetitivos simples, que geram as imagens complexas.
>
> Isso é simples de entender, ou deveria, não fosse a natureza "troll"
que dificulta e distorce qualquer debate ou conversa.
>
> Homero





SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 20:30

Complementando, o que esqueci de mencionar, ou seja as relaçoes
diatônicas foram incluidas propositalmente para impressionar...já que
elas tem relação com o som

Algum brincalhão esperto e muito inteligente e sua equipe

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
escreveu
>
> A questão não é tão simples assim, esses círculos aparecem no dia
> seguinte, são gerados num intervalo de noite
>
> No mínimo é preciso uma equipe treinada pra se fazer um circulo assim
> no escuro e em tão pouco espaço de tempo.
>
> É preciso -
>
> 1- Um mentor intelectual, a pessoa que faz os cálculos matemáticos e
> um equipe treinada
> 2- Um lugar razoável, com as mesmas condições de uma plantação pra
> treinar a equipe
> 3- Instrumentos de Medição
> 5- Equipamentos de corte especializados
>
> PS: Eu acredito que isso é perfeitamente possível ser realizados por
> humanos, não estou pensando em extra-terrestres. Por acaso , as
> chances de eles acertarem fazer um padrão desses sem entender de
> matemática são de 1/25.000, . O que é no mínimo razoável para voce
> apostar num "projetista inteligente"
>
>
> Agora vem a melhor parte, razões diatônicas na natureza: O único lugar
> que se pode encontrar relações diatônicas na natureza são nos pássaros
> ou nos cantos da baleia :-)
>
> ML: You've established that there's a 25,000 to 1 chance that these
> ratios are random occurrences. What about natural science processes?
> GH: Natural science processes, left to their own devices, like
> whirlwinds, rutting hedgehogs, and bacteria have no relationship to
> the diatonic ratios. They (the diatonic ratios) are human-invented.
> They are the human response to sound. The only place I can find
> diatonic ratios in nature are bird calls and the song of the whale. I
> don't think the birds made the circles, nor did the whales.
>
> http://www.mcn.org/1/Miracles/sphere.html
>
> Abraços,
> Junior
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@> escreveu
> Padrões complexos, como árvores e Nautilus, gerados sem nenhum
> conhecimento de matemética complexa por parte da planta ou da
> natureza. Circulos em plantações, gerados por pessoas que não tem a
> menor idéia da matemática envolvida, e que usam apenas padrões
> repetitivos simples, que geram as imagens complexas.
> >
> > Isso é simples de entender, ou deveria, não fosse a natureza "troll"
> que dificulta e distorce qualquer debate ou conversa.
> >
> > Homero
>





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "Andre Timpanaro" <andre.timpa@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 21:19

>Eu acredito que isso é perfeitamente possível ser realizados por
>humanos, não estou pensando em extra-terrestres. Por acaso , as
>chances de eles acertarem fazer um padrão desses sem entender de
>matemática são de 1/25.000, . O que é no mínimo razoável para voce
>apostar num "projetista inteligente"

Só uma pergunta, qual é o interesse em saber se os círculos são feitos
por imbecis que fazem isso sem nenhum critério matemático, ou por imbecis
guiados por um cara que sabe matemática e não tem mais nada de útil pra
fazer?

André Timpanaro


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 21:36

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Isso já foi postado por outro , e???

E chegamos à incrível conclusão de que uma seqüência q foi
aleatoriamente gerada não foi aleatoriamente gerada.

Existe uma diferença entre probabilidade a priori e probabilidade a
posteriori.

E tb não ser ao acaso não é o mm q ser de propósito.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 21:59

Voces chegaram é? O cara já respondeu???...ou tá respondendo por ele?

Eu acho que voce tá apenas jogando com as palavras e emitindo
conclusões subjetivas, e dizendo no popular, pura enrolação sua

Matematicamente falando, a probabilidade é aquela, é um dado objetivo,
utilzando nas pesquisas científicas.
Agora, se o cara acerta na cagada ou nunca acerta é problema dele, mas
veja que uma sequencia de números 0 e 1 aleatorios, é bem diferente
do que foi apresentado aqui sobre razões diatônicas.

Só um inocente e ingenuo intelectual diria que qualquer pessoa com
dons artísticos acertaria fazer um círculo daqueles sem nenhum preparo
e sem medir nada, em poucas horas e no escuro - Isso é muito diferente
de pintar um quadro com o dom do Escher

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > Isso já foi postado por outro , e???
>
> E chegamos à incrível conclusão de que uma seqüência q foi
> aleatoriamente gerada não foi aleatoriamente gerada.
>
> Existe uma diferença entre probabilidade a priori e probabilidade a
> posteriori.
>
> E tb não ser ao acaso não é o mm q ser de propósito.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>





SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 22:00

O interesse é a curiosidade

Abraços,
JUnior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Andre Timpanaro"
<andre.timpa@...> escreveu
>
> >Eu acredito que isso é perfeitamente possível ser realizados por
> >humanos, não estou pensando em extra-terrestres. Por acaso , as
> >chances de eles acertarem fazer um padrão desses sem entender de
> >matemática são de 1/25.000, . O que é no mínimo razoável para voce
> >apostar num "projetista inteligente"
>
> Só uma pergunta, qual é o interesse em saber se os círculos são feitos
> por imbecis que fazem isso sem nenhum critério matemático, ou por
imbecis
> guiados por um cara que sabe matemática e não tem mais nada de útil pra
> fazer?
>
> André Timpanaro
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>





SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 22:10

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Eu acho que voce tá apenas jogando com as palavras e emitindo

Não duvido nem um pouco q vc ache isso.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 22:27

Claro tenho todos os motivos para pensar assim: Voce simplesmente não
apresentou nenhum dado objetivo como pareceu num dado momento que ia
apresentar.

Enfim, do que voce alegou sobre o cálculo ser um absurdo, voce não
conseguiu sustentar sua alegação de modo objetivo e
científico...apelou para a filosofia

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > Eu acho que voce tá apenas jogando com as palavras e emitindo
>
> Não duvido nem um pouco q vc ache isso.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>





SUBJECT: Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 22:46

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Claro tenho todos os motivos para pensar assim

Nao duvido nem um pouco q vc ache isso.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Variação genética chega a 12%
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/11/2006 22:46

[ Os pesquisadores não sabem ainda porque as variações das cópias surgem,
mas
é provável que exista alguma ligação com o encadeamento do material genético
que ocorre na produção de ovos e esperma, um processo sujeito a erros. ]
..........................................

Variação genética entre pessoas "é maior do que se pensava"

BBC Brasil - 23.11.2006

O código genético humano varia de um indivíduo para outro muito mais do que
se imaginava, de acordo com pesquisa liderada por cientistas americanos.

Na pesquisa, os cientistas utilizaram novas formas de examinar o DNA de
seres humanos, a substância que contém o código do desenvolvimento de cada
indivíduo.

Os cientistas chegaram à conclusão de que a suposição de que o DNA de dois
seres humanos é 99,9% semelhante em seu conteúdo e identidade já não se
sustenta.

Eles descobriram que o código de DNA de uma pessoa pode se diferenciar em
pelo menos 10 vezes mais uma da outra, fazendo com que a diferença chegasse
a 1%, o que explicaria a razão pela qual algumas pessoas são suscetíveis a
doenças sérias com fundo genético.

Eles dizem que seu estudo pode ajudar a explicar por que algumas pessoas são
mais suscetíveis a certas doenças e por que alguns respondem melhor a
determinados tratamentos.

Ainda que o estudo torne o assunto mais complexo, por revelar a existência
de um maior número de variáveis, também abre as portas para possíveis novas
abordagens na pesquisa de doenças mentais causadas pela senilidade, por
exemplo.


Descobertas

Até hoje, a pesquisa genética era tradicionalmente focada em variações
simples de DNA.

A descoberta publicada nesta quinta-feira revela que, ao contrário do que se
acreditava, as pessoas podem ter mais de duas cópias de cada gene (as que
seriam herdadas de cada um dos pais).

De acordo com o estudo, essas variações são consideradas normais, só que
quando elas acontecem de modo desordenado em genes mais importantes, podem
desencadear uma série de doenças.

Além disso, o texto sugere que as inúmeras diferenças físicas e psicológicas
também acontecem por causa das variações dessas "cópias múltiplas".

Os cientistas fizeram uma análise detalhada do DNA encontrado em 270 pessoas
e verificaram que longos trechos de seu código estava duplicado ou em falta.

Graças ao desenvolvimento de novas tecnologias para se analisar seqüências
de DNA - uma espécie de "microscópio molecular" - os cientistas enfocaram
variações de média-escala no código genético, numa escala de milhares de
letras de DNA.

Uma molécula dupla de DNA é ligada por compostos químicos chamados bases.
Adenina (A) se liga à tiamina (T); citosina (C) se liga à guanina (G).
Estas 'letras' formam o 'código da vida'; há cerca de 2,9 bilhões de bases
de pares no genoma humano formadas em 24 grupos distintos, ou cromossomos.
Escritos no DNA estão cerca de 20-25 mil genes que as células humanas usam
como modelo para fabricar proteínas; estas moléculas sofisticadas constróem
e mantém o nosso organismo.

Um grande número dessas variações ocorrem em áreas do genoma que não
prejudicariam a saúde humana, disseram Stephen Scherer e seus colegas à
revista especializada Nature.


Grandes diferenças

Mas outras variações podem ter um papel em vários distúrbios.

Até agora, a investigação do genoma humano tendeu a enfocar mudanças muito
pequenas no DNA - numa escala de apenas uma ou poucas bases ou "letras"
(vide quadro) no código bioquímico que programa a atividade celular.

Durante muitos anos, cientistas também puderam examinar sob microscópio
anomalias em larga-escala que surgem quando o DNA todo sofre distorções, ou
cromossomos são truncados ou duplicados.

Entre os resultados desse novo tipo de análise conhecida como Variação do
Número de Cópias (CNV em inglês) trouxe revelações surpreendentes.

Os pesquisadores ficaram surpresos ao localizar 1.447 variações do tipo CNV
em quase 2.900 genes, o começo dos "moldes" escritos no código que são
usados por células para fabricar proteínas que são fundamentais para o nosso
organismo.

Este é um número enorme de variações entre um indivíduo e outro.

"Cada um de nós tem um padrão único de perdas e ganhos de seqüências
completas de DNA", disse Matthew Hurles, do Instituto Sanger do Wellcome
Trust da Grã-Bretanha, que participou do projeto.

"Uma das verdadeiras surpresas desses resultados foi o quanto o nosso DNA
varia em número de cópias. Nós estimamos que isso ocorre em pelo menos 12%
do genoma."

"A variação do número de cópias que pesquisadores viram antes era
simplesmente a ponta do iceberg, enquanto a maior parte fica submersa, sem
detecção. Agora nós observamos a contribuição imensa desse fenômeno às
diferenças genéticas entre indivíduos."


Doenças

Os novos conhecimentos vão mudar a forma como cientistas procuram genes
envolvidos em doenças.

"Vários exemplos de doenças resultantes de mudanças no número de cópias
estão surgindo", comentou Charles Lee, um dos líderes do projeto do Hospital
Brigham and Women's e Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos.

"Uma revisão recente enumera 17 males só no sistema nervoso - inclusive o
mal de Parkinson e de Alzheimer - que podem resultar de tais alterações do
número de cópias."

Os pesquisadores não sabem ainda porque as variações das cópias surgem, mas
é provável que exista alguma ligação com o encadeamento do material genético
que ocorre na produção de ovos e esperma, um processo sujeito a erros.

Assim como ajudar na investigação da doença e no desenvolvimento de
medicamentos, a pesquisa também vai contribuir para o estudo da evolução
humana, que observa variações genéticas em populações modernas buscando
entender suas relações com povos ancestrais.



<
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/11/061123_dnadiferencasg.shtml >




SUBJECT: Res: [ciencialist]Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "Eurico Ferreira de Souza Jr." <caodejah@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 23:06

[E]> Salve Tagore,

Nos "crop circles" as plantas não são cortadas nem amassadas,
elas "crescem torto", formando um "cotovelo" no caule,
não morrem e produzem mais que as vizinhas que não participaram do desenho.

[]s

_\|/_



----- Mensagem original ----
De: pcw_junior <pcw_junior@yahoo.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quinta-feira, 23 de Novembro de 2006 19:46:58
Assunto: [ciencialist]Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls

A questão não é tão simples assim, esses círculos aparecem no dia
seguinte, são gerados num intervalo de noite

No mínimo é preciso uma equipe treinada pra se fazer um circulo assim
no escuro e em tão pouco espaço de tempo.

É preciso -

1- Um mentor intelectual, a pessoa que faz os cálculos matemáticos e
um equipe treinada
2- Um lugar razoável, com as mesmas condições de uma plantação pra
treinar a equipe
3- Instrumentos de Medição
5- Equipamentos de corte especializados

PS: Eu acredito que isso é perfeitamente possível ser realizados por
humanos, não estou pensando em extra-terrestres. Por acaso , as
chances de eles acertarem fazer um padrão desses sem entender de
matemática são de 1/25.000, . O que é no mínimo razoável para voce
apostar num "projetista inteligente"

Agora vem a melhor parte, razões diatônicas na natureza: O único lugar
que se pode encontrar relações diatônicas na natureza são nos pássaros
ou nos cantos da baleia :-)

ML: You've established that there's a 25,000 to 1 chance that these
ratios are random occurrences. What about natural science processes?
GH: Natural science processes, left to their own devices, like
whirlwinds, rutting hedgehogs, and bacteria have no relationship to
the diatonic ratios. They (the diatonic ratios) are human-invented.
They are the human response to sound. The only place I can find
diatonic ratios in nature are bird calls and the song of the whale. I
don't think the birds made the circles, nor did the whales.

http://www.mcn. org/1/Miracles/ sphere.html

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Oraculo" <oraculo@... > escreveu
Padrões complexos, como árvores e Nautilus, gerados sem nenhum
conhecimento de matemética complexa por parte da planta ou da
natureza. Circulos em plantações, gerados por pessoas que não tem a
menor idéia da matemática envolvida, e que usam apenas padrões
repetitivos simples, que geram as imagens complexas.
>
> Isso é simples de entender, ou deveria, não fosse a natureza "troll"
que dificulta e distorce qualquer debate ou conversa.
>
> Homero






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Variação genética chega a 12%
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 23:15

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> Variação genética entre pessoas "é maior do que se pensava"
>
> BBC Brasil - 23.11.2006
>
> O código genético humano varia de um indivíduo para outro muito mais

Óóóóóóóóó...
- Aqui é a Patrulha Purista Vocabular. Código Genético, você novamente
está ocupando o lugar de Material Genético indevidamente. Saia com as
mãos para cima e ninguém ficará ferido.
- Não, não saio. Só saio daqui morto.
- Código Genético, seja razoável. Você gostaria que o Material
Genético tomasse o seu lugar na frase: a relação entre trincas de
bases no ARN mensageiro e o aminoácido incorporado na cadeia é
denominada Código Genético?
- Oquei, oquei. Eu desisto.
Código Genético solta a arma. Sons de algemas.
A viatura vai embora.
Óóóóóóóóó...

> que ocorre na produção de ovos e esperma, um processo sujeito a

Óóóóóóóóó...
- Aqui é a Patrulha Purista Vocabular. Ovos e Esperma, vocês estão
ocupando indevidamente o lugar de óvulos e espermatozóides. Entendemos
que a culpa não é de vocês, que vocês foram parar aí por conta de um
engano do tradutor, já que em inglês egg cell se refere aos óvulos e
sperm cell aos espermatozóides.
- Estamos saindo, por favor, não atirem.
Eles não são algemados, apenas conduzidos para a Central de Imigração
e Recondicionamento de Estrangeirismos.
Óóóóóóóóó...

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Res: [ciencialist]Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/11/2006 23:23

Será que recebem adubos enriquecidos?


Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eurico Ferreira de Souza Jr."
<caodejah@...> escreveu
>
> [E]> Salve Tagore,
>
> Nos "crop circles" as plantas não são cortadas nem amassadas,
> elas "crescem torto", formando um "cotovelo" no caule,
> não morrem e produzem mais que as vizinhas que não participaram do
desenho.
>
> []s
>
> _\|/_





SUBJECT: Re: Por que alguns gatos sobrevivem a grandes quedas?
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 01:01

Olá Esteban,

Creio que o motivo do gato se machucar menos e a sobreviver nos casos
de quedas cada vez maiores, se deva ao fato da resistencia do ar e do
tamanho dos animais estarem associados, isto é, quanto menor o animal
que cai maior a resistencia do ar e menor o impacto... E se o bicho
for pequeno o suficiente, o vento leva... ;D

Mas nem tudo está perdido, há uma teoria avançada capaz de impedir
que os nossos bichanos se esborrachem lá embaixo, é a "Teoria do Gato
e da Manteiga": http://www.humornaciencia.com.br/fisica/gato.htm

Teoria do Gato e da Manteiga
Dos fenômenos da natureza:

1) Pela observação cotidiana sabemos que: um gato que for lançado de
uma janela ou outro lugar elevado cairá de pé, com as patas para
baixo. Estável sobre suas patas.

2) Também foi observado e constatado por Murphy, que ao soltar da
mesa em direção ao chão um pedaço de pão com manteiga, ele vai cair
com o lado da manteiga para baixo.

Proposição: Amarrar um pedaço de pão com manteiga, com o lado da
manteiga para cima, nas costas de um gato.


Fonte: http://www.humornaciencia.com.br/fisica/gato.htm


Então, pela teoria acima, tudo o que precisamos fazer, antes de
sairmos e deixarmos nossos amigos peludos sozinhos em casa, é passar
um pouco de manteiga neles (ou géleia de fambroesa); se caso eles
resolverem seguir seus instintos e pularem lá de cima, um efeito
antigravitacional surgirá imediatamente da combinação do gato com
manteiga, impedindo assim que se esborrachem lá embaixo...

O problema depois será apenas como traze-los de volta... Mas aí... :P

Um abraço,
Marcelo
ps: Ainda não se sabe se a técnica também funciona com cães...

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Esteban Moreno"
<estebanlmoreno@...> escreveu
>
> Por que alguns gatos sobrevivem a grandes quedas?
>
>
>
> Você sabia que alguns felinos podem sobreviver a quedas dos prédios
mais
> altos e até de aviões? O que não significa que a lenda de que eles
têm sete
> vidas é verdadeira. Inclusive, este mito provavelmente surgiu por
conta das
> mesmas habilidades felinas que permitem que os gatos sobrevivam a
certas
> situações.
>
> *Não vai acontecer comigo...*
>
>
> As pessoas associam gatos com habilidade para lidar bem com altura.
Poucas
> imaginam que seu próprio gato pode um dia cair ou se jogar de um
lugar alto
> demais, como do vigésimo andar.
>
>
> Por isso, não se preocupam em tomar precauções para protegê-lo. Mas,
> infelizmente, gatos caem de janelas de prédios altos com relativa
> freqüência. E muitos donos só ficam sabendo que o bichano corria
esse perigo
> depois que perdem seu animal de estimação.
>
>
>





SUBJECT: Re: Por que alguns gatos sobrevivem a grandes quedas?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 05:15

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr" <marcelomjr@...>
> Creio que o motivo do gato se machucar menos e a sobreviver nos
> casos de quedas cada vez maiores, se deva ao fato da resistencia do

Se é que é verdade que gatos sobrevivem a grandes quedas. (Não
incentivo ninguém a testar em casa ou em qq outro lugar. Nem mm com
gatos de pelúcia - q isso pode machucar algum transeunte desavisado.)

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: Por que alguns gatos sobrevivem a grandes quedas?
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 06:49

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
> Se é que é verdade que gatos sobrevivem a grandes quedas.

Ah, achei as referências:

Jared M. Diamond 1988 - Why cats have nine lives Nature Vol 332: 586-7.

E:

W. O. Whitney and C.J. Mehlhoff 1987 - J. Am. Vet. Med. Assoc. 191:
1399-403.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fiocruz aproveita tempo ocioso de computadores
FROM: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 07:36

Obrigado!!!
Agora ta explicado!!!!! Não tinha entendi esta parte pq não compreendi o que era o programa!!!!
Brigadúúú!!!!!


Bjus

Aline

rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Aline Santos
> mais uma perguntinha!!! rsrsrsrs
> que programa é esse? e que resultados??? Agente pode ter acesso
> aos dados??

O programa q se baixa do site da Fiocruz. Como o Brudna comentou há
vários outros programas com filosofia semelhante.

Em geral a pessoa não tem acesso direto aos dados - por uma série de
razões. Creio q no caso da Fiocruz tb não será diferente.

Mas eventualmente a pessoa poderá ter acesso ao resultado. Seja a
publicação do q foi descoberto, seja nos produtos desenvolvidos.

[]s,

Roberto Takata




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SUBJECT: Re: Por que alguns gatos sobrevivem a grandes quedas?
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 08:28

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Esteban Moreno"
<estebanlmoreno@...> escreveu
>
> Por que alguns gatos sobrevivem a grandes quedas?
>
> A teoria mais aceita é que o sistema de amortecimento funciona
melhor após
> alguns ajustes que são feitos durante a queda. Com mais tempo para se
> organizar, o gato consegue tornar mais eficiente o uso de seu corpo
e obter
> um melhor efeito de amortecimento.

Algum tempo atrás eu vi um comentário a uma notícia de um gato que
havia caído do vigésimo andar, que o gato havia evoluído em ambiente
com árvores, e o bicho ficava mais tempo longe do chão que no chão, e
adquiriu alguns reflexos, como o de relaxar o corpo na queda, o que
contribuiria para os relativamente poucos danos que o bichano sofre em
uma queda.

[]s
--
César A. K. Grossmann




SUBJECT: Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 09:05

Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida

St. Louis, EUA - Na busca por vida extraterrestre, cientistas podem
tentar captar transmissões de rádio feitas por outras civilizações,
ou detectar planetas semelhantes à Terra, em órbita de estrelas
próximas. Casa abordagem tem suas dificuldades, e ambas dependem da
escolha dos alvos mais promissores. A astrônoma Margaret Turnbull,
que se devotou a buscar estrelas que possam manter zonas habitáveis,
anunciou sua lista de principais candidatas na reunião deste ano da
Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS).

De um catálogo inicial de 17.129 "sistemas estelares habitáveis"
publicado em 2003, Turnbull selecionou dez que considera os melhores,
com base em uma série de critério de seleção. Ela apresentou cinco
fortes candidatos para sinais de rádio de uma civilização
inteligente - a especialidade da Busca por Inteligência
Extraterrestre, ou SETI - e cinco candidatos para os que tentam
detectar planetas semelhantes à Terra.

Os critérios de Turnbull são baseados "puramente nas características
das estrelas em si". Vários, por exemplo, relacionam-se à idade. As
estrelas selecionadas teriam de ter mais de 3 bilhões de ano, velhas
o bastante para a formação de planetas e o surgimento de vida.

A principal candidata para abrigar uma civilização avançada, segundo
Turnbull, é Beta CVn, uma estrela semelhante ao Sol a cerca de 26
anos-luz de distância, na constelação de Canes Venatici (Cães de
Caça).

Fonte: http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/fev/20/175.htm

As 10 estrelas selecionadas por Turnbull:

Beta Canum Venaticorum: a Sun-like star about 26 light years away in
the constellation Canes Venatici. This was Turnbull's top choice for
SETI.

HD 10307: a near replica of the Sun but with a companion star.
Located about 42 light-years away, this star has almost the same
mass, temperature and metal-content as the Sun.

HD 211415: has about half the metal content of the Sun and is a
little cooler; just slightly farther away than HD 10307.

18 Sco: a near-identical twin of the Sun, located in the
constellation Scorpio.

51 Pegasus: The first planet beyond our solar system was detected
around this star in 1995. Although that planet was a gas giant,
Turnbull thinks 51 Pegasus could harbor rocky planets as well.

Epsilon Indi A: Turnbull's top TPF mission choice; this star is only
about one-tenth as bright as the Sun and about 11.8 light-years away
in the constellation Indus.

Epsilon Eridani: This star is a bit smaller and cooler than our Sun;
it is located about 10.5 light-years away in the constellation
Eridanus.

Omicron2 Eridani: A yellow-orange star about 16 light-years away that
is roughly the same age as our Sun.

Alpha Centauri B: This triple star system is located just 4.35 light-
years away and one of the Sun's closest stellar neighbors.

Tau Ceti: This star is a G-class star and is in the same brightness
category as the Sun. Despite being relatively metal-poor, it is long-
lived enough for complex life forms to evolve.

Fonte: http://www.space.com/scienceastronomy/060221_habstars.html

Pelo repasse,
Eduardo Torres






SUBJECT: Res: Res: [ciencialist]Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "Eurico Ferreira de Souza Jr." <caodejah@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 09:40

[E]> na net tem um video que mostra um desenho sendo feito por umas luzinhas...
o desenho vai aparecendo como uma impressora faria... sinistro (e duvidoso...)
As plantas são "deitadas" em padrões e os desenhos aparecem da noite pro dia...
acho que não são "adubos enriquecidos"... :D

_\|/_

----- Mensagem original ----
De: pcw_junior <pcw_junior@yahoo.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Quinta-feira, 23 de Novembro de 2006 23:23:57
Assunto: Res: [ciencialist]Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls













Será que recebem adubos enriquecidos?



Abraços,

Junior



--- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Eurico Ferreira de Souza Jr."

<caodejah@.. .> escreveu

>

> [E]> Salve Tagore,

>

> Nos "crop circles" as plantas não são cortadas nem amassadas,

> elas "crescem torto", formando um "cotovelo" no caule,

> não morrem e produzem mais que as vizinhas que não participaram do

desenho.

>

> []s

>

> _\|/_














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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: calculos para definir roupa contra arco eletrico
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/11/2006 09:48

Help?
Que formuleta é essa? alguém pode escrevê-la 'decentemente'?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: fernando2504
Para: leobarretos
Enviada em: quarta-feira, 22 de novembro de 2006 18:48
Assunto: calculos para definir roupa contra arco eletrico


BOA TARDE PROF. LEO ,MEU NOME É FERNANDO E SOU REPRESENTANTE COMERCIAL DE EPIs E GOSTARIA DE SABER COMO FAZER ESTE CALCULO:

Ec=1038,7 x D(-1,4738) x T x (0,0093X I elev. Ao quadrado - I + 5,9675)



ONDE : E= ENERGIA INCIDENTE EM CAL/CM

D= DISTANCIA EM POLEGADAS, MAIOR DO QUE 18

T= TEMPO DO ARCO EM SEGUNDOS (TEMPO DO ARCO EM 0,1 SEGUNDOS )

I = CORRENTE DE CURTO CIRCUITO SOLIDO TRIFASICO EM KA(VALIDO PARA CORRENTE ENTRE 16KA E 50KA)

por favor se puder me ajudar eu agradeço

grato fernando



--------------------------------------------------------------------------------


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Free Edition.
Version: 7.5.430 / Virus Database: 268.14.14/547 - Release Date: 22/11/2006 17:41


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: [RN] ESPECIACAO: INCOMPATIBILIDADE DE GENES
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 12:05

G1.COM.BR, 23-11-2006

GRUPO MOSTRA POR QUE NÃO DÁ PARA UMA ESPÉCIE TER FILHOTE DE OUTRA

Pesquisadores nos EUA deram um passo fundamental para explicar por que
isso acontece: eles encontraram pares de genes que interagem de forma
desastrosa quando pais e mães são de espécies diferentes, de forma que
os filhotes se tornam inviáveis ou estéreis.

O estudo foi feito com as moscas-das-frutas, ou drosófilas, bichinhos
inestimáveis para a pesquisa em genética desde o começo do século
passado. Uma das espécies, a mais comum, é a Drosophila melanogaster,
enquanto a outra é a Drosophila simulans.

A idéia de que a interação entre uma dupla de genes estaria por trás
da infertilidade ou até letalidade que acomete os cruzamentos entre
espécies vem dos anos 1930. Dois pioneiros da genética, Theodosius
Dobzhansky e Hermann Joseph Müller, sugeriram que a separação de duas
populações de animais ao longo da evolução tendia a modificar pares de
genes que caminham juntos.

Um exemplo seria uma proteína e a enzima usada para quebrá-la em
pedaços menores. Conforme as populações separadas evoluem, esses genes
tenderiam a se transformar de forma diferenciada. Assim, a enzima de
uma espécie não conseguiria mais fatiar a proteína de outra, por
exemplo. O resultado desse incompatibilidade seria uma pane no
desenvolvimento do filhote híbrido, levando-o à morte ou à esterilidade.

Pesquisadores da Universidade Cornell (Costa Leste dos Estados Unidos)
liderados por Daniel Barbash, seguindo pistas de vários estudos
anteriores, conseguiram demonstrar com precisão o efeito de um desses
pares de genes. Eles mostraram que a interação entre os dois, e não
apenas um ou outro, é necessária para inviabilizar as mosquinhas híbridas.

Ainda resta, no entanto, um mistério: por que são esses genes, e não
os outros, os responsáveis pela incompatibilidade? Para terem essa
ação, eles deveriam estar evoluindo rápido, e portanto estariam sob
forte pressão para se modificar nas linhagens diferentes. Mas o par
descoberto pelos cientistas de Cornell está ligado à estrutura dos
cromossomos, que abrigam o DNA. Esse tipo de característica
teoricamente deveria mudar pouco de espécie para espécie. (e)
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,AA1361705-5603-1239,00.html
-------------
Parece ateh q estamos pautando os veiculos, rere..

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: COMO REDUZIR AS EMISSÕES DE CO²
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 12:17

COMO REDUZIR AS EMISSÕES DE CO²

Gert Roland Fischer(*)

Estão disponíveis ações e sistemas técnicos, que permitem - com bons
resultados econômicos - a redução das emissões de CO².

Eficiência energética

Equipamentos acionados por motores elétricos com mais eficiência
energética estão disponíveis no mercado ha muito tempo. Um exemplo
está nas lojas da linha branca. Mostra eletrodomésticos eco-
efecientes. Na década de 90 as geladeiras eram 50% menos eficientes
que as de hoje. Para saber o consumo de energia de um
eletrodoméstico, leia o selo de eficiência que mostra
transparentemente o que cada unidade consome. A simples troca do
refrigerador significa as vezes reduções na conta de energia
facilitando o pagamento da prestação do equipamento eficiente.

O aquecimento solar de água de banho, representa um investimento que
se paga em pouco tempo. A maioria dos brasileiros toma seu banho de
chuveiro gastando uma energia elétrica que vai faltar em pouco tempo.
O consumidor pode assim, participar de ações criativas nas reduções
de emissões de CO² como se enquadrar na eficiência energética.

Para que se entenda o que a redução do consumo de energia elétrica
representa, é preciso olhar para a sua geração. Muitas regiões do
planeta Terra a geração é feita utilizando-se o óleo mineral. A
maioria das cidades amazônicas no Brasil, são supridas de energia
elétrica por termoelétricas que consomem gigantescas quantidades de
óleo BPF e diesel. Enquanto isso, milhões de metros cúbicos de
matéria prima florestal esta sendo queimada à poucos quilômetros
dessas unidades de geração elétrica, para abrir mais a fronteira da
soja de exportação. Um absurdo permitido pelas autoridades
brasileiras, exatamente em não se darem ao respeito de buscar o
conhecimento exato do que isso representará de desastre ambiental em
poucos anos.

Por outro lado as represas que se formam para a barragem das águas,
representam a destruição de grandes áreas florestadas. Essa
destruição, faz com que a emissão de CO² aumente.



Negociação de carbono

O que é esse mecanismo? Os empreendedores de nações como Holanda,
Japão, entre outras, que não tem mais como reduzir as emissões de
suas unidades industriais, precisam encontrar outras saídas para se
manterem ativas e produzindo. O Protocolo de Kyoto em suas
recomendações aprovadas pelos signatários, permite que um
empreendedor emissor de CO² e outros gases estufa possa
compensatoriamente comprar créditos de carbono. Essa é a negociação
que fazemos em negrito no titulo.

Acredita-se que devem ser incluídas no esquema de comércio de
emissões, hotéis e supermercados, além das usinas de energia e
unidades industriais, algumas incluídas no protocolo de Kyoto.


Mas o que é essa negociação?

São projetos de Mecanismos De Limpos – MDL - aprovados pelo membros
do protocolo, que vão gerar créditos de carbono que podem ser
negociados em bolsas de valores e mercado mundial de créditos de
carbono. Os valores do CO² são muito variados. A tendência esta em
alta.

O movimento ambientalista mundial não concorda com o credito comprado
por poluidores, pois não esta sendo solucionado o problema do
aquecimento, mas postergado tão somente.



Outro problema:

Os paises emergentes ao venderem créditos de carbono de seus projetos
de MDL estão criando concorrentes para os produtos das industrias
locais. Estas ao se adequarem ao licenciamento ambientalmente, oneram
os produtos que perdem a competitividade na exportação.

Faca de dois gumes que ainda precisa ser entendida por muitos.



Os melhores projetos de MDL.

Não são os projetos de queima de serragem, os projetos que recuperam
o metano dos lixões, ou a troca de combustível fóssil por um não-
fóssil, que são os melhores projetos para gerarem créditos de
carbono. Recomendo que os investidores escolham bons projetos
florestais, de fruticultura, seringais plantados, entre outros que
seqüestram grandes quantidades de CO².

Florestas existentes não podem gerar créditos de carbono por que não
seqüestram o CO² com resultados positivos. Florestas nativas e
florestas adultas exóticas, estão em equilíbrio e já realizaram o
seqüestro.



Captura de CO²

Para muitos a captura de CO² é um mistério. Nada disso. Muito
simples. Todas as plantas ao crescerem se alimentam principalmente do
CO² contido no ar ou na atmosfera. Através do processo da
fotossíntese clorofiliana, (energia do sol) constroem os tecidos da
planta que contem mais de 90% de carbono. Não fosse isso não seria
possível fazer churrasco com o carvão de lenha.

Portanto quanto mais florestas forem plantadas, mais CO² será captado
ou seqüestrado da atmosfera poluída pelos combustíveis fósseis –
petróleo e carvão, e pelas queimadas, vulcões, etc.. Essas florestas
plantadas, registradas dentro dos procedimentos do sistema MDL, vão
gerar os créditos de carbono que os japoneses e holandeses poluidores
vão comprar.

Acho que ficou explicado a grosso modo.

Os estados do sul do Brasil: RS, SC, PR e MS, estão há 5 anos
sofrendo anualmente com a amplitude do fenômeno climático das
estiagens. Os prejuízos somam bilhões de reais. A cultura da soja e
do milho, pela reduzida penetração das suas raízes nos solos
ressequidos, esta causando nos governos estaduais grandes
preocupações com o modelo do agronegócio até agora praticado. Já
ficou provado que plantas de raízes superficiais não serão mais
recomendadas nessas regiões. O que seria o recomendado diante dessa
realidade de estiagem amplificada a cada novo ano? São plantas com
raízes mais profundas que poderão buscar a água em maiores
profundidades. Desta forma o agricultor poderá ser financiado e se
manter no imóvel cuidando dessas florestas enquanto crescem. Um há.
de pinus com 25 anos rende R$ 50.000,00. O mesmo pode-se afirmar para
as espécies exóticas. Não recomendaria ninguém a plantar espécies
nativas por que o movimento ambientalista certamente impediria o
manejo sustentado. Milhares de investidores perdem e perderam muito
dinheiro por terem feito há anos atrás, esta opção equivocada.



Combustíveis não fósseis:

Por que os combustíveis não fósseis são seqüestradores de CO²?

Por que o balanço entre captura e emissões geradas na utilização em
motores a explosão o resultado é positivo e à favor da atmosfera mais
limpa. O plantio de oleaginosas como o dendê, girassol, soja, milho,
amendoim, canola, entre outros, seqüestra o CO² que é parcialmente
consumido e expelido pelo escapamento dos motores que o utilizam. A
maior parte do CO² ficou no campo após a colheita dos grãos. O farelo
que resultou da prensagem a frio dos grãos, também não é expelida
para a atmosfera, mas passará primeiramente pela fabricação de
rações, vai para os estoques, vai para os comedouros, passa pelos
intestinos e só então é que é expelido como gás do efeito estufa como
o metano e o CO².

Não é o "enganoso" biodiesel que esta sendo ofertado aos habitantes
do Brasil que será o combustível da redenção nacional do agronegócio
e do agricultor familiar.

São os OVNs – óleos vegetais naturais utilizados diretamente nos
motores "diesel" em uso atual como os novos que estão sendo
projetados. Sem quaisquer alterações químicas, físicas ou biológicas,
os óleos prensados a frio pelos produtores rurais, já estão sendo
utilizados em tratores, caminhões e motores convencionais e motores
especiais em desenvolvimento.



A falácia do "biodiesel", não tem sustentabilidade por que o custo
passa a ser inviável diante dos mecanismos impostos para a sua
industrialização, distribuição e venda com impostos elevadíssimos
exercitados pela Petrobrás que deseja o monopólio da venda.

O aumento da cidadania, da renda, da participação do agronegócio -
sem humilhações e servilismos, será alcançado pelo agricultor
brasileiro com o novo combustível brasileiro.

É Simples, renovável e barato.

Pode o OVN ser produzido em pequenas, médias e grandes propriedades,
sem que o governo e a Petrobrás se metam pelo meio para tirar
vantagens e escravizar o produtor rural.



A época de fazer complicado, corrupto, corporativo, escravizante,
pode ter passado. Hoje, se o povo desejar, o ONV pode ser feito de
maneira simples, ética, humana, cidadã e democrática.



(*) Auditor ambiental Líder e consultor de inteligência ambiental

Grupo Virtual "BIOCOMBUSTÍVEIS - PRODUÇÃO SOCIAL DOMÉSTICA" - Nosso
e-mail: biocom@grupos.com.br. Uma bio-homenagem aberta a Thomas
Renatus Fendel - www.fendel.com.br.




SUBJECT: Re: Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 12:27

As minhas dez estrelas onde vale a pena procurar vida:
- Angelina Jolie;
- Camila Pitanga;
- Thais Araujo;
- Cameron Diaz;
- Krista Allen;
- Emmanuelle Beart;
- Ana Paula Arosio;
- Yumiko Shaku;
- Teri Hatcher;
- Ziyi Zhang

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
> Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida
> As 10 estrelas selecionadas por Turnbull:
> Beta Canum Venaticorum, HD 10307, HD 211415, 18 Sco, 51 Pegasus,
Epsilon
> Indi A, Epsilon Eridani, Omicron2 Eridani, Alpha Centauri B, Tau Ceti
> Fonte: http://www.space.com/scienceastronomy/060221_habstars.html





SUBJECT: Re: [ciencialist] Variação genética chega a 12%
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/11/2006 12:33

Takata, grato pela humorada correção. Valeu!
Abraços
José Renato
.............................................
----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, November 23, 2006 10:15 PM
Subject: [ciencialist] Re: Variação genética chega a 12%


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> Variação genética entre pessoas "é maior do que se pensava"
>
> BBC Brasil - 23.11.2006
>
> O código genético humano varia de um indivíduo para outro muito mais

Óóóóóóóóó...
- Aqui é a Patrulha Purista Vocabular. Código Genético, você novamente
está ocupando o lugar de Material Genético indevidamente. Saia com as
mãos para cima e ninguém ficará ferido.
- Não, não saio. Só saio daqui morto.
- Código Genético, seja razoável. Você gostaria que o Material
Genético tomasse o seu lugar na frase: a relação entre trincas de
bases no ARN mensageiro e o aminoácido incorporado na cadeia é
denominada Código Genético?
- Oquei, oquei. Eu desisto.
Código Genético solta a arma. Sons de algemas.
A viatura vai embora.
Óóóóóóóóó...

> que ocorre na produção de ovos e esperma, um processo sujeito a

Óóóóóóóóó...
- Aqui é a Patrulha Purista Vocabular. Ovos e Esperma, vocês estão
ocupando indevidamente o lugar de óvulos e espermatozóides. Entendemos
que a culpa não é de vocês, que vocês foram parar aí por conta de um
engano do tradutor, já que em inglês egg cell se refere aos óvulos e
sperm cell aos espermatozóides.
- Estamos saindo, por favor, não atirem.
Eles não são algemados, apenas conduzidos para a Central de Imigração
e Recondicionamento de Estrangeirismos.
Óóóóóóóóó...

[]s,

Roberto Takata




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SUBJECT: Res: [ciencialist] Maconha, drogas,
FROM: "Eurico Ferreira de Souza Jr." <caodejah@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 13:20

[E]> seguem comentários...

_\|/_

----- Mensagem original ----
De: jvictor <jvoneto@uol.com.br>
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Domingo, 19 de Novembro de 2006 9:21:43
Assunto: [ciencialist] Maconha, drogas,















Lista,



Eis uma postura científica,


[E]> não. é apenas a opinião de um "cientista" (atenção às aspas)
que não tem nada de científica. (cadê as experiências?). Um caso
de "falácia de autoridade"...



equilibrada,



[E]> adjetivação vazia...



sobre um assunto tão controverso e tão polêmico. Vale a pena a leitura. O uso da maconha é largamente defendido como inofensivo por uma grande maioria de USUÁRIOS.



[E]> perceba que "defender a maconha" é crime, por isso os argumentos de defesa são tão tímidos.
"Inofensivo" é um eufemismo para a verdade criminosa:
Maconha dá prazer e pode fazer bem.



Na Holanda e em outros países o seu uso é permitido sem restrições.



[E]> inclua nesses outros Canadá, Austrália, e União Européia.


A maconha tem uma

mania: destruir completamente alguns usuários, e suas famílias.



[E]> mentira. A proibição esgarça o tecido social, marginalizando uma parcela considerável da sociedade. Destrói pq a polícia prende? pq o traficante mata?
pq o patrão demite? a namorada abandona? os amigos execram? Nada disso
é culpa da maconha...



Outros escapam, continuam tragando o produto.




[E]> são a esmagadora maioria! Gente saudável, trabalhadora, feliz e próspera.



é como o alcool:

alguns usuários atingem a condição de alcoolátras. Outros não, mas marcham para isso.


[E]> não, não "marcham para isso"... Compulsivos e esquizofrênicos
têm problemas com drogas, sejam elas quais sejam...



O alcoolismo é uma doença incurável, fatal,

terminal.



[E]> aff...



O cientista deste artigo, contudo, extrai e informa o que de útil pode sari da canabis.




[E]> não chega nem perto de esgotar o assunto...



Afinal, segundo o pai da medicina

(não lembro o nome, mas é um grego, só para variar...), uma droga é um remédio ou um veneno a depender da dose. A jararaca é uma

cobra que ao morder, a vítima pode morrer logo. Mas o veneno que usa é usado como remédio. Perguntem, ao Butantã. Assim também

nada contra o uso de maconha, medicinalmente. Tudo contra o uso para se ficar doidão.




[E]> pra quem está saudável, nada é remédio, ao passo que tudo pode
ser remédio... "ficar doidão" significa "estar com a mente estimulada"...
e, opinião por opinião: Tudo a favor de se "ficar doidão", tudo contra
fingir que é doente pra "ficar doidão"... Aliás, maconha não é um bom
remédio (efeitos colaterais, etc) mas seu estudo levou ao desenvolvimento
de ótimos remédios sintéticos e melhor conhecimento do sistema nervoso.



Agora, quanto à pergunta que o entrevistador

fez:

"A maconha deveria ser liberada? Isso é uma decisão que cabe à sociedade tomar."

Minha resposta pessoal, e dela não abro mão, é: não apenas a maconha, mas qualquer droga, desde crack a até o mais danoso pó

da alegria, sem exceção nenhuma, devem ser liberadas, irrestritamente.




[E]> antes proibiram a maconha pq a cocaína e heroína destruíam as pessoas,
agora vamos liberar a cocaína e heroína pq "liberaram" a maconha?



Essas drogas devem ser expostas em farmácias a R$ 0,10 o kilograma!.



[E]> porque?




O grande problema da droga, no Brasil e no resto do mundo, não é a droga em si. São os traficantes, os aliciadores ou formadores de

fregueses para comprar o produto!. Tirem o traficante do meio que começaremos a marchar para uma solução de médio longo prazo.



[E]> traficantes são comerciantes com monopólio baseado na proibição do comércio. Tendo demanda, sempre vai haver comerciantes...




Mas uma solução à vista, o que inexiste, de maneira absoluta, na atual situação.



[E]> maconha cada um pode plantar a sua. aliás o plantio de pequena quantidade deixou de ser tráfico (crime hediondo) e agora nem detenção dá,
no máximo se paga cesta básica como pena... Uma evolução e uma solução.


Podem os religiosos rezarem grandes e longas rezas, podem

incomodar o pai do céu com choramingueiras como quiserem, podem as ONGS fazerem passeatas e discursos apelativos, podem pedir

até pelo amor da mãe dos traficantes. Não há jeito. Não haverá solução alguma.


[E]> alguns amigos meus já tão plantando... :D



Com a liberação irrestrita,


[E]> pra que isso? porque ir do extremo do crime pro oba-oba inconsequente?
Oferecer droga pra menores e dementes (p.ex.) deveria ser crime, não?
Outra sugestão que eu daria é incriminar o viciado que não se submetesse
a tratamento voluntário. (acabaria com a putaria de se tentar justificar
crimes com desculpinhas esfarrapadas: "fiz pq tava viciado")


poderá haver aumento de viciados? Sim.



[E]> de usuários declarados, com certeza! (nem todo usuário é viciado!)


Poderá. Mas o processo, agora, passará a ser controlodo e dependerá,

sim, da sociedade, das famílias.



[E]> a polícia já se demonstrou incompetente pra lidar com a situação.




Minha percepção é que: quem já se encontra viciado, está viciado, não tem jeito, vai se degradar, avançar

para uma morte sofrida e fazendo sofrer os familiares e amigos.



[E]> Minha percepção é que todos nós avançaremos para uma morte "sofrida"
e fazendo sofrer os familiares e amigos. Quem vai viver pra sempre?



Destes, uns poucos conseguirão escapar, sair, com ajuda de uma auto-conscientizaçã


[E]> só se for, porque informação e cultura sobre o assunto não existe (legalmente)...



o

e o suporte de grupos chamados de Anônimos. Que funcionam e fazem um trabalho maravilhoso! Eu sei. A maioria, contudo, continuará

no vício, repito.


[E]> vc parece confundir uso com vício... :(



Tão certo quanto estou aqui dedilhando este teclado.


[E]> vc estava... certezas "eternas" são perigosas... :)



Os trabalhos educativos dos pais sobre seus filhos serão mais efetivos,

surtirão seus efeitos, o que não acontece atualmente, mesmo com toda preocupação familiar.



[E]> e quem vai educar os pais?



Se no seio familiar os pais se preocupam e orientam, e fiscalizam, fora, na rua, no colégio, nas festinhas juvenis, nos cinemas, há aquele cujo discurso sobre o filho pode pesar mais ( a caba pesando) que o dos pais!. Aí está a desgraça.


[E]> onde existe tabu é sempre assim.



Experimente, não faz mal, só uma vezinha. E por aí vai.


[E]> nesse "por aí vai" estão todos os usuários que não descambam.
"ué? meu pai falou que maconha mata, mas a Gisele Bundchen (p.ex.) declarou
que fuma, e ela é evidentemente saudável". Traficante não alicia ninguém que
já não use, o problema é que oferecem outras drogas mais fortes quando
cortam o fornecimento de maconha e oferecem cocaína (p.ex.).



Afinal, o traficante precisa de cliente comprar seu produto, e nada melhor do que formá-lo desde sua juventude!




[E]> para manter o monopólio e aumentar a clientela, os deputados-traficante descriminalizaram o porte e aumentaram a pena pro tráfico. As bocas de fumo
estão no mesmo lugar há vinte anos e quem se aventura a abrir uma alternativa
não dura seis meses...



Tirem o traficante do circuito e essa influência miserável, maléfica, altamente relevante, desaparecerá definitivamente.




[E]> onde houver demanda sempre haverá oferta. só com conscientização
DE VERDADE avançaremos nessa questão.



Restarão apenas aqueles parâmetros mais facilmente controlados pela sociedade e pelas famílias, e por governos sérios.

Há inúmeros outros fatores associados que poderão ser discutidos. Deixo a critério de vocês, eventuais discussões a respeito para ampliar o tema..



Agora, qual a razão de os homens que fazem as leis não tomarem uma providência dessas, radical, e a única que terá um desfecho aceitável?



[E]> eles lucram com o tráfico de drogas.



Bem, basta refletir para uma conclusão. Há interêses financeiros, eleitorais e políticos presentes. Droga é poder. E poder dos maiores.


[E]> "droga é poder"!




Sds,



Victor.



Maconha é uma das substâncias mais seguras, diz especialista





[E]> continuam os comentários...





17/11/2006, G1

"Uma vez eu disse a um jornal norte-americano que a maconha era uma das substâncias mais seguras que existem. Essa frase gerou o maior barulho e eu perdi minha paz por algum tempo. Mas mantenho a afirmação: a maconha é uma das substâncias mais seguras que existem". Foi com essa convicção que o neurocientista e farmacologista Daniele Piomelli, considerado um dos maiores especialistas do mundo no assunto, defendeu o uso medicinal da polêmica erva.



Piomelli, da Universidade da Califórnia em Irvine, não é nenhum defensor da legalização da maconha. "Isso é uma decisão que cabe à sociedade tomar. Nós, cientistas, só fornecemos os fatos", diz ele. Tampouco ignora os malefícios da droga. "Fumar maconha, como fumar qualquer cigarro, aumenta o risco de câncer de pulmão, de câncer de boca, entre vários outros. Isso não faz bem e uma pessoa sensata evitaria"



[E]> um em cada cinco tabagistas morrem em decorrência de doenças
relacionadas com o tabaco. Definitivamente, a maconha é menos prejudicial...
Um baseado não é "como qualquer outro cigarro" (p.ex.):
http://www.philipmorrisusa.com/en/product_facts/ingredients/ingredients_in_cigarettes/brand_by_brand_ingredients.asp?brandId=14&packagingId=%3D1&Submit.x=19&Submit.y=5&Submit=Go&brandName=Marlboro&packagingName=Marlboro+Full+Flavor+100%27s+Filter+Box&postback=true


, afirma. "Há outro problema: o vício. Alguém que fuma maconha por um certo tempo e em certas quantidades acaba desenvolvendo uma compulsão pela droga. Acaba tendo aquela vontade avassaladora de fumar de novo", diz ele.

[E]> quem faz sexo também, quem viaja de férias também, quem trabalha
e ganha dinheiro também, como tudo de bom na vida... Vício é quando
vc não quer fazer uma coisa mas é compelido.




No entanto, o cientista acredita que a droga tem potencial para tratar pacientes de doenças graves, como câncer e Aids. "Seria imoral, antiético e desumano não fornecer esse alívio para pessoas que estão sofrendo, por motivos que vão além da medicina e que a ciência não fundamenta", afirma. "Como você vai dizer para alguém com câncer terminal que ele não pode fumar maconha para aliviar sua dor?"

[E]> Se trata doenças graves não trata doenças leves? ou só doentes
graves teriam esse direito? Precisa estar com câncer terminal pra
maconha aliviar dores?




Piomelli espera que as pesquisas científicas na área avancem, sem serem atravancadas por questões políticas e sociais. "Chegou a hora de irmos além da maconha", diz ele. "Quando tivermos um remédio melhor, eficiente, sem efeitos indesejados, que faça todo o bem que a maconha faz sem trazer todo o mal que ela causa, ninguém vai nem mais lembrar que maconha existe."


[E]> Doentes terminais não lembram de nada por muito tempo, né?
Esse cientista parece esquecer que a maioria não usa a maconha como remédio.






Para conhecer mais sobre os usos terapêuticos da erva e sobre os efeitos da maconha no organismo, leia abaixo a íntegra da entrevista que o cientista deu ao G1.



Para saber o que é mito e o que é verdade sobre a droga, clique aqui.



G1 - O que se sabe sobre os efeitos da maconha no cérebro?



Daniele Piomelli - Nós sabemos, e já sabemos há alguns anos, que existem uma série de compostos no nosso próprio cérebro que agem como uma "maconha natural". Por isso, são chamados de endocanabinóides, a partir do nome científico da maconha, Cannabis sativa. Normalmente, eles regulam coisas como o sono e a alimentação - e praticamente todos os processos do corpo humano. Quando alguém fuma maconha, esses compostos são "superativados" , passam a funcionar acima do normal, bloqueiam as sensações de dor e dão prazer.



G1 - Existem possíveis usos terapêuticos para a maconha?



Piomelli - Bom, quanto às propriedades medicinais, nós sabemos que a maconha é usada como um poderoso alívio para a dor crônica -- e não há nada muito eficiente contra isso até agora.



Pessoas com esclerose múltipla também têm benefícios ao fumar maconha, diversas pesquisas já mostraram isso. Ela também ajuda no combate a diversos outros problemas, como estresse, pressão alta, ansiedade, insônia, perda de apetite, cólicas menstruais e problemas intestinais.



Agora, a maconha deveria ser usada como remédio? Aí, depende. É preciso fumar maconha para obter seus efeitos e isso faz com que a pessoa consuma uma série de compostos químicos tóxicos e cancerígenos. E isso não faz bem.



Há outro problema: o vício. Há alguns anos, acreditávamos que a maconha não viciava. Hoje, sabemos que não é bem assim. A maconha é capaz, sim, de viciar -- ou seja, alguém que fuma maconha por um certo tempo e em certas quantidades, acaba desenvolvendo uma compulsão pela droga. Acaba tendo aquela vontade avassaladora de fumar de novo. O vício existe. É muito mais fraco do que o gerado pela cocaína e pela heroína, e mais fraco que o gerado pela nicotina. Mas existe.



G1 - Os efeitos negativos da maconha, portanto, não compensariam seus benefícios médicos?



Piomelli - Depende do caso. Se estamos falando de uma pessoa com câncer, por exemplo, ou Aids, ou algum outro problema grave de saúde, na hora de somar os prós e os contras, o alívio da dor que a maconha proporciona, compensa.



Mas se estamos falando de pessoas saudáveis, usando maconha para curar dores de cabeça, é uma irresponsabilidade muito grande. Há métodos mais eficazes, que não trazem os efeitos colaterais indesejados.



G1 - Então, na sua opinião, a maconha deveria, ou poderia, ser prescrita por médicos?



Piomelli - Sim. Eu acredito, e essa é minha opinião pessoal, que no caso de pacientes com câncer, por exemplo, seria imoral, antiético e desumano não fornecer esse alívio para pessoas que estão sofrendo, por motivos que vão além da medicina e que a ciência não fundamenta. Como você vai dizer para alguém com câncer terminal que ele não pode fumar maconha para aliviar sua dor?



Agora, se um paciente entrar no meu consultório pedindo para eu prescrever maconha para curar sua dor de cabeça, eu vou perguntar se ele está maluco e mandar ele tomar uma aspirina.



G1 - O senhor disse que é preciso fumar a maconha para obter seus efeitos. Não existe nenhuma forma além do fumo?



Piomelli - Na verdade, existe, mas não é tão eficiente quanto. Existe uma droga, feita a partir do princípio ativo da maconha, o THC, que tem sido usada para fins terapêuticos em diversos países. Existe a possibilidade de se consumir o THC oralmente, mas os resultados demoram mais para aparecer. E quando você está com dor, quer alívio o mais rápido possível.



O consumo oral do THC passa pelo estômago. Mas quando você fuma a maconha, o THC vai direto do pulmão para a corrente sanguínea, e daí para o cérebro. O efeito é muito mais rápido.



Alguns pacientes também declaram que preferem fumar, porque eles podem controlar exatamente o quanto vão consumir. Eles podem dar duas ou três tragadas, por exemplo, e parar quando se sentem melhor. Quando você toma um comprimido, ele vai ter lá seus 10g ou 20g e você não tem escolha. Se não for o suficiente, vai ter que agüentar. Se for demais, não tem como não absorver.



Ultimamente, tem sido testada uma nova forma de se consumir o THC que tem a velocidade do cigarro, mas não faz mal à saúde: o aerosol. Os médicos pegam o composto e o transformam para que ele possa ser aspirado. Dessa maneira, se tem os mesmos benefícios, mas sem os riscos.



G1 - Como o THC funciona?



Piomelli - O THC não é exatamente o melhor remédio do mundo. Ele atua naqueles componentes do cérebro que falamos antes, os endocanabinóides. Os endocanabinóides regulam praticamente todas as funções do corpo humano, do sono à fome. Por isso, eles são encontrados em locais muito diferentes do cérebro.



O que o THC faz? Ele fortalece todos os endocanabinóides. Todos, ao mesmo tempo. O que acontece? A dor passa, todos os efeitos benéficos aparecem, mas a pessoa fica "doidona". Quando alguém fuma maconha para fins recreativos a intenção é, exatamente, essa: ficar "doidão". É esse o objetivo. Que não é o objetivo de quem está com dor e toma THC. Essa pessoa não quer ficar alterada, ela só quer que a dor passe.



O que precisamos é de um remédio eficaz e seguro, que tire a dor, que melhore a náusea, que tenha todos os efeitos benéficos da maconha, e que não tenha os seus efeitos colaterais. Que não deixe ninguém drogado.



G1 - Estamos muito longe de um remédio como esse?



Piomelli - Essa é a grande meta de todas as pesquisas científicas que usam a maconha. No momento, o foco está, principalmente, em se encontrar um meio de aumentar o efeito dos endocanabinóides do cérebro naturalmente. Encontrar algo que faça o próprio corpo liberar os efeitos positivos desses compostos, sem que seja necessário fumar nada. É nisso que maioria das pesquisas está trabalhando no momento.



G1 - Voltando um pouco aos efeitos negativos da maconha. Há pesquisas que dizem que maconha mata neurônios. Outras dizem que não. Afinal de contas, mata ou não mata?



Piomelli - Esse é o grande problema, não é? Temos pesquisas de um lado falando uma coisa e daí vêm pesquisas do outro falando exatamente o oposto.


[E]> e o rigor científico? falar qualquer um fala...




O que eu posso dizer é que conforme as pesquisas avançam está ficando cada vez mais claro para os cientistas que a maconha não tem nenhum efeito tóxico no cérebro, na quantidade em que é normalmente consumida.



Existem pesquisas que mostram que grandes quantidades de maconha em um curto período de tempo vão gerar uma série de estragos. E elas estão certas. Mas isso também é certo para qualquer coisa. Se você tomar uma grande quantidade de aspirina em um intervalo pequeno, também terá muitos problemas.



Uma vez eu disse a um jornal norte-americano que a maconha era uma das substâncias mais seguras que existem. Essa frase gerou o maior barulho e eu perdi minha paz por algum tempo. Mas, mantenho a afirmação: a maconha é uma das substâncias mais seguras que existem.



É impossível você matar alguém com maconha. O máximo que você vai fazer é botar a pessoa para dormir. Nós temos uma gigantesca lista de remédios usados normalmente muito mais perigosos que isso. A maioria desses analgésicos que são prescritos como água por aí são capazes de matar alguém -- em doses não muito maiores do que as consumidas normalmente. E você não mata ninguém com maconha.



G1 - Maconha, então, não faz mal?



Piomelli - Para o cérebro? Não. Para o cérebro de um adulto. Vamos sair por aí permitindo que nossas crianças e adolescentes fumem? Não. O cérebro de um adolescente ainda está em formação. Você diz isso para eles e eles não entendem, mas o fato é que no cérebro de alguém nessa idade ainda falta um monte de coisas. O sistema que é acionado em comportamentos de vício, por exemplo, não está pronto antes da idade adulta. Fumar maconha nessa idade pode fazer um dano enorme. Qual a extensão desse dano? Não sei. As pesquisas ainda não conseguiram definir. Mas, pelo princípio da precaução, adolescentes deveriam passar bem longe disso.



Agora, para um adulto, é outra questão. Por enquanto, não temos evidência de nenhum estrago que seja feito pela maconha no cérebro. Mas fumar maconha, como fumar qualquer cigarro, aumenta o risco de câncer de pulmão, de câncer de boca, entre vários outros. Isso não faz bem e uma pessoa sensata evitaria.



A maconha deveria ser liberada? Isso é uma decisão que cabe à sociedade tomar. Nós, cientistas, só fornecemos os fatos.



G1- Na sua opinião, o que podemos esperar do futuro das pesquisas com maconha?



Piomelli - Eu acho, e defendo isso exaustivamente, que chegou a hora de irmos além da maconha. Se temos o composto e temos como ele age no cérebro, já está na hora de podermos dispensar a maconha. Quando isso acontecer, tudo ficará mais fácil. Quando tivermos um remédio melhor, eficiente, sem efeitos indesejados, que faça todo o bem que a maconha faz sem trazer todo o mal que ela causa, ninguém vai nem mais lembrar que maconha existe.



No passado, o ópio era consumido para curar e aliviar de tudo. Tínhamos milhares de pessoas por aí usando. Hoje, o consumo do ópio caiu bruscamente. Ninguém mais usa. Por quê? Porque avançamos. Porque fomos além do ópio. Desenvolvemos uma série de medicamentos muito melhores, e daí ninguém mais precisava disso. É o que precisa acontecer com a maconha.




[E]> já aconteceu. como remédio, a maconha já era... e isso não é "remédio" pra acabar com o consumo de maconha...











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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Res: Res: [ciencialist]Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 13:48

Se for possível me enviar o link, gostaria de ver. Youtube?

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eurico Ferreira de Souza Jr."
<caodejah@...> escreveu
>
> [E]> na net tem um video que mostra um desenho sendo feito por umas
luzinhas...
> o desenho vai aparecendo como uma impressora faria... sinistro (e
duvidoso...)
> As plantas são "deitadas" em padrões e os desenhos aparecem da noite
pro dia...
> acho que não são "adubos enriquecidos"... :D
>
> _\|/_
>
> ----- Mensagem original ----
> De: pcw_junior <pcw_junior@...>
> Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Enviadas: Quinta-feira, 23 de Novembro de 2006 23:23:57
> Assunto: Res: [ciencialist]Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os
trolls
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> Será que recebem adubos enriquecidos?
>
>
>
> Abraços,
>
> Junior
>
>
>
> --- Em ciencialist@ yahoogrupos. com.br, "Eurico Ferreira de Souza Jr."
>
> <caodejah@ .> escreveu
>
> >
>
> > [E]> Salve Tagore,
>
> >
>
> > Nos "crop circles" as plantas não são cortadas nem amassadas,
>
> > elas "crescem torto", formando um "cotovelo" no caule,
>
> > não morrem e produzem mais que as vizinhas que não participaram do
>
> desenho.
>
> >
>
> > []s
>
> >
>
> > _\|/_
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> <!--
>
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>
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> _______________________________________________________
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>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>





SUBJECT: P/ Andre - Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/11/2006 15:11

Olá Andre

Andre: "Só uma pergunta, qual é o interesse em saber se os círculos são feitos
por imbecis que fazem isso sem nenhum critério matemático, ou por imbecis
guiados por um cara que sabe matemática e não tem mais nada de útil pra
fazer?"

Na verdade, nenhum, mas deu motivo para o troll residente (Junior/Bradock/pubmed/rtjunior/pwc_junior/etc) arrumar uma encrenca e enviar centenas de mensgens sem pé nem cabeça para atormentar a lista..:-)

Por isso, não se deve alimentar os trolls.

Um abraço.

Homero



----- Original Message -----
From: Andre Timpanaro
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, November 23, 2006 9:19 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls


>Eu acredito que isso é perfeitamente possível ser realizados por
>humanos, não estou pensando em extra-terrestres. Por acaso , as
>chances de eles acertarem fazer um padrão desses sem entender de
>matemática são de 1/25.000, . O que é no mínimo razoável para voce
>apostar num "projetista inteligente"

Só uma pergunta, qual é o interesse em saber se os círculos são feitos
por imbecis que fazem isso sem nenhum critério matemático, ou por imbecis
guiados por um cara que sabe matemática e não tem mais nada de útil pra
fazer?

André Timpanaro

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: P/ Andre - Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 15:49

Tudo me leva a crer que pessoas que não sabem argumentar, e que não
conseguem esquecer o fracasso de discussões ocorridas em outras listas
comecem a gerir ódio e direcionar agressões gratuitas

O mais grave a meu ver são a atitude dos moderadores que deixam passar
atitudes como estas que já vem ocorrendo a um bom tempo, com várias
mensagens agressivas direcionadas a mim, contendo falsas acusações que
não foram provadas, inclusive agressoes morais passíveis de um
enquadramento judicial.

Tenho me esforçado pra não devolver e responder essas mensagens com o
mesmo tom de agressividade, preferindo me ater aos temas tratados.

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@...> escreveu
>
> Olá Andre
>
> Andre: "Só uma pergunta, qual é o interesse em saber se os círculos
são feitos
> por imbecis que fazem isso sem nenhum critério matemático, ou por
imbecis
> guiados por um cara que sabe matemática e não tem mais nada de útil pra
> fazer?"
>
> Na verdade, nenhum, mas deu motivo para o troll residente
(Junior/Bradock/pubmed/rtjunior/pwc_junior/etc) arrumar uma encrenca e
enviar centenas de mensgens sem pé nem cabeça para atormentar a lista..:-)
>
> Por isso, não se deve alimentar os trolls.
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Andre Timpanaro
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, November 23, 2006 9:19 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Círculos Ingleses e Mandelbrot e os
trolls
>
>
> >Eu acredito que isso é perfeitamente possível ser realizados por
> >humanos, não estou pensando em extra-terrestres. Por acaso , as
> >chances de eles acertarem fazer um padrão desses sem entender de
> >matemática são de 1/25.000, . O que é no mínimo razoável para voce
> >apostar num "projetista inteligente"
>
> Só uma pergunta, qual é o interesse em saber se os círculos são feitos
> por imbecis que fazem isso sem nenhum critério matemático, ou por
imbecis
> guiados por um cara que sabe matemática e não tem mais nada de
útil pra
> fazer?
>
> André Timpanaro
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>





SUBJECT: Re:Carneiro hidráulico e roda de água.UCFilho
FROM: "UCFilho" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 15:49

Boa tarde Mauro e a todos,

pelas vantagens e desvantagens apresentadas por cada um dos
equipamentos, o carneiro hidráulico deve ser usado todas as vezes que
a qualidade da água não é o fator limitante e a roda de água deve ser
utilizada quando a obtenção de água potável constitui o fator de
maior importância, pois as desvantagens do uso da roda de água com
bomba, em relação ao carneiro, são grandemente compensadas pela
obtenção de uma água de boa qualidade.

Mas há situações que não cabe esta generalização como o caso que a
água não tem queda suficiente para acionar a roda e as situações onde
os custos tornam inviáveis o uso da roda e situações onde a água que
aciona o carneiro é de boa qualidade.

Saudações, UCFilho

http://www.deg.ufla.br/eng187/aulas%20pr%C3%A1ticas/10.PDF

Vantagens do carneiro:
1- o carneiro é uma máquina mais simples, robusta e barata (custa, em
média, 8 vezes menos que um conjunto bomba-roda d'água);
2- funciona ao mesmo tempo, aproveitando a queda d'água e elevando
uma fração desta, isto é, ele substitui, simultaneamente, a roda e a
bomba.
3- sua instalação é mais simples e requer menor manutenção e, a vazão
para acionamento, geralmente, é bem menor que a necessária para
acionar a roda d'água.
Já, as bombas conjugadas com roda d'água. As bombas conjugadas com
roda d'água, além de apresentarem mais partes móveis, maiornúmero de
válvulas e preço elevado, dão o rendimento menor, em torno de 30 a
50%, considerando o sistema como um todo, ou seja, rendimento da roda
e da bomba juntos.


Desvantagens do carneiro hidráulico:

1-O carneiro hidráulico, aproveitando uma certa queda d'água,
consegue elevar apenas parte
desta. Além disso, por ser a água recalcada a mesma de acionamento,
esta deve ser de boa qualidade para o abastecimento e consumo
doméstico, o que nem sempre acontece.
As bombas conjugadas com roda d'água apresentam, neste aspecto, sua
grande vantagem:
podem ser movimentadas por águas superficiais sujas e contaminadas,
mas pode bombear a água de boa qualidade de um poço raso, aberto nas
proximidades, e elevá-la para o consumo doméstico.
2- as alturas de elevação e vazões recalcadas da roda hidráulica são,
geralmente, maiores que aquelas obtidas pelos carneiros hidráulicos
3- roda que aciona a bomba pode, também, ser acoplado um gerador de
energia e o carneiro.



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Mauro" <bombaspr@...> escreveu
>
>
> meu nome é Sérgio e estou fazendo algumas pesquizas, gostaria que
o
> sr me respondesse as vantagens e desvantagens do uso do carneiro
> hidráulico em relação ao uso da bomba acionada por roda d'água e
> vice-versa, no recalque de água.
> Agradeço sua atenção,
>
>
> Mauro: A roda d'água é mais vantajosa em termos de rendimento
> hidráulico, embora custe mais caro que o carneiro. Entretanto nem
> sempre é possivel instalar a roda por falta de vãzão suficiente
para
> aciona-la, neste caso recorre-se ao carneiro (mesmo que a água
chegue
> em conta-gotas, ela, afinal, chega lá).
>
> Particularmente sou mais a roda d'agua. Em todo caso, se optar pelo
> carneiro é preciso atenção especial para sua instalação. O angulo
do
> tubo de alimentação deve ser calculado para o seu caso específico,
ele
> tem de ser de ferro e não pode 'embarrigar'. Além disso é preciso
> fazer um furinho antes que chegue ao carneiro (por isso não dá para
> instala-lo num buraco, como muita gente pensa, justamente porque o
> buraco acabará cheio desta água) e instalar uma válvula de retenção
em
> sua saída.
>
> Inté+
> Mauro
>





SUBJECT: Física Quântica e os Números Primos
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 16:20

Olá

Estava procurando um artigo em que se discute se o Universo poderia
ser uma simulação ao estilo "Matrix" (ainda não achei o artigo, mas
lembro que ele mostrava detalhes da concha de um molusco, e
relacionava estes detalhes com regras simples, lembrando de alguma
forma fractais - se alguém tiver ou achar que tem a referência, não se
acanhe), e topei com este artigo igualmente interessante (em inglês, e
eu não sei se tem tradução em algum lugar, de forma que quem não sabe
inglês, tem mais uma coisa que não vai ficar sabendo):

http://www.seedmagazine.com/news/2006/03/prime_numbers_get_hitched.php?utm_source=seedmag-main=rss

Prime Numbers Get Hitched

In their search for patterns, mathematicians have uncovered unlikely
connections between prime numbers and quantum physics. Will the
subatomic world help reveal the elusive nature of the primes?

by Marcus du Sautoy • Posted March 27, 2006 12:40 AM


SUBJECT: Re: Física Quântica e os Números Primos
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 17:33

Como eles conseguem prever os numeros primos em sequencia? A função
zeta de Riemann não deveria entrar nessa conexão?

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, César A. K. Grossmann
<cesarakg@...> escreveu
>
> Olá
>
> Estava procurando um artigo em que se discute se o Universo poderia
> ser uma simulação ao estilo "Matrix" (ainda não achei o artigo, mas
> lembro que ele mostrava detalhes da concha de um molusco, e
> relacionava estes detalhes com regras simples, lembrando de alguma
> forma fractais - se alguém tiver ou achar que tem a referência, não se
> acanhe), e topei com este artigo igualmente interessante (em inglês, e
> eu não sei se tem tradução em algum lugar, de forma que quem não sabe
> inglês, tem mais uma coisa que não vai ficar sabendo):
>
>
http://www.seedmagazine.com/news/2006/03/prime_numbers_get_hitched.php?utm_source=seedmag-main=rss
>
> Prime Numbers Get Hitched
>
> In their search for patterns, mathematicians have uncovered unlikely
> connections between prime numbers and quantum physics. Will the
> subatomic world help reveal the elusive nature of the primes?
>
> by Marcus du Sautoy • Posted March 27, 2006 12:40 AM
>
> From the FEB/MAR 2006 issue of Seed:
>
> In 1972, the physicist Freeman Dyson wrote an article called "Missed
> Opportunities." In it, he describes how relativity could have been
> discovered many years before Einstein announced his findings if
> mathematicians in places like Göttingen had spoken to physicists who
> were poring over Maxwell's equations describing electromagnetism. The
> ingredients were there in 1865 to make the breakthrough—only announced
> by Einstein some 40 years later.
>
> It is striking that Dyson should have written about scientific ships
> passing in the night. Shortly after he published the piece, he was
> responsible for an abrupt collision between physics and mathematics
> that produced one of the most remarkable scientific ideas of the last
> half century: that quantum physics and prime numbers are inextricably
> linked.
>
> (...)
>
> O artigo prossegue...
>
> []s
> --
> César A. K. Grossmann
>





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re:Carneiro hidráulico e roda de água.UCFilho
FROM: "Mauro" <bombaspr@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/11/2006 18:22

Olá UCFilho.

Vantagens do carneiro:
3- sua instalação é mais simples e requer menor manutenção [...].

