SUBJECT: Re: A vingança dos animais
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/02/2006 20:52

Não são apenas os paquidermes não...


Outro dia, fui agredido por uma cutia! Noutra, tive a impressão de
que no vôo razante de um pombo havia a intenção de me arrancar a
cabeça...Esses bichos realmente estão perdendo a noção do
perigo,rs....

Legal, uma coisa é agir por instinto frente a uma situação
semelhante aquela que os levaram a um trauma, outra é ter
consciência do que se está fazendo; vingança seria isso.

Os ursos polares estão atacando os nativos daquela região com uma
frequência anormal...Mas uma pesquisa séria identificou que a
cobertura de gelo está diminuindo e por falta de espaço
para "pescar" os ursos estão apelando para os humanos....Quem tem
fome não tem preconceito,rs...


Alguém poderia sugerir que um aumento da temperatura global, um
pouco mais acentuada daquela região, estaria afetando o humor dos
bichinhos, levando-os a comportamento agressivo ou algo do
gênero........Mas isso não seria polemizar...



Byron Rosemberg





--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Guilherme Oliveira de
Arruda" <garruda@u...> escreveu
>
> Retirei este texto da Folha Online. Acho que os seres humanos
estão
> colhendo o que vem plantando há décadas.
>
> Guilherme Arruda
>
>
> Elefantes estão se "vingando" de destruição do homem, diz estudo
> Publicidade
> da Ansa, em Londres
>
> Um estudo de cientistas e biólogos de vários países concluiu que
os
> elefantes estão se "vingando" da raça humana por ter destruído
> sistematicamente gerações de paquidermes durante décadas.
>
> De acordo com os pesquisadores do Amboseli Elephant Research
Project,
> do Quênia, África, que publicaram suas descobertas na revista
> britânica "New Scientist", os elefantes estão atacando cada vez
mais
> freqüentemente diferentes grupos humanos, como uma forma
> de "vingança" pelos anos de destruição de gerações de paquidermes
> promovida pelo homem.
>
> Os especialistas informaram que em Uganda, por exemplo, é cada vez
> maior o número de elefantes que estão bloqueando estradas,
destruindo
> assentamentos e atacando casas, aparentemente sem justificativa ou
> motivação alguma.
>
> No entanto, depois de longas pesquisas foi concluído que,
> diferentemente do que se imaginava no princípio, os elefantes "têm
a
> habilidade de se lembrarem de momentos traumáticos e se vingarem".
>
> Por isso, estariam promovendo represálias contra o homem devido à
> destruição sistemática de gerações de paquidermes promovida pelos
> caçadores entre as décadas de 1970 e 1980.
>
> Órfãos
>
> Segundo a pesquisa, muitos mamíferos órfãos, cujos ancestrais
foram
> assassinados por caçadores, lembram-se do estresse e do trauma
> causados por tais matanças e estão se vingando, destruindo
> assentamentos humanos.
>
> "Estes animais são muito sensíveis e estão sofrendo uma desordem
> chamada estresse pós-traumático, que leva a certas ações de
vingança
> ou retaliação", explicou Joyce Poole, diretor da pesquisa.
>
> "Muitas manadas de elefantes ficaram órfãs, sem mãe nem pai, e os
> jovens inexperientes se transformaram em um tipo de `elefantes
> adolescentes delinqüentes`", acrescentou.
>
> Para Poole, os paquidermes são suficientemente inteligentes e
> sensíveis para se lembrarem do que aconteceu no passado "e se
> vingarem" da dor e destruição causada pelo homem.
>
> "Quando um caçador mata uma elefanta-mãe, o faz sem levar em conta
a
> dor que está causando ao resto da família, além de estar
estimulando
> um ciclo de violência", continuou.
>
> Ataques
>
> A pesquisa concluiu também que, diante da ausência de elefantes
> adultos mais experientes, os mais jovens se tornam animais
> agressivos, que costumam atacar os seres humanos.
>
> Richard Lair, pesquisador de elefantes asiáticos do Instituto
> Nacional de Mamíferos, na Tailândia, declarou que foram
registrados
> problemas semelhantes na Índia, onde as pessoas vivem com medo de
> ataques mortais desses animais, depois de os terem caçado durante
> décadas.
>
> "Em oposição a isso, em áreas onde os elefantes não estiveram em
> contato com humanos por décadas, mostram-se mais tolerantes e
> sociáveis. Isso demonstra a agressão que os humanos geralmente
> provocam e a destruição que geram no mundo natural", acrescentou.
>






SUBJECT: Re: [ciencialist] Viajem rodoviária
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/02/2006 21:27

Uééé! quilometragem, voltagem, amperagem .... é é é ... uma coleção? Uma coleção de quilômetros rodados, uma coleção de volts aplicados, uma coleção de ampères passados?
Não me parece que eu abandonei 'convenientemente' a interpretação (c). Ela, realmente, não se aplica.


Quanto ao uso indevido de dicionários para 'decidir' ciência sou até capaz de concordar com vc; minha afirmação e radical demais! Arbitrária, não tanto, seria arbitrária se todos os cursos de 'exatas' usassem como livro básico o dicionário.

Não esqueça que estou 'num daqueles dias'! .... :-)

aquele abraço,


===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006 15:43
Assunto: Re: [ciencialist] Viajem rodoviária


Muito bom, Luiz, mas creio que houve um conveniente menosprezo da
interpretação c). Sua hipótese de "causa" ou "efeito", por isso, não tem
valor científico, apesar de de interessante.

Quanto a Houaiss não ser livro científico, está é uma alegação bastante
subjetiva. Para quem trabalha com historiografia da ciência, é um dos livros
mais importantes e citados, por outro lado para quem deseja um grau de
purismo conceitual técnico-matemático, certamente não é o livro indicado.
Mas eu não tenho como concordar ou ser contra, apenas acho sua afirmação
bastante arbitrária ou radical. O Houaiss é indubitavelmente o melhor
dicionário que temos em nossa lingua, não há como compará-lo ao Aurélio ou
etc.

Um grande abraço,
Esteban.



Em 17/02/06, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
>
> Olá Esteban,
>
> novamente estamos à frente de 'dicionário' para 'decidir' conceituação
> científica ... mas, vamos lá:
>
> - agem
>
> sufixo para o qual só cabem três interpretações:
> (a) a de "ação", exemplo, voragem
> (b) a de "resultado de ação", exemplo, imagem
> (c) a de uma "coleção", exemplos, vadiagem, folhagem, plumagem
>
> As interpretações (a) e (b) nos levam a:
> (a) ato = causa e
> (b) conseqüência = efeito.
>
> em que situação 'quilômetro' é "causa" ou "ato",
> em que situação 'quilômetro' é "efeito" ou "conseqüência" ?
>
> Ouais (Houaiss) não é livro científico! Nem o Aurélio!
>
> :-)
>
> No texto do OUAIS; quilômetros rodados --- que vem a ser isso! Quilômetros
> rodam? Voltagem são volts rodados?
>
> :-)
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br
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>


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fora da Norma
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/02/2006 21:38

Oi Elton,

agradeço a informação.
Pensei que a tal Norma tivesse algo um pouco mais útil para as mensagens científicos em texto-puro que os meros 7 ou 8 símbolos realmente úteis. OK. Fiquemos com o que temos :-)
± ÷ ³ ² º ß × º .

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006 18:14
Assunto: Re: [ciencialist] Fora da Norma


On 17/02/06, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
> Infringindo a lei que regula o C-List pergunto:
>
> 1- posso perguntar?
>

Pode

> 2- quem tem aquela tabela que permite escrever textos no e-mails 'puro texto' com sobre-escritos e sub-escritos usando o 'ALT'. Tenho apenas meia dúzia desses 'segredos', veja exemplos:

Basta digital ALT+ o código da tabela ISO 8859-1, precedido por zero:
http://en.wikipedia.org/wiki/ISO_8859


> e agora, como escrevo 10^4 ou 10^6 e todas as demais cositas que o Alt possibilita?

Desculpe. Sobrescrito só tem 0 (°) (que é *dferente* do símbolo de
"primeiro" ou de "grau" (º) que você usou.), 1 ¹, 2 ² e 3 ³

Outra opção é usar LaTeX ;-)
>
> 3- grato
>
Disponha.

--
Elton Carvalho




SUBJECT: Re: [ciencialist] Fora da Norma
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/02/2006 21:38

On 17/02/06, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
> Oi Elton,
>
> agradeço a informação.
> Pensei que a tal Norma tivesse algo um pouco mais útil para as mensagens científicos em texto-puro que os meros 7 ou 8 símbolos realmente úteis. OK. Fiquemos com o que temos :-)
> ± ÷ ³ ² º ß × º .
>

Use LaTeX ^_^

--
Elton Carvalho

"It may be bad manners to talk with your mouth full, but it isn't too
good either if you speak when your head is empty."

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.com/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: juramento do fisico
FROM: "Paulo" <psdlistdisc@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/02/2006 22:19

Existe algum "juramento do fisico", que e' declamado no momento
da formatura (colacao de grau) ?

Grato pela atencao de todos
Paulo

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] TEMPO (Versão Condensada da Teoria do Tempo)
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/02/2006 10:40

Caro Marcelo

Os autores misturam conceitos e deixam inúmeros buracos-negros no desenvolvimento lógico da apresentação de suas idéias. Apesar de não afirmarem claramente no texto, todas as elucubrações levam o leitor a perceber que o *tempo cronológico* não tem existência física. O vocábulo composto espaço-tempo foi uma tentativa dos cientistas que viveram entre 1880 a 1920 - considerado o período mais efervescente das descobertas físicas da composição da matéria e dos fenômenos que provocam - de melhor definir o conceitos utilizado em suas teorias.

O fato de incluir um termo abstrato nessa composição - tempo - o significado ficou incompleto e inconsistente, o que leva muitos a considerar que o tempo cronológico é um ente fenômeno que tem existência física. No artigo divulgado no grupo, intitulado "Uma questão de tempo", registro o vocábulo composto *espaço-movimento* que descreve melhor essa interação, utilizando os conceitos de dois fenômenos concretos, que têm existência física comprovada direta e/ou indiretamente.

Se não firmarmos e utilizarmos conceitos concretos na "definição" do que entendemos por tempo cronológico, permaneceremos patinando confusos em abstratos inexistentes fisicamente.

Abraços

José Renato
.............................................
----- Original Message -----
From: marcelomjr
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 17, 2006 1:24 AM
Subject: [ciencialist] TEMPO (Versão Condensada da Teoria do Tempo)


Tradução do artigo de Lew Price...
http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/tempo.htm

TEMPO
(Versão Condensada da Teoria do Tempo)
Copyright (C) 1999, 2000, 2001, 2002
por Lew Paxton Price e Herbert Martin Gibson


A verdade é a filha do tempo.
De um velho poema apresentado por Aulius Gellius

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Fitzgerald, Lorentz, Einstein, and Relativity
Page 2

Esta parte de meu website a qual eventualmente conduz à dilatação do
tempo tem deixado algumas pessoas estressadas. Primeiro há aqueles
que acreditam que as teorias da relatividade de Einstein (especial e
geral) implicam que o espaço é coisa alguma exceto vazio. Estas
pessoas usualmente acreditam que a dilatação do tempo é uma prova de
que o espaço é vazio. Eles não estão felizes de verem uma prova de
que a dilatação do tempo é uma consequencia de mover-se através de um
meio como o éter. Outras pessoas pertencem aos grupos protestantes
que insistem que há uma forma de éter através do qual a luz move-se
como um série de ondas. Estas pessoas têm também considerado a
dilatação do tempo ser uma prova do vazio, mas elas acreditam em uma
forma de éter, então a dilatação do tempo não deve existir.
Consequentemente, eles não gostam desta prova também. Em outras
palavras, ambos os campos prefeririam que esta prova não existisse.
Ainda assim esta prova para a dilatação do tempo mostra que se há um
ether que é um meio para a luz, deve haver também uma dilatação do
tempo.

Einstein não acreditava realmente que o espaço é vazio. Eu digo isto
porque seu último trabalho era em análise tensorial do "espaço" como
a base da luz como forma de onda. Ele acreditava que o espaço era
vazio de matéria como nós a conhecemos, mas obviamente ele acreditava
que o espaço em si é um meio. Análise tensorial (TA [Tensor
analysis]) é muito semelhante a uma forma de engenharia estrutural
dinâmica no sentido de que a TA usa três planos a noventa graus um do
outro e cada um com três formas de estresse. A não ser que alguma
coisa esteja presente dentro do qual estes estresses possam
existirem, não pode haver nenhum estresse. Ele não chamou esta alguma
coisa "éter". Ele denominou-a espaço-tempo. Mas seja como for que ele
denominou-a, ele considerou ser um meio através do qual a luz move-se
como uma onda. Em minha pesquisa, eu descobri implicações de que
Einstein não estava feliz com ambas de suas teorias de relatividade -
nem estava ele feliz com a teoria quântica. Ainda assim, ele morreu
sem ter descoberto um substituto viável para ambas.

Na teoria do nether, o elétron tem as qualidades distintivas de um
vórtice (vide Spin e The Vortex). Todo vórtice tem uma "boca" que
suga no meio do qual ele é composto. Vórtices tais quais o remoinho
de vento ou o tornado puxam para dentro várias formas de matéria
junto com o ar do qual eles são compostos. Vórtices tal qual o
remoinho d'água puxam para dentro várias formas de matéria junto com
a água da qual eles são compostos. As bocas destes vórtices são
apontadas de uma maneira que força-os a ou sugar a partir de baixo (o
tornado), ou a partir de cima (o remoinho d'água). Mas um vórtice de
éter dinâmico tem uma boca que pode apontar em qualquer direção.

Quando a boca do elétron é apontada em qualquer direção particular,
ele tenta mover-se naquela direção. Isto é evidente quando o elétron
é orientado por um campo magnético (vide explanação completa no Livro
Três de Behind Light's Illusion [Por Trás da Ilusão da Luz]). Por
outro lado, quando o elétron é forçado a mover-se em qualquer direção
particular, ele orienta-se de modo que sua boca é apontada em sua
direção de movimento e um "campo de fluxo" desenvolve-se. Isto é
evidente quando elétrons são bombeados através de um fio por um
potencial elétrico e é a chave para nossos aparelhos elétricos. A
boca do elétron está sempre apontada em sua direção de movimento
porque menos energia é usada para acelerar o éter entrante quando uma
tal orientação é apresentada, e o éter é "energia consciente".

Qualquer vórtice deve formar-se de ter seu meio voltando-se em uma
direção que está em ângulos retos a seu movimento de entrada. Isto
tem a ver com conservação de energia e momento e é explicado mais
completamente no Livro Três de Behind Light's Illusion. Porque o
vórtice que nós chamamos de o elétron é capaz de mover e orientar sua
boca em qualquer direção de nosso universo de três dimensões
espaciais, o fluxo interno final deve voltar-se para dentro de uma
dimensão que está em ângulos retos para toda dimensão em nosso
universo. Se você acredita em primeiro lugar que isto não pode ser
visualizado, você verá em mais uns poucos parágrafos que ele pode ser
visualizado e que você tem visualizado-o toda a sua vida. Primeiro,
no entanto, há outras coisas que você deveria saber.

Se nós concedermos que o elétron é um vórtice, então e quanto as
outras entidades subatomicas que constituem o que nós chamamos
matéria? São elas também vórtices? No Livro Seis de Behind Light's
Illusion, você verá que elas são de fato. Os quarks são somente uma
parte de um tipo particular de entidade subatomica e estas entidades
formam um próton de acordo com as regras achadas em cromodinâmica
quântica (QCD [quantum chromodynamics]).

As entidades conhecidas como neutrinos não são vórtices e não são
constituintes da matéria. A teoria publicada na primeira edição do
Livro Seis de Behind Light's Illusion é que elas são remoinhos sobras
de energia rotacional excessiva que permanecem dentro de um mar de
éter sem fricção e são mantidas juntas por sua pressão. No entanto,
eu tenho desde então achado uma explicação mais lógica na qual cada
uma é uma única meia-onda de radiação eletromagnética. Esta é uma
teoria muito complexa para facilmente explicar aqui. Suficiente
dizer, uma meia-onda move-se na velocidade da luz e não tem nenhuma
massa, micro-gravidade, ou carga. Ela não é detectável como um fóton
embora ela seja a unidade básica que compreende fótons. Ela tem a
abilidade de aceitar, transportar, e produzir spin.

Há uma única diferença entre entidades de matéria e neutrinos.
Entidades de matéria podem comunicar-se uma com a outra através do
que nós chamamos carga elétrica, ondas eletromagnéticas, e gravidade
(realmente o que eu chamo micro-gravidade no nível da entidade
individual). Estes três meios de comunicação são causados por vetores
de fluxo interno do vórtice. No caso de ondas eletromagnéticas,
movimento de um vórtice está também envolvido. Porque um neutrino não
tem nenhum vórtice e nenhum fluxo interno, ele não pode comunicar-se
exceto através de um colisão direta. Consequentemente, detecção de
neutrinos é excessivamente difícil.

Há três vetores de fluxo interno para o vórtice. Se nós escolhermos
qualquer ponto particular para estes vetores, nós podemos desenhar
uma linha a partir do centro do vórtice através deste ponto. Esta
linha é a "radial" através de nosso ponto. O vetor do movimento do
éter ao longo desta linha em direção ao centro do vórtice é o que
causa a micro-gravidade. É uma força muito fraca ao nível de uma
única entidade subatomica. O vetor de movimento do éter que está em
ângulos retos ao radial é a causa do que nós chamamos "spin". E por
último, o vetor que é a resultante dos dois acima está em 45 graus a
partir do radial e causa o que nós chamamos carga elétrica.

Agora que nós tivemos um muito breve vislumbre da natureza da
matéria, nós olharemos na natureza do tempo. Nós estamos fazendo isto
porque o tempo é uma parte integral da matéria. A matéria não poderia
existir sem o tempo e um tipo particular de tempo não existiria sem
matéria. No Livro Cinco de Behind Light's Illusion, seis tipos de
tempo são definidos. Isto foi necessario porque nós não podemos
discutir tempo inteligentemente sem definir o tipo particular.


DURAÇÃO (Tempo Quadridimensional)

Como você já concluiu, tempo é uma palavra com múltiplos
significados. Um destes é "duração", uma qualidade que pode nunca ter
começado e pode nunca terminar. É uma dimensão que nós vemos ao olhar
para trás em nossas vidas e algumas vezes imaginamos ao olhar
adiante. É como se nós estivessemos nos movendo ao longo desta
dimensão, deixando atrás de nós uma vida de experiências. Mas nós
vivemos somente no presente e olhamos com certeza somente no passado.

Nós poderiamos visualizar nosso universo de três dimensões espaciais
como um plano movendo-se ao longo de uma dimensão perpendicular a
qual nós chamamos tempo. Como nosso universo move-se ao longo da
linha do tempo, movimento dentro de nosso universo é o que faz ele
mudar, e nós somos capazes de movermo-nos para adiante ao longo de
nosso curso enquanto as esteiras de experiencias formam-se atrás de
nós.

Se nós olhamos sobre este tipo de tempo como uma dimensão que está em
angulos retos para todas as três de nossas dimensões espaciais, nós
podemos visualizar e visualizamos a quarta dimensão como nosso
passado e nosso possível futuro. E esta quarta dimensão satifaz os
requerimentos da quarta dimensão para dentro da qual o éter
desaparece quando ele entra no vórtice que é o elétron. Parece que
quando dois raios gama encontram com a correta orientação um ao
outro, a extrema pressão dentro do éter naquele ponto excede o que
pode ser tolerado dentro daquele instante do nosso espaço
tridimensional. Então um buraco é aberto para dentro da quarta
dimensão e a pressão é divergida para dentro do passado. Força
centrifuga mantém o buraco aberto e o vórtice permanece. Mas há muito
mais para a estória - a qual inclui antimatéria e energia.


A ILUSÃO (O tempo de movimento)

Olhando sobre um outro tipo de tempo, o tipo que realmente é a medida
do que nós chamamos tempo, nós podemos usar uma visualização
diferente. Cada momento que nós chamamos de presente é um único frame
de um filme, e cada momento passado é um outro frame. Juntos, os
muitos frames do passado descrevem o movimento que é nossas vidas até
agora. Os frames vindouros criam nosso futuro através de novo
movimento. Embora cada frame seja uma foto parada quando sozinho,
juntos eles descrevem um trabalho de arte quadridimensional que é
nosso filme - nossa ilusão. Sem estes frames, não haveria nenhum
movimento. Sem tempo, não haveria nenhum movimento. Assim algumas
pessoas igualam tempo a movimento e movimento a tempo. Mas esta
ilusão pode correr ou lenta ou rápida - justamente como um filme pode
correr em movimento lento ou rápido.

Este tipo de tempo é melhor ilustrado pela equação razão é igual a
distância dividida por tempo ou r = d/t. Então, rearranjado, tempo
é igual a distância dividida por razão. Nós usamos milhas por hora
para representar uma razão de velocidade. Nós representamos um ano
por uma revolução em redor do Sol. O antigo mês era de nova lua a
nova lua ou de lua cheia a lua cheia. Um dia é medido por uma rotação
da terra relativa ao Sol. Esta é a "medida" do tempo mas nós
comumente chamamo-la "tempo" em nossa conversação. É uma medida
relativa baseada sobre movimentos.

Este é o tipo de "tempo" o qual nós falamos estar diminuindo devido a
dilatação do tempo. Quando o intervá-lo de tempo necessário para a
completação de qualquer movimento particular aproxima-se do infinito,
a passagem do tempo é dita aproximar-se de zero. Dilatação do tempo
ocorre por causa da velocidade relativa do éter (nether). Porque a
gravidade é uma forma de velocidade relativa do éter, a gravidade
afeta a passagem deste tipo de tempo. Uma espaçonave movendo-se
através do espaço em alta velocidade relativa ao éter também
experimenta dilatação do tempo.


TEMPO SUBMICROSCÓPICO (adicionado em 11/13/05)

Este é um tipo de tempo que é identico à ilusão acima, mas o é em um
nível muito minúsculo. É o tempo que é usado por processos químicos,
elétricos, biológicos, e nucleares. Sua fisiologia é baseada sobre
este tipo de tempo. Nenhum processo pode ocorrer sem ele, e isso
incluí os processos que devem existir para hormonios, nervos,
músculos, crescimento, reparos biológicos, sistemas imunes, e
sistemas respiratórios funcionarem.

Temperatura é medida por meio de movimento de vortícula. Quanto mais
rápido os átomos em um pedaço de matéria movem-se, quanto mais quente
é o pedaço de matéria. Movimento rápido de átomos ou moléculas fazem
processos químicos irem mais rápido. Reduzir a temperatura faz
processos químicos diminuírem. Decaimento é um processo químico. O
tempo para o decaimento ocorrer pode ser retardado com a
refrigeração, um processo que diminui o tempo submicroscópico.

Uma outra coisa que retarda este tipo de tempo é movimento relativo
ao éter, tal como existente em um funil gravitacional onde o éter
(nether) está precipitando-se, estando em órbita onde ambas as
velocidades órbital e do funil de gravidade de éter contribuem, ou
tendo simples velocidade linear relativa ao éter como uma espaçonave
teria. No entanto, isto não é uma maneira prática de preservar
coisas, tal como comida, em nosso presente nível de tecnologia porque
nós seriamos forçados a viver no mesmo lugar com a mesma razão de
passagem de tempo de nossa comida.

Pense em uma espaçonave movendo-se através do éter com seus ocupantes
e seus pertences. Tudo movendo-se com a espaçonave deve comunicar-se
ficando com a nave na mesma velocidade média. A palavra média é usada
porque todas as moléculas, átomos, e entidades subatomicas da
espaçonave, todos e tudo nela estão em movimento relativo uns aos
outros. Para processos químicos, elétricos, biológicos, e nucleares
ocorrerem, deve haver comunicação entre as moléculas, átomos, e
entidades subatomicas que constituem esta massa movente. A maior
velocidade que pode ser alcançada por qualquer deles ou pela radiação
deles é a velocidade da luz. Todas as velocidades para processos são
menores do que e proporcionais à velocidade da luz.

Tempo é medido pelas menores velocidades e pelos processos que
ocorrem nas menores velocidades. Se a velocidade da luz relativa à
espaçonave é retardada [slowed], e se as menores velocidades são
retardadas também, então os processos que usualmente ocorrem quando a
espaçonave está em repouso relativo ao éter, são retardados. Isto
significa que a passagem do nosso tempo medido é retardada. Quando a
espaçonave está movendo-se relativa ao éter circundante, parte da
velocidade usada para os processos necessários deve ser dispendida em
atravessar o movimento relativo do éter. Isto é similar a uma
aeronave dispendendo parte de sua velocidade aérea para permanecer em
curso quando encontrando um vento contrário [crosswind]. O resultado
é uma redução das velocidades de atividades normais que é o mesmo que
retardar a passagem do tempo medido porque o tempo é medido por
movimento (uma rotação da Terra é 24 horas, uma revolução da Lua é um
mês, uma revolução do sistema Terra/ Lua é um ano, etc.).

Porém o tempo absoluto, o qual é chamado duração, permance o mesmo
independentemente.


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Page 2 - TIME
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Fitzgerald, Lorentz, Einstein, and Relativity

DILATAÇÃO DO TEMPO E RELATIVIDADE DO ÉTER
(Derivação da Equação para a Dilatação do Tempo)


Radiação eletromagnética (luz) é uma onda transversal movendo-se para
fora ao longo da trajetória do éter influindo de um elétron. Embora
ela mova-se externamente ao longo de uma radial na velocidade que nós
chamamos "c", a velocidade reativa real do éter é aquela do fluxo de
éter resultante. Onde a velocidade instantânea do éter é maior,
justamente antes dele voltar em ângulos retos para o passado, a
velocidade do éter é o produto da raiz quadrada de dois
e "c", "21/2c". Esta é a velocidade reativa real do éter. Porém,
toda comunicação de uma parte de matéria para uma outra está parada
na velocidade máxima de "c".

Todas as reações químicas, nucleares, biológicas, cósmicas, e outras
que causam mudança neste nosso universo são proporcionais à
velocidade máxima de comunicação dentro do éter que é "c". Assim "c"
deve sempre ser o vetor de movimento resultante máximo dentro de
nosso universo. Enquanto nós continuamos, você verá porque isto é tão
importante.

Imagine um triângulo reto com um lado sendo nosso vetor de velocidade
instantânea de movimento relativo ao éter. Nós podemos rotular isto
de "v". O outro lado é o vetor de velocidade para
mudança/movimento/passagem do tempo. Nós podemos rotular isto "t"
para o tempo ou "vp" (velocidade máxima para movimento perpendicular
a nossa velocidade relativa do éter). A hipotenusa é o vetor de
velocidade de comunicação dentro de nosso universo. Nós temos já
rotulado isto de "c". A hipotenusa é a resultante e deve sempre ser
uma constante a qual é a velocidade da luz. Ela deve sempre ser a
constante porque a velocidade para comunicação dentro do eter é uma
função da velocidade reativa do éter.

Quando nós estamos em repouso relativos ao éter, a hipotenusa "c"
rotaciona e é superimposta sobre "t", "v" torna-se zero, e o tempo
passará em seu passo mais rápido. As reações as quais definem o tempo
(mudança) através de movimento em nossa vizinhaça imediata estão
movendo-se em sua velocidade máxima possível. Se nós fossemos
acelerar a uma velocidade instantânea relativa ao éter que seja igual
a "c" (isto é somente teórico), a hipotenusa rotaciona para ser
superimposta sobre "v", "t" tornar-se zero, e tempo (mudança) falha
de acontecer. Nós dizemos que o tempo aproxima-se de zero quando a
velocidade aproxima-se da velocidade da luz relativa somente ao éter.

Entre os dois extremos precedentes, o tempo usualmente passa entre
zero e seu passo mais rápido. Em um funil gravitacional tal como o
nosso, a velocidade instantânea relativa do éter entrante não é muito
alta (aproximadamente sete milhas por segundo). Nosso tempo passa em
ligeiramente menos do que seu passo máximo possível. Na superfície de
um grande sol, o passo de passagem do tempo é muito mais lento. Nas
franjas de um buraco negro, a velocidade instantânea relativa do éter
entrante é igual a "c". Se alguém pudesse existir lá sem cair no
buraco, a razão de velocidade na qual o tempo passa teria tornado-se
zero.

A velocidade de um veículo espacial através do éter afeta a passagem
do tempo da mesma maneira. A matemática envolvida é essencialmente
identica àquela da relatividade de Einstein exceto que ela é mais
facilmente derivada e é baseada sobre uma premissa muito mais
simples. Einstein baseou seu trabalho sobre as transformações
(equações) de Lorentz. Estas transformações são o resultado de
trabalhar com o teorema Pitagórico o qual é um princípio fundamental
de nosso universo causada por ou talvez definindo a conservação de
energia e a natureza de nossas dimensões.

Usando o teorema Pitagórico com o nosso triângulo reto cujos lados
são "v" e "vp", e uma hipotenusa de "c":
v2 + vp2 = c2

Reescrevendo a equação:
vp2 = c2 - v2

Fatorando nosso c2 do lado direito:
vp2 = [(c2/c2) - (v2/c2)]c2

O qual torna-se: vp2 = c2[1-(v2/c2)]

Tomando a raiz quadrada de ambos os lados:
vp = c[1-(v/c)2]1/2

Deixe "T" igual ao intervá-lo de tempo quando um veículo espacial
está em movimento relativo ao éter. Deixe "T0" igual ao intervá-lo de
tempo quando o veículo espacial está em repouso relativo ao éter.
Deixe "d" igual a distância.

Então vp = c = d/T0 quando o veículo espacial está em repouso, e
vp = d/T quando o veículo espacial está em movimento.
"d" permanece constante.

Por substituição, a equação torna-se:
d/T = (d/T0)[1 - (v/c)2]1/2

Dividindo ambos os lados por d e invertendo:
T = T0/[1 - (v/c)2]1/2

Esta é a mesma equação usada para a dilatação do tempo na
relatividade de Einstein exceto por uma coisa. Aqui, "T" e "T0" são
intervá-los de tempo. Quando "v" aproxima-se de "c", "[1 - (v/c)2]
1/2" aproxima-se de zero, e "T0/[1 - (v/c)2]1/2" aproxima-se do
infinito o que significa que "T" aproxima-se do infinito. "T" é o
montante de tempo necessário para o movimento acontecer. Quando ele
aproxima-se do infinito, o movimento aproxima-se de zero. Quando o
movimento aproxima-se de zero, a passagem do tempo aproxima-se de
zero, como faz "delta t", como o tempo é chamado na relatividade de
Einstein. A equação Einstein é:

delta t' = delta t [1 - (v/c)2]1/2

Para aqueles que esqueceram álgebra, um expoente de 1/2 para uma
quantidade é o mesmo que ter aquela quantidade do lado de dentro de
um sinal de raiz quadrada. Assim:

T = T0/[1 - (v/c)2]1/2 na teoria do nether, na qual "T" aproxima-se
do infinito quando "v" aumenta, é o mesmo que

delta t' = delta t [1 - (v/c)2]1/2 na relatividade de Einstein, na
qual "delta t' " aproxima-se de zero quando "v" aumenta.

Note que na primeira equação acima, " [1 - (v/c)2]1/2 " está
dividindo "T0" e na segunda equação ele está multiplicando "delta t".

Para explicar mais, "T" e "T0 são medidas de tempo enquanto "delta
t' " e "delta t" são passagens de tempo. "d/T" significa uma
distância constante dividida por um intervá-lo de tempo variável. O
intervá-lo de tempo "T" aproxima-se do infinito quando "v" aumenta,
de modo que a distância "d" não é atravessada tão rapidamente como
seria o caso quando "T" é mais curto. Isto significa que atividades
que medem a passagem do tempo e são sujeitas à passagem do tempo não
ocorrem muito rapidamente, e de fato, cessariam de ocorrer em
absoluto se "v" fosse alcançar a velocidade da luz.


Mais Explanação (adicionado em 11/13/05)

Quando um objeto move-se dentro de nosso espaço tridimensional, ele
move-se em uma direção particular que é sua dimensão de movimento
para a frente. Há dois planos perpendiculares a sua dimensão de
movimento para a frente. Um plano está tocando o ponto mais a frente
do objeto, e o outro está tocando o ponto mais a retaguarda do
objeto. Em meio a estes planos é onde a existência do objeto deve
estar. Entre estes dois planos, qualquer molécula, átomo, ou entidade
subatomica movendo-se para a frente deve eventualmente mover-se para
trás, e qualquer mólecula, átomo, entidade subatomica movendo-se para
trás deve eventualmente mover-se para a frente. De outro modo, o
objeto não permaneceria intacto.

Nós somos seres tridimensionais em um universo tridimensional, todos
movendo-se através de uma quarta dimensão a qual é o tempo. Sem
movimento em todos as três de nossas dimensões espaciais, o tempo
medido não pode existir. Isto significa que movimento paralelo a dois
planos e perpendicular à direção de viagem do objeto é necessário
para o tempo medido existir. Quando o máximo movimento possível é
reduzido paralelo a estes dois planos, a velocidade da passagem do
tempo é reduzida.

Movimento paralelo aos planos deve ser realizado "rastejando"
["crabbing"] para dentro do "vento" de éter que é relativo ao objeto.
Isto retarda o movimento paralelo e retarda a passagem do tempo. Para
seres conscientes dentro do objeto (como viajantes em uma
espaçonave), a passagem do tempo não parece ter diminuído. Mas para
observadores do lado de fora do objeto, a passagem do tempo dentro do
objeto será vista como tendo sido retardada de acordo com a seguinte
equação.

T = T0/[1 - (v/c)2]1/2

Movimento de entidades subatomicas entre os dois planos é necessário
para o tempo existir. A não ser que haja movimento dentro destas
dimensões, não há nenhum processo químico, nuclear, elétrico,
biológico, ou outros. Sem tais processos, não há nenhum tempo
mensurável.


Assim a dilatação do tempo é uma realidade, mas tem a ver com a
velocidade relativa do éter. A presença do éter automaticamente causa
a existência da dilatação do tempo. Não pode haver uma sem a outra.

Há algo que todos nós necessitamos lembrar. As conclusões corretas e
as equações corretas podem algumas vezes ser derivadas de suposições
incorretas e preceitos incorretos. Einstein pode não ter estado
precisamente correto com sua relatividade, mas muito do que nós
descobrimos por meio dela é correto. Isto é verdade sobre a dilatação
do tempo e sua equação de equivalência de massa/energia.

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Fitzgerald, Lorentz, Einstein, and Relativity
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fora da Norma
FROM: João Batista Ferreira de Andrade <ferreiraandrade2000@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2006 12:10

Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu
Professor Leo,

experimente http://www2.ufpa.br/dicas/ms/wor-car.htm

Um abraço,

João Batista
Oi Elton,

agradeço a informação.
Pensei que a tal Norma tivesse algo um pouco mais útil para as mensagens científicos em texto-puro que os meros 7 ou 8 símbolos realmente úteis. OK. Fiquemos com o que temos :-)
± ÷ ³ ² º ß × º .

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006 18:14
Assunto: Re: [ciencialist] Fora da Norma


On 17/02/06, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
> Infringindo a lei que regula o C-List pergunto:
>
> 1- posso perguntar?
>

Pode

> 2- quem tem aquela tabela que permite escrever textos no e-mails 'puro texto' com sobre-escritos e sub-escritos usando o 'ALT'. Tenho apenas meia dúzia desses 'segredos', veja exemplos:

Basta digital ALT+ o código da tabela ISO 8859-1, precedido por zero:
http://en.wikipedia.org/wiki/ISO_8859


> e agora, como escrevo 10^4 ou 10^6 e todas as demais cositas que o Alt possibilita?

Desculpe. Sobrescrito só tem 0 (°) (que é *dferente* do símbolo de
"primeiro" ou de "grau" (º) que você usou.), 1 ¹, 2 ² e 3 ³

Outra opção é usar LaTeX ;-)
>
> 3- grato
>
Disponha.

--
Elton Carvalho




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Tex4ht(era Fora da Norma )
FROM: Felipe <fegolac@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2006 14:59

On 15:14 Sat 18 Feb , jvictor wrote:
> Elton,
>
> Há algum tempo estou tentando instalar o Tex4ht, que é um conversor latex para html, seja via miktex(que é o sistema latex que estou usando) no Windows, seja no tapa, quer dizer manualmente. Em todos os casos me revelei portador de uma incompetência cósmica. Não o consegui, por mais "receitas" de bolo que lesse na internet. A pergunta é: você, ou algum outro cobra deste grupo, saberia como fazer isso?

Já tentou usar o latex2html[1][2]?

[1] http://www.cv.nrao.edu/~abridle/toolmemo/node11.shtml
[2] http://www.mayer.dial.pipex.com/l2h.htm



SUBJECT: Re: [ciencialist] Tex4ht(era Fora da Norma )
FROM: Felipe <fegolac@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2006 15:15

On 15:14 Sat 18 Feb , jvictor wrote:
> Elton,
>
> Há algum tempo estou tentando instalar o Tex4ht, que é um conversor latex para html, seja via miktex(que é o sistema latex que estou usando) no Windows, seja no tapa, quer dizer manualmente. Em todos os casos me revelei portador de uma incompetência cósmica. Não o consegui, por mais "receitas" de bolo que lesse na internet. A pergunta é: você, ou algum outro cobra deste grupo, saberia como fazer isso?

Já tentou o latex2html[1][2]?

[1] http://www.cv.nrao.edu/~abridle/toolmemo/node11.shtml
[2] http://www.mayer.dial.pipex.com/l2h.htm

PS: eu já tinha enviado essa mensagem, mas parece que ela não chegou ao
destino, então estou enviando de novo.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Duvidas
FROM: "Humberto Geovany" <humbertogeovany@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2006 15:59

Em 14/02/06, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
>
> Um químico de plantão respondeu:
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: guqp43
> Para: leobarretos@uol.com.br
> Enviada em: segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006 20:22
> Assunto: Duvidas
>
>
> Professor
> Duvidas.
> Porque os pesos atõmicos dos elementos não são números inteiros?
> Exemplos.
>
> Perguntas e Probemas, Ciencias dos materias William Callister
>
>
>
> --------------------------------------------------------------------------------
> OS pesos atõmicos dos elementos são medidos tomando como base a
> consideração de que o elemento carbono tivesse 12UMA(doze unidades de massa
> atômica) sendo o restante dos elementos baseados(medidos)em comparação a
> ele. Dá pra fazer até uma analogia ao kilograma padrão platino-irídio, que
> serve como base para pesagem mundial(Para paises que adotam essa unidade
> para medida de massa).
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SUBJECT: [ciencialist] Tex4ht(era Fora da Norma )
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/02/2006 16:14

Elton,

Há algum tempo estou tentando instalar o Tex4ht, que é um conversor latex para html, seja via miktex(que é o sistema latex que estou usando) no Windows, seja no tapa, quer dizer manualmente. Em todos os casos me revelei portador de uma incompetência cósmica. Não o consegui, por mais "receitas" de bolo que lesse na internet. A pergunta é: você, ou algum outro cobra deste grupo, saberia como fazer isso?
Atualmente, uso uma versão gratuita do TtH, que é um conversor Latex para html muito bom e fácil de usar. Não precisa instalar. Basta descompactar e usar o executável. Contudo, o TtH é limitado quando se trata de converter equações, sobretudo quando estas envolvem símbolos geométricos. Isto ele não converte. É muito bom para textos simples, despojados desses negócios de matemática. Essa a razão pela qual tenho suado para instalar o Tex4ht, que, dizem, é o cão chupando manga.
Descobri, para gáudio meu, que sou muito bom numa coisa: instalar softwares, os daqueles tipos que você só faz clicar, e ele faz tudo sozinho!. Nisso, sou "cobra"...

Grato por qualquer help.

JVictor.

----- Original Message -----
From: Elton Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 17, 2006 8:38 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fora da Norma


On 17/02/06, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
> Oi Elton,
>
> agradeço a informação.
> Pensei que a tal Norma tivesse algo um pouco mais útil para as mensagens científicos em texto-puro que os meros 7 ou 8 símbolos realmente úteis. OK. Fiquemos com o que temos :-)
> ± ÷ ³ ² º ß × º .
>

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--
Elton Carvalho

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SUBJECT: Re: TEMPO (Versão Condensada da Teoria do Tempo)
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2006 16:27

Oi José, obrigado por comentar/criticar o texto, arquivei sua
mensagem... acho que nao entendi muito bem o que vc disse com o tempo
ter ou nao existencia fisica (o que seria exatamente ter existencia
física?...), vou procurar seu artigo... mas observe que o Lew refere-
se ao Tempo como sendo a quarta dimensao que compreende ou coexiste
com o espaco tridimensional (3 dimensoes), uma "coisa" infinita,
imutável e eterna, sem começo nem fim...; e ao tempo como sendo
meramente movimento no universo... quanto mais lento o movimento mais
lento o tempo e vice-versa... Procure ver o texto do Lew em ingles,
talvez minha traduçao nao esteja lá muito boa, por isso talvez um
tanto confusa:

em ingles: http://www.softcom.net/users/greebo/time.htm


Um ABraço,
Marcelo

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
>
> Caro Marcelo
>
> Os autores misturam conceitos e deixam inúmeros buracos-negros no
desenvolvimento lógico da apresentação de suas idéias. Apesar de não
afirmarem claramente no texto, todas as elucubrações levam o leitor a
perceber que o *tempo cronológico* não tem existência física. O
vocábulo composto espaço-tempo foi uma tentativa dos cientistas que
viveram entre 1880 a 1920 - considerado o período mais efervescente
das descobertas físicas da composição da matéria e dos fenômenos que
provocam - de melhor definir o conceitos utilizado em suas teorias.
>
> O fato de incluir um termo abstrato nessa composição - tempo - o
significado ficou incompleto e inconsistente, o que leva muitos a
considerar que o tempo cronológico é um ente fenômeno que tem
existência física. No artigo divulgado no grupo, intitulado "Uma
questão de tempo", registro o vocábulo composto *espaço-movimento*
que descreve melhor essa interação, utilizando os conceitos de dois
fenômenos concretos, que têm existência física comprovada direta
e/ou indiretamente.
>
> Se não firmarmos e utilizarmos conceitos concretos na "definição"
do que entendemos por tempo cronológico, permaneceremos patinando
confusos em abstratos inexistentes fisicamente.
>
> Abraços
>
> José Renato
> .............................................
> ----- Original Message -----
> From: marcelomjr
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Friday, February 17, 2006 1:24 AM
> Subject: [ciencialist] TEMPO (Versão Condensada da Teoria do
Tempo)
>
>
> Tradução do artigo de Lew Price...
> http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/tempo.htm
>
> TEMPO
> (Versão Condensada da Teoria do Tempo)
> Copyright (C) 1999, 2000, 2001, 2002
> por Lew Paxton Price e Herbert Martin Gibson
>
>
> A verdade é a filha do tempo.
> De um velho poema apresentado por Aulius Gellius
>
> Back - Main Menu
> Fitzgerald, Lorentz, Einstein, and Relativity
> Page 2
>
> Esta parte de meu website a qual eventualmente conduz à dilatação
do
> tempo tem deixado algumas pessoas estressadas. Primeiro há
aqueles
> que acreditam que as teorias da relatividade de Einstein
(especial e
> geral) implicam que o espaço é coisa alguma exceto vazio. Estas
> pessoas usualmente acreditam que a dilatação do tempo é uma prova
de
> que o espaço é vazio. Eles não estão felizes de verem uma prova
de
> que a dilatação do tempo é uma consequencia de mover-se através
de um
> meio como o éter. Outras pessoas pertencem aos grupos
protestantes
> que insistem que há uma forma de éter através do qual a luz move-
se
> como um série de ondas. Estas pessoas têm também considerado a
> dilatação do tempo ser uma prova do vazio, mas elas acreditam em
uma
> forma de éter, então a dilatação do tempo não deve existir.
> Consequentemente, eles não gostam desta prova também. Em outras
> palavras, ambos os campos prefeririam que esta prova não
existisse.
> Ainda assim esta prova para a dilatação do tempo mostra que se há
um
> ether que é um meio para a luz, deve haver também uma dilatação
do
> tempo.
>
> Einstein não acreditava realmente que o espaço é vazio. Eu digo
isto
> porque seu último trabalho era em análise tensorial do "espaço"
como
> a base da luz como forma de onda. Ele acreditava que o espaço era
> vazio de matéria como nós a conhecemos, mas obviamente ele
acreditava
> que o espaço em si é um meio. Análise tensorial (TA [Tensor
> analysis]) é muito semelhante a uma forma de engenharia
estrutural
> dinâmica no sentido de que a TA usa três planos a noventa graus
um do
> outro e cada um com três formas de estresse. A não ser que alguma
> coisa esteja presente dentro do qual estes estresses possam
> existirem, não pode haver nenhum estresse. Ele não chamou esta
alguma
> coisa "éter". Ele denominou-a espaço-tempo. Mas seja como for que
ele
> denominou-a, ele considerou ser um meio através do qual a luz
move-se
> como uma onda. Em minha pesquisa, eu descobri implicações de que
> Einstein não estava feliz com ambas de suas teorias de
relatividade -
> nem estava ele feliz com a teoria quântica. Ainda assim, ele
morreu
> sem ter descoberto um substituto viável para ambas.
>
> Na teoria do nether, o elétron tem as qualidades distintivas de
um
> vórtice (vide Spin e The Vortex). Todo vórtice tem uma "boca" que
> suga no meio do qual ele é composto. Vórtices tais quais o
remoinho
> de vento ou o tornado puxam para dentro várias formas de matéria
> junto com o ar do qual eles são compostos. Vórtices tal qual o
> remoinho d'água puxam para dentro várias formas de matéria junto
com
> a água da qual eles são compostos. As bocas destes vórtices são
> apontadas de uma maneira que força-os a ou sugar a partir de
baixo (o
> tornado), ou a partir de cima (o remoinho d'água). Mas um vórtice
de
> éter dinâmico tem uma boca que pode apontar em qualquer direção.
>
> Quando a boca do elétron é apontada em qualquer direção
particular,
> ele tenta mover-se naquela direção. Isto é evidente quando o
elétron
> é orientado por um campo magnético (vide explanação completa no
Livro
> Três de Behind Light's Illusion [Por Trás da Ilusão da Luz]). Por
> outro lado, quando o elétron é forçado a mover-se em qualquer
direção
> particular, ele orienta-se de modo que sua boca é apontada em sua
> direção de movimento e um "campo de fluxo" desenvolve-se. Isto é
> evidente quando elétrons são bombeados através de um fio por um
> potencial elétrico e é a chave para nossos aparelhos elétricos. A
> boca do elétron está sempre apontada em sua direção de movimento
> porque menos energia é usada para acelerar o éter entrante quando
uma
> tal orientação é apresentada, e o éter é "energia consciente".
>
> Qualquer vórtice deve formar-se de ter seu meio voltando-se em
uma
> direção que está em ângulos retos a seu movimento de entrada.
Isto
> tem a ver com conservação de energia e momento e é explicado mais
> completamente no Livro Três de Behind Light's Illusion. Porque o
> vórtice que nós chamamos de o elétron é capaz de mover e orientar
sua
> boca em qualquer direção de nosso universo de três dimensões
> espaciais, o fluxo interno final deve voltar-se para dentro de
uma
> dimensão que está em ângulos retos para toda dimensão em nosso
> universo. Se você acredita em primeiro lugar que isto não pode
ser
> visualizado, você verá em mais uns poucos parágrafos que ele pode
ser
> visualizado e que você tem visualizado-o toda a sua vida.
Primeiro,
> no entanto, há outras coisas que você deveria saber.
>
> Se nós concedermos que o elétron é um vórtice, então e quanto as
> outras entidades subatomicas que constituem o que nós chamamos
> matéria? São elas também vórtices? No Livro Seis de Behind
Light's
> Illusion, você verá que elas são de fato. Os quarks são somente
uma
> parte de um tipo particular de entidade subatomica e estas
entidades
> formam um próton de acordo com as regras achadas em cromodinâmica
> quântica (QCD [quantum chromodynamics]).
>
> As entidades conhecidas como neutrinos não são vórtices e não são
> constituintes da matéria. A teoria publicada na primeira edição
do
> Livro Seis de Behind Light's Illusion é que elas são remoinhos
sobras
> de energia rotacional excessiva que permanecem dentro de um mar
de
> éter sem fricção e são mantidas juntas por sua pressão. No
entanto,
> eu tenho desde então achado uma explicação mais lógica na qual
cada
> uma é uma única meia-onda de radiação eletromagnética. Esta é uma
> teoria muito complexa para facilmente explicar aqui. Suficiente
> dizer, uma meia-onda move-se na velocidade da luz e não tem
nenhuma
> massa, micro-gravidade, ou carga. Ela não é detectável como um
fóton
> embora ela seja a unidade básica que compreende fótons. Ela tem a
> abilidade de aceitar, transportar, e produzir spin.
>
> Há uma única diferença entre entidades de matéria e neutrinos.
> Entidades de matéria podem comunicar-se uma com a outra através
do
> que nós chamamos carga elétrica, ondas eletromagnéticas, e
gravidade
> (realmente o que eu chamo micro-gravidade no nível da entidade
> individual). Estes três meios de comunicação são causados por
vetores
> de fluxo interno do vórtice. No caso de ondas eletromagnéticas,
> movimento de um vórtice está também envolvido. Porque um neutrino
não
> tem nenhum vórtice e nenhum fluxo interno, ele não pode comunicar-
se
> exceto através de um colisão direta. Consequentemente, detecção
de
> neutrinos é excessivamente difícil.
>
> Há três vetores de fluxo interno para o vórtice. Se nós
escolhermos
> qualquer ponto particular para estes vetores, nós podemos
desenhar
> uma linha a partir do centro do vórtice através deste ponto. Esta
> linha é a "radial" através de nosso ponto. O vetor do movimento
do
> éter ao longo desta linha em direção ao centro do vórtice é o que
> causa a micro-gravidade. É uma força muito fraca ao nível de uma
> única entidade subatomica. O vetor de movimento do éter que está
em
> ângulos retos ao radial é a causa do que nós chamamos "spin". E
por
> último, o vetor que é a resultante dos dois acima está em 45
graus a
> partir do radial e causa o que nós chamamos carga elétrica.
>
> Agora que nós tivemos um muito breve vislumbre da natureza da
> matéria, nós olharemos na natureza do tempo. Nós estamos fazendo
isto
> porque o tempo é uma parte integral da matéria. A matéria não
poderia
> existir sem o tempo e um tipo particular de tempo não existiria
sem
> matéria. No Livro Cinco de Behind Light's Illusion, seis tipos de
> tempo são definidos. Isto foi necessario porque nós não podemos
> discutir tempo inteligentemente sem definir o tipo particular.
>
>
> DURAÇÃO (Tempo Quadridimensional)
>
> Como você já concluiu, tempo é uma palavra com múltiplos
> significados. Um destes é "duração", uma qualidade que pode nunca
ter
> começado e pode nunca terminar. É uma dimensão que nós vemos ao
olhar
> para trás em nossas vidas e algumas vezes imaginamos ao olhar
> adiante. É como se nós estivessemos nos movendo ao longo desta
> dimensão, deixando atrás de nós uma vida de experiências. Mas nós
> vivemos somente no presente e olhamos com certeza somente no
passado.
>
> Nós poderiamos visualizar nosso universo de três dimensões
espaciais
> como um plano movendo-se ao longo de uma dimensão perpendicular a
> qual nós chamamos tempo. Como nosso universo move-se ao longo da
> linha do tempo, movimento dentro de nosso universo é o que faz
ele
> mudar, e nós somos capazes de movermo-nos para adiante ao longo
de
> nosso curso enquanto as esteiras de experiencias formam-se atrás
de
> nós.
>
> Se nós olhamos sobre este tipo de tempo como uma dimensão que
está em
> angulos retos para todas as três de nossas dimensões espaciais,
nós
> podemos visualizar e visualizamos a quarta dimensão como nosso
> passado e nosso possível futuro. E esta quarta dimensão satifaz
os
> requerimentos da quarta dimensão para dentro da qual o éter
> desaparece quando ele entra no vórtice que é o elétron. Parece
que
> quando dois raios gama encontram com a correta orientação um ao
> outro, a extrema pressão dentro do éter naquele ponto excede o
que
> pode ser tolerado dentro daquele instante do nosso espaço
> tridimensional. Então um buraco é aberto para dentro da quarta
> dimensão e a pressão é divergida para dentro do passado. Força
> centrifuga mantém o buraco aberto e o vórtice permanece. Mas há
muito
> mais para a estória - a qual inclui antimatéria e energia.
>
>
> A ILUSÃO (O tempo de movimento)
>
> Olhando sobre um outro tipo de tempo, o tipo que realmente é a
medida
> do que nós chamamos tempo, nós podemos usar uma visualização
> diferente. Cada momento que nós chamamos de presente é um único
frame
> de um filme, e cada momento passado é um outro frame. Juntos, os
> muitos frames do passado descrevem o movimento que é nossas vidas
até
> agora. Os frames vindouros criam nosso futuro através de novo
> movimento. Embora cada frame seja uma foto parada quando sozinho,
> juntos eles descrevem um trabalho de arte quadridimensional que é
> nosso filme - nossa ilusão. Sem estes frames, não haveria nenhum
> movimento. Sem tempo, não haveria nenhum movimento. Assim algumas
> pessoas igualam tempo a movimento e movimento a tempo. Mas esta
> ilusão pode correr ou lenta ou rápida - justamente como um filme
pode
> correr em movimento lento ou rápido.
>
> Este tipo de tempo é melhor ilustrado pela equação razão é igual
a
> distância dividida por tempo ou r = d/t. Então, rearranjado,
tempo
> é igual a distância dividida por razão. Nós usamos milhas por
hora
> para representar uma razão de velocidade. Nós representamos um
ano
> por uma revolução em redor do Sol. O antigo mês era de nova lua a
> nova lua ou de lua cheia a lua cheia. Um dia é medido por uma
rotação
> da terra relativa ao Sol. Esta é a "medida" do tempo mas nós
> comumente chamamo-la "tempo" em nossa conversação. É uma medida
> relativa baseada sobre movimentos.
>
> Este é o tipo de "tempo" o qual nós falamos estar diminuindo
devido a
> dilatação do tempo. Quando o intervá-lo de tempo necessário para
a
> completação de qualquer movimento particular aproxima-se do
infinito,
> a passagem do tempo é dita aproximar-se de zero. Dilatação do
tempo
> ocorre por causa da velocidade relativa do éter (nether). Porque
a
> gravidade é uma forma de velocidade relativa do éter, a gravidade
> afeta a passagem deste tipo de tempo. Uma espaçonave movendo-se
> através do espaço em alta velocidade relativa ao éter também
> experimenta dilatação do tempo.
>
>
> TEMPO SUBMICROSCÓPICO (adicionado em 11/13/05)
>
> Este é um tipo de tempo que é identico à ilusão acima, mas o é em
um
> nível muito minúsculo. É o tempo que é usado por processos
químicos,
> elétricos, biológicos, e nucleares. Sua fisiologia é baseada
sobre
> este tipo de tempo. Nenhum processo pode ocorrer sem ele, e isso
> incluí os processos que devem existir para hormonios, nervos,
> músculos, crescimento, reparos biológicos, sistemas imunes, e
> sistemas respiratórios funcionarem.
>
> Temperatura é medida por meio de movimento de vortícula. Quanto
mais
> rápido os átomos em um pedaço de matéria movem-se, quanto mais
quente
> é o pedaço de matéria. Movimento rápido de átomos ou moléculas
fazem
> processos químicos irem mais rápido. Reduzir a temperatura faz
> processos químicos diminuírem. Decaimento é um processo químico.
O
> tempo para o decaimento ocorrer pode ser retardado com a
> refrigeração, um processo que diminui o tempo submicroscópico.
>
> Uma outra coisa que retarda este tipo de tempo é movimento
relativo
> ao éter, tal como existente em um funil gravitacional onde o éter
> (nether) está precipitando-se, estando em órbita onde ambas as
> velocidades órbital e do funil de gravidade de éter contribuem,
ou
> tendo simples velocidade linear relativa ao éter como uma
espaçonave
> teria. No entanto, isto não é uma maneira prática de preservar
> coisas, tal como comida, em nosso presente nível de tecnologia
porque
> nós seriamos forçados a viver no mesmo lugar com a mesma razão de
> passagem de tempo de nossa comida.
>
> Pense em uma espaçonave movendo-se através do éter com seus
ocupantes
> e seus pertences. Tudo movendo-se com a espaçonave deve comunicar-
se
> ficando com a nave na mesma velocidade média. A palavra média é
usada
> porque todas as moléculas, átomos, e entidades subatomicas da
> espaçonave, todos e tudo nela estão em movimento relativo uns aos
> outros. Para processos químicos, elétricos, biológicos, e
nucleares
> ocorrerem, deve haver comunicação entre as moléculas, átomos, e
> entidades subatomicas que constituem esta massa movente. A maior
> velocidade que pode ser alcançada por qualquer deles ou pela
radiação
> deles é a velocidade da luz. Todas as velocidades para processos
são
> menores do que e proporcionais à velocidade da luz.
>
> Tempo é medido pelas menores velocidades e pelos processos que
> ocorrem nas menores velocidades. Se a velocidade da luz relativa
à
> espaçonave é retardada [slowed], e se as menores velocidades são
> retardadas também, então os processos que usualmente ocorrem
quando a
> espaçonave está em repouso relativo ao éter, são retardados. Isto
> significa que a passagem do nosso tempo medido é retardada.
Quando a
> espaçonave está movendo-se relativa ao éter circundante, parte da
> velocidade usada para os processos necessários deve ser
dispendida em
> atravessar o movimento relativo do éter. Isto é similar a uma
> aeronave dispendendo parte de sua velocidade aérea para
permanecer em
> curso quando encontrando um vento contrário [crosswind]. O
resultado
> é uma redução das velocidades de atividades normais que é o mesmo
que
> retardar a passagem do tempo medido porque o tempo é medido por
> movimento (uma rotação da Terra é 24 horas, uma revolução da Lua
é um
> mês, uma revolução do sistema Terra/ Lua é um ano, etc.).
>
> Porém o tempo absoluto, o qual é chamado duração, permance o
mesmo
> independentemente.
>
>
> ------------------------------------------------------------------
----
> ----------
>
> Page 2 - TIME
> Page 1
> Main Menu
> Fitzgerald, Lorentz, Einstein, and Relativity
>
> DILATAÇÃO DO TEMPO E RELATIVIDADE DO ÉTER
> (Derivação da Equação para a Dilatação do Tempo)
>
>
> Radiação eletromagnética (luz) é uma onda transversal movendo-se
para
> fora ao longo da trajetória do éter influindo de um elétron.
Embora
> ela mova-se externamente ao longo de uma radial na velocidade que
nós
> chamamos "c", a velocidade reativa real do éter é aquela do fluxo
de
> éter resultante. Onde a velocidade instantânea do éter é maior,
> justamente antes dele voltar em ângulos retos para o passado, a
> velocidade do éter é o produto da raiz quadrada de dois
> e "c", "21/2c". Esta é a velocidade reativa real do éter.
Porém,
> toda comunicação de uma parte de matéria para uma outra está
parada
> na velocidade máxima de "c".
>
> Todas as reações químicas, nucleares, biológicas, cósmicas, e
outras
> que causam mudança neste nosso universo são proporcionais à
> velocidade máxima de comunicação dentro do éter que é "c".
Assim "c"
> deve sempre ser o vetor de movimento resultante máximo dentro de
> nosso universo. Enquanto nós continuamos, você verá porque isto é
tão
> importante.
>
> Imagine um triângulo reto com um lado sendo nosso vetor de
velocidade
> instantânea de movimento relativo ao éter. Nós podemos rotular
isto
> de "v". O outro lado é o vetor de velocidade para
> mudança/movimento/passagem do tempo. Nós podemos rotular isto "t"
> para o tempo ou "vp" (velocidade máxima para movimento
perpendicular
> a nossa velocidade relativa do éter). A hipotenusa é o vetor de
> velocidade de comunicação dentro de nosso universo. Nós temos já
> rotulado isto de "c". A hipotenusa é a resultante e deve sempre
ser
> uma constante a qual é a velocidade da luz. Ela deve sempre ser a
> constante porque a velocidade para comunicação dentro do eter é
uma
> função da velocidade reativa do éter.
>
> Quando nós estamos em repouso relativos ao éter, a hipotenusa "c"
> rotaciona e é superimposta sobre "t", "v" torna-se zero, e o
tempo
> passará em seu passo mais rápido. As reações as quais definem o
tempo
> (mudança) através de movimento em nossa vizinhaça imediata estão
> movendo-se em sua velocidade máxima possível. Se nós fossemos
> acelerar a uma velocidade instantânea relativa ao éter que seja
igual
> a "c" (isto é somente teórico), a hipotenusa rotaciona para ser
> superimposta sobre "v", "t" tornar-se zero, e tempo (mudança)
falha
> de acontecer. Nós dizemos que o tempo aproxima-se de zero quando
a
> velocidade aproxima-se da velocidade da luz relativa somente ao
éter.
>
> Entre os dois extremos precedentes, o tempo usualmente passa
entre
> zero e seu passo mais rápido. Em um funil gravitacional tal como
o
> nosso, a velocidade instantânea relativa do éter entrante não é
muito
> alta (aproximadamente sete milhas por segundo). Nosso tempo passa
em
> ligeiramente menos do que seu passo máximo possível. Na
superfície de
> um grande sol, o passo de passagem do tempo é muito mais lento.
Nas
> franjas de um buraco negro, a velocidade instantânea relativa do
éter
> entrante é igual a "c". Se alguém pudesse existir lá sem cair no
> buraco, a razão de velocidade na qual o tempo passa teria tornado-
se
> zero.
>
> A velocidade de um veículo espacial através do éter afeta a
passagem
> do tempo da mesma maneira. A matemática envolvida é
essencialmente
> identica àquela da relatividade de Einstein exceto que ela é mais
> facilmente derivada e é baseada sobre uma premissa muito mais
> simples. Einstein baseou seu trabalho sobre as transformações
> (equações) de Lorentz. Estas transformações são o resultado de
> trabalhar com o teorema Pitagórico o qual é um princípio
fundamental
> de nosso universo causada por ou talvez definindo a conservação
de
> energia e a natureza de nossas dimensões.
>
> Usando o teorema Pitagórico com o nosso triângulo reto cujos
lados
> são "v" e "vp", e uma hipotenusa de "c":
> v2 + vp2 = c2
>
> Reescrevendo a equação:
> vp2 = c2 - v2
>
> Fatorando nosso c2 do lado direito:
> vp2 = [(c2/c2) - (v2/c2)]c2
>
> O qual torna-se: vp2 = c2[1-(v2/c2)]
>
> Tomando a raiz quadrada de ambos os lados:
> vp = c[1-(v/c)2]1/2
>
> Deixe "T" igual ao intervá-lo de tempo quando um veículo espacial
> está em movimento relativo ao éter. Deixe "T0" igual ao intervá-
lo de
> tempo quando o veículo espacial está em repouso relativo ao éter.
> Deixe "d" igual a distância.
>
> Então vp = c = d/T0 quando o veículo espacial está em repouso, e
> vp = d/T quando o veículo espacial está em movimento.
> "d" permanece constante.
>
> Por substituição, a equação torna-se:
> d/T = (d/T0)[1 - (v/c)2]1/2
>
> Dividindo ambos os lados por d e invertendo:
> T = T0/[1 - (v/c)2]1/2
>
> Esta é a mesma equação usada para a dilatação do tempo na
> relatividade de Einstein exceto por uma coisa. Aqui, "T" e "T0"
são
> intervá-los de tempo. Quando "v" aproxima-se de "c", "[1 - (v/c)2]
> 1/2" aproxima-se de zero, e "T0/[1 - (v/c)2]1/2" aproxima-se do
> infinito o que significa que "T" aproxima-se do infinito. "T" é
o
> montante de tempo necessário para o movimento acontecer. Quando
ele
> aproxima-se do infinito, o movimento aproxima-se de zero. Quando
o
> movimento aproxima-se de zero, a passagem do tempo aproxima-se de
> zero, como faz "delta t", como o tempo é chamado na relatividade
de
> Einstein. A equação Einstein é:
>
> delta t' = delta t [1 - (v/c)2]1/2
>
> Para aqueles que esqueceram álgebra, um expoente de 1/2 para uma
> quantidade é o mesmo que ter aquela quantidade do lado de dentro
de
> um sinal de raiz quadrada. Assim:
>
> T = T0/[1 - (v/c)2]1/2 na teoria do nether, na qual "T" aproxima-
se
> do infinito quando "v" aumenta, é o mesmo que
>
> delta t' = delta t [1 - (v/c)2]1/2 na relatividade de Einstein,
na
> qual "delta t' " aproxima-se de zero quando "v" aumenta.
>
> Note que na primeira equação acima, " [1 - (v/c)2]1/2 "
está
> dividindo "T0" e na segunda equação ele está multiplicando "delta
t".
>
> Para explicar mais, "T" e "T0 são medidas de tempo
enquanto "delta
> t' " e "delta t" são passagens de tempo. "d/T" significa uma
> distância constante dividida por um intervá-lo de tempo variável.
O
> intervá-lo de tempo "T" aproxima-se do infinito quando "v"
aumenta,
> de modo que a distância "d" não é atravessada tão rapidamente
como
> seria o caso quando "T" é mais curto. Isto significa que
atividades
> que medem a passagem do tempo e são sujeitas à passagem do tempo
não
> ocorrem muito rapidamente, e de fato, cessariam de ocorrer em
> absoluto se "v" fosse alcançar a velocidade da luz.
>
>
> Mais Explanação (adicionado em 11/13/05)
>
> Quando um objeto move-se dentro de nosso espaço tridimensional,
ele
> move-se em uma direção particular que é sua dimensão de movimento
> para a frente. Há dois planos perpendiculares a sua dimensão de
> movimento para a frente. Um plano está tocando o ponto mais a
frente
> do objeto, e o outro está tocando o ponto mais a retaguarda do
> objeto. Em meio a estes planos é onde a existência do objeto deve
> estar. Entre estes dois planos, qualquer molécula, átomo, ou
entidade
> subatomica movendo-se para a frente deve eventualmente mover-se
para
> trás, e qualquer mólecula, átomo, entidade subatomica movendo-se
para
> trás deve eventualmente mover-se para a frente. De outro modo, o
> objeto não permaneceria intacto.
>
> Nós somos seres tridimensionais em um universo tridimensional,
todos
> movendo-se através de uma quarta dimensão a qual é o tempo. Sem
> movimento em todos as três de nossas dimensões espaciais, o tempo
> medido não pode existir. Isto significa que movimento paralelo a
dois
> planos e perpendicular à direção de viagem do objeto é necessário
> para o tempo medido existir. Quando o máximo movimento possível é
> reduzido paralelo a estes dois planos, a velocidade da passagem
do
> tempo é reduzida.
>
> Movimento paralelo aos planos deve ser realizado "rastejando"
> ["crabbing"] para dentro do "vento" de éter que é relativo ao
objeto.
> Isto retarda o movimento paralelo e retarda a passagem do tempo.
Para
> seres conscientes dentro do objeto (como viajantes em uma
> espaçonave), a passagem do tempo não parece ter diminuído. Mas
para
> observadores do lado de fora do objeto, a passagem do tempo
dentro do
> objeto será vista como tendo sido retardada de acordo com a
seguinte
> equação.
>
> T = T0/[1 - (v/c)2]1/2
>
> Movimento de entidades subatomicas entre os dois planos é
necessário
> para o tempo existir. A não ser que haja movimento dentro destas
> dimensões, não há nenhum processo químico, nuclear, elétrico,
> biológico, ou outros. Sem tais processos, não há nenhum tempo
> mensurável.
>
>
> Assim a dilatação do tempo é uma realidade, mas tem a ver com a
> velocidade relativa do éter. A presença do éter automaticamente
causa
> a existência da dilatação do tempo. Não pode haver uma sem a
outra.
>
> Há algo que todos nós necessitamos lembrar. As conclusões
corretas e
> as equações corretas podem algumas vezes ser derivadas de
suposições
> incorretas e preceitos incorretos. Einstein pode não ter estado
> precisamente correto com sua relatividade, mas muito do que nós
> descobrimos por meio dela é correto. Isto é verdade sobre a
dilatação
> do tempo e sua equação de equivalência de massa/energia.
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Versão: 4.4.00/4698
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SUBJECT: MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE (traducao)
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2006 16:50

http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htmhttp://www.softcom.net/users/greebo/phil.htmMITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE por Lew Paxton Price Adicionado ao website em 19 de Outubro, 2005.
Muito do que se segue foi tomado de Behind Light's Illusion.
Copyright (C) 1999, 2000, 2001, 2005 por Lew Paxton Price
Algo dele é também encontrado em Introduction to Advanced Ether Theory neste website. Main Menu Todas as coisas no mundo vem do Ser.
E o Ser vem do Não-Ser.
Lao Tzu
Mitos, fábulas e estórias passadas a nós da antiguidade são fontes de informação vital se elas são corretamente usadas. Comumente a narrativa usa pessoas, animais, ou deuses que são semelhantes a pessoas ou animais como um meio de expressar idéias. Isto é feito porque tais narrativas são mais facilmente lembradas, e a memória era muito importante em um tempo quando a escrita não tinha ainda sido inventada.

Em minha pesquisa sobre antigas civilizações, tornou-se óbvio que os mitos, fábulas e estórias existem por várias razões. Algumas destas razões são dadas abaixo.

1. Elas são meios de lembrar lugares ou coisas.

2. Elas são meios de lembrar conceitos.

3. Elas são meios de recordar a história em uma forma condensada.

4. Elas são meios de apresentar teorias complexas em uma forma mais condensada e mais facilmente visualizada.

5. Elas são maneiras de fazer alguns dos acima, todos dos acima, ou mais.


Quando eu era um bocado mais jovem, eu ganhei um livro dos contos de Tio Remus (as estórias de Brer Rabbit). As crianças hoje não são permitidas ao privilégio de lerem aquele livro porque algumas pessoas eram tão estúpidas que elas pensaram que o livro estava desmerecendo [condescending] pessoas negras. Na verdade, o livro era uma coleção de fábulas apresentando a sabedoria prática de Tio Remus e seu modo charmoso, magnificente de oferecê-la aos jovens. Correção política tem um modo de atirar em si própria no pé.

As Fábulas de Aesop era um outro modo de fazer o mesmo tipo de coisa que as estórias de Brer Rabbit fizeram. No entanto, para meu conhecimento estas fábulas podem ainda ser adquiridas por pessoas jovens. Os títulos dos Aborígenes Australianos estão ainda disponíveis também.

Quando eu primeiro comecei a fazer minha própria tradução do Livro de Genêsis no que os Cristãos chamam o Velho Testamento, eu estava usando o trabalho de estudiosos de Léxicos para traduzir do antigo Hebreu. Eu estava também usando os números equivalentes dos glifos Hebreus para decodificá-los. Como muitas pessoas tinham feito antes de mim, eu descobri que a versão hebraica do Velho Testamento era na verdade uma cápsula do tempo cheia com sabedoria que não pode ser aprendida nas escolas de nossos dias. Muitas pessoas não são realmente sérias sobre a sua religião. Se elas fossem, elas estariam fazendo sua própria tradução e os Cristão e Judeus estariam descobrindo as verdades que foram codificadas no Hebreu. Mas a maioria das pessoas em vez disso leria os quadrinhos no jornal de Sábado ou assistiria o jogo de futebol na televisão.

Uma das coisas que parecem evidentes para mim é que os mitos de diferentes culturas comumente tem a mesma causa raiz. Por exemplo os Sumerianos, os Hebreus, os Índios Hopi, e outros todos têm o mito do grande dilúvio. Tomados como um todo, os mitos apontam para um tempo antes da história registrada quando haviam outras civilizações, cada uma delas caindo presa de um desastre natural. Muitas destas civilizações não eram inferiores a nossa, e algumas parecem ter descoberto informação que nós estamos somente começando a descobrir.

Parece-me que esta teoria de éter dinâmico era conhecida, aceita, e usada em um tempo no passado distante junto com numerosas outras pérolas de sabedoria. Quando o desastre ocorreu que destruíu a maioria dos professores e bibliotecas, a informação foi passada adiante como mito de modo que ela pudesse emergir e auxiliar os sobreviventes muitas gerações mais tarde.


Há um princípio fundamental que eu descobri incorporado dentro da física do universo. O mesmo princípio foi revelado pelos professores antigos. Benoit Mandelbrot e outros envolvidos em teoria fractal recentemente descobriram-na. Stephen Wolfram em sua pesquisa com programas de computador também a descobriu. As coisas complexas no universo são a consequencia de coisas muito simples. Se nós desejamos achar as respostas corretas, nós devemos trabalhar de volta àquelas coisas simples, descobrindo suas consequencias, camada por camada, até nós chegarmos na simplicidade fundamental.

Ao descobrir as consequências do princípio fundamental, nós descobrimos que o mundo, esta realidade, é provavelmente tanto de uma realidade quanto pode haver, mas ela não é o que parece. As coisas parecem ser sólidas porque elas são feitas de moléculas que são feitas de átomos que são feitos de entidades subatomicas, um dos quais é o elétron. O elétron emite coisas chamadas fótons de luz que atingem nossos olhos de modo que nós vemos o que parece ser uma realidade de coisas tangíveis. Os físicos de partículas pensam sobre os fótons como partículas que vibram, mas isto não explica tudo sobre eles.

Há muitos tipos de "fótons" de energia eletromagnética que se extendem do que parece ser ondas muito longas de rádio a ondas muito curtas de radição cósmica. A oitava de luz visível é uma oitava de um espectro de aproximadamente 28 oitavas. Novas oitavas nas extensões mais baixas estão sendo descobertas, tal como o "som" de um buraco negro. Se nós vissemos todas as oitavas de uma vez, a vista seria muito confusa para nós compreendermos, as cores misturariam-se em maneiras que seria ininteligível, e nós não seriamos capazes de perceber objetos como sendo sólidos. É somente por limitar nosso aparato sensório à oitava de luz visível que nós podemos ver um mundo que para nós é compreensível e tangível.

Mesmo se nós vermos todas as oitavas de radiação eletromagnética, nós não seriamos capazes de ver átomos, suas partes constituíntes, e as ondas de energia que vêm deles. Mesmo embora nós possamos ver por meio de energia dos fótons, nós não veriamos os fótons em si mesmos ou as ondas das quais eles são na verdade compostos. Se nós tivessemos um sentido que pudesse ver átomos, suas partes constituíntes, e fótons, nós veríamos um mundo de partículas "aparentes" que estariam tão amplamente separadas que os tão falados objetos sólidos apareceriam como uma névoa muito fina.

Para nós percebermos o mundo que nós conhecemos, nosso sentido de tempo dever estar muito lento quando comparado ao tempo do átomo, suas partes constituíntes, e a energia que vem deles. Quando nós tocamos alguma coisa que nós pensamos como sólida, nós estamos meramente colocando nossas partes subatomicas movendo-se rapidamente próximas das partes subatomicas movendo-se rapidamente dos objetos que nós estamos tocando. É algo como ter duas hélices [propellors] girando rapidamente tocando uma a outra, mas ainda mais esotérico, porque é o "campo" de energia de nossos dedos e do objeto que estão realmente tocando-se. Nós somos seres de energia, e o mundo é um mundo de energia. Se os átomos e suas partes constituíntes ficassem mais lentos para nosso nível de percepção, os objetos que eles constituem não dariam energia bastante para permanecer separados um do outro, e nós estaríamos em um mundo que apareceria para nós como caos.

Nossos outros sentidos são também baseados sobre nosso sentido de tempo mais lento e as limitações de seus mecanismos. Assim o mundo como nós o percebemos é uma ilusão, um show que é possível através de sentidos que permitem-nos ser ignorantes da realidade. É muito semelhante a ilusão do teatro na qual a audiência está vendo somente o palco iluminado quando a ação está sendo ensenada, em oposição ao que se passa atrás, ao redor, antes, e depois de cada cena. Mas nós somos mais do que uma audiência assistindo uma peça. Nós somos os ensenadores no palco, ensenando nossas partes de acordo com os ditados aparentes da ilusão.


De acordo com sabedoria muito antiga, há uma Pirâmide de Princípios que existe no Plano do Eterno. O Plano do Eterno não está localizado em qualquer tempo particular porque ele tem existido para sempre, e continuará a existir para sempre. Além disso, ele tem estado em todo universo que existiu, está em todo universo existindo agora, e existirá em cada universo que existirá. É um plano destinado somente para conter a Pirâmide de Princípios, e estes princípios estão sempre presentes em todo lugar e em todo momento.

Alguns destes princípios são as leis, regras, axiomas, e postulados que são muito fundamentais tais como um é unidade, um mais um é dois, zero é a soma de uma combinação infinita de números negativos e positivos, espaço tem três dimensões, triângulos formam estruturas rígidas, vida é o princípio ordenador, morte é o princípio desordenador necessário para criar mais blocos construtores para a vida usar, e a soma de tudo é nada. Outros são consequência dos princípios mais fundamentais, tal como aqueles relacionando-se a química, biologia, sociologia, ou história.

A pirâmide é a ordenação dos princípios, com os mais fundamentais achados próximos da ponta, e aqueles que são consequência de muitas consequências achados muito distante da ponta. A parte da pirâmide distante da ponta é infinita. Os princípios consequêntes continuam a abundar a partir daqueles mais próximos da ponta e cada camada de princípios consequentes gera a base para uma outra camada de princípios consequentes. Alguns dos antigos chamaram isto o poço sem fundo do conhecimento, onde alguém deve usar mais e mais memorização [rote memory] para aprender as consequências, assumindo que os princípios mais fundamentais não foram descobertos. O truque para dominar o poço sem fundo é mover-se para cima para os fundamentais de modo que a razão pode ser usada para mover-se para baixo em vez de simples memorização. Pareceria que a ciência hoje confia muito na memorização e tem falhado de mover-se até os fundamentais os quais estão ocultos embaixo de suas consequências.

Em um sentido, a pirâmide é invertida. O princípio fundamental o qual é a base de todos os princípios é sua ponta e tudo o mais segue-se. Cada camada superior da pirâmide é a fundação para os princípios achados na camada inferior adjacente.

A pirâmide, seus princípios, e o plano no qual eles residem não dependem de nada. Nenhuma pessoa ou mente necessita estar presente para apreciá-los. Eles estão presentes independentemente. Nenhum universo necessita estar presente para contê-los. De fato, universos somente demonstram a existência da pirâmide, seus princípios, e o plano no qual eles residem. No entanto, eles são a fundação de todos os universos.

Alguns exemplos dos princípios ou leis no topo da pirâmide são aqueles da matemática simples, aquele da inércia, a lei do quadrado inverso, o teorema Pitagórico, e suas consequências imediatas (uma das quais é a dilatação do tempo). Algumas das menos publicadas leis que são muito importantes são discutidas abaixo.

