SUBJECT: Re: Pesquisa: Newton foi mais importante que Einstein
FROM: "edgueron" <edgueron@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/11/2005 22:46

Caro Manuel,

Críticas à minha elaborada argumentação à parte (a esse tipo de
pesquisa dou-me o direito de economizar minha já rara capacidade
retórica) parece-me que você concorda que Newton foi o mais
importante, ou não?Não entendi, portanto, tamanha energia em sua
discordância dúbia.

Um licenciado em filosofia (que não necessariamante conhece filosofia)
provavelmente concordaria que Newton foi muito mais fundamental à
ciência do que Einstein. Talvez, não seja possível hoje que alguém
tenha o peso de um cientista da época de Newton e Galileu.

A propósito, obviamente Newton não conhecia a geometria riemanniana
porque, antes dela, vem a geometria diferencial que precisa,
naturalmente, do cálculo diferencial desenvolvido (principalmente) por
Newton e Leibniz como você bem diz.

Se tiver dúvidas da firmeza da minha opinião, procure-me daqui a 2000
anos e repetirei: Newton foi mais importante do que Einstein.

Abraço, Eduardo.

> Oi,
>
> Gueron: Não há a mínima dúvida que Newton foi mais importante que
> Einstein.
>
> Manuel: Todo cientista que se preze jamais diria isso. Segundo
> Richard Feynman, "a ciência é a cultura da dúvida" (quem discorda
> disso?). Sua asserção não vale sequer como argumento retórico.
>
> Gueron: Qualquer um que entenda o mínimo de física ou matemática é
> capaz de concordar com isso. Seja a pesquisa feita onde for e quando
> for.
>
> Manuel: Newton, malgrado tenha elaborado o cálculo infinitesimal
> (juntamente com Leibniz), não conheceu a geometria riemanniana, sob a
> qual se baseia a teoria da relatividade, hoje amplamente respaldada
> pelos dados da experiência. Logo, qualquer "licenciado em filosofia"
> que conheça os fundamentos da filosofia da matemática é capaz de
> rechaçar seu argumento.
>
> Não seja tão peremptório em suas afirmações. Tenha sempre em mente
> como as coisas podem ser daqui a mil anos.
>
> []s
> Manuel Bulcão




SUBJECT: Re: Tese de Astrologia na USP
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/11/2005 22:56

Oi Léo e Augusto,

No mesmo ensaio, faço a seguinte crítica à "sociodiâmica" dos
economistas apologistas do livre-mercado:

O PUNHO VISÍVEL DA MÃO INVISÍVEL — Salvo alguns excêntricos anarco-
capitalistas – que propugnam a mercantilização de todos os serviços
estatais, inclusive os da segurança e justiça – os apologistas das
leis "biofísicas" do laissez-faire não defendem, entretanto, a
eliminação total do Estado, mas tão-somente a sua minimização, a sua
conversão em Estado meramente "guardião".

Ocorre que, ao se admitir a necessidade de um Estado "mínimo", isto
é, de um controle exercido "a partir de cima" com o fim de
salvaguardar a liberdade dos sujeitos econômicos, o cumprimento dos
contratos mercantis etc., então se deve reconhecer, também, que as
leis "naturais" do mercado não operam "naturalmente"; que, ao
contrário, sua plena operacionalidade depende de fatores "culturais",
ou seja, é ela "determinada", em última instância, por leis jurídicas
ou morais marcadas pela subjetividade. Significa dizer, enfim, que as
leis do mercado não são tão naturais como muitos pensam.

Assim como o gás de uma máquina a vapor, para produzir os efeitos
esperados (cientificamente previstos), tem que estar confinado num
aparelho "criado pelo homem", algo semelhante se pode dizer sobre as
leis do mercado capitalista: que são naturais – processam-se
naturalmente – somente no interior de um laboratório, isto é, dentro
dos marcos de um ambiente cultural humano constituído de valores,
tabus, imperativos morais, normas jurídicas etc. Fora disso, viram
fumaça.

O Estado mínimo, portanto, com suas leis do dever-ser elaboradas por
uma plêiade de silvícolas, seria o instrumento par excellence de
promoção e manutenção desse ambiente cultural – dessa
condição "artificial" – sem o qual não pode haver "fisiocracia", ou
seja, o governo da natureza. Dessa sentença infere-se que, mesmo nas
sociedades humanas complexas presididas, em larga medida, por leis
estatísticas objetivas (que atuam ao largo da vontade dos indivíduos,
como sói ser a lei da oferta e da procura), o sistema de normas
morais e jurídicas permanece ocupando uma posição prioritária, pois
que é ele ontologicamente anterior.

Aliás, podemos definir o conjunto do mercado como uma massa de
contratos mercantis. Ora, o contrato, seja tácito ou explícito, é uma
lei do dever-ser aplicada a um caso concreto e que determina: o
comprador x "deve" pagar ao vendedor y a quantia equivalente a n
reais e na forma f aceita por ambos os contratantes. Nesta condição,
o contrato é uma relação que se estabelece entre indivíduos que
possuem a "faculdade de prometer" – faculdade esta que, segundo
Nietzsche, é o objetivo seletivo da cultura – e que, por isso mesmo,
orientam-se por um dever-ser fundamental, a saber: "cumpra o que
prometeu independentemente dos benefícios ou prejuízos que sua
promessa lhe possa trazer".

Diga-se, ainda, a respeito do Estado mínimo decantado pelos
liberistas, que ele tende a ser "máximo" no que diz respeito às suas
instituições policiais e militares; pois, muito freqüentemente, é
necessário impor a uma população que não entende nada de ciência – e
por meio de uma mão despótica nada invisível, diga-se – as
leis "naturais" da economia mercantil-capitalista; como o fez
Pinochet no Chile na década de 70 do Século XX, massacre que recebeu
o total endosso do "libertário" de direita Milton Friedman. Aliás, é
de M. Friedman a afirmação de que "a mão invisível do mercado só
funciona tendo um punho visível". O seu apoio ao tirano chileno deixa
claro que, em sua opinião, o punho tem que ser forte.