Mauro: Concordo com suas outras colocações, entretanto a instalação do
carneiro não tem nada de simples (embora você só tenha comparado a
complexidade entre os dois). Na verdade, na prática, instalar um
carneiro é uma coisa encardida -- pior que isso só instalar um
cata-vento em poço de mais de 8 metros de profundidade.
Quanto a manutenção, de fato o carneiro tem menos peças moveis e é
raro que se faça a manutenção (geralmente por *muitos* anos de uso,
simplesmente ele é trocado). No entanto é comum que se tenha que dar
uma 'cutucada' em seu martelo para que ele volte a bater
(principalmente quando a instalação está inapropriada -- o que é bem
comum).

Inté+
Mauro



SUBJECT: Re: P/ Andre - Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 18:34

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Tudo me leva a crer que pessoas que não sabem argumentar, e que não
> conseguem esquecer o fracasso de discussões ocorridas em outras
> listas comecem a gerir ódio e direcionar agressões gratuitas

Mas q fantástica capacidade de autocrítica. Por essa não esperava. Dou
mão à palmatória, por sua descrição tão sincera de si mm.

Alvíssaras sem ironias.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: P/ Andre - Círculos Ingleses e Mandelbrot e os trolls
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 18:47

Indique aqui aonde eu pratiquei agressoes a sua pessoa e ao
Oráculo...a ponto de chama-lo de dificiente cognitivo a moda do oráculo

Se voce tá com raiva de tb ter fracassado, e quer me atingir com seu
email, o problema não é meu. Voce tb se encaixa no perfil oraculano

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > Tudo me leva a crer que pessoas que não sabem argumentar, e que não
> > conseguem esquecer o fracasso de discussões ocorridas em outras
> > listas comecem a gerir ódio e direcionar agressões gratuitas
>
> Mas q fantástica capacidade de autocrítica. Por essa não esperava. Dou
> mão à palmatória, por sua descrição tão sincera de si mm.
>
> Alvíssaras sem ironias.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/11/2006 19:04

Para mim as estrelas Camila Pitanga e Ana Paula Arósio bastam. Mas estas não são só estrelas, são
constelações. Mas fazem míseros terrestres verem estrelas.

Victor.




----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, November 24, 2006 11:27 AM
Subject: [ciencialist] Re: Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida


As minhas dez estrelas onde vale a pena procurar vida:
- Angelina Jolie;
- Camila Pitanga;
- Thais Araujo;
- Cameron Diaz;
- Krista Allen;
- Emmanuelle Beart;
- Ana Paula Arosio;
- Yumiko Shaku;
- Teri Hatcher;
- Ziyi Zhang

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
> Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida
> As 10 estrelas selecionadas por Turnbull:
> Beta Canum Venaticorum, HD 10307, HD 211415, 18 Sco, 51 Pegasus,
Epsilon
> Indi A, Epsilon Eridani, Omicron2 Eridani, Alpha Centauri B, Tau Ceti
> Fonte: http://www.space.com/scienceastronomy/060221_habstars.html





__________ Informação do NOD32 IMON 1881 (20061124) __________

Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 sistema antivírus
http://www.eset.com.br


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: França inaugura o maior complexo do mundo de estudo do cérebro
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 19:45

(talvez eles descubram como curar "trolls", mas eu não tenho muita
esperança..:-)
Homero
______________________________________________________________

França inaugura o maior complexo do mundo de estudo do cérebro

A França inaugurou nesta sexta-feira o maior complexo do mundo
totalmente dedicado ao estudo do cérebro, a plataforma NeuroSpin, que
permitirá estudar as doenças do sistema nervoso, bem como fazer
progredir as interfaces entre o homem e o computador.

Este centro de imagens médicas, dedicado ao estudo do cérebro,
radicado em Saclay, na região parisiense, foi inaugurado pelo
primeiro-ministro Dominique de Villepin. Sua exploração começará em
janeiro de 2007.

"Graças às novas técnicas desenvolvidas, poderemos superar as
fronteiras do conhecimento e do funcionamento do cérebro. É um dos
grandes desafios científicos do nosso século", disse Villepin.

Ao mesmo tempo unidade clínica e laboratório de pesquisa fundamental,
o NeuroSpin permitirá aos cientistas trabalharem com doenças do
sistema nervoso (esclerose múltipla), anomalias de desenvolvimento
intelectual, problemas psiquiátricos (esquizofrenia, depressão) e
envelhecimento cerebral (mal de Alzheimer).

Os cientistas também tentarão compreender melhor os mecanismos
cerebrais que sustentam a inteligência e o pensamento, com o objetivo
de melhorar as interfaces entre o homem e o computador.

O NeuroSpin dispõe de scanners médicos de capacidade inegável.

O projeto representa um investimento de 51 milhões de euros,
financiados por uma parceria franco-alemã.

Cento e cinqüenta cientistas, das áreas da neurociência, das imagens
médicas e da física nuclear, trabalharão nos laboratórios do local,
instalados em 11 mil metros quadrados.

Sua arquitetura futurista evoca o sinal das ondas senoidais emitidas
pelo cérebro.



SUBJECT: Fw: [ciencialist] Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/11/2006 20:44

Por que essa minha mensagem não chegou na lista?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>;Enviada em: quinta-feira, 23 de novembro de 2006 20:46
Assunto: Re: [ciencialist] Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida


De: "Fabiano "bioastronomo""
Assunto: [ciencialist] Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida


>Anunciadas dez estrelas onde vale a pena procurar vida<

Sharon Stone, Gillian Anderson, Pamela Anderson, Jeny MacCarthy, Britney Spears, Cameron Diaz, Sarah Michelle Gellar, Jennifer Love Hewitt, Christina Riccia e Angeline Jolie.

Com certeza .......

[]'

Léo


SUBJECT: Fw: FEIRA DE CIENCIAS EM CD-ROM ou CADERNOS
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/11/2006 20:53

Alguém tem esse livro para me enviar mais dados sobre o experimento em pauta?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Celia
Para: 'Luiz Ferraz Netto'
Enviada em: sexta-feira, 24 de novembro de 2006 12:11
Assunto: RES: FEIRA DE CIENCIAS EM CD-ROM ou CADERNOS


Professor Luiz



O experimento está no livro Eureka! Práticas de Ciências para o Ensino Fundamental, de Alexandre Brandão Grosso.

O que me falta é a compreensão e fazer a relação com outras matérias.

Obrigada pela atenção.

Abraços

Célia




--------------------------------------------------------------------------------

De: Luiz Ferraz Netto [mailto:leobarretos@uol.com.br]
Enviada em: sexta-feira, 24 de novembro de 2006 10:04
Para: Celia
Assunto: Re: FEIRA DE CIENCIAS EM CD-ROM ou CADERNOS



Oi Célia,



nunca ouvi falar desse experimento que relata. Se tiver mais informações, participe-me.

Tem algum detalhe mais específico do experimento?

Agradeço,



aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================

-----Mensagem Original-----

De: Celia

Para: leobarretos@uol.com.br

Enviada em: sexta-feira, 24 de novembro de 2006 00:13

Assunto: FEIRA DE CIENCIAS EM CD-ROM ou CADERNOS



Professor,

Sua página é ótima! Porém gostaria de maiores informações a respeito de uma experiência que faço com uma panela de pressão, lona e colher de alumínio, e que resulta no relâmpago. Não consegui nada que faça referencia a esse experiência e nem como trabalhar com a interdisciplinalidade.

Será que o senhor poderia colaborar?

Antecipadamente agradeço.

Célia


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Segredo dos alquimistas
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/11/2006 22:12

Destaques da Nature de 23/11/2006 (Vol. 444, N°. 7118)
Arqueólogos descobrem que cerâmicas medievais continham substância
extremamente resistente, identificada apenas no século XX. Outro
estudo da edição destaca que o silício pode se comportar como
supercondutor
Edição Online - 22/11/2006

Segredo dos alquimistas
Cerâmicas medievais continham substância descoberta no século XX

Arqueólogos britânicos descobriram por que recipientes de cerâmica da
região de Hesse, na Alemanha, encontrados em sítios arqueológicos de
praticamente toda a Europa, eram tão populares na Idade Média. Os
cadinhos da região eram conhecidos entre alquimistas por sua
inigualável resistência a altas temperaturas e a reações químicas
agressivas. Empregando técnicas avançadas de análise, a equipe de
Marcos Martinón-Torres da Universidade College, em Londres, descobriu
que o segredo da cerâmica alemã era o aquecimento a temperaturas de
até 1.200ºC. O processo promovia a formação de um composto conhecido
como mulita (Al6Si2O13), que só foi formalmente descoberto no início
do século XX. A mulita é usada atualmente em diversos tipos de
cerâmica, como material para construção, instrumentos ópticos,
catalisadores, isolantes térmicos e revestimentos de motores de aviões.

Silício pode se tornar supercondutor
Descoberta pode gerar novos tipos de nanocircuitos e dispositivos
eletrônicos

Cientistas franceses fizeram com que um filme de silício apresentasse
supercondutividade – a capacidade de conduzir corrente elétrica sem
resistência alguma – em pressão ambiente. O silício é um semicondutor
e é o componente principal de quase todos os circuitos eletrônicos. A
maneira como o silício conduz eletricidade é controlada pela
substituição de alguns átomos por outros elementos, processo conhecido
como dopagem. Compostos de silício dopados com boro, por exemplo,
apresentam condutividade maior, como os metais. A equipe liderada por
Etienne Bustarret, do Centro Nacional da Pesquisa Científica (França),
utilizou pulsos de laser de alta intensidade para aquecer o filme de
silício, injetando nele ainda mais átomos de boro do que o normal. O
composto obtido apresentou supercondutividade em temperaturas abaixo
de 0,3K (0,3 graus acima do zero absoluto).

Proteína seleciona óvulos sadios
Mecanismo que elimina células com DNA avariado pode ajudar a tratar
infertilidade feminina

Uma proteína que detecta danos no DNA de óvulos em formação,
identificada por cientistas da Harvard Medical School e do Brigham and
Women's Hospital, pode ajudar a compreender e tratar a infertilidade
feminina. A equipe coordenada por Frank McKeon descobriu que a
proteína conhecida como p63 entra em atividade em óvulos de
camundongos no período em que estão "congelados", aguardando a parte
final de seu desenvolvimento. As células com DNA danificado permanecem
nesse estado. Os óvulos humanos também passam por essa fase de espera:
seu desenvolvimento começa antes do nascimento, mas só se completa
após a puberdade. Os autores acreditam que a proteína descoberta ajuda
a preservar a integridade dos gametas femininos, acionando mecanismos
que destroem os óvulos que contêm material genético danificado.

O genoma humano é mais diverso do que se pensava
Estudos mostram que o código genético do homem pode apresentar
variações em até 12% de sua composição (Veja matéria maior sobre o
assunto)

Outros destaques

* Infância de neandertais era semelhante à de humanos modernos
* Recifes de coral estão cada vez mais vulneráveis a
instabilidade dos oceanos

Mais detalhes em www.nature.com/nature

http://revistapesquisa.fapesp.br/?art=3500&bd=2&pg=1&lg=





SUBJECT: QUEM ENTENDER, FAVOR NÃO EXPLICAR (um tanto OT, mas vale a pena..;-)
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/11/2006 02:16

Copiado do site CrissMyAss (passei mal de tanto rir..:-) O texto está
no original em duas cores, com as intervenções do autor em branco.
Aqui ficou sem a separação de cor, mas acho que dá para compreender
bem quando é o texto e quando o comentário do autor, mas se
preferirem, leiam no link original.

http://crissmyass.blogspot.com/2006/10/quem-entender-favor-no-explicar.html#links

Homero
________________________________________________

QUEM ENTENDER, FAVOR NÃO EXPLICAR.
O DISPARO CÓSMICO E OS 33 ENIGMAS

Li esse email com algum atraso. E isso fez toda a diferença - ou não!
Segue o texto, exatamente como me foi enviado, para que vocês o
avaliem, em forma e conteúdo. Ou não!
Quem encontrar algum sentido, deverá resistir ao impulso de se matar.
Ou não!

"Um evento de disparo cósmico acontecerá no dia 17 de outubro de 2006.
Este é o começo do disparo cósmico, um dos muitos que deverão ocorrer
até 2013. (1) Não entendi. Quer dizer que antes de 17/10/06 não havia
disparo cósmico, e depois de 2013 não vai haver mais? Por que? Tenho
medo da resposta!
Os raios pulsantes de um (raio de luz) ultravioleta (UV) (2) "Um",
enquanto unidade de medida de raios UV? de uma dimensão mais alta no
universo (3) Mais alta no sentido de altitude ou mais alta no sentido
de superior? Mais alta que o quê? cruzará a rota da Terra e a (4) "a"?
Que "a"? estaremos sob estes raios por 17 horas nosso tempo, (5)
"Nosso" tempo? E qual é o tempo dos outros? Quem são os outros? Por
que o tempo deles não é igual ao nosso? Quanto dá "17 horas" do tempo
"deles"? Tenho medo da resposta! neste dia.
Esta emissão de raios de luz ressoa (6) E luz ressoa? Pensei que só o
som ressoasse. Vivendo e aprendendo! no chacra do coração. (7) Não sei
se tenho chacra do coração, mas meu coração é uma chacrinha, serve?
É de radiação fluorescente em natura, AZUL/ MAGENTA em cor. (8) Decide
aí, meu: é magenta ou azul?
Apesar de ressonar (9) Agora além de ressoar, ela também ressona!
Enfim, uma luz que ronca pacaraco! nesta freqüência, ela está acima do
espectro de cores do nosso universo, no qual, nós da terra,
articulamos. (10) Ou seja, nós na terra (é, terra com minúscula,
terra; barro, areia, chão, solo), ou seja, nós minhocas, vermes,
formigas, nós articulamos! E não apenas articulamos, como o fazemos
dentro dum espectro de cores do universo!
Porém, pela natureza de nossas almas ou grupos de almas, operando nas
bandas de freqüência do universo, terão efeito sobre nós. (11)
Porém... depois desse "porém", me perdi; agora fudeu a mariola, não
entendi porra nenhuma dessa frase. Hermética demais!
O efeito será a ampliação de nossos pensamentos e emoções na
intensidade de um milhão de vezes. Sim, um milhão de vezes e mais.
(12) ... e mais! E olha que o dia 17 passou e eu nem notei! Um milhão
de vezes minhas emoções ampliadas e ... nada? Putz, eu devia ter
aproveitado o momento com aquele morenão no elevador... Imagina quem
estava no Epcot Center nessa hora!
Cada pensamento, cada emoção, todas as intenções, cada desejo, não
importa se bom ou ruim, doente, positivo, negativo, será ampliado mais
de um milhão de vezes na sua intenção.
O que isto quer dizer? (13) Sim, o que isso quer dizer? Já que a
manifestação da matéria é causada pelos pensamentos (14) Como todo
mundo sabe! , i.e., (15) Adoro esse "i.e."... Soa, (ou "Ressona" ) tão
científico! no que focarmos este raio acelerará estes pensamentos e os
solidificará numa proporção acelerada fazendo-os se manifestarem um
milhão de vezes mais rápido que normalmente aconteceria. (16) Puta que
pariu! Jura? Para os que não compreenderam, (17)Esse é o meu caso.
Finalmente! nossos pensamentos criam nossa realidade a partir do que
focamos em pensamentos e desejos. Este raio de luz poderá também ser
um perigoso instrumento, pois se tiver focado em pensamentos negativos
que são negativos ao seu gosto, (18) Por exemplo, se você adicionar
azeitonas verdes e enchovas, ou uma visita da sua sogra ao seu
pensamento, ele poderá tornar-se o que se chama "pensamento negativo
ao seu gosto" eles se manifestarão na sua realidade quase que
imediatamente. (19) Caraca! Porem ele poderá ser um precioso presente
para você se usá-lo positivamente. A missão - 1017 (20) O que é a
missão 1017? Por que só agora ela foi mencionada no texto? Notem
quantas combinações místicas e cabalísticas com os algarismos 1 e 7.
Tremendo UM-SETE-UM!! requer aproximadamente um milhão de pessoas
focando positivamente, no bem, de (21) ...de? bons pensamentos para si
próprio e para a Humanidade neste dia. Poderemos estar próximos de um
milagre pela união do bem. (22) Aproximadamente 1 milhão!! A Terra tem
aproximadamente 6,5 bilhões de habitantes. Um milhão é coisinha à toa,
vambora que dá, pessoal. O lance é não deixar os outros 6.499.000.000
ficarem pensando merda.
Pedimos pensamentos positivos focados na cura, bem estar, delicadeza,
gratidão. Este raio UV estará a todo efeito (23) Portanto, pelo sim,
pelo não, usem sempre filtro solar fator 5000 ou mais, porque esse UV
né brincadeira não! por 17 horas no dia 17 de outubro de 2006. Não
importa em que lugar do planeta você esteja. (24) Desde que esteja no
planeta, hein? Não vá faltar justamente nesse dia!
De aproximadamente 10: 17a.m. do dia 17 de outubro às 1:17 AM do dia
18 de outubro. Tendo o pico às 17:10 (5:10 PM) (25) (gostei da
tradução!) do dia 17. Não é preciso estar em estado meditativo durante
todo o período, (26) Estado-de-coma só, já tá bom porem seria o mais
benéfico. O importante é fazê-lo principalmente ás 17:10 deste dia.
Procure um lugar tranqüilo para elevar seu pensamento. O melhor seria
em lugares fora da cidade, na terra, próximo a uma grande árvore ou
próximo ao oceano. (27) Se houver uma tempestade então, nem se fala!
Melhor lugar pra se estar.
Este evento do disparo do raio UV é chamado de portal "818". (28)
Números nunca foram o meu forte, mas... 818? Não era 1017? Envie este
e-mail a pessoas de bom coração, (29) pra garantir que a pessoa não
vai enfartar, ao se deparar com o raio UV que ressoa E ressona
magenta-azul, ao ter suas emoções amplificadas 1 milhão de vezes e ao
participar dum encontro junto ao oceano com outros 999.999 doidos que
não poderão levá-lo ao ProntoCor! pessoas que amam a vida e amam
viver, (30) Não é a mesma coisa? Pensei. para que se juntem a nós
neste dia e hora elevando nossos pensamentos ao bem da Humanidade.
Precisamos reunir 1 milhão de pessoas para mudar a separação e a
fragmentação (31) Não é a mesma coisa? Pensei. da Humanidade para uma
unificação e unidade. (32) Não é a mesma coisa? Pensei.
Esta é a nossa oportunidade de reavermos o que por direito nos
pertence: PAZ, PROSPERIDADE para toda a TERRA e HUMANIDADE. Este é um
presente do universo, uma resposta aos seus pedidos e orações. O que
você fizer com isto e se escolher participar é uma opção somente sua."
(33) Diferentemente do processo eleitoral brasileiro, o que já é uma
evolução e tanto. Já pensou se fosse obrigatório focar? Foca, Brasil!


Bem, agora se alguém quiser realmente se aprofundar no assunto e
testemunhar uma versão muito mais verossímil, didática e compreensível
do que seria um disparo cósmico e suas consequências sobre a Terra -
quer pelo ponto de vista evolucionista, quer pelo criacionista, sugiro
assistirem a esse edificante filme.



SUBJECT: Serah o relojoeiro cego?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, "STR_Brasil" <strbrasil@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/11/2006 20:17

transcrevo:

>Lamento no poder enviarles esa tira, pero por lo menos se las
describo lo más exactamente posible.


Cuadro 1: un colegial se acerca a su papá que está sentado en un
sofá leyendo una revista. El chico trae en su mano un reloj
despertador. "Mira papi", le dice, "te enseño un experimento".

Cuadro 2: el padre mira al hijo que le saca la pila al reloj. "Le
sacamos la pila a este reloj y ....." dice el chico.

Cuadro 3: "¡el reloj deja de marcar el paso del tiempo!".

Cuadro 4: "Le ponemos la pila y ...." sigue el chico.

Cuadro 5: "¡HOP! ¡El reloj vuelve a marcar el paso del tiempo!".
El hijo mira a su padre: "Esto nos demuestra claramente ¿QUÉ?".

Cuadro 6: "¡¡que el tiempo no está en los relojes, como uno
cree!!" justifica el chico con aire de triunfo. "¡¡El tiempo está
adentro de las pilas, y los relojes lo chupan de ahí!!".

Cuadro 7: el padre, que miraba asombrado a su hijo, le acaricia
la cabeza y lo felicita efusivamente: "¡Caray, qué admirable!
¿Eso lo descubriste sólo?".

Cuadro 8: "No", contesta el hijo alejándose, "la verdad, nos lo
enseñó hoy el profesor de física en el cole".

Último cuadro: el padre sonriente, con cara satisfecha, una mano
sobre su pecho y mirando al lector: "Con lo difícil que viene el
futuro ... ¡qué tranquilidad saber que le estoy pagando a mi hijo
una educación del mejor nivel!". >

aquele abraço,
[extensivo a todos os professores ...]

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================


SUBJECT: Remédio sob medida - ISTOÉ n° 1936
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/11/2006 20:56

[ Pelo menos quatro grupos de exames j esto disponveis para avaliar caractersticas do organismo que predizem reaes a drogas usadas em quimioterapia. Um dos mais conhecidos analisa variaes em um conjunto de enzimas do fgado, o CYP450. A anlise de certas enzimas pertencentes a essa famlia, as CYP2D6, denuncia a disposio do corpo das pacientes de apresentar baixa resposta ao tamoxifeno, droga usada na terapia do cncer de mama. ]

.............................................

Revista ISTO n 1936 de 29.11.2006

Medicina e Bem-Estar - Sade - Remdio sob medida

Pesquisadores encontram nos genes a chave para oferecer medicamentos mais eficientes, com menos efeitos colaterais

Por Mnica Tarantino

A chance de escolher, antes do tratamento, o remdio mais eficiente e adequado s caractersticas de cada pessoa est se tornando realidade. A revoluo ser possvel graas a um investimento sem precedentes da comunidade cientfica, dos governos e da indstria farmacutica no setor de farmacogenmica, um dos mais novos da medicina. O objetivo conhecer a relao entre as assinaturas genticas e como elas interferem no processamento dos remdios pelo organismo. Ainda que pequenas modificaes nos genes (estruturas que compem o DNA) sejam comuns, elas tm impacto na maneira como o corpo responde s drogas. O esforo atual dos cientistas encontrar as mudanas que influenciam essas reaes e, dessa maneira, ajustar melhor as doses e escolher os remdios mais condizentes com cada indivduo. o que se chama de tratamento personalizado ou customizado.

Na verdade, desde a dcada de 1950 a medicina sabe que duas pessoas reagem de maneira diferente ao mesmo medicamento. Enquanto um paciente pode sentir intensos efeitos colaterais com baixas concentraes de determinada droga, outro necessita de doses maiores para ter resultados. Mas foi s depois do mapeamento do genoma humano, em 2000, que o estudo dessas reaes ganhou mais fora e recursos. Recentemente, o governo dos Estados Unidos liberou US$ 150 milhes para o desenvolvimento do setor.

Antenadas com a posio estratgica do tema, as grandes companhias farmacuticas j pesquisam na rea. Alm disso, esto surgindo iniciativas como a Rede Nacional de Farmacogentica (Refargen), aqui no Brasil, da qual fazem parte 17 grupos ligados a centros de pesquisa e universidades. Uma parte desses pesquisadores est envolvida em um estudo das caractersticas genticas do povo brasileiro, que muito miscigenado, para subsidiar a farmacogentica, explica o cientista Guilherme Suarez-Kurtz, coordenador da Refargen.

Outro desafio aplicar esses conhecimentos no dia-a-dia. Na prtica, como isso ser feito? De um lado, preciso haver testes especficos. Pelo menos quatro grupos de exames j esto disponveis para avaliar caractersticas do organismo que predizem reaes a drogas usadas em quimioterapia. Um dos mais conhecidos analisa variaes em um conjunto de enzimas do fgado, o CYP450. A anlise de certas enzimas pertencentes a essa famlia, as CYP2D6, denuncia a disposio do corpo das pacientes de apresentar baixa resposta ao tamoxifeno, droga usada na terapia do cncer de mama. Mais um teste avalia a receptividade herceptina, substncia que s atua se a paciente tiver muitas cpias do gene Her2/Neu. Os dois exames j fazem parte da rotina contra os tumores de mama. Ter essas informaes antecipadamente ajuda os mdicos a ajustar as doses e a evitar perigosos efeitos colaterais, afirma o cientista Jlio Licnio, editor da publicao mais importante desse segmento, o Pharmacogenomics Journal (Ed. Nature Group). Outros tipos de CYP450 servem para antecipar o comportamento do organismo diante de cerca de 50% dos 100 medicamentos mais receitados nos Estados Unidos, como antidepressivos e anti-hipertensivos. E existe at um kit para examinar um segmento das CYP450 associado a 20% dos medicamentos indicados rotineiramente. Mas ainda que as alteraes dessas enzimas tenham expresso populacional, atingindo cerca de 6% a 8% dos europeus e 20% dos sauditas, por exemplo, a aplicao dos exames que as avaliam cara. O teste custa US$ 700, o equivalente a R$ 1,5 mil.

De todo modo, s a existncia dos testes no basta. necessrio estudar sua aplicao em grande nmero de pacientes e checar se o ajuste de dose tem o desempenho esperado no tratamento. nesse gnero de validao que muitas companhias farmacuticas e cientistas esto trabalhando. No Rio de Janeiro, uma parceria entre o Instituto Nacional de Cardiologia Laranjeiras e o Instituto Nacional do Cncer (InCa) investiga de que modo as variaes genticas de enzimas do fgado e do gene que determina a produo da vitamina K interferem na ao de uma medicao anticoagulante. Estamos coletando dados no cotidiano do atendimento, afirma Kurtz.

Os cientistas da farmacogenmica tambm se dedicam a procurar novos alvos para o desenvolvimento de drogas. Primeiro achamos as variaes na seqncia de genes para depois descobrir qual a molcula que ela regula, explica Fernando Soares, diretor de pesquisa do Hospital do Cncer A.C.Camargo, em So Paulo. Recentemente, pesquisadores do A.C. Camargo e do Instituto Ludwig de Pesquisa anunciaram a identificao de uma nova protena presente em diversos tumores que vai inspirar trabalhos em busca de novos remdios. Esse o caminho trilhado no mundo todo. Uma equipe formada por americanos e canadenses, por exemplo, analisa variaes dos genes na regio do DNA humano que determina as reaes imunolgicas. Da se esperam novidades em remdios contra doenas auto-imunes, caracterizadas pelo ataque do sistema de defesa do organismo contra o prprio corpo. O objetivo , uma vez mapeado o funcionamento desses genes, criar medicamentos que atuem unicamente sobre eles para corrigir o que for necessrio. Ou seja, atirar no alvo.



US$ 150 milhes foram dados pelo governo americano para pesquisa de drogas customizadas

< http://www.terra.com.br/istoe/1936/medicina/1936_remedios_sob_medida.htm >


[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: P/ JR - Porque a Teoria da Evolução não preve qual gene
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/11/2006 21:18

Coisa feia, Júnior!
Bastava ler abaixo o seu e-mail Monday, November 20, 2006 4:20 PM, para não
passar por esclerosado e escrever mais tolices.
[]s
JR
.............................................

----- Original Message -----
From: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, November 21, 2006 10:51 PM
Subject: [ciencialist] Re: P/ JR - Porque a Teoria da Evolução não preve
qual gene


Não fica empurrando as baboseiras que voce escreve pra mim. O Oráculo
estava te questionando e não a mim, apesar de ele tb afirmar coisas
que eu não disse

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
>
> Disse sim, Júnior. Esqueceu ou está com medo?
> []s
> JR
> Veja sua intervenção abaixo:
> ----- Original Message -----
> From: "pcw_junior" <pcw_junior@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Monday, November 20, 2006 4:20 PM
> Subject: [ciencialist] Re: P/ JR - Porque a Teoria da Evolução não
preve
> qual gene
>
>
> A radiação não afeta células somáticas????
>
> O câncer de pele é o que?
>
> Abraços,
> Junior
> .............................................
>
> ----- Original Message -----
> From: "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Monday, November 20, 2006 5:04 PM
> Subject: [ciencialist] Re: P/ JR - Porque a Teoria da Evolução não
preve
> qual gene
>
>
> Eu não disse nada. Não sou JR(Jose Renato), sou o Junior
>
> Abraços,
> Junior
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@>
> escreveu
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > > A radiação não afeta células somáticas????
> >
> > Junior, o Oráculo não disse q radiação não afeta células somáticas. O
> > q ele disse é q das coisas q vc listou, tudo afeta apenas células
> > somáticas e não as germinativas. Com a exceção da radiação q afeta tb
> > as germinativas.
> >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@> escreveu
> > > Pois é, mais uma vez, está enganado. Tudo o que mencionou, exceto
> > > radiação, afeta células somáticas, não germinativas.
> >
> > Mas a questão, Junior, é se o fumo a longo prazo faria com q os
> > indivíduos da população passassem a ter uma tendência inata a fumar.
> > Tto qto podemos saber é não. (A julgar pelos casos de câncer e outras
> > complicações fumígeras, poderíamos até esperar q, a longo prazo, as
> > pessoas q evitassem o fumo tenderiam a se sair melhor.)
> >
> > []s,
> >
> > Roberto Takata
> >
>
>
>
>
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Scan engine: McAfee VirusScan / Atualizado em 21/11/2006 / Versão:
4.4.00/4901
Proteja o seu e-mail Terra: http://mail.terra.com.br/




--
No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Free Edition.
Version: 7.5.430 / Virus Database: 268.14.12/544 - Release Date: 21/11/2006
16:59



SUBJECT: Ajuda com pesquisa [Out of Topic]
FROM: Claudio Miranda <csmiranda@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/11/2006 22:28

Olá,
Meu Nome é Claudio Miranda e sou professor do departamento de
Contabilidade da FEARP/USP e estou desenvolvendo uma pesquisa para avaliar a
percepção da população brasileira sobre a profissão contábil. Elaborei
questionários para 3 diferentes categorias da população (excluindo
estudantes de ciências contábeis e profissionais já formados em
contabilidade). Ficaria muito agradecido se você pudesse responder, e se pudesse
ainda repassar para outros amigos seus. Pois quanto mais resposta eu
obtiver, melhor será o resultado da análise da pesquisa. A pesquisa está no
link.

http://www.fearp.usp.br/~csmiranda/

PS: Como vocês são contadores ou ainda estão estudando contabilidade
não podem responder o questionário pois vcs não são o foco, mas peço
ajuda de vcs para divulgarem para seus amigos!!

Obrigado
Claudio

============================
Claudio de Souza Miranda
Graduado em Contabilidade - FEA-USP/RP
Mestre em Engenharia de Produção - EESC-USP
Professor do Departamento de Contabilidade da FEA-USP/RP
csmiranda@fearp.usp.br
__________________________________________________
Do You Yahoo!?
Tired of spam? Yahoo! Mail has the best spam protection around
http://mail.yahoo.com

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Net... nova TV WEB...
FROM: "Pedro Paulo Carboni Muniz" <pedropaulo@clubedeciencias.com>
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DATE: 27/11/2006 01:42

Pessoal, está no ar o primeiro programa da TV WEB do Clube de Ciências... É a resolução da prova de Física do Vestibular da UEMG 2006. Confiram!

www.clubedeciencias.com/tvweb

Divulgue esse canal!

Abraços Prof. Pedro Paulo
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..:: ClubedeCiências.Com ::..
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Edifício Três Poderes, 200, Sala 306
Pça Sete de Setembro - Frutal - MG - Brasil
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Ajuda com pesquisa [Out of Topic]
FROM: Nando <nando.str@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/11/2006 09:48

Claudio Miranda wrote:
> Olá,
> Meu Nome é Claudio Miranda e sou professor do departamento de
> Contabilidade da FEARP/USP e estou desenvolvendo uma pesquisa para avaliar a
> percepção da população brasileira sobre a profissão contábil.

Respondida. xD

Uma pergunta.. na 6A e 6B, vc quer saber se o entrevistado acha q o
futuro estudante de contabilidade tem q ter conhecimentos PRÉVIOS de
matemática/informática ou se o entrevistado acha que vai ter muita
matemática/informática DURANTE o curso de contabilidade?
Essas duas ficaram meio confusas...


SUBJECT: Falácias do vegetarianismo
FROM: Peterson Leal <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/11/2006 09:50

Caros colegas, gostaria da opinião daqueles que estão mais por dentro dos erros cometidos pelos vegetarianos, afim de ter fontes que desmintam que "a alimentação vegetariana é melhor que a balanceada com carne".

Essa eu achei muito interessante:
http://drauziovarella.ig.com.br/artigos/carne_introducao.asp

Fontes de artigos, pesquisas, opiniões de especialistas e matérias em geral sobre o assunto serão bem-vindas.

Obrigado àqueles que puderem contribuir.

Peter.



_______________________________________________________
O Yahoo! está de cara nova. Venha conferir!
http://br.yahoo.com

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Falácias do vegetarianismo
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/11/2006 12:19

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Peterson Leal
> Caros colegas, gostaria da opinião daqueles que estão mais por
> dentro dos erros cometidos pelos vegetarianos, afim de ter fontes
> que desmintam que "a alimentação vegetariana é melhor que a
> balanceada com carne".

http://www.quackwatch.org/03HealthPromotion/vegetarian.html

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Agua - discussao antiga Colucci, Leo, Takata ETC
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2006 13:02

Oi Pessoal,

há milhões de anos atrás, aqui no C-List tivemos uma discussão sobre a Água, respondendo às "difíceis' questões "fáceis" propostas pelos jovens.
Apreciaria fazer um fechamento nessas questões sobre "água" (incluindo algumas outras, se alguém quiser participar). São perguntas simples com respostas 'não tanto'. Transcrevo abaixo uma das mensagens trocadas Colucci/Léo e apreciaria comentários, complementações etc.
Pretendo colocar isso no Imperdível!
============================================

LONGO (mas útil!) --- Alguns comentários ás sugestões já propostas:


>Colucci,
Estou assumindo que o nível 3 é universitário, certo? Se não for assim,
você precisa simplificar as respostas:<
===========
Léo: - Pelo teor das perguntas não afirmaria que é de universitário. Entretanto coloquei essas perguntas aqui no Ciencialist para despertar um aspecto interessante: as perguntas mais difíceis são aquelas para as quais achamos que se trata de um truísmo.
Geralmente os adolescentes (e crianças) fazem-nos perguntas realmente sutis; já enfrentei várias delas nos artigos que escrevia para o Estadinho "Aprenda com o Objetivo Jr."; coisas assim: por que lá no céu o avião é pequeno e aqui no chão é enorme? Existe várias Luas ou é uma só? cada dia vejo uma em lugar diferente? E assim vai. Lembro que enfrentei a seguinte: na bandeira da França as faixas parecem ter todas mesma largura (realmente essa é a impressão visual), mas na realidade não têm (fato).
===========
1.Porque a água é liquida?

Colucci - Qualquer substância pode ser sólida, líquida ou gasosa dependendo das
condições de temperatura e pressão. Encontramos esses três estados em
condições normais de temperatura e pressão, por exemplo: ferro (sólido),
água (líquido) e oxigênio (gás). Qualquer um destes pode mudar de fase,
isto é, passar de um estado a outro, alterando-se a pressão e a
temperatura.

O comportamento das substâncias quanto à mudança de fase é determinada
pelas forças intermoleculares. Substâncias com pressão de vapor baixa
(difíceis de evaporar) e alto ponto de fusão (difíceis de derreter) tem
forças intermoleculares altas e vice-versa.

A água é uma das substâncias que é líquida nas condições normais de
temperatura e pressão. Para quem mora no Canadá a água não é liquida
durante o ano todo.<
====================
Léo: - Essa resposta não atinge o âmago da coisa. A pergunta (infantil) refere-se á 'fluidez'. Esse 'liquida' da pergunta está mais para 'escorregar', 'fluir', 'correr', 'passar entre os dedos' que pelo estado física da substância. O comportamento desse estado físico da água (líquido) é um jogo de forças entre os pesos dos pacotes de moléculas que formam a água no estado líquido (cerca de 10 moléculas por pacote) e forças eletrostáticas entre pacotes. É, no geral, uma situação de equilíbrio instável no qual os pacotes procuram a situação de energia potencial mínima (todos os pacotes achatados na horizontal local), exceto nas periferias onde as forças eletrostáticas vencem e determinam a 'tensão superficial'. Dai nasce a facilidade de pacotes 'deslizarem' uns sobre outros. É a fluidez da água.
A justificação de 'líquida', referente a estado líquido, ok., é jogo duro entre temperatura (estado de agitação térmica) e pressão reinante (forças que atrapalham o desmanche de pacotes grandes --- líquido -- em pacotes pequenos --- vapor --- ou até mesmo liberação total das moléculas -- gás -).
====================
2.Porque a água é molhada?

Colucci >A sensação de "molhado" não é uma propriedade física quantificável. A
água certamente não é tão molhada para as penas de um pato quanto para a
pele humana. O que entendemos por "molhar", isto é, deixar um filme
uniforme da substância sobre outro corpo, depende da natureza química e
do acabamento dos materiais em contato.

A propriedade que um líquido tem de aderir a outros corpos é determinada
pela polaridade das moléculas e da tensão superficial. A molécula da
água é quimicamente neutra mas altamente polarizada, isto é, tem um lado
positivo e um negativo devido ao ângulo dos átomos de hidrogênio.
Moléculas polares tendem a "grudar" umas nas outras e deixar um filme
uniforme. O problema é que as moléculas da água tendem a grudar mais
umas nas outras do que em outras substâncias, formando gotículas (como
nas penas do pato). A adição de certas substâncias que interferiram com
a interação entre as moléculas (por exemplo, detergentes) muda esse
comportamento.<
====================
Léo: - Resposta bem pertinente. Ligeiras correções (he he...):
a) A sensação de "molhado" é quantificável através do 'menisco' em tubos ou superfícies sob ensaio --- Lei de Tates. O menisco contra a pele seca é diferente daquele com a pele oleosa ou contra as penas (cerosas) dos patos. Quanto menor o ângulo do menisco mais o líquido 'molha'. O campeão dos 'grandes ângulos' do menisco água/substância é a gordura ... e é por isso que podemos transportar água numa peneira untada de gordura. O campeão dos "molhadores de superfícies" não é a água e sim o querosene. Pode limpar á vontade a superfície externa de seu lampião de querosene, uma hora depois estará novamente embebido da substância. Essa propriedade de 'se infiltrar' do querosene ou óleo em navios movidos a tal é especialmente desagradável ... se não tomar as devidas precauções em breve todo o navio, inclusive passageiros, estarão impregnados, cheirando querosene.
O menisco é quem me permite reconhecer as 'qualidades' dos bons vinhos ... pingue gotas de vinhos distintos sobre a lâmina de um faca limpa e compare as 'alturas' das gotas.
b) "A molécula da água é *eletricamente* neutra mas ...
c) " Moléculas polares tendem a 'grudar' uma nas outras *formando pacotes* e *esses pacotes* é que deixam um filmes em superfícies adequadas ou gotículas em superfícies oleosas.
====================

3.Por que a água mata a sede?

Colucci >A sensação de sede é disparada pela área lateral do hipotálamo (glândula
do cérebro) quando a concentração de eletrólitos no sangue aumenta
devido ao decréscimo de água no organismo. Beber água faz a concentração
de eletrólitos voltar ao nível normal.

Ao contrário do que às vezes se diz, água destilada (que não tem sais
minerais) também mata a sede. É um pouco estranha na garganta,
totalmente sem sabor, mas hidrata tanto quanto qualquer outra. Obtemos a
maioria dos eletrólitos pelos alimentos, não pela água.<
================
Léo: - Essa resposta eu não sei comentar uma vez que envolve processos bioquímicos que fogem á minha alçada. Fui procurar nas Brochuras o título "Sede" e não encontrei nada além de uma nota: "Água é apenas um corpo de transporte e armazenamento no organismo humano, pode perfeitamente ser substituído por vinho e cerveja (Vide Vegetariano)". Procurei Vegetariano na Brochura 2 e encontrei: "O homem, assim como os outros animais, pode ser forçado pelas circunstâncias a cortar caminho na cadeira de alimentos. Tornar-se vegetariano é uma necessidade à sobrevivência e não uma escolha sadia e muito menos espiritual.". (?, nada a ver, devo ter escrito isso nos primeiros dias da evolução dos primatas).
Vou aguardar um bom texto seu, do Takata e demais que levem a um consenso. Apreciaria que o Takata juntasse as informações pertinentes num só texto para posteriores comentários. Uma coisa me pinta na cuca, nosso organismo não quebra a molécula de água para posteriores reações; isso é trabalho das plantas na fotólise.
================

4.Porque a água do mar é salgada?

Colucci >Porque os sais minerais são dissolvidos da crosta terrestre por rios e
pela chuva e são levados ao mar. O calor faz evaporar a água do mar, mas
não os sais minerais. Assim, o mar fica cada vez mais concentrado
(fato).
==============
Léo: - De modo geral OK.; ligeira correção(?): "... rios e pela chuva e * foram* levados...". Isso deu-se nos vários milênios anteriores, hoje já não ocorre tanto assim. As demais sugestões dos colegas tb são pertinentes.
==============

5.Porque no mar não chove salgado?

Colucci >Pela razão anterior. O calor faz evaporar apenas parte da água. Os sais
ficam dissolvidos na água restante. É por isso que a destilação é usada
para purificar água.<
==============
Léo: - OK., no geral. Partículas de sais sempre acompanham a destilação no processo de 'purificar' (dessalgar) a água. A chuva não é exatamente isenta de sais mesmo porque para que chova é necessário a presença de 'núcleos de condensação' que podem ser sais ou poeira (a poeira fina proveniente das 'tempestades de areia' nos desertos é indispensável para as chuvas no planeta). A água do mar contém 35 000 partes de sais por milhão. Boas usinas de destilação produzem água na faixa das 10 partes por milhão. A destilação direta via Sol não consegue tal grau de pureza nem de longe! A eletrodiálise (usando filmes plásticos) é outro processo de dessalga. O congelamento da água salgada é outro processo bastante eficiente. Há ainda processo de fortes bombas empurrando a água salgada contra 'peneiras' (membranas).
==============

6.Porque você pode enxergar o mar ora azul ora verde?

Colucci >Dois fenômenos estão envolvidos nisso: reflexão e refração.

Reflexão: o mar reflete a cor do céu. Num dia coberto o mar é mais
cinzento.
Refração: O comprimento de onda da luz azul-esverdeada é refratado
diferentemente dos outros comprimentos de onda. O mesmo fenômeno explica
porque o céu é azul.<
===============
Léo: - Esse 'ora azul ora verde' requer mais ponderação. Não é ficar olhando para o mar, numa mesma região e, de um momento para outro, muda de cor. Creio que há ângulos de visada a serem considerados assim como tipos de mares (com ou sem algas) etc. Vou dar uma pensada.
===============

7.Quais os outros dois tipos de estados da água sem ser sólido, liquido
e gasoso que a ciência conhece?

Colucci >Nenhum. Não tem sentido falar em composto químico para outros estados da
matéria, como o condensado Bose-Einstein, plasma e "bola de fogo".<
===================
Léo: - Acredito que a questão da pergunta está no "gasoso" que pode ser diferenciado como 'vapor' e 'gás'. assunto já comentado por aqui. Na pressão normal, de 100 a cerca de 3000 graus célsius é vapor (pacotes de H2O com 2 a 3 moléculas); de 3000 a 3500°C é gás (moléculas de H2O individuais)(chamado 'gás d'água');de 3500 a 4000 ocorre produção de moléculas de H2 e O2 (não é mais água); acima de 4000 temos H+ e O= atômicos.
Plasma e condensado não entram na classificação de 'estados físicos de uma substância'; sapos e lagartixas também não!
===================

8.Porque existe uma ponte em uma molécula de água?

Colucci >Difícil explicar sem figuras. Na água, cada átomo de hidrogênio (2 por molécula de H2O) tem uma
ligação covalente (elétron compartilhado) com um par de elétrons do
átomo de oxigênio. Como existem 4 pares de elétrons cercando o átomo de
oxigênio -- dois fazem parte da ligação covalente com os dois
hidrogênios e dois ficam do lado oposto do átomo. Essa assimetria causa
a polaridade da molécula, isto é, um lado é positivo e o outro negativo.
Essa assimetria atrai outras moléculas de água, formando a chamada ponte
de hidrogênio.<
===================
Léo: - A primeira resposta é que a natureza 'criou' essas pontes para que certos insetos possam andar sobre as águas, através dessas pontes, como fez cristo. Como o consulente não vai aceitar essa .........
O oxigênio tem 8 elétrons na coroa; 2 na camada K e 6 na camada L, por isso é bivalente negativo (faltam duas cargas negativas para completar o octeto da 'estabilidade dos nobres'. Ocorrem duas ligações dativas com os hidrogênios. Os hidrogênio fazem ângulo obtuso com o oxigênio do vértice e disso decorre uma assimetria de cargas que tornam a molécula um dipolo elétrico. As ligações eletrostáticas entre moléculas de água, ás custas desses dipolos são as denominadas pontes de hidrogênio. São a causa do empacotamento de moléculas na água e no vapor.
===================

9.Porque a água no congelador forma gelo?

Colucci >Veja resposta 1.<
===================
Léo: - Gelo ou gelos (há várias classes) são estruturas cristalinas, molécula à molécula, resultante do enfraquecimento das forças de agitação térmica frente ás forças intermoleculares, durante o resfriamento adequado. Em outras palavras, com o resfriamento as forças oriundas da agitação térmica diminuem e passam a prevalecer as forças intermoleculares, as quais agrupam as moléculas de maneira rígida e ordenada (cristais). Sob pressão normal a organização se dá a partir do 0°C para temperatura abaixo desse zero relativo.
O gelo da geladeira comum é (se não falha a cuca) gelo 5. O gelo das pistas de patinação é gelo 3. O gelo das geleiras do Ártico é gelo 2. O gelo das câmaras frigoríficas é gelo 4. Essas classes de cristalizações prendem-se á pureza da água, da rapidez da queda de temperatura, do estado de vibração do sistema congelador etc.
===================

10.Porque a água não ferve?

Colucci >Ela ferve, isto é, entra em ebulição se aquecida acima de 100 graus
centígrados.<
===================
Léo: - Esse "não ferve" não deve estar referenciado á ebulição e sim ao confronto com o leite, com a polenta, com a feijoda, com o mingau de maizena etc. Em outras palavras ele está perguntando: Por que o leite "supita" (gostou? essa é do interior) e a água não? Aqui cabe toda a história das correntes de convecção, das coiseiras que tem dentro do leite, da diferenciação entre substância pura e composta, da densidade relativa etc.
Putz grila, deveriam 'inventar' o dia do "etc." .... como quebra o galho quando a gente não sabe dar mais exemplos ou argumentações!?
===================

no aguardo,

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Falácias do vegetarianismo
FROM: GiL <viajantelink@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/11/2006 13:45

Sobre o lado ecologico :
http://www.harpers.org/TheOilWeEat.html

Gil
--- rmtakata <roberto.takata@bol.com.br> escreveu:

> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Peterson Leal
> > Caros colegas, gostaria da opinião daqueles que estão mais por
> > dentro dos erros cometidos pelos vegetarianos, afim de ter fontes
> > que desmintam que "a alimentação vegetariana é melhor que a
> > balanceada com carne".
>
> http://www.quackwatch.org/03HealthPromotion/vegetarian.html
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>




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SUBJECT: Re: Física Quântica e os Números Primos
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/11/2006 14:27

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
escreveu
>
> Como eles conseguem prever os numeros primos em sequencia? A função
> zeta de Riemann não deveria entrar nessa conexão?

É só clicar no link e ler o resto do artigo... A propósito, a parte
seguinte do artigo fala justamente da função zeta e da Hipótese de
Riemann.

[]s
--
César A. K. Grossmann



SUBJECT: Re: [ciencialist] Agua - discussao antiga Colucci, Leo, Takata ETC
FROM: GiL <viajantelink@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/11/2006 15:02

Bom, gostaria de adicionar uma:
Porque a água aumenta suas dimensões, quando é congelada?
Fervendo ou congelando, ela insiste em ocupar mais espaço do que na forma "líquida".

Gil

--- Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

> Oi Pessoal,
>
> há milhões de anos atrás, aqui no C-List tivemos uma discussão sobre a Água, respondendo às
> "difíceis' questões "fáceis" propostas pelos jovens.
> Apreciaria fazer um fechamento nessas questões sobre "água" (incluindo algumas outras, se
> alguém quiser participar). São perguntas simples com respostas 'não tanto'. Transcrevo
> abaixo uma das mensagens trocadas Colucci/Léo e apreciaria comentários, complementações etc.
>
> Pretendo colocar isso no Imperdível!
> ============================================
"Porque o mar é azul"
> Léo: - Esse 'ora azul ora verde' requer mais ponderação. Não é ficar olhando para o mar,
> numa mesma região e, de um momento para outro, muda de cor. Creio que há ângulos de visada a
> serem considerados assim como tipos de mares (com ou sem algas) etc. Vou dar uma pensada.



> Colucci >Difícil explicar sem figuras. Na água, cada átomo de hidrogênio (2 por molécula de
> H2O) tem uma ligação covalente (elétron compartilhado) com um par de elétrons do
> átomo de oxigênio. Como existem 4 pares de elétrons cercando o átomo de
> oxigênio -- dois fazem parte da ligação covalente com os dois
> hidrogênios e dois ficam do lado oposto do átomo. Essa assimetria causa
> a polaridade da molécula, isto é, um lado é positivo e o outro negativo.
> Essa assimetria atrai outras moléculas de água, formando a chamada ponte
> de hidrogênio.<
> ===================
> Léo: - A primeira resposta é que a natureza 'criou' essas pontes para que certos insetos
> possam andar sobre as águas, através dessas pontes, como fez cristo. Como o consulente não
> vai aceitar essa .........
> O oxigênio tem 8 elétrons na coroa; 2 na camada K e 6 na camada L, por isso é bivalente
> negativo (faltam duas cargas negativas para completar o octeto da 'estabilidade dos nobres'.
> Ocorrem duas ligações dativas com os hidrogênios. Os hidrogênio fazem ângulo obtuso com o
> oxigênio do vértice e disso decorre uma assimetria de cargas que tornam a molécula um dipolo
> elétrico. As ligações eletrostáticas entre moléculas de água, ás custas desses dipolos são
> as denominadas pontes de hidrogênio. São a causa do empacotamento de moléculas na água e no
> vapor.
> ===================
> 9.Porque a água no congelador forma gelo?
>
> Colucci >Veja resposta 1.<
> ===================
> Léo: - Gelo ou gelos (há várias classes) são estruturas cristalinas, molécula à molécula,
> resultante do enfraquecimento das forças de agitação térmica frente ás forças
> intermoleculares, durante o resfriamento adequado. Em outras palavras, com o resfriamento as
> forças oriundas da agitação térmica diminuem e passam a prevalecer as forças
> intermoleculares, as quais agrupam as moléculas de maneira rígida e ordenada (cristais). Sob
> pressão normal a organização se dá a partir do 0°C para temperatura abaixo desse zero
> relativo.
> O gelo da geladeira comum é (se não falha a cuca) gelo 5. O gelo das pistas de patinação é
> gelo 3. O gelo das geleiras do Ártico é gelo 2. O gelo das câmaras frigoríficas é gelo 4.
> Essas classes de cristalizações prendem-se á pureza da água, da rapidez da queda de
> temperatura, do estado de vibração do sistema congelador etc.
> ===================
>
> 10.Porque a água não ferve?
>
> Colucci >Ela ferve, isto é, entra em ebulição se aquecida acima de 100 graus
> centígrados.<
> ===================
> Léo: - Esse "não ferve" não deve estar referenciado á ebulição e sim ao confronto com o
> leite, com a polenta, com a feijoda, com o mingau de maizena etc. Em outras palavras ele
> está perguntando: Por que o leite "supita" (gostou? essa é do interior) e a água não? Aqui
> cabe toda a história das correntes de convecção, das coiseiras que tem dentro do leite, da
> diferenciação entre substância pura e composta, da densidade relativa etc.
> Putz grila, deveriam 'inventar' o dia do "etc." .... como quebra o galho quando a gente não
> sabe dar mais exemplos ou argumentações!?
> ===================
>
> no aguardo,
>
> aquele abraço,
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Falácias do vegetarianismo
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2006 15:08

"Desnecessário" se você estiver do lado que almoça, não do lado que é
servido como almoço...

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
www.alvaroaugusto.com.br
alvaro@daelt.sh06.com


----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, November 27, 2006 12:19 PM
Subject: [ciencialist] Re: Falácias do vegetarianismo


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Peterson Leal
> Caros colegas, gostaria da opinião daqueles que estão mais por
> dentro dos erros cometidos pelos vegetarianos, afim de ter fontes
> que desmintam que "a alimentação vegetariana é melhor que a
> balanceada com carne".

http://www.quackwatch.org/03HealthPromotion/vegetarian.html

[]s,

Roberto Takata



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Página de apoio
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SUBJECT: Re: Falácias do vegetarianismo
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/11/2006 16:16

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
> "Desnecessário" se você estiver do lado que almoça, não do lado que
> é servido como almoço...

Plantas?

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Aliando o útil ao necessário..
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: "Reflita Brasil" <reflitabrasil@grupos.com.br>, "Pela Legitima Defesa" <pld@pelalegitimadefesa.org.br>, <noosfera_II@yahoogrupos.com.br>, GRUPO DE ESTUDOS DA HISTÓRIA DO BRASIL - GEHB <grupohistoriadobrasil@yahoo.com.br>, Grupo de Debates Políticos Brasileiro <brasil-politica@grupos.com.br>, <Genismo@yahoogroups.com>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <consciencia_sustentavel@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <brasilurgente@band.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2006 01:13

Copiei do boletim da FAPESP e pergunto: porquê não colocar a massa carcerária para fazer o serviço? Anula-se, por plebiscito o art. XLVII letra c da Constituição que proibe o trabalho forçado (terá 90% de adesão) só as flores dos Direitos dos Manos serão contra...) e em 10 anos nossas matas voltarão a florir, as cidades a sorrir... E os vagabundos, vão ter cuidado no delinquir...


sds.,

silvio

Recuperação lenta


24/11/2006

Por Thiago Romero

Agência FAPESP - Embora seja uma prática difundida, a recuperação florestal de áreas degradadas no Estado de São Paulo é recente, com pouco mais de duas décadas. Antes disso, os conceitos de "desenvolvimento a qualquer custo" e "expansão das fronteiras agrícolas" faziam do desmatamento uma palavra de ordem.

As conseqüências desse processo são destacadas em diversos estudos que indicam a necessidade de recuperação de mais de 1,3 milhão de hectares de matas ciliares - a vegetação que ocorre nas margens de rios e mananciais. O assunto foi discutido no Simpósio sobre Recuperação de Áreas Degradadas, nesta quinta-feira (23/11), em São Paulo.

"Estima-se que a recuperação de matas ciliares em São Paulo levaria mais de cem anos de trabalho", disse Luiz Mauro Barbosa, diretor geral do Instituto de Botânica de São Paulo. "Para atingir esse objetivo precisaremos plantar, no mínimo, 26 milhões de mudas por ano e garantir a sustentabilidade das espécies nativas de cada região."

Barbosa explica que um grupo de trabalho para a elaboração de um programa de recuperação de matas ciliares no Estado foi criado em 2002. O projeto teve como base estudos realizados por pesquisadores do Instituto de Botânica, por meio de dois projetos apoiados pelo Programa de Pesquisa em Políticas Públicas da FAPESP.

A principal conquista do programa de recuperação foi a formulação e aprovação da resolução SMA 47/03, cujo texto estabelece um número mínimo de espécies arbóreas que devem ser plantadas em função do tamanho da área a ser recuperada. "O texto da resolução, que tem força de lei, determina que sejam plantadas pelo menos 80 espécies arbóreas em áreas inferiores a um hectare, enquanto para as áreas menores de um hectare é permitido o plantio de até 30 espécies", disse Barbosa.

Segundo ele, a lista oficial mais recente divulgada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente mostra a existência de 1.085 espécies nativas ameaçadas de extinção, das quais 242 são arbóreas. O levantamento servirá de parâmetro para o reflorestamento no Estado com prioridade para as espécies em risco de extinção.


Atualização periódica

O diretor geral do Instituto de Botânica conta que o texto da resolução SMA 47/03 deverá ser reformulado a cada dois ou três anos. "Os resultados desse simpósio, que conta com a participação de representantes de pelo menos 15 Estados, darão origem a um documento com propostas de melhorias que será enviado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente para a criação de uma nova resolução", disse à Agência FAPESP

Segundo Luiz Mauro Barbosa, as orientações da resolução atual englobam estratégias de reflorestamento para a grande maioria das formações florestais do Estado de São Paulo, excluindo a restinga e o manguezal, por exemplo. "Esses são dois biomas em que as espécies vegetais precisam ser mais bem estudadas pela comunidade científica e os resultados incluídos no texto. Esse é apenas um detalhe a ser aperfeiçoado para que a resolução seja usada como modelo para o reflorestamento em outros Estados", disse.

Outro ponto de trabalho é tornar o texto da resolução SMA 47/03 mais legível, de modo a transparecer todas as normas para os diferentes atores envolvidos no processo de reflorestamento, do técnico ao leigo.

Para José Goldemberg, secretário do Meio Ambiente, o programa estadual de recuperação de matas ciliares demostra claramente que a ciência brasileira não é realizada apenas para suprir as necessidades individuais dos cientistas.

"Os pesquisadores paulistas estão servindo aos interesses nacionais. Nossa intenção é que os estudos em São Paulo possam servir de base para a criação de uma política nacional de preservação do meio ambiente", disse.

"As políticas públicas para a recuperação das áreas degradadas exigem conhecimento qualificado e a SMA 47/03 é a ferramenta que melhor reflete os avanços paulistas no setor. Por isso, estamos dispostos a discutir uma nova resolução que aperfeiçoará os critérios de reflorestamento no Estado", disse Goldemberg.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: [Acrópolis] e por falar em baleias...
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
CC: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2006 10:33




http://bichos.uol.com.br/ultnot/reuters/ult297u547.jhtm
27/11/2006 - 14h42
Baleias jubarte possuem células cerebrais "humanas", diz estudo

WASHINGTON (Reuters) - As baleias jubarte possuem um tipo de célula
cerebral que só é encontrada em seres humanos, nos grandes símios e
em outros cetáceos como os golfinhos, afirmaram pesquisadores norte-
americanos na segunda-feira.

Isso pode significar que essas baleias são mais inteligentes que o
que se imaginava, e sugere que as bases para o surgimento de cérebros
complexos ou evoluíram mais de uma vez ou acabaram não sendo usadas
pela maioria das espécies animais, disseram os cientistas.

A descoberta pode ajudar a explicar alguns comportamentos observados
nas baleias, como sua comunicação complexa, a formação de alianças, a
cooperação, a transmissão cultural e o uso de ferramentas, afirmaram
os pesquisadores na publicação The Anatomical Record.

Patrick Hof e Estel Van der Gucht, do Departamento de Neurociência da
Faculdade de Medicina Mount Sinai, em Nova York, estudaram os
cérebros das baleias jubarte e descobriram uma célula chamada
neurônio fusiforme no córtex, em áreas comparáveis às áreas em que
eles são observados nos seres humanos e nos grandes símios.

Embora a função dos neurônios fusiformes ainda não seja bem
compreendida, eles podem estar envolvidos na cognição, no
aprendizado, na memória e no reconhecimento do mundo exterior.

As células fusiformes podem ser afetadas pelo mal de Alzheimer e
outros transtornos cerebrais debilitantes, como o autismo e a
esquizofrenia.

Os pesquisadores encontraram neurônios fusiformes no mesmo local nas
baleias dentadas, ou odontocetos, com cérebros grandes, o que levou
os cientistas a afirmarem que esse tipo de célula possa estar
associada à dimensão do cérebro. Odontocetos como as baleias orca são
geralmente considerados mais inteligentes que baleias de barbatana,
ou misticetos, como as jubartes e as baleias azuis, que filtram a
água para obter comida.

As jubartes também apresentaram estruturas no córtex cerebral
parecidas com "ilhas", também encontradas em outros mamíferos. Essas
ilhas podem ter evoluído para promover uma comunicação mais rápida e
eficiente entre os neurônios, disseram os pesquisadores.

Os neurônios fusiformes provavelmente apareceram inicialmente no
ancestral comum dos hominídeos, dos seres humanos e dos grandes
símios, há cerca de 15 milhões de anos, afirmaram os cientistas --
eles não existem nos gibões e nos macacos.

Nos cetáceos, eles teriam evoluído antes, talvez 30 milhões de anos
atrás, disseram os pesquisadores.

Ou os neurônios fusiformes só se mantiveram nos animais com cérebros
grandes ou então eles evoluíram várias vezes de forma independente.

"Apesar da relativa escassez de informação sobre muitas espécies de
cetáceos, é importante lembrar nesse contexto que as cachalotes, as
baleias assassinas e certamente as baleias jubarte apresentam padrões
sociais complexos que incluem recursos intricados de comunicação,
formação de coalizões, cooperação, transmissão cultural e uso de
ferramentas", disseram os pesquisadores.

"É portanto provável que algumas dessas habilidades estejam
relacionadas com uma complexidade histológica comparável na
organização do cérebro de cetáceos e hominídeos."

(Reportagem de Maggie Fox)

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fusão ou conFuso?
FROM: Robespierre B. Gonçalves <robespierre.goncalves@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2006 10:37

Um garoto monta um reator de fusão nuclear no porão de casa!
http://www.freep.com/apps/pbcs.dll/article?
AID=/20061119/NEWS03/611190639

[]s,
Pierre



SUBJECT: in Jornal da Ciência.
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: "Tribuna Livre" <tribuna_livre@grupos.com.br>, <noosfera_II@yahoogrupos.com.br>, <Genismo@yahoogroups.com>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <consciencia_sustentavel@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2006 10:41

Entre Deus e o compasso, artigo de Sergio Augusto

A guerra entre ciência e religião ganha novos contornos. E saem feridos os que acreditam na tal inteligência superior

Sérgio Augusto é articulista de "O Estado de SP", onde publicou este texto:

A mais antiga de todas as guerras - e a única, aparentemente, sem vencedor à vista - voltou com peso ao noticiário nas últimas semanas. De um lado, a ciência; do outro, a religião.

Suas novas escaramuças produziram mais feridos, se assim podemos chamá-los, entre os que acreditam que o universo foi criado por uma inteligência superior (Deus, em suma).

Noves fora Garotinho, a direita cristã levou uma surra nas recentes eleições americanas; o movimento criacionista recolheu-se à sua insignificância; vem crescendo a quantidade de filmes, canais a cabo, programas e até videogames de cunho científico;

a grande imprensa passou a dar destaque aos mais ímpios cientistas da atualidade (Richard Dawkins, Daniel Dennett e Sam Harris); firme, na lista dos best sellers, The God Delusion, de Dawkins, prossegue sua implacável blitzkrieg contra os crentes de todos os altares e quadrantes.

Nessa guerra, que remonta aos tempos de São Tomás de Aquino e, só na década de 1920, promoveu duas batalhas históricas (o Processo Macaco, contra um professor do Tennessee que ensinava a teoria evolucionista de Darwin, e a reação ao ensaio "Por que Não Sou um Cristão", publicado por Bertrand Russell em 1927), os confrontos mais estimulantes e menos "sangrentos" são exatamente aqueles cujos combatentes têm intimidade com genes, moléculas, equações e quasars.

Tivemos um, dos bons, no início do mês: o fórum "Além da Fé: Ciência, Religião, Razão e Sobrevivência".

Poderia ter sido, mas não foi, em Oxford, tida como a "Jerusalém da razão", onde Dawkins ensina e mora, Robert Boyle formulou sua lei sobre os gases, Robert Hooke usou pela primeira vez um microscópio para examinar uma célula viva, e de onde, há 200 anos, Percy Bysshe Shelley foi expulso por ser ateu (hoje, a universidade exibe, orgulhosa, uma estátua do poeta, nu em pelo).

O Instituto Salk para Estudos Biológicos, em La Jolla (Califórnia), hospedeiro do fórum, não pode ser considerado campo neutro, até porque isso talvez não exista mais.

Patrocinado pela Science Network, organização educacional bancada por um agnóstico ricaço de San Diego, Robert Zeps, o simpósio reuniu a nata da comunidade científica de fala inglesa e já está na internet (beyondbelief2006.org).

No cartaz do evento, nada de Darwin ou Einstein. Deus levou a melhor, mas teve de empunhar um compasso.

O prometido "diálogo polido" entre fé e razão, afinal descambou para algo próximo a uma convenção partidária ou a um concílio laico, com blasfêmias de variada gradação.

"O mundo precisa despertar do longo pesadelo da crença religiosa", exortou Steven Weinberg, Nobel de Física de 1979, estabelecendo o tom dos debates.

Neil de Grasse Tyson, diretor do Planetário Hayden, em Nova York, e conselheiro do Governo Bush para assuntos espaciais, exibiu uma foto de recém-nascidos com defeitos físicos como prova, a seu ver irrefutável, de que é a "natureza cega" e não "um supervisor inteligente" quem controla o universo.

O químico Peter Atkins até admitiu que um cientista tenha crenças religiosas.

"Mas não creio que ele possa ser um cientista no verdadeiro sentido da palavra se, de algum modo, levar em consideração categorias tão alheias ao conhecimento científico como as utilizadas pelas religiões", arrematou, deixando bem claro que a ciência e a religião são dois navios que se cruzam no meio da noite, em direções opostas.

Se o outro chocar-se num iceberg, Dawkins, suponho, dormirá feliz. Para ele, ser ateu é uma brava e grandiosa aspiração.

"Não posso assegurar que Deus não existe, mas levo minha vida, feliz e frutífera, sem cogitar de sua existência", gaba-se o biólogo evolucionista, que terá seu atual best seller traduzido pela Companhia das Letras (lançamento previsto para daqui a 10 meses).

Deus, acredita, não é apenas uma desilusão, mas uma desilusão perniciosa, que, ao longo dos séculos, por obra de seus fanáticos seguidores, produziu mais malefícios que benefícios.

Segundo Dawkins, idéias religiosas são "memes viróticos", genes ideológicos, digamos assim, que se multiplicam e infectam as pessoas desde a mais tenra idade.

Outros biólogos evolucionistas ao menos as respeitam; Dawkins, não: "Enquanto aceitarmos o princípio de que a fé religiosa deve ser respeitada por ser fé religiosa, não teremos como repudiar a fé de Osama bin Laden e os homens-bomba".

Na abertura do fórum, Sir Harold Kroto, Nobel de Química de 1996, sugeriu que a Fundação Templeton entregasse a Dawkins o seu próximo prêmio de US$ 1,5 milhão.

De brincadeira, é claro. A fundação criada por Sir John Marks Templeton, bilionário presbiteriano de 93 anos, sintetiza, em nível institucional, o que Dawkins mais despreza no campo dos embates científicos.

Templeton dedicou a vida a aplainar as diferenças entre a ciência e a religião, a superar, conforme suas palavras, "o prosaísmo de uma visão da realidade puramente naturalista e secularizada".

Todo ano, sua fundação premia regiamente quem mais tenha contribuído para "o progresso de descobertas espirituais". Em "The God Delusion", Dawkins acusa os colegas que aceitaram esse "Nobel da acochambração" de intelectualmente desonestos e venais.

Carolyn Porco, pesquisadora do Instituto de Ciência Espacial de Boulder (Colorado), propôs, meio na galhofa, que se criasse uma igreja alternativa, com o dr. Neil Tyson como seu papa ou pastor.

Ao detalhar sua proposta ("Deveríamos nos guiar pelo sucesso da fórmula religiosa, ensinando desde cedo às crianças a origem do universo e a beleza dessa história, muito mais gloriosa e deslumbrante que a de qualquer escritura ou concepção divina"), arrancou aplausos e apupos do auditório.

Aplausos de quem considera absurdo uma criança aprender antes o "folclore bíblico" e, depois, as "verdades científicas" sobre a criação do mundo e a evolução da espécie.

Apupos de quem recusa qualquer proximidade da ciência com dogmas religiosos.

Dawkins, porém, reservou sua indignação para a bióloga Joan Roughgarden, autora de recente ensaio sobre o evolucionismo e a fé cristã.

Pegou-a no contrapé de uma metáfora bíblica (a parábola da semente de mostarda), com que pretendia facilitar a aceitação da teoria de Darwin por seus colegas cristãos.

"Má poesia", resmungou o feliz ateu de Oxford. Para em seguida retomar a palavra e explicar por que define a religião como "lavagem cerebral" e abuso de inocentes ("child abuse"). Sem jamais perder o bom humor.

A certa altura, observou que não haveria banda larga suficientemente larga para Deus monitorar o pensamento dos seis bilhões de habitantes da Terra e receber todas as preces que Lhe são dirigidas.

Se Dawkins estiver errado, o inferno ficará bem mais divertido com a sua presença.
(O Estado de SP, 26/11)



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: transcrevo:
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: "Tribuna Livre" <tribuna_livre@grupos.com.br>, <Genismo@yahoogroups.com>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2006 10:47

JC e-mail 3150, de 27 de Novembro de 2006.
Coração tem célula-mestra, diz estudo norte-americano

Mamíferos têm apenas uma mesma família de células-tronco cardíacas, que dão origem aos vasos e músculos do órgão. Estudos realizados nos EUA podem ajudar no desenvolvimento de terapias celulares contra diversos tipos de doenças

Eduardo Geraque escreve para a "Folha de SP":

Uma mesma família de células-tronco embrionárias tem todos os ingredientes necessários para formar os vários tipos de células que compõem o coração dos mamíferos, segundo pesquisas apresentadas esta semana por dois grupos independentes na revista científica "Cell" (http://www.cell.com).

A descoberta poderá acelerar algumas das ainda distantes terapias celulares contra diversos tipos de males cardíacos.

"Está demonstrada a existência de um mesmo grupo de progenitores [espécie de família de células] com capacidade para formar todas as células que compõem o coração. Isso não apenas é interessante como também é relevante para o futuro da terapia celular cardíaca", disse à "Folha de SP" o pesquisador Antônio Carlos Campos de Carvalho, que trabalha também com células-tronco na UFRJ .

Os estudos utilizaram células-tronco embrionárias, extraídas de embriões de camundongo.

No Brasil, todos os tratamentos experimentais para cardiopatias, inclusive estudos financiados pelo Ministério da Saúde, usam células-tronco adultas, extraídas da medula óssea.

Os resultados apresentados agora surpreenderam os próprios autores do estudo.

Para Kenneth Chien, da Escola Médica da Universidade Harvard, "o coração é mais parecido com o sangue [que também tem um tipo de formação semelhante] do que se imaginava".

Em comunicado da instituição de pesquisa em que trabalha, o cientista admitiu ter ficado surpreso com os seus dados. "Apenas uma única simples célula pode dar origem a todas as estruturas e tecidos do coração", declarou.

Outro pesquisador, Stuart Orkin, do Instituto Médico Howard Hughes e principal autor de um dos trabalhos afirmou que os dois estudos vão mudar o pensamento dos pesquisadores sobre o desenvolvimento dos órgãos dos mamíferos.

Diferenciação espontânea

No estudo conduzido por Orkin, foram isoladas células-tronco embrionárias nas quais um tipo específico de gene era expresso ("ligado").

Esse grupo celular, de forma espontânea, se diferenciou inicialmente em células do músculo cardíaco e do sistema que conduz os impulsos elétricos pelo coração.

Os pesquisadores também descobriram uma espécie de desvio nessa mesma linha de diferenciação celular. Em 28% das células, um segundo gene entrou em ação. Isso fez com que células de músculos lisos fossem formadas. Esse grupo é útil para a formação dos vasos do coração.

Resultados semelhantes, mas com uma outra família de célula, foram obtidos pelo outro grupo, liderado por Alessandra Moretti, pesquisadora do Hospital Geral de Massachusetts, em Boston. O que resta saber agora é qual a relação entre os dois grupos celulares.

Manipulação sem tumor

Os resultados que acabam de ser apresentados ajudam a mostrar ainda que nem sempre o polêmico uso de células-tronco embrionárias está atrelado ao desenvolvimento de tumores --os chamados teratomas, uma mistura de vários tipos de tecido.

"Tudo relativo à células-tronco ainda é muito contraditório. Mas, os dois trabalhos demonstram que seria possível manipular as células-tronco embrionárias de forma a garantir a injeção apenas dos progenitores, evitando assim a formação dos tumores", disse Carvalho, da UFRJ.