Um dos meus colegas de classe, Fred Porter, explicou-me outro dia que menor é melhor de muitas maneiras. Circuitos impressos menores significam que a eletricidade tem menos distância para viajar. Nós iniciamos com circuitos de fios de cobre que foram colocados em coisas como rádios (de uma olhada em uma loja de antiguidades nos velhos modelos de base Zenith que somente usavam AM) e agora nós temos circuitos impressos que são menores do que a cabeça de um alfinete e fazem mais, muito mais rápido, com menos energia do que faziam os velhos circuitos de fios. Algum dia, nós podemos ter algum que funcione como aqueles das células de nossos próprios corpos que são provavelmente (devido a evolução) os menores que alguma vez serão possíveis. Assim menor significa mais rápido, mais eficiente, com menos material usado e consequentemente menos gastos incorridos, e com menos espaço tomado que pode ser usado para outras coisas. Isto produz computadores mais rápidos com mais espaço de estocagem e o derradeiro é provavelmente o que nós já tendemos a usar ocasionalmente, nossos cérebros.

Menor é também mais durável. John Campbell, que foi uma vez o editor de Analog Science Fiction, Science Fact Magazine, escreveu um editorial inteiro sobre a força de organismos biológicos ser uma função de área transversal de ossos e músculos, enquanto peso é uma função de volume. Área é uma quantidade quadrada e volume uma quantidade cubica. Assim quando um organimso aumenta seu tamanho, sua força cresce somente como o quadrado de seu tamanho e seu peso cresce como o cubo de seu tamanho. Isto significa que a força do organismo por razão de peso decresce quando seu tamanho aumenta. Em liguagem comum, entes gigantes nesta gravidade não podem existir, e ratos podem ser soltos de uma altura de milhares de pés sem injuria enquanto elefantes podem ser soltos de seis pés e quebrar todas as quatro pernas. Também, animais grandes comem mais do que animais pequenos. Lembre-se que durante extinções em massa do planeta, foram os grandes animais que morreram. Claro, baleias fazem melhor do que elefantes porque elas flutuam na água, e um elefante na Lua se daria melhor porque a lua tem somente aproximadamente um sexto da gravidade da Terra.

Isaac Asimov disse-nos que nós evoluímos a partir de animais de uma única célula que usaram o oceano como sua fonte de nutrição e meio de remoção de resíduo. O animal de única célula juntou-se a outros animais de única célula para tornar-se um organismo multicelular. Quando os organismo multicelulares moveram-se para longe do oceano, eles carregaram-no com eles em forma de sangue. De fato, nós ainda somos gestalts de células únicas cheias de oceano, e temos dois cérebros que são conectados por um cabo biológico. Nós nos movemos, pensamos, e reagimos muito lentamente porque nós somos tão grandes. Ainda assim, nós somos gestalts quase-inteligentes e alguns de nós podem reconhecer nossas limitações.


Há um mito antigo sobre um Não-Ser [No-Thing] o qual estava vivendo sozinho na Eternidade. O Não-Ser contorceu-se e mudou para diferentes estados, ainda assim Sua soma era sempre Não-Ser (nada). Primitivo, ignorante, e sozinho, Ele experimentou tédio quase insuportável.

Enquanto a Eternidade continuava, Ele tentou terminar sua agonia. Finalmente, quase por acaso, Ele contorceu-se em um ponto o qual cresceu em uma esfera rotatória, expandindo-se rapidamente, extendendo-se para fora, consistindo de camadas alternadas de positividade e negatividade, cada camada um fluído não-particulado, cada camada um universo entre um infinito de universos. Isto foi o Verbo, a Vibração, o Som, o Tom, o Lu primal, que criou os universos.

Os universos desenvolveram sois, planetas, e luas. Eventualmente, vida inteligente evolveu, provendo o Não-Ser com verdadeiro pensamento. O Não-Ser começou a aprender. Porque Ele estava sozinho Ele era Um, e quando Ele foi dividido nos primeiros estados de positivo e negativo, Ele era dois. Dividido em muitos, Ele poderia experimentar separação e continuar a aprender de suas próprias criações, subdivisiões de Si mesmo.

Enquanto o eterno Lu continua a ressoar, os universos continuarão a ser criados e o Um continuará a aprender, como formas de arte e estórias desdobram-se nos universos, cada um dos quais opera a partir de princípios fundamentais que sustentam princípios menores para formar um totalidade automática.


Da antiga Índia vem um ensinamento de que Brahma (alma suprema do universo) sopra os universo para a existência. Este Brahma consiste de uma trindade de deidades: Brahma o Criador, Vishnu o Preservador, e Siva o Destruidor. A flauta é o instrumento de Krishna, o oitavo avatar de Vishnu o Preservador. Isto é uma maneira de dizer que os universos são preservados através da vibração de uma nota musical sustentada. Muitos dos mitos antigos e ensinamentos tocam sobre múltiplos universos formados e sustentados a partir da vibração.

Há um ensinamento, trazido da antiguidade, de que tudo é Existência [Beingness] que é eterna, não tendo nenhum início e nenhum fim, aquilo que era, é, e sempre será. Esta Existência é também conhecida como o Não-Ser, ainda assim Ele é tudo. Ele é algumas vezes chamado de o Centro dos Turbilhões [Center of Whirlings]. O universo é composto de Seu corpo e tudo o que está no universo é feito de Seu corpo. Seu corpo é realmente o matérial da mente, um fluído perfeito, o qual é condensado e separado para tornar-se tudo o que nós conhecemos. E tudo o que nós conhecemos está aqui para executar uma dança para Seu entretenimento, a Dança da Vida.


Talvez, o universo tenha sido feito por um Criador que era muito sábio. Este Criador sabia que Ele/Ela poderia começar com alguns conceitos muito simples, virtualmente nada em materiais, e deixar a Eternidade continuar. Tudo tomaria conta de si mesmo. Pense sobre isso como fazendo uma massa para um bolo, colocando a massa no forno, e então esperando para ela tornar-se um bolo. Talvez o seguinte mito (um composto de muitos mitos) tenha alguma verdade nele.

O Criador, chamado o Eterno (uma Existência que era, é, e sempre será) sempre existiu e existe na eternidade, um estado de duração infinita, uma dimensão no sentido de que ela era e é uma extensão em duas direções. Uma direção é o passado, e a outra é o futuro. O presente é meramente um ponto que separa o passado do futuro, e o qual move-se ao longo desta dimensão. Com a duração estava e está o vázio, três outras dimensões as quais movem-se com o Eterno ao longo da linha do tempo da eternidade.

No início, o Eterno dividiu o vázio (a inexistência) em dois fluídos, um positivo e o outro negativo, separados por um comprimento muito pequeno da linha do tempo ao longo da dimensão da eternidade. A separação ao longo da linha do tempo não era o bastante para conter suas existências repentinas em uma forma concentrada, de modo que quando estes dois fluídos começaram a expandir a partir dos pontos separados pelo tempo, partes deles tocaram-se.

Onde os fluídos tocaram-se, inexistência foi criada a partir de suas positividades e negatidades, e buracos foram formados nos universos que eles estavam para tornarem-se. Inércia é simplesmente o estado de fazer o que alguma coisa está fazendo até ela ser perturbada por alguma coisa mais, e inércia é a razão por que os vórtices formam-se quando fluídos voltam-se abruptamente para dentro de um buraco para adotar um novo curso para seu movimento. Portanto, os dois fluídos, cada qual com sua inércia, formaram vórtices, permitindo algo do fluído constituinte mover-se para dentro dos buracos para usar força centrifuga e assim manter os buracos abertos. Os vórtices que continuaram a existir tinham influxo com vetores radiais e tangenciais.

No início havia o caos. Os buracos que não ficaram abertos foram transformados em multiplicidades de ondas dentro do fluído, e algumas destas ondas formaram outros buracos com alguns vórtices duráveis. Alguns dos vórtices reagiram uns com os outros para formar átomos e foram então rompidos [torn asunder] para tornarem-se vórtices separados novamente e mais ondas. Com a passagem do tempo, o fluído expandiu-se para dentro do vázio suficientemente para permitir aos vórtice criarem ordem. No universo ordenado que se seguiu, o influxo em si mesmo (a resultante dos dois vetores) era carga. O vetor radial do influxo era micro-gravidade e, com a concentração de vórtices, gravidade. O vetor tangencial de influxo para certas vortículas, quando as vortículas vibravam, tornou-se luz. Nosso conceito de tempo nasceu porque a ordem permitiu movimento regular com o qual medi-lo.

Enquando a eternidade continuava e mais tempo passava, nosso universo como nós o conhecemos foi formado, com expansão acelerada continua causada pela pressão do fluído constituínte oposta àquela do espaço vázio para dentro do qual ele expandiu. Seres começaram a evolver que perceberiam seu universo como o único universo, e que aceitariam outros estranhos conceitos em sua ignorância.

Enquanto o tempo passava, estes seres desenvolveram uma ciência primitiva, chamando a razão do fluído constituínte movendo-se para dentro dos buracos massa; o estado de movimento dentro do espaço repouso, movimento uniforme, ou velocidade; mudança a partir do repouso ou movimento uniforme aceleração; o produto de massa e aceleração força; o produto de força e distância percorrida pela força energia; energia dividida por tempo poder; o fluído constituínte éter; a separação do espaço em segmentos de dimensões volume; a tendência natural do fluído constituínte de resistir a força inércia; e muitos outros conceitos pelos nomes que nós agora usamos. Os muitos nomes com suas conotações frequentemente falsas começaram a mascarar a realidade simples por trás da existência. Justamente como no caso da matemática fractal, o simples foi eclipsado por suas consequencias na Pirâmide de Princípios para prover um enigma.

Talvez o enigma colocado seja um outro meio de nos fazer atuar em nosso palco de modo que nós continuamente criemos nossa parte da Dança da Vida e assim entreter o Criador.

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE (traducao)
FROM: "Amauri Voltaire " <amaurij@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2006 16:56

????????????

Em 18/02/06, marcelomjr <marcelomjr@yahoo.com.br> escreveu:
>
>
> http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htmhttp://www.softcom.net/users/greebo/phil.htmMITOS,
> FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE por Lew Paxton Price Adicionado ao website em
> 19 de Outubro, 2005.
> Muito do que se segue foi tomado de Behind Light's Illusion.
> Copyright (C) 1999, 2000, 2001, 2005 por Lew Paxton Price
> Algo dele é também encontrado em Introduction to Advanced Ether Theory
> neste website. Main Menu Todas as coisas no mundo vem do Ser.
> E o Ser vem do Não-Ser.
> Lao Tzu
> Mitos, fábulas e estórias passadas a nós da antiguidade são fontes de
> informação vital se elas são corretamente usadas. Comumente a narrativa usa
> pessoas, animais, ou deuses que são semelhantes a pessoas ou animais como um
> meio de expressar idéias. Isto é feito porque tais narrativas são mais
> facilmente lembradas, e a memória era muito importante em um tempo quando a
> escrita não tinha ainda sido inventada.
>
> Em minha pesquisa sobre antigas civilizações, tornou-se óbvio que os
> mitos, fábulas e estórias existem por várias razões. Algumas destas razões
> são dadas abaixo.
>
> 1. Elas são meios de lembrar lugares ou coisas.
>
> 2. Elas são meios de lembrar conceitos.
>
> 3. Elas são meios de recordar a história em uma forma condensada.
>
> 4. Elas são meios de apresentar teorias complexas em uma forma mais
> condensada e mais facilmente visualizada.
>
> 5. Elas são maneiras de fazer alguns dos acima, todos dos acima, ou
> mais.
>
>
> Quando eu era um bocado mais jovem, eu ganhei um livro dos contos de Tio
> Remus (as estórias de Brer Rabbit). As crianças hoje não são permitidas ao
> privilégio de lerem aquele livro porque algumas pessoas eram tão estúpidas
> que elas pensaram que o livro estava desmerecendo [condescending] pessoas
> negras. Na verdade, o livro era uma coleção de fábulas apresentando a
> sabedoria prática de Tio Remus e seu modo charmoso, magnificente de
> oferecê-la aos jovens. Correção política tem um modo de atirar em si própria
> no pé.
>
> As Fábulas de Aesop era um outro modo de fazer o mesmo tipo de coisa que
> as estórias de Brer Rabbit fizeram. No entanto, para meu conhecimento estas
> fábulas podem ainda ser adquiridas por pessoas jovens. Os títulos dos
> Aborígenes Australianos estão ainda disponíveis também.
>
> Quando eu primeiro comecei a fazer minha própria tradução do Livro de
> Genêsis no que os Cristãos chamam o Velho Testamento, eu estava usando o
> trabalho de estudiosos de Léxicos para traduzir do antigo Hebreu. Eu estava
> também usando os números equivalentes dos glifos Hebreus para
> decodificá-los. Como muitas pessoas tinham feito antes de mim, eu descobri
> que a versão hebraica do Velho Testamento era na verdade uma cápsula do
> tempo cheia com sabedoria que não pode ser aprendida nas escolas de nossos
> dias. Muitas pessoas não são realmente sérias sobre a sua religião. Se elas
> fossem, elas estariam fazendo sua própria tradução e os Cristão e Judeus
> estariam descobrindo as verdades que foram codificadas no Hebreu. Mas a
> maioria das pessoas em vez disso leria os quadrinhos no jornal de Sábado ou
> assistiria o jogo de futebol na televisão.
>
> Uma das coisas que parecem evidentes para mim é que os mitos de diferentes
> culturas comumente tem a mesma causa raiz. Por exemplo os Sumerianos, os
> Hebreus, os Índios Hopi, e outros todos têm o mito do grande dilúvio.
> Tomados como um todo, os mitos apontam para um tempo antes da história
> registrada quando haviam outras civilizações, cada uma delas caindo presa de
> um desastre natural. Muitas destas civilizações não eram inferiores a nossa,
> e algumas parecem ter descoberto informação que nós estamos somente
> começando a descobrir.
>
> Parece-me que esta teoria de éter dinâmico era conhecida, aceita, e usada
> em um tempo no passado distante junto com numerosas outras pérolas de
> sabedoria. Quando o desastre ocorreu que destruíu a maioria dos professores
> e bibliotecas, a informação foi passada adiante como mito de modo que ela
> pudesse emergir e auxiliar os sobreviventes muitas gerações mais tarde.
>
>
> Há um princípio fundamental que eu descobri incorporado dentro da física
> do universo. O mesmo princípio foi revelado pelos professores antigos.
> Benoit Mandelbrot e outros envolvidos em teoria fractal recentemente
> descobriram-na. Stephen Wolfram em sua pesquisa com programas de computador
> também a descobriu. As coisas complexas no universo são a consequencia de
> coisas muito simples. Se nós desejamos achar as respostas corretas, nós
> devemos trabalhar de volta àquelas coisas simples, descobrindo suas
> consequencias, camada por camada, até nós chegarmos na simplicidade
> fundamental.
>
> Ao descobrir as consequências do princípio fundamental, nós descobrimos
> que o mundo, esta realidade, é provavelmente tanto de uma realidade quanto
> pode haver, mas ela não é o que parece. As coisas parecem ser sólidas porque
> elas são feitas de moléculas que são feitas de átomos que são feitos de
> entidades subatomicas, um dos quais é o elétron. O elétron emite coisas
> chamadas fótons de luz que atingem nossos olhos de modo que nós vemos o que
> parece ser uma realidade de coisas tangíveis. Os físicos de partículas
> pensam sobre os fótons como partículas que vibram, mas isto não explica tudo
> sobre eles.
>
> Há muitos tipos de "fótons" de energia eletromagnética que se extendem do
> que parece ser ondas muito longas de rádio a ondas muito curtas de radição
> cósmica. A oitava de luz visível é uma oitava de um espectro de
> aproximadamente 28 oitavas. Novas oitavas nas extensões mais baixas estão
> sendo descobertas, tal como o "som" de um buraco negro. Se nós vissemos
> todas as oitavas de uma vez, a vista seria muito confusa para nós
> compreendermos, as cores misturariam-se em maneiras que seria ininteligível,
> e nós não seriamos capazes de perceber objetos como sendo sólidos. É somente
> por limitar nosso aparato sensório à oitava de luz visível que nós podemos
> ver um mundo que para nós é compreensível e tangível.
>
> Mesmo se nós vermos todas as oitavas de radiação eletromagnética, nós não
> seriamos capazes de ver átomos, suas partes constituíntes, e as ondas de
> energia que vêm deles. Mesmo embora nós possamos ver por meio de energia dos
> fótons, nós não veriamos os fótons em si mesmos ou as ondas das quais eles
> são na verdade compostos. Se nós tivessemos um sentido que pudesse ver
> átomos, suas partes constituíntes, e fótons, nós veríamos um mundo de
> partículas "aparentes" que estariam tão amplamente separadas que os tão
> falados objetos sólidos apareceriam como uma névoa muito fina.
>
> Para nós percebermos o mundo que nós conhecemos, nosso sentido de tempo
> dever estar muito lento quando comparado ao tempo do átomo, suas partes
> constituíntes, e a energia que vem deles. Quando nós tocamos alguma coisa
> que nós pensamos como sólida, nós estamos meramente colocando nossas partes
> subatomicas movendo-se rapidamente próximas das partes subatomicas
> movendo-se rapidamente dos objetos que nós estamos tocando. É algo como ter
> duas hélices [propellors] girando rapidamente tocando uma a outra, mas ainda
> mais esotérico, porque é o "campo" de energia de nossos dedos e do objeto
> que estão realmente tocando-se. Nós somos seres de energia, e o mundo é um
> mundo de energia. Se os átomos e suas partes constituíntes ficassem mais
> lentos para nosso nível de percepção, os objetos que eles constituem não
> dariam energia bastante para permanecer separados um do outro, e nós
> estaríamos em um mundo que apareceria para nós como caos.
>
> Nossos outros sentidos são também baseados sobre nosso sentido de tempo
> mais lento e as limitações de seus mecanismos. Assim o mundo como nós o
> percebemos é uma ilusão, um show que é possível através de sentidos que
> permitem-nos ser ignorantes da realidade. É muito semelhante a ilusão do
> teatro na qual a audiência está vendo somente o palco iluminado quando a
> ação está sendo ensenada, em oposição ao que se passa atrás, ao redor,
> antes, e depois de cada cena. Mas nós somos mais do que uma audiência
> assistindo uma peça. Nós somos os ensenadores no palco, ensenando nossas
> partes de acordo com os ditados aparentes da ilusão.
>
>
> De acordo com sabedoria muito antiga, há uma Pirâmide de Princípios que
> existe no Plano do Eterno. O Plano do Eterno não está localizado em qualquer
> tempo particular porque ele tem existido para sempre, e continuará a existir
> para sempre. Além disso, ele tem estado em todo universo que existiu, está
> em todo universo existindo agora, e existirá em cada universo que existirá.
> É um plano destinado somente para conter a Pirâmide de Princípios, e estes
> princípios estão sempre presentes em todo lugar e em todo momento.
>
> Alguns destes princípios são as leis, regras, axiomas, e postulados que
> são muito fundamentais tais como um é unidade, um mais um é dois, zero é a
> soma de uma combinação infinita de números negativos e positivos, espaço tem
> três dimensões, triângulos formam estruturas rígidas, vida é o princípio
> ordenador, morte é o princípio desordenador necessário para criar mais
> blocos construtores para a vida usar, e a soma de tudo é nada. Outros são
> consequência dos princípios mais fundamentais, tal como aqueles
> relacionando-se a química, biologia, sociologia, ou história.
>
> A pirâmide é a ordenação dos princípios, com os mais fundamentais achados
> próximos da ponta, e aqueles que são consequência de muitas consequências
> achados muito distante da ponta. A parte da pirâmide distante da ponta é
> infinita. Os princípios consequêntes continuam a abundar a partir daqueles
> mais próximos da ponta e cada camada de princípios consequentes gera a base
> para uma outra camada de princípios consequentes. Alguns dos antigos
> chamaram isto o poço sem fundo do conhecimento, onde alguém deve usar mais e
> mais memorização [rote memory] para aprender as consequências, assumindo que
> os princípios mais fundamentais não foram descobertos. O truque para dominar
> o poço sem fundo é mover-se para cima para os fundamentais de modo que a
> razão pode ser usada para mover-se para baixo em vez de simples memorização.
> Pareceria que a ciência hoje confia muito na memorização e tem falhado de
> mover-se até os fundamentais os quais estão ocultos embaixo de suas
> consequências.
>
> Em um sentido, a pirâmide é invertida. O princípio fundamental o qual é a
> base de todos os princípios é sua ponta e tudo o mais segue-se. Cada camada
> superior da pirâmide é a fundação para os princípios achados na camada
> inferior adjacente.
>
> A pirâmide, seus princípios, e o plano no qual eles residem não dependem
> de nada. Nenhuma pessoa ou mente necessita estar presente para apreciá-los.
> Eles estão presentes independentemente. Nenhum universo necessita estar
> presente para contê-los. De fato, universos somente demonstram a existência
> da pirâmide, seus princípios, e o plano no qual eles residem. No entanto,
> eles são a fundação de todos os universos.
>
> Alguns exemplos dos princípios ou leis no topo da pirâmide são aqueles da
> matemática simples, aquele da inércia, a lei do quadrado inverso, o teorema
> Pitagórico, e suas consequências imediatas (uma das quais é a dilatação do
> tempo). Algumas das menos publicadas leis que são muito importantes são
> discutidas abaixo.
>
> Um dos meus colegas de classe, Fred Porter, explicou-me outro dia que
> menor é melhor de muitas maneiras. Circuitos impressos menores significam
> que a eletricidade tem menos distância para viajar. Nós iniciamos com
> circuitos de fios de cobre que foram colocados em coisas como rádios (de uma
> olhada em uma loja de antiguidades nos velhos modelos de base Zenith que
> somente usavam AM) e agora nós temos circuitos impressos que são menores do
> que a cabeça de um alfinete e fazem mais, muito mais rápido, com menos
> energia do que faziam os velhos circuitos de fios. Algum dia, nós podemos
> ter algum que funcione como aqueles das células de nossos próprios corpos
> que são provavelmente (devido a evolução) os menores que alguma vez serão
> possíveis. Assim menor significa mais rápido, mais eficiente, com menos
> material usado e consequentemente menos gastos incorridos, e com menos
> espaço tomado que pode ser usado para outras coisas. Isto produz
> computadores mais rápidos com mais espaço de estocagem e o derradeiro é
> provavelmente o que nós já tendemos a usar ocasionalmente, nossos cérebros.
>
> Menor é também mais durável. John Campbell, que foi uma vez o editor de
> Analog Science Fiction, Science Fact Magazine, escreveu um editorial inteiro
> sobre a força de organismos biológicos ser uma função de área transversal de
> ossos e músculos, enquanto peso é uma função de volume. Área é uma
> quantidade quadrada e volume uma quantidade cubica. Assim quando um
> organimso aumenta seu tamanho, sua força cresce somente como o quadrado de
> seu tamanho e seu peso cresce como o cubo de seu tamanho. Isto significa que
> a força do organismo por razão de peso decresce quando seu tamanho aumenta.
> Em liguagem comum, entes gigantes nesta gravidade não podem existir, e ratos
> podem ser soltos de uma altura de milhares de pés sem injuria enquanto
> elefantes podem ser soltos de seis pés e quebrar todas as quatro pernas.
> Também, animais grandes comem mais do que animais pequenos. Lembre-se que
> durante extinções em massa do planeta, foram os grandes animais que
> morreram. Claro, baleias fazem melhor do que elefantes porque elas flutuam
> na água, e um elefante na Lua se daria melhor porque a lua tem somente
> aproximadamente um sexto da gravidade da Terra.
>
> Isaac Asimov disse-nos que nós evoluímos a partir de animais de uma única
> célula que usaram o oceano como sua fonte de nutrição e meio de remoção de
> resíduo. O animal de única célula juntou-se a outros animais de única célula
> para tornar-se um organismo multicelular. Quando os organismo multicelulares
> moveram-se para longe do oceano, eles carregaram-no com eles em forma de
> sangue. De fato, nós ainda somos gestalts de células únicas cheias de
> oceano, e temos dois cérebros que são conectados por um cabo biológico. Nós
> nos movemos, pensamos, e reagimos muito lentamente porque nós somos tão
> grandes. Ainda assim, nós somos gestalts quase-inteligentes e alguns de nós
> podem reconhecer nossas limitações.
>
>
> Há um mito antigo sobre um Não-Ser [No-Thing] o qual estava vivendo
> sozinho na Eternidade. O Não-Ser contorceu-se e mudou para diferentes
> estados, ainda assim Sua soma era sempre Não-Ser (nada). Primitivo,
> ignorante, e sozinho, Ele experimentou tédio quase insuportável.
>
> Enquanto a Eternidade continuava, Ele tentou terminar sua agonia.
> Finalmente, quase por acaso, Ele contorceu-se em um ponto o qual cresceu em
> uma esfera rotatória, expandindo-se rapidamente, extendendo-se para fora,
> consistindo de camadas alternadas de positividade e negatividade, cada
> camada um fluído não-particulado, cada camada um universo entre um infinito
> de universos. Isto foi o Verbo, a Vibração, o Som, o Tom, o Lu primal, que
> criou os universos.
>
> Os universos desenvolveram sois, planetas, e luas. Eventualmente, vida
> inteligente evolveu, provendo o Não-Ser com verdadeiro pensamento. O Não-Ser
> começou a aprender. Porque Ele estava sozinho Ele era Um, e quando Ele foi
> dividido nos primeiros estados de positivo e negativo, Ele era dois.
> Dividido em muitos, Ele poderia experimentar separação e continuar a
> aprender de suas próprias criações, subdivisiões de Si mesmo.
>
> Enquanto o eterno Lu continua a ressoar, os universos continuarão a ser
> criados e o Um continuará a aprender, como formas de arte e estórias
> desdobram-se nos universos, cada um dos quais opera a partir de princípios
> fundamentais que sustentam princípios menores para formar um totalidade
> automática.
>
>
> Da antiga Índia vem um ensinamento de que Brahma (alma suprema do
> universo) sopra os universo para a existência. Este Brahma consiste de uma
> trindade de deidades: Brahma o Criador, Vishnu o Preservador, e Siva o
> Destruidor. A flauta é o instrumento de Krishna, o oitavo avatar de Vishnu o
> Preservador. Isto é uma maneira de dizer que os universos são preservados
> através da vibração de uma nota musical sustentada. Muitos dos mitos antigos
> e ensinamentos tocam sobre múltiplos universos formados e sustentados a
> partir da vibração.
>
> Há um ensinamento, trazido da antiguidade, de que tudo é Existência
> [Beingness] que é eterna, não tendo nenhum início e nenhum fim, aquilo que
> era, é, e sempre será. Esta Existência é também conhecida como o Não-Ser,
> ainda assim Ele é tudo. Ele é algumas vezes chamado de o Centro dos
> Turbilhões [Center of Whirlings]. O universo é composto de Seu corpo e tudo
> o que está no universo é feito de Seu corpo. Seu corpo é realmente o
> matérial da mente, um fluído perfeito, o qual é condensado e separado para
> tornar-se tudo o que nós conhecemos. E tudo o que nós conhecemos está aqui
> para executar uma dança para Seu entretenimento, a Dança da Vida.
>
>
> Talvez, o universo tenha sido feito por um Criador que era muito sábio.
> Este Criador sabia que Ele/Ela poderia começar com alguns conceitos muito
> simples, virtualmente nada em materiais, e deixar a Eternidade continuar.
> Tudo tomaria conta de si mesmo. Pense sobre isso como fazendo uma massa para
> um bolo, colocando a massa no forno, e então esperando para ela tornar-se um
> bolo. Talvez o seguinte mito (um composto de muitos mitos) tenha alguma
> verdade nele.
>
> O Criador, chamado o Eterno (uma Existência que era, é, e sempre será)
> sempre existiu e existe na eternidade, um estado de duração infinita, uma
> dimensão no sentido de que ela era e é uma extensão em duas direções. Uma
> direção é o passado, e a outra é o futuro. O presente é meramente um ponto
> que separa o passado do futuro, e o qual move-se ao longo desta dimensão.
> Com a duração estava e está o vázio, três outras dimensões as quais movem-se
> com o Eterno ao longo da linha do tempo da eternidade.
>
> No início, o Eterno dividiu o vázio (a inexistência) em dois fluídos, um
> positivo e o outro negativo, separados por um comprimento muito pequeno da
> linha do tempo ao longo da dimensão da eternidade. A separação ao longo da
> linha do tempo não era o bastante para conter suas existências repentinas em
> uma forma concentrada, de modo que quando estes dois fluídos começaram a
> expandir a partir dos pontos separados pelo tempo, partes deles tocaram-se.
>
> Onde os fluídos tocaram-se, inexistência foi criada a partir de suas
> positividades e negatidades, e buracos foram formados nos universos que eles
> estavam para tornarem-se. Inércia é simplesmente o estado de fazer o que
> alguma coisa está fazendo até ela ser perturbada por alguma coisa mais, e
> inércia é a razão por que os vórtices formam-se quando fluídos voltam-se
> abruptamente para dentro de um buraco para adotar um novo curso para seu
> movimento. Portanto, os dois fluídos, cada qual com sua inércia, formaram
> vórtices, permitindo algo do fluído constituinte mover-se para dentro dos
> buracos para usar força centrifuga e assim manter os buracos abertos. Os
> vórtices que continuaram a existir tinham influxo com vetores radiais e
> tangenciais.
>
> No início havia o caos. Os buracos que não ficaram abertos foram
> transformados em multiplicidades de ondas dentro do fluído, e algumas destas
> ondas formaram outros buracos com alguns vórtices duráveis. Alguns dos
> vórtices reagiram uns com os outros para formar átomos e foram então
> rompidos [torn asunder] para tornarem-se vórtices separados novamente e mais
> ondas. Com a passagem do tempo, o fluído expandiu-se para dentro do vázio
> suficientemente para permitir aos vórtice criarem ordem. No universo
> ordenado que se seguiu, o influxo em si mesmo (a resultante dos dois
> vetores) era carga. O vetor radial do influxo era micro-gravidade e, com a
> concentração de vórtices, gravidade. O vetor tangencial de influxo para
> certas vortículas, quando as vortículas vibravam, tornou-se luz. Nosso
> conceito de tempo nasceu porque a ordem permitiu movimento regular com o
> qual medi-lo.
>
> Enquando a eternidade continuava e mais tempo passava, nosso universo como
> nós o conhecemos foi formado, com expansão acelerada continua causada pela
> pressão do fluído constituínte oposta àquela do espaço vázio para dentro do
> qual ele expandiu. Seres começaram a evolver que perceberiam seu universo
> como o único universo, e que aceitariam outros estranhos conceitos em sua
> ignorância.
>
> Enquanto o tempo passava, estes seres desenvolveram uma ciência primitiva,
> chamando a razão do fluído constituínte movendo-se para dentro dos buracos
> massa; o estado de movimento dentro do espaço repouso, movimento uniforme,
> ou velocidade; mudança a partir do repouso ou movimento uniforme aceleração;
> o produto de massa e aceleração força; o produto de força e distância
> percorrida pela força energia; energia dividida por tempo poder; o fluído
> constituínte éter; a separação do espaço em segmentos de dimensões volume; a
> tendência natural do fluído constituínte de resistir a força inércia; e
> muitos outros conceitos pelos nomes que nós agora usamos. Os muitos nomes
> com suas conotações frequentemente falsas começaram a mascarar a realidade
> simples por trás da existência. Justamente como no caso da matemática
> fractal, o simples foi eclipsado por suas consequencias na Pirâmide de
> Princípios para prover um enigma.
>
> Talvez o enigma colocado seja um outro meio de nos fazer atuar em nosso
> palco de modo que nós continuamente criemos nossa parte da Dança da Vida e
> assim entreter o Criador.
>
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("Quem quer que haja construído um novo céu, só no seu próprio inferno
encontrou energia para fazê-lo!" Nietszche)


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE (traducao)
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2006 17:05

Olá, seguem abaixo os links e o texto traduzido novamente...

ABraço,
Marcelo

http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htm

ingles: http://www.softcom.net/users/greebo/phil.htm

MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE

por Lew Paxton Price

Adicionado ao website em 19 de Outubro, 2005.
Muito do que se segue foi tomado de Behind Light's Illusion.
Copyright (C) 1999, 2000, 2001, 2005 por Lew Paxton Price
Algo dele é também encontrado em Introduction to Advanced Ether
Theory neste website.

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Todas as coisas no mundo vem do Ser.
E o Ser vem do Não-Ser.
Lao Tzu

Mitos, fábulas e estórias passadas a nós da antiguidade são fontes de
informação vital se elas são corretamente usadas. Comumente a
narrativa usa pessoas, animais, ou deuses que são semelhantes a
pessoas ou animais como um meio de expressar idéias. Isto é feito
porque tais narrativas são mais facilmente lembradas, e a memória era
muito importante em um tempo quando a escrita não tinha ainda sido
inventada.

Em minha pesquisa sobre antigas civilizações, tornou-se óbvio que os
mitos, fábulas e estórias existem por várias razões. Algumas destas
razões são dadas abaixo.

1. Elas são meios de lembrar lugares ou coisas.

2. Elas são meios de lembrar conceitos.

3. Elas são meios de recordar a história em uma forma condensada.

4. Elas são meios de apresentar teorias complexas em uma forma mais
condensada e mais facilmente visualizada.

5. Elas são maneiras de fazer alguns dos acima, todos dos acima, ou
mais.


Quando eu era um bocado mais jovem, eu ganhei um livro dos contos de
Tio Remus (as estórias de Brer Rabbit). As crianças hoje não são
permitidas ao privilégio de lerem aquele livro porque algumas pessoas
eram tão estúpidas que elas pensaram que o livro estava desmerecendo
[condescending] pessoas negras. Na verdade, o livro era uma coleção
de fábulas apresentando a sabedoria prática de Tio Remus e seu modo
charmoso, magnificente de oferecê-la aos jovens. Correção política
tem um modo de atirar em si própria no pé.

As Fábulas de Aesop era um outro modo de fazer o mesmo tipo de coisa
que as estórias de Brer Rabbit fizeram. No entanto, para meu
conhecimento estas fábulas podem ainda ser adquiridas por pessoas
jovens. Os títulos dos Aborígenes Australianos estão ainda
disponíveis também.

Quando eu primeiro comecei a fazer minha própria tradução do Livro de
Genêsis no que os Cristãos chamam o Velho Testamento, eu estava
usando o trabalho de estudiosos de Léxicos para traduzir do antigo
Hebreu. Eu estava também usando os números equivalentes dos glifos
Hebreus para decodificá-los. Como muitas pessoas tinham feito antes
de mim, eu descobri que a versão hebraica do Velho Testamento era na
verdade uma cápsula do tempo cheia com sabedoria que não pode ser
aprendida nas escolas de nossos dias. Muitas pessoas não são
realmente sérias sobre a sua religião. Se elas fossem, elas estariam
fazendo sua própria tradução e os Cristão e Judeus estariam
descobrindo as verdades que foram codificadas no Hebreu. Mas a
maioria das pessoas em vez disso leria os quadrinhos no jornal de
Sábado ou assistiria o jogo de futebol na televisão.

Uma das coisas que parecem evidentes para mim é que os mitos de
diferentes culturas comumente tem a mesma causa raiz. Por exemplo os
Sumerianos, os Hebreus, os Índios Hopi, e outros todos têm o mito do
grande dilúvio. Tomados como um todo, os mitos apontam para um tempo
antes da história registrada quando haviam outras civilizações, cada
uma delas caindo presa de um desastre natural. Muitas destas
civilizações não eram inferiores a nossa, e algumas parecem ter
descoberto informação que nós estamos somente começando a descobrir.

Parece-me que esta teoria de éter dinâmico era conhecida, aceita, e
usada em um tempo no passado distante junto com numerosas outras
pérolas de sabedoria. Quando o desastre ocorreu que destruíu a
maioria dos professores e bibliotecas, a informação foi passada
adiante como mito de modo que ela pudesse emergir e auxiliar os
sobreviventes muitas gerações mais tarde.


Há um princípio fundamental que eu descobri incorporado dentro da
física do universo. O mesmo princípio foi revelado pelos professores
antigos. Benoit Mandelbrot e outros envolvidos em teoria fractal
recentemente descobriram-na. Stephen Wolfram em sua pesquisa com
programas de computador também a descobriu. As coisas complexas no
universo são a consequencia de coisas muito simples. Se nós desejamos
achar as respostas corretas, nós devemos trabalhar de volta àquelas
coisas simples, descobrindo suas consequencias, camada por camada,
até nós chegarmos na simplicidade fundamental.

Ao descobrir as consequências do princípio fundamental, nós
descobrimos que o mundo, esta realidade, é provavelmente tanto de uma
realidade quanto pode haver, mas ela não é o que parece. As coisas
parecem ser sólidas porque elas são feitas de moléculas que são
feitas de átomos que são feitos de entidades subatomicas, um dos
quais é o elétron. O elétron emite coisas chamadas fótons de luz que
atingem nossos olhos de modo que nós vemos o que parece ser uma
realidade de coisas tangíveis. Os físicos de partículas pensam sobre
os fótons como partículas que vibram, mas isto não explica tudo sobre
eles.

Há muitos tipos de "fótons" de energia eletromagnética que se
extendem do que parece ser ondas muito longas de rádio a ondas muito
curtas de radição cósmica. A oitava de luz visível é uma oitava de um
espectro de aproximadamente 28 oitavas. Novas oitavas nas extensões
mais baixas estão sendo descobertas, tal como o "som" de um buraco
negro. Se nós vissemos todas as oitavas de uma vez, a vista seria
muito confusa para nós compreendermos, as cores misturariam-se em
maneiras que seria ininteligível, e nós não seriamos capazes de
perceber objetos como sendo sólidos. É somente por limitar nosso
aparato sensório à oitava de luz visível que nós podemos ver um mundo
que para nós é compreensível e tangível.

Mesmo se nós vermos todas as oitavas de radiação eletromagnética, nós
não seriamos capazes de ver átomos, suas partes constituíntes, e as
ondas de energia que vêm deles. Mesmo embora nós possamos ver por
meio de energia dos fótons, nós não veriamos os fótons em si mesmos
ou as ondas das quais eles são na verdade compostos. Se nós
tivessemos um sentido que pudesse ver átomos, suas partes
constituíntes, e fótons, nós veríamos um mundo de
partículas "aparentes" que estariam tão amplamente separadas que os
tão falados objetos sólidos apareceriam como uma névoa muito fina.

Para nós percebermos o mundo que nós conhecemos, nosso sentido de
tempo dever estar muito lento quando comparado ao tempo do átomo,
suas partes constituíntes, e a energia que vem deles. Quando nós
tocamos alguma coisa que nós pensamos como sólida, nós estamos
meramente colocando nossas partes subatomicas movendo-se rapidamente
próximas das partes subatomicas movendo-se rapidamente dos objetos
que nós estamos tocando. É algo como ter duas hélices [propellors]
girando rapidamente tocando uma a outra, mas ainda mais esotérico,
porque é o "campo" de energia de nossos dedos e do objeto que estão
realmente tocando-se. Nós somos seres de energia, e o mundo é um
mundo de energia. Se os átomos e suas partes constituíntes ficassem
mais lentos para nosso nível de percepção, os objetos que eles
constituem não dariam energia bastante para permanecer separados um
do outro, e nós estaríamos em um mundo que apareceria para nós como
caos.

Nossos outros sentidos são também baseados sobre nosso sentido de
tempo mais lento e as limitações de seus mecanismos. Assim o mundo
como nós o percebemos é uma ilusão, um show que é possível através de
sentidos que permitem-nos ser ignorantes da realidade. É muito
semelhante a ilusão do teatro na qual a audiência está vendo somente
o palco iluminado quando a ação está sendo ensenada, em oposição ao
que se passa atrás, ao redor, antes, e depois de cada cena. Mas nós
somos mais do que uma audiência assistindo uma peça. Nós somos os
ensenadores no palco, ensenando nossas partes de acordo com os
ditados aparentes da ilusão.


De acordo com sabedoria muito antiga, há uma Pirâmide de Princípios
que existe no Plano do Eterno. O Plano do Eterno não está localizado
em qualquer tempo particular porque ele tem existido para sempre, e
continuará a existir para sempre. Além disso, ele tem estado em todo
universo que existiu, está em todo universo existindo agora, e
existirá em cada universo que existirá. É um plano destinado somente
para conter a Pirâmide de Princípios, e estes princípios estão sempre
presentes em todo lugar e em todo momento.

Alguns destes princípios são as leis, regras, axiomas, e postulados
que são muito fundamentais tais como um é unidade, um mais um é dois,
zero é a soma de uma combinação infinita de números negativos e
positivos, espaço tem três dimensões, triângulos formam estruturas
rígidas, vida é o princípio ordenador, morte é o princípio
desordenador necessário para criar mais blocos construtores para a
vida usar, e a soma de tudo é nada. Outros são consequência dos
princípios mais fundamentais, tal como aqueles relacionando-se a
química, biologia, sociologia, ou história.

A pirâmide é a ordenação dos princípios, com os mais fundamentais
achados próximos da ponta, e aqueles que são consequência de muitas
consequências achados muito distante da ponta. A parte da pirâmide
distante da ponta é infinita. Os princípios consequêntes continuam a
abundar a partir daqueles mais próximos da ponta e cada camada de
princípios consequentes gera a base para uma outra camada de
princípios consequentes. Alguns dos antigos chamaram isto o poço sem
fundo do conhecimento, onde alguém deve usar mais e mais memorização
[rote memory] para aprender as consequências, assumindo que os
princípios mais fundamentais não foram descobertos. O truque para
dominar o poço sem fundo é mover-se para cima para os fundamentais de
modo que a razão pode ser usada para mover-se para baixo em vez de
simples memorização. Pareceria que a ciência hoje confia muito na
memorização e tem falhado de mover-se até os fundamentais os quais
estão ocultos embaixo de suas consequências.

Em um sentido, a pirâmide é invertida. O princípio fundamental o qual
é a base de todos os princípios é sua ponta e tudo o mais segue-se.
Cada camada superior da pirâmide é a fundação para os princípios
achados na camada inferior adjacente.

A pirâmide, seus princípios, e o plano no qual eles residem não
dependem de nada. Nenhuma pessoa ou mente necessita estar presente
para apreciá-los. Eles estão presentes independentemente. Nenhum
universo necessita estar presente para contê-los. De fato, universos
somente demonstram a existência da pirâmide, seus princípios, e o
plano no qual eles residem. No entanto, eles são a fundação de todos
os universos.

Alguns exemplos dos princípios ou leis no topo da pirâmide são
aqueles da matemática simples, aquele da inércia, a lei do quadrado
inverso, o teorema Pitagórico, e suas consequências imediatas (uma
das quais é a dilatação do tempo). Algumas das menos publicadas leis
que são muito importantes são discutidas abaixo.

Um dos meus colegas de classe, Fred Porter, explicou-me outro dia que
menor é melhor de muitas maneiras. Circuitos impressos menores
significam que a eletricidade tem menos distância para viajar. Nós
iniciamos com circuitos de fios de cobre que foram colocados em
coisas como rádios (de uma olhada em uma loja de antiguidades nos
velhos modelos de base Zenith que somente usavam AM) e agora nós
temos circuitos impressos que são menores do que a cabeça de um
alfinete e fazem mais, muito mais rápido, com menos energia do que
faziam os velhos circuitos de fios. Algum dia, nós podemos ter algum
que funcione como aqueles das células de nossos próprios corpos que
são provavelmente (devido a evolução) os menores que alguma vez serão
possíveis. Assim menor significa mais rápido, mais eficiente, com
menos material usado e consequentemente menos gastos incorridos, e
com menos espaço tomado que pode ser usado para outras coisas. Isto
produz computadores mais rápidos com mais espaço de estocagem e o
derradeiro é provavelmente o que nós já tendemos a usar
ocasionalmente, nossos cérebros.

Menor é também mais durável. John Campbell, que foi uma vez o
editor de Analog Science Fiction, Science Fact Magazine, escreveu um
editorial inteiro sobre a força de organismos biológicos ser uma
função de área transversal de ossos e músculos, enquanto peso é uma
função de volume. Área é uma quantidade quadrada e volume uma
quantidade cubica. Assim quando um organimso aumenta seu tamanho, sua
força cresce somente como o quadrado de seu tamanho e seu peso cresce
como o cubo de seu tamanho. Isto significa que a força do organismo
por razão de peso decresce quando seu tamanho aumenta. Em liguagem
comum, entes gigantes nesta gravidade não podem existir, e ratos
podem ser soltos de uma altura de milhares de pés sem injuria
enquanto elefantes podem ser soltos de seis pés e quebrar todas as
quatro pernas. Também, animais grandes comem mais do que animais
pequenos. Lembre-se que durante extinções em massa do planeta, foram
os grandes animais que morreram. Claro, baleias fazem melhor do que
elefantes porque elas flutuam na água, e um elefante na Lua se daria
melhor porque a lua tem somente aproximadamente um sexto da gravidade
da Terra.

Isaac Asimov disse-nos que nós evoluímos a partir de animais de uma
única célula que usaram o oceano como sua fonte de nutrição e meio de
remoção de resíduo. O animal de única célula juntou-se a outros
animais de única célula para tornar-se um organismo multicelular.
Quando os organismo multicelulares moveram-se para longe do oceano,
eles carregaram-no com eles em forma de sangue. De fato, nós ainda
somos gestalts de células únicas cheias de oceano, e temos dois
cérebros que são conectados por um cabo biológico. Nós nos movemos,
pensamos, e reagimos muito lentamente porque nós somos tão grandes.
Ainda assim, nós somos gestalts quase-inteligentes e alguns de nós
podem reconhecer nossas limitações.


Há um mito antigo sobre um Não-Ser [No-Thing] o qual estava vivendo
sozinho na Eternidade. O Não-Ser contorceu-se e mudou para diferentes
estados, ainda assim Sua soma era sempre Não-Ser (nada). Primitivo,
ignorante, e sozinho, Ele experimentou tédio quase insuportável.

Enquanto a Eternidade continuava, Ele tentou terminar sua agonia.
Finalmente, quase por acaso, Ele contorceu-se em um ponto o qual
cresceu em uma esfera rotatória, expandindo-se rapidamente,
extendendo-se para fora, consistindo de camadas alternadas de
positividade e negatividade, cada camada um fluído não-particulado,
cada camada um universo entre um infinito de universos. Isto foi o
Verbo, a Vibração, o Som, o Tom, o Lu primal, que criou os universos.

Os universos desenvolveram sois, planetas, e luas. Eventualmente,
vida inteligente evolveu, provendo o Não-Ser com verdadeiro
pensamento. O Não-Ser começou a aprender. Porque Ele estava sozinho
Ele era Um, e quando Ele foi dividido nos primeiros estados de
positivo e negativo, Ele era dois. Dividido em muitos, Ele poderia
experimentar separação e continuar a aprender de suas próprias
criações, subdivisiões de Si mesmo.

Enquanto o eterno Lu continua a ressoar, os universos continuarão a
ser criados e o Um continuará a aprender, como formas de arte e
estórias desdobram-se nos universos, cada um dos quais opera a partir
de princípios fundamentais que sustentam princípios menores para
formar um totalidade automática.


Da antiga Índia vem um ensinamento de que Brahma (alma suprema do
universo) sopra os universo para a existência. Este Brahma consiste
de uma trindade de deidades: Brahma o Criador, Vishnu o Preservador,
e Siva o Destruidor. A flauta é o instrumento de Krishna, o oitavo
avatar de Vishnu o Preservador. Isto é uma maneira de dizer que os
universos são preservados através da vibração de uma nota musical
sustentada. Muitos dos mitos antigos e ensinamentos tocam sobre
múltiplos universos formados e sustentados a partir da vibração.

Há um ensinamento, trazido da antiguidade, de que tudo é Existência
[Beingness] que é eterna, não tendo nenhum início e nenhum fim,
aquilo que era, é, e sempre será. Esta Existência é também conhecida
como o Não-Ser, ainda assim Ele é tudo. Ele é algumas vezes chamado
de o Centro dos Turbilhões [Center of Whirlings]. O universo é
composto de Seu corpo e tudo o que está no universo é feito de Seu
corpo. Seu corpo é realmente o matérial da mente, um fluído perfeito,
o qual é condensado e separado para tornar-se tudo o que nós
conhecemos. E tudo o que nós conhecemos está aqui para executar uma
dança para Seu entretenimento, a Dança da Vida.


Talvez, o universo tenha sido feito por um Criador que era muito
sábio. Este Criador sabia que Ele/Ela poderia começar com alguns
conceitos muito simples, virtualmente nada em materiais, e deixar a
Eternidade continuar. Tudo tomaria conta de si mesmo. Pense sobre
isso como fazendo uma massa para um bolo, colocando a massa no forno,
e então esperando para ela tornar-se um bolo. Talvez o seguinte mito
(um composto de muitos mitos) tenha alguma verdade nele.

O Criador, chamado o Eterno (uma Existência que era, é, e sempre
será) sempre existiu e existe na eternidade, um estado de duração
infinita, uma dimensão no sentido de que ela era e é uma extensão em
duas direções. Uma direção é o passado, e a outra é o futuro. O
presente é meramente um ponto que separa o passado do futuro, e o
qual move-se ao longo desta dimensão. Com a duração estava e está o
vázio, três outras dimensões as quais movem-se com o Eterno ao longo
da linha do tempo da eternidade.

No início, o Eterno dividiu o vázio (a inexistência) em dois fluídos,
um positivo e o outro negativo, separados por um comprimento muito
pequeno da linha do tempo ao longo da dimensão da eternidade. A
separação ao longo da linha do tempo não era o bastante para conter
suas existências repentinas em uma forma concentrada, de modo que
quando estes dois fluídos começaram a expandir a partir dos pontos
separados pelo tempo, partes deles tocaram-se.

Onde os fluídos tocaram-se, inexistência foi criada a partir de suas
positividades e negatidades, e buracos foram formados nos universos
que eles estavam para tornarem-se. Inércia é simplesmente o estado de
fazer o que alguma coisa está fazendo até ela ser perturbada por
alguma coisa mais, e inércia é a razão por que os vórtices formam-se
quando fluídos voltam-se abruptamente para dentro de um buraco para
adotar um novo curso para seu movimento. Portanto, os dois fluídos,
cada qual com sua inércia, formaram vórtices, permitindo algo do
fluído constituinte mover-se para dentro dos buracos para usar força
centrifuga e assim manter os buracos abertos. Os vórtices que
continuaram a existir tinham influxo com vetores radiais e
tangenciais.

No início havia o caos. Os buracos que não ficaram abertos foram
transformados em multiplicidades de ondas dentro do fluído, e algumas
destas ondas formaram outros buracos com alguns vórtices duráveis.
Alguns dos vórtices reagiram uns com os outros para formar átomos e
foram então rompidos [torn asunder] para tornarem-se vórtices
separados novamente e mais ondas. Com a passagem do tempo, o fluído
expandiu-se para dentro do vázio suficientemente para permitir aos
vórtice criarem ordem. No universo ordenado que se seguiu, o influxo
em si mesmo (a resultante dos dois vetores) era carga. O vetor radial
do influxo era micro-gravidade e, com a concentração de vórtices,
gravidade. O vetor tangencial de influxo para certas vortículas,
quando as vortículas vibravam, tornou-se luz. Nosso conceito de tempo
nasceu porque a ordem permitiu movimento regular com o qual medi-lo.

Enquando a eternidade continuava e mais tempo passava, nosso universo
como nós o conhecemos foi formado, com expansão acelerada continua
causada pela pressão do fluído constituínte oposta àquela do espaço
vázio para dentro do qual ele expandiu. Seres começaram a evolver que
perceberiam seu universo como o único universo, e que aceitariam
outros estranhos conceitos em sua ignorância.

Enquanto o tempo passava, estes seres desenvolveram uma ciência
primitiva, chamando a razão do fluído constituínte movendo-se para
dentro dos buracos massa; o estado de movimento dentro do espaço
repouso, movimento uniforme, ou velocidade; mudança a partir do
repouso ou movimento uniforme aceleração; o produto de massa e
aceleração força; o produto de força e distância percorrida pela
força energia; energia dividida por tempo poder; o fluído
constituínte éter; a separação do espaço em segmentos de dimensões
volume; a tendência natural do fluído constituínte de resistir a
força inércia; e muitos outros conceitos pelos nomes que nós agora
usamos. Os muitos nomes com suas conotações frequentemente falsas
começaram a mascarar a realidade simples por trás da existência.
Justamente como no caso da matemática fractal, o simples foi
eclipsado por suas consequencias na Pirâmide de Princípios para
prover um enigma.

Talvez o enigma colocado seja um outro meio de nos fazer atuar em
nosso palco de modo que nós continuamente criemos nossa parte da
Dança da Vida e assim entreter o Criador.


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SUBJECT: Re: MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE (traducao)
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/02/2006 17:19

Olá Amauri, reenviei a mensagem com os links certos e o texto mais
organizado para o grupo...

Marcelo

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Voltaire "
<amaurij@g...> escreveu
>
> ????????????
>
> Em 18/02/06, marcelomjr <marcelomjr@y...> escreveu:
> >
> >
> >
http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htmhttp://www.softcom
.net/users/greebo/phil.htmMITOS,
> > FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE por Lew Paxton Price Adicionado ao
website em
> > 19 de Outubro, 2005.






SUBJECT: Re: [ciencialist] juramento do fisico
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/02/2006 17:29

Como eu já respondi a isso em outro grupo, repito-me:

Não, formandos em Física não fazem juramento, devido ao princípio da incerteza.

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Paulo" <psdlistdisc@terra.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006 21:19
Assunto: [ciencialist] juramento do fisico


Existe algum "juramento do fisico", que e' declamado no momento
da formatura (colacao de grau) ?

Grato pela atencao de todos
Paulo




SUBJECT: Fw: Boa Tarde!
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2006 10:49

Quânticos em auxílio do consulente, respondem:

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: larissa silva
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: sábado, 18 de fevereiro de 2006 13:19
Assunto: Boa Tarde!


Olá!
vc me "conhece" já mandei email p vc pedindo ajuda de algumas questões... poi é estou aqui novamente pedindo ajuda de vc!
Não entendi muito bem a matéria nossa, nosso professor é muito rancoroso não exolica direito e dá uns exercicios que agente não sabe como responder!
Me ajude e mande explicações? por favor... mandarei em 3 emails!
bjus


3) Uma partícula é formada por um quark strange (s). Calcule a carga dessa patícula.



4) Em 1990, transcorreu o cinqüentenário da descoberta dos "chuveiros penetrantes" nos raios cósmicos, uam importante contribuição da física brasileiraque alcançou repercussão enternacional ( O Estado de S. Paulo, 21.10.90,p.30). No estudo dos raios cósmicos, são observados partículas chamadas pions. Considere um pion com carga elétrica '+e' se desintegrado. (isto é, se dividindo em duas outras partículas: um muon com carga elétrica '+e' e um neutrino. De acordo com o principio da carga, qual deve ser a carga elétrica do neutrino?

5) O Hélio é um elemento cujo átomo tem núcleo constituído de 2 prótons e 2 nêutrons, rodeado de elétrons. O anti-hélio seria um átomo constituído por:

a) Núcleo de pósitron rodeado de antiprótons e antinêutrons.
b) Núcleo de antiprotons e nêutrons rodeado de elétrons.
c) Núcleo de antiprotons e nêutrons rodeado de antieletrons.
d) Núcleo de antiprotons e antineutrons rodeado de positrons
e)Núcleo de elétrons rodeado de prótons e nêutrons.


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SUBJECT: Re: [ciencialist] TEMPO (Versão Condensada da Teoria do Tempo)
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2006 12:24

Marcello, vou tentar esclarecer a questão, de que o "tempo cronológico" não tem existência física, com um exemplo que apresenta conceitos que utilizamos freqüentemente e nem nos damos conta.

Chamo atenção de que o tempo inexistente fisicamente do qual estamos tratando é o cronológico, visto que o chamado "tempo atmosférico" ou clima tem existência física. Creio que essa mistura de significados para o mesmo vocábulo - tempo - foi e ainda é o que mais dificulta o entendimento do que seja tempo cronológico.

No exemplo vou utilizar um fenômeno chamado "inflação monetária", nossa velha conhecida, cujo reinado está ficando para trás, no esquecimento dos que a experimentaram pairando nos píncaros dos 84% *ao mês*... Isso ocorreu em fevereiro de 1991, último mês do governo Sarney. Em 15 de março assumiu Collor de Melo e, com sua ministra da Fazenda Zélia Cardoso de Melo, emite um *decreto retroativo* a 14 de março, retendo os depósitos-aplicações em bancos e em caderneta de poupança... Diz a lenda que as leis não podem retroagir à data em que foram emitidas, a não ser quando beneficia o cidadão ou o acusado. Nesse caso retroagiu e o Judiciário aceitou a violação sem maiores problemas. Mas voltemos à questão...

A inflação *não tem existência física*, é uma relação comparativa entre preços. É um índice que registra a variação de preços durante determinado período(diário, mensal, semanal, anual...) de um conjunto de produtos e/ou serviços.

Preço, *também não tem existência física*, é apenas um valor monetário dado a um produto ou serviço.

Já o produto ou o serviço *tem existência física*, se realizam fisicamente. São reais, percebidos direta ou indiretamente.

Em relação ao tempo - assim como a vários outros fenômenos medidos e comparados - fazemos a seguinte analogia.

O tempo cronológico é o índice da inflação:
a relação entre preços, no caso da inflação;
a relação entre movimentos no caso do tempo.

O movimento é o preço:
valor ou avaliação de um produto-serviço no caso da inflação;
valor ou duração do ciclo de determinado movimento (rotação da Terra em relação ao Sol), no caso do tempo.

O ente físico em movimento ou não (geralmente chamado de "ponto", "sólido", objeto, matéria, ondas-eletromagnéticas, partículas, sub-partículas...), localizado em um referencial no espaço (eixos cartesianos) é o produto-serviço. Esses *têm existência física* comprovada direta ou indiretamente.

Procure analisar, avaliar, visualizar e experimentar essa analogia.
Observe que o chamado tempo atmosférico é material, existe fisicamente e é totalmente diverso do chamado tempo cronométrico, tempo "medido", relação entre movimentos ou movimentos comparados.

Abraços

José Renato
................................................
----- Original Message -----
From: marcelomjr
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, February 18, 2006 3:27 PM
Subject: [ciencialist] Re: TEMPO (Versão Condensada da Teoria do Tempo)


Oi José, obrigado por comentar/criticar o texto, arquivei sua
mensagem... acho que nao entendi muito bem o que vc disse com o tempo
ter ou nao existencia fisica (o que seria exatamente ter existencia
física?...), vou procurar seu artigo... mas observe que o Lew refere-
se ao Tempo como sendo a quarta dimensao que compreende ou coexiste
com o espaco tridimensional (3 dimensoes), uma "coisa" infinita,
imutável e eterna, sem começo nem fim...; e ao tempo como sendo
meramente movimento no universo... quanto mais lento o movimento mais
lento o tempo e vice-versa... Procure ver o texto do Lew em ingles,
talvez minha traduçao nao esteja lá muito boa, por isso talvez um
tanto confusa:

em ingles: http://www.softcom.net/users/greebo/time.htm


Um ABraço,
Marcelo

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
>
> Caro Marcelo
>
> Os autores misturam conceitos e deixam inúmeros buracos-negros no
desenvolvimento lógico da apresentação de suas idéias. Apesar de não
afirmarem claramente no texto, todas as elucubrações levam o leitor a
perceber que o *tempo cronológico* não tem existência física. O
vocábulo composto espaço-tempo foi uma tentativa dos cientistas que
viveram entre 1880 a 1920 - considerado o período mais efervescente
das descobertas físicas da composição da matéria e dos fenômenos que
provocam - de melhor definir o conceitos utilizado em suas teorias.
>
> O fato de incluir um termo abstrato nessa composição - tempo - o
significado ficou incompleto e inconsistente, o que leva muitos a
considerar que o tempo cronológico é um ente fenômeno que tem
existência física. No artigo divulgado no grupo, intitulado "Uma
questão de tempo", registro o vocábulo composto *espaço-movimento*
que descreve melhor essa interação, utilizando os conceitos de dois
fenômenos concretos, que têm existência física comprovada direta
e/ou indiretamente.
>
> Se não firmarmos e utilizarmos conceitos concretos na "definição"
do que entendemos por tempo cronológico, permaneceremos patinando
confusos em abstratos inexistentes fisicamente.
>
> Abraços
>
> José Renato
> .............................................
> ----- Original Message -----
> From: marcelomjr
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Friday, February 17, 2006 1:24 AM
> Subject: [ciencialist] TEMPO (Versão Condensada da Teoria do
Tempo)
>
>
> Tradução do artigo de Lew Price...
> http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/tempo.htm
>
> TEMPO
> (Versão Condensada da Teoria do Tempo)
> Copyright (C) 1999, 2000, 2001, 2002
> por Lew Paxton Price e Herbert Martin Gibson
>
>
> A verdade é a filha do tempo.
> De um velho poema apresentado por Aulius Gellius
>
> Back - Main Menu
> Fitzgerald, Lorentz, Einstein, and Relativity
> Page 2
>
> Esta parte de meu website a qual eventualmente conduz à dilatação
do
> tempo tem deixado algumas pessoas estressadas. Primeiro há
aqueles
> que acreditam que as teorias da relatividade de Einstein
(especial e
> geral) implicam que o espaço é coisa alguma exceto vazio. Estas
> pessoas usualmente acreditam que a dilatação do tempo é uma prova
de
> que o espaço é vazio. Eles não estão felizes de verem uma prova
de
> que a dilatação do tempo é uma consequencia de mover-se através
de um
> meio como o éter. Outras pessoas pertencem aos grupos
protestantes
> que insistem que há uma forma de éter através do qual a luz move-
se
> como um série de ondas. Estas pessoas têm também considerado a
> dilatação do tempo ser uma prova do vazio, mas elas acreditam em
uma
> forma de éter, então a dilatação do tempo não deve existir.
> Consequentemente, eles não gostam desta prova também. Em outras
> palavras, ambos os campos prefeririam que esta prova não
existisse.
> Ainda assim esta prova para a dilatação do tempo mostra que se há
um
> ether que é um meio para a luz, deve haver também uma dilatação
do
> tempo.
>
> Einstein não acreditava realmente que o espaço é vazio. Eu digo
isto
> porque seu último trabalho era em análise tensorial do "espaço"
como
> a base da luz como forma de onda. Ele acreditava que o espaço era
> vazio de matéria como nós a conhecemos, mas obviamente ele
acreditava
> que o espaço em si é um meio. Análise tensorial (TA [Tensor
> analysis]) é muito semelhante a uma forma de engenharia
estrutural
> dinâmica no sentido de que a TA usa três planos a noventa graus
um do
> outro e cada um com três formas de estresse. A não ser que alguma
> coisa esteja presente dentro do qual estes estresses possam
> existirem, não pode haver nenhum estresse. Ele não chamou esta
alguma
> coisa "éter". Ele denominou-a espaço-tempo. Mas seja como for que
ele
> denominou-a, ele considerou ser um meio através do qual a luz
move-se
> como uma onda. Em minha pesquisa, eu descobri implicações de que
> Einstein não estava feliz com ambas de suas teorias de
relatividade -
> nem estava ele feliz com a teoria quântica. Ainda assim, ele
morreu
> sem ter descoberto um substituto viável para ambas.
>
> Na teoria do nether, o elétron tem as qualidades distintivas de
um
> vórtice (vide Spin e The Vortex). Todo vórtice tem uma "boca" que
> suga no meio do qual ele é composto. Vórtices tais quais o
remoinho
> de vento ou o tornado puxam para dentro várias formas de matéria
> junto com o ar do qual eles são compostos. Vórtices tal qual o
> remoinho d'água puxam para dentro várias formas de matéria junto
com
> a água da qual eles são compostos. As bocas destes vórtices são
> apontadas de uma maneira que força-os a ou sugar a partir de
baixo (o
> tornado), ou a partir de cima (o remoinho d'água). Mas um vórtice
de
> éter dinâmico tem uma boca que pode apontar em qualquer direção.
>
> Quando a boca do elétron é apontada em qualquer direção
particular,
> ele tenta mover-se naquela direção. Isto é evidente quando o
elétron
> é orientado por um campo magnético (vide explanação completa no
Livro
> Três de Behind Light's Illusion [Por Trás da Ilusão da Luz]). Por
> outro lado, quando o elétron é forçado a mover-se em qualquer
direção
> particular, ele orienta-se de modo que sua boca é apontada em sua
> direção de movimento e um "campo de fluxo" desenvolve-se. Isto é
> evidente quando elétrons são bombeados através de um fio por um
> potencial elétrico e é a chave para nossos aparelhos elétricos. A
> boca do elétron está sempre apontada em sua direção de movimento
> porque menos energia é usada para acelerar o éter entrante quando
uma
> tal orientação é apresentada, e o éter é "energia consciente".
>
> Qualquer vórtice deve formar-se de ter seu meio voltando-se em
uma
> direção que está em ângulos retos a seu movimento de entrada.
Isto
> tem a ver com conservação de energia e momento e é explicado mais
> completamente no Livro Três de Behind Light's Illusion. Porque o
> vórtice que nós chamamos de o elétron é capaz de mover e orientar
sua
> boca em qualquer direção de nosso universo de três dimensões
> espaciais, o fluxo interno final deve voltar-se para dentro de
uma
> dimensão que está em ângulos retos para toda dimensão em nosso
> universo. Se você acredita em primeiro lugar que isto não pode
ser
> visualizado, você verá em mais uns poucos parágrafos que ele pode
ser
> visualizado e que você tem visualizado-o toda a sua vida.
Primeiro,
> no entanto, há outras coisas que você deveria saber.
>
> Se nós concedermos que o elétron é um vórtice, então e quanto as
> outras entidades subatomicas que constituem o que nós chamamos
> matéria? São elas também vórtices? No Livro Seis de Behind
Light's
> Illusion, você verá que elas são de fato. Os quarks são somente
uma
> parte de um tipo particular de entidade subatomica e estas
entidades
> formam um próton de acordo com as regras achadas em cromodinâmica
> quântica (QCD [quantum chromodynamics]).
>
> As entidades conhecidas como neutrinos não são vórtices e não são
> constituintes da matéria. A teoria publicada na primeira edição
do
> Livro Seis de Behind Light's Illusion é que elas são remoinhos
sobras
> de energia rotacional excessiva que permanecem dentro de um mar
de
> éter sem fricção e são mantidas juntas por sua pressão. No
entanto,
> eu tenho desde então achado uma explicação mais lógica na qual
cada
> uma é uma única meia-onda de radiação eletromagnética. Esta é uma
> teoria muito complexa para facilmente explicar aqui. Suficiente
> dizer, uma meia-onda move-se na velocidade da luz e não tem
nenhuma
> massa, micro-gravidade, ou carga. Ela não é detectável como um
fóton
> embora ela seja a unidade básica que compreende fótons. Ela tem a
> abilidade de aceitar, transportar, e produzir spin.
>
> Há uma única diferença entre entidades de matéria e neutrinos.
> Entidades de matéria podem comunicar-se uma com a outra através
do
> que nós chamamos carga elétrica, ondas eletromagnéticas, e
gravidade
> (realmente o que eu chamo micro-gravidade no nível da entidade
> individual). Estes três meios de comunicação são causados por
vetores
> de fluxo interno do vórtice. No caso de ondas eletromagnéticas,
> movimento de um vórtice está também envolvido. Porque um neutrino
não
> tem nenhum vórtice e nenhum fluxo interno, ele não pode comunicar-
se
> exceto através de um colisão direta. Consequentemente, detecção
de
> neutrinos é excessivamente difícil.
>
> Há três vetores de fluxo interno para o vórtice. Se nós
escolhermos
> qualquer ponto particular para estes vetores, nós podemos
desenhar
> uma linha a partir do centro do vórtice através deste ponto. Esta
> linha é a "radial" através de nosso ponto. O vetor do movimento
do
> éter ao longo desta linha em direção ao centro do vórtice é o que
> causa a micro-gravidade. É uma força muito fraca ao nível de uma
> única entidade subatomica. O vetor de movimento do éter que está
em
> ângulos retos ao radial é a causa do que nós chamamos "spin". E
por
> último, o vetor que é a resultante dos dois acima está em 45
graus a
> partir do radial e causa o que nós chamamos carga elétrica.
>
> Agora que nós tivemos um muito breve vislumbre da natureza da
> matéria, nós olharemos na natureza do tempo. Nós estamos fazendo
isto
> porque o tempo é uma parte integral da matéria. A matéria não
poderia
> existir sem o tempo e um tipo particular de tempo não existiria
sem
> matéria. No Livro Cinco de Behind Light's Illusion, seis tipos de
> tempo são definidos. Isto foi necessario porque nós não podemos
> discutir tempo inteligentemente sem definir o tipo particular.
>
>
> DURAÇÃO (Tempo Quadridimensional)
>
> Como você já concluiu, tempo é uma palavra com múltiplos
> significados. Um destes é "duração", uma qualidade que pode nunca
ter
> começado e pode nunca terminar. É uma dimensão que nós vemos ao
olhar
> para trás em nossas vidas e algumas vezes imaginamos ao olhar
> adiante. É como se nós estivessemos nos movendo ao longo desta
> dimensão, deixando atrás de nós uma vida de experiências. Mas nós
> vivemos somente no presente e olhamos com certeza somente no
passado.
>
> Nós poderiamos visualizar nosso universo de três dimensões
espaciais
> como um plano movendo-se ao longo de uma dimensão perpendicular a
> qual nós chamamos tempo. Como nosso universo move-se ao longo da
> linha do tempo, movimento dentro de nosso universo é o que faz
ele
> mudar, e nós somos capazes de movermo-nos para adiante ao longo
de
> nosso curso enquanto as esteiras de experiencias formam-se atrás
de
> nós.
>
> Se nós olhamos sobre este tipo de tempo como uma dimensão que
está em
> angulos retos para todas as três de nossas dimensões espaciais,
nós
> podemos visualizar e visualizamos a quarta dimensão como nosso
> passado e nosso possível futuro. E esta quarta dimensão satifaz
os
> requerimentos da quarta dimensão para dentro da qual o éter
> desaparece quando ele entra no vórtice que é o elétron. Parece
que
> quando dois raios gama encontram com a correta orientação um ao
> outro, a extrema pressão dentro do éter naquele ponto excede o
que
> pode ser tolerado dentro daquele instante do nosso espaço
> tridimensional. Então um buraco é aberto para dentro da quarta
> dimensão e a pressão é divergida para dentro do passado. Força
> centrifuga mantém o buraco aberto e o vórtice permanece. Mas há
muito
> mais para a estória - a qual inclui antimatéria e energia.
>
>
> A ILUSÃO (O tempo de movimento)
>
> Olhando sobre um outro tipo de tempo, o tipo que realmente é a
medida
> do que nós chamamos tempo, nós podemos usar uma visualização
> diferente. Cada momento que nós chamamos de presente é um único
frame
> de um filme, e cada momento passado é um outro frame. Juntos, os
> muitos frames do passado descrevem o movimento que é nossas vidas
até
> agora. Os frames vindouros criam nosso futuro através de novo
> movimento. Embora cada frame seja uma foto parada quando sozinho,
> juntos eles descrevem um trabalho de arte quadridimensional que é
> nosso filme - nossa ilusão. Sem estes frames, não haveria nenhum
> movimento. Sem tempo, não haveria nenhum movimento. Assim algumas
> pessoas igualam tempo a movimento e movimento a tempo. Mas esta
> ilusão pode correr ou lenta ou rápida - justamente como um filme
pode
> correr em movimento lento ou rápido.
>
> Este tipo de tempo é melhor ilustrado pela equação razão é igual
a
> distância dividida por tempo ou r = d/t. Então, rearranjado,
tempo
> é igual a distância dividida por razão. Nós usamos milhas por
hora
> para representar uma razão de velocidade. Nós representamos um
ano
> por uma revolução em redor do Sol. O antigo mês era de nova lua a
> nova lua ou de lua cheia a lua cheia. Um dia é medido por uma
rotação
> da terra relativa ao Sol. Esta é a "medida" do tempo mas nós
> comumente chamamo-la "tempo" em nossa conversação. É uma medida
> relativa baseada sobre movimentos.
>
> Este é o tipo de "tempo" o qual nós falamos estar diminuindo
devido a
> dilatação do tempo. Quando o intervá-lo de tempo necessário para
a
> completação de qualquer movimento particular aproxima-se do
infinito,
> a passagem do tempo é dita aproximar-se de zero. Dilatação do
tempo
> ocorre por causa da velocidade relativa do éter (nether). Porque
a
> gravidade é uma forma de velocidade relativa do éter, a gravidade
> afeta a passagem deste tipo de tempo. Uma espaçonave movendo-se
> através do espaço em alta velocidade relativa ao éter também
> experimenta dilatação do tempo.
>
>
> TEMPO SUBMICROSCÓPICO (adicionado em 11/13/05)
>
> Este é um tipo de tempo que é identico à ilusão acima, mas o é em
um
> nível muito minúsculo. É o tempo que é usado por processos
químicos,
> elétricos, biológicos, e nucleares. Sua fisiologia é baseada
sobre
> este tipo de tempo. Nenhum processo pode ocorrer sem ele, e isso
> incluí os processos que devem existir para hormonios, nervos,
> músculos, crescimento, reparos biológicos, sistemas imunes, e
> sistemas respiratórios funcionarem.
>
> Temperatura é medida por meio de movimento de vortícula. Quanto
mais
> rápido os átomos em um pedaço de matéria movem-se, quanto mais
quente
> é o pedaço de matéria. Movimento rápido de átomos ou moléculas
fazem
> processos químicos irem mais rápido. Reduzir a temperatura faz
> processos químicos diminuírem. Decaimento é um processo químico.
O
> tempo para o decaimento ocorrer pode ser retardado com a
> refrigeração, um processo que diminui o tempo submicroscópico.
>
> Uma outra coisa que retarda este tipo de tempo é movimento
relativo
> ao éter, tal como existente em um funil gravitacional onde o éter
> (nether) está precipitando-se, estando em órbita onde ambas as
> velocidades órbital e do funil de gravidade de éter contribuem,
ou
> tendo simples velocidade linear relativa ao éter como uma
espaçonave
> teria. No entanto, isto não é uma maneira prática de preservar
> coisas, tal como comida, em nosso presente nível de tecnologia
porque
> nós seriamos forçados a viver no mesmo lugar com a mesma razão de
> passagem de tempo de nossa comida.
>
> Pense em uma espaçonave movendo-se através do éter com seus
ocupantes
> e seus pertences. Tudo movendo-se com a espaçonave deve comunicar-
se
> ficando com a nave na mesma velocidade média. A palavra média é
usada
> porque todas as moléculas, átomos, e entidades subatomicas da
> espaçonave, todos e tudo nela estão em movimento relativo uns aos
> outros. Para processos químicos, elétricos, biológicos, e
nucleares
> ocorrerem, deve haver comunicação entre as moléculas, átomos, e
> entidades subatomicas que constituem esta massa movente. A maior
> velocidade que pode ser alcançada por qualquer deles ou pela
radiação
> deles é a velocidade da luz. Todas as velocidades para processos
são
> menores do que e proporcionais à velocidade da luz.
>
> Tempo é medido pelas menores velocidades e pelos processos que
> ocorrem nas menores velocidades. Se a velocidade da luz relativa
à
> espaçonave é retardada [slowed], e se as menores velocidades são
> retardadas também, então os processos que usualmente ocorrem
quando a
> espaçonave está em repouso relativo ao éter, são retardados. Isto
> significa que a passagem do nosso tempo medido é retardada.
Quando a
> espaçonave está movendo-se relativa ao éter circundante, parte da
> velocidade usada para os processos necessários deve ser
dispendida em
> atravessar o movimento relativo do éter. Isto é similar a uma
> aeronave dispendendo parte de sua velocidade aérea para
permanecer em
> curso quando encontrando um vento contrário [crosswind]. O
resultado
> é uma redução das velocidades de atividades normais que é o mesmo
que
> retardar a passagem do tempo medido porque o tempo é medido por
> movimento (uma rotação da Terra é 24 horas, uma revolução da Lua
é um
> mês, uma revolução do sistema Terra/ Lua é um ano, etc.).
>
> Porém o tempo absoluto, o qual é chamado duração, permance o
mesmo
> independentemente.
>
>
> ------------------------------------------------------------------
----
> ----------
>
> Page 2 - TIME
> Page 1
> Main Menu
> Fitzgerald, Lorentz, Einstein, and Relativity
>
> DILATAÇÃO DO TEMPO E RELATIVIDADE DO ÉTER
> (Derivação da Equação para a Dilatação do Tempo)
>
>
> Radiação eletromagnética (luz) é uma onda transversal movendo-se
para
> fora ao longo da trajetória do éter influindo de um elétron.
Embora
> ela mova-se externamente ao longo de uma radial na velocidade que
nós
> chamamos "c", a velocidade reativa real do éter é aquela do fluxo
de
> éter resultante. Onde a velocidade instantânea do éter é maior,
> justamente antes dele voltar em ângulos retos para o passado, a
> velocidade do éter é o produto da raiz quadrada de dois
> e "c", "21/2c". Esta é a velocidade reativa real do éter.
Porém,
> toda comunicação de uma parte de matéria para uma outra está
parada
> na velocidade máxima de "c".
>
> Todas as reações químicas, nucleares, biológicas, cósmicas, e
outras
> que causam mudança neste nosso universo são proporcionais à
> velocidade máxima de comunicação dentro do éter que é "c".
Assim "c"
> deve sempre ser o vetor de movimento resultante máximo dentro de
> nosso universo. Enquanto nós continuamos, você verá porque isto é
tão
> importante.
>
> Imagine um triângulo reto com um lado sendo nosso vetor de
velocidade
> instantânea de movimento relativo ao éter. Nós podemos rotular
isto
> de "v". O outro lado é o vetor de velocidade para
> mudança/movimento/passagem do tempo. Nós podemos rotular isto "t"
> para o tempo ou "vp" (velocidade máxima para movimento
perpendicular
> a nossa velocidade relativa do éter). A hipotenusa é o vetor de
> velocidade de comunicação dentro de nosso universo. Nós temos já
> rotulado isto de "c". A hipotenusa é a resultante e deve sempre
ser
> uma constante a qual é a velocidade da luz. Ela deve sempre ser a
> constante porque a velocidade para comunicação dentro do eter é
uma
> função da velocidade reativa do éter.
>
> Quando nós estamos em repouso relativos ao éter, a hipotenusa "c"
> rotaciona e é superimposta sobre "t", "v" torna-se zero, e o
tempo
> passará em seu passo mais rápido. As reações as quais definem o
tempo
> (mudança) através de movimento em nossa vizinhaça imediata estão
> movendo-se em sua velocidade máxima possível. Se nós fossemos
> acelerar a uma velocidade instantânea relativa ao éter que seja
igual
> a "c" (isto é somente teórico), a hipotenusa rotaciona para ser
> superimposta sobre "v", "t" tornar-se zero, e tempo (mudança)
falha
> de acontecer. Nós dizemos que o tempo aproxima-se de zero quando
a
> velocidade aproxima-se da velocidade da luz relativa somente ao
éter.
>
> Entre os dois extremos precedentes, o tempo usualmente passa
entre
> zero e seu passo mais rápido. Em um funil gravitacional tal como
o
> nosso, a velocidade instantânea relativa do éter entrante não é
muito
> alta (aproximadamente sete milhas por segundo). Nosso tempo passa
em
> ligeiramente menos do que seu passo máximo possível. Na
superfície de
> um grande sol, o passo de passagem do tempo é muito mais lento.
Nas
> franjas de um buraco negro, a velocidade instantânea relativa do
éter
> entrante é igual a "c". Se alguém pudesse existir lá sem cair no
> buraco, a razão de velocidade na qual o tempo passa teria tornado-
se
> zero.
>
> A velocidade de um veículo espacial através do éter afeta a
passagem
> do tempo da mesma maneira. A matemática envolvida é
essencialmente
> identica àquela da relatividade de Einstein exceto que ela é mais
> facilmente derivada e é baseada sobre uma premissa muito mais
> simples. Einstein baseou seu trabalho sobre as transformações
> (equações) de Lorentz. Estas transformações são o resultado de
> trabalhar com o teorema Pitagórico o qual é um princípio
fundamental
> de nosso universo causada por ou talvez definindo a conservação
de
> energia e a natureza de nossas dimensões.
>
> Usando o teorema Pitagórico com o nosso triângulo reto cujos
lados
> são "v" e "vp", e uma hipotenusa de "c":
> v2 + vp2 = c2
>
> Reescrevendo a equação:
> vp2 = c2 - v2
>
> Fatorando nosso c2 do lado direito:
> vp2 = [(c2/c2) - (v2/c2)]c2
>
> O qual torna-se: vp2 = c2[1-(v2/c2)]
>
> Tomando a raiz quadrada de ambos os lados:
> vp = c[1-(v/c)2]1/2
>
> Deixe "T" igual ao intervá-lo de tempo quando um veículo espacial
> está em movimento relativo ao éter. Deixe "T0" igual ao intervá-
lo de
> tempo quando o veículo espacial está em repouso relativo ao éter.
> Deixe "d" igual a distância.
>
> Então vp = c = d/T0 quando o veículo espacial está em repouso, e
> vp = d/T quando o veículo espacial está em movimento.
> "d" permanece constante.
>
> Por substituição, a equação torna-se:
> d/T = (d/T0)[1 - (v/c)2]1/2
>
> Dividindo ambos os lados por d e invertendo:
> T = T0/[1 - (v/c)2]1/2
>
> Esta é a mesma equação usada para a dilatação do tempo na
> relatividade de Einstein exceto por uma coisa. Aqui, "T" e "T0"
são
> intervá-los de tempo. Quando "v" aproxima-se de "c", "[1 - (v/c)2]
> 1/2" aproxima-se de zero, e "T0/[1 - (v/c)2]1/2" aproxima-se do
> infinito o que significa que "T" aproxima-se do infinito. "T" é
o
> montante de tempo necessário para o movimento acontecer. Quando
ele
> aproxima-se do infinito, o movimento aproxima-se de zero. Quando
o
> movimento aproxima-se de zero, a passagem do tempo aproxima-se de
> zero, como faz "delta t", como o tempo é chamado na relatividade
de
> Einstein. A equação Einstein é:
>
> delta t' = delta t [1 - (v/c)2]1/2
>
> Para aqueles que esqueceram álgebra, um expoente de 1/2 para uma
> quantidade é o mesmo que ter aquela quantidade do lado de dentro
de
> um sinal de raiz quadrada. Assim:
>
> T = T0/[1 - (v/c)2]1/2 na teoria do nether, na qual "T" aproxima-
se
> do infinito quando "v" aumenta, é o mesmo que
>
> delta t' = delta t [1 - (v/c)2]1/2 na relatividade de Einstein,
na
> qual "delta t' " aproxima-se de zero quando "v" aumenta.
>
> Note que na primeira equação acima, " [1 - (v/c)2]1/2 "
está
> dividindo "T0" e na segunda equação ele está multiplicando "delta
t".
>
> Para explicar mais, "T" e "T0 são medidas de tempo
enquanto "delta
> t' " e "delta t" são passagens de tempo. "d/T" significa uma
> distância constante dividida por um intervá-lo de tempo variável.
O
> intervá-lo de tempo "T" aproxima-se do infinito quando "v"
aumenta,
> de modo que a distância "d" não é atravessada tão rapidamente
como
> seria o caso quando "T" é mais curto. Isto significa que
atividades
> que medem a passagem do tempo e são sujeitas à passagem do tempo
não
> ocorrem muito rapidamente, e de fato, cessariam de ocorrer em
> absoluto se "v" fosse alcançar a velocidade da luz.
>
>
> Mais Explanação (adicionado em 11/13/05)
>
> Quando um objeto move-se dentro de nosso espaço tridimensional,
ele
> move-se em uma direção particular que é sua dimensão de movimento
> para a frente. Há dois planos perpendiculares a sua dimensão de
> movimento para a frente. Um plano está tocando o ponto mais a
frente
> do objeto, e o outro está tocando o ponto mais a retaguarda do
> objeto. Em meio a estes planos é onde a existência do objeto deve
> estar. Entre estes dois planos, qualquer molécula, átomo, ou
entidade
> subatomica movendo-se para a frente deve eventualmente mover-se
para
> trás, e qualquer mólecula, átomo, entidade subatomica movendo-se
para
> trás deve eventualmente mover-se para a frente. De outro modo, o
> objeto não permaneceria intacto.
>
> Nós somos seres tridimensionais em um universo tridimensional,
todos
> movendo-se através de uma quarta dimensão a qual é o tempo. Sem
> movimento em todos as três de nossas dimensões espaciais, o tempo
> medido não pode existir. Isto significa que movimento paralelo a
dois
> planos e perpendicular à direção de viagem do objeto é necessário
> para o tempo medido existir. Quando o máximo movimento possível é
> reduzido paralelo a estes dois planos, a velocidade da passagem
do
> tempo é reduzida.
>
> Movimento paralelo aos planos deve ser realizado "rastejando"
> ["crabbing"] para dentro do "vento" de éter que é relativo ao
objeto.
> Isto retarda o movimento paralelo e retarda a passagem do tempo.
Para
> seres conscientes dentro do objeto (como viajantes em uma
> espaçonave), a passagem do tempo não parece ter diminuído. Mas
para
> observadores do lado de fora do objeto, a passagem do tempo
dentro do
> objeto será vista como tendo sido retardada de acordo com a
seguinte
> equação.
>
> T = T0/[1 - (v/c)2]1/2
>
> Movimento de entidades subatomicas entre os dois planos é
necessário
> para o tempo existir. A não ser que haja movimento dentro destas
> dimensões, não há nenhum processo químico, nuclear, elétrico,
> biológico, ou outros. Sem tais processos, não há nenhum tempo
> mensurável.
>
>
> Assim a dilatação do tempo é uma realidade, mas tem a ver com a
> velocidade relativa do éter. A presença do éter automaticamente
causa
> a existência da dilatação do tempo. Não pode haver uma sem a
outra.
>
> Há algo que todos nós necessitamos lembrar. As conclusões
corretas e
> as equações corretas podem algumas vezes ser derivadas de
suposições
> incorretas e preceitos incorretos. Einstein pode não ter estado
> precisamente correto com sua relatividade, mas muito do que nós
> descobrimos por meio dela é correto. Isto é verdade sobre a
dilatação
> do tempo e sua equação de equivalência de massa/energia.
>
> Page 1 - Page 2 - Main Menu
> Fitzgerald, Lorentz, Einstein, and Relativity


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Tex4ht(era Fora da Norma )
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2006 14:55

Léo,

Encontrei o que você queria.