Realmente, o Estado mínimo, além de salvaguardar o horror econômico
do dia-a-dia, também é pródigo na promoção do horror político e em
demonstrar que não há incompatibilidade nenhuma entre liberalismo
econômico e autoritarismo. Contra a China, e pelo livre comércio do
ópio, o Estado monárquico imperial – e liberal – inglês travou e
venceu duas guerras, a segunda em aliança com o Estado cesarista
francês de Napoleão III. Ora, a guerra, segundo o general prussiano
Von Clausewitz, não é outra coisa senão "a continuação da política
por outros meios". Esse mesmo Estado mínimo manifestou extremo
autoritarismo quando decidiu estabelecer, em suas colônias africanas,
uma economia monetária. Nesse processo, o Estado pretensamente tutor
da propriedade privada e da liberdade individual promoveu o inverso
de tudo isso: desapropriou e enclausurou em currais populações
inteiras de nativos, como que preludiando o método estalinista de
tratar a questão das nacionalidades e etnias rebeldes.

[]s
Manuel Bulcão
___________________
> AS LEIS ESTATÍSTICAS DA SOCIODINÂMICA — Antes disso, os economistas
> do livre-mercado receberam influências de uma parte da física que,
em
> seus primeiros e largos passos, acompanhou (e contribuiu com) o
> desenvolvimento das máquinas a vapor, cuja invenção ensejou a
> Revolução Industrial na Inglaterra. Ora, essas disciplinas – a
> termodinâmica, a física estatística – lidam com recipientes
contendo
> gazes, isto é, com sistemas físicos constituídos por milhões de
> partículas que se comportam de forma independente; uma idéia,
> portanto, que se adequa perfeitamente à concepção "atomística" do
> indivíduo professada por muitos desses economistas — o Homo
> œconomicus como uma mônada, ou melhor, como um átomo isolado (ou
> então como chefe de uma família nuclear: uma molécula) que se
> comporta livre (num ziguezague muitas vezes errático) e
> egoisticamente.
>
> Esses ideólogos do capitalismo também detectaram uma forte analogia
> entre o princípio econômico que enuncia "o capital flui para
setores
> da economia em que a lucratividade é maior" e a lei geral da
> termodinâmica segundo a qual "o calor flui das regiões quentes para
> as regiões frias". Ademais, a termodinâmica também afirma que os
> comportamentos "livres" de todas as partículas microscópicas
> produzem, como efeito macroscópico, um movimento "previsível" e
> tendente a uma configuração de equilíbrio. Ora, é patente a
> semelhança entre este enunciado físico e a ilação de Adam Smith
> segundo a qual "a resultante do comportamento egoístico de todos os
> sujeitos econômicos, longe de traduzir-se em caos social, configura
> uma situação de harmonia geral onde todos recebem o seu justo
> quinhão".
>
> Tomando essas analogias como premissas, os economistas então
> concluíram que, de fato, como dissera Comte, as leis que regem a
> sociedade humana são leis naturais, físicas, objetivas e que
> transcendem a vontade dos indivíduos. Acrescentaram, no entanto,
que
> as leis sociais são "isomórficas" não em relação às da Mecânica de
> Newton, mas às leis estatísticas da Termodinâmica: leis
> probabilísticas que agem numa massa de fenômenos e cujo grau de
> precisão de suas previsões é diretamente proporcional à grandeza da
> massa.
>
> []s
> Manuel Bulcão




SUBJECT: leis juridicas são leis físicas
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/11/2005 23:10

Oi,

E quem disse que leis jurídicas não são leis físicas?

Assim como, do ponto de vista da biotecnologia, podemos definir uma
galinha de granja como um "sistema de conversão de proteína vegetal em
proteína animal" (pobre ave!), também podemos, valendo-nos do jargão da
Física, conceituar as normas do dever-ser como "leis físicas variáveis
que regem os sistemas físicos retroalimentadores constituídos por
subsistemas físicos dinâmicos não-lineares volitivos".

[]s
Manuel Bulcão




SUBJECT: Re: [ciencialist] Tese de Astrologia na USP
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2005 08:19

Muito oportunamente Álvaro aponta:
"O problema reside exatamente nas condições de contorno. No caso da psicohistória elas seriam altamente mutáveis. Como prevê-las?"

Aplica-se o "princípio da substituição", largamente empregado na física (porém não devidamente 'alertado' como deveria ser). Na fronteira realmente não acontece aquilo que a teoria geral almeja mas, em média, dentro do brutal número de elementos envolvidos no processo, a teoria se mantém.
A molécula de um gás confinado bate na parede do recipiente que o encerra e reflete-se obediente à lei da reflexão; o componente normal da velocidade incidente inverte de sentido dando ao momento resultante o valor 2mv e o componente tangencial da velocidade incidente não é afetado. É o que se espera na teoria cinética, por exemplo.
Obviamente, no mundo das moléculas, aquele parede onde ela incidiu não é aquela coisa rígida e lisinha do mundo macroscópico, a parede do recipiente é aquela coisa mais esburacada ainda do que a cena vista por um microscópio eletrônico. A lei da reflexão ali não funciona, a velocidade de retorno da molécula após "colisão" (realmente nem mesmo colisão física existe!) não faz com a normal o mesmo ângulo da incidência ... MAS ... naquela multidão (6.10^23/cm^3) que se choca com a parede no mesmo instante, há aquela molécula refletida, que a teoria prevê para a nossa molécula incidente --- aplica-se o princípio da substituição! Em toda a mecânica estatística o "princípio da substituição" (em geral, nunca alertado) é solicitado no momento oportuno.

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================

-----Mensagem Original-----
De: "Alvaro Augusto" <alvaro@daelt.sh06.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 26 de novembro de 2005 19:17
Assunto: Re: [ciencialist] Tese de Astrologia na USP


Mesmo que existisse o Império Galáctico (curiosamente, composto apenas por
humanos e robôs), mesmo que existisse a psicohistória, esta ciência
padeceria de um grande mal. A teoria cinética, ou melhor, a mecânica
estatística, dadas as condições de contorno, consegue prever o comportamento
de gases a partir do comportamento microscópico dos átomos e moléculas. O
problema reside exatamente nas condições de contorno. No caso da
psicohistória elas seriam altamente mutáveis. Como prevê-las?