O problema que persiste é o ético --afinal, para obter células-tronco é preciso destruir um embrião de alguns dias, o que muitos consideram o equivalente moral do assassinato.
(Folha de SP, 25/11)



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Lâmpada que acende sem energia
FROM: Robespierre B. Gonçalves <robespierre.goncalves@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2006 10:53

Prezados professores,

Recentemente instalei uma nova luminária na minha cozinha. Nela ficam
ligadas duas lâmpadas fluorecentes tipo compacta (sem starter). Ontem à
noite levantei da cama para um copo d'água e não acendi as luzes da
cozinha. Notei que uma das lâmpadas piscou. Esperei mais um momento e
novamente a piscadinha. Contei cerca de quarenta segundos entre uma
piscada e outra. Fui dormir e na manhã seguinte verifiquei que a
lâmpada continua piscando no mesmo ritmo, mas liga normalmente. Não mel
lembro se as lãmpadas da luminária estão ligadas em série ou paralelo.
As lâmpadas são novas, iguais (não lembro da marca, mas não é nenhuma
famosa). Em outra luminária idêntica, também na cozinha, o efeito não
acontece. As duas luminárias estão em partes diferentes da cozinha e
são ligadas por diferentes interruptores.

O que pode estar acontecendo? Algum curto? Se é asim porque não acende
(ou queima de vez? E porque tão regular?

[]s,
Pierre



SUBJECT: Primeira medição do campo magnético de uma estrela com um exoplaneta
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2006 11:15

---------- Forwarded message ----------
From: lima ivan <igplima@yahoo.com.br>
To: exo-bio@yahoogrupos.com.br
Date: Tue, 28 Nov 2006 12:31:52 +0000 (GMT)
Subject: [exo-bio] Primeira medição do campo magnético de uma estrela
com um exoplaneta
Reply-To: exo-bio@yahoogrupos.com.br
X-Annoyance-Filter-Junk-Probability: 0
X-Annoyance-Filter-Classification: Mail

(Mensagem de Valmir Martins de Morais, Juazeiro do
Norte-CE, Brasil, encaminhada a partir da lista GEDAL)

Caros Amigos:
>
> Uma equipe internacional de astrônomos conduzida
> por dois franceses (C. Catala, LESIA, Observatoire
> de Paris, e J.F. Donati, LATT, Observatoire
> Midi-Pyrénées) anunciou que conseguiu medir, pela
> primeira vez, o campo magnético de uma estrela
> orbitada por um dos cerca de 200 exoplanetas até
> agora descobertos.
> Quais as características dessas estrelas? Como
> podemos explicar a formação destes sistemas
> planetários ? Por que alguns destes exoplanetas
> gigantes, também chamados "Jupiters quentes" migram
> para órbitas tão fechadas?
> Os astrofísicos suspeitam que o campo magnético
> tem um papel crucial em algumas destas perguntas.
> Entretanto, embora os efeitos indiretos de campos
> magnéticos já tenham sido detectados nas estrelas
> que hospedam planetas extrasolares gigantes, nenhuma
> medida direta tinha ainda sido obtida.
> A novidade foi publicada nesta última
> segunda-feira, dia 27 de novembro, na revista
> especializada Monthly Notices da Royal Astronomical
> Society Letters.
> A estrela Tau Bootis [magnitude aparente de 4.5],
> situada a aproximadamente 50 anos luz da Terra, tem
> uma massa cerca de 1.5 vezes superior a do Sol e é
> orbitada por um planeta gigante com 4.4 massas de
> Jupiter em uma órbita fechada de apenas 0.049 AU de
> distãncia (isto é, cerca de 5% da distância
> Sol-Terra). Tau Bootis possui um campo magnético de
> apenas algum gauss a mais do que o Sol, mas mostra
> uma estrutura mais complexa.
> Utilizando o espectropolarímetro ESPaDOnS
> instalado no Canada-France-Hawaii telescope, os
> astrónomos mediram também o nível da rotação
> diferencial da estrela, um parâmetro crucial na
> geração de campos magnéticos.
> As observações sugerem interações muito complexas
> entre a magnetosfera da estrela e seu companheiro,
> talvez similar à interação da magnetosfera de
> Jupiter com o satélite Io.
> "Esta primeira medição abre novas perspectivas
> para estudos inéditos detalhados dos sistemas
> estrela-planeta", assinala o observatório na sua
> nota.
> Os cientistas se perguntam se a presença de campos
> magnéticos desse tipo impede que os satélites
> gigantes caiam na sua estrela-mãe. Isso explicaria a
> proporção importante de planetas gigantes em órbitas
> fechadas entre os exoplanetas até agora descobertos.
>
>
> Imagens e texto (em inglês):
> http://www.cfht.hawaii.edu/News/TauBoo/
> http://www.spaceref.com/news/viewpr.html?pid=21357
>
> Fontes:
> -Canadá-France-Hawaii Telescope -
> http://www.cfht.hawaii.edu/
> - Espectador.com/Ciencia y Tecnología (Uruguay)
> - http://www.espectador.com/nota.php?idNota=84065
> -Liberação para imprensa: Cyrille Baudouin, com
> suporte da SF2A (Société Française d'Astronomie et
> d'Astrophysique).
>
> Abraços,
>
>
> (Valmir Martins de Morais)
>
> Juazeiro do Norte, Ceará - Brasil ( - 3 GMT )
> Latitude = - 07º 12' 27.37" (S)
> Longitude= - 39º 18' 48.58" (W)
> Altitude = 400,20 mts.
> valmirmmorais@yahoo.com.br

Pelo repasse,
Eduardo Torres



SUBJECT: copio do [Brasil-Política]
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: "Reflita Brasil" <reflitabrasil@grupos.com.br>, GRUPO DE ESTUDOS DA HISTÓRIA DO BRASIL - GEHB <grupohistoriadobrasil@yahoo.com.br>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <brasil-politica@grupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2006 11:29

Grupos.com.br



Prezados, semana passada tive a oportunidade de participar de um
interessante encontro de educadores mediado pelo educador Francisco
Aparecido Cordão. Gostaria muito de me aprofundar a respeito do programa
educacional adotado pela Coréia do Sul que obteve grande sucesso a partir de
um investimento massivo na Educação. Segundo Cordão, investem 20% do seu
PIB enquanto o Brasil menos de 7%.

Abraços

Daniel Machado


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Lâmpada que acende sem energia
FROM: "CM" <cmalbuquerque@estadao.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2006 12:01




Prezados professores,

Ontem à noite levantei da cama para um copo d'água e não acendi as luzes da
cozinha. Notei que uma das lâmpadas piscou. Esperei mais um momento e
novamente a piscadinha. Contei cerca de quarenta segundos entre uma
piscada e outra.........



Se você estava em trajes íntimos de cuecão, talvez a lampada esteja com má intenção.....rsssssss



Desculpe não aguentei....









[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Lâmpada que acende sem energia
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2006 12:03

Opção 1: influência de campo elétrico gerado nas imediações. Você mora
perto de linhas de alta tensão?
Opção 2: influência da fantasminha da novela das oito...

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "Robespierre B. Gonçalves" <robespierre.goncalves@gmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, November 28, 2006 10:53 AM
Subject: [ciencialist] Lâmpada que acende sem energia


Prezados professores,

Recentemente instalei uma nova luminária na minha cozinha. Nela ficam
ligadas duas lâmpadas fluorecentes tipo compacta (sem starter). Ontem à
noite levantei da cama para um copo d'água e não acendi as luzes da
cozinha. Notei que uma das lâmpadas piscou. Esperei mais um momento e
novamente a piscadinha. Contei cerca de quarenta segundos entre uma
piscada e outra. Fui dormir e na manhã seguinte verifiquei que a
lâmpada continua piscando no mesmo ritmo, mas liga normalmente. Não mel
lembro se as lãmpadas da luminária estão ligadas em série ou paralelo.
As lâmpadas são novas, iguais (não lembro da marca, mas não é nenhuma
famosa). Em outra luminária idêntica, também na cozinha, o efeito não
acontece. As duas luminárias estão em partes diferentes da cozinha e
são ligadas por diferentes interruptores.

O que pode estar acontecendo? Algum curto? Se é asim porque não acende
(ou queima de vez? E porque tão regular?

[]s,
Pierre



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Página de apoio
http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br


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SUBJECT: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2006 13:38

[ No posso assegurar que Deus no existe, mas levo minha vida, feliz e frutfera, sem cogitar de sua existncia, gaba-se o bilogo evolucionista Richard Dawkins. ]
..................................................

JORNAL DA CINCIA

JC e-mail 3150, de 27 de Novembro de 2006.

Entre Deus e o compasso, artigo de Srgio Augusto

A guerra entre cincia e religio ganha novos contornos. E saem feridos os que acreditam na tal inteligncia superior

Srgio Augusto articulista de O Estado de SP, onde publicou este texto:

A mais antiga de todas as guerras e a nica, aparentemente, sem vencedor vista voltou com peso ao noticirio nas ltimas semanas. De um lado, a cincia; do outro, a religio.

Suas novas escaramuas produziram mais feridos, se assim podemos cham-los, entre os que acreditam que o universo foi criado por uma inteligncia superior (Deus, em suma).

Noves fora Garotinho, a direita crist levou uma surra nas recentes eleies americanas; o movimento criacionista recolheu-se sua insignificncia; vem crescendo a quantidade de filmes, canais a cabo, programas e at videogames de cunho cientfico;

a grande imprensa passou a dar destaque aos mais mpios cientistas da atualidade (Richard Dawkins, Daniel Dennett e Sam Harris); firme, na lista dos best sellers, The God Delusion, de Dawkins, prossegue sua implacvel blitzkrieg contra os crentes de todos os altares e quadrantes.

Nessa guerra, que remonta aos tempos de So Toms de Aquino e, s na dcada de 1920, promoveu duas batalhas histricas (o Processo Macaco, contra um professor do Tennessee que ensinava a teoria evolucionista de Darwin, e a reao ao ensaio Por que No Sou um Cristo, publicado por Bertrand Russell em 1927), os confrontos mais estimulantes e menos sangrentos so exatamente aqueles cujos combatentes tm intimidade com genes, molculas, equaes e quasars.

Tivemos um, dos bons, no incio do ms: o frum Alm da F: Cincia, Religio, Razo e Sobrevivncia.

Poderia ter sido, mas no foi, em Oxford, tida como a Jerusalm da razo, onde Dawkins ensina e mora, Robert Boyle formulou sua lei sobre os gases, Robert Hooke usou pela primeira vez um microscpio para examinar uma clula viva, e de onde, h 200 anos, Percy Bysshe Shelley foi expulso por ser ateu (hoje, a universidade exibe, orgulhosa, uma esttua do poeta, nu em pelo).

O Instituto Salk para Estudos Biolgicos, em La Jolla (Califrnia), hospedeiro do frum, no pode ser considerado campo neutro, at porque isso talvez no exista mais.

Patrocinado pela Science Network, organizao educacional bancada por um agnstico ricao de San Diego, Robert Zeps, o simpsio reuniu a nata da comunidade cientfica de fala inglesa e j est na internet (beyondbelief2006.org).

No cartaz do evento, nada de Darwin ou Einstein. Deus levou a melhor, mas teve de empunhar um compasso.

O prometido dilogo polido entre f e razo, afinal descambou para algo prximo a uma conveno partidria ou a um conclio laico, com blasfmias de variada gradao.

O mundo precisa despertar do longo pesadelo da crena religiosa, exortou Steven Weinberg, Nobel de Fsica de 1979, estabelecendo o tom dos debates.

Neil de Grasse Tyson, diretor do Planetrio Hayden, em Nova York, e conselheiro do Governo Bush para assuntos espaciais, exibiu uma foto de recm-nascidos com defeitos fsicos como prova, a seu ver irrefutvel, de que a natureza cega e no um supervisor inteligente quem controla o universo.

O qumico Peter Atkins at admitiu que um cientista tenha crenas religiosas.

Mas no creio que ele possa ser um cientista no verdadeiro sentido da palavra se, de algum modo, levar em considerao categorias to alheias ao conhecimento cientfico como as utilizadas pelas religies, arrematou, deixando bem claro que a cincia e a religio so dois navios que se cruzam no meio da noite, em direes opostas.

Se o outro chocar-se num iceberg, Dawkins, suponho, dormir feliz. Para ele, ser ateu uma brava e grandiosa aspirao.

No posso assegurar que Deus no existe, mas levo minha vida, feliz e frutfera, sem cogitar de sua existncia, gaba-se o bilogo evolucionista, que ter seu atual best seller traduzido pela Companhia das Letras (lanamento previsto para daqui a 10 meses).

Deus, acredita, no apenas uma desiluso, mas uma desiluso perniciosa, que, ao longo dos sculos, por obra de seus fanticos seguidores, produziu mais malefcios que benefcios.

Segundo Dawkins, idias religiosas so memes virticos, genes ideolgicos, digamos assim, que se multiplicam e infectam as pessoas desde a mais tenra idade.

Outros bilogos evolucionistas ao menos as respeitam; Dawkins, no: Enquanto aceitarmos o princpio de que a f religiosa deve ser respeitada por ser f religiosa, no teremos como repudiar a f de Osama bin Laden e os homens-bomba.

Na abertura do frum, Sir Harold Kroto, Nobel de Qumica de 1996, sugeriu que a Fundao Templeton entregasse a Dawkins o seu prximo prmio de US$ 1,5 milho.

De brincadeira, claro. A fundao criada por Sir John Marks Templeton, bilionrio presbiteriano de 93 anos, sintetiza, em nvel institucional, o que Dawkins mais despreza no campo dos embates cientficos.

Templeton dedicou a vida a aplainar as diferenas entre a cincia e a religio, a superar, conforme suas palavras, o prosasmo de uma viso da realidade puramente naturalista e secularizada.

Todo ano, sua fundao premia regiamente quem mais tenha contribudo para o progresso de descobertas espirituais. Em The God Delusion, Dawkins acusa os colegas que aceitaram esse Nobel da acochambrao de intelectualmente desonestos e venais.

Carolyn Porco, pesquisadora do Instituto de Cincia Espacial de Boulder (Colorado), props, meio na galhofa, que se criasse uma igreja alternativa, com o dr. Neil Tyson como seu papa ou pastor.

Ao detalhar sua proposta (Deveramos nos guiar pelo sucesso da frmula religiosa, ensinando desde cedo s crianas a origem do universo e a beleza dessa histria, muito mais gloriosa e deslumbrante que a de qualquer escritura ou concepo divina), arrancou aplausos e apupos do auditrio.

Aplausos de quem considera absurdo uma criana aprender antes o folclore bblico e, depois, as verdades cientficas sobre a criao do mundo e a evoluo da espcie.

Apupos de quem recusa qualquer proximidade da cincia com dogmas religiosos.

Dawkins, porm, reservou sua indignao para a biloga Joan Roughgarden, autora de recente ensaio sobre o evolucionismo e a f crist.

Pegou-a no contrap de uma metfora bblica (a parbola da semente de mostarda), com que pretendia facilitar a aceitao da teoria de Darwin por seus colegas cristos.

M poesia, resmungou o feliz ateu de Oxford. Para em seguida retomar a palavra e explicar por que define a religio como lavagem cerebral e abuso de inocentes (child abuse). Sem jamais perder o bom humor.

A certa altura, observou que no haveria banda larga suficientemente larga para Deus monitorar o pensamento dos seis bilhes de habitantes da Terra e receber todas as preces que Lhe so dirigidas.

Se Dawkins estiver errado, o inferno ficar bem mais divertido com a sua presena.

(O Estado de SP, 26/11)

< http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=42643 >
...................................................

----- Original Message -----
From: Jos Renato
To: jciencia@alternex.com.br
Sent: Tuesday, November 28, 2006 12:20 PM
Subject: Comentrio sobra a Matria : Entre Deus e o compasso, artigo de Sergio Augusto


[ No posso assegurar que Deus no existe, mas levo minha vida, feliz e frutfera, sem cogitar de sua existncia, gaba-se o bilogo evolucionista Richard Dawkins. ]

Comentrio:

Fechar os olhos para a Realidade que mal percebemos no prprio de quem deseja conhec-la e entend-la em sua essncia.

Jos Renato M. de Almeida
Salvador - Bahia

[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



SUBJECT: Efremov e o "Red Shift"
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2006 14:13

Olá

Ivan Efremov foi um autor de ficção científica soviético, e a obra
mais famosa dele foi traduzida para o português com o título "A
Nebulosa de Andromeda" (Editorial Caminho, Portugal, Coleção "Mamute",
1980). Recentemente obtive uma cópia da segunda edição, e estou lendo
aos pouquinhos o livro. A ficção que tem no livro é bastante
verossímil (viagens interestelares que duram vários anos, por
exemplo). Algumas partes do livro me deixaram intrigado, e quero
compartilhar com vocês um destes trechos, relacionado com a estrutura
do Universo (pág. 245).

"Os astrónomos da antiguidade consideravam que as galáxias corriam em
diferentes direcções. A luz das longínquas ilhas que chegavam aos
telescópios terrestres alterava-se: as ondas luminosas dilatavam-se,
convertendo-se em ondas vermelhas. Aquele avermelhamento da luz era
testemunho de que as galáxias se afastavam do observador. Os antigos,
habituados a interpretar os fenómenos de um modo rígido e unilateral,
tinham imaginado a teoria da dispersão ou da explosão do Universo, sem
ainda compreenderem que viam apenas um aspecto do grande processo de
destruição e criação. Um só aspecto precisamente - a destruição e
dispersão, quer dizer, a passagem da energia aos graus inferiores de
acordo com a segunda lei da termodinâmica - era apercebido pelos
nossos sentidos e pelos seus aparelhos destinados a ampliá-los. O
outro aspecto - a acumulação, a concentração e a criação - passava
desapercebido aos homens, uma vez que a própria vida extraía a sua
força da energia difundida pelas estrelas-sóis, o que condicionava a
nossa percepção do mundo circundante. Contudo, o potente cérebro
humano também conseguiu penetrar nos enigmáticos processos de criação
dos mundos do nosso Universo. Porém naqueles remotos tempos
acreditava-se que quanto mais longe da Terra se encontrava uma galáxia
tanto maior era a velocidade do seu afastamento. Segundo pensavam,
quanto mais a galáxia entrava pelo espaço, mais a sua velocidade se
aproximava da velocidade da luz. O limite da visibilidade do Universo
era a distância a partir da qual as galáxias pareciam alcançar a
velocidade da luz, mas, na realidade, os terrenos delas não receberiam
luz alguma e nunca poderima ver. Agora, já se conheciam as verdadeiras
causas do avermelhamento da luz. Estas eram várias. Das longínquas
ilhas siderais só chegava a luz que seus brilhantes centros emitiam.
Aquelas colossais massas de matéria estavam cercadas por campos
electromagnéticos anulares que actuavam muito fortemente sobre os
raios luminosos, tanto pela sua potência como pela sua extensão, que
gradualmente ia amortecendo as vibrações da luz, convertendo-as em
ondas que se distendiam e se tornavam vermelhas. Os astrónomos sabiam
que há muito que a luz das estrelas muito compactas avermelhava, que
as riscas do espectro se deslocavam para a extremidade vermelha e que
a estrela correspondente dava a impresão de se afastar. Assim
acontecia, por exemplo, com a segunda componente de Sírio, a anão
branca Sírio B. Quanto mais se afastava a galáxia, maior era a
centralização das radiações que nos chegavam e mais pronunciada a sua
deslocação para a extremidade vermelha do espectro.

"Por outro lado, as ondas luminosas, no seu imenso percurso pelo
espaço, "balanceavam-se" fortemente e os quanta de luz perdiam parte
da sua energia. Agora, o fenómeno estava já estudado: as ondas
vermelhas podiam ser também ondas cansadas, "velhas", de luz vulgar."

-o=O=o-

O livro foi publicado em 1958, eu queria um comentário sobre o aspecto
de astronomia do trecho selecionado. Parece que o Ivan não concorda
com o modelo do Big Bang, mas prefere outro. Que outro modelo é este?
E que críticas podem ser tecidas acerca do trecho acima?

[]s
--
César A. K. Grossmann



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2006 14:52

Pérolas do Richard Dawkins, vale a pena destacar :-)

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu

> Outros biólogos evolucionistas ao menos as respeitam; Dawkins, não:
"Enquanto aceitarmos o princípio de que a fé religiosa deve ser
respeitada por ser fé religiosa, não teremos como repudiar a fé de
Osama bin Laden e os homens-bomba".




SUBJECT: Re: [ciencialist] Efremov e o "Red Shift"
FROM: Pedro Ivo Braun <kyosky@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2006 15:37

> O livro foi publicado em 1958, eu queria um comentário sobre o aspecto
> de astronomia do trecho selecionado. Parece que o Ivan não concorda
> com o modelo do Big Bang, mas prefere outro. Que outro modelo é este?
> E que críticas podem ser tecidas acerca do trecho acima?
O trecho é desnecessariamente longo. Sua pergunta parece prova de
história mal formulada, sabe aquelas que você não gostava de fazer no
colégio? Isso!

Você tem alguma dúvida legítima de astronomia ou só esta tentando
chamar atenção para sua erudição?

Pedro Ivo

SUBJECT: Lâmpada que acende sem energia
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2006 16:00

At 11:03 28/11/2006, you wrote:

>Opção 1: influência de campo elétrico gerado nas imediações. Você mora
>perto de linhas de alta tensão?
>Opção 2: influência da fantasminha da novela das oito...
>
>[ ]s
>
>Alvaro Augusto




NÃO PODE SER O REATOR ?

L.E.























=



SUBJECT: Re: Lâmpada que acende sem energia
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2006 16:43

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
<robespierre.goncalves@...> escreveu
>
> O que pode estar acontecendo? Algum curto? Se é asim porque não acende
> (ou queima de vez? E porque tão regular?

O suporte da GE perguntou se o interruptor realmente interrompia a
corrente. Sugiro revisar o mesmo, enquanto não consigo outra resposta
deles...

P.S.: Eu também já vi este comportamento em uma lâmpada compacta em
minha casa, só não medi o intervalo entre duas piscadas.

[]s
--
César A. K. Grossmann



SUBJECT: Re: [ciencialist] Efremov e o "Red Shift"
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2006 17:45

Ave, César!!!

Viagens interestrelares, mesmo à velocidade da luz, o que é impossível, não durariam só alguns anos.

Só poderemos visitar planetas de temperatura razoável para a tecnologia da época. Onde estão?? Nosso sistema solar se desloca a uma velocidade de 20 km/seg.,em direção à Ápex (veja qual é a distância) e a estrela mais próxima é a Alfa Centaurus a 4,29 anos luz.

Será preciso uma nave de tal forma que se possam reproduzir os humanos para continuar a jornada e ainda tem a volta....

Consulte um bom astrólogo como M/ae Diná ou paulo coelho atualmente as feras no assunto.

sds.,
silvio.
----- Original Message -----
From: César A. K. Grossmann
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, November 28, 2006 2:13 PM
Subject: [ciencialist] Efremov e o "Red Shift"


Olá

Ivan Efremov foi um autor de ficção científica soviético, e a obra
mais famosa dele foi traduzida para o português com o título "A
Nebulosa de Andromeda" (Editorial Caminho, Portugal, Coleção "Mamute",
1980). Recentemente obtive uma cópia da segunda edição, e estou lendo
aos pouquinhos o livro. A ficção que tem no livro é bastante
verossímil (viagens interestelares que duram vários anos, por
exemplo). Algumas partes do livro me deixaram intrigado, e quero
compartilhar com vocês um destes trechos, relacionado com a estrutura
do Universo (pág. 245).

"Os astrónomos da antiguidade consideravam que as galáxias corriam em
diferentes direcções. A luz das longínquas ilhas que chegavam aos
telescópios terrestres alterava-se: as ondas luminosas dilatavam-se,
convertendo-se em ondas vermelhas. Aquele avermelhamento da luz era
testemunho de que as galáxias se afastavam do observador. Os antigos,
habituados a interpretar os fenómenos de um modo rígido e unilateral,
tinham imaginado a teoria da dispersão ou da explosão do Universo, sem
ainda compreenderem que viam apenas um aspecto do grande processo de
destruição e criação. Um só aspecto precisamente - a destruição e
dispersão, quer dizer, a passagem da energia aos graus inferiores de
acordo com a segunda lei da termodinâmica - era apercebido pelos
nossos sentidos e pelos seus aparelhos destinados a ampliá-los. O
outro aspecto - a acumulação, a concentração e a criação - passava
desapercebido aos homens, uma vez que a própria vida extraía a sua
força da energia difundida pelas estrelas-sóis, o que condicionava a
nossa percepção do mundo circundante. Contudo, o potente cérebro
humano também conseguiu penetrar nos enigmáticos processos de criação
dos mundos do nosso Universo. Porém naqueles remotos tempos
acreditava-se que quanto mais longe da Terra se encontrava uma galáxia
tanto maior era a velocidade do seu afastamento. Segundo pensavam,
quanto mais a galáxia entrava pelo espaço, mais a sua velocidade se
aproximava da velocidade da luz. O limite da visibilidade do Universo
era a distância a partir da qual as galáxias pareciam alcançar a
velocidade da luz, mas, na realidade, os terrenos delas não receberiam
luz alguma e nunca poderima ver. Agora, já se conheciam as verdadeiras
causas do avermelhamento da luz. Estas eram várias. Das longínquas
ilhas siderais só chegava a luz que seus brilhantes centros emitiam.
Aquelas colossais massas de matéria estavam cercadas por campos
electromagnéticos anulares que actuavam muito fortemente sobre os
raios luminosos, tanto pela sua potência como pela sua extensão, que
gradualmente ia amortecendo as vibrações da luz, convertendo-as em
ondas que se distendiam e se tornavam vermelhas. Os astrónomos sabiam
que há muito que a luz das estrelas muito compactas avermelhava, que
as riscas do espectro se deslocavam para a extremidade vermelha e que
a estrela correspondente dava a impresão de se afastar. Assim
acontecia, por exemplo, com a segunda componente de Sírio, a anão
branca Sírio B. Quanto mais se afastava a galáxia, maior era a
centralização das radiações que nos chegavam e mais pronunciada a sua
deslocação para a extremidade vermelha do espectro.

"Por outro lado, as ondas luminosas, no seu imenso percurso pelo
espaço, "balanceavam-se" fortemente e os quanta de luz perdiam parte
da sua energia. Agora, o fenómeno estava já estudado: as ondas
vermelhas podiam ser também ondas cansadas, "velhas", de luz vulgar."

-o=O=o-

O livro foi publicado em 1958, eu queria um comentário sobre o aspecto
de astronomia do trecho selecionado. Parece que o Ivan não concorda
com o modelo do Big Bang, mas prefere outro. Que outro modelo é este?
E que críticas podem ser tecidas acerca do trecho acima?

[]s
--
César A. K. Grossmann






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: brevemente estaremos lá.....
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <brasil-politica@grupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2006 18:15

BRASILEIRO NA NASA REVELA PRÓXIMOS PASSOS DA EXPLORAÇÃO DE MARTE
Ramon de Paula, engenheiro do quartel-general da agência espacial americana, revela planos da próxima década de estudos marcianos
Embora não saiba quando vai enviar astronautas a Marte, a Nasa já tem um plano detalhado do que fazer na próxima década em termos da exploração robótica do planeta vermelho. A revelação partiu de Ramon de Paula, engenheiro brasileiro que trabalha há anos no quartel-general da agência espacial americana, em Washington, e está diretamente envolvido nos mais recentes projetos marcianos.
De Paula no momento acumula funções, como executivo responsável pela missão Mars Reconnaissance Orbiter, que acaba de se instalar sã e salva em órbita de Marte, e também como executivo responsável pela Phoenix, missão audaciosa que parte em 2007 e deve tentar algo que só foi realizado com sucesso duas vezes na história da exploração de Marte, longínquos 30 anos atrás: um pouso suave com auxílio de retrofoguetes. As únicas sondas a fazerem isso foram as americanas Viking, de 1976.

A última tentativa de um pouso nesses moldes resultou na perda da Mars Polar Lander, em 1999, o que não anima os engenheiros. A missão planejada para 2007-2008 é tão complicada, de fato, que a Nasa já até admite que ela pode ser perdida. "Mas estamos usando todas aquelas lições daquelas missões [perdidas]", disse De Paula ao G1. "Tudo isso que nós aprendemos está sendo usado e posto para diminuir o risco."

Entretanto, mesmo em caso de novo fracasso, o engenheiro argumenta que a perda não será catastrófica para o programa. "Você também tem que lembrar que essa é uma missão de porte pequeno, não é uma missão básica do programa."

Saiba mais sobre as próximas emoções reservadas para a aventura da exploração de Marte nas linhas a seguir, ou, se preferir, clique aqui para ouvir a entrevista.


G1 - A maior notícia da última semana foi a perda, pelo menos temporária, da Mars Global Surveyor. O pessoal da Nasa está acreditando numa recuperação da sonda a essa altura?

Ramon de Paula - Nós não sabemos se ela vai poder ser recuperada. O que a gente realmente tem que ver é que a sonda funcionou por dez anos, fez uns trabalhos excelentes, foi a sonda que sobreviveu mais na órbita de Marte e trouxe para a gente grandes resultados científicos. Então isso é o que a gente na agência quer enfatizar. Se nós vamos conseguir ainda nos comunicar com ela ou não, nós não sabemos. Vamos continuar tentando por mais tempo, mas, quanto mais tempo passa, a probabilidade de entrar em contato com a sonda diminui. O importante a ver aqui é a grande quantidade de ciência que a sonda trouxe para a gente.

G1 - Considerando todo esse tempo que ela passou funcionando, já não era mesmo hora de ela se aposentar? Quanto tempo mais vocês esperavam contar com ela?

De Paula - Olha, já passou muito o tempo de ela se aposentar. Realmente, ela devia ter funcionado uns cinco ou seis anos, sete anos no máximo, e nós estamos aqui com dez anos de funcionamento nela. Então, quer dizer, o tempo de aposentadoria dela já tinha passado.

G1 - O estudo do planeta vermelho vai ficar desfalcado sem a Mars Global Surveyor?

De Paula - Não, não vai ficar desfalcado porque o mais importante, que foi até uma coisa que muitos cientistas comentaram, é que a sonda MGS estava esperando o MRO chegar para se aposentar. Então, assim que o MRO chegou e o MRO começou a trazer as fotografias científicas e as novas imagens, o MGS decidiu então, "agora é hora de eu me aposentar". Mas agora o fato é que o MRO está lá, e o MRO pode trazer novas evidências científicas e também fazer comunicação, então realmente não houve um desfalque.

G1 - Houve um marco importante do MRO, Mars Reconnaissance Orbiter, recentemente que foi o teste definitivo de que ela pode servir de satélite de comunicações entre a Terra e os jipes que estão na superfície de Marte. Quão importante é isso para o futuro do programa marciano e para essa sonda em si?

De Paula - Para o MRO, o que é muito importante não é tanto a comunicação com os jipes, mas que o sistema de comunicação de "relay" esteja funcionando, porque ela vai ser muito importante para dar apoio à Phoenix e também dar apoio à missão de 2009, que é a missão do Mars Science Laboratory, MSL. Então, o MRO vai fazer um trabalho muito importante e crítico de apoio a essas duas missões de 2007 e 2009. E também o importante é que agora o MRO e os jipes estão trabalhando em conjunto, e o MRO tira fotografias e mostra regiões importantes, principalmente nessa cratera Victoria, onde o jipe está agora, mostrando lugares mais apropriados para o jipe entrar ou fazer pesquisas. Então, o que nós estamos vendo é as missões trabalhando em conjunto. O MRO também está dando grande apoio à missão da Phoenix, ajudando a tirar fotografias para achar um lugar próprio para a missão Phoenix descer no planeta Marte.

G1 - Os jipes também tendem a passar o bastão para a Phoenix em 2007? Existe a expectativa de que eles durem até lá?

De Paula - Então, tem a expectativa, mas não seria realmente passar o bastão, porque os jipes estão em regiões bem diferentes de onde a Phoenix vai. Os jipes têm o grande valor de ter a mobilidade, de poder se mover de um lugar para outro. A Phoenix é uma nave que vai aterrissar como as Vikings, e vai ficar naquele local onde descer para fazer análises do terreno naquele lugar específico, não tem o aspecto da mobilidade.

G1 - E com relação aos jipes, qual é a perspectiva do tempo de vida daqui para frente? Também são missões que ultrapassaram muito seu tempo de vida original...

De Paula - É, já ultrapassaram muito sua vida original e podem parar de funcionar a qualquer hora. Nós não sabemos, é lógico que vamos continuar usando até eles pararem de mandar resultados, mas já passaram, mais que passaram, quase que duas, três vezes a vida... três vezes, de fato, a vida que estava se esperando deles.

G1 - A Nasa tem um plano muito claro, pelo menos até 2009, da exploração de Marte. Agora, falando mais para a frente, quais são os planos da agência? Há alguma perspectiva de no futuro enviar missões tripuladas?

De Paula - O diretório em que eu trabalho é o diretório de explorações robóticas e nós temos um plano para essa década, até 2009, e também temos um plano, que estamos tentando fazer, para a próxima década. E todo esse conhecimento, tudo isso, vai beneficiar mais tarde a exploração humana, porque estamos procurando entender o planeta Marte, entender a geologia, entender o clima, como o clima muda e qual o ambiente de Marte. E isso tudo é lógico que vai ter um impacto no dia em que a gente decidir mandar uma exploração humana a Marte.

G1 - Sobre a próxima década de exploração robótica, o que você pode adiantar, quais são os planos da Nasa neste momento?

De Paula - O que nós estamos planejando é uma competição chamada Mars Scouts [Batedores de Marte], que está no processo agora de seleção para 2011, e provavelmente para 2013 vamos ter um outro "science orbiter", mais ou menos da classe do MRO, ou quem sabe mais avançado ou com outros instrumentos, que complementem os Scouts de 2011 e complementem também o Mars Reconnaissance Orbiter.

G1 - Qual é a previsão da missão do Mars Reconnaissance Orbiter? Até quando a Nasa pretende contar com ele?

De Paula - Bem, nós gostaríamos que ele... o plano original é que ele fosse durar dez anos. Então, ele foi desenhado para ter quatro a cinco anos de ciência, e depois mais quatro a cinco anos de comunicações, como um orbitador de "relay".

G1 - A ESA recentemente decidiu adiar o seu jipe robótico para Marte, o ExoMars, com o argumento de que seria melhor adiar para incluir junto da sonda de pouso um orbitador, justamente para servir como comunicador, para não ter que depender do funcionamento de uma espaçonave da Nasa na órbita de Marte. Você acha que é uma precaução necessária, seria dispensável, como a Nasa enxerga essa decisão européia?

De Paula - É uma decisão deles. A Nasa e a ESA sempre cooperaram, continuam cooperando. Mas ter a meta de ter um orbitador dedicado à comunicação é mais uma vantagem para todos nós, para ter isso em volta de Marte. De fato, a Nasa tinha, não sei se você lembra, os planos de ter tido um orbitador de telecomunicações que seria lançado em 2009. Infelizmente, por reajustes no programa de Marte, nós tivemos que cancelar, no ano passado. Então, se a ESA decidir pôr um orbitador de telecomunicações, seria mais um recurso que nós todos teríamos juntos para poder trazer resultados científicos de volta, para estudar melhor o planeta.

G1 - Com relação à Phoenix de 2007, está tudo nos eixos para o lançamento? Como está o pessoal com essa missão que vai não só resgatar o objetivo antigo da Mars Polar Lander, que se perdeu em 1999, mas provavelmente vai trazer as imagens mais exóticas que a gente já viu de Marte -- um ambiente até agora totalmente inexplorado. Como é que está o ânimo para essa missão?

De Paula - Está com um grande ânimo, mas é uma missão difícil, uma missão muito complexa, com grandes dificuldades. Porque aterrissar como a Viking só foi feito há 25, 30 anos. Então, esse tipo de nave, que pousa num modo fixo, é uma missão complexa e, lógico, com grandes dificuldades técnicas, que ainda estamos trabalhando para resolver. Tudo isso tem que estar pronto e resolvido para o lançamento, em agosto de 2007.

G1 - A Nasa está psicologicamente pronta para perder essa missão? Você menciona os riscos, e é realmente uma missão arriscada -- a última que tentou fazer isso não conseguiu, que foi a Polar Lander. Imagino que muita coisa foi feita para evitar os erros da Polar Lander na Phoenix, mas psicologicamente existe essa consciência de que podemos perder essa missão?

De Paula - Eu acho que psicologicamente existe isso. Mas estamos fazendo tudo que nós aprendemos com a Mars Polar Lander, que falhou, estamos usando todas aquelas lições daquelas missões, que não foram só a Mars Polar Lander, também o orbitador daquele mesmo período [o Mars Climate Orbiter]. Então, tudo isso que nós aprendemos está sendo usado e posto para diminuir o risco. Estamos fazendo tudo que podemos para termos sucesso nessa missão. Mas você também tem que lembrar que essa é uma missão de porte pequeno, é uma missão desse tipo "Scout", não é uma missão básica do programa, é uma missão que foi escolhida na competição de Scout. Não é uma missão do tipo do MRO ou do MSL, que são missões básicas do programa.

G1 - Ela é mais dispensável?

De Paula - Ela seria mais dispensável. São missões de curto prazo, de custos fixos. Então, todos esses fatores fazem com que as missões Scout sejam diferentes das missões básicas do programa.

G1 - Uma das perspectivas para o Mars Reconnaissance Orbiter era encontrar a Polar Lander, a Beagle-2, as sondas que foram perdidas em Marte ao longo desses anos. Algum sinal delas até agora?

De Paula - Não, ainda não tivemos tempo de tirar fotografias dessas regiões. O foco do Mars Reconnaissance Orbiter nessas últimas semanas, e nas próximas, vai ser em tirar fotografias para lugares onde a Phoenix possa aterrissar. Então, o objetivo do Mars Reconnaissance Orbiter vai ser, até mais ou menos metade de janeiro, tirar fotografias de lugares que sejam apropriados para a descida da missão Phoenix.


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SUBJECT: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
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DATE: 28/11/2006 22:01

Falando no assunto...
Onde trabalho uma das lâmpadas, como colocado na mensagem principal do tema, também pisca às vezes - mesmo com o interruptor desligado. E aí?



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SUBJECT: Viagem para a França [administrador]
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Recebi uma bolsa (pos-doc) para trabalhar um ano na Universidade de
Paris. Minha viagem estah marcada para o dia 5 de dezembro (proxima
terca-feira).

Ainda nao sei quanto tempo vou ficar afastado da internet por
dificuldades de acesso.

Deixei o Takata e Luiz F. Netto com poderes de moderacao da Ciencialist.

Se conseguir acesso facil vou poder manter um blog sobre a viagem.
O endereco eh
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SUBJECT: RE: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2006 22:40

Uma palpitação sobre o lance, que também já ví:
- o circuíto deve ser em 220, ou 110 com interruptor no neutro.
- com certeza, na ignição da lâmpada haverá um capacitor engraçadinho,
carregando e descarregando, lentamente.
- a lâmpada que eu ví era uma daquelas com boquilha e bulbo tubular
enrolado.
abr/M. SP 28/nov

>From: Peterson Leal <petersonleal2000@yahoo.com.br>
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>Subject: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
>Date: Tue, 28 Nov 2006 16:01:04 -0800 (PST)
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>Falando no assunto...
>Onde trabalho uma das lâmpadas, como colocado na mensagem principal do
>tema, também pisca às vezes - mesmo com o interruptor desligado. E aí?
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SUBJECT: treco legal
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DATE: 28/11/2006 22:56

Vejam o papo abaixo, em outro forum:
( falo dos 2 links )

Posted: Tue Nov 28, 2006 10:49 pm Post subject: Bessler+Milkovic...

--------------------------------------------------------------------------------

...can be a "simplified" Bessler's Wheel,or an another shape of Milkovic's
gravity pump.So,if you take from the " Pendulum-Wheel"(see
www.evert.de/eft730e.htm ) that two arms lever(showing an angle between
them,with long arm-light mass and short arm-heavy mass,see the first design
EV PRM01) and from the "Mechanical hammer with a physical pendulum"(see
www.veljkomilkovic.com/OscilacijeEng.html ),that massive lever( /2/ at
Fig.1,at the same place),you can get a simplified composition,so easy to
test,play and surprise youself,maybe,if you build the "fit size" and put
this one in motion.I think it's not a self moving assembly,but an "excess
energy",in the same line with "Mechanical hammer...."....but I am not sure.
That can be a Milkovic pump,with a Bessler lever.The difference is regarding
the "active player":pendulum.One arm only,or two arms .Bessler system is a
special grouping of masses regarding pendular motion:effective mass is not
installed at one arm(as usually),but at two arms(asymmetric stable
lever).Milkovic is an "open" source,Bessler is a "secretive" one.Can be
Milkovic a "key" to understand Bessler?Let's hope!All the Bests!/Alex




SUBJECT: Re: Astronomia: PRATA E BRONZE EM OLIMPIADA INTERNACIONAL
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 01:44

Ótimas novas. Agora só falta subirmos no ranking da OCDE sobre
habilidade de leitura, escrita e matemática entre os jovens estudantes.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, LECarvalho <lecarvalho@...>
> >----- Mensagem encaminhada de vmartin1963@... -----
> >ASTRONOMIA BRASILEIRA LEVA NOVAMENTE PRATA E BRONZE
> >EM OLIMPÍADA INTERNACIONAL




SUBJECT: Astronomia: PRATA E BRONZE EM OLIMPIADA INTERNACIONAL
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 02:09


> PARA AQUELES QUE TEEM CONTATO COM ESCOLAS DO
> ENSINO FUNDAMENTAL E MEDIO, SOLICITO DIVULGAR
>
>Ampla reportagem sobre as Olimpíadas Nacional e Internacional de
>Astronomia .
>
>obrigada Lilia A.P. (OV-CCMN)
>
>----- Mensagem encaminhada de vmartin1963@gmail.com -----
> Data: Wed, 22 Nov 2006 14:32:59 -0200
>***************************************************************************
>BOLETIM ELETRÔNICO SAB N. 346 - 22/11/2006
>Responsável: Vera Ap.F. Martin
>***************************************************************************
>(...)
>ASTRONOMIA BRASILEIRA LEVA NOVAMENTE PRATA E BRONZE
>EM OLIMPÍADA INTERNACIONAL
> (comunicado por Jaime Fernando Villas da Rocha)
>
>Dois dos seis integrantes da equipe que representou o Brasil
>na XI Olimpíada Internacional de
>Astronomia (issp3.issp.ac.ru/iao/2006/) realizada em Mumbai
>(antiga Bombaim), Índia, de dez a dezenove de novembro deste
>ano, retornaram com um peso extra na bagagem.
>Felipe Gonçalves Assis, 17 anos (Campina Grande, PB),
>e Hugo Fonseca Araújo, 15 anos (Juiz de Fora, MG),
>obtiveram, respectivamente, a prata e o bronze olímpicos
>em suas respectivas faixas etárias.
>Este resultado repete o sucesso brasileiro de 2003,
>quando Raul Celistrino Teixeira também aos seus 17 anos
>e Michel Aguena da Silva aos seus 15 anos, ambos do Colégio
>Objetivo de São Paulo, obtiveram respectivamente prata e
>bronze em Estocolmo (Suécia). A equipe, liderada
>pela Profa. Nuricel Aguilera Villalonga (UNIP) e pelo
>Dr. Carlos Alexandre Wuensche do Instituto Nacional
>de Pesquisas Espaciais (INPE/MCT), foi formada ainda
>por Henrique Oliveira da Mata,17, Thais M. Pêra,15,
>Alessandro Wagner Palmeira,15, de São Paulo e por Felipe
>Ferreira Villar Coelho, 17, medalhista de prata e ouro nos
>certames de 2004 (Ucrânia) e 2005 (China).
>
>Ano mais difícil: o resultado, entretanto, ao repetir índice
>anteriormente alcançado, mascara uma dificuldade adicional.
>Todo país-sede têm direito a dois times. E os indianos
>tradicionalmente concorrem com os times mais fortes.
>
>Hemisfério Norte - As equipes brasileira e a indonésica
>são as únicas, dentre as 15 equipes participantes, originárias
>do Hemisfério Sul. Entretanto, as Olimpíadas Internacionais
>de Astronomia, desde sua criação, sempre foram organizadas
>no Hemisfério Norte. Ao contrário de outras olimpíadas
>cientificas, isto sempre foi uma desvantagem adicional para
>a equipe brasileira. Além de conhecimentos teóricos e práticos
>sobre Astrofisica, Astronomia e suas técnicas, os participantes
>se defrontaram com provas observacionais frente a um céu familiar
>às demais equipes, todas do Hemisfério Norte.
>Para piorar as coisas, algumas constelações que podem ser
>avistadas de ambos os Hemisférios,aparecem de cabeça para baixo
>quando se vai de um para o outro. Para minimizar esta desvantagem,
>a equipe recebeu treinamento especial no Planetário de Rio de
>Janeiro uma semana antes de seu embarque.
>
>Na cúpula da Fundação Planetário do RJ foi reproduzido o céu
>da Índia à época e horários prováveis das provas observacionais.
>Tal treinamento ficou a cargo dos astrônomos daquela instituição
>Jorge Marcelino dos Santos Júnior e Fernando Antônio Pires Vieira.
>Treino semelhante vem sido empreendido desde 2003.
>
>Além da observacional realizadas mais dois tipos de provas:
>teórica e prática. A primeira testa conhecimentos dos alunos,
>a prova prática consiste na interpretação de informações astronômicas.
>
>Evento Educativo promovido por Sociedade Cientifica:
>Para participar da Olimpíada Internacional de Astronomia (OIA)
>é preciso ter organizada no país uma correspondente Olimpíada
>Nacional de Astronomia.A Sociedade Astronômica Brasileira (SAB)
>(http://www.sab-astro.org.br) organiza a Olimpíada
>Brasileira de Astronomia (OBA) desde 1998. Em 2005 o evento
>passou a contar também com a participação da Agência Espacial
>Brasileira (AEB) ( http://www.aeb.gov.br), através do seu programa
>AEB Escola e transformou-se na Olimpíada Brasileira de Astronomia
>e Astronáutica, mantendo a sigla OBA.
>
>Em 2006 a OBA superou a marca dos 300.000 alunos participantes
>de todas as séries do ensino fundamental e médio, divididos
>em quatro níveis de mais de cinco mil escolas de todas as
>unidades da Federação.
>
>A OBA entretanto é muito mais do que um evento para selecionar
>participantes para a Olimpíada Internacional. Sendo a Astronomia
>a ciência com o maior número de sociedades amadoras, não é,
>entretanto, objeto de uma cadeira específica nos ensinos
>fundamental e médio, ficando a cargo em geral de um profissional
>de ensino que não possui habilitação específica no tema.
>
>A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, no
>que tange à Astronomia, tem, portanto, a meta não só de
>estimular nos estudantes o gosto pelo tema, mas divulgar
>entre estudantes e professores os corretos conteúdos do
>tema e poder realizar um diagnóstico, ainda que parcial,
>do quão tais conteúdos estão ou não corretamente apreendidos.
>
>Mais genericamente, importante também é, para seus organizadores,
>que a Olimpíada seja um instrumento didático para despertar o
>interesse dos jovens pela Astronomia e Ciências em geral e
>promover a difusão dos conhecimentos básicos de uma forma
>lúdica e cooperativa, mobilizando num mutirão nacional, os
>próprios alunos, seus professores, pais e escolas, planetários,
>observatórios municipais e particulares, espaços e museus de
>ciência, associações e clubes de astronomia, astrônomos profissionais
>e amadores. A OBA se propõe também a fornecer gratuitamente
>material didático para alunos, professores e escolas.
>Como a equipe é formada por membros de diferentes unidades da
>federação, o treinamento contou com astrônomos da Sociedade
>Astronômica Brasileira (SAB), os próprios professores dos
>estudantes e ainda com a elaboração de listas de exercícios
>coordenada por Jaime Fernando Villas da Rocha (vice-coordenador
>Nacional da Olimpíada) e Bruno Lopes L'Astorina de Andrade,
>membro da equipe brasileira de 2003 da Olimpíada Internacional
>de Astronomia (OIA). Além de Bruno outros participantes das OIA
>colaboraram no treinamento e seleção das equipes: Raul
>Celistrino Teixeira e Michel Aguena, Felipe Augusto Cardoso
>Pereira (2002), Guilherme Rohden Echelmeier (2004), Alexandre
>Bagdonas, Henrique Rafael Gomes Francisco, que também participaram
>em diferentes momentos da seleção e treinamento da equipe.
>
>(A equipe desembarcou em Guarulhos às 19h de 21 de novembro
>em vôo da KLM procedente de Amsterdã.)
>
>Próxima OBA - A X OBA, de 2007, já tem data marcada, será
>sexta-feira, 4 de maio, às 14 horas (horário de Brasília)
>em todas as escolas previamente cadastradas. Para
>participar do evento a escola precisa apenas se cadastrar
>(a ficha de cadastro está disponível em http://www.oba.org.br ou
>pode ser solicitada para oba@uerj.br, ou canalle@uerj.br ou
>pelos telefones (21)2587-7150 ou (21) 8272 3810
>indicando um professor que será o responsável pelo evento
>no âmbito da Escola.
>
>Maiores Informações:
>Olimpíada Brasileira de Astronomia: www.oba.org.br; oba@uerj.br
>Coordenador Nacional: canalle@uerj.br
>Vice-coordenador Nacional: roch@dft.if.uerj.br
>Sociedade Astronomica Brasileira: www.sab-astro.org.br;
>secret@sab-astro.org.br
>*************************************************************************
>
>--
>Vera Aparecida Fernandes Martin
>
>Laboratório Nacional de Astrofísica/MCT



SUBJECT: Re: [ciencialist] Viagem para a França [administrador]
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 04:46

Sinceros parabéns Brudna!
Aproveite bastante o 'contato' com as alienígenas parisienses ... e os aprendizados pós-doc.
Estou torcendo por vc. Como bem o sabe, sou grande admirador da Escola Francesa na Educação.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "brudna" <lrb@iq.ufrgs.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2006 22:37
Assunto: [ciencialist] Viagem para a França [administrador]


Aviso geral.

Recebi uma bolsa (pos-doc) para trabalhar um ano na Universidade de
Paris. Minha viagem estah marcada para o dia 5 de dezembro (proxima
terca-feira).

Ainda nao sei quanto tempo vou ficar afastado da internet por
dificuldades de acesso.

Deixei o Takata e Luiz F. Netto com poderes de moderacao da Ciencialist.

Se conseguir acesso facil vou poder manter um blog sobre a viagem.
O endereco eh
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Ateh
Luis Brudna - administrador da Ciencialist
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 05:15

Historiadores do futuro confirmarão que Peterson disse:
>Onde trabalho uma das lâmpadas, como colocado na mensagem principal do tema, também pisca às vezes - mesmo com o interruptor desligado. E aí?<


Olá Peterson,

primeiro, não use da palavra trabalho (fora do espírito da ciência) ... isso me dá um certo mal estar! :-)

segundo, e sobre a lâmpada, isso resulta de erros de eletrotécnicos 'caseiros' ou de 'esquina'.

Na instalação, a lâmpada fluorescente (ou todo seu equipo) deve ter um fio ligado ao neutro da rede domiciliar e o outro fio ao terminal NA (normalmente aberto) do interruptor. O fio fase da rede deve ser ligado no contato central do interruptor. Isso tem seu porque na segurança (se necessário, explico depois). Isso vale tb para lâmpadas incandescentes.
Se a ligação foi feita errada, com um dos fios da lâmpada ligada na fase da rede, todo o sistema associado à lâmpada estará em alto potencial elétrico. Acontece que a lâmpada está sempre próxima do 'terra', do qual participam a calha de difusão da luz, o teto e o próprio ambiente. Assim, há um permanente campo elétrico alternado entre toda a estrutura ligada à lâmpada e esses 'terras' próximos. Como trata-se de campo alternado isso pode (e realmente acontece) desencadear cargas elétricas em capacitores e daí resulta em circuitos de relaxação com períodos bem definidos, onde a descarga (de pouca energia) ocorre via gás da lâmpada.

Se vc 'subir na laje' e trocar a ordem dos fios fase e terra no sistema da lâmpada, com certeza o problema terminará.

CORRETO: (neutro)==lâmpada==interruptor (NA)
.....................(fase) == interruptor (centro).

ERRADO: (fase)==lâmpada==interruptor (NA)
................... (neutro) == interruptor (centro)

[]'

Em tempo: li seu pedido sobre os 'vegetarianos'. Lembro que escrevi algo sobre esse tema para a lista STRBrasil, mas não consegui localizar. Apenas recordo que uma de minhas linhas que despertou discussão foi: " .... Todavia, apesar de carnívoro, a etapa final do homem como 'vegetariano' parece-me patente. Tornar-se vegetariano é uma necessidade à sobrevivência e não uma escolha sadia e muito menos espiritual. ...".
Lembro que fiz uma exposição (bem superficial, pois não é minha praia) sobre a cadeia alimentar e o crescimento da população, resultando que ... no final só há possibilidade de serem (os que viverão) vegetarianos. Comer 'grama' (até lá a ciência terá descoberto alguma enzima ou bactéria que permitira a digestão da celulose) será a solução!
O Takata deve se lembrar melhor disso e indicar os links da thread.

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
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-----Mensagem Original-----
De: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2006 22:01
Assunto: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia


Falando no assunto...
Onde trabalho uma das lâmpadas, como colocado na mensagem principal do tema, também pisca às vezes - mesmo com o interruptor desligado. E aí?



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SUBJECT: Re: [ciencialist] treco legal
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 05:16

Como eu posso 'ver' o papo abaixo?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2006 22:56
Assunto: [ciencialist] treco legal


Vejam o papo abaixo, em outro forum:
( falo dos 2 links )

Posted: Tue Nov 28, 2006 10:49 pm Post subject: Bessler+Milkovic...

--------------------------------------------------------------------------------

...can be a "simplified" Bessler's Wheel,or an another shape of Milkovic's
gravity pump.So,if you take from the " Pendulum-Wheel"(see
www.evert.de/eft730e.htm ) that two arms lever(showing an angle between
them,with long arm-light mass and short arm-heavy mass,see the first design
EV PRM01) and from the "Mechanical hammer with a physical pendulum"(see
www.veljkomilkovic.com/OscilacijeEng.html ),that massive lever( /2/ at
Fig.1,at the same place),you can get a simplified composition,so easy to
test,play and surprise youself,maybe,if you build the "fit size" and put
this one in motion.I think it's not a self moving assembly,but an "excess
energy",in the same line with "Mechanical hammer...."....but I am not sure.
That can be a Milkovic pump,with a Bessler lever.The difference is regarding
the "active player":pendulum.One arm only,or two arms .Bessler system is a
special grouping of masses regarding pendular motion:effective mass is not
installed at one arm(as usually),but at two arms(asymmetric stable
lever).Milkovic is an "open" source,Bessler is a "secretive" one.Can be
Milkovic a "key" to understand Bessler?Let's hope!All the Bests!/Alex




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SUBJECT: Re: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 06:37

Murilo,

Gostaria de fazer uma observação sobre a informação: " o circuíto deve ser em 220, ou 110 com interruptor no neutro."

O neutro não pode ir ao interruptor, sob pena de prejudicar toda a instalação. Um neutro, numa instalação F-N 220V não pode ser interrompido!. Dá bode! E pode até matar gente, podes crer.
Quanto ao pisca-pisca, uma das possibilidades é o interruptor está com isolamento defeituoso e permitir alguma conexão com o reator da lâmpada, que forneceria alguma energia para o gás, ou haver campos eletromagnéticos fortes em volta. O tipo do gás no interior da lâmpada deve influir. Uma maneira de ver isso é: a) retirando a lâmpada da luminária e observando-a; ou, b) trocando o interruptor. Ou pode ser espírito brincalhão, assoprando o gás(brincadeira). São apenas conjecturas, nunca pensei ou pesquisei sobre esse efeito. Mas uma coisa é certa: é coisa mal feita. Pois nada pode fornecer energia, em qualquer forma, sem antes recebê-la, também em qualquer forma. Os fabricantes de lâmpadas fluorescentes têm interêsse em esclarecer coisas assim.

Aproveito o ensejo para comentar algo que geralmente acontece nas instalações com lâmpadas incandescentes. A lâmpada pode ser nova ou já cansada de guerra, não importa: em algum momento, ao acionar o interruptor, a lâmpada, pluf, queima. Dá um frustração! E pode não ser defeito da lâmpada.

Gostaria de comparar respostas de vocês com as que eu usei para explicar o apagão.

Sds,
Victor.



----- Original Message -----
From: murilo filo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, November 28, 2006 9:40 PM
Subject: RE: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia


Uma palpitação sobre o lance, que também já ví:
- o circuíto deve ser em 220, ou 110 com interruptor no neutro.
- com certeza, na ignição da lâmpada haverá um capacitor engraçadinho,
carregando e descarregando, lentamente.
- a lâmpada que eu ví era uma daquelas com boquilha e bulbo tubular
enrolado.
abr/M. SP 28/nov

>From: Peterson Leal <petersonleal2000@yahoo.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
>Date: Tue, 28 Nov 2006 16:01:04 -0800 (PST)
>
>Falando no assunto...
>Onde trabalho uma das lâmpadas, como colocado na mensagem principal do
>tema, também pisca às vezes - mesmo com o interruptor desligado. E aí?
>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 06:40

Bela explicação. Mais eficiente e objetiva que a dei num e-mail anterior. Porém lá coloquei outra questão.
Lé é Léo, e o resto sou eu e outros.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, November 29, 2006 4:15 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia


Historiadores do futuro confirmarão que Peterson disse:
>Onde trabalho uma das lâmpadas, como colocado na mensagem principal do tema, também pisca às vezes - mesmo com o interruptor desligado. E aí?<

Olá Peterson,

primeiro, não use da palavra trabalho (fora do espírito da ciência) ... isso me dá um certo mal estar! :-)

segundo, e sobre a lâmpada, isso resulta de erros de eletrotécnicos 'caseiros' ou de 'esquina'.

Na instalação, a lâmpada fluorescente (ou todo seu equipo) deve ter um fio ligado ao neutro da rede domiciliar e o outro fio ao terminal NA (normalmente aberto) do interruptor. O fio fase da rede deve ser ligado no contato central do interruptor. Isso tem seu porque na segurança (se necessário, explico depois). Isso vale tb para lâmpadas incandescentes.
Se a ligação foi feita errada, com um dos fios da lâmpada ligada na fase da rede, todo o sistema associado à lâmpada estará em alto potencial elétrico. Acontece que a lâmpada está sempre próxima do 'terra', do qual participam a calha de difusão da luz, o teto e o próprio ambiente. Assim, há um permanente campo elétrico alternado entre toda a estrutura ligada à lâmpada e esses 'terras' próximos. Como trata-se de campo alternado isso pode (e realmente acontece) desencadear cargas elétricas em capacitores e daí resulta em circuitos de relaxação com períodos bem definidos, onde a descarga (de pouca energia) ocorre via gás da lâmpada.

Se vc 'subir na laje' e trocar a ordem dos fios fase e terra no sistema da lâmpada, com certeza o problema terminará.

CORRETO: (neutro)==lâmpada==interruptor (NA)
.....................(fase) == interruptor (centro).

ERRADO: (fase)==lâmpada==interruptor (NA)
................... (neutro) == interruptor (centro)

[]'

Em tempo: li seu pedido sobre os 'vegetarianos'. Lembro que escrevi algo sobre esse tema para a lista STRBrasil, mas não consegui localizar. Apenas recordo que uma de minhas linhas que despertou discussão foi: " .... Todavia, apesar de carnívoro, a etapa final do homem como 'vegetariano' parece-me patente. Tornar-se vegetariano é uma necessidade à sobrevivência e não uma escolha sadia e muito menos espiritual. ...".
Lembro que fiz uma exposição (bem superficial, pois não é minha praia) sobre a cadeia alimentar e o crescimento da população, resultando que ... no final só há possibilidade de serem (os que viverão) vegetarianos. Comer 'grama' (até lá a ciência terá descoberto alguma enzima ou bactéria que permitira a digestão da celulose) será a solução!
O Takata deve se lembrar melhor disso e indicar os links da thread.

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2006 22:01
Assunto: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia

Falando no assunto...
Onde trabalho uma das lâmpadas, como colocado na mensagem principal do tema, também pisca às vezes - mesmo com o interruptor desligado. E aí?

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Viagem para a França [administrador]
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 06:43

Parabéns, Brudna.
Espero que o pós-doc te seja de grande valia, e de valia maior ainda para teus alunos e tuas pesquisas.
Azeita as ferramentas, pois as francesas gostam.

Sds,
Victor.




----- Original Message -----
From: brudna
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, November 28, 2006 9:37 PM
Subject: [ciencialist] Viagem para a França [administrador]


Aviso geral.

Recebi uma bolsa (pos-doc) para trabalhar um ano na Universidade de
Paris. Minha viagem estah marcada para o dia 5 de dezembro (proxima
terca-feira).

Ainda nao sei quanto tempo vou ficar afastado da internet por
dificuldades de acesso.

Deixei o Takata e Luiz F. Netto com poderes de moderacao da Ciencialist.

Se conseguir acesso facil vou poder manter um blog sobre a viagem.
O endereco eh
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SUBJECT: Re: Lâmpada que acende sem energia
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 07:37

Olá a todos,

O "fio fase" pode estar ligado diretamente na lâmpada e não no
interruptor como deveria.

Abraços

Tipoalgo

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
<robespierre.goncalves@...> escreveu
>
> Prezados professores,
>
> Recentemente instalei uma nova luminária na minha cozinha. Nela ficam
> ligadas duas lâmpadas fluorecentes tipo compacta (sem starter). Ontem à
> noite levantei da cama para um copo d'água e não acendi as luzes da
> cozinha. Notei que uma das lâmpadas piscou. Esperei mais um momento e
> novamente a piscadinha. Contei cerca de quarenta segundos entre uma
> piscada e outra. Fui dormir e na manhã seguinte verifiquei que a
> lâmpada continua piscando no mesmo ritmo, mas liga normalmente. Não mel
> lembro se as lãmpadas da luminária estão ligadas em série ou paralelo.
> As lâmpadas são novas, iguais (não lembro da marca, mas não é nenhuma
> famosa). Em outra luminária idêntica, também na cozinha, o efeito não
> acontece. As duas luminárias estão em partes diferentes da cozinha e
> são ligadas por diferentes interruptores.
>
> O que pode estar acontecendo? Algum curto? Se é asim porque não acende
> (ou queima de vez? E porque tão regular?
>
> []s,
> Pierre
>




SUBJECT: Re: Efremov e o "Red Shift"
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 09:21

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Pedro Ivo Braun <kyosky@...>
escreveu
>
> O trecho é desnecessariamente longo.

Você deveria ler todo ele, então saberia qual a minha dúvida.

[]s
--
César A. K. Grossmann



SUBJECT: Re: [ciencialist] Viagem para a França [administrador]
FROM: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 09:23

Brudna,

Ainda não consegui definir se te desejo meus parabéns ou meus pesames rsrsrsrs.... mas espero que indeferente da sua nova situação daqui alguns dias... vc possa nos presentear com seus email cheios de conhecimentos ...

Aproveite bem esta nova fase e não se esqueça do pessoal aqui... mande-nos algumas lembrancinhas... rsrsrs

Tudo de bom!!!!!
[ ]'s Aline

Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
Sinceros parabéns Brudna!
Aproveite bastante o 'contato' com as alienígenas parisienses ... e os aprendizados pós-doc.
Estou torcendo por vc. Como bem o sabe, sou grande admirador da Escola Francesa na Educação.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
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-----Mensagem Original-----
De: "brudna"
Para:
Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2006 22:37
Assunto: [ciencialist] Viagem para a França [administrador]


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 10:02

Acho que esses ateus belicosos não sabem onde estão se metendo. Os religosos
cortam cabeças de infiéis há séculos. Hoje são os muçulmanos. Ontem, os
cruzados cristãos. Os ateus, especialmente aqueles do meio científico como
Dawkins, não estão acostumados a isso. Cedo ou tarde um deles terá a cabeça
cortada por um fanático, e será o fim do ateísmo belicoso.

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
www.alvaroaugusto.com.br
alvaro@daelt.sh06.com


----- Original Message -----
From: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, November 28, 2006 2:52 PM
Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


Pérolas do Richard Dawkins, vale a pena destacar :-)

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu

> Outros biólogos evolucionistas ao menos as respeitam; Dawkins, não:
"Enquanto aceitarmos o princípio de que a fé religiosa deve ser
respeitada por ser fé religiosa, não teremos como repudiar a fé de
Osama bin Laden e os homens-bomba".




SUBJECT: Re: [ciencialist] Lâmpada que acende sem energia
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 10:03

O reator só funcionaria se o interruptor estivesse ligado. Pode ser isso,
mas só em conjunto com outro defeito.

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "LECarvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, November 28, 2006 4:00 PM
Subject: [ciencialist] Lâmpada que acende sem energia


At 11:03 28/11/2006, you wrote:

>Opção 1: influência de campo elétrico gerado nas imediações. Você mora
>perto de linhas de alta tensão?
>Opção 2: influência da fantasminha da novela das oito...
>
>[ ]s
>
>Alvaro Augusto




NÃO PODE SER O REATOR ?

L.E.























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SUBJECT: Re: [ciencialist] Viagem para a França [administrador]
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 10:06

Caro Brudna,

Primeiramente, parabéns pela conquista! Você merece.

"Segundamente", tá certo que a França não é um país avançado como o Brasil,
mas lá também tem internet, né? Tá querendo se livrar da gente tão fácil
assim? :o)

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
www.alvaroaugusto.com.br
alvaro@daelt.sh06.com

----- Original Message -----
From: "brudna" <lrb@iq.ufrgs.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, November 28, 2006 10:37 PM
Subject: [ciencialist] Viagem para a França [administrador]


Aviso geral.

Recebi uma bolsa (pos-doc) para trabalhar um ano na Universidade de
Paris. Minha viagem estah marcada para o dia 5 de dezembro (proxima
terca-feira).

Ainda nao sei quanto tempo vou ficar afastado da internet por
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Se conseguir acesso facil vou poder manter um blog sobre a viagem.
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Ateh
Luis Brudna - administrador da Ciencialist
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SUBJECT: Re: Efremov e o "Red Shift"
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 10:09

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiro@...> escreveu
>

Poxa, Silvio, que decepção, outro que não leu a minha pergunta...


> Viagens interestrelares, mesmo à velocidade da luz, o que é
impossível, não durariam só alguns anos.

Em ficção científica, duram poucas décadas, em velocidades subluminais
(0,1c)... Obviamente o autor evocou uma nova forma de propulsão de
foguetes, colocou a tripulação em longos turnos de uma quase
hibernação, apenas com uma pequena equipe a postos para desvios de
rota (ele aponta que desvios com um ângulo muito aberto matariam todos
na nave, o que parece coerente).

> Só poderemos visitar planetas de temperatura razoável para a
tecnologia da época. Onde estão?? Nosso sistema solar se desloca a uma
velocidade de 20 km/seg.,em direção à Ápex (veja qual é a distância) e
a estrela mais próxima é a Alfa Centaurus a 4,29 anos luz.

Um dos argumentos do Efremov é que os planetas encontram-se em contato
pelo chamado "Circuito", mas é o tipo da coisa, quando você recebe uma
mensagem, já recebe sabendo que quem mandou já estava morto bem antes
de você nascer. O que aconteceria se houvessem muitos planetas
habitados por civilizações avançadas, e todas tivessem o seu projeto
SETI. O primeiro contato seria a recepção de uma espécie de alfabeto
ou algo do tipo para estabelecer uma linguagem comum.

> Consulte um bom astrólogo como M/ae Diná ou paulo coelho atualmente
as feras no assunto.

Silvio, a minha pergunta está reproduzida abaixo, e baseia-se no
trecho (desnecessariamente longo, segundo críticos):

>O livro foi publicado em 1958, eu queria um comentário sobre o aspecto
>de astronomia do trecho selecionado. Parece que o Ivan não concorda
>com o modelo do Big Bang, mas prefere outro. Que outro modelo é este?
>E que críticas podem ser tecidas acerca do trecho acima?

Só para lembrar, a lista é sobre ciências, não de crítica literária,
não se preocupem com esta parte...

[]s
--
César A. K. Grossmann



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 10:23

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
<alvaro@...> escreveu

Os ateus, especialmente aqueles do meio científico como
> Dawkins, não estão acostumados a isso. Cedo ou tarde um deles terá a
cabeça
> cortada por um fanático, e será o fim do ateísmo belicoso.

>>>Ou sera' um grande impulso pro movimento ganhar forca e
popularidade! As pessoas adoram um martir, alguem q morre por uma
causa!

;-)

Abs,
Eduardo Torres





SUBJECT: Deep Fritz (1). UCFilho
FROM: "UCFilho" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 11:18

Bom dia a todos,

em 05 de dezembro o mundo saberá se
se o melhor jogador mundial de xadrez humano é capaz
de vencer o melhor conjunto máquina software que joga xadrez.

Entre entre 25 de novembro e 05 de dezembro perído o Deep Fritz, 15
anos de idade e capacidade de cálculo
de 8 a 10 milhões por segundo, e Kramnik, ex-pupilo de Kasparov
e atual campeão mundial que no ano corrente unificou o título
mundial, se
enfrentarão na galeria nacional de artes de Bonn (Alemanha).

Diversos jogadores de primeira linha crêem os computadores já se
tornaram imbatíveis, mas esta é a primeira vez que se põe a prova
esta afirmativa e nas duas primeiras partidas os resultados foram
empate (primeira partida) e vitória de Fritz (segunda partida), o que
virá
pela frente , na opinião da maioria, é a certeza da vitória de Fritz.

Creio ser possível o empate até o fim do torneio, como aconteceu
em 2002 na disputa da versão anterior de deep fritz e
Kramnik (o match de 8 partidas terminou empatado com duas
vitórias para cada openente e 4 empates).

Kramnik ficou otimista após a primeira partida e crê que pode ganhar
o torneio levando um milhão de euros para casa. Caso ele não ganhe o
torneio não será também ruim, pois ele terá metade deste
prêmio pela participação.


Saudações, Ubirajara C Filho

http://www.chessville.com/News/news_KramnikvsDeepFritz2006.htm
http://br.geocities.com/xadrezvirtual/noticias/
Ano de 2006:

Game 1 (November 25)
Kramnik - Deep Fritz 1/2 Catalan opening 47 moves
Game 2 (November 27)
Deep Fritz - Kramnik 1-0 QGA 35 moves
Game 3 (November 29)
Kramnik - Deep Fritz
Game 4 (December 1)
Deep Fritz - Kramnik
Game 5 (December 3)
Kramnik - Deep Fritz
Game 6 (December 5)
Deep Fritz - Kramnik



Ano de 2002:

Jogo 1 (Deep Fritz x Kramnik - 1/2-1/2)
Jogo 2 (Kramnik x Deep Fritz - 1-0)
Jogo 3 (Deep Fritz x Kramnik - 0-1)
Jogo 4 (Kramnik x Deep Fritz - 1/2-1/2)
Jogo 5 (Deep Fritz x Kramnik - 1/2-1/2)
Jogo 6 (Kramnik x Deep Fritz - 0-1)
Jogo 7 (Deep Fritz x Kramnik - 1-0)
Jogo 8 (Kramnik x Deep Fritz - 1/2-1/2)




SUBJECT: Deep Fritz (2). UCFilho
FROM: "UCFilho" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 11:19

Boa tarde a todos,

por que considero que há a possibilidade de empate ou mesmo vitória
de Kramnik e que
este único evento não seja ainda suficiente para afirmar que as
máquinas se tornaram
imbatíveis para os melhores jogadores do mundo? Vejam as razões 1 e
2.

Embora eu ainda tenha dúvidas se Deep Fritz é capaz de vencer Kramnik
todos humanos
não tenho dúvidas que a superioridade dos computadores sobre os
humanos é questão de tempo.
Se por um lado Deep Fritz tem só 1,3% da capacidade de processamento
de Deep Blue o conjunto
Deep Fritz (máquina- software) tem praticamente a mesma capidade de
jogo que tinha
de Deep Blue em 1997, pois nestes 9 anos o software evolui bastante
e Deep Fritz trabalha com
algoritmos de identificação, classificação e categorização de
informações bem mais evoluídos dos
que existiam em 1997.


Saudações, UCFilho

Razão 1:
Deep Fritz ainda tem muito a melhorar, pois embora hoje seja o
melhor computador que
joga xadrez ele é 100 vezes menos possante que Deep Blue, conjunto
máquina software da
IBM que venceu Kasparov em 1997 e foi vendido para uma fábrica
farmacêutica para pesquisar
medicamentos.