--- Em ciencialist Elton escreveu

> Use LaTeX ^_^

--- Em ciencialist Victor escreveu

>...
>...
> Há algum tempo estou tentando
>instalar o Tex4ht, que é um conversor
>latex para html, seja via miktex(que
> é o sistema latex que estou usando)
>no Windows, seja no tapa, quer dizer
> manualmente.

Mas creio que para o Léo isto não serve.

Só se for para o Imperdível.

Para colocar nas mensagens da lista não serve pois é o Yahoo que gera
e ele não vai traduzir o latex.

É fácil fazer uma tebela ascii em qualquer programa ou, para mais
leigos, numa planília tipo Excel.

Coloque numa coluna os números de 1 a 255 e na outra um comando que
gera o caracter (no Excel é "=CARACT(B4)" - no lugar de B4 colocar o
endereço da célula onde está o número)

Se você não quer ter este trabalho [:-)] veja este link

http://geocities.yahoo.com.br/conexaopcpc/artigos/asc.htm

Além dos códigos ascii de 1 a 255 ainda tem alguma coisa extra no
final também com a combinação Alt + <num>

Mesmo assim não encontrei "elevado a potência" maior que 3.

Cuidado: certos códigos do final da tabela podem dar caracteres
diferentes em outros computadores.


[ ]'s
Hélio








SUBJECT: Dentro da Norma --- para todos
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2006 16:02

Hélio escreve:

"Mas creio que para o Léo isto não serve. Só se for para o Imperdível."

Não, não é para o Imperdível (uso o equation da Microsoft e o equacion grapher para os gráficos e funções --- levo tudo para o PAINT e de lá, após meus ajustes, é salvo em .bmp e na página .htm é convertido para . gif transparente). Por vezes, para fotos, uso conversão de .bm - 24 bits, para .jpg.

A pergunta foi feita com o intuito de usar nos 'textos' da lista de discussão mesmo.

IMPORTANTE:
Faz algum tempo (mais de 5 anos) houve aqui na C-List uma votação para usarmos "htm" ou "texto puro". À época, o htm era 'reprovável' devido à carga em bites; hoje não sei se isso ainda é um empecilho.

Apreciaria consultar o Brudna sobre esse assunto e receber comentários dos demais listeiros da possibilidade de passarmos o C-List para "htm" (obviamente, contando com todos para prevenir os exageros e os 'enfeites' dispensáveis em nossas discussões (fundo colorido, papel de carta, carinhas dançantes e frescuras que tais).

Em htm termos várias 'vantagens' e a possibilidade de algumas figuras inseridas as quais, realmente, esclarecem mais que mil palavras.

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================


SUBJECT: Re: [ciencialist] Dentro da Norma --- para todos
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2006 17:09

On 19/02/06, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
> IMPORTANTE:
> Faz algum tempo (mais de 5 anos) houve aqui na C-List uma votação para usarmos "htm" ou "texto puro". À época, o htm era 'reprovável' devido à carga em bites; hoje não sei se isso ainda é um empecilho.
>
> Apreciaria consultar o Brudna sobre esse assunto e receber comentários dos demais listeiros da possibilidade de passarmos o C-List para "htm" (obviamente, contando com todos para prevenir os exageros e os 'enfeites' dispensáveis em nossas discussões (fundo colorido, papel de carta, carinhas dançantes e frescuras que tais).
>
> Em htm termos várias 'vantagens' e a possibilidade de algumas figuras inseridas as quais, realmente, esclarecem mais que mil palavras.
>

Sou contra. Minha assinatura explica. A questão não é só tamanho (que
no caso das mensagens HTML chga ao triplo), mas a segurança e a
compatibilidade. Um link pode ser facilmente mascarado por uso esperto
de HTML. Além disso, sempre vai ter um que gosta de escrever seus
e-mails em fúschia negrito itálico. Ou que não sabe configurar seu
cliente de e-mail (não entendo porque as pessoas usam isso) e enviam,
sem saber, mensagens com imagens de fundo e aqueles anexos bizarros de
assinaturas. Além disso, estou cansado de ver bots entrando em listas
para fazer spam. Se esses spams vierem como HTML, o risco fica sério.
Isso implica em mais trabalho pros moderadores e empecilho pros
zilhares de usuários da lista.

A única vantagem que vejo em HTML é colocar figuras no meio do texto,
mas figuras úteis podem ser incluídas como anexos às mensagens e
referidas no texto [vide figura 1].

E, conselho de amigo, Léo, pare de usar o equation. Você ainda vai
ficar com uma tendinite. www.miktex.org

--
Elton Carvalho

"It may be bad manners to talk with your mouth full, but it isn't too
good either if you speak when your head is empty."

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.org/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: Re: [ciencialist] Tex4ht(era Fora da Norma )
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2006 18:27

Caro Felipe,

Muito obrigado pelos links.

Victor.


----- Original Message -----
From: Felipe
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, February 18, 2006 2:15 PM
Subject: Re: [ciencialist] Tex4ht(era Fora da Norma )


On 15:14 Sat 18 Feb , jvictor wrote:
> Elton,
>
> Há algum tempo estou tentando instalar o Tex4ht, que é um conversor latex para html, seja via miktex(que é o sistema latex que estou usando) no Windows, seja no tapa, quer dizer manualmente. Em todos os casos me revelei portador de uma incompetência cósmica. Não o consegui, por mais "receitas" de bolo que lesse na internet. A pergunta é: você, ou algum outro cobra deste grupo, saberia como fazer isso?

Já tentou o latex2html[1][2]?

[1] http://www.cv.nrao.edu/~abridle/toolmemo/node11.shtml
[2] http://www.mayer.dial.pipex.com/l2h.htm

PS: eu já tinha enviado essa mensagem, mas parece que ela não chegou ao
destino, então estou enviando de novo.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Dentro da Norma --- para todos
FROM: Felipe <fegolac@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2006 19:39

On 21:46 Sun 19 Feb, Nando wrote:
> Mas seria muito legal poder colocar uns quotes melhores, facilitaria pra
> entender discussões mais extensas e citações múltiplas...
> Os '>' complicam um bom pouco de vez em quando... tanto que tem um cara
> ali usa 'MMx' pra deixar claro qual comentário é o mais recente na mensagem.

Não vejo nenhum problema nos '>', desde que eles sejam usados
corretamente. Eu vejo que a maioria das pessoas cita a mensagem inteira
(e às vezes nem usa os '>', o que gera um caos total) pra depois
responder, enquanto seria bem mais simples tanto pra ler quanto pra
responder citar apenas trechos e fazer os comentários pertinentes a
eles.

Particularmente acho listas melhores que fóruns, embora ambos tenham
suas vantagens.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/02/2006 20:07

Wilson, vc se esqueceu da idéia original proposta ou se confundiu!
Veja a seguir sua mensagem inicial onde faço comentários no corpo do texto, esclarecendo que a idéia proposta é exatamente a que escrevi.
....................................................
----- Original Message -----
From: Wilson Afonso
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 12, 2006 11:45 PM
Subject: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira rolante


Só para divertir o pessoal... Imaginem a seguinte situação (descrita
originalmente em
http://http//www.straightdope.com/columns/060203.html):

Um avião está estacionado em uma pista móvel (como se fosse uma esteira rolante).
[JR - Uma poderosa esteira rolante!]
O avião se move em uma direção
[JR - Apesar de estacionado entende-se que para se mover as turbinas são acionadas. O avião então se move no sentido do empuxo que as turbinas transmitem à fuselagem],
e a esteira na direção oposta
[JR - Em sentido contrário ao avião].
A esteira tem um sistema de controle que acompanha a velocidade do avião e faz com que a esteira tenha exatamente a mesma velocidade dele, na direção oposta.
[JR - Isso faz o avião permanecer praticamente parado em relação ao solo.]
A pergunta é: o avião vai conseguir decolar?
[JR - Não. Como já foi dito desde o início, por Elton e Byron, o avião não decola nessas condições, em ventos normais.]

Depois de pensar no assunto por mais tempo do que deveria, eu concordo
com o autor original: o avião decola normalmente, desde que a esteira
seja longa o suficiente (tão longa quanto a pista que o avião
precisaria para decolar na situação normal de pista fixa).

Comentários?

-Wilson
--
Wilson Roberto Afonso wafonso@gmail.com
http://www.netwhatever.com/

[]s
JR
.........................................


----- Original Message -----
From: Wilson Afonso
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, February 15, 2006 11:02 PM
Subject: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira rolante


On 2/16/06, José Renato <jrma@terra.com.br> wrote:
> Elton, vamos esclarecer algumas premissas...
> A idéia da proposta é saber se um avião a jato pousado sobre uma poderosa esteira
> rolante, que se desloca em sentido contrário ao empuxo das turbinas de tal modo que
> mantém o avião praticamente no mesmo lugar, mesmo com todas as turbinas
> aceleradas [...]

Não, não é essa a idéia da proposta. O que você escreveu acima é uma
proposta diferente da original, e é inclusive uma proposta que pode
não ser fisicamente possível. Releia o problema original.

-Wilson

Wilson Roberto Afonso wafonso@gmail.com
http://www.netwhatever.com/


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: "Wilson Afonso" <wafonso@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2006 20:19

On 2/20/06, José Renato <jrma@terra.com.br> wrote:
> Wilson, vc se esqueceu da idéia original proposta ou se confundiu!
> Veja a seguir sua mensagem inicial onde faço comentários no corpo do texto,
> esclarecendo que a idéia proposta é exatamente a que escrevi.

Não, você está colocando suposições suas no meio da proposta, e
tirando conclusões com base nas suas suposições, e não na proposta.
Meus comentários seguem abaixo.

> Um avião está estacionado em uma pista móvel (como se fosse uma esteira rolante).
> [JR - Uma poderosa esteira rolante!]

Tecnicamente, sim, mas isso é irrelevante. Podia ser um aeromodelo e
uma daquelas esteiras rolantes de aeroporto.

> O avião se move em uma direção
> [JR - Apesar de estacionado entende-se que para se mover as turbinas são acionadas. O avião então se move no sentido do empuxo que as turbinas transmitem à fuselagem],

Exatamente. Aliás, isso é importante: o avião se move porque as
turbinas (ou hélices) geram empuxo.

> e a esteira na direção oposta
> [JR - Em sentido contrário ao avião].

Exato.

> A esteira tem um sistema de controle que acompanha a velocidade do avião e faz com que a esteira tenha exatamente a mesma velocidade dele, na direção oposta.
> [JR - Isso faz o avião permanecer praticamente parado em relação ao solo.]

E aqui está o seu erro. Por que é que o movimento da esteira vai fazer
com que o avião fique parado? A proposta não diz em nenhum momento que
o avião fica parado, nem diz que a esteira se move com uma velocidade
suficiente para manter o avião parado: a velocidade é exatamente
especificada como sendo a mesma velocidade do avião, em sentido
oposto; não como "a velocidade necessária para manter o avião no mesmo
lugar".

O fato de que a esteira se move na mesma velocidade do avião e no
sentido oposto não quer dizer que o avião vai ficar parado, porque a
esteira *não* transmite para o avião a força que seria necessária para
contrabalançar o empuxo do avião. Repetindo um comentário que eu fiz
antes: pense nas forças sendo geradas e em como elas são transmitidas
ao corpo do avião. Vais ver que, não importa quão rápido a esteira se
mova, ela não transmite força suficiente ao avião para afetar
significativamente a sua velocidade.

> A pergunta é: o avião vai conseguir decolar?
> [JR - Não. Como já foi dito desde o início, por Elton e Byron, o avião não decola nessas
> condições, em ventos normais.]

Se o avião ficasse parado, claro, não decolaria. Mas ele não fica, e
decola normalmente.

-Wilson
--
Wilson Roberto Afonso wafonso@gmail.com
http://www.netwhatever.com/


SUBJECT: Re: [ciencialist] Dentro da Norma --- para todos
FROM: Nando <nando.str@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2006 21:46


Luiz Ferraz Netto wrote:

> Apreciaria consultar o Brudna sobre esse assunto e receber comentários
> dos demais listeiros da possibilidade de passarmos o C-List para "htm"
> (obviamente, contando com todos para prevenir os exageros e os
> 'enfeites' dispensáveis em nossas discussões (fundo colorido, papel de
> carta, carinhas dançantes e frescuras que tais).
>
> Em htm termos várias 'vantagens' e a possibilidade de algumas figuras
> inseridas as quais, realmente, esclarecem mais que mil palavras.

Algum cara descuidado usando o outlook express mesmo pode ter problemas
de segurança com email html, embora o envio de worms ou algumas coisas
via javascript não seja muito comum em listas...

Mas seria muito legal poder colocar uns quotes melhores, facilitaria pra
entender discussões mais extensas e citações múltiplas...
Os '>' complicam um bom pouco de vez em quando... tanto que tem um cara
ali usa 'MMx' pra deixar claro qual comentário é o mais recente na mensagem.

Caso queiram mudar, sou a favor.
Banda e velocidade não são problema aqui. :D

(aguardando o flame do _D_elton :D )



SUBJECT: Re: MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE (traducao)
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/02/2006 23:49

Olá, vai parecer bobagem mas eu preciso corrigir isto... onde eu
traduzi erradamente como "jornal de Sábado", na verdade eh "...
jornal de Domingo"... [... Sunday paper...]

Até mais, Marcelo

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr" <marcelomjr@y...>
escreveu
>
> Olá, seguem abaixo os links e o texto traduzido novamente...
>
> ABraço,
> Marcelo
>
> http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htm
>
> ingles: http://www.softcom.net/users/greebo/phil.htm
>
> MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE
>
> por Lew Paxton Price
>






SUBJECT: Fw: Inveno
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2006 10:34

Alguém viu isso?!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: marcus.fischer
Para: leobarretos
Enviada em: domingo, 19 de fevereiro de 2006 12:14
Assunto: Invenção


Olá, tudo bem, eu ví uma reportagem na globo, infelizmente não lembro o dia ou o mês, mas foi em 2005. Um rapaz estudante de eletrônica, desenvolveu um gerador químico, na reportagem aparece uma caixa de acrílico transparente (um recipiente), dentro um líquido parecido com água, mas com certeza não deve ser, e não era ácido, a caixa na parte de cima aberta, com apenas o líquido dentro, o rapaz pegou um multímetro analógico, mergulhou no líquido as duas pontas do multímetro, e o ponteiro moveu até o final da escala. Segundo o rapaz este líquido seria capaz de gerar energia elétrica para abastecer uma casa. Se for verdade merecia o prêmio nobel de química, sem falar que revolucionaria tudo, nunca mais nínguem iria depender da eletropaulo, e poderia também alimentar carros onibus e caminhões, acabaria com a poluição de São Paulo.


--------------------------------------------------------------------------------


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Free Edition.
Version: 7.1.375 / Virus Database: 267.15.10/263 - Release Date: 16/02/2006


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: molas/amortecedores
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2006 10:47

Quem tem alguma coisa sobre isso?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: rconcen
Para: leobarretos
Enviada em: domingo, 19 de fevereiro de 2006 15:16
Assunto: molas/amortecedores


Caro Professor Leo,

Em primeiro lugar gostaria de parabenizá-lo pelo site Feira de Ciências, pois ali consigo valiosa ajuda para utilização em minha atividade.
Trabalho com preparação de carros para competição e informações técnicas para esta área são difíceis de se encontrar, como por ex. cálculos de dimensionamento de molas e amortecedores, ou seja, da relação de forças aplicada entre eles, pois preciso alterar conjuntos originais do carro, para obter melhor performance.
Seria de grande ajuda se o senhor pudesse me informar, onde posso conseguir fórmulas para calcular variações entre rigidez de molas e ação de amortecedores relativos as molas.

Agradeço a atenção

Abraços,

Ricardo Concentino


--------------------------------------------------------------------------------


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Free Edition.
Version: 7.1.375 / Virus Database: 267.15.10/263 - Release Date: 16/02/2006


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Invenção
FROM: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2006 11:23

Não duvido que haja um líquido capaz de gerar energia elétrica para
abastecer uma casa. A dúvida é quanto tempo duraria essa energia. Minha
aposta é que não passaria de 10ms...

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
alvaug@daelt.sh06.com
http://alvaug.multiply.com


----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 20, 2006 10:34 AM
Subject: [ciencialist] Fw: Invenção


Alguém viu isso?!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: marcus.fischer
Para: leobarretos
Enviada em: domingo, 19 de fevereiro de 2006 12:14
Assunto: Invenção


Olá, tudo bem, eu ví uma reportagem na globo, infelizmente não lembro o dia
ou o mês, mas foi em 2005. Um rapaz estudante de eletrônica, desenvolveu um
gerador químico, na reportagem aparece uma caixa de acrílico transparente
(um recipiente), dentro um líquido parecido com água, mas com certeza não
deve ser, e não era ácido, a caixa na parte de cima aberta, com apenas o
líquido dentro, o rapaz pegou um multímetro analógico, mergulhou no líquido
as duas pontas do multímetro, e o ponteiro moveu até o final da escala.
Segundo o rapaz este líquido seria capaz de gerar energia elétrica para
abastecer uma casa. Se for verdade merecia o prêmio nobel de química, sem
falar que revolucionaria tudo, nunca mais nínguem iria depender da
eletropaulo, e poderia também alimentar carros onibus e caminhões, acabaria
com a poluição de São Paulo.


--------------------------------------------------------------------------------




SUBJECT: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2006 11:41

Wilson, vc não está entendendo o que as palavras estão dizendo, inclusive as suas próprias palavras...
Para melhor acompanhamento e entendimento faço comentários logo após JR2 - , OK?
.......................................................................
----- Original Message -----
From: Wilson Afonso
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 19, 2006 8:19 PM
Subject: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira rolante


On 2/20/06, José Renato <jrma@terra.com.br> wrote:
> Wilson, vc se esqueceu da idéia original proposta ou se confundiu!
> Veja a seguir sua mensagem inicial onde faço comentários no corpo do texto,
> esclarecendo que a idéia proposta é exatamente a que escrevi.

Não, você está colocando suposições suas no meio da proposta, e
tirando conclusões com base nas suas suposições, e não na proposta.
Meus comentários seguem abaixo.
JR2 - ?!

> Um avião está estacionado em uma pista móvel (como se fosse uma esteira rolante).
> [JR - Uma poderosa esteira rolante!]

Tecnicamente, sim, mas isso é irrelevante. Podia ser um aeromodelo e
uma daquelas esteiras rolantes de aeroporto.
JR2 - Avião é avião, aeromodelo é outra coisa...

> O avião se move em uma direção
> [JR - Apesar de estacionado entende-se que para se mover as turbinas são acionadas. O avião então se move no sentido do empuxo que as turbinas transmitem à fuselagem],

Exatamente. Aliás, isso é importante: o avião se move porque as turbinas (ou hélices) geram empuxo.
JR2 - Ufa! Essa captou legal...

> e a esteira na direção oposta
> [JR - Em sentido contrário ao avião].

Exato.
JR2 - OK!

> A esteira tem um sistema de controle que acompanha a velocidade do avião e faz com que a esteira tenha exatamente a mesma velocidade dele, na direção oposta.
> [JR - Isso faz o avião permanecer praticamente parado em relação ao solo.]

E aqui está o seu erro. Por que é que o movimento da esteira vai fazer
com que o avião fique parado? A proposta não diz em nenhum momento que
o avião fica parado, nem diz que a esteira se move com uma velocidade
suficiente para manter o avião parado: a velocidade é exatamente
especificada como sendo a mesma velocidade do avião, em sentido
oposto; não como "a velocidade necessária para manter o avião no mesmo
lugar".
JR2 - Por que será, Wilson, que eu entendi que o avião fica praticamente parado em relação ao solo? Vejamos. Se o avião está parado sobre a esteira, com as turbinas desligadas, quando a esteira se deslocar carregará o avião no mesmo sentido e na mesma velocidade dela em relação ao solo. Quando o avião aciona as turbinas e alcança a mesma velocidade da esteira(VA=VE), como está se deslocando em sentido contrário se anularão (VA = -VE donde VA + VE = 0 (zero), significando que o avião está praticamente parado em relação ao solo. Como numa esteira de andar motorizada: vc permanece praticamente no mesmo lugar andando para frente na velocidade que a esteira se desloca para trás. Sacou!

O fato de que a esteira se move na mesma velocidade do avião e no
sentido oposto não quer dizer que o avião vai ficar parado, porque a
esteira *não* transmite para o avião a força que seria necessária para
contrabalançar o empuxo do avião. [ ... ]
JR2 - Ao se deslocar na mesma velocidade da esteira o avião rolará sobre os pneus dos trens de pouso. Mas ficará praticamente parado em relação ao solo. Vale esclarecer esse "praticamente parado". Certamente, com o movimento da esteira, acionamento das turbinas e giro das rodas dos trens de pouso, o avião vai sacolejar um pouco, de modo que não podemos afirmar de que está *totalmente* parado em relação ao solo. Um observador próximo verá todos esses movimentos com o avião mantendo-se em sua frente, sem se deslocar nem pra frente nem pra trás.

[ ... ] Repetindo um comentário que eu fiz antes: pense nas forças sendo geradas e em como elas são transmitidas ao corpo do avião. Vais ver que, não importa quão rápido a esteira se mova, ela não transmite força suficiente ao avião para afetar significativamente a sua velocidade.
JR2 - É claro que afeta, Wilson! Entretanto, de acordo com a premissa, existe um controle fantástico que controla o empuxo das turbinas de tal modo que o avião se desloca na mesma velocidade da esteira, em sentidos contrários, vale ressaltar.

> A pergunta é: o avião vai conseguir decolar?
> [JR - Não. Como já foi dito desde o início, por Elton e Byron, o avião não decola nessas
> condições, em ventos normais.]

Se o avião ficasse parado, claro, não decolaria. Mas ele não fica, e decola normalmente.
JR2 - Pense um pouco, cara...
Se o ar que está envolvendo as asas do avião não se desloca no mesmo sentido da esteira com velocidade suficiente para permitir sua sustentação e consequentemente a decolagem, conclui-se redundantemente que ele não se sustenta no ar e, logo, não decola.

Wilson

[]s
JR
.......................................
--
Wilson Roberto Afonso wafonso@gmail.com
http://www.netwhatever.com/

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: Ajuda escolar
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2006 12:49

HELP 8a série .......

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: moniserafaela
Para: leobarretos
Enviada em: domingo, 19 de fevereiro de 2006 22:32
Assunto: Ajuda escolar


Monise Rafaela
8ª Série
moniserafaela@bol.com.br

Boa Noite Sr. Léo !!!

Estou precisando de uma ajuda para resolver um problema na escola, será que você poderia me ajudar ??

Foi passado um desafio pra resolver que é a seguinte questão,

Por que o Elemento Químico Carbono na qual o número de massas é 14 e o de prótons é 6, é muito usado na Paleontologia e também na Praqueologia ??

Sem mais e desde já agradeço sua atenção e ajuda,

Monise Rafaela


--------------------------------------------------------------------------------


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Berço de estrelas
FROM: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/02/2006 13:15

Belo universo esse...
http://www.eluniversal.com.mx/graficos/animados/nebulosa-ok.html


Esteban.


SUBJECT: Re: Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/02/2006 14:20

José Renato,

Você é mesmo teimoso, heim!

O Elton, o Byron, eu, o Léo e creio que todos aqui na lista já nos
convencemos que o avião faz sua translação em relação à Terra e ao
ar e levanta vôo sim! Agora só falta você.

[Se tem alguém que pense ainda como o José Renato, me diga]

O avião não fica parado em relação ao ar pois ele empurra o ar para
trás o que gera uma força de reação (terceira lei de Newton) para
frente. Um carro (e nós ao andar) empurra o chão para trás e por
isto vai para frente. Um avião empurra o ar para trás e por isto vai
para a frente, um nadador (ou um barco a motor ou um barco a remo)
empurra a água para trás e por isto vai para frente.

Na proposta inicial tinha:
[
> A esteira tem um sistema de controle
> que acompanha a velocidade do avião
> e faz com que a esteira tenha exatamente
> a mesma velocidade dele, na direção oposta.
]

Ora!
Que velocidade é esta detectada pelo controle da esteira para se
mover na mesma velocidade?

Não pode ser a velocidade em relação a esteira.
Só pode ser em relação a Terra.

Assim como a velocidade da esteira é em relação à Terra também.
Não pode ser a velocidade da esteira em relação a esteira. :-)

Você falou:
> ... Se o avião está parado sobre
> a esteira, com as turbinas desligadas,
> quando a esteira se deslocar carregará
> o avião no mesmo sentido e na mesma
> velocidade dela em relação ao solo.

Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO
acompanharia a esteira.
Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é
irrelevante.

Pense durante mais um TEMPO (mesmo que, PARA VOCÊ, o tempo não tenha
existência física)
:-)
:-)
:-)


[ ]'s
Hélio




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
>
> Wilson, vc não está entendendo o que as palavras estão dizendo,
inclusive as suas próprias palavras...
> Para melhor acompanhamento e entendimento faço comentários logo
após JR2 - , OK?
> .......................................................................
> ----- Original Message -----
> From: Wilson Afonso
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Sunday, February 19, 2006 8:19 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira
rolante
>
>
> On 2/20/06, José Renato <jrma@t...> wrote:
> > Wilson, vc se esqueceu da idéia original proposta ou se
confundiu!
> > Veja a seguir sua mensagem inicial onde faço comentários no
corpo do texto,
> > esclarecendo que a idéia proposta é exatamente a que escrevi.
>
> Não, você está colocando suposições suas no meio da proposta, e
> tirando conclusões com base nas suas suposições, e não na
proposta.
> Meus comentários seguem abaixo.
> JR2 - ?!
>
> > Um avião está estacionado em uma pista móvel (como se fosse
uma esteira rolante).
> > [JR - Uma poderosa esteira rolante!]
>
> Tecnicamente, sim, mas isso é irrelevante. Podia ser um
aeromodelo e
> uma daquelas esteiras rolantes de aeroporto.
> JR2 - Avião é avião, aeromodelo é outra coisa...
>
> > O avião se move em uma direção
> > [JR - Apesar de estacionado entende-se que para se mover as
turbinas são acionadas. O avião então se move no sentido do empuxo
que as turbinas transmitem à fuselagem],
>
> Exatamente. Aliás, isso é importante: o avião se move porque as
turbinas (ou hélices) geram empuxo.
> JR2 - Ufa! Essa captou legal...
>
> > e a esteira na direção oposta
> > [JR - Em sentido contrário ao avião].
>
> Exato.
> JR2 - OK!
>
> > A esteira tem um sistema de controle que acompanha a
velocidade do avião e faz com que a esteira tenha exatamente a mesma
velocidade dele, na direção oposta.
> > [JR - Isso faz o avião permanecer praticamente parado em
relação ao solo.]
>
> E aqui está o seu erro. Por que é que o movimento da esteira vai
fazer
> com que o avião fique parado? A proposta não diz em nenhum
momento que
> o avião fica parado, nem diz que a esteira se move com uma
velocidade
> suficiente para manter o avião parado: a velocidade é exatamente
> especificada como sendo a mesma velocidade do avião, em sentido
> oposto; não como "a velocidade necessária para manter o avião no
mesmo
> lugar".
> JR2 - Por que será, Wilson, que eu entendi que o avião fica
praticamente parado em relação ao solo? Vejamos. Se o avião está
parado sobre a esteira, com as turbinas desligadas, quando a esteira
se deslocar carregará o avião no mesmo sentido e na mesma velocidade
dela em relação ao solo. Quando o avião aciona as turbinas e alcança
a mesma velocidade da esteira(VA=VE), como está se deslocando em
sentido contrário se anularão (VA = -VE donde VA + VE = 0 (zero),
significando que o avião está praticamente parado em relação ao
solo. Como numa esteira de andar motorizada: vc permanece
praticamente no mesmo lugar andando para frente na velocidade que a
esteira se desloca para trás. Sacou!
>
> O fato de que a esteira se move na mesma velocidade do avião e
no
> sentido oposto não quer dizer que o avião vai ficar parado,
porque a
> esteira *não* transmite para o avião a força que seria
necessária para
> contrabalançar o empuxo do avião. [ ... ]
> JR2 - Ao se deslocar na mesma velocidade da esteira o avião
rolará sobre os pneus dos trens de pouso. Mas ficará praticamente
parado em relação ao solo. Vale esclarecer esse "praticamente
parado". Certamente, com o movimento da esteira, acionamento das
turbinas e giro das rodas dos trens de pouso, o avião vai sacolejar
um pouco, de modo que não podemos afirmar de que está *totalmente*
parado em relação ao solo. Um observador próximo verá todos esses
movimentos com o avião mantendo-se em sua frente, sem se deslocar
nem pra frente nem pra trás.
>
> [ ... ] Repetindo um comentário que eu fiz antes: pense nas
forças sendo geradas e em como elas são transmitidas ao corpo do
avião. Vais ver que, não importa quão rápido a esteira se mova, ela
não transmite força suficiente ao avião para afetar
significativamente a sua velocidade.
> JR2 - É claro que afeta, Wilson! Entretanto, de acordo com a
premissa, existe um controle fantástico que controla o empuxo das
turbinas de tal modo que o avião se desloca na mesma velocidade da
esteira, em sentidos contrários, vale ressaltar.
>
> > A pergunta é: o avião vai conseguir decolar?
> > [JR - Não. Como já foi dito desde o início, por Elton e Byron,
o avião não decola nessas
> > condições, em ventos normais.]
>
> Se o avião ficasse parado, claro, não decolaria. Mas ele não
fica, e decola normalmente.
> JR2 - Pense um pouco, cara...
> Se o ar que está envolvendo as asas do avião não se desloca no
mesmo sentido da esteira com velocidade suficiente para permitir sua
sustentação e consequentemente a decolagem, conclui-se
redundantemente que ele não se sustenta no ar e, logo, não decola.
>
> Wilson
>
> []s
> JR
> .......................................
> --
> Wilson Roberto Afonso wafonso@g...
> http://www.netwhatever.com/
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>







SUBJECT: Ajuda!!!
FROM: "vanessa giusti paiva" <vanessagiusti@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/02/2006 14:58

Olá caros amigos, mais uma vez venho aqui pedir-lhes orientação.
Estou trabalhando com fibra-de-vidro e preciso de silanizá-las antes
de introduzí-las em meu material polimérico, porém não estou
conseguindo encontrar técnicas para silanização.
Vi alguns artigos, teses e até mesmo livros, mas todos comentam muito
superficialmente e, preciso muito de alguma técnica para poder testar
em minhas fibras.
Caso alguém puder me ajudar, ficarei muito grata.
Desde já muito obrigada
Vanessa






SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Invenção
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2006 15:50

Oi Álvaro,

isso prá mim parece embuste próprio de apresentação na Globo. Observe esse trecho da mensagem:

"o rapaz pegou um multímetro analógico, mergulhou no líquido
as duas pontas do multímetro, e o ponteiro moveu até o final da escala."

Ora, bastam que as duas pontas sejam de materiais diferentes (esse é o preparo do embuste e que o apresentador nada entende) e mergulhadas no eletrólito (simples água com sal) e a agulha do multímetro (ajustado para microvolt) bate no final da escala!

Quando é que a Globo vai fazer essas 'demonstrações' acompanhadas de um 'expert' que entenda bem mais que o apresentador?

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 11:23
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Invenção


Não duvido que haja um líquido capaz de gerar energia elétrica para
abastecer uma casa. A dúvida é quanto tempo duraria essa energia. Minha
aposta é que não passaria de 10ms...

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
alvaug@daelt.sh06.com
http://alvaug.multiply.com


----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 20, 2006 10:34 AM
Subject: [ciencialist] Fw: Invenção


Alguém viu isso?!

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: marcus.fischer
Para: leobarretos
Enviada em: domingo, 19 de fevereiro de 2006 12:14
Assunto: Invenção


Olá, tudo bem, eu ví uma reportagem na globo, infelizmente não lembro o dia
ou o mês, mas foi em 2005. Um rapaz estudante de eletrônica, desenvolveu um
gerador químico, na reportagem aparece uma caixa de acrílico transparente
(um recipiente), dentro um líquido parecido com água, mas com certeza não
deve ser, e não era ácido, a caixa na parte de cima aberta, com apenas o
líquido dentro, o rapaz pegou um multímetro analógico, mergulhou no líquido
as duas pontas do multímetro, e o ponteiro moveu até o final da escala.
Segundo o rapaz este líquido seria capaz de gerar energia elétrica para
abastecer uma casa. Se for verdade merecia o prêmio nobel de química, sem
falar que revolucionaria tudo, nunca mais nínguem iria depender da
eletropaulo, e poderia também alimentar carros onibus e caminhões, acabaria
com a poluição de São Paulo.


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http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2006 16:03

Acredito que o José Renato nunca vai entender que: se a roda do avião é livre e sem atrito, a esteira nunca o levará para a frente ou para trás! A esteira (ou solo) só está servindo para equilibrar o peso do avião, mais nada; o movimento do avião com jato ligado é independente do que a esteira faz (ir prá frente, prá trás, mais rápida ou mais lenta) --- só depende do ar ambiente. NÃO É A RODA DO AVIÃO QUE O FAZ ANDAR!

SE assim que as turbinas são ligadas --- o piloto meter o pé no breque e calcar até a 'tábua' --- ai é outra história --- e eu nem gostaria de estar por perto para ver o que vai acontecer!
De início a esteira começará a levar o avião para trás (voltando para o hangar), mas o giro da turbina começa a aumentar, o atrito entre pneu e esteira aumenta (a força do motor elétrico que puxa a esteira aumenta -- a corrente no motor aumenta), o avião avança um pouquinho mais, a velocidade para trás da esteira aumenta, o grito do giro da turbina alcança os 6000 Hz , o atrito estático é vencido, passa para atrito dinâmico, a força impulsora é agora maior que o atrito, o avião avança mais --- e ninguém mais segura o bicho --- sai queimando pneu e tudo pode acontecer dai prá frente!

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 14:20
Assunto: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


José Renato,

Você é mesmo teimoso, heim!

O Elton, o Byron, eu, o Léo e creio que todos aqui na lista já nos
convencemos que o avião faz sua translação em relação à Terra e ao
ar e levanta vôo sim! Agora só falta você.

[Se tem alguém que pense ainda como o José Renato, me diga]

O avião não fica parado em relação ao ar pois ele empurra o ar para
trás o que gera uma força de reação (terceira lei de Newton) para
frente. Um carro (e nós ao andar) empurra o chão para trás e por
isto vai para frente. Um avião empurra o ar para trás e por isto vai
para a frente, um nadador (ou um barco a motor ou um barco a remo)
empurra a água para trás e por isto vai para frente.

Na proposta inicial tinha:
[
> A esteira tem um sistema de controle
> que acompanha a velocidade do avião
> e faz com que a esteira tenha exatamente
> a mesma velocidade dele, na direção oposta.
]

Ora!
Que velocidade é esta detectada pelo controle da esteira para se
mover na mesma velocidade?

Não pode ser a velocidade em relação a esteira.
Só pode ser em relação a Terra.

Assim como a velocidade da esteira é em relação à Terra também.
Não pode ser a velocidade da esteira em relação a esteira. :-)

Você falou:
> ... Se o avião está parado sobre
> a esteira, com as turbinas desligadas,
> quando a esteira se deslocar carregará
> o avião no mesmo sentido e na mesma
> velocidade dela em relação ao solo.

Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO
acompanharia a esteira.
Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é
irrelevante.

Pense durante mais um TEMPO (mesmo que, PARA VOCÊ, o tempo não tenha
existência física)
:-)
:-)
:-)


[ ]'s
Hélio



SUBJECT: Re: Fw: Invenção
FROM: Robespierre B. Gonçalves <pierre@click21.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/02/2006 17:43

Seria preciso que a C-List inteira fizesse xixi... :D

Mas pensando bem, o líquido poderia ser alga salgada e o multimetro
ajustado para medir resistencia. Assim seria fácil enganar um
repórter...

[]s,
Pierre

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto" <alvaro@d...>
escreveu
>
> Não duvido que haja um líquido capaz de gerar energia elétrica para
> abastecer uma casa. A dúvida é quanto tempo duraria essa energia.
Minha
> aposta é que não passaria de 10ms...
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto de Almeida
> alvaug@d...
> http://alvaug.multiply.com
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@u...>
> To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Monday, February 20, 2006 10:34 AM
> Subject: [ciencialist] Fw: Invenção
>
>
> Alguém viu isso?!
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: marcus.fischer
> Para: leobarretos
> Enviada em: domingo, 19 de fevereiro de 2006 12:14
> Assunto: Invenção
>
>
> Olá, tudo bem, eu ví uma reportagem na globo, infelizmente não
lembro o dia
> ou o mês, mas foi em 2005. Um rapaz estudante de eletrônica,
desenvolveu um
> gerador químico, na reportagem aparece uma caixa de acrílico
transparente
> (um recipiente), dentro um líquido parecido com água, mas com
certeza não
> deve ser, e não era ácido, a caixa na parte de cima aberta, com
apenas o
> líquido dentro, o rapaz pegou um multímetro analógico, mergulhou no
líquido
> as duas pontas do multímetro, e o ponteiro moveu até o final da
escala.
> Segundo o rapaz este líquido seria capaz de gerar energia elétrica
para
> abastecer uma casa. Se for verdade merecia o prêmio nobel de
química, sem
> falar que revolucionaria tudo, nunca mais nínguem iria depender da
> eletropaulo, e poderia também alimentar carros onibus e caminhões,
acabaria
> com a poluição de São Paulo.
>
>
> --------------------------------------------------------------------
------------
>







SUBJECT: Mais uma tentativa para o JR - Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/02/2006 17:48

Olá JR

Acho que todos já tentaram explicar, mas vou dar mais um palpite.

Tente imaginar que o avião está sobre a esteira, mas não a toca. Ou seja, está suspenso por fios e suas rodas não tocam a esteira. As turbinas são ligadas e a esteira começa a girar em sentido contrário a direção do avião.

Há alguma forma de a esteira levar o avião para trás? Claro que não..:-) Mas antes que ache o exemplo absurdo, pense no que significam "rodas livres". Significa que, se não há forma de transmitir as forças da esteira para o avião, esteja ele pendurado em fios sem tocar a esteira, ou esteja ele sobre a esteira, MAS COM RODAS LIVRES, não há porque o avião ser mantido "parado" em relação ao solo.

Para isso, o atrito entre os rolamentos das rodas do avião, que são mínimos, deveriam ser capazes de compensar o empuxo das turbinas, o que, evidentemente, ele não pode fazer. SE, e esse é um enorme se, os freios estivessem travados, como lembrou o LEO, a esteira poderia aplicar forças no avião. Mas com RODAS LIVRES isso é impossível, e o avião vai, certamente, levanter voo.

Você diz que avião é avião e aeromodelo é aeromodelo, mas está enganado. Aeromodelos são usados para testar forças fisicas envolvidas no voo. Se colocar um aeromodelo em uma esteira de malas de aeroporto, vai entender bem melhor. O aviãozinho vai decolar, mesmo com a esteira rodando sob ele, se o empuxo de suas hélices superar o atrito das rodas, que será, mesmo nesse caso, mínimo. Por outro lado, se puser um "carrinho" à motor, este realmetne vai ficar parado sobre a esteira, porque ele depende justamente do atrito com a esteira para se mover. Mas, se for um carrinho movido a jato, ou mesmo hélices, ele se moverá, não importa a velocidade da esteira (eu quase gostaria de fazer um experimento para você se convencer que é assim que vai funcionar..:-)

Pense em termos físicos, JR. Calculamos a força de atrito dos rolamentos da roda do avião, e encontramos um valor X. É este a força que a esteira pode aplicar no avião. Agora, calculamos a força das turbinas, 4000X (quatro mil X). Como é possível afirmar que, colocando essas duas forças em oposição, elas de alguma forma se "compensem"? Esqueça as rodas de carro, que receberiam 4000X de força da esteira, caso esta girasse sob elas, mas pense nas rodas livres do avião, que só recebem forças pelo atrito de seus rolamentos.

JR, o principal é entender que a esteira NÃO tem como aplicar forças no avião, apenas o minimo no atrito das rodas. Pense, se a esteira começar a rodar com um "tranco" e não com velocidade lenta, nem um movimento pequeno para tras o avião fará,. já que o "tranco" vencerá o mínimo atrito, e a esteira rodará sem mover o avião. É o mesmo princípio que permite que mágicos (ou garçons muito bons) tirem a toalha da mesa sem derrubar os pratos e copos sobre ela.

Apenas se as rodas estivesem "presas" na esteira, o que não acontece, não é?

Um abraço.

Homero



----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 4:03 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


Acredito que o José Renato nunca vai entender que: se a roda do avião é livre e sem atrito, a esteira nunca o levará para a frente ou para trás! A esteira (ou solo) só está servindo para equilibrar o peso do avião, mais nada; o movimento do avião com jato ligado é independente do que a esteira faz (ir prá frente, prá trás, mais rápida ou mais lenta) --- só depende do ar ambiente. NÃO É A RODA DO AVIÃO QUE O FAZ ANDAR!

SE assim que as turbinas são ligadas --- o piloto meter o pé no breque e calcar até a 'tábua' --- ai é outra história --- e eu nem gostaria de estar por perto para ver o que vai acontecer!
De início a esteira começará a levar o avião para trás (voltando para o hangar), mas o giro da turbina começa a aumentar, o atrito entre pneu e esteira aumenta (a força do motor elétrico que puxa a esteira aumenta -- a corrente no motor aumenta), o avião avança um pouquinho mais, a velocidade para trás da esteira aumenta, o grito do giro da turbina alcança os 6000 Hz , o atrito estático é vencido, passa para atrito dinâmico, a força impulsora é agora maior que o atrito, o avião avança mais --- e ninguém mais segura o bicho --- sai queimando pneu e tudo pode acontecer dai prá frente!

[]'

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 14:20
Assunto: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


José Renato,

Você é mesmo teimoso, heim!

O Elton, o Byron, eu, o Léo e creio que todos aqui na lista já nos
convencemos que o avião faz sua translação em relação à Terra e ao
ar e levanta vôo sim! Agora só falta você.

[Se tem alguém que pense ainda como o José Renato, me diga]

O avião não fica parado em relação ao ar pois ele empurra o ar para
trás o que gera uma força de reação (terceira lei de Newton) para
frente. Um carro (e nós ao andar) empurra o chão para trás e por
isto vai para frente. Um avião empurra o ar para trás e por isto vai
para a frente, um nadador (ou um barco a motor ou um barco a remo)
empurra a água para trás e por isto vai para frente.

Na proposta inicial tinha:
[
> A esteira tem um sistema de controle
> que acompanha a velocidade do avião
> e faz com que a esteira tenha exatamente
> a mesma velocidade dele, na direção oposta.
]

Ora!
Que velocidade é esta detectada pelo controle da esteira para se
mover na mesma velocidade?

Não pode ser a velocidade em relação a esteira.
Só pode ser em relação a Terra.

Assim como a velocidade da esteira é em relação à Terra também.
Não pode ser a velocidade da esteira em relação a esteira. :-)

Você falou:
> ... Se o avião está parado sobre
> a esteira, com as turbinas desligadas,
> quando a esteira se deslocar carregará
> o avião no mesmo sentido e na mesma
> velocidade dela em relação ao solo.

Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO
acompanharia a esteira.
Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é
irrelevante.

Pense durante mais um TEMPO (mesmo que, PARA VOCÊ, o tempo não tenha
existência física)
:-)
:-)
:-)


[ ]'s
Hélio



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SUBJECT: Re: MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE (traducao)
FROM: Robespierre B. Gonçalves <pierre@click21.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/02/2006 17:51

Olá Amauri!

Parece que dessa vez concordamos: o cara é "mucho loco"! Se antes eu
achei elegante o texto sobre o tempo, dessa vez ele esta além de
errado, doido!

[]s,
pierre

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Voltaire "
<amaurij@g...> escreveu
>
> ????????????
>
> Em 18/02/06, marcelomjr <marcelomjr@y...> escreveu:
> >
> >
> >
http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htmhttp://www.softc
om.net/users/greebo/phil.htmMITOS,
> > FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE por Lew Paxton Price Adicionado ao
website em
> > 19 de Outubro, 2005.
> > Muito do que se segue foi tomado de Behind Light's Illusion.
> > Copyright (C) 1999, 2000, 2001, 2005 por Lew Paxton Price
> > Algo dele é também encontrado em Introduction to Advanced Ether
Theory
> > neste website. Main Menu Todas as coisas no mundo vem do Ser.
> > E o Ser vem do Não-Ser.
> > Lao Tzu
> > Mitos, fábulas e estórias passadas a nós da antiguidade são
fontes de
> > informação vital se elas são corretamente usadas. Comumente a
narrativa usa
> > pessoas, animais, ou deuses que são semelhantes a pessoas ou
animais como um
> > meio de expressar idéias. Isto é feito porque tais narrativas são
mais
> > facilmente lembradas, e a memória era muito importante em um
tempo quando a
> > escrita não tinha ainda sido inventada.
> >
> > Em minha pesquisa sobre antigas civilizações, tornou-se óbvio que
os
> > mitos, fábulas e estórias existem por várias razões. Algumas
destas razões
> > são dadas abaixo.
> >
> > 1. Elas são meios de lembrar lugares ou coisas.
> >
> > 2. Elas são meios de lembrar conceitos.
> >
> > 3. Elas são meios de recordar a história em uma forma
condensada.
> >
> > 4. Elas são meios de apresentar teorias complexas em uma forma
mais
> > condensada e mais facilmente visualizada.
> >
> > 5. Elas são maneiras de fazer alguns dos acima, todos dos
acima, ou
> > mais.
> >
> >
> > Quando eu era um bocado mais jovem, eu ganhei um livro dos contos
de Tio
> > Remus (as estórias de Brer Rabbit). As crianças hoje não são
permitidas ao
> > privilégio de lerem aquele livro porque algumas pessoas eram tão
estúpidas
> > que elas pensaram que o livro estava desmerecendo [condescending]
pessoas
> > negras. Na verdade, o livro era uma coleção de fábulas
apresentando a
> > sabedoria prática de Tio Remus e seu modo charmoso, magnificente
de
> > oferecê-la aos jovens. Correção política tem um modo de atirar em
si própria
> > no pé.
> >
> > As Fábulas de Aesop era um outro modo de fazer o mesmo tipo de
coisa que
> > as estórias de Brer Rabbit fizeram. No entanto, para meu
conhecimento estas
> > fábulas podem ainda ser adquiridas por pessoas jovens. Os títulos
dos
> > Aborígenes Australianos estão ainda disponíveis também.
> >
> > Quando eu primeiro comecei a fazer minha própria tradução do
Livro de
> > Genêsis no que os Cristãos chamam o Velho Testamento, eu estava
usando o
> > trabalho de estudiosos de Léxicos para traduzir do antigo Hebreu.
Eu estava
> > também usando os números equivalentes dos glifos Hebreus para
> > decodificá-los. Como muitas pessoas tinham feito antes de mim, eu
descobri
> > que a versão hebraica do Velho Testamento era na verdade uma
cápsula do
> > tempo cheia com sabedoria que não pode ser aprendida nas escolas
de nossos
> > dias. Muitas pessoas não são realmente sérias sobre a sua
religião. Se elas
> > fossem, elas estariam fazendo sua própria tradução e os Cristão e
Judeus
> > estariam descobrindo as verdades que foram codificadas no Hebreu.
Mas a
> > maioria das pessoas em vez disso leria os quadrinhos no jornal de
Sábado ou
> > assistiria o jogo de futebol na televisão.
> >
> > Uma das coisas que parecem evidentes para mim é que os mitos de
diferentes
> > culturas comumente tem a mesma causa raiz. Por exemplo os
Sumerianos, os
> > Hebreus, os Índios Hopi, e outros todos têm o mito do grande
dilúvio.
> > Tomados como um todo, os mitos apontam para um tempo antes da
história
> > registrada quando haviam outras civilizações, cada uma delas
caindo presa de
> > um desastre natural. Muitas destas civilizações não eram
inferiores a nossa,
> > e algumas parecem ter descoberto informação que nós estamos
somente
> > começando a descobrir.
> >
> > Parece-me que esta teoria de éter dinâmico era conhecida, aceita,
e usada
> > em um tempo no passado distante junto com numerosas outras
pérolas de
> > sabedoria. Quando o desastre ocorreu que destruíu a maioria dos
professores
> > e bibliotecas, a informação foi passada adiante como mito de modo
que ela
> > pudesse emergir e auxiliar os sobreviventes muitas gerações mais
tarde.
> >
> >
> > Há um princípio fundamental que eu descobri incorporado dentro da
física
> > do universo. O mesmo princípio foi revelado pelos professores
antigos.
> > Benoit Mandelbrot e outros envolvidos em teoria fractal
recentemente
> > descobriram-na. Stephen Wolfram em sua pesquisa com programas de
computador
> > também a descobriu. As coisas complexas no universo são a
consequencia de
> > coisas muito simples. Se nós desejamos achar as respostas
corretas, nós
> > devemos trabalhar de volta àquelas coisas simples, descobrindo
suas
> > consequencias, camada por camada, até nós chegarmos na
simplicidade
> > fundamental.
> >
> > Ao descobrir as consequências do princípio fundamental, nós
descobrimos
> > que o mundo, esta realidade, é provavelmente tanto de uma
realidade quanto
> > pode haver, mas ela não é o que parece. As coisas parecem ser
sólidas porque
> > elas são feitas de moléculas que são feitas de átomos que são
feitos de
> > entidades subatomicas, um dos quais é o elétron. O elétron emite
coisas
> > chamadas fótons de luz que atingem nossos olhos de modo que nós
vemos o que
> > parece ser uma realidade de coisas tangíveis. Os físicos de
partículas
> > pensam sobre os fótons como partículas que vibram, mas isto não
explica tudo
> > sobre eles.
> >
> > Há muitos tipos de "fótons" de energia eletromagnética que se
extendem do
> > que parece ser ondas muito longas de rádio a ondas muito curtas
de radição
> > cósmica. A oitava de luz visível é uma oitava de um espectro de
> > aproximadamente 28 oitavas. Novas oitavas nas extensões mais
baixas estão
> > sendo descobertas, tal como o "som" de um buraco negro. Se nós
vissemos
> > todas as oitavas de uma vez, a vista seria muito confusa para nós
> > compreendermos, as cores misturariam-se em maneiras que seria
ininteligível,
> > e nós não seriamos capazes de perceber objetos como sendo
sólidos. É somente
> > por limitar nosso aparato sensório à oitava de luz visível que
nós podemos
> > ver um mundo que para nós é compreensível e tangível.
> >
> > Mesmo se nós vermos todas as oitavas de radiação eletromagnética,
nós não
> > seriamos capazes de ver átomos, suas partes constituíntes, e as
ondas de
> > energia que vêm deles. Mesmo embora nós possamos ver por meio de
energia dos
> > fótons, nós não veriamos os fótons em si mesmos ou as ondas das
quais eles
> > são na verdade compostos. Se nós tivessemos um sentido que
pudesse ver
> > átomos, suas partes constituíntes, e fótons, nós veríamos um
mundo de
> > partículas "aparentes" que estariam tão amplamente separadas que
os tão
> > falados objetos sólidos apareceriam como uma névoa muito fina.
> >
> > Para nós percebermos o mundo que nós conhecemos, nosso sentido de
tempo
> > dever estar muito lento quando comparado ao tempo do átomo, suas
partes
> > constituíntes, e a energia que vem deles. Quando nós tocamos
alguma coisa
> > que nós pensamos como sólida, nós estamos meramente colocando
nossas partes
> > subatomicas movendo-se rapidamente próximas das partes subatomicas
> > movendo-se rapidamente dos objetos que nós estamos tocando. É
algo como ter
> > duas hélices [propellors] girando rapidamente tocando uma a
outra, mas ainda
> > mais esotérico, porque é o "campo" de energia de nossos dedos e
do objeto
> > que estão realmente tocando-se. Nós somos seres de energia, e o
mundo é um
> > mundo de energia. Se os átomos e suas partes constituíntes
ficassem mais
> > lentos para nosso nível de percepção, os objetos que eles
constituem não
> > dariam energia bastante para permanecer separados um do outro, e
nós
> > estaríamos em um mundo que apareceria para nós como caos.
> >
> > Nossos outros sentidos são também baseados sobre nosso sentido de
tempo
> > mais lento e as limitações de seus mecanismos. Assim o mundo como
nós o
> > percebemos é uma ilusão, um show que é possível através de
sentidos que
> > permitem-nos ser ignorantes da realidade. É muito semelhante a
ilusão do
> > teatro na qual a audiência está vendo somente o palco iluminado
quando a
> > ação está sendo ensenada, em oposição ao que se passa atrás, ao
redor,
> > antes, e depois de cada cena. Mas nós somos mais do que uma
audiência
> > assistindo uma peça. Nós somos os ensenadores no palco, ensenando
nossas
> > partes de acordo com os ditados aparentes da ilusão.
> >
> >
> > De acordo com sabedoria muito antiga, há uma Pirâmide de
Princípios que
> > existe no Plano do Eterno. O Plano do Eterno não está localizado
em qualquer
> > tempo particular porque ele tem existido para sempre, e
continuará a existir
> > para sempre. Além disso, ele tem estado em todo universo que
existiu, está
> > em todo universo existindo agora, e existirá em cada universo que
existirá.
> > É um plano destinado somente para conter a Pirâmide de
Princípios, e estes
> > princípios estão sempre presentes em todo lugar e em todo momento.
> >
> > Alguns destes princípios são as leis, regras, axiomas, e
postulados que
> > são muito fundamentais tais como um é unidade, um mais um é dois,
zero é a
> > soma de uma combinação infinita de números negativos e positivos,
espaço tem
> > três dimensões, triângulos formam estruturas rígidas, vida é o
princípio
> > ordenador, morte é o princípio desordenador necessário para criar
mais
> > blocos construtores para a vida usar, e a soma de tudo é nada.
Outros são
> > consequência dos princípios mais fundamentais, tal como aqueles
> > relacionando-se a química, biologia, sociologia, ou história.
> >
> > A pirâmide é a ordenação dos princípios, com os mais fundamentais
achados
> > próximos da ponta, e aqueles que são consequência de muitas
consequências
> > achados muito distante da ponta. A parte da pirâmide distante da
ponta é
> > infinita. Os princípios consequêntes continuam a abundar a partir
daqueles
> > mais próximos da ponta e cada camada de princípios consequentes
gera a base
> > para uma outra camada de princípios consequentes. Alguns dos
antigos
> > chamaram isto o poço sem fundo do conhecimento, onde alguém deve
usar mais e
> > mais memorização [rote memory] para aprender as consequências,
assumindo que
> > os princípios mais fundamentais não foram descobertos. O truque
para dominar
> > o poço sem fundo é mover-se para cima para os fundamentais de
modo que a
> > razão pode ser usada para mover-se para baixo em vez de simples
memorização.
> > Pareceria que a ciência hoje confia muito na memorização e tem
falhado de
> > mover-se até os fundamentais os quais estão ocultos embaixo de
suas
> > consequências.
> >
> > Em um sentido, a pirâmide é invertida. O princípio fundamental o
qual é a
> > base de todos os princípios é sua ponta e tudo o mais segue-se.
Cada camada
> > superior da pirâmide é a fundação para os princípios achados na
camada
> > inferior adjacente.
> >
> > A pirâmide, seus princípios, e o plano no qual eles residem não
dependem
> > de nada. Nenhuma pessoa ou mente necessita estar presente para
apreciá-los.
> > Eles estão presentes independentemente. Nenhum universo necessita
estar
> > presente para contê-los. De fato, universos somente demonstram a
existência
> > da pirâmide, seus princípios, e o plano no qual eles residem. No
entanto,
> > eles são a fundação de todos os universos.
> >
> > Alguns exemplos dos princípios ou leis no topo da pirâmide são
aqueles da
> > matemática simples, aquele da inércia, a lei do quadrado inverso,
o teorema
> > Pitagórico, e suas consequências imediatas (uma das quais é a
dilatação do
> > tempo). Algumas das menos publicadas leis que são muito
importantes são
> > discutidas abaixo.
> >
> > Um dos meus colegas de classe, Fred Porter, explicou-me outro dia
que
> > menor é melhor de muitas maneiras. Circuitos impressos menores
significam
> > que a eletricidade tem menos distância para viajar. Nós iniciamos
com
> > circuitos de fios de cobre que foram colocados em coisas como
rádios (de uma
> > olhada em uma loja de antiguidades nos velhos modelos de base
Zenith que
> > somente usavam AM) e agora nós temos circuitos impressos que são
menores do
> > que a cabeça de um alfinete e fazem mais, muito mais rápido, com
menos
> > energia do que faziam os velhos circuitos de fios. Algum dia, nós
podemos
> > ter algum que funcione como aqueles das células de nossos
próprios corpos
> > que são provavelmente (devido a evolução) os menores que alguma
vez serão
> > possíveis. Assim menor significa mais rápido, mais eficiente, com
menos
> > material usado e consequentemente menos gastos incorridos, e com
menos
> > espaço tomado que pode ser usado para outras coisas. Isto produz
> > computadores mais rápidos com mais espaço de estocagem e o
derradeiro é
> > provavelmente o que nós já tendemos a usar ocasionalmente, nossos
cérebros.
> >
> > Menor é também mais durável. John Campbell, que foi uma vez o
editor de
> > Analog Science Fiction, Science Fact Magazine, escreveu um
editorial inteiro
> > sobre a força de organismos biológicos ser uma função de área
transversal de
> > ossos e músculos, enquanto peso é uma função de volume. Área é uma
> > quantidade quadrada e volume uma quantidade cubica. Assim quando
um
> > organimso aumenta seu tamanho, sua força cresce somente como o
quadrado de
> > seu tamanho e seu peso cresce como o cubo de seu tamanho. Isto
significa que
> > a força do organismo por razão de peso decresce quando seu
tamanho aumenta.
> > Em liguagem comum, entes gigantes nesta gravidade não podem
existir, e ratos
> > podem ser soltos de uma altura de milhares de pés sem injuria
enquanto
> > elefantes podem ser soltos de seis pés e quebrar todas as quatro
pernas.
> > Também, animais grandes comem mais do que animais pequenos.
Lembre-se que
> > durante extinções em massa do planeta, foram os grandes animais
que
> > morreram. Claro, baleias fazem melhor do que elefantes porque
elas flutuam
> > na água, e um elefante na Lua se daria melhor porque a lua tem
somente
> > aproximadamente um sexto da gravidade da Terra.
> >
> > Isaac Asimov disse-nos que nós evoluímos a partir de animais de
uma única
> > célula que usaram o oceano como sua fonte de nutrição e meio de
remoção de
> > resíduo. O animal de única célula juntou-se a outros animais de
única célula
> > para tornar-se um organismo multicelular. Quando os organismo
multicelulares
> > moveram-se para longe do oceano, eles carregaram-no com eles em
forma de
> > sangue. De fato, nós ainda somos gestalts de células únicas
cheias de
> > oceano, e temos dois cérebros que são conectados por um cabo
biológico. Nós
> > nos movemos, pensamos, e reagimos muito lentamente porque nós
somos tão
> > grandes. Ainda assim, nós somos gestalts quase-inteligentes e
alguns de nós
> > podem reconhecer nossas limitações.
> >
> >
> > Há um mito antigo sobre um Não-Ser [No-Thing] o qual estava
vivendo
> > sozinho na Eternidade. O Não-Ser contorceu-se e mudou para
diferentes
> > estados, ainda assim Sua soma era sempre Não-Ser (nada).
Primitivo,
> > ignorante, e sozinho, Ele experimentou tédio quase insuportável.
> >
> > Enquanto a Eternidade continuava, Ele tentou terminar sua agonia.
> > Finalmente, quase por acaso, Ele contorceu-se em um ponto o qual
cresceu em
> > uma esfera rotatória, expandindo-se rapidamente, extendendo-se
para fora,
> > consistindo de camadas alternadas de positividade e negatividade,
cada
> > camada um fluído não-particulado, cada camada um universo entre
um infinito
> > de universos. Isto foi o Verbo, a Vibração, o Som, o Tom, o Lu
primal, que
> > criou os universos.
> >
> > Os universos desenvolveram sois, planetas, e luas. Eventualmente,
vida
> > inteligente evolveu, provendo o Não-Ser com verdadeiro
pensamento. O Não-Ser
> > começou a aprender. Porque Ele estava sozinho Ele era Um, e
quando Ele foi
> > dividido nos primeiros estados de positivo e negativo, Ele era
dois.
> > Dividido em muitos, Ele poderia experimentar separação e
continuar a
> > aprender de suas próprias criações, subdivisiões de Si mesmo.
> >
> > Enquanto o eterno Lu continua a ressoar, os universos continuarão
a ser
> > criados e o Um continuará a aprender, como formas de arte e
estórias
> > desdobram-se nos universos, cada um dos quais opera a partir de
princípios
> > fundamentais que sustentam princípios menores para formar um
totalidade
> > automática.
> >
> >
> > Da antiga Índia vem um ensinamento de que Brahma (alma suprema do
> > universo) sopra os universo para a existência. Este Brahma
consiste de uma
> > trindade de deidades: Brahma o Criador, Vishnu o Preservador, e
Siva o
> > Destruidor. A flauta é o instrumento de Krishna, o oitavo avatar
de Vishnu o
> > Preservador. Isto é uma maneira de dizer que os universos são
preservados
> > através da vibração de uma nota musical sustentada. Muitos dos
mitos antigos
> > e ensinamentos tocam sobre múltiplos universos formados e
sustentados a
> > partir da vibração.
> >
> > Há um ensinamento, trazido da antiguidade, de que tudo é
Existência
> > [Beingness] que é eterna, não tendo nenhum início e nenhum fim,
aquilo que
> > era, é, e sempre será. Esta Existência é também conhecida como o
Não-Ser,
> > ainda assim Ele é tudo. Ele é algumas vezes chamado de o Centro
dos
> > Turbilhões [Center of Whirlings]. O universo é composto de Seu
corpo e tudo
> > o que está no universo é feito de Seu corpo. Seu corpo é
realmente o
> > matérial da mente, um fluído perfeito, o qual é condensado e
separado para
> > tornar-se tudo o que nós conhecemos. E tudo o que nós conhecemos
está aqui
> > para executar uma dança para Seu entretenimento, a Dança da Vida.
> >
> >
> > Talvez, o universo tenha sido feito por um Criador que era muito
sábio.
> > Este Criador sabia que Ele/Ela poderia começar com alguns
conceitos muito
> > simples, virtualmente nada em materiais, e deixar a Eternidade
continuar.
> > Tudo tomaria conta de si mesmo. Pense sobre isso como fazendo uma
massa para
> > um bolo, colocando a massa no forno, e então esperando para ela
tornar-se um
> > bolo. Talvez o seguinte mito (um composto de muitos mitos) tenha
alguma
> > verdade nele.
> >
> > O Criador, chamado o Eterno (uma Existência que era, é, e sempre
será)
> > sempre existiu e existe na eternidade, um estado de duração
infinita, uma
> > dimensão no sentido de que ela era e é uma extensão em duas
direções. Uma
> > direção é o passado, e a outra é o futuro. O presente é meramente
um ponto
> > que separa o passado do futuro, e o qual move-se ao longo desta
dimensão.
> > Com a duração estava e está o vázio, três outras dimensões as
quais movem-se
> > com o Eterno ao longo da linha do tempo da eternidade.
> >
> > No início, o Eterno dividiu o vázio (a inexistência) em dois
fluídos, um
> > positivo e o outro negativo, separados por um comprimento muito
pequeno da
> > linha do tempo ao longo da dimensão da eternidade. A separação ao
longo da
> > linha do tempo não era o bastante para conter suas existências
repentinas em
> > uma forma concentrada, de modo que quando estes dois fluídos
começaram a
> > expandir a partir dos pontos separados pelo tempo, partes deles
tocaram-se.
> >
> > Onde os fluídos tocaram-se, inexistência foi criada a partir de
suas
> > positividades e negatidades, e buracos foram formados nos
universos que eles
> > estavam para tornarem-se. Inércia é simplesmente o estado de
fazer o que
> > alguma coisa está fazendo até ela ser perturbada por alguma coisa
mais, e
> > inércia é a razão por que os vórtices formam-se quando fluídos
voltam-se
> > abruptamente para dentro de um buraco para adotar um novo curso
para seu
> > movimento. Portanto, os dois fluídos, cada qual com sua inércia,
formaram
> > vórtices, permitindo algo do fluído constituinte mover-se para
dentro dos
> > buracos para usar força centrifuga e assim manter os buracos
abertos. Os
> > vórtices que continuaram a existir tinham influxo com vetores
radiais e
> > tangenciais.
> >
> > No início havia o caos. Os buracos que não ficaram abertos foram
> > transformados em multiplicidades de ondas dentro do fluído, e
algumas destas
> > ondas formaram outros buracos com alguns vórtices duráveis.
Alguns dos
> > vórtices reagiram uns com os outros para formar átomos e foram
então
> > rompidos [torn asunder] para tornarem-se vórtices separados
novamente e mais
> > ondas. Com a passagem do tempo, o fluído expandiu-se para dentro
do vázio
> > suficientemente para permitir aos vórtice criarem ordem. No
universo
> > ordenado que se seguiu, o influxo em si mesmo (a resultante dos
dois
> > vetores) era carga. O vetor radial do influxo era micro-gravidade
e, com a
> > concentração de vórtices, gravidade. O vetor tangencial de
influxo para
> > certas vortículas, quando as vortículas vibravam, tornou-se luz.
Nosso
> > conceito de tempo nasceu porque a ordem permitiu movimento
regular com o
> > qual medi-lo.
> >
> > Enquando a eternidade continuava e mais tempo passava, nosso
universo como
> > nós o conhecemos foi formado, com expansão acelerada continua
causada pela
> > pressão do fluído constituínte oposta àquela do espaço vázio para
dentro do
> > qual ele expandiu. Seres começaram a evolver que perceberiam seu
universo
> > como o único universo, e que aceitariam outros estranhos
conceitos em sua
> > ignorância.
> >
> > Enquanto o tempo passava, estes seres desenvolveram uma ciência
primitiva,
> > chamando a razão do fluído constituínte movendo-se para dentro
dos buracos
> > massa; o estado de movimento dentro do espaço repouso, movimento
uniforme,
> > ou velocidade; mudança a partir do repouso ou movimento uniforme
aceleração;
> > o produto de massa e aceleração força; o produto de força e
distância
> > percorrida pela força energia; energia dividida por tempo poder;
o fluído
> > constituínte éter; a separação do espaço em segmentos de
dimensões volume; a
> > tendência natural do fluído constituínte de resistir a força
inércia; e
> > muitos outros conceitos pelos nomes que nós agora usamos. Os
muitos nomes
> > com suas conotações frequentemente falsas começaram a mascarar a
realidade
> > simples por trás da existência. Justamente como no caso da
matemática
> > fractal, o simples foi eclipsado por suas consequencias na
Pirâmide de
> > Princípios para prover um enigma.
> >
> > Talvez o enigma colocado seja um outro meio de nos fazer atuar em
nosso
> > palco de modo que nós continuamente criemos nossa parte da Dança
da Vida e
> > assim entreter o Criador.
> >
> > Main Menu
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> >
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>
>
> --
>
>
> ("Quem quer que haja construído um novo céu, só no seu próprio
inferno
> encontrou energia para fazê-lo!" Nietszche)
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>






SUBJECT: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: "Wilson Afonso" <wafonso@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/02/2006 19:37

On 2/21/06, José Renato <jrma@terra.com.br> wrote:
> Wilson, vc não está entendendo o que as palavras estão dizendo, inclusive as suas
> próprias palavras...

Claro que estou, JR... mas vamos tentar mais uma última vez.

> Para melhor acompanhamento e entendimento faço comentários logo após JR2 - , OK?

Claro. Os meus seguem logo abaixo.

> > Um avião está estacionado em uma pista móvel (como se fosse uma esteira rolante).
> > [JR - Uma poderosa esteira rolante!]
>
> Tecnicamente, sim, mas isso é irrelevante. Podia ser um aeromodelo e
> uma daquelas esteiras rolantes de aeroporto.
> JR2 - Avião é avião, aeromodelo é outra coisa...

É a mesma coisa. Um aeromodelo é um avião pequeno. Tem hélices, tem
asas e segue os mesmos princípios. O problema em questão não depende
em nada do tamanho do avião (ou, na verdade, depende muito pouco: com
um avião muito pequeno, o atrito das rodas passa a ser mais
relevante). Na verdade, a esteira nem precisa ser muito poderosa: só
tem que sustentar o peso do avião e conseguir mover o seu próprio
peso. Como nunca se falou que o avião era um 747 (pode ser um Cessna,
ou mesmo um biplano da 1a. guerra), a esteira pode ser bem
simplezinha.

> Exatamente. Aliás, isso é importante: o avião se move porque as turbinas (ou hélices) geram empuxo.
> JR2 - Ufa! Essa captou legal...

Claro que captei. O Hélio, o Byron e o prof. Luiz também. Mas você não
captou que essa é a parte importante: as turbinas geram empuxo. Não as
rodas. Ou seja, o avião toma empuxo contra o ar, e não contra a
esteira. É por isso que o movimento da esteira não afeta o avião.

Eu estou batendo na tecla das forças há tempos, mas você ainda não
percebeu: aceleração = força / massa (a=F/m). O avião só vai ficar
parado se a resultante das forças atuando sobre ele for zero. As
turbinas estão aplicando força suficiente para mover o avião para a
frente; a esteira só impediria o avião de se mover se ela aplicasse
uma força igual a das turbinas, no sentido oposto. Mas ela não aplica
essa força, porque ela não tem como aplicá-la. A esteira só aplica
força à parte dos pneus que a tocam; estes só transmitem força ao
avião pelo atrito que fazem ao girar. Esse atrito não é, de maneira
nenhuma, equivalente à força gerada pelas turbinas.

> JR2 - Por que será, Wilson, que eu entendi que o avião fica praticamente parado em
> relação ao solo? Vejamos. Se o avião está parado sobre a esteira, com as turbinas
> desligadas, quando a esteira se deslocar carregará o avião no mesmo sentido e na
> mesma velocidade dela em relação ao solo.

Não, porque as rodas do avião não são fixas. Quando a esteira se mover
em alguma direção, as rodas do avião irão girar. *Se* a esteira se
mover devagar o suficiente para que a força aplicada seja equivalente
ao atrito das rodas com o seu eixo, sim, o avião se move. Mas se a
esteira acelerar mais do que isso, o avião não vai acompanhá-la.

> Quando o avião aciona as turbinas e alcança a mesma velocidade da esteira(VA=VE),
> como está se deslocando em sentido contrário se anularão (VA = -VE donde VA + VE =
> 0 (zero), significando que o avião está praticamente parado em relação ao solo. Como
> numa esteira de andar motorizada: vc permanece praticamente no mesmo lugar andando
> para frente na velocidade que a esteira se desloca para trás. Sacou!

De novo, você não está percebendo que o avião não toma impulso na
esteira. Andando em uma esteira, eu fico parado porque eu estou
aplicando força contra a esteira, e esta (ao se mover) impede que a
força de reação mova o meu corpo para a frente. No caso do avião, isso
não acontece: a esteira não anula a força gerada pelas turbinas.

Você não pode somar as velocidades daquela forma porque a esteira não
é o referencial do avião. A velocidade do avião é VA em relação ao ar,
que é o que o impulsiona para a frente. A velocidade da esteira é
VE=-VA em relação, também, ao ar. O efeito é que a velocidade do avião
em relação à esteira é VA+VE=2VA. É o mesmo caso de dois automóveis,
em sentidos opostos, passando um ao lado do outro: cada um tem uma
velocidade de módulo V em relação à estrada, e 2V em relação ao outro
carro.

Pense de outra maneira: imagine que o avião está pousando, e não
decolando. Ele se aproxima da esteira, no ar, a (digamos) 160km/h. A
esteira está se movendo no sentido oposto a também 160km/h. No momento
imediatamente anterior ao pouso, com o avião a centímetros da esteira,
a velocidade do avião relativamente à esteira é de 320km/h. Pelo seu
raciocínio acima, no instante que o avião tocar a esteira ele pára
imediatamente de se mover em relação ao ar (jogando o piloto pelo
vidro, provavelmente). Isso é obviamente impossível: o avião vai
correr pela esteira na sua velocidade normal (com os pneus girando ao
dobro da velocidade do avião) até aplicar os freios, quando então a
esteira vai passar a ter influência porque passará a aplicar mais
força através das rodas (graças ao atrito dos freios).

> JR2 - É claro que afeta, Wilson! Entretanto, de acordo com a premissa, existe um
> controle fantástico que controla o empuxo das turbinas de tal modo que o avião se
> desloca na mesma velocidade da esteira, em sentidos contrários, vale ressaltar.