Apesar disso, já existe um ramo da economia (ou da física?) que pretende ser
a bisavó da psicohistória: a econofísica. Basicamente, trata-se de uma área
criada por físicos que encontraram emprego no mercado financeiro. Mais
detalhes em http://www.econophysics.org/

[ ]s

Alvaro Augusto




----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, November 26, 2005 5:23 PM
Subject: Re: [ciencialist] Tese de Astrologia na USP


O único 'método científico' que funciona para as ciências humanas é a
'psicohistória do bom doutor', baseada totalmente na teoria cinética dos
gases.
Cada indivíduo (assim com as moléculas) têm seu livre arbítrio, seu próprio
comportamento (sua própria velocidade) etc., mas na totalidade (população
enorme) obedecem à leis simples (tais como os gases, vistos pelo aspecto
macroscópico, - lei de Boyle-Mariote, Gay-Lussac- Amagat etc.). Com a
psicohistória é possível um controle total da humanidade (a população deve
ser enorme para que as leis funcionem --- daí a necessidade do Império
Galáctico posto por Asimov).

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 26 de novembro de 2005 13:57
Assunto: [ciencialist] Tese de Astrologia na USP


At 13:54 26/11/2005, you wrote:

>"Em Filosofia do Direito já seria possível
>escrever muito, sobre Ciências Jurídicas.
>Ou não ?" [LER]
>
>E quem vai 'julgar' esse escrito? Um físico? Um
>juiz de direito? Um servente de pedreiro?(sem
>pejorativismo --- os jargões do servente e suas
>técnicas para construção civil são desconhecidas para o estudante de
>direito).
>Por outro lado (isso até parece um
>paralelepípedo!), como o autor do escrito em
>filosofia do direito vai escrever alguma coisa
>sem citar 'palavras das autoridades'? Já imaginou?
>
>Então, resposta: não.
>
>[]'


Durkheim tentou construir respostas pra isso,
buscando a construção de um "método científico" para as ciencias ditas
humanas.

Não deu certo.

Mas acho que você poderia dar uma lida nisso.
E, depois, no resto.
Comece por aí.
Vai dar um certo verniz aí na tua Lei de Newton.

Abraço,

L.E.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tese de Astrologia na USP
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2005 09:12

Oi Manuel,

assim que esse 'ensaio' estiver pronto e impresso E VC NÃO ME ENVIAR UMA CÓPIA, vc será amaldiçoado e queimara no eterno fogo do inferno.
Estou gostando muito, até estou achando que foi um desperdício vc se imiscuir com advocacia e filosofia ... vc deveria ser físico!

PS: No parágrafo:

"Assim como o gás de uma máquina a vapor, para produzir os efeitos
esperados (cientificamente previstos), tem que estar confinado num
aparelho "criado pelo homem .......",

Na máquina a vapor não tem 'gás' é só vapor mesmo ... e é saturante, muito afastado da condição de gás. Troque gás por vapor.
Gás d'água só lá pelos 3 000ºC!

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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De: "Manuel Bulcão" <manuelbulcao@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 26 de novembro de 2005 22:56
Assunto: [ciencialist] Re: Tese de Astrologia na USP


Oi Léo e Augusto,

No mesmo ensaio, faço a seguinte crítica à "sociodiâmica" dos
economistas apologistas do livre-mercado:

O PUNHO VISÍVEL DA MÃO INVISÍVEL - Salvo alguns excêntricos anarco-
capitalistas - que propugnam a mercantilização de todos os serviços
estatais, inclusive os da segurança e justiça - os apologistas das
leis "biofísicas" do laissez-faire não defendem, entretanto, a
eliminação total do Estado, mas tão-somente a sua minimização, a sua
conversão em Estado meramente "guardião".

Ocorre que, ao se admitir a necessidade de um Estado "mínimo", isto
é, de um controle exercido "a partir de cima" com o fim de
salvaguardar a liberdade dos sujeitos econômicos, o cumprimento dos
contratos mercantis etc., então se deve reconhecer, também, que as
leis "naturais" do mercado não operam "naturalmente"; que, ao
contrário, sua plena operacionalidade depende de fatores "culturais",
ou seja, é ela "determinada", em última instância, por leis jurídicas
ou morais marcadas pela subjetividade. Significa dizer, enfim, que as
leis do mercado não são tão naturais como muitos pensam.

Assim como o gás de uma máquina a vapor, para produzir os efeitos
esperados (cientificamente previstos), tem que estar confinado num
aparelho "criado pelo homem", algo semelhante se pode dizer sobre as
leis do mercado capitalista: que são naturais - processam-se
naturalmente - somente no interior de um laboratório, isto é, dentro
dos marcos de um ambiente cultural humano constituído de valores,
tabus, imperativos morais, normas jurídicas etc. Fora disso, viram
fumaça.

O Estado mínimo, portanto, com suas leis do dever-ser elaboradas por
uma plêiade de silvícolas, seria o instrumento par excellence de
promoção e manutenção desse ambiente cultural - dessa
condição "artificial" - sem o qual não pode haver "fisiocracia", ou
seja, o governo da natureza. Dessa sentença infere-se que, mesmo nas
sociedades humanas complexas presididas, em larga medida, por leis
estatísticas objetivas (que atuam ao largo da vontade dos indivíduos,
como sói ser a lei da oferta e da procura), o sistema de normas
morais e jurídicas permanece ocupando uma posição prioritária, pois
que é ele ontologicamente anterior.

Aliás, podemos definir o conjunto do mercado como uma massa de
contratos mercantis. Ora, o contrato, seja tácito ou explícito, é uma
lei do dever-ser aplicada a um caso concreto e que determina: o
comprador x "deve" pagar ao vendedor y a quantia equivalente a n
reais e na forma f aceita por ambos os contratantes. Nesta condição,
o contrato é uma relação que se estabelece entre indivíduos que
possuem a "faculdade de prometer" - faculdade esta que, segundo
Nietzsche, é o objetivo seletivo da cultura - e que, por isso mesmo,
orientam-se por um dever-ser fundamental, a saber: "cumpra o que
prometeu independentemente dos benefícios ou prejuízos que sua
promessa lhe possa trazer".