Deep Blue foi um supercomputador especialmente construído para jogar
xadrez e o melhor
hardware que já existiu: 256 processadores especialmente projetados
para o jogo de xadrez o
que fornecia a capacidade de análise de 100 milhões de
posições /segundo*

Razão 2:
Embora isto pareça muito a capacidade de análise de 100 milhões de
posições /segundo
um jogo e xadrez é um problema computacional do com tempo de
processamento não polinomial
(P=NP?) e extremamente extenso: para análise completa de um jogo de
30 lances (muitos jogos
são muito mais extensos do que isto) levaria 40 bilhões de anos,
1018 segundos, para uma
capacidade de processamento de um bilhão de lances por segundo.



* alguns falam em 200 milhões/s mas publicações da IBM, criadora do
Deep Blue, citam 100
http://www.kurzweilai.net/meme/frame.html?main=/articles/art0527.html?

http://www-5.ibm.com/uk/pdfs/about_ibm/ibm_uk_bro_all_spreads_f.pdf

http://mathworld.wolfram.com/Chess.html





SUBJECT: Re:Carneiro hidráulico e roda de água.UCFilho
FROM: "UCFilho" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 11:41

Bom dia Mauro e a todos,

creio a instalação perfeita seja trabalhosa mas uma instalação
funcional que não seja a melhor possível não seja tão complicada
assim, isto é uma dedução lógica* de quem,no caso eu, nunca instalou
um carneiro hidráulico mas que gosta muito de assuntos correlatos
a este.

Saudações, UCFilho

* há uma infinidade de URLs que mostram como instalar um carneiro
hidráulico Ex:

http://www.cataventoskenya.com.br/carneirohidr_inst.html
http://www.lalima.com.br/carneiro.pdf
http://www.ceset.unicamp.br/~ajsilva/ST713/Carneiro%20Hidr%E1ulico.pdf


DA INSTALAÇÃO
1) A queda vertical d'água deverá ter no mínimo 1,5 metros e no
máximo 8 metros.
2) Fixar o Carneiro (ou Aríete) sobre uma base firme e nivelada,
distante do início da queda d'água de no mínimo 10 metros e no
máximo 50 metros.
3) Obrigatoriamente, o cano de entrada deverá ser Galvanizado, bem
como mantido em linha reta e sempre em declive desde o início da
queda até a entrada do Carneiro. Jamais
será permitida a instalação de curvas, joelhos ou formação de
abaulamentos (voltas) em qualquer sentido, para que a força da
propulsão gerada pela queda d'água atinja sua maior intensidade.
4) O cano do recalque poderá ser galvanizado, de plástico ou de
borracha, e TEORICAMENTE poderá ter comprimento ilimitado. Porém, o
atrito d'água nas paredes do cano provoca perdas
na força de recalque (100 metros de cano equivalem a 1 metro de
elevação vertical). Por esta
razão, quanto menos curvas ou abaulamentos tiver o cano de recalque,
melhor será o rendimento.
5) Recomendamos colocar a boca do cano de entrada no mínimo de 20 a
30 centímetros abaixo do nível normal d'água, bem como protegê-la com
uma tela para evitar a penetração de impurezas



Indicações práticas para instalação de carneiro hidráulico:
– Comprimento (l) do tubo de alimentação:
Para B = 2-2,5 m: l &#8805; 6B; para B < 2 m: 8B &#8804; l &#8804; 10B
B mínimo = 1,5 m, l < 75 m
Tubo de recalque o mais reto possível, e &#8709;diâmetro de 1/3-1/2 do &#8709;
tubo de adução H entre 6B e 10B.

– Como instalar:
O carneiro deve ser instalado sobre uma base rígida de concreto
devendo ser fixado de forma segura. Sendo possível deve-se construir
um reservatório na tomada de água. Recomenda-se, ainda,
a colocação de uma tela na entrada da tubulação que irá alimentar o
carneiro. A queda mínima entre o reservatório e o carneiro deve ser
de 1,5 metro. O tubo de alimentação deve ter um comprimento
entre 4 e 6 vezes a altura de queda, devendo ficar o mais reto
possível. O tubo de recalque pode ser de polietileno com diâmetro
mínimo de ½



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Mauro" <bombaspr@...> escreveu
>
> Olá UCFilho.
>
> Vantagens do carneiro:
> 3- sua instalação é mais simples e requer menor manutenção [...].
>
> Mauro: Concordo com suas outras colocações, entretanto a instalação
do
> carneiro não tem nada de simples (embora você só tenha comparado a
> complexidade entre os dois). Na verdade, na prática, instalar um
> carneiro é uma coisa encardida -- pior que isso só instalar um
> cata-vento em poço de mais de 8 metros de profundidade.
> Quanto a manutenção, de fato o carneiro tem menos peças moveis e é
> raro que se faça a manutenção (geralmente por *muitos* anos de uso,
> simplesmente ele é trocado). No entanto é comum que se tenha que
dar
> uma 'cutucada' em seu martelo para que ele volte a bater
> (principalmente quando a instalação está inapropriada -- o que é
bem
> comum).
>
> Inté+
> Mauro
>




SUBJECT: Fw: [ciencialist] Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 11:44

Júnior, o silogismo erístico-falacioso contamina toda a obra polêmica de
Dawkins, apoiada e bem divulgada pelos grupos econômicos que desejam
eliminar entraves éticos-sociais defendidos por instituições ditas
religiosas, como a Igreja Católica. Vc já se perguntou por que ele não
considerou respeitar a "fé religiosa" de Bush e suas bombas-sem-homens e não
a de Osama Bin Laden e seus homens-bombas? Será que é por isso que temos que
respeitar a fé religiosa das pessoas. E as diversas políticas existentes
devem ser respeitadas? E as diversas ciências e conhecimentos, devem ser
respeitados? Considerar eventos político-econômico-nacionalistas, como as
invasões do Afganistão, Iraque, guerras de palestinos e judeus, Irlanda,
Cruzadas, etc, como religiosos, é desconhecer o que seja História. Hitler
escolheu o símbolo da cruz para implantar seu império de mil anos.Será que
por isso ele pode ser considerado religioso? Quando será, Júnior, que vc vai
aprender a pensar por vc mesmo em vez de engrossar o batalhão das
mariavaicomasoutras?
[]s
José Renato
.............................................

----- Original Message -----
From: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, November 28, 2006 1:52 PM
Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


Pérolas do Richard Dawkins, vale a pena destacar :-)

Abraços,
Junior
.....................................................................
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu

> Outros biólogos evolucionistas ao menos as respeitam; Dawkins, não:
"Enquanto aceitarmos o princípio de que a fé religiosa deve ser respeitada
por ser fé religiosa, não teremos como repudiar a fé de Osama bin Laden e os
homens-bomba".

##### ##### #####

Página de apoio
http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br



SUBJECT: Privadologia Avançada - 1953 - Antônio da Silva Mello
FROM: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 13:27

Escatológico...

---------- Forwarded message ----------
From: Carlos Alberto Teixeira

Prezados Senhores da FBG:

Remexendo em textos antigos num disquete velho, encontrei esta obra-prima...

REVISTA BRASILEIRA DE MEDICINA - Vol. X - Junho de 1953 - nº 5

O VASO SANITÁRIO E O SEU VALOR NO DIAGNÓSTICO DAS AFECÇõES DO TUBO
DIGESTIVO, INCLUSIVE DO PÂNCREAS.

ANTÔNIO DA SILVA MELLO -- Rio de Janeiro

O presente trabalho, escrito especialmente para o Terceiro Congresso
Pan-americano de Gastroenterologia, reunido na Cidade do México em
Maio de 1952, pareceu aos colegas que formavam a Delegação brasileira
tão irreverente e tão susceptível de desairosas interpretações, que o
autor, por sua solicitação, resolveu retirá-lo do temário, deixando de
submetê-lo à apreciação do Congresso.

É sabido que o mecanismo do ridículo e do grotesco pode decorrer de
situações contraditórias, opostas, inesperadas. Um homem pequenino ao
lado de uma mulher grandalhona, em geral, é quadro que desperta
sorrisos. Falar de vaso sanitário diante da austeridade de um
Congresso cientifico poderia parecer, na verdade, esdrúxulo ou mesmo
afrontoso, caso não se tratasse de um velho médico, dedicado ao
trabalho clínico, zeloso da sua ciência, muito reverente à dignidade
dos seus colegas. Se ele resolveu tratar da questão é porque a julgou
transcendente, de tal importância do ponto de vista pratico, tão grave
e respeitável, que achou necessário trazê-la à magnitude de um
Plenário Internacional, não só para chamar sobre ela a atenção, senão
também para solicitar o auxilio dos colegas para a solução de problema
que considera dos mais sérios que poderíamos enfrentar.

Antes de tudo, o autor deve declarar que vaso sanitário, que se
encontra em uso no Brasil e em todos os outros paises por ele
visitados, inclusive os Estados Unidos, está tecnicamente errado, não
correspondendo nem às necessidades medicas e higiênicas que devem ser
dele exigidas, nem às condições de conforto que poderia oferecer.
Refere-se ao vaso comum que, depois da descarga, obtida por mecanismo
hidráulico de fácil manejo e grande eficiência, deixa no fundo uma
camada de água, sobre a qual cairão as dejeções do próximo visitante.
Primeiramente, deve perguntar: quais as vantagens, a razão de ser
dessa privada que faz logo desaparecer as fezes na massa líquida e que
se tornou de uso generalizado, mesmo legalmente obrigatório? É o que
ele tem indagado de higienistas, cujas razões nunca lhe pareceram
suficientemente justas ou convincentes. Ele próprio, fazendo
investigações, chegou a conclusões desfavoráveis, isto é, que esse
tipo é condenável, mesmo segundo os preceitos da higiene.

O que se pode verificar, desde logo, é que essa privada está centrada
de tal modo, que a superfície da água fica verticalmente sob o centro
das nádegas. A conseqüência dessa disposição é que as matérias fecais,
caindo sobre a camada d'água, sobretudo quando sólidas e pesadas,
respingam o posterior do operador, dando-lhe por vezes verdadeiros
banhos. Isso não é de admirar, dadas as leis da balística, mas, de
regra, ninguém toma precauções contra tal emergência, como posso
concluir de um inquérito feito entre médicos e estudantes, num dos
meus cursos. Distribuí fichas com perguntas, que deviam ser
respondidas apenas com um sinal, a fim de evitar a identificação dos
autores. Seria a maneira de obter respostas sinceras, objetivas,
independentes de inibições pessoais. Os resultados mostraram que quase
todos evacuavam sentando-se comodamente na tábua da latrina, sem
qualquer precaução. Alguns colocavam papel de privada em torno para
forrá-la, e raros algumas folhas sobre a água para evitar
respingamentos. Mesmo isso, contudo, raramente garante contra borrifos
nas nádegas, borrifos que podem conter germes e imundices do ocupante
anterior, o que higienicamente constitui um grave erro.

Antigamente, existiu uma privada de fundo chato, chamada fundo de
prato, que desapareceu do mercado, sendo até proibida no Brasil pelas
posturas sanitárias. É provável que esse vaso, de fabricação inglesa,
seja conhecido de alguns médicos, sobretudo os menos jovens. A
particularidade principal era de a defecação ser feita como sobre um
prato, ficando ai depositada à vista do fabricante, talvez para o seu
prazer e a sua bem-aventurança, quando não para o seu desespero ou a
sua decepção. Em todo o caso, ele se dava conta do que fazia, via como
trabalhavam as suas entranhas, o que sobrava do que havia ingerido, o
resto daquilo que lhe garantia a vida e a saúde. O mais importante,
porém, é que há geralmente grande interesse em torno desse produto,
como muito bem sabem os gastroenterologistas, embora nem sempre lhe
dando a atenção que merece. Talvez, por uma questão de hábito ou
tendência psicológica, que só ganham em ser cultivados. Eu confesso
que tenho satisfação em conversar sobre o assunto com o doente,
porque, assim, tenho obtido informações de valor não só quanto ao
diagnóstico e a orientação terapêutica, senão também ao melhor
conhecimento psicológico do individuo. O tema é esplêndido para se
tatear a sua sensibilidade, e mesmo, não raro, para captar-se a sua
confiança. Na prática, é fácil observar que muitos têm particular
interesse pela questão, tratando da defecação e dos excrementos com
desvelo muito especial. O principal, todavia, é que isso pode redundar
em dados de grande significação diagnóstica, por vezes passados
despercebidos à argúcia do clínico e mesmo a rigorosos exames de
laboratório.

Hoje, estamos habituados com uma rotina cientifica por demais complexa
e instrumentada, que mal deixa lugar para observações simples, banais,
dessas que o médico prático, sobretudo de tempos passados, estava
habituado a aproveitar. Encontram-se nesse caso a inspeção das fezes e
indagações sobre a defecação. Eu tenho diagnosticado muitos casos de
úlcera péptica graças a uma melena anamnesticamente bem investigada,
mesmo quando exames rigorosos não puderam conduzir a tal conclusão. O
valor dessa informação seria infinitamente maior, caso pudesse ser
fornecida por doentes que observassem as suas fezes, em todas as
defecações. O mesmo aconteceria em relação à presença de sangue,
catarro, pus, vermes e restos alimentares, capazes de levar a grandes
aproximações diagnósticas. O câncer das porções terminais do grosso
intestino poderia ser suspeitado ou mesmo diagnosticado precocemente,
graças a dados dessa mesma natureza. Também o pâncreas, tema escolhido
para o III Congresso Pan-americano de Gastroenterologia, poderia
lucrar imensamente com o vaso fundo de prato, graças ao qual tenho
conseguido estabelecer diagnósticos de afecções desse órgão, por vezes
em casos inacessíveis aos recursos de laboratório. Todos sabemos que,
em determinadas afecções pancreáticas, há insuficiência dos seus
fermentos no intestino, o que torna a digestão incompleta, dai
resultando aumento de volume das fezes. Quando há suspeita de
distúrbios desse gênero, deve o médico atentar para essa
particularidade, fazendo o doente evacuar em comadre ou urinol. É
complexo, desagradável, mesmo anticientifico, sobretudo havendo a
privada de prato, que resolve de maneira muito simples tais
dificuldades. Alias, não é raro ver o doente, cheio de espanto, vir
anunciar que a defecação no urinol foi grande ou enorme, por vezes
parecendo maior que a quantidade de alimentos ingeridos! Pelo uso da
privada fundo de prato, informações desse gênero são dadas
espontaneamente, pois a observação é facílima para o próprio doente.
Isso tem tanto mais importância, quanto, em outros casos, pode a
argúcia do médico ser frustrada pelos próprios exames de laboratório,
que, executados numa fase de melhor equilíbrio funcional ou numa
pequena quantidade de fezes, não deixarão perceber o distúrbio
existente. Isso já tem acontecido na minha própria clientela, em casos
que acabaram sendo diagnosticados de neoplasia, de litíase pancreática
ou pancreatite crônica, mas nos quais os exames de fezes, trazidos
pelo consulente, pareciam excluir tais possibilidades, indicando
ausência de infecção e boa digestibilidade dos alimentos. O exame de
fermentos nas fezes, na urina e no sangue também nada precisa revelar,
sobretudo quando realizados em momentos favoráveis, quando a função
ainda se está operando de maneira suficiente. Alem disso, tanto a
litíase quanto a pancreatite podem apresentar surtos agudos,
acompanhados de sofrimentos mais intensos, quer de dores e
perturbações digestivas, quer reações febris, mesmo violentas. Nessas
condições, a secreção externa do pâncreas pode ser prejudicada, isto
é, diminuída pelo mecanismo produtor da própria crise.

A vesícula biliar toma freqüentemente parte nesses distúrbios e, não
raro, é do lado dela que é feito o diagnóstico. O principal, porém, é
que a função externa do pâncreas pode sofrer acentuadas alterações
nesses surtos, embora, por vezes, apenas de maneira transitória. Sendo
assim, pode o doente, nesses períodos, ter evacuações volumosas,
caracteristicamente volumosas, não raro impressionantes pela
quantidade de fezes eliminadas, nas quais o exame macro ou
microscópico revelara a insuficiência digestiva. A sintomatologia
clinica, sobretudo quanto às dores e a febre, pode ser obscura, de
difícil interpretação, mas esclarecer-se por essa alteração do volume
e do aspecto das fezes durante as crises. Se essa particularidade pode
ser precisada por exames de laboratório pedidos pelo médico, não há
duvida que isso exige muito mais argúcia e desembaraço da sua parte,
ao passo que resultados idênticos poderão ser obtidos pela inspeção
das fezes, tão facilitada pela privada fundo de prato. É evidente que
o volume dos excrementos depende essencialmente da sua composição,
antes de tudo do seu teor aquoso. As evacuações moles, pastosas e
liquidas são sempre mais abundantes, podendo ser condicionadas por
várias doenças do aparelho digestivo, mormente do estômago e ainda
mais do intestino, sem contar as do sistema biliar e do pâncreas. É um
problema de diagnóstico diferencial, cuja solução pode ser
extraordinariamente facilitada pela simples inspeção das fezes,
principalmente levando em conta o total da defecação. O seu aspecto
gorduroso, ao lado do aumento de volume e o próprio cheiro podem fazer
suspeitar lesões pancreáticas. Ao lado disso, pode a abundância de
resíduos alimentares, mesmo de fibras e conglomerados musculares
estriados, correr por conta de uma travessia rápida do intestino,
motivada por processos disenteriformes ou diarréicos, por vezes
puramente nervosos. Nessas condições, o exame das fezes,
principalmente o microscópico, pode conduzir a erros graves, caso não
seja dada atenção à parte macroscópica, à simples inspeção, que pode
ser feita repetidamente, mesmo seguidamente pelo emprego do vaso fundo
de prato. São dados que se engrenam e completam, podendo qualquer
visão parcial conduzir a faltas das mais grosseiras.

Por outro lado, mesmo lesões graves e extensas do pâncreas não
precisam ser necessariamente acompanhadas de grandes alterações dos
excrementos, desde que os mecanismos compensadores da digestão possam
remediar a insuficiência ou a própria função do órgão ainda bastar às
exigências que deve preencher. De qualquer forma, tanto o exame de
laboratório positivo quanto o negativo necessitam ser considerados no
conjunto do quadro clínico, talvez devendo ser repetidos diversas
vezes antes de se chegar a conclusões diagnósticas definitivas. De
regra, não é no período de crise, quando o doente esta acamado, que
são realizados esses exames, sim, mais comumente, depois de passado o
temporal, no período de acalmia. Se os fatos se processam dessa
maneira na prática, compreende-se que a privada fundo de prato possa
constituir instrumento de alto valor diagnóstico nas afecções
pancreáticas, assim como a icterícia da conjuntiva ocular, passageira
e pouco acentuada, o melhor sintoma para o diagnóstico de crises
hepáticas ou vesiculares, por vezes da mais difícil interpretação.
Casos dessa natureza podem ser surpreendidos e mesmo diagnosticados
pelos sintomas em questão, isto é, aumento de volume e aspecto
particular das fezes em doenças do pâncreas, assim como presença de
icterícia conjuntival nas do fígado e vias biliares. Mas, é preciso
procurar esses sintomas, então quase patognomônicos, no momento certo,
quando desencadeados pela crise biliar ou pancreática, não raro
associadas, derivando-se em geral a ultima da primeira. A icterícia da
conjuntiva precisa ser verificada a luz do dia, de janela aberta,
fazendo o doente olhar para os lados, porque, de outra maneira, poderá
escapar, mormente pelo fato de não ser visível à luz artificial, por
si mesma muito rica no tom amarelo. Esse exame, tão fácil é mais
importante que complexas provas hepáticas, pode resolver, quase
imediatamente, difíceis situações diagnosticas, adiantando-se a provas
mais difíceis e complicadas. Não é isso, entretanto, que acontece
habitualmente na prática, pois tais exames são comumente deixados de
lado, como posso falar pela minha experiência de velho clínico. Também
do lado de aumento de volume das fezes, em crises pancreáticas, quer
de pancreatite, de tumores ou de litíase, repete-se fenômeno idêntico,
precisando ser o sintoma investigado no momento adequado, em função da
crise. Quero lembrar que simples manipulações do pâncreas podem
suprimir a sua secreção externa por espaço de tempo mais ou menos
prolongado, como sabemos desde velhas experiências de Pavlov, em
animais.

Quando as crises pancreáticas se repetem, pode o doente emagrecer
enormemente, devido à falta de aproveitamento dos alimentos, em grande
parte perdidos pelas fezes. Tenho visto casos dessa natureza, em que
foi admitida a presença de uma neoplasia, impossível de ser
localizada, devido justamente a ausência de outros sintomas
esclarecedores e, principalmente, à diminuição de peso, por vezes
enorme, mas que não foi relacionada ao aumento de volume das
evacuações produzido pela perda de alimentos. O laboratório, em vez de
resolver a questão, pode obscurecê-la, caso os exames sejam dados como
normais, o que não é raro acontecer, até afastando outras
investigações. Alias, os exames de laboratório não apanham senão
fragmentos do grande espetáculo e deixam de ter valor caso não sejam
executados com a técnica necessária. Se, nas crises agudas, a amilase,
a lípase e a glicose encontram-se aumentadas no soro sanguíneo, pode a
sua quantidade conservar-se normal ou decrescer dentro de pouco tempo,
embora fale a sua diminuição contra um processo pancreático. A febre,
a taquicardia, a hiperleucocitose são comuns em todas as afecções que
entram ai em linha de conta, sendo a sua diferenciação clínica por
vezes extremamente difícil. Sabidamente, a localização da dor, do lado
esquerdo do epigástrico, talvez indo ao dorso, e dos sintomas mais
característicos, daqueles que mais devem despertar a atenção para o
pâncreas. Uma chapa do abdome, nos casos agudos, deve ser sempre
feita, podendo não raro logo esclarecer a situação. No caso da
litíase, pela presença de cálculos; no de pancreatite aguda, por um
sombreado traduzindo aumento de volume do órgão. A presença de
pneumoperitônio poderá revelar perfuração péptica ou de outra
natureza, assim como a existência de níveis líquidos processos de
obstrução intestinal, achados ambos do maior valor, mormente havendo
suspeita de pancreatite.

De qualquer forma, a latrina fundo de prato pode figurar nesse
conjunto como um excelente instrumento diagnóstico, quando muito
substituível pelo urinol ou a "comadre", ainda mais incômoda e
antipática. As dejeções são por vezes características, tanto pelo
volume e a repetição das exonerações, quanto pelo aspecto e a
consistência das fezes, que se apresentam pastosas, visguentas, de cor
amarelo-acinzentada, não raro muito fétidas, mas sobretudo gordurosas,
até deixando flutuar gotas de gordura na água do vaso. Isto acontece
com maior evidência, caso o paciente use gordura hidratada, cuja
digestão necessita a intervenção do suco pancreático. É o que mostrou
Rudolf Ehrmann que recomendou o emprego de palmin, uma gordura de
coco, como excelente recurso para o estudo da secreção externa do
pâncreas.

Aliás, fora das possibilidades mencionadas, pode o panorama fecal,
fornecido pela visibilidade das dejeções, levar ao diagnóstico, ou à
exclusão de outras perturbações digestivas, principalmente do lado
intestinal. Dores à esquerda do epigástrio e no hipocôndrio esquerdo,
pista tão seguida para o diagnóstico das afecções pancreáticas, são
freqüentemente de origem intestinal, mais comumente da flexura
esplênica. Os processos do cólon podem produzir retenção de gases e
mesmo de fezes na flexura esplênica e na parte esquerda do transverso,
condicionando dores espontâneas, quando não só a palpação. Então, não
é raro pensar o médico no pâncreas, cuja posição anatômica coincide
com a sede das dores. Mas, bem nessas condições, pode o panorama das
fezes resolver a questão em favor do cólon e não do pâncreas, ou
vice-versa. A crise pancreática caracteriza-se pelo volume e o aspecto
das fezes, capazes de impressionar o próprio doente, caso consiga
observá-las. Se a crise é do intestino, manifestar-se-á por diarréia,
puxos, tenesmo, catarro ou sangue nas fezes, quando não por evacuações
fragmentadas, prisão de ventre, retenção de gases, afinal cena de
caráter intestinal, que o doente talvez não refira, nem o médico se
lembre de indagar, mas que aparecer com maior evidencia, caso o doente
e o médico procurem dar-se conta do acontecimento, observando-o
diretamente, se possível diariamente. Não é por outra razão que,
recebendo chamado para ver doente a domicílio, indago do quadro
clínico pelo telefone e, nos casos apropriados, logo ordeno que a
evacuação seja feita em urinol e o produto guardado para o
especialista observar. É melhor, mais garantido, mais elucidativo que
a maioria dos exames de laboratório, que devem apenas completar o que
o médico já viu macroscopicamente.

É evidente que o exame de fezes, a rectossigmoidoscopia, os raios X e
diversos outros recursos diagnósticos poderão nos levar a conclusões
mais precisas, por vezes só alcançáveis pelo seu emprego. Mas, mesmo
assim, constitui a observação das fezes magnífica fonte de
informações, da qual pode o médico tirar imenso proveito. Eu falo como
velho clínico, às mãos do qual vêm não somente grandes e graves
doentes, senão ainda, com maior freqüência, o enorme grupo dos
neuróticos e outros que procuram o médico por sofrimentos menos
importantes, que não justificam, logo de saída, muitos exames, em
geral também por eles recusados. Uma informação sobre a defecação e o
aspecto das fezes pode ter, nessas condições, valor incomensurável,
capaz de sobrepor-se aos exames rotineiros de laboratório e à
perspicácia do clínico. Tenho a convicção de que muitos colegas,
sobretudo os menos jovens, deverão corroborar esse ponto de vista, tão
banal que outros o poderão considerar um tremendo truísmo, talvez
indigno de figurar numa reunião de tão elevado cunho cientifico. Não
faz mal! As realidades da prática é que devem decidir e é nesse
sentido que venho encarecer o valor do vaso fundo de prato, cujas
vantagens são imensas. O que é preciso, em todo o caso, é que nos
libertemos de preciosismos, que ainda hoje estão impregnando a
Medicina, quando, em outros setores culturais, na pintura, na
escultura e, não por ultimo, na literatura, desde o advento do
naturalismo aos exageros do existencialismo, já foram parcialmente
vencidos. Também nós, principalmente nós, os médicos, precisamos fazer
a nossa reação e dizer as coisas como elas são. Isso é tanto mais
necessário, quanto, por trás da nossa cortesia, da nossa distinção, da
nossa hipocrisia, escondem-se freqüentemente complexos e
recalcamentos, que podem ser prejudiciais, tanto ao progresso da
ciência, quanto ao conforto e a felicidade do ser humano. Hoje,
estamos por demais habituados com o laboratório, com a beleza dos seus
balões, das suas placas, dos seus provetes, com a elegância e a
precisão das reações químicas, com o microscópio e os numerosos
aparelhos usados na investigação diagnóstica. A latrina é um objeto
caseiro, burguês, de uso obrigatório, que apenas serve para receber
dejeções mal odorosas vindas do interior do corpo e que devem ser logo
arrastadas pelo impetuoso jato de água lançado pela descarga. É
verdade, contudo, que também isso representa um dos grandes progressos
do mundo moderno, que transformou o quarto de banho em um dos lugares
mais asseados da habitação, luzidio, de cores artísticas, bom
arejamento, abundância de água, garantindo o perfeito funcionamento de
vários aparelhos dedicados à limpeza corporal. Que se compare tal
situação com a de um século passado e ver-se-á a profunda modificação
que sofreu a higiene pessoal em tão curto espaço de tempo. Mesmo os
palácios e os castelos de então possuíam instalações sanitárias
inferiores às existentes atualmente em casas das mais modestas.
Lembro-me de privadas que tive ocasião de ver na Europa, sobretudo em
Paris, no centro de andares, dando para corredores, empestando o
ambiente, sem janelas para o exterior. O cheiro de fezes constituiu,
por assim dizer, condição obrigatória da existência, sobretudo nas
cidades, em época ainda pouco longínqua. Provavelmente, pela
participação de fatores místicos e religiosos, quando o corpo e
mormente o sexo caíram sob severas proibições. tornaram-se território
defenso, fonte de pecados e malefícios. Órgãos pudendos eram os do
sexo, que precisavam andar escondidos, não merecendo nem muito trato
nem muita limpeza. Foi o protestantismo que veio quebrar muitos desses
tabus, servindo-se dos grandes progressos alcançados pela técnica. O
banho generalizou-se, o esporte e o exercício físico tiveram mais
aceitação, o sol e a água entraram nos hábitos da população,
tornando-se o corpo humano objeto de mais trato e asseio, como nos
tempos da velha Grécia. Que se compare a indumentária, principalmente
de freiras e sacerdotes, com o nudismo atual, das praias e recepções!
Mas, mesmo assim, não houve libertação completa daquele velho complexo
religioso preso ao sexo e aos seus órgãos. É o que se pode concluir
dessa preocupação excessiva dada à limpeza e ao asseio, justamente tão
evidente no atual quarto de banho, a parte mais limpa do domicílio,
não raro perfumada, de odores higiênicos, agradáveis, que não deixam
perceber o cheiro de fezes. Que dizer, porém, da latrina comum, com
aquele depósito de água que respinga as nádegas do visitante,
impedindo-o de observar o produto da sua digestão? É um dos melhores
exemplos para mostrar quanto andamos ainda errados, quanto somos
vitimas de complexos recalcados. Acredito que o inventor do vaso fundo
de prato deva ter sido um indivíduo de bom senso, provavelmente um
inglês de boa têmpera, sadio, livre de inibições, que dava às coisas o
seu valor real, sincero, objetivo, se é que também não foi joguete de
recalcamentos, traduzidos pelo interesse em observar as próprias
fezes, talvez um ato de verdadeira coprofilia. Aliás, em tudo isso, a
motivação capital e quase sempre de puro sentimento, mesmo quando
evitamos falar da questão ou disfarçamo-la sob termos técnicos,
asseados, embora em torno dela se desenvolva o nosso maior interesse.
Que cada um seja sincero, suficientemente sincero, procurando não
esconder o interesse que tem pela própria defecação! É uma história
espantosa, parecida com a do onanismo, que a psicanálise já conseguiu
esclarecer. Ninguém pode escapar à sua ação, embora todos,
sistematicamente, na maior das hipocrisias, finjam-se poupados pelo
vicio, talvez acreditando que os outros o tenham conseguido... Dessa
maneira, chegava ao final das considerações que ia apresentar ao
Congresso Pan-americano de Gastroenterologia, solicitando dos seus
membros interesse para a questão, talvez no sentido de procurar
restabelecer e mesmo tornar obrigatório o uso do vaso fundo de prato,
que pode ser de tão grande utilidade no diagnóstico de diversas
doenças do aparelho digestivo, inclusive do pâncreas. Isso parecia-me
tanto mais natural e indicado, quanto, na finalidade de reuniões dessa
natureza, devia entrar o estudo de medidas úteis à saúde e ao bem
estar das populações, com o fim de recomendá-las aos poderes
legislativos. Não foi por outra razão que fazia a presente
comunicação, talvez menos austera que os outros temas debatidos no
Congresso, mas, nem por isso, menos digna da esclarecida atenção dos
seus membros.

---

Antônio da Silva Mello foi o primeiro presidente da Federação
Brasileira de Gastroenterologia, de 1949 a 1950.
http://www.fbg.org.br/index.php?principal=historico/index

Mais sobre ele: http://www.sbhm.org.br/index.asp?p=congressos_resumo&codigo=8

---

Foi também membro da Academia Brasileira de Letras...

O livro perdido de Silva Mello

Em fevereiro de 1972, no auge da ditadura militar brasileira, o médico
e escritor mineiro Antonio da Silva Mello era o membro mais velho da
Academia Brasileira de Letras, quarto ocupante da cadeira 19 fundada
por Alcindo Guanabara, tendo como patrono Joaquim Caetano e hoje
ocupada pelo carioca, outro Antonio, Carlos Secchin.

Sem medo da censura ou de pressões eclesiásticas, Silva Mello cavou
naquele tempo alguns poucos espaços na mídia para reivindicar o
direito de publicar um livro, na verdade um estudo, sobre a mania da
raça humana em inventar deuses e religiões como ilusória proteção à
sua própria insignificância e solidão no contexto do Universo.

Autor de grandes obras científicas, referência mundial nos seus
estudos sobre a medicina, o filho de Juiz de Fora foi boicotado
naquele ano por editoras como a José Olympio, que não queria entrar
numa enrascada de negar a existência do deus cristão, da Civilização
Brasileira, que diante da conjuntura negativa argumentou não estar
editando muita coisa mesmo.

O autor procurou também a Melhoramentos, que achou o subterfúgio de só
viabilizar a publicação com a ajuda do Instituto Nacional do Livro,
àquela altura dominado pela vigilância militar. Amigo da diretora,
Silva Mello preferiu não constrange-la numa possível situação de
protesto dos agentes da repressão.

O escritor morreria no ano seguinte, 1973, aos 87 anos, sem conseguir
oferecer ao País sua tese oriunda de reflexões filosóficas, físicas e
biológicas. Se chamaria "Eu no Universo", um título aparentemente
pretensioso mas que o mineiro explicava ser de "uma humildade sem
nome", afinal o eu em questão era o homem, a raça terrena.

Soprando poeira durante o final de semana nas estantes da minha
coleção de quadrinhos, dei de cara com uma página de jornal, sem
identificação, dobrada no interior de um "Almanaque 1972 do Batman".
Como naquele ano minhas atenções só estavam voltadas para a "Mini
Copa" da ditadura em homenagem ao sesquicentenário da independência,
suponho ter sido meu pai ou meu irmão que arquivou o material.

Um dos pouquíssimos brasileiros que gozou da amizade com Albert
Einstein, Antonio da Silva Mello foi um dos maiores médicos do País e
destacado professor, ensaísta, gastrônomo e filósofo. Guardo dele uma
obra de 1953, comprada em 1985 no Sebo de Elite, de São Paulo, chamada
"Nordeste brasileiro - estudos e impressões". Quem leu identifica que
ele bebeu nas fontes de Câmara Cascudo e Gilberto Freire.

No livro perdido citado naquela quase perdida entrevista de 1972, ele
comenta sobre a obra: "nós estamos completamente perdidos dentro do
mundo. Não entendemos nada de nada". E fazia uma analogia entre o
homem no Universo e um gato numa biblioteca: "o gato conhece a
biblioteca a fundo, todos os seus recantos, mas não tem a menor idéia
do que seja uma biblioteca, nem para que ela serve".

Sempre comunguei com a tese de que há uma cultura enviesada quanto ao
sentido da criação em se falando de filosofia e religião. O homem não
foi criado por deus, mas sim criou deus como um salvo-conduto prévio e
ao mesmo tempo uma carta de seguro ao incerto futuro. Silva Mello diz
"para nos sentirmos importantes, acabamos criando deus e as
religiões", e acrescenta "a religião tem causado prejuízos horrorosos,
veja aí a Bíblia, um livro escrito por homens mas adotado como modelo
divino".

Quando assumiu a Academia Brasileira de Letras em 12 de abril de 1960,
sucedendo Gustavo Barroso, Silva Mello galgava o olimpo dos imortais
respaldado por uma vasta obra de grande referência nacional e
internacional. Pesquisou e escreveu sobre nutrição, metabolismo,
epidemiologia, nefrologia, gastroenterologia, psicologia e
psicanálise. Um livro sobre efeitos biológicos da radioatividade teve
repercussão em todo o mundo científico.

Foi o fundador da Revista Brasileira de Medicina em 1944, durante a
Segunda Guerra, e permaneceu seu diretor científico até o dia da sua
morte, em 19 de setembro de 1973. Ainda sobre aquele livro que parece
nunca ter sido editado, o escritor dizia na entrevista que "o homem é
um animal com todos os instintos animais: o de conservação e o de
procriação, mas tem complexo de superioridade, quer ser importante no
contexto universal, e isso já é o trabalho da razão, a razão que está
nos arrasando".

Se alguém por acaso tiver notícias que o livro "Eu no Universo" chegou
a ser resgatado após a morte de Antonio da Silva Mello, por favor
avise. Mas antes faça a leitura do mesmo, antes que ditadores e
pastores modernos lancem mão dos novos métodos de censura e evitem
mais uma vez que um pensador filosofe a respeito da inexistência de
deus e da pequenez do homem, seu criador.

Alex Medeiros

http://almadobeco2.blogspot.com/2006_03_01_almadobeco2_archive.html

---

O tal livro existe, saiu pela Record: http://snipurl.com/13hi1

--


SUBJECT: Re: Fw: [ciencialist] Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 14:20

Nao entendi:

Existem 'batalhões das mariavaicomasoutras' mais numerosos q o
batalhao dos religiosos, independente de religiao?

;-)

Um religioso e' antes de tudo uma mariavaicomasoutras, por definicao.

;-)

Com todo o respeito, José Renato.

;-)

Agora, classificar a obra de Dawkins como contaminada de 'silogismo
erístico-falacioso' e' a meu ver, em si, uma falacia.

Senao vejamos:

Silogismo: Raciocinio dedutivo, em geral constituído por duas
premissas e uma conclusão.

Eristico: O q discute objetivando apenas vencer a propria discussao,
sem se preocupar com a validade dos argumentos q estao sendo
discutidos. O q polemiza simplesmente para criar uma polemica.

Falacia: Argumento aparentemente verdadeiro, mas logicamente
inconsistente, inválido. Em geral usado em ma'-fe' pelo argumentador.

Outra falacia:

'a obra ... de Dawkins e' apoiada e divulgada por grupos econômicos
que desejam eliminar entraves éticos-sociais defendidos por
instituições ditas religiosas, como a Igreja Católica.'

Pergunto:

1-Dawkins e' bancado por grandes grupos economicos?
2-Dawkins quer eliminar principios eticos e sociais?
3-Ha' alguma duvida q a Igreja Católica seja uma instituição
religiosa?

E prosseguem as sandices:

'Vc já se perguntou por que ele não considerou respeitar a "fé
religiosa" de Bush e suas bombas-sem-homens e não a de Osama Bin
Laden e seus homens-bombas? '


>>>>Dawkins justamente questionou q as religioes tenham 'respeito
garantido' e 'carta branca' da sociedade para agirem sem
questionamento pq esse 'respeito', pela logica, teria q ser tb
estendido a Osama Bin Laden e seus homens-bombas, pois estes alegam
fazerem o q fazem como uma missao religiosa, em defesa do Islam, numa
Jihad (guerra santa) contra o Ocidente cristao.

'Será que é por isso que temos que respeitar a fé religiosa das
pessoas.'

>>>>Dawkins acha q nao. Dawkins acha q coisas erradas nao devem ser
respeitadas. Dawkins acha q o mero fato de ser um principio religioso
nao torna esse principio certo em termos eticos, morais e sociais,
nem merecedor de respeito incondicional.

'E as diversas ciências e conhecimentos, devem ser respeitados? '

>>>>So' ha' uma Ciencia e so' ha' um conjunto de conhecimentos
cientificos. Creio q Dawkins propoe respeitar tudo q nao seja anti-
etico, imoral e anti-social. E Dawins considera todas as religioes
como essencialmente anti-eticas, imorais e anti-sociais. A comecar
pela maneira como sao impostas a criancas pequenas. Dawkins considera
o ensino religioso a criancas pequenas como abuso infantil, um crime.


'Considerar eventos político-econômico-nacionalistas, como as
> invasões do Afganistão, Iraque, guerras de palestinos e judeus,
Irlanda, Cruzadas, etc, como religiosos, é desconhecer o que seja
História.'

>>>>Nao, nao e', e' reconhecer o importante peso das religioes nesses
eventos historicos. A religiao foi e continua sendo um importante
vetor em todos esses conflitos passados e presentes.

'Hitler escolheu o símbolo da cruz para implantar seu império de mil
anos.Será que por isso ele pode ser considerado religioso? '

>>>>Hitler NAO escolheu o símbolo da cruz para implantar seu império
de mil anos. Escolheu o simbolo da suastica, q nada tem a ver com a
cruz cristan, baseada no instrumento da crucifixao (por sua vez uma
forma de execucao inventada pelos cartagineses, depois adotada com
entusiasmo pelos romanos, q aprenderam sobre ela durante as Guerras
Punicas). A suastica (do sâncrito svastika) e' um simbolo hindu,
ainda hoje usado por hindus e budistas (ja' q o Buda [Sidartha
Gautama] era hindu). O trono do Dalai Lama, por exemplo, tem varias
suasticas, q sao um simbolo milenar representando fertilidade e
felicidade. Jovens mulheres hindus costumam usar brincos ou pendentes
com suasticas, para terem muitos filhos saudaveis. Os ideologos proto-
nazistas associaram a suastica a um simbolo ariano, q teria sido o
grupo etnico q invadiu a velha India e criou sua casta dominante
(evento a proposito nao confirmado pelos historiadores modernos). Os
arianos foram idealizados pelos pseudo-cientistas nazistas como os
criadores da lingua indo-europeia, raiz de quase todas as linguas
europeias, e por conseguinte, como a raiz etnica tb dos europeus,
algo meio absurdo, visto q as origens dos arianos estao na velha
Persia - atual Iran, alias cujo nome tem a mesma raiz etimologica de
ariano - e provavelmente seriam parecidos com os atuais iranianos ou
indianos. Mas voltando ao nazismo, creio q nao pode ser descrito como
um fenomeno religioso, mas Dawkins nao afirma q as religioes teem o
monopolio das atividades anti-eticas, imorais e anti-sociais da
humanidade. Outras atividades humanas, principalmente de cunho
ideologico, podem ser tb anti-eticas, imorais e anti-sociais, entre
elas ideologias politicas racistas, beligerantes e totalitarias como
o nazismo. Creio q Dawkins se opoe a essas ideologias tb, nao so' aas
religioes.

;-)

Abs,
Eduardo Torres


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
>
> Júnior, o silogismo erístico-falacioso contamina toda a obra
polêmica de
> Dawkins, apoiada e bem divulgada pelos grupos econômicos que
desejam
> eliminar entraves éticos-sociais defendidos por instituições ditas
> religiosas, como a Igreja Católica. Vc já se perguntou por que ele
não
> considerou respeitar a "fé religiosa" de Bush e suas bombas-sem-
homens e não
> a de Osama Bin Laden e seus homens-bombas? Será que é por isso que
temos que
> respeitar a fé religiosa das pessoas. E as diversas políticas
existentes
> devem ser respeitadas? E as diversas ciências e conhecimentos,
devem ser
> respeitados? Considerar eventos político-econômico-nacionalistas,
como as
> invasões do Afganistão, Iraque, guerras de palestinos e judeus,
Irlanda,
> Cruzadas, etc, como religiosos, é desconhecer o que seja História.
Hitler
> escolheu o símbolo da cruz para implantar seu império de mil
anos.Será que
> por isso ele pode ser considerado religioso? Quando será, Júnior,
que vc vai
> aprender a pensar por vc mesmo em vez de engrossar o batalhão das
> mariavaicomasoutras?
> []s
> José Renato
> .............................................
>
> ----- Original Message -----
> From: "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Tuesday, November 28, 2006 1:52 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
>
>
> Pérolas do Richard Dawkins, vale a pena destacar :-)
>
> Abraços,
> Junior
> ....................................................................
.
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@> escreveu
>
> > Outros biólogos evolucionistas ao menos as respeitam; Dawkins,
não:
> "Enquanto aceitarmos o princípio de que a fé religiosa deve ser
respeitada
> por ser fé religiosa, não teremos como repudiar a fé de Osama bin
Laden e os
> homens-bomba".
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Efremov e o "Red Shift"
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 14:39

César Máximo:

Desculpe o meu palavrório. Meus desgastados neurônios não perceberam a sutileza de que tudo era de mentirinha. Demití dois e vão ficar sem nenhum estímulo químico por 6 horas.

Frater,

silvio.
----- Original Message -----
From: César A. K. Grossmann
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, November 29, 2006 10:09 AM
Subject: [ciencialist] Re: Efremov e o "Red Shift"


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiro@...> escreveu
>

Poxa, Silvio, que decepção, outro que não leu a minha pergunta...

> Viagens interestrelares, mesmo à velocidade da luz, o que é
impossível, não durariam só alguns anos.

Em ficção científica, duram poucas décadas, em velocidades subluminais
(0,1c)... Obviamente o autor evocou uma nova forma de propulsão de
foguetes, colocou a tripulação em longos turnos de uma quase
hibernação, apenas com uma pequena equipe a postos para desvios de
rota (ele aponta que desvios com um ângulo muito aberto matariam todos
na nave, o que parece coerente).

> Só poderemos visitar planetas de temperatura razoável para a
tecnologia da época. Onde estão?? Nosso sistema solar se desloca a uma
velocidade de 20 km/seg.,em direção à Ápex (veja qual é a distância) e
a estrela mais próxima é a Alfa Centaurus a 4,29 anos luz.

Um dos argumentos do Efremov é que os planetas encontram-se em contato
pelo chamado "Circuito", mas é o tipo da coisa, quando você recebe uma
mensagem, já recebe sabendo que quem mandou já estava morto bem antes
de você nascer. O que aconteceria se houvessem muitos planetas
habitados por civilizações avançadas, e todas tivessem o seu projeto
SETI. O primeiro contato seria a recepção de uma espécie de alfabeto
ou algo do tipo para estabelecer uma linguagem comum.

> Consulte um bom astrólogo como M/ae Diná ou paulo coelho atualmente
as feras no assunto.

Silvio, a minha pergunta está reproduzida abaixo, e baseia-se no
trecho (desnecessariamente longo, segundo críticos):

>O livro foi publicado em 1958, eu queria um comentário sobre o aspecto
>de astronomia do trecho selecionado. Parece que o Ivan não concorda
>com o modelo do Big Bang, mas prefere outro. Que outro modelo é este?
>E que críticas podem ser tecidas acerca do trecho acima?

Só para lembrar, a lista é sobre ciências, não de crítica literária,
não se preocupem com esta parte...

[]s
--
César A. K. Grossmann






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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 15:05

Não acredito que isso acontecerá. Os religiosos fundamentalistas tem o
paraíso pós-morte como incentivo ao sacrifício. Os ateus beligerantes não
tem nada. Quando o primeiro deles for morto, a atitude racional será
abandonar a causa. Se eles não a abandonarem, terão provado não serem
racionais e, nesse caso, valerão tanto quanto qualquer religioso.

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
www.alvaroaugusto.com.br
alvaro@daelt.sh06.com


----- Original Message -----
From: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, November 29, 2006 10:23 AM
Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
<alvaro@...> escreveu

Os ateus, especialmente aqueles do meio científico como
> Dawkins, não estão acostumados a isso. Cedo ou tarde um deles terá a
cabeça
> cortada por um fanático, e será o fim do ateísmo belicoso.

>>>Ou sera' um grande impulso pro movimento ganhar forca e
popularidade! As pessoas adoram um martir, alguem q morre por uma
causa!

;-)

Abs,
Eduardo Torres



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 15:33

Se ele não é corajoso pra falar isso na frente dos muçulmanos, então
ele é um covarde :-)

Só tá faltando a turnê do sujeito no Oriente médio... uma palestra
dessas no Afeganistão seria bem vinda, afinal a ciência é universal,
vale pra todo lugar

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
<alvaro@...> escreveu
>
> Não acredito que isso acontecerá. Os religiosos fundamentalistas tem o
> paraíso pós-morte como incentivo ao sacrifício. Os ateus
beligerantes não
> tem nada. Quando o primeiro deles for morto, a atitude racional será
> abandonar a causa. Se eles não a abandonarem, terão provado não serem
> racionais e, nesse caso, valerão tanto quanto qualquer religioso.
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto de Almeida
> www.alvaroaugusto.com.br
> alvaro@...
>




SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 15:48

1-Creio q a expressao 'ateus beligerantes' e' algo depreciativa. Pelo q
sei, os ateus q mantem uma acao mais ativa anti-religiosa, como Dawkins
e Dennet, preferem q esse movimento seja conhecido como 'ateismo
positivo' ou 'ateismo ativo'.

2-As pessoas, ateus ou teistas, podem ter como incentivo ao auto-
sacrificio sua consciencia, sua determinacao em lutar pelo q consideram
um mundo melhor e mais justo. Lutar por uma causa em q se acredita
justa, mesmo ao ponto de se arriscar a vida por ela, nao e' privilegio
de quem acredita num paraíso pós-morte.

3-Quando o primeiro deles for morto, a atitude racional nao será
necessariamente abandonar a causa. Isso seria ate' um desrespeito aa
memoria do companheiro morto. Seria irracional por a perder todo o
esforco feito ate' aquele momento so' por causa de um unico individuo q
morreu. Seria racional juntar mais ainda as forcas, unir a comunidade
ateia positiva, agregar mais adeptos para a comunidade, e criar mais
estruturas de seguranca. Seria racional usar a favor do movimento a
comocao geral q se seguiria a essa morte, em homenagem ao colega de
lutas q tombou em combate, mas tb com espirito pratico e objetivo de
usar uma adversidade como alavanca de reforco do movimento.

4-A meu ver, se eles abandonassem a luta so' por causa de um morto em
combate, teriam ai' sim provado não serem racionais e, nesse caso,
valeriam tanto quanto qualquer religioso irracional.

Abs,
Eduardo Torres


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
<alvaro@...> escreveu
>
> Não acredito que isso acontecerá. Os religiosos fundamentalistas tem
o
> paraíso pós-morte como incentivo ao sacrifício. Os ateus beligerantes
não
> tem nada. Quando o primeiro deles for morto, a atitude racional será
> abandonar a causa. Se eles não a abandonarem, terão provado não serem
> racionais e, nesse caso, valerão tanto quanto qualquer religioso.
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto de Almeida
> www.alvaroaugusto.com.br
> alvaro@...



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 15:52

Vc esta' sugerindo q Dawkins va' sozinho ao sul do Afeganistao pregar
o ateismo aos Talibans?

:-O

Vc considera covarde alguem q nao acha seguro fazer isso?

;-)

Abs,
Eduardo Torres


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
escreveu
>
> Se ele não é corajoso pra falar isso na frente dos muçulmanos, então
> ele é um covarde :-)
>
> Só tá faltando a turnê do sujeito no Oriente médio... uma palestra
> dessas no Afeganistão seria bem vinda, afinal a ciência é universal,
> vale pra todo lugar
>
> Abraços,
> Junior
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
> <alvaro@> escreveu
> >
> > Não acredito que isso acontecerá. Os religiosos fundamentalistas
tem o
> > paraíso pós-morte como incentivo ao sacrifício. Os ateus
> beligerantes não
> > tem nada. Quando o primeiro deles for morto, a atitude racional
será
> > abandonar a causa. Se eles não a abandonarem, terão provado não
serem
> > racionais e, nesse caso, valerão tanto quanto qualquer religioso.
> >
> > [ ]s
> >
> > Alvaro Augusto de Almeida
> > www.alvaroaugusto.com.br
> > alvaro@
> >
>




SUBJECT: P/ Eduardo - Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 15:59

Olá Eduardo

Eu ia responder a mensagem do José Renato quando deparei com sua resposta. Perfeita, nem vou me dar ao trabalho. Faço minhas suas palavras (com sua permissão, claro).

Um abraço.

Homero


----- Original Message -----
From: Eduardo Torres
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, November 29, 2006 2:20 PM
Subject: Re: Fw: [ciencialist] Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


Nao entendi:

Existem 'batalhões das mariavaicomasoutras' mais numerosos q o
batalhao dos religiosos, independente de religiao?

;-)

Um religioso e' antes de tudo uma mariavaicomasoutras, por definicao.

;-)

Com todo o respeito, José Renato.

;-)

Agora, classificar a obra de Dawkins como contaminada de 'silogismo
erístico-falacioso' e' a meu ver, em si, uma falacia.

Senao vejamos:

Silogismo: Raciocinio dedutivo, em geral constituído por duas
premissas e uma conclusão.

Eristico: O q discute objetivando apenas vencer a propria discussao,
sem se preocupar com a validade dos argumentos q estao sendo
discutidos. O q polemiza simplesmente para criar uma polemica.

Falacia: Argumento aparentemente verdadeiro, mas logicamente
inconsistente, inválido. Em geral usado em ma'-fe' pelo argumentador.

Outra falacia:

'a obra ... de Dawkins e' apoiada e divulgada por grupos econômicos
que desejam eliminar entraves éticos-sociais defendidos por
instituições ditas religiosas, como a Igreja Católica.'

Pergunto:

1-Dawkins e' bancado por grandes grupos economicos?
2-Dawkins quer eliminar principios eticos e sociais?
3-Ha' alguma duvida q a Igreja Católica seja uma instituição
religiosa?

E prosseguem as sandices:

'Vc já se perguntou por que ele não considerou respeitar a "fé
religiosa" de Bush e suas bombas-sem-homens e não a de Osama Bin
Laden e seus homens-bombas? '

>>>>Dawkins justamente questionou q as religioes tenham 'respeito
garantido' e 'carta branca' da sociedade para agirem sem
questionamento pq esse 'respeito', pela logica, teria q ser tb
estendido a Osama Bin Laden e seus homens-bombas, pois estes alegam
fazerem o q fazem como uma missao religiosa, em defesa do Islam, numa
Jihad (guerra santa) contra o Ocidente cristao.

'Será que é por isso que temos que respeitar a fé religiosa das
pessoas.'

>>>>Dawkins acha q nao. Dawkins acha q coisas erradas nao devem ser
respeitadas. Dawkins acha q o mero fato de ser um principio religioso
nao torna esse principio certo em termos eticos, morais e sociais,
nem merecedor de respeito incondicional.

'E as diversas ciências e conhecimentos, devem ser respeitados? '

>>>>So' ha' uma Ciencia e so' ha' um conjunto de conhecimentos
cientificos. Creio q Dawkins propoe respeitar tudo q nao seja anti-
etico, imoral e anti-social. E Dawins considera todas as religioes
como essencialmente anti-eticas, imorais e anti-sociais. A comecar
pela maneira como sao impostas a criancas pequenas. Dawkins considera
o ensino religioso a criancas pequenas como abuso infantil, um crime.

'Considerar eventos político-econômico-nacionalistas, como as
> invasões do Afganistão, Iraque, guerras de palestinos e judeus,
Irlanda, Cruzadas, etc, como religiosos, é desconhecer o que seja
História.'

>>>>Nao, nao e', e' reconhecer o importante peso das religioes nesses
eventos historicos. A religiao foi e continua sendo um importante
vetor em todos esses conflitos passados e presentes.

'Hitler escolheu o símbolo da cruz para implantar seu império de mil
anos.Será que por isso ele pode ser considerado religioso? '

>>>>Hitler NAO escolheu o símbolo da cruz para implantar seu império
de mil anos. Escolheu o simbolo da suastica, q nada tem a ver com a
cruz cristan, baseada no instrumento da crucifixao (por sua vez uma
forma de execucao inventada pelos cartagineses, depois adotada com
entusiasmo pelos romanos, q aprenderam sobre ela durante as Guerras
Punicas). A suastica (do sâncrito svastika) e' um simbolo hindu,
ainda hoje usado por hindus e budistas (ja' q o Buda [Sidartha
Gautama] era hindu). O trono do Dalai Lama, por exemplo, tem varias
suasticas, q sao um simbolo milenar representando fertilidade e
felicidade. Jovens mulheres hindus costumam usar brincos ou pendentes
com suasticas, para terem muitos filhos saudaveis. Os ideologos proto-
nazistas associaram a suastica a um simbolo ariano, q teria sido o
grupo etnico q invadiu a velha India e criou sua casta dominante
(evento a proposito nao confirmado pelos historiadores modernos). Os
arianos foram idealizados pelos pseudo-cientistas nazistas como os
criadores da lingua indo-europeia, raiz de quase todas as linguas
europeias, e por conseguinte, como a raiz etnica tb dos europeus,
algo meio absurdo, visto q as origens dos arianos estao na velha
Persia - atual Iran, alias cujo nome tem a mesma raiz etimologica de
ariano - e provavelmente seriam parecidos com os atuais iranianos ou
indianos. Mas voltando ao nazismo, creio q nao pode ser descrito como
um fenomeno religioso, mas Dawkins nao afirma q as religioes teem o
monopolio das atividades anti-eticas, imorais e anti-sociais da
humanidade. Outras atividades humanas, principalmente de cunho
ideologico, podem ser tb anti-eticas, imorais e anti-sociais, entre
elas ideologias politicas racistas, beligerantes e totalitarias como
o nazismo. Creio q Dawkins se opoe a essas ideologias tb, nao so' aas
religioes.

;-)

Abs,
Eduardo Torres

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
>
> Júnior, o silogismo erístico-falacioso contamina toda a obra
polêmica de
> Dawkins, apoiada e bem divulgada pelos grupos econômicos que
desejam
> eliminar entraves éticos-sociais defendidos por instituições ditas
> religiosas, como a Igreja Católica. Vc já se perguntou por que ele
não
> considerou respeitar a "fé religiosa" de Bush e suas bombas-sem-
homens e não
> a de Osama Bin Laden e seus homens-bombas? Será que é por isso que
temos que
> respeitar a fé religiosa das pessoas. E as diversas políticas
existentes
> devem ser respeitadas? E as diversas ciências e conhecimentos,
devem ser
> respeitados? Considerar eventos político-econômico-nacionalistas,
como as
> invasões do Afganistão, Iraque, guerras de palestinos e judeus,
Irlanda,
> Cruzadas, etc, como religiosos, é desconhecer o que seja História.
Hitler
> escolheu o símbolo da cruz para implantar seu império de mil
anos.Será que
> por isso ele pode ser considerado religioso? Quando será, Júnior,
que vc vai
> aprender a pensar por vc mesmo em vez de engrossar o batalhão das
> mariavaicomasoutras?
> []s
> José Renato
> .............................................
>
> ----- Original Message -----
> From: "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Tuesday, November 28, 2006 1:52 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
>
>
> Pérolas do Richard Dawkins, vale a pena destacar :-)
>
> Abraços,
> Junior
> ....................................................................
.
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@> escreveu
>
> > Outros biólogos evolucionistas ao menos as respeitam; Dawkins,
não:
> "Enquanto aceitarmos o princípio de que a fé religiosa deve ser
respeitada
> por ser fé religiosa, não teremos como repudiar a fé de Osama bin
Laden e os
> homens-bomba".
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: P/ Eduardo - Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 16:19

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@...> escreveu
>
> Olá Eduardo
>
> Eu ia responder a mensagem do José Renato quando deparei com sua
resposta. Perfeita, nem vou me dar ao trabalho. Faço minhas suas
palavras (com sua permissão, claro).
>
> Um abraço.
>
> Homero


>>>>A honra e' minha. Tera' sido uma pequena retribuicao aos inumeros
casos em q o inverso ocorreu.

;-)

Abs,
Eduardo Torres



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 16:26

Não precisa ser no Afeganistão, pode ser em alguma cidade muçulmana
civilizada :-)

Pregar ateísmo, foi otimo :-)

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
<dudutorres@...> escreveu
>
> Vc esta' sugerindo q Dawkins va' sozinho ao sul do Afeganistao pregar
> o ateismo aos Talibans?
>
> :-O
>
> Vc considera covarde alguem q nao acha seguro fazer isso?
>
> ;-)
>
> Abs,
> Eduardo Torres




SUBJECT: Re: [ciencialist] Ajuda com pesquisa [Out of Topic]
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 16:41

O Ciencialista vive me podando as asas (com razão) mas agfora aceita anúncios de contabilidade....

meus sais....

silvio
----- Original Message -----
From: Claudio Miranda
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, November 26, 2006 10:28 PM
Subject: [ciencialist] Ajuda com pesquisa [Out of Topic]


Olá,
Meu Nome é Claudio Miranda e sou professor do departamento de
Contabilidade da FEARP/USP e estou desenvolvendo uma pesquisa para avaliar a
percepção da população brasileira sobre a profissão contábil. Elaborei
questionários para 3 diferentes categorias da população (excluindo
estudantes de ciências contábeis e profissionais já formados em
contabilidade). Ficaria muito agradecido se você pudesse responder, e se pudesse
ainda repassar para outros amigos seus. Pois quanto mais resposta eu
obtiver, melhor será o resultado da análise da pesquisa. A pesquisa está no
link.

http://www.fearp.usp.br/~csmiranda/

PS: Como vocês são contadores ou ainda estão estudando contabilidade
não podem responder o questionário pois vcs não são o foco, mas peço
ajuda de vcs para divulgarem para seus amigos!!

Obrigado
Claudio

============================
Claudio de Souza Miranda
Graduado em Contabilidade - FEA-USP/RP
Mestre em Engenharia de Produção - EESC-USP
Professor do Departamento de Contabilidade da FEA-USP/RP
csmiranda@fearp.usp.br
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SUBJECT: Re: Viagem para a França [administrador]
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 17:13

Grande Brudna!

Parabéns e boa viagem.

Se a alfândega não criar problemas, traga umas francesas para mim na
sua volta.

Abraços,
Prof. JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
<alvaro@...> escreveu
>
> Caro Brudna,
>
> Primeiramente, parabéns pela conquista! Você merece.
>
> "Segundamente", tá certo que a França não é um país avançado como o
Brasil,
> mas lá também tem internet, né? Tá querendo se livrar da gente tão
fácil
> assim? :o)
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto de Almeida
> www.alvaroaugusto.com.br
> alvaro@...
>
> ----- Original Message -----
> From: "brudna" <lrb@...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Tuesday, November 28, 2006 10:37 PM
> Subject: [ciencialist] Viagem para a França [administrador]
>
>
> Aviso geral.
>
> Recebi uma bolsa (pos-doc) para trabalhar um ano na Universidade de
> Paris. Minha viagem estah marcada para o dia 5 de dezembro (proxima
> terca-feira).
>
> Ainda nao sei quanto tempo vou ficar afastado da internet por
> dificuldades de acesso.
>
> Deixei o Takata e Luiz F. Netto com poderes de moderacao da
Ciencialist.
>
> Se conseguir acesso facil vou poder manter um blog sobre a viagem.
> O endereco eh
> http://www.gluon.com.br/franca/
>
> Ateh
> Luis Brudna - administrador da Ciencialist
> MSN - luisbrudna@...
> GTalk - luisbrudna@...
>
> http://www.gluon.com.br
>
> =-=-=-
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Por que alguns gatos sobrevivem a grandes quedas?
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 17:20


Gatos voam: um fenômeno ainda não pesquisado informa que os gatos, em momento de queda, produzem grande quantidade de Hélio Oiticica no Pâncrear crual que os faz descer lentamente.

silvio

----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, November 24, 2006 6:49 AM
Subject: [ciencialist] Re: Por que alguns gatos sobrevivem a grandes quedas?


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
> Se é que é verdade que gatos sobrevivem a grandes quedas.

Ah, achei as referências:

Jared M. Diamond 1988 - Why cats have nine lives Nature Vol 332: 586-7.

E:

W. O. Whitney and C.J. Mehlhoff 1987 - J. Am. Vet. Med. Assoc. 191:
1399-403.

[]s,

Roberto Takata






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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: GiL <viajantelink@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 17:24

Bom.. os cruzados nao ficaram no passado. Os Cruzados modernos espatifam , perfuram e queimam
corpos aos milhares. Bush dizia estar lutando "contra o mal", e aparentemente o "mal" era
qualquer coisa que estivesse abaixo de seus aviões, ou á frente de seus tanques.

O Dawkins nao podia ter omitido isso, pois acaba se aproximando demais do racismo cultural e
oportunista do Samuel Huntington .

Dawkins entende tanto de conflitos, homens bomba e fundamentalismo, quanto eu de fisica
avançada (no momento, praticamente nada). O combustivel do fundamentalismo é desespero, e nao,
fé.

Cientistas, que dizem estar combatendo a intolerancia e falta de ética, nao podem fazer esse
tipo de jogo unilateral e simplista.

Fico com o Marcelo Gleiser.. isso nao é ateísmo, é intolerância.
Comparem com o trabalho do Sagan, , Jared Diamond ou Gould
Abaixo vai o texto do Gleiser
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

Fonte: http://www1. folha.uol. com.br/fsp/ ciencia/fe261120 0601.htm
+ Marcelo Gleiser

Ateísmo radical

A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas

Não é surpresa para ninguém que existem tensões entre ciência e religião. Santo Agostinho, o
primeiro grande teólogo do cristianismo, afirmava que o pensamento aplicado à natureza leva ao
pecado e à perdição; que, para obter a redenção, o importante é dedicar-se à adoração do
eterno.
Mas a verdade é que a relação entre ciência e religião é bem mais complexa do que essa divisão
superficial entre dois campos, o da razão e o do espírito. Infelizmente, volta e meia aparecem
depoimentos que exacerbam exatamente essa polarização destrutiva. É o caso de três livros
recentes: "O Fim da Fé" ("The End of Faith"), de Sam Harris; "Quebrando o Feitiço" ("Breaking
the Spell"), de Daniel Dennett; e "A Delusão Divina" ("The God Delusion"), de Richard Dawkins.
É sobre o livro de Dawkins, o mais virulento de todos os três, que escrevo hoje.
Primeiro, vamos às apresentações. Richard Dawkins é um biólogo especializado na teoria da
evolução, professor em Oxford, Inglaterra, e um dos divulgadores de ciência mais famosos do
mundo, com best-sellers como "O Gene Egoísta" e "O Relojoeiro Cego". Dawkins é um ateu
declarado. Até aí tudo bem; muitos cientistas o são. Para muitos, mas não todos, é importante
frisar isso: a conciliação entre uma descrição científica do mundo -baseada na obtenção de
informação empírica da natureza por meio de experimentos e observações quantitativas- e a
aceitação de uma realidade sobrenatural, inescrutável à razão humana, é impossível. Já para
alguns, o estudo da ciência serve para comprovar a beleza da criação. Imagino que Dawkins
considere esses cientistas religiosos no mínimo incompetentes.
Para ele, a ciência é um clube fechado, onde só entram aqueles que seguem os preceitos do seu
ateísmo, tão radical e intolerante quanto qualquer extremismo religioso. Dawkins prega a
intolerância completa no que diz respeito à fé, exatamente a mesma intolerância a que se opõe.
Vejamos um de seus argumentos. Se a complexidade do mundo foi criada por uma divindade, esta
deve ser necessariamente mais complexa do que tudo o que criou. Porém, segundo a teoria da
evolução, isso é impossível: a complexidade é produto da evolução. A divindade criadora
deveria ter sido a última e não a primeira a surgir.
A quem Dawkins dirige um argumento desses? Certamente não aos religiosos. Qualquer pessoa que
conheça um mínimo de teologia sabe muito bem que a idéia fundamental das religiões é que o
divino não segue as regras causais que regem o mundo material. Deuses não evoluem; são
absolutos, existem fora do tempo. Ele afirma que seu alvo são os "indecisos", que não
acreditam em causas sobrenaturais mas não se declaram ateus. Será esse o modo de resolver o
embate entre ciência e religião?
Na minha humilde opinião, absolutamente não. A atitude belicosa e intolerante do cientista
britânico só causa mais intolerância e confusão. Seu grande erro é negar a necessidade que a
maioria absoluta das pessoas tem de associar uma dimensão espiritual às suas vidas.
Um erro meio parecido com o do materialismo dialético dos comunistas, em que tudo é atribuído
a causas materiais. Tirar Deus das pessoas e colocar um líder fascista no seu lugar não dá
certo. A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas. Se é essa a sua guerra, então
ela já perdeu.
O que a ciência pode fazer é proporcionar outra forma de espiritualidade, ligada ao mundo
natural e não ao sobrenatural, à cativante magia da descoberta. É esse naturalismo, essa
entrega à natureza e aos seus mistérios, que dá à ciência a dimensão espiritual que a torna
humana.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica do Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor
do livro "A Harmonia do Mundo"

Gil

--- "Alvaro Augusto (U)" <alvaro@daelt.sh06.com> escreveu:

> Acho que esses ateus belicosos não sabem onde estão se metendo. Os religosos
> cortam cabeças de infiéis há séculos. Hoje são os muçulmanos. Ontem, os
> cruzados cristãos. Os ateus, especialmente aqueles do meio científico como
> Dawkins, não estão acostumados a isso. Cedo ou tarde um deles terá a cabeça
> cortada por um fanático, e será o fim do ateísmo belicoso.
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto de Almeida
> www.alvaroaugusto.com.br
> alvaro@daelt.sh06.com
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Tuesday, November 28, 2006 2:52 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
>
>
> Pérolas do Richard Dawkins, vale a pena destacar :-)
>
> Abraços,
> Junior
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
>
> > Outros biólogos evolucionistas ao menos as respeitam; Dawkins, não:
> "Enquanto aceitarmos o princípio de que a fé religiosa deve ser
> respeitada por ser fé religiosa, não teremos como repudiar a fé de
> Osama bin Laden e os homens-bomba".
>
>
>









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SUBJECT: P/ Gil - Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 17:54

Olá Gil

Gil: "O Dawkins nao podia ter omitido isso, pois acaba se aproximando demais do racismo cultural e
oportunista do Samuel Huntington . "

Ele não omitiu, na verdade, boa parte das motivações de Dawkins, assim como de outros, é a pressão dessa direita religiosa, que apoia o Bush, sobre o estado laico.

Gil: "Dawkins entende tanto de conflitos, homens bomba e fundamentalismo, quanto eu de fisica
avançada (no momento, praticamente nada). O combustivel do fundamentalismo é desespero, e nao,
fé."

Não sei o quanto você entende de física avançada, mas Dawmkins entende um bocado de conflitos e de fundamentalismo. Mas, nem é preciso entender do assunto para não gostar e para kutar contra essas posições. Basta os efeitos que elas causam nas pessoas e sociedades para perceber que não são benéficos. O combustível do fanatismo não é apenas desespero, embora ajude muito. Há tantos cristãos fundamentalistas e fanáticos no rico, e cheio de esperança, USA quanto nos paises pobres, e deseperados, do Islã. É a fé, a certeza absoluta de fazer o que é certo aos olhos da divindade que permite que se chegue ao limite do fanatismo.

Gil: "Cientistas, que dizem estar combatendo a intolerancia e falta de ética, nao podem fazer esse
tipo de jogo unilateral e simplista."

Pois me parece que é justamente combatendo a intolerânica onde ela se apresenta de forma mais clara e cristalina (e fundamental), é combater religiões organizadas, que, intolerantemetne, pretendem ensinar a crianças que a única visão correta de tudo é delas, e não das outras. Perceba que, com toda a pressão da modernidade sobre a ICAR, ela ainda defende, precisa defender, que é a única verdadeira, e que sua forma é a única correta. Religiões não tem escolha.

Por isso o atual Chico Bento VII retomou a combate ao "reltivismo" que aprenta toda crença como válida. Ele, claro, pregará o respeito pro outras religiões, mas o respeito de quem está certo mas com pena dos que estão errados. Não são frases minhas, mas do Papa.

O jogo não é simplista, é claro: doutrinar crianças com mitos e crenças ancestrais, como se fosem verdades absolutas, é daninho e combater essa ação, benéfico.

Gil: "Fico com o Marcelo Gleiser.. isso nao é ateísmo, é intolerância.
Comparem com o trabalho do Sagan, , Jared Diamond ou Gould
Abaixo vai o texto do Gleiser"

A cada época suas necessidades. Adoro Sagan e seus livros, mas ele labutava em outra época, com outras pressões. Agora o avanço da ignorância, criacionismo, esoterismos, fundamentalismos, etc, exige ações diferentes. Ficar calado e quieto enquanto "garotinhos" enfiam aulas de religião evangelica pela garganta de crianças indefesas não é razoável.

Sempre leio um texto do Gould, onde ele desfia seu incomodo (e até mesmo sua raiva) contra o uso que evagélicos, cristãos e criacionistas fazem de suas diferenças com outros biológos, sobre a evolução. E ele considera daninho e desonesto essas ações, e bastante prejudiciais. Hoje, se fosse vivo e ainda escrevesse para o público, aposto como ficaria ao lado de Dawkins (ao contrário da lenda, eles se davam bem, se correspondiam e defendiam a mesma ciência contra a ignorância).

Eu escrevei para o Gleiser a respeito do texto na Folha. Ele respondeu que mantém a posição, e eu respeito isso. Mas não concordo.

Um abraço.

Homero




----- Original Message -----
From: GiL
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, November 29, 2006 5:24 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


Bom.. os cruzados nao ficaram no passado. Os Cruzados modernos espatifam , perfuram e queimam
corpos aos milhares. Bush dizia estar lutando "contra o mal", e aparentemente o "mal" era
qualquer coisa que estivesse abaixo de seus aviões, ou á frente de seus tanques.

O Dawkins nao podia ter omitido isso, pois acaba se aproximando demais do racismo cultural e
oportunista do Samuel Huntington .

Dawkins entende tanto de conflitos, homens bomba e fundamentalismo, quanto eu de fisica
avançada (no momento, praticamente nada). O combustivel do fundamentalismo é desespero, e nao,
fé.

Cientistas, que dizem estar combatendo a intolerancia e falta de ética, nao podem fazer esse
tipo de jogo unilateral e simplista.