Não sei de onde você tirou isso. A proposta original não estabelecia
nenhum controle sobre as turbinas do avião. O avião é um avião normal.

> JR2 - Pense um pouco, cara...
> Se o ar que está envolvendo as asas do avião não se desloca no mesmo sentido da
> esteira com velocidade suficiente para permitir sua sustentação e consequentemente a
> decolagem, conclui-se redundantemente que ele não se sustenta no ar e, logo, não
> decola.

Você *quase* chegou à conclusão certa e deixou escapar. A esteira,
claro, não afeta significativamente o ar acima dela. Como a força que
move o avião para a frente é justamente dependente do ar, a esteira
não anula essa força (diferentemente de uma esteira colocada sobre uma
pessoa caminhando, ou sobre um automóvel). *Se* a esteira afetasse o
ar (se fosse um túnel de vento), ela impediria, sim, que o avião se
movesse em relação ao solo, mas o avião decolaria ainda assim porque é
a sua velocidade em relação ao ar que é relevante.

Note que o seu parágrafo acima não diz nada. É óbvio que se o avião
não se mover em relação ao ar ele não decola; isso nunca esteve em
discussão.

-Wilson
--
Wilson Roberto Afonso wafonso@gmail.com
http://www.netwhatever.com/


SUBJECT: Re: MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE (traducao)
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2006 00:30

Olá, eu fiz mais algumas correcoes de portugues e de traduçao no
texto .htm...

http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htm


ABraço, Marcelo

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
<pierre@c...> escreveu
>
> Olá Amauri!
>
> Parece que dessa vez concordamos: o cara é "mucho loco"! Se antes
eu
> achei elegante o texto sobre o tempo, dessa vez ele esta além de
> errado, doido!
>
> []s,
> pierre
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Voltaire "
> <amaurij@g...> escreveu
> >
> > ????????????
> >
> > Em 18/02/06, marcelomjr <marcelomjr@y...> escreveu:
> > >
> > >
> > >
>
http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htmhttp://www.softc
> om.net/users/greebo/phil.htmMITOS,
> > > FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE por Lew Paxton Price Adicionado
ao
> website em
> > > 19 de Outubro, 2005.





SUBJECT: APROVADO -- albertofrancois <albertofrancois@pop.com.br>
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 09:04

Olá Alberto,
seja bem vindo ao C-List.
aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================


SUBJECT: Fw: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 09:13

Hélio, grato por tentar me esclarecer. Não é teimosia mas sim um posicionamento de acordo com as premissas da mensagem original. Nela não está mencionada a condição que vc inclui no final de seus comentário: "Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO acompanharia a esteira. Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é irrelevante."
Nesse caso concordo com vc de que o avião não seria transportado pela esteira... Mas não é isso o que está escrito na mensagem original, que transcrevi para responder a Wilson. Faço outros comentários no seu texto abaixo após JR3, OK?
........................................................

----- Original Message -----
From: Hélio Ricardo Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 2:20 PM
Subject: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


José Renato,

Você é mesmo teimoso, heim!

O Elton, o Byron, eu, o Léo e creio que todos aqui na lista já nos
convencemos que o avião faz sua translação em relação à Terra e ao
ar e levanta vôo sim! Agora só falta você.
JR3 - Vc incluiu uma nova premissa à proposta original... Se o atrito no eixo-rodas é zero a esteira não vai transporta transportar o avião em sentido contrário ao empuxo das turbinas. Nesse caso ele desliza e alça vôo se alcançar a velocidade necessária. Mas isso não está nas premissas iniciais, logo o que estou tratando não contempla essa condição limite acrescentada às premissas da proposta original.

[Se tem alguém que pense ainda como o José Renato, me diga]

O avião não fica parado em relação ao ar pois ele empurra o ar para
trás o que gera uma força de reação (terceira lei de Newton) para
frente. Um carro (e nós ao andar) empurra o chão para trás e por
isto vai para frente. Um avião empurra o ar para trás e por isto vai
para a frente, um nadador (ou um barco a motor ou um barco a remo)
empurra a água para trás e por isto vai para frente.

Na proposta inicial tinha:
[ > A esteira tem um sistema de controle
> que acompanha a velocidade do avião
> e faz com que a esteira tenha exatamente
> a mesma velocidade dele, na direção oposta. ]

Ora!
Que velocidade é esta detectada pelo controle da esteira para se
mover na mesma velocidade?
Não pode ser a velocidade em relação a esteira.
Só pode ser em relação a Terra.
JR3 - De acordo, é a velocidade do avião e a velocidade da esteira em relação ao solo/Terra! Sem essa inclusão extemporânea e casuística de atrito zero a velocidade detetada seria a velocidade que o avião teria em relação ao solo caso a esteira estivesse parada. Sem muito esforço, entende-se que a velocidade do avião - quando a esteira estivesse acionada em sentido contrário ao do avião - seria em relação à esteira.

Assim como a velocidade da esteira é em relação à Terra também.
Não pode ser a velocidade da esteira em relação a esteira. :-)
JR3 - ?!

Você falou:
> ... Se o avião está parado sobre
> a esteira, com as turbinas desligadas,
> quando a esteira se deslocar carregará
> o avião no mesmo sentido e na mesma
> velocidade dela em relação ao solo.

Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO acompanharia a esteira.
Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é irrelevante.
JR3 - Se... Essa condição não consta na proposta original. Como já dizia meu amigo Luiz Guimarães, ao alertar para essas questões no condicional: "Se minha vó tivesse culhões não seria minha vó, seria meu avô!!!

Pense durante mais um TEMPO (mesmo que, PARA VOCÊ, o tempo não tenha existência física)
:-)
:-)
:-)
JR3 - Pelo visto vc ainda não aceitou isso. O que vc pode fazer é colocar em movimento os neurônios durante pelo menos 1/24 avos do movimento de rotação da Terra em relação ao Sol... Ou seja uma hora. Tanto os movimentos dos neurônios como os dos astros mencionados têm existência física. Sacou!


[ ]'s
Hélio

Com a condição de atrito zero vc está correto em sua interpretação: o avião poderá até voar... Entretanto, no e-mail da proposta original e nos meus e-mails isso não é mencionado. Nesse caso o avião não vôa.
c.q.d.

[]s
José Renato
......................................................................

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
>
> Wilson, vc não está entendendo o que as palavras estão dizendo,
inclusive as suas próprias palavras...
> Para melhor acompanhamento e entendimento faço comentários logo
após JR2 - , OK?
> .......................................................................
> ----- Original Message -----
> From: Wilson Afonso
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Sunday, February 19, 2006 8:19 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira
rolante
>
>
> On 2/20/06, José Renato <jrma@t...> wrote:
> > Wilson, vc se esqueceu da idéia original proposta ou se
confundiu!
> > Veja a seguir sua mensagem inicial onde faço comentários no
corpo do texto,
> > esclarecendo que a idéia proposta é exatamente a que escrevi.
>
> Não, você está colocando suposições suas no meio da proposta, e
> tirando conclusões com base nas suas suposições, e não na
proposta.
> Meus comentários seguem abaixo.
> JR2 - ?!
>
> > Um avião está estacionado em uma pista móvel (como se fosse
uma esteira rolante).
> > [JR - Uma poderosa esteira rolante!]
>
> Tecnicamente, sim, mas isso é irrelevante. Podia ser um
aeromodelo e
> uma daquelas esteiras rolantes de aeroporto.
> JR2 - Avião é avião, aeromodelo é outra coisa...
>
> > O avião se move em uma direção
> > [JR - Apesar de estacionado entende-se que para se mover as
turbinas são acionadas. O avião então se move no sentido do empuxo
que as turbinas transmitem à fuselagem],
>
> Exatamente. Aliás, isso é importante: o avião se move porque as
turbinas (ou hélices) geram empuxo.
> JR2 - Ufa! Essa captou legal...
>
> > e a esteira na direção oposta
> > [JR - Em sentido contrário ao avião].
>
> Exato.
> JR2 - OK!
>
> > A esteira tem um sistema de controle que acompanha a
velocidade do avião e faz com que a esteira tenha exatamente a mesma
velocidade dele, na direção oposta.
> > [JR - Isso faz o avião permanecer praticamente parado em
relação ao solo.]
>
> E aqui está o seu erro. Por que é que o movimento da esteira vai
fazer
> com que o avião fique parado? A proposta não diz em nenhum
momento que
> o avião fica parado, nem diz que a esteira se move com uma
velocidade
> suficiente para manter o avião parado: a velocidade é exatamente
> especificada como sendo a mesma velocidade do avião, em sentido
> oposto; não como "a velocidade necessária para manter o avião no
mesmo
> lugar".
> JR2 - Por que será, Wilson, que eu entendi que o avião fica
praticamente parado em relação ao solo? Vejamos. Se o avião está
parado sobre a esteira, com as turbinas desligadas, quando a esteira
se deslocar carregará o avião no mesmo sentido e na mesma velocidade
dela em relação ao solo. Quando o avião aciona as turbinas e alcança
a mesma velocidade da esteira(VA=VE), como está se deslocando em
sentido contrário se anularão (VA = -VE donde VA + VE = 0 (zero),
significando que o avião está praticamente parado em relação ao
solo. Como numa esteira de andar motorizada: vc permanece
praticamente no mesmo lugar andando para frente na velocidade que a
esteira se desloca para trás. Sacou!
>
> O fato de que a esteira se move na mesma velocidade do avião e
no
> sentido oposto não quer dizer que o avião vai ficar parado,
porque a
> esteira *não* transmite para o avião a força que seria
necessária para
> contrabalançar o empuxo do avião. [ ... ]
> JR2 - Ao se deslocar na mesma velocidade da esteira o avião
rolará sobre os pneus dos trens de pouso. Mas ficará praticamente
parado em relação ao solo. Vale esclarecer esse "praticamente
parado". Certamente, com o movimento da esteira, acionamento das
turbinas e giro das rodas dos trens de pouso, o avião vai sacolejar
um pouco, de modo que não podemos afirmar de que está *totalmente*
parado em relação ao solo. Um observador próximo verá todos esses
movimentos com o avião mantendo-se em sua frente, sem se deslocar
nem pra frente nem pra trás.
>
> [ ... ] Repetindo um comentário que eu fiz antes: pense nas
forças sendo geradas e em como elas são transmitidas ao corpo do
avião. Vais ver que, não importa quão rápido a esteira se mova, ela
não transmite força suficiente ao avião para afetar
significativamente a sua velocidade.
> JR2 - É claro que afeta, Wilson! Entretanto, de acordo com a
premissa, existe um controle fantástico que controla o empuxo das
turbinas de tal modo que o avião se desloca na mesma velocidade da
esteira, em sentidos contrários, vale ressaltar.
>
> > A pergunta é: o avião vai conseguir decolar?
> > [JR - Não. Como já foi dito desde o início, por Elton e Byron,
o avião não decola nessas
> > condições, em ventos normais.]
>
> Se o avião ficasse parado, claro, não decolaria. Mas ele não
fica, e decola normalmente.
> JR2 - Pense um pouco, cara...
> Se o ar que está envolvendo as asas do avião não se desloca no
mesmo sentido da esteira com velocidade suficiente para permitir sua
sustentação e consequentemente a decolagem, conclui-se
redundantemente que ele não se sustenta no ar e, logo, não decola.
>
> Wilson
>
> []s
> JR
> .......................................
> --
> Wilson Roberto Afonso wafonso@g...
> http://www.netwhatever.com/
>

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Fios (Fase e Neutro)
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "Al Cruz" <al_cruzz@yahoo.com.br>
DATE: 21/02/2006 09:33

Sr. Alberto,

permita-me ser franco, se alguém não consegue diferenciar o fio fase de um fio neutro numa instalação domiciliar, com certeza não está em condições técnicas de proceder a uma instalação completa em uma casa ... o perigo de incêndio e as conseqüências futuras para com uma família dentro do lar não me permitem a aconselhar que continue com esse projeto.

queira desculpar,

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Al Cruz
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 15:56
Assunto: Fios (Fase e Neutro)


Prezado Léo.

Estou pensando em trocar toda a instalação elétrica da minha casa. Já tenho uma certa prática com isto, pois sempre resolvo alguns problemas relacionados a falhas elétricas aqui. Mas algo que sempre quis saber é como descobrir qual o fio FASE e o NEUTRO que chega à minha casa. E qual o melhor procedimento para fazer tal instalação. Os fios elétricos aqui de casa são todos antigos ainda, aqueles de metal. Gostaria de saber quais os fios elétricos ideais para fazer minha instalação.

Desde já muito obrigado.

Abraço.
Alberto


------------------------------------------------------------------------------


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Free Edition.
Version: 7.1.375 / Virus Database: 267.15.12/265 - Release Date: 20/02/2006


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fluxo do calor --- entropia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 09:50



Lembre-se do Álamo, digo, lembre-se que escrevi isso:
==============
Ah! Hélio e todos, ia me esquecendo! Estou terminando um texto introdutório de divulgação científica com título provisório de "O fluxo do calor" e estou tendo certas dificuldades na conceituação (ou da não conceituação) da entropia (neca de fórmulas!). Ainda hoje termino o texto e colocarei num link oculto dos consulentes no Imperdível. Apreciaria uma leitura e sugestões nesse trabalho. Depois envio o link.
===============

Eis o link oculto de olhos indiscretos:

http://www.feiradeciencias.com.br/css/fluxo_do_calor.htm

no aguardo,
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================



SUBJECT: Re: MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE (traducao)
FROM: Robespierre B. Gonçalves <pierre@click21.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2006 11:09

Olá Marcelo!

Não se preocupe com isso, o problema não está na tradução mas na
confusão de conceitos, na base da idéia de mistérios secretos
escondidos nos mitos antigos e na elevação da visão oriental do
mundo, ignorando tudo o que foi dito e escrito aqui no ocidente, mas
ao contrário, tentando superar a visão ocidental dizendo por exemplo,
que a dilatação do tempo já era conhecida pelos índios Hopi. Aquele
outro escritor, Fritjof Capra, já havia feito algo assim com o seu
Tao da Física. Misturam-se conceitos, algumas verdades e palavras
soltas tipo "Não-ser", "Eternidade", etc... e se inventa uma
nova "ciência".

Se me permite um conselho, leia muito. Não se prenda a um autor que
alega ter todas as respostas. A ciencia, diferente de uma religião ou
escola de pensamento filosófico, está pronta a descartar
seus "ídolos" em prol de uma melhor compreensão da realidade. Na
verdade, os gênios da ciência tem como o grande mérito o fato de não
terem sido superados ainda, ou se houverem sido, serem responsáveis
por uma contribuição inestimável.

Ler filosofia também acho importante, uma vez que muitos autores
foram excepcionais em suas análise de conceitos, influenciando o
pensamento da humanidade nos séculos seguintes e com ecos de seus
escritos repercutindo até hoje. O problema é que a filosofia não é
cumulativa nem se preocupa em eliminar os erros. É sempre, no fundo,
uma opinião. Mas do mesmo modo que os textos científicos, os autores
que sobrevivem para a posteridade ainda persistem por que não foram
superados. Voce mesmo pode escrever a sua visão de mundo, e se for
melhor do que os antigos, será aclamado. Mas não estará fazendo
ciência.

[]s,
Pierre

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr" <marcelomjr@y...>
escreveu
>
> Olá, eu fiz mais algumas correcoes de portugues e de traduçao no
> texto .htm...
>
> http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htm
>
>
> ABraço, Marcelo
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
> <pierre@c...> escreveu
> >
> > Olá Amauri!
> >
> > Parece que dessa vez concordamos: o cara é "mucho loco"! Se antes
> eu
> > achei elegante o texto sobre o tempo, dessa vez ele esta além de
> > errado, doido!
> >
> > []s,
> > pierre
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Voltaire "
> > <amaurij@g...> escreveu
> > >
> > > ????????????
> > >
> > > Em 18/02/06, marcelomjr <marcelomjr@y...> escreveu:
> > > >
> > > >
> > > >
> >
>
http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htmhttp://www.softc
> > om.net/users/greebo/phil.htmMITOS,
> > > > FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE por Lew Paxton Price Adicionado
> ao
> > website em
> > > > 19 de Outubro, 2005.
>







SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fios (Fase e Neutro)
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2006 12:11

Coitado do cara, ele disse que os fios elétricos da casa dele ainda
são antigos, são aqueles de metal, poxa... ele PRECISA trocar por fios
esses fios modernos, que deve ser de outra coisa, que não metal....

Falando sério, é melhor ele contratar um eletricista para fazer ums
erviço desse tamanho.


On 21/02/06, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
> Sr. Alberto,
>
> permita-me ser franco, se alguém não consegue diferenciar o fio fase de um fio neutro numa instalação domiciliar, com certeza não está em condições técnicas de proceder a uma instalação completa em uma casa ... o perigo de incêndio e as conseqüências futuras para com uma família dentro do lar não me permitem a aconselhar que continue com esse projeto.
>
> queira desculpar,
>
> aquele abraço,
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Al Cruz
> Para: leobarretos@uol.com.br
> Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 15:56
> Assunto: Fios (Fase e Neutro)
>
>
> Prezado Léo.
>
> Estou pensando em trocar toda a instalação elétrica da minha casa. Já tenho uma certa prática com isto, pois sempre resolvo alguns problemas relacionados a falhas elétricas aqui. Mas algo que sempre quis saber é como descobrir qual o fio FASE e o NEUTRO que chega à minha casa. E qual o melhor procedimento para fazer tal instalação. Os fios elétricos aqui de casa são todos antigos ainda, aqueles de metal. Gostaria de saber quais os fios elétricos ideais para fazer minha instalação.
>
> Desde já muito obrigado.
>
> Abraço.
> Alberto
>
>
> ------------------------------------------------------------------------------
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.1.375 / Virus Database: 267.15.12/265 - Release Date: 20/02/2006
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
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Elton Carvalho

"It may be bad manners to talk with your mouth full, but it isn't too
good either if you speak when your head is empty."

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Viajem rodoviária
FROM: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2006 13:48

> Uééé! quilometragem, voltagem, amperagem .... é é é ... uma coleção? Uma coleção de quilômetros rodados, uma coleção de volts aplicados, uma coleção de ampères passados?
> Não me parece que eu abandonei 'convenientemente' a interpretação (c). Ela, realmente, não se aplica.

Tens razão, eu embaracei os dedos. O que quis argumentar é que o
sufixo -agem tem várias acepções além da relação sugerida.

Uma dica para quem quiser ter acesso ao Houaiss, entre outros, é
solicitar um e-mail a qualquer amigo que tenha conta como usuário
principal na uol. Há cerca de 10 contas adicionais disponíveis e
usualmente não são utilizadas.

Abraco,
Esteban.


SUBJECT: Mais alguns exemplos p/ JR - Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 14:48

Olá JR

A questão do atrito zero é irrelevante. Foi colocada pelo Hélio (e por praticamente todos os outros que tentaram explicar à você) apenas como exagero da situação para melhorar a compreensão. É irrelevante porque a única forma de fazer alguma diferença seria se o atrito fosse de 100%, ou seja, se as rodas estivessem travadas. Qualquer outra situação, inclisive atrito zero, torna irrelevante a questão.

Veja, dissemos inumeras vezes que o atrito dos rolamentos (e não da roda na esteira) é que seria capaz de levar uma força da esteira para o avião. E este, não importa como coloque isso, será sempre mínimo, em relação a potencia das turbinas.

Vamos supor que as turbinas produzam, para atingir velocidade de voo, 4000X de força. E que o atrito dos rolamentos produza 0,01X de força. A esteira só pode aplicar ao avião, não importa a velocidade em que se desloque, 0,01X de força. Assim, as turbinas devem produzir 4000,01X de força para decolar, EM QUALQUER VELOCIDADE DA ESTEIRA.

Serão 4000X para produzir uma velocidade (em relação ao solo) de decolagem, mais o 0,01X necessário para contrabalançar a esteira.

Veja o que diz aqui:

"Nesse caso concordo com vc de que o avião não seria transportado pela esteira... Mas não é isso o que está escrito na mensagem original, que transcrevi para responder a Wilson."

Ele não será transportade se o atrito for zero. Mas será transportado apenas minimamente, se o atrito for de 0,01X, não importando a velocidade da esteira. E é isso que se recusa a levar em conta. Para um automóvel, a velocidade da esteira é fundamental para sabermos o que acontece. Justamente porque, retirando sua força motriz (o que o faz se mover) do contato com a esteira, com mais velocidade desta, mais força contrária é precisa.

Mas, para o avião, é irrelevante a velocidade da esteira, ele sempre terá, a qualquer velocidade da esteira, de vencer apenas o atrito minimo dos rolamentos. É repetitivo, eu sei, mas esteja a esteira a 10 Km/h ou a 400 Km/h, a força que ela pode passar ao avião será SEMPRE 0,01X de atrito. E isso as turbinas vencem com um mínimo de esforço..:-)

Vou criar um exemplo concreto. Um avião se encontra parado sobre uma esteira, que roda em sentido contrário a decolagem, a 100 Km/h. O avião, insisto, está parado. Apenas suas rodas tocam a esteira, e giram com ela. O avião deve manter as turbinas ligadas para se manter parado. Quanta força as turbinas devem produzir para conseguir isso?

Pense nisso, qual a força que a turbina deve fazer para manter equilibradas as forças envolvidas, e o avião parado em relação ao solo?
A resposta é, apenas o SUFICIENTE para vencer o atrito dos rolamentos. Que como já vimos, é minimo. Assim, mesmo com atrito entre os rolamentos, as turbinas de um avião sobre uma esteira que se move a 100 km/h devem produzir apenas um "sopro" para compensar. Qualquer quantidade a mais de energia, moverá o avião para frente.

Mais um exemplo, quanta força é preciso para manter uma mala parada sobre uma esteira de aeroporto? Digamos que você vê sua mala sozinha, e pretende para-la. Estica a mão e segura a mala. Sim, há um atrito na esteira, mas mesmo este, sem rodas, é pequeno frente a sua força do seu braço. Vamos tornar mais interessante, e sua mala agora tem rodinhas. Você a segura e a mantém sobre a esteira. Quanta força faz para isso?

Pouca, bem menos que se tentasse PARAR a esteira, se a mala estivesse, por exemplo, grudada na esteira. Nesse caso, seu braço seria arrancado antes de conseguir parar a mala e a esteira.

Agora, a velocidade da esteira aumenta e aumenta. Mas sua mala, com rodinhas, continua sobre ela e você a segura-la. Não importa o quanto a esteira acelere, a força que tem de fazer para manter a mala não muda muito, é sempre pequena. A esteira não consegue transferir sua força para a mala, já que as rodas são livres, com um minimo de atrito.

Agora, se a esteira, nessa situação hipotética da mala, não consegue transferir força para seu braço, mesmo com o atrito dos rolamentos das rodas, porque acha que a esteira do avião conseguiria fazer isso? As turbinas são seu braço a segurar o avião. Os rolamentos das rodas de sua mala são identicos aos do avião. O que muda, para que afirme que o avião tem de manter as turbinas em toda força, só para mante-lo parado? Lembre-se, a esteira não pode transferir força para o avião, não mais que o atrito dos rolamentos permite.

Espero que agora compreenda onde está seu engano neste caso.

Um abraço.

Homero



----- Original Message -----
From: José Renato
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 21, 2006 9:13 AM
Subject: Fw: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


Hélio, grato por tentar me esclarecer. Não é teimosia mas sim um posicionamento de acordo com as premissas da mensagem original. Nela não está mencionada a condição que vc inclui no final de seus comentário: "Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO acompanharia a esteira. Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é irrelevante."
Nesse caso concordo com vc de que o avião não seria transportado pela esteira... Mas não é isso o que está escrito na mensagem original, que transcrevi para responder a Wilson. Faço outros comentários no seu texto abaixo após JR3, OK?
........................................................

----- Original Message -----
From: Hélio Ricardo Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 2:20 PM
Subject: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


José Renato,

Você é mesmo teimoso, heim!

O Elton, o Byron, eu, o Léo e creio que todos aqui na lista já nos
convencemos que o avião faz sua translação em relação à Terra e ao
ar e levanta vôo sim! Agora só falta você.
JR3 - Vc incluiu uma nova premissa à proposta original... Se o atrito no eixo-rodas é zero a esteira não vai transporta transportar o avião em sentido contrário ao empuxo das turbinas. Nesse caso ele desliza e alça vôo se alcançar a velocidade necessária. Mas isso não está nas premissas iniciais, logo o que estou tratando não contempla essa condição limite acrescentada às premissas da proposta original.

[Se tem alguém que pense ainda como o José Renato, me diga]

O avião não fica parado em relação ao ar pois ele empurra o ar para
trás o que gera uma força de reação (terceira lei de Newton) para
frente. Um carro (e nós ao andar) empurra o chão para trás e por
isto vai para frente. Um avião empurra o ar para trás e por isto vai
para a frente, um nadador (ou um barco a motor ou um barco a remo)
empurra a água para trás e por isto vai para frente.

Na proposta inicial tinha:
[ > A esteira tem um sistema de controle
> que acompanha a velocidade do avião
> e faz com que a esteira tenha exatamente
> a mesma velocidade dele, na direção oposta. ]

Ora!
Que velocidade é esta detectada pelo controle da esteira para se
mover na mesma velocidade?
Não pode ser a velocidade em relação a esteira.
Só pode ser em relação a Terra.
JR3 - De acordo, é a velocidade do avião e a velocidade da esteira em relação ao solo/Terra! Sem essa inclusão extemporânea e casuística de atrito zero a velocidade detetada seria a velocidade que o avião teria em relação ao solo caso a esteira estivesse parada. Sem muito esforço, entende-se que a velocidade do avião - quando a esteira estivesse acionada em sentido contrário ao do avião - seria em relação à esteira.

Assim como a velocidade da esteira é em relação à Terra também.
Não pode ser a velocidade da esteira em relação a esteira. :-)
JR3 - ?!

Você falou:
> ... Se o avião está parado sobre
> a esteira, com as turbinas desligadas,
> quando a esteira se deslocar carregará
> o avião no mesmo sentido e na mesma
> velocidade dela em relação ao solo.

Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO acompanharia a esteira.
Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é irrelevante.
JR3 - Se... Essa condição não consta na proposta original. Como já dizia meu amigo Luiz Guimarães, ao alertar para essas questões no condicional: "Se minha vó tivesse culhões não seria minha vó, seria meu avô!!!

Pense durante mais um TEMPO (mesmo que, PARA VOCÊ, o tempo não tenha existência física)
:-)
:-)
:-)
JR3 - Pelo visto vc ainda não aceitou isso. O que vc pode fazer é colocar em movimento os neurônios durante pelo menos 1/24 avos do movimento de rotação da Terra em relação ao Sol... Ou seja uma hora. Tanto os movimentos dos neurônios como os dos astros mencionados têm existência física. Sacou!


[ ]'s
Hélio

Com a condição de atrito zero vc está correto em sua interpretação: o avião poderá até voar... Entretanto, no e-mail da proposta original e nos meus e-mails isso não é mencionado. Nesse caso o avião não vôa.
c.q.d.

[]s
José Renato
......................................................................

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
>
> Wilson, vc não está entendendo o que as palavras estão dizendo,
inclusive as suas próprias palavras...
> Para melhor acompanhamento e entendimento faço comentários logo
após JR2 - , OK?
> .......................................................................
> ----- Original Message -----
> From: Wilson Afonso
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Sunday, February 19, 2006 8:19 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira
rolante
>
>
> On 2/20/06, José Renato <jrma@t...> wrote:
> > Wilson, vc se esqueceu da idéia original proposta ou se
confundiu!
> > Veja a seguir sua mensagem inicial onde faço comentários no
corpo do texto,
> > esclarecendo que a idéia proposta é exatamente a que escrevi.
>
> Não, você está colocando suposições suas no meio da proposta, e
> tirando conclusões com base nas suas suposições, e não na
proposta.
> Meus comentários seguem abaixo.
> JR2 - ?!
>
> > Um avião está estacionado em uma pista móvel (como se fosse
uma esteira rolante).
> > [JR - Uma poderosa esteira rolante!]
>
> Tecnicamente, sim, mas isso é irrelevante. Podia ser um
aeromodelo e
> uma daquelas esteiras rolantes de aeroporto.
> JR2 - Avião é avião, aeromodelo é outra coisa...
>
> > O avião se move em uma direção
> > [JR - Apesar de estacionado entende-se que para se mover as
turbinas são acionadas. O avião então se move no sentido do empuxo
que as turbinas transmitem à fuselagem],
>
> Exatamente. Aliás, isso é importante: o avião se move porque as
turbinas (ou hélices) geram empuxo.
> JR2 - Ufa! Essa captou legal...
>
> > e a esteira na direção oposta
> > [JR - Em sentido contrário ao avião].
>
> Exato.
> JR2 - OK!
>
> > A esteira tem um sistema de controle que acompanha a
velocidade do avião e faz com que a esteira tenha exatamente a mesma
velocidade dele, na direção oposta.
> > [JR - Isso faz o avião permanecer praticamente parado em
relação ao solo.]
>
> E aqui está o seu erro. Por que é que o movimento da esteira vai
fazer
> com que o avião fique parado? A proposta não diz em nenhum
momento que
> o avião fica parado, nem diz que a esteira se move com uma
velocidade
> suficiente para manter o avião parado: a velocidade é exatamente
> especificada como sendo a mesma velocidade do avião, em sentido
> oposto; não como "a velocidade necessária para manter o avião no
mesmo
> lugar".
> JR2 - Por que será, Wilson, que eu entendi que o avião fica
praticamente parado em relação ao solo? Vejamos. Se o avião está
parado sobre a esteira, com as turbinas desligadas, quando a esteira
se deslocar carregará o avião no mesmo sentido e na mesma velocidade
dela em relação ao solo. Quando o avião aciona as turbinas e alcança
a mesma velocidade da esteira(VA=VE), como está se deslocando em
sentido contrário se anularão (VA = -VE donde VA + VE = 0 (zero),
significando que o avião está praticamente parado em relação ao
solo. Como numa esteira de andar motorizada: vc permanece
praticamente no mesmo lugar andando para frente na velocidade que a
esteira se desloca para trás. Sacou!
>
> O fato de que a esteira se move na mesma velocidade do avião e
no
> sentido oposto não quer dizer que o avião vai ficar parado,
porque a
> esteira *não* transmite para o avião a força que seria
necessária para
> contrabalançar o empuxo do avião. [ ... ]
> JR2 - Ao se deslocar na mesma velocidade da esteira o avião
rolará sobre os pneus dos trens de pouso. Mas ficará praticamente
parado em relação ao solo. Vale esclarecer esse "praticamente
parado". Certamente, com o movimento da esteira, acionamento das
turbinas e giro das rodas dos trens de pouso, o avião vai sacolejar
um pouco, de modo que não podemos afirmar de que está *totalmente*
parado em relação ao solo. Um observador próximo verá todos esses
movimentos com o avião mantendo-se em sua frente, sem se deslocar
nem pra frente nem pra trás.
>
> [ ... ] Repetindo um comentário que eu fiz antes: pense nas
forças sendo geradas e em como elas são transmitidas ao corpo do
avião. Vais ver que, não importa quão rápido a esteira se mova, ela
não transmite força suficiente ao avião para afetar
significativamente a sua velocidade.
> JR2 - É claro que afeta, Wilson! Entretanto, de acordo com a
premissa, existe um controle fantástico que controla o empuxo das
turbinas de tal modo que o avião se desloca na mesma velocidade da
esteira, em sentidos contrários, vale ressaltar.
>
> > A pergunta é: o avião vai conseguir decolar?
> > [JR - Não. Como já foi dito desde o início, por Elton e Byron,
o avião não decola nessas
> > condições, em ventos normais.]
>
> Se o avião ficasse parado, claro, não decolaria. Mas ele não
fica, e decola normalmente.
> JR2 - Pense um pouco, cara...
> Se o ar que está envolvendo as asas do avião não se desloca no
mesmo sentido da esteira com velocidade suficiente para permitir sua
sustentação e consequentemente a decolagem, conclui-se
redundantemente que ele não se sustenta no ar e, logo, não decola.
>
> Wilson
>
> []s
> JR
> .......................................
> --
> Wilson Roberto Afonso wafonso@g...
> http://www.netwhatever.com/
>

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Edge of the world knowledges
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TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2006 16:54

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SUBJECT: Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 18:04

Cadê meu eng, elétrico de plantão?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Fernando A. Fruet" <fernandofruet@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 16:44
Assunto: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


| Olá Luiz, tudo certo?!
|
| Bom, fiquei confuso com dois motores elétricos que tenho em casa, veja bem:
| Tenho um motor elétrico monofásico onde uma etiqueta na carcaça do mesmo
| informa os seguintes dados:
| Voltagem: 220V
| Amperagem: 7,8 A
| RPM: 3450
| Potência: 1 CV.
|
| Tenho outro motor elétrico trifásico onde uma etiqueta na carcaça do
| mesmo informa os seguintes dados:
| Voltagem: 220V
| Amperagem: 6,9 A
| RPM: 1715
| Potência: 2 CV.
|
| Agora minha dúvida, em Watts, o primeiro motor consome 1716 W, o segundo
| consome 1518 W, sendo assim, como o primeiro pode ter somente 1 CV e segundo
| 2 CV potência?
| O cálculo que se faz para obter a potência não é P = V * i?
| E até onde sei um CV é igual a 735 W, não é?!
|
| Bom, então ao invés de o primeiro motor ter 1 CV, deveria ter
| aproximadamente 2,34 CV?
|
| Estou bem confuso em relação a essas potências. Você poderia me esclarecer
| essa dúvida Luiz?
|
| Fico no aguardo.
|
| Grande abraço.
|
| Fernando.
|
|
|
|
| --
| No virus found in this incoming message.
| Checked by AVG Free Edition.
| Version: 7.1.375 / Virus Database: 267.15.12/265 - Release Date: 20/02/2006
|
|


SUBJECT: Re: Fluxo do calor --- entropia
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2006 18:37

Oi Léo,

Ainda não consegui dar a atenção merecida ao seu texto.
Vou tentar fazer isto hoje.

Mas termodinâmica não é o meu forte, vou logo avisando.

Para uma descrição básica da termodinâmica eu gosto muito do livro
do Moysés Nussenzveig, "Curso de Física Básica Vol.:2".

Se você tiver este livro, veja no início do cap. 7.
Toda a 7.1 é muito interessante pois diz o que a termodinâmica
realmente é.
Um tratamento estatístico, uma forma macroscópica de apresentar, EM
MÉDIA, o que está acontecendo microscopicamente.

Por exemplo:
Temperatura nada mais é do que uma forma de expressar o somatório
das energias cinéticas dos átomos de um conjunto.

Não faz sentido falar em temperatura de um átomo ou de uma molécula.
Assim como entropia de um meson.
:-)

Uma das minhas "heresias" que de vez em quando tenho a ousadia de
falar aqui é que a física "moderna" passou a valorizar demais a
entropia (a energia também) como se ela fosse um ente fundamental e
independente. Mas para mim elas tem ainda o mesmo "status" de quando
nasceram. Não existe energia sem matéria. Não existe temperatura ou
entropia sem MUITOS "pedaços" materiais. E o FLUXO DE CALOR não
existe sem "pedaços" materiais interagindo com outros e transmitindo
MOMENTUM.

Continuo depois

[ ]'s
Hélio

PS.:
Creio que a expressão "FLUXO DE CALOR" já contenha uma redundância
em si mas não vejo melhor forma de falar. Acho até que é bom falar
assim para colocar na cabeça esta duas palavras ligadas.








--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
>
>
> Lembre-se do Álamo, digo, lembre-se que escrevi isso:
> ==============
> Ah! Hélio e todos, ia me esquecendo! Estou terminando um texto
introdutório de divulgação científica com título provisório de "O
fluxo do calor" e estou tendo certas dificuldades na conceituação
(ou da não conceituação) da entropia (neca de fórmulas!). Ainda hoje
termino o texto e colocarei num link oculto dos consulentes no
Imperdível. Apreciaria uma leitura e sugestões nesse trabalho.
Depois envio o link.
> ===============
>
> Eis o link oculto de olhos indiscretos:
>
> http://www.feiradeciencias.com.br/css/fluxo_do_calor.htm
>
> no aguardo,
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>






SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV
FROM: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 18:43

Bem, há alguns detalhes importantes aqui. Em um motor monofásico a potência
ativa de entrada, em watts, é VxIxFP, onde FP é o fator de potência, que é
uma relação entre a potência ativa, que vai ser transformada em potência no
eixo, e a potência total absorvida pelo motor, denominada "potência
aparente". O fator de potência varia entre 1 (ideal) e zero (catástrofe).
Para motores de indução monofásicos bipolares de 1 CV, que é o caso, o FP é
bem baixo e fica em torno de 0,68. Assim, a potência de entrada será
220x6,9x0,68 = 1032,24W. A potência de saída é de 1CV=735W. O que aconteceu
com a diferença de 297,24W? Ora, foi transformada em calor nos enrolamentos
e no núcleo do motor e uma parte se perdeu no atrito dos rolamentos e na
ventilação. O rendimento do motor é Pot.Saída/Pot.Entrada = 735/1032,24 =
0,712, ou 71,2%, um valor razoável para motores desse tipo.

Já no caso do motor trifásico a potência de entrada é Raiz(3)xVxIxFP, onde a
raiz quadrada de 3 aparece porque devemos considerar a contribuição das três
fases. Para motores trifásicos tetrapolares de 2 CV, que é o caso, o FP fica
em torno de 0,8. Assim, a potência de entrada será Raiz(3)x220x6,9x0,8 =
2103,4W. A potência de saída é 2x735 = 1470W. Logo, o rendimento do motor é
1470/2103,4 = 0,6989, ou 69,89%.

Note que ambos motores têm rendimentos semelhantes, mas funcionam em
condições e potências diferentes. A vantagem do motor trifásico é torque e
potência mais constantes no eixo, o que diminui a vibração e aumenta a vida
útil, além de não precisar de sistemas auxiliares de partida (capacitores,
etc).

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR
Departamento Acadêmico de Eletrotécnica - DAELT
http://www.daelt.sh06.com/profs/alvaug


----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 21, 2006 6:04 PM
Subject: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


Cadê meu eng, elétrico de plantão?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Fernando A. Fruet" <fernandofruet@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 16:44
Assunto: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


| Olá Luiz, tudo certo?!
|
| Bom, fiquei confuso com dois motores elétricos que tenho em casa, veja
bem:
| Tenho um motor elétrico monofásico onde uma etiqueta na carcaça do
mesmo
| informa os seguintes dados:
| Voltagem: 220V
| Amperagem: 7,8 A
| RPM: 3450
| Potência: 1 CV.
|
| Tenho outro motor elétrico trifásico onde uma etiqueta na carcaça do
| mesmo informa os seguintes dados:
| Voltagem: 220V
| Amperagem: 6,9 A
| RPM: 1715
| Potência: 2 CV.
|
| Agora minha dúvida, em Watts, o primeiro motor consome 1716 W, o segundo
| consome 1518 W, sendo assim, como o primeiro pode ter somente 1 CV e
segundo
| 2 CV potência?
| O cálculo que se faz para obter a potência não é P = V * i?
| E até onde sei um CV é igual a 735 W, não é?!
|
| Bom, então ao invés de o primeiro motor ter 1 CV, deveria ter
| aproximadamente 2,34 CV?
|
| Estou bem confuso em relação a essas potências. Você poderia me esclarecer
| essa dúvida Luiz?
|
| Fico no aguardo.
|
| Grande abraço.
|
| Fernando.
|
|
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| Version: 7.1.375 / Virus Database: 267.15.12/265 - Release Date:
20/02/2006
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SUBJECT: Re: Mais alguns exemplos p/ JR - Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2006 18:57

Homero,

Só para reforçar um pedaço:

--- Em ciencialist "Oraculo" escreveu

> ... É irrelevante porque a única forma
> de fazer alguma diferença seria se o atrito
> fosse de 100%, ou seja, se as rodas estivessem
> travadas. ...


Hélio:
Acho que nem assim. Como disse o Léo, ele vai cantar pneus pois
geralmente a força das turbinas é tal que ele vai sair do lugar
mesmo se as rodas estiverem travadas. Claro que neste caso os pneus
não vão durar muito tempo. :-)

[ ]'s
Hélio








SUBJECT: Re: Fluxo do calor --- entropia.UCFilho
FROM: "ucfilho27182" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2006 19:15

Boa noite Luiz,

o texto que escreveu sobre fluxo de calor é interessante em seu lugar
faria apenas dois acréscimos:
1-discussão de entropia associada a desordem com a inclusão da lei de
Boltzmann
2-acréscimo, na parte que fala, sobre vida e entropia da discussão de
estruturas dissipativas (o que representa o avanço que veio depois do
que você descreveu)

Saudações, UCFilho

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
>
>
> Lembre-se do Álamo, digo, lembre-se que escrevi isso:
> ==============
> Ah! Hélio e todos, ia me esquecendo! Estou terminando um texto
introdutório de divulgação científica com título provisório de "O
fluxo do calor" e estou tendo certas dificuldades na conceituação (ou
da não conceituação) da entropia (neca de fórmulas!). Ainda hoje
termino o texto e colocarei num link oculto dos consulentes no
Imperdível. Apreciaria uma leitura e sugestões nesse trabalho. Depois
envio o link.
> ===============
>
> Eis o link oculto de olhos indiscretos:
>
> http://www.feiradeciencias.com.br/css/fluxo_do_calor.htm
>
> no aguardo,
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
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>






SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 19:36

Oi Hélio,

meu texto é para divulgação científica (Jornal e depois Sala 02 do Imperdível); não tem fórmula alguma --- ''e necessário, todavia, com muita cautela fazer a devida escolha das palavras no texto.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 18:37
Assunto: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia


Oi Léo,

Ainda não consegui dar a atenção merecida ao seu texto.
Vou tentar fazer isto hoje.

Mas termodinâmica não é o meu forte, vou logo avisando.

Para uma descrição básica da termodinâmica eu gosto muito do livro
do Moysés Nussenzveig, "Curso de Física Básica Vol.:2".

Se você tiver este livro, veja no início do cap. 7.
Toda a 7.1 é muito interessante pois diz o que a termodinâmica
realmente é.
Um tratamento estatístico, uma forma macroscópica de apresentar, EM
MÉDIA, o que está acontecendo microscopicamente.

Por exemplo:
Temperatura nada mais é do que uma forma de expressar o somatório
das energias cinéticas dos átomos de um conjunto.

Não faz sentido falar em temperatura de um átomo ou de uma molécula.
Assim como entropia de um meson.
:-)

Uma das minhas "heresias" que de vez em quando tenho a ousadia de
falar aqui é que a física "moderna" passou a valorizar demais a
entropia (a energia também) como se ela fosse um ente fundamental e
independente. Mas para mim elas tem ainda o mesmo "status" de quando
nasceram. Não existe energia sem matéria. Não existe temperatura ou
entropia sem MUITOS "pedaços" materiais. E o FLUXO DE CALOR não
existe sem "pedaços" materiais interagindo com outros e transmitindo
MOMENTUM.

Continuo depois

[ ]'s
Hélio

PS.:
Creio que a expressão "FLUXO DE CALOR" já contenha uma redundância
em si mas não vejo melhor forma de falar. Acho até que é bom falar
assim para colocar na cabeça esta duas palavras ligadas.








--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
>
>
> Lembre-se do Álamo, digo, lembre-se que escrevi isso:
> ==============
> Ah! Hélio e todos, ia me esquecendo! Estou terminando um texto
introdutório de divulgação científica com título provisório de "O
fluxo do calor" e estou tendo certas dificuldades na conceituação
(ou da não conceituação) da entropia (neca de fórmulas!). Ainda hoje
termino o texto e colocarei num link oculto dos consulentes no
Imperdível. Apreciaria uma leitura e sugestões nesse trabalho.
Depois envio o link.
> ===============
>
> Eis o link oculto de olhos indiscretos:
>
> http://www.feiradeciencias.com.br/css/fluxo_do_calor.htm
>
> no aguardo,
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 19:37

BLZ. Tá aprovado! Passa a ser meu assessor CA do Imperdível! Os frutos virão com o tempo.

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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-----Mensagem Original-----
De: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 18:43
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


Bem, há alguns detalhes importantes aqui. Em um motor monofásico a potência
ativa de entrada, em watts, é VxIxFP, onde FP é o fator de potência, que é
uma relação entre a potência ativa, que vai ser transformada em potência no
eixo, e a potência total absorvida pelo motor, denominada "potência
aparente". O fator de potência varia entre 1 (ideal) e zero (catástrofe).
Para motores de indução monofásicos bipolares de 1 CV, que é o caso, o FP é
bem baixo e fica em torno de 0,68. Assim, a potência de entrada será
220x6,9x0,68 = 1032,24W. A potência de saída é de 1CV=735W. O que aconteceu
com a diferença de 297,24W? Ora, foi transformada em calor nos enrolamentos
e no núcleo do motor e uma parte se perdeu no atrito dos rolamentos e na
ventilação. O rendimento do motor é Pot.Saída/Pot.Entrada = 735/1032,24 =
0,712, ou 71,2%, um valor razoável para motores desse tipo.

Já no caso do motor trifásico a potência de entrada é Raiz(3)xVxIxFP, onde a
raiz quadrada de 3 aparece porque devemos considerar a contribuição das três
fases. Para motores trifásicos tetrapolares de 2 CV, que é o caso, o FP fica
em torno de 0,8. Assim, a potência de entrada será Raiz(3)x220x6,9x0,8 =
2103,4W. A potência de saída é 2x735 = 1470W. Logo, o rendimento do motor é
1470/2103,4 = 0,6989, ou 69,89%.

Note que ambos motores têm rendimentos semelhantes, mas funcionam em
condições e potências diferentes. A vantagem do motor trifásico é torque e
potência mais constantes no eixo, o que diminui a vibração e aumenta a vida
útil, além de não precisar de sistemas auxiliares de partida (capacitores,
etc).

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR
Departamento Acadêmico de Eletrotécnica - DAELT
http://www.daelt.sh06.com/profs/alvaug


----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 21, 2006 6:04 PM
Subject: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


Cadê meu eng, elétrico de plantão?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Fernando A. Fruet" <fernandofruet@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 16:44
Assunto: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


| Olá Luiz, tudo certo?!
|
| Bom, fiquei confuso com dois motores elétricos que tenho em casa, veja
bem:
| Tenho um motor elétrico monofásico onde uma etiqueta na carcaça do
mesmo
| informa os seguintes dados:
| Voltagem: 220V
| Amperagem: 7,8 A
| RPM: 3450
| Potência: 1 CV.
|
| Tenho outro motor elétrico trifásico onde uma etiqueta na carcaça do
| mesmo informa os seguintes dados:
| Voltagem: 220V
| Amperagem: 6,9 A
| RPM: 1715
| Potência: 2 CV.
|
| Agora minha dúvida, em Watts, o primeiro motor consome 1716 W, o segundo
| consome 1518 W, sendo assim, como o primeiro pode ter somente 1 CV e
segundo
| 2 CV potência?
| O cálculo que se faz para obter a potência não é P = V * i?
| E até onde sei um CV é igual a 735 W, não é?!
|
| Bom, então ao invés de o primeiro motor ter 1 CV, deveria ter
| aproximadamente 2,34 CV?
|
| Estou bem confuso em relação a essas potências. Você poderia me esclarecer
| essa dúvida Luiz?
|
| Fico no aguardo.
|
| Grande abraço.
|
| Fernando.
|
|
|
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia.UCFilho
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 19:48

Olá UCFilho,

esse é o problema da (séria) divulgação científica: se eu entrar com a palavra 'desordem' para a entropia crescente, terei que ser muito cuidadoso na exemplificação pois o aluno vai associar de imediato "ordem/desordem = entropia" e não sei se isso não vai atrapalhá-lo futuramente.
Como coloco a lei de Boltzmann numa publicação jornalística de divulgação científica?

Sobre vida e entropia, deixei aberto no final do texto "devemos continuar", pois sei que há muita coisa pela frente para diferenciar o animado(vida) do inanimado(não--vida) --- e, ainda assim, preciso ler muito sobre 'estruturas dissipativas', IA etc. Não sei se chego lá!

continuo aguardando sugestões ... e agradecendo.

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "ucfilho27182" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 19:15
Assunto: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia.UCFilho


Boa noite Luiz,

o texto que escreveu sobre fluxo de calor é interessante em seu lugar
faria apenas dois acréscimos:
1-discussão de entropia associada a desordem com a inclusão da lei de
Boltzmann
2-acréscimo, na parte que fala, sobre vida e entropia da discussão de
estruturas dissipativas (o que representa o avanço que veio depois do
que você descreveu)

Saudações, UCFilho

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
>
>
> Lembre-se do Álamo, digo, lembre-se que escrevi isso:
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> Ah! Hélio e todos, ia me esquecendo! Estou terminando um texto
introdutório de divulgação científica com título provisório de "O
fluxo do calor" e estou tendo certas dificuldades na conceituação (ou
da não conceituação) da entropia (neca de fórmulas!). Ainda hoje
termino o texto e colocarei num link oculto dos consulentes no
Imperdível. Apreciaria uma leitura e sugestões nesse trabalho. Depois
envio o link.
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> Eis o link oculto de olhos indiscretos:
>
> http://www.feiradeciencias.com.br/css/fluxo_do_calor.htm
>
> no aguardo,
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV
FROM: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 20:54

OK. Aproveite enquanto eu cobro baratinho...:o)

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
alvaug@daelt.sh06.com
http://alvaug.multiply.com



----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 21, 2006 7:37 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


BLZ. Tá aprovado! Passa a ser meu assessor CA do Imperdível! Os frutos virão
com o tempo.

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 18:43
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


Bem, há alguns detalhes importantes aqui. Em um motor monofásico a potência
ativa de entrada, em watts, é VxIxFP, onde FP é o fator de potência, que é
uma relação entre a potência ativa, que vai ser transformada em potência no
eixo, e a potência total absorvida pelo motor, denominada "potência
aparente". O fator de potência varia entre 1 (ideal) e zero (catástrofe).
Para motores de indução monofásicos bipolares de 1 CV, que é o caso, o FP é
bem baixo e fica em torno de 0,68. Assim, a potência de entrada será
220x6,9x0,68 = 1032,24W. A potência de saída é de 1CV=735W. O que aconteceu
com a diferença de 297,24W? Ora, foi transformada em calor nos enrolamentos
e no núcleo do motor e uma parte se perdeu no atrito dos rolamentos e na
ventilação. O rendimento do motor é Pot.Saída/Pot.Entrada = 735/1032,24 =
0,712, ou 71,2%, um valor razoável para motores desse tipo.

Já no caso do motor trifásico a potência de entrada é Raiz(3)xVxIxFP, onde a
raiz quadrada de 3 aparece porque devemos considerar a contribuição das três
fases. Para motores trifásicos tetrapolares de 2 CV, que é o caso, o FP fica
em torno de 0,8. Assim, a potência de entrada será Raiz(3)x220x6,9x0,8 =
2103,4W. A potência de saída é 2x735 = 1470W. Logo, o rendimento do motor é
1470/2103,4 = 0,6989, ou 69,89%.

Note que ambos motores têm rendimentos semelhantes, mas funcionam em
condições e potências diferentes. A vantagem do motor trifásico é torque e
potência mais constantes no eixo, o que diminui a vibração e aumenta a vida
útil, além de não precisar de sistemas auxiliares de partida (capacitores,
etc).

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR
Departamento Acadêmico de Eletrotécnica - DAELT
http://www.daelt.sh06.com/profs/alvaug


----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 21, 2006 6:04 PM
Subject: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


Cadê meu eng, elétrico de plantão?
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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-----Mensagem Original-----
De: "Fernando A. Fruet" <fernandofruet@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 16:44
Assunto: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


| Olá Luiz, tudo certo?!
|
| Bom, fiquei confuso com dois motores elétricos que tenho em casa, veja
bem:
| Tenho um motor elétrico monofásico onde uma etiqueta na carcaça do
mesmo
| informa os seguintes dados:
| Voltagem: 220V
| Amperagem: 7,8 A
| RPM: 3450
| Potência: 1 CV.
|
| Tenho outro motor elétrico trifásico onde uma etiqueta na carcaça do
| mesmo informa os seguintes dados:
| Voltagem: 220V
| Amperagem: 6,9 A
| RPM: 1715
| Potência: 2 CV.
|
| Agora minha dúvida, em Watts, o primeiro motor consome 1716 W, o segundo
| consome 1518 W, sendo assim, como o primeiro pode ter somente 1 CV e
segundo
| 2 CV potência?
| O cálculo que se faz para obter a potência não é P = V * i?
| E até onde sei um CV é igual a 735 W, não é?!
|
| Bom, então ao invés de o primeiro motor ter 1 CV, deveria ter
| aproximadamente 2,34 CV?
|
| Estou bem confuso em relação a essas potências. Você poderia me esclarecer
| essa dúvida Luiz?
|
| Fico no aguardo.
|
| Grande abraço.
|
| Fernando.
|



SUBJECT: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 21:03

Luiz, nunca é muito tempo! Essa parte que considera atrito zero está pacífica e já concordei em outro e-mail anterior.
Não é correto vc dizer que o movimento do avião com as turbinas ligadas é independente do que a esteira faz.
Conforme a proposta original, a equivalência permanente ou constante de velocidade torna os movimentos da esteira e do avião *totalmente dependentes* um do outro. Homero alertou para um dado importante que essa premissa provoca: a velocidade de deslocamento das rodas é o dobro da velocidade da esteira ou do avião, em relação ao solo.
[]s
JR
............................................
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 4:03 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


Acredito que o José Renato nunca vai entender que: se a roda do avião é livre e sem atrito, a esteira nunca o levará para a frente ou para trás! A esteira (ou solo) só está servindo para equilibrar o peso do avião, mais nada; o movimento do avião com jato ligado é independente do que a esteira faz (ir prá frente, prá trás, mais rápida ou mais lenta) --- só depende do ar ambiente. NÃO É A RODA DO AVIÃO QUE O FAZ ANDAR!

SE assim que as turbinas são ligadas --- o piloto meter o pé no breque e calcar até a 'tábua' --- ai é outra história --- e eu nem gostaria de estar por perto para ver o que vai acontecer!
De início a esteira começará a levar o avião para trás (voltando para o hangar), mas o giro da turbina começa a aumentar, o atrito entre pneu e esteira aumenta (a força do motor elétrico que puxa a esteira aumenta -- a corrente no motor aumenta), o avião avança um pouquinho mais, a velocidade para trás da esteira aumenta, o grito do giro da turbina alcança os 6000 Hz , o atrito estático é vencido, passa para atrito dinâmico, a força impulsora é agora maior que o atrito, o avião avança mais --- e ninguém mais segura o bicho --- sai queimando pneu e tudo pode acontecer dai prá frente!

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 14:20
Assunto: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


José Renato,

Você é mesmo teimoso, heim!

O Elton, o Byron, eu, o Léo e creio que todos aqui na lista já nos
convencemos que o avião faz sua translação em relação à Terra e ao
ar e levanta vôo sim! Agora só falta você.

[Se tem alguém que pense ainda como o José Renato, me diga]

O avião não fica parado em relação ao ar pois ele empurra o ar para
trás o que gera uma força de reação (terceira lei de Newton) para
frente. Um carro (e nós ao andar) empurra o chão para trás e por
isto vai para frente. Um avião empurra o ar para trás e por isto vai
para a frente, um nadador (ou um barco a motor ou um barco a remo)
empurra a água para trás e por isto vai para frente.

Na proposta inicial tinha:
[
> A esteira tem um sistema de controle
> que acompanha a velocidade do avião
> e faz com que a esteira tenha exatamente
> a mesma velocidade dele, na direção oposta.
]

Ora!
Que velocidade é esta detectada pelo controle da esteira para se
mover na mesma velocidade?

Não pode ser a velocidade em relação a esteira.
Só pode ser em relação a Terra.

Assim como a velocidade da esteira é em relação à Terra também.
Não pode ser a velocidade da esteira em relação a esteira. :-)

Você falou:
> ... Se o avião está parado sobre
> a esteira, com as turbinas desligadas,
> quando a esteira se deslocar carregará
> o avião no mesmo sentido e na mesma
> velocidade dela em relação ao solo.

Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO
acompanharia a esteira.
Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é
irrelevante.

Pense durante mais um TEMPO (mesmo que, PARA VOCÊ, o tempo não tenha
existência física)
:-)
:-)
:-)


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Hélio



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Fluxo do calor --- entropia.UCFilho
FROM: "ucfilho27182" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/02/2006 21:04

Boa noite Luiz e a todos,

compreendo sua preocupação, mas para os estudos de química e
bioquímica a noção aumento de desordem associada
espontaneidade/entropia mais ajuda do que atrapalha.

Um exemplo neste sentido é a compreensão da transformação na
estrutura de uma molécula, neste ponto ordem e desordem são conceitos
mais facilmente percebidos que o conceito de calor ou
calor/temperatura.

UCFilho

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
> Olá UCFilho,
>
> esse é o problema da (séria) divulgação científica: se eu entrar
com a palavra 'desordem' para a entropia crescente, terei que ser
muito cuidadoso na exemplificação pois o aluno vai associar de
imediato "ordem/desordem = entropia" e não sei se isso não vai
atrapalhá-lo futuramente.
> Como coloco a lei de Boltzmann numa publicação jornalística de
divulgação científica?
>
> Sobre vida e entropia, deixei aberto no final do texto "devemos
continuar", pois sei que há muita coisa pela frente para diferenciar
o animado(vida) do inanimado(não--vida) --- e, ainda assim, preciso
ler muito sobre 'estruturas dissipativas', IA etc. Não sei se chego
lá!
>
> continuo aguardando sugestões ... e agradecendo.
>
> []'
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
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> -----Mensagem Original-----
> De: "ucfilho27182" <ucfilho27182@y...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 19:15
> Assunto: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia.UCFilho
>
>
> Boa noite Luiz,
>
> o texto que escreveu sobre fluxo de calor é interessante em seu
lugar
> faria apenas dois acréscimos:
> 1-discussão de entropia associada a desordem com a inclusão da lei
de
> Boltzmann
> 2-acréscimo, na parte que fala, sobre vida e entropia da discussão
de
> estruturas dissipativas (o que representa o avanço que veio depois
do
> que você descreveu)
>
> Saudações, UCFilho
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> <leobarretos@u...> escreveu
> >
> >
> >
> > Lembre-se do Álamo, digo, lembre-se que escrevi isso:
> > ==============
> > Ah! Hélio e todos, ia me esquecendo! Estou terminando um texto
> introdutório de divulgação científica com título provisório de "O
> fluxo do calor" e estou tendo certas dificuldades na conceituação
(ou
> da não conceituação) da entropia (neca de fórmulas!). Ainda hoje
> termino o texto e colocarei num link oculto dos consulentes no
> Imperdível. Apreciaria uma leitura e sugestões nesse trabalho.
Depois
> envio o link.
> > ===============
> >
> > Eis o link oculto de olhos indiscretos:
> >
> > http://www.feiradeciencias.com.br/css/fluxo_do_calor.htm
> >
> > no aguardo,
> > []'
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> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > leobarretos@u...
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Mais uma tentativa para o JR - Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 21:37

Homero, antes de mais nada, grato pelos esclarecimentos e exemplos que permitem colocar visível o enunciado da questão inicialmente proposta, que se diluiu e ficou perdida no meio do caminho.
Creio que o xis da questão está na definição do referencial para se determinar as velocidades da esteira e do avião. Isso não ficou definido no texto da proposta original. Podem ser considerados os seguintes referenciais: velocidade da esteira em relação ao solo; velocidade do avião em relação ao solo; velocidade do avião em relação à esteira. Nesse último caso, com as turbinas acionadas, deslocando-se na mesma velocidade da esteira, o avião se manteria rodando sobre a esteira praticamente parado em relação ao solo.

Abraços

José Renato
.............................................

----- Original Message -----
From: Oraculo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 5:48 PM
Subject: [ciencialist] Mais uma tentativa para o JR - Para diversão... avião em esteira rolante


Olá JR

Acho que todos já tentaram explicar, mas vou dar mais um palpite.

Tente imaginar que o avião está sobre a esteira, mas não a toca. Ou seja, está suspenso por fios e suas rodas não tocam a esteira. As turbinas são ligadas e a esteira começa a girar em sentido contrário a direção do avião.

Há alguma forma de a esteira levar o avião para trás? Claro que não..:-) Mas antes que ache o exemplo absurdo, pense no que significam "rodas livres". Significa que, se não há forma de transmitir as forças da esteira para o avião, esteja ele pendurado em fios sem tocar a esteira, ou esteja ele sobre a esteira, MAS COM RODAS LIVRES, não há porque o avião ser mantido "parado" em relação ao solo.

Para isso, o atrito entre os rolamentos das rodas do avião, que são mínimos, deveriam ser capazes de compensar o empuxo das turbinas, o que, evidentemente, ele não pode fazer. SE, e esse é um enorme se, os freios estivessem travados, como lembrou o LEO, a esteira poderia aplicar forças no avião. Mas com RODAS LIVRES isso é impossível, e o avião vai, certamente, levanter voo.

Você diz que avião é avião e aeromodelo é aeromodelo, mas está enganado. Aeromodelos são usados para testar forças fisicas envolvidas no voo. Se colocar um aeromodelo em uma esteira de malas de aeroporto, vai entender bem melhor. O aviãozinho vai decolar, mesmo com a esteira rodando sob ele, se o empuxo de suas hélices superar o atrito das rodas, que será, mesmo nesse caso, mínimo. Por outro lado, se puser um "carrinho" à motor, este realmetne vai ficar parado sobre a esteira, porque ele depende justamente do atrito com a esteira para se mover. Mas, se for um carrinho movido a jato, ou mesmo hélices, ele se moverá, não importa a velocidade da esteira (eu quase gostaria de fazer um experimento para você se convencer que é assim que vai funcionar..:-)

Pense em termos físicos, JR. Calculamos a força de atrito dos rolamentos da roda do avião, e encontramos um valor X. É este a força que a esteira pode aplicar no avião. Agora, calculamos a força das turbinas, 4000X (quatro mil X). Como é possível afirmar que, colocando essas duas forças em oposição, elas de alguma forma se "compensem"? Esqueça as rodas de carro, que receberiam 4000X de força da esteira, caso esta girasse sob elas, mas pense nas rodas livres do avião, que só recebem forças pelo atrito de seus rolamentos.

JR, o principal é entender que a esteira NÃO tem como aplicar forças no avião, apenas o minimo no atrito das rodas. Pense, se a esteira começar a rodar com um "tranco" e não com velocidade lenta, nem um movimento pequeno para tras o avião fará,. já que o "tranco" vencerá o mínimo atrito, e a esteira rodará sem mover o avião. É o mesmo princípio que permite que mágicos (ou garçons muito bons) tirem a toalha da mesa sem derrubar os pratos e copos sobre ela.

Apenas se as rodas estivesem "presas" na esteira, o que não acontece, não é?

Um abraço.

Homero



----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 4:03 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


Acredito que o José Renato nunca vai entender que: se a roda do avião é livre e sem atrito, a esteira nunca o levará para a frente ou para trás! A esteira (ou solo) só está servindo para equilibrar o peso do avião, mais nada; o movimento do avião com jato ligado é independente do que a esteira faz (ir prá frente, prá trás, mais rápida ou mais lenta) --- só depende do ar ambiente. NÃO É A RODA DO AVIÃO QUE O FAZ ANDAR!

SE assim que as turbinas são ligadas --- o piloto meter o pé no breque e calcar até a 'tábua' --- ai é outra história --- e eu nem gostaria de estar por perto para ver o que vai acontecer!
De início a esteira começará a levar o avião para trás (voltando para o hangar), mas o giro da turbina começa a aumentar, o atrito entre pneu e esteira aumenta (a força do motor elétrico que puxa a esteira aumenta -- a corrente no motor aumenta), o avião avança um pouquinho mais, a velocidade para trás da esteira aumenta, o grito do giro da turbina alcança os 6000 Hz , o atrito estático é vencido, passa para atrito dinâmico, a força impulsora é agora maior que o atrito, o avião avança mais --- e ninguém mais segura o bicho --- sai queimando pneu e tudo pode acontecer dai prá frente!

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 14:20
Assunto: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


José Renato,

Você é mesmo teimoso, heim!

O Elton, o Byron, eu, o Léo e creio que todos aqui na lista já nos
convencemos que o avião faz sua translação em relação à Terra e ao
ar e levanta vôo sim! Agora só falta você.

[Se tem alguém que pense ainda como o José Renato, me diga]

O avião não fica parado em relação ao ar pois ele empurra o ar para
trás o que gera uma força de reação (terceira lei de Newton) para
frente. Um carro (e nós ao andar) empurra o chão para trás e por
isto vai para frente. Um avião empurra o ar para trás e por isto vai
para a frente, um nadador (ou um barco a motor ou um barco a remo)
empurra a água para trás e por isto vai para frente.

Na proposta inicial tinha:
[
> A esteira tem um sistema de controle
> que acompanha a velocidade do avião
> e faz com que a esteira tenha exatamente
> a mesma velocidade dele, na direção oposta.
]

Ora!
Que velocidade é esta detectada pelo controle da esteira para se
mover na mesma velocidade?

Não pode ser a velocidade em relação a esteira.
Só pode ser em relação a Terra.

Assim como a velocidade da esteira é em relação à Terra também.
Não pode ser a velocidade da esteira em relação a esteira. :-)

Você falou:
> ... Se o avião está parado sobre
> a esteira, com as turbinas desligadas,
> quando a esteira se deslocar carregará
> o avião no mesmo sentido e na mesma
> velocidade dela em relação ao solo.

Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO
acompanharia a esteira.
Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é
irrelevante.

Pense durante mais um TEMPO (mesmo que, PARA VOCÊ, o tempo não tenha
existência física)
:-)
:-)
:-)


[ ]'s
Hélio



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Invenção
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/02/2006 22:07

Outra possibilidade é o multímetro estar ajustado para medir resistores de pequeno valor e ninguém notar onde está o ajuste visto que todos olham para o ponteiro que se move para o fim da escala. Uma solução salina pode fazer o efeito de um circuito fechado com movimento de ponteiro semelhante ao que ocorre quando as pontas de teste são contatadas.
[]s
JR
.............................................
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 3:50 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Invenção


Oi Álvaro,

isso prá mim parece embuste próprio de apresentação na Globo. Observe esse trecho da mensagem:

"o rapaz pegou um multímetro analógico, mergulhou no líquido
as duas pontas do multímetro, e o ponteiro moveu até o final da escala."

Ora, bastam que as duas pontas sejam de materiais diferentes (esse é o preparo do embuste e que o apresentador nada entende) e mergulhadas no eletrólito (simples água com sal) e a agulha do multímetro (ajustado para microvolt) bate no final da escala!

Quando é que a Globo vai fazer essas 'demonstrações' acompanhadas de um 'expert' que entenda bem mais que o apresentador?

[]'

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 11:23
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Invenção


Não duvido que haja um líquido capaz de gerar energia elétrica para
abastecer uma casa. A dúvida é quanto tempo duraria essa energia. Minha
aposta é que não passaria de 10ms...

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
alvaug@daelt.sh06.com
http://alvaug.multiply.com


----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, February 20, 2006 10:34 AM
Subject: [ciencialist] Fw: Invenção


Alguém viu isso?!

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: marcus.fischer
Para: leobarretos
Enviada em: domingo, 19 de fevereiro de 2006 12:14
Assunto: Invenção


Olá, tudo bem, eu ví uma reportagem na globo, infelizmente não lembro o dia
ou o mês, mas foi em 2005. Um rapaz estudante de eletrônica, desenvolveu um
gerador químico, na reportagem aparece uma caixa de acrílico transparente
(um recipiente), dentro um líquido parecido com água, mas com certeza não
deve ser, e não era ácido, a caixa na parte de cima aberta, com apenas o
líquido dentro, o rapaz pegou um multímetro analógico, mergulhou no líquido
as duas pontas do multímetro, e o ponteiro moveu até o final da escala.
Segundo o rapaz este líquido seria capaz de gerar energia elétrica para
abastecer uma casa. Se for verdade merecia o prêmio nobel de química, sem
falar que revolucionaria tudo, nunca mais nínguem iria depender da
eletropaulo, e poderia também alimentar carros onibus e caminhões, acabaria
com a poluição de São Paulo.


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia.UCFilho
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/02/2006 01:18

----- Original Message -----
From: "ucfilho27182" Sent: Tuesday, February 21, 2006 9:04 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia.UCFilho

> para os estudos de química e bioquímica a noção aumento de desordem
> associada espontaneidade/entropia mais ajuda do que atrapalha.

> Um exemplo neste sentido é a compreensão da transformação na estrutura de
> uma molécula, neste ponto ordem e desordem são conceitos mais facilmente
> percebidos que o conceito de calor ou calor/temperatura.

Olá UCFilho

É possível que você tenha razão, mas vale a pena expor aqui o seguinte
comentário retirado da Enciclopédia Britânica (capítulo "Principles of
Physical Science"): "A entropia assume um valor numérico que pode ser
atribuído a um sistema pela experimentação e, a menos que possamos definir a
desordem com a mesma precisão, qualquer relação entre as duas estará dotada
de pouco significado não servindo portanto de fundamento para qualquer
dedução. Embora exista muito de verdade na visão ingênua de relacionar
aumento de entropia a desordem, não há como se progredir, ao se utilizar
este procedimento, sem uma definição muito mais precisa do que seja
desordem."

Comento alguma coisa a esse respeito em "Considerações Sobre
Irreversibilidade e Entropia" (Discussão surgida na "Lista de Discussão
Física" da Internet Brasileira, 1999) -- vide
http://ecientificocultural.com/Usenet/term00.htm -- em especial na mensagem
04: http://ecientificocultural.com/Usenet/term04.htm .

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE (traducao)
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/02/2006 02:38

OK, Robespierre, captei vossa mensagem... :) mas sinto dizer que nao
concordo... ;) nao importa realmente se a inspiracao para o trabalho,
teoria ou hipotese eh oriental ou ocidental, ou ambas, mas se tem
logica, se faz sentido, se a argumentacao ou o raciocinio estah
fundamentado (premissas) no pouco que jah entendemos ou sabemos com
certeza da realidade em que existimos, ou seja, na Ciencia... A idéia
de que o universo, por exemplo, surgiu a partir do nada, do vazio
absoluto, eh uma hipotese sustentada e discutida com lógica por
muitos cientistas, filosofos e pensadores da atualidade graças ao
avanços da Cosmologia... sendo que esta eh uma idéia ("E o Ser vem do
Nao-Ser" - vide Lao Tsu, taoismo) muito antiga, multimilenar... O
autor do texto (Lew Price) tenta dar uma explicacao logica para a
Cosmogenese a partir do "Nada", do Vazio, baseado no conhecimento
matematico ("a soma de tudo eh nada" etc) e cientifico atual... e em
minha opiniao tem se saido muito bem.

Mas veja bem, o que o texto demonstra nao eh confusao de conceitos
como voce pensa, de modo algum... mas sim uma produtiva associacao de
idéias do autor, que tem uma sólida formacao científica tipicamente
ocidental e um claro dominio do assunto... Desconfio que a sua
afirmacao se deveu a uma falta de maior aprofundamento no trabalho do
autor.

Note também, e sejamos honestos, que o autor Nao disse em parte
alguma do texto tal coisa como "...a dilatação do tempo já era
conhecida pelos índios Hopi"... Ele falou que o diluvio era um mito
comum entre varios povos antigos incluindo os Hopi, Hebreus e
Sumerianos e sugeriu que certas civilizacoes antigas tinham
conhecimento avancado antes da destruicao... soh isso... Os índios
Hopi tinham os mitos... nao necessariamente a ciencia... embora um
conhecimento cientifico possa vir oculto na forma de mito...

Robespierre, eu diria que alguns do ditos "genios" da ciencia já
foram ou estao sendo superados já há algum tempo (Einstein e sua
relatividade eh um deles), mas acontece que todo "genio" tem sempre o
seu fã clube, a sua turma, o seu Lobby como dizia o Cesar Lattes,
encarregado de encobrir os defeitos cabeludos que vao aparecendo,
cortar as cabeças dos opositores e alimentar a lenda da
insuperabilidade... Abaixo os "genios"!!!... ;)

Fritjof Capra eh interessante, seu estudo da filosofia oriental etc,
mas nao gosto do livro porque ele tentou encaixar a MQ da qual tambem
discordo.

Um ABraco,
Marcelo
p.s: fiz mais uma revisao no texto traduzido...

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
<pierre@c...> escreveu
>
> Olá Marcelo!
>
> Não se preocupe com isso, o problema não está na tradução mas na
> confusão de conceitos, na base da idéia de mistérios secretos
> escondidos nos mitos antigos e na elevação da visão oriental do
> mundo, ignorando tudo o que foi dito e escrito aqui no ocidente,
mas
> ao contrário, tentando superar a visão ocidental dizendo por
exemplo,
> que a dilatação do tempo já era conhecida pelos índios Hopi. Aquele
> outro escritor, Fritjof Capra, já havia feito algo assim com o seu
> Tao da Física. Misturam-se conceitos, algumas verdades e palavras
> soltas tipo "Não-ser", "Eternidade", etc... e se inventa uma
> nova "ciência".
>
> Se me permite um conselho, leia muito. Não se prenda a um autor que
> alega ter todas as respostas. A ciencia, diferente de uma religião
ou
> escola de pensamento filosófico, está pronta a descartar
> seus "ídolos" em prol de uma melhor compreensão da realidade. Na
> verdade, os gênios da ciência tem como o grande mérito o fato de
não
> terem sido superados ainda, ou se houverem sido, serem responsáveis
> por uma contribuição inestimável.
>
> Ler filosofia também acho importante, uma vez que muitos autores
> foram excepcionais em suas análise de conceitos, influenciando o
> pensamento da humanidade nos séculos seguintes e com ecos de seus
> escritos repercutindo até hoje. O problema é que a filosofia não é
> cumulativa nem se preocupa em eliminar os erros. É sempre, no
fundo,
> uma opinião. Mas do mesmo modo que os textos científicos, os
autores
> que sobrevivem para a posteridade ainda persistem por que não foram
> superados. Voce mesmo pode escrever a sua visão de mundo, e se for
> melhor do que os antigos, será aclamado. Mas não estará fazendo
> ciência.
>
> []s,
> Pierre
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr"
<marcelomjr@y...>
> escreveu
> >
> > Olá, eu fiz mais algumas correcoes de portugues e de traduçao no
> > texto .htm...
> >
> > http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htm
> >
> >
> > ABraço, Marcelo
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
> > <pierre@c...> escreveu
> > >
> > > Olá Amauri!
> > >
> > > Parece que dessa vez concordamos: o cara é "mucho loco"! Se
antes
> > eu
> > > achei elegante o texto sobre o tempo, dessa vez ele esta além
de
> > > errado, doido!
> > >
> > > []s,
> > > pierre
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Voltaire "
> > > <amaurij@g...> escreveu
> > > >
> > > > ????????????
> > > >
> > > > Em 18/02/06, marcelomjr <marcelomjr@y...> escreveu:
> > > > >
> > > > >
> > > > >
> > >
> >
>
http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htmhttp://www.softc
> > > om.net/users/greebo/phil.htmMITOS,
> > > > > FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE por Lew Paxton Price
Adicionado
> > ao
> > > website em
> > > > > 19 de Outubro, 2005.
> >
>






SUBJECT: Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/02/2006 03:13

Internacional
1/20/2006 - 1:54:11 PM
Japonês de 14 anos solta um Hadouken!

A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira
manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa (hadouken)
em um laboratório com condições próprias para a percepção do fenomeno
em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma
distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera discoidal
de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de
temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma velocidade de
250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O
fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um
mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no Guiness).

Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao ocorrido
comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do fato, o
menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação
voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre de
acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do artigo
da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter
contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz de
fazer futuramente.

Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar
do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter
machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em seres vivos
seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas
coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica atuação
pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não
liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo
japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde, educação,
lazer.


Autor: Revista Chi Action
Fonte: ImpactoNews.com.br
http://www.impactonews.com.br/new/read_news.asp?id=6077





SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/02/2006 09:37

Enquanto a unidade monetária for "barata", sem problemas, pode cobrar à vontade! :-)
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 20:54
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


OK. Aproveite enquanto eu cobro baratinho...:o)

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
alvaug@daelt.sh06.com
http://alvaug.multiply.com



----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 21, 2006 7:37 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


BLZ. Tá aprovado! Passa a ser meu assessor CA do Imperdível! Os frutos virão
com o tempo.

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 18:43
Assunto: Re: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


Bem, há alguns detalhes importantes aqui. Em um motor monofásico a potência
ativa de entrada, em watts, é VxIxFP, onde FP é o fator de potência, que é
uma relação entre a potência ativa, que vai ser transformada em potência no
eixo, e a potência total absorvida pelo motor, denominada "potência
aparente". O fator de potência varia entre 1 (ideal) e zero (catástrofe).
Para motores de indução monofásicos bipolares de 1 CV, que é o caso, o FP é
bem baixo e fica em torno de 0,68. Assim, a potência de entrada será
220x6,9x0,68 = 1032,24W. A potência de saída é de 1CV=735W. O que aconteceu
com a diferença de 297,24W? Ora, foi transformada em calor nos enrolamentos
e no núcleo do motor e uma parte se perdeu no atrito dos rolamentos e na
ventilação. O rendimento do motor é Pot.Saída/Pot.Entrada = 735/1032,24 =
0,712, ou 71,2%, um valor razoável para motores desse tipo.

Já no caso do motor trifásico a potência de entrada é Raiz(3)xVxIxFP, onde a
raiz quadrada de 3 aparece porque devemos considerar a contribuição das três
fases. Para motores trifásicos tetrapolares de 2 CV, que é o caso, o FP fica
em torno de 0,8. Assim, a potência de entrada será Raiz(3)x220x6,9x0,8 =
2103,4W. A potência de saída é 2x735 = 1470W. Logo, o rendimento do motor é
1470/2103,4 = 0,6989, ou 69,89%.

Note que ambos motores têm rendimentos semelhantes, mas funcionam em
condições e potências diferentes. A vantagem do motor trifásico é torque e
potência mais constantes no eixo, o que diminui a vibração e aumenta a vida
útil, além de não precisar de sistemas auxiliares de partida (capacitores,
etc).

Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR
Departamento Acadêmico de Eletrotécnica - DAELT
http://www.daelt.sh06.com/profs/alvaug


----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, February 21, 2006 6:04 PM
Subject: [ciencialist] Fw: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


Cadê meu eng, elétrico de plantão?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Fernando A. Fruet" <fernandofruet@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 16:44
Assunto: Motor de 1 CV e motor de 2 CV


| Olá Luiz, tudo certo?!
|
| Bom, fiquei confuso com dois motores elétricos que tenho em casa, veja
bem:
| Tenho um motor elétrico monofásico onde uma etiqueta na carcaça do
mesmo
| informa os seguintes dados:
| Voltagem: 220V
| Amperagem: 7,8 A
| RPM: 3450
| Potência: 1 CV.
|
| Tenho outro motor elétrico trifásico onde uma etiqueta na carcaça do
| mesmo informa os seguintes dados:
| Voltagem: 220V
| Amperagem: 6,9 A
| RPM: 1715
| Potência: 2 CV.
|
| Agora minha dúvida, em Watts, o primeiro motor consome 1716 W, o segundo
| consome 1518 W, sendo assim, como o primeiro pode ter somente 1 CV e
segundo
| 2 CV potência?
| O cálculo que se faz para obter a potência não é P = V * i?
| E até onde sei um CV é igual a 735 W, não é?!
|
| Bom, então ao invés de o primeiro motor ter 1 CV, deveria ter
| aproximadamente 2,34 CV?
|
| Estou bem confuso em relação a essas potências. Você poderia me esclarecer
| essa dúvida Luiz?
|
| Fico no aguardo.
|
| Grande abraço.
|
| Fernando.
|



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/02/2006 09:47

Pô J. Renato, faça um esforçinho e perceberá que avião e esteira são "completamente independentes". O que o movimento do avião em relação ao ar tem a ver com a esteira?
O único contato passivo entre eles é a 'roda livre' (cujo atrito é desprezível até mesmo com o freio acionado); se a esteira tiver parada a roda terá uma certa rotação devido ao movimento do avião, se estiver se movimentando tem outra rotação --- e isso nada afeta o movimento do avião.