Diga-se, ainda, a respeito do Estado mínimo decantado pelos
liberistas, que ele tende a ser "máximo" no que diz respeito às suas
instituições policiais e militares; pois, muito freqüentemente, é
necessário impor a uma população que não entende nada de ciência - e
por meio de uma mão despótica nada invisível, diga-se - as
leis "naturais" da economia mercantil-capitalista; como o fez
Pinochet no Chile na década de 70 do Século XX, massacre que recebeu
o total endosso do "libertário" de direita Milton Friedman. Aliás, é
de M. Friedman a afirmação de que "a mão invisível do mercado só
funciona tendo um punho visível". O seu apoio ao tirano chileno deixa
claro que, em sua opinião, o punho tem que ser forte.

Realmente, o Estado mínimo, além de salvaguardar o horror econômico
do dia-a-dia, também é pródigo na promoção do horror político e em
demonstrar que não há incompatibilidade nenhuma entre liberalismo
econômico e autoritarismo. Contra a China, e pelo livre comércio do
ópio, o Estado monárquico imperial - e liberal - inglês travou e
venceu duas guerras, a segunda em aliança com o Estado cesarista
francês de Napoleão III. Ora, a guerra, segundo o general prussiano
Von Clausewitz, não é outra coisa senão "a continuação da política
por outros meios". Esse mesmo Estado mínimo manifestou extremo
autoritarismo quando decidiu estabelecer, em suas colônias africanas,
uma economia monetária. Nesse processo, o Estado pretensamente tutor
da propriedade privada e da liberdade individual promoveu o inverso
de tudo isso: desapropriou e enclausurou em currais populações
inteiras de nativos, como que preludiando o método estalinista de
tratar a questão das nacionalidades e etnias rebeldes.

[]s
Manuel Bulcão
___________________
> AS LEIS ESTATÍSTICAS DA SOCIODINÂMICA - Antes disso, os economistas
> do livre-mercado receberam influências de uma parte da física que,
em
> seus primeiros e largos passos, acompanhou (e contribuiu com) o
> desenvolvimento das máquinas a vapor, cuja invenção ensejou a
> Revolução Industrial na Inglaterra. Ora, essas disciplinas - a
> termodinâmica, a física estatística - lidam com recipientes
contendo
> gazes, isto é, com sistemas físicos constituídos por milhões de
> partículas que se comportam de forma independente; uma idéia,
> portanto, que se adequa perfeitamente à concepção "atomística" do
> indivíduo professada por muitos desses economistas - o Homo
> oconomicus como uma mônada, ou melhor, como um átomo isolado (ou
> então como chefe de uma família nuclear: uma molécula) que se
> comporta livre (num ziguezague muitas vezes errático) e
> egoisticamente.
>
> Esses ideólogos do capitalismo também detectaram uma forte analogia
> entre o princípio econômico que enuncia "o capital flui para
setores
> da economia em que a lucratividade é maior" e a lei geral da
> termodinâmica segundo a qual "o calor flui das regiões quentes para
> as regiões frias". Ademais, a termodinâmica também afirma que os
> comportamentos "livres" de todas as partículas microscópicas
> produzem, como efeito macroscópico, um movimento "previsível" e
> tendente a uma configuração de equilíbrio. Ora, é patente a
> semelhança entre este enunciado físico e a ilação de Adam Smith
> segundo a qual "a resultante do comportamento egoístico de todos os
> sujeitos econômicos, longe de traduzir-se em caos social, configura
> uma situação de harmonia geral onde todos recebem o seu justo
> quinhão".
>
> Tomando essas analogias como premissas, os economistas então
> concluíram que, de fato, como dissera Comte, as leis que regem a
> sociedade humana são leis naturais, físicas, objetivas e que
> transcendem a vontade dos indivíduos. Acrescentaram, no entanto,
que
> as leis sociais são "isomórficas" não em relação às da Mecânica de
> Newton, mas às leis estatísticas da Termodinâmica: leis
> probabilísticas que agem numa massa de fenômenos e cujo grau de
> precisão de suas previsões é diretamente proporcional à grandeza da
> massa.
>
> []s
> Manuel Bulcão




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SUBJECT: Re: [ciencialist] leis juridicas são leis físicas
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2005 09:26

Bulcão:
"E quem disse que leis jurídicas não são leis físicas?"

Eus! Ou seja, eu e outros.

Lei física é relação invariável entre qualidades e/ou quantidades nos fenômenos físicos. É descrição sumaria, simbólica, de um fenômeno ou processo. É descrição exata da interdependência entre fatos científicos, em campo limitado de fenômenos. Não explica, só constata, portanto descreve.
Sempre que possível, é representada mediante relação matemática entre símbolos que representam grandezas físicas. Grandeza física tem significado físico, número de medida e unidade de medida. Toda grandeza física é concebida como resultado de operações bem definidas (medições), em laboratório.
A verdade científica geral se exprime em leis. As leis físicas são de três modalidades: leis básicas ou princípios; leis experimentais ou empíricas; leis racionais ou teoremas.

Verdade científica, expressa em leis, não é o mesmo que 'verdade legal', baseada em 'fatos preparados' e 'textos emocionais para interpretação' (chamados de leis, no jargão jurídico); verdade científica é veracidade experimental, não subjetiva, não emocional.

Ciência não é democrática, é a versão humana da Natureza --- é o melhor que temos!.

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Manuel Bulcão" <manuelbulcao@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 26 de novembro de 2005 23:10
Assunto: [ciencialist] leis juridicas são leis físicas


Oi,

E quem disse que leis jurídicas não são leis físicas?

Assim como, do ponto de vista da biotecnologia, podemos definir uma
galinha de granja como um "sistema de conversão de proteína vegetal em
proteína animal" (pobre ave!), também podemos, valendo-nos do jargão da
Física, conceituar as normas do dever-ser como "leis físicas variáveis
que regem os sistemas físicos retroalimentadores constituídos por
subsistemas físicos dinâmicos não-lineares volitivos".