Fico com o Marcelo Gleiser.. isso nao é ateísmo, é intolerância.
Comparem com o trabalho do Sagan, , Jared Diamond ou Gould
Abaixo vai o texto do Gleiser
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

Fonte: http://www1. folha.uol. com.br/fsp/ ciencia/fe261120 0601.htm
+ Marcelo Gleiser

Ateísmo radical

A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas

Não é surpresa para ninguém que existem tensões entre ciência e religião. Santo Agostinho, o
primeiro grande teólogo do cristianismo, afirmava que o pensamento aplicado à natureza leva ao
pecado e à perdição; que, para obter a redenção, o importante é dedicar-se à adoração do
eterno.
Mas a verdade é que a relação entre ciência e religião é bem mais complexa do que essa divisão
superficial entre dois campos, o da razão e o do espírito. Infelizmente, volta e meia aparecem
depoimentos que exacerbam exatamente essa polarização destrutiva. É o caso de três livros
recentes: "O Fim da Fé" ("The End of Faith"), de Sam Harris; "Quebrando o Feitiço" ("Breaking
the Spell"), de Daniel Dennett; e "A Delusão Divina" ("The God Delusion"), de Richard Dawkins.
É sobre o livro de Dawkins, o mais virulento de todos os três, que escrevo hoje.
Primeiro, vamos às apresentações. Richard Dawkins é um biólogo especializado na teoria da
evolução, professor em Oxford, Inglaterra, e um dos divulgadores de ciência mais famosos do
mundo, com best-sellers como "O Gene Egoísta" e "O Relojoeiro Cego". Dawkins é um ateu
declarado. Até aí tudo bem; muitos cientistas o são. Para muitos, mas não todos, é importante
frisar isso: a conciliação entre uma descrição científica do mundo -baseada na obtenção de
informação empírica da natureza por meio de experimentos e observações quantitativas- e a
aceitação de uma realidade sobrenatural, inescrutável à razão humana, é impossível. Já para
alguns, o estudo da ciência serve para comprovar a beleza da criação. Imagino que Dawkins
considere esses cientistas religiosos no mínimo incompetentes.
Para ele, a ciência é um clube fechado, onde só entram aqueles que seguem os preceitos do seu
ateísmo, tão radical e intolerante quanto qualquer extremismo religioso. Dawkins prega a
intolerância completa no que diz respeito à fé, exatamente a mesma intolerância a que se opõe.
Vejamos um de seus argumentos. Se a complexidade do mundo foi criada por uma divindade, esta
deve ser necessariamente mais complexa do que tudo o que criou. Porém, segundo a teoria da
evolução, isso é impossível: a complexidade é produto da evolução. A divindade criadora
deveria ter sido a última e não a primeira a surgir.
A quem Dawkins dirige um argumento desses? Certamente não aos religiosos. Qualquer pessoa que
conheça um mínimo de teologia sabe muito bem que a idéia fundamental das religiões é que o
divino não segue as regras causais que regem o mundo material. Deuses não evoluem; são
absolutos, existem fora do tempo. Ele afirma que seu alvo são os "indecisos", que não
acreditam em causas sobrenaturais mas não se declaram ateus. Será esse o modo de resolver o
embate entre ciência e religião?
Na minha humilde opinião, absolutamente não. A atitude belicosa e intolerante do cientista
britânico só causa mais intolerância e confusão. Seu grande erro é negar a necessidade que a
maioria absoluta das pessoas tem de associar uma dimensão espiritual às suas vidas.
Um erro meio parecido com o do materialismo dialético dos comunistas, em que tudo é atribuído
a causas materiais. Tirar Deus das pessoas e colocar um líder fascista no seu lugar não dá
certo. A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas. Se é essa a sua guerra, então
ela já perdeu.
O que a ciência pode fazer é proporcionar outra forma de espiritualidade, ligada ao mundo
natural e não ao sobrenatural, à cativante magia da descoberta. É esse naturalismo, essa
entrega à natureza e aos seus mistérios, que dá à ciência a dimensão espiritual que a torna
humana.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica do Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor
do livro "A Harmonia do Mundo"

Gil

--- "Alvaro Augusto (U)" <alvaro@daelt.sh06.com> escreveu:

> Acho que esses ateus belicosos não sabem onde estão se metendo. Os religosos
> cortam cabeças de infiéis há séculos. Hoje são os muçulmanos. Ontem, os
> cruzados cristãos. Os ateus, especialmente aqueles do meio científico como
> Dawkins, não estão acostumados a isso. Cedo ou tarde um deles terá a cabeça
> cortada por um fanático, e será o fim do ateísmo belicoso.
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto de Almeida
> www.alvaroaugusto.com.br
> alvaro@daelt.sh06.com
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Tuesday, November 28, 2006 2:52 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
>
>
> Pérolas do Richard Dawkins, vale a pena destacar :-)
>
> Abraços,
> Junior
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
>
> > Outros biólogos evolucionistas ao menos as respeitam; Dawkins, não:
> "Enquanto aceitarmos o princípio de que a fé religiosa deve ser
> respeitada por ser fé religiosa, não teremos como repudiar a fé de
> Osama bin Laden e os homens-bomba".
>
>
>





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SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 18:04


Os pupilos de Dawkins valem tanto quanto os discípulos de Inri Cristhi :-)

Fé pura em falácias :-)


Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, GiL <viajantelink@...> escreveu
>

> Fico com o Marcelo Gleiser.. isso nao é ateísmo, é intolerância.
> Comparem com o trabalho do Sagan, , Jared Diamond ou Gould
> Abaixo vai o texto do Gleiser
> +



SUBJECT: Re: [ciencialist] França inaugura o maior complexo do mundo de estudo do cérebro
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 18:05

Oráculo:
Segundo informações da ONU, "trolls" jamais devem ser destruidos ou mesmo danificados: devem ser enviados para a Nasa que os recindiona em robôs que fazem o trabalho pesado de higienização como limpeza de galerias de esgotos, faxina em sanitários etc. e, sem autorização formal mas como eles não reagem, são usados como objetos sexuais pela guarda pretoriana e até vendidos para bordéis.

sds.,

silvio, humano.
----- Original Message -----
From: oraculo333
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, November 24, 2006 7:45 PM
Subject: [ciencialist] França inaugura o maior complexo do mundo de estudo do cérebro


(talvez eles descubram como curar "trolls", mas eu não tenho muita
esperança..:-)
Homero
__________________________________________________________

França inaugura o maior complexo do mundo de estudo do cérebro

A França inaugurou nesta sexta-feira o maior complexo do mundo
totalmente dedicado ao estudo do cérebro, a plataforma NeuroSpin, que
permitirá estudar as doenças do sistema nervoso, bem como fazer
progredir as interfaces entre o homem e o computador.

Este centro de imagens médicas, dedicado ao estudo do cérebro,
radicado em Saclay, na região parisiense, foi inaugurado pelo
primeiro-ministro Dominique de Villepin. Sua exploração começará em
janeiro de 2007.

"Graças às novas técnicas desenvolvidas, poderemos superar as
fronteiras do conhecimento e do funcionamento do cérebro. É um dos
grandes desafios científicos do nosso século", disse Villepin.

Ao mesmo tempo unidade clínica e laboratório de pesquisa fundamental,
o NeuroSpin permitirá aos cientistas trabalharem com doenças do
sistema nervoso (esclerose múltipla), anomalias de desenvolvimento
intelectual, problemas psiquiátricos (esquizofrenia, depressão) e
envelhecimento cerebral (mal de Alzheimer).

Os cientistas também tentarão compreender melhor os mecanismos
cerebrais que sustentam a inteligência e o pensamento, com o objetivo
de melhorar as interfaces entre o homem e o computador.

O NeuroSpin dispõe de scanners médicos de capacidade inegável.

O projeto representa um investimento de 51 milhões de euros,
financiados por uma parceria franco-alemã.

Cento e cinqüenta cientistas, das áreas da neurociência, das imagens
médicas e da física nuclear, trabalharão nos laboratórios do local,
instalados em 11 mil metros quadrados.

Sua arquitetura futurista evoca o sinal das ondas senoidais emitidas
pelo cérebro.






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Fabricio Braga" <fabribraga@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 18:11

Gil,

Com todo respeito ao admirável curriculum de Marcelo Gleiser, eu fico do
lado de Dawkins nesse caso. E nesse pequeno texto ele escolheu um argumento
de Dawkins que é de fato, bastante controverso. Porque não escolheu um que
fosse um pouquinho mais sólido?

Não acho que Dawkins seja tão desinformado assim no que refere a "conflitos,
homens bomba e fundamentalismo", e também não acho que um divulgador do
pensamento científico e do ceticismo precise ser um especialista nessa
área. As idéias de Dawinks são pelo menos para mim, extremamente simples,
claras e diretas.

E o que talvez você considere como "intolerância" em Dawkins, na minha
modesta opinião nada mais é do que uma forma franca e direta de lidar com
hipóteses divinas, que não são verificáveis e nem falseáveis.

Só existe conflito entre religião e ciência quando a religião adentra o
terreno do material e dos fenômenos naturais, certo?

[]s
Fabricio Braga



On 11/29/06, GiL <viajantelink@yahoo.com.br> wrote:
>
> Bom.. os cruzados nao ficaram no passado. Os Cruzados modernos espatifam
> , perfuram e queimam
> corpos aos milhares. Bush dizia estar lutando "contra o mal", e
> aparentemente o "mal" era
> qualquer coisa que estivesse abaixo de seus aviões, ou á frente de seus
> tanques.
>
> O Dawkins nao podia ter omitido isso, pois acaba se aproximando demais do
> racismo cultural e
> oportunista do Samuel Huntington .
>
> Dawkins entende tanto de conflitos, homens bomba e fundamentalismo, quanto
> eu de fisica
> avançada (no momento, praticamente nada). O combustivel do fundamentalismo
> é desespero, e nao,
> fé.
>
> Cientistas, que dizem estar combatendo a intolerancia e falta de ética,
> nao podem fazer esse
> tipo de jogo unilateral e simplista.
>
> Fico com o Marcelo Gleiser.. isso nao é ateísmo, é intolerância.
> Comparem com o trabalho do Sagan, , Jared Diamond ou Gould
> Abaixo vai o texto do Gleiser
>
> +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
>
> Fonte: http://www1. folha.uol. com.br/fsp/ ciencia/fe261120 0601.htm
> + Marcelo Gleiser
>
> Ateísmo radical
>
> A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas
>
> Não é surpresa para ninguém que existem tensões entre ciência e religião.
> Santo Agostinho, o
> primeiro grande teólogo do cristianismo, afirmava que o pensamento
> aplicado à natureza leva ao
> pecado e à perdição; que, para obter a redenção, o importante é dedicar-se
> à adoração do
> eterno.
> Mas a verdade é que a relação entre ciência e religião é bem mais complexa
> do que essa divisão
> superficial entre dois campos, o da razão e o do espírito. Infelizmente,
> volta e meia aparecem
> depoimentos que exacerbam exatamente essa polarização destrutiva. É o caso
> de três livros
> recentes: "O Fim da Fé" ("The End of Faith"), de Sam Harris; "Quebrando o
> Feitiço" ("Breaking
> the Spell"), de Daniel Dennett; e "A Delusão Divina" ("The God Delusion"),
> de Richard Dawkins.
> É sobre o livro de Dawkins, o mais virulento de todos os três, que escrevo
> hoje.
> Primeiro, vamos às apresentações. Richard Dawkins é um biólogo
> especializado na teoria da
> evolução, professor em Oxford, Inglaterra, e um dos divulgadores de
> ciência mais famosos do
> mundo, com best-sellers como "O Gene Egoísta" e "O Relojoeiro Cego".
> Dawkins é um ateu
> declarado. Até aí tudo bem; muitos cientistas o são. Para muitos, mas não
> todos, é importante
> frisar isso: a conciliação entre uma descrição científica do mundo
> -baseada na obtenção de
> informação empírica da natureza por meio de experimentos e observações
> quantitativas- e a
> aceitação de uma realidade sobrenatural, inescrutável à razão humana, é
> impossível. Já para
> alguns, o estudo da ciência serve para comprovar a beleza da criação.
> Imagino que Dawkins
> considere esses cientistas religiosos no mínimo incompetentes.
> Para ele, a ciência é um clube fechado, onde só entram aqueles que seguem
> os preceitos do seu
> ateísmo, tão radical e intolerante quanto qualquer extremismo religioso.
> Dawkins prega a
> intolerância completa no que diz respeito à fé, exatamente a mesma
> intolerância a que se opõe.
> Vejamos um de seus argumentos. Se a complexidade do mundo foi criada por
> uma divindade, esta
> deve ser necessariamente mais complexa do que tudo o que criou. Porém,
> segundo a teoria da
> evolução, isso é impossível: a complexidade é produto da evolução. A
> divindade criadora
> deveria ter sido a última e não a primeira a surgir.
> A quem Dawkins dirige um argumento desses? Certamente não aos religiosos.
> Qualquer pessoa que
> conheça um mínimo de teologia sabe muito bem que a idéia fundamental das
> religiões é que o
> divino não segue as regras causais que regem o mundo material. Deuses não
> evoluem; são
> absolutos, existem fora do tempo. Ele afirma que seu alvo são os
> "indecisos", que não
> acreditam em causas sobrenaturais mas não se declaram ateus. Será esse o
> modo de resolver o
> embate entre ciência e religião?
> Na minha humilde opinião, absolutamente não. A atitude belicosa e
> intolerante do cientista
> britânico só causa mais intolerância e confusão. Seu grande erro é negar a
> necessidade que a
> maioria absoluta das pessoas tem de associar uma dimensão espiritual às
> suas vidas.
> Um erro meio parecido com o do materialismo dialético dos comunistas, em
> que tudo é atribuído
> a causas materiais. Tirar Deus das pessoas e colocar um líder fascista no
> seu lugar não dá
> certo. A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas. Se é essa a
> sua guerra, então
> ela já perdeu.
> O que a ciência pode fazer é proporcionar outra forma de espiritualidade,
> ligada ao mundo
> natural e não ao sobrenatural, à cativante magia da descoberta. É esse
> naturalismo, essa
> entrega à natureza e aos seus mistérios, que dá à ciência a dimensão
> espiritual que a torna
> humana.
>
> MARCELO GLEISER é professor de física teórica do Dartmouth College, em
> Hanover (EUA), e autor
> do livro "A Harmonia do Mundo"
>
> Gil
>
> --- "Alvaro Augusto (U)" <alvaro@daelt.sh06.com <alvaro%40daelt.sh06.com>>
> escreveu:
>
> > Acho que esses ateus belicosos não sabem onde estão se metendo. Os
> religosos
> > cortam cabeças de infiéis há séculos. Hoje são os muçulmanos. Ontem, os
> > cruzados cristãos. Os ateus, especialmente aqueles do meio científico
> como
> > Dawkins, não estão acostumados a isso. Cedo ou tarde um deles terá a
> cabeça
> > cortada por um fanático, e será o fim do ateísmo belicoso.
> >
> > [ ]s
> >
> > Alvaro Augusto de Almeida
> > www.alvaroaugusto.com.br
> > alvaro@daelt.sh06.com <alvaro%40daelt.sh06.com>
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br <pcw_junior%40yahoo.com.br>>
> > To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br <ciencialist%40yahoogrupos.com.br>>
> > Sent: Tuesday, November 28, 2006 2:52 PM
> > Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
> >
> >
> > Pérolas do Richard Dawkins, vale a pena destacar :-)
> >
> > Abraços,
> > Junior
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br <ciencialist%40yahoogrupos.com.br>,
> José Renato <jrma@...> escreveu
> >
> > > Outros biólogos evolucionistas ao menos as respeitam; Dawkins, não:
> > "Enquanto aceitarmos o princípio de que a fé religiosa deve ser
> > respeitada por ser fé religiosa, não teremos como repudiar a fé de
> > Osama bin Laden e os homens-bomba".
> >
> >
> >
>
>
>
>
>
> _______________________________________________________
> Você quer respostas para suas perguntas? Ou você sabe muito e quer
> compartilhar seu conhecimento? Experimente o Yahoo! Respostas !
> http://br.answers.yahoo.com/
>
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 19:06

Mas, o dogma, passa como coisa normal, depende da cultura!
Se Dawkins amanha resolve jogar uma bomba nos religiosos, seus pupilos
o apoiarão...afinal, é uma questão de fé :-)

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Fabricio Braga"
<fabribraga@...> escreveu

> E o que talvez você considere como "intolerância" em Dawkins, na minha
> modesta opinião nada mais é do que uma forma franca e direta de
lidar com
> hipóteses divinas, que não são verificáveis e nem falseáveis.
>
> Só existe conflito entre religião e ciência quando a religião adentra o
> terreno do material e dos fenômenos naturais, certo?
>
> []s
> Fabricio Braga




SUBJECT: Fw: eletricidade esttica
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 19:18

Alguém quer comentar isso?

agradeço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Carlos
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2006 10:59
Assunto: eletricidade estática


Prezado senhor,


Sou advogado no Rio de Janeiro.Defendo direitos de um trabalhador que me relatou haver trabalhado em ambiente de grande exposição à eletricidade estática, entre outros fatores de insalubridade.
Efetuando pesquisa na internet, descobri um trabalho de sua autoria a respeito de eletricidade e, gostaria de eventualmente contar com sua ajuda e conhecimentos científicos na área.Necessito de uma indicação bibliográfica a respeito de possíveis malefícios orgânicos ao ser humano, advindos de grande exposição à eletricidade estática.
Desde já agradeço sua atenção.

Carlos




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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Crentes são chatos
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 19:25

Crentes têm mesmo uma ética e uma moral muito particular:

- pregam livremente que seja justo que todos os não crentes sofram
eternar torturas nos diversos infernos que eles imaginam. Alguns
(muitos) justificam todas as mazelas humanas como "punições justas"
pela "falta de fé";

- acreditam que devam doutrinar as pessoas, desde criancinhas, para
que acreditem em seus deuses. Chegam até a querer que a escola se
transforme em igrejinhas;

- acham-se no direito de legislar sobre todos usando, cada um, sua
"bíblia" particular. Querem determinar os rumos da ciência, da
política, da economia, etc., usando para isso seus "valores religiosos";

- consideram moralmente fracos, eticamente desvalidos e socialmente
rudes a todos os não crentes. Vivem dizendo que o que falta à
humanidade é a "fé" (em deuses) e os "valores" de sua religião particular;

- sentem-se parte de uma casta privilegiada de "escolhidos" e, por
isso, consideram-se superiores aos não crentes. É comum dizerem
"coitado, ele não tem deus no coração";

- acreditam que sua pregação não apenas deve ser "um direito" como
também deve ser um "dever" de todos eles. Por isso muitos batem em
nossas portas aos domingos, distruem bíblias em escolas, compram
canais de rádio e TV, etc.

Mas quando alguém aparece e diz "vamos defender o ateísmo" eles
rapidamente se sentem agredidos, ameaçados, ofendidos e injustiçados.

Ninguém merece. :)))

Abraços,
Prof. JC



SUBJECT: Fw: Trabalho de fsica
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 19:27

Quem quer estraçalhar essa?

[]' ===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Marcela A. Testi Ferreira
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 27 de novembro de 2006 14:47
Assunto: Trabalho de física


Olá, tudo bem?

gostaria de saber se tem como você me ajudar com um trabalho de física, achei seu email no site http://www.feiradeciencias.com.br/ ae pensei que você pudesse me ajudar.

São 3 perguntas:

1. Como é possivel colocar um satelite estacionario em orbita em torno da terra?

2. Quais são as etapas do movimento até que o satelite permaneça realmente estacionario?

3. Qual a velocidade que a terra gira ao redor do sol?

Se você puder me responder ficarei muito grata

obrigado



MARCELA



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: SALA 07 - ESCOAMENTO DE LQUIDOS 1 - Parabns
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2006 19:29

Quem quer fazer umas continhas ?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Samir
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 27 de novembro de 2006 12:13
Assunto: SALA 07 - ESCOAMENTO DE LÍQUIDOS 1 - Parabéns


Prezado Professor Luiz,

PARABÉNS PELO EXCELENTE TRABALHO !!! Seus artigos são extremamente esclarecedores, didáticos e sem delongas...

Por favor, sou engenheiro elétrico e atualmente estou trabalhando com telemetria em tanques de combustível. Acontece que tenho uma aplicação que acredito ser pertinente ao artigo supra mencionado.

O problema é simples...

. 2 tanques tanques sifonados em U (costado superior) através de extração do ar inicial por bomba vácuo;
. Após "sifonados" (extração de ar...) os tanques transferem combustível um para outro conforme a diferença de nível entre eles;

. Pergunta, gostaria de saber qual seria o cálculo para obtenção da vazão ou tempo de escoamento total do combustível de um tanque para outro conforme a diferença de nível entre eles ?

Observando seus artigos, acredito que solução deste problema esta baseada na equação de Bernoulli condicionada as premissas de Torricelli e por fim, um cálculo diferencial para integrar cada infinitésimo de variação de nível e chegar à um valor médio de tempo de escoamento ou vazão média... Seria isto MESTRE?

Atenciosamente,
Grato pelo valioso trabalho.

Samir Nunes






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: GiL <viajantelink@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 20:27

Quando se corre o risco de legitimar políticas nocivas, usando da credibilidade das ciências,
acho que é preciso sim , saber muito sobre o que se está falando, Fabricio (nao é preciso ser
especialista, afinal, nao existem especialistas nessa "área").

Simplicidade, clareza, e objetividade são bons, é claro.. Mas quando se fala de fenomenos
complexos, é preciso tomar cuidado pra nao cair na superficialidade pura e simples.

Fabricio:
> Só existe conflito entre religião e ciência quando a religião adentra o
> terreno do material e dos fenômenos naturais, certo?

Depende... Religiao e Ciencia entram em conflito *também* quando isso pode ser usado para
buscar interesses geo-estratégicos, ou de grupos sociais específicos.

Além disso, Quando é conveniente , nao há conflito algum entre religiosidade e secularismo, se
podem ambos ser usados ao mesmo tempo para recrutar mentes contra um desafeto (tipo, nós somos
o ocidente "democratico, secular, evoluido", etc, mas ao final do discurso: "vamos combater o
mal", "tenho fé que...", "god bless america".. . superficialidade é isso... só um espetáculo
arrebatador, nada de conteúdo consistente.

É nesse ponto que acho que um cientista não pode dormir. E dawkins parece que desmaiou.


Gil


--- Fabricio Braga <fabribraga@gmail.com> escreveu:

> Gil,
>
> Com todo respeito ao admirável curriculum de Marcelo Gleiser, eu fico do
> lado de Dawkins nesse caso. E nesse pequeno texto ele escolheu um argumento
> de Dawkins que é de fato, bastante controverso. Porque não escolheu um que
> fosse um pouquinho mais sólido?
>
> Não acho que Dawkins seja tão desinformado assim no que refere a "conflitos,
> homens bomba e fundamentalismo", e também não acho que um divulgador do
> pensamento científico e do ceticismo precise ser um especialista nessa
> área. As idéias de Dawinks são pelo menos para mim, extremamente simples,
> claras e diretas.
>
> E o que talvez você considere como "intolerância" em Dawkins, na minha
> modesta opinião nada mais é do que uma forma franca e direta de lidar com
> hipóteses divinas, que não são verificáveis e nem falseáveis.
>
> Só existe conflito entre religião e ciência quando a religião adentra o
> terreno do material e dos fenômenos naturais, certo?
>
> []s
> Fabricio Braga
>
>
>
> On 11/29/06, GiL <viajantelink@yahoo.com.br> wrote:
> >
> > Bom.. os cruzados nao ficaram no passado. Os Cruzados modernos espatifam
> > , perfuram e queimam
> > corpos aos milhares. Bush dizia estar lutando "contra o mal", e
> > aparentemente o "mal" era
> > qualquer coisa que estivesse abaixo de seus aviões, ou á frente de seus
> > tanques.
> >
> > O Dawkins nao podia ter omitido isso, pois acaba se aproximando demais do
> > racismo cultural e
> > oportunista do Samuel Huntington .
> >
> > Dawkins entende tanto de conflitos, homens bomba e fundamentalismo, quanto
> > eu de fisica
> > avançada (no momento, praticamente nada). O combustivel do fundamentalismo
> > é desespero, e nao,
> > fé.
> >
> > Cientistas, que dizem estar combatendo a intolerancia e falta de ética,
> > nao podem fazer esse
> > tipo de jogo unilateral e simplista.
> >
> > Fico com o Marcelo Gleiser.. isso nao é ateísmo, é intolerância.
> > Comparem com o trabalho do Sagan, , Jared Diamond ou Gould
> > Abaixo vai o texto do Gleiser
> >
> > +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
> >
> > Fonte: http://www1. folha.uol. com.br/fsp/ ciencia/fe261120 0601.htm
> > + Marcelo Gleiser
> >
> > Ateísmo radical
> >
> > A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas
> >
> > Não é surpresa para ninguém que existem tensões entre ciência e religião.
> > Santo Agostinho, o
> > primeiro grande teólogo do cristianismo, afirmava que o pensamento
> > aplicado à natureza leva ao
> > pecado e à perdição; que, para obter a redenção, o importante é dedicar-se
> > à adoração do
> > eterno.
> > Mas a verdade é que a relação entre ciência e religião é bem mais complexa
> > do que essa divisão
> > superficial entre dois campos, o da razão e o do espírito. Infelizmente,
> > volta e meia aparecem
> > depoimentos que exacerbam exatamente essa polarização destrutiva. É o caso
> > de três livros
> > recentes: "O Fim da Fé" ("The End of Faith"), de Sam Harris; "Quebrando o
> > Feitiço" ("Breaking
> > the Spell"), de Daniel Dennett; e "A Delusão Divina" ("The God Delusion"),
> > de Richard Dawkins.
> > É sobre o livro de Dawkins, o mais virulento de todos os três, que escrevo
> > hoje.
> > Primeiro, vamos às apresentações. Richard Dawkins é um biólogo
> > especializado na teoria da
> > evolução, professor em Oxford, Inglaterra, e um dos divulgadores de
> > ciência mais famosos do
> > mundo, com best-sellers como "O Gene Egoísta" e "O Relojoeiro Cego".
> > Dawkins é um ateu
> > declarado. Até aí tudo bem; muitos cientistas o são. Para muitos, mas não
> > todos, é importante
> > frisar isso: a conciliação entre uma descrição científica do mundo
> > -baseada na obtenção de
> > informação empírica da natureza por meio de experimentos e observações
> > quantitativas- e a
> > aceitação de uma realidade sobrenatural, inescrutável à razão humana, é
> > impossível. Já para
> > alguns, o estudo da ciência serve para comprovar a beleza da criação.
> > Imagino que Dawkins
> > considere esses cientistas religiosos no mínimo incompetentes.
> > Para ele, a ciência é um clube fechado, onde só entram aqueles que seguem
> > os preceitos do seu
> > ateísmo, tão radical e intolerante quanto qualquer extremismo religioso.
> > Dawkins prega a
> > intolerância completa no que diz respeito à fé, exatamente a mesma
> > intolerância a que se opõe.
> > Vejamos um de seus argumentos. Se a complexidade do mundo foi criada por
> > uma divindade, esta
> > deve ser necessariamente mais complexa do que tudo o que criou. Porém,
> > segundo a teoria da
> > evolução, isso é impossível: a complexidade é produto da evolução. A
> > divindade criadora
> > deveria ter sido a última e não a primeira a surgir.
> > A quem Dawkins dirige um argumento desses? Certamente não aos religiosos.
> > Qualquer pessoa que
> > conheça um mínimo de teologia sabe muito bem que a idéia fundamental das
> > religiões é que o
> > divino não segue as regras causais que regem o mundo material. Deuses não
> > evoluem; são
> > absolutos, existem fora do tempo. Ele afirma que seu alvo são os
> > "indecisos", que não
> > acreditam em causas sobrenaturais mas não se declaram ateus. Será esse o
> > modo de resolver o
> > embate entre ciência e religião?
> > Na minha humilde opinião, absolutamente não. A atitude belicosa e
> > intolerante do cientista
> > britânico só causa mais intolerância e confusão. Seu grande erro é negar a
> > necessidade que a
> > maioria absoluta das pessoas tem de associar uma dimensão espiritual às
> > suas vidas.
> > Um erro meio parecido com o do materialismo dialético dos comunistas, em
> > que tudo é atribuído
> > a causas materiais. Tirar Deus das pessoas e colocar um líder fascista no
> > seu lugar não dá
> > certo. A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas. Se é essa a
> > sua guerra, então
> > ela já perdeu.
> > O que a ciência pode fazer é proporcionar outra forma de espiritualidade,
> > ligada ao mundo
> > natural e não ao sobrenatural, à cativante magia da descoberta. É esse
> > naturalismo, essa
> > entrega à natureza e aos seus mistérios, que dá à ciência a dimensão
> > espiritual que a torna
> > humana.
> >
> > MARCELO GLEISER é professor de física teórica do Dartmouth College, em
> > Hanover (EUA), e autor
> > do livro "A Harmonia do Mundo"
> >
> > Gil
> >
> > --- "Alvaro Augusto (U)" <alvaro@daelt.sh06.com <alvaro%40daelt.sh06.com>>
> > escreveu:
> >
> > > Acho que esses ateus belicosos não sabem onde estão se metendo. Os
> > religosos
> > > cortam cabeças de infiéis há séculos. Hoje são os muçulmanos. Ontem, os
> > > cruzados cristãos. Os ateus, especialmente aqueles do meio científico
> > como
> > > Dawkins, não estão acostumados a isso. Cedo ou tarde um deles terá a
> > cabeça
> > > cortada por um fanático, e será o fim do ateísmo belicoso.
> > >
> > > [ ]s
> > >
> > > Alvaro Augusto de Almeida
> > > www.alvaroaugusto.com.br
> > > alvaro@daelt.sh06.com <alvaro%40daelt.sh06.com>
> > >
> > >
> > > ----- Original Message -----
> > > From: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br <pcw_junior%40yahoo.com.br>>
> > > To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br <ciencialist%40yahoogrupos.com.br>>
> > > Sent: Tuesday, November 28, 2006 2:52 PM
> > > Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
> > >
> > >
> > > Pérolas do Richard Dawkins, vale a pena destacar :-)
> > >
> > > Abraços,
> > > Junior
> > >
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br <ciencialist%40yahoogrupos.com.br>,
> > José Renato <jrma@...> escreveu
> > >
> > > > Outros biólogos evolucionistas ao menos as respeitam; Dawkins, não:
> > > "Enquanto aceitarmos o princípio de que a fé religiosa deve ser
> > > respeitada por ser fé religiosa, não teremos como repudiar a fé de
> > > Osama bin Laden e os homens-bomba".
> > >
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SUBJECT: [RN] RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO DE 2.200 ANOS
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 21:23

G1.COM.BR, 29-11-2006

GREGOS TINHAM 'COMPUTADOR' ASTRONÔMICO, MOSTRA TOMOGRAFIA

Mecanismo achado em navio naufragado tem quase 2.200 anos e permitia
prever eclipses do Sol e da Lua com anos de antecedência (e).

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,AA1368760-5603-630,00.html
------------------
Lembro-me de um episódio especial do McGyver em q ele descobre na
Atlântida um computador gigantesco - programado por cartão de bronze.

Tecla SAP: Caracas!

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: [ciencialist] treco legal
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 22:03

Copie e cole como é feito p/um site.
www.evert.de/eft730e.htm
www.veljkomilkovic.com/OscilacijeEng.html
Não deve ser tudo, mas vc vai encontrar novidades.
Não tive tempo de explorar como deveria. abr/M.


>From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: [ciencialist] treco legal
>Date: Wed, 29 Nov 2006 05:16:16 -0200
>
>Como eu posso 'ver' o papo abaixo?
>[]'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
>-----Mensagem Original-----
>De: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
>Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2006 22:56
>Assunto: [ciencialist] treco legal
>
>
>Vejam o papo abaixo, em outro forum:
>( falo dos 2 links )
>
>Posted: Tue Nov 28, 2006 10:49 pm Post subject: Bessler+Milkovic...
>
>--------------------------------------------------------------------------------
>
>...can be a "simplified" Bessler's Wheel,or an another shape of Milkovic's
>gravity pump.So,if you take from the " Pendulum-Wheel"(see
>www.evert.de/eft730e.htm ) that two arms lever(showing an angle between
>them,with long arm-light mass and short arm-heavy mass,see the first design
>EV PRM01) and from the "Mechanical hammer with a physical pendulum"(see
>www.veljkomilkovic.com/OscilacijeEng.html ),that massive lever( /2/ at
>Fig.1,at the same place),you can get a simplified composition,so easy to
>test,play and surprise youself,maybe,if you build the "fit size" and put
>this one in motion.I think it's not a self moving assembly,but an "excess
>energy",in the same line with "Mechanical hammer...."....but I am not sure.
>That can be a Milkovic pump,with a Bessler lever.The difference is
>regarding
>the "active player":pendulum.One arm only,or two arms .Bessler system is a
>special grouping of masses regarding pendular motion:effective mass is not
>installed at one arm(as usually),but at two arms(asymmetric stable
>lever).Milkovic is an "open" source,Bessler is a "secretive" one.Can be
>Milkovic a "key" to understand Bessler?Let's hope!All the Bests!/Alex
>
>
>
>
>##### ##### #####
>
>Página de apoio
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
>##### ##### ##### #####
>Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>
>--
>No virus found in this incoming message.
>Checked by AVG Free Edition.
>Version: 7.5.430 / Virus Database: 268.14.16/551 - Release Date: 25/11/2006
>10:55
>
>
>
>
>##### ##### #####
>
>Página de apoio
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
>##### ##### ##### #####
>Links do Yahoo! Grupos
>
>




SUBJECT: Re: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 22:08

Victor,
a gente vê de tudo por aí, vc sabe!
Acho que o caso está explicado: dei um tirinho e o Leo acabou de matar.
Ciência também é cultura... abr/M.


>From: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
>Date: Wed, 29 Nov 2006 05:37:45 -0300
>
>Murilo,
>
>Gostaria de fazer uma observação sobre a informação: " o circuíto deve ser
>em 220, ou 110 com interruptor no neutro."
>
>O neutro não pode ir ao interruptor, sob pena de prejudicar toda a
>instalação. Um neutro, numa instalação F-N 220V não pode ser interrompido!.
> Dá bode! E pode até matar gente, podes crer.
>Quanto ao pisca-pisca, uma das possibilidades é o interruptor está com
>isolamento defeituoso e permitir alguma conexão com o reator da lâmpada,
>que forneceria alguma energia para o gás, ou haver campos eletromagnéticos
>fortes em volta. O tipo do gás no interior da lâmpada deve influir. Uma
>maneira de ver isso é: a) retirando a lâmpada da luminária e observando-a;
>ou, b) trocando o interruptor. Ou pode ser espírito brincalhão, assoprando
>o gás(brincadeira). São apenas conjecturas, nunca pensei ou pesquisei
>sobre esse efeito. Mas uma coisa é certa: é coisa mal feita. Pois nada pode
>fornecer energia, em qualquer forma, sem antes recebê-la, também em
>qualquer forma. Os fabricantes de lâmpadas fluorescentes têm interêsse em
>esclarecer coisas assim.
>
>Aproveito o ensejo para comentar algo que geralmente acontece nas
>instalações com lâmpadas incandescentes. A lâmpada pode ser nova ou já
>cansada de guerra, não importa: em algum momento, ao acionar o
>interruptor, a lâmpada, pluf, queima. Dá um frustração! E pode não ser
>defeito da lâmpada.
>
>Gostaria de comparar respostas de vocês com as que eu usei para explicar o
>apagão.
>
>Sds,
>Victor.
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: murilo filo
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, November 28, 2006 9:40 PM
> Subject: RE: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
>
>
> Uma palpitação sobre o lance, que também já ví:
> - o circuíto deve ser em 220, ou 110 com interruptor no neutro.
> - com certeza, na ignição da lâmpada haverá um capacitor engraçadinho,
> carregando e descarregando, lentamente.
> - a lâmpada que eu ví era uma daquelas com boquilha e bulbo tubular
> enrolado.
> abr/M. SP 28/nov
>
> >From: Peterson Leal <petersonleal2000@yahoo.com.br>
> >Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >Subject: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
> >Date: Tue, 28 Nov 2006 16:01:04 -0800 (PST)
> >
> >Falando no assunto...
> >Onde trabalho uma das lâmpadas, como colocado na mensagem principal do
> >tema, também pisca às vezes - mesmo com o interruptor desligado. E aí?
> >
> >
> >
> >_______________________________________________________
> >Novidade no Yahoo! Mail: receba alertas de novas mensagens no seu
>celular.
> >Registre seu aparelho agora!
> >http://br.mobile.yahoo.com/mailalertas/
> >
> >
> >
> >[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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> >##### ##### #####
> >
> >Página de apoio
> >http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> >Links do Yahoo! Grupos
> >
> >
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>
>
>
>
> __________ Informação do NOD32 IMON 1888 (20061128) __________
>
> Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 sistema antivírus
> http://www.eset.com.br
>
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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>##### ##### #####
>
>Página de apoio
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
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>##### ##### ##### #####
>Links do Yahoo! Grupos
>
>




SUBJECT: Re: Fw: eletricidade estática
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 22:17

Taxa de informação para advogados: 50% do valor da causa + R$ 8.000,00
de honorários professoríssimos. Pagos adiantados e em dinheiro (limpo!).

Abraços,
Prof. JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Alguém quer comentar isso?
>
> agradeço,
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Carlos
> Para: leobarretos@...
> Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2006 10:59
> Assunto: eletricidade estática
>
>
> Prezado senhor,
>
>
> Sou advogado no Rio de Janeiro.Defendo direitos de um trabalhador
que me relatou haver trabalhado em ambiente de grande exposição à
eletricidade estática, entre outros fatores de insalubridade.
> Efetuando pesquisa na internet, descobri um trabalho de sua autoria
a respeito de eletricidade e, gostaria de eventualmente contar com sua
ajuda e conhecimentos científicos na área.Necessito de uma indicação
bibliográfica a respeito de possíveis malefícios orgânicos ao ser
humano, advindos de grande exposição à eletricidade estática.
> Desde já agradeço sua atenção.
>
> Carlos
>
>
>
>
>
--------------------------------------------------------------------------------
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.5.430 / Virus Database: 268.14.19/556 - Release Date:
28/11/2006 15:22
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>




SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2006 23:13

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, GiL <viajantelink@...>
escreveu
>
> ...O Dawkins nao podia ter omitido isso, pois acaba se aproximando
demais do racismo cultural e
> oportunista do Samuel Huntington .

>>>O q Dawkins omitiu? Dawkins considera os acontecimentos de 11 de
setembro de 2001 o exemplo definitivo do 'basta' q a humanidade tem
q dar aas religioes, consideradas por Dawkins como motores de
fanatismo, ignorancia e criadoras de divisoes e odios entre as
pessoas.

>
> Dawkins entende tanto de conflitos, homens bomba e
fundamentalismo, quanto eu de fisica
> avançada (no momento, praticamente nada). O combustivel do
fundamentalismo é desespero, e nao,
> fé.

>>>>Ele entende q sem a religiao islamica nao haveria os fanaticos
fundamentalistas islamicos. Se o combustivel do fundamentalismo é
desespero, o motor em q ele queima e q causa todos os movimentos e'
a religiao. A coragem do suicida vem da crenca q vai renascer num
Setimo Ceu com 74 virgens aa sua disposicao. Allah Akbar!

;-)

>
> Cientistas, que dizem estar combatendo a intolerancia e falta de
ética, nao podem fazer esse
> tipo de jogo unilateral e simplista.


>>>A intolerancia e a tolerancia sao palavras q so' teem significado
se consideradas as teses q estao sendo alvo dessa intolerancia e
tolerancia. Devemos ser tolerantes com o racismo? Com a ignorancia?
Com o odio? Com o abuso de criancas? Com o corte e remocao de
clitoris de meninas africanas por motivos religiosos?

>
> Fico com o Marcelo Gleiser.. isso nao é ateísmo, é intolerância.

>>>>Dawkins considera q nao se deve tolerar coisas anti-eticas,
imorais e anti-sociais. Dawkins considera q as religioes sao
essencialmente anti-eticas, imorais e anti-sociais. Dawkins acha q
as religioes nao merecem mais respeito q qq outra atividade humana q
seja anti-etica, imoral e anti-social. Dawkins esta' escrevendo
livros, fazendo palestras, dando entrevistas, produzindo programas
de TV, e usando toda a oportunidade q se lhe apresenta para divulgar
suas ideias. Religioes sao ideias. Ideias se combatem com ideias.
Isso chama-se liberdade de manifestacao e expressao. Acredito q
Dawkins esteja preparado para receber a reacao dos religiosos aas
suas teses anti-religiosas. Cabe aos religiosos estarem preparados
para combater *com ideias* as teses de Dawkins. Q venca quem tiver
melhores argumentos. Assim e' a democracia.


> Comparem com o trabalho do Sagan, , Jared Diamond ou Gould
> Abaixo vai o texto do Gleiser
>
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
++++++

>
> Fonte: http://www1. folha.uol. com.br/fsp/ ciencia/fe261120
0601.htm
> + Marcelo Gleiser
>
> Ateísmo radical
>
> A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas

>>>>Dawkins nao propoe q a Ciencia tire Deus das pessoas. Dawkins
tem uma causa politico-ideologica-social, nao um projeto cientifico.
Ele acha q o mundo e' um lugar pior de se viver com as religioes.
Ele acha q as religioes ja' causaram muito mal aa humanidade e q
chegou a hora das pessoas bem educadas e de bem darem um basta ao q
considera uma longa era de ignorancia, opressao, odios e
sectarismos. Dawkins usa a Ciencia como instrumento de convencimento
das pessoas para suas teses anti-religiosas. Isso e' diferente de se
afirmar q a Ciencia se propoe a tirar Deus das pessoas. Deus para a
Ciencia e' apenas uma hipotese desnecessaria.


>
> Não é surpresa para ninguém que existem tensões entre ciência e
religião. Santo Agostinho, o
> primeiro grande teólogo do cristianismo, afirmava que o pensamento
aplicado à natureza leva ao
> pecado e à perdição; que, para obter a redenção, o importante é
dedicar-se à adoração do
> eterno.

>>>>E' mesmo? Santo Agostinho tb achava q as coisas se originaram em
Deus, que a partir do nada as criou. Pois o que muda e se move, o
que é relativo e passa ou desaparece requer o imutável e o absoluto,
essência do próprio Deus, que criou as coisas segundo modelos
eternos como ele mesmo. Assim, no pensamento agostiniano, tudo o que
existe no mundo foi criado ao mesmo tempo, em estado de germe e de
semente. Como estes existem desde o início, a história do mundo
evolui continuamente, mas nada de novo se cria. Santo Agostinho
achava q entre os seres da criação existe uma hierarquia, em que o
homem ocupa o segundo lugar, depois dos anjos. Pergunto: E dai'?



> Mas a verdade é que a relação entre ciência e religião é bem mais
complexa do que essa divisão
> superficial entre dois campos, o da razão e o do espírito.

>>>>Eu diria q a divisao e' mais entre os campos do natural e do
sobrenatural. E essa nao e' uma divisao superficial, e' profunda.
Sao duas visoes de mundo irreconciliaveis em essencia. Qq
conciliacao implica em algum nivel de auto-engano, ou, mais
frequentemente, auto-indulgencia.


Infelizmente, volta e meia aparecem
> depoimentos que exacerbam exatamente essa polarização destrutiva.
É o caso de três livros
> recentes: "O Fim da Fé" ("The End of Faith"), de Sam
Harris; "Quebrando o Feitiço" ("Breaking
> the Spell"), de Daniel Dennett; e "A Delusão Divina" ("The God
Delusion"), de Richard Dawkins.

>>>>'Delusao'? Nao e' melhor 'Ilusao'?


> É sobre o livro de Dawkins, o mais virulento de todos os três, que
escrevo hoje.
> Primeiro, vamos às apresentações. Richard Dawkins é um biólogo
especializado na teoria da
> evolução, professor em Oxford, Inglaterra, e um dos divulgadores
de ciência mais famosos do
> mundo, com best-sellers como "O Gene Egoísta" e "O Relojoeiro
Cego". Dawkins é um ateu
> declarado. Até aí tudo bem; muitos cientistas o são.

>>>>Inclusive Gleiser, segundo ele proprio, mas ele nao gosta muito
de comentar isso, pq se se declarar religioso, perde ibope entre
seus pares, e se se declarar ateu, perde ibope entre seus leitores e
telespectadores. Como disse, auto-indulgencia...


Para muitos, mas não todos, é importante
> frisar isso: a conciliação entre uma descrição científica do
mundo -baseada na obtenção de
> informação empírica da natureza por meio de experimentos e
observações quantitativas- e a
> aceitação de uma realidade sobrenatural, inescrutável à razão
humana, é impossível.

>>>Ate' ele reconhece isso, pelo menos...


Já para
> alguns, o estudo da ciência serve para comprovar a beleza da
criação.


>>>>Criacao no sentido natural ou sobrenatural? Gleiser passa batido
nessa, claro. No sentido nao-sobrenatural, tanto Dawkins, como
Dennet e Harris sao grandes admiradores da beleza do Universo, desde
sua criacao (nao sobrenatural) ate' seu desenvolvimento do ponto de
vista fisico e biologico. Ate' ai' e' chover no molhado. Com um
maior conhecimento cientifico de como o Universo funciona, a
admiracao estetica de sua beleza ate' aumenta.


Imagino que Dawkins
> considere esses cientistas religiosos no mínimo incompetentes.


>>>>>Nao, apenas auto-indulgentes.


> Para ele, a ciência é um clube fechado, onde só entram aqueles que
seguem os preceitos do seu
> ateísmo, tão radical e intolerante quanto qualquer extremismo
religioso.


>>>>Dawkins separa Ciencia e ideologia. E e' intolerante - e radical
nessa intolerancia - com aquilo q considera q homens de bem nao
podem tolerar.


Dawkins prega a
> intolerância completa no que diz respeito à fé, exatamente a mesma
intolerância a que se opõe.

>>>>Ele nao se incomoda q os religiosos sejam intolerantes com os
ateus. Apenas cobra reciprocidade, pois nao considera q religioes
tenham 'carta branca' pra serem anti-eticas, imorais e anti-sociais,
qdo e' considerado socialmente aceitavel, ate' elogiavel, ser
intolerante com outras praticas anti-eticas, imorais e anti-sociais.
Ele considera as religioes um mal, e tem argumentos concretos para
suportar essa ideia. E ele acha, como todas as pessoas de bem, q o
mal nao deve ser tolerado. Mas ele, como disse, combate ideias com
ideias. Ele nao quer proibir a pratica das religioes. Quer convencer
as pessoas q a religiao e' um mal q deve ser extinto. Esta' no seu
pleno direito. Como disse, isso se chama liberdade de expressao e
manifestacao, o cerne da democracia.


> Vejamos um de seus argumentos. Se a complexidade do mundo foi
criada por uma divindade, esta
> deve ser necessariamente mais complexa do que tudo o que criou.
Porém, segundo a teoria da
> evolução, isso é impossível: a complexidade é produto da evolução.
A divindade criadora
> deveria ter sido a última e não a primeira a surgir.
> A quem Dawkins dirige um argumento desses? Certamente não aos
religiosos.

>>>>Por q nao? Religiosos sao incapazes de raciocinar?


Qualquer pessoa que
> conheça um mínimo de teologia sabe muito bem que a idéia
fundamental das religiões é que o
> divino não segue as regras causais que regem o mundo material.
Deuses não evoluem; são
> absolutos, existem fora do tempo.

>>>>E' exatamente esse conceito q Dawkins quer mostrar q e'
destituido de fundamento.


Ele afirma que seu alvo são os "indecisos", que não
> acreditam em causas sobrenaturais mas não se declaram ateus. Será
esse o modo de resolver o
> embate entre ciência e religião?

>>>>Na opiniao de Dawkins, sim.


> Na minha humilde opinião, absolutamente não.


>>>Esta' no seu pleno direito.


A atitude belicosa e intolerante do cientista
> britânico só causa mais intolerância e confusão.


>>>>'The God Delusion' e' best seller no Reino Unido e Estados
Unidos. Acho q a tese ateia pode estar ganhando adeptos, q podem
estar ficando menos confusos sobre religiao.


Seu grande erro é negar a necessidade que a
> maioria absoluta das pessoas tem de associar uma dimensão
espiritual às suas vidas.


>>>>Tem de modo inato? Ou foram ensinadas a ter na tenra infancia?
Dawkins propoe quebrar esse possivel ciclo vicioso.


> Um erro meio parecido com o do materialismo dialético dos
comunistas, em que tudo é atribuído
> a causas materiais.

>>>>Essa foi a unica parte do comunismo q se manteve. O capitalismo
sempre se pautou por essa tese, mesmo antes de Marx desenvolve-la de
modo sistematico.


Tirar Deus das pessoas e colocar um líder fascista no seu lugar não

> certo.

>>>>Dawkins nunca propos isso. E a maioria dos lideres fascistas era
religiosa.


A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas.

>>>>De novo: Deus e' irrelevante para a Ciencia.


Se é essa a sua guerra, então
> ela já perdeu.

>>>>Q tal esperar pra ver?



> O que a ciência pode fazer é proporcionar outra forma de
espiritualidade, ligada ao mundo
> natural e não ao sobrenatural, à cativante magia da descoberta. É
esse naturalismo, essa
> entrega à natureza e aos seus mistérios, que dá à ciência a
dimensão espiritual que a torna
> humana.

>>>>Isso e' incompativel com a visao religiosa, portanto
sobrenatural, do mundo. Nao se pode servir a dois senhores.


>
> MARCELO GLEISER é professor de física teórica do Dartmouth
College, em Hanover (EUA), e autor
> do livro "A Harmonia do Mundo"
>
> Gil


>>>>Mato a cobra e mostro a cobra morta: A posicao de Gleiser sobre
Deus em entrevista aa revista Epoca (Edição 429 - 07/08/2006):

(de http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75008-5856-
429,00.html )

===============

Época - No que você se identifica com o Kepler?

Gleiser - Ele via a Ciência como uma missão espiritual, ele achava
que só a Ciência seria capaz de decifrar os grandes mistérios da
existência. Para ele isso tinha a ver com Deus, ele era um cara do
século XVII, queria entender a mente de Deus. Mas essa
espiritualidade dele eu compartilho. Eu sou ateu, não sou nem
agnóstico, mas eu acredito nessa espiritualidade da Ciência, nessa
necessidade que a gente tem de voltar à natureza. E a Ciência faz
isso.

Época - Para Kepler, fazer Ciência era um tributo a Deus. E para
você?

Gleiser - Deus para mim é a natureza. Você pode chamar Deus de
muitas coisas. Para mim é esse poder criativo que existe na
natureza. A Ciência permite que a gente entenda como a natureza
funciona e, por isso, é um caminho até Deus, mas entendendo Deus
dessa forma -- e não como o Deus monoteísta, judaico-cristão.

==========

Aproveitando o ensejo, remeto ao artigo abaixo q mostra as muitas
besteiras escritas por Gleiser na area de divulgacao cientifica - na
verdade e' um pessimo divulgador cientifico, com muita fama e pouco
conteudo, mal-visto por seus pares, impreciso e indutor de erros de
compreensao:

MARTINS, Roberto de Andrade. Como distorcer a física: considerações
sobre um exemplo de divulgação científica. 2 –
Física moderna. Caderno Catarinense de Ensino de Física 15 (3): 265-
300, 1998.

Integra do artigo em: http://www.ifi.unicamp.br/~ghtc/danca2.htm

Outra coisa: Ganhou bolsa do CNPq e nao voltou ao Brasil como estava
no contrato. Tem um processo contra ele no MCT, parado por motivos
burocraticos.

Abs,
Eduardo Torres





SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 02:23

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
> A coragem do suicida vem da crenca q vai renascer num
> Setimo Ceu com 74 virgens aa sua disposicao. Allah Akbar!

Isso é uma caricatura q não corresponde bem à realidade.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Pergunte aos nobelistas
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 08:50

A SciAm abre oportunidade para seus leitores fazerem perguntas aos
vencedores do premio Nobel deste ano.

http://sciam.com/article.cfm?articleid=30A40BD3-E7F2-99DF-3201769A4C7E1ACE

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/11/2006 10:13


----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, November 30, 2006 2:23 AM
Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
> > A coragem do suicida vem da crenca q vai renascer num
> > Setimo Ceu com 74 virgens aa sua disposicao. Allah Akbar!

> Isso é uma caricatura q não corresponde bem à realidade.

> []s,

> Roberto Takata


Exatamente. São 21 virgens, não 74!

[ ]s

Alvaro Augusto



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 11:09

Nao e' caricatura, Takata.

Infelizmente e' a realidade.

Inclusive a parte das virgens. Q sao 72.

Como disse, eu mato a cobra e mostro a cobra morta:

Vamos ouvir os proprios?

(De: http://www.timesonline.co.uk/article/0,,7-1692606,00.html )

(Esse artigo foi escrito por Nasra Hassan, jornalista de origem arabe
q mora na Austria. De 1996 a 1999 Hassan entrevistou cerca de 250
pessoas envolvidas com as mais ativas organizacoes da resistencia
palestina nos territorios ocupados por Israel, incluindo voluntarios
q falharam em missoes suicidas, familia de homens-bomba q cumpriram
suas missoes e os homens q os treinaram.)

Alguns trechos do artigo:

=======================

'I met an imam affiliated with Hamas, a youthful, bearded graduate of
the prestigious al Azhar University in Cairo. He explained that the
first drop of blood shed by a martyr during jihad washes away his
sins instantaneously. On the Day of Judgment, he will face no
reckoning. On the Day of Resurrection, he can intercede for 70 of his
nearest and dearest to enter Heaven; and he will have at his disposal
72 houris, the beautiful virgins of Paradise. The imam took pains to
explain that the promised bliss is not sensual. '

'In Gaza, S is celebrated as a young man who "gave his life to Allah"
and whom Allah "brought back to life". '

"It's as if a very high, impenetrable wall separated you from
Paradise or Hell," he said. "Allah has promised one or the other to
his creatures. So, by pressing the detonator, you can immediately
open the door to Paradise — it is the shortest path to Heaven."

'S showed me a video that documented the final planning for the
operation. In the grainy footage, I saw him and two other young men
engaging in a ritualistic dialogue of questions and answers about the
glory of martyrdom. S, who was holding a gun, identified himself as a
member of al-Qassam, the military wing of Hamas, which is one of two
Palestinian Islamist organisations that sponsor suicide bombings.
(Islamic Jihad is the other group.) "Tomorrow, we will be martyrs,"
he declared, looking straight at the camera. "Only the believers know
what this means. I love martyrdom." '

'The young men and the planner then knelt and placed their right
hands on the Koran. The planner said: "Are you ready? Tomorrow, you
will be in Paradise." '

======================

A integra do artigo:

======================

The Times July 14, 2005

Cover story

Are you ready? Tomorrow you will be in Paradise . . .

Nasra Hassan

What motivates a suicide bomber? Our correspondent talks to a young
Muslim who survived his intended 'martyrdom' and describes the
terrorists' rigorous training

AT DAWN, when the three men heard the morning call to prayer from a
mosque in the village below their hideout in the hills, they knelt
and uttered the traditional invocation to Allah that Muslim warriors
make before setting off for combat. They put on clean clothes, tucked
the Koran into their pockets, and began the long hike over the hills
and along dry riverbeds to the outskirts of Jerusalem.

In the Palestinian neighbourhoods of East Jerusalem, they walked in
silence so that their accents, the guttural vernacular of Gaza, would
not arouse suspicion. It was June 1993, and they were members of the
Palestinian fundamentalist group Hamas. Along the way, they stopped
to pray at every mosque. At dusk, they boarded a bus that was heading
toward West Jerusalem, filled with Israeli passengers. When the
driver thwarted their attempt to hijack the vehicle, they tried to
detonate the homemade bombs they were carrying.

The bombs failed to go off, so they pulled out guns and began firing
wildly. The shots injured five passengers, including a woman who
later died. The young men fled the bus, hijacked a car at a red
light, and forced the driver to take them toward Bethlehem. Israeli
security forces stopped them at a military checkpoint, and in a gun
battle two of the young men and their hostage were killed. The third
hijacker, whom I will call S, was struck by a bullet in the head; he
lay comatose for two months in Israeli hospitals. Finally, he was
pronounced brain-dead, and the Israelis sent him back to his family
in the Gaza Strip to die.

But S recovered, and when we met, five years later, he told me his
version of the events. By then, he was married and the father of
three sons. Each of them had been named for shaheed batal — "martyr
heroes".

In Gaza, S is celebrated as a young man who "gave his life to Allah"
and whom Allah "brought back to life".

He was polite as he welcomed me into his home. The house was
surrounded by a high cement wall that had been fortified with steel.
We sat down in a large, simply furnished room whose walls were
inscribed with verses from the Koran. On one wall was a poster
showing green birds flying in a purple sky, a symbol of the
Palestinian suicide bombers.

S had just turned 27. He is slight, and he walked with a limp, the
only trace of his near-death. He invited his wife to join us, and he
answered my questions without hesitation.

I asked him when, and why, he had decided to volunteer for
martyrdom. "In the spring of 1993, I began to pester our military
leaders to let me do an operation," he said. "It was around the time
of the Oslo accords, and it was quiet, too quiet. I wanted to do an
operation that would incite others to do the same. Finally, I was
given the green light to leave Gaza for an operation inside Israel."

"How did you feel when you heard that you'd been selected for
martyrdom?" I asked.

"It's as if a very high, impenetrable wall separated you from
Paradise or Hell," he said. "Allah has promised one or the other to
his creatures. So, by pressing the detonator, you can immediately
open the door to Paradise — it is the shortest path to Heaven."

S was one of 11 children in a middle-class family that, in 1948, had
been forced to flee from Majdal to a refugee camp in Gaza, during the
Arab-Israeli war that started with the creation of the State of
Israel. He joined Hamas in his early teens and became a street
activist.

In 1989, he served two terms in Israeli prisons for intifada
activity, including attacks on Israeli soldiers. One of his brothers
is serving a life sentence in Israel.

I asked S to describe his preparations for the suicide mission. "We
were in a constant state of worship," he said. "We told each other
that if the Israelis only knew how joyful we were they would whip us
to death! Those were the happiest days of my life."

"What is the attraction of martyrdom?" I asked.

"The power of the spirit pulls us upward, while the power of material
things pulls us downward," he said. "Someone bent on martyrdom
becomes immune to the material pull. Our planner asked, `What if the
operation fails?' We told him, `In any case, we get to meet the
Prophet and his companions, inshallah.'

"We were floating, swimming, in the feeling that we were about to
enter eternity. We had no doubts. We made an oath on the Koran, in
the presence of Allah — a pledge not to waver. This jihad pledge is
called bayt al-ridwan, after the garden in Paradise that is reserved
for the prophets and the martyrs. I know that there are other ways to
do jihad. But this one is sweet — the sweetest. All martyrdom
operations, if done for Allah 's sake, hurt less than a gnat's bite!"

S showed me a video that documented the final planning for the
operation. In the grainy footage, I saw him and two other young men
engaging in a ritualistic dialogue of questions and answers about the
glory of martyrdom. S, who was holding a gun, identified himself as a
member of al-Qassam, the military wing of Hamas, which is one of two
Palestinian Islamist organisations that sponsor suicide bombings.
(Islamic Jihad is the other group.) "Tomorrow, we will be martyrs,"
he declared, looking straight at the camera. "Only the believers know
what this means. I love martyrdom."

The young men and the planner then knelt and placed their right hands
on the Koran. The planner said: "Are you ready? Tomorrow, you will be
in Paradise."

SINCE 1982, I have been an international relief worker. In 1996 I was
posted to the Gaza Strip during one of the most vicious cycles of
suicide bombings. To understand why certain young men voluntarily
blow themselves up in the name of Islam, I began, without official
sponsorship, to research their backgrounds and the beliefs that had
led them to such extreme tactics.

I was warned that my interest in trying to understand the suicide
missions was dangerous. But eventually, when the people who were
observing me had assured themslves of my credentials — an important
one was that I am Muslim and from Pakistan — I was allowed to meet
members of Hamas and Islamic Jihad who would help me. "We are
agreeing to talk to you so that you can explain the Islamic context
of these operations," one man told me. "Even many in the Islamic
world do not understand."


SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Gil - Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: GiL <viajantelink@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 11:11

Olá, Homero :)

Como nao li o livro do Dawkins, nao tenho como aprofundar argumentações, até porque, só vi
citações e interpretações dele, atéo momento. O que eu disse se baseia nisso, e pode muito bem
tratar-se de erro induzido por citações fora de contexto.

Mas minha posiçao é que o fenômeno" homem-bomba nao pode ser analisado de maneira indiferente
á política, história, e atualidade do oriente Médio. E, sim, acho que é preciso muito cuidado
ao tratar desses assuntos, pra nao correr o risco de lutar contra uma caricatura do chamado
"homem-bomba". Poucos religiosos , por mais fundamentalistas que sejam, no Brasil, Qatar, ou
Bahrain, se disporiam a explodirem-se pra levar meia duzia de soldados embora.

Mas imagine que você perdeu amigos, ou parentes, ou amigos de parentes.. enfim.. que você ,
desde pequeno, ouve historias reais e horriveis sobre pssoas mortas covardemente, através de
bombardeios, ou ataques contínuos. Pessoas são queimadas, mutiladas, passam fome, etc. Neste
caso, sim, o ódio cresce, e pode começar atraente a idéia de se explodir levando junto aqueles
que, na sua cabeça, representam o poder politico que destruiu a sua vida, ou a de familiares,
e que, na verdade, sempre parece estar rondando a sua vida.

Antes do 11/7, antes da Al Qaeda, houve décadas e décadas de ataques contínuos áqueles
territorios onde viviam os hoje chamados homens-bomba. Esses ataques continuam, ainda hoje, e
na minha opinião, foram grande parte da força que criou esse exército de pessoas indiferentes
com as próprias vidas.

Existe religiao em todo lugar do mundo, mas os homens-bomba predominam nas áreas de intenso e
contínuo conflito, não em países como Brasil. O que eu acho, é que faltou a contraparte
politica da situaçao, pelo menos nas citações que vi em artigos, e aqui na Ciencialist. Mas...
pra afirmar isso com certeza, eu teria de ler o livro do Dawkins, e isso nao fiz ainda. De
fato, nisso , tenho de dar o braço a torcer. Me baseio em citações que podem muito bem dar uma
impressão distorcida do contexto geral do livro.


> Ele não omitiu, na verdade, boa parte das motivações de Dawkins, assim como de outros, é a
> pressão dessa direita religiosa, que apoia o Bush, sobre o estado laico.

Perfeitamente, e concordo com ele, nesse caso.

> Não sei o quanto você entende de física avançada, mas Dawmkins entende um bocado de
> conflitos e de fundamentalismo. Mas, nem é preciso entender do assunto para não gostar e
> para kutar contra essas posições. Basta os efeitos que elas causam nas pessoas e sociedades
> para perceber que não são benéficos. O combustível do fanatismo não é apenas desespero,
> embora ajude muito. Há tantos cristãos fundamentalistas e fanáticos no rico, e cheio de
> esperança, USA quanto nos paises pobres, e deseperados, do Islã. É a fé, a certeza absoluta
> de fazer o que é certo aos olhos da divindade que permite que se chegue ao limite do
> fanatismo.

De física avançada, quase nada :)

O fanatismo existe, e o Dawkins, assim como qualquer outra pessoa (inclusive eu) está com toda
a razão de criticar. Mas o ataque suicida, eu considero como sendo um fenômeno em separado.

O patriotismo exacerbado, como o dos Kamikazes, dos suicidas Norte-coreanos, ou qualquer
outro, gera o mesmo efeito com o fator religiao em nível muito diferente. Na verdade, a
religiao serve como "idéia cujo valor se sobrepõe a própria vida do individuo. Nesse sentido,
o patriotismo, o amor, o medo, a família, enfim... muitos fatores podem gerar o ímpeto
suicida, e isso numa área de conflito contínuo, considero a receita do "homem-bomba". Com fé,
ou sem fé, ele terá a motivaçao para o ataque suicida, bastando que considere sua vida como um
sofrimento interminável,considerando os soldados estrangeiros como responsáveis.

Pergunta: Esses homens e mulheres deixariam de ser guerreiros suicidas se fossem ateus, vendo
seus amigos e parentes morrendo, sendo presos, torturados, etc? Seria tao dificil assim ter um
ideal "superior" a essa vida terrivel? Eu acho que não, o sofrimento que passam é mais que
suficiente pra motivar coisas desse tipo. E os fundamentalistas *se aproveitam* disso, mas
duvido que conseguiriam se nao fossem as condiçoes miseraveis de existencia imposta a essas
pessoas, seja pelos "cruzados" modernos, seja pelos "democráticos" (No fundo, faces da mesma
politica ).


Acho que aí é que surgem as distorções convenientes, em que o fenomeno é associado unicamente
a sua variação religiosa, gerando a idéia de uma "raça" bárbara de religioso fanáticos
suicidas, preservando a imagem do ocidente secular (obviamente, na hora dos votos, e de buscar
a guerra, se apela aos velhos fundamentalistas caseiros, cujos votos são garantidos). É o
discurso duplo, que convive em nossa imaginaçao, e deve ser desmascarado sempre que possivel.


> Pois me parece que é justamente combatendo a intolerânica onde ela se apresenta de forma
> mais clara e cristalina (e fundamental), é combater religiões organizadas, que,
> intolerantemetne, pretendem ensinar a crianças que a única visão correta de tudo é delas, e
> não das outras. Perceba que, com toda a pressão da modernidade sobre a ICAR, ela ainda
> defende, precisa defender, que é a única verdadeira, e que sua forma é a única correta.
> Religiões não tem escolha.
> Por isso o atual Chico Bento VII retomou a combate ao "reltivismo" que aprenta toda crença
> como válida. Ele, claro, pregará o respeito pro outras religiões, mas o respeito de quem
> está certo mas com pena dos que estão errados. Não são frases minhas, mas do Papa.
> O jogo não é simplista, é claro: doutrinar crianças com mitos e crenças ancestrais, como se
> fosem verdades absolutas, é daninho e combater essa ação, benéfico.

Concordo com o combate a esse tipo de fundamentalismo, só o estou separando da imagem
caricatural construída nos ultimos anos, simplificando demais uma situaçao muito mais
complicada, eque nao pode ser reduzida somente á suas dimensoes religiosas. Isso seria ignorar
o fundo socio-politico em que elas surgiram.

> Gil: "Fico com o Marcelo Gleiser.. isso nao é ateísmo, é intolerância.
> Comparem com o trabalho do Sagan, , Jared Diamond ou Gould
> Abaixo vai o texto do Gleiser"
>
> A cada época suas necessidades. Adoro Sagan e seus livros, mas ele labutava em outra época,
> com outras pressões. Agora o avanço da ignorância, criacionismo, esoterismos,
> fundamentalismos, etc, exige ações diferentes. Ficar calado e quieto enquanto "garotinhos"
> enfiam aulas de religião evangelica pela garganta de crianças indefesas não é razoável.

De fato, mas ainda acho que Sagan é inspirador nesses casos. Veja o trecho a seguir:

Nota: "Carlos" é um charlatao que ele acabava de desmascarar. A seguir, vem este:

... "Mas o que me preocupa é que vai surgir um Carlos vendendo um peixe bem maior - atraente,
dominador, patriótico, transpirando liderança. Todos nós ansiamos por um líder competente,
incorruptível, carismático. Não deixaremos de nos agarrar à oportunidade de nos fortalecermos,
de acreditarmos, de nos sentirmos bem. A maioria dos repórteres, editores e produtores -
arrebatados como todos nós - se esquivará de um verdadeiro exame cético. Ele não vai vender
orações, cristais ou lágrimas. Venderá talvez uma guerra, um bode expiatório ou um amontoado
muito mais abrangente de crenças que o de Carlos. Seja o que for, esse fenômeno será
acompanhado por alertas sobre os perigos do ceticismo."

Ele escreveu isso no livro "O mundo assombrado pelos demônios". 10 anos depois, eu é que
fiquei assombrado ao ver que isso foi publicado em 1995!

> Sempre leio um texto do Gould, onde ele desfia seu incomodo (e até mesmo sua raiva) contra o
> uso que evagélicos, cristãos e criacionistas fazem de suas diferenças com outros biológos,
> sobre a evolução. E ele considera daninho e desonesto essas ações, e bastante prejudiciais.
> Hoje, se fosse vivo e ainda escrevesse para o público, aposto como ficaria ao lado de
> Dawkins (ao contrário da lenda, eles se davam bem, se correspondiam e defendiam a mesma
> ciência contra a ignorância).

Acho que ele chegou a escrever um artigo em conjunto com Dawkins, manifestando contra o
criacionismo.

Nao economize palavras, Homero, manda ver!

Abraço

Gil

Obs: Eduardo, depois respondo a sua msg, hora do almoço!








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SUBJECT: Encontrado sistema solar com planeta em zona habitável
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 11:47

Encontrado sistema solar com planeta em zona habitável

Os planetas foram descobertos após mais de dois anos de estudo da
estrela HD 69830, que é apenas um pouco menor que o nosso Sol

Carlos Orsi

SÃO PAULO - Astrônomos europeus anunciam, na edição desta quinta-
feira da revista científica Nature, a descoberta de um sistema solar
com três planetas - dois deles, provavelmente de rocha, como a Terra -
e um cinturão de asteróides, orbitando uma estrela semelhante ao
Sol. O sistema fica na constelação de Puppis (a Popa), a 41 anos-luz
da Terra. E um dos planetas do sistema fica dentro da chamada zona
habitável, onde a temperatura permite a existência de água no estado
líquido.

Simulações teóricas sugerem que o planeta que fica mais próximo da
estrela central do sistema seja composto de rocha. Já o planeta do
meio teria uma composição mista, de rocha e gás. O terceiro, que é o
que está na zona habitável, provavelmente é feito de um núcleo de
rocha e gelo, envolto num denso envelope gasoso.

Embora essas condições não sejam favoráveis à presença de vida, ele
poderia ter luas rochosas onde existiria água, fator essencial para a
vida como a conhecemos.

O fato de observações do telescópio espacial Spitzer terem revelado
que é altamente provável que esse sistema tenha também um cinturão de
asteróides põe "uma cereja no bolo", segundo um dos autores do
trabalho que descreve a descoberta dos planetas, Willy Benz, da
Universidade de Berna, citado em nota do Observatório Europeu Sul
(ESO), no Chile, onde ocorreu a descoberta.

Os planetas foram descobertos após mais de dois anos de estudo da
estrela HD 69830, que é apenas um pouco menor que o nosso Sol. A
descoberta dos planetas foi indireta - feita a partir de variações na
velocidade da estrela. Os três mundos giram em torno de HD 69830 com
períodos de 8,67, 31,6 e 197 dias, respectivamente.

Os dois planetas que giram mais perto da estrela têm massas de cerca
de 10 vezes a da Terra. O terceiro, de 18 vezes.

Esses três novos mundos elevam o total de exoplanetas - planetas fora
do nosso sistema solar - conhecidos a 190, e aumentam a probabilidade
de que sistemas solares estáveis, contendo mundos rochosos
semelhantes à Terra, sejam comuns no Universo.

Fonte: http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/mai/17/313.htm




SUBJECT: Off-topic p/Homero
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 12:20

Oi Homero,

Recebeste o livro que te enviei?

[],
Manuel Bulcão



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 13:02

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
> Infelizmente e' a realidade.

http://abcnews.go.com/Nightline/LondonBlasts/story?id=1004809&page=1
http://www.cbsnews.com/stories/2003/05/23/60minutes/main555344.shtml
http://news.nationalgeographic.com/news/2004/12/1213_041213_tv_suicide_bombers.html

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 13:03

Muçulmanos não são terroristas, os terroristas é que podem ser muçulmanos!

Na história , tivemos terroristas de todas as religiões , seitas e
ideologias, inclusive os ateus comunistas! - Além dos cientistas que
idealizaram e ajudaram a construir a bomba atomica :-)


Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
<dudutorres@...> escreveu
>
> Nao e' caricatura, Takata.
>
> Infelizmente e' a realidade.
>
> Inclusive a parte das virgens. Q sao 72.
>
> Como disse, eu mato a cobra e mostro a cobra morta:
>
> Vamos ouvir os proprios?
>




SUBJECT: Re: Fw: Trabalho de física
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 13:36

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Quem quer estraçalhar essa?

Podem ser apenas alguns arranhões?

> 1. Como é possivel colocar um satelite estacionario em orbita em
torno da terra?

Agora que o ônibus espacial está sendo aposentado, só usando foguetes,
pelo menos enquanto não sai o elevador espacial.

> 2. Quais são as etapas do movimento até que o satelite permaneça
realmente estacionario?