Pô J. Renato, faça um ligeiro experimento: pegue um carrinho plástico de brinquedo e instale um ventilador em cima dele; ligue o ventilador e o carrinho sairá andando sobre o piso.
Ponta o carrinho sobre uma 'passadeira plástica' (substitui a esteira) e repita o procedimento para verificar que qqer coisa que vc fizer com a passadeira o carrinho sairá andando (em relação ao chão) qdo o ventilador for ligado.

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "José Renato" <jrma@terra.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 21:03
Assunto: Re: [ciencialist] Para diversão... avião em esteira rolante


Luiz, nunca é muito tempo! Essa parte que considera atrito zero está pacífica e já concordei em outro e-mail anterior.
Não é correto vc dizer que o movimento do avião com as turbinas ligadas é independente do que a esteira faz.
Conforme a proposta original, a equivalência permanente ou constante de velocidade torna os movimentos da esteira e do avião *totalmente dependentes* um do outro. Homero alertou para um dado importante que essa premissa provoca: a velocidade de deslocamento das rodas é o dobro da velocidade da esteira ou do avião, em relação ao solo.
[]s
JR
............................................
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 4:03 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


Acredito que o José Renato nunca vai entender que: se a roda do avião é livre e sem atrito, a esteira nunca o levará para a frente ou para trás! A esteira (ou solo) só está servindo para equilibrar o peso do avião, mais nada; o movimento do avião com jato ligado é independente do que a esteira faz (ir prá frente, prá trás, mais rápida ou mais lenta) --- só depende do ar ambiente. NÃO É A RODA DO AVIÃO QUE O FAZ ANDAR!

SE assim que as turbinas são ligadas --- o piloto meter o pé no breque e calcar até a 'tábua' --- ai é outra história --- e eu nem gostaria de estar por perto para ver o que vai acontecer!
De início a esteira começará a levar o avião para trás (voltando para o hangar), mas o giro da turbina começa a aumentar, o atrito entre pneu e esteira aumenta (a força do motor elétrico que puxa a esteira aumenta -- a corrente no motor aumenta), o avião avança um pouquinho mais, a velocidade para trás da esteira aumenta, o grito do giro da turbina alcança os 6000 Hz , o atrito estático é vencido, passa para atrito dinâmico, a força impulsora é agora maior que o atrito, o avião avança mais --- e ninguém mais segura o bicho --- sai queimando pneu e tudo pode acontecer dai prá frente!

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 14:20
Assunto: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


José Renato,

Você é mesmo teimoso, heim!

O Elton, o Byron, eu, o Léo e creio que todos aqui na lista já nos
convencemos que o avião faz sua translação em relação à Terra e ao
ar e levanta vôo sim! Agora só falta você.

[Se tem alguém que pense ainda como o José Renato, me diga]

O avião não fica parado em relação ao ar pois ele empurra o ar para
trás o que gera uma força de reação (terceira lei de Newton) para
frente. Um carro (e nós ao andar) empurra o chão para trás e por
isto vai para frente. Um avião empurra o ar para trás e por isto vai
para a frente, um nadador (ou um barco a motor ou um barco a remo)
empurra a água para trás e por isto vai para frente.

Na proposta inicial tinha:
[
> A esteira tem um sistema de controle
> que acompanha a velocidade do avião
> e faz com que a esteira tenha exatamente
> a mesma velocidade dele, na direção oposta.
]

Ora!
Que velocidade é esta detectada pelo controle da esteira para se
mover na mesma velocidade?

Não pode ser a velocidade em relação a esteira.
Só pode ser em relação a Terra.

Assim como a velocidade da esteira é em relação à Terra também.
Não pode ser a velocidade da esteira em relação a esteira. :-)

Você falou:
> ... Se o avião está parado sobre
> a esteira, com as turbinas desligadas,
> quando a esteira se deslocar carregará
> o avião no mesmo sentido e na mesma
> velocidade dela em relação ao solo.

Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO
acompanharia a esteira.
Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é
irrelevante.

Pense durante mais um TEMPO (mesmo que, PARA VOCÊ, o tempo não tenha
existência física)
:-)
:-)
:-)


[ ]'s
Hélio



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SUBJECT: Fw: Fios (Fase e Neutro)
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/02/2006 10:15

Eis o retorno do consulente do assunto acima (deletei o e-mail do consulente):
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De:
Para: Luiz Ferraz Netto
Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 15:30
Assunto: Re: Fios (Fase e Neutro)


Prezado Léo...

Sem problemas. Já troquei quase toda instalação antiga que tinha aqui em casa certa vez, e garanto que ficou bem melhor do que a de antes, com fios de metal. Acontece que não cheguei a trocar toda a fiação elétrica, ficando ainda alguns fios metálicos, o que muitas vezes ocorre de esquentar e acabar cortando a energia. Então lá vou eu subir no forro da casa e consertar de novo (não o trabalho que fiz, mas o que estava antes de eu mexer). Bem, de qualquer forma, obrigado por responder. Vou dar mais uma pesquisada para tentar sanar minha dúvida de vez. Inclusive, já observei vários eletricistas (que se dizem profissionais) fazendo instalações residenciais sem ao menos saberem qual era o fase e o neutro. Sei que o neutro fica aterrado (o chamado fio terra).

Grato pela resposta. E com certeza não colocarei minha casa em risco. Moro aqui por volta de 30 anos, e deve fazer uns 15 anos que troquei parte da instalação, e até hoje continuo vivo, rsrs...

Obrigado!
Att.: Alberto
VConquista - Ba.


----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To:
Sent: Tuesday, February 21, 2006 9:33 AM
Subject: Re: Fios (Fase e Neutro)


Sr. Alberto,

permita-me ser franco, se alguém não consegue diferenciar o fio fase de um fio neutro numa instalação domiciliar, com certeza não está em condições técnicas de proceder a uma instalação completa em uma casa ... o perigo de incêndio e as conseqüências futuras para com uma família dentro do lar não me permitem a aconselhar que continue com esse projeto.

queira desculpar,

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Fw: Fios (Fase e Neutro)
FROM: Robespierre B. Gonçalves <pierre@click21.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/02/2006 11:09

O que ele colocou afinal? Fibra òtica? :)

[]s,
Pierre

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
> Eis o retorno do consulente do assunto acima (deletei o e-mail do
consulente):
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De:
> Para: Luiz Ferraz Netto
> Enviada em: terça-feira, 21 de fevereiro de 2006 15:30
> Assunto: Re: Fios (Fase e Neutro)
>
>
> Prezado Léo...
>
> Sem problemas. Já troquei quase toda instalação antiga que tinha
aqui em casa certa vez, e garanto que ficou bem melhor do que a de
antes, com fios de metal. Acontece que não cheguei a trocar toda a
fiação elétrica, ficando ainda alguns fios metálicos, o que muitas
vezes ocorre de esquentar e acabar cortando a energia. Então lá vou
eu subir no forro da casa e consertar de novo (não o trabalho que
fiz, mas o que estava antes de eu mexer). Bem, de qualquer forma,
obrigado por responder. Vou dar mais uma pesquisada para tentar sanar
minha dúvida de vez. Inclusive, já observei vários eletricistas (que
se dizem profissionais) fazendo instalações residenciais sem ao menos
saberem qual era o fase e o neutro. Sei que o neutro fica aterrado (o
chamado fio terra).
>
> Grato pela resposta. E com certeza não colocarei minha casa em
risco. Moro aqui por volta de 30 anos, e deve fazer uns 15 anos que
troquei parte da instalação, e até hoje continuo vivo, rsrs...
>
> Obrigado!
> Att.: Alberto
> VConquista - Ba.
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Luiz Ferraz Netto
> To:
> Sent: Tuesday, February 21, 2006 9:33 AM
> Subject: Re: Fios (Fase e Neutro)
>
>
> Sr. Alberto,
>
> permita-me ser franco, se alguém não consegue diferenciar o fio
fase de um fio neutro numa instalação domiciliar, com certeza não
está em condições técnicas de proceder a uma instalação completa em
uma casa ... o perigo de incêndio e as conseqüências futuras para com
uma família dentro do lar não me permitem a aconselhar que continue
com esse projeto.
>
> queira desculpar,
>
> aquele abraço,
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>






SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Monografias, teses, trabalhos universitários -AFOAOA
FROM: Dirceu Dias <hymboldt2005@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/02/2006 11:34

Num dá pra vir com o nomi já, naum....

Dirceu Dias

Nando <nando.str@gmail.com> escreveu:
Luiz Ferraz Netto wrote:

> Nós da Oficina Para Acadêmicos, podemos te ajudar na Idealização e
> Digitação de trabalhos universitários: Monografia, Projetos, Trabalho de
> Conclusão de Curso, Dissertação, Tese, Resenha, Resumo, Relatório.
> Incluindo pesquisas de campo se for necessário. Atendimento nas
> seguintes áreas: Administração, Contabilidade, Direito, Odontologia,
> Biologia, Tecnologia de Alimentos, Engenharia de Alimentos, Educação
> Física, Ciências da Computação, Pedagogia, História, Geologia,
> Astronomia, Geografia.


Ooooooh, não tem pra química... :(
(brincadeira gente...)

Será que daqui a poco tem pra medicina também? Também poderiam fazer
assim, te enviam o arquivo do diploma, tu coloca o nome e imprime?


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SUBJECT: Correspondencias dessa manhã
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/02/2006 14:39

Estou realmente apertado (entendeu né!) hoje (gravações para jornal/TV/prefeitura/advogado etc.). Se puderem organizar cada uma das respostas, lá pela tardinha 'despacho' para os consulentes.
=================
1- gostaria de ter uma definição sobre acionamento.qual seria a definição de acionamento?
=================
2- Queria ver a possibilidade de fazer um receptor onde atravez de um pic ou um microcontrolador, tivesse a capacidade de verificar a faixa de frequencia emitida e enviar para um computador. Será que você poderia me dar uma ajuda.
=================
3- Estamos montando o Estrobo com o esquema do link: http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_EG.asp
Já temos todos os componenntes mas estamos em dúvida quanto ao transformador T1.
- Pode ser usado a montagem caseira como no link: http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_LE_04.asp
Neste caso qual é a relação de espiras de cada lado

Estamos pensando também em montar o circuito do link: http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_LE_04.asp
mas existe um componente que não estamos identificando o NE-1 que está ao 1N4004.
=================
4- Gostei da matéria sobre código de cores para capacitores no site Feira de Ciências.
Gostaria de informações sobre código de cores p/ resistores com 6 cores?
Você tem material ou indica onde encontrar?
==================
5- Estou encontrando alguns probleminha para conseguir o eixo do GDVG, como a velocidade é de 3000 r.p.m , qualquer tremida pode fazer o trabalho ir pelos ares(literalmente), entao gostaria de pedir algumas dicas para conseguir esta parte tão importante.
Que tipo de eixo eu posso usar?
Poderia improvisar com que tipo de material?
==================
6- Sou aluno do curso de tecnologia em radiologia medica e preciso de sua ajuda
pois amanha irei ter uma avaliação e ate o presente momento nao conseguir
entender por que na ressonancia magnetica os atomos nao obedecem a fisica
classica ( newtoniana) e sim a fisica quantica.
==================
7- Professor, preciso de uma ajuda nesses dois exercícios abaixo. Quais fórmulas devo usar?
Obrigado pela ajuda...
01) Quando voce derruba um lápis por exemplo, ele atinge a velocidade de 29,4 m/s em cerca de 3 s. A aceleração desse movimento de queda denominou-se aceleração da gravidade. calcule-a.
02) Durante um movimento a aceleração de um carro, no intervalo de tempo 6 s é igual a 3 m/s2( metros quadrado por segundo). Qual é a variação da velocidade desse carro nesse intervalo de tempo?
===================
8- meu nome é Rafael, sou um estudante de Jales-SP que vi sua matéria
na internet sobre distribuição de energia, acontece que estou fazendo um
trabalho escolar sobre o mesmo assunto e precioso montar cartazes e maquetes
de redes e distribuição de energia e estou tendo dificuldade para achar
algum modelo oui referencia, então peço que me ajude envian do-me algo que
tiver sobre o tema e que possa me ajudar, desde já agradeço pelo material
que já encontrei na internet e aguardo respostas.
=====================
9- Sou um leigo perante vosso conhecimento em Física Quântica, mas a partir do que li sobre o assunto, posso considerar que o pensamento seria uma forma avançada de poder interferir nos princípios da física Quântica?
======================
10- Minha pergunta é: Como posso medir? Quanto de eletricidade gera uma bobina hidroelétrica versus a força da água? Grato
======================
11- Estou eu aqui de novo. Porque preciso saber, se um dia isso por acaso acontecer.
Se o homem um dia conseguir chegar até a lua e ficar lá sem a máscara, ele conseguiria tomar água com um canudinho?
Preciso dessa resposta o mais rápido possível. Se for possível ainda hoje.
======================
12- Bom dia, meu nome é Kátia Cristina, estudante de Engenharia
industrial mecânica e venho através deste, buscar soluções para questões
levantadas no laboratório por alunos que estão, neste período, desenvolvendo
o projeto do acelerador linear magnético. Trabalho neste laboratório , e em
pesquisas que fiz não obtive sucesso total. Por isso, abaixo transcrevo a
dúvidas doa alunos e, se possível, gostaria de contar com seu apoio para
solucioná-las. Desde já agradeço.

1) Qual a relação entre o diâmetro das esferas, peso, material constituinte
e tamanho dos imãs?
2) Qual a relação que determina a máxima distância entre as esferas e os
imãs?
3) Em pesquisa, achamos várias sugestões para o dimensionamento das esferas.
A distância entre elas deve ser 3 vezes o diâmetros das esferas?
4) Relação entre número de imãs e velocidade final
5) A quantidade de esferas por imã irá interfirir?
6) Reação em cada esfera?
======================
13- Olá, Sou aluno de Engenharia da FEI
Gostaria de conseguir um manual de carburador, para aprender os
ajustes.... Se puder me ajudar,
=======================
14- Meu nome é Mauricio Alves, moro em Governador Valadares (GV) - MG, sou Técnico em Instrumentação e atualmente trabalho em uma empresa de telecomunicações, sou graduado em Administração de Empresas.
Quero parabeniza-lo pelo seu site e pelas inúmeras colaborações que nos tem feito através de suas pesquisas e experimentos.
Minha dúvida é quanto ao funcionamento das geladeiras ou equipamentos de
refrigeração a querosene, ou outras formas de funcionamento sem ser a energia elétrica (muito cara). Obrigado pela oportunidade,
=======================
15- PORQUE OS OBJETOS TEM CORES DIFERENTES?
========================
16- Quero párabenizá-lo pelo incrível site que vocês criaram, muito interessante.
Estou me graduando em Ciências Biológicas e estou estudando uma disciplina de Instrumentação para ensino , sendo que faço também Licenciatura.
Bom meu grupo e eu precisamos fazer um projeto de Aula para alunos de 5º série a 3º colegial onde envolva algumas experiências de Energia, ou seja fontes de energia, formas de energia, tipos de energia, luz, calor, eletricidade e circuitos elétricos. Nosso mestre quer que projetamos e apresentemos aulas práticas envolvendo estes temas. Será que você pode nos instruir com algumas idéias ?
Ou nos dar um suporte com as idéias que já estamos construindo ?
Desde já agradeço.
======================
17- Sou artesã e gostaria muito de trabalhar no meu trabalho artesanal com peças que medisse a temperatura ambiente,nossacidade é serrana e no inverno bem fria,por isso a procura por esse material e grande,o senhor sabe onde encontraria para comprá-los.desde já agradeço,sucesso nos seus trabalhos.
======================
18- Bom aqui está a última parte das questões!
Se você me ajudass eu agradeceria e muito!
BJus
1) No modelo atômico atual, o nêutron tem a composição (d,d,u), no qual (u) representa o quark up e (d) representa o quark up (u) tem carga elétrica positiva e igual a 2/3 do valor da carga elétrica do elétron, em modulo. A alternativa que representa corretamente a carga elétrica do quark down (d) é:
a) a carga positiva e igual a 1/3 do valor da carga elétrica do elétron.
b) a carga positiva e igual a 2/3 do valor da carga elétrica do elétron.
c) a carga negativa e igual a 1/3 do valor da carga elétrica do elétron.
d) a carga negativa e igual a 2/3 do valor da carga elétrica do elétron.
e) carga nula.

2) Prótons e nêutrons são constituídos de partículas chamadas quarks: os quarks u e d. O próton é formado de 2 quarks do tipo u e 1 do tipo d, enquanto nêutron é formado de 2 quarks do tipo d e 1 do tipo u. Se a carga elétrica do próton é igual a 1 unidade de carga e a do nêutron igual a zero, as cargas de u e d valem, respectivamente:
a) +2/3 e + 1/3
b) - 2/3 e + 1/3
c) -2/3 e -1/3
d) + 2/3 e -1/3
======================

Chô parar por aqui.......meu tempo esgotou ........

gratos,

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================


SUBJECT: Re: MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE (traducao)
FROM: Robespierre B. Gonçalves <pierre@click21.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/02/2006 14:49

Marcelo,

Mitos, fábulas e textos religosos são ao mesmo tempo retalhos de
experiências reais, tradição histórica, transmissão de dogmas e de
preconceitos. Muitos deles (a maioria) não tem sentido fora do
ambiente (cultura) em que foram criados. Muitos deles são
contráditórios, uma vez que cada um é criado visando explicar algo em
particular e não como um sistema de idéias. Estas contradições são
os "mistérios" das religiões e seitas. Desde os gregos (e talvez até
antes), os filósofos já retiravam conhecimentos destas lendas,
eliminando as contradições e revelando os conceitos aproveitavéis e
isto foi sendo melhorado a cada nova geração de pensadores. Além de
não ser novidade o autor não faz isso muito bem.

Cuidado com o uso da matemática e da lógica. A Irmandade Pitagórica
queria explicar o mundo baseado nos números racionais e chegou a
matar um de seus alunos quando este provou que a raiz quadrada de
dois não podia ser escrita como uma fração. O dogma superou a razão.
Não era Pitágoras um mestre em matemática e lógica?

Cuidado com as palavras. Palavras são armadilhas, por isso que
filosofia não é ciência e nada de científico pode ser retirado de
poesias. Veja as msgs do grupo sobre "fluzo de calor" e "entropia". A
preocupação em transmitir conceitos claros e exatos é necessária para
que estes conceitos sirvam como apoio de deduções futuras. O texto
que vc apresentou não tem nada de claro. É obscuro e confuso.

E importa sim se a fonte em que o autor basea as suas idéias é
oriental ou ocidental. O oriente pensa no universo como um todo, sem
separar claramente lenda de realidade, querendo passar a idéia de a
realidade é trascendente e que nunca poderemos compreende-la. O
ocidente, por outro lado, tem uma longa tradição de mentes que
quiseram elucidar os mistérios da realidade, conceito por conceito,
com muito esforço e determinação, para que a razão prevalecesse sobre
lendas, superstições, erros e mistérios. Dificilmente, algum texto
científico sério deixa de mencionar outros mestres, por que se tem
conciencia de apenas estar adicionando mais um tijolo na fortaleza da
ciência. O citado autor dos textos não menciona nínguém, como se tudo
fosse idéia dele. Ele quer apenas vender livros.

E finalmente, não achei o autor sendo citado por ninguém. O que quer
dizer que ninguém o usa como base e nem sequer o critica. Porque
será? Quando ele publicar um artigo na Nature, eu certamente vou
mudar de idéia.

[]s,
Pierre



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr" <marcelomjr@y...>
escreveu
>
> OK, Robespierre, captei vossa mensagem... :) mas sinto dizer que
nao
> concordo... ;) nao importa realmente se a inspiracao para o
trabalho,
> teoria ou hipotese eh oriental ou ocidental, ou ambas, mas se tem
> logica, se faz sentido, se a argumentacao ou o raciocinio estah
> fundamentado (premissas) no pouco que jah entendemos ou sabemos com
> certeza da realidade em que existimos, ou seja, na Ciencia... A
idéia
> de que o universo, por exemplo, surgiu a partir do nada, do vazio
> absoluto, eh uma hipotese sustentada e discutida com lógica por
> muitos cientistas, filosofos e pensadores da atualidade graças ao
> avanços da Cosmologia... sendo que esta eh uma idéia ("E o Ser vem
do
> Nao-Ser" - vide Lao Tsu, taoismo) muito antiga, multimilenar... O
> autor do texto (Lew Price) tenta dar uma explicacao logica para a
> Cosmogenese a partir do "Nada", do Vazio, baseado no conhecimento
> matematico ("a soma de tudo eh nada" etc) e cientifico atual... e
em
> minha opiniao tem se saido muito bem.
>
> Mas veja bem, o que o texto demonstra nao eh confusao de conceitos
> como voce pensa, de modo algum... mas sim uma produtiva associacao
de
> idéias do autor, que tem uma sólida formacao científica tipicamente
> ocidental e um claro dominio do assunto... Desconfio que a sua
> afirmacao se deveu a uma falta de maior aprofundamento no trabalho
do
> autor.
>
> Note também, e sejamos honestos, que o autor Nao disse em parte
> alguma do texto tal coisa como "...a dilatação do tempo já era
> conhecida pelos índios Hopi"... Ele falou que o diluvio era um mito
> comum entre varios povos antigos incluindo os Hopi, Hebreus e
> Sumerianos e sugeriu que certas civilizacoes antigas tinham
> conhecimento avancado antes da destruicao... soh isso... Os índios
> Hopi tinham os mitos... nao necessariamente a ciencia... embora um
> conhecimento cientifico possa vir oculto na forma de mito...
>
> Robespierre, eu diria que alguns do ditos "genios" da ciencia já
> foram ou estao sendo superados já há algum tempo (Einstein e sua
> relatividade eh um deles), mas acontece que todo "genio" tem sempre
o
> seu fã clube, a sua turma, o seu Lobby como dizia o Cesar Lattes,
> encarregado de encobrir os defeitos cabeludos que vao aparecendo,
> cortar as cabeças dos opositores e alimentar a lenda da
> insuperabilidade... Abaixo os "genios"!!!... ;)
>
> Fritjof Capra eh interessante, seu estudo da filosofia oriental
etc,
> mas nao gosto do livro porque ele tentou encaixar a MQ da qual
tambem
> discordo.
>
> Um ABraco,
> Marcelo
> p.s: fiz mais uma revisao no texto traduzido...
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
> <pierre@c...> escreveu
> >
> > Olá Marcelo!
> >
> > Não se preocupe com isso, o problema não está na tradução mas na
> > confusão de conceitos, na base da idéia de mistérios secretos
> > escondidos nos mitos antigos e na elevação da visão oriental do
> > mundo, ignorando tudo o que foi dito e escrito aqui no ocidente,
> mas
> > ao contrário, tentando superar a visão ocidental dizendo por
> exemplo,
> > que a dilatação do tempo já era conhecida pelos índios Hopi.
Aquele
> > outro escritor, Fritjof Capra, já havia feito algo assim com o
seu
> > Tao da Física. Misturam-se conceitos, algumas verdades e palavras
> > soltas tipo "Não-ser", "Eternidade", etc... e se inventa uma
> > nova "ciência".
> >
> > Se me permite um conselho, leia muito. Não se prenda a um autor
que
> > alega ter todas as respostas. A ciencia, diferente de uma
religião
> ou
> > escola de pensamento filosófico, está pronta a descartar
> > seus "ídolos" em prol de uma melhor compreensão da realidade. Na
> > verdade, os gênios da ciência tem como o grande mérito o fato de
> não
> > terem sido superados ainda, ou se houverem sido, serem
responsáveis
> > por uma contribuição inestimável.
> >
> > Ler filosofia também acho importante, uma vez que muitos autores
> > foram excepcionais em suas análise de conceitos, influenciando o
> > pensamento da humanidade nos séculos seguintes e com ecos de seus
> > escritos repercutindo até hoje. O problema é que a filosofia não
é
> > cumulativa nem se preocupa em eliminar os erros. É sempre, no
> fundo,
> > uma opinião. Mas do mesmo modo que os textos científicos, os
> autores
> > que sobrevivem para a posteridade ainda persistem por que não
foram
> > superados. Voce mesmo pode escrever a sua visão de mundo, e se
for
> > melhor do que os antigos, será aclamado. Mas não estará fazendo
> > ciência.
> >
> > []s,
> > Pierre
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr"
> <marcelomjr@y...>
> > escreveu
> > >
> > > Olá, eu fiz mais algumas correcoes de portugues e de traduçao
no
> > > texto .htm...
> > >
> > > http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htm
> > >
> > >
> > > ABraço, Marcelo
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
> > > <pierre@c...> escreveu
> > > >
> > > > Olá Amauri!
> > > >
> > > > Parece que dessa vez concordamos: o cara é "mucho loco"! Se
> antes
> > > eu
> > > > achei elegante o texto sobre o tempo, dessa vez ele esta além
> de
> > > > errado, doido!
> > > >
> > > > []s,
> > > > pierre
> > > >
> > > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Voltaire "
> > > > <amaurij@g...> escreveu
> > > > >
> > > > > ????????????
> > > > >
> > > > > Em 18/02/06, marcelomjr <marcelomjr@y...> escreveu:
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > >
> > > >
> > >
> >
>
http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htmhttp://www.softc
> > > > om.net/users/greebo/phil.htmMITOS,
> > > > > > FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE por Lew Paxton Price
> Adicionado
> > > ao
> > > > website em
> > > > > > 19 de Outubro, 2005.
> > >
> >
>






SUBJECT: Re (3): Fluxo do calor --- entropia.UCFilho
FROM: "ucfilho27182" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/02/2006 15:29

Boa tarde Alberto,

é com satisfação que recebo sua mensagem. A abordagem da Enciclopédia
Britânica me lembra os longos anos de discussão que houve -na segunda
metade do século XVIII até metade do século XIX- sobre o que é calor,
mas infelizmente o conceito de entropia não pode elucidada de forma
tão clara quanto ao calor. A associação entre entropia e desordem não
é uma visão tão ingênua como a conceituada enciclopédia alega, pois
esta associação tem base sólida na Mecânica Estatística.

Livros clássicos - como Physical Chemistry-P.W.Atkins e Lehninger
Principles of Biochemistry- e inúmeros outros textos de química e
bioquímica trazem a abordagem de variação de entropia associado ao
aumento de desordem e de utilizam esta abordagem na explicação de
transformações biológicas, químicas e físicas. Nestes textos há
sistemas elegantemente concebidos para abordagem didática do assunto.

Li o texto que você escreveu. O sistema de paredes e tijolos que você
descreve não corresponte a ênfase discutida quando se aborda a
associação entre entropia e desordem.

Há um interessante artigo que discute a visão de entropia associada a
desordem. Você pode acessar o artigo gratuitamente no sítio que segue.

Saudações, UCFilho

http://www.sbfisica.org.br/rbef/Vol21/Num4/v21_453.pdf

Título do artigo:
Irreversibilidade, Desordem e Incerteza: Três Visões da Generalização
do Conceito de Entropia -Revista Brasileira de Ensino de Física, vol.
21, no. 4, Dezembro, 1999


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
>
> ----- Original Message -----
> From: "ucfilho27182" Sent: Tuesday, February 21, 2006 9:04 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia.UCFilho
>
> > para os estudos de química e bioquímica a noção aumento de
desordem
> > associada espontaneidade/entropia mais ajuda do que atrapalha.
>
> > Um exemplo neste sentido é a compreensão da transformação na
estrutura de
> > uma molécula, neste ponto ordem e desordem são conceitos mais
facilmente
> > percebidos que o conceito de calor ou calor/temperatura.
>
> Olá UCFilho
>
> É possível que você tenha razão, mas vale a pena expor aqui o
seguinte
> comentário retirado da Enciclopédia Britânica (capítulo "Principles
of
> Physical Science"): "A entropia assume um valor numérico que pode
ser
> atribuído a um sistema pela experimentação e, a menos que possamos
definir a
> desordem com a mesma precisão, qualquer relação entre as duas
estará dotada
> de pouco significado não servindo portanto de fundamento para
qualquer
> dedução. Embora exista muito de verdade na visão ingênua de
relacionar
> aumento de entropia a desordem, não há como se progredir, ao se
utilizar
> este procedimento, sem uma definição muito mais precisa do que seja
> desordem."
>
> Comento alguma coisa a esse respeito em "Considerações Sobre
> Irreversibilidade e Entropia" (Discussão surgida na "Lista de
Discussão
> Física" da Internet Brasileira, 1999) -- vide
> http://ecientificocultural.com/Usenet/term00.htm -- em especial na
mensagem
> 04: http://ecientificocultural.com/Usenet/term04.htm .
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
> coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.
>







SUBJECT: Mais uma tentativa para o JR - Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/02/2006 15:48

Olá JR

Acho que estamos quase lá.:-)

Tudo se resume em analisar as forças envolvidas e as relações de movimento. E é isso que confunde neste exemplo/pegadinha, já que temos a tendencia a pensar em movimento como sendo produzido pelo atrito de algo sobre o solo, sejam nossos pés, sejam as rodas do automóvel.

Mas, no caso do avião muda tudo, e nenhum atrito é necessário, o que torna a esteira irrelevante para as forças envolvidas.

Veja este trecho seu:

JR : "Nesse último caso, com as turbinas acionadas, deslocando-se na mesma velocidade da esteira, o avião se manteria rodando sobre a esteira praticamente parado em relação ao solo."

Você diz que o avião está se deslocando a mesma velocidade da esteira. Mas, se deslocando em "relação" ao que? Ao solo? Então está a duas vezes essa velocidade em relação a esteira; Em relação a esteira? Então, sim, está parado em relação ao solo. Mas, nesse segundo caso, as turbinas tem de estar desligadas ou em "mínima" força. Qualquer outra alternativa vai mover o avião em relação ao solo, não importa a velocidade da esteira. É isso que está confundindo você, pensar que só para se manter parado em relação ao solo o avião tem de usar suas turbinas para compensar a esteira. Não tem, já que a esteira não tem como aplicar forças ao avião.

Você parece pensar que a força das turbinas deve compensar a velocidade da esteira, mas isso é que está profundamente incorreto.

O avião, parado em relação ao solo, precisaria apenas de uma corda nem muito resistente para mante-lo no lugar, esteja a esteira a 10, 100 ou 400 Km/h.

Observe, JR, que mesmo que a esteira esteja a 100 Km/h, o avião não precisa manter essa velocidade para se manter parado. Como não está "ligado" as rodas, apenas os rolamentos. ele precisa apenas manter um mínimo de força contrária, quem vai girar as rodas a velocidade de 100 Km/h é a própria esteira. Em um carro, claro, para se manter no lugar seria preciso que o motor mantivesse as rodas a essa velocidade, apenas apra compensar a esteira, mas o avião NÃO PRECISA, já que as rodas, ao girarem não aplicam nenhuma força a este.

É o mesmo exemplo da mala com rodinhas na esteira do aeroporto. Basta segurar com minima força a mala, e esta se manterá aprada, mesmo que a esteira acelere ou diminua sua velocidade. Você não faz mais força (não de forma significativa) para manter a mala se a esteria acelera. E não tem de vencer a enorme força da esteira, se tivesse, jamais conseguiria segurar sua mala.

Vou pensar em um exemplo limite, onde sua proposição pode ser testada. O avião, lentamente, e movido apra tras pela esteira. Tem de ser lentametne, senão a avião vai ficar apradao enquanto a esteira acelera, devido a inércia. Com o mínima força do atrito dos rolamentos, com cuidado, a esteira aacelera a até, digamos, 100 km/h. Agora, o avião, por inércia, se mantém em movimento em relação ao solo, a 100 km/h. Então ele liga as turbinas. O que acontece?

Primeiro, apenas ligar as turbinas, em mínima força, faz com que o atrito dos rolamentos seja vencido. Mesmo assim, por inércia, ele continua a se mover para tras, mas o arrasto do ar vai acabar "parando" o avião em relação ao solo, mesmo que a esteira continue a rodar a 100 km/h. Isso é importante, pois pode perceber agora que não precisa ligar as turbinas em força máximo ou mesmo mais forte que o mínimo para compensar a velocidade da esteira, mas apenas o suficiente para compensar o atrito dos rolamentos. Se fizer isso, o atrito do ar vai parar o avião, da mesma forma como o faria se ele estivesse rodando para trás sem a esteira.

Mas vamos supor que o avião deseje parar mais rápido e não queira esperar o atrito do ar. Ele acelera as turbinas, apenas o suficiente para vencer a inércia de seu movimento. Assim que igualar a velocidade do solo (não da esteira, que é irrelevante agora), ele pode diminuir as turbinas, e manter apenas o fluxo mínimo, para vencer o atrito dos rolamentos das rodas. O avião agora se mantém parado em relação ao solo, apenas com um mínimo de força nas turbinas, esteja a esteira a velocidade que estiver, acelera ou diminua, não importa.

Agora, parado em relação ao solo, com as turbinas no mínimo, e a esteira a rodar a velocidade que desejar sob ele, basta aumentar a força das turbinas para começar a andar "para frente", e decolar, se atingir a velocidade correta, TOTALMENTE INDEPENDENTE DA VELOCIDADE QUE A ESTEIRA APRESENTAR EM QUALQUER MOMENTO DO TRAJETO.

Mas não se preocupe, esse é mesmo um exemplo de como nossa mente tende a se fixar em aspectos do cotidiano, e nos leva a confusão quando um caso concreto é apresentado.

Um abraço.

Homero


----- Original Message -----
From: José Renato
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 21, 2006 9:37 PM
Subject: Re: [ciencialist] Mais uma tentativa para o JR - Para diversão... avião em esteira rolante


Homero, antes de mais nada, grato pelos esclarecimentos e exemplos que permitem colocar visível o enunciado da questão inicialmente proposta, que se diluiu e ficou perdida no meio do caminho.
Creio que o xis da questão está na definição do referencial para se determinar as velocidades da esteira e do avião. Isso não ficou definido no texto da proposta original. Podem ser considerados os seguintes referenciais: velocidade da esteira em relação ao solo; velocidade do avião em relação ao solo; velocidade do avião em relação à esteira. Nesse último caso, com as turbinas acionadas, deslocando-se na mesma velocidade da esteira, o avião se manteria rodando sobre a esteira praticamente parado em relação ao solo.

Abraços

José Renato
.............................................

----- Original Message -----
From: Oraculo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 5:48 PM
Subject: [ciencialist] Mais uma tentativa para o JR - Para diversão... avião em esteira rolante


Olá JR

Acho que todos já tentaram explicar, mas vou dar mais um palpite.

Tente imaginar que o avião está sobre a esteira, mas não a toca. Ou seja, está suspenso por fios e suas rodas não tocam a esteira. As turbinas são ligadas e a esteira começa a girar em sentido contrário a direção do avião.

Há alguma forma de a esteira levar o avião para trás? Claro que não..:-) Mas antes que ache o exemplo absurdo, pense no que significam "rodas livres". Significa que, se não há forma de transmitir as forças da esteira para o avião, esteja ele pendurado em fios sem tocar a esteira, ou esteja ele sobre a esteira, MAS COM RODAS LIVRES, não há porque o avião ser mantido "parado" em relação ao solo.

Para isso, o atrito entre os rolamentos das rodas do avião, que são mínimos, deveriam ser capazes de compensar o empuxo das turbinas, o que, evidentemente, ele não pode fazer. SE, e esse é um enorme se, os freios estivessem travados, como lembrou o LEO, a esteira poderia aplicar forças no avião. Mas com RODAS LIVRES isso é impossível, e o avião vai, certamente, levanter voo.

Você diz que avião é avião e aeromodelo é aeromodelo, mas está enganado. Aeromodelos são usados para testar forças fisicas envolvidas no voo. Se colocar um aeromodelo em uma esteira de malas de aeroporto, vai entender bem melhor. O aviãozinho vai decolar, mesmo com a esteira rodando sob ele, se o empuxo de suas hélices superar o atrito das rodas, que será, mesmo nesse caso, mínimo. Por outro lado, se puser um "carrinho" à motor, este realmetne vai ficar parado sobre a esteira, porque ele depende justamente do atrito com a esteira para se mover. Mas, se for um carrinho movido a jato, ou mesmo hélices, ele se moverá, não importa a velocidade da esteira (eu quase gostaria de fazer um experimento para você se convencer que é assim que vai funcionar..:-)

Pense em termos físicos, JR. Calculamos a força de atrito dos rolamentos da roda do avião, e encontramos um valor X. É este a força que a esteira pode aplicar no avião. Agora, calculamos a força das turbinas, 4000X (quatro mil X). Como é possível afirmar que, colocando essas duas forças em oposição, elas de alguma forma se "compensem"? Esqueça as rodas de carro, que receberiam 4000X de força da esteira, caso esta girasse sob elas, mas pense nas rodas livres do avião, que só recebem forças pelo atrito de seus rolamentos.

JR, o principal é entender que a esteira NÃO tem como aplicar forças no avião, apenas o minimo no atrito das rodas. Pense, se a esteira começar a rodar com um "tranco" e não com velocidade lenta, nem um movimento pequeno para tras o avião fará,. já que o "tranco" vencerá o mínimo atrito, e a esteira rodará sem mover o avião. É o mesmo princípio que permite que mágicos (ou garçons muito bons) tirem a toalha da mesa sem derrubar os pratos e copos sobre ela.

Apenas se as rodas estivesem "presas" na esteira, o que não acontece, não é?

Um abraço.

Homero



----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 4:03 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


Acredito que o José Renato nunca vai entender que: se a roda do avião é livre e sem atrito, a esteira nunca o levará para a frente ou para trás! A esteira (ou solo) só está servindo para equilibrar o peso do avião, mais nada; o movimento do avião com jato ligado é independente do que a esteira faz (ir prá frente, prá trás, mais rápida ou mais lenta) --- só depende do ar ambiente. NÃO É A RODA DO AVIÃO QUE O FAZ ANDAR!

SE assim que as turbinas são ligadas --- o piloto meter o pé no breque e calcar até a 'tábua' --- ai é outra história --- e eu nem gostaria de estar por perto para ver o que vai acontecer!
De início a esteira começará a levar o avião para trás (voltando para o hangar), mas o giro da turbina começa a aumentar, o atrito entre pneu e esteira aumenta (a força do motor elétrico que puxa a esteira aumenta -- a corrente no motor aumenta), o avião avança um pouquinho mais, a velocidade para trás da esteira aumenta, o grito do giro da turbina alcança os 6000 Hz , o atrito estático é vencido, passa para atrito dinâmico, a força impulsora é agora maior que o atrito, o avião avança mais --- e ninguém mais segura o bicho --- sai queimando pneu e tudo pode acontecer dai prá frente!

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 14:20
Assunto: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


José Renato,

Você é mesmo teimoso, heim!

O Elton, o Byron, eu, o Léo e creio que todos aqui na lista já nos
convencemos que o avião faz sua translação em relação à Terra e ao
ar e levanta vôo sim! Agora só falta você.

[Se tem alguém que pense ainda como o José Renato, me diga]

O avião não fica parado em relação ao ar pois ele empurra o ar para
trás o que gera uma força de reação (terceira lei de Newton) para
frente. Um carro (e nós ao andar) empurra o chão para trás e por
isto vai para frente. Um avião empurra o ar para trás e por isto vai
para a frente, um nadador (ou um barco a motor ou um barco a remo)
empurra a água para trás e por isto vai para frente.

Na proposta inicial tinha:
[
> A esteira tem um sistema de controle
> que acompanha a velocidade do avião
> e faz com que a esteira tenha exatamente
> a mesma velocidade dele, na direção oposta.
]

Ora!
Que velocidade é esta detectada pelo controle da esteira para se
mover na mesma velocidade?

Não pode ser a velocidade em relação a esteira.
Só pode ser em relação a Terra.

Assim como a velocidade da esteira é em relação à Terra também.
Não pode ser a velocidade da esteira em relação a esteira. :-)

Você falou:
> ... Se o avião está parado sobre
> a esteira, com as turbinas desligadas,
> quando a esteira se deslocar carregará
> o avião no mesmo sentido e na mesma
> velocidade dela em relação ao solo.

Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO
acompanharia a esteira.
Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é
irrelevante.

Pense durante mais um TEMPO (mesmo que, PARA VOCÊ, o tempo não tenha
existência física)
:-)
:-)
:-)


[ ]'s
Hélio



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SUBJECT: Dúvidas sobre inversão do campo magnético da Terra
FROM: Felipe <fegolac@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/02/2006 20:17

1 - porque esse fenômeno ocorre?
2 - quais são suas conseqüências? Algo grave ou as coisas permanecem
praticamente as mesmas após a inversão?
3 - é prevista alguma inversão para algum ano próximo?



SUBJECT: Re: [ciencialist] Mais uma tentativa para o JR - Para diversão... avião em esteira rolante
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/02/2006 20:49

Tb minha última tentativa ...

JR,

seu carro está em movimento a 10 km/h. Vc abre a janela e entra um passarinho (pode ser um beija-flor) e a seguir vc fecha a janela (prá ele não escapar).
Diga-nos:
a) que velocidade o pássaro deve manter em relação ao carro para não bater no vidro da frente?
b) se vc acelera o carro para 50 km/h, e o pássaro (beija-flor) estava 'pairando' dentro do carro, ele irá bater no vidro de trás?
c) se o carro passar a 100 km/h e manter essa velocidade, que velocidade o beija-flor 'pairando' terá em relação à estrada? Que velocidade horizontal ele deve manter para acompanhar o carro e não bater no vidro?

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-----Mensagem Original-----
De: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006 15:48
Assunto: [ciencialist] Mais uma tentativa para o JR - Para diversão... avião em esteira rolante


Olá JR

Acho que estamos quase lá.:-)

Tudo se resume em analisar as forças envolvidas e as relações de movimento. E é isso que confunde neste exemplo/pegadinha, já que temos a tendencia a pensar em movimento como sendo produzido pelo atrito de algo sobre o solo, sejam nossos pés, sejam as rodas do automóvel.

Mas, no caso do avião muda tudo, e nenhum atrito é necessário, o que torna a esteira irrelevante para as forças envolvidas.

Veja este trecho seu:

JR : "Nesse último caso, com as turbinas acionadas, deslocando-se na mesma velocidade da esteira, o avião se manteria rodando sobre a esteira praticamente parado em relação ao solo."

Você diz que o avião está se deslocando a mesma velocidade da esteira. Mas, se deslocando em "relação" ao que? Ao solo? Então está a duas vezes essa velocidade em relação a esteira; Em relação a esteira? Então, sim, está parado em relação ao solo. Mas, nesse segundo caso, as turbinas tem de estar desligadas ou em "mínima" força. Qualquer outra alternativa vai mover o avião em relação ao solo, não importa a velocidade da esteira. É isso que está confundindo você, pensar que só para se manter parado em relação ao solo o avião tem de usar suas turbinas para compensar a esteira. Não tem, já que a esteira não tem como aplicar forças ao avião.

Você parece pensar que a força das turbinas deve compensar a velocidade da esteira, mas isso é que está profundamente incorreto.

O avião, parado em relação ao solo, precisaria apenas de uma corda nem muito resistente para mante-lo no lugar, esteja a esteira a 10, 100 ou 400 Km/h.

Observe, JR, que mesmo que a esteira esteja a 100 Km/h, o avião não precisa manter essa velocidade para se manter parado. Como não está "ligado" as rodas, apenas os rolamentos. ele precisa apenas manter um mínimo de força contrária, quem vai girar as rodas a velocidade de 100 Km/h é a própria esteira. Em um carro, claro, para se manter no lugar seria preciso que o motor mantivesse as rodas a essa velocidade, apenas apra compensar a esteira, mas o avião NÃO PRECISA, já que as rodas, ao girarem não aplicam nenhuma força a este.

É o mesmo exemplo da mala com rodinhas na esteira do aeroporto. Basta segurar com minima força a mala, e esta se manterá aprada, mesmo que a esteira acelere ou diminua sua velocidade. Você não faz mais força (não de forma significativa) para manter a mala se a esteria acelera. E não tem de vencer a enorme força da esteira, se tivesse, jamais conseguiria segurar sua mala.

Vou pensar em um exemplo limite, onde sua proposição pode ser testada. O avião, lentamente, e movido apra tras pela esteira. Tem de ser lentametne, senão a avião vai ficar apradao enquanto a esteira acelera, devido a inércia. Com o mínima força do atrito dos rolamentos, com cuidado, a esteira aacelera a até, digamos, 100 km/h. Agora, o avião, por inércia, se mantém em movimento em relação ao solo, a 100 km/h. Então ele liga as turbinas. O que acontece?

Primeiro, apenas ligar as turbinas, em mínima força, faz com que o atrito dos rolamentos seja vencido. Mesmo assim, por inércia, ele continua a se mover para tras, mas o arrasto do ar vai acabar "parando" o avião em relação ao solo, mesmo que a esteira continue a rodar a 100 km/h. Isso é importante, pois pode perceber agora que não precisa ligar as turbinas em força máximo ou mesmo mais forte que o mínimo para compensar a velocidade da esteira, mas apenas o suficiente para compensar o atrito dos rolamentos. Se fizer isso, o atrito do ar vai parar o avião, da mesma forma como o faria se ele estivesse rodando para trás sem a esteira.

Mas vamos supor que o avião deseje parar mais rápido e não queira esperar o atrito do ar. Ele acelera as turbinas, apenas o suficiente para vencer a inércia de seu movimento. Assim que igualar a velocidade do solo (não da esteira, que é irrelevante agora), ele pode diminuir as turbinas, e manter apenas o fluxo mínimo, para vencer o atrito dos rolamentos das rodas. O avião agora se mantém parado em relação ao solo, apenas com um mínimo de força nas turbinas, esteja a esteira a velocidade que estiver, acelera ou diminua, não importa.

Agora, parado em relação ao solo, com as turbinas no mínimo, e a esteira a rodar a velocidade que desejar sob ele, basta aumentar a força das turbinas para começar a andar "para frente", e decolar, se atingir a velocidade correta, TOTALMENTE INDEPENDENTE DA VELOCIDADE QUE A ESTEIRA APRESENTAR EM QUALQUER MOMENTO DO TRAJETO.

Mas não se preocupe, esse é mesmo um exemplo de como nossa mente tende a se fixar em aspectos do cotidiano, e nos leva a confusão quando um caso concreto é apresentado.

Um abraço.

Homero


----- Original Message -----
From: José Renato
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, February 21, 2006 9:37 PM
Subject: Re: [ciencialist] Mais uma tentativa para o JR - Para diversão... avião em esteira rolante


Homero, antes de mais nada, grato pelos esclarecimentos e exemplos que permitem colocar visível o enunciado da questão inicialmente proposta, que se diluiu e ficou perdida no meio do caminho.
Creio que o xis da questão está na definição do referencial para se determinar as velocidades da esteira e do avião. Isso não ficou definido no texto da proposta original. Podem ser considerados os seguintes referenciais: velocidade da esteira em relação ao solo; velocidade do avião em relação ao solo; velocidade do avião em relação à esteira. Nesse último caso, com as turbinas acionadas, deslocando-se na mesma velocidade da esteira, o avião se manteria rodando sobre a esteira praticamente parado em relação ao solo.

Abraços

José Renato
.............................................

----- Original Message -----
From: Oraculo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 5:48 PM
Subject: [ciencialist] Mais uma tentativa para o JR - Para diversão... avião em esteira rolante


Olá JR

Acho que todos já tentaram explicar, mas vou dar mais um palpite.

Tente imaginar que o avião está sobre a esteira, mas não a toca. Ou seja, está suspenso por fios e suas rodas não tocam a esteira. As turbinas são ligadas e a esteira começa a girar em sentido contrário a direção do avião.

Há alguma forma de a esteira levar o avião para trás? Claro que não..:-) Mas antes que ache o exemplo absurdo, pense no que significam "rodas livres". Significa que, se não há forma de transmitir as forças da esteira para o avião, esteja ele pendurado em fios sem tocar a esteira, ou esteja ele sobre a esteira, MAS COM RODAS LIVRES, não há porque o avião ser mantido "parado" em relação ao solo.

Para isso, o atrito entre os rolamentos das rodas do avião, que são mínimos, deveriam ser capazes de compensar o empuxo das turbinas, o que, evidentemente, ele não pode fazer. SE, e esse é um enorme se, os freios estivessem travados, como lembrou o LEO, a esteira poderia aplicar forças no avião. Mas com RODAS LIVRES isso é impossível, e o avião vai, certamente, levanter voo.

Você diz que avião é avião e aeromodelo é aeromodelo, mas está enganado. Aeromodelos são usados para testar forças fisicas envolvidas no voo. Se colocar um aeromodelo em uma esteira de malas de aeroporto, vai entender bem melhor. O aviãozinho vai decolar, mesmo com a esteira rodando sob ele, se o empuxo de suas hélices superar o atrito das rodas, que será, mesmo nesse caso, mínimo. Por outro lado, se puser um "carrinho" à motor, este realmetne vai ficar parado sobre a esteira, porque ele depende justamente do atrito com a esteira para se mover. Mas, se for um carrinho movido a jato, ou mesmo hélices, ele se moverá, não importa a velocidade da esteira (eu quase gostaria de fazer um experimento para você se convencer que é assim que vai funcionar..:-)

Pense em termos físicos, JR. Calculamos a força de atrito dos rolamentos da roda do avião, e encontramos um valor X. É este a força que a esteira pode aplicar no avião. Agora, calculamos a força das turbinas, 4000X (quatro mil X). Como é possível afirmar que, colocando essas duas forças em oposição, elas de alguma forma se "compensem"? Esqueça as rodas de carro, que receberiam 4000X de força da esteira, caso esta girasse sob elas, mas pense nas rodas livres do avião, que só recebem forças pelo atrito de seus rolamentos.

JR, o principal é entender que a esteira NÃO tem como aplicar forças no avião, apenas o minimo no atrito das rodas. Pense, se a esteira começar a rodar com um "tranco" e não com velocidade lenta, nem um movimento pequeno para tras o avião fará,. já que o "tranco" vencerá o mínimo atrito, e a esteira rodará sem mover o avião. É o mesmo princípio que permite que mágicos (ou garçons muito bons) tirem a toalha da mesa sem derrubar os pratos e copos sobre ela.

Apenas se as rodas estivesem "presas" na esteira, o que não acontece, não é?

Um abraço.

Homero



----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, February 20, 2006 4:03 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


Acredito que o José Renato nunca vai entender que: se a roda do avião é livre e sem atrito, a esteira nunca o levará para a frente ou para trás! A esteira (ou solo) só está servindo para equilibrar o peso do avião, mais nada; o movimento do avião com jato ligado é independente do que a esteira faz (ir prá frente, prá trás, mais rápida ou mais lenta) --- só depende do ar ambiente. NÃO É A RODA DO AVIÃO QUE O FAZ ANDAR!

SE assim que as turbinas são ligadas --- o piloto meter o pé no breque e calcar até a 'tábua' --- ai é outra história --- e eu nem gostaria de estar por perto para ver o que vai acontecer!
De início a esteira começará a levar o avião para trás (voltando para o hangar), mas o giro da turbina começa a aumentar, o atrito entre pneu e esteira aumenta (a força do motor elétrico que puxa a esteira aumenta -- a corrente no motor aumenta), o avião avança um pouquinho mais, a velocidade para trás da esteira aumenta, o grito do giro da turbina alcança os 6000 Hz , o atrito estático é vencido, passa para atrito dinâmico, a força impulsora é agora maior que o atrito, o avião avança mais --- e ninguém mais segura o bicho --- sai queimando pneu e tudo pode acontecer dai prá frente!

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006 14:20
Assunto: [ciencialist] Re: Para diversão... avião em esteira rolante


José Renato,

Você é mesmo teimoso, heim!

O Elton, o Byron, eu, o Léo e creio que todos aqui na lista já nos
convencemos que o avião faz sua translação em relação à Terra e ao
ar e levanta vôo sim! Agora só falta você.

[Se tem alguém que pense ainda como o José Renato, me diga]

O avião não fica parado em relação ao ar pois ele empurra o ar para
trás o que gera uma força de reação (terceira lei de Newton) para
frente. Um carro (e nós ao andar) empurra o chão para trás e por
isto vai para frente. Um avião empurra o ar para trás e por isto vai
para a frente, um nadador (ou um barco a motor ou um barco a remo)
empurra a água para trás e por isto vai para frente.

Na proposta inicial tinha:
[
> A esteira tem um sistema de controle
> que acompanha a velocidade do avião
> e faz com que a esteira tenha exatamente
> a mesma velocidade dele, na direção oposta.
]

Ora!
Que velocidade é esta detectada pelo controle da esteira para se
mover na mesma velocidade?

Não pode ser a velocidade em relação a esteira.
Só pode ser em relação a Terra.

Assim como a velocidade da esteira é em relação à Terra também.
Não pode ser a velocidade da esteira em relação a esteira. :-)

Você falou:
> ... Se o avião está parado sobre
> a esteira, com as turbinas desligadas,
> quando a esteira se deslocar carregará
> o avião no mesmo sentido e na mesma
> velocidade dela em relação ao solo.

Se o atrito das rodas do avião com o eixo fosse zero ele NÃO
acompanharia a esteira.
Com o avião em movimento (empurrando o ar para trás) este atrito é
irrelevante.

Pense durante mais um TEMPO (mesmo que, PARA VOCÊ, o tempo não tenha
existência física)
:-)
:-)
:-)


[ ]'s
Hélio



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Correspondencias dessa manhã
FROM: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/02/2006 21:12

Putz! Dá pra tomar uma Kaiser antes?

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
alvaug@daelt.sh06.com
http://alvaug.multiply.com


----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, February 22, 2006 2:39 PM
Subject: [ciencialist] Correspondencias dessa manhã


Estou realmente apertado (entendeu né!) hoje (gravações para
jornal/TV/prefeitura/advogado etc.). Se puderem organizar cada uma das
respostas, lá pela tardinha 'despacho' para os consulentes.
=================
1- gostaria de ter uma definição sobre acionamento.qual seria a definição de
acionamento?
=================
2- Queria ver a possibilidade de fazer um receptor onde atravez de um pic ou
um microcontrolador, tivesse a capacidade de verificar a faixa de frequencia
emitida e enviar para um computador. Será que você poderia me dar uma ajuda.
=================
3- Estamos montando o Estrobo com o esquema do link:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_EG.asp
Já temos todos os componenntes mas estamos em dúvida quanto ao transformador
T1.
- Pode ser usado a montagem caseira como no link:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_LE_04.asp
Neste caso qual é a relação de espiras de cada lado

Estamos pensando também em montar o circuito do link:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_LE_04.asp
mas existe um componente que não estamos identificando o NE-1 que está ao
1N4004.
=================
4- Gostei da matéria sobre código de cores para capacitores no site Feira de
Ciências.
Gostaria de informações sobre código de cores p/ resistores com 6 cores?
Você tem material ou indica onde encontrar?
==================
5- Estou encontrando alguns probleminha para conseguir o eixo do GDVG, como
a velocidade é de 3000 r.p.m , qualquer tremida pode fazer o trabalho ir
pelos ares(literalmente), entao gostaria de pedir algumas dicas para
conseguir esta parte tão importante.
Que tipo de eixo eu posso usar?
Poderia improvisar com que tipo de material?
==================
6- Sou aluno do curso de tecnologia em radiologia medica e preciso de sua
ajuda
pois amanha irei ter uma avaliação e ate o presente momento nao conseguir
entender por que na ressonancia magnetica os atomos nao obedecem a fisica
classica ( newtoniana) e sim a fisica quantica.
==================
7- Professor, preciso de uma ajuda nesses dois exercícios abaixo. Quais
fórmulas devo usar?
Obrigado pela ajuda...
01) Quando voce derruba um lápis por exemplo, ele atinge a velocidade de
29,4 m/s em cerca de 3 s. A aceleração desse movimento de queda denominou-se
aceleração da gravidade. calcule-a.
02) Durante um movimento a aceleração de um carro, no intervalo de tempo 6 s
é igual a 3 m/s2( metros quadrado por segundo). Qual é a variação da
velocidade desse carro nesse intervalo de tempo?
===================
8- meu nome é Rafael, sou um estudante de Jales-SP que vi sua matéria
na internet sobre distribuição de energia, acontece que estou fazendo um
trabalho escolar sobre o mesmo assunto e precioso montar cartazes e maquetes
de redes e distribuição de energia e estou tendo dificuldade para achar
algum modelo oui referencia, então peço que me ajude envian do-me algo que
tiver sobre o tema e que possa me ajudar, desde já agradeço pelo material
que já encontrei na internet e aguardo respostas.
=====================
9- Sou um leigo perante vosso conhecimento em Física Quântica, mas a partir
do que li sobre o assunto, posso considerar que o pensamento seria uma forma
avançada de poder interferir nos princípios da física Quântica?
======================
10- Minha pergunta é: Como posso medir? Quanto de eletricidade gera uma
bobina hidroelétrica versus a força da água? Grato
======================
11- Estou eu aqui de novo. Porque preciso saber, se um dia isso por acaso
acontecer.
Se o homem um dia conseguir chegar até a lua e ficar lá sem a máscara, ele
conseguiria tomar água com um canudinho?
Preciso dessa resposta o mais rápido possível. Se for possível ainda hoje.
======================
12- Bom dia, meu nome é Kátia Cristina, estudante de Engenharia
industrial mecânica e venho através deste, buscar soluções para questões
levantadas no laboratório por alunos que estão, neste período, desenvolvendo
o projeto do acelerador linear magnético. Trabalho neste laboratório , e em
pesquisas que fiz não obtive sucesso total. Por isso, abaixo transcrevo a
dúvidas doa alunos e, se possível, gostaria de contar com seu apoio para
solucioná-las. Desde já agradeço.

1) Qual a relação entre o diâmetro das esferas, peso, material constituinte
e tamanho dos imãs?
2) Qual a relação que determina a máxima distância entre as esferas e os
imãs?
3) Em pesquisa, achamos várias sugestões para o dimensionamento das esferas.
A distância entre elas deve ser 3 vezes o diâmetros das esferas?
4) Relação entre número de imãs e velocidade final
5) A quantidade de esferas por imã irá interfirir?
6) Reação em cada esfera?
======================
13- Olá, Sou aluno de Engenharia da FEI
Gostaria de conseguir um manual de carburador, para aprender os
ajustes.... Se puder me ajudar,
=======================
14- Meu nome é Mauricio Alves, moro em Governador Valadares (GV) - MG, sou
Técnico em Instrumentação e atualmente trabalho em uma empresa de
telecomunicações, sou graduado em Administração de Empresas.
Quero parabeniza-lo pelo seu site e pelas inúmeras colaborações que nos tem
feito através de suas pesquisas e experimentos.
Minha dúvida é quanto ao funcionamento das geladeiras ou equipamentos de
refrigeração a querosene, ou outras formas de funcionamento sem ser a
energia elétrica (muito cara). Obrigado pela oportunidade,
=======================
15- PORQUE OS OBJETOS TEM CORES DIFERENTES?
========================
16- Quero párabenizá-lo pelo incrível site que vocês criaram, muito
interessante.
Estou me graduando em Ciências Biológicas e estou estudando uma disciplina
de Instrumentação para ensino , sendo que faço também Licenciatura.
Bom meu grupo e eu precisamos fazer um projeto de Aula para alunos de 5º
série a 3º colegial onde envolva algumas experiências de Energia, ou seja
fontes de energia, formas de energia, tipos de energia, luz, calor,
eletricidade e circuitos elétricos. Nosso mestre quer que projetamos e
apresentemos aulas práticas envolvendo estes temas. Será que você pode nos
instruir com algumas idéias ?
Ou nos dar um suporte com as idéias que já estamos construindo ?
Desde já agradeço.
======================
17- Sou artesã e gostaria muito de trabalhar no meu trabalho artesanal com
peças que medisse a temperatura ambiente,nossacidade é serrana e no inverno
bem fria,por isso a procura por esse material e grande,o senhor sabe onde
encontraria para comprá-los.desde já agradeço,sucesso nos seus trabalhos.
======================
18- Bom aqui está a última parte das questões!
Se você me ajudass eu agradeceria e muito!
BJus
1) No modelo atômico atual, o nêutron tem a composição (d,d,u), no
qual (u) representa o quark up e (d) representa o quark up (u)
tem carga elétrica positiva e igual a 2/3 do valor da carga elétrica do
elétron, em modulo. A alternativa que representa corretamente a carga
elétrica do quark down (d) é:
a) a carga positiva e igual a 1/3 do valor da carga elétrica do elétron.
b) a carga positiva e igual a 2/3 do valor da carga elétrica do elétron.
c) a carga negativa e igual a 1/3 do valor da carga elétrica do
elétron.
d) a carga negativa e igual a 2/3 do valor da carga elétrica do elétron.
e) carga nula.

2) Prótons e nêutrons são constituídos de partículas chamadas quarks:
os quarks u e d. O próton é formado de 2 quarks do tipo u e 1 do tipo d,
enquanto nêutron é formado de 2 quarks do tipo d e 1 do tipo u. Se a carga
elétrica do próton é igual a 1 unidade de carga e a do nêutron igual a zero,
as cargas de u e d valem, respectivamente:
a) +2/3 e + 1/3
b) - 2/3 e + 1/3
c) -2/3 e -1/3
d) + 2/3 e -1/3
======================

Chô parar por aqui.......meu tempo esgotou ........

gratos,

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================




SUBJECT: Vídeos de acidentes com eletricidade
FROM: Nando <nando.str@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/02/2006 22:09

http://video.google.com/videoplay?docid=4468957986746104671
500kV Switch Opening in the nevada desert.

http://video.google.com/videoplay?docid=-3005249485929960832
A 345Kv switch opening on a cloudy day

http://video.google.com/videoplay?docid=-711022817903815072
Sub Station Explosion in the middle of suberban america


Impressionante, não sei se são reais, mas acho que sim. Algum comentário? XD


SUBJECT: Re: [ciencialist] Vídeos de acidentes com eletricidade
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 00:40

On 22/02/06, Nando <nando.str@gmail.com> wrote:
> http://video.google.com/videoplay?docid=4468957986746104671
> 500kV Switch Opening in the nevada desert.
>
> http://video.google.com/videoplay?docid=-3005249485929960832
> A 345Kv switch opening on a cloudy day

Não são acidentes, só estào "desligando a chave"

>
> http://video.google.com/videoplay?docid=-711022817903815072
> Sub Station Explosion in the middle of suberban america
>

Transformadores de grande porte usam um óleo bastante inflamável como
refrigerante. Curtos-circuitos sérios podem acontecer devido a
qualquer falha, levando em conta as altas tensões envolvidas. Coisas
inflamáveis quentes e sob pressão junto com MUTIAS faíscas resultam
em explosão.


--
Elton Carvalho

"It may be bad manners to talk with your mouth full, but it isn't too
good either if you speak when your head is empty."

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.com/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: Re: [ciencialist] Dúvidas sobre inversão do campo magnético da Terra
FROM: Erich Weick <erich_weick@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 07:50

1 - porque esse fenômeno ocorre?
As causas ainda são desconhecidas, mas especula-se que possa estar relacionado com o movimento das massas de ferro no interior da Terra.

2 - quais são suas conseqüências? Algo grave ou as coisas permanecem
praticamente as mesmas após a inversão?
Animais sensíveis ao campo magnético da Terra e que o usam para se localizar e migrar como pombos e lagostas poderiam ficar desorientados se a inversão ou simples mudança de orientação acontecer rapidamente, para o ser humano talvez as mudanças fossem sentidas mais no campo tecnológico, a começar pela boa e velha bússola...

3 - é prevista alguma inversão para algum ano próximo?

Um estudo baseado nas últimas pequenas alterações da orientação do campo magnético da Terra prevê que nesse passo o Norte magnético terrestre poderia se deslocar para o norte da Sibéria em cerca de 50 anos, mas como as mudanças de orientação do campo não são contínuas e são totalmente imprevisíveis isso é apenas uma conjectura. Registros arqueológicos já usaram como referência a orientação de partículas magnéticas nas cerâmicas encontradas em sítios arqueológicos e tomando-se sua datação pode-se traçar um esboço de como o campo magnético terrestre se alterou nos últimos três milênios, no entanto não sei se houve uma inversão propriamente dita, perece que houveram apenas mudanças "suaves" na orientação do campo magnético terrestre.


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Correspondencias dessa manhã
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/02/2006 08:44

De: "Alvaro Augusto"

Putz! Dá pra tomar uma Kaiser antes?

[ ]s

Sim, pode até tomar uma Kaiser depois. Só não pode 'durante'!

[ ] s

nosotros


SUBJECT: Re: MITOS, FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE (traducao)
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 08:47

Robespierre, embora nào concordando respeito a sua opinião... mas
como eu disse antes, é necessário se aprofundar mais no trabalho (e
nas intenções) do autor para poder criticá-lo de uma forma mais
isenta, justa e verdadeira... Afirmações cruas, inconscientes, do
tipo "Ele quer apenas vender livros", costumam ser precipitadas e
preconceituosas; meu amigo, as coisas nao são tão simples assim...
não se vai conseguir descartar os trabalhos e teorias deste autor (ou
de qualquer outro) desta maneira... há muito mais gente trabalhando
sériamente em cima destas teorias do que você imagina...

Eu sugiro a você dar uma olhada no seguinte texto também do Lew, que
também traduzi, você vai adorar... :)

http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/lew_artgrav.htm

Bem, quanto à revista "Nature", e outros períodicos semelhantes
absolutamente dominados pelo "establishment" científico - também
conhecido como "cléro" em outros contextos ;) - editores ignorantes
e "peer reviewers" suspeitos, sugiro manter a mente aberta e pensar
por si mesmo... Veja o que o Lew tem a dizer a respeito disto
em "TYPICAL EXAMPLE":

http://www.softcom.net/users/greebo/artexamp1.htm#in

e também em "ANALYZED REJECTION":

http://www.softcom.net/users/greebo/reject2.htm

ABraço,
Marcelo

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
<pierre@c...> escreveu
>
> Marcelo,
>
> Mitos, fábulas e textos religosos são ao mesmo tempo retalhos de
> experiências reais, tradição histórica, transmissão de dogmas e de
> preconceitos. Muitos deles (a maioria) não tem sentido fora do
> ambiente (cultura) em que foram criados. Muitos deles são
> contráditórios, uma vez que cada um é criado visando explicar algo
em
> particular e não como um sistema de idéias. Estas contradições são
> os "mistérios" das religiões e seitas. Desde os gregos (e talvez
até
> antes), os filósofos já retiravam conhecimentos destas lendas,
> eliminando as contradições e revelando os conceitos aproveitavéis e
> isto foi sendo melhorado a cada nova geração de pensadores. Além de
> não ser novidade o autor não faz isso muito bem.
>
> Cuidado com o uso da matemática e da lógica. A Irmandade Pitagórica
> queria explicar o mundo baseado nos números racionais e chegou a
> matar um de seus alunos quando este provou que a raiz quadrada de
> dois não podia ser escrita como uma fração. O dogma superou a
razão.
> Não era Pitágoras um mestre em matemática e lógica?
>
> Cuidado com as palavras. Palavras são armadilhas, por isso que
> filosofia não é ciência e nada de científico pode ser retirado de
> poesias. Veja as msgs do grupo sobre "fluzo de calor" e "entropia".
A
> preocupação em transmitir conceitos claros e exatos é necessária
para
> que estes conceitos sirvam como apoio de deduções futuras. O texto
> que vc apresentou não tem nada de claro. É obscuro e confuso.
>
> E importa sim se a fonte em que o autor basea as suas idéias é
> oriental ou ocidental. O oriente pensa no universo como um todo,
sem
> separar claramente lenda de realidade, querendo passar a idéia de a
> realidade é trascendente e que nunca poderemos compreende-la. O
> ocidente, por outro lado, tem uma longa tradição de mentes que
> quiseram elucidar os mistérios da realidade, conceito por conceito,
> com muito esforço e determinação, para que a razão prevalecesse
sobre
> lendas, superstições, erros e mistérios. Dificilmente, algum texto
> científico sério deixa de mencionar outros mestres, por que se tem
> conciencia de apenas estar adicionando mais um tijolo na fortaleza
da
> ciência. O citado autor dos textos não menciona nínguém, como se
tudo
> fosse idéia dele. Ele quer apenas vender livros.
>
> E finalmente, não achei o autor sendo citado por ninguém. O que
quer
> dizer que ninguém o usa como base e nem sequer o critica. Porque
> será? Quando ele publicar um artigo na Nature, eu certamente vou
> mudar de idéia.
>
> []s,
> Pierre
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr"
<marcelomjr@y...>
> escreveu
> >
> > OK, Robespierre, captei vossa mensagem... :) mas sinto dizer que
> nao
> > concordo... ;) nao importa realmente se a inspiracao para o
> trabalho,
> > teoria ou hipotese eh oriental ou ocidental, ou ambas, mas se tem
> > logica, se faz sentido, se a argumentacao ou o raciocinio estah
> > fundamentado (premissas) no pouco que jah entendemos ou sabemos
com
> > certeza da realidade em que existimos, ou seja, na Ciencia... A
> idéia
> > de que o universo, por exemplo, surgiu a partir do nada, do vazio
> > absoluto, eh uma hipotese sustentada e discutida com lógica por
> > muitos cientistas, filosofos e pensadores da atualidade graças ao
> > avanços da Cosmologia... sendo que esta eh uma idéia ("E o Ser
vem
> do
> > Nao-Ser" - vide Lao Tsu, taoismo) muito antiga, multimilenar... O
> > autor do texto (Lew Price) tenta dar uma explicacao logica para a
> > Cosmogenese a partir do "Nada", do Vazio, baseado no conhecimento
> > matematico ("a soma de tudo eh nada" etc) e cientifico atual... e
> em
> > minha opiniao tem se saido muito bem.
> >
> > Mas veja bem, o que o texto demonstra nao eh confusao de
conceitos
> > como voce pensa, de modo algum... mas sim uma produtiva
associacao
> de
> > idéias do autor, que tem uma sólida formacao científica
tipicamente
> > ocidental e um claro dominio do assunto... Desconfio que a sua
> > afirmacao se deveu a uma falta de maior aprofundamento no
trabalho
> do
> > autor.
> >
> > Note também, e sejamos honestos, que o autor Nao disse em parte
> > alguma do texto tal coisa como "...a dilatação do tempo já era
> > conhecida pelos índios Hopi"... Ele falou que o diluvio era um
mito
> > comum entre varios povos antigos incluindo os Hopi, Hebreus e
> > Sumerianos e sugeriu que certas civilizacoes antigas tinham
> > conhecimento avancado antes da destruicao... soh isso... Os
índios
> > Hopi tinham os mitos... nao necessariamente a ciencia... embora
um
> > conhecimento cientifico possa vir oculto na forma de mito...
> >
> > Robespierre, eu diria que alguns do ditos "genios" da ciencia já
> > foram ou estao sendo superados já há algum tempo (Einstein e sua
> > relatividade eh um deles), mas acontece que todo "genio" tem
sempre
> o
> > seu fã clube, a sua turma, o seu Lobby como dizia o Cesar Lattes,
> > encarregado de encobrir os defeitos cabeludos que vao aparecendo,
> > cortar as cabeças dos opositores e alimentar a lenda da
> > insuperabilidade... Abaixo os "genios"!!!... ;)
> >
> > Fritjof Capra eh interessante, seu estudo da filosofia oriental
> etc,
> > mas nao gosto do livro porque ele tentou encaixar a MQ da qual
> tambem
> > discordo.
> >
> > Um ABraco,
> > Marcelo
> > p.s: fiz mais uma revisao no texto traduzido...
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B. Gonçalves
> > <pierre@c...> escreveu
> > >
> > > Olá Marcelo!
> > >
> > > Não se preocupe com isso, o problema não está na tradução mas
na
> > > confusão de conceitos, na base da idéia de mistérios secretos
> > > escondidos nos mitos antigos e na elevação da visão oriental do
> > > mundo, ignorando tudo o que foi dito e escrito aqui no
ocidente,
> > mas
> > > ao contrário, tentando superar a visão ocidental dizendo por
> > exemplo,
> > > que a dilatação do tempo já era conhecida pelos índios Hopi.
> Aquele
> > > outro escritor, Fritjof Capra, já havia feito algo assim com o
> seu
> > > Tao da Física. Misturam-se conceitos, algumas verdades e
palavras
> > > soltas tipo "Não-ser", "Eternidade", etc... e se inventa uma
> > > nova "ciência".
> > >
> > > Se me permite um conselho, leia muito. Não se prenda a um autor
> que
> > > alega ter todas as respostas. A ciencia, diferente de uma
> religião
> > ou
> > > escola de pensamento filosófico, está pronta a descartar
> > > seus "ídolos" em prol de uma melhor compreensão da realidade.
Na
> > > verdade, os gênios da ciência tem como o grande mérito o fato
de
> > não
> > > terem sido superados ainda, ou se houverem sido, serem
> responsáveis
> > > por uma contribuição inestimável.
> > >
> > > Ler filosofia também acho importante, uma vez que muitos
autores
> > > foram excepcionais em suas análise de conceitos, influenciando
o
> > > pensamento da humanidade nos séculos seguintes e com ecos de
seus
> > > escritos repercutindo até hoje. O problema é que a filosofia
não
> é
> > > cumulativa nem se preocupa em eliminar os erros. É sempre, no
> > fundo,
> > > uma opinião. Mas do mesmo modo que os textos científicos, os
> > autores
> > > que sobrevivem para a posteridade ainda persistem por que não
> foram
> > > superados. Voce mesmo pode escrever a sua visão de mundo, e se
> for
> > > melhor do que os antigos, será aclamado. Mas não estará fazendo
> > > ciência.
> > >
> > > []s,
> > > Pierre
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr"
> > <marcelomjr@y...>
> > > escreveu
> > > >
> > > > Olá, eu fiz mais algumas correcoes de portugues e de traduçao
> no
> > > > texto .htm...
> > > >
> > > > http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htm
> > > >
> > > >
> > > > ABraço, Marcelo
> > > >
> > > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Robespierre B.
Gonçalves
> > > > <pierre@c...> escreveu
> > > > >
> > > > > Olá Amauri!
> > > > >
> > > > > Parece que dessa vez concordamos: o cara é "mucho loco"! Se
> > antes
> > > > eu
> > > > > achei elegante o texto sobre o tempo, dessa vez ele esta
além
> > de
> > > > > errado, doido!
> > > > >
> > > > > []s,
> > > > > pierre
> > > > >
> > > > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Voltaire "
> > > > > <amaurij@g...> escreveu
> > > > > >
> > > > > > ????????????
> > > > > >
> > > > > > Em 18/02/06, marcelomjr <marcelomjr@y...> escreveu:
> > > > > > >
> > > > > > >
> > > > > > >
> > > > >
> > > >
> > >
> >
>
http://geocities.yahoo.com.br/marcelomjr/phil_port.htmhttp://www.softc
> > > > > om.net/users/greebo/phil.htmMITOS,
> > > > > > > FÁBULAS, ESTÓRIAS E REALIDADE por Lew Paxton Price
> > Adicionado
> > > > ao
> > > > > website em
> > > > > > > 19 de Outubro, 2005.
> > > >
> > >
> >
>







SUBJECT: Orgasmatron
FROM: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
TO: "Vivens Scientia" <VivensScientia@yahoogroups.com>, ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Roberto Coelho" <coelho@cetem.gov.br>
DATE: 23/02/2006 12:06

Procura-se voluntárias para testar "Orgasmatron"
(cada vez menos os homens são necessários?)

PARIS, 26 nov (AFP) - Médicos americanos estão selecionando
voluntárias para testar um aparelho que provoca orgasmo instantâneo,
chamado de "Orgasmatron", segundo artigo que será publicado na edição
deste sábado da revista britânica New Scientist.

A novidade foi descoberta acidentalmente há mais de dois anos, quando
um cirurgião fazia uma operação de rotina para aliviar as dores de uma
mulher.

O procedimento consiste na inserção de dois eletrodos na espinha e a
estimulação com pequenos impulsos de eletricidade. Os pacientes ficam
conscientes durante toda a operação para poder dizer se a dor diminui.

No caso citado, a mulher teve um orgasmo espontâneo, o que despertou
no médico, o especialista em dor Stuart Meloy, a idéia de desenvolver
o método para dar prazer às mulheres.

Ele descobriu que o aparelho funcionava tão bem com mulheres que
sofriam de problemas sexuais crônicos que ele o patenteou como
possível tratamento para disfunção sexual feminina.

Meloy recebeu agora a aprovação da FDA (Food and Drug Administration),
agência reguladora de alimentos e remédios nos Estados Unidos, para
testar o aparelho de 13 mil dólares e do tamanho de um marca-passo.

No primeiro estágio do teste, fios conectados a uma bateria são
inseridos na pele e na medula espinhal da mulher, um procedimento que
Meloy diz não trazer mais riscos que uma anestesia peridural.

No segundo estágio, o equipamento é implantado embaixo da pele da
paciente e pode ser ligado ou desligado por controle remoto.

Até agora só uma mulher completou o primeiro estágio do teste e outra
está prestes a ingressar. São necessárias outras nove voluntárias.

"Eu pensei que as pessoas fossem derrubar a minha porta para fazer
parte do teste", disse Meloy, desapontado, à New Scientist. "Mas até
agora sou eu que estou batalhando para encontrar as pessoas",
continuou.

A invenção de Meloy tem enfrentado a hostilidade de alguns terapeutas
sexuais, que dizem que a disfunção sexual feminina é normalmente
causada por fatores psicológicos e indicam métodos "não-invasivos",
como o vibrador, para atingir o orgasmo.


SUBJECT: Re: Correspondencias dessa manhã
FROM: Robespierre B. Gonçalves <pierre@click21.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 12:11

Léo,

A questão 11) é fácil: se houver atmosfera lá, sim. Se for o super-
homem "respirando" vácuo, não. A sucção acontece porque o pulmão
aumenta de volume e diminui a pressão interna da boca em relação à da
atmosfera. O mesmo ocorre com uma seringa.
Pena que eu acho que respondi tarde demais... será que o consulente
já chegou na Lua a essa altura?