[]s
Manuel Bulcão




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SUBJECT: Re: Tese de Astrologia na USP
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/11/2005 11:48

Olá Léo,

Léo: Estou gostando muito, até estou achando que foi um desperdício vc
se imiscuir com advocacia e filosofia ... vc deveria ser físico!

Manuel: É o que todo mundo diz por aqui! :-)

Léo: Na máquina a vapor não tem 'gás' é só vapor mesmo ... e é
saturante, muito afastado da condição de gás. Troque gás por vapor.
Gás d'água só lá pelos 3 000ºC!

Manuel: Obrigado pela correção. Quando terminar o ensaio, mandar-lhe-ei
uma cópia. Gostou da mesóclise? :-)

Um abraço,
Manuel Bulcão






SUBJECT: Re: leis juridicas são leis físicas
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/11/2005 11:55

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Bulcão:
> "E quem disse que leis jurídicas não são leis físicas?"
>
> Eus! Ou seja, eu e outros.

Manuel: Eu estava só brincando. Mas a definição "física" de indivíduo
humano que apresentei, "subsistema dinâmico não-linear volitivo",
esta eu tirei de uma revista de divulgação científica antiga, da
década de 80 do séc. XX. Achei interessante.

Abraços,
Manuel Bulcão

___________________
>
> Lei física é relação invariável entre qualidades e/ou quantidades
nos fenômenos físicos. É descrição sumaria, simbólica, de um fenômeno
ou processo. É descrição exata da interdependência entre fatos
científicos, em campo limitado de fenômenos. Não explica, só
constata, portanto descreve.
> Sempre que possível, é representada mediante relação matemática
entre símbolos que representam grandezas físicas. Grandeza física tem
significado físico, número de medida e unidade de medida. Toda
grandeza física é concebida como resultado de operações bem definidas
(medições), em laboratório.
> A verdade científica geral se exprime em leis. As leis físicas são
de três modalidades: leis básicas ou princípios; leis experimentais
ou empíricas; leis racionais ou teoremas.
>
> Verdade científica, expressa em leis, não é o mesmo que 'verdade
legal', baseada em 'fatos preparados' e 'textos emocionais para
interpretação' (chamados de leis, no jargão jurídico); verdade
científica é veracidade experimental, não subjetiva, não emocional.
>
> Ciência não é democrática, é a versão humana da Natureza --- é o
melhor que temos!.
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "Manuel Bulcão" <manuelbulcao@u...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: sábado, 26 de novembro de 2005 23:10
> Assunto: [ciencialist] leis juridicas são leis físicas
>
>
> Oi,
>
> E quem disse que leis jurídicas não são leis físicas?
>
> Assim como, do ponto de vista da biotecnologia, podemos definir uma
> galinha de granja como um "sistema de conversão de proteína vegetal
em
> proteína animal" (pobre ave!), também podemos, valendo-nos do
jargão da
> Física, conceituar as normas do dever-ser como "leis físicas
variáveis
> que regem os sistemas físicos retroalimentadores constituídos por
> subsistemas físicos dinâmicos não-lineares volitivos".
>
> []s
> Manuel Bulcão
>
>
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> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: leis juridicas são leis físicas
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2005 12:24

Essa eu não comentei por não saber o que é "volitivo". Ignorância!

Divagando:
Ignorância é típico do ser humano, aliás, é de nascença. Todo mundo nasce ignorante, respira, oxida e morre. Nessa fase intermediária, durante o respira e oxida, alguns desenvolvem seus cérebros, outros usam chapéu, outros defumam ambientes para eliminar as energias negativas, alguns tornam-se advogados --- esses, são os únicos que não aproveitam a fase intermediária.
Fim da divagação.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Manuel Bulcão" <manuelbulcao@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 27 de novembro de 2005 11:55
Assunto: [ciencialist] Re: leis juridicas são leis físicas


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Bulcão:
> "E quem disse que leis jurídicas não são leis físicas?"
>
> Eus! Ou seja, eu e outros.

Manuel: Eu estava só brincando. Mas a definição "física" de indivíduo
humano que apresentei, "subsistema dinâmico não-linear volitivo",
esta eu tirei de uma revista de divulgação científica antiga, da
década de 80 do séc. XX. Achei interessante.

Abraços,
Manuel Bulcão

___________________
>
> Lei física é relação invariável entre qualidades e/ou quantidades
nos fenômenos físicos. É descrição sumaria, simbólica, de um fenômeno
ou processo. É descrição exata da interdependência entre fatos
científicos, em campo limitado de fenômenos. Não explica, só
constata, portanto descreve.
> Sempre que possível, é representada mediante relação matemática
entre símbolos que representam grandezas físicas. Grandeza física tem
significado físico, número de medida e unidade de medida. Toda
grandeza física é concebida como resultado de operações bem definidas
(medições), em laboratório.
> A verdade científica geral se exprime em leis. As leis físicas são
de três modalidades: leis básicas ou princípios; leis experimentais
ou empíricas; leis racionais ou teoremas.
>
> Verdade científica, expressa em leis, não é o mesmo que 'verdade
legal', baseada em 'fatos preparados' e 'textos emocionais para
interpretação' (chamados de leis, no jargão jurídico); verdade
científica é veracidade experimental, não subjetiva, não emocional.
>
> Ciência não é democrática, é a versão humana da Natureza --- é o
melhor que temos!.
>
> []'
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
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> De: "Manuel Bulcão" <manuelbulcao@u...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: sábado, 26 de novembro de 2005 23:10
> Assunto: [ciencialist] leis juridicas são leis físicas
>
>
> Oi,
>
> E quem disse que leis jurídicas não são leis físicas?
>
> Assim como, do ponto de vista da biotecnologia, podemos definir uma
> galinha de granja como um "sistema de conversão de proteína vegetal
em
> proteína animal" (pobre ave!), também podemos, valendo-nos do
jargão da
> Física, conceituar as normas do dever-ser como "leis físicas
variáveis
> que regem os sistemas físicos retroalimentadores constituídos por
> subsistemas físicos dinâmicos não-lineares volitivos".
>
> []s
> Manuel Bulcão
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SUBJECT: Fw: Magnetone
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2005 13:17

-----Mensagem Original-----
De: "magnetone" <magnetone@ig.com.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: sábado, 26 de novembro de 2005 16:49
Assunto: Magnetone

Eu, Domenico Riccio;

Sou pesquisador em R. A., e com uma vasta experiência em pesquisas sobre as ondas eletromagnéticas, inventei o MAGNETONE. Este aparelho é gerador de campos eletromagnéticos que reativa a ordem genética do tecido celular e reproduz anticorpos. Este aparelho funciona como um simples banho de luz, gerando energia que restabelece a ordem genética das células alteradas por algumas doenças.
Entretanto, espero conseguir uma cooperação de qualquer instituição que possa viabilizar a utilização deste aparelho. Gostaria de uma orientação para que eu possa colocar meu invento a disposição da medicina brasileira.
Para saber mais do aparelho, consulte o site : www.magnetone.net
Obrigado e espero sua resposta.