A órbita estacionária, também chamada de órbita geossíncrona, ou
órbita geoestacionária, ou órbita Clarke (em homenagem ao Arthur
Clarke, que parece que foi o primeiro a calculá-la), é uma órbita
equatorial na altitude aproximada de 35.000km. Um satélite colocado a
orbitar a Terra nesta altitude dará uma volta em torno da Terra a cada
24h ou, em outras palavras, parecerá estacionado sobre um ponto da
superfície da Terra.

http://www.cosmo.com.br/hotsites/cenarioxxi/2006/03/26/materia_cen_145233.shtm
http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93rbita_geoestacion%C3%A1ria

http://www.hispasat.com/Detail.aspx?SectionsId=170&lang=pt

Lançamento e colocação em órbita
A colocação do Hispasat 1D em órbita geostacionária foi realizada em
duas fases diferentes:

1.- Fase de Lançamento

A fase de lançamento tem como missão a colocação do satélite na órbita
de transferência, para o que se utiliza o veículo lançador Atlas II
AS. Esta fase é desenvolvida em distintas etapas:

- Etapa ATLAS e separação da cobertura da carga útil

A etapa Atlas é a primeira fase de propulsão do satélite através do
foguete lançador. Dois minutos depois do lançamento é produzida a
separação dos propulsores de apoio de combustível sólido e, 45
segundos depois, a separação do conjunto de motores auxiliares de
propulsão. Durante a fase final de impulso do Atlas é produzida a
separação da cobertura da carga útil. O veículo alcança, neste ponto,
100 Km de altura e viaja a uma velocidade de quase 9.000 Km/h. Aos 5
minutos do lançamento, com o apagado e a separação dos motores Atlas
do veículo lançador, se inicia a segunda etapa.

- Etapa Centauro e colocação em órbita de transferência

O satélite se encontra situado a mais de 160 Km de altura e viaja a
uma velocidad de 20.000 Km/h. O propulsor Centauro desta etapa está
encarregue de colocar o satélite em sua órbita de transferência
geoestacionária. Aos 26 minutos de lançamento começa a última fase de
voo conjunto. O lançador é reorientado para proceder à separação do
satélite. Uma pequena rotação de todo o conjunto ajudará a estabilizar
a manobra. Meia hora depois da descolagem, a missão do lançador foi
concluída: o Hispasat 1D gira ao redor da Terra em sua órbita de
transferência geoestacionária, órbita que será percorrida duas vezes e
meia. Durante este trajeto é produzido o desdobramento parcial dos
painéis solares, orientados em direção ao Sol que são sua fonte de
energia.

A sequência de eventos do lançamento é indicada a seguir.
(figura, veja a página na Web)

2.- Fase de colocação em órbita geoestacionária

Uma vez separado o satélite do lanzador, o satélite terá que realizar
uma sequência de manobras para alcançar a órbita geoestacionária, que
é a órbita que utilizada para que o satélite proporcione os serviços
de comunicações.

Com um primeiro impulso do motor de apogeu que dura 40 minutos, o
satélite aumenta sua velocidade e se situa em uma órbita intermédia de
menor excentricidade. O satélite percorre esta órbita três vezes. Com
um segundo impulso é alcançada uma órbita ainda menos excêntrica que
será percorrida mais três vezes. Um terceiro impulso coloca o satélite
em uma órbita cujo perigeu já se encontra a uma distância similar à da
órbita geoestacionária final. O último impulso posiciona o satélite
muito próximo de sua órbita geoestacionária definitiva, a uns 36.000
Km de distância da Terra e sobre o plano do Equador na longitude 30º
Oeste, verticalmente em relação ao Oceano Atlântico.

As seguintes operações têm por finalidade a preparação do satélite
para o desenvolvimento de sua missão. Em primeiro lugar, é feita a
aquisição solar orientando o satélite em direção ao sol; a seguir, é
produzido o desdobramento total dos painéis solares. Finalmente todo o
conjunto é reorientado para fazer a aquisição da Terra e a órbita é
corrigida e sincronizada até alcançar o ponto definitivo a partir de
onde o satélite entrará em serviço. A partir deste momento, o Hispasat
1D estará permanentemente sob a supervisão dos técnicos do Centro de
Controle da HISPASAT, situado na localidade de Arganda.

> 3. Qual a velocidade que a terra gira ao redor do sol?

A órbita da Terra é elíptica, e, em conseqüência disto, a velocidade
não é constante, mas se você quer uma velocidade aproximada, dá para
"fazer de conta" que a órbita é circular.

Neste caso, o raio da órbita pode ser também arredondado para 150
milhões de quilômetros, ou 1,5e8 km. Vamos arredondar o período da
rotação para 365,25 dias, ou 8766 horas. A Terra percorre então,
2*PI*Raio = 942.477.796 km em 8766 horas, ou seja, a velocidade é de
aproximadamente 107.500 km/h - esta é uma aproximação "para mais", já
que aumentei um pouquinho o raio da órbita, e diminuí um pouquinho o
período da mesma.

http://www.on.br/pergunte_astro/indice_resposta.php?id_tema=14

918: Qual a velocidade da terra nos movimentos de rotação e de translação?

Um ponto no equador move-se, graças ao movimento de rotação, a uma
velocidade de 1649 km/h.

O centro da terra possui uma velocidade média, por causa de seu
movimento orbital, de 107515 km/h.

Os astrônomos gostam de referirem-se à velocidade em unidades de km/s.
Assim, a rotação leva a uma velocidade de 1/2 km/s e a translação a 30
km/s.

-o=O=o-

Uma matéria curiosa que eu tropecei ao fazer algumas pesquisas para
responder a estas perguntas:
http://www2.uol.com.br/sciam/conteudo/materia/materia_30.html

[]s
--
César A. K. Grossmann



SUBJECT: Re: [RN] RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO DE 2.200 ANOS
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 15:06

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> Mecanismo achado em navio naufragado tem quase 2.200 anos e permitia
> prever eclipses do Sol e da Lua com anos de antecedência (e).

Sem querer desmerecer, mas parece que Stonehenge servia para a mesma
coisa e tem dois mil anos a mais de idade. O dispositivo dos gregos
tinha a vantagem de ser mais portátil, mas será que isto realmente era
uma vantagem? Quer dizer, a seqüência de eclipses em um determinado
lugar não é a mesma em outro lugar, e estou achando que o computador
dos gregos só servia para prever os eclipses em uma determinada cidade
grega.

Agora, para prever a posição dos planetas no céu aí não se depende da
latitude e longitude do observador. Precisa?

[]s
--
César A. K. Grossmann



SUBJECT: Re: Off-topic p/Homero
FROM: "p_h_a_n_t_o_m_6_6_6" <p_h_a_n_t_o_m_6_6_6@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 15:12

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão <manuelbulcao@...>
escreveu
>
> Oi Homero,
>
> Recebeste o livro que te enviei?
>
> [],
> Manuel Bulcão
>

ótimo off-topic!!!



SUBJECT: Re: [RN] RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO DE 2.200 ANOS
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 15:38

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, César A. K. Grossmann
> Sem querer desmerecer, mas parece que Stonehenge servia para a mesma
> coisa e tem dois mil anos a mais de idade.

A sim. O conhecimento em si não é uma surpresa. O q é peculiar é q os
gregos não são conhecidos pela aplicação tecnológica dos conhecimentos -
e o mecanismo do tal relógio é bastante intrincado, com engrenagens de
muito boa precisão.

> Quer dizer, a seqüência de eclipses em um determinado
> lugar não é a mesma em outro lugar, e estou achando que o computador
> dos gregos só servia para prever os eclipses em uma determinada cidade
> grega.

Ao q parece havia a possibilidade de se levar em conta o local -
delimitando o local em q o eclipse seria visível.

"Um dos detalhes supreendentes, por exemplo, é a presença de uma série
de referências geográficas. Há o nome da ilha de Faros, onde ficava o
famoso farol de Alexandria, no Egito. Há também a palavra grega
Hyspanía (Espanha) e nomes de pontos cardeais. Isso pode indicar que os
eclipses eram previstos junto com a cobertura geográfica deles --
afinal, eles não afetam o mundo todo da mesma maneira."
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,AA1368760-5603-630,00.html

Decoding the ancient Greek astronomical calculator known as the
Antikythera Mechanism
"The text near the lower back dial includes 'Pharos' and 'from south
(about/around)....Spain () ten'. These geographical references,
together with previous readings1 of 'towards the east', 'west-north-
west' and 'west-south-west' suggest an eclipse function for the dial,
as solar eclipses occur only at limited geographical sites, and winds
were often recorded17, 18, 19 in antiquity with eclipse observations.
Possibly this information was added to the mechanism during use."
http://www.nature.com/nature/journal/v444/n7119/full/nature05357.html
-------------
Já vejo um Dan Brown da vida elocubrando em cima desse aparelho.

Uau!

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 15:43

Mesmo nesses tres artigos fica claro o peso da religiao nessas acoes
suicidas.

Uma coisa e' arriscar a vida por uma causa, outra e' planejar
cuidadosamente uma acao cujo resultado sera' com 100% de certeza sua
morte - junto com alvos escolhidos propositalmente entre nao-
combatentes.

A religiao nao e' o unico motor do fanatismo, por certo, mas e' um
dos mais poderosos e influentes.

Abs,
Eduardo Torres


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata"
<roberto.takata@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
> > Infelizmente e' a realidade.
>
> http://abcnews.go.com/Nightline/LondonBlasts/story?id=1004809&page=1
> http://www.cbsnews.com/stories/2003/05/23/60minutes/main555344.shtml
>
http://news.nationalgeographic.com/news/2004/12/1213_041213_tv_suicide
_bombers.html
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Hawking
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/11/2006 15:44

O físico Stephen Hawking receberá o mais antigo prêmio científico do mundo, com uma pequena ajuda da Nasa.

A Royal Society britânica concede a Hawking, nesta quinta-feira, 30, a Medalha Copley, por suas contribuições à física teórica e á cosmologia. A Copley, criada há 275 anos, já foi concedida a figuras como Benjamin Franklin, Michael Faraday, Charles Darwin, Louis Pasteur e Albert Einstein. O exemplar que será entregue a Hawking esteve a bordo do ônibus espacial Discovery.

Durante a missão no espaço, Hawking disse que gostaria de "expressar sua gratidão" aos astronautas, pelo gesto.

Stephen Hawking é o autor do best-seller Uma Breve História do tempo e O Universo Numa Casca de Noz, livros que tentam traduzir alguns conceitos da física moderna para uma linguagem leiga. Entre suas previsões teóricas mais famosas, está a de que buracos negros, os objetos mais densos do Universo, podem evaporar lentamente, até desaparecer

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Lâmpada que acende sem energia
FROM: Robespierre B. Gonçalves <robespierre.goncalves@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 15:55

Prezados,

Movimentado esse assunto. Esclarecendo:

- "boquilha e bulbo tubular enrolado". Os bulbos são retos, 3 pares
com num triangulo. A rede é 110.

- "linhas de tensão": não moro perto de linhas de tensão. Mas isso
não explicaria o fato de apenas uma das quatro lâmpadas piscar.

- "O suporte da GE" não percebeu que a lâmpada pisca quando o
interruptor ESTÁ desligado.

- "NÃO PODE SER O REATOR?". Lâmpadas compactas tem reator?

- "fantasminha". Olhei por baixo das pernas (conforme um filme de
terrir japonês) mas não vi nenhum.

- "trajes íntimos de cuecão": ou são trajes íntimos ou de cuecão! O
cuecão é o único traje íntimo que uso! .. :)

Agradeço ao Prof. Léo, que mais uma vez respondeu a contento. As duas
luminárias estão ligados a disjuntores diferentes na cozinha. É mais
provável ser um deslize do eletricista mesmo.

[]s,
Robespierre B. Gonçalves
Recomendo -> http://piada.wordpress.com




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Historiadores do futuro confirmarão que Peterson disse:
> >Onde trabalho uma das lâmpadas, como colocado na mensagem
principal do tema, também pisca às vezes - mesmo com o interruptor
desligado. E aí?<
>
>
> Olá Peterson,
>
> primeiro, não use da palavra trabalho (fora do espírito da
ciência) ... isso me dá um certo mal estar! :-)
>
> segundo, e sobre a lâmpada, isso resulta de erros de
eletrotécnicos 'caseiros' ou de 'esquina'.
>
> Na instalação, a lâmpada fluorescente (ou todo seu equipo) deve ter
um fio ligado ao neutro da rede domiciliar e o outro fio ao terminal
NA (normalmente aberto) do interruptor. O fio fase da rede deve ser
ligado no contato central do interruptor. Isso tem seu porque na
segurança (se necessário, explico depois). Isso vale tb para lâmpadas
incandescentes.
> Se a ligação foi feita errada, com um dos fios da lâmpada ligada na
fase da rede, todo o sistema associado à lâmpada estará em alto
potencial elétrico. Acontece que a lâmpada está sempre próxima
do 'terra', do qual participam a calha de difusão da luz, o teto e o
próprio ambiente. Assim, há um permanente campo elétrico alternado
entre toda a estrutura ligada à lâmpada e esses 'terras' próximos.
Como trata-se de campo alternado isso pode (e realmente acontece)
desencadear cargas elétricas em capacitores e daí resulta em
circuitos de relaxação com períodos bem definidos, onde a descarga
(de pouca energia) ocorre via gás da lâmpada.
>
> Se vc 'subir na laje' e trocar a ordem dos fios fase e terra no
sistema da lâmpada, com certeza o problema terminará.
>
> CORRETO: (neutro)==lâmpada==interruptor (NA)
> .....................(fase) == interruptor (centro).
>
> ERRADO: (fase)==lâmpada==interruptor (NA)
> ................... (neutro) == interruptor (centro)
>
> []'
>
> Em tempo: li seu pedido sobre os 'vegetarianos'. Lembro que escrevi
algo sobre esse tema para a lista STRBrasil, mas não consegui
localizar. Apenas recordo que uma de minhas linhas que despertou
discussão foi: " .... Todavia, apesar de carnívoro, a etapa final do
homem como 'vegetariano' parece-me patente. Tornar-se vegetariano é
uma necessidade à sobrevivência e não uma escolha sadia e muito menos
espiritual. ...".
> Lembro que fiz uma exposição (bem superficial, pois não é minha
praia) sobre a cadeia alimentar e o crescimento da população,
resultando que ... no final só há possibilidade de serem (os que
viverão) vegetarianos. Comer 'grama' (até lá a ciência terá
descoberto alguma enzima ou bactéria que permitira a digestão da
celulose) será a solução!
> O Takata deve se lembrar melhor disso e indicar os links da thread.
>
> aquele abraço,
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "Peterson Leal" <petersonleal2000@...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: terça-feira, 28 de novembro de 2006 22:01
> Assunto: Res: [ciencialist] Re: Lâmpada que acende sem energia
>
>
> Falando no assunto...
> Onde trabalho uma das lâmpadas, como colocado na mensagem principal
do tema, também pisca às vezes - mesmo com o interruptor desligado. E
aí?
>
>
>
> _______________________________________________________
> Novidade no Yahoo! Mail: receba alertas de novas mensagens no seu
celular. Registre seu aparelho agora!
> http://br.mobile.yahoo.com/mailalertas/
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
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> Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>
> --
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.5.430 / Virus Database: 268.14.16/551 - Release Date:
25/11/2006 10:55
>




SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: André Roviralta Dias Baptista <andrediasbaptista@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 15:55

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata"
<roberto.takata@...> escreveu
>
> http://abcnews.go.com/Nightline/LondonBlasts/story?
id=1004809&page=1

Esse artigo diz que o terroristas suicidas não são loucos, mas que
dadas as "condições adequadas" pessoas normais podem cometer esses
atos - mas entre as "condições adequadas" certamente está o
fanatismo religioso.

Mantenho, no entando, minha posição moderada em relação aos
religiosos - pode chamar de "redução de danos". Assim como não dá
para pedir que as pessoas deixem de transar, é difícil pedir que
deixem de acreditar - religião dá prazer, isso é fato. Mas podemos
orientar as pessoas para que pratiquem "religião segura" de forma a
minimizar os danos à saúde, à sociedade e ao meio ambiente.

[]´s

André




>
http://www.cbsnews.com/stories/2003/05/23/60minutes/main555344.shtml
>
http://news.nationalgeographic.com/news/2004/12/1213_041213_tv_suicid
e_bombers.html
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 16:09

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
> Mesmo nesses tres artigos fica claro o peso da religiao nessas
> acoes suicidas.

Não poderia ser diferente. Mas a questão é q a imagem de fanático
religioso parece ser mais estereótipo.

Acho q já comentei aqui nesta lista. O q parece ser um pouco mais
peculiar dos humanos-bomba é a confluência de três fatores - q
isoladamente ou em conjunto de dois parece caracterizar uma situação
em q teríamos maior capacidade de compreensão (compreensão e não
simpatia!):

1) Existência de um perigo/opressão real ou imaginário. Medidas
desesperadas em situações desesperadas: como o uso da violência para
repelir a violência. Em alguns casos, é até legalmente reconhecido o
direito para tal - como a legítima defesa. Em outros, é adotado como
discurso oficial de governo/Estado - as guerras preventivas.

2) A disposição para o auto-sacrifício. Muitos são capazes de admirar
o desapego dos camicases, a auto-imolação dos monges budistas. Entre
os cristãos, a figura maior foi o do auto-sacrifício de Jesuiz para
salvar a humanidade. Na cultura popular temos o bêbado q se redime
atirando seu caça contra uma nave alienígena em ID-4, entre outros
exemplos de auto-sacrifício.

3) Aceitação de perdas colaterais. Como exemplo, a morte de civis nos
ataques a Hiroxima e Nagasáqui e outras perdas q sempre existem em
guerras.

Parece q somos capazes de compreender - ainda q repelindo a idéia -
situações combinadas de 1 e 2 ou 1 e 3. Mas qdo se junta 1, 2 e 3
cria-se a condição para o surgimento dos humanos-bombas.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 16:15

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, André Roviralta Dias Baptista
> orientar as pessoas para que pratiquem "religião segura" de forma a
> minimizar os danos à saúde, à sociedade e ao meio ambiente.

Concordo q devemos sim combater o fanatismo religioso (aliás
praticamente qq forma de fanatismo - como esportivo, ideológico -
incluindo o científico -, artístico e outros).

Aliás, as leis gerais se aplicam a qq um - assim, no Brasil, ninguém
pode, por exemplo, matar outra pessoa mm por motivos religiosos, ainda
q a prática da religião seja livre de modo geral. Isto é, a prática da
religião no Brasil é livre, mas não irrestrita.

Em outros países ocorre situações similares. Infelizmente em outros o
cenário é bem mais complicado.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [RN] RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO DE 2.200 ANOS
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 16:23

Acho que voce tá confundindo as bolas. Gregos não faziam experimentos
de suas idéias filosóficas, mas eram bons mecânicos práticos - temos
diferenciar as duas coisas. Basta lembrar Arquimedes e outros
mecanicos da época 287 a.C. - 212 a.C. O relógio me parece é de 150 A.C

Mas, não se sabe até que grau, os gregos, receberam influencia dos
chineses, que construiam tecnologias já bastante avançadas para a
épóca. Ou até mesmo a herança astronomica babilônica e egípcia, o que
é mais provável

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu

> > coisa e tem dois mil anos a mais de idade.
>
> A sim. O conhecimento em si não é uma surpresa. O q é peculiar é q os
> gregos não são conhecidos pela aplicação tecnológica dos conhecimentos -
> e o mecanismo do tal relógio é bastante intrincado, com engrenagens de
> muito boa precisão.




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: GiL <viajantelink@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 16:26

Eduardo,

Eu me referi ao vínculo feito diretamente entre fundamentalismo-homens bomba, o que, segundo
as citações que li, me parece forçado . O que digo se baseia nas citações que li, e posso ter
perdido muito contexto. Por isso, posso perfeitamente estar equivocado, e não vou me extender
sobre o Dawkins, porque ainda nao li o livro dele.

> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, GiL <viajantelink@...> escreveu
> >
> > ...O Dawkins nao podia ter omitido isso, pois acaba se aproximando
> demais do racismo cultural e
> > oportunista do Samuel Huntington .
>
> >>>O q Dawkins omitiu?

O contexto sócio-político da questão dos homens-bomba. Mas, novamente, posso ter perdido
contexto, e estar errado em relaçao ao Dawkins. Me refiro a ele segundo o pouco que pude
captar em artigos e entrevistas.

> Dawkins considera os acontecimentos de 11 de
> setembro de 2001 o exemplo definitivo do 'basta' q a humanidade tem
> q dar aas religioes, consideradas por Dawkins como motores de
> fanatismo, ignorancia e criadoras de divisoes e odios entre as
> pessoas.

Eu não negligenciaria como "força" criadora de divisões e ódios, os constantes e covardes
ataques ao líbano, afeganistão, iraque, palestina, etc. O 11 de setembro aconteceu após mais
de 2 décadas desses ataques contínuos (no mínimo).

> >>>>Ele entende q sem a religiao islamica nao haveria os fanaticos fundamentalistas
islamicos.

De fato. Seriam "fanaticos fundamentalistas" sauditas, "fanaticos fundamentalistas"
palestinos, "fanáticos fundamentalistas" afegãos, etc.

> Se o combustivel do fundamentalismo é
> desespero, o motor em q ele queima e q causa todos os movimentos e'
> a religiao. A coragem do suicida vem da crenca q vai renascer num
> Setimo Ceu com 74 virgens aa sua disposicao. Allah Akbar!
> ;-)

Não acho que seja tão simples assim, a psicologia do suicida, nem que seja possivel
considera-la sem levar em conta o mundo em que vive. O motor funciona principalmente em áreas
de conflito intenso e contínuo.

> >>>A intolerancia e a tolerancia sao palavras q so' teem significado
> se consideradas as teses q estao sendo alvo dessa intolerancia e
> tolerancia. Devemos ser tolerantes com o racismo? Com a ignorancia?
> Com o odio? Com o abuso de criancas? Com o corte e remocao de
> clitoris de meninas africanas por motivos religiosos?

Voce está sendo bem específico quanto ás praticas que considera danosas, e por isso mesmo,
está certíssimo. É preciso pressionar para que não exista mais esse tipo de covardia. Mas isso
é bem diferente de culpar algo tão socialmente intrincado quanto um sistema religioso, por um
fenômeno que só abrange uma pequena parcela dessa sociedade, e ainda assim, catalizado por
certas circunstâncias sócio-políticas.

> >>>>Dawkins considera q nao se deve tolerar coisas anti-eticas,
> imorais e anti-sociais. Dawkins considera q as religioes sao
> essencialmente anti-eticas, imorais e anti-sociais. Dawkins acha q
> as religioes nao merecem mais respeito q qq outra atividade humana q
> seja anti-etica, imoral e anti-social. Dawkins esta' escrevendo
> livros, fazendo palestras, dando entrevistas, produzindo programas
> de TV, e usando toda a oportunidade q se lhe apresenta para divulgar
> suas ideias. Religioes sao ideias. Ideias se combatem com ideias.
> Isso chama-se liberdade de manifestacao e expressao. Acredito q
> Dawkins esteja preparado para receber a reacao dos religiosos aas
> suas teses anti-religiosas. Cabe aos religiosos estarem preparados
> para combater *com ideias* as teses de Dawkins. Q venca quem tiver
> melhores argumentos. Assim e' a democracia.

Boa sorte para o Dawkins. Mas com imagens caricatas, ele dificilmente conseguirá convencer
aqueles que realmente vivem nessas comunidades , que estão rodeadas de elementos
não-considerados pelo cientista.

Quanto ao Gleiser, e sua opiniao sobre ele:
Não creio que o Gleiser se esforce tanto por esconder o próprio ateísmo (ou semi-ateísmo, sei
lá... ).
Mas no artigo em questão, o físico nao se preocupou em defender fundamentalistas, apenas
contestou o *método* escolhido por Dawkins.

Se você acha mesmo que somente o fundamentalismo é a principal causa dos conflitos no oriente
médio, e que o 11/9 não tem nada a ver com a situaçao do oriente médio nos anos anteriores,
então discordamos. Se você acha que a contínua campanha ao estilo "cruzadas" nao tem nada a
ver com isso, discordamos. É a relaçao do "homembombismo" com essa situaçao que eu achoq ue
nao poderia ficar de fora, sob pena de somente substituir o verniz religioso por outro
pratriótico, permanecendo o principal problema: centenas de pessoas sem perspectivas, que de
repente vêm uma opção de "escape" de uma situaçao insuportável, na idéia de levar consigo os
que considera responsaveis por essa situaçao.

Gil

> +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
> ++++++
>
> >
> > Fonte: http://www1. folha.uol. com.br/fsp/ ciencia/fe261120
> 0601.htm
> > + Marcelo Gleiser
> >
> > Ateísmo radical
> >
> > A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas
>
> >>>>Dawkins nao propoe q a Ciencia tire Deus das pessoas. Dawkins
> tem uma causa politico-ideologica-social, nao um projeto cientifico.
> Ele acha q o mundo e' um lugar pior de se viver com as religioes.
> Ele acha q as religioes ja' causaram muito mal aa humanidade e q
> chegou a hora das pessoas bem educadas e de bem darem um basta ao q
> considera uma longa era de ignorancia, opressao, odios e
> sectarismos. Dawkins usa a Ciencia como instrumento de convencimento
> das pessoas para suas teses anti-religiosas. Isso e' diferente de se
> afirmar q a Ciencia se propoe a tirar Deus das pessoas. Deus para a
> Ciencia e' apenas uma hipotese desnecessaria.
>
>
> >
> > Não é surpresa para ninguém que existem tensões entre ciência e
> religião. Santo Agostinho, o
> > primeiro grande teólogo do cristianismo, afirmava que o pensamento
> aplicado à natureza leva ao
> > pecado e à perdição; que, para obter a redenção, o importante é
> dedicar-se à adoração do
> > eterno.
>
> >>>>E' mesmo? Santo Agostinho tb achava q as coisas se originaram em
> Deus, que a partir do nada as criou. Pois o que muda e se move, o
> que é relativo e passa ou desaparece requer o imutável e o absoluto,
> essência do próprio Deus, que criou as coisas segundo modelos
> eternos como ele mesmo. Assim, no pensamento agostiniano, tudo o que
> existe no mundo foi criado ao mesmo tempo, em estado de germe e de
> semente. Como estes existem desde o início, a história do mundo
> evolui continuamente, mas nada de novo se cria. Santo Agostinho
> achava q entre os seres da criação existe uma hierarquia, em que o
> homem ocupa o segundo lugar, depois dos anjos. Pergunto: E dai'?
>
>
>
> > Mas a verdade é que a relação entre ciência e religião é bem mais
> complexa do que essa divisão
> > superficial entre dois campos, o da razão e o do espírito.
>
> >>>>Eu diria q a divisao e' mais entre os campos do natural e do
> sobrenatural. E essa nao e' uma divisao superficial, e' profunda.
> Sao duas visoes de mundo irreconciliaveis em essencia. Qq
> conciliacao implica em algum nivel de auto-engano, ou, mais
> frequentemente, auto-indulgencia.
>
>
> Infelizmente, volta e meia aparecem
> > depoimentos que exacerbam exatamente essa polarização destrutiva.
> É o caso de três livros
> > recentes: "O Fim da Fé" ("The End of Faith"), de Sam
> Harris; "Quebrando o Feitiço" ("Breaking
> > the Spell"), de Daniel Dennett; e "A Delusão Divina" ("The God
> Delusion"), de Richard Dawkins.
>
> >>>>'Delusao'? Nao e' melhor 'Ilusao'?
>
>
> > É sobre o livro de Dawkins, o mais virulento de todos os três, que
> escrevo hoje.
> > Primeiro, vamos às apresentações. Richard Dawkins é um biólogo
> especializado na teoria da
> > evolução, professor em Oxford, Inglaterra, e um dos divulgadores
> de ciência mais famosos do
> > mundo, com best-sellers como "O Gene Egoísta" e "O Relojoeiro
> Cego". Dawkins é um ateu
> > declarado. Até aí tudo bem; muitos cientistas o são.
>
> >>>>Inclusive Gleiser, segundo ele proprio, mas ele nao gosta muito
> de comentar isso, pq se se declarar religioso, perde ibope entre
> seus pares, e se se declarar ateu, perde ibope entre seus leitores e
> telespectadores. Como disse, auto-indulgencia...
>
>
> Para muitos, mas não todos, é importante
> > frisar isso: a conciliação entre uma descrição científica do
> mundo -baseada na obtenção de
> > informação empírica da natureza por meio de experimentos e
> observações quantitativas- e a
> > aceitação de uma realidade sobrenatural, inescrutável à razão
> humana, é impossível.
>
> >>>Ate' ele reconhece isso, pelo menos...
>
>
> Já para
> > alguns, o estudo da ciência serve para comprovar a beleza da
> criação.
>
>
> >>>>Criacao no sentido natural ou sobrenatural? Gleiser passa batido
> nessa, claro. No sentido nao-sobrenatural, tanto Dawkins, como
> Dennet e Harris sao grandes admiradores da beleza do Universo, desde
> sua criacao (nao sobrenatural) ate' seu desenvolvimento do ponto de
> vista fisico e biologico. Ate' ai' e' chover no molhado. Com um
> maior conhecimento cientifico de como o Universo funciona, a
> admiracao estetica de sua beleza ate' aumenta.
>
>
> Imagino que Dawkins
> > considere esses cientistas religiosos no mínimo incompetentes.
>
>
> >>>>>Nao, apenas auto-indulgentes.
>
>
> > Para ele, a ciência é um clube fechado, onde só entram aqueles que
> seguem os preceitos do seu
> > ateísmo, tão radical e intolerante quanto qualquer extremismo
> religioso.
>
>
> >>>>Dawkins separa Ciencia e ideologia. E e' intolerante - e radical
> nessa intolerancia - com aquilo q considera q homens de bem nao
> podem tolerar.
>
>
> Dawkins prega a
> > intolerância completa no que diz respeito à fé, exatamente a mesma
> intolerância a que se opõe.
>
> >>>>Ele nao se incomoda q os religiosos sejam intolerantes com os
> ateus. Apenas cobra reciprocidade, pois nao considera q religioes
> tenham 'carta branca' pra serem anti-eticas, imorais e anti-sociais,
> qdo e' considerado socialmente aceitavel, ate' elogiavel, ser
> intolerante com outras praticas anti-eticas, imorais e anti-sociais.
> Ele considera as religioes um mal, e tem argumentos concretos para
> suportar essa ideia. E ele acha, como todas as pessoas de bem, q o
> mal nao deve ser tolerado. Mas ele, como disse, combate ideias com
> ideias. Ele nao quer proibir a pratica das religioes. Quer convencer
> as pessoas q a religiao e' um mal q deve ser extinto. Esta' no seu
> pleno direito. Como disse, isso se chama liberdade de expressao e
> manifestacao, o cerne da democracia.
>
>
> > Vejamos um de seus argumentos. Se a complexidade do mundo foi
> criada por uma divindade, esta
> > deve ser necessariamente mais complexa do que tudo o que criou.
> Porém, segundo a teoria da
> > evolução, isso é impossível: a complexidade é produto da evolução.
> A divindade criadora
> > deveria ter sido a última e não a primeira a surgir.
> > A quem Dawkins dirige um argumento desses? Certamente não aos
> religiosos.
>
> >>>>Por q nao? Religiosos sao incapazes de raciocinar?
>
>
> Qualquer pessoa que
> > conheça um mínimo de teologia sabe muito bem que a idéia
> fundamental das religiões é que o
> > divino não segue as regras causais que regem o mundo material.
> Deuses não evoluem; são
> > absolutos, existem fora do tempo.
>
> >>>>E' exatamente esse conceito q Dawkins quer mostrar q e'
> destituido de fundamento.
>
>
> Ele afirma que seu alvo são os "indecisos", que não
> > acreditam em causas sobrenaturais mas não se declaram ateus. Será
> esse o modo de resolver o
> > embate entre ciência e religião?
>
> >>>>Na opiniao de Dawkins, sim.
>
>
> > Na minha humilde opinião, absolutamente não.
>
>
> >>>Esta' no seu pleno direito.
>
>
> A atitude belicosa e intolerante do cientista
> > britânico só causa mais intolerância e confusão.
>
>
> >>>>'The God Delusion' e' best seller no Reino Unido e Estados
> Unidos. Acho q a tese ateia pode estar ganhando adeptos, q podem
> estar ficando menos confusos sobre religiao.
>
>
> Seu grande erro é negar a necessidade que a
> > maioria absoluta das pessoas tem de associar uma dimensão
> espiritual às suas vidas.
>
>
> >>>>Tem de modo inato? Ou foram ensinadas a ter na tenra infancia?
> Dawkins propoe quebrar esse possivel ciclo vicioso.
>
>
> > Um erro meio parecido com o do materialismo dialético dos
> comunistas, em que tudo é atribuído
> > a causas materiais.
>
> >>>>Essa foi a unica parte do comunismo q se manteve. O capitalismo
> sempre se pautou por essa tese, mesmo antes de Marx desenvolve-la de
> modo sistematico.
>
>
> Tirar Deus das pessoas e colocar um líder fascista no seu lugar não
> dá
> > certo.
>
> >>>>Dawkins nunca propos isso. E a maioria dos lideres fascistas era
> religiosa.
>
>
> A ciência não deve se propor a tirar Deus das pessoas.
>
> >>>>De novo: Deus e' irrelevante para a Ciencia.
>
>
> Se é essa a sua guerra, então
> > ela já perdeu.
>
> >>>>Q tal esperar pra ver?
>
>
>
> > O que a ciência pode fazer é proporcionar outra forma de
> espiritualidade, ligada ao mundo
> > natural e não ao sobrenatural, à cativante magia da descoberta. É
> esse naturalismo, essa
> > entrega à natureza e aos seus mistérios, que dá à ciência a
> dimensão espiritual que a torna
> > humana.
>
> >>>>Isso e' incompativel com a visao religiosa, portanto
> sobrenatural, do mundo. Nao se pode servir a dois senhores.
>
>
> >
> > MARCELO GLEISER é professor de física teórica do Dartmouth
> College, em Hanover (EUA), e autor
> > do livro "A Harmonia do Mundo"
> >
> > Gil
>
>
> >>>>Mato a cobra e mostro a cobra morta: A posicao de Gleiser sobre
> Deus em entrevista aa revista Epoca (Edição 429 - 07/08/2006):
>
> (de http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75008-5856-
> 429,00.html )
>
> ===============
>
> Época - No que você se identifica com o Kepler?
>
> Gleiser - Ele via a Ciência como uma missão espiritual, ele achava
> que só a Ciência seria capaz de decifrar os grandes mistérios da
> existência. Para ele isso tinha a ver com Deus, ele era um cara do
> século XVII, queria entender a mente de Deus. Mas essa
> espiritualidade dele eu compartilho. Eu sou ateu, não sou nem
> agnóstico, mas eu acredito nessa espiritualidade da Ciência, nessa
> necessidade que a gente tem de voltar à natureza. E a Ciência faz
> isso.
>
> Época - Para Kepler, fazer Ciência era um tributo a Deus. E para
> você?
>
> Gleiser - Deus para mim é a natureza. Você pode chamar Deus de
> muitas coisas. Para mim é esse poder criativo que existe na
> natureza. A Ciência permite que a gente entenda como a natureza
> funciona e, por isso, é um caminho até Deus, mas entendendo Deus
> dessa forma -- e não como o Deus monoteísta, judaico-cristão.
>
> ==========
>
> Aproveitando o ensejo, remeto ao artigo abaixo q mostra as muitas
> besteiras escritas por Gleiser na area de divulgacao cientifica - na
> verdade e' um pessimo divulgador cientifico, com muita fama e pouco
> conteudo, mal-visto por seus pares, impreciso e indutor de erros de
> compreensao:
>
> MARTINS, Roberto de Andrade. Como distorcer a física: considerações
> sobre um exemplo de divulgação científica. 2 &#8211;
> Física moderna. Caderno Catarinense de Ensino de Física 15 (3): 265-
> 300, 1998.
>
> Integra do artigo em: http://www.ifi.unicamp.br/~ghtc/danca2.htm
>
> Outra coisa: Ganhou bolsa do CNPq e nao voltou ao Brasil como estava
> no contrato. Tem um processo contra ele no MCT, parado por motivos
> burocraticos.
>
> Abs,
> Eduardo Torres
>
>
>
>




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SUBJECT: RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO 9( Correção)
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 16:26

Acho que voce tá confundindo as bolas. Gregos não faziam experimentos
de suas idéias filosóficas, mas eram bons mecânicos práticos - temos
diferenciar as duas coisas. Basta lembrar Arquimedes e outros
mecanicos da época 287 a.C. - 212 a.C. O *computador astronomico* me
parece é de 150 A.C

Mas, não se sabe até que grau, os gregos, receberam influencia dos
chineses, que construiam tecnologias já bastante avançadas para a
épóca. Ou até mesmo a herança astronomica babilônica e egípcia, o que
é mais provável

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu

> > coisa e tem dois mil anos a mais de idade.
>
> A sim. O conhecimento em si não é uma surpresa. O q é peculiar é q os
> gregos não são conhecidos pela aplicação tecnológica dos conhecimentos -
> e o mecanismo do tal relógio é bastante intrincado, com engrenagens de
> muito boa precisão.




SUBJECT: Re: Lâmpada que acende sem energia
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 16:42

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
<robespierre.goncalves@...> escreveu
>
> - "O suporte da GE" não percebeu que a lâmpada pisca quando o
> interruptor ESTÁ desligado.

O suporte está justamente questionando este ponto: você tem 100% de
certeza que, quando o interruptor está na posição de desligado, não há
nenhuma corrente passando pelo interruptor? Uma dúvida válida, se quer
saber. Se eu fosse você, tratava de testar o interruptor...

> - "NÃO PODE SER O REATOR?". Lâmpadas compactas tem reator?

Tem, incorporado às mesmas. E com acumulador de energia. Certa feita,
um abajour aqui em casa caiu e se fez em pedaços, e também a lâmpada
compacta. Tirei ela da tomada e fui recolher os pedaços, e sofri uma
descarga elétrica bastante dolorosa quando toquei em uma parte do
circuito da lâmpada compacta - que eu tenho certeza que não estava
conectada à rede elétrica.

> Agradeço ao Prof. Léo, que mais uma vez respondeu a contento. As duas
> luminárias estão ligados a disjuntores diferentes na cozinha. É mais
> provável ser um deslize do eletricista mesmo.

Ainda estou tentando digerir a explicação do Prof. Léo, e a primeira
vista acho que é mesmo, mas se não for, convém investigar a hipótese
do interruptor com defeito.

[]s
--
César A. K. Grossmann



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 16:42

O pior terrorismo é aquele que resulta da ciência, as mortes
provenientes de ataques de bombas atomicas, e as ameaças mundiais de
armas nucleares. Afinal, não são políticos que idealizam e fazem as bombas

O terrorismo não é só o ato em si, basta dar a idéia intelectual.
Einstein agiu como "terrorista" quando mandou a tão famosa carta ao
Presidente dos EUA, o que pegou tão mal quanto qualquer insinuação
PAPAL sobre não-uso de camisinhas e outros bordéis dogmáticos
promovidos pela Igreja Católica

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu


> 3) Aceitação de perdas colaterais. Como exemplo, a morte de civis nos
> ataques a Hiroxima e Nagasáqui e outras perdas q sempre existem em
> guerras.
>



SUBJECT: Re: RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO 9( Correção)
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 16:58

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Acho que voce tá confundindo as bolas. Gregos não faziam
> experimentos de suas idéias filosóficas, mas eram bons mecânicos
> práticos - temos diferenciar as duas coisas. Basta lembrar
> Arquimedes e outros mecanicos da época 287 a.C. - 212 a.C. O
> *computador astronomico* me parece é de 150 A.C

Confundindo o q com o q?

> Mas, não se sabe até que grau, os gregos, receberam influencia dos
> chineses, que construiam tecnologias já bastante avançadas para a
> épóca. Ou até mesmo a herança astronomica babilônica e egípcia, o
> que é mais provável

Vc conhece algum relógio astronômico mecânico chinês, egípcio uo
babilônico da época ou anterior?

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "p_h_a_n_t_o_m_6_6_6" <p_h_a_n_t_o_m_6_6_6@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 17:02


ciencialist · Ciência
Descrição Trata-se de uma lista de discussão sobre ciência.
- Favor não debater religião e política neste grupo. - Quem
enviar excesso de off-topic será moderado. [Site Meter]
<http://sm7.sitemeter.com/stats.asp?site=sm7ciencialist>


isso diz alguma coisa a vocês?



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO 9( Correção)
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 17:25

Ainda tá confundindo tudo.
O fato de não serem encontrados em outras culturas, não elimina o fato
dos gregos terem herdado o conhecimento tecnológico, astronomico e
matemático destas culturas que serviram de base p/ a construção do relógio

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> > Mas, não se sabe até que grau, os gregos, receberam influencia dos
> > chineses, que construiam tecnologias já bastante avançadas para a
> > épóca. Ou até mesmo a herança astronomica babilônica e egípcia, o
> > que é mais provável
>
> Vc conhece algum relógio astronômico mecânico chinês, egípcio uo
> babilônico da época ou anterior?
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Perguntas sobre o som
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 17:55

Qual a melhor tradução para o efeito de aliasing provocado pela
subamostragem: "disfarce"?

Há algum teorema q demonstre q todo tipo de espectro sonoro (som) possa
(ou não possa) ser decomposto em um número finito (ou infinito) de
ondas senoidas puras - série de Fourier?

Agradeço desde agora.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO 9( Correção)
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 17:59

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Ainda tá confundindo tudo.

Continua a pergunta: confundindo o q com o q?

> O fato de não serem encontrados em outras culturas, não elimina o
> fato dos gregos terem herdado o conhecimento tecnológico,
> astronomico e matemático destas culturas que serviram de base p/ a
> construção do relógio

O conhecimento astronômico e matemático não está em discussão.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Perguntas sobre o som
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 18:06

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
> Há algum teorema q demonstre q todo tipo de espectro sonoro (som)
> possa (ou não possa) ser decomposto em um número finito (ou infinito)
> de ondas senoidas puras - série de Fourier?

Onde eu disse "espectro sonoro" leia-se "forma de onda".

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO 9( Correção)
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 18:32


É simples
Só voce perceber que o conhecimento filosófico e a ausencia de
experimentos não tem nada a ver com o conhecimento e pratica mecanica.
E depois admitir seu erro.

Não foram os conhecimentos astronomicos e filosóficos que deram origem
ao relógio, e sim a pratica da mecânica de engrenagens(comum na Grécia
antes do aparecimento do relógio), embora nele tenham sido usados a
matemática

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > Ainda tá confundindo tudo.
>
> Continua a pergunta: confundindo o q com o q?
>
> > O fato de não serem encontrados em outras culturas, não elimina o
> > fato dos gregos terem herdado o conhecimento tecnológico,
> > astronomico e matemático destas culturas que serviram de base p/ a
> > construção do relógio
>
> O conhecimento astronômico e matemático não está em discussão.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Re:[ciencialist] Perguntas sobre o som
FROM: "Fernando Santos" <fcmts@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
CC: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/11/2006 18:38

> Qual a melhor tradução para o efeito de aliasing provocado pela
> subamostragem: "disfarce"?
>
> Há algum teorema q demonstre q todo tipo de espectro sonoro (som) possa
> (ou não possa) ser decomposto em um número finito (ou infinito) de
> ondas senoidas puras - série de Fourier?

Takata,

Acho que no Brasil se usa aliasing mesmo:

http://www.htforum.com/vb/showthread.php?t=18596&highlight=aliasing


Você também pode encontrar muita discussão teórica (e prática) aqui:

http://www.hydrogenaudio.org/forums/index.php?showforum=30


Abraço,
Fernando Santos



SUBJECT: Re: RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO 9( Correção)
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 21:33

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> É simples Só voce perceber que o conhecimento filosófico e a
> ausencia de experimentos não tem nada a ver com o conhecimento e
> pratica mecanica. E depois admitir seu erro.

Continua a pergunta: confundir o q com o q?

> Não foram os conhecimentos astronomicos e filosóficos que deram
> origem ao relógio, e sim a pratica da mecânica de engrenagens(comum
> na Grécia antes do aparecimento do relógio), embora nele tenham sido
> usados a matemática

Digamos q isso fosse verdade, o q isso tem a ver com a conversa?

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO 9( Correção)
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2006 21:58

Ah, voce tá afim de ficar de picuinha

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <roberto.takata@...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> > É simples Só voce perceber que o conhecimento filosófico e a
> > ausencia de experimentos não tem nada a ver com o conhecimento e
> > pratica mecanica. E depois admitir seu erro.
>
> Continua a pergunta: confundir o q com o q?
>
> > Não foram os conhecimentos astronomicos e filosóficos que deram
> > origem ao relógio, e sim a pratica da mecânica de engrenagens(comum
> > na Grécia antes do aparecimento do relógio), embora nele tenham sido
> > usados a matemática
>
> Digamos q isso fosse verdade, o q isso tem a ver com a conversa?
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>




SUBJECT: Re: RELOGIO ASTRONOMICO MECANICO 9( Correção)
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2006 02:27

Enfim, como suas observações não têm nada a ver com a conversa, melhor
deixar esse papo aranha de lado.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Ah, voce tá afim de ficar de picuinha
>
> Abraços,
> Junior




SUBJECT: Encontrado sistema solar com planeta em zona habitável
FROM: "Fabiano \"bioastronomo\"" <bioastronomo@yahoo.com.br>
TO: <Undisclosed-Recipient:;>
DATE: 01/12/2006 04:21




Encontrado sistema solar com planeta em zona habitável

Os planetas foram descobertos após mais de dois anos de estudo da estrela HD 69830, que é apenas um pouco menor que o nosso Sol
Carlos Orsi




Divulgação

Visão artística do sistema da estrela HD 69830


SÃO PAULO - Astrônomos europeus anunciam, na edição desta quinta-feira da revista científica Nature, a descoberta de um sistema solar com três planetas - dois deles, provavelmente de rocha, como a Terra - e um cinturão de asteróides, orbitando uma estrela semelhante ao Sol. O sistema fica na constelação de Puppis (a Popa), a 41 anos-luz da Terra. E um dos planetas do sistema fica dentro da chamada zona habitável, onde a temperatura permite a existência de água no estado líquido.

Simulações teóricas sugerem que o planeta que fica mais próximo da estrela central do sistema seja composto de rocha. Já o planeta do meio teria uma composição mista, de rocha e gás. O terceiro, que é o que está na zona habitável, provavelmente é feito de um núcleo de rocha e gelo, envolto num denso envelope gasoso.

Embora essas condições não sejam favoráveis à presença de vida, ele poderia ter luas rochosas onde existiria água, fator essencial para a vida como a conhecemos.

O fato de observações do telescópio espacial Spitzer terem revelado que é altamente provável que esse sistema tenha também um cinturão de asteróides põe "uma cereja no bolo", segundo um dos autores do trabalho que descreve a descoberta dos planetas, Willy Benz, da Universidade de Berna, citado em nota do Observatório Europeu Sul (ESO), no Chile, onde ocorreu a descoberta.

Os planetas foram descobertos após mais de dois anos de estudo da estrela HD 69830, que é apenas um pouco menor que o nosso Sol. A descoberta dos planetas foi indireta - feita a partir de variações na velocidade da estrela. Os três mundos giram em torno de HD 69830 com períodos de 8,67, 31,6 e 197 dias, respectivamente.

Os dois planetas que giram mais perto da estrela têm massas de cerca de 10 vezes a da Terra. O terceiro, de 18 vezes.

Esses três novos mundos elevam o total de exoplanetas - planetas fora do nosso sistema solar - conhecidos a 190, e aumentam a probabilidade de que sistemas solares estáveis, contendo mundos rochosos semelhantes à Terra, sejam comuns no Universo.




Fonte: http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/mai/17/313.htm







[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Não sei - Antonio Ermírio de Moraes
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2006 10:19

No sei

Comentrio de Antonio Ermrio de Moraes na Revista Exame.


Se voc ainda no sabe qual a sua verdadeira vocao, imagine a seguinte cena:

Voc est olhando pela janela, no h nada de especial no cu, somente algumas nuvens aqui e ali. A chega algum que tambm no tem nada para fazer e pergunta:

Ser que vai chover hoje?

Se voc responder "com certeza"... a sua rea Vendas: O pessoal de Vendas o nico que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for "sei l, estou pensando em outra coisa"... ento a sua area Marketing: O pessoal de Marketing est sempre pensando no que os outros no esto pensando.

Se voc responder "sim, h uma boa probabilidade"... voc da rea de Engenharia: O pessoal da Engenharia est sempre disposto a transformar o universo em nmeros.

Se a resposta for "depende"... voc nasceu para Recursos Humanos: Uma rea em que qualquer fato sempre estar na dependncia de outros fatos.

Se voc responder "ah, a meteorologia diz que no"... voc da rea de Contabilidade: O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos prprios olhos.

Se a resposta for "sei l, mas por via das dvidas eu trouxe um guarda-chuvas": Ento seu lugar na rea Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se voc responder "no sei"... h uma boa chance que voc tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando a diretoria da empresa. De cada 100 pessoas, s uma tem a coragem de responder "no sei" quando no sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situao.

"No sei" sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pr-dispe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma deciso. Parece simples, mas responder "no sei" uma das coisas mais difceis de se aprender na vida corporativa. Por qu? Eu sinceramente "no sei".



Autor: Antonio Ermrio de Moraes - Revista Exame


[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2006 11:19

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
escreveu
>
> Mas, o dogma, passa como coisa normal, depende da cultura!

>>>A Ciencia nao trabalha com dogmas, trabalha com hipoteses e
evidencias q conferem crescente nivel de confianca a essas hipoteses,
transformando-as em teorias e leis cientificas.

> Se Dawkins amanha resolve jogar uma bomba nos religiosos, seus pupilos
> o apoiarão...afinal, é uma questão de fé :-)
>
> Abraços,
> Junior

>>>>Os simpatizantes de Dawkins (pupilo e' coisa de Dick 'Robin'
Grayson e Bruce 'Batman' Wayne...) ;-) de modo geral nao teem fe' em
Dawkins ou em qq outra coisa. Teem simpatia por suas ideias. Concordam
com elas. Apoiam-nas. Fe' e' acreditar sem evidencia. Os simpatizantes
de Dawkins de modo geral so' acreditam apo's evidencia convincente.
Como o proprio Dawkins, sao essencialmente cepticos. Dawkins e' um
homem de ideias, nao um homem de violencia. Foi assim q ganhou
simpatizantes. Se Dawkins amanha resolve jogar uma bomba nos
religiosos, seus simpatizantes nao o apoiarão...afinal, é uma questão
de coerencia com as ideias de Dawkins q justamente geraram esses
simpatizantes...

;-)

Abs,
Eduardo Torres



SUBJECT: Re: [ciencialist] Não sei - Antonio Ermírio de Moraes
FROM: "Davison Lampert" <dslampert@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2006 13:14

Esse texto não é do Max Gehringer?


On 12/1/06, José Renato <jrma@terra.com.br> wrote:
>
> Não sei
>
> Comentário de Antonio Ermírio de Moraes na Revista Exame.
>
>
> Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte
> cena:
>
> Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente
> algumas nuvens aqui e ali. Aí chega alguém que também não tem nada para
> fazer e pergunta:
>
> Será que vai chover hoje?
>
> Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas: O pessoal de
> Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
>
> Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então a sua
> aérea é Marketing: O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os
> outros não estão pensando.
>
> Se você responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de
> Engenharia: O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o
> universo em números.
>
> Se a resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos: Uma área
> em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
>
> Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de
> Contabilidade: O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no
> que nos próprios olhos.
>
> Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um
> guarda-chuvas": Então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre
> bem preparada para qualquer virada de tempo.
>
> Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance que você tenha uma
> carreira de sucesso e acabe chegando a diretoria da empresa. De cada 100
> pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. Os
> outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual
> for, para qualquer situação.
>
> "Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e
> pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma
> decisão. Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais
> difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não
> sei".
>
>
>
> Autor: Antonio Ermírio de Moraes - Revista Exame
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
> ##### ##### ##### #####
> Links do Yahoo! Grupos
>
>
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re:[ciencialist] Encontrado sistema solar com planeta em zona habitável
FROM: "cacildokrebs" <cacildokrebs@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2006 13:42

>
> Grande notícia.

Cacildo
>
> Encontrado sistema solar com planeta em zona habitável
>
> Os planetas foram descobertos após mais de dois anos de estudo da estrela HD 69830, que é apenas um pouco menor que o nosso Sol
> Carlos Orsi
>
>
>
>
> Divulgação
>
> Visão artística do sistema da estrela HD 69830
>
>
> SÃO PAULO - Astrônomos europeus anunciam, na edição desta quinta-feira da revista científica Nature, a descoberta de um sistema solar com três planetas - dois deles, provavelmente de rocha, como a Terra - e um cinturão de asteróides, orbitando uma estrela semelhante ao Sol. O sistema fica na constelação de Puppis (a Popa), a 41 anos-luz da Terra. E um dos planetas do sistema fica dentro da chamada zona habitável, onde a temperatura permite a existência de água no estado líquido.
>
> Simulações teóricas sugerem que o planeta que fica mais próximo da estrela central do sistema seja composto de rocha. Já o planeta do meio teria uma composição mista, de rocha e gás. O terceiro, que é o que está na zona habitável, provavelmente é feito de um núcleo de rocha e gelo, envolto num denso envelope gasoso.
>
> Embora essas condições não sejam favoráveis à presença de vida, ele poderia ter luas rochosas onde existiria água, fator essencial para a vida como a conhecemos.
>
> O fato de observações do telescópio espacial Spitzer terem revelado que é altamente provável que esse sistema tenha também um cinturão de asteróides põe "uma cereja no bolo", segundo um dos autores do trabalho que descreve a descoberta dos planetas, Willy Benz, da Universidade de Berna, citado em nota do Observatório Europeu Sul (ESO), no Chile, onde ocorreu a descoberta.
>
> Os planetas foram descobertos após mais de dois anos de estudo da estrela HD 69830, que é apenas um pouco menor que o nosso Sol. A descoberta dos planetas foi indireta - feita a partir de variações na velocidade da estrela. Os três mundos giram em torno de HD 69830 com períodos de 8,67, 31,6 e 197 dias, respectivamente.
>
> Os dois planetas que giram mais perto da estrela têm massas de cerca de 10 vezes a da Terra. O terceiro, de 18 vezes.
>
> Esses três novos mundos elevam o total de exoplanetas - planetas fora do nosso sistema solar - conhecidos a 190, e aumentam a probabilidade de que sistemas solares estáveis, contendo mundos rochosos semelhantes à Terra, sejam comuns no Universo.
>
>
>
>
> Fonte: http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/mai/17/313.htm
>
>
>
>
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2006 14:10

As frases de Dawkins dirigidas a religiosos não tem nada a ver com
ciência e sim com dogma e opinião, baseada em falácia

Neste aspecto, não vejo diferença nenhuma entre a fé em Jesus e a fé
em Dawkins.
Ambas as fé, levam ao mesmo caminho: dogmatismo e intolerancia

A única diferença é que a lavagem cerebral que os pupilos de Dawkins
recebem é mais aceitável do ponto de vista racional, mas é sempre a
mesma ladainha.
É a tal vaidade intelectual de que não se dão conta e todos os atos e
frases belicosas dirigidas a religiosos ficam assim justificados em
nome da razão e da ciência. Os seus discípulos gostam disso :-)


Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
<dudutorres@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> escreveu
> >
> > Mas, o dogma, passa como coisa normal, depende da cultura!
>
> >>>A Ciencia nao trabalha com dogmas, trabalha com hipoteses e
> evidencias q conferem crescente nivel de confianca a essas hipoteses,
> transformando-as em teorias e leis cientificas.
>
> > Se Dawkins amanha resolve jogar uma bomba nos religiosos, seus pupilos
> > o apoiarão...afinal, é uma questão de fé :-)
> >
> > Abraços,
> > Junior
>
> >>>>Os simpatizantes de Dawkins (pupilo e' coisa de Dick 'Robin'
> Grayson e Bruce 'Batman' Wayne...) ;-) de modo geral nao teem fe' em
> Dawkins ou em qq outra coisa. Teem simpatia por suas ideias. Concordam
> com elas. Apoiam-nas. Fe' e' acreditar sem evidencia. Os simpatizantes
> de Dawkins de modo geral so' acreditam apo's evidencia convincente.
> Como o proprio Dawkins, sao essencialmente cepticos. Dawkins e' um
> homem de ideias, nao um homem de violencia. Foi assim q ganhou
> simpatizantes. Se Dawkins amanha resolve jogar uma bomba nos
> religiosos, seus simpatizantes nao o apoiarão...afinal, é uma questão
> de coerencia com as ideias de Dawkins q justamente geraram esses
> simpatizantes...
>
> ;-)
>
> Abs,
> Eduardo Torres
>




SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2006 14:27

Eu nao disse q o unico fanatismo e' o religioso.

Eu nao disse q atentados suicidas sao fenomenos exclusivamente
executados por influencia religiosa.

Eu disse q os homens-bombas islamicos, ligados aa Al-Qaeda, Jihad
Islamico, Brigada dos Martires de Al-Aksa e outras organizacoes
radicais, q mais teem se notabilizado na execucao de ataques suicidas
visando alvos civis, sao forte e decisivamente influenciados pela
religiao islamica, em sua vertente mais fundamentalista e radical.

Obviamente q a vasta maioria dos muculmanos sao pessoas normais q
tocam sua vida cotidianamente, mas permanece a essencia sectaria
intrinsica a qq religiao.

Como diz Dawkins, a religiao ensina desde a mais tenra idade q o
mundo e' dividido entre 'no's' e 'eles'.

E como diz a Constituicao da UNESCO: 'Como as guerras comecam nas
mentes dos homens, e' nas mentes dos homens q as defesas da paz devem
ser contruidas.'

Abs,
Eduardo Torres


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, GiL <viajantelink@...> escreveu
>
> Eduardo,
>
> Eu me referi ao vínculo feito diretamente entre fundamentalismo-
homens bomba, o que, segundo
> as citações que li, me parece forçado . O que digo se baseia nas
citações que li, e posso ter
> perdido muito contexto. Por isso, posso perfeitamente estar
equivocado, e não vou me extender
> sobre o Dawkins, porque ainda nao li o livro dele.



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2006 14:47

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "p_h_a_n_t_o_m_6_6_6"
<p_h_a_n_t_o_m_6_6_6@...> escreveu


> isso diz alguma coisa a vocês?

>>>>Nao.

A meu ver as recentes discussoes teem sido rigorosamente on topic,
discutindo assuntos afetos aa Ciencia e dentro do melhor espirito da
lista.

A religiao tem entrado na discussao como fenomeno sociologico
generico, sem juizo de valor de uma religiao sobre outra (o q so'
entao poderia ser considerado uma discussao religiosa, de fato off
topic e fora dos objetivos da lista).

Discute-se aqui aspectos sociologicos, com repercussoes politicas, da
existencia da religiao (qq q seja) no mundo. Discute-se aqui q as
religioes (qq q sejam) sao baseadas em fe', por definicao uma crenca
sem evidencia, com uma explicacao sobrenatural do mundo, e portanto
essencialmente incompativeis com uma visao cientifica (portanto nao
sobrenatural) do mundo.

Nao se fez em nenhum momento discussao intrinsicamente politica ou
religiosa na lista.

Discute-se o crescimento do movimento ateu positivo, cujas liderancas
sao cientistas renomados como Dawkins, Dennet e Harris, e discute-se
ainda como a ciencia e a religiao (de modo generico, como fenomeno
sociologico, de novo sem discussao intrinsicamente religiosa
envolvendo comparacoes entre religioes e/ou juizo de valor sobre suas
doutrinas) afetam e/ou influenciam a vida das pessoas.

Nao vejo nada de inadequado nisso nem noto qq agressao ao espirito
dessa lista.

Abs,
Eduardo Torres



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re:Carneiro hidráulico e roda de água.UCFilho
FROM: "Mauro" <bombaspr@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2006 15:00

Olá UCFilho.

O entrave prático de se instalar um carneiro se deve a distância que
ele deve ser instalado da captação de água.

Ocorre que normalmente existem obstáculos em campo (arvores, morro, ou
em alguns casos deve-se até suspender o carneiro e a tubulação de
captação). Por conta destes empecilhos o carneiro acaba sendo
instalado de forma inapropriada, desequilibrando a balança hidráulica
(e vez ou outra o caboclo tem de ir dar uma cutucada no martelo)

A formula é a seguinte:

C= D/A + B + 0,3 B/A

Sendo:
A = O desnível disponível entre a captação e o carneiro.
B = O desnível entre o carneiro até onde se quer despejar a água.
C = A distancia entre a captação e o carneiro.
D = A distância entre o carneiro até onde se quer despejar a água.

Inté+
Mauro



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2006 17:13

O misantropismo de Dawkins é sectário, repudia o convívio com a
religião e com pessoas religiosas. Ele diz que ciência e religião não
podem ser conciliáveis e no entanto, a experiencia histórica nos
mostra o contrário , que foram em sua maior parte, pessoas religiosas
que contribuíram com a ciencia. A ciência foi feita pra seres humanos,
e não tão somente p/ ateus e agnósticos

Criticar uma postura ideológica não quer dizer que devemos
desrespeita-las. Posso não gostar de ciganos, criticar a "cultura
cigana" mas tenho de respeitar a cultura deles. Não tenho o direito de
chegar numa tribo indigena e dizer que eles estao errados que devem
seguir nossas leis e nossos costumes

A ciência tem ponto de vistas conflitantes , e nem por isso, embora
haja divergencias, desreipeitamos o trabalho dos outros que conflitam
com os nossos, por mais absurdos que pareçam ser a primeira vista

Não é por ele(o Dawkins) ser uma autoridade em ciência, respeitado no
mundo todo que devemos acertar qualquer merda que ele diz.


Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
<dudutorres@...> escreveu
>
> Obviamente q a vasta maioria dos muculmanos sao pessoas normais q
> tocam sua vida cotidianamente, mas permanece a essencia sectaria
> intrinsica a qq religiao.
>
> Como diz Dawkins, a religiao ensina desde a mais tenra idade q o
> mundo e' dividido entre 'no's' e 'eles'.
>
> E como diz a Constituicao da UNESCO: 'Como as guerras comecam nas
> mentes dos homens, e' nas mentes dos homens q as defesas da paz devem
> ser contruidas.'
>
> Abs,
> Eduardo Torres
>
>




SUBJECT: P/ Junior/Bradock/troll - (era Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2006 21:34

Vejamos, já arrumou encrenca comigo, com o Takata, com diversos
co-listeiros e agora tenta arrumar briga com o Eduardo. Quando ele se
cansar de suas asneiras e disser isso com todas as letras, você vai
posar de "vítima", solicitando que o moderador "faça algo".

Comportamento típico de troll, que já o levou a ser expulso de
diversas listas.

Junior/Bradock/etc/troll, vai ser chato assim na conchinchina..:-)

Dawkins não se dirige a religiosos, mas as religiões, e não apresenta
opiniões, mas argumentos, dados, fatos, posições e princípios éticos.
Se você tivesse ao menos alguns neurônios, perceberia que só escreve
bobagens sem sentido.

Misantropo não significa o que você "pensa" que significa, e
experiência histórica mostra mais cientistas e livres pensadores nas
fogueiras acesas por religiosos que o contrário (aliás, não sei de
fogueiras acesas por ateus para queimar religiosos, embora eu até
gostasse de fogueiras para queimar trolls..;-)

Troll: "A ciência foi feita pra seres humanos, e não tão somente p/
ateus e agnósticos"

A ciência é um conjunto de conhecimentos produzidos através do método
científico, conhecimento confiável, só isso. Se não consegue entender
isso, não consegue entender mais nada.

A maior parte dos religiosos se beneficia da ciência, de seus
conhecimentos. Conhecimento que é produzido para uso de todas as
pessoas, mesmo dos religiosos intolerantes que perseguem cientistas,
impedem pesquisas e lutam contra a razão. Mesmo aiatolas iranianos se
cuidam com medicina moderna e vão buscar tratamento no ocidente,
quando necessário.

As besteiras que escreve torna difícil até mesmo responder, por
absoluta falta de significado ou conteúdo. E cansa a beça (além de
encher a lista com mensagens desnecessárias e tolas).

Homero




SUBJECT:
FROM: "Prof. Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: gmail <chemello@gmail.com>
DATE: 02/12/2006 00:48

Caros amigos,

Convido-os para ler o meu texto sobre Ciência Forense. O primeiro artigo da série tratará das impressões digitais deixadas, por exemplo, no local onde ocorreu um crime. Vários aspectos científicos a respeito da revelação de impressões papilares latentes serão tratados.

Ciência Forense: impressões digitais
www.quimica.net/emiliano/artigos/2006dez_forense1.pdf

Aguardo vossos comentários,
Um abraço do
Prof. Emiliano Chemello





_______________________________________________________
O Yahoo! está de cara nova. Venha conferir!
http://br.yahoo.com


SUBJECT: vestibucast > sais
FROM: "Prof. Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: quimicavirtual@yahoogrupos.com.br, química - grupos.com.br <quimica@grupos.com.br>, química qaw <quimica-qaw@yahoogrupos.com.br>, ciencialist Yahoo Grupos <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/12/2006 00:50

Caros amigos,

Tem mais um arquivo de áudio no Vestibucast sobre química.

Funções Inorgânicas: sais
<áudio> http://bd.folha.uol.com.br/vestibucast/audio/vest_qui_finor.mp3
<texto> http://www.quimica.net/emiliano/vestibucast/sais.pdf

Aguardo vossos comentários,
Um abraço do
Prof. Emiliano Chemello



_______________________________________________________
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SUBJECT: um pouco de Chomsky.
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <sofistae@terra.com.br>, "Tribuna Livre" <tribuna_livre@grupos.com.br>, GRUPO DE ESTUDOS DA HISTÓRIA DO BRASIL - GEHB <grupohistoriadobrasil@yahoo.com.br>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <consciencia_sustentavel@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <brasil-politica@grupos.com.br>, "Reflita Brasil" <reflitabrasil@grupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/12/2006 01:16


CAPITALISMO Y ANARQUIA
por Noam Chomsky
Red and Black Revolution

Este es un breve extracto de una entrevista hecha para Red and Black Revolution, número 2.

La entrevista fue realizada en Mayo de 1995 por Kevin Doyle

CAPITALISMO

RBR: En muchos aspectos la izquierda se encuentra a si misma de vuelta en su punto de inicio en el último siglo. Como entonces, ahora enfrenta un modo de capitalismo que está en ascendencia. Parece haber mas concenso ahora, mas que en cualquier otro momento de la historia, de que el capitalismo es la única forma válida de organización económica posible, esto a pesar de que la desigualdad en las riquezas se está ensanchando....

CHOMSKY Esto es mayoritariamente propaganda, en mi opinión. Lo que se llama 'capitalismo' es básicamente un sistema de mercantilismo corporativo, con inmensas y en gran parte inauditas tiranías privadas ejerciendo un vasto control sobre la economía, los sistemas políticos, y la vida social y cultural, operando en cerrada cooperación con estados poderosos que intervienen masivamente en la economía domestica y en la sociedad internacional. Esto es dramáticamente cierto en los Estados Unidos, contrariamente a lo que mucho imaginan. El rico y el privilegiado no se muestran mas deseosos de enfrentarse a las disciplinas del mercado como lo estaban en el pasado, si bien las consideran buenas para la población en general. Meramente para citar algunos ejemplos, la administración Reagan, la cual se chupó los dedos con la retorica del libre mercado, asimismo se jactaba ante la comunidad financiera que fueron los más proteccionistas en la historia estadounidense de la post-guerra - actualmente mas que todas las otras juntas. Newt Gingrich, que lidera dicha cruzada, representa a un distrito súper rico que recibe mas subsidios federales que cualquier otra región suburbana en el país, fuera del sistema federal en sí. Los 'conservadores' quienes están demandando por el fin de los comedores escolares para los niños hambrientos están también demandando un aumento en el presupuesto para el Pentágono, el cual fue establecido de la actual forma en los tardíos 1940s porque como la prensa financiera tenía la bondad de decirnos la industria de alta tecnología no podía sobrevivir en una " economía pura, competitiva, sin subsidios, de 'libre empresa'," y el gobierno debió ser su "salvador." Sin este "salvador," los constituyentes de Gingrich serían pobres obreros trabajadores (con mucha suerte). No habría computadoras, electrónicos en general, industria de la aviación, metalurgia, automatización, etc., etc., y sigue la lista. Los anarquistas, de todos los pueblos, no tienen que ser tomados por estos fraudes tradicionales.

Más que nunca, las ideas socialistas libertarias son relevantes, y la población esta mas abierta a ellas. A pesar de la enorme propaganda masiva de las corporaciones, por fuera de los círculos educados, la gente todavía mantiene bastante sus actitudes tradicionales. En EUA, por ejemplo, mas del 80% de la población considera el sistema económico como "inherentemente injusto" y el político como un fraude, el cual sirve a "intereses especiales," no a "el pueblo." La abrumadora mayoría cree que el pueblo trabajador tiene una voz muy pequeña en los asuntos públicos (lo mismo es cierto en Inglaterra), que el gobierno tiene la responsabilidad de asistir a la gente necesitada, que el gasto en educación y salud debería quedar inmune a los recortes de presupuestos e impuestos, que las actuales propuestas de los Republicanos en el Congreso benefician al rico and dañan a la población en general, y así mas. Los intelectuales podrán contar una historia diferente, pero no es para nada difícil encontrar el por qué.

ANARQUIA

RBR: Antes que nada, Noam, por mucho tiempo hasta ahora tu has defendido al ideal anarquista. Muchas personas están familiarizadas con la introducción que has escrito en 1970 al libro de Daniel Guerin, Anarchism, pero mas recientemente, por escenas en el film Manufacturing Consent, tomaste la oportunidad de poner de relieve otra vez el potencial del anarquismo y de la idea anarquista. ¿Que es lo que te atrae al anarquismo?

CHOMSKYYo fui atraído por el anarquismo cuando era un joven adolescente, tan pronto como empecé a pensar acerca del mundo mas allá de un pequeño y angosto rango, y no he visto muchas razones para revisar esas actitudes de entonces. Creo que esto tan solo tiene sentido buscando e identificando las estructuras de autoridad, jerarquía, y dominación en todos los aspectos de la vida, y enfrentandolas; a menos que una justificación para ellas puedan ser dadas, ellas son ilegitimas, y deben ser desmanteladas, para aumentar el ámbito de la libertad humana. Esto incluye al poder político, la propiedad y la administración, las relaciones entre el hombre y la mujer, los padres y los hijos, nuestro control sobre el destino de las generaciones futuras (el imperativo moral básico detrás de los movimientos ecologistas, en mi opinión), y mucho más. Naturalmente esto implica un desafío a las monstruosas instituciones de coerción y control: el estado, las inmensas tiranías privadas que controlan la mayor parte de la economía domestica e internacional, y demas. Pero no solo esto. Lo que yo siempre entendí que es la esencia del anarquismo es: la conviccion de que el deber de la prueba debe estar situado en la autoridad, y que esta debe ser desmantelada si ese deber no se encuentra. A veces ese deber, esa carga puede encontrarse. Si yo estoy caminando con mis nietos y ellos se lanzan hacia una avenida transitada, yo usaré no solo autoridad sino tambien coercion psicológica para detenerlos. El acto (cruzar la avenida) debe ser impugnado, pero creo que se puede encontrar fácilmente una responsabilidad, una justificación para la impugnación de este acto. Y hay otros casos; la vida es un asunto complejo, nosotros comprendemos muy poco acerca de los humanos y la sociedad, y los grandes pronunciamientos son generalmente mas una fuente de perjuicio que de beneficio. Pero la perspectiva es válida, creo, y nos puede llevar un largo camino. Pero también detrás de dichas generalidades, comenzamos a mirar los casos, y es de allí de donde surgen las cuestiones y preguntas acerca de los intereses y las preocupaciones humanas.

RBR: Es cierto afirmar que tus ideas y criticas son, ahora mas que nunca, ampliamente conocidas. También se debe decir que tus puntos de vista son ampliamente respetados. ¿Cómo piensas que es tomado en este contexto tu apoyo al anarquismo? En particular, estoy interesado en la respuesta que recibes desde gente que se muestra interesada en política desde un primer momento y que, quizás, puede haber llegado a traves de tus puntos de vista. ¿Se ve esta gente sorprendida por tu apoyo al anarquismo? ¿Se muestran interesados?

CHOMSKYLa cultura intelectual en general, como sabes, asocia 'anarquismo' con caos, violencia, bombas, turbación, y otro tanto. Entonces la gente se ve sorprendida cuando hablo positivamente del anarquismo y me identifico con corrientes dentro de él. Pero mi impresión es que entre el público en general, las ideas básicas les parecen razonables cuando la nube es despejada. Por supuesto, cuando entramos en materias específicas es decir, la naturaleza de las familias, o como una economía podría funcionar en una sociedad mas libre y justa surgen las preguntas y la controversia. Pero así es como debe ser. La Física no puede realmente explicar como el agua fluye desde la llave de tu lavamanos. Cuando entramos en cuestiones enormemente más complejas sobre el significado humano, donde la comprensión es muy delgada, y hay lugar de sobra para el desacuerdo, la experimentación, tanto intelectual como en la exploración de las posibilidades de la vida real, nos ayuda a aprender más.