[]s,
pierre


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
> Estou realmente apertado (entendeu né!) hoje (gravações para
jornal/TV/prefeitura/advogado etc.). Se puderem organizar cada uma
das respostas, lá pela tardinha 'despacho' para os consulentes.
> =================
> 1- gostaria de ter uma definição sobre acionamento.qual seria a
definição de acionamento?
> =================
> 2- Queria ver a possibilidade de fazer um receptor onde atravez de
um pic ou um microcontrolador, tivesse a capacidade de verificar a
faixa de frequencia emitida e enviar para um computador. Será que
você poderia me dar uma ajuda.
> =================
> 3- Estamos montando o Estrobo com o esquema do link:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_EG.asp
> Já temos todos os componenntes mas estamos em dúvida quanto ao
transformador T1.
> - Pode ser usado a montagem caseira como no link:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_LE_04.asp
> Neste caso qual é a relação de espiras de cada lado
>
> Estamos pensando também em montar o circuito do link:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_LE_04.asp
> mas existe um componente que não estamos identificando o NE-1 que
está ao 1N4004.
> =================
> 4- Gostei da matéria sobre código de cores para capacitores no site
Feira de Ciências.
> Gostaria de informações sobre código de cores p/ resistores com 6
cores?
> Você tem material ou indica onde encontrar?
> ==================
> 5- Estou encontrando alguns probleminha para conseguir o eixo do
GDVG, como a velocidade é de 3000 r.p.m , qualquer tremida pode fazer
o trabalho ir pelos ares(literalmente), entao gostaria de pedir
algumas dicas para conseguir esta parte tão importante.
> Que tipo de eixo eu posso usar?
> Poderia improvisar com que tipo de material?
> ==================
> 6- Sou aluno do curso de tecnologia em radiologia medica e preciso
de sua ajuda
> pois amanha irei ter uma avaliação e ate o presente momento nao
conseguir
> entender por que na ressonancia magnetica os atomos nao obedecem a
fisica
> classica ( newtoniana) e sim a fisica quantica.
> ==================
> 7- Professor, preciso de uma ajuda nesses dois exercícios abaixo.
Quais fórmulas devo usar?
> Obrigado pela ajuda...
> 01) Quando voce derruba um lápis por exemplo, ele atinge a
velocidade de 29,4 m/s em cerca de 3 s. A aceleração desse movimento
de queda denominou-se aceleração da gravidade. calcule-a.
> 02) Durante um movimento a aceleração de um carro, no intervalo de
tempo 6 s é igual a 3 m/s2( metros quadrado por segundo). Qual é a
variação da velocidade desse carro nesse intervalo de tempo?
> ===================
> 8- meu nome é Rafael, sou um estudante de Jales-SP que vi sua
matéria
> na internet sobre distribuição de energia, acontece que estou
fazendo um
> trabalho escolar sobre o mesmo assunto e precioso montar cartazes e
maquetes
> de redes e distribuição de energia e estou tendo dificuldade para
achar
> algum modelo oui referencia, então peço que me ajude envian do-me
algo que
> tiver sobre o tema e que possa me ajudar, desde já agradeço pelo
material
> que já encontrei na internet e aguardo respostas.
> =====================
> 9- Sou um leigo perante vosso conhecimento em Física Quântica, mas
a partir do que li sobre o assunto, posso considerar que o pensamento
seria uma forma avançada de poder interferir nos princípios da física
Quântica?
> ======================
> 10- Minha pergunta é: Como posso medir? Quanto de eletricidade gera
uma bobina hidroelétrica versus a força da água? Grato
> ======================
> 11- Estou eu aqui de novo. Porque preciso saber, se um dia isso por
acaso acontecer.
> Se o homem um dia conseguir chegar até a lua e ficar lá sem a
máscara, ele conseguiria tomar água com um canudinho?
> Preciso dessa resposta o mais rápido possível. Se for possível
ainda hoje.
> ======================
> 12- Bom dia, meu nome é Kátia Cristina, estudante de Engenharia
> industrial mecânica e venho através deste, buscar soluções para
questões
> levantadas no laboratório por alunos que estão, neste período,
desenvolvendo
> o projeto do acelerador linear magnético. Trabalho neste
laboratório , e em
> pesquisas que fiz não obtive sucesso total. Por isso, abaixo
transcrevo a
> dúvidas doa alunos e, se possível, gostaria de contar com seu apoio
para
> solucioná-las. Desde já agradeço.
>
> 1) Qual a relação entre o diâmetro das esferas, peso, material
constituinte
> e tamanho dos imãs?
> 2) Qual a relação que determina a máxima distância entre as esferas
e os
> imãs?
> 3) Em pesquisa, achamos várias sugestões para o dimensionamento das
esferas.
> A distância entre elas deve ser 3 vezes o diâmetros das esferas?
> 4) Relação entre número de imãs e velocidade final
> 5) A quantidade de esferas por imã irá interfirir?
> 6) Reação em cada esfera?
> ======================
> 13- Olá, Sou aluno de Engenharia da FEI
> Gostaria de conseguir um manual de carburador, para aprender os
> ajustes.... Se puder me ajudar,
> =======================
> 14- Meu nome é Mauricio Alves, moro em Governador Valadares (GV) -
MG, sou Técnico em Instrumentação e atualmente trabalho em uma
empresa de telecomunicações, sou graduado em Administração de
Empresas.
> Quero parabeniza-lo pelo seu site e pelas inúmeras colaborações que
nos tem feito através de suas pesquisas e experimentos.
> Minha dúvida é quanto ao funcionamento das geladeiras ou
equipamentos de
> refrigeração a querosene, ou outras formas de funcionamento sem ser
a energia elétrica (muito cara). Obrigado pela oportunidade,
> =======================
> 15- PORQUE OS OBJETOS TEM CORES DIFERENTES?
> ========================
> 16- Quero párabenizá-lo pelo incrível site que vocês criaram, muito
interessante.
> Estou me graduando em Ciências Biológicas e estou estudando uma
disciplina de Instrumentação para ensino , sendo que faço também
Licenciatura.
> Bom meu grupo e eu precisamos fazer um projeto de Aula para alunos
de 5º série a 3º colegial onde envolva algumas experiências de
Energia, ou seja fontes de energia, formas de energia, tipos de
energia, luz, calor, eletricidade e circuitos elétricos. Nosso mestre
quer que projetamos e apresentemos aulas práticas envolvendo estes
temas. Será que você pode nos instruir com algumas idéias ?
> Ou nos dar um suporte com as idéias que já estamos construindo ?
> Desde já agradeço.
> ======================
> 17- Sou artesã e gostaria muito de trabalhar no meu trabalho
artesanal com peças que medisse a temperatura ambiente,nossacidade é
serrana e no inverno bem fria,por isso a procura por esse material e
grande,o senhor sabe onde encontraria para comprá-los.desde já
agradeço,sucesso nos seus trabalhos.
> ======================
> 18- Bom aqui está a última parte das questões!
> Se você me ajudass eu agradeceria e muito!
> BJus
> 1) No modelo atômico atual, o nêutron tem a composição
(d,d,u), no qual (u) representa o quark up e (d)
representa o quark up (u) tem carga elétrica positiva e igual a 2/3
do valor da carga elétrica do elétron, em modulo. A alternativa que
representa corretamente a carga elétrica do quark down (d) é:
> a) a carga positiva e igual a 1/3 do valor da carga elétrica do
elétron.
> b) a carga positiva e igual a 2/3 do valor da carga elétrica do
elétron.
> c) a carga negativa e igual a 1/3 do valor da carga elétrica
do elétron.
> d) a carga negativa e igual a 2/3 do valor da carga elétrica do
elétron.
> e) carga nula.
>
> 2) Prótons e nêutrons são constituídos de partículas chamadas
quarks: os quarks u e d. O próton é formado de 2 quarks do tipo u e 1
do tipo d, enquanto nêutron é formado de 2 quarks do tipo d e 1 do
tipo u. Se a carga elétrica do próton é igual a 1 unidade de carga e
a do nêutron igual a zero, as cargas de u e d valem, respectivamente:
> a) +2/3 e + 1/3
> b) - 2/3 e + 1/3
> c) -2/3 e -1/3
> d) + 2/3 e -1/3
> ======================
>
> Chô parar por aqui.......meu tempo esgotou ........
>
> gratos,
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>







SUBJECT: Re: Dúvidas sobre inversão do campo magnético da Terra
FROM: "Erich Weick" <erich_weick@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 13:18

Apenas corrigindo um errinho:

Na resposta da terceira questão onde está escrito Norte Magnético,
leia-se SUL Magnético.
O Pólo Sul Magnético é correspondente ao Pólo Norte Geográfico e vice-
versa.

[]´s
Erich


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Erich Weick <erich_weick@y...>
escreveu
>
> 1 - porque esse fenômeno ocorre?
> As causas ainda são desconhecidas, mas especula-se que possa
estar relacionado com o movimento das massas de ferro no interior da
Terra.
>
> 2 - quais são suas conseqüências? Algo grave ou as coisas permanecem
> praticamente as mesmas após a inversão?
> Animais sensíveis ao campo magnético da Terra e que o usam para
se localizar e migrar como pombos e lagostas poderiam ficar
desorientados se a inversão ou simples mudança de orientação
acontecer rapidamente, para o ser humano talvez as mudanças fossem
sentidas mais no campo tecnológico, a começar pela boa e velha
bússola...
>
> 3 - é prevista alguma inversão para algum ano próximo?
>
> Um estudo baseado nas últimas pequenas alterações da orientação do
campo magnético da Terra prevê que nesse passo o Norte magnético
terrestre poderia se deslocar para o norte da Sibéria em cerca de 50
anos, mas como as mudanças de orientação do campo não são contínuas e
são totalmente imprevisíveis isso é apenas uma conjectura. Registros
arqueológicos já usaram como referência a orientação de partículas
magnéticas nas cerâmicas encontradas em sítios arqueológicos e
tomando-se sua datação pode-se traçar um esboço de como o campo
magnético terrestre se alterou nos últimos três milênios, no entanto
não sei se houve uma inversão propriamente dita, perece que houveram
apenas mudanças "suaves" na orientação do campo magnético terrestre.
>
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
> ##### ##### ##### #####
> Links do Yahoo! Grupos
>
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>
>
>
>
>
>
>
>
>
> ---------------------------------
> Yahoo! Search
> Dê uma espiadinha e saiba tudo sobre o Big Brother Brasil.
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>






SUBJECT: Re: Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: "ucfilho27182" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 16:49

Boa tarde Marcelo,

não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de estruturas
especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um grande
fluxo de energia, sendo assim esta mensagem não faz sentido.

Saudações, UCFilho

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr" <marcelomjr@y...>
escreveu
>
> Internacional
> 1/20/2006 - 1:54:11 PM
> Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
>
> A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira
> manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa
(hadouken)
> em um laboratório com condições próprias para a percepção do
fenomeno
> em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
> estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma
> distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera
discoidal
> de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de
> temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma velocidade
de
> 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O
> fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um
> mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no
Guiness).
>
> Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao ocorrido
> comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do fato,
o
> menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação
> voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre de
> acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do
artigo
> da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter
> contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz de
> fazer futuramente.
>
> Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar
> do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter
> machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em seres vivos
> seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas
> coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica
atuação
> pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não
> liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo
> japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde,
educação,
> lazer.
>
>
> Autor: Revista Chi Action
> Fonte: ImpactoNews.com.br
> http://www.impactonews.com.br/new/read_news.asp?id=6077
>






SUBJECT: Re:[ciencialist] Re: Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: "marcelleandro" <marcelleandro@terra.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/02/2006 17:11

"não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de estruturas especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um grande fluxo de energia,"

Eitcha chutão científico...!!

Lhe apresento um...
http://www.icb.ufmg.br/lpf/1-11.html

ValeW

Marcel

De:ciencialist@yahoogrupos.com.br

Para:ciencialist@yahoogrupos.com.br

Cópia:

Data:Thu, 23 Feb 2006 19:49:06 -0000

Assunto:[ciencialist] Re: Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho

Boa tarde Marcelo,

não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de estruturas
especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um grande
fluxo de energia, sendo assim esta mensagem não faz sentido.

Saudações, UCFilho

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr" <marcelomjr@y...>
escreveu
>
> Internacional
> 1/20/2006 - 1:54:11 PM
> Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
>
> A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira
> manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa
(hadouken)
> em um laboratório com condições próprias para a percepção do
fenomeno
> em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
> estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma
> distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera
discoidal
> de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de
> temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma velocidade
de
> 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O
> fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um
> mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no
Guiness).
>
> Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao ocorrido
> comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do fato,
o
> menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação
> voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre de
> acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do
artigo
> da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter
> contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz de
> fazer futuramente.
>
> Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar
> do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter
> machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em seres vivos
> seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas
> coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica
atuação
> pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não
> liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo
> japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde,
educação,
> lazer.
>
>
> Autor: Revista Chi Action
> Fonte: ImpactoNews.com.br
> http://www.impactonews.com.br/new/read_news.asp?id=6077
>






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SUBJECT: Re: Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: Robespierre B. Gonçalves <pierre@click21.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 17:20

Eu posso fazer a mesam coisa, é fácil:

cima, trás, baixo, soco.

Pra quem não tem nanda pra fazer segue o link:
http://www.rpg.com.br/forums/printview.php?
t=8902&start=0&sid=b5386767f80af7eede1c88f26aaeab8f

[]s,
Pierre

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "ucfilho27182"
<ucfilho27182@y...> escreveu
>
> Boa tarde Marcelo,
>
> não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de
estruturas
> especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um grande
> fluxo de energia, sendo assim esta mensagem não faz sentido.
>
> Saudações, UCFilho
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr"
<marcelomjr@y...>
> escreveu
> >
> > Internacional
> > 1/20/2006 - 1:54:11 PM
> > Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
> >
> > A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira
> > manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa
> (hadouken)
> > em um laboratório com condições próprias para a percepção do
> fenomeno
> > em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
> > estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma
> > distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera
> discoidal
> > de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de
> > temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma
velocidade
> de
> > 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O
> > fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um
> > mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no
> Guiness).
> >
> > Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao
ocorrido
> > comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do
fato,
> o
> > menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação
> > voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre
de
> > acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do
> artigo
> > da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter
> > contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz de
> > fazer futuramente.
> >
> > Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar
> > do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter
> > machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em seres
vivos
> > seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas
> > coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica
> atuação
> > pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não
> > liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo
> > japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde,
> educação,
> > lazer.
> >
> >
> > Autor: Revista Chi Action
> > Fonte: ImpactoNews.com.br
> > http://www.impactonews.com.br/new/read_news.asp?id=6077
> >
>






SUBJECT: Re:[ciencialist] Re: Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: "marcelleandro" <marcelleandro@terra.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/02/2006 17:22

ERRATA

UCFilho
Sorry!
Você escreveu FLUXO....Ok?

ValeW
Marcel

De:ciencialist@yahoogrupos.com.br

Para:ciencialist@yahoogrupos.com.br

Cópia:

Data:Thu, 23 Feb 2006 19:49:06 -0000

Assunto:[ciencialist] Re: Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho

Boa tarde Marcelo,

não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de estruturas
especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um grande
fluxo de energia, sendo assim esta mensagem não faz sentido.

Saudações, UCFilho

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr" <marcelomjr@y...>
escreveu
>
> Internacional
> 1/20/2006 - 1:54:11 PM
> Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
>
> A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira
> manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa
(hadouken)
> em um laboratório com condições próprias para a percepção do
fenomeno
> em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
> estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma
> distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera
discoidal
> de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de
> temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma velocidade
de
> 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O
> fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um
> mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no
Guiness).
>
> Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao ocorrido
> comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do fato,
o
> menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação
> voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre de
> acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do
artigo
> da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter
> contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz de
> fazer futuramente.
>
> Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar
> do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter
> machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em seres vivos
> seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas
> coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica
atuação
> pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não
> liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo
> japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde,
educação,
> lazer.
>
>
> Autor: Revista Chi Action
> Fonte: ImpactoNews.com.br
> http://www.impactonews.com.br/new/read_news.asp?id=6077
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SUBJECT: Imagens 3D
FROM: Robespierre B. Gonçalves <pierre@click21.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 17:58

Quem aí na casa sabe sobre lasers?
Este monitor 3D é real?
Se sim, como se determina o ponto a ser iluminado (pelo diagrama
faltaria o eixo Z)?

Segue links com fotos:
http://www.aist.go.jp/aist_e/latest_research/2006/20060210/20060210.html
http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI881566-EI4799,00.html

[]s,
Pierre






SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: "Amauri Voltaire " <amaurij@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 18:00

Ué, isso o cientistas Japoneses q estao dizendo.....

sds

Em 23/02/06, ucfilho27182 <ucfilho27182@yahoo.com.br> escreveu:
>
> Boa tarde Marcelo,
>
> não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de estruturas
> especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um grande
> fluxo de energia, sendo assim esta mensagem não faz sentido.
>
> Saudações, UCFilho
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr" <marcelomjr@y...>
> escreveu
> >
> > Internacional
> > 1/20/2006 - 1:54:11 PM
> > Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
> >
> > A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira
> > manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa
> (hadouken)
> > em um laboratório com condições próprias para a percepção do
> fenomeno
> > em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
> > estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma
> > distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera
> discoidal
> > de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de
> > temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma velocidade
> de
> > 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O
> > fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um
> > mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no
> Guiness).
> >
> > Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao ocorrido
> > comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do fato,
> o
> > menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação
> > voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre de
> > acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do
> artigo
> > da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter
> > contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz de
> > fazer futuramente.
> >
> > Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar
> > do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter
> > machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em seres vivos
> > seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas
> > coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica
> atuação
> > pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não
> > liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo
> > japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde,
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> > lazer.
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> > Autor: Revista Chi Action
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("Quem quer que haja construído um novo céu, só no seu próprio inferno
encontrou energia para fazê-lo!" Nietszche)


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SUBJECT: Fw: 'coloque aqui o seu tema'
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/02/2006 19:03

Que respondo para esse consulente?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Luiz Carlos da Silva / Expedição
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006 06:20
Assunto: 'coloque aqui o seu tema'


Preciso de uma pesquisa bem completa sobre como obter os produtos de uma reação entre dois ou mais reagentes, o que tenho conseguido achar nos livros de ensino médio é muito vago. Por favor me ajude.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Correspondencias dessa manhã
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/02/2006 19:23

Pierre,

se vc ler com atenção a (11) verá que o consulente não tem a mínima idéia de que o homem já chegou na Lua. Leia novamente, repare isso!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Robespierre B. Gonçalves" <pierre@click21.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 23 de fevereiro de 2006 12:11
Assunto: [ciencialist] Re: Correspondencias dessa manhã


Léo,

A questão 11) é fácil: se houver atmosfera lá, sim. Se for o super-
homem "respirando" vácuo, não. A sucção acontece porque o pulmão
aumenta de volume e diminui a pressão interna da boca em relação à da
atmosfera. O mesmo ocorre com uma seringa.
Pena que eu acho que respondi tarde demais... será que o consulente
já chegou na Lua a essa altura?

[]s,
pierre


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
> Estou realmente apertado (entendeu né!) hoje (gravações para
jornal/TV/prefeitura/advogado etc.). Se puderem organizar cada uma
das respostas, lá pela tardinha 'despacho' para os consulentes.
> =================
> 1- gostaria de ter uma definição sobre acionamento.qual seria a
definição de acionamento?
> =================
> 2- Queria ver a possibilidade de fazer um receptor onde atravez de
um pic ou um microcontrolador, tivesse a capacidade de verificar a
faixa de frequencia emitida e enviar para um computador. Será que
você poderia me dar uma ajuda.
> =================
> 3- Estamos montando o Estrobo com o esquema do link:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_EG.asp
> Já temos todos os componenntes mas estamos em dúvida quanto ao
transformador T1.
> - Pode ser usado a montagem caseira como no link:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_LE_04.asp
> Neste caso qual é a relação de espiras de cada lado
>
> Estamos pensando também em montar o circuito do link:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala16/16_LE_04.asp
> mas existe um componente que não estamos identificando o NE-1 que
está ao 1N4004.
> =================
> 4- Gostei da matéria sobre código de cores para capacitores no site
Feira de Ciências.
> Gostaria de informações sobre código de cores p/ resistores com 6
cores?
> Você tem material ou indica onde encontrar?
> ==================
> 5- Estou encontrando alguns probleminha para conseguir o eixo do
GDVG, como a velocidade é de 3000 r.p.m , qualquer tremida pode fazer
o trabalho ir pelos ares(literalmente), entao gostaria de pedir
algumas dicas para conseguir esta parte tão importante.
> Que tipo de eixo eu posso usar?
> Poderia improvisar com que tipo de material?
> ==================
> 6- Sou aluno do curso de tecnologia em radiologia medica e preciso
de sua ajuda
> pois amanha irei ter uma avaliação e ate o presente momento nao
conseguir
> entender por que na ressonancia magnetica os atomos nao obedecem a
fisica
> classica ( newtoniana) e sim a fisica quantica.
> ==================
> 7- Professor, preciso de uma ajuda nesses dois exercícios abaixo.
Quais fórmulas devo usar?
> Obrigado pela ajuda...
> 01) Quando voce derruba um lápis por exemplo, ele atinge a
velocidade de 29,4 m/s em cerca de 3 s. A aceleração desse movimento
de queda denominou-se aceleração da gravidade. calcule-a.
> 02) Durante um movimento a aceleração de um carro, no intervalo de
tempo 6 s é igual a 3 m/s2( metros quadrado por segundo). Qual é a
variação da velocidade desse carro nesse intervalo de tempo?
> ===================
> 8- meu nome é Rafael, sou um estudante de Jales-SP que vi sua
matéria
> na internet sobre distribuição de energia, acontece que estou
fazendo um
> trabalho escolar sobre o mesmo assunto e precioso montar cartazes e
maquetes
> de redes e distribuição de energia e estou tendo dificuldade para
achar
> algum modelo oui referencia, então peço que me ajude envian do-me
algo que
> tiver sobre o tema e que possa me ajudar, desde já agradeço pelo
material
> que já encontrei na internet e aguardo respostas.
> =====================
> 9- Sou um leigo perante vosso conhecimento em Física Quântica, mas
a partir do que li sobre o assunto, posso considerar que o pensamento
seria uma forma avançada de poder interferir nos princípios da física
Quântica?
> ======================
> 10- Minha pergunta é: Como posso medir? Quanto de eletricidade gera
uma bobina hidroelétrica versus a força da água? Grato
> ======================
> 11- Estou eu aqui de novo. Porque preciso saber, se um dia isso por
acaso acontecer.
> Se o homem um dia conseguir chegar até a lua e ficar lá sem a
máscara, ele conseguiria tomar água com um canudinho?
> Preciso dessa resposta o mais rápido possível. Se for possível
ainda hoje.
> ======================
> 12- Bom dia, meu nome é Kátia Cristina, estudante de Engenharia
> industrial mecânica e venho através deste, buscar soluções para
questões
> levantadas no laboratório por alunos que estão, neste período,
desenvolvendo
> o projeto do acelerador linear magnético. Trabalho neste
laboratório , e em
> pesquisas que fiz não obtive sucesso total. Por isso, abaixo
transcrevo a
> dúvidas doa alunos e, se possível, gostaria de contar com seu apoio
para
> solucioná-las. Desde já agradeço.
>
> 1) Qual a relação entre o diâmetro das esferas, peso, material
constituinte
> e tamanho dos imãs?
> 2) Qual a relação que determina a máxima distância entre as esferas
e os
> imãs?
> 3) Em pesquisa, achamos várias sugestões para o dimensionamento das
esferas.
> A distância entre elas deve ser 3 vezes o diâmetros das esferas?
> 4) Relação entre número de imãs e velocidade final
> 5) A quantidade de esferas por imã irá interfirir?
> 6) Reação em cada esfera?
> ======================
> 13- Olá, Sou aluno de Engenharia da FEI
> Gostaria de conseguir um manual de carburador, para aprender os
> ajustes.... Se puder me ajudar,
> =======================
> 14- Meu nome é Mauricio Alves, moro em Governador Valadares (GV) -
MG, sou Técnico em Instrumentação e atualmente trabalho em uma
empresa de telecomunicações, sou graduado em Administração de
Empresas.
> Quero parabeniza-lo pelo seu site e pelas inúmeras colaborações que
nos tem feito através de suas pesquisas e experimentos.
> Minha dúvida é quanto ao funcionamento das geladeiras ou
equipamentos de
> refrigeração a querosene, ou outras formas de funcionamento sem ser
a energia elétrica (muito cara). Obrigado pela oportunidade,
> =======================
> 15- PORQUE OS OBJETOS TEM CORES DIFERENTES?
> ========================
> 16- Quero párabenizá-lo pelo incrível site que vocês criaram, muito
interessante.
> Estou me graduando em Ciências Biológicas e estou estudando uma
disciplina de Instrumentação para ensino , sendo que faço também
Licenciatura.
> Bom meu grupo e eu precisamos fazer um projeto de Aula para alunos
de 5º série a 3º colegial onde envolva algumas experiências de
Energia, ou seja fontes de energia, formas de energia, tipos de
energia, luz, calor, eletricidade e circuitos elétricos. Nosso mestre
quer que projetamos e apresentemos aulas práticas envolvendo estes
temas. Será que você pode nos instruir com algumas idéias ?
> Ou nos dar um suporte com as idéias que já estamos construindo ?
> Desde já agradeço.
> ======================
> 17- Sou artesã e gostaria muito de trabalhar no meu trabalho
artesanal com peças que medisse a temperatura ambiente,nossacidade é
serrana e no inverno bem fria,por isso a procura por esse material e
grande,o senhor sabe onde encontraria para comprá-los.desde já
agradeço,sucesso nos seus trabalhos.
> ======================
> 18- Bom aqui está a última parte das questões!
> Se você me ajudass eu agradeceria e muito!
> BJus
> 1) No modelo atômico atual, o nêutron tem a composição
(d,d,u), no qual (u) representa o quark up e (d)
representa o quark up (u) tem carga elétrica positiva e igual a 2/3
do valor da carga elétrica do elétron, em modulo. A alternativa que
representa corretamente a carga elétrica do quark down (d) é:
> a) a carga positiva e igual a 1/3 do valor da carga elétrica do
elétron.
> b) a carga positiva e igual a 2/3 do valor da carga elétrica do
elétron.
> c) a carga negativa e igual a 1/3 do valor da carga elétrica
do elétron.
> d) a carga negativa e igual a 2/3 do valor da carga elétrica do
elétron.
> e) carga nula.
>
> 2) Prótons e nêutrons são constituídos de partículas chamadas
quarks: os quarks u e d. O próton é formado de 2 quarks do tipo u e 1
do tipo d, enquanto nêutron é formado de 2 quarks do tipo d e 1 do
tipo u. Se a carga elétrica do próton é igual a 1 unidade de carga e
a do nêutron igual a zero, as cargas de u e d valem, respectivamente:
> a) +2/3 e + 1/3
> b) - 2/3 e + 1/3
> c) -2/3 e -1/3
> d) + 2/3 e -1/3
> ======================
>
> Chô parar por aqui.......meu tempo esgotou ........
>
> gratos,
>
> []'
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
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SUBJECT: Re: Fluxo do calor --- entropia
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 20:02

Léo,

Antes tarde do que nunca

O FLUXO DE CALOR

De uma forma geral, o texto está bom. Acho apenas que falta mais um
pouco daquilo que falei na MSG:

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/53081


*** As Leis de Conservação ***

Não saberia responder sua pergunta paralela
"Podemos provar que a lei é verdadeira?"

Acho que não teoricamente mas sim empiricamente, experimentalmente.
Como aliais você já fala.

Acho que você poderia resumir um pouco a parte que fala da
conservação de massa.

Mais adiante, depois de apresentar e=mc^2 você põe:

"Portanto, a energia libertada em fenômenos radioativos deixava de
ser 'misteriosa'(*)"
Um (*) depois da palavra misteriosa que acho ser desnecessário só as
aspas bastariam.
Esta explicação das aspas logo baixo quebra o ritmo da leitura.

Logo depois:

"O desenvolvimento ciclópico de energia". Considere mudar ou
explique melhor a palavra "ciclópico". Eu até acho que entendi mas
os seus leitores...(?)

E aí fechamos o primeiro sub título "Leis da Conservação"



*** O 'adeus' ao perpetuum mobile ***
OK!

*** A 'camisa de força' de Carnot ***
Quando você fala:
"(usando-se a escala absoluta de temperaturas obtida da lei de
Charles)"
Acho que aqui poderia colocar que 0 nesta escala corresponde a
aproximadamente -273 oC.

Pouco depois:

Por que você colocou a pedra a milhares de metros de altura? Que
exagero!

Talvez por isto você foi obrigado a "fazer" um buraco com esta mesma
profundidade e colocar entre parênteses:
"mas, não conte seriamente com isto".

Seria mais fácil coloca-la a 5 metros, matar um gato (no lugar de um
ser humano), cavar só 5 metros e dizer que o trabalho é praticamente
igual.
:-)

Aliais você só diz que este corpo é uma pedra no destaque que vem
abaixo.


*** Lá vem a entropia! ***

Quando se fala em máquinas, elas são projetadas para que seus
reservatórios de temperaturas não se modifiquem, isto acontece
quando a massa dos reservatórios são muito grandes ou eles são
eficientemente mantidos por ação externa como você disse na nota.

Posso estar errado mas as "Máquinas Térmicas" bem projetadas estão
de acordo com a sua NOTA e não com o texto normal.

Do jeito que você colocou no texto isto parece ser uma exceção.

Sobre entropia e a não possibilidade futura de realização de
trabalho ("morte térmica do universo") faço novamente referencia a
minha MSG anterior:

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/53081

O conceito "entropia" (assim como temperatura) só faz sentido para
uma coleção grande de partículas (átomos, moléculas etc), já o
conceito "trabalho pode ser definido microscopicamente.

Neste sentido o trabalho é mais fundamental que a entropia. É causa
e não efeito.
Eu prometi para mim mesmo que não iria dizer heresias nesta MSG e já
estou começando. Vou me conter agora.

:-)
:-)
:-)

*** Vida e ausência de vida ***
Nossa, já é tarde.
Vou rápido nesta.

Quando você usa como exemplo:
"O calor do sol produz diminuições locais de entropia" você deve
lembra que já usou no seu texto o sol como repositor de energia.
Além disto se "local" for na Terra o Sol é externo.
Explicando melhor:
Creio que "o calor do sol NÃO produz diminuições LOCAIS de
entropia", ou seja, diminuição de entropia no próprio Sol.
:-)

Precisa de um "gran finale"


[ ]'s
Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
>
>
> Lembre-se do Álamo, digo, lembre-se que escrevi isso:
> ==============
> Ah! Hélio e todos, ia me esquecendo! Estou terminando um texto
introdutório de divulgação científica com título provisório de "O
fluxo do calor" e estou tendo certas dificuldades na conceituação
(ou da não conceituação) da entropia (neca de fórmulas!). Ainda hoje
termino o texto e colocarei num link oculto dos consulentes no
Imperdível. Apreciaria uma leitura e sugestões nesse trabalho.
Depois envio o link.
> ===============
>
> Eis o link oculto de olhos indiscretos:
>
> http://www.feiradeciencias.com.br/css/fluxo_do_calor.htm
>
> no aguardo,
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>






SUBJECT: Re: [ciencialist] Imagens 3D
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 20:50

On 23/02/06, Robespierre B. Gonçalves <pierre@click21.com.br> wrote:
> Quem aí na casa sabe sobre lasers?
> Este monitor 3D é real?

Sim

> Se sim, como se determina o ponto a ser iluminado (pelo diagrama
> faltaria o eixo Z)?
>

É definido pelo foco do laser. A "explosão" de plasma vai acontecer no
foco do laser, onde a energia é mais concentrada.

> Segue links com fotos:
> http://www.aist.go.jp/aist_e/latest_research/2006/20060210/20060210.html
> http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI881566-EI4799,00.html


--
Elton Carvalho

"It may be bad manners to talk with your mouth full, but it isn't too
good either if you speak when your head is empty."

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.com/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/02/2006 21:19

Olá Hélio,

de início agradeço a leitura e sugestões.
Quase todas suas propostas de alteração foram efetuadas, a saber:

>>Um (*) depois da palavra misteriosa que acho ser desnecessário só as
aspas bastariam.
Esta explicação das aspas logo baixo quebra o ritmo da leitura.<<

A explicação do 'misteriosa ' foi retirada. A intenção dessa 'nota' era balançar um pouco o correto dos místicos, que adoram misteriosa, influência, energia canalizada, vibrações etc.

>>"O desenvolvimento ciclópico de energia". Considere mudar ou
explique melhor a palavra "ciclópico". Eu até acho que entendi mas
os seus leitores...(?)<<

Troquei por 'colossal'. Realmente 'ciclópico' não é nada jornalístico (afinal que é que tem a ver o homem de um olho só com o texto :-)))))

>>Acho que aqui poderia colocar que 0 nesta escala corresponde a
aproximadamente -273 oC.<<

Acrescentei, sutilmente! --- e aproveitei para destacar escala absoluta e escala relativa!

>>Por que você colocou a pedra a milhares de metros de altura? Que
exagero!<<

OK, passei para 100 m. Mas, o comentário entre parêntesis ("mas, não conte seriamente com isto") não tem esse propósito e sim tentar chamar a atenção que "pedra caindo em 'buraco' na terra" não é equivalente a "pedra caindo de um penhasco", mesmo que ambos tenham 'mesmo comprimento'. Ao cair no buraco a 'casca de terra' acima da pedra perde seu efeito gravitacional --- g diminui linearmente com a profundidade do buraco. A queda no buraco é bem diferente da queda externa à terra; o trabalho não é o mesmo!

Vou deixar para comentar sobre a entropia para depois ... tenho minhas razões. :-)

aquele abraço,



===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================



SUBJECT: FW: Bananas
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/02/2006 22:42

Tradução:
Coma mais bananas, meu filho, e confie nos gringos!
>
>Sent: Wednesday, February 22, 2006 11:30 PM
>Subject: Bananas
>
>
> Very important!!!!
> Flávio
>
> -------Mensagem original-------
> Date: 21/02/2006 12:17
>
> After Reading THIS, you'll NEVER look at a banana in the same way
>again!
>
> Bananas Containing three natural sugars - sucrose, fructose and
> glucose combined with fiber, a banana gives an instant, sustained
>and
> substantial boost of energy. Research has proven that just two
> bananas provide enough energy for a strenuous 90-minute workout.
>No
> wonder the banana is the number one fruit with the world's leading
> athletes. But energy isn't the only way a banana can help us keep
>fit.
> It can also help overcome or prevent a substantial number of
> illnesses and conditions, making it a must to add to our daily
>diet.
>
> Depression:
> According to a recent survey undertaken by MIND amongst people
> suffering from depression, many felt much better after eating a
> banana. This is because bananas contain tryptophan, a type of
> protein that the body converts into serotonin, known to make you
> relax, improve your mood and generally make you feel happier.
>
> PMS:
> Forget the pills -- eat a banana. The vitamin B6 it contains
>regulates
> blood glucose levels, which can affect your mood.
>
> Anemia:
> High in iron, bananas can stimulate the production of hemoglobin in
> the blood and so helps in cases of anemia.
>
> Blood Pressure:
> This unique tropical fruit is extremely high in potassium yet low
>in
> salt, making it the perfect way to beat blood pressure. So much so,
> the US Food and Drug Administration has just allowed the banana
> industry to make official claims for the fruit's ability to reduce
> the risk of blood pressure and stroke.
>
> Brain Power:
> 200 students at a Twickenham (Middlesex) school were helped through
> their exams this year by eating bananas at breakfast, break, and
> lunch in a bid to boost their brain power. Research ha s shown
>that
> the potassium-packed fruit can assist learning by making pupils more
> alert.
>
> Constipation:
> High in fiber, including bananas in the diet can help restore normal
> bowel action, helping to overcome the problem without resorting to
> laxatives.
>
> Hangovers:
> One of the quickest ways of curing a hangover is to make a banana
> milkshake, sweetened with honey. The banana calms the stomach and,
> with the help of the honey, builds up depleted blood sugar levels,
> while the milk soothes and re-hydrates your system.
>
> Heartburn:
> Bananas have a natural antacid effect in the body, so if you suffer
> from heartburn, try eating a banana for soothing relief.
>
> Morning Sickness:
> Snacking on bananas between meals helps to keep blood sugar levels
>up
> and avoid morning sickness.
>
> Mosquito bites:
> Before reaching for the insect bite cream, try rubbing the affected
> area with the inside of a banana skin. Many people find it
>amazingly
> successful at reducing swelling and irritation.
>
>
> Nerves:
> Bananas are high in B vitamins that help calm the nervous system.
>
>
> Overweight and at work?
> Studies at the Institute of Psychology in Austria found pressure at
> work leads to gorging on comfort food like chocolate and chips.
> Looking at 5,000 hospital patients, researchers found the most
>obese
> were more likely to be in high-pressure jobs. The report concluded
> that, to avoid panic-induced food cravings, we need to control our
> blood sugar levels by snacking on high carbohydrate foods every two
> hours to keep levels steady.
>
>
> Ulcers:
> The banana is used as the dietary food against intestinal disorders
> because of its soft texture and smoothness. It is the only raw
>fruit
> that can be eaten without distress in over-chronicler cases. It
>also
> neutralizes over-acidity and reduces irritation by coating the
>lining
> of the stomach.
>
> Temperature control:
> Many other cultures see bananas as a "cooling" fruit that can lower
> both the physical and emotional temperature of expectant mothers.
>In
> Thailand, for example, pregnant women eat banan as to ensure their
> baby is born with a cool temperature.
>
>
> Seasonal Affective Disorder (SAD):
> Bananas can help SAD sufferers because they contain the natural
>mood
> enhancer tryptophan.
>
> Smoking:
> Bananas can also help people trying to give up smoking. The B6,
>B12
> they contain, as well as the potassium and magnesium found in them,
> help the body recover from the effects of nicotine withdrawal.
>
> Stress:
> Potassium is a vital mineral, which helps normalize the heartbeat,
> sends oxygen to the brain and regulates your body's water balance.
> When we are stressed, our metabolic rate rises, thereby reducing our
> potassium levels. These can be rebalanced with the help of a
> high-potassium banana snack.
>
> Strokes:
> According to research in "The New England Journal of Medicine,"
> eating bananas as part of a regular diet can cut the risk of death
>by
> strokes by as much as 40%!
>
> So, a banana really is a natural remedy for many ills. When you
> compare it to an apple, it has four times the protein, twice the
> carbohydrates, three times the phosphorus, five times the vitamin A
> and iron, and twice the other vitamins and minerals. It is also
>rich
> in potassium and is one of the best value foods around. So maybe
>its
> time to change that well-known phrase so that we say, "A banana a
>day
> keeps the doctor away!"
>
>
>
> PASS IT ON
>
>
>
>
>
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>




SUBJECT: Motor Eficiente. Será?
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2006 05:21

Olá a todos,

Alguém já se dedicou nesta proposta de motor visto no link

http://peswiki.com/index.php/Directory:Paul_Harry_Sprain_magnet_motor

?

(tem um vídeo que mostra bem o funcionamento).

Tenho algumas considerações:

Esse motor consta basicamente de uma sucessão de imãs permanentes,
formando uma espiral em cujo centro gira o rotor dotado de imãs
permanente em sua periferia.

Ao final desta sucessão de imãs existe um eletroímã que visa gerar
no momento adequado um campo magnético para evitar a parada do
rotor. O eletroímã é o "fornecedor" de energia ao motor.

Se o número de imãs do rotor aumentar, a freqüência dos pulsos no
eletroímã também deverá aumentar.

A magnitude dos pulsos no eletroímã deve levar em conta a
contribuição do torque fornecido pelos outros imãs do rotor, bem
como a sua inércia.

A distância entre o rotor e os imãs externos (estator) diminui de
forma progressiva, logo a força de atração entre o rotor e o estator
está em constante crescimento, à medida que o rotor se desloca.

Um pulso inicial de maior magnitude poderia colocar o motor em
funcionamento de forma automática.

Alguém poderia contribuir com considerações menos óbvias que estas?

O aumento no diâmetro do rotor e consequentemente na quantidade de
imãs do estator aumentaria o torque no eixo, mantendo constante a
velocidade linear?

Abraços a todos,

Tipoalgo






SUBJECT: Re: [ciencialist] Motor Eficiente. Será?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/02/2006 07:49

Olá Sr. TipoAlgo,

Uma vez que há um eletroímã sincronizado para repelir a face polar do ímã (?) do rotor, nada há para estranhar.
O princípio básico desse motor, e todos os detalhes construtivos, está no Imperdível em:

http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/motor30.asp

No vídeo que mostra o motor, pode-se perceber que há um fio e escova montado junto aos coletores do rotor (o que indica que o rotor tb é eletroímã), um dos terminais é o próprio eixo de rotação. No 'fundo' é um motor síncrono AC como o alternador de qqer bicicleta (não sei porque ainda chamam aquilo de "dínamo de bicicleta" --- como se aquilo fornecesse uma DC!) e pode ser visto em detalhes em:

http://www.feiradeciencias.com.br/sala22/motor32.asp

Particularmente, não vejo nada de eficiente nesse motor apresentado pelos alienígenas.

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006 05:21
Assunto: [ciencialist] Motor Eficiente. Será?


Olá a todos,

Alguém já se dedicou nesta proposta de motor visto no link

http://peswiki.com/index.php/Directory:Paul_Harry_Sprain_magnet_motor

?

(tem um vídeo que mostra bem o funcionamento).

Tenho algumas considerações:

Esse motor consta basicamente de uma sucessão de imãs permanentes,
formando uma espiral em cujo centro gira o rotor dotado de imãs
permanente em sua periferia.

Ao final desta sucessão de imãs existe um eletroímã que visa gerar
no momento adequado um campo magnético para evitar a parada do
rotor. O eletroímã é o "fornecedor" de energia ao motor.

Se o número de imãs do rotor aumentar, a freqüência dos pulsos no
eletroímã também deverá aumentar.

A magnitude dos pulsos no eletroímã deve levar em conta a
contribuição do torque fornecido pelos outros imãs do rotor, bem
como a sua inércia.

A distância entre o rotor e os imãs externos (estator) diminui de
forma progressiva, logo a força de atração entre o rotor e o estator
está em constante crescimento, à medida que o rotor se desloca.

Um pulso inicial de maior magnitude poderia colocar o motor em
funcionamento de forma automática.

Alguém poderia contribuir com considerações menos óbvias que estas?

O aumento no diâmetro do rotor e consequentemente na quantidade de
imãs do estator aumentaria o torque no eixo, mantendo constante a
velocidade linear?

Abraços a todos,

Tipoalgo






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SUBJECT: Eis algo que motiva estudantes.
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/02/2006 08:59

Olá, lista.

Aos poucos, voltando.
A seguir, um belo discurso do jovem astrônomo PhilPlat a um grupo de estudantes.
Sds,
Victor.



Feira de Ciência

2005-11-24
Em abril pediram que desse um pequeno discurso a um grupo de estudantes locais que participaram numa feira de ciência. Não sabia muito bem o que lhes dizer, até que vi o telejornal na noite anterior à feira. A notícia era um fait divers tipicamente pouco correcto que dava "igual tempo de antena" quer à ciência quer aos cabeças ocas da anticiência, como se qualquer teoria ridícula devesse ter o mesmo tempo de antena que a verdade.

Sentei-me com um bloco de notas e um lápis, e escrevinhei este discurso. Disse-o praticamente como o escrevi.

"Eu conheço um lugar onde o Sol nunca se põe.

É uma montanha, e é na Lua. Estica-se tão alto, que mesmo à medida que a Lua roda, fica debaixo da luz do dia perpetuamente. A radiação do Sol ilumina-a dia e noite, 24 horas por dia - bom, de facto um dia lunar dura 4 semanas, e por isso a luz do Sol bate lá 708 horas por dia.

Eu conheço um lugar onde o Sol nunca brilha. É no fundo dos oceanos. Uma fenda onde a crosta da Terra expele químicos nocivos e aquece a água até ao ponto de ebulição. Isto mataria imediatamente qualquer humano, mas existem lá criaturas, bactérias que sobrevivem e prosperam. Alimentam-se de enxofre vindo dessa abertura, e excretam ácido sulfúrico.

Eu conheço um lugar onde a temperatura é de 15 milhões de graus. Onde a pressão vos esmagaria até um ponto microscópico. Esse lugar é o núcleo do Sol.

Eu conheço um lugar onde os campos magnéticos despedaçar-vos-iam átomo a átomo: é a superfície de uma estrela de neutrões, um magnetar.

Eu conheço um lugar onde a vida começou há milhares de milhões de anos atrás. Esse lugar é aqui, na Terra.

Eu conheço esses sítios porque sou um cientista.

A ciência é uma maneira de descobrir coisas. É uma maneira de testar o que é real. É o que Richard Feynman chamou "Uma maneira de não nos enganarmos a nós próprios."

Nenhum astrólogo previu a existência de Úrano, Neptuno ou Plutão. Nenhum astrólogo moderno teve pistas acerca do Sedna, uma bola de gelo com metade do tamanho de Plutão que tem uma órbita ainda mais afastada. Nenhum astrólogo previu os mais de 150 planetas que hoje sabemos que orbitam outros sóis.

Mas os cientistas sim.

Nenhum vidente, apesar das alegações, alguma vez ajudou a polícia a solucionar um crime. Mas os cientistas forenses sim, a toda a hora.

Não foi ninguém que praticava homeopatia que encontrou a cura para a varíola ou para a poliomielite. Mas os cientistas sim, médicos investigadores.

Nenhum criacionista alguma vez percebeu o código genético. Os químicos sim. Os biólogos moleculares sim.

Eles usaram a física. Eles usaram a matemática. Eles usaram a química, a biologia, a astronomia, a engenharia.

Eles usaram a ciência.

Estas são todas as coisas que vocês descobriram ao fazer os vossos projectos. Todas as coisas que vos trouxeram hoje até aqui.

Computadores? Telemóveis? Foguetões para Saturno, sondas para o fundo dos oceanos, playstations, gamecubes, gameboys, X-boxes? Tudo por cientistas.

Os lugares dos quais eu falei atrás - vocês também podem vir a conhecer. Podem sentir a admiração de os ver pela primeira vez, a emoção da descoberta, o sentimento visceral e maravilhoso de fazer algo que nunca ninguém fez antes, ver coisas que jamais alguém viu, saber algo que nunca ninguém soube.

Sem bolas de cristal, sem cartas de tarot, sem horóscopos. Apenas vocês, o vosso cérebro e a vossa capacidade de pensar.

Bem-vindos à ciência e boa viagem.




[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Traducao
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/02/2006 09:34

Ois todos, dotados do domínio da língua alienígena,

poderia, please, traduzir essa página 'for mim"?

http://www.physics.nist.gov/cuu/Units/checklist.html

será útil 'for todos' and the Imperdível.

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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SUBJECT: Re:[ciencialist] Eis algo que motiva estudantes.
FROM: "marcelleandro" <marcelleandro@terra.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/02/2006 10:01


"....Nenhum astrólogo previu a existência de Úrano, Neptuno ou Plutão. Nenhum astrólogo moderno teve pistas acerca do Sedna, uma bola de gelo com metade do tamanho de Plutão que tem uma órbita ainda mais afastada...."
MARCEL:....Astrologia?!? É possível ver algum mérito se utilizando deste parâmetro?!? Até parece piada...rs
A ciência deve se contestar nela mesma para que possa se aperfeiçoar e mostrar sua validade, e não ficar buscando por "concorrentes" em contextos absurdamente diferentes...
ValeW
Marcel


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Eis algo que motiva estudantes.
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/02/2006 10:41

Olá JVictor,

poderia me explicar em língua pátria o significado da seguinte frase:

"A notícia era um fait divers tipicamente pouco correcto que dava "igual tempo de antena" quer à ciência quer aos cabeças ocas da anticiência, como se qualquer teoria ridícula devesse ter o mesmo tempo de antena que a verdade."

Gostei deveras desse texto! Realmente ideal para um discurso numa Feira de Ciências.

"[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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===========================
-----Mensagem Original-----
De: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006 08:59
Assunto: [ciencialist] Eis algo que motiva estudantes.


Olá, lista.

Aos poucos, voltando.
A seguir, um belo discurso do jovem astrônomo PhilPlat a um grupo de estudantes.
Sds,
Victor.



Feira de Ciência

2005-11-24
Em abril pediram que desse um pequeno discurso a um grupo de estudantes locais que participaram numa feira de ciência. Não sabia muito bem o que lhes dizer, até que vi o telejornal na noite anterior à feira. A notícia era um fait divers tipicamente pouco correcto que dava "igual tempo de antena" quer à ciência quer aos cabeças ocas da anticiência, como se qualquer teoria ridícula devesse ter o mesmo tempo de antena que a verdade.

Sentei-me com um bloco de notas e um lápis, e escrevinhei este discurso. Disse-o praticamente como o escrevi.

"Eu conheço um lugar onde o Sol nunca se põe.

É uma montanha, e é na Lua. Estica-se tão alto, que mesmo à medida que a Lua roda, fica debaixo da luz do dia perpetuamente. A radiação do Sol ilumina-a dia e noite, 24 horas por dia - bom, de facto um dia lunar dura 4 semanas, e por isso a luz do Sol bate lá 708 horas por dia.

Eu conheço um lugar onde o Sol nunca brilha. É no fundo dos oceanos. Uma fenda onde a crosta da Terra expele químicos nocivos e aquece a água até ao ponto de ebulição. Isto mataria imediatamente qualquer humano, mas existem lá criaturas, bactérias que sobrevivem e prosperam. Alimentam-se de enxofre vindo dessa abertura, e excretam ácido sulfúrico.

Eu conheço um lugar onde a temperatura é de 15 milhões de graus. Onde a pressão vos esmagaria até um ponto microscópico. Esse lugar é o núcleo do Sol.

Eu conheço um lugar onde os campos magnéticos despedaçar-vos-iam átomo a átomo: é a superfície de uma estrela de neutrões, um magnetar.

Eu conheço um lugar onde a vida começou há milhares de milhões de anos atrás. Esse lugar é aqui, na Terra.

Eu conheço esses sítios porque sou um cientista.

A ciência é uma maneira de descobrir coisas. É uma maneira de testar o que é real. É o que Richard Feynman chamou "Uma maneira de não nos enganarmos a nós próprios."

Nenhum astrólogo previu a existência de Úrano, Neptuno ou Plutão. Nenhum astrólogo moderno teve pistas acerca do Sedna, uma bola de gelo com metade do tamanho de Plutão que tem uma órbita ainda mais afastada. Nenhum astrólogo previu os mais de 150 planetas que hoje sabemos que orbitam outros sóis.

Mas os cientistas sim.

Nenhum vidente, apesar das alegações, alguma vez ajudou a polícia a solucionar um crime. Mas os cientistas forenses sim, a toda a hora.

Não foi ninguém que praticava homeopatia que encontrou a cura para a varíola ou para a poliomielite. Mas os cientistas sim, médicos investigadores.

Nenhum criacionista alguma vez percebeu o código genético. Os químicos sim. Os biólogos moleculares sim.

Eles usaram a física. Eles usaram a matemática. Eles usaram a química, a biologia, a astronomia, a engenharia.

Eles usaram a ciência.

Estas são todas as coisas que vocês descobriram ao fazer os vossos projectos. Todas as coisas que vos trouxeram hoje até aqui.

Computadores? Telemóveis? Foguetões para Saturno, sondas para o fundo dos oceanos, playstations, gamecubes, gameboys, X-boxes? Tudo por cientistas.

Os lugares dos quais eu falei atrás - vocês também podem vir a conhecer. Podem sentir a admiração de os ver pela primeira vez, a emoção da descoberta, o sentimento visceral e maravilhoso de fazer algo que nunca ninguém fez antes, ver coisas que jamais alguém viu, saber algo que nunca ninguém soube.

Sem bolas de cristal, sem cartas de tarot, sem horóscopos. Apenas vocês, o vosso cérebro e a vossa capacidade de pensar.

Bem-vindos à ciência e boa viagem.




[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Re(2) Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: "ucfilho27182" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2006 10:56

Bom dia Marcelle

na literaratura há muitos textos sobre a geração de eletricidade pelo
Electrophorus electricus- que ao longo corpo tem várias eletroplacas
interligadas em série que possibilita o peixe fechar curto ao
encostar duas partes distintas do corpo em um meio condutor- assim
como sobre outros seres vivos-a exemplo de turabarões- que possuem
estruturas capazes de gerar energia elétrica ou detectar campos
magnéticos. Lamento lhe informar que estas estruturas e o fluxo de
energia por elas gerado em nada se assemelham ao que está descrito no
texto sem sentido que descreve o Hadouken.

Saudações, UCFilho

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro"
<marcelleandro@t...> escreveu
>
> "não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de
estruturas especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um
grande fluxo de energia,"
>
> Eitcha chutão científico...!!
>
> Lhe apresento um...
> http://www.icb.ufmg.br/lpf/1-11.html
>
> ValeW
>
> Marcel
>
> De:ciencialist@yahoogrupos.com.br
>
> Para:ciencialist@yahoogrupos.com.br
>
> Cópia:
>
> Data:Thu, 23 Feb 2006 19:49:06 -0000
>
> Assunto:[ciencialist] Re: Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
UCFilho
>
> Boa tarde Marcelo,
>
> não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de
estruturas
> especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um grande
> fluxo de energia, sendo assim esta mensagem não faz sentido.
>
> Saudações, UCFilho
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr"
<marcelomjr@y...>
> escreveu
> >
> > Internacional
> > 1/20/2006 - 1:54:11 PM
> > Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
> >
> > A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira
> > manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa
> (hadouken)
> > em um laboratório com condições próprias para a percepção do
> fenomeno
> > em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
> > estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma
> > distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera
> discoidal
> > de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de
> > temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma
velocidade
> de
> > 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O
> > fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um
> > mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no
> Guiness).
> >
> > Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao
ocorrido
> > comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do
fato,
> o
> > menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação
> > voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre
de
> > acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do
> artigo
> > da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter
> > contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz de
> > fazer futuramente.
> >
> > Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar
> > do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter
> > machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em seres
vivos
> > seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas
> > coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica
> atuação
> > pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não
> > liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo
> > japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde,
> educação,
> > lazer.
> >
> >
> > Autor: Revista Chi Action
> > Fonte: ImpactoNews.com.br
> > http://www.impactonews.com.br/new/read_news.asp?id=6077
> >
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SUBJECT: Re:[ciencialist] Re(2) Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: "marcelleandro" <marcelleandro@terra.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/02/2006 11:33


UCFilho

...na literaratura há muitos textos sobre a geração de eletricidade pelo Electrophorus electricus- que ao longo corpo tem várias eletroplacas interligadas em série que ...(...)... energia elétrica ou detectar campos magnéticos.
MARCEL: Eu tb li o meu texto, antes mesmo de mandar para vcs...
==================================
...Lamento lhe informar que estas estruturas e o fluxo de
energia por elas gerado em nada se assemelham ao que está descrito no
texto sem sentido que descreve o Hadouken.

MARCEL: A principio eu me prendi à sua resposta (por isto a coloquei entre aspas, releia *), uma afirmação que sugeri um grande erro de raciocínio. Mesmo não havendo nenhum ser vivo que tenha exatamente (precisamente igual) este mecanismo biológico, isto por si só não significa nada e muito menos refuta e desvalida, em bases cientificas, o suposto “acontecimento”. Aqui é uma lista de ciência, ok? Fico no aguardo caso haja mais contestações...
· "...não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de estruturas especializadas ou órgãos capazes de armazenar eemitir um grande fluxo de energia..."

ValeW
Marcel


De:ciencialist@yahoogrupos.com.br

Para:ciencialist@yahoogrupos.com.br

Cópia:

Data:Fri, 24 Feb 2006 13:56:02 -0000

Assunto:[ciencialist] Re(2) Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho

Bom dia Marcelle

na literaratura há muitos textos sobre a geração de eletricidade pelo
Electrophorus electricus- que ao longo corpo tem várias eletroplacas
interligadas em série que possibilita o peixe fechar curto ao
encostar duas partes distintas do corpo em um meio condutor- assim
como sobre outros seres vivos-a exemplo de turabarões- que possuem
estruturas capazes de gerar energia elétrica ou detectar campos
magnéticos. Lamento lhe informar que estas estruturas e o fluxo de
energia por elas gerado em nada se assemelham ao que está descrito no
texto sem sentido que descreve o Hadouken.

Saudações, UCFilho

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro"
<marcelleandro@t...> escreveu
>
> "não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de
estruturas especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um
grande fluxo de energia,"
>
> Eitcha chutão científico...!!
>
> Lhe apresento um...
> http://www.icb.ufmg.br/lpf/1-11.html
>
> ValeW
>
> Marcel
>
> De:ciencialist@yahoogrupos.com.br
>
> Para:ciencialist@yahoogrupos.com.br
>
> Cópia:
>
> Data:Thu, 23 Feb 2006 19:49:06 -0000
>
> Assunto:[ciencialist] Re: Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
UCFilho
>
> Boa tarde Marcelo,
>
> não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de
estruturas
> especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um grande
> fluxo de energia, sendo assim esta mensagem não faz sentido.
>
> Saudações, UCFilho
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr"
<marcelomjr@y...>
> escreveu
> >
> > Internacional
> > 1/20/2006 - 1:54:11 PM
> > Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
> >
> > A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira
> > manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa
> (hadouken)
> > em um laboratório com condições próprias para a percepção do
> fenomeno
> > em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
> > estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma
> > distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera
> discoidal
> > de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de
> > temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma
velocidade
> de
> > 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O
> > fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um
> > mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no
> Guiness).
> >
> > Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao
ocorrido
> > comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do
fato,
> o
> > menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação
> > voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre
de
> > acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do
> artigo
> > da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter
> > contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz de
> > fazer futuramente.
> >
> > Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar
> > do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter
> > machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em seres
vivos
> > seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas
> > coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica
> atuação
> > pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não
> > liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo
> > japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde,
> educação,
> > lazer.
> >
> >
> > Autor: Revista Chi Action
> > Fonte: ImpactoNews.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Eis algo que motiva estudantes.
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/02/2006 11:38

Na ânsia de enviar para vocês, esqueci de fazer referência a tal trecho. Certamente, foi o seguinte: o texto é uma tradução. Quem o fez, certamente usou a "inteligência" dos tradutores eletrônicos, que traduzem assim,ao pé da letra, e se alguma palavra for digitada errada aí é que o caldo engrossa. Fica, pois, dificil "traduzir" tal "tradução". Mas o que quer que signifique, torna-se irrelevante em vista do restante do texto, e do inteligente enfoque dado pelo autor.

Sds,
Victor.

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, February 24, 2006 10:41 AM
Subject: Re: [ciencialist] Eis algo que motiva estudantes.


Olá JVictor,

poderia me explicar em língua pátria o significado da seguinte frase:

"A notícia era um fait divers tipicamente pouco correcto que dava "igual tempo de antena" quer à ciência quer aos cabeças ocas da anticiência, como se qualquer teoria ridícula devesse ter o mesmo tempo de antena que a verdade."

Gostei deveras desse texto! Realmente ideal para um discurso numa Feira de Ciências.

"[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 24 de fevereiro de 2006 08:59
Assunto: [ciencialist] Eis algo que motiva estudantes.


Olá, lista.

Aos poucos, voltando.
A seguir, um belo discurso do jovem astrônomo PhilPlat a um grupo de estudantes.
Sds,
Victor.



Feira de Ciência

2005-11-24
Em abril pediram que desse um pequeno discurso a um grupo de estudantes locais que participaram numa feira de ciência. Não sabia muito bem o que lhes dizer, até que vi o telejornal na noite anterior à feira. A notícia era um fait divers tipicamente pouco correcto que dava "igual tempo de antena" quer à ciência quer aos cabeças ocas da anticiência, como se qualquer teoria ridícula devesse ter o mesmo tempo de antena que a verdade.

Sentei-me com um bloco de notas e um lápis, e escrevinhei este discurso. Disse-o praticamente como o escrevi.

"Eu conheço um lugar onde o Sol nunca se põe.

É uma montanha, e é na Lua. Estica-se tão alto, que mesmo à medida que a Lua roda, fica debaixo da luz do dia perpetuamente. A radiação do Sol ilumina-a dia e noite, 24 horas por dia - bom, de facto um dia lunar dura 4 semanas, e por isso a luz do Sol bate lá 708 horas por dia.

Eu conheço um lugar onde o Sol nunca brilha. É no fundo dos oceanos. Uma fenda onde a crosta da Terra expele químicos nocivos e aquece a água até ao ponto de ebulição. Isto mataria imediatamente qualquer humano, mas existem lá criaturas, bactérias que sobrevivem e prosperam. Alimentam-se de enxofre vindo dessa abertura, e excretam ácido sulfúrico.

Eu conheço um lugar onde a temperatura é de 15 milhões de graus. Onde a pressão vos esmagaria até um ponto microscópico. Esse lugar é o núcleo do Sol.

Eu conheço um lugar onde os campos magnéticos despedaçar-vos-iam átomo a átomo: é a superfície de uma estrela de neutrões, um magnetar.

Eu conheço um lugar onde a vida começou há milhares de milhões de anos atrás. Esse lugar é aqui, na Terra.

Eu conheço esses sítios porque sou um cientista.

A ciência é uma maneira de descobrir coisas. É uma maneira de testar o que é real. É o que Richard Feynman chamou "Uma maneira de não nos enganarmos a nós próprios."

Nenhum astrólogo previu a existência de Úrano, Neptuno ou Plutão. Nenhum astrólogo moderno teve pistas acerca do Sedna, uma bola de gelo com metade do tamanho de Plutão que tem uma órbita ainda mais afastada. Nenhum astrólogo previu os mais de 150 planetas que hoje sabemos que orbitam outros sóis.

Mas os cientistas sim.

Nenhum vidente, apesar das alegações, alguma vez ajudou a polícia a solucionar um crime. Mas os cientistas forenses sim, a toda a hora.

Não foi ninguém que praticava homeopatia que encontrou a cura para a varíola ou para a poliomielite. Mas os cientistas sim, médicos investigadores.

Nenhum criacionista alguma vez percebeu o código genético. Os químicos sim. Os biólogos moleculares sim.

Eles usaram a física. Eles usaram a matemática. Eles usaram a química, a biologia, a astronomia, a engenharia.

Eles usaram a ciência.

Estas são todas as coisas que vocês descobriram ao fazer os vossos projectos. Todas as coisas que vos trouxeram hoje até aqui.

Computadores? Telemóveis? Foguetões para Saturno, sondas para o fundo dos oceanos, playstations, gamecubes, gameboys, X-boxes? Tudo por cientistas.

Os lugares dos quais eu falei atrás - vocês também podem vir a conhecer. Podem sentir a admiração de os ver pela primeira vez, a emoção da descoberta, o sentimento visceral e maravilhoso de fazer algo que nunca ninguém fez antes, ver coisas que jamais alguém viu, saber algo que nunca ninguém soube.

Sem bolas de cristal, sem cartas de tarot, sem horóscopos. Apenas vocês, o vosso cérebro e a vossa capacidade de pensar.

Bem-vindos à ciência e boa viagem.




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SUBJECT: Re(3) Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: "ucfilho27182" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2006 12:25

Boa tarde Marcelle

hoje a imprensa sensacionalista divulga inúmeros textos que carecem
de base sólida ou –na melhor das hipóteses - estão vagamente entre as
fronteiras do que é ciência e aquilo que é especulação científica.

Quando me referi ao fato do organismo humano não ter estruturas
especializadas ou órgãos capazes de gerar tal tipo de manifestação,
mesmo em animais não há tais estruturas, parti de uma visão que a
variação de energia ocasionada por um organismo necessita de uma
fonte geradora e desde 1316 – ano que foi publicado o primeiro manual
didático sobre dissecações de cadáveres - nenhuma estrutura capaz de
sugerir a geração do tipo de energia que o texto que você citou
descreve foi encontrado no estudo da anatomia humana ou morfologia
comparativa entre humanos e outros seres vivos e além disto é de 1941
a conclusão que a produção de ATP pelas mitocôndrias é a principal
fonte de energia humana e não há trabalhos que contestem tal fato.

Você tem toda razão ao afirmar que o fato de algo não ter sito
encontrado não significa que este algo não existe, assim não posso
fazer um julgamento que Hadouken como o descrito nunca existirá.

Vejo com desconfiança se realmente houve uma observação sistemática
que mostre a consistência do fenômeno descrito, pois jornais,
revistas de notícia e de divulgação científica que publicam sem
revisores científicos, assim como páginas da internet, nunca devem
ser tomados como referência séria para Ciência e, na falta de
referências sérias, vejo como mais sensato me guiar sobre o que está
documentado e posto a prova por anos, décadas ou mesmo séculos de
estudo científico.

Em outras palavras, creio que mensagens que tratem de Hadouken não
merecem atenção como registro de fato concreto quando divulgadas por
jornais, páginas de internet, revistas de informação e outros tipos
de material que não possuem revisores com formação científica.

Para finalizar peço que não avalie esta mensagem e as mensagens
anteriores como julgamentos de valores. Ou seja não condeno qualquer
pessoa por crer ou não em discos voadores, Hadouken e alienígenas
vivendo entre humanos ou outros fatos semelhantes.

Saudações, UCFilho.


- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro"
<marcelleandro@t...> escreveu
>
>
> UCFilho
>
> ...na literaratura há muitos textos sobre a geração de eletricidade
pelo Electrophorus electricus- que ao longo corpo tem várias
eletroplacas interligadas em série que ...(...)... energia elétrica
ou detectar campos magnéticos.
> MARCEL: Eu tb li o meu texto, antes mesmo de mandar para vcs...
> ==================================
> ...Lamento lhe informar que estas estruturas e o fluxo de
> energia por elas gerado em nada se assemelham ao que está descrito
no
> texto sem sentido que descreve o Hadouken.
>
> MARCEL: A principio eu me prendi à sua resposta (por isto a
coloquei entre aspas, releia *), uma afirmação que sugeri um grande
erro de raciocínio. Mesmo não havendo nenhum ser vivo que tenha
exatamente (precisamente igual) este mecanismo biológico, isto por si
só não significa nada e muito menos refuta e desvalida, em bases
cientificas, o suposto "acontecimento". Aqui é uma lista de ciência,
ok? Fico no aguardo caso haja mais contestações...
> · "...não há organismos, seja humanos ou animais,
possuidores de estruturas especializadas ou órgãos capazes de
armazenar eemitir um grande fluxo de energia..."
>
> ValeW
> Marcel
>
>
> De:ciencialist@yahoogrupos.com.br
>
> Para:ciencialist@yahoogrupos.com.br
>
> Cópia:
>
> Data:Fri, 24 Feb 2006 13:56:02 -0000
>
> Assunto:[ciencialist] Re(2) Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
UCFilho
>
> Bom dia Marcelle
>
> na literaratura há muitos textos sobre a geração de eletricidade
pelo
> Electrophorus electricus- que ao longo corpo tem várias
eletroplacas
> interligadas em série que possibilita o peixe fechar curto ao
> encostar duas partes distintas do corpo em um meio condutor- assim
> como sobre outros seres vivos-a exemplo de turabarões- que possuem
> estruturas capazes de gerar energia elétrica ou detectar campos
> magnéticos. Lamento lhe informar que estas estruturas e o fluxo de
> energia por elas gerado em nada se assemelham ao que está descrito
no
> texto sem sentido que descreve o Hadouken.
>
> Saudações, UCFilho
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro"
> <marcelleandro@t...> escreveu
> >
> > "não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de
> estruturas especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir
um
> grande fluxo de energia,"
> >
> > Eitcha chutão científico...!!
> >
> > Lhe apresento um...
> > http://www.icb.ufmg.br/lpf/1-11.html
> >
> > ValeW
> >
> > Marcel
> >
> > De:ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >
> > Para:ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >
> > Cópia:
> >
> > Data:Thu, 23 Feb 2006 19:49:06 -0000
> >
> > Assunto:[ciencialist] Re: Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
> UCFilho
> >
> > Boa tarde Marcelo,
> >
> > não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de
> estruturas
> > especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um grande
> > fluxo de energia, sendo assim esta mensagem não faz sentido.
> >
> > Saudações, UCFilho
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr"
> <marcelomjr@y...>
> > escreveu
> > >
> > > Internacional
> > > 1/20/2006 - 1:54:11 PM
> > > Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
> > >
> > > A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira
> > > manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa
> > (hadouken)
> > > em um laboratório com condições próprias para a percepção do
> > fenomeno
> > > em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
> > > estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma
> > > distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera
> > discoidal
> > > de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de
> > > temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma
> velocidade
> > de
> > > 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O
> > > fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um
> > > mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no
> > Guiness).
> > >
> > > Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao
> ocorrido
> > > comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do
> fato,
> > o
> > > menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação
> > > voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre
> de
> > > acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do
> > artigo
> > > da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter
> > > contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz
de
> > > fazer futuramente.
> > >
> > > Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos,
apesar
> > > do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter
> > > machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em seres
> vivos
> > > seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu
algumas
> > > coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica
> > atuação
> > > pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não
> > > liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo
> > > japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde,
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re(3) Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: "Amauri Voltaire " <amaurij@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2006 13:10

Bom dia Ucfilho

Me parece uma descrena pelo fato deles serem japoneses e se fossem
norte-americanos?

sds

Em 24/02/06, ucfilho27182 <ucfilho27182@yahoo.com.br> escreveu:
>
> Boa tarde Marcelle
>
> hoje a imprensa sensacionalista divulga inmeros textos que carecem
> de base slida ou na melhor das hipteses - esto vagamente entre as
> fronteiras do que cincia e aquilo que especulao cientfica.
>
> Quando me referi ao fato do organismo humano no ter estruturas
> especializadas ou rgos capazes de gerar tal tipo de manifestao,
> mesmo em animais no h tais estruturas, parti de uma viso que a
> variao de energia ocasionada por um organismo necessita de uma
> fonte geradora e desde 1316 ano que foi publicado o primeiro manual
> didtico sobre dissecaes de cadveres - nenhuma estrutura capaz de
> sugerir a gerao do tipo de energia que o texto que voc citou
> descreve foi encontrado no estudo da anatomia humana ou morfologia
> comparativa entre humanos e outros seres vivos e alm disto de 1941
> a concluso que a produo de ATP pelas mitocndrias a principal
> fonte de energia humana e no h trabalhos que contestem tal fato.
>
> Voc tem toda razo ao afirmar que o fato de algo no ter sito
> encontrado no significa que este algo no existe, assim no posso
> fazer um julgamento que Hadouken como o descrito nunca existir.
>
> Vejo com desconfiana se realmente houve uma observao sistemtica
> que mostre a consistncia do fenmeno descrito, pois jornais,
> revistas de notcia e de divulgao cientfica que publicam sem
> revisores cientficos, assim como pginas da internet, nunca devem
> ser tomados como referncia sria para Cincia e, na falta de
> referncias srias, vejo como mais sensato me guiar sobre o que est
> documentado e posto a prova por anos, dcadas ou mesmo sculos de
> estudo cientfico.
>
> Em outras palavras, creio que mensagens que tratem de Hadouken no
> merecem ateno como registro de fato concreto quando divulgadas por
> jornais, pginas de internet, revistas de informao e outros tipos
> de material que no possuem revisores com formao cientfica.
>
> Para finalizar peo que no avalie esta mensagem e as mensagens
> anteriores como julgamentos de valores. Ou seja no condeno qualquer
> pessoa por crer ou no em discos voadores, Hadouken e aliengenas
> vivendo entre humanos ou outros fatos semelhantes.
>
> Saudaes, UCFilho.
>
>
> - Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro"
> <marcelleandro@t...> escreveu
> >
> >
> > UCFilho
> >
> > ...na literaratura h muitos textos sobre a gerao de eletricidade
> pelo Electrophorus electricus- que ao longo corpo tem vrias
> eletroplacas interligadas em srie que ...(...)... energia eltrica
> ou detectar campos magnticos.
> > MARCEL: Eu tb li o meu texto, antes mesmo de mandar para vcs...
> > ==================================
> > ...Lamento lhe informar que estas estruturas e o fluxo de
> > energia por elas gerado em nada se assemelham ao que est descrito
> no
> > texto sem sentido que descreve o Hadouken.
> >
> > MARCEL: A principio eu me prendi sua resposta (por isto a
> coloquei entre aspas, releia *), uma afirmao que sugeri um grande
> erro de raciocnio. Mesmo no havendo nenhum ser vivo que tenha
> exatamente (precisamente igual) este mecanismo biolgico, isto por si
> s no significa nada e muito menos refuta e desvalida, em bases
> cientificas, o suposto "acontecimento". Aqui uma lista de cincia,
> ok? Fico no aguardo caso haja mais contestaes...
> > "...no h organismos, seja humanos ou animais,
> possuidores de estruturas especializadas ou rgos capazes de
> armazenar eemitir um grande fluxo de energia..."
> >
> > ValeW
> > Marcel
> >
> >
> > De:ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >
> > Para:ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >
> > Cpia:
> >
> > Data:Fri, 24 Feb 2006 13:56:02 -0000
> >
> > Assunto:[ciencialist] Re(2) Japons de 14 anos solta um Hadouken!
> UCFilho
> >
> > Bom dia Marcelle
> >
> > na literaratura h muitos textos sobre a gerao de eletricidade
> pelo
> > Electrophorus electricus- que ao longo corpo tem vrias
> eletroplacas
> > interligadas em srie que possibilita o peixe fechar curto ao
> > encostar duas partes distintas do corpo em um meio condutor- assim
> > como sobre outros seres vivos-a exemplo de turabares- que possuem
> > estruturas capazes de gerar energia eltrica ou detectar campos
> > magnticos. Lamento lhe informar que estas estruturas e o fluxo de
> > energia por elas gerado em nada se assemelham ao que est descrito
> no
> > texto sem sentido que descreve o Hadouken.
> >
> > Saudaes, UCFilho
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro"
> > <marcelleandro@t...> escreveu
> > >
> > > "no h organismos, seja humanos ou animais, possuidores de
> > estruturas especializadas ou rgos capazes de armazenar e emitir
> um
> > grande fluxo de energia,"
> > >
> > > Eitcha chuto cientfico...!!
> > >
> > > Lhe apresento um...
> > > http://www.icb.ufmg.br/lpf/1-11.html
> > >
> > > ValeW
> > >
> > > Marcel
> > >
> > > De:ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > >
> > > Para:ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > >
> > > Cpia:
> > >
> > > Data:Thu, 23 Feb 2006 19:49:06 -0000
> > >
> > > Assunto:[ciencialist] Re: Japons de 14 anos solta um Hadouken!
> > UCFilho
> > >
> > > Boa tarde Marcelo,
> > >
> > > no h organismos, seja humanos ou animais, possuidores de
> > estruturas
> > > especializadas ou rgos capazes de armazenar e emitir um grande
> > > fluxo de energia, sendo assim esta mensagem no faz sentido.
> > >
> > > Saudaes, UCFilho
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr"
> > <marcelomjr@y...>
> > > escreveu
> > > >
> > > > Internacional
> > > > 1/20/2006 - 1:54:11 PM
> > > > Japons de 14 anos solta um Hadouken!
> > > >
> > > > A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira
> > > > manifestao voluntaria de energia termocintica luminosa
> > > (hadouken)
> > > > em um laboratrio com condies prprias para a percepo do
> > > fenomeno
> > > > em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
> > > > estilhaar uma tela de acrlico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma
> > > > distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera
> > > discoidal
> > > > de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de
> > > > temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma
> > velocidade
> > > de
> > > > 250 km/h a fora de impacto foi avaliada em 600 kg por cm. O
> > > > fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psiclogos e um
> > > > mestre de acumpuntura e reteno de Chi (possui recordes no
> > > Guiness).
> > > >
> > > > Os pareceres foram mistos, o cientista no deu crdito ao
> > ocorrido
> > > > comentou em possvel fraude, os psicologos apoiaram a tese do
> > fato,
> > > o
> > > > menino possui histrico de violncia domstica, a manisfestao
> > > > voluntria (no provada) teria sido obra deste trauma, o mestre
> > de
> > > > acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do
> > > artigo
> > > > da revista) declarou o menino um prodgio e que pretente manter
> > > > contato com o menino para entedender melhor o que ele capaz
> de
> > > > fazer futuramente.
> > > >
> > > > Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos,
> apesar
> > > > do "talento" Eiji uma pessoa calma e tmida e diz nunca ter
> > > > machucado ningum com esse "poder", de fato os danos em seres
> > vivos
> > > > seriam muito expressivos para no dizer fatais, Eiji deu
> algumas
> > > > coletivas em jornais e programas de auditrio mas a sua unica
> > > atuao
> > > > pblica se deu neste laboratrio, os pais adotivos de Eiji no
> > > > liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe que o governo
> > > > japones est apoiando a famlia em todos os quesitos,sade,
> > > educao,
> > > > lazer.
> > > >
> > > >
> > > > Autor: Revista Chi Action
> > > > Fonte: ImpactoNews.com.br
> > > > http://www.impactonews.com.br/new/read_news.asp?id=6077
> > > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > ##### ##### #####
> > >
> > > Pgina de apoio
> > > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
> > >
> > >
> > > ##### ##### ##### #####
> > >
> > >
> > > Yahoo! Grupos, um servio oferecido por:
> > > PUBLICIDADE
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > Links do Yahoo! Grupos
> > >
> > > Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> > > http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
> > >
> > > Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> > > ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
> > >
> > > O uso que voc faz do Yahoo! Grupos est sujeito aos Termos do
> > Servio do Yahoo!.
> > >
> > >
> > > [As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]
> > >
> >
> >
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> > Pgina de apoio
> > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
> >
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> > Yahoo! Grupos, um servio oferecido por:
> > PUBLICIDADE
> >
> >
> >
> >
> >
> > Links do Yahoo! Grupos
> >
> > Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> > http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
> >
> > Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> > ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
> >
> > O uso que voc faz do Yahoo! Grupos est sujeito aos Termos do
> Servio do Yahoo!.
> >
> >
> > [As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]
> >
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> Pgina de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> Links do Yahoo! Grupos
>
>
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--
"Se vc no tem atitude, mantenha pelo menos a palavra!"

("Quem quer que haja construdo um novo cu, s no seu prprio inferno
encontrou energia para faz-lo!" Nietszche)


[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



SUBJECT: avião em esteir a rolante
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2006 13:29

At 09:47 22/2/2006, you wrote:
>Pô J. Renato, faça um esforçinho e perceberá que
>avião e esteira são "completamente
>independentes". O que o movimento do avião em
>relação ao ar tem a ver com a esteira?
>O único contato passivo entre eles é a 'roda
>livre' (cujo atrito é desprezível até mesmo com
>o freio acionado); se a esteira tiver parada a
>roda terá uma certa rotação devido ao movimento
>do avião, se estiver se movimentando tem outra
>rotação --- e isso nada afeta o movimento do avião.
>
>Pô J. Renato, faça um ligeiro experimento: pegue
>um carrinho plástico de brinquedo e instale um
>ventilador em cima dele; ligue o ventilador e o
>carrinho sairá andando sobre o piso.
>Ponta o carrinho sobre uma 'passadeira plástica'
>(substitui a esteira) e repita o procedimento
>para verificar que qqer coisa que vc fizer com a
>passadeira o carrinho sairá andando (em relação
>ao chão) qdo o ventilador for ligado.
>
>[]'



E se o avião estiver com tudo desligado, em cima da esteira rolante.

A esteira rola...
e o avião então nem se mexe, ok ?

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Quinta e Sexta Ed. do Periódico Periódico Tchê Química
FROM: "Luis" <luis.alcides@he.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2006 15:08

Prezados colegas, encontra-se disponível para download a quinta
edição do Periódico Periódico Tchê Química, com artigos de diversos
locais, dentre os quais do Centro de Química e Meio Ambiente do
Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares.
Vale a pena conferir, para copiar o arquivo da revista, com 4.90Mb,
visite o link a seguir:

http://www.deboni.he.com.br/fclick/fclick.php?fid=49

Também informamos que já estamos recebendo artigos para serem
publicados na sexta edição do Periódico Periódico Tchê Química. Os
arquivos devem ser enviados para tchequimica@tchequimica.com.