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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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SUBJECT: Fw: Luciane
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2005 13:21

Novamente estou apinhado de e-mails ........

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: simone negri
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: sábado, 26 de novembro de 2005 19:11
Assunto: Luciane


Bom dia . Sou Luciane
A Profª de meu filho pediu para que ele tire a energia da pilha e passe para lampada. só que ele não sabe nem explicar como fazer isso. será que vc pode me ajudar.
atenciosamente
Luciane
lunegrip@hotmail.com


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: OBRIGADO PELA SUA PAGINA
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2005 13:21

É isso ai!
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: Ione Pais
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: sexta-feira, 14 de março de 2003 14:19
Assunto: OBRIGADO PELA SUA PAGINA


QUERO AGRADECER A CONTRIBUIÇÃO QUE MEU FILHO TEVE DE SUA PAGINA. HAVIA GRANDE DIFICULDADE PARA ELE ENTENDER COMO FUNCIONAVAM RESISTORES,CAPACITORES ETC..
ATRAVES DA SUA PAGINA ELE SOZINHO CONSEGUIU ENTENDER OS PRECEITOS DA ELETRONICA COMO TAMBEM TIRAR UM 9,7 NOTA QUE O PROFESSOR DELE ME DISSE : OU FOI COLA OU ESTE PROFESSOR COM QUE ELE ESTUDOU É MUITO BOM..
OBRIGADO POR TUDO......


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: Transformação
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2005 13:22

Alquimistas apareçam .......

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "isac sena" <isacsena@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: sábado, 26 de novembro de 2005 21:57
Assunto: Transformação


| Caro Professor,
|
| Gostaria de lhe parabenizar pelo seu trabalho no site, dado a clareza de
| seu artigos.
| Neste e-mail gostaria de obter informações a respeito de como tranformar
| barra de ferro em mola de aço.
| Trabalho com fabricação de carroças e tenho dificuldades em adquirir
| molas de aço para as mesmas.
|
| Por favor responda também para isacsena@hotmail.com
|
| Atenciosamente Afonso de Sena.
|
| _________________________________________________________________
| MSN Messenger: converse online com seus amigos .
| http://messenger.msn.com.br
|
|
|
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|
|


SUBJECT: Fw: porcentagem de HCL
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2005 13:25

Alquimisssstaaaasssss!
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "evaldovitor" <evaldovitor@ig.com.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: domingo, 27 de novembro de 2005 07:22
Assunto: porcentagem de HCL


Olá, amigo gostaria de saber como se calcula uma concentração de HCL a 10%
pois nos livros nao especifica se é peso por volume ou peso por peso. Se
puder esclarecer minha dúvida ficarei muito grato,
meu nome é Evaldo Vitor





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SUBJECT: Fw: experimento de física
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2005 13:26

mais helps .... hoje passou de 150 e-mails .....

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "thiago toledo" <thiagotoledo98@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: domingo, 27 de novembro de 2005 10:00
Assunto: experimento de física


| professor hoje, dia 27/11 estava fazendo uma pesquisa, na qual vou ter uma
| feira de ciências terça feira, e dei uma olhada em um emperimento em que o
| Sr., domontrava que com a folha de alumínio izolava as ondas...e segue o
| link http://www.feiradeciencias.com.br/sala11/11_47.asp mas eu estive
| conversando com um pai de amigo meu e ele disse que isso só ocorria antes,
| pois hoje os aparelhos são muito mais modernos e isso não acontece mais e eu
| tinha citado tmb um celular em vez do rádio, e ele disse que seria pior
| ainda!!!e eu queria saber se ele está certo?!!!!só mais uma coisa, os
| radares que interceptam aviões usam essas "ondas eletromagnéticas" ?e que
| quento mais polido for a fuselagem da aeronava mais nítida a imagem no
| radar?obrigado desde já!!!!
|
|
|
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|
|


SUBJECT: Fw: curiosidade em relação às espumas
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/11/2005 13:30

E mais essa ........

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: <r.toscano@globo.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: domingo, 27 de novembro de 2005 12:04
Assunto: curiosidade em relação às espumas


Professor,me chamo Carlos,sou um fiel leitor do site feira de ciencias.
Passando por fluidostática, tive a seguinte curiosidade: em que condições
a espuma permanece o máximo tempo possível?e quais fatores abióticos influenciam
na diminuição de sua altura?



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SUBJECT: Re: Fw: experimento de física
FROM: "profjc2003" <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2005 01:41

Como você recebe R$ 10,00 por e-mail lido isso significa um salário de
R$ 45.000,00 mensais. Puxa, você está rico Léo!