Workers Solidarity Movement, 1995

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/12/2006 12:07

Junior,

ao fim e ao cabo admitamos que haverá para a população uma lavagem cerebral. Assim, só haverá uma chance; qual vc prefere que subsista: a religiosa ou a científica?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 1 de dezembro de 2006 14:10
Assunto: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


As frases de Dawkins dirigidas a religiosos não tem nada a ver com
ciência e sim com dogma e opinião, baseada em falácia

Neste aspecto, não vejo diferença nenhuma entre a fé em Jesus e a fé
em Dawkins.
Ambas as fé, levam ao mesmo caminho: dogmatismo e intolerancia

A única diferença é que a lavagem cerebral que os pupilos de Dawkins
recebem é mais aceitável do ponto de vista racional, mas é sempre a
mesma ladainha.
É a tal vaidade intelectual de que não se dão conta e todos os atos e
frases belicosas dirigidas a religiosos ficam assim justificados em
nome da razão e da ciência. Os seus discípulos gostam disso :-)


Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
<dudutorres@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> escreveu
> >
> > Mas, o dogma, passa como coisa normal, depende da cultura!
>
> >>>A Ciencia nao trabalha com dogmas, trabalha com hipoteses e
> evidencias q conferem crescente nivel de confianca a essas hipoteses,
> transformando-as em teorias e leis cientificas.
>
> > Se Dawkins amanha resolve jogar uma bomba nos religiosos, seus pupilos
> > o apoiarão...afinal, é uma questão de fé :-)
> >
> > Abraços,
> > Junior
>
> >>>>Os simpatizantes de Dawkins (pupilo e' coisa de Dick 'Robin'
> Grayson e Bruce 'Batman' Wayne...) ;-) de modo geral nao teem fe' em
> Dawkins ou em qq outra coisa. Teem simpatia por suas ideias. Concordam
> com elas. Apoiam-nas. Fe' e' acreditar sem evidencia. Os simpatizantes
> de Dawkins de modo geral so' acreditam apo's evidencia convincente.
> Como o proprio Dawkins, sao essencialmente cepticos. Dawkins e' um
> homem de ideias, nao um homem de violencia. Foi assim q ganhou
> simpatizantes. Se Dawkins amanha resolve jogar uma bomba nos
> religiosos, seus simpatizantes nao o apoiarão...afinal, é uma questão
> de coerencia com as ideias de Dawkins q justamente geraram esses
> simpatizantes...
>
> ;-)
>
> Abs,
> Eduardo Torres
>




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SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/12/2006 13:05

Excluindo-se o radicalismo e fundamentalismo Eu acho que um equilíbrio
entre as duas seria o mais aceitável, o mundo precisa de um
direcionamento moral e ético e a religião ajuda a pessoas a se
equilibrar neste sentido
A Ciência já ajuda o homem a desvendar o universo e a natureza.

Entendendo como religião, não tão somente a religião organizada, mas
o espírito de religiosidade, independente de crenças

O livro de Steven Jay Gould, "Pilares do Tempo", versa sobre o tema:
Religião e Ciência...recomendo...é um livro pequeno de fácil leitura

Abraços,]
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Junior,
>
> ao fim e ao cabo admitamos que haverá para a população uma lavagem
cerebral. Assim, só haverá uma chance; qual vc prefere que subsista: a
religiosa ou a científica?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: sexta-feira, 1 de dezembro de 2006 14:10
> Assunto: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
>
>
> As frases de Dawkins dirigidas a religiosos não tem nada a ver com
> ciência e sim com dogma e opinião, baseada em falácia
>
> Neste aspecto, não vejo diferença nenhuma entre a fé em Jesus e a fé
> em Dawkins.
> Ambas as fé, levam ao mesmo caminho: dogmatismo e intolerancia
>
> A única diferença é que a lavagem cerebral que os pupilos de Dawkins
> recebem é mais aceitável do ponto de vista racional, mas é sempre a
> mesma ladainha.
> É a tal vaidade intelectual de que não se dão conta e todos os atos e
> frases belicosas dirigidas a religiosos ficam assim justificados em
> nome da razão e da ciência. Os seus discípulos gostam disso :-)
>
>
> Abraços,
> Junior




SUBJECT: passear fora do corpo.
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/12/2006 14:56



Para os "espíritas"....



A sensação de "saída do corpo", freqüentemente descrita durante experiências de morte iminente, é provocada por "perturbações de um processo complexo de coordenação, que se pode atualmente localizar no cérebro", revelaram cientistas suíços.

Os neurologistas Olaf Blanke e Margitta Seeck fizeram a descoberta durante a localização por estímulos elétricos de áreas chave do cérebro a fim de identificar certas partes do córtex responsáveis por formas severas de epilepsia.

"A representação corporal fica perturbada (...) enquanto se estimula eletricamente a junção temporoparietal", concluíram os pesquisadores do Departamento de Neurociências Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de Genebra (UNIGE) e do Instituto de Neurociências da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL).

"Neste momento, o cérebro gera uma imagem do corpo, mas esta imagem é deslocada, como que projetada sobre o corpo, à frente ou atrás dele", descreveram os cientistas em um comunicado publicado nesta quarta-feira.

"Nos dois primeiros casos, os pacientes reconheceram ainda sua própria imagem; no último, ao contrário, eles sentiram uma outra presença, sombria e ameaçadora", explicaram.

Categoria: Mito razão estudo ciência tecnologia conhecimento


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: passear fora do corpo.
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/12/2006 14:57



Para os "espíritas"....



A sensação de "saída do corpo", freqüentemente descrita durante experiências de morte iminente, é provocada por "perturbações de um processo complexo de coordenação, que se pode atualmente localizar no cérebro", revelaram cientistas suíços.

Os neurologistas Olaf Blanke e Margitta Seeck fizeram a descoberta durante a localização por estímulos elétricos de áreas chave do cérebro a fim de identificar certas partes do córtex responsáveis por formas severas de epilepsia.

"A representação corporal fica perturbada (...) enquanto se estimula eletricamente a junção temporoparietal", concluíram os pesquisadores do Departamento de Neurociências Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de Genebra (UNIGE) e do Instituto de Neurociências da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL).

"Neste momento, o cérebro gera uma imagem do corpo, mas esta imagem é deslocada, como que projetada sobre o corpo, à frente ou atrás dele", descreveram os cientistas em um comunicado publicado nesta quarta-feira.

"Nos dois primeiros casos, os pacientes reconheceram ainda sua própria imagem; no último, ao contrário, eles sentiram uma outra presença, sombria e ameaçadora", explicaram.

Categoria: Mito razão estudo ciência tecnologia conhecimento


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Não sei - Antonio Ermírio de Moraes
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/12/2006 19:29

Tenho quase certeza que esse texto é do Max Gehringer, não do Antônio
Ermírio.

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
www.alvaroaugusto.com.br
alvaro@daelt.sh06.com


----- Original Message -----
From: "José Renato" <jrma@terra.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, December 01, 2006 10:19 AM
Subject: [ciencialist] Não sei - Antonio Ermírio de Moraes


Não sei

Comentário de Antonio Ermírio de Moraes na Revista Exame.


Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte
cena:

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente
algumas nuvens aqui e ali. Aí chega alguém que também não tem nada para
fazer e pergunta:

Será que vai chover hoje?

Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas: O pessoal de Vendas
é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então a sua
aérea é Marketing: O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os
outros não estão pensando.

Se você responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de
Engenharia: O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o
universo em números.

Se a resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos: Uma área
em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de
Contabilidade: O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no
que nos próprios olhos.

Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um
guarda-chuvas": Então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre
bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance que você tenha uma
carreira de sucesso e acabe chegando a diretoria da empresa. De cada 100
pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. Os
outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual
for, para qualquer situação.

"Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e
pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma
decisão. Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais
difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não
sei".



Autor: Antonio Ermírio de Moraes - Revista Exame


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Douglas Adams em defesa de Richard Dawkins
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/12/2006 20:01

"
Ora, o método científico é, estou certo de que todos concordarão, a mais poderosa idéia intelectual, a mais poderosa estrutura para a reflexão, a investigação, a compreensão e o enfrentamento do mundo à nossa volta, e ele se baseia na premissa de que toda idéia pode ser atacada. Se resiste ao ataque, ela sobrevive, e, se não resis­te, então ela vai por água abaixo. Com a religião as coisas não se passam dessa forma. A religião tem certas idéias centrais, que cha­mamos de sagradas ou de divinas ou de seja lá do que for. O que isso significa é: "Eis aqui uma idéia ou uma noção que não pode ser alvo de críticas; isso simplesmente não é permitido. E por que não? - Porque não!". Se alguém vota num partido cujas idéias não aprovamos, somos livres para argumentar contra elas o quan­to quisermos; haverá atritos, mas ninguém se sentirá lesado por isso. Se alguém acredita que os impostos deveriam aumentar ou diminuir, somos livres para divergir de tal opinião. Mas, por outro lado, se alguém diz "Não posso mover uma palha num sábado", nós dizemos, "Eu respeito isso".

O estranho é que, enquanto estou dizendo isso, me surpreen­do pensando: "Será que há algum judeu ortodoxo na platéia, que se sentirá ofendido pela minha fala?". No entanto, eu não teria pensado "Talvez haja alguém de esquerda ou alguém de direita ou alguém filiado a esta ou àquela visão em economia" enquanto le­vantava outras questões. Tudo o que eu pensaria em relação a isso é "Muito bem, nós temos opiniões diferentes". Mas no momento em que digo algo que tem relação com as crenças (vou arriscar meu pescoço aqui e dizer) irracionais de alguém, então nos torna­mos todos extremamente paternalistas e terrivelmente defensivos e dizemos: "Não, nós não atacamos isso; trata-se de uma crença irracional, mas, não, nós a respeitamos".

Por que será que consideramos perfeitamente legítimo apoiar o partido Trabalhista ou o partido Conservador, os Republicanos ou os Democratas, esse modelo econômico em oposição àquele, o Macintosh em vez do Windows - mas ter uma opinião sobre o modo como o universo começou, sobre quem criou o universo... não, isso é sagrado? O que isso significa? Por que outra razão erguemos uma cerca protetora em torno disso, senão pelo fato de que simplesmente nos habituamos a fazê-Io? Não há absoluta­mente nenhum outro motivo; trata-se apenas de um acordo que se desenvolveu insidiosamente e, numa espécie de círculo vicioso, tornou-se muito, muito poderoso. Assim, nos acostumamos a não desafiar as idéias religiosas. Mas é muito interessante o furor que Richard cria ao fazê-Io! Todos ficam absolutamente enlouqueci­dos, pois não é permitido dizer tais coisas. E, entretanto, quando as examinamos racionalmente, não há nenhuma razão por que essas idéias não devam estar abertas ao debate como qualquer ou­tra, exceto pelo fato de que, de algum modo, chegamos a um acor­do entre nós de que elas não deveriam estar.
"
Douglas Adams

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RE: [ciencialist] passear fora do corpo.
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/12/2006 21:58

Só quem experimenta sabe o que é isso...


>From: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To:
><Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>,<ciencialist@yahoogrupos.com.br>,<acropolis@yahoogrupos.com.br>
>Subject: [ciencialist] passear fora do corpo.
>Date: Sat, 2 Dec 2006 14:56:57 -0200
>
>
>
>Para os "espíritas"....
>
>
>
>A sensação de "saída do corpo", freqüentemente descrita durante
>experiências de morte iminente, é provocada por "perturbações de um
>processo complexo de coordenação, que se pode atualmente localizar no
>cérebro", revelaram cientistas suíços.
>
>Os neurologistas Olaf Blanke e Margitta Seeck fizeram a descoberta durante
>a localização por estímulos elétricos de áreas chave do cérebro a fim de
>identificar certas partes do córtex responsáveis por formas severas de
>epilepsia.
>
>"A representação corporal fica perturbada (...) enquanto se estimula
>eletricamente a junção temporoparietal", concluíram os pesquisadores do
>Departamento de Neurociências Clínicas da Faculdade de Medicina da
>Universidade de Genebra (UNIGE) e do Instituto de Neurociências da Escola
>Politécnica Federal de Lausanne (EPFL).
>
>"Neste momento, o cérebro gera uma imagem do corpo, mas esta imagem é
>deslocada, como que projetada sobre o corpo, à frente ou atrás dele",
>descreveram os cientistas em um comunicado publicado nesta quarta-feira.
>
>"Nos dois primeiros casos, os pacientes reconheceram ainda sua própria
>imagem; no último, ao contrário, eles sentiram uma outra presença, sombria
>e ameaçadora", explicaram.
>
>Categoria: Mito razão estudo ciência tecnologia conhecimento
>
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
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SUBJECT: Milkovic de novo - video
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/12/2006 23:09

Continuação p/quem gostou, um video de 36 min.

if you take a look at
http://www.veljkomilkovic.com/Video/Veljko_Milkovic_(video-1)_full_video_presentation.wmv
So,we can ponder,reflect if there is a "possible key" to rediscover ,remake
the Bessler's cryptically thoughts and finally build again that famous
self-turning wheel.All the Bests!/Alex

Achei legal... é o que se chama de over-unit.
Eu tentaria dispositivos com menos massa, ou inércia. abr/M.




SUBJECT: Re: [ciencialist] Não sei - Max Gehringer
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/12/2006 23:37

Davison e Álvaro, vcs estão com boa memória e com toda a razão. Recebi como
de Ermírio, mas depois de duas suspeitas pesquisei e confirmei a autoria de
Max Gehringer.
Retifico e colo abaixo o texto com a autoria corrigida.
[]s
José Renato
.............................................
A IMPORTÂNCIA DO "NÃO SEI"
Thursday, 17. August 2006, 13:10:11


Max Gehringer

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte
cena:

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente
algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para
dizer, e pergunta:

- Será que vai chover hoje?

Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas.
O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então a sua
área é de Marketing.
O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão
pensando.

Se você responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de
Engenharia.
O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em
números.

Se a resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos.
Uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de
Contabilidade.
O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios
olhos.

Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um
guarda-chuvas"...
Então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada
para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder "não sei"... Há uma boa chance que você tenha uma
carreira de sucesso e acabe chegando a Diretoria da empresa.

De cada cem (100) pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei"
quando não sabe. Os outros noventa e nove (99) sempre acham que precisam ter
uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação. Não sei, é
sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os
envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.
Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se
aprender na vida corporativa.

Por quê?
Eu sinceramente "NÃO SEI". (Nem eu).


< http://my.opera.com/Crisca/blog/show.dml/411018 >

........................................................................

----- Original Message -----
From: "Alvaro Augusto (U)" <alvaro@daelt.sh06.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, December 02, 2006 6:29 PM
Subject: Re: [ciencialist] Não sei - Antonio Ermírio de Moraes


> Tenho quase certeza que esse texto é do Max Gehringer, não do Antônio
> Ermírio.
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto de Almeida
> www.alvaroaugusto.com.br
> alvaro@daelt.sh06.com
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "José Renato" <jrma@terra.com.br>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Friday, December 01, 2006 10:19 AM
> Subject: [ciencialist] Não sei - Antonio Ermírio de Moraes
>
>
> Não sei
>
> Comentário de Antonio Ermírio de Moraes na Revista Exame.
>
>
> Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte
> cena:
>
> Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente
> algumas nuvens aqui e ali. Aí chega alguém que também não tem nada para
> fazer e pergunta:
>
> Será que vai chover hoje?
>
> Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas: O pessoal de
> Vendas
> é o único que sempre tem certeza de tudo.
>
> Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então a sua
> aérea é Marketing: O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os
> outros não estão pensando.
>
> Se você responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de
> Engenharia: O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o
> universo em números.
>
> Se a resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos: Uma área
> em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
>
> Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de
> Contabilidade: O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no
> que nos próprios olhos.
>
> Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um
> guarda-chuvas": Então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre
> bem preparada para qualquer virada de tempo.
>
> Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance que você tenha uma
> carreira de sucesso e acabe chegando a diretoria da empresa. De cada 100
> pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. Os
> outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual
> for, para qualquer situação.
>
> "Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e
> pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar
> uma
> decisão. Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais
> difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não
> sei".
>
>
>
> Autor: Antonio Ermírio de Moraes - Revista Exame
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2006 00:04

[ Como diz Dawkins, a religiao ensina desde a mais tenra idade q o mundo e'
dividido entre 'nós' e 'eles'. ]
.............................................
Será que Dawkins só conheceu essa religião que prega o nós e eles?
Será que é só nessa tal religião onde há essa pregação do nós e eles ou isso
faz parte da cultura humana?
[]s
JR
.............................................
----- Original Message -----
From: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, December 01, 2006 1:27 PM
Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


Eu nao disse q o unico fanatismo e' o religioso.

Eu nao disse q atentados suicidas sao fenomenos exclusivamente
executados por influencia religiosa.

Eu disse q os homens-bombas islamicos, ligados aa Al-Qaeda, Jihad
Islamico, Brigada dos Martires de Al-Aksa e outras organizacoes
radicais, q mais teem se notabilizado na execucao de ataques suicidas
visando alvos civis, sao forte e decisivamente influenciados pela
religiao islamica, em sua vertente mais fundamentalista e radical.

Obviamente q a vasta maioria dos muculmanos sao pessoas normais q
tocam sua vida cotidianamente, mas permanece a essencia sectaria
intrinsica a qq religiao.

Como diz Dawkins, a religiao ensina desde a mais tenra idade q o
mundo e' dividido entre 'no's' e 'eles'.

E como diz a Constituicao da UNESCO: 'Como as guerras comecam nas
mentes dos homens, e' nas mentes dos homens q as defesas da paz devem
ser contruidas.'

Abs,
Eduardo Torres


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, GiL <viajantelink@...> escreveu
>
> Eduardo,
>
> Eu me referi ao vínculo feito diretamente entre fundamentalismo-
homens bomba, o que, segundo
> as citações que li, me parece forçado . O que digo se baseia nas
citações que li, e posso ter
> perdido muito contexto. Por isso, posso perfeitamente estar
equivocado, e não vou me extender
> sobre o Dawkins, porque ainda nao li o livro dele.



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SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2006 00:50

Olá José Renato

Jose Renato: "Será que Dawkins só conheceu essa religião que prega o
nós e eles? Será que é só nessa tal religião onde há essa pregação do
nós e eles ou isso faz parte da cultura humana?"

Não apenas Dawkins, mas nós todos só conhecemos essa religião, toda
religião, que se baseia em ensinar "a verdade" e que divide as pessoas
entre as que "aceitam a verdade" e as que "não aceitam a verdade"
(única e dogmática, indiscutível).

É da natureza das religiões organizadas, e não podem evitar de agir
assim. Uma religião que defendesse ou ensinasse que não importa que
religião você escolhe, ou mesmo se não escolhe nenhuma, estaria fadada
a desaparecer, no competitivo meio ambiente dos "memes" religiosos.

Agora, quanto ao fato de separar as pessoas em classes e divisões ser
parte da cultura humana, pode ser que sim. Pode ser que sejamos, como
animais gregários que evoluíram para fazer parte de grupos,
naturalmente propensos a fazer essa divisão.

O que não significa que não seja uma ação daninha e que não deva ser
combatida. E combatida a partir das forças e organizações que mais se
esforçam em dividir e separar, as religiões.

Um abraço.

Homero



SUBJECT: Re: passear fora do corpo.
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2006 13:57

Silvio

Só para constar, *viagem astral* tem haver com projeciologia e não
espiritismo

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiro@...> escreveu
>
>
>
> Para os "espíritas"....
>
>
>
> A sensação de "saída do corpo", freqüentemente descrita durante
experiências de morte iminente, é provocada por "perturbações de um
processo complexo de coordenação, que se pode atualmente localizar no
cérebro", revelaram cientistas suíços.
>
> Os neurologistas Olaf Blanke e Margitta Seeck fizeram a descoberta
durante a localização por estímulos elétricos de áreas chave do
cérebro a fim de identificar certas partes do córtex responsáveis por
formas severas de epilepsia.
>
> "A representação corporal fica perturbada (...) enquanto se estimula
eletricamente a junção temporoparietal", concluíram os pesquisadores
do Departamento de Neurociências Clínicas da Faculdade de Medicina da
Universidade de Genebra (UNIGE) e do Instituto de Neurociências da
Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL).
>
> "Neste momento, o cérebro gera uma imagem do corpo, mas esta imagem
é deslocada, como que projetada sobre o corpo, à frente ou atrás
dele", descreveram os cientistas em um comunicado publicado nesta
quarta-feira.
>
> "Nos dois primeiros casos, os pacientes reconheceram ainda sua
própria imagem; no último, ao contrário, eles sentiram uma outra
presença, sombria e ameaçadora", explicaram.
>
> Categoria: Mito razão estudo ciência tecnologia conhecimento
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2006 14:29

Olá, Homero! É reveladora sua resposta... "Não apenas Dawkins, mas *nós
todos* só conhecemos essa religião,..."
Além de nós vc inclui todos... Isso é que é ato falho!
Querendo acusar as religiões de pregarem somente a verdade do nós e eles e
vc emite sua poderosa opinião definitiva: "Não apenas Dawkins, mas nós
todos..."
c.q.d.
[]s
José Renato
.............................................

----- Original Message -----
From: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, December 02, 2006 11:50 PM
Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


Olá José Renato

Jose Renato: "Será que Dawkins só conheceu essa religião que prega o
nós e eles? Será que é só nessa tal religião onde há essa pregação do
nós e eles ou isso faz parte da cultura humana?"

Não apenas Dawkins, mas nós todos só conhecemos essa religião, toda
religião, que se baseia em ensinar "a verdade" e que divide as pessoas
entre as que "aceitam a verdade" e as que "não aceitam a verdade"
(única e dogmática, indiscutível).

É da natureza das religiões organizadas, e não podem evitar de agir
assim. Uma religião que defendesse ou ensinasse que não importa que
religião você escolhe, ou mesmo se não escolhe nenhuma, estaria fadada
a desaparecer, no competitivo meio ambiente dos "memes" religiosos.

Agora, quanto ao fato de separar as pessoas em classes e divisões ser
parte da cultura humana, pode ser que sim. Pode ser que sejamos, como
animais gregários que evoluíram para fazer parte de grupos,
naturalmente propensos a fazer essa divisão.

O que não significa que não seja uma ação daninha e que não deva ser
combatida. E combatida a partir das forças e organizações que mais se
esforçam em dividir e separar, as religiões.

Um abraço.

Homero



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: P/ Mauro - Porque focinho de porco não é tomada
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2006 17:36

Olá! O retorno de algumas espécies como o salmão e a tartaruga ao local de
desova onde nasceram parece mostrar que o aprendizado inato ou o instinto é
obtido independente do ser "pensar" ou usar o que costumamos denominar
oficialmente de cérebro. Como geralmente o os salmões morrem ao retornar
para a desova-fecundação, é um forte indício de que o "conhecimento" da rota
realizada pelos pais já está no genes transmitido aos filhotes. A questão
que fica é: como se deu a primeira vez? Uma hipótese é o lento deslocamento
dos continentes e alterações do relevo da Terra. No caso das tartarugas,
baleias, pingüins, etc. existe a possibilidade de indivíduos mais antigos
guiarem os iniciantes ao local de origem.
[]s
José Renato
.............................................

----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, November 14, 2006 7:34 PM
Subject: [ciencialist] Re: P/ Mauro - Porque focinho de porco não é tomada


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Mauro" <bombaspr@...> escreveu
> Mauro: Foi aludido que por não sabermos exatamente como a tartaruga
> ou o salmão sabem as rotas que devem seguir, isso se deve a um
> instinto cravado pela Evolução.

Esse silogismo não está correto. O q se pode fazer é: como existe um
comportamento de volta ao local de eclosão para desova e como isso não
envolve um retorno anterior guiado por outros indivíduos q ali
estiveram anteriormente, é possível se hipotetizar q tal comportamento
é instintivo.

E a partir daí se testar as hipóteses.

> Mauro: Parafraseando, o que transpareceu mais é que você estava
> defendendo que o sugar era um dos itens envolvidos no instinto da
> amamentação. Mas enfim...

De minha parte acho q fui muito bem claro desde o início. O Zé Renato
afirmava q a palavra instinto deveria ter outro uso. Afirmei q isso
poderia ser feito, mas no caso haveríamos de inventar outro termo para
um comportamento inato (não adquirido) e dei como exemplo de
comportamento inato em humanos o ato de sugar dos bebês.

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/58123

[]s,

Roberto Takata




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15:58



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: P/ JR - Porque a Teoria da Evolução não preve qual gene
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2006 17:51

Olá, Takata! Faço comentários no corpo do texto...
.............................................
----- Original Message -----
From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, November 18, 2006 1:58 AM
Subject: [ciencialist] Re: P/ JR - Porque a Teoria da Evolução não preve
qual gene


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> Olá, Homero! O que Darwin apresenta é o processo de seleção natural
> das espécies mais aptas de sobreviver naquele sistema ambiental. Mas
> este é apenas um dos fatores que promove as alterações das espécies
> sobreviventes em relação às existentes anteriormente. E vc insiste
> em querer esquecer todos os demais processos de alteração das
> espécies vivas.

O q não permite dizer q a seleção natural não trata da evolução das
espécies.
JR - São conceitos diversos sobre um mesmo universo de conhecimento.

> Exemplo: se o gigante que passeia em São Paulo, que por motivos que
> desconheço alcança 2,3m de altura, fosse belo, charmoso e tivesse
> libido elevada, promoveria suas características especiais na
> população.

Apenas se essa característica fosse hereditária.
JR - Óbvio.

> São essas combinações um dos principais fatores que promovem
> a alteração na descendência.

Não. O equilíbrio de Hardy-Weinberg mostra q a combinação aleatória de
gametas não promove evolução - ou como vc prefere, alterações
populacionais.
JR - O equilíbrio de Hardy-Weinberg se apoia na premissa de uma população
suficientemente grande e na *ausência de seleção*, migração e mutação. Nesse
caso especialíssimo o equilíbrio é atingido após uma geração de acasalamento
ao acaso. Estamos tratando de população onde ocorre a seleção natural...

[]s,
Roberto Takata

[]s
José Renato



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Porque focinho de porco não é tomada - Para o José Renato
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2006 18:07

Olá, José Carlos!
E aí, vamos apresentar idéias e entendimentos, ou vamos nos recolher a nossa
imensa ignorância? Os assuntos tratados continuam desconhecidos em sua
totalidade, mas nada impede de se buscar um melhor entendimento deles.
Quanto aos currículos vc os receberá quando algum dia isso for necessário
para alguém ser considerado em seus comentários. Imagino quantos currículos
Darwin teve de apresentar aos seus opositores para que sua pesquisa, que
resultou na teoria de seleção natural, fosse considerada conhecimento
científico da melhor qualidade?!
[]s
José Renato
.............................................

----- Original Message -----
From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, November 22, 2006 10:04 PM
Subject: [ciencialist] Re: Porque focinho de porco não é tomada - Para o
José Renato


Caro José Renato,

Reafirmo minha sugestão: aprenda um pouco mais sobre a Teoria da
Evolução. Não lhe fará mal nenhum.

No mais, é pura perda de tempo discutir um assunto desconhecido.

Você ainda está me devendo seu "currículo" no assunto e a lista de
pensadores que concordam com suas afirmações.

Abraços,
Prof. JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
>
> Prof. José Carlos, parece-me que vc truncou minha afirmação no
parágrafo
> final do meu e-mail só para permitir suas ilações e confundir os menos
> atentos.
> Faço outros esclarecimentos e comentários no corpo do e-mail após JR1...
> .............................................
>
> ----- Original Message -----
> From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@To:
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Sunday, November 19, 2006 4:40 AM
> Subject: [ciencialist] Re: Porque focinho de porco não é tomada -
Para o
> José Renato
>
>
> José Renato, meu caro,
>
> Vou começar pelo final da sua mensagem, pois somente ai parece que
> você tocou no assunto que eu levantei:
>
> JR: "...Considerar que a diversidade de estruturas vivas deve-se
> apenas ao processo de seleção natural é um reducionismo inaceitável
> para qualquer um que entenda algo de biologia."
>
> Esse é o ponto, José Renato. Todo mundo que parece entender de
> biologia parece não achar que o processo de seleção natural seja um
> "reducionismo inaceitável", só você, que me parece que é alguém que
> "não entende de biologia", é que parece crer nisso.
> JR1 - Veja agora o texto que vc tirou do contexto, com a idéia completa:
> [ Uma coisa é entender que os seres vivos adaptados ao ambiente têm
maiores
> chances de sobrevivência e perpetuação da espécie... Outra coisa é
entender
> porque há diversidade de seres vivos perfeitamente adaptados ou não.
Uma
> coisa é entender que nas ilhas Galápagos existem tentilhões melhor
adaptados
> a cada uma delas... Outra coisa é compreender porque há tentilhões com
> características diversas. Considerar que a diversidade de estruturas
vivas
> deve-se apenas ao processo de seleção natural é um reducionismo
inaceitável
> para qualquer um que entenda algo de biologia. ]
>
> A Teoria da Evolução não diz que a divesidade de "estruturas vivas"
> (imagino que você esteja se referindo aos seres vivos) deva-se
> "apenas" ao processo de seleção natural. Essa é uma invenção sua,
> assim como também são suas uma porção de outras invenções que você
> atribui ingenuamente (ou de propósito) à teoria que acho que você
> desconhece.
> JR1 - No meu texto procuro dizer exatamente o contrário da idéia que
vc quer
> me imputar a autoria. A seleção natural não promove a evolução dos
seres
> vivos, apenas seleciona os seres que já sofreram alterações-evolução
que
> melhor se adaptam ao ambiente e inibe as não adaptadas.
>
> Você criou a sua própria teoria da evolução, do jeito que você quis, só
> porque teve preguiça de aprender a teoria verdadeira que está nos
livros.
> Agora você está louco para provar que a teoria da evolução que
> você inventou não é boa. Oras, isso me parece uma tremenda perda de
tempo.
> Se você quer ter algo contra a Teoria da Evolução que os biológos
aprendem e
> que está escrita nos livros de biologia, então
> primeiro leia os livros. Para de inventar suas próprias teorias e
depois
> imputá-las à ciência.
> JR1 - Sem estresse, professor!
>
> Foi por isso que eu sugeri na outra mensagem que talvez já esteja no
tempo
> de você perceber que está sozinho na contramão e, portanto, não é o
resto do
> mundo todo que está no sentido errado.
> JR1 - O que vc chama de *o resto do mundo todo* está na sua avaliação
> apressada. Essa sua idéia de que a verdade está com a maioria não
resiste a
> uma brisa.
>
> Aprenda um pouco sobre a Teoria da Evolução, José Renato, depois, se
tiver
> algo sério para questionar, questione. Você tem grandes professores
tentando
> lhe ajudar nessa lista, porque não aproveita?
> Jogue fora esse catecismo tolo que você usa e leia um bom livro sobre
> evolução. Você não precisa ser ignorante como os padres, precisa?
> JR1 - Que tal uma reciclagem em seus conhecimentos e em seu
comportamento,
> agora que vc já tem uma bagagem maior de conhecimentos? Leia seu
próprio
> artigo sobre a teoria de Darwin e procure ver o que ela provocou na
mesmice
> acadêmica. Mas tenha a lucidez de observar a diferença entre seleção
natural
> e alteração de estrutura dos seres vivos ou "evolução". Uma, a da
seleção,
> mostra a adaptação ou não que os seres já modificados ou evoluídos
têm no
> ambiente. Se a alteração ou evolução é mais adequada ao ambiente do
que a
> estrutura anterior a sobrevida é reforçada, caso contrário tende à
extinção.
> A outra, a da evolução, trata das modificações que os estímulos
diversos
> existentes no ambiente provocam nos seres vivos. Se essas
modificações vão
> adaptar melhor o ser vivo para sobrevida é uma questão de seleção e
não de
> evolução. Esta, a modificação-evolução já ocorreu *antes* da seleção.
> Consegue perceber isso?
>
> Abraços,
> Prof. JC
>
> []s
> JR
> .............................................
>
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@> escreveu
> >
> > José Carlos, difícil é perceber o óbvio... Entender uma questão requer
> > lucidez e discernimento. Será que é difícil para vc perceber que
> buscar a
> > verdade, a realidade, não requer descrer na Criação e no Criador por
> > antecipação? O próprio Darwin era religioso, cria em Deus e
percebeu um
> > aspecto importante na seleção das espécies. Mendel, o pai da
> genética, era
> > monge. Não há conflito algum acreditar em um mistério maior a ser
> > perscrutado - que geralmente denominamos Deus - e as descobertas de
> como a
> > natureza se realiza, ditas científicas e que, por uma pendenga
> histórica de
> > vaidades, não pode mencionar o autor de tudo.
> >
> > Uma coisa é entender que os seres vivos adaptados ao ambiente têm
> maiores
> > chances de sobrevivência e perpetuação da espécie... Outra coisa é
> entender
> > porque há diversidade de seres vivos perfeitamente adaptados ou não.
> Uma
> > coisa é entender que nas ilhas Galápagos existem tentilhões melhor
> adaptados
> > a cada uma delas... Outra coisa é compreender porque há tentilhões com
> > características diversas. Considerar que a diversidade de estruturas
> vivas
> > deve-se apenas ao processo de seleção natural é um reducionismo
> inaceitável
> > para qualquer um que entenda algo de biologia.
> >
> > Abraços
> >
> > José Renato
> > ......................................
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@>
> > To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > Sent: Friday, November 17, 2006 2:16 AM
> > Subject: [ciencialist] Re: Porque focinho de porco não é tomada -
> Para o
> > José Renato
> >
> >
> > José Renato,
> >
> > Eu disse para você não se estressar.:)
> >
> > Tem um velho provérbio (sei lá de quem) que diz mais ou menos o
> > seguinte: "se você perceber que está em uma rua em que todos os carros
> > vêem no sentido contrário ao seu, considere a possibilidade de que
> > seja você que esteja na contra-mão e não todos eles".
> >
> > O que o Homero (e também outros) tem escrito sobre a Evolução é
> > basicamente o que está nos livros e é consenso na comunidade
> > científica que lida com isso em seu dia a dia (e ele, Homero, tem uma
> > habilidade toda especial para traduzir isso para leigos). Você parece
> > ser o carrinho que está na contra-mão e me parece que está querendo
> > multar todos os outros que estão no sentido contrário ao seu.
> >
> > Já tivemos uma discussão anterior (somos velhos amigos, não somos?) em
> > que eu o desafiei a me apresentar padres que possuíssem formação
> > científica (e eu não falava em PhDs) suficiente para que soubessem do
> > que falavam quando falavam sobre AIDs, DSTs, etc. Lembro-me que você
> > nunca pode me apresentar um sequer que tivesse conheciemntos básicos
> > do Ensino Médio. Padres são ignorantes sobre ciências e por mais que
> > isso soe pertubardor para os fiéis não deixa de ser uma grande
> > verdade. Por isso, na época, eu chamei a sua atenção para o fato de
> > que pessoas ignorantes sobre um determinado assunto não deveriam ser
> > referência para outros igualmente ignorantes.
> >
> > Enfim, eu desconfio (mas só você pode confirmar ou negar) que você não
> > tenha previamente se informado suficientemente sobre o assunto que
> > está debatendo e, talvez por isso, esteja patinando sem sair do lugar
> > desde o início. Você parece desconhecer os conceitos básicos da teoria
> > evolutiva. Isso não é nenhum demérito, mas também não o qualifica como
> > "inovador" ou "revisor" dessa teoria.
> >
> > Não há nenhum problema em estar errado, em não saber, em estar
> > enganado, etc. O único problema é querer transformar seu erro em
> > acerto e esperar que todas as placas de trânsito se modifiquem para
> > que você passe pelas ruas da forma que bem entender.
> >
> > Mas não estressa não. Esses debates servem para que o Homero, o Takata
> > e outros possam fazer belas exposiçõe sobre a teoria.
> >
> > Abraços,
> > Prof. JC
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@> escreveu
> > >
> > > Caro, prof. José Carlos. Sem estresse!
> > > Por que vc fez essas perguntas só para mim?
> > > Será que Homero já lhe apresentou as respostas a essas mesmas
> > perguntinhas?
> > > []s
> > > JR
> > > .............................................
> > > ----- Original Message -----
> > > From: "José Carlos Antonio" <profjc2003@>
> > > To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > > Sent: Thursday, November 16, 2006 1:01 AM
> > > Subject: [ciencialist] Porque focinho de porco não é tomada - Para o
> > José
> > > Renato
> > >
> > >
> > > Compadre José Renato,
> > >
> > > Não estresse, ok? Só quero lhe fazer umas perguntinhas bem
básicas (já
> > > que nem consigo mais acompanhar tantas mensagens dessa thread
doida):
> > >
> > > - Que formação você tem em biologia e, em especial, sobre Evolução?
> > > - Que livros você leu sobre o assunto que está debatendo?
> > > - Quem mais defende as mesmas idéias ou tem a mesma opinião
sobre esse
> > > assunto além de você?
> > >
> > > Sem estresse, ok? É só para saber mesmo.
> > >
> > > Abraços,
> > > Prof. JC
>





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SUBJECT: Fwd: [STR] GLEISER E ATEISMO (de novo)
FROM: "- -" <nando.str@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2006 19:57

FOLHA DE S.PAULO, 03-12-2006

ATEÍSMO (MENOS) RADICAL
Marcelo Gleiser

Aos leitores que porventura estranharem o título desta coluna,
explico: semana passada escrevi sobre o ateísmo radical de, entre
outros, Richard Dawkins, o biólogo e divulgador de ciência inglês que
publicou livros importantíssimos como "O Gene Egoísta" e "O Relojoeiro
Cego". Raramente abordo o mesmo tema duas vezes seguidas. Porém,
recebi tantas mensagens de leitores a favor e contra que optei por
fazê-lo.

Antes, um breve resumo do que disse. Critiquei a postura de Dawkins, a
quem admiro muito, por achá-la intolerante e radical. Dawkins
essencialmente nega a religião, considerando-a uma crendice absurda,
que escraviza as pessoas. Ele não é o primeiro a afirmar isso.
Lucrécio, poeta romano que viveu um pouco antes de Jesus Cristo,
escreveu: "As pessoas vivem aterrorizadas porque não compreendem as
causas das coisas que acontecem na terra e no céu, atribuindo-as
cegamente aos caprichos de algum deus".

A razão, leia-se ciência, é a luz que ilumina o obscurantismo da fé.

A maioria das mensagens que recebi defendem a postura de Dawkins.
Guerra é guerra, e a religião está em guerra contra a ciência.
Intolerância tem de ser enfrentada com intolerância. Em uma delas, Sam
Harris, outro autor que defende uma postura anti-religiosa radical, é
citado: "a religião bate sem dó e quer ser tratada com luvas de
pelica".

Eu sou um desses ateus liberais que Dawkins critica. Para mim, não há
absolutamente nenhuma dúvida de que o sobrenatural é completamente
incompatível com uma visão científica do mundo, visão que costumo
defender arduamente.

Conforme escrevi em várias ocasiões, o sobrenatural não faz qualquer
sentido: se algo ocorre, seja lá o que for, desde uma erupção
vulcânica a um suposto "milagre", esse algo passa a ser um fenômeno
natural e, como tal, regido pelas leis da natureza. Quando as causas
ainda não são conhecidas, o dito fenômeno ganha um ar de mistério,
criando espaço para o obscurantismo. Mas o fato de elas não serem
conhecidas não implica que devam ser atribuídas a causas
sobrenaturais: o que a ciência (ainda) não explica não deve ser
atribuído a seres divinos cujas ações estão além da razão.

A natureza é sutil; a elucidação dos seus mecanismos leva tempo e
requer muita criatividade. O terror a que Lucrécio se refere vem da
insegurança causada pela submissão ao desconhecido: tememos o que não
conhecemos. Numa era científica, esse terror não deveria existir.

Se sou ateu; se fico transtornado quando vejo a infiltração de grupos
religiosos extremistas nas escolas, querendo mudar o currículo,
tratando a ciência em pé de igualdade com a Bíblia; se concordo que o
extremismo religioso é um dos grandes males do mundo; se batalho
contra a disseminação de crenças anticientíficas absurdas como o
design inteligente e o criacionismo na mídia; por que, então, critico
o ateísmo radical de Dawkins?

Porque não acredito em extremismos e intolerância. Porque não vejo o
radicalismo criar amigos ou novos aderentes, apenas mais inimigos e
ódio. Porque o extremismo é o pior dos diplomatas. Sei bem do
preconceito contra os ateus, preconceito que vem da crença absurda
(popular em alguns países, como os EUA) de que só as pessoas
religiosas podem ser morais. É essa crença ignorante que deve ser
combatida; ninguém precisa acreditar na Bíblia para saber que matar é
errado, se bem que esses ensinamentos são esquecidos na brutalidade
selvagem das guerras religiosas que pontuam a história. É a hipocrisia
usada sob a bandeira da fé que deve ser combatida, não a fé em si.

---------
MARCELO GLEISER é professor de física teórica do Dartmouth College, em
Hanover (EUA), e autor do livro "A Harmonia do Mundo" (i)

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0312200601.htm


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2006 21:31

Ninguém perguntou se é para haver equilíbrio ou não, se vc acha ou não que a religião dá algum respaldo moral e ético. A pergunta foi taxativa: na hipótese de 'lavagem cerebral' pela religião ou pela Ciência, por qual vc optaria?
A próxima pergunta taxativa será: se nas escolas teremos que decidir entre adotar a bíblia ou o livro do método científico e suas implicações, qual adotar?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 2 de dezembro de 2006 13:05
Assunto: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


Excluindo-se o radicalismo e fundamentalismo Eu acho que um equilíbrio
entre as duas seria o mais aceitável, o mundo precisa de um
direcionamento moral e ético e a religião ajuda a pessoas a se
equilibrar neste sentido
A Ciência já ajuda o homem a desvendar o universo e a natureza.

Entendendo como religião, não tão somente a religião organizada, mas
o espírito de religiosidade, independente de crenças

O livro de Steven Jay Gould, "Pilares do Tempo", versa sobre o tema:
Religião e Ciência...recomendo...é um livro pequeno de fácil leitura

Abraços,]
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Junior,
>
> ao fim e ao cabo admitamos que haverá para a população uma lavagem
cerebral. Assim, só haverá uma chance; qual vc prefere que subsista: a
religiosa ou a científica?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: sexta-feira, 1 de dezembro de 2006 14:10
> Assunto: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
>
>
> As frases de Dawkins dirigidas a religiosos não tem nada a ver com
> ciência e sim com dogma e opinião, baseada em falácia
>
> Neste aspecto, não vejo diferença nenhuma entre a fé em Jesus e a fé
> em Dawkins.
> Ambas as fé, levam ao mesmo caminho: dogmatismo e intolerancia
>
> A única diferença é que a lavagem cerebral que os pupilos de Dawkins
> recebem é mais aceitável do ponto de vista racional, mas é sempre a
> mesma ladainha.
> É a tal vaidade intelectual de que não se dão conta e todos os atos e
> frases belicosas dirigidas a religiosos ficam assim justificados em
> nome da razão e da ciência. Os seus discípulos gostam disso :-)
>
>
> Abraços,
> Junior




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2006 21:39

pcw_junior diz:

"O livro de Steven Jay Gould, "Pilares do Tempo", versa sobre o tema: Religião e Ciência...recomendo...é um livro pequeno de fácil leitura."

Agora entendo porque vc o conseguiu ler!

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 2 de dezembro de 2006 13:05
Assunto: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


Excluindo-se o radicalismo e fundamentalismo Eu acho que um equilíbrio
entre as duas seria o mais aceitável, o mundo precisa de um
direcionamento moral e ético e a religião ajuda a pessoas a se
equilibrar neste sentido
A Ciência já ajuda o homem a desvendar o universo e a natureza.

Entendendo como religião, não tão somente a religião organizada, mas
o espírito de religiosidade, independente de crenças

O livro de Steven Jay Gould, "Pilares do Tempo", versa sobre o tema:
Religião e Ciência...recomendo...é um livro pequeno de fácil leitura

Abraços,]
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Junior,
>
> ao fim e ao cabo admitamos que haverá para a população uma lavagem
cerebral. Assim, só haverá uma chance; qual vc prefere que subsista: a
religiosa ou a científica?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: sexta-feira, 1 de dezembro de 2006 14:10
> Assunto: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
>
>
> As frases de Dawkins dirigidas a religiosos não tem nada a ver com
> ciência e sim com dogma e opinião, baseada em falácia
>
> Neste aspecto, não vejo diferença nenhuma entre a fé em Jesus e a fé
> em Dawkins.
> Ambas as fé, levam ao mesmo caminho: dogmatismo e intolerancia
>
> A única diferença é que a lavagem cerebral que os pupilos de Dawkins
> recebem é mais aceitável do ponto de vista racional, mas é sempre a
> mesma ladainha.
> É a tal vaidade intelectual de que não se dão conta e todos os atos e
> frases belicosas dirigidas a religiosos ficam assim justificados em
> nome da razão e da ciência. Os seus discípulos gostam disso :-)
>
>
> Abraços,
> Junior




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fwd: [STR] GLEISER E ATEISMO (de novo)
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2006 21:44

Takata já tinha percebido isso: estamos pautando a imprensa...
[]s
JR
.............................................

From: "- -" <nando.str@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Sunday, December 03, 2006 6:57 PM
Subject: [ciencialist] Fwd: [STR] GLEISER E ATEISMO (de novo)


FOLHA DE S.PAULO, 03-12-2006

ATEÍSMO (MENOS) RADICAL
Marcelo Gleiser

Aos leitores que porventura estranharem o título desta coluna,
explico: semana passada escrevi sobre o ateísmo radical de, entre
outros, Richard Dawkins, o biólogo e divulgador de ciência inglês que
publicou livros importantíssimos como "O Gene Egoísta" e "O Relojoeiro
Cego". Raramente abordo o mesmo tema duas vezes seguidas. Porém,
recebi tantas mensagens de leitores a favor e contra que optei por
fazê-lo.

Antes, um breve resumo do que disse. Critiquei a postura de Dawkins, a
quem admiro muito, por achá-la intolerante e radical. Dawkins
essencialmente nega a religião, considerando-a uma crendice absurda,
que escraviza as pessoas. Ele não é o primeiro a afirmar isso.
Lucrécio, poeta romano que viveu um pouco antes de Jesus Cristo,
escreveu: "As pessoas vivem aterrorizadas porque não compreendem as
causas das coisas que acontecem na terra e no céu, atribuindo-as
cegamente aos caprichos de algum deus".

A razão, leia-se ciência, é a luz que ilumina o obscurantismo da fé.

A maioria das mensagens que recebi defendem a postura de Dawkins.
Guerra é guerra, e a religião está em guerra contra a ciência.
Intolerância tem de ser enfrentada com intolerância. Em uma delas, Sam
Harris, outro autor que defende uma postura anti-religiosa radical, é
citado: "a religião bate sem dó e quer ser tratada com luvas de
pelica".

Eu sou um desses ateus liberais que Dawkins critica. Para mim, não há
absolutamente nenhuma dúvida de que o sobrenatural é completamente
incompatível com uma visão científica do mundo, visão que costumo
defender arduamente.

Conforme escrevi em várias ocasiões, o sobrenatural não faz qualquer
sentido: se algo ocorre, seja lá o que for, desde uma erupção
vulcânica a um suposto "milagre", esse algo passa a ser um fenômeno
natural e, como tal, regido pelas leis da natureza. Quando as causas
ainda não são conhecidas, o dito fenômeno ganha um ar de mistério,
criando espaço para o obscurantismo. Mas o fato de elas não serem
conhecidas não implica que devam ser atribuídas a causas
sobrenaturais: o que a ciência (ainda) não explica não deve ser
atribuído a seres divinos cujas ações estão além da razão.

A natureza é sutil; a elucidação dos seus mecanismos leva tempo e
requer muita criatividade. O terror a que Lucrécio se refere vem da
insegurança causada pela submissão ao desconhecido: tememos o que não
conhecemos. Numa era científica, esse terror não deveria existir.

Se sou ateu; se fico transtornado quando vejo a infiltração de grupos
religiosos extremistas nas escolas, querendo mudar o currículo,
tratando a ciência em pé de igualdade com a Bíblia; se concordo que o
extremismo religioso é um dos grandes males do mundo; se batalho
contra a disseminação de crenças anticientíficas absurdas como o
design inteligente e o criacionismo na mídia; por que, então, critico
o ateísmo radical de Dawkins?

Porque não acredito em extremismos e intolerância. Porque não vejo o
radicalismo criar amigos ou novos aderentes, apenas mais inimigos e
ódio. Porque o extremismo é o pior dos diplomatas. Sei bem do
preconceito contra os ateus, preconceito que vem da crença absurda
(popular em alguns países, como os EUA) de que só as pessoas
religiosas podem ser morais. É essa crença ignorante que deve ser
combatida; ninguém precisa acreditar na Bíblia para saber que matar é
errado, se bem que esses ensinamentos são esquecidos na brutalidade
selvagem das guerras religiosas que pontuam a história. É a hipocrisia
usada sob a bandeira da fé que deve ser combatida, não a fé em si.

---------
MARCELO GLEISER é professor de física teórica do Dartmouth College, em
Hanover (EUA), e autor do livro "A Harmonia do Mundo" (i)

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0312200601.htm



SUBJECT: Associando geradores - Leo
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2006 21:49

Oi pessoal,

acabei de colocar no Imperdível a primeira parte de um tema bem batido:
Associação de geradores

http://www.feiradeciencias.com.br/sala12/12_T09.asp

apreciaria uma leitura e comentários (inclusive erros na língua pátria),

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================


SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2006 22:02

Ué, se religião não pode ensinar ética , nem moral, porque o pessoal
anti-religião é tão agressivo?

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> pcw_junior diz:
>
> "O livro de Steven Jay Gould, "Pilares do Tempo", versa sobre o
tema: Religião e Ciência...recomendo...é um livro pequeno de fácil
leitura."
>
> Agora entendo porque vc o conseguiu ler!
>




SUBJECT: Re: P/ JR - Porque a Teoria da Evolução não preve qual gene
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2006 22:24

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
> JR - O equilíbrio de Hardy-Weinberg se apoia na premissa de uma
> população suficientemente grande e na *ausência de seleção*, migração
> e mutação. Nesse caso especialíssimo o equilíbrio é atingido após uma
> geração de acasalamento ao acaso. Estamos tratando de população onde
> ocorre a seleção natural...

Exatamente. Se vc isola o fator cruzamento, não há mudança. Logo,
outros fatores é q produzem mudança - entre os quais a seleção natural.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2006 23:10

Eu não acho nada, eu observo. A mais recente empreitada cética no
sentido de validar o argumento de que a moral e a ética é algo
independente de religião, com atitudes e expulsão massiva de pessoas
que discordavam deles, foi por água abaixo: Faliu!

Não, que eu não ache que pessoas atéias e agnósticas não possam ter
moral e ética independente de religião. Mas, o que foi observado até
agora, como fato, levando-se em consideração uma amostragem grande de
pessoas ,na forma de comnunidade, demonstrou-se falido. Ainda bem que
a falência da STR não foi uma experiência científica :-)


Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Ninguém perguntou se é para haver equilíbrio ou não, se vc acha ou
não que a religião dá algum respaldo moral e ético.



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "oraculo333" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2006 23:25

Olá Jose Renato

Não há engano ou ato falho, eu inclui mesmo todos nós..:-) Inclusive
você, Jose Renato, e sua religião.

Nós, inclusive você, não conhecemos nenhuma religião que não tenha uma
"verdade absoluta" para regar, que não separe as pessoas entre as que
aceitam essa verdade e as que não aceitam.

Ou pensa que a religião católica vai permitir que ateus escapem do
inferno?..:-)

Se uma religião pregar que não importa a religião para ser salvo, ela
perde o sentido. Se não defender sua verdade particular, perde o sentido.

Não se tem "aulas de religião" para discutir e criticar, mas para
aceitar e receber a verdade.

Tente o seguinte, encontre uma religião que afirme que não é preciso
segui-la para ser salvo ou para agradar a divindade (ou cumprir o
propósito divino). Vamos ver o que consegue.

Um abraço.

Homero


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@...> escreveu
>
> Olá, Homero! É reveladora sua resposta... "Não apenas Dawkins, mas *nós
> todos* só conhecemos essa religião,..."
> Além de nós vc inclui todos... Isso é que é ato falho!
> Querendo acusar as religiões de pregarem somente a verdade do nós e
eles e
> vc emite sua poderosa opinião definitiva: "Não apenas Dawkins, mas nós
> todos..."
> c.q.d.
> []s
> José Renato
> .............................................
>
> ----- Original Message -----
> From: "oraculo333" <oraculo@...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Saturday, December 02, 2006 11:50 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
>
>
> Olá José Renato
>
> Jose Renato: "Será que Dawkins só conheceu essa religião que prega o
> nós e eles? Será que é só nessa tal religião onde há essa pregação do
> nós e eles ou isso faz parte da cultura humana?"
>
> Não apenas Dawkins, mas nós todos só conhecemos essa religião, toda
> religião, que se baseia em ensinar "a verdade" e que divide as pessoas
> entre as que "aceitam a verdade" e as que "não aceitam a verdade"
> (única e dogmática, indiscutível).
>
> É da natureza das religiões organizadas, e não podem evitar de agir
> assim. Uma religião que defendesse ou ensinasse que não importa que
> religião você escolhe, ou mesmo se não escolhe nenhuma, estaria fadada
> a desaparecer, no competitivo meio ambiente dos "memes" religiosos.
>
> Agora, quanto ao fato de separar as pessoas em classes e divisões ser
> parte da cultura humana, pode ser que sim. Pode ser que sejamos, como
> animais gregários que evoluíram para fazer parte de grupos,
> naturalmente propensos a fazer essa divisão.
>
> O que não significa que não seja uma ação daninha e que não deva ser
> combatida. E combatida a partir das forças e organizações que mais se
> esforçam em dividir e separar, as religiões.
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
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> Links do Yahoo! Grupos
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> Version: 7.5.430 / Virus Database: 268.15.6/565 - Release Date:
2/12/2006
> 21:39
>




SUBJECT: Convocação ao Léo
FROM: José Carlos Antonio <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 01:14

Léo (e demais participantes do Boteco),

Já iniciamos o Conto Botecal de Natal 2006. Vá correndo pro boteco,
leia o que já escreveram e escreva sua parte.

Abraços,
JC
(Dono da pocilga)



SUBJECT: Re: Convocação ao Léo
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 01:49

Tenho certeza de q em algum lugar do texto poderá ser encaixado o
conto de ficção científica de seis palavras de Alan Moore: "machine.
Unexpectedly, I'd invented a time" ["tempo. Inesperadamente, inventei
uma máquina do"]

http://www.wired.com/wired/archive/14.11/sixwords.html

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Carlos Antonio
> Léo (e demais participantes do Boteco),
>
> Já iniciamos o Conto Botecal de Natal 2006. Vá correndo pro boteco,
> leia o que já escreveram e escreva sua parte.
>
> Abraços,
> JC
> (Dono da pocilga)




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: passear fora do corpo.
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2006 01:52

Éuma questão de opinião: há espíritas que fazem viagens astrais: vão até marte,e voltam, contando direitinho o que viram.
Projectologia não sei o que é. etmológicamente, assim, de gratis, pode ser: LOGOS = conhecer, conhecimento. - Projeto + ato ou efeito de projetar: executar projetos a partir de um estudo básico (viabilidade ou croquí) ou impelir com um uma força de inpulsão, objeto para o espaço.

apenas me permita uma observação :
você escreveu haver (ter, possuir) e o correto seria a ver. lapis que a todos nós ocorre....

sds.,

silvio
----- Original Message -----
From: pcw_junior
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, December 03, 2006 1:57 PM
Subject: [ciencialist] Re: passear fora do corpo.


Silvio

Só para constar, *viagem astral* tem haver com projeciologia e não
espiritismo

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiro@...> escreveu
>
>
>
> Para os "espíritas"....
>
>
>
> A sensação de "saída do corpo", freqüentemente descrita durante
experiências de morte iminente, é provocada por "perturbações de um
processo complexo de coordenação, que se pode atualmente localizar no
cérebro", revelaram cientistas suíços.
>
> Os neurologistas Olaf Blanke e Margitta Seeck fizeram a descoberta
durante a localização por estímulos elétricos de áreas chave do
cérebro a fim de identificar certas partes do córtex responsáveis por
formas severas de epilepsia.
>
> "A representação corporal fica perturbada (...) enquanto se estimula
eletricamente a junção temporoparietal", concluíram os pesquisadores
do Departamento de Neurociências Clínicas da Faculdade de Medicina da
Universidade de Genebra (UNIGE) e do Instituto de Neurociências da
Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL).
>
> "Neste momento, o cérebro gera uma imagem do corpo, mas esta imagem
é deslocada, como que projetada sobre o corpo, à frente ou atrás
dele", descreveram os cientistas em um comunicado publicado nesta
quarta-feira.
>
> "Nos dois primeiros casos, os pacientes reconheceram ainda sua
própria imagem; no último, ao contrário, eles sentiram uma outra
presença, sombria e ameaçadora", explicaram.
>
> Categoria: Mito razão estudo ciência tecnologia conhecimento
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>






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Proteja o seu e-mail Terra: http://mail.terra.com.br/



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Version: 7.1.409 / Virus Database: 268.15.6/566 - Release Date: 3/12/2006


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Off-topic - Sombras do Iluminismo
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 04:10

Oi pessoal,

Desculpem-me mais este off-topic. Mas como sou um veterano da
Ciencialist, acho-me no direito de abusar um pouquinho.

É só para avisar que o meu novo livrinho, "Sombras do Iluminismo",
já se encontra à venda no site da Editora 7Letras: www.7Letras.com.br

É só ir à seção "Lançamentos" que o livro aparece. Se tiver algum
problema de acesso, então vá diretamente ao e-mail do André,
responsável pela área comercial: vendas@7letras.com.br

Em breve, o livro estará sendo vendido pelo site do Submarino.

Quem mora no Rio de Janeiro, pode ir à livraria Timbre (tel: 2274-
1146)

E se quiserem o livro autografado, é só endereçarem o pedido para
mim. Aceito cheque nominal a Manuel Soares Bulcão Neto (Rua
República do Líbano, 1000/1402, Bairro Meireles, CEP 60160-140,
Fortaleza – Ceará), ou depósito em conta corrente (Banco do Brasil
[001], agência 2793-6, conta corrente 40.431-4). Neste caso, enviar
uma mensagem via e-mail com o dia e o valor do depósito (meu e-mail
é manuelbulcao@uol.com.br ). E não se esqueçam de enviar o endereço
completo de vocês, incluindo o CEP.

O preço do livro é R$27,00 (vinte e sete reais). Com o frete sai por
R$30,00 (trinta reais). Por SEDEX? Não sei por quanto sai. A gente
combina.

O livro tem 192 páginas. Vou mandar um e-mail para Ciencialist com o
prefácio, para vocês terem uma idéia do tema do livro. (aviso que o
prefácio é um pouco longo.)

Um abraço a todos,
Manuel Bulcão



SUBJECT: Prefácio de Sombras do Iluminismo
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 04:44

PREFÁCIO
(Sombras do Iluminismo, de Manuel Soares Bulcão Neto)

Calcula-se em cento e cinqüenta mil anos a idade do homem moderno.
Durante mais de nove décimos do seu tempo de existência, a
humanidade subsistiu sob a forma de um arquipélago de comunidades
fechadas: tribos espalhadas por todos os continentes e que, nas
ocasiões intermitentes em que interagiam, faziam-no muito mais por
meio da guerra do que pelo comércio. Cada uma dessas tribos possuía
um sistema de crenças, ou seja, uma mitologia que servia tanto para
legitimar valores como para familiarizar os homens com o mundo.

Esse movimento dispersivo tinha o potencial de se traduzir, a longo
prazo, em divergências genéticas significativas, o que ensejaria o
aparecimento de várias outras espécies do gênero Homo. Por sorte, há
cerca de doze mil anos, deu-se início uma série de acontecimentos
que, por sua vez, desencadeou um processo inverso, de "integração";
isto é, uma evolução cultural "convergente" de todos os povos e
etnias.

Em grandes linhas, o que aconteceu foi o seguinte: a revolução
neolítica (i.e., o advento da agropecuária em alguns agrupamentos
humanos) e as grandes inovações que se seguiram – a irrigação
artificial, a utilização da força motriz animal, a descoberta dos
metais, a notação numérica, a escrita etc. – fizeram com que o
trabalho se tornasse altamente rendoso, capaz de produzir muito mais
do que o necessário para a simples reprodução da vida. Ora, a
existência de um "sobreproduto" social deu azo ao surgimento de
camadas sociais que, se não ociosas e parasitas dos produtores
diretos, eram titulares de funções sociais importantes, porém não
diretamente ligadas à atividade produtiva (funções religiosas,
administrativas, de promoção da justiça, proteção do território,
gerenciamento de grandes obras comunitárias como aquedutos, represas
etc.) e que exigiam para si, como contraprestação de seus serviços,
parte do sobreproduto. Outra fração desse excedente, entretanto, foi
destinada à troca, ao intercâmbio mercantil.

A atividade mercantil intertribal é, talvez, tão antiga quanto o
homem moderno [1] Em alguns sítios arqueológicos paleolíticos da
França central, foram encontradas conchas oriundas do Mediterrâneo,
provavelmente levadas até lá por uma forma rudimentar de relações
comerciais. Foi, porém, somente com o aparecimento de um excedente
estável – em razão do aumento da produtividade do trabalho e não de
fatores contingentes – que o comércio se converteu numa instituição,
isto é, numa atividade "regular" tão necessária e vital como a
agricultura, a criação de animais, o artesanato e a metalurgia.

Indivíduos, clãs e até povos inteiros se especializaram na atividade
mercantil. Essas castas e tribos nômades de mercadores estabeleceram
complexa rede de vasos comunicantes entre as mais diversas culturas
e nações, rompendo a auto-suficiência das comunas camponesas,
incrementando uma divisão internacional do trabalho e equalizando as
necessidades humanas. Por essas rotas comerciais trafegavam, em mão
dupla, não só mercadorias como também germes, gostos, idéias, genes
e outros "fluidos" que, uma vez compartilhados, tornam as pessoas
mais "semelhantes".

Além do mais, para o comerciante – cuja atividade consiste em
comprar para revender – o que mais lhe interessa nos homens são as
suas qualidades "gerais" de produtor e consumidor. Vale dizer, não
importa se o indivíduo é branco, negro, cristão, animista, homem ou
mulher. Importa, sim, que lhe venda os seus produtos e compre suas
mercadorias. A atividade mercantil, portanto, não só universaliza as
demandas e necessidades humanas como também o próprio homem, na
medida em que enfatiza suas características universais, pondo em
segundo plano suas particularidades regionais, étnicas, tribais etc.

Com a Revolução Industrial, a generalização da produção de
mercadorias sob a égide do capitalismo e o progresso da ciência e de
sua tecnologia (progresso este amplamente favorecido pelo modo de
produção burguês moderno), acelerou-se o processo de unificação do
gênero humano, a gênese do homem "universal". Com efeito, a
humanidade, que até bem pouco não passava de uma abstração [2],
converteu-se num todo estruturado; as diversas comunidades
autárquicas de outrora – separadas entre si pelas barreiras da
língua e das idiossincrasias culturais, intraduzíveis em outras
culturas – convergiram para formar esta aldeia global, habitat do
Homo interneticus.

Obviamente, a evolução para a sociedade globalizada não poderia
deixar de ser, também, um processo de destruição: desmonte de
culturas locais, aniquilação de modos de vida tradicionais, desate
de vínculos primários (laços de sangue, de solo, de ofício e até de
vizinhança) e obsolescência dos antigos sistemas de crenças.

As cosmovisões mitológicas da humanidade arcaica eram construções
coletivas, espontâneas, elaboradas de modo análogo ao processo de
formação das rochas sedimentares. Constituíam
representações "antropologizadas" de mundos não só estagnados como
também diminutos: universos do tamanho do campo da visão que tinham
por limites cadeias de montanhas ou, quando muito, o horizonte
oceânico. Ora, o mundo moderno, extremamente dinâmico,
espantosamente ampliado pelos instrumentos da ciência (o
microscópio, o telescópio, a astroantena etc.) e habitado por
indivíduos com alto grau de autonomia não mais cabe nos quadros das
fossilizadas visões tradicionais. Aliás, pela sua complexidade,
escapa inclusive ao poder de explicação das mitologias das religiões
ditas universais.

Este mundo multiconectado em que indivíduos das mais diversas
origens e cantões da Terra são forçados a conviver – a expor sua
alteridade e suportar a exposição do outro – demanda, pois, uma
cosmovisão inédita e à sua medida: um novo sistema de crenças capaz
de desempenhar velhas funções, as mesmas que as mitologias do
passado exerceram com êxito e que consistem, segundo o filósofo
Ernest Gellner, em legitimar valores, subscrever acordos sociais e
políticos, proporcionar consolo moral e familiarizar os homens com o
mundo.

Em que basear, porém, um sistema de idéias que atenda às
necessidades de uma humanidade, se não estandardizada, pelo menos
integrada? Qual princípio ou postulado válido para todos os homens
poderia servir-lhe de fundação?

Toda mitologia possui um conjunto de técnicas mágicas, práticas
ritualísticas que têm por escopo orientar forças sobrenaturais no
sentido de uma determinada ação: otimizar os resultados da caça,
garantir a vitória na guerra, curar doenças etc. A maioria dessas
técnicas é absolutamente inoperante. Algumas, porém, em conseqüência
do "efeito placebo" ou do fenômeno conhecido pelos antropólogos
como "eficácia simbólica", são capazes de produzir os efeitos
almejados em boa parte das vezes, mas somente entre os indivíduos
que crêem nos mitos associados a esses ritos. Por exemplo, a oração
xamanística que cura certo tipo de dermatose entre os Tremembés é
incapaz de sanar esta mesma moléstia entre os Xavantes ou na
comunidade dos Tuxás.

Existe, no entanto, uma tecnologia universalmente eficaz, isto é,
eficiente, independentemente de quem a opere. Com efeito, um
antibiótico produzido pelo laboratório Roche pode curar tuberculosos
de qualquer cultura e de todas as confissões religiosas; um avião
fabricado pela EMBRAER (empresa em que a maioria dos empregados é
católica) pode ser pilotado seja por um indiano hinduísta, um
tibetano budista, um paquistanês islamita, um ugandense animista e
até por um canadense protestante; um laptop da IBM é um instrumento
utilíssimo tanto para um dirigente da Al-Qaeda como para
um "cruzado" e, também, para um sectário do Likud.

Essa tecnologia universal não é senão a aplicação prática do
conhecimento científico. Ora, se as ciências empíricas – Física,
Química, Biologia etc. – foram capazes de criar artefatos
tecnológicos cuja utilidade transcende os particularismos culturais,
então é de se concluir que se trata de um conhecimento objetivo.
Dessarte, não seria razoável aventar a idéia de mediante as regras
metodológicas que produzem tal conhecimento (o método científico-
experimental), podemos chegar a uma cosmovisão igualmente
objetiva, "transcultural"? — O Iluminismo, chama intelectual que
acendeu as labaredas das revoluções liberal-democráticas e
socialistas, representa o despertar desta fé: convicção de que a
ciência é capaz de demonstrar valores universais; crença numa
verdade objetiva "libertadora".

Ocorre que, da entranha do Iluminismo, surgiram
ideologias "cientificistas" que, em vez de alargarem a realidade,
submeteram-na mais uma vez a leitos de Procusto; no lugar de
libertarem os homens, sujeitaram-nos a novas camisas-de-força; e
que, longe de celebrarem a diversidade e a igualdade na diferença,
cultivaram o ódio, o ressentimento, o hierarquismo das hordas e a
intolerância. A escuridão que Diderot, D'Alembert, Voltaire e
Condorcet sonharam em debelar, a tríade cientificista da nossa
época – darwinismo-social, liberalismo econômico ortodoxo e
socialismo "científico" – apenas a substituiu por uma espécie
de "cegueira branca".

Com o darwinismo-social, não só a escravidão como a guerra de
extermínio tornaram-se "cientificamente justificáveis". O trabalho
escravo também foi amplamente utilizado no processo de acumulação
socialista primitiva posto em prática pelos partidos comunistas da
URSS, China, Coréia do Norte e Camboja (as polícias políticas desses
países tinham que efetuar um número mínimo de prisões em tempo
determinado, cota estabelecida pelos grandes mandatários e de acordo
com as necessidades de mão-de-obra). Quanto ao liberalismo e sua
altamente matematizada ciência econômica, malgrado as predições
otimistas da teoria das vantagens comparativas e da lei de Say, sua
aplicação irrestrita traduziu-se em exclusão (de indivíduos,
classes, regiões e mesmo nações inteiras); crises econômicas
recorrentes cada vez mais devastadoras; distribuição injusta da
riqueza social; um ambiente de insegurança permanente, de competição
feroz que amesquinha o espírito e rebaixa o homem à condição de
bruto solitário.

Com o falhanço das cosmovisões cientificistas, inaugurou-se um
período de incerteza e confusão. Assim como as águas de um rio que
teve o curso interrompido tendem a ocupar antigos leitos, muitas
pessoas, hoje, desiludidas com a ciência e desconfiadas da razão,
voltam o olhar para o passado, para a infância da espécie, em busca
de algo sólido que lhes sirva de referência e escora. Como que
acometidas de agorafobia moral, trocam os grandes ideais da
humanidade pelos pequenos valores da raça e da tribo. Esses
indivíduos, acometidos pela nostalgia da Terra plana, são os que
engrossam as falanges do fundamentalismo religioso de todas as
extrações (cristão, islâmico, judaico, hindu etc.), terrível
atavismo que, a médio prazo, pode arrastar a humanidade para uma
nova e talvez definitiva idade das trevas.

O presente ensaio é uma breve reflexão sobre esta Era de incertezas.
Trata-se de um texto modesto, mas escrito com fé: fé nos homens e na
razão; convicção firme de que no meio da fruta podre do Iluminismo
existe uma semente viva e fecunda.

Esta semente brotará!

Manuel Bulcão

NOTAS:
[1] Diga-se a propósito que os etólogos constataram a existência de
relações de troca entre alguns animais gregários. Os bonobos
(chimpanzés pigmeus), por exemplo, usam o sexo como moeda: sexo em
troca de comida, sexo em troca de proteção etc.
[2] "A Constituição de 1795" – escreveu o filósofo saboiano Joseph
De Maistre (1753/1821) – "como suas predecessoras, foi feita para o
homem. Mas não existe no mundo nada que se possa chamar de homem. Ao
longo de minha vida, tenho visto franceses, italianos, russos etc.;
também sei, graças a Montesquieu, que se pode ser persa. Mas, quanto
ao homem, afirmo que, em toda a minha vida, jamais o encontrei".



SUBJECT: Off-topic - Sombras do Iluminismo
FROM: LECarvalho <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 07:40

At 03:10 4/12/2006, you wrote:

>Oi pessoal,
>
>Desculpem-me mais este off-topic. Mas como sou um veterano da
>Ciencialist, acho-me no direito de abusar um pouquinho.
>
>É só para avisar que o meu novo livrinho, "Sombras do Iluminismo",
>já se encontra à venda no site da Editora 7Letras: www.7Letras.com.br
>
>É só ir à seção "Lançamentos" que o livro aparece. Se tiver algum
>problema de acesso, então vá diretamente ao e-mail do André,
>responsável pela área comercial:
><mailto:vendas%407letras.com.br>vendas@7letras.com.br
>
>Em breve, o livro estará sendo vendido pelo site do Submarino.
>
>Quem mora no Rio de Janeiro, pode ir à livraria Timbre (tel: 2274-
>1146)
>
>E se quiserem o livro autografado, é só endereçarem o pedido para
>mim. Aceito cheque nominal a Manuel Soares Bulcão Neto (Rua
>República do Líbano, 1000/1402, Bairro Meireles, CEP 60160-140,
>Fortaleza – Ceará), ou depósito em conta corrente (Banco do Brasil
>[001], agência 2793-6, conta corrente 40.431-4). Neste caso, enviar
>uma mensagem via e-mail com o dia e o valor do depósito (meu e-mail

><mailto:manuelbulcao%40uol.com.br>manuelbulcao@uol.com.br
>). E não se esqueçam de enviar o endereço
>completo de vocês, incluindo o CEP.
>
>O preço do livro é R$27,00 (vinte e sete reais). Com o frete sai por
>R$30,00 (trinta reais). Por SEDEX? Não sei por quanto sai. A gente
>combina.
>
>O livro tem 192 páginas. Vou mandar um e-mail para Ciencialist com o
>prefácio, para vocês terem uma idéia do tema do livro. (aviso que o
>prefácio é um pouco longo.)
>
>Um abraço a todos,
>Manuel Bulcão




Semana retrasada estive aí em Fortaleza, pra dar
uma conferencia em um Simposio pertinho da tua casa, no Hotel Luzeiros.