Gratos pela atenção, Grupo Tchê Química. Porto Alegre – RS. Brasil.





SUBJECT: Re:[ciencialist] Re(3) Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: "marcelleandro" <marcelleandro@terra.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/02/2006 15:19

Boa tarde UCFilho

MARCEL: Meu nome é Marcel ! O qual significa; “aquele que todos trocam o nome”. ;O)
==========================
.....hoje a imprensa sensacionalista divulga inúmeros textos que carecem de base sólida ou –na melhor das hipóteses - estão vagamente entre as fronteiras do que é ciência e aquilo que é especulação científica.
MARCEL: Concordo!
==========================

....Quando me referi ao fato do organismo humano não ter estruturas
especializadas ou órgãos capazes de gerar tal tipo de manifestação,
mesmo em ...(...)... seres vivos e além disto é de 1941
a conclusão que a produção de ATP pelas mitocôndrias é a principal
fonte de energia humana e não há trabalhos que contestem tal fato.
MARCEL: As eletro-placas (eletrócitos),por exemplo, originadas através de células musculares, seriam oq?
========================
.....Você tem toda razão ao afirmar que o fato de algo não ter sito encontrado não significa que este algo não existe, assim não posso fazer um julgamento que Hadouken como o descrito nunca existirá.
MARCEL: Concordo!
=============================

....Vejo com desconfiança se realmente houve uma observação sistemática que mostre a consistência do fenômeno descrito, pois jornais,
revistas de ...(...)...para Ciência e, na falta de
referências sérias, vejo como mais sensato me guiar sobre o que está
documentado e posto a prova por anos, décadas ou mesmo séculos de
estudo científico.
MARCEL: Concordo!
==================================

......Para finalizar peço que não avalie esta mensagem e as mensagens anteriores como julgamentos de valores. Ou seja não condeno qualquer pessoa por crer ou não em discos voadores, Hadouken e alienígenas vivendo entre humanos ou outros fatos semelhantes.
MARCEL: Tb não condeno crenças , mesmo não vendo nenhuma relação lógica entre elas para justificar a coesão da sua resposta. Apenas sugeri que toda refutação com “roupagem” cientifica deva estar obrigatoriamente(100%)encalcada em metodologias e preceitos TAMBÉM cientificos.


ValeW
Marcel


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Motor Eficiente. Será?
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2006 15:48

Olá Sr Léo,

É um prazer ter uma mensagem comentada pelo nobre mestre. Fiquei
realmente satisfeito.

Gostaria apenas de considerar o que entendi das explicações
dos "alienígenas" e o que julgo ser logicamente possível.

O Sr. Comentou:

"Uma vez que há um eletroímã sincronizado para repelir a face
polar do ímã (?) do rotor, nada há para estranhar. ..."

Os "alienígenas" explicam que só existe atração, nada de repulsão.
Imagino que o eletroímã forma um campo magnético mais forte (ou se
aproxima mais do rotor) atraindo o rotor para si.
Quando o rotor tende a se alinhar com o núcleo do eletroímã, este
último é "desligado". Como agora esta parte do rotor já abandonou o
campo do imã permanente anterior e a parte oposta do rotor encontra-
se na rota de atração crescente, devido à redução do entreferro,
existe a possibilidade do movimento continuar. Penso que também a
própria inércia do rotor ajuda nesse sentido.

"No vídeo que mostra o motor, pode-se perceber que há um fio e
escova montado junto aos coletores do rotor (o que indica que o
rotor tb é eletroímã), um dos terminais é o próprio eixo de
rotação. ..."

Não descarto a possibilidade de fraude. Mas a explicação para esse
fio não é alimentar o rotor, e sim para monitorar o torque no eixo
do protótipo. O rotor é (ou deveria ser) composto apenas por ímãs
permanentes, igualmente ao estator.

Isto é o que compreendi desta proposta de motor.
A minha dúvida é se o aumento no diâmetro do conjunto como um todo
(rotor e estator) manteria a mesma velocidade linear ou pelo menos
pouco a reduziria.

Abraços

Tipoalgo







SUBJECT: Re: Motor Eficiente. Será?
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2006 16:12

Olá novamente,

Uma melhor explicação para o fio que sai do rotor no protótipo
apresentado no vídeo é servir de sincronismo para os pulsos no
eletroímã.

Agora ficou melhor!

Abraços

Tipoalgo
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Tipoalgo" <tipoalgo@b...>
escreveu
>
> Olá Sr Léo,
>
> É um prazer ter uma mensagem comentada pelo nobre mestre. Fiquei
> realmente satisfeito.
>
> Gostaria apenas de considerar o que entendi das explicações
> dos "alienígenas" e o que julgo ser logicamente possível.
>
> O Sr. Comentou:
>
> "Uma vez que há um eletroímã sincronizado para repelir a face
> polar do ímã (?) do rotor, nada há para estranhar. ..."
>
> Os "alienígenas" explicam que só existe atração, nada de repulsão.
> Imagino que o eletroímã forma um campo magnético mais forte (ou se
> aproxima mais do rotor) atraindo o rotor para si.
> Quando o rotor tende a se alinhar com o núcleo do eletroímã, este
> último é "desligado". Como agora esta parte do rotor já abandonou
o
> campo do imã permanente anterior e a parte oposta do rotor
encontra-
> se na rota de atração crescente, devido à redução do entreferro,
> existe a possibilidade do movimento continuar. Penso que também a
> própria inércia do rotor ajuda nesse sentido.
>
> "No vídeo que mostra o motor, pode-se perceber que há um fio e
> escova montado junto aos coletores do rotor (o que indica que o
> rotor tb é eletroímã), um dos terminais é o próprio eixo de
> rotação. ..."
>
> Não descarto a possibilidade de fraude. Mas a explicação para esse
> fio não é alimentar o rotor, e sim para monitorar o torque no eixo
> do protótipo. O rotor é (ou deveria ser) composto apenas por ímãs
> permanentes, igualmente ao estator.
>
> Isto é o que compreendi desta proposta de motor.
> A minha dúvida é se o aumento no diâmetro do conjunto como um todo
> (rotor e estator) manteria a mesma velocidade linear ou pelo menos
> pouco a reduziria.
>
> Abraços
>
> Tipoalgo
>







SUBJECT: Re:[ciencialist] Re(3) Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: Robespierre B. Gonçalves <pierre@click21.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2006 18:09

Que confusão que causa um hoax...!
Não precisam procurar cabelo em ovo: o Ki (ou Chi) que geraria o
Hadouken é de origem psquica e não de algum "orgão interno gerador de
energia" ou mitocôndrias.

Pela tradição oriental, é a energia que percorre os corpos dos seres
vivos, plantas inclusive. É ao mesmo tempo mental e espiritual e
poderia ser redirecionada pela mente bem treinada e gerar todo tipo
de fenomeno: levitação, telepatia, telecinece e emissão de raios. Por
isso a presença de um mestre de acunpuntura na reportagem: a
acupuntura redistribuiria esta energia pelo corpo para restabelecer o
equlíbrio e curar o paciente.

Como, em mais de 5000 anos de história da civilização chinesa não tem
ninguém por aí (fora as lendas de mestres em artes marciais) voando,
lendo mentes, lançando Hadoukens ou Kamehameras... Tudo é falso.

Já no caso da acupuntura, dizem que foi comprovada...

[]s,
Pierre


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro"
<marcelleandro@t...> escreveu
>
> Boa tarde UCFilho
>
> MARCEL: Meu nome é Marcel ! O qual significa; "aquele que todos
trocam o nome". ;O)
> ==========================
> .....hoje a imprensa sensacionalista divulga inúmeros textos que
carecem de base sólida ou –na melhor das hipóteses - estão vagamente
entre as fronteiras do que é ciência e aquilo que é especulação
científica.
> MARCEL: Concordo!
> ==========================
>
> ....Quando me referi ao fato do organismo humano não ter estruturas
> especializadas ou órgãos capazes de gerar tal tipo de manifestação,
> mesmo em ...(...)... seres vivos e além disto é de 1941
> a conclusão que a produção de ATP pelas mitocôndrias é a principal
> fonte de energia humana e não há trabalhos que contestem tal fato.
> MARCEL: As eletro-placas (eletrócitos),por exemplo, originadas
através de células musculares, seriam oq?
> ========================
> .....Você tem toda razão ao afirmar que o fato de algo não ter
sito encontrado não significa que este algo não existe, assim não
posso fazer um julgamento que Hadouken como o descrito nunca
existirá.
> MARCEL: Concordo!
> =============================
>
> ....Vejo com desconfiança se realmente houve uma observação
sistemática que mostre a consistência do fenômeno descrito, pois
jornais,
> revistas de ...(...)...para Ciência e, na falta de
> referências sérias, vejo como mais sensato me guiar sobre o que
está
> documentado e posto a prova por anos, décadas ou mesmo séculos de
> estudo científico.
> MARCEL: Concordo!
> ==================================
>
> ......Para finalizar peço que não avalie esta mensagem e as
mensagens anteriores como julgamentos de valores. Ou seja não
condeno qualquer pessoa por crer ou não em discos voadores, Hadouken
e alienígenas vivendo entre humanos ou outros fatos semelhantes.
> MARCEL: Tb não condeno crenças , mesmo não vendo nenhuma relação
lógica entre elas para justificar a coesão da sua resposta. Apenas
sugeri que toda refutação com "roupagem" cientifica deva estar
obrigatoriamente(100%)encalcada em metodologias e preceitos TAMBÉM
cientificos.
>
>
> ValeW
> Marcel
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>






SUBJECT: Re(4) Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: "ucfilho27182" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2006 19:11

Boa noite Marcel

a contração muscular se dá por ação de proteínas (actina, miosina,
entre outras) e envolve, principalmente, ATP, fosfocreatina, íon
cálcio. Não há chances desta contração gerar um pulso de energia que
seria o Hadouken e as eletroplacas também não são capazes de gerar
pulsos como o citado.

Conforme afirmei você tem toda razão ao lembrar que o fato de algo
não ter sito encontrado não significa que este algo não existe. Mas
esta afirmativa também pode ser aplicada a duendes, alienígenas que
vivem na Terra, presença de discos voadores e tantos outros fatos que
hoje merecem uma visão científica de pouco crédito.

Se você dá algum crédito a história de Hadouken, sugiro que saia a
procura de publicações mais sérias. Sem estas publicações não vejo
nenhum sentido em discutir tal assunto.

Saudações, UCFilho

Observações:
1)as citações de Robespierre sobre o que de fato seria o Hadouken são
sensatas e trazem outras dificuldades para sustentar uma discussão
que tenha senso sobre a existência física deste fato;
2)seria muito útil, também, que você lesse sobre o método científico
e a história da existência ou não do cisne preto. Este problema
levanta a questão dos limites da Ciência diante de situações como a
que você trouxe para lista.



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro"
<marcelleandro@t...> escreveu
>
> Boa tarde UCFilho
>
> MARCEL: Meu nome é Marcel ! O qual significa; "aquele que todos
trocam o nome". ;O)
> ==========================
> .....hoje a imprensa sensacionalista divulga inúmeros textos que
carecem de base sólida ou –na melhor das hipóteses - estão vagamente
entre as fronteiras do que é ciência e aquilo que é especulação
científica.
> MARCEL: Concordo!
> ==========================
>
> ....Quando me referi ao fato do organismo humano não ter estruturas
> especializadas ou órgãos capazes de gerar tal tipo de manifestação,
> mesmo em ...(...)... seres vivos e além disto é de 1941
> a conclusão que a produção de ATP pelas mitocôndrias é a principal
> fonte de energia humana e não há trabalhos que contestem tal fato.
> MARCEL: As eletro-placas (eletrócitos),por exemplo, originadas
através de células musculares, seriam oq?
> ========================
> .....Você tem toda razão ao afirmar que o fato de algo não ter
sito encontrado não significa que este algo não existe, assim não
posso fazer um julgamento que Hadouken como o descrito nunca
existirá.
> MARCEL: Concordo!
> =============================
>
> ....Vejo com desconfiança se realmente houve uma observação
sistemática que mostre a consistência do fenômeno descrito, pois
jornais,
> revistas de ...(...)...para Ciência e, na falta de
> referências sérias, vejo como mais sensato me guiar sobre o que
está
> documentado e posto a prova por anos, décadas ou mesmo séculos de
> estudo científico.
> MARCEL: Concordo!
> ==================================
>
> ......Para finalizar peço que não avalie esta mensagem e as
mensagens anteriores como julgamentos de valores. Ou seja não
condeno qualquer pessoa por crer ou não em discos voadores, Hadouken
e alienígenas vivendo entre humanos ou outros fatos semelhantes.
> MARCEL: Tb não condeno crenças , mesmo não vendo nenhuma relação
lógica entre elas para justificar a coesão da sua resposta. Apenas
sugeri que toda refutação com "roupagem" cientifica deva estar
obrigatoriamente(100%)encalcada em metodologias e preceitos TAMBÉM
cientificos.
>
>
> ValeW
> Marcel
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>






SUBJECT: Re(5) Japonês de 14 anos solta um Hadouken! UCFilho
FROM: "ucfilho27182" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/02/2006 20:08

Boa noite Amauri,

pelo contrário, grande parte dos hoax e textos duvidosos são de
origem americana.

Saudações, UCFilho

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Voltaire "
<amaurij@g...> escreveu
>
> Bom dia Ucfilho
>
> Me parece uma descrença pelo fato deles serem japoneses e se fossem
> norte-americanos?
>
> sds
>
> Em 24/02/06, ucfilho27182 <ucfilho27182@y...> escreveu:
> >
> > Boa tarde Marcelle
> >
> > hoje a imprensa sensacionalista divulga inúmeros textos que
carecem
> > de base sólida ou –na melhor das hipóteses - estão vagamente
entre as
> > fronteiras do que é ciência e aquilo que é especulação científica.
> >
> > Quando me referi ao fato do organismo humano não ter estruturas
> > especializadas ou órgãos capazes de gerar tal tipo de
manifestação,
> > mesmo em animais não há tais estruturas, parti de uma visão que a
> > variação de energia ocasionada por um organismo necessita de uma
> > fonte geradora e desde 1316 – ano que foi publicado o primeiro
manual
> > didático sobre dissecações de cadáveres - nenhuma estrutura capaz
de
> > sugerir a geração do tipo de energia que o texto que você citou
> > descreve foi encontrado no estudo da anatomia humana ou morfologia
> > comparativa entre humanos e outros seres vivos e além disto é de
1941
> > a conclusão que a produção de ATP pelas mitocôndrias é a principal
> > fonte de energia humana e não há trabalhos que contestem tal fato.
> >
> > Você tem toda razão ao afirmar que o fato de algo não ter sito
> > encontrado não significa que este algo não existe, assim não posso
> > fazer um julgamento que Hadouken como o descrito nunca existirá.
> >
> > Vejo com desconfiança se realmente houve uma observação
sistemática
> > que mostre a consistência do fenômeno descrito, pois jornais,
> > revistas de notícia e de divulgação científica que publicam sem
> > revisores científicos, assim como páginas da internet, nunca devem
> > ser tomados como referência séria para Ciência e, na falta de
> > referências sérias, vejo como mais sensato me guiar sobre o que
está
> > documentado e posto a prova por anos, décadas ou mesmo séculos de
> > estudo científico.
> >
> > Em outras palavras, creio que mensagens que tratem de Hadouken não
> > merecem atenção como registro de fato concreto quando divulgadas
por
> > jornais, páginas de internet, revistas de informação e outros
tipos
> > de material que não possuem revisores com formação científica.
> >
> > Para finalizar peço que não avalie esta mensagem e as mensagens
> > anteriores como julgamentos de valores. Ou seja não condeno
qualquer
> > pessoa por crer ou não em discos voadores, Hadouken e alienígenas
> > vivendo entre humanos ou outros fatos semelhantes.
> >
> > Saudações, UCFilho.
> >
> >
> > - Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro"
> > <marcelleandro@t...> escreveu
> > >
> > >
> > > UCFilho
> > >
> > > ...na literaratura há muitos textos sobre a geração de
eletricidade
> > pelo Electrophorus electricus- que ao longo corpo tem várias
> > eletroplacas interligadas em série que ...(...)... energia
elétrica
> > ou detectar campos magnéticos.
> > > MARCEL: Eu tb li o meu texto, antes mesmo de mandar para vcs...
> > > ==================================
> > > ...Lamento lhe informar que estas estruturas e o fluxo de
> > > energia por elas gerado em nada se assemelham ao que está
descrito
> > no
> > > texto sem sentido que descreve o Hadouken.
> > >
> > > MARCEL: A principio eu me prendi à sua resposta (por isto a
> > coloquei entre aspas, releia *), uma afirmação que sugeri um
grande
> > erro de raciocínio. Mesmo não havendo nenhum ser vivo que tenha
> > exatamente (precisamente igual) este mecanismo biológico, isto
por si
> > só não significa nada e muito menos refuta e desvalida, em bases
> > cientificas, o suposto "acontecimento". Aqui é uma lista de
ciência,
> > ok? Fico no aguardo caso haja mais contestações...
> > > · "...não há organismos, seja humanos ou animais,
> > possuidores de estruturas especializadas ou órgãos capazes de
> > armazenar eemitir um grande fluxo de energia..."
> > >
> > > ValeW
> > > Marcel
> > >
> > >
> > > De:ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > >
> > > Para:ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > >
> > > Cópia:
> > >
> > > Data:Fri, 24 Feb 2006 13:56:02 -0000
> > >
> > > Assunto:[ciencialist] Re(2) Japonês de 14 anos solta um
Hadouken!
> > UCFilho
> > >
> > > Bom dia Marcelle
> > >
> > > na literaratura há muitos textos sobre a geração de eletricidade
> > pelo
> > > Electrophorus electricus- que ao longo corpo tem várias
> > eletroplacas
> > > interligadas em série que possibilita o peixe fechar curto ao
> > > encostar duas partes distintas do corpo em um meio condutor-
assim
> > > como sobre outros seres vivos-a exemplo de turabarões- que
possuem
> > > estruturas capazes de gerar energia elétrica ou detectar campos
> > > magnéticos. Lamento lhe informar que estas estruturas e o fluxo
de
> > > energia por elas gerado em nada se assemelham ao que está
descrito
> > no
> > > texto sem sentido que descreve o Hadouken.
> > >
> > > Saudações, UCFilho
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelleandro"
> > > <marcelleandro@t...> escreveu
> > > >
> > > > "não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de
> > > estruturas especializadas ou órgãos capazes de armazenar e
emitir
> > um
> > > grande fluxo de energia,"
> > > >
> > > > Eitcha chutão científico...!!
> > > >
> > > > Lhe apresento um...
> > > > http://www.icb.ufmg.br/lpf/1-11.html
> > > >
> > > > ValeW
> > > >
> > > > Marcel
> > > >
> > > > De:ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > > >
> > > > Para:ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > > >
> > > > Cópia:
> > > >
> > > > Data:Thu, 23 Feb 2006 19:49:06 -0000
> > > >
> > > > Assunto:[ciencialist] Re: Japonês de 14 anos solta um
Hadouken!
> > > UCFilho
> > > >
> > > > Boa tarde Marcelo,
> > > >
> > > > não há organismos, seja humanos ou animais, possuidores de
> > > estruturas
> > > > especializadas ou órgãos capazes de armazenar e emitir um
grande
> > > > fluxo de energia, sendo assim esta mensagem não faz sentido.
> > > >
> > > > Saudações, UCFilho
> > > >
> > > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr"
> > > <marcelomjr@y...>
> > > > escreveu
> > > > >
> > > > > Internacional
> > > > > 1/20/2006 - 1:54:11 PM
> > > > > Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
> > > > >
> > > > > A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a
primeira
> > > > > manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa
> > > > (hadouken)
> > > > > em um laboratório com condições próprias para a percepção do
> > > > fenomeno
> > > > > em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
> > > > > estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a
uma
> > > > > distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera
> > > > discoidal
> > > > > de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente)
de
> > > > > temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma
> > > velocidade
> > > > de
> > > > > 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³.
O
> > > > > fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos
e um
> > > > > mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no
> > > > Guiness).
> > > > >
> > > > > Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao
> > > ocorrido
> > > > > comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese
do
> > > fato,
> > > > o
> > > > > menino possui histórico de violência doméstica, a
manisfestação
> > > > > voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o
mestre
> > > de
> > > > > acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado
do
> > > > artigo
> > > > > da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente
manter
> > > > > contato com o menino para entedender melhor o que ele é
capaz
> > de
> > > > > fazer futuramente.
> > > > >
> > > > > Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos,
> > apesar
> > > > > do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca
ter
> > > > > machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em
seres
> > > vivos
> > > > > seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu
> > algumas
> > > > > coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua
unica
> > > > atuação
> > > > > pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji
não
> > > > > liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o
governo
> > > > > japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde,
> > > > educação,
> > > > > lazer.
> > > > >
> > > > >
> > > > > Autor: Revista Chi Action
> > > > > Fonte: ImpactoNews.com.br
> > > > > http://www.impactonews.com.br/new/read_news.asp?id=6077
> > > > >
> > > >
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> > > > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> > > > http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
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> > > > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
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> > > http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
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>
> ("Quem quer que haja construído um novo céu, só no seu próprio
inferno
> encontrou energia para fazê-lo!" Nietszche)
>
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> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>






SUBJECT: Re: Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/02/2006 01:54

Nossa, mas quem foi que mandou este hoax maluco pra lista?!... ;p soh
pode ser mais um desses fanaticos por RPG...;-) merece apanhar...
moderadores expulsem-no!... ;-)

Marcelo

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr" <marcelomjr@y...>
escreveu
>
> Internacional
> 1/20/2006 - 1:54:11 PM
> Japonês de 14 anos solta um Hadouken!
>
> A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira
> manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa
(hadouken)
> em um laboratório com condições próprias para a percepção do
fenomeno
> em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu
> estilhaçar uma tela de acrílico (1,5x1,5m) com 1 polegada a uma
> distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera
discoidal
> de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de
> temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma velocidade
de
> 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O
> fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um
> mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no
Guiness).
>
> Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao ocorrido
> comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do fato,
o
> menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação
> voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre de
> acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do
artigo
> da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter
> contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz de
> fazer futuramente.
>
> Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar
> do "talento" Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter
> machucado ninguém com esse "poder", de fato os danos em seres vivos
> seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas
> coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica
atuação
> pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não
> liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo
> japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde,
educação,
> lazer.
>
>
> Autor: Revista Chi Action
> Fonte: ImpactoNews.com.br
> http://www.impactonews.com.br/new/read_news.asp?id=6077
>






SUBJECT: Antigravidade (gato com manteiga)
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/02/2006 02:06

Teoria do Gato e da Manteiga
Dos fenômenos da natureza:

1) Pela observação cotidiana sabemos que: um gato que for lançado de
uma janela ou outro lugar elevado cairá de pé, com as patas para
baixo. Estável sobre suas patas.

2) Também foi observado e constatado por Murphy, que ao soltar da
mesa em direção ao chão um pedaço de pão com manteiga, ele vai cair
com o lado da manteiga para baixo.

Proposição: Amarrar um pedaço de pão com manteiga, com o lado da
manteiga para cima, nas costas de um gato.


Que acontecera?

1) Cairá o gato sobre suas patas?
2) A manteiga lambuzara o chão?

Analisando o mecanismo:

1) Das leis da Manteigologia decorre que a manteiga deve atingir o
solo, portanto cria um momento de rotação que gira o sistema para que
a manteiga atinja o chão.

2) Das estritas leis da Aerodinâmica Felina temos que o gato não pode
machucar seu dorso peludo. Portanto exercendo igual momento para que
suas patas atinjam o chão.

Dedução:
Se o aparelho combinado: gato + pão-com-manteiga for lançado, a
natureza não tem meios de resolver o paradoxo. Portanto, ele
simplesmente não cai. É isso mesmo, acabamos de descobrir o segredo
da antigravidade! Um gato amanteigado ira, quando lançado,
rapidamente mover-se a uma altura onde as forças do pulo-do-gato e da
repulsão da manteiga estarão em equilíbrio.

Este ponto de equilíbrio pode ser modificado tirando um pouco da
manteiga, o que proporciona uma elevação, ou amputando uma das patas
do gato, permitindo assim um declínio.

O perigo óbvio certamente é:
Se os gatos conseguirem comer os pães das suas costas, eles desabarão
instantaneamente. É claro que os gatos vão cair sobre as patas.

Dados Técnicos para construir uma nave espacial com dispositivo
antigravidade:
Propulsionar uma nave por meio de gatos congelados em animação
suspensa, cerca de -190 graus Celsius, com pães com manteiga
amarrados nas costas, evitando assim a possibilidade de colisões
devido a felinos temperamentais, ou famintos.

Manobras:
Como guiar a nave, uma vez que os gatos são mantidos estáticos?

Proposta:
Sabe-se que, vestir uma camisa toda branca para ir a uma cantina
italiana é uma maneira garantida de fazer uma viagem a lavanderia.

Recobrir o exterior da sua nave espacial com camisetas brancas.
Instalar quatro esguichos simetricamente ao redor da nave, que tem, é
claro, o formato de um pires. Dispare molho de tomate
proporcionalmente as direções que você quer ir.

A nave, arrastada pelas camisetas, ira automaticamente seguir o
molho. Se forem usadas camisas tipo T-Shirt, não consegue-se ir tão
rápido quanto se usar, digamos, camisas de seda pura.

Exceção:
Só não funciona muito bem nos poços gravitacionais mais profundos,
pois o molho de tomate, agora caindo num buraco negro, vai arrastar a
nave com ele, a despeito da contra força da máquina antigravitacional
gato/manteiga. A única esperança nesse momento é pulverizar enormes
quantidades de OMO. Isto criara a tão conhecida Força Gravitacional
Dupla Ação.

Descobertas adicionais:
Pesquisas recentes demonstraram que a substituição de manteiga por
geléia de framboesa potencializa muito o sistema, pois pela Lei de
Murphy sabemos que quanto mais caro é o produto que esté sobre o pão,
mais certamente este cairá com a face, que contém o produto, para
baixo.





SUBJECT: Astronomers ponder weird cosmic burst
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/02/2006 02:35

http://abc.net.au/science/news/stories/s1577501.htm

Astronomers ponder weird cosmic burst
Reuters
Friday, 24 February 2006



Could the explosion be a new type of gamma-ray burst? (Image:
NASA/Dana Berry)
A new kind of cosmic explosion has been spotted in Earth's celestial
neighbourhood, scientists report.

The blast seems like a gamma-ray burst, one of the most distant and
powerful type of explosion known to astronomers.

But when scientists first detected it with NASA's Swift satellite on
18 February, the explosion was about 25 times closer and lasted 100
times longer than a typical gamma-ray burst.

"This is totally new, totally unexpected," says Dr Neil Gehrels,
Swift's principal investigator.

"This is the type of unscripted event in our nearby universe that we
hoped Swift could catch."

The explosion originated in a star-forming galaxy about 440 million
light-years away towards the constellation Aries.

A light-year is about 10 trillion kilometres, the distance light
travels in a year.

This would be the second-closest gamma-ray burst ever detected, if
indeed it is one.

The burst lasted for nearly 2000 seconds, or about 33 minutes,
astronomers say. Most bursts last a few milliseconds to tens of
seconds.

The burst was also surprisingly dim.

Scientists at Italy's National Institute for Astrophysics found hints
of a budding supernova, an exploding star, when they saw the
afterglow from the original explosion grow brighter in optical light.

If it is a supernova, scientists will have an unprecedented view of
one from start to finish.

Scientists will attempt observations with the Hubble Space Telescope
and Chandra X-ray Observatory.






SUBJECT: RE: [ciencialist] Motor Eficiente. Será?
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/02/2006 15:43

Tipão,
bem?
Bom ver q/vc está na ativa!
Vejo assim:
- se o cara tirar fora aqueles imãs meio excêntricos, ou seja, em raios
decrescentes, esse troço vai girar e ''gerar'' muito melhor.
Na sequência dos imãs só consigo ver um *freio*, uma frenagem crescente, um
redutor.
O difícil no uso dos imãs fixos é o lance ''on-off'', ou o switch do seu
potencial. Como a maioria quer montar conjuntos só em 2 dimensões, acho que
vai ser impossível.
Há tempos estou atrás de um 'estalo' a esse respeito. abr/M. SP 25/fev


>From: "Tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Motor Eficiente. Será?
>Date: Fri, 24 Feb 2006 08:21:26 -0000
>
>Olá a todos,
>
>Alguém já se dedicou nesta proposta de motor visto no link
>
>http://peswiki.com/index.php/Directory:Paul_Harry_Sprain_magnet_motor
>
>?
>
>(tem um vídeo que mostra bem o funcionamento).
>
>Tenho algumas considerações:
>
>Esse motor consta basicamente de uma sucessão de imãs permanentes,
>formando uma espiral em cujo centro gira o rotor dotado de imãs
>permanente em sua periferia.
>
>Ao final desta sucessão de imãs existe um eletroímã que visa gerar
>no momento adequado um campo magnético para evitar a parada do
>rotor. O eletroímã é o "fornecedor" de energia ao motor.
>
>Se o número de imãs do rotor aumentar, a freqüência dos pulsos no
>eletroímã também deverá aumentar.
>
>A magnitude dos pulsos no eletroímã deve levar em conta a
>contribuição do torque fornecido pelos outros imãs do rotor, bem
>como a sua inércia.
>
>A distância entre o rotor e os imãs externos (estator) diminui de
>forma progressiva, logo a força de atração entre o rotor e o estator
>está em constante crescimento, à medida que o rotor se desloca.
>
>Um pulso inicial de maior magnitude poderia colocar o motor em
>funcionamento de forma automática.
>
>Alguém poderia contribuir com considerações menos óbvias que estas?
>
>O aumento no diâmetro do rotor e consequentemente na quantidade de
>imãs do estator aumentaria o torque no eixo, mantendo constante a
>velocidade linear?
>
>Abraços a todos,
>
>Tipoalgo
>
>
>
>
>
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>Página de apoio
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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>Links do Yahoo! Grupos
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>
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>
>




SUBJECT: Re: Motor Eficiente. Será?
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/02/2006 19:27

Olá Murilo,

Eu sou o único mortal intrometido no meio de tantos mestres
imortais.

Não entendi o que você propôs.

Ao contrário da frenagem o que existe é atração. A força de
atração crescente é conseguida pela redução da distância de cada imã
do estator em relação ao ímã do rotor. O rotor procura se alinhar
com o campo magnético mais forte. O campo se torna mais forte
justamente porque a distância relativa entre estator e rotor é
decrescente. Em suma, é força magnética que a mãe natureza fornece
de graça.

Vejo os imãs excêntricos como um bom arranjo. Se o rotor ao
abandonar o eletroímã, tivesse que enfrentar de cara a resistência
do conjunto de imãs seguinte, seria necessário um empurrão extra
para ele vencer tal resistência inicial.

Pelo que li, esta forma excêntrica dos imãs do estator é
chamada pelos "alienígenas" de Kawai Spiral.

O ímã do rotor só precisa de ajuda para se livrar do campo
magnético do último imã do estator. Esta ajuda é fornecida pelo
eletroímã, que se comporta como um ímã normal, mas tem a
característica de desligar o seu campo magnético, liberando esta
parte do rotor para a sua nova jornada, seu novo ciclo.

Integrando o valor da energia parcial de cada ímã do estator
fornecida ao rotor, desde a sua entrada no primeiro ímã até a sua
saída pelo eletroímã, teremos a energia, digamos positiva, ao
funcionamento do motor. Subtraindo deste valor a parcela de energia
gasta no eletroímã e atritos, teremos a energia útil do motor.

Quem dispor de um bom conjunto de ímã pode tentar ver na
prática que valores são estes. A construção é simples, necessitando
apenas um pouco de precisão para não comprometer o funcionamento.

Vamos esperar o carnaval passar para ver se o pessoal aqui da
lista, com mais suporte de conhecimentos, traga mais informação
sobre a proposta deste motor. O mestre Léo já disse que não viu nada
de novo, mas eu não sou mestre por isto ainda estou com dúvidas.

Abraços

Tipoalgo

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo"
<avalanchedrive@h...> escreveu
>
> Tipão,
> bem?
> Bom ver q/vc está na ativa!
> Vejo assim:
> - se o cara tirar fora aqueles imãs meio excêntricos, ou seja, em
raios
> decrescentes, esse troço vai girar e ''gerar'' muito melhor.
> Na sequência dos imãs só consigo ver um *freio*, uma frenagem
crescente, um
> redutor.
> O difícil no uso dos imãs fixos é o lance ''on-off'', ou o switch
do seu
> potencial. Como a maioria quer montar conjuntos só em 2 dimensões,
acho que
> vai ser impossível.
> Há tempos estou atrás de um 'estalo' a esse respeito. abr/M. SP
25/fev







SUBJECT: Re: [ciencialist] Tex4ht(era Fora da Norma )
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/02/2006 08:50

Felipe,

Parece-me que no prg indicado no site há um bug. A um .bat que não é criado e é essencial na conversão. O release para corrigir( o tal que não é criado é pstoimg.bat) o programa é o netpbm version mar1994p1(patch). Mas não o encontro na net. De qualquer qualquer maneira, consegui "domar" o tex4ht, que já funciona.
Mas sua indicação foi muito útil, ao menos fiquei ciente da razão pela qual a instalação sempre resultada aleijada. Muito grato.

Victor.
----- Original Message -----
From: Felipe
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, February 18, 2006 2:15 PM
Subject: Re: [ciencialist] Tex4ht(era Fora da Norma )


On 15:14 Sat 18 Feb , jvictor wrote:
> Elton,
>
> Há algum tempo estou tentando instalar o Tex4ht, que é um conversor latex para html, seja via miktex(que é o sistema latex que estou usando) no Windows, seja no tapa, quer dizer manualmente. Em todos os casos me revelei portador de uma incompetência cósmica. Não o consegui, por mais "receitas" de bolo que lesse na internet. A pergunta é: você, ou algum outro cobra deste grupo, saberia como fazer isso?

Já tentou o latex2html[1][2]?

[1] http://www.cv.nrao.edu/~abridle/toolmemo/node11.shtml
[2] http://www.mayer.dial.pipex.com/l2h.htm

PS: eu já tinha enviado essa mensagem, mas parece que ela não chegou ao
destino, então estou enviando de novo.



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: [ciencialist] Tex4ht(era Fora da Norma )
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/02/2006 14:15

Corrigindo:
Onde se ler : A um .bat, leia-se: há um .bat;
resultada aleijada. leia-se: resulta aleijada.

----- Original Message -----
From: jvictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, February 26, 2006 8:50 AM
Subject: Re: [ciencialist] Tex4ht(era Fora da Norma )


Felipe,

Parece-me que no prg indicado no site há um bug. A um .bat que não é criado e é essencial na conversão. O release para corrigir( o tal que não é criado é pstoimg.bat) o programa é o netpbm version mar1994p1(patch). Mas não o encontro na net. De qualquer qualquer maneira, consegui "domar" o tex4ht, que já funciona.
Mas sua indicação foi muito útil, ao menos fiquei ciente da razão pela qual a instalação sempre resultada aleijada. Muito grato.

Victor.
----- Original Message -----
From: Felipe
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, February 18, 2006 2:15 PM
Subject: Re: [ciencialist] Tex4ht(era Fora da Norma )


On 15:14 Sat 18 Feb , jvictor wrote:
> Elton,
>
> Há algum tempo estou tentando instalar o Tex4ht, que é um conversor latex para html, seja via miktex(que é o sistema latex que estou usando) no Windows, seja no tapa, quer dizer manualmente. Em todos os casos me revelei portador de uma incompetência cósmica. Não o consegui, por mais "receitas" de bolo que lesse na internet. A pergunta é: você, ou algum outro cobra deste grupo, saberia como fazer isso?

Já tentou o latex2html[1][2]?

[1] http://www.cv.nrao.edu/~abridle/toolmemo/node11.shtml
[2] http://www.mayer.dial.pipex.com/l2h.htm

PS: eu já tinha enviado essa mensagem, mas parece que ela não chegou ao
destino, então estou enviando de novo.



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__________ Informação do NOD32 1.1363 (20060112) __________

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: surrealidade auditiva
FROM: infornography <infornography@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/02/2006 01:42

http://gprime.net/flash.php/soundimmersion
(usem fone de ouvido)
e ainda estou me perguntando como diabos fizeram isso.


SUBJECT: Re: [ciencialist] surrealidade auditiva
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/02/2006 09:15

On 2/27/06, infornography <infornography@gmail.com> wrote:
> http://gprime.net/flash.php/soundimmersion
> (usem fone de ouvido)
> e ainda estou me perguntando como diabos fizeram isso.
>

Se você prestar atenção, vai perceber que nenhum dos eventos sonoros
começa, por exemplo, atrás de você. Todos eles começam de um lado. Aí,
é "só" ajustar o balanço de maneira esperta para das a sensação de
moimento e o cérebro junta os pedacinhos e entende como se fosse algo
subndo e descendo, ou girando em torno da cabeca.

--
Elton Carvalho

"It may be bad manners to talk with your mouth full, but it isn't too
good either if you speak when your head is empty."

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.org/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: Re: Fluxo do calor --- entropia
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/02/2006 14:21

Oi Léo,

Revendo minha resposta (MSG 53124) percebi que cometi alguns erros de
interpretação da parte final de seu texto no subtítulo "Vida e
ausência de vida"

Foi a pressa.
Esqueça o que falei nesta parte!!!!

Você está certo ao comparar o sol quando evapora a água a uma pessoa
quando levanta uma pedra. O sol (e a pessoa) causam uma diminuição na
entropia ao seu redor a custa de uma aumento maior da sua própria
entropia.

A diferença entre um ser vivo e o sol acontece em outra situação (na
situação inversa). Um ser vivo abaixa sua própria entropia a custa do
aumento da entropia externa, inclusive de outros seres vivos. Com Sol
isto não acontece, sua entropia só vai aumentando.


[ ]'s
Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
> Olá Hélio,
>
> de início agradeço a leitura e sugestões.
> Quase todas suas propostas de alteração foram efetuadas, a saber:
>
> >>Um (*) depois da palavra misteriosa que acho ser desnecessário só as
> aspas bastariam.
> Esta explicação das aspas logo baixo quebra o ritmo da leitura.<<
>
> A explicação do 'misteriosa ' foi retirada. A intenção dessa 'nota'
era balançar um pouco o correto dos místicos, que adoram misteriosa,
influência, energia canalizada, vibrações etc.
>
> >>"O desenvolvimento ciclópico de energia". Considere mudar ou
> explique melhor a palavra "ciclópico". Eu até acho que entendi mas
> os seus leitores...(?)<<
>
> Troquei por 'colossal'. Realmente 'ciclópico' não é nada
jornalístico (afinal que é que tem a ver o homem de um olho só com o
texto :-)))))
>
> >>Acho que aqui poderia colocar que 0 nesta escala corresponde a
> aproximadamente -273 oC.<<
>
> Acrescentei, sutilmente! --- e aproveitei para destacar escala
absoluta e escala relativa!
>
> >>Por que você colocou a pedra a milhares de metros de altura? Que
> exagero!<<
>
> OK, passei para 100 m. Mas, o comentário entre parêntesis ("mas, não
conte seriamente com isto") não tem esse propósito e sim tentar chamar
a atenção que "pedra caindo em 'buraco' na terra" não é equivalente a
"pedra caindo de um penhasco", mesmo que ambos tenham 'mesmo
comprimento'. Ao cair no buraco a 'casca de terra' acima da pedra
perde seu efeito gravitacional --- g diminui linearmente com a
profundidade do buraco. A queda no buraco é bem diferente da queda
externa à terra; o trabalho não é o mesmo!
>
> Vou deixar para comentar sobre a entropia para depois ... tenho
minhas razões. :-)
>
> aquele abraço,
>
>
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>







SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/02/2006 18:55

Oi Hélio,

agora sim, posso 'explicar' porque terminei minha mensagem com "> Vou deixar para comentar sobre a entropia para depois ... tenho minhas razões. :-)<".
Tinha plena consciência que vc retornaria com a correção! É um prazer contar com vc, tanto para me corrigir, como para sugerir.

Entendo que esse tópico "Vida e não-vida" é problemático; eu, com certeza, não tenho solução imediata para isso. Continuarei lendo sobre o tema e quando muito poderei dar "minha opinião" (o que já é muito!).

Continuo aceitando sugestão de todos para o texto "O fluxo do calor",

aquele abraço,

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006 14:21
Assunto: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia


Oi Léo,

Revendo minha resposta (MSG 53124) percebi que cometi alguns erros de
interpretação da parte final de seu texto no subtítulo "Vida e
ausência de vida"

Foi a pressa.
Esqueça o que falei nesta parte!!!!

Você está certo ao comparar o sol quando evapora a água a uma pessoa
quando levanta uma pedra. O sol (e a pessoa) causam uma diminuição na
entropia ao seu redor a custa de uma aumento maior da sua própria
entropia.

A diferença entre um ser vivo e o sol acontece em outra situação (na
situação inversa). Um ser vivo abaixa sua própria entropia a custa do
aumento da entropia externa, inclusive de outros seres vivos. Com Sol
isto não acontece, sua entropia só vai aumentando.


[ ]'s
Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
> Olá Hélio,
>
> de início agradeço a leitura e sugestões.
> Quase todas suas propostas de alteração foram efetuadas, a saber:
>
> >>Um (*) depois da palavra misteriosa que acho ser desnecessário só as
> aspas bastariam.
> Esta explicação das aspas logo baixo quebra o ritmo da leitura.<<
>
> A explicação do 'misteriosa ' foi retirada. A intenção dessa 'nota'
era balançar um pouco o correto dos místicos, que adoram misteriosa,
influência, energia canalizada, vibrações etc.
>
> >>"O desenvolvimento ciclópico de energia". Considere mudar ou
> explique melhor a palavra "ciclópico". Eu até acho que entendi mas
> os seus leitores...(?)<<
>
> Troquei por 'colossal'. Realmente 'ciclópico' não é nada
jornalístico (afinal que é que tem a ver o homem de um olho só com o
texto :-)))))
>
> >>Acho que aqui poderia colocar que 0 nesta escala corresponde a
> aproximadamente -273 oC.<<
>
> Acrescentei, sutilmente! --- e aproveitei para destacar escala
absoluta e escala relativa!
>
> >>Por que você colocou a pedra a milhares de metros de altura? Que
> exagero!<<
>
> OK, passei para 100 m. Mas, o comentário entre parêntesis ("mas, não
conte seriamente com isto") não tem esse propósito e sim tentar chamar
a atenção que "pedra caindo em 'buraco' na terra" não é equivalente a
"pedra caindo de um penhasco", mesmo que ambos tenham 'mesmo
comprimento'. Ao cair no buraco a 'casca de terra' acima da pedra
perde seu efeito gravitacional --- g diminui linearmente com a
profundidade do buraco. A queda no buraco é bem diferente da queda
externa à terra; o trabalho não é o mesmo!
>
> Vou deixar para comentar sobre a entropia para depois ... tenho
minhas razões. :-)
>
> aquele abraço,
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Motor Eficiente. Será?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/02/2006 19:15

Olá Tipo algo,

adoro conversar com vcs simples mortais, presos nessa carcaça orgânica e ainda necessitando de neurônios para formarem um juízo. :-)))

Vamos ao que interessa nessa 'acalorada discussão magnética'.

Esse sistema 'espiralado' com ímãs de faces opostas aos ímãs do rotor não tem tanta eficiência assim, se tivesse o sistema seria acelerado e, no entanto, gira com velocidade constante (talvez esse sistema só ajude a vencer os minúsculos atritos nos rolamentos); o novo impulso é dado pelo eletroímã.

Se o sistema 'espiralado' fosse realmente eficiente, a velocidade deveria aumentar assim que um ímã do rotor seja 'empurrado' pelo eletroímã. Nada disso ocorre.

Ao passar de um ímã para outro (um pouco mais próximo), o rotor continua sob a ação de atração do anterior (o que restringe a eficiência do processo); se houvesse um modo de ASSIM QUE PASSAR POR UM ÍMÃ, SUA AÇÃO MAGNÉTICA DESAPARECESSE, ai sim seria um sistema eficiente --- todavia passaríamos a ter um motor elétrico comum.

Em suma, para mim não passa de uma bonita alegoria --- todavia, interessante.

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 25 de fevereiro de 2006 19:27
Assunto: [ciencialist] Re: Motor Eficiente. Será?


Olá Murilo,

Eu sou o único mortal intrometido no meio de tantos mestres
imortais.

Não entendi o que você propôs.

Ao contrário da frenagem o que existe é atração. A força de
atração crescente é conseguida pela redução da distância de cada imã
do estator em relação ao ímã do rotor. O rotor procura se alinhar
com o campo magnético mais forte. O campo se torna mais forte
justamente porque a distância relativa entre estator e rotor é
decrescente. Em suma, é força magnética que a mãe natureza fornece
de graça.

Vejo os imãs excêntricos como um bom arranjo. Se o rotor ao
abandonar o eletroímã, tivesse que enfrentar de cara a resistência
do conjunto de imãs seguinte, seria necessário um empurrão extra
para ele vencer tal resistência inicial.

Pelo que li, esta forma excêntrica dos imãs do estator é
chamada pelos "alienígenas" de Kawai Spiral.

O ímã do rotor só precisa de ajuda para se livrar do campo
magnético do último imã do estator. Esta ajuda é fornecida pelo
eletroímã, que se comporta como um ímã normal, mas tem a
característica de desligar o seu campo magnético, liberando esta
parte do rotor para a sua nova jornada, seu novo ciclo.

Integrando o valor da energia parcial de cada ímã do estator
fornecida ao rotor, desde a sua entrada no primeiro ímã até a sua
saída pelo eletroímã, teremos a energia, digamos positiva, ao
funcionamento do motor. Subtraindo deste valor a parcela de energia
gasta no eletroímã e atritos, teremos a energia útil do motor.

Quem dispor de um bom conjunto de ímã pode tentar ver na
prática que valores são estes. A construção é simples, necessitando
apenas um pouco de precisão para não comprometer o funcionamento.

Vamos esperar o carnaval passar para ver se o pessoal aqui da
lista, com mais suporte de conhecimentos, traga mais informação
sobre a proposta deste motor. O mestre Léo já disse que não viu nada
de novo, mas eu não sou mestre por isto ainda estou com dúvidas.

Abraços

Tipoalgo

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo"
<avalanchedrive@h...> escreveu
>
> Tipão,
> bem?
> Bom ver q/vc está na ativa!
> Vejo assim:
> - se o cara tirar fora aqueles imãs meio excêntricos, ou seja, em
raios
> decrescentes, esse troço vai girar e ''gerar'' muito melhor.
> Na sequência dos imãs só consigo ver um *freio*, uma frenagem
crescente, um
> redutor.
> O difícil no uso dos imãs fixos é o lance ''on-off'', ou o switch
do seu
> potencial. Como a maioria quer montar conjuntos só em 2 dimensões,
acho que
> vai ser impossível.
> Há tempos estou atrás de um 'estalo' a esse respeito. abr/M. SP
25/fev







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SUBJECT: Re: Motor Eficiente. Será?
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/02/2006 06:38

Olá Léo e todos,

Não vou ousar discutir com o nobre imortal mestre, mas o Sr e os
demais da lista poderiam acrescentar algo ao que vou escrever abaixo.

Fiz um experimento prático para ajudar o raciocínio e tenho algo a
dizer sobre a força que atrai o rotor naquele tipo de motor.

Construí um eletroímã em (quase) forma de U, com a bobina envolvendo
a base e com as hastes laterais inclinadas para dentro. No centro
deste eletroímã, entre e em paralelo às hastes, coloquei um canudo
de plástico com uma porca de ferro que pode correr livremente no
eixo formado pelo canudo.

Alimentando-se o eletroímã, com CC ou CA, a porca sempre se dirige
em direção às extremidades das hastes do eletroímã, e ali permanece.

Se não houver a inclinação das hastes, ou esta inclinação for
pequena, a porca fica onde está.

Deste simples experimento prático, conclui que importa ao movimento
apenas a assimetria do campo magnético. A intensidade da força que
atua na porca, que podemos chamar de força lateral, parece ser
proporcional a essa assimetria. O movimento parece ser acelerado.
Acho que posso brincar de arremessar porca se interromper a
alimentação do eletroímã antes que a porca atinja a extremidade.

Os mestres com certeza já conhecem tal experimento, mas eu insisto,
não sou mestre!

Como poderíamos quantificar esta força, que chamei de lateral, na
teoria (devo ter visto esse nome em algum lugar).

Acho que a ligação desse experimento com aquele motor tem princípios
semelhantes (sem as diferenças, eles são até mesmo iguais. Risos).

Abraços

Tipoalgo

Obs.: Léo, meu apelido é Tipoalgo, por favor, não me chame de Tipo
algo e nem de Tipo Algo. Murilo, eu não conheço esse tal de Tipão.

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
> Olá Tipo algo,
>
> adoro conversar com vcs simples mortais, presos nessa carcaça
orgânica e ainda necessitando de neurônios para formarem um juízo. :-
)))
>
> Vamos ao que interessa nessa 'acalorada discussão magnética'.
>
> Esse sistema 'espiralado' com ímãs de faces opostas aos ímãs do
rotor não tem tanta eficiência assim, se tivesse o sistema seria
acelerado e, no entanto, gira com velocidade constante (talvez esse
sistema só ajude a vencer os minúsculos atritos nos rolamentos); o
novo impulso é dado pelo eletroímã.
>
> Se o sistema 'espiralado' fosse realmente eficiente, a velocidade
deveria aumentar assim que um ímã do rotor seja 'empurrado' pelo
eletroímã. Nada disso ocorre.
>
> Ao passar de um ímã para outro (um pouco mais próximo), o rotor
continua sob a ação de atração do anterior (o que restringe a
eficiência do processo); se houvesse um modo de ASSIM QUE PASSAR POR
UM ÍMÃ, SUA AÇÃO MAGNÉTICA DESAPARECESSE, ai sim seria um sistema
eficiente --- todavia passaríamos a ter um motor elétrico comum.
>
> Em suma, para mim não passa de uma bonita alegoria --- todavia,
interessante.
>
> []'
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia
FROM: "Luis Brudna" <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/02/2006 08:32

O texto estah muito bom.

Soh o paragrafo com a 'nota' nao ficou muito claro.

"Nota- Na realidade, o reservatório quente não se esfria, e o frio não
se aquece, pois existe um fogo que está constantemente aquecendo o
vapor, e uma corrente de água fria, que está continuamente resfriando
o condensador. No entanto, uma parte do calor do fogo não pode ser
usada na produção de trabalho, pois é empregada para manter a
temperatura do vapor, e uma parcela da capacidade da água fria
absorver calor é gasta para manter a temperatura do condensador.
Assim, você vê que ainda não estamos extraindo do sistema todo aquele
trabalho que esperaríamos obter, se considerássemos apenas as
temperaturas e a equação de Carnot."

Tive que ler mais de uma vez pra entender a explicacao. Talvez
reestruturando um pouco a ideia, fique mais simples para uma primeira
leitura.

Posso fazer um link para este seu texto (e divulgar)? Ou ele estah
'escondido' no teu site?

Ateh
Luis Brudna


On 2/27/06, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:

>
> Continuo aceitando sugestão de todos para o texto "O fluxo do calor",
>
> aquele abraço,
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]


SUBJECT: Re: Motor Eficiente. Será?
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/02/2006 11:00

Olá a todos novamente,

Realizei o TAP (Teste de Arremesso de Porca), fazendo pequenas
modificações no experimento prático que fiz ontem à noite.

Funcionou conforme previsto: a porca não pára mais no alinhamento
das extremidades das hastes do eletroímã ao se interromper a
alimentação (antes da porca atingir tais extremidades) e consegue
abandonar o eletroímã. Isto acontece mesmo inclinando-se o conjunto
(algo em torno de 40 graus). A porca sobe e se afasta do eletroímã
por uns 3cm.

Alguém poderia explicar com propriedade teórica este experimento
prático?

Seria correto dizer que o campo magnético faz da porca um pequeno
ímã, e este interage com o campo assimétrico no interior do
eletroímã, tentando se alinhar com a parte mais forte do campo
magnético?

Abraços

Tipoalgo

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Tipoalgo" <tipoalgo@b...>
escreveu
>
> Olá Léo e todos,
>
> Não vou ousar discutir com o nobre imortal mestre, mas o Sr e os
> demais da lista poderiam acrescentar algo ao que vou escrever
abaixo.
>
> Fiz um experimento prático para ajudar o raciocínio e tenho algo a
> dizer sobre a força que atrai o rotor naquele tipo de motor.
>
> Construí um eletroímã em (quase) forma de U, com a bobina
envolvendo
> a base e com as hastes laterais inclinadas para dentro. No centro
> deste eletroímã, entre e em paralelo às hastes, coloquei um canudo
> de plástico com uma porca de ferro que pode correr livremente no
> eixo formado pelo canudo.
>
> Alimentando-se o eletroímã, com CC ou CA, a porca sempre se dirige
> em direção às extremidades das hastes do eletroímã, e ali
permanece.
>
> Se não houver a inclinação das hastes, ou esta inclinação for
> pequena, a porca fica onde está.
>
> Deste simples experimento prático, conclui que importa ao
movimento
> apenas a assimetria do campo magnético. A intensidade da força que
> atua na porca, que podemos chamar de força lateral, parece ser
> proporcional a essa assimetria. O movimento parece ser acelerado.
> Acho que posso brincar de arremessar porca se interromper a
> alimentação do eletroímã antes que a porca atinja a extremidade.
>
> Os mestres com certeza já conhecem tal experimento, mas eu
insisto,
> não sou mestre!
>
> Como poderíamos quantificar esta força, que chamei de lateral, na
> teoria (devo ter visto esse nome em algum lugar).
>
> Acho que a ligação desse experimento com aquele motor tem
princípios
> semelhantes (sem as diferenças, eles são até mesmo iguais. Risos).
>
> Abraços
>
> Tipoalgo
>
> Obs.: Léo, meu apelido é Tipoalgo, por favor, não me chame de Tipo
> algo e nem de Tipo Algo. Murilo, eu não conheço esse tal de
Tipão.
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> <leobarretos@u...> escreveu
> >
> > Olá Tipo algo,
> >
> > adoro conversar com vcs simples mortais, presos nessa carcaça
> orgânica e ainda necessitando de neurônios para formarem um
juízo. :-
> )))
> >
> > Vamos ao que interessa nessa 'acalorada discussão magnética'.
> >
> > Esse sistema 'espiralado' com ímãs de faces opostas aos ímãs do
> rotor não tem tanta eficiência assim, se tivesse o sistema seria
> acelerado e, no entanto, gira com velocidade constante (talvez
esse
> sistema só ajude a vencer os minúsculos atritos nos rolamentos); o
> novo impulso é dado pelo eletroímã.
> >
> > Se o sistema 'espiralado' fosse realmente eficiente, a
velocidade
> deveria aumentar assim que um ímã do rotor seja 'empurrado' pelo
> eletroímã. Nada disso ocorre.
> >
> > Ao passar de um ímã para outro (um pouco mais próximo), o rotor
> continua sob a ação de atração do anterior (o que restringe a
> eficiência do processo); se houvesse um modo de ASSIM QUE PASSAR
POR
> UM ÍMÃ, SUA AÇÃO MAGNÉTICA DESAPARECESSE, ai sim seria um sistema
> eficiente --- todavia passaríamos a ter um motor elétrico comum.
> >
> > Em suma, para mim não passa de uma bonita alegoria --- todavia,
> interessante.
> >
> > []'
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> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
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SUBJECT: Pasteur acreditava em geração espontânea
FROM: "Danniel Soares" <dannielsc@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/02/2006 13:10

Ou ao menos é isso que alega uma matéria notícia da American
Association for Microbiology.

Além disso, ele não foi, a despeito de acaber tendo sido consagrado
como tal, o principal refutador da geração espontânea. Fora da França,
por exemplo, não teve muita influência. Li até que "vários"
reexecutaram seus experimentos com diversos graus de sucesso, então
acharam que de fato se tratava apenas de sorte.

Não achei referência direta a quem seriam esses "vários" onde li isso,
mas suponham que tenham sido o darwinista Henry Charlton Bastian, que
defendia a geração espontânea (a despeito do próprio Charles Darwin
ser lacônicamente contrário), e mais tarde, John Tyndall que
confrontava Bastian também teve problemas quando seus experimentos
foram contaminados com endoesporos resistentes ao calor, conforme ele
e Ferdinand Cohn (ou só o segundo; ainda, em algumas fontes Cohn não
chega a ser mencionado) descobriram.

Em confronto mais direto com Pasteur estava o diretor do museu de
história nacional de Rouen, Félix Archimède Pouchet, talvez ele esteja
incluido nesse "vários", segundo li. Ele de qualquer forma, repetia os
experimentos de Pasteur em diversos graus de sucesso.

Não era que a geração espontânea de micróbios ocorresse, mas
novamente, os endoesporos resistentes ao calor estavam presentes,
nesse sentido, oa conclusão desfendida publicamente por Pasteur estava
correta, ainda que por "fé". Li que Pasteur nunca aceitou o desafio de
Pouchet de realizar seu experimento do frasco com gargalo curvo como
pescoço de cisne com um caldo contendo feno - onde sem que soubessem,
estavam os endoesporos resistentes ao calor de Bacillus subtilis.

Talvez Pasteur até tenha refeito esse experimento, no entanto, segundo
descobriu-se com o acesso aos seus cadernos de anotações nos anos 70,
os resultados por ele divulgados publicamente eram referentes a apenas
cerca de 10% de seus experimentos.

Pasteur, como disse inicialmente, não descria na geração espontânea,
mas tinha modivos escusos para refutá-a publicamente. Primeiramente,
era o que seria agradável a seus maiores patrocinadores, e em segundo
lugar, não acreditava que Pouchet ou outros além dele pudessem estar
certos quanto a geração espontânea da vida, se diferentemente dele,
não estavam cientes da relevância da "força cósmica assimétrica", uma
crença aparentemente relacionada com seus estudos sobre cristais.

Sem estarem cientes disso, ele acreditava, as pessoas não poderiam
estar abordando a questão da geração espontânea sobre o ponto de vista
correto, então deveriam estar falhando. Secretamente conduzia seus
experimentos pessoais para tentar gerar a vida espontâneamente, e
acreditava até mesmo que vermes parasíticos eram gerados
espontâneamente.

...

Bem, tudo isso descobri principalmente nessa notícia da ASM, numa
pesquisa que estou fazendo para melhoria do artigo sobre abiogênese/
geração espontânea da Wikipédia.

Também descobri outros detalhes menos chocantes, mas não menos
interessantes, que ao menos nas versões que conhecia, eram omitidos ou
consideravelmente deturpados, ou parte importante era omitida.

A fonte do que disse está listada no rascunho do artigo de abiogênese,
que pode ser encontrado aqui:

http://tinyurl.com/mgrfw

(minha subpágina de usuário na wikipédia em inglês... bem no fundo da
página)

Está 1/8 em inglês, já que devido a essas coisas todas, estou
traduzindo para o inglês para servir de base para melhoras no artigo
em inglês, bem como para receber feedback de um número maior de
pessoas sobre essa história toda, vai ver tem algo de fundamentalmente
errado nesse lado obscuro da história que talvez seja meio falso ou
parcial. Mas pensando bem, apesar do choque inicial, é mesmo esperado
que a história real não tenha sido dividida de forma tão clara entre
os vencedores, cientificamente metodologicamente corretos, e
perdedores, parciais, fraudadores, com influências ideológicas atrás
do que defendem. A ciência é um empreendimento humano, ainda que
apesar disso, falsas verdades sobre os fenômenos estudados ainda
possem ser corrigidas ao longo da história.

Mando essa mensagem também por isso do feedback, tanto porque acho que
possa ser do interesse de muitos na lista, quanto para eventualmente
conseguir uma mãozinha em uma coisa ou em outra para o desenvolvimento
do artigo... a parte moderna da teoria da abiogênese ainda está mal
desenvolvida, e a transição entre o debate britânico do século XIX e a
pesquisa do século XX ainda não está lá muito bem feita. É um esboço
mesmo, penso inclusive em reescrever a parte moderna sem ser tão fiel
à cronologia dos eventos, mas fazer ramificações ou saltos anacrônicos
explicativos, acompanhando o desenvolvimento de uma mesma idéia básica
ao longo das décadas, e depois voltando atrás para explicar uma outra
idéia.

Uma outra coisinha interessante do debate moderno que me era
desconhecida. A teoria do "mundo de RNA", relativamente recente, tinha
talvez sua semente (ou apenas uma "semente-sósia" que não brotou)
ainda antes de 1920, por Leonard Troland. Numa época que ainda se
supuha que vírus eram proteínas, ele achava que a primeira vida talvez
fosse uma "enzima genética", que catalizou a reação em cadeia de sua
auto replicação. Parece que foi ele também um dos primeiros a propor
que a informação genética estivesse armazenada no DNA, antes de se
conhecer sua estrutura (parece que foi aceita a relação do DNA e da
genética ainda nos anos 40, 13 anos antes de Watson e Crick vencerem a
corrida da busca pela estrutura dessa molécula)


...Bem, é isso aí. Criticas, sugestões e colaborações mais braçais são
muito bem vindas...

(PS.: caso alguém for editar algo na WP, é preferível que edite o
máximo possível antes de salvar, em vez de fazer um monte de
microedições e salvá-las individualmente)



Danniel Soares






SUBJECT: CRM abre sindicância para apurar falso tratamento com células-tronco
FROM: "Amauri Voltaire " <amaurij@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, Calabres <elmoesp@yahoo.com.br>, CIADEF@yahoogrupos.com.br, "Sandra Sassi" <sandracassia1405@terra.com.br>, "Rosana Schweter" <rpschwet@terra.com.br>
DATE: 28/02/2006 13:32

http://oglobo.globo.com/online/sp/plantao/2006/02/23/191954559.asp
*

CRM abre sindicância para apurar falso tratamento com células-tronco*

Jornal Hoje
Jornal Nacional

SÃO PAULO - O Conselho Regional de Medicina abriu sindicância para apurar o
uso de falsos tratamentos com células-tronco por médicos de São Paulo. A
apuração pode resultar em impedimento para o exercício da medicina. Os dois
médicos denunciados têm registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e
serão investigados.

A denúncia de que clínicas de São Paulo estavam receitando e aplicando, na
clandestinidade, tratamentos falsos foi apresentada pelo 'Jornal Nacional'
desta quarta-feira. Segundo a reportagem, os médicos iludem os pacientes
afirmando que serão aplicados medicamentos à base de células-tronco. As
vítimas normalmente estão desesperadas e acabam pagando caro pelo suposto
tratamento.

Em uma das clínicas, que se apresenta como de medicina avançada, os
repórteres marcaram uma consulta para apresentar um caso grave. Toda a
conversa foi gravada com uma câmera escondida. Foram levados exames e o
laudo sobre o estado de saúde de um menino que hoje tem seis anos de idade e
paralisia cerebral. Ele perdeu todos os movimentos, não fala, não responde a
estímulos. Para preservar a identidade da criança, o nome foi trocado.

O paciente, apelidado de Rodolfo, sofreu lesões em todo o cérebro por causa
de um acidente de automóvel.

- Se a gente tiver que fazer algo com o Rodolfo, vocês têm que saber que
este é um estudo paralelo, selvagem, e não está nem autorizado a ser feito.
Entendeu? Riscos, o maior risco dele é como ele está - disse a médica
Shirley de Campos.

Segundo ela, haveria chances de recuperar Rodolfo com a aplicação de
células-tronco importadas.

Jornal Nacional: Qual seria a célula para a senhora aplicar no meu sobrinho?


Shirley: Cérebro, placenta e cordão (umbilical).

Jornal Nacional: E essa viria, vem da Alemanha...

Shirley: Vem da Alemanha.

Jornal Nacional: A senhora já tem ela aqui?

Shirley: Não. Eu peço, como todo mundo pede alguma coisa quando quer comprar
por fora, contrabandista.

O contrabando é de um pó, supostamente um concentrado de células-tronco. A
médica explica porque não tem o produto para vender na hora:

Shirley: Se a Anvisa, Vigilância Sanitária, vem no meu consultório e
encontra algo que não é registrado no Ministério da Saúde, vem me multar. O
CRM (Conselho Regional de Medicina) vem pegar meu diploma. Vocês conhecem
esses procedimentos.

Mas ela sugere outro remédio para começar o tratamento. São ampolas. Cada
uma custa R$ 66.

Jornal Nacional: Isso daqui é o que?

Shirley: A célula-tronco diluída mais de 100 vezes.

O rótulo diz que o farmacêutico responsável é João Roberto Teruya. Ele não
quis gravar entrevista. Por telefone, desmentiu a médica.

João Roberto Teruya: Isso nada tem a ver com célula-tronco.

Segundo o farmacêutico, é um preparado que contém proteínas e pode ser usado
como fortificante. No frasco está escrito: a injeção deve ser no músculo. A
médica não hesita. O tratamento do menino que ela nunca viu deve começar com
uma dose por dia.

Shirley: Eu prefiro direto na veia, na veia vai cair na circulação. Na
circulação, ela vai rodar e aí vai começar um negócio chamado sinalização
celular.

Amostras do pó e das ampolas foram analisadas por uma equipe da Universidade
de São Paulo, especialista em pesquisa com células-tronco.

- O pozinho são restos de células e na ampola não tinha célula nenhuma. O
que a gente pode dizer, com certeza, é que não pode ter célula-tronco em pó
- explica Mayana Zatz, professora titular de genética da USP.

A cientista alerta para o perigo do uso dessas substâncias.

- Pode ter conseqüências, inclusive muito grave, porque a gente não sabe o
que existia lá dentro. Se for bactéria ou vírus, pode causar um dano enorme
- alerta Mayana.

Os médicos que vendem esperança por meio destes frascos não querem saber de
alarde. Até o recibo disfarça: o valor pago pelas ampolas aparece como
honorários médicos.

- Nem fale que tá fazendo. Aliás não é nem pra falar mesmo ou vai ter a
turma do contra. Aí vem o bispo, não sei quem, dizendo que vocês estão indo
pro inferno, entendeu? - recomenda a médica Shirley Campos.

Shirley diz que não quer se envolver com dinheiro, faz isso para ver
resultados. Nossa equipe saiu do consultório dela com 30 ampolas de
fortificante e uma conta salgada.

- Fica R$1.980,00. Isso só a medicação, tá? Fora a consulta. Com a consulta
dá R$ 2.330,00 - informa a atendente da médica.

Caso semelhante ocorreu com a família da empresária Lucila Medeiros. Ela é
mãe de Karine, que nasceu com paralisia cerebral. No aniversário de três
anos da menina, a família festejou os progressos dela. Karine melhorou muito
com o trabalho de uma equipe de médicos, mas a mãe não esquece a oferta de
ajuda que recebeu do médico Fernando Requena. A oferta quase resultou numa
tragédia.

- Ele veio com uma surpresa pra mim, que eu fiquei feliz. Ele falou: olha,
eu já estou trabalhando com célula-tronco e o caso da sua filha é muito
viável - lembra ela.

Segundo a mãe, a promessa foi feita no consultório de Requena. Ele mostrou
um pó. Disse que eram células-tronco, uma esperança de regenerar as lesões
no cérebro de Karine. A menina tomou duas doses. Na primeira vez, a reação
foi uma febre alta. A mãe ligou para o médico. Na semana seguinte, depois de
tomar a segunda dose, Karine teve uma convulsão.

- De repente, ela começou a ficar dura, branca, gelada. Por sorte, estava
perto de pessoas e todo mundo acudiu - relata Lucila.

Requena não quis gravar entrevista. Por telefone, ofereceu uma explicação
confusa sobre o tratamento.

- Eu falei que ia dar pra ela uns precursores de célula-tronco. Ela sabia
que não estava regulamentado - justificou ele.

Jornal Nacional: Doutor, mas o senhor faz um tratamento que não é
regulamentado?

Requena: Olha, não é. É o seguinte, esses neurotransmissores, não está
determinado que é para melhorar, o que eu tô fazendo, eu tô dando
aminoácidos.

--
"Se vc não tem atitude, mantenha pelo menos a palavra!"

("Quem quer que haja construído um novo céu, só no seu próprio inferno
encontrou energia para fazê-lo!" Nietszche)


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: falso tratamento com células-tronco. UCFilho
FROM: "UCFilho" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/02/2006 17:38

Boa tarde Amauri,

quem me dera fossem poucos os médicos perececem do mal da
incompetência e desonestidade. Um modelo consagrado nos hospitais e
clínicas é: uma doença-verdadeira ou não-está sempre associada a um
diagnóstico ou intervenção- acertado(a) ou não-que está associado,
sempre, a um preço tão mais caro quanto mais complexo for o caso (
independente da complexidade ser verdadeira ou falsa).

É claro que há inúmeras exceções onde brilhantes profissionais não se
deixam levar por esta história e pelo assédio de laboratórios que
precisam vender medicamentos e mais medicamentos. Estimo que a regra
da incompetência e desonestidade totalizem, juntas, 80% das ações
profissionais.

Saudações, UCFilho

http://www.estadao.com.br/saude/noticias/materias/2006/fev/23/57.htm

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Voltaire "
<amaurij@g...> escreveu
>
> http://oglobo.globo.com/online/sp/plantao/2006/02/23/191954559.asp
> *
>
> CRM abre sindicância para apurar falso tratamento com células-
tronco*
>
> Jornal Hoje
> Jornal Nacional
>
> SÃO PAULO - O Conselho Regional de Medicina abriu sindicância para
apurar o
> uso de falsos tratamentos com células-tronco por médicos de São
Paulo. A
> apuração pode resultar em impedimento para o exercício da medicina.
Os dois
> médicos denunciados têm registro no Conselho Regional de Medicina
(CRM) e
> serão investigados.
>
> A denúncia de que clínicas de São Paulo estavam receitando e
aplicando, na
> clandestinidade, tratamentos falsos foi apresentada pelo 'Jornal
Nacional'
> desta quarta-feira. Segundo a reportagem, os médicos iludem os
pacientes
> afirmando que serão aplicados medicamentos à base de células-
tronco. As
> vítimas normalmente estão desesperadas e acabam pagando caro pelo
suposto
> tratamento.
>
> Em uma das clínicas, que se apresenta como de medicina avançada, os
> repórteres marcaram uma consulta para apresentar um caso grave.
Toda a
> conversa foi gravada com uma câmera escondida. Foram levados exames
e o
> laudo sobre o estado de saúde de um menino que hoje tem seis anos
de idade e
> paralisia cerebral. Ele perdeu todos os movimentos, não fala, não
responde a
> estímulos. Para preservar a identidade da criança, o nome foi
trocado.
>
> O paciente, apelidado de Rodolfo, sofreu lesões em todo o cérebro
por causa
> de um acidente de automóvel.
>
> - Se a gente tiver que fazer algo com o Rodolfo, vocês têm que
saber que
> este é um estudo paralelo, selvagem, e não está nem autorizado a
ser feito.
> Entendeu? Riscos, o maior risco dele é como ele está - disse a
médica
> Shirley de Campos.
>
> Segundo ela, haveria chances de recuperar Rodolfo com a aplicação de
> células-tronco importadas.
>
> Jornal Nacional: Qual seria a célula para a senhora aplicar no meu
sobrinho?
>
>
> Shirley: Cérebro, placenta e cordão (umbilical).
>
> Jornal Nacional: E essa viria, vem da Alemanha...
>
> Shirley: Vem da Alemanha.
>
> Jornal Nacional: A senhora já tem ela aqui?
>
> Shirley: Não. Eu peço, como todo mundo pede alguma coisa quando
quer comprar
> por fora, contrabandista.
>
> O contrabando é de um pó, supostamente um concentrado de células-
tronco. A
> médica explica porque não tem o produto para vender na hora:
>
> Shirley: Se a Anvisa, Vigilância Sanitária, vem no meu consultório e
> encontra algo que não é registrado no Ministério da Saúde, vem me
multar. O
> CRM (Conselho Regional de Medicina) vem pegar meu diploma. Vocês
conhecem
> esses procedimentos.
>
> Mas ela sugere outro remédio para começar o tratamento. São
ampolas. Cada
> uma custa R$ 66.
>
> Jornal Nacional: Isso daqui é o que?
>
> Shirley: A célula-tronco diluída mais de 100 vezes.
>
> O rótulo diz que o farmacêutico responsável é João Roberto Teruya.
Ele não
> quis gravar entrevista. Por telefone, desmentiu a médica.
>
> João Roberto Teruya: Isso nada tem a ver com célula-tronco.
>
> Segundo o farmacêutico, é um preparado que contém proteínas e pode
ser usado
> como fortificante. No frasco está escrito: a injeção deve ser no
músculo. A
> médica não hesita. O tratamento do menino que ela nunca viu deve
começar com
> uma dose por dia.
>
> Shirley: Eu prefiro direto na veia, na veia vai cair na circulação.
Na
> circulação, ela vai rodar e aí vai começar um negócio chamado
sinalização
> celular.
>
> Amostras do pó e das ampolas foram analisadas por uma equipe da
Universidade
> de São Paulo, especialista em pesquisa com células-tronco.
>
> - O pozinho são restos de células e na ampola não tinha célula
nenhuma. O
> que a gente pode dizer, com certeza, é que não pode ter célula-
tronco em pó
> - explica Mayana Zatz, professora titular de genética da USP.
>
> A cientista alerta para o perigo do uso dessas substâncias.
>
> - Pode ter conseqüências, inclusive muito grave, porque a gente não
sabe o
> que existia lá dentro. Se for bactéria ou vírus, pode causar um
dano enorme
> - alerta Mayana.
>
> Os médicos que vendem esperança por meio destes frascos não querem
saber de
> alarde. Até o recibo disfarça: o valor pago pelas ampolas aparece
como
> honorários médicos.
>
> - Nem fale que tá fazendo. Aliás não é nem pra falar mesmo ou vai
ter a
> turma do contra. Aí vem o bispo, não sei quem, dizendo que vocês
estão indo
> pro inferno, entendeu? - recomenda a médica Shirley Campos.
>
> Shirley diz que não quer se envolver com dinheiro, faz isso para ver
> resultados. Nossa equipe saiu do consultório dela com 30 ampolas de
> fortificante e uma conta salgada.
>
> - Fica R$1.980,00. Isso só a medicação, tá? Fora a consulta. Com a
consulta
> dá R$ 2.330,00 - informa a atendente da médica.
>
> Caso semelhante ocorreu com a família da empresária Lucila
Medeiros. Ela é
> mãe de Karine, que nasceu com paralisia cerebral. No aniversário de
três
> anos da menina, a família festejou os progressos dela. Karine
melhorou muito
> com o trabalho de uma equipe de médicos, mas a mãe não esquece a
oferta de
> ajuda que recebeu do médico Fernando Requena. A oferta quase
resultou numa
> tragédia.
>
> - Ele veio com uma surpresa pra mim, que eu fiquei feliz. Ele
falou: olha,
> eu já estou trabalhando com célula-tronco e o caso da sua filha é
muito
> viável - lembra ela.
>
> Segundo a mãe, a promessa foi feita no consultório de Requena. Ele
mostrou
> um pó. Disse que eram células-tronco, uma esperança de regenerar as
lesões
> no cérebro de Karine. A menina tomou duas doses. Na primeira vez, a
reação
> foi uma febre alta. A mãe ligou para o médico. Na semana seguinte,
depois de
> tomar a segunda dose, Karine teve uma convulsão.
>
> - De repente, ela começou a ficar dura, branca, gelada. Por sorte,
estava
> perto de pessoas e todo mundo acudiu - relata Lucila.
>
> Requena não quis gravar entrevista. Por telefone, ofereceu uma
explicação
> confusa sobre o tratamento.
>
> - Eu falei que ia dar pra ela uns precursores de célula-tronco. Ela
sabia
> que não estava regulamentado - justificou ele.
>
> Jornal Nacional: Doutor, mas o senhor faz um tratamento que não é
> regulamentado?
>
> Requena: Olha, não é. É o seguinte, esses neurotransmissores, não
está
> determinado que é para melhorar, o que eu tô fazendo, eu tô dando
> aminoácidos.
>
> --
> "Se vc não tem atitude, mantenha pelo menos a palavra!"
>
> ("Quem quer que haja construído um novo céu, só no seu próprio
inferno
> encontrou energia para fazê-lo!" Nietszche)
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>







SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/02/2006 17:54

Olá Brudna e todos,

fiz algumas alterações no texto e na NOTA e, mesmo que ainda tenha algumas adaptações a serem feitas, coloquei o texto na Sala 19, no endereço:

http://www.feiradeciencias.com.br/sala19/texto89.asp

Realmente há uma especial sutileza na NOTA em questão --- talvez ainda precise de reparos!

Agradeço a divulgação e conto com os retornos de comentários para a melhoria do trabalho.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Luis Brudna" <luisbrudna@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 28 de fevereiro de 2006 08:32
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Fluxo do calor --- entropia


O texto estah muito bom.

Soh o paragrafo com a 'nota' nao ficou muito claro.

"Nota- Na realidade, o reservatório quente não se esfria, e o frio não
se aquece, pois existe um fogo que está constantemente aquecendo o
vapor, e uma corrente de água fria, que está continuamente resfriando
o condensador. No entanto, uma parte do calor do fogo não pode ser
usada na produção de trabalho, pois é empregada para manter a
temperatura do vapor, e uma parcela da capacidade da água fria
absorver calor é gasta para manter a temperatura do condensador.
Assim, você vê que ainda não estamos extraindo do sistema todo aquele
trabalho que esperaríamos obter, se considerássemos apenas as
temperaturas e a equação de Carnot."

Tive que ler mais de uma vez pra entender a explicacao. Talvez
reestruturando um pouco a ideia, fique mais simples para uma primeira
leitura.

Posso fazer um link para este seu texto (e divulgar)? Ou ele estah
'escondido' no teu site?

Ateh
Luis Brudna


On 2/27/06, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:

>
> Continuo aceitando sugestão de todos para o texto "O fluxo do calor",
>
> aquele abraço,
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]


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SUBJECT: Luz & Vidros
FROM: "Cleber R. Fernandes" <cleber_sjc@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/03/2006 09:44

Bom Dia membros do ciencialist
Pela primeira vez me manifesto aqui no grupo, primeiramente parabenizando pelas mensagens postadas, que pelo menos para mim, elucidam muitas e muitas dúvidas, e onde aprendo continuamente.

Estou com algumas dúvidas a respeito da natureza da luz:
1 - Se o vidro é transparente, "toda" a luz o atravessa;
2 - Se o vidro têm uma transparência de 50%, metade da luminosidade o atravessa, enquanto a outra metade é absorvida pelo vidro;
3 - Se o vidro é verde, depois de "filtrado", a cor predominante é o verde.

As perguntas são:
a_ como posso entender fótons e energia em relação aos vidros?
b_ o que permite um material ser transparente como o vidro?c_ se o vidro é transparente, qual é a "relação" que implica ele absorver parte da energia e a outra atravessá-lo, visto que no vidro existe matéria.

Desde já,
obrigado.