Abraços,
Prof. JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> mais helps .... hoje passou de 150 e-mails .....
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "thiago toledo" <thiagotoledo98@h...>
> Para: <leobarretos@u...>
> Enviada em: domingo, 27 de novembro de 2005 10:00
> Assunto: experimento de física
>
>
> | professor hoje, dia 27/11 estava fazendo uma pesquisa, na qual vou
ter uma
> | feira de ciências terça feira, e dei uma olhada em um emperimento
em que o
> | Sr., domontrava que com a folha de alumínio izolava as ondas...e
segue o
> | link http://www.feiradeciencias.com.br/sala11/11_47.asp mas eu estive
> | conversando com um pai de amigo meu e ele disse que isso só
ocorria antes,
> | pois hoje os aparelhos são muito mais modernos e isso não acontece
mais e eu
> | tinha citado tmb um celular em vez do rádio, e ele disse que seria
pior
> | ainda!!!e eu queria saber se ele está certo?!!!!só mais uma coisa, os
> | radares que interceptam aviões usam essas "ondas eletromagnéticas"
?e que
> | quento mais polido for a fuselagem da aeronava mais nítida a
imagem no
> | radar?obrigado desde já!!!!
> |
> |
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25/11/2005
> |
> |





SUBJECT: Re: Fw: experimento de física
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2005 08:39

Dependendo da configuracao e das ondas, o aluminio pode ajudar a
amplificar as ondas.

http://people.csail.mit.edu/rahimi/helmet/
[Talvez concorra ao premio igNobel]

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> mais helps .... hoje passou de 150 e-mails .....
>
> []'
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
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> De: "thiago toledo" <thiagotoledo98@h...>
> Para: <leobarretos@u...>
> Enviada em: domingo, 27 de novembro de 2005 10:00
> Assunto: experimento de física
>
>
> | professor hoje, dia 27/11 estava fazendo uma pesquisa, na qual vou
ter uma
> | feira de ciências terça feira, e dei uma olhada em um emperimento
em que o
> | Sr., domontrava que com a folha de alumínio izolava as ondas...e
segue o
> | link http://www.feiradeciencias.com.br/sala11/11_47.asp mas eu estive
> | conversando com um pai de amigo meu e ele disse que isso só
ocorria antes,
> | pois hoje os aparelhos são muito mais modernos e isso não acontece
mais e eu
> | tinha citado tmb um celular em vez do rádio, e ele disse que seria
pior
> | ainda!!!e eu queria saber se ele está certo?!!!!só mais uma coisa, os
> | radares que interceptam aviões usam essas "ondas eletromagnéticas"
?e que
> | quento mais polido for a fuselagem da aeronava mais nítida a
imagem no
> | radar?obrigado desde já!!!!
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25/11/2005
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SUBJECT: Re: [ciencialist] TQG - O NOVO ESPAÇO TEMPO
FROM: Joao Bonomo <joao.bonomo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2005 09:04

Prezado Guthmann,

Poderia explicar melhor essa anomalia:

> Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de 5,99.10-9
> Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que estes
> possam ser sintonizados.

Abraços a todos,

João R. Bonomo


Em 25/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@uol.com.br> escreveu:
> Estimados colegas:
>
> O número de evidências a favor da tqg não para de crescer, nos
> últimos dias, coloquei no site da TQG a mais contundente das provas,
> o cálculo, pelo modelo gravitacional da TQG, das anomalias
> gravitacionais das sondas espaciais.
>
> Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de 5,99.10-9
> Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que estes
> possam ser sintonizados.
>
> No início deste ano fui desafiado a encontrar através da TQG uma
> resposta matemática razoável que explicasse esta anomalia. Pela
> física tradicional, na melhor das hipóteses, o fator de ajuste não
> poderia exceder algo em torno de 10-15 Hz/s.
>
> Pela TQG ficou em 5,19.10-9 Hz/s.
>
> A incrível precisão alcançada pela TQG, a qual, não deixa mais
> duvidadas a respeito deste novo modelo de espaço-tempo, esta
> deixando inúmeros físicos, muitos dos quais não acreditavam ou
> ignoravam a TQG, de cabelos em pé.
>
> Rolf guthmann
>
> http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
>
>
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>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tese de Astrologia na USP
FROM: "Sergio Navega" <snavega@attglobal.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2005 10:36

Em 25/11/05, Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br> escreveu:
>
> Oi,
>
> Sergio: Argumentação sólida não depende do grau de educação da pessoa
> que profere. Um bêbado na sarjeta pode argumentar melhor do que um
> Prêmio Nobel (por favor, não vá me comparar com o bêbado ;-).
>
> Manuel: Obrigado, Sergio Navega. Sua afirmação soergueu minha auto-
> estima. Ic!
>
> Li a resenha que o Colucci escreveu sobre o seu livro no Observatório
> da Imprensa, o que me deixou louco para lê-lo. Infelizmente, aqui no
> arraial (Fortaleza - CE), seu livro não chegou. Deu uma de balé
> bolshoi, cujas incursões só vão até Recife, como se essa cidade fosse
> a fronteira da civilização (Manuel Bulcão, o bárbaro!). Ou então não
> o procurei com o devido empenho.
>
> Como o obtenho?
>
> Um abraço,
> Manuel Bulcão
> PS: Também estou publicando um livro, uma coletânea de 19 ensaios
> prefaciada pelo Colucci, "o vigarista de Boston" (epiteto bolado por
> Olavo de Carvalho, o "piolho de Torquemada"). O título do meu livro
> é 'As Esquisitices do Óbvio". Os mil exemplares encomendados deveriam
> ter-me sido entregues (essa locução verbal está correta?) no começo
> de outubro, mas parece que o dinheiro que adiantei foi desviado,
> investido na publicação de calendários 2006 e agendinhas.
>
> Mas eu já esperava isso. Em fim de ano essas coisas acontecem. Sou um
> homem sem ilusões: votei no Lula e votarei de novo.
>
> Um forte abraço,
> Manuel Bulcão

Manuel,

Estranho, não recebi esta mensagem, só tomei ciência dela porque o
Esteban lhe respondeu. Coisas do Yahoo...

A forma mais prática de obter o livro é através desta página:

http://www.intelliwise.com.br/direto.asp

Atende com certeza a Fortaleza (que não está depois da fronteira
da civilização, talvez seja *a própria* civilização e nós aqui
do Sul é que estejamos fora dela). Mas se você já está achando
perturbadora sua relação com as gráficas, espere até conhecer
as distribuidoras. Reserve já alguns cabelos para arrancar...
Não deixe de nos avisar quando seus exemplares chegarem.

Abraços,
Sergio Navega.





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tese de Astrologia na USP
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2005 11:06

Navegando:
"Mas se você já está achando perturbadora sua relação com as gráficas, espere até conhecer
as distribuidoras. Reserve já alguns cabelos para arrancar..."