Não lembrei de te convidar.

Você não ia gostar.

Mas que coisa melhor que essa poderia acontecer ?


L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: ESCOAMENTO DE LÍQUIDOS 1 .UCFilho
FROM: "UCFilho" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 10:01

Boa tarde Leo e a todos

faltam dados. É necessário saber:1- o vácuo nos tanques;2-
propriedades físicas do combustível (viscosidade, densidade);3-
tamanho, diâmetro e material da tubulação; 4-quantidade de válvulas
(diâmetro, tipo), cotovelos (diâmetro, tipo) e outros acessórios
presentes na tubulação.

Para fluidos incompreensíveis pode ser usada a equação de Bernolli
com a correção para perdas de carga:

(P1-P2)/(d*g)+ (v1^2-v2^2)/(2g)+(h1-h2)=J

(1) influi no primeiro termo da equação, (2) influi em d (densidade)
e J (a viscosidade influi em J), (3) influi no terceiro termo e
quarto termo da equação.

Saudações, UCFilho


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> Quem quer fazer umas continhas ?
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@...
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Samir
> Para: leobarretos@...
> Enviada em: segunda-feira, 27 de novembro de 2006 12:13
> Assunto: SALA 07 - ESCOAMENTO DE LÍQUIDOS 1 - Parabéns
>
>
> Prezado Professor Luiz,
>
> PARABÉNS PELO EXCELENTE TRABALHO !!! Seus artigos são extremamente
esclarecedores, didáticos e sem delongas...
>
> Por favor, sou engenheiro elétrico e atualmente estou trabalhando
com telemetria em tanques de combustível. Acontece que tenho uma
aplicação que acredito ser pertinente ao artigo supra mencionado.
>
> O problema é simples...
>
> . 2 tanques tanques sifonados em U (costado superior) através de
extração do ar inicial por bomba vácuo;
> . Após "sifonados" (extração de ar...) os tanques transferem
combustível um para outro conforme a diferença de nível entre eles;
>
> . Pergunta, gostaria de saber qual seria o cálculo para obtenção da
vazão ou tempo de escoamento total do combustível de um tanque para
outro conforme a diferença de nível entre eles ?
>
> Observando seus artigos, acredito que solução deste problema esta
baseada na equação de Bernoulli condicionada as premissas de
Torricelli e por fim, um cálculo diferencial para integrar cada
infinitésimo de variação de nível e chegar à um valor médio de tempo
de escoamento ou vazão média... Seria isto MESTRE?
>
> Atenciosamente,
> Grato pelo valioso trabalho.
>
> Samir Nunes
>



SUBJECT: Re: [ciencialist] Não sei - Max Gehringer
FROM: "Davison Lampert" <dslampert@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 10:16

Olá José,

Na realidade a minha memória não é lá essas coisas não. O fato é que
atualmente tem havido muita distribuição de textos pela internet com autoria
trocada e/ou com adições e subtrações, como esse que você recebeu e
repassou, acreditando que se encontrava íntegro. Descobri que, infelizmente,
na maior parte das vezes eles não estão.

Confesso que só me dei conta disso pouco tempo atrás, após ter recebido um
texto de auto-ajuda da pior cepa atribuído a Shakespeare. A partir de então,
defendo a teoria de que todos esses textos vêm sendo alterados
diligentemente por uma senhora de classe média, provavelmente viúva, que sem
ter mais o que fazer com seu tempo, mas sem possuir muitos recursos
econômicos ou intelectuais para pensar nisso, recolhe todos os textos
interessantes que encontra pela internet e altera suas autorias para que,
com nomes de maior peso e reconhecimento, tenham uma melhor distribuição e
permanência.

Mas como se não bastasse, essa incansável senhora, vez por outra perdida em
um pensamento mais profundo preso entre as linhas do texto que abduziu,
encontra novamente seu caminho em uma ressecção sumária ou num enxerto de
material gerado em nenhum lugar além de sua admirável massa encefálica. E se
após a cirurgia essa inabalável senhora ainda não sentir sua alma leve,
certamente emoldurará seu pequeno Frankenstein em uma apresentação de
PowerPoint para certificar-se de que tais palavras jamais abandonarão a
mente daqueles que as lerem.

É claro que isso tudo é somente uma teoria minha.

A verdade é que depois que tomei conhecimento dessa manipulação em massa,
tomei por hábito sempre dar uma pequena verificada no Google ao receber um
texto. Afinal, todo texto é um trabalho intelectual em maior ou menor grau.
Dessa forma, ele merece ser corretamente creditado, se não para enaltecer os
dotes intelectuais do autor, ao menos para livrar a cara do Shakespeare ou
de algum de seus colegas.

Devo por fim acrescentar que fiquei bastante contente ao ver seu interesse
em pesquisar sobre a verdadeira autoria quando lhe perguntei. A absoluta
maioria das pessoas costuma reponder somente com um "não sei", provando, ao
menos para mim, que a teoria do senhor Gehringer seria bem melhor aplicada
se explicitasse o "mas vou procurar saber" logo após esse "não sei".

Um grande abraço,

Davison.


On 12/2/06, José Renato <jrma@terra.com.br> wrote:
>
> Davison e Álvaro, vcs estão com boa memória e com toda a razão. Recebi
> como
> de Ermírio, mas depois de duas suspeitas pesquisei e confirmei a autoria
> de
> Max Gehringer.
> Retifico e colo abaixo o texto com a autoria corrigida.
> []s
> José Renato
> .............................................
> A IMPORTÂNCIA DO "NÃO SEI"
> Thursday, 17. August 2006, 13:10:11
>
> Max Gehringer
>
> Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte
>
> cena:
>
> Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente
> algumas nuvens aqui e ali... aí chega alguém que também não tem nada para
> dizer, e pergunta:
>
> - Será que vai chover hoje?
>
> Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas.
> O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
>
> Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então a sua
> área é de Marketing.
> O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão
> pensando.
>
> Se você responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de
> Engenharia.
> O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em
> números.
>
> Se a resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos.
> Uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros
> fatos.
>
> Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de
> Contabilidade.
> O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos
> próprios
> olhos.
>
> Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um
> guarda-chuvas"...
> Então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada
> para qualquer virada de tempo.
>
> Agora, se você responder "não sei"... Há uma boa chance que você tenha uma
>
> carreira de sucesso e acabe chegando a Diretoria da empresa.
>
> De cada cem (100) pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei"
> quando não sabe. Os outros noventa e nove (99) sempre acham que precisam
> ter
> uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação. Não sei, é
>
> sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os
> envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão.
> Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais difíceis de
> se
> aprender na vida corporativa.
>
> Por quê?
> Eu sinceramente "NÃO SEI". (Nem eu).
>
> < http://my.opera.com/Crisca/blog/show.dml/411018 >
>
> ........................................................................
>
> ----- Original Message -----
> From: "Alvaro Augusto (U)" <alvaro@daelt.sh06.com<alvaro%40daelt.sh06.com>
> >
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br <ciencialist%40yahoogrupos.com.br>>
> Sent: Saturday, December 02, 2006 6:29 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Não sei - Antonio Ermírio de Moraes
>
> > Tenho quase certeza que esse texto é do Max Gehringer, não do Antônio
> > Ermírio.
> >
> > [ ]s
> >
> > Alvaro Augusto de Almeida
> > www.alvaroaugusto.com.br
> > alvaro@daelt.sh06.com <alvaro%40daelt.sh06.com>
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: "José Renato" <jrma@terra.com.br <jrma%40terra.com.br>>
> > To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br <ciencialist%40yahoogrupos.com.br>>
> > Sent: Friday, December 01, 2006 10:19 AM
> > Subject: [ciencialist] Não sei - Antonio Ermírio de Moraes
> >
> >
> > Não sei
> >
> > Comentário de Antonio Ermírio de Moraes na Revista Exame.
> >
> >
> > Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a
> seguinte
> > cena:
> >
> > Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente
> > algumas nuvens aqui e ali. Aí chega alguém que também não tem nada para
> > fazer e pergunta:
> >
> > Será que vai chover hoje?
> >
> > Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas: O pessoal de
> > Vendas
> > é o único que sempre tem certeza de tudo.
> >
> > Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então a sua
> > aérea é Marketing: O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os
> > outros não estão pensando.
> >
> > Se você responder "sim, há uma boa probabilidade"... você é da área de
> > Engenharia: O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o
> > universo em números.
> >
> > Se a resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos: Uma
> área
> > em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
> >
> > Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de
> > Contabilidade: O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados
> no
> > que nos próprios olhos.
> >
> > Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um
> > guarda-chuvas": Então seu lugar é na área Financeira que deve estar
> sempre
> > bem preparada para qualquer virada de tempo.
> >
> > Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance que você tenha
> uma
> > carreira de sucesso e acabe chegando a diretoria da empresa. De cada 100
> > pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. Os
> > outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela
> qual
> > for, para qualquer situação.
> >
> > "Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e
> > pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar
>
> > uma
> > decisão. Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais
> > difíceis de se aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente
> "não
> > sei".
> >
> >
> >
> > Autor: Antonio Ermírio de Moraes - Revista Exame
> >
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> > [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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> > Checked by AVG Free Edition.
> > Version: 7.5.430 / Virus Database: 268.15.5/564 - Release Date:
> 2/12/2006
> > 19:42
> >
> >
>
>
>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Alienígenas entre nós
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2006 10:41

Muita gente se preocupa com a existência de vida extraterrestre, mas se esquece de que aqui mesmo na Terra há animais tão fantásticos que parecem saídos da imaginação de um autor de ficção científica. Por exemplo, dê uma olhada no vídeo disponível em http://www.youtube.com/watch?v=h4sUohLs-Ek , que mostra várias imagens de sépias (cuttlefish) em movimento. A sépia é um molusco da classe Cephalopoda, dotado de esqueleto poroso capaz de controlar a flutuabilidade por meio da variação do conteúdo gasoso. As barbatanas laterais permitem o movimento em todas as direções. A sépia, embora não seja capaz de enxergar cores, pode alterar suas cores superficiais de maneira alucinante, tem três corações e tem sangue azul-erverdeado, por causa do conteúdo da proteína hemocianina, que contém cobre.

Alienígena o suficiente?

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
www.alvaroaugusto.com.br
alvaro@daelt.sh06.com

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Prefácio de Sombras do Iluminismo
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2006 11:17

Oi Manuel,

li e apreciei o prefácio de seu novo produto intelectual. A Escola de Frankfurt, que talvez possa ser representada por Horkheimer, Adorno, Marcuse e Benjamin, deveria integrar seu nome. Esse 'pega prá capar' sobre o iluminismo é sempre bem vindo e estou torcendo para que a sua "semente" vingue, de modo a podermos voltar a confiar na razão (Ciência) para conhecer e dominar a natureza além de promover o aperfeiçoamento moral (além da emancipação política). Há beleza na Ciência, mas essa está sendo transformada numa pintura seca e cara capaz de adornar apenas paredes de privilegiados. Há poesia na Ciência, mas está sendo obscurecida pela nova safra de sementes das atuais faculdades. Talvez, com três gerações, se começarmos já, redefinindo as bases, se retome ao iluminismo sadio.

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Manuel Bulcão" <manuelbulcao@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 4 de dezembro de 2006 04:44
Assunto: [ciencialist] Prefácio de Sombras do Iluminismo


PREFÁCIO
(Sombras do Iluminismo, de Manuel Soares Bulcão Neto)

Calcula-se em cento e cinqüenta mil anos a idade do homem moderno.
Durante mais de nove décimos do seu tempo de existência, a
humanidade subsistiu sob a forma de um arquipélago de comunidades
fechadas: tribos espalhadas por todos os continentes e que, nas
ocasiões intermitentes em que interagiam, faziam-no muito mais por
meio da guerra do que pelo comércio. Cada uma dessas tribos possuía
um sistema de crenças, ou seja, uma mitologia que servia tanto para
legitimar valores como para familiarizar os homens com o mundo.

[ ... ]
+++++++++++++++++++++++++++++++++


SUBJECT: Re: [ciencialist] Associando geradores - Leo
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2006 11:19

http://www.feiradeciencias.com.br/sala12/12_T09.asp

até já sofreu 'renovação' ... e os erros? ninguém aponta?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================


SUBJECT: Re: Alienígenas entre nós
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 11:37

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
> Muita gente se preocupa com a existência de vida extraterrestre, mas
> se esquece de que aqui mesmo na Terra há animais tão fantásticos que
> parecem saídos da imaginação de um autor de ficção científica.

De facto. Eis aqui outro exemplo:

http://tinyurl.com/yl95kw

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2006 11:44

Porque a religião tem historicamente atacado a ciência, por ter medo dela e
dos "cientistas ateus malvados". E, como os cientistas acreditam nas leis de
Newton, a cada ataque corresponde um contra-ataque...

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
www.alvaroaugusto.com.br
alvaro@daelt.sh06.com


----- Original Message -----
From: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Sunday, December 03, 2006 10:02 PM
Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


Ué, se religião não pode ensinar ética , nem moral, porque o pessoal
anti-religião é tão agressivo?

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@...> escreveu
>
> pcw_junior diz:
>
> "O livro de Steven Jay Gould, "Pilares do Tempo", versa sobre o
tema: Religião e Ciência...recomendo...é um livro pequeno de fácil
leitura."
>
> Agora entendo porque vc o conseguiu ler!
>




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Alienígenas entre nós
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2006 11:57

Quem colocou a foto de minha copeira na www ?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 4 de dezembro de 2006 11:37
Assunto: [ciencialist] Re: Alienígenas entre nós


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
> Muita gente se preocupa com a existência de vida extraterrestre, mas
> se esquece de que aqui mesmo na Terra há animais tão fantásticos que
> parecem saídos da imaginação de um autor de ficção científica.

De facto. Eis aqui outro exemplo:

http://tinyurl.com/yl95kw

[]s,

Roberto Takata



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SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Eduardo Torres" <dudutorres@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 12:00

Nao vou gastar muita energia nisso, caro Junior.

Parece q vc nao esta' entendendo bem o foco da discussao.

Dawkins simplesmente propoe q o respeito a outras ideias so' pode ir
ate' o limite d q acoes motivadas por essas ideias nao transgridam o
q e' etico, moral e social.

E ele considera, como ja' foi exaustivamente dito, q religioes
induzem a acoes anti-eticas, imorais e anti-sociais.

Dawkins acredita q, se esse limite e' cruzado, essas ideias teem ser
combatidas pelas pessoas de bem.

Para Dawkins, uma postura tolerante para com as religioes e'
equivalente a uma postura tolerante para com o nazismo, o racismo e a
pedofilia.

Veja bem q Dawkins nao propoe qq censura ou proibicao. Dawkins
reconhece o pleno direito d qq um tentar vender seu peixe. Dawkins
so' quer mostrar aas pessoas q esse peixe e' podre, e quer q a
peixaria va' aa falencia por falta de fregueses.

Vc pode ou nao discordar q religioes sao intrinsicamente anti-eticas,
imorais e anti-sociais. E vc tem pleno direito de se opor aa campanha
de Dawkins de divulgar e promover o ateismo ativo e pugnar pela
extincao das religioes.

Vc acha q essa campanha de Dawkins e' errada.

Dawkins acha q as religioes estao erradas.

Como disse, q venca quem convencer mais e melhor.

Assim e' a vida e a beleza da democracia.

;-)

Abs,
Eduardo Torres

PS: Dawkins nao tem nada de misantropo, ao contrario, sua acao e', do
seu ponto de vista, essencialmente filantropica, pois ele acredita q
a humanidade sera' mais feliz num mundo sem religioes. Se fosse
misantropo, pouco estaria ligando pra felicidade da humanidade. Seria
ateu por opcao pessoal e o resto do mundo q acreditasse no q quisesse
e se matasse aa vontade. Vc tem certeza q sabe o significado
de 'misantropo'?

;-)


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
escreveu
>
> O misantropismo de Dawkins é sectário, repudia o convívio com a
> religião e com pessoas religiosas. Ele diz que ciência e religião
não
> podem ser conciliáveis e no entanto, a experiencia histórica nos
> mostra o contrário , que foram em sua maior parte, pessoas
religiosas
> que contribuíram com a ciencia. A ciência foi feita pra seres
humanos,
> e não tão somente p/ ateus e agnósticos
>
> Criticar uma postura ideológica não quer dizer que devemos
> desrespeita-las. Posso não gostar de ciganos, criticar a "cultura
> cigana" mas tenho de respeitar a cultura deles. Não tenho o direito
de
> chegar numa tribo indigena e dizer que eles estao errados que devem
> seguir nossas leis e nossos costumes
>
> A ciência tem ponto de vistas conflitantes , e nem por isso, embora
> haja divergencias, desreipeitamos o trabalho dos outros que
conflitam
> com os nossos, por mais absurdos que pareçam ser a primeira vista
>
> Não é por ele(o Dawkins) ser uma autoridade em ciência, respeitado
no
> mundo todo que devemos acertar qualquer merda que ele diz.
>
>
> Abraços,
> Junior
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eduardo Torres"
> <dudutorres@> escreveu
> >
> > Obviamente q a vasta maioria dos muculmanos sao pessoas normais q
> > tocam sua vida cotidianamente, mas permanece a essencia sectaria
> > intrinsica a qq religiao.
> >
> > Como diz Dawkins, a religiao ensina desde a mais tenra idade q o
> > mundo e' dividido entre 'no's' e 'eles'.
> >
> > E como diz a Constituicao da UNESCO: 'Como as guerras comecam nas
> > mentes dos homens, e' nas mentes dos homens q as defesas da paz
devem
> > ser contruidas.'
> >
> > Abs,
> > Eduardo Torres
> >
> >
>




SUBJECT: Re:Carneiro hidráulico e roda de água.UCFilho
FROM: "UCFilho" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 12:17

Boa tarde Mauro,

faz sentido que você afirmou e agradeço pela instrutiva
discussão sobre o carneiro hidrálico e a roda d´água.

Saudações, UCFilho

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Mauro" <bombaspr@...> escreveu
>
> Olá UCFilho.
>
> O entrave prático de se instalar um carneiro se deve a distância
que
> ele deve ser instalado da captação de água.
>
> Ocorre que normalmente existem obstáculos em campo (arvores, morro,
ou
> em alguns casos deve-se até suspender o carneiro e a tubulação de
> captação). Por conta destes empecilhos o carneiro acaba sendo
> instalado de forma inapropriada, desequilibrando a balança
hidráulica
> (e vez ou outra o caboclo tem de ir dar uma cutucada no martelo)
>
> A formula é a seguinte:
>
> C= D/A + B + 0,3 B/A
>
> Sendo:
> A = O desnível disponível entre a captação e o carneiro.
> B = O desnível entre o carneiro até onde se quer despejar a água.
> C = A distancia entre a captação e o carneiro.
> D = A distância entre o carneiro até onde se quer despejar a água.
>
> Inté+
> Mauro
>




SUBJECT: Os impérios através dos tempos
FROM: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
TO:
DATE: 04/12/2006 12:45

Para refletir:

http://www.mapsofwar.com/images/EMPIRE17.swf


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 13:35

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@...>
escreveu
>
> Excluindo-se o radicalismo e fundamentalismo Eu acho que um equilíbrio
> entre as duas seria o mais aceitável, o mundo precisa de um
> direcionamento moral e ético e a religião ajuda a pessoas a se
> equilibrar neste sentido

Eu acho que a Igreja, ou as religiões, falharam neste aspecto. Basta
ver que o homem continua sendo o lobo do homem...

http://www.geocities.com/Athens/Column/8413/esfinge.html

> A Ciência já ajuda o homem a desvendar o universo e a natureza.

A Religião poderia atuar como um difusor da ciência, ao dar sentido
moral e ético aos conhecimentos gerados pela ciência, a ajudar o homem
comum a aceitar seu lugar e papel na natureza, como uma das espécies
animais de vida curtíssima que evoluíram neste planeta, que é um dos
planetas que orbitam uma das centenas de bilhões de estelas que povoam
uma das centenas de bilhões de galáxias de um Universo que tem entre
13 e 15 bilhões de anos, segundo a perspectiva do Big Bang.

Em uma só frase, quantos religiosos eu não ofendi? Quantos dogmas
religiosos eu não afrontei? Lá vai mais:

O homem tem que aceitar seu papel como elemento que tem a capacidade
de regular não só o próprio ambiente, como dirigir e alterar a
evolução da própria espécie, e controlar a natalidade para que a
população mundial tenha uma demanda de alimentos sempre inferior à
oferta, para que não haja fome, mas abundância. Deve ajudar a eliminar
as doenças seja pelo aborto de fetos mal-formados, seja pelo
tratamento genético de doenças, ou pelo uso de células-tronco para
curar doenças. Deve permitir que o homem deixe a vida com dignidade,
seja naturalmente, seja por uma eutanásia. É o papel da verdadeira
Igreja, permitir que os avanços da ciência encontrem seu contexto e
uso na nossa sociedade, e permitir a criação de uma sociedade mais
humana e justa. Em vez de se apegar a dogmas imutáveis, deve evoluir.

Acho que as pessoas tem que ter a oportunidade de escolher que tipo de
vida querem ter. Mas e se escolherem um tipo de vida que escolham não
coloque em perigo outras vidas ou mesmo o futuro da espécie?

[]s
--
César A. K. Grossmann



SUBJECT: Mini Sol
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 13:40

Reproduzo aqui matéria da Zero Hora deste domingo, de Flávio Tavares,
jornalista e escritor, sobre o Nióbio e os geradores de fusão. À guisa
de 'caveat emptor', destaco a informação da frase anterior: o cara é
jornalista.

http://www.clicrbs.com.br/jornais/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&edition=6841&template=&start=1&section=Artigos&source=Busca%2Ca1362908.xml&channel=9&id=&titanterior=&content=&menu=23&themeid=&sectionid=&suppid=&fromdate=&todate=&modovisual=

Mini-Sol
FLÁVIO TAVARES/ Jornalista e escritor

A notícia vinda de Paris faz-me voltar aos versos de Olavo Bilac,
aprendidos na infância: "... jamais verás um país como este,/ olha que
céu, que luz, que floresta,/ a natureza permanentemente em festa".
Sim, pois entre nós tudo é imenso e exuberante, até nossos defeitos,
vícios e safadezas, obviamente.

O Brasil não tem apenas o "pulmão do mundo", a floresta amazônica, nem
importa que, a cada dia, dela se destrua cem vezes mais do que pode
regenerar-se. Sabemos que Deus é brasileiro (tem CPF e paga impostos)
e a experiência nos diz que o Grande Arquiteto encontrará um jeitinho
de resolver tudo antes que o mundo se acabe, mesmo que paguemos
propina a São Jorge ou outro milagroso santo intermediário!

Além do pulmão do mundo, temos também o Sol artificial, ou a
matéria-prima capaz de gerar aqui uma energia tão diáfana e pura como
a do Sol. Foi preciso, porém, que a França nos lembrasse disso,
indiretamente, dias atrás, quando o presidente Jacques Chirac anunciou
que a União Européia coordenará as pesquisas para chegar à fusão
nuclear, velha aspiração da física teórica, com a qual se substituirá
a perigosa e radiativa energia nuclear atual (obtida pela fissão
atômica) por uma fonte energética limpa, não-poluente.

De fato, um pequeno Sol, a obter-se pela fusão atômica do hidrogênio.

***

Resolvida há anos nas equações matemáticas, o desenvolvimento da fusão
nuclear tropeça num ponto fundamental: obter um supercondutor de alta
resistência, que resista às temperaturas críticas, similares às do Sol.

As pesquisas da última década descobriram, porém, que o nióbio, metal
dúctil, com baixa captação de nêutrons, resiste a milhões de graus e
serve como condutor desse "sol", mesmo submetido a elevados campos
magnéticos.

Quase 80% das reservas mundiais de nióbio estão no Brasil, no Pará.

Descobertas há dezenas de anos, pertencem às áreas dadas em concessão
à Companhia Vale do Rio Doce, privatizada no governo de Fernando Henrique.

Mais do que as jazidas de minério de ferro ou do acervo material e
tecnológico, a riqueza exponencial da Vale do Rio Doce é constituída
pelas reservas desse metal raro e pouco conhecido, disponível só em
pequenas quantidades no Canadá, na Nigéria, no Congo e na Rússia.

***

As jazidas do Pará têm um valor gigantescamente milionário em termos
científicos e econômicos. O nióbio é o minério nobre do futuro, frente
ao qual o ouro será apenas inútil jóia desprezível. Por seu valor
estratégico, o nióbio pode ter sido um dos núcleos da cobiça que, no
governo anterior, levou à privatização de uma empresa estatal de alto
rendimento e bem administrada, cujo superávit alimentava o Tesouro
Nacional.

Mas, mesmo em mãos privadas, o nióbio continua brasileiro e é
impossível entender por que o Brasil ficou de fora do consórcio
internacional que desenvolverá a tecnologia do pequeno Sol do futuro.

Ou o governo de Lula da Silva, que manteve intangível a aparatosa
diplomacia do Itamaraty, desconhece que o século 21 busca desenvolver
o "mini-Sol artificial" para salvar-se do desastre ambiental das
outras formas de energia?

[]s
--
César A. K. Grossmann



SUBJECT: Re: Alienígenas entre nós
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 13:50

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Quem colocou a foto de minha copeira na www ?

Sua copeira? Acho q preciso dar um pulinho em Barretos City.

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 13:56

Concordo.

Mas, a ciência e certos cientistas tem oferecidos a suas vidas por
causas não muitos justas e trabalhos sujos. Tudo começou com uma carta
de Einstein, depois tornou-se um Projeto com a participação de
cientistas famosos como o físico J. Robert Oppenheimer
http://pt.wikipedia.org/wiki/Projecto_Manhattan, e que o resultado deu
com a morte de milhões de pessoas no Japão, e as armas nucleares
continuam ameaçar o mundo

Hoje, a ciencia tem salvado vidas, mas, ao mesmo tempo destruindo a
natureza com suas descobertas mal-aproveitadas.

Enfim, a inquisição religiosa católica ficou no passado remoto, e a
ameaça maior ficou a cargo da ciência. Difícil dizer quem tem o ônus
mais pesado nesta história toda. Eles trocam acusações mútuas, quando
deveriam abraçar-se

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, César A. K. Grossmann
<cesarakg@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> escreveu
> >
> > Excluindo-se o radicalismo e fundamentalismo Eu acho que um equilíbrio
> > entre as duas seria o mais aceitável, o mundo precisa de um
> > direcionamento moral e ético e a religião ajuda a pessoas a se
> > equilibrar neste sentido
>
> Eu acho que a Igreja, ou as religiões, falharam neste aspecto. Basta
> ver que o homem continua sendo o lobo do homem...
>
> http://www.geocities.com/Athens/Column/8413/esfinge.html
>
> > A Ciência já ajuda o homem a desvendar o universo e a natureza.
>
> A Religião poderia atuar como um difusor da ciência, ao dar sentido
> moral e ético aos conhecimentos gerados pela ciência, a ajudar o homem
> comum a aceitar seu lugar e papel na natureza, como uma das espécies
> animais de vida curtíssima que evoluíram neste planeta, que é um dos
> planetas que orbitam uma das centenas de bilhões de estelas que povoam
> uma das centenas de bilhões de galáxias de um Universo que tem entre
> 13 e 15 bilhões de anos, segundo a perspectiva do Big Bang.
>
> Em uma só frase, quantos religiosos eu não ofendi? Quantos dogmas
> religiosos eu não afrontei? Lá vai mais:
>
> O homem tem que aceitar seu papel como elemento que tem a capacidade
> de regular não só o próprio ambiente, como dirigir e alterar a
> evolução da própria espécie, e controlar a natalidade para que a
> população mundial tenha uma demanda de alimentos sempre inferior à
> oferta, para que não haja fome, mas abundância. Deve ajudar a eliminar
> as doenças seja pelo aborto de fetos mal-formados, seja pelo
> tratamento genético de doenças, ou pelo uso de células-tronco para
> curar doenças. Deve permitir que o homem deixe a vida com dignidade,
> seja naturalmente, seja por uma eutanásia. É o papel da verdadeira
> Igreja, permitir que os avanços da ciência encontrem seu contexto e
> uso na nossa sociedade, e permitir a criação de uma sociedade mais
> humana e justa. Em vez de se apegar a dogmas imutáveis, deve evoluir.
>
> Acho que as pessoas tem que ter a oportunidade de escolher que tipo de
> vida querem ter. Mas e se escolherem um tipo de vida que escolham não
> coloque em perigo outras vidas ou mesmo o futuro da espécie?
>
> []s
> --
> César A. K. Grossmann
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2006 14:39

Caro Junior,

A história do projeto Manhattan não pode ser resumida dizendo-se que a
construção da bomba atômica era "trabalho sujo". Lembre-se que, na época,
havia fortes evidências para se acreditar que os nazistas estavam prestes a
construir a bomba. Você preferia que eles o tivessem feito?

Quanto a dizer que a destruição está agora a cargo da ciência, não concordo.
A destruição **sempre** foi feita usando meios tecnológicos. Ou você acha
que nossos ancestrais peludos conseguiriam destruir muita coisa sem usar
fogo, metais e animais domesticados? Tudo tecnologia. Mas o ferro, o fogo e
os animais domesticados podem ser também usados para fins pacíficos, como a
agricultura. O mesmo vale para a física nuclear. Lembre-se disso quando
algum conhecido seu precisar de radioterapia.

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
www.alvaroaugusto.com.br
alvaro@daelt.sh06.com


----- Original Message -----
From: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, December 04, 2006 1:56 PM
Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


Concordo.

Mas, a ciência e certos cientistas tem oferecidos a suas vidas por
causas não muitos justas e trabalhos sujos. Tudo começou com uma carta
de Einstein, depois tornou-se um Projeto com a participação de
cientistas famosos como o físico J. Robert Oppenheimer
http://pt.wikipedia.org/wiki/Projecto_Manhattan, e que o resultado deu
com a morte de milhões de pessoas no Japão, e as armas nucleares
continuam ameaçar o mundo

Hoje, a ciencia tem salvado vidas, mas, ao mesmo tempo destruindo a
natureza com suas descobertas mal-aproveitadas.

Enfim, a inquisição religiosa católica ficou no passado remoto, e a
ameaça maior ficou a cargo da ciência. Difícil dizer quem tem o ônus
mais pesado nesta história toda. Eles trocam acusações mútuas, quando
deveriam abraçar-se

Abraços,
Junior

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, César A. K. Grossmann
<cesarakg@...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pcw_junior" <pcw_junior@>
> escreveu
> >
> > Excluindo-se o radicalismo e fundamentalismo Eu acho que um equilíbrio
> > entre as duas seria o mais aceitável, o mundo precisa de um
> > direcionamento moral e ético e a religião ajuda a pessoas a se
> > equilibrar neste sentido
>
> Eu acho que a Igreja, ou as religiões, falharam neste aspecto. Basta
> ver que o homem continua sendo o lobo do homem...
>
> http://www.geocities.com/Athens/Column/8413/esfinge.html
>
> > A Ciência já ajuda o homem a desvendar o universo e a natureza.
>
> A Religião poderia atuar como um difusor da ciência, ao dar sentido
> moral e ético aos conhecimentos gerados pela ciência, a ajudar o homem
> comum a aceitar seu lugar e papel na natureza, como uma das espécies
> animais de vida curtíssima que evoluíram neste planeta, que é um dos
> planetas que orbitam uma das centenas de bilhões de estelas que povoam
> uma das centenas de bilhões de galáxias de um Universo que tem entre
> 13 e 15 bilhões de anos, segundo a perspectiva do Big Bang.
>
> Em uma só frase, quantos religiosos eu não ofendi? Quantos dogmas
> religiosos eu não afrontei? Lá vai mais:
>
> O homem tem que aceitar seu papel como elemento que tem a capacidade
> de regular não só o próprio ambiente, como dirigir e alterar a
> evolução da própria espécie, e controlar a natalidade para que a
> população mundial tenha uma demanda de alimentos sempre inferior à
> oferta, para que não haja fome, mas abundância. Deve ajudar a eliminar
> as doenças seja pelo aborto de fetos mal-formados, seja pelo
> tratamento genético de doenças, ou pelo uso de células-tronco para
> curar doenças. Deve permitir que o homem deixe a vida com dignidade,
> seja naturalmente, seja por uma eutanásia. É o papel da verdadeira
> Igreja, permitir que os avanços da ciência encontrem seu contexto e
> uso na nossa sociedade, e permitir a criação de uma sociedade mais
> humana e justa. Em vez de se apegar a dogmas imutáveis, deve evoluir.
>
> Acho que as pessoas tem que ter a oportunidade de escolher que tipo de
> vida querem ter. Mas e se escolherem um tipo de vida que escolham não
> coloque em perigo outras vidas ou mesmo o futuro da espécie?
>
> []s
> --
> César A. K. Grossmann
>



SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 15:52

Pois é,

Os melhores argumentos não passam de justificativas. Afinal a
violência moderna não se resume a atentados terroristas, e sim na
matança *socialmente* aprovada e repeitável de seres humanos

Religião tb tem feito muito bem, ajudado muitas pessoas, mas, as
pessoas só lembram o lado mal . E religião não se resume nas
atrocidades fundamentalistas de pastores evangelicos e suicidas
muçulmanos.

Abraços,
Junior




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
<alvaro@...> escreveu
>
> Caro Junior,
>
> A história do projeto Manhattan não pode ser resumida dizendo-se que a
> construção da bomba atômica era "trabalho sujo". Lembre-se que, na
época,
> havia fortes evidências para se acreditar que os nazistas estavam
prestes a
> construir a bomba. Você preferia que eles o tivessem feito?
>
> Quanto a dizer que a destruição está agora a cargo da ciência, não
concordo.
> A destruição **sempre** foi feita usando meios tecnológicos. Ou você
acha
> que nossos ancestrais peludos conseguiriam destruir muita coisa sem
usar
> fogo, metais e animais domesticados? Tudo tecnologia. Mas o ferro, o
fogo e
> os animais domesticados podem ser também usados para fins pacíficos,
como a
> agricultura. O mesmo vale para a física nuclear. Lembre-se disso quando
> algum conhecido seu precisar de radioterapia.
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto de Almeida
> www.alvaroaugusto.com.br
> alvaro@...




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "Alvaro Augusto \(U\)" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2006 16:20

----- Original Message -----
From: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, December 04, 2006 3:52 PM
Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto


> Religião tb tem feito muito bem, ajudado muitas pessoas, mas, as
> pessoas só lembram o lado mal . E religião não se resume nas
> atrocidades fundamentalistas de pastores evangelicos e suicidas
> muçulmanos.

E nem a ciência se resume à bomba atômica!

[ ]s

Alvaro Augusto




SUBJECT: Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
FROM: "pcw_junior" <pcw_junior@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 16:57

Então, podemos dizer que a raiz de todo o mal é antropomórfica. Ela
provém do ser humano, que faz uso do poder seja qual for a ideologia.
Não importa se ele é cientista, religioso ou uma mistura de duas
coisas. O mal é humano, embora possamos fazer uso do poder de uma
ideologia . Já se foram tentandos formas de governos isentas de
religião, e o resultado experimenbtal foi a violência e a ditadura

A propria religião deu contribuições a ciência, embora tenha
conflitados em pontos cosmogônicos.

O meu argumento é que as duas são conciliáveis, embora concorde os
magistérios nunca devem ser misturados. E que Igreja é igreja, e
escola é escola

Abraços,
Junior


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(U\)"
<alvaro@...> escreveu
>
> ----- Original Message -----
> From: "pcw_junior" <pcw_junior@...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Monday, December 04, 2006 3:52 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Entre Deus e o compasso - Sérgio Augusto
>
>
> > Religião tb tem feito muito bem, ajudado muitas pessoas, mas, as
> > pessoas só lembram o lado mal . E religião não se resume nas
> > atrocidades fundamentalistas de pastores evangelicos e suicidas
> > muçulmanos.
>
> E nem a ciência se resume à bomba atômica!
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>




SUBJECT: RE: [ciencialist] Re: Alienígenas entre nós
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 19:38

queíssu... mulé é aquí in sunpaulo...


>From: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Re: Alienígenas entre nós
>Date: Mon, 04 Dec 2006 15:50:03 -0000
>
>--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> > Quem colocou a foto de minha copeira na www ?
>
>Sua copeira? Acho q preciso dar um pulinho em Barretos City.
>
>[]s,
>
>Roberto Takata
>
>
>
>##### ##### #####
>
>Página de apoio
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
>##### ##### ##### #####
>Links do Yahoo! Grupos
>
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Os impérios através dos tempos
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2006 20:06

Espetacular!
Bem recomendado!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
Para: <undisclosed-recipients:>
Enviada em: segunda-feira, 4 de dezembro de 2006 12:45
Assunto: [ciencialist] Os impérios através dos tempos


Para refletir:

http://www.mapsofwar.com/images/EMPIRE17.swf


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



##### ##### #####

Página de apoio
http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br


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--
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SUBJECT: Fw: [cienciasecognicao] Chamada de Trabalhos - Ciências & Cognição- ISSN 1806-5821
FROM: João Carlos Paredes <johnconstantinebr@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <psico_05@yahoogrupos.com.br>, <ilapp2003@yahoogrupos.com.br>, <socioling@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2006 21:34

Repassando a quem possa interessar...

João
----- Original Message -----
From: cienciasecognicao
To: cienciasecognicao@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, December 20, 2006 2:04 AM
Subject: [cienciasecognicao] Chamada de Trabalhos - Ciências & Cognição- ISSN 1806-5821



Chamada para Trabalhos - Revista "Ciências & Cognição" - ISSN
1806-5821

Os interessados em enviar trabalhos para o décimo número da revista
eletrônica Ciências & Cognição (http://www.cienciasecognicao.org) têm
prazo até o dia 16 de fevereiro de 2007, o material enviado após esta
data será avaliado para a edição seguinte da revista.

A publicação é voltada para abordagens científicas dos temas
'Cognição' e 'processos cognitivos', com
preferência para as abordagens inter ou multidisciplinares. A
abrangência dos temas inclui artigos científicos, análise de
experiências, análises de casos clínicos, metodologias de
pesquisa sobre cognição, revisões teóricas, ensaios e resenhas.

A revista tem Conselho Editorial e Comitê Científico próprios, com
periodicidade é quadrimestral. A revista foi avaliada pelo sistema
Qualis, da Capes, como A, Nacional em Educação, C, nacional em Saúde
Coletiva, A, Local em Filosofia/Teologia. Encontra-se indexada aos
seguintes índices: Latindex, E-journals, Periódicos Capes, LIvRE!
CNEN, Universia, Canal Ciência / IBICT e Google Acadêmico.

As Normas de Publicação estão disponíveis no site
da revista Ciências & Cognição (http://www.cienciasecognicao.org) em
formato .doc e .pdf.






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] passear fora do corpo.
FROM: "Marcelo Cortimiglia" <cortimiglia@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2006 23:15

Em 02/12/06, murilo filo <avalanchedrive@hotmail.com> escreveu:
>
>
>
> Só quem experimenta sabe o que é isso...
>

Exato!!! No caso, Blanke e Seeck experimentaram... e concluiram que:

"A representação corporal fica perturbada (...) enquanto se estimula
eletricamente a junção temporoparietal", [...] "Neste momento, o
cérebro gera uma imagem do corpo, mas esta imagem é deslocada, como
que projetada sobre o corpo, à frente ou atrás dele".

Quem experimenta, sabe!

Abraços,

Marcelo Cortimiglia


> >From: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
> >Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >To:
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Associando geradores - Leo
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2006 08:04

Já foi modificado novamente ......

http://www.feiradeciencias.com.br/sala12/12_T09.asp

Se ninguém sugerir/corrigir nada vou prender a respiração até ficar roxo!

:-)))

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
===========================


SUBJECT: 1/2 OT - o dia em que o brasil foi invadido
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2006 08:51

Não percam essa!

http://www.youtube.com/watch?v=JffmWtjxVq8

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================


SUBJECT: Re: [ciencialist] Os impérios através dos tempos
FROM: GiL <viajantelink@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2006 09:42

Vou baixar varios desses videos. Realmente, mto bons!

Gil
--- Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:

> Espetacular!
> Bem recomendado!
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
> Para: <undisclosed-recipients:>
> Enviada em: segunda-feira, 4 de dezembro de 2006 12:45
> Assunto: [ciencialist] Os impérios através dos tempos
>
>
> Para refletir:
>
> http://www.mapsofwar.com/images/EMPIRE17.swf
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
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> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.5.430 / Virus Database: 268.15.6/567 - Release Date: 04/12/2006 07:18
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SUBJECT: Um cientista brasileiro em Paris
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2006 12:33

Só lembrando que hoje parte o nosso companheiro Luís Brudna rumo à
terra dos brioches.

Uma ótima viagem - que não pegue um atraso muito grande com a operação
padrão dos controladores. E q não se esqueça do meu Biotôn..., digo
Cabernet Sauvignon na volta.

Au revoir. [Ao revoar - traduções televisivas a la Millor.]

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Um cientista brasileiro em Paris
FROM: "rmtakata" <roberto.takata@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2006 12:33

Só lembrando que hoje parte o nosso companheiro Luís Brudna rumo à
terra dos brioches.

Uma ótima viagem - que não pegue um atraso muito grande com a operação
padrão dos controladores. E q não se esqueça do meu Biotôn..., digo
Cabernet Sauvignon na volta.

Au revoir. [Ao revoar - traduções televisivas a la Millor.]

[]s,

Roberto Takata



SUBJECT: Re: [ciencialist] Associando geradores - Leo
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2006 14:13



Léo,

Pois pode abrir o suspiro!
Embora tenha estado correndo atrás de prejuízos, e sem muito tempo para o fórum, a não ser esporadicamente,lí o trabalho em tela e não encontrei reparos a fazer.
Talvez, quando da apresentação de problemas práticos, você possa incluir o seguinte, que é frequentemente observado pelas pessoas, que se perguntam o que acontece:

A partir de certo instante, quando você aciona a ignição de seu carro, se as luzes internas estão acesas, você observa que a luminosidade diminui. E que a tendência é diminuir mais e mais, à medida que o tempo passa.
Isto nada tem a ver com associação de geradores, mas tem tudo a ver com a bateria, sua estrutura interna. Então você daria um significado completo à fórmula U = e - r.i, como que dando "vida" a cada um dos termos, bem como ao relacionamento entre eles. É instrutivo discutir num contexto desses o que é r e que o que se mede nos bornes externos depende dele, e que é ele que determina quando você deve gastar seu rico dinheirinho na compra de uma bateria nova.
Só uma sugestão.

Sds,
Victor.


----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 05, 2006 7:04 AM
Subject: Re: [ciencialist] Associando geradores - Leo


Já foi modificado novamente ......

http://www.feiradeciencias.com.br/sala12/12_T09.asp

Se ninguém sugerir/corrigir nada vou prender a respiração até ficar roxo!

:-)))

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br/doacoes.asp
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Associando geradores - Leo
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2006 14:18



Léo,

Pois pode abrir o suspiro!
Embora tenha estado correndo atrás de prejuízos, e sem muito tempo para o fórum, a não ser esporadicamente,lí o trabalho em tela e não encontrei reparos a fazer.
Talvez, quando da apresentação de problemas práticos, você possa incluir o seguinte, que é frequentemente observado pelas pessoas, que se perguntam o que acontece:

A partir de certo instante, quando você aciona a ignição de seu carro, se as luzes internas estão acesas, você observa que a luminosidade diminui. E que a tendência é diminuir mais e mais, à medida que o tempo passa.
Isto nada tem a ver com associação de geradores, mas tem tudo a ver com a bateria, sua estrutura interna. Então você daria um significado completo à fórmula U = e - r.i, como que dando "vida" a cada um dos termos, bem como ao relacionamento entre eles. É instrutivo discutir num contexto desses o que é r e que o que se mede nos bornes externos depende dele, e que é ele que determina quando você deve gastar seu rico dinheirinho na compra de uma bateria nova.
Só uma sugestão.

Sds,
Victor.


----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 05, 2006 7:04 AM
Subject: Re: [ciencialist] Associando geradores - Leo


Já foi modificado novamente ......

http://www.feiradeciencias.com.br/sala12/12_T09.asp

Se ninguém sugerir/corrigir nada vou prender a respiração até ficar roxo!

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Associando geradores - Leo
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2006 15:31

Vitor:

Realmente você corre sérios riscos: "correr atrás do prejuízo" é buscá-lo procurá-lo, tê-lo e assim ter sérios problemas, danificar, perder,algo que buscava.
. Assim como dizer "corre risco de vida" - as pessoas correm risco de morte, quando se acidental ou adoecem. Você, para ter sucesso de correr atrás do lucro.

Sas.,
silvio.


----- Original Message -----
From: jvictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 05, 2006 2:18 PM
Subject: Re: [ciencialist] Associando geradores - Leo




Léo,

Pois pode abrir o suspiro!
Embora tenha estado correndo atrás de prejuízos, e sem muito tempo para o fórum, a não ser esporadicamente,lí o trabalho em tela e não encontrei reparos a fazer.
Talvez, quando da apresentação de problemas práticos, você possa incluir o seguinte, que é frequentemente observado pelas pessoas, que se perguntam o que acontece:

A partir de certo instante, quando você aciona a ignição de seu carro, se as luzes internas estão acesas, você observa que a luminosidade diminui. E que a tendência é diminuir mais e mais, à medida que o tempo passa.
Isto nada tem a ver com associação de geradores, mas tem tudo a ver com a bateria, sua estrutura interna. Então você daria um significado completo à fórmula U = e - r.i, como que dando "vida" a cada um dos termos, bem como ao relacionamento entre eles. É instrutivo discutir num contexto desses o que é r e que o que se mede nos bornes externos depende dele, e que é ele que determina quando você deve gastar seu rico dinheirinho na compra de uma bateria nova.
Só uma sugestão.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 05, 2006 7:04 AM
Subject: Re: [ciencialist] Associando geradores - Leo

Já foi modificado novamente ......

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SUBJECT: Um amigo lhe indicou essa matéria do Observatório da Imprensa
FROM: <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2006 15:59

Edição 410 de 5/11/2006
www.observatoriodaimprensa.com.br
<http://www.observatoriodaimprensa.com.br>
URL do artigo: www.observatoriodaimprensa.com.br
<http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=410OFC001>

Está matéria foi enviada a você por: Manuel
Bulcão/manuelbulcao@uol.com.br
Comentário:



NEO-ATEÍSMO NA MÍDIA
Tolerância não, respeito sim

Manuel Soares Bulcão Neto

Sempre que, em discussões acaloradas sobre questões não só importantes
como altamente controversas - os direitos dos homossexuais ou a
existência de deuses, por exemplo - alguém, para contemporizar, apela
para a tolerância, imediatamente ligo o meu desconfiômetro. Pois,
afinal, o que quer dizer "tolerar"? Segundo o Dicionário Houaiss,
"tolerar" significa suportar com indulgência. Vale dizer que o tolerado
é para o tolerante um "inferior" cujos erros devemos relevar, perdoar,
deixar por menos. Neste sentido, o apelo à tolerância não combina muito
bem com um diálogo entre iguais, entre duas opiniões em que a dúvida (e
o benefício da dúvida) recai sobre ambas. Em vez da palavra tolerância,
o termo melhor seria deferência na sua acepção de respeito à alteridade,
o que, observe-se, não é incompatível com certa dose de diabrura
retórica, ironia e argumentação agressiva - agressividade viril, não
destrutiva, frise-se (afinal, somos cérebros apaixonados e não frígidos
computadores).

A propósito, conheço uma católica fervorosa muito "tolerante" que se
jacta por ter alguns amigos gays. Esses seus amigos, ela os aceita - e
até os elogia - por não alardearem a sua condição, fazendo exigências
absurdas - como o casamento entre homossexuais -, participando de
paradas de orgulho gay etc. Ou seja, para a tolerante, o bom gay é
aquele que se resigna a uma vida fechada em gueto, não expõe a sua
"monstruosidade" e que está sempre a se esconder, como as baratas nos
esgotos.

A palavra ateísmo sempre foi um estigma. Ser ateu, "até aí tudo bem", é
"tolerável", mas quando o ateu sai do seu clubezinho fechado - isso
quando pertence a algum, pois a maioria é constituída de ermitões - e
tenta transformar sua concepção de mundo num apostolado (como de resto é
prática de todas as religiões universais), isto é, quando passa de ateu
para a condição de ateísta... horror! Pior ainda quando se vale da
ciência para lançar petardos no calcanhar-de-aquiles das mitologias
religiosas - é quando, então, ele próprio é tachado de intolerante em
nada diferente do stalinista defensor de um Estado policial-militar
ateísta.

Impressão negativa

Sou um agnóstico, defensor do Estado laico, do pluralismo e do direito
de todo credo lato sensu - católico "apostólico", todas as variantes do
pentecostalismo, hare krishna e ateísmo - de exercerem atividade
missionária, com a condição, obviamente, de que o façam por meio do
argumento, da tentativa de persuasão, da palavra - parla -, respeitando
as regras do jogo democrático e sem propugnar a exclusão do outro.
Aliás, "como seria um mundo sem religião?" Seria um mundo sem Dawkins,
dado que este, polemista como é, certamente morreria de tédio.

Ressalte-se que, nessas condições democráticas de confronto de idéias, o
ateísta científico - porém não o ateísta irracionalista nietzscheano -
sai em vantagem; pois, como salientou brilhantemente o físico teórico
Lee Smolin (entrevista à Folha de S. Paulo em 5/11/06), a comunidade
científica é um modelo para a sociedade democrática, uma vez que, na
primeira, exige-se que se proceda "de boa-fé, dentro de regras e com
respeito aos que discordam de você".

O físico brasileiro Marcelo Gleiser, do qual sou um tiete, em seu artigo
"Ateísmo radical" (Folha de S. Paulo, 26/11/06) tece críticas até que
pertinentes ao ateísmo do biólogo britânico Richard Dawkins. Porém, quem
ler a matéria pode ficar com uma impressão negativa do escritor -
"virulento", "cientificista" etc. - que não corresponde em absoluto à
realidade. Apesar de rufião - além de suas diatribes até contra os
religiosos mais moderados, brigou feio com o agnóstico Stephen Gould e
da sua cuspideira não escapou sequer o papa do ceticismo científico,
Karl Popper -, Dawkins jamais entronizou a "verdade" científica,
identificando-a com o Bem; não confundia juízos de fato com juízos de
valor (principal característica das ideologias cientificistas
responsáveis pelo grosso da infelicidade humana durante o Século XX) nem
compactuou com o determinismo genético.

Questionamento permanente

Se ele escreveu o best-seller O gene egoísta, por outro lado defendeu -
e enalteceu - o fato de que "só nós [seres humanos], na Terra, temos o
poder de nos rebelar contra a tirania dos replicadores egoístas" (O gene
egoísta; Gradiva, 1999, p. 283). Contra o determinismo naturalista que
reduz a cultura a um epifenômeno, sustentou que "a determinação genética
não é férrea, mas estatística" (idem), pelo que se pode afirmar que "os
genes não somos nós" (O capelão do Diabo; Companhia das Letras, 2005, p.
187) e que somos senhores da nossa biologia, não o contrário.
Estabelecendo entre si e o famigerado darwinismo-social - tanto o de
mercado como o de Estado - anos-luz de distância, o autor afirma, em O
capelão do Diabo:

"Como cientista acadêmico, sou um darwinista apaixonado,
e acredito que a seleção natural é, se não a única força por trás da
evolução, certamente a única força capaz de produzir a ilusão de
propósito que emociona os que contemplam a natureza. Mas ao mesmo tempo
em que defendo o darwinismo como cientista, sou ardentemente
antidarwinista quando se trata de política ou da condução dos negócios
humanos". (Tradução de José Colucci Jr.)

Em sua teoria dos memes, isto é, dos entes ideais que se comportam com
relativa autonomia, fazendo do nosso cérebro seu ecossistema nutritivo e
que se valem da linguagem para se auto-replicarem; nesta sua hipótese
acha-se embutida uma crítica às idéias parasitas, vale dizer, às crenças
irracionais que "munidas com a toxina da certeza, tornam-se parasitas
mortificantes ou mesmo letais, e nós [seres humanos], seus organismos
hospedeiros de triste sina" (M. Bulcão; As esquisitices do óbvio; 2005).
Contra esses espiroquetas noológicos - entre os quais figuram muitas
divindades carniceiras -, Dawkins receita o permanente questionamento
científico. Amém.

Improvável como a xícara

Em suma, o ateísmo radical de Richard Dawkins é apenas um aspecto
secundário de um humanismo intransigente.

Richard Dawkins é um grande cientista, um excelente escritor e um
filósofo medíocre (na acepção de mediano). O Exemplo citado por Marcelo
Gleiser ilustra bem a sua deficiência na área do pensamento mais
abstrato. Marcelo Cavallari, por sua vez, em seu brilhante artigo "O
provicianismo neo-ateu" (Época, nº 443, 13 de novembro de 2006, p. 97),
desqualificando-o ainda mais como filósofo, lembra que ele cita uma
"piada" de Bertrand Russell - como se fosse um argumento sério - segundo
a qual a existência de Deus é tão impossível de provar pela ciência
quanto a hipótese de que há uma xícara em órbita do Sol, entre a Terra e
Marte. Segundo M. Cavallari, o que Dawkins não percebe - e o que faz da
asserção de B. Russell uma anedota - é que a questão da existência de
Deus - isto é, de uma Causa Final, de uma razão-de-ser do Universo e de
um propósito ético movendo o mundo -, algo que o método
científico-experimental realmente não pode corroborar nem refutar
jamais, é uma questão importante, atormentadora, que preocupa todos os
homens, alguns mais que outros, ao passo que a possibilidade de que
exista uma xícara em órbita no Sistema Solar não passa de uma
curiosidade, um assunto para diletantes numa mesa de bar depois da
quinta dose de uísque.

Se Dawkins, realmente, não tem lá argumentos muito consistentes contra
aquelas concepções mais elaboradas de Deus - o Deus "razão de ser" de
Leibniz, o id quo maius cogitare nequit de Boécio e Anselmo, a descrição
de Brahman tal como consta nos Upanixades (seção conclusiva e filosófica
dos Vedas). -, diga-se, no entanto, em defesa de Dawkins, que a
existência de deuses zoomórficos, quiméricos, antropomórficos e seus
séqüitos de espíritos e demônios (súcubos, íncubos etc.), se de fato é
uma possibilidade, trata-se, no entanto, de uma possibilidade tão
ridiculamente improvável como a xícara de Russell.

Pior sem eles

Ademais, é precisamente essa espécie de deuses passionais a que exige
sacrifícios de sangue e que inspira muito mais terror do que amor ou
encantamento. A crença nessas divindades é uma geratriz de angústia,
torna a realidade muito mais cruel do que realmente é - e, por
imobilizar as pessoas através do medo, há séculos tem servido como
instrumento de dominação. Pois bem, ao reduzir esse panteão a uma
congérie de tigres de papel, Dawkins e outros neo-ateus nos estão
prestando um favor imenso.

Na terra arrasada que sucedeu ao falhanço das velhas cosmovisões
cientificistas, isto é, das ideologias que reivindicavam para si o
estatuto de "expressão política do conhecimento científico" - o
social-darwinismo "nazi", o socialismo "científico" e o liberalismo
econômico ortodoxo - medra a reação antiiluminista, o fundamentalismo
religioso de todas as extrações (cristão, islâmico, judaico...).
Paulatinamente, no entanto, na literatura e na mass media começam a
surgir outras vozes, enunciadoras de um laicismo total e de um ateísmo
radical - radical porque, infelizmente, o tempo é de violência: Salman
Rushdie, José Saramago, Michel Houellebecq, Michel Onfray, Richard
Dawkins, Daniel Dennett, entre outros.

Quanto a mim, um agnóstico, só espero que os neo-ateístas tenham
aprendido com a história. De qualquer modo, ruim com eles, pior sem
eles, é o que penso. Bem-vindos à arena do Século XXI!




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SUBJECT: Um amigo lhe indicou essa matéria do Observatório da Imprensa
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DATE: 05/12/2006 16:00

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URL do artigo: www.observatoriodaimprensa.com.br
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Está matéria foi enviada a você por: Manuel
Bulcão/manuelbulcao@uol.com.br
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NEO-ATEÍSMO NA MÍDIA
Tolerância não, respeito sim

Manuel Soares Bulcão Neto

Sempre que, em discussões acaloradas sobre questões não só importantes
como altamente controversas - os direitos dos homossexuais ou a
existência de deuses, por exemplo - alguém, para contemporizar, apela
para a tolerância, imediatamente ligo o meu desconfiômetro. Pois,
afinal, o que quer dizer "tolerar"? Segundo o Dicionário Houaiss,
"tolerar" significa suportar com indulgência. Vale dizer que o tolerado
é para o tolerante um "inferior" cujos erros devemos relevar, perdoar,
deixar por menos. Neste sentido, o apelo à tolerância não combina muito
bem com um diálogo entre iguais, entre duas opiniões em que a dúvida (e
o benefício da dúvida) recai sobre ambas. Em vez da palavra tolerância,
o termo melhor seria deferência na sua acepção de respeito à alteridade,
o que, observe-se, não é incompatível com certa dose de diabrura
retórica, ironia e argumentação agressiva - agressividade viril, não
destrutiva, frise-se (afinal, somos cérebros apaixonados e não frígidos
computadores).

A propósito, conheço uma católica fervorosa muito "tolerante" que se
jacta por ter alguns amigos gays. Esses seus amigos, ela os aceita - e
até os elogia - por não alardearem a sua condição, fazendo exigências
absurdas - como o casamento entre homossexuais -, participando de
paradas de orgulho gay etc. Ou seja, para a tolerante, o bom gay é
aquele que se resigna a uma vida fechada em gueto, não expõe a sua
"monstruosidade" e que está sempre a se esconder, como as baratas nos
esgotos.

A palavra ateísmo sempre foi um estigma. Ser ateu, "até aí tudo bem", é
"tolerável", mas quando o ateu sai do seu clubezinho fechado - isso
quando pertence a algum, pois a maioria é constituída de ermitões - e
tenta transformar sua concepção de mundo num apostolado (como de resto é
prática de todas as religiões universais), isto é, quando passa de ateu
para a condição de ateísta... horror! Pior ainda quando se vale da
ciência para lançar petardos no calcanhar-de-aquiles das mitologias
religiosas - é quando, então, ele próprio é tachado de intolerante em
nada diferente do stalinista defensor de um Estado policial-militar
ateísta.

Impressão negativa

Sou um agnóstico, defensor do Estado laico, do pluralismo e do direito
de todo credo lato sensu - católico "apostólico", todas as variantes do
pentecostalismo, hare krishna e ateísmo - de exercerem atividade
missionária, com a condição, obviamente, de que o façam por meio do
argumento, da tentativa de persuasão, da palavra - parla -, respeitando
as regras do jogo democrático e sem propugnar a exclusão do outro.
Aliás, "como seria um mundo sem religião?" Seria um mundo sem Dawkins,
dado que este, polemista como é, certamente morreria de tédio.

Ressalte-se que, nessas condições democráticas de confronto de idéias, o
ateísta científico - porém não o ateísta irracionalista nietzscheano -
sai em vantagem; pois, como salientou brilhantemente o físico teórico
Lee Smolin (entrevista à Folha de S. Paulo em 5/11/06), a comunidade
científica é um modelo para a sociedade democrática, uma vez que, na
primeira, exige-se que se proceda "de boa-fé, dentro de regras e com
respeito aos que discordam de você".

O físico brasileiro Marcelo Gleiser, do qual sou um tiete, em seu artigo
"Ateísmo radical" (Folha de S. Paulo, 26/11/06) tece críticas até que
pertinentes ao ateísmo do biólogo britânico Richard Dawkins. Porém, quem
ler a matéria pode ficar com uma impressão negativa do escritor -
"virulento", "cientificista" etc. - que não corresponde em absoluto à
realidade. Apesar de rufião - além de suas diatribes até contra os
religiosos mais moderados, brigou feio com o agnóstico Stephen Gould e
da sua cuspideira não escapou sequer o papa do ceticismo científico,
Karl Popper -, Dawkins jamais entronizou a "verdade" científica,
identificando-a com o Bem; não confundia juízos de fato com juízos de
valor (principal característica das ideologias cientificistas
responsáveis pelo grosso da infelicidade humana durante o Século XX) nem
compactuou com o determinismo genético.

Questionamento permanente

Se ele escreveu o best-seller O gene egoísta, por outro lado defendeu -
e enalteceu - o fato de que "só nós [seres humanos], na Terra, temos o
poder de nos rebelar contra a tirania dos replicadores egoístas" (O gene
egoísta; Gradiva, 1999, p. 283). Contra o determinismo naturalista que
reduz a cultura a um epifenômeno, sustentou que "a determinação genética
não é férrea, mas estatística" (idem), pelo que se pode afirmar que "os
genes não somos nós" (O capelão do Diabo; Companhia das Letras, 2005, p.
187) e que somos senhores da nossa biologia, não o contrário.
Estabelecendo entre si e o famigerado darwinismo-social - tanto o de
mercado como o de Estado - anos-luz de distância, o autor afirma, em O
capelão do Diabo:

"Como cientista acadêmico, sou um darwinista apaixonado,
e acredito que a seleção natural é, se não a única força por trás da
evolução, certamente a única força capaz de produzir a ilusão de
propósito que emociona os que contemplam a natureza. Mas ao mesmo tempo
em que defendo o darwinismo como cientista, sou ardentemente
antidarwinista quando se trata de política ou da condução dos negócios
humanos". (Tradução de José Colucci Jr.)

Em sua teoria dos memes, isto é, dos entes ideais que se comportam com
relativa autonomia, fazendo do nosso cérebro seu ecossistema nutritivo e
que se valem da linguagem para se auto-replicarem; nesta sua hipótese
acha-se embutida uma crítica às idéias parasitas, vale dizer, às crenças
irracionais que "munidas com a toxina da certeza, tornam-se parasitas
mortificantes ou mesmo letais, e nós [seres humanos], seus organismos
hospedeiros de triste sina" (M. Bulcão; As esquisitices do óbvio; 2005).
Contra esses espiroquetas noológicos - entre os quais figuram muitas
divindades carniceiras -, Dawkins receita o permanente questionamento
científico. Amém.

Improvável como a xícara

Em suma, o ateísmo radical de Richard Dawkins é apenas um aspecto
secundário de um humanismo intransigente.

Richard Dawkins é um grande cientista, um excelente escritor e um
filósofo medíocre (na acepção de mediano). O Exemplo citado por Marcelo
Gleiser ilustra bem a sua deficiência na área do pensamento mais
abstrato. Marcelo Cavallari, por sua vez, em seu brilhante artigo "O
provicianismo neo-ateu" (Época, nº 443, 13 de novembro de 2006, p. 97),
desqualificando-o ainda mais como filósofo, lembra que ele cita uma
"piada" de Bertrand Russell - como se fosse um argumento sério - segundo
a qual a existência de Deus é tão impossível de provar pela ciência
quanto a hipótese de que há uma xícara em órbita do Sol, entre a Terra e
Marte. Segundo M. Cavallari, o que Dawkins não percebe - e o que faz da
asserção de B. Russell uma anedota - é que a questão da existência de
Deus - isto é, de uma Causa Final, de uma razão-de-ser do Universo e de
um propósito ético movendo o mundo -, algo que o método
científico-experimental realmente não pode corroborar nem refutar
jamais, é uma questão importante, atormentadora, que preocupa todos os
homens, alguns mais que outros, ao passo que a possibilidade de que
exista uma xícara em órbita no Sistema Solar não passa de uma
curiosidade, um assunto para diletantes numa mesa de bar depois da
quinta dose de uísque.

Se Dawkins, realmente, não tem lá argumentos muito consistentes contra
aquelas concepções mais elaboradas de Deus - o Deus "razão de ser" de
Leibniz, o id quo maius cogitare nequit de Boécio e Anselmo, a descrição
de Brahman tal como consta nos Upanixades (seção conclusiva e filosófica
dos Vedas). -, diga-se, no entanto, em defesa de Dawkins, que a
existência de deuses zoomórficos, quiméricos, antropomórficos e seus
séqüitos de espíritos e demônios (súcubos, íncubos etc.), se de fato é
uma possibilidade, trata-se, no entanto, de uma possibilidade tão
ridiculamente improvável como a xícara de Russell.

Pior sem eles

Ademais, é precisamente essa espécie de deuses passionais a que exige
sacrifícios de sangue e que inspira muito mais terror do que amor ou
encantamento. A crença nessas divindades é uma geratriz de angústia,
torna a realidade muito mais cruel do que realmente é - e, por
imobilizar as pessoas através do medo, há séculos tem servido como
instrumento de dominação. Pois bem, ao reduzir esse panteão a uma
congérie de tigres de papel, Dawkins e outros neo-ateus nos estão
prestando um favor imenso.

Na terra arrasada que sucedeu ao falhanço das velhas cosmovisões
cientificistas, isto é, das ideologias que reivindicavam para si o
estatuto de "expressão política do conhecimento científico" - o
social-darwinismo "nazi", o socialismo "científico" e o liberalismo
econômico ortodoxo - medra a reação antiiluminista, o fundamentalismo
religioso de todas as extrações (cristão, islâmico, judaico...).
Paulatinamente, no entanto, na literatura e na mass media começam a
surgir outras vozes, enunciadoras de um laicismo total e de um ateísmo
radical - radical porque, infelizmente, o tempo é de violência: Salman
Rushdie, José Saramago, Michel Houellebecq, Michel Onfray, Richard
Dawkins, Daniel Dennett, entre outros.

Quanto a mim, um agnóstico, só espero que os neo-ateístas tenham
aprendido com a história. De qualquer modo, ruim com eles, pior sem
eles, é o que penso. Bem-vindos à arena do Século XXI!




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NEO-ATEÍSMO NA MÍDIA
Tolerância não, respeito sim

Manuel Soares Bulcão Neto

Sempre que, em discussões acaloradas sobre questões não só importantes
como altamente controversas - os direitos dos homossexuais ou a
existência de deuses, por exemplo - alguém, para contemporizar, apela
para a tolerância, imediatamente ligo o meu desconfiômetro. Pois,
afinal, o que quer dizer "tolerar"? Segundo o Dicionário Houaiss,
"tolerar" significa suportar com indulgência. Vale dizer que o tolerado
é para o tolerante um "inferior" cujos erros devemos relevar, perdoar,
deixar por menos. Neste sentido, o apelo à tolerância não combina muito
bem com um diálogo entre iguais, entre duas opiniões em que a dúvida (e
o benefício da dúvida) recai sobre ambas. Em vez da palavra tolerância,
o termo melhor seria deferência na sua acepção de respeito à alteridade,
o que, observe-se, não é incompatível com certa dose de diabrura
retórica, ironia e argumentação agressiva - agressividade viril, não
destrutiva, frise-se (afinal, somos cérebros apaixonados e não frígidos
computadores).

A propósito, conheço uma católica fervorosa muito "tolerante" que se
jacta por ter alguns amigos gays. Esses seus amigos, ela os aceita - e
até os elogia - por não alardearem a sua condição, fazendo exigências
absurdas - como o casamento entre homossexuais -, participando de
paradas de orgulho gay etc. Ou seja, para a tolerante, o bom gay é
aquele que se resigna a uma vida fechada em gueto, não expõe a sua
"monstruosidade" e que está sempre a se esconder, como as baratas nos
esgotos.

A palavra ateísmo sempre foi um estigma. Ser ateu, "até aí tudo bem", é
"tolerável", mas quando o ateu sai do seu clubezinho fechado - isso
quando pertence a algum, pois a maioria é constituída de ermitões - e
tenta transformar sua concepção de mundo num apostolado (como de resto é
prática de todas as religiões universais), isto é, quando passa de ateu
para a condição de ateísta... horror! Pior ainda quando se vale da
ciência para lançar petardos no calcanhar-de-aquiles das mitologias
religiosas - é quando, então, ele próprio é tachado de intolerante em
nada diferente do stalinista defensor de um Estado policial-militar
ateísta.

Impressão negativa

Sou um agnóstico, defensor do Estado laico, do pluralismo e do direito
de todo credo lato sensu - católico "apostólico", todas as variantes do
pentecostalismo, hare krishna e ateísmo - de exercerem atividade
missionária, com a condição, obviamente, de que o façam por meio do
argumento, da tentativa de persuasão, da palavra - parla -, respeitando
as regras do jogo democrático e sem propugnar a exclusão do outro.
Aliás, "como seria um mundo sem religião?" Seria um mundo sem Dawkins,
dado que este, polemista como é, certamente morreria de tédio.

Ressalte-se que, nessas condições democráticas de confronto de idéias, o
ateísta científico - porém não o ateísta irracionalista nietzscheano -
sai em vantagem; pois, como salientou brilhantemente o físico teórico
Lee Smolin (entrevista à Folha de S. Paulo em 5/11/06), a comunidade
científica é um modelo para a sociedade democrática, uma vez que, na
primeira, exige-se que se proceda "de boa-fé, dentro de regras e com
respeito aos que discordam de você".

O físico brasileiro Marcelo Gleiser, do qual sou um tiete, em seu artigo
"Ateísmo radical" (Folha de S. Paulo, 26/11/06) tece críticas até que
pertinentes ao ateísmo do biólogo britânico Richard Dawkins. Porém, quem
ler a matéria pode ficar com uma impressão negativa do escritor -
"virulento", "cientificista" etc. - que não corresponde em absoluto à
realidade. Apesar de rufião - além de suas diatribes até contra os
religiosos mais moderados, brigou feio com o agnóstico Stephen Gould e
da sua cuspideira não escapou sequer o papa do ceticismo científico,
Karl Popper -, Dawkins jamais entronizou a "verdade" científica,
identificando-a com o Bem; não confundia juízos de fato com juízos de
valor (principal característica das ideologias cientificistas
responsáveis pelo grosso da infelicidade humana durante o Século XX) nem
compactuou com o determinismo genético.

Questionamento permanente

Se ele escreveu o best-seller O gene egoísta, por outro lado defendeu -
e enalteceu - o fato de que "só nós [seres humanos], na Terra, temos o
poder de nos rebelar contra a tirania dos replicadores egoístas" (O gene
egoísta; Gradiva, 1999, p. 283). Contra o determinismo naturalista que
reduz a cultura a um epifenômeno, sustentou que "a determinação genética
não é férrea, mas estatística" (idem), pelo que se pode afirmar que "os
genes não somos nós" (O capelão do Diabo; Companhia das Letras, 2005, p.
187) e que somos senhores da nossa biologia, não o contrário.
Estabelecendo entre si e o famigerado darwinismo-social - tanto o de
mercado como o de Estado - anos-luz de distância, o autor afirma, em O
capelão do Diabo:

"Como cientista acadêmico, sou um darwinista apaixonado,
e acredito que a seleção natural é, se não a única força por trás da
evolução, certamente a única força capaz de produzir a ilusão de
propósito que emociona os que contemplam a natureza. Mas ao mesmo tempo
em que defendo o darwinismo como cientista, sou ardentemente
antidarwinista quando se trata de política ou da condução dos negócios
humanos". (Tradução de José Colucci Jr.)

Em sua teoria dos memes, isto é, dos entes ideais que se comportam com
relativa autonomia, fazendo do nosso cérebro seu ecossistema nutritivo e
que se valem da linguagem para se auto-replicarem; nesta sua hipótese
acha-se embutida uma crítica às idéias parasitas, vale dizer, às crenças
irracionais que "munidas com a toxina da certeza, tornam-se parasitas
mortificantes ou mesmo letais, e nós [seres humanos], seus organismos
hospedeiros de triste sina" (M. Bulcão; As esquisitices do óbvio; 2005).
Contra esses espiroquetas noológicos - entre os quais figuram muitas
divindades carniceiras -, Dawkins receita o permanente questionamento
científico. Amém.

Improvável como a xícara

Em suma, o ateísmo radical de Richard Dawkins é apenas um aspecto
secundário de um humanismo intransigente.

Richard Dawkins é um grande cientista, um excelente escritor e um
filósofo medíocre (na acepção de mediano). O Exemplo citado por Marcelo
Gleiser ilustra bem a sua deficiência na área do pensamento mais
abstrato. Marcelo Cavallari, por sua vez, em seu brilhante artigo "O
provicianismo neo-ateu" (Época, nº 443, 13 de novembro de 2006, p. 97),
desqualificando-o ainda mais como filósofo, lembra que ele cita uma
"piada" de Bertrand Russell - como se fosse um argumento sério - segundo
a qual a existência de Deus é tão impossível de provar pela ciênci