[]´s
Cleber - SJCampos - SP


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Yahoo! doce lar. Faça do Yahoo! sua homepage.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RE: [ciencialist] Luz & Vidros
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/03/2006 10:40

Cleber,
bem?
A semana do carnaval não é muito boa para perguntas...
Há pouco tempo algo parecido foi tratado aquí.
Se houver pressa, vc pode procurar em +/- 6 semanas passadas.
abr/M. SP 01/març


>From: "Cleber R. Fernandes" <cleber_sjc@yahoo.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Luz & Vidros
>Date: Wed, 1 Mar 2006 09:44:54 -0300 (ART)
>
>Bom Dia membros do ciencialist
> Pela primeira vez me manifesto aqui no grupo, primeiramente
>parabenizando pelas mensagens postadas, que pelo menos para mim, elucidam
>muitas e muitas dúvidas, e onde aprendo continuamente.
>
> Estou com algumas dúvidas a respeito da natureza da luz:
> 1 - Se o vidro é transparente, "toda" a luz o atravessa;
> 2 - Se o vidro têm uma transparência de 50%, metade da luminosidade o
>atravessa, enquanto a outra metade é absorvida pelo vidro;
> 3 - Se o vidro é verde, depois de "filtrado", a cor predominante é o
>verde.
>
> As perguntas são:
> a_ como posso entender fótons e energia em relação aos vidros?
> b_ o que permite um material ser transparente como o vidro?c_ se o vidro
>é transparente, qual é a "relação" que implica ele absorver parte da
>energia e a outra atravessá-lo, visto que no vidro existe matéria.
>
> Desde já,
> obrigado.
>
> []´s
> Cleber - SJCampos - SP
>
>
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> Yahoo! doce lar. Faça do Yahoo! sua homepage.
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
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SUBJECT: Açucares
FROM: "Rodrigo Toledo" <rodrigotoledo11@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/03/2006 12:07

Senhores(as),

Tenho que resolver o problema abaixo referente à Carboidratos e não estou
conseguindo. Alguém poderia me ajudar ?

Obrigado,


Uma solução aquecida a 60 graus C dava reação negativa ao reagente de Lugol
e negativa para o reagente de Benedict. A mesma solução quando tratada com
ácido e aquecimento dava reação positiva para Benedict e negativa para
Lugol. Qual será a provável composição desta solução ?

Rodrigo Toledo



SUBJECT: Rumo a UFSCar!!!
FROM: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/03/2006 16:08

Olá Pessoal,

Tive meio ausente neste tempo, mas foi por uma boa causa: neste fim e
incicio de ano estive bem ocupado prestando os vestibulares da Usp,
Unicamp, Ufscar e Unesp, para o curso de física. Em fevereiro saiu os
resultados: fiquei na lista de espera da Unesp e da UFSCar, algumas
pessoas desistiram do curso e eu consegui me matricular na UFSCar...
As aulas começam agora em Março e eu estou procurando onde ficar,
aliás, onde ufiscar (rsrrs)...

Enviei esta mensagem apenas para agradecer a todos pelas amizades e
debates da ciencialist ok, aprendi, aprendo e aprenderei muito aqui,
com certeza... Não acompanhei os últimos debates, mas parece que os
conteúdos estão abstante interessantes...

Valeu e no que precisar, tô aí...

Abraços,

Ricardo.






SUBJECT: Re: Rumo a UFSCar!!!
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/03/2006 17:57

Grande Ricardo,

PARABÉNS!!!

Você merece.

Espero que você resolva logo este problema de estadia em São Carlos.


Pode continuar contando conosco.

[ ]'s
Hélio




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ricardo Soares Vieira"
<rickrsv@y...> escreveu
>
> Olá Pessoal,
>
> Tive meio ausente neste tempo, mas foi por uma boa causa: neste fim e
> incicio de ano estive bem ocupado prestando os vestibulares da Usp,
> Unicamp, Ufscar e Unesp, para o curso de física. Em fevereiro saiu os
> resultados: fiquei na lista de espera da Unesp e da UFSCar, algumas
> pessoas desistiram do curso e eu consegui me matricular na UFSCar...
> As aulas começam agora em Março e eu estou procurando onde ficar,
> aliás, onde ufiscar (rsrrs)...
>
> Enviei esta mensagem apenas para agradecer a todos pelas amizades e
> debates da ciencialist ok, aprendi, aprendo e aprenderei muito aqui,
> com certeza... Não acompanhei os últimos debates, mas parece que os
> conteúdos estão abstante interessantes...
>
> Valeu e no que precisar, tô aí...
>
> Abraços,
>
> Ricardo.
>






SUBJECT: Re: Luz & Vidros
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/03/2006 18:21

Cleber,

Este assunto já esteve aqui inúmeras vezes mas a última que o Murilo
se referiu foi na thread iniciada em:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/52728

Minha MSG nesta thread foi
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/52809


[ ]'s
Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Cleber R. Fernandes"
<cleber_sjc@y...> escreveu
>
> Bom Dia membros do ciencialist
> Pela primeira vez me manifesto aqui no grupo, primeiramente
parabenizando pelas mensagens postadas, que pelo menos para mim,
elucidam muitas e muitas dúvidas, e onde aprendo continuamente.
>
> Estou com algumas dúvidas a respeito da natureza da luz:
> 1 - Se o vidro é transparente, "toda" a luz o atravessa;
> 2 - Se o vidro têm uma transparência de 50%, metade da
luminosidade o atravessa, enquanto a outra metade é absorvida pelo vidro;
> 3 - Se o vidro é verde, depois de "filtrado", a cor predominante é
o verde.
>
> As perguntas são:
> a_ como posso entender fótons e energia em relação aos vidros?
> b_ o que permite um material ser transparente como o vidro?c_ se o
vidro é transparente, qual é a "relação" que implica ele absorver
parte da energia e a outra atravessá-lo, visto que no vidro existe
matéria.
>
> Desde já,
> obrigado.
>
> []´s
> Cleber - SJCampos - SP
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>
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> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>






SUBJECT: Re: [ciencialist] Rumo a UFSCar!!!
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/03/2006 19:15

Congratulation Ricardo.
É isso ai!

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 1 de março de 2006 16:08
Assunto: [ciencialist] Rumo a UFSCar!!!


Olá Pessoal,

Tive meio ausente neste tempo, mas foi por uma boa causa: neste fim e
incicio de ano estive bem ocupado prestando os vestibulares da Usp,
Unicamp, Ufscar e Unesp, para o curso de física. Em fevereiro saiu os
resultados: fiquei na lista de espera da Unesp e da UFSCar, algumas
pessoas desistiram do curso e eu consegui me matricular na UFSCar...
As aulas começam agora em Março e eu estou procurando onde ficar,
aliás, onde ufiscar (rsrrs)...




SUBJECT: Re: [ciencialist] Rumo a UFSCar!!!
FROM: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 00:34

Caríssimo Ricardo,

Parabéns! você merece!

Abraços e sucesso.

Alvaro Augusto de Almeida
alvaug@daelt.sh06.com
http://alvaug.multiply.com

----- Original Message -----
From: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, March 01, 2006 4:08 PM
Subject: [ciencialist] Rumo a UFSCar!!!


Olá Pessoal,

Tive meio ausente neste tempo, mas foi por uma boa causa: neste fim e
incicio de ano estive bem ocupado prestando os vestibulares da Usp,
Unicamp, Ufscar e Unesp, para o curso de física. Em fevereiro saiu os
resultados: fiquei na lista de espera da Unesp e da UFSCar, algumas
pessoas desistiram do curso e eu consegui me matricular na UFSCar...
As aulas começam agora em Março e eu estou procurando onde ficar,
aliás, onde ufiscar (rsrrs)...

Enviei esta mensagem apenas para agradecer a todos pelas amizades e
debates da ciencialist ok, aprendi, aprendo e aprenderei muito aqui,
com certeza... Não acompanhei os últimos debates, mas parece que os
conteúdos estão abstante interessantes...

Valeu e no que precisar, tô aí...

Abraços,

Ricardo.





SUBJECT: Fw: Schrodinger ...
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 07:23

Quem tem isso pronto?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Odair Junior" <o.junior14@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Cc: <o.junior14@hotmail.com>
Enviada em: sábado, 25 de fevereiro de 2006 11:01


| Olá prof. Léo.Gostaria que o senhor me enviasse um probleminha resolvido
| sobre a equação de schrodinger para o átomo de Hidrogênio em três dimensões.
|
| _________________________________________________________________
| Seja um dos primeiros a testar o novo Windows Live Mail Beta.Acesse
| http://www.ideas.live.com/programpage.aspx?versionId=5d21c51a-b161-4314-9b0e-4911fb2b2e6d
|
|
|
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| Version: 7.1.375 / Virus Database: 268.1.0/269 - Release Date: 24/02/2006
|
|


SUBJECT: Fw: Olá Professor!
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 07:51

Sugestões à vontade .......

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Michel Moccelin Viccari" <michelm.viccari@yahoo.com.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: domingo, 26 de fevereiro de 2006 15:21
Assunto: Olá Professor!


Olá tudo bem???
Estou eu aqui de novo...

Gostaria de perguntar, além do seu excelente material
do Imperdível, que bibliografia recomenda para quem
está cursando Física?


Aproveitando a oportunidade, o senhor costuma a
vaiajar para dar congressos, trocar idéias?
Um grande Abraço!

____________________________
Michel Moccelin Viccari
Acadêmico do Curso de Física
Universidade de Passo Fundio



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SUBJECT: Alguém tem algum material sobre preparação do ruído do escapamento!
FROM: "michelm.viccari" <michelm.viccari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 10:46

Olá pessoal!
Gostaria de colaborações referentes ao assunto acima...
Abraço






SUBJECT: [ciencialist] Rumo a UFSCar!!!
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 11:07


Ricardo,
Parabéns pelo sucesso no vestibular. Você começará agora uma vida de aprendizado organizado. Parece que o pessoal da UFSCAR é bom. Aproveite.
Estarei por aqui. Disponha.
Sds,

Victor.





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ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Fw: Schrodinger ...
FROM: "andre_ae" <andrebacci.listas@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 12:22

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Quem tem isso pronto?

Não sei se resolve, mas por uma incrível coincidência, acabei de
passar por essa página aqui:
http://en.wikipedia.org/wiki/Hydrogen_atom

[]s

André

> | Olá prof. Léo.Gostaria que o senhor me enviasse um probleminha
resolvido
> | sobre a equação de schrodinger para o átomo de Hidrogênio em três
dimensões.
> |
> | _________________________________________________________________
> | Seja um dos primeiros a testar o novo Windows Live Mail Beta.Acesse
> |
http://www.ideas.live.com/programpage.aspx?versionId=5d21c51a-b161-4314-9b0e-4911fb2b2e6d
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> |
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24/02/2006
> |
> |
>






SUBJECT: Re: [ciencialist] Alguém tem algum material sobre preparação do ruído do escapamento!
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 13:43

On 3/2/06, michelm.viccari <michelm.viccari@yahoo.com.br> wrote:
> Olá pessoal!
> Gostaria de colaborações referentes ao assunto acima...
> Abraço
>

Seja mais específico.

--
Elton Carvalho

"It may be bad manners to talk with your mouth full, but it isn't too
good either if you speak when your head is empty."

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SUBJECT: Faz sentido
FROM: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Roberto Coelho" <coelho@cetem.gov.br>, "Vivens Scientia" <VivensScientia@yahoogroups.com>, "Ricardo Moreira Chaloub" <chaloub@iq.ufrj.br>
DATE: 02/03/2006 14:08

Ainda no ensejo carnavalesco...


Retrospectiva 1981

1. O Príncipe Charles se casou
2. O Liverpool foi Campeão da Europa
3. A Austrália perdeu o torneio de Ashes
4. O Papa morreu

Retrospectiva 2005

1. O Príncipe Charles se casou
2. O Liverpool foi Campeão da Europa
3. A Austrália perdeu o torneio de Ashes
4. O Papa morreu

MORAL da história:

Se o porra do Príncipe Charles resolver casar de novo, por favor,
alguém precisa avisar o Papa.

Obrigado.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Faz sentido
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 14:12

On 3/2/06, Esteban Moreno <estebanlmoreno@gmail.com> wrote:
> Retrospectiva 1981
> 1. O Príncipe Charles se casou
>[...]
> 4. O Papa morreu
>
> Retrospectiva 2005
>
> 1. O Príncipe Charles se casou
> [...]
> 4. O Papa morreu
>
> MORAL da história:
>
> Se o porra do Príncipe Charles resolver casar de novo, por favor,
> alguém precisa avisar o Papa.
>

Não adianta. O destino é inexorável.

--
Elton Carvalho

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Luz & Vidros
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 14:35

Os carros equipados com películas escuras nos vidros esquentam mais ou menos que os convencionais quando expostos ao sol? O que esquenta mais o carro: a quantidade de luz que é absorvida pelos vidros ou a quantidade que os atravessa? E quanto à reflexão? Como ela é influenciada pela película?
Valeu!

Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br> escreveu:
Cleber,

Este assunto já esteve aqui inúmeras vezes mas a última que o Murilo
se referiu foi na thread iniciada em:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/52728

Minha MSG nesta thread foi
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/52809


[ ]'s
Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Cleber R. Fernandes"
<cleber_sjc@y...> escreveu
>
> Bom Dia membros do ciencialist
> Pela primeira vez me manifesto aqui no grupo, primeiramente
parabenizando pelas mensagens postadas, que pelo menos para mim,
elucidam muitas e muitas dúvidas, e onde aprendo continuamente.
>
> Estou com algumas dúvidas a respeito da natureza da luz:
> 1 - Se o vidro é transparente, "toda" a luz o atravessa;
> 2 - Se o vidro têm uma transparência de 50%, metade da
luminosidade o atravessa, enquanto a outra metade é absorvida pelo vidro;
> 3 - Se o vidro é verde, depois de "filtrado", a cor predominante é
o verde.
>
> As perguntas são:
> a_ como posso entender fótons e energia em relação aos vidros?
> b_ o que permite um material ser transparente como o vidro?c_ se o
vidro é transparente, qual é a "relação" que implica ele absorver
parte da energia e a outra atravessá-lo, visto que no vidro existe
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> Desde já,
> obrigado.
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> Cleber - SJCampos - SP
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Luz & Vidros
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 15:08

On 3/2/06, Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br> wrote:
> Os carros equipados com películas escuras nos vidros esquentam mais ou
> menos que os convencionais quando expostos ao sol?

Depende se a película deixa passar, absorve ou reflete o
infravermelho. Normalmente ela deixa passar o IR, então as cosias não
mudam muito.

> O que esquenta mais o carro: a quantidade de luz que é absorvida pelos vidros
> ou a quantidade que os atravessa?

A quantidade que os atravessa, uma vez que a que o calor armazenado no
vidro também se perde para o ambiente e o calor nas partes itnernas
(painéis, bancos, etc) é exadalo para o ar dentro do carro.

> E quanto à reflexão? Como ela é influenciada pela película?

A película diminui a quantidade de luz que atravessa o vidro. Por
isso, para quem está fora, o interior fica mais escuro e a luz que vem
de dentro "ofusca" menos a luz refletida pelo vidro. Lembra de quando
você era criança e queria olhar para dentro de uma janela e fazia
conchinha com as mãos em torno do rosto apra cobrir a luz de fora que
seria refletida pelo vidro, apra você pdoer enxergar o interior? É o
mesmo princípio.


--
Elton Carvalho

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SUBJECT: Duas coisas importantes .....
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 17:54

Gostaria que vcs me ajudassem em duas coisas:

1) Esse é quase um desafio; arrumar o índice da Sala 19. Conforme vou escrevendo vou colocando os textos em seqüência na Sala de Leituras Recomendadas e, após alguns anos (4, no caso) a coisa fica como uma colcha de retalhos. Precisaria distribuir "aquilo" em leituras:
Gerais (e arquibancadas); ensino fundamental, ensino médio e ensino superior. Quem se habilita?

2) Estou escrevendo um artigo para a Sala 07 - Fluidos, com título "Os gases sob a ação da gravidade". Tudo corria às mil maravilhas até que escrevi a seguinte frase:

"Se preenchermos com um gás um recipiente fechado, encontraremos que o peso do mesmo aumentou em relação ao peso do recipiente vazio e que, esse excesso de peso, é exatamente o peso do gás encerrado dentro do recipiente."

Depois que escrevi essa meleca, como sói acontecer, isso ficou transitando entre os dois neurônios, sopesando a frase.
Então escrevi:

"Esse fato não é tão trivial como pode parecer à primeira vista. É preciso levar em conta que, em cada instante, o número de moléculas que determina uma ação sobre o peso, por meio dos choques contra a parede, é muito pequeno em confronto com o número total de moléculas existentes, já que a maioria delas estão se movendo livremente no espaço.
O peso extra indica, na realidade, a diferença entre as forças de pressão aplicadas para baixo (na parede inferior) e para cima (na parede superior)."

Como conciliar isso e mostrar que o excesso de peso do reservatório é exatamente o peso do gás (peso de todas as moléculas, inclusive aquelas que não estão bombardeando as paredes)?

Eu e meus rigores ... que jostra!

[]'



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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: Schrodinger ...
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 17:58

Grato,
preenche o pretendido.

aquele abraço,
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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De: "andre_ae" <andrebacci.listas@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 12:22
Assunto: [ciencialist] Re: Fw: Schrodinger ...


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Quem tem isso pronto?

Não sei se resolve, mas por uma incrível coincidência, acabei de
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[]s

André

> | Olá prof. Léo.Gostaria que o senhor me enviasse um probleminha
resolvido
> | sobre a equação de schrodinger para o átomo de Hidrogênio em três
dimensões.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Alguém tem algum material sobre preparação do ruído do escapamento!
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 18:05

O que quer dizer com "preparação do ruído do escapamento"? Quem origina o ruído são os vórtices do gás proveniente do motor. Quem 'abafa' o ruído são as câmaras perfuradas cuja finalidade é destruir tais vórtices. É algo como os 'silenciadores' das armas de fogo.

Não pense em solução tipo "trombone de Koenig" para determinar interferência destrutiva do som na saída do escapamento; a variação da freqüência é tal que deveria fazer um trombone com hastes ajustáveis a cada modo de rotação do motor.

[]'

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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De: "michelm.viccari" <michelm.viccari@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 10:46
Assunto: [ciencialist] Alguém tem algum material sobre preparação do ruído do escapamento!


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Luz & Vidros
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 18:25

O que o infravermelho tem de especial?

Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com> escreveu:
On 3/2/06, Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br> wrote:
> Os carros equipados com películas escuras nos vidros esquentam mais ou
> menos que os convencionais quando expostos ao sol?

Depende se a película deixa passar, absorve ou reflete o
infravermelho. Normalmente ela deixa passar o IR, então as cosias não
mudam muito.

> O que esquenta mais o carro: a quantidade de luz que é absorvida pelos vidros
> ou a quantidade que os atravessa?

A quantidade que os atravessa, uma vez que a que o calor armazenado no
vidro também se perde para o ambiente e o calor nas partes itnernas
(painéis, bancos, etc) é exadalo para o ar dentro do carro.

> E quanto à reflexão? Como ela é influenciada pela película?

A película diminui a quantidade de luz que atravessa o vidro. Por
isso, para quem está fora, o interior fica mais escuro e a luz que vem
de dentro "ofusca" menos a luz refletida pelo vidro. Lembra de quando
você era criança e queria olhar para dentro de uma janela e fazia
conchinha com as mãos em torno do rosto apra cobrir a luz de fora que
seria refletida pelo vidro, apra você pdoer enxergar o interior? É o
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SUBJECT: Formas de energia
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 18:37

Os livros do ensino médio afirmam que o sol transmite energia para a Terra sob as formas térmica e luminosa. Mas para mim há apenas as ondas eletromagnéticas, transportando energia (digamos, luminosa) para a matéria (que a converteria em energia, digamos, térmica).
Esse tipo de classificação - energia química, luminosa, mecânica, térmica, sonora, nuclear,etc - é importante? Os conceitos de energia cinética e potencial, na verdade, não englobam todas as formas de energia?

Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com> escreveu:
On 3/2/06, Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br> wrote:
> Os carros equipados com películas escuras nos vidros esquentam mais ou
> menos que os convencionais quando expostos ao sol?

Depende se a película deixa passar, absorve ou reflete o
infravermelho. Normalmente ela deixa passar o IR, então as cosias não
mudam muito.

> O que esquenta mais o carro: a quantidade de luz que é absorvida pelos vidros
> ou a quantidade que os atravessa?

A quantidade que os atravessa, uma vez que a que o calor armazenado no
vidro também se perde para o ambiente e o calor nas partes itnernas
(painéis, bancos, etc) é exadalo para o ar dentro do carro.

> E quanto à reflexão? Como ela é influenciada pela película?

A película diminui a quantidade de luz que atravessa o vidro. Por
isso, para quem está fora, o interior fica mais escuro e a luz que vem
de dentro "ofusca" menos a luz refletida pelo vidro. Lembra de quando
você era criança e queria olhar para dentro de uma janela e fazia
conchinha com as mãos em torno do rosto apra cobrir a luz de fora que
seria refletida pelo vidro, apra você pdoer enxergar o interior? É o
mesmo princípio.


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Elton Carvalho

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SUBJECT: Sólidos granulados
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 18:43

Quais seriam as restrições em se encarar os sólidos granulados, como a areia e o talco, como fluidos, onde, talvez, quanto maior o aspecto granular, maior fosse a semelhança com os fluidos. Seria viável, ou pelo menos útil, por exemplo, construir um barômetro como o de Torricelli usando areia bem fina ao invés de mercúrio?
Obrigado.


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SUBJECT: Por que a água evapora?
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 18:58

A evaporação da água, se não estou enganado, consiste de um saldo positivo de eventos ocasionais, isto é, a aquisição de energia por parte das moléculas na superfície da água, mediante as colisões com as demais moléculas, resultando na capacidade de se desprender da água. Mas se são mesmo eventos ocasionais, ou seja, que não refletem uma certa tendência, o que dizer do outro lado? Por que as moléculas de água no ar, próximas à superfície da água líquida, não se juntam a ela? Mais que balanceando a transferência de moléculas entre a água e o ar, esse movimento contrário não deveria mesmo causar uma evaporação ao contrário, já que a condensação é uma reação exotérmica, que leva o material a um nível maior de estabilidade? Em outras palavras, não deveria haver a tendência de se formar o gelo ao invés do vapor, já que o gelo é mais estável??
Obrigado


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SUBJECT: Solubilidade e temperatura
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 19:19

O que determina se a solubilidade de um soluto aumenta ou diminui com o aumento da temperatura?
Valeu pela atenção!!


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Formas de energia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 19:47

Olá Lucas,

vamos a um primeiro esboço da coisa toda.

A energia se nos apresenta sob duas espécies: a de posição e a de movimento. Independente disso, é básico saber que só há duas maneiras de se transferir 'energia' de um sistema para outro: através do "trabalho" ou através de "ondas".

A de posição, relativa a um sistema material, implica em partes do sistema que se encontram 'fora de seu estado natural', quer pela ação do trabalho, quer pela ação de ondas.
Em relação a uma das partes, diz-se que a outra armazena energia potencial, adquirida quer às custas do trabalho ou de ondas. O estado natural de uma pedra (uma parte) é estar sobre o solo (outra parte); acima do solo (alguém realizou trabalho para isso!) a pedra armazena energia potencial do tipo gravitacional em relação ao solo. O estado natural de uma carga positiva é estar grudada com outra carga negativa; a separação delas (alguém realizou trabalho para isso!) implica em armazenamento de energia potencial do tipo elétrica no sistema. Nesses termos, é didático diferenciar energia potencial gravitacional, elétrica, química, nuclear, sonora, magnética etc.

A energia de movimento é inerente à 'partícula' seja ela um fóton, um elétron, um trem, a Lua etc.

O sol e terra formam um sistema (que nos interessa no momento); um sistema aberto. Pelo trabalho interno realizado no sol, energia é liberada sob a forma de ondas; no caso, ondas eletromagnéticas num largo espectro de freqüências naturais (não coerentes). 'Todas' as freqüências que participam da onda emitida atingem a terra a qual, por sua vez, tem miríades de tipos de receptores aptos a ressoarem na mesma freqüência dessas ondas. É nessa ressonância seletiva que as ondas são 'absorvidas' e transferem energia ao receptor.
Nossos olhos só são receptores para uma bem estreita gama das freqüências emitidas pela sol; o conjunto dessas freqüências diferenciamos sob a denominação de 'luz visível' ou 'espectro visível'. Nosso olho não ressoa para o infravermelho, ultravioleta, raios-x, gama etc. Mas, nossa pele (sensores dela) é receptor para infravermelho (traduzimos por 'calor do sol') e ultravioleta (traduzimos por câncer de pele).
Cada onda específica tem seu receptor específico e é assim que sintonizamos rádio, televisão, celular, controle remoto etc.


Bem, como primeiro esboço, tá de bom tamanho ... mas, há muita coisa mais pela frente.

[]'

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Lucas Seixas Rios" <lucas_rios86@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 18:37
Assunto: [ciencialist] Formas de energia


Os livros do ensino médio afirmam que o sol transmite energia para a Terra sob as formas térmica e luminosa. Mas para mim há apenas as ondas eletromagnéticas, transportando energia (digamos, luminosa) para a matéria (que a converteria em energia, digamos, térmica).
Esse tipo de classificação - energia química, luminosa, mecânica, térmica, sonora, nuclear,etc - é importante? Os conceitos de energia cinética e potencial, na verdade, não englobam todas as formas de energia?

Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com> escreveu:
On 3/2/06, Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br> wrote:
> Os carros equipados com películas escuras nos vidros esquentam mais ou
> menos que os convencionais quando expostos ao sol?

Depende se a película deixa passar, absorve ou reflete o
infravermelho. Normalmente ela deixa passar o IR, então as cosias não
mudam muito.

> O que esquenta mais o carro: a quantidade de luz que é absorvida pelos vidros
> ou a quantidade que os atravessa?

A quantidade que os atravessa, uma vez que a que o calor armazenado no
vidro também se perde para o ambiente e o calor nas partes itnernas
(painéis, bancos, etc) é exadalo para o ar dentro do carro.

> E quanto à reflexão? Como ela é influenciada pela película?

A película diminui a quantidade de luz que atravessa o vidro. Por
isso, para quem está fora, o interior fica mais escuro e a luz que vem
de dentro "ofusca" menos a luz refletida pelo vidro. Lembra de quando
você era criança e queria olhar para dentro de uma janela e fazia
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Elton Carvalho

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Sólidos granulados
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 20:01

Olá Lucas,

novamente aqui, um primeiro pequeno esboço:

Comparar grãos de areia ou talco com moléculas de um gás é comparar o Everest com 1/2 fusca! No espaço onde está um grão de areia cabem mais moléculas de um gás que toda a população da terra.
A comparação que vc pretende fazer, aplicar aos sólidos o mesmo tratamento molecular é possível, basta imaginar partículas 'sólidas' (de almáciga, por exemplo) em suspensão no ar.
cada uma dessas partículas mede coisa de 1 mícron e seu comportamento é idêntico ao do gás que a envolve, tem inclusive, devido ao movimento browniano, a mesma energia cinética média (3g/vm^2) que as moléculas de gás que a envolve. Como sua massa é, todavia, bem menor que aquela das moléculas, suas vm^2 são menores e, por isso, têm maior tendência de se acomodarem mais rapidamente no fundo do recipiente que as contém.

O 'barômetro de areia' não funciona, mesmo porque há ar entre suas partículas, e, por outro lado, não há forças de Van der Walls entre elas; elas se apóiam uma nas outras por mero contato. Se vc apertar o topo da areia, essa pressão não se transmite integralmente para o fundo do 'barômetro'; apenas ocorre outra acomodação entre os grânulos.

Feita a primeira pincelada ......

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Lucas Seixas Rios" <lucas_rios86@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 18:43
Assunto: [ciencialist] Sólidos granulados


Quais seriam as restrições em se encarar os sólidos granulados, como a areia e o talco, como fluidos, onde, talvez, quanto maior o aspecto granular, maior fosse a semelhança com os fluidos. Seria viável, ou pelo menos útil, por exemplo, construir um barômetro como o de Torricelli usando areia bem fina ao invés de mercúrio?
Obrigado.


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Por que a água evapora?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 20:11

Idem, idem:

o aquecimento da água não se dá por colisão entre moléculas e sim por convecção (transporte de matéria de um local quente para um local frio às custas do trabalho de alguém). A fase de colisão só ocorre no fundo da panela onde partículas de alta vibração da panela quente chocam-se com os morosos pacotes moleculares que constituem a água. Água não sub existe sob a forma de moléculas isoladas e sim de pacotes (10 a 15 moléculas) que escorregam uns sobre outros.
O aquecimento progressivo agita o pacote molecular de água e separa em pacotes de 3 a 5, quando então a pressão de vapor iguala-se à pressão atmosférica e tais pequenos pacotes escapam formando o vapor de água (no vapor de água não existem moléculas isoladas --- isso só ocorre no gás de água, lá pelos 3000 ºC).

Próximo da superfície em ebulição há um equilíbrio dinâmico entre pequenos pacotes de vapor que saem e pequenos pacotes de vapor que entram. Se vc eliminar a camada de vapor que se instala sobre a superfície a vaporização se dá em menor intervalo de tempo (chamada 'vaporização a vácuo').

por enquanto ........

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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De: "Lucas Seixas Rios" <lucas_rios86@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 18:58
Assunto: [ciencialist] Por que a água evapora?


A evaporação da água, se não estou enganado, consiste de um saldo positivo de eventos ocasionais, isto é, a aquisição de energia por parte das moléculas na superfície da água, mediante as colisões com as demais moléculas, resultando na capacidade de se desprender da água. Mas se são mesmo eventos ocasionais, ou seja, que não refletem uma certa tendência, o que dizer do outro lado? Por que as moléculas de água no ar, próximas à superfície da água líquida, não se juntam a ela? Mais que balanceando a transferência de moléculas entre a água e o ar, esse movimento contrário não deveria mesmo causar uma evaporação ao contrário, já que a condensação é uma reação exotérmica, que leva o material a um nível maior de estabilidade? Em outras palavras, não deveria haver a tendência de se formar o gelo ao invés do vapor, já que o gelo é mais estável??
Obrigado


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Solubilidade e temperatura
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 20:13

Aqui já entra a química quântica e tunelamento de ondas progressivas ... fora de minha praia.

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De: "Lucas Seixas Rios" <lucas_rios86@yahoo.com.br>
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 19:19
Assunto: [ciencialist] Solubilidade e temperatura


O que determina se a solubilidade de um soluto aumenta ou diminui com o aumento da temperatura?
Valeu pela atenção!!


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Sólidos granulados
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 20:18

Onde se lê "é, todavia, bem menor que aquela"" leia-se
"é, todavia, bem maior que aquela .."
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De: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 20:01
Assunto: Re: [ciencialist] Sólidos granulados


Olá Lucas,

novamente aqui, um primeiro pequeno esboço:

Comparar grãos de areia ou talco com moléculas de um gás é comparar o Everest com 1/2 fusca! No espaço onde está um grão de areia cabem mais moléculas de um gás que toda a população da terra.
A comparação que vc pretende fazer, aplicar aos sólidos o mesmo tratamento molecular é possível, basta imaginar partículas 'sólidas' (de almáciga, por exemplo) em suspensão no ar.
cada uma dessas partículas mede coisa de 1 mícron e seu comportamento é idêntico ao do gás que a envolve, tem inclusive, devido ao movimento browniano, a mesma energia cinética média (3g/vm^2) que as moléculas de gás que a envolve. Como sua massa é, todavia, bem menor que aquela das moléculas, suas vm^2 são menores e, por isso, têm maior tendência de se acomodarem mais rapidamente no fundo do recipiente que as contém.

O 'barômetro de areia' não funciona, mesmo porque há ar entre suas partículas, e, por outro lado, não há forças de Van der Walls entre elas; elas se apóiam uma nas outras por mero contato. Se vc apertar o topo da areia, essa pressão não se transmite integralmente para o fundo do 'barômetro'; apenas ocorre outra acomodação entre os grânulos.

Feita a primeira pincelada ......

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Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 18:43
Assunto: [ciencialist] Sólidos granulados


Quais seriam as restrições em se encarar os sólidos granulados, como a areia e o talco, como fluidos, onde, talvez, quanto maior o aspecto granular, maior fosse a semelhança com os fluidos. Seria viável, ou pelo menos útil, por exemplo, construir um barômetro como o de Torricelli usando areia bem fina ao invés de mercúrio?
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Duas coisas importantes .....
FROM: André Luis Ferreira da Silva Bacci <andrebacci.listas@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 21:50

Luiz Ferraz Netto escreveu:
> Gostaria que vcs me ajudassem em duas coisas:
[...]
> "Se preenchermos com um gás um recipiente fechado, encontraremos que o peso do mesmo aumentou em relação ao peso do recipiente vazio e que, esse excesso de peso, é exatamente o peso do gás encerrado dentro do recipiente."
>
> Depois que escrevi essa meleca, como sói acontecer, isso ficou transitando entre os dois neurônios, sopesando a frase.
> Então escrevi:
>
> "Esse fato não é tão trivial como pode parecer à primeira vista. É preciso levar em conta que, em cada instante, o número de moléculas que determina uma ação sobre o peso, por meio dos choques contra a parede, é muito pequeno em confronto com o número total de moléculas existentes, já que a maioria delas estão se movendo livremente no espaço.
> O peso extra indica, na realidade, a diferença entre as forças de pressão aplicadas para baixo (na parede inferior) e para cima (na parede superior)."
>
> Como conciliar isso e mostrar que o excesso de peso do reservatório é exatamente o peso do gás (peso de todas as moléculas, inclusive aquelas que não estão bombardeando as paredes)?
>
> Eu e meus rigores ... que jostra!

A explicação sai pela estatística, pois só ela é infinitamente poderosa ;-)

Seguinte... O furo da lógica dos choques intra-particulas dentro do pote
que afetam o peso total é que as particulas NÃO se movimentam livremente
dentro do pote.

Não?!? Claro que não... Por exemplo, elas não se atravessam!

Invertendo a argumentação: porque a atmosfera é "alta"? Que processos
atômicos "sustentam" uns átomos em cima?

Por ai você sai.

[]s

André AE


SUBJECT: Re: [ciencialist] Por que a água evapora?
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 22:19

Muito grato por sua atenção Luiz. Eu também li com atenção as respostas e surgiram novas perguntas.
Quanto aos "sólidos granulados" o que você escreveu foi elucidante. Um grão de areia não exerce influência sobre outro como fazem as moléculas de um fluido! Interessante aquele lance da almáciga, nunca nem havia ouvido falar sobre ela. Mas da expressão (3g/mv^2) eu não entendi bulufas. A frase que vem em seguida então, nem se fala..
Quanto às "formas de energia", não ficou claro o que você acha especificamente da afirmação de que o sol transmite energia térmica para a Terra.
Quanto à "evaporação da água", você abordou de fato a ebulição da mesma, certo? O que confere a energia necessária às moléculas superficiais para que desliguem-se da água, durante a evaporação natural? A quê se deve a interação especial entre certo número de moléculas de forma a caracterizar os pacotes a que você se referiu? Essa imobilidade entre as moléculas do pacote faz parecer que a energia potencial dessas moléculas entre si é maior que sua energia cinética. Se a impressão for real, isso significa que os livros de ensino médio não são estritamente corretos ao dizer que, nos fluidos, a energia cinética das partículas é igual à potencial? Quando você citou "pressão de vapor", a qual vapor se referia (como pode existir pressão de vapor sem o próprio vapor de água?) E quanto à variação da estabilidade da parte evaporada? A estabilidade de todo o sistema diminui, mesmo sendo a evaporação um porcesso espontâneo???
Valeu novamente!

Suas respostas:

A energia se nos apresenta sob duas espécies: a de posição e a de movimento. Independente disso, é básico saber que só há duas maneiras de se transferir 'energia' de um sistema para outro: através do "trabalho" ou através de "ondas".

A de posição, relativa a um sistema material, implica em partes do sistema que se encontram 'fora de seu estado natural', quer pela ação do trabalho, quer pela ação de ondas.
Em relação a uma das partes, diz-se que a outra armazena energia potencial, adquirida quer às custas do trabalho ou de ondas. O estado natural de uma pedra (uma parte) é estar sobre o solo (outra parte); acima do solo (alguém realizou trabalho para isso!) a pedra armazena energia potencial do tipo gravitacional em relação ao solo. O estado natural de uma carga positiva é estar grudada com outra carga negativa; a separação delas (alguém realizou trabalho para isso!) implica em armazenamento de energia potencial do tipo elétrica no sistema. Nesses termos, é didático diferenciar energia potencial gravitacional, elétrica, química, nuclear, sonora, magnética etc.

A energia de movimento é inerente à 'partícula' seja ela um fóton, um elétron, um trem, a Lua etc.

O sol e terra formam um sistema (que nos interessa no momento); um sistema aberto. Pelo trabalho interno realizado no sol, energia é liberada sob a forma de ondas; no caso, ondas eletromagnéticas num largo espectro de freqüências naturais (não coerentes). 'Todas' as freqüências que participam da onda emitida atingem a terra a qual, por sua vez, tem miríades de tipos de receptores aptos a ressoarem na mesma freqüência dessas ondas. É nessa ressonância seletiva que as ondas são 'absorvidas' e transferem energia ao receptor.
Nossos olhos só são receptores para uma bem estreita gama das freqüências emitidas pela sol; o conjunto dessas freqüências diferenciamos sob a denominação de 'luz visível' ou 'espectro visível'. Nosso olho não ressoa para o infravermelho, ultravioleta, raios-x, gama etc. Mas, nossa pele (sensores dela) é receptor para infravermelho (traduzimos por 'calor do sol') e ultravioleta (traduzimos por câncer de pele).
Cada onda específica tem seu receptor específico e é assim que sintonizamos rádio, televisão, celular, controle remoto etc.


Bem, como primeiro esboço, tá de bom tamanho ... mas, há muita coisa mais pela frente.

----------------------

Olá Lucas,

novamente aqui, um primeiro pequeno esboço:

Comparar grãos de areia ou talco com moléculas de um gás é comparar o Everest com 1/2 fusca! No espaço onde está um grão de areia cabem mais moléculas de um gás que toda a população da terra.
A comparação que vc pretende fazer, aplicar aos sólidos o mesmo tratamento molecular é possível, basta imaginar partículas 'sólidas' (de almáciga, por exemplo) em suspensão no ar.
cada uma dessas partículas mede coisa de 1 mícron e seu comportamento é idêntico ao do gás que a envolve, tem inclusive, devido ao movimento browniano, a mesma energia cinética média (3g/vm^2) que as moléculas de gás que a envolve. Como sua massa é, todavia, bem menor que aquela das moléculas, suas vm^2 são menores e, por isso, têm maior tendência de se acomodarem mais rapidamente no fundo do recipiente que as contém.

O 'barômetro de areia' não funciona, mesmo porque há ar entre suas partículas, e, por outro lado, não há forças de Van der Walls entre elas; elas se apóiam uma nas outras por mero contato. Se vc apertar o topo da areia, essa pressão não se transmite integralmente para o fundo do 'barômetro'; apenas ocorre outra acomodação entre os grânulos.

Feita a primeira pincelada ......

----------

Idem, idem:

o aquecimento da água não se dá por colisão entre moléculas e sim por convecção (transporte de matéria de um local quente para um local frio às custas do trabalho de alguém). A fase de colisão só ocorre no fundo da panela onde partículas de alta vibração da panela quente chocam-se com os morosos pacotes moleculares que constituem a água. Água não sub existe sob a forma de moléculas isoladas e sim de pacotes (10 a 15 moléculas) que escorregam uns sobre outros.
O aquecimento progressivo agita o pacote molecular de água e separa em pacotes de 3 a 5, quando então a pressão de vapor iguala-se à pressão atmosférica e tais pequenos pacotes escapam formando o vapor de água (no vapor de água não existem moléculas isoladas --- isso só ocorre no gás de água, lá pelos 3000 ºC).

Próximo da superfície em ebulição há um equilíbrio dinâmico entre pequenos pacotes de vapor que saem e pequenos pacotes de vapor que entram. Se vc eliminar a camada de vapor que se instala sobre a superfície a vaporização se dá em menor intervalo de tempo (chamada 'vaporização a vácuo').

por enquanto ........




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SUBJECT: Formas de energia; sólidos granulados; evaporação da água
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/03/2006 22:21

Muito grato por sua atenção Luiz. Eu também li com atenção as respostas e surgiram novas perguntas. Quanto aos "sólidos granulados" o que você escreveu foi elucidante. Um grão de areia não exerce influência sobre outro como fazem as moléculas de um fluido! Interessante aquele lance da almáciga, nunca nem havia ouvido falar sobre ela. Mas da expressão (3g/mv^2) eu não entendi bulufas. A frase que vem em seguida então, nem se fala..
Quanto às "formas de energia", não ficou claro o que você acha especificamente da afirmação de que o sol transmite energia térmica para a Terra.
Quanto à "evaporação da água", você abordou de fato a ebulição da mesma, certo? O que confere a energia necessária às moléculas superficiais para que desliguem-se da água, durante a evaporação natural? A quê se deve a interação especial entre certo número de moléculas de forma a caracterizar os pacotes a que você se referiu? Essa imobilidade entre as moléculas do pacote faz parecer que a energia potencial dessas moléculas entre si é maior que sua energia cinética. Se a impressão for real, isso significa que os livros de ensino médio não são estritamente corretos ao dizer que, nos fluidos, a energia cinética das partículas é igual à potencial? Quando você citou "pressão de vapor", a qual vapor se referia (como pode existir pressão de vapor sem o próprio vapor de água?) E quanto à variação da estabilidade da parte evaporada? A estabilidade de todo o sistema diminui, mesmo sendo a evaporação um porcesso espontâneo???
Valeu novamente!

Suas respostas:

A energia se nos apresenta sob duas espécies: a de posição e a de movimento. Independente disso, é básico saber que só há duas maneiras de se transferir 'energia' de um sistema para outro: através do "trabalho" ou através de "ondas".

A de posição, relativa a um sistema material, implica em partes do sistema que se encontram 'fora de seu estado natural', quer pela ação do trabalho, quer pela ação de ondas.
Em relação a uma das partes, diz-se que a outra armazena energia potencial, adquirida quer às custas do trabalho ou de ondas. O estado natural de uma pedra (uma parte) é estar sobre o solo (outra parte); acima do solo (alguém realizou trabalho para isso!) a pedra armazena energia potencial do tipo gravitacional em relação ao solo. O estado natural de uma carga positiva é estar grudada com outra carga negativa; a separação delas (alguém realizou trabalho para isso!) implica em armazenamento de energia potencial do tipo elétrica no sistema. Nesses termos, é didático diferenciar energia potencial gravitacional, elétrica, química, nuclear, sonora, magnética etc.

A energia de movimento é inerente à 'partícula' seja ela um fóton, um elétron, um trem, a Lua etc.

O sol e terra formam um sistema (que nos interessa no momento); um sistema aberto. Pelo trabalho interno realizado no sol, energia é liberada sob a forma de ondas; no caso, ondas eletromagnéticas num largo espectro de freqüências naturais (não coerentes). 'Todas' as freqüências que participam da onda emitida atingem a terra a qual, por sua vez, tem miríades de tipos de receptores aptos a ressoarem na mesma freqüência dessas ondas. É nessa ressonância seletiva que as ondas são 'absorvidas' e transferem energia ao receptor.
Nossos olhos só são receptores para uma bem estreita gama das freqüências emitidas pela sol; o conjunto dessas freqüências diferenciamos sob a denominação de 'luz visível' ou 'espectro visível'. Nosso olho não ressoa para o infravermelho, ultravioleta, raios-x, gama etc. Mas, nossa pele (sensores dela) é receptor para infravermelho (traduzimos por 'calor do sol') e ultravioleta (traduzimos por câncer de pele).
Cada onda específica tem seu receptor específico e é assim que sintonizamos rádio, televisão, celular, controle remoto etc.


Bem, como primeiro esboço, tá de bom tamanho ... mas, há muita coisa mais pela frente.

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Olá Lucas,

novamente aqui, um primeiro pequeno esboço:

Comparar grãos de areia ou talco com moléculas de um gás é comparar o Everest com 1/2 fusca! No espaço onde está um grão de areia cabem mais moléculas de um gás que toda a população da terra.
A comparação que vc pretende fazer, aplicar aos sólidos o mesmo tratamento molecular é possível, basta imaginar partículas 'sólidas' (de almáciga, por exemplo) em suspensão no ar.
cada uma dessas partículas mede coisa de 1 mícron e seu comportamento é idêntico ao do gás que a envolve, tem inclusive, devido ao movimento browniano, a mesma energia cinética média (3g/vm^2) que as moléculas de gás que a envolve. Como sua massa é, todavia, bem menor que aquela das moléculas, suas vm^2 são menores e, por isso, têm maior tendência de se acomodarem mais rapidamente no fundo do recipiente que as contém.

O 'barômetro de areia' não funciona, mesmo porque há ar entre suas partículas, e, por outro lado, não há forças de Van der Walls entre elas; elas se apóiam uma nas outras por mero contato. Se vc apertar o topo da areia, essa pressão não se transmite integralmente para o fundo do 'barômetro'; apenas ocorre outra acomodação entre os grânulos.

Feita a primeira pincelada ......

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Idem, idem:

o aquecimento da água não se dá por colisão entre moléculas e sim por convecção (transporte de matéria de um local quente para um local frio às custas do trabalho de alguém). A fase de colisão só ocorre no fundo da panela onde partículas de alta vibração da panela quente chocam-se com os morosos pacotes moleculares que constituem a água. Água não sub existe sob a forma de moléculas isoladas e sim de pacotes (10 a 15 moléculas) que escorregam uns sobre outros.
O aquecimento progressivo agita o pacote molecular de água e separa em pacotes de 3 a 5, quando então a pressão de vapor iguala-se à pressão atmosférica e tais pequenos pacotes escapam formando o vapor de água (no vapor de água não existem moléculas isoladas --- isso só ocorre no gás de água, lá pelos 3000 ºC).

Próximo da superfície em ebulição há um equilíbrio dinâmico entre pequenos pacotes de vapor que saem e pequenos pacotes de vapor que entram. Se vc eliminar a camada de vapor que se instala sobre a superfície a vaporização se dá em menor intervalo de tempo (chamada 'vaporização a vácuo').

por enquanto ........




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Luz & Vidros
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 22:38

On 3/2/06, Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br> wrote:
> O que o infravermelho tem de especial?
>

Radiação de corpo-negro. Segundo esse conceito, os corpos são capazes
de emitir e absorver radiacão em freqüências de acordo com sua
temperatura*. Ocorre que as temperaturas vivenciadas por nós do
dia-a-dia (~de 0 a 100°C) são caaracterizadas por luz na região do
infravermelho.

* Por isso ferro quente fica vermelho, depois laranja, amarelo e
eventualmente branco.

--
Elton Carvalho

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good either if you speak when your head is empty."

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Luz & Vidros
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 23:04

Mas a luz que não se encontra na faixa do infravermelho tbm esquenta, certo? Isto é, tbm transfere energia.

Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com> escreveu: On 3/2/06, Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br> wrote:
> O que o infravermelho tem de especial?
>

Radiação de corpo-negro. Segundo esse conceito, os corpos são capazes
de emitir e absorver radiacão em freqüências de acordo com sua
temperatura*. Ocorre que as temperaturas vivenciadas por nós do
dia-a-dia (~de 0 a 100°C) são caaracterizadas por luz na região do
infravermelho.

* Por isso ferro quente fica vermelho, depois laranja, amarelo e
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Luz & Vidros
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 23:05

Mas a luz que não se encontra na faixa do infravermelho tbm esquenta, certo? Isto é, tbm transfere energia.

Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com> escreveu: On 3/2/06, Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br> wrote:
> O que o infravermelho tem de especial?
>

Radiação de corpo-negro. Segundo esse conceito, os corpos são capazes
de emitir e absorver radiacão em freqüências de acordo com sua
temperatura*. Ocorre que as temperaturas vivenciadas por nós do
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infravermelho.

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Luz & Vidros
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/03/2006 23:43

On 3/2/06, Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br> wrote:
> Mas a luz que não se encontra na faixa do infravermelho tbm esquenta, certo? Isto é, tbm transfere energia.
>

Pois é. Agora não tenho certeza da capacidade ress aluza de esquentar
as coisas. Fato é que corpos à tempreatura ambiente irradiam no
infravermelho. Mas agora estiu nuam sinuca quanto ao fato de corpos
derebendo irradiação IR esquentarem mais que corpos expostos apenas à
luz visível...

--
Elton Carvalho

"It may be bad manners to talk with your mouth full, but it isn't too
good either if you speak when your head is empty."

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SUBJECT: Re: Sólidos granulados
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/03/2006 00:16


Não dá certo pois o ar sob pressão iria migrar pelos espaços entre
os grãos, não havendo medida da pressão...Bom, se pudermos atomizar
alguns elementos e ainda assim mantê-los estáveis sob as condições
oxidantes da atmosfera, talvez os espaços entre os átomos não
permitiriam a migração dos gases.....

Byron





--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
> Olá Lucas,
>
> novamente aqui, um primeiro pequeno esboço:
>
> Comparar grãos de areia ou talco com moléculas de um gás é
comparar o Everest com 1/2 fusca! No espaço onde está um grão de
areia cabem mais moléculas de um gás que toda a população da terra.
> A comparação que vc pretende fazer, aplicar aos sólidos o mesmo
tratamento molecular é possível, basta imaginar partículas 'sólidas'
(de almáciga, por exemplo) em suspensão no ar.
> cada uma dessas partículas mede coisa de 1 mícron e seu
comportamento é idêntico ao do gás que a envolve, tem inclusive,
devido ao movimento browniano, a mesma energia cinética média
(3g/vm^2) que as moléculas de gás que a envolve. Como sua massa é,
todavia, bem menor que aquela das moléculas, suas vm^2 são menores
e, por isso, têm maior tendência de se acomodarem mais rapidamente
no fundo do recipiente que as contém.
>
> O 'barômetro de areia' não funciona, mesmo porque há ar entre suas
partículas, e, por outro lado, não há forças de Van der Walls entre
elas; elas se apóiam uma nas outras por mero contato. Se vc apertar
o topo da areia, essa pressão não se transmite integralmente para o
fundo do 'barômetro'; apenas ocorre outra acomodação entre os
grânulos.
>
> Feita a primeira pincelada ......
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "Lucas Seixas Rios" <lucas_rios86@y...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 18:43
> Assunto: [ciencialist] Sólidos granulados
>
>
> Quais seriam as restrições em se encarar os sólidos granulados,
como a areia e o talco, como fluidos, onde, talvez, quanto maior o
aspecto granular, maior fosse a semelhança com os fluidos. Seria
viável, ou pelo menos útil, por exemplo, construir um barômetro como
o de Torricelli usando areia bem fina ao invés de mercúrio?
> Obrigado.
>
>
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> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Free Edition.
> Version: 7.1.375 / Virus Database: 268.1.1/272 - Release Date:
01/03/2006
>






SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Luz & Vidros
FROM: "Elton Carvalho" <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/03/2006 00:20

On 3/3/06, André Luis Ferreira da Silva Bacci
<andrebacci.listas@gmail.com> wrote:
> Elton Carvalho escreveu:
> > On 3/2/06, Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br> wrote:
> >>Mas a luz que não se encontra na faixa do infravermelho tbm esquenta, certo? Isto é, tbm transfere energia.
> >
> > Pois é. Agora não tenho certeza da capacidade ress aluza de esquentar
> > as coisas. Fato é que corpos à tempreatura ambiente irradiam no
> > infravermelho. Mas agora estiu nuam sinuca quanto ao fato de corpos
> > derebendo irradiação IR esquentarem mais que corpos expostos apenas à
> > luz visível...
>
> Mas radiação é radiação. Acredito que você esteja misturando, aqui, a
> quantidade de radiação necessária para se "esquentar" um objeto apenas
> com IR e quantidade de IR que um objeto normalmente emite.
>

Estou falando de radiaçào eletromagnética, e confuso com a
contribuição do IR no aquecimentod e um corpo exposto à lus solar. Não
sei se as regras de irradiaçào também valem pra absorção.

>
> Supondo que tudo no espaço emita alguma radiação, existe um análago de
> "temperatura mínima" de todo corpo, uma vez que o espaço nada no
> universo deixa de receber radiação direta de qualquer outra coisa do
> universo.
>

Na verdade, a radiação de fundo no Universo foi medida e equivale à de
um corpo-negro a 2,3K

--
Elton Carvalho

"It may be bad manners to talk with your mouth full, but it isn't too
good either if you speak when your head is empty."

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.org/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Luz & Vidros
FROM: André Luis Ferreira da Silva Bacci <andrebacci.listas@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/03/2006 00:27

Elton Carvalho escreveu:
> On 3/2/06, Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br> wrote:
>>Mas a luz que não se encontra na faixa do infravermelho tbm esquenta, certo? Isto é, tbm transfere energia.
>
> Pois é. Agora não tenho certeza da capacidade ress aluza de esquentar
> as coisas. Fato é que corpos à tempreatura ambiente irradiam no
> infravermelho. Mas agora estiu nuam sinuca quanto ao fato de corpos
> derebendo irradiação IR esquentarem mais que corpos expostos apenas à
> luz visível...

Mas radiação é radiação. Acredito que você esteja misturando, aqui, a
quantidade de radiação necessária para se "esquentar" um objeto apenas
com IR e quantidade de IR que um objeto normalmente emite.

Se eu não me engano, a radiaçao de Hawking (?), por exemplo, é tão
fraca, mas tão fraca, que um buraco negro normalmente engorda apenas com
a radiação de fundo do universo do que ele consegue perder (exceção para
buracos negros diminutos).

Supondo que tudo no espaço emita alguma radiação, existe um análago de
"temperatura mínima" de todo corpo, uma vez que o espaço nada no
universo deixa de receber radiação direta de qualquer outra coisa do
universo.

[]s

André AE


SUBJECT: Re: Duas coisas importantes .....
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/03/2006 00:36

Léo eu tive a mesma dúvida quando vi esse experimento da bexiga no
feira de ciências: Por que o gás dentro de um bexiga exerce sobre
esse peso adicional? Dei uma olhada em outros livros de física e
nada de explicação...... Se conseguir uma explicação sobre isso,
mande-a para mim tb, pois estou muito interessado...


um abraço,

Byron


P.S: Uma dica....A presão que as moléculas do gás encerrado exerce
sobre o topo do recipiente é em média anulada pela pressão que as
moléculas de gás da atmosfera exerce sobre a lata, valendo o mesmo
para as laterais......O que sobra é a pressão que as moléculas
exercem para baixo, no fundo do recipiente...Mas veja, se o
recipiente estivesse aberto, os gases da atmosfera fariam esse mesmo
trabalho, daí a confusão na minha cabeça.....Please!!!!





--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
> Gostaria que vcs me ajudassem em duas coisas:
>
> 1) Esse é quase um desafio; arrumar o índice da Sala 19. Conforme
vou escrevendo vou colocando os textos em seqüência na Sala de
Leituras Recomendadas e, após alguns anos (4, no caso) a coisa fica
como uma colcha de retalhos. Precisaria distribuir "aquilo" em
leituras:
> Gerais (e arquibancadas); ensino fundamental, ensino médio e
ensino superior. Quem se habilita?
>
> 2) Estou escrevendo um artigo para a Sala 07 - Fluidos, com
título "Os gases sob a ação da gravidade". Tudo corria às mil
maravilhas até que escrevi a seguinte frase:
>
> "Se preenchermos com um gás um recipiente fechado, encontraremos
que o peso do mesmo aumentou em relação ao peso do recipiente vazio
e que, esse excesso de peso, é exatamente o peso do gás encerrado
dentro do recipiente."
>
> Depois que escrevi essa meleca, como sói acontecer, isso ficou
transitando entre os dois neurônios, sopesando a frase.
> Então escrevi:
>
> "Esse fato não é tão trivial como pode parecer à primeira vista. É
preciso levar em conta que, em cada instante, o número de moléculas
que determina uma ação sobre o peso, por meio dos choques contra a
parede, é muito pequeno em confronto com o número total de moléculas
existentes, já que a maioria delas estão se movendo livremente no
espaço.
> O peso extra indica, na realidade, a diferença entre as forças de
pressão aplicadas para baixo (na parede inferior) e para cima (na
parede superior)."
>
> Como conciliar isso e mostrar que o excesso de peso do
reservatório é exatamente o peso do gás (peso de todas as moléculas,
inclusive aquelas que não estão bombardeando as paredes)?
>
> Eu e meus rigores ... que jostra!
>
> []'
>
>
>
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
>







SUBJECT: Revista macroCOSMO.com | Edição nº 27
FROM: Hemerson Brandão <hemersonbrandao@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/03/2006 01:47

Confira os destaques da edição nº 27 da Revista macroCOSMO.com:

Sistema Solar
Em busca das origens | Antonio Sánchez Ibarra
Stardust e Deep Impact são os nomes das duas missões norte-
americanas bem sucedidas projetadas para a busca de informações
valiosas sobre a origem do nosso Sistema Solar. Ambas as sondas
automáticas, tiveram encontros recentes com cometas, corpos estes
que são considerados "cápsulas do tempo" ao serem, muito
provavelmente, remanescentes da nebulosa primordial que deu origem
ao Sistema Solar, há 4,5 bilhões de anos.

Arqueastronomia
A Arqueastronomia em Pernambuco | Audemário Prazeres
"O arqueólogo não escava objetos, mas civilizações", dizia Sir
Mortimer Wheeler. E com razão: foi através do exame meticuloso de
documentos, monumentos e peças de arte, "testemunhos" arqueológicos
deixados por nossos antepassados, que a Arqueologia reconstituiu
parte da história da Humanidade.

Física
Onde o céu encontra a Terra | Guilherme de Almeida
A imensidão dos grandes espaços abertos faz-nos pensar que o
horizonte geográfico está muito longe: a várias dezenas de
quilómetros, para algumas pessoas, mais longe ainda para outras.
Neste artigo mostra-se que não é assim e dão-se indicações para
calcular a distância até essa linha "onde o mar e o céu se tocam",
utilizando conceitos geométricos simples.

macroRESENHAS
Livros Portugueses | Sérgio A. Caixeta
Qual telescópio comprar? Qual modelo? Acessórios? Manutenção? Estas
são perguntas freqüentes que encontramos quando nos referimos a
equipamentos astronômicos. Por vezes, devemos nos remeter a sites da
internet que nem sempre nos dão a verdadeira informação e nos leva a
uma escolha de equipamento indevido.



A Revista macroCOSMO.com, é a primeira revista eletrônica brasileira
exclusiva de divulgação voluntária da Astronomia e Ciências Afins.
Publicação mensal, a Revista macroCOSMO.com desde Dezembro de 2003,
traz em suas edições artigos, teses, apostilas, tutorias, projetos,
entrevistas, resenhas, guias, efemérides e dicas sobre todos os
ramos da Astronomia, incluindo a Astronáutica e a Física. Em mais
dois anos no ar, já foram publicados um volume de mais de 1.800
páginas de informação astronômica.

Visitem-nos em nosso portal: http://www.revistamacrocosmo.com

Hemerson Brandão
Diretor Editor Chefe
Revista macroCOSMO.com
http://www.revistamacrocosmo.com
Há mais de dois anos difundindo astronomia em língua portuguesa

Participe do mais novo fórum astronômico da comunidade astronômica:
http://www.revistamacrocosmo.com/forum






SUBJECT: Re: [ciencialist] Açucares
FROM: "Rodrigo Toledo" <rodrigotoledo11@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/03/2006 11:49

Senhores,

Nào recebi nenhuma resposta. Será que alguém poderia me ajudar ?

Obrigado,
Rodrigo
----- Original Message -----
From: "Rodrigo Toledo" <rodrigotoledo11@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, March 01, 2006 12:07 PM
Subject: [ciencialist] Açucares


Senhores(as),

Tenho que resolver o problema abaixo referente à Carboidratos e não estou
conseguindo. Alguém poderia me ajudar ?

Obrigado,


Uma solução aquecida a 60 graus C dava reação negativa ao reagente de Lugol
e negativa para o reagente de Benedict. A mesma solução quando tratada com
ácido e aquecimento dava reação positiva para Benedict e negativa para
Lugol. Qual será a provável composição desta solução ?

Rodrigo Toledo



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SUBJECT: Práticas de Química para o Ensino Médio
FROM: Michely Diniz <michely_moon@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/03/2006 13:39

Olá!!!!
Alguém sabe me indicar um site legal na internet ou algum livro disponível em livrarias sobre Práticas de Química para o Ensino Médio de fácil execução????

Desde já muito obrigada,

Michely Diniz


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SUBJECT: Re: Açucares.UCFilho
FROM: "UCFilho" <ucfilho27182@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/03/2006 17:26

Boa tarde Rodrigo,

o teste do lugol indica a presença de amido e a presença de
glicogênio. Em presença de amido o complexo iodo-amido gera uma
coloração azul e com o glicogênio o complexo iodo-glicogênio gera uma
coloração vermelha.

O reativo de Benedic reage com açúcares redutores (todos
monossacarídeos, lactose, maltose, entre outros) gerando uma
coloração vermelha ou amarela e não reage com açúcares não-redutores
(ex: sacarose e inulina).

O glicogênio também reage com o reativo de Benedict.

Por exclusão do teste do lugol não é amido e nem glicogênio e por
exclusão do teste de Benedic -antes do tratamento com ácido- não é
monossacarídeo e nem lactose.

Carboidratos diversos –entre os açúcares não-redutores- podem gerar
resultados positivos para o teste Benedic se submetidos ao
tratamento com ácido-por sofrerem hidrólise que produz
monossacarídeos.

Assim o carboidrato a ser identificado é sacarose ou inulina.


Saudações, UCFilho

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Rodrigo Toledo"
<rodrigotoledo11@u...> escreveu
>
> Senhores,
>
> Nào recebi nenhuma resposta. Será que alguém poderia me ajudar ?
>
> Obrigado,
> Rodrigo
> ----- Original Message -----
> From: "Rodrigo Toledo" <rodrigotoledo11@u...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Wednesday, March 01, 2006 12:07 PM
> Subject: [ciencialist] Açucares
>
>
> Senhores(as),
>
> Tenho que resolver o problema abaixo referente à Carboidratos e não
estou
> conseguindo. Alguém poderia me ajudar ?
>
> Obrigado,
>
>
> Uma solução aquecida a 60 graus C dava reação negativa ao reagente
de Lugol
> e negativa para o reagente de Benedict. A mesma solução quando
tratada com
> ácido e aquecimento dava reação positiva para Benedict e negativa
para
> Lugol. Qual será a provável composição desta solução ?
>
> Rodrigo Toledo
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SUBJECT: Fw: Duvidas
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/03/2006 18:00

Quem se habilita? É simples ... mas, cuidado com a verborragia:-)) -- deve ser coisa de 8a série.

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: lidia Bernardes
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 16:42
Assunto: Duvidas


Estou com duvidas com estas 3 questões. Poderia tirar as minhas duvidas?
Aguardo a sua respostas com ansiedades. Muito obrigada.
1. Quando você aquece uma barra de magnésio ela não se inflama. Quando você aquece raspas de magnésio ele se inflama. Por que?
2. Quando aquecemos água colocamos a panela sobre o fogo. Quando resfriamos o chopp colocamos o gelo sobre o barril. Por que?
3. Coloque água num copo de papel e leve-o á chama de uma vela. A água pode ferver sem que o copo pegue fogo? Por que?


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SUBJECT: Fw: substancias
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/03/2006 18:03

Essa eu não sei ........

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "elton alves da costa" <Elton.Costa@unilever.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 21:01
Assunto: substancias


Bom dia professor,

Para a realização de um trabalho escolar preciso saber qual a substancia
encontrada em copos platico que deixa o homen afeminado.Desde ja agradeço.

Atenciosamente,Elton



--
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Sólidos granulados
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/03/2006 00:03



Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu: Onde se lê "é, todavia, bem menor que aquela"" leia-se
"é, todavia, bem maior que aquela .."
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 20:01
Assunto: Re: [ciencialist] Sólidos granulados


Olá Lucas,

novamente aqui, um primeiro pequeno esboço:

Comparar grãos de areia ou talco com moléculas de um gás é comparar o Everest com 1/2 fusca! No espaço onde está um grão de areia cabem mais moléculas de um gás que toda a população da terra.
A comparação que vc pretende fazer, aplicar aos sólidos o mesmo tratamento molecular é possível, basta imaginar partículas 'sólidas' (de almáciga, por exemplo) em suspensão no ar.
cada uma dessas partículas mede coisa de 1 mícron e seu comportamento é idêntico ao do gás que a envolve, tem inclusive, devido ao movimento browniano, a mesma energia cinética média (3g/vm^2) que as moléculas de gás que a envolve. Como sua massa é, todavia, bem menor que aquela das moléculas, suas vm^2 são menores e, por isso, têm maior tendência de se acomodarem mais rapidamente no fundo do recipiente que as contém.

O 'barômetro de areia' não funciona, mesmo porque há ar entre suas partículas, e, por outro lado, não há forças de Van der Walls entre elas; elas se apóiam uma nas outras por mero contato. Se vc apertar o topo da areia, essa pressão não se transmite integralmente para o fundo do 'barômetro'; apenas ocorre outra acomodação entre os grânulos.

Feita a primeira pincelada ......

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Lucas Seixas Rios" <lucas_rios86@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 2 de março de 2006 18:43
Assunto: [ciencialist] Sólidos granulados


Quais seriam as restrições em se encarar os sólidos granulados, como a areia e o talco, como fluidos, onde, talvez, quanto maior o aspecto granular, maior fosse a semelhança com os fluidos. Seria viável, ou pelo menos útil, por exemplo, construir um barômetro como o de Torricelli usando areia bem fina ao invés de mercúrio?
Obrigado.


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SUBJECT: Re: Por que a água evapora?
FROM: Lucas Seixas Rios <lucas_rios86@yahoo.com.br>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2006 00:30

Valeu Takata. Então o ganho ou perda de estabilidade nas transformações de estado da matéria depende das condições do ambiente, no sentido de que umidade, temperatura e pressão determinam se a água vai evaporar ou se o vapor vai se condensar. Muito justo! Só não entendi o último trecho. Meu livro afirma que o gelo é sempre mais estável que a água líquida. Como mensurar a estabilidade de um sistema?
Você pode ignorar 3 e-mails que lhe foram enviados. Meu computador tá cheio de vírus e ele mandou sozinho as mensagens! é mole?
Abraço

rmtakata <rmtakata@bol.com.br> escreveu:
A agua evapora qdo o ar estah seco. Se o ar estah saturado (umidade
relativa de 100%) a agua nao tende a evaporar. Se o ar estah
hipersaturado, a agua tende a se condensar - vide a formacao de nuvens
e as gotas ao lado de um copo gelado.

A capacidade do ar de reter moleculas de agua depende da temperatura
(e da pressao). Por isso qto mais seco o ar, mais rapidamente uma
superficie umida seca.

Vamos analisar o q. ocorre na superficie liquida. Moleculas de agua
(ou pacotes como lembra o Prof. Leo) se desprendem e se juntam 'a
superficie a uma certa taxa. Digamos q. inicialmente nao ha' nenhuma
molecula de agua no ar acima da superficie. Mais moleculas tendem a se
desprender da superficie do q voltar a ela. Isso faz com q a camada de
ar acima da superficie comece a acumular vapor d'agua. Ateh um limite
dado por sua saturacao. Nesse instante a taxa de saida e entrada de
agua tende a se equilibrar.

Mas isso apenas na camada de ar logo acima da superficie. Nas camadas
mais afastadas ainda nao ha' molecula de agua. Entao as moleculas na
camada proxima 'a superficie tende a se deslocar para lah. Isso faz
com q. a quantidade de agua na camada proxima 'a superficie diminua.
Entao o equilibrio anterior se desfaz e a mais agua tende a escapar da
superficie.

Estamos considerando o ar totalmente seco e a uma temperatura acima da
congelacao da agua - tto a agua como o ar 'a mm temperatura (ou a da
agua maior do q a do ar).

Consideremos agora um ar - ainda mais quente do q a do ponto de
congelacao da agua - mas com uma certa quantidade de agua.
Consideremos q o copo estah gelado - com temperatura menor do q a do
ar. O ar ao se aproximar da superficie perde energia termica para o
copo. A temperatura do ar cai e sua umidade relativa aumenta. Se a
temperatura cai de tal modo q o ar fica hipersaturado, a agua do ar se
condensa e vai pra superficie.

Se a temperatura do ar eh abaixo do ponto de congelacao - e ele estah
umido - pode se formar gelo sobre a superficie (geada).

O gelo eh mais estavel ou menos estavel dependendo das condicoes de
temperatura e pressao. A uma pressao de um atm e temperatura acima de
0oC o gelo eh menos estavel.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Lucas Seixas Rios
escreveu
>
> A evaporação da água, se não estou enganado, consiste de um saldo
positivo de eventos ocasionais, isto é, a aquisição de energia por
parte das moléculas na superfície da água, mediante as colisões com as
demais moléculas, resultando na capacidade de se desprender da água.
Mas se são mesmo eventos ocasionais, ou seja, que não refletem uma
certa tendência, o que dizer do outro lado? Por que as moléculas de
água no ar, próximas à superfície da água líquida, não se juntam a
ela? Mais que balanceando a transferência de moléculas entre a água e
o ar, esse movimento contrário não deveria mesmo causar uma evaporação
ao contrário, já que a condensação é uma reação exotérmica, que leva o
material a um nível maior de estabilidade? Em outras palavras, não
deveria haver a tendência de se formar o gelo ao invés do vapor, já
que o gelo é mais estável??
> Obrigado






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SUBJECT: Re: Duas coisas importantes .....
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/03/2006 01:56

--- Em ciencialist Léo escreveu

>
> ...
> 2) Estou escrevendo um artigo para a Sala 07 - Fluidos, com
> título "Os gases sob a ação da gravidade". Tudo corria às mil
> maravilhas até que escrevi a seguinte frase:
>
> "Se preenchermos com um gás um recipiente fechado, encontraremos
> que o peso do mesmo aumentou em relação ao peso do recipiente vazio
> e que, esse excesso de peso, é exatamente o peso do gás encerrado
> dentro do recipiente."

Para mim este texto está bom. Acho que, mesmo sendo gás, podemos
também usar aqui o "Paradoxo Hidrostático".
Encontrei algo sobre o "Paradoxo Hidrostático" no Imperdível:

http://www.feiradeciencias.com.br/sala07/07_37.asp
Mais para o final da página.

Mas isto não explica tudo.

Se o recipiente é rígido, o choque dos átomos na parede INTERNA
determina a força que este conjunto de átomos exercem na parede
INTERNA. Isto, geralmente, é diferente da força que a parede EXTERNA
faz sobre o prato da balança. A força interna só depende da pressão do
gás enquanto a força na balança depende da massa do gás, massa do ar
acima e massa do recipiente. Como se trata de uma balança isto deve
ser comparado com o que está acima do outro prato. Se o outro prato
está "vazio" (só tem atmosfera) e a massa do recipiente é desprezível,
a balança do recipiente ficará mais baixa se a densidade do gás for
maior que a do ar e ficará mais alta se for menor.

>
> Depois que escrevi essa meleca, como sói acontecer, isso ficou
> transitando entre os dois neurônios, sopesando a frase.
> Então escrevi:
>
> "Esse fato não é tão trivial como pode parecer à primeira vista. É
> preciso levar em conta que, em cada instante, o número de moléculas
> que determina uma ação sobre o peso, por meio dos choques contra a
> parede, é muito pequeno em confronto com o número total de moléculas
> existentes, já que a maioria delas estão se movendo livremente no
> espaço.

Mas a força feita por este pequeno número de moléculas depende da
quantidade de moléculas no recipiente. E as outras não estão se
movendo tão livremente assim.

O mesmo acontece com o ar acima do recipiente:
O choque dos átomos do ar em cima do tampo superior (a força feita por
eles depende da quantidade de ar acima, depende da "pressão
atmosférica"). Um empurra o outro que empurra o outro. Os átomos da
atmosfera não estão tão livres assim. Esta força é transmitida para o
prato pelo corpo do recipiente.

> O peso extra indica, na realidade, a diferença entre as forças de
> pressão aplicadas para baixo (na parede inferior) e para cima (na
> parede superior)."

Acho que isto também está perfeito (para o recipiente cilíndrico) mas
lembrando que a diferença entre as forças na parede INTERNA inferior e
a na parede INTERNA superior depende da quantidade total de moléculas
do gás.

Se no lugar de gás fosse colocado ar na pressão igual a local a
diferença entre a pressão na parede INTERNA inferior e a na superior
seria:

rô * g * h

Onde rô é a densidade do ar
... h a altura do recipiente.

>
> Como conciliar isso e mostrar que o excesso de peso do
> reservatório é exatamente o peso do gás (peso de todas as moléculas,
> inclusive aquelas que não estão bombardeando as paredes)?
>

Você poderia fazer o seguinte:

O peso do gás é

Pgas = rô*g*h*A

= (diferença de pressão) * A

onde A é a área da base do recipiente (ainda imaginando ele cilíndrico)

e h = delta h = h2-h1

"Diferença de pressão" não pode ser desprezada pois o gás está sob a
ação da gravidade.
:-)
:-)

Apesar de meio confuso acho que você vai entender onde eu quis chegar
com esta MSG.



[ ]'s
Hélio










SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Duas coisas importantes .....
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2006 11:08

Olá Hélio,

boa tentativa --- mas, não é o âmago da questão. Continuemos a desenroscar as minhocas ....

Onde vc diz: "O choque dos átomos do ar em cima do tampo superior (a força feita por
eles depende da quantidade de ar acima, depende da "pressão
atmosférica"). Um empurra o outro que empurra o outro. Os átomos da
atmosfera não estão tão livres assim.", há problemas sérios. Mas, antes de re-argumentar, apreciaria que vc lesse:

http://www.feiradeciencias.com.br/sala07/07_T06.asp

Após isso, please, retorne.

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 4 de março de 2006 01:56
Assunto: [ciencialist] Re: Duas coisas importantes .....


--- Em ciencialist Léo escreveu

>
> ...
> 2) Estou escrevendo um artigo para a Sala 07 - Fluidos, com
> título "Os gases sob a ação da gravidade". Tudo corria às mil
> maravilhas até que escrevi a seguinte frase:
>
> "Se preenchermos com um gás um recipiente fechado, encontraremos
> que o peso do mesmo aumentou em relação ao peso do recipiente vazio
> e que, esse excesso de peso, é exatamente o peso do gás encerrado
> dentro do recipiente."

Para mim este texto está bom. Acho que, mesmo sendo gás, podemos
também usar aqui o "Paradoxo Hidrostático".
Encontrei algo sobre o "Paradoxo Hidrostático" no Imperdível:

http://www.feiradeciencias.com.br/sala07/07_37.asp
Mais para o final da página.

Mas isto não explica tudo.

Se o recipiente é rígido, o choque dos átomos na parede INTERNA
determina a força que este conjunto de átomos exercem na parede
INTERNA. Isto, geralmente, é diferente da força que a parede EXTERNA
faz sobre o prato da balança. A força interna só depende da pressão do
gás enquanto a força na balança depende da massa do gás, massa do ar
acima e massa do recipiente. Como se trata de uma balança isto deve
ser comparado com o que está acima do outro prato. Se o outro prato
está "vazio" (só tem atmosfera) e a massa do recipiente é desprezível,
a balança do recipiente ficará mais baixa se a densidade do gás for
maior que a do ar e ficará mais alta se for menor.

>
> Depois que escrevi essa meleca, como sói acontecer, isso ficou
> transitando entre os dois neurônios, sopesando a frase.
> Então escrevi:
>
> "Esse fato não é tão trivial como pode parecer à primeira vista. É
> preciso levar em conta que, em cada instante, o número de moléculas
> que determina uma ação sobre o peso, por meio dos choques contra a
> parede, é muito pequeno em confronto com o número total de moléculas
> existentes, já que a maioria delas estão se movendo livremente no
> espaço.

Mas a força feita por este pequeno número de moléculas depende da
quantidade de moléculas no recipiente. E as outras não estão se
movendo tão livremente assim.

O mesmo acontece com o ar acima do recipiente:
O choque dos átomos do ar em cima do tampo superior (a força feita por
eles depende da quantidade de ar acima, depende da "pressão
atmosférica"). Um empurra o outro que empurra o outro. Os átomos da
atmosfera não estão tão livres assim. Esta força é transmitida para o
prato pelo corpo do recipiente.

> O peso extra indica, na realidade, a diferença entre as forças de
> pressão aplicadas para baixo (na parede inferior) e para cima (na
> parede superior)."

Acho que isto também está perfeito (para o recipiente cilíndrico) mas
lembrando que a diferença entre as forças na parede INTERNA inferior e
a na parede INTERNA superior depende da quantidade total de moléculas
do gás.

Se no lugar de gás fosse colocado ar na pressão igual a local a
diferença entre a pressão na parede INTERNA inferior e a na superior
seria:

rô * g * h

Onde rô é a densidade do ar
... h a altura do recipiente.

>
> Como conciliar isso e mostrar que o excesso de peso do
> reservatório é exatamente o peso do gás (peso de todas as moléculas,
> inclusive aquelas que não estão bombardeando as paredes)?
>

Você poderia fazer o seguinte:

O peso do gás é

Pgas = rô*g*h*A

= (diferença de pressão) * A

onde A é a área da base do recipiente (ainda imaginando ele cilíndrico)

e h = delta h = h2-h1

"Diferença de pressão" não pode ser desprezada pois o gás está sob a
ação da gravidade.
:-)
:-)

Apesar de meio confuso acho que você vai entender onde eu quis chegar
com esta MSG.



[ ]'s
Hélio










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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Por que a água evapora?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/03/2006 11:32

Oi Lucas,

informação:

O Takata escreveu direto para vc (PVT) ou mandou a mensagem para a lista?

Se foi para a lista, não a recebi --- dai a preocupação --- por que não a recebi?!

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Lucas Seixas Rios" <lucas_rios86@yahoo.com.br>
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 4 de março de 2006 00:30
Assunto: [ciencialist] Re: Por que a água evapora?


Valeu Takata. Então o ganho ou perda de estabilidade nas transformações de estado da matéria depende das condições do ambiente, no sentido de que umidade, temperatura e pressão determinam se a água vai evaporar ou se o vapor vai se condensar. Muito justo! Só não entendi o último trecho. Meu livro afirma que o gelo é sempre mais estável que a água líquida. Como mensurar a estabilidade de um sistema?
Você pode ignorar 3 e-mails que lhe foram enviados. Meu computador tá cheio de vírus e ele mandou sozinho as mensagens! é mole?
Abraço

rmtakata <rmtakata@bol.com.br> escreveu:
A agua evapora qdo o ar estah seco. Se o ar estah saturado (umidade
relativa de 100%) a agua nao tende a evaporar. Se o ar estah
hipersaturado, a agua tende a se condensar - vide a formacao de nuvens
e as gotas ao lado de um copo gelado.

A capacidade do ar de reter moleculas de agua depende da temperatura
(e da pressao). Por isso qto mais seco o ar, mais rapidamente uma
superficie umida seca.

Vamos analisar o q. ocorre na superficie liquida. Moleculas de agua
(ou pacotes como lembra o Prof. Leo) se desprendem e se juntam 'a
superficie a uma certa taxa. Digamos q. inicialmente nao ha' nenhuma
molecula de agua no ar acima da superficie. Mais moleculas tendem a se
desprender da supe