Bem dito; o Feira de Ciências ainda não saiu em forma física (15 cadernos) não por causa da Editora e sim pela Distribuidora; um despropósito!

Coloque cabelo e barba de molho ......

[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: experimento de física
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/11/2005 11:13

"Como você recebe R$ 10,00 por e-mail lido isso significa um salário de
R$ 45.000,00 mensais. Puxa, você está rico Léo!
Abraços,
Prof. JC"

Não espalhe isso! Míseros R$ 45.000,00 mensais eu ganhava quando era professor (como vc), hoje gasto isso só com despesas de casa, escolas pros guris e funcionários.
Abraços,
Ex-Prof. Léo


SUBJECT: Re: TQG - O NOVO ESPAÇO TEMPO
FROM: "Rolf Guthmann" <rolfguthmann@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2005 11:30

Estimado João R. Bonomo

Nas páginas abaixo, voce poderá encontrar farto material
no qual esta anomalia esta muito bem explicada.

Rolf Guthmann


http://arxiv.org/abs/gr-qc/0104064

http://seattletimes.nwsource.com/html/nationworld/2002138196_pioneer0
2.html

http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?
xml=/news/2002/02/10/wnasa10.xml&sShe%
20et=/news/2002/02/10/ixworld.html




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
<joao.bonomo@g...> escreveu
> Prezado Guthmann,
>
> Poderia explicar melhor essa anomalia:
>
> > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
5,99.10-9
> > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
estes
> > possam ser sintonizados.
>
> Abraços a todos,
>
> João R. Bonomo
>
>
> Em 25/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > Estimados colegas:
> >
> > O número de evidências a favor da tqg não para de crescer, nos
> > últimos dias, coloquei no site da TQG a mais contundente das
provas,
> > o cálculo, pelo modelo gravitacional da TQG, das anomalias
> > gravitacionais das sondas espaciais.
> >
> > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
5,99.10-9
> > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
estes
> > possam ser sintonizados.
> >
> > No início deste ano fui desafiado a encontrar através da TQG uma
> > resposta matemática razoável que explicasse esta anomalia. Pela
> > física tradicional, na melhor das hipóteses, o fator de ajuste
não
> > poderia exceder algo em torno de 10-15 Hz/s.
> >
> > Pela TQG ficou em 5,19.10-9 Hz/s.
> >
> > A incrível precisão alcançada pela TQG, a qual, não deixa mais
> > duvidadas a respeito deste novo modelo de espaço-tempo, esta
> > deixando inúmeros físicos, muitos dos quais não acreditavam ou
> > ignoravam a TQG, de cabelos em pé.
> >
> > Rolf guthmann
> >
> > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
> >
> >
> >
> >
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> > ##### ##### #####
> >
> > Página de apoio
> > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
> >
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> > Links do Yahoo! Grupos
> >
> >
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> >
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: TQG - O NOVO ESPAÇO TEMPO
FROM: Joao Bonomo <joao.bonomo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2005 14:28

Em 28/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@uol.com.br> escreveu:
> Estimado João R. Bonomo
>
> Nas páginas abaixo, voce poderá encontrar farto material
> no qual esta anomalia esta muito bem explicada.
>
> Rolf Guthmann
>
>
> http://arxiv.org/abs/gr-qc/0104064
>
> http://seattletimes.nwsource.com/html/nationworld/2002138196_pioneer0
> 2.html
>
> http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?
> xml=/news/2002/02/10/wnasa10.xml&sShe%
> 20et=/news/2002/02/10/ixworld.html
Prezado Guthmann,

Não consegui o esclarecimento que procurava: o que está acontecendo
com o sinal ( na taxa de 5,99 x 10^-9 Hz/s ), aumentando a frequência
ou diminuindo a frequência?

Abraços a todos,

João R. Bonomo

>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> <joao.bonomo@g...> escreveu
> > Prezado Guthmann,
> >
> > Poderia explicar melhor essa anomalia:
> >
> > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
> 5,99.10-9
> > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
> estes
> > > possam ser sintonizados.
> >
> > Abraços a todos,
> >
> > João R. Bonomo
> >
> >
> > Em 25/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > Estimados colegas:
> > >
> > > O número de evidências a favor da tqg não para de crescer, nos
> > > últimos dias, coloquei no site da TQG a mais contundente das
> provas,
> > > o cálculo, pelo modelo gravitacional da TQG, das anomalias
> > > gravitacionais das sondas espaciais.
> > >
> > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
> 5,99.10-9
> > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
> estes
> > > possam ser sintonizados.
> > >
> > > No início deste ano fui desafiado a encontrar através da TQG uma
> > > resposta matemática razoável que explicasse esta anomalia. Pela
> > > física tradicional, na melhor das hipóteses, o fator de ajuste
> não
> > > poderia exceder algo em torno de 10-15 Hz/s.
> > >
> > > Pela TQG ficou em 5,19.10-9 Hz/s.
> > >
> > > A incrível precisão alcançada pela TQG, a qual, não deixa mais
> > > duvidadas a respeito deste novo modelo de espaço-tempo, esta
> > > deixando inúmeros físicos, muitos dos quais não acreditavam ou
> > > ignoravam a TQG, de cabelos em pé.
> > >
> > > Rolf guthmann
> > >
> > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
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> > > Página de apoio
> > > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> Links do Yahoo! Grupos
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SUBJECT: Cone de Mach
FROM: "rdjm_10" <rdjm_10@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/11/2005 16:36

Caros colegas do grupo,

Estou fazendo uma pesquisa sobre o Cone de Mach e gostaria de saber
se alguém sabe um site com applets sobre esse tema.


Obrigado.






SUBJECT: Blindagem Sul-Americana
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: Divulgação <jrma@terra.com.br>
DATE: 28/11/2005 23:00

Nova pagina 1Parece que um economista chinês está vendo o que a maioria dos brasileiros não conseguem ver no meio das notícias programadas que nos entopem nossos olhos, ouvidos e distraem nosso discernimento, nossa lucidez.
Leiam e divulguem!
[]s
José Renato
...............................
Artigo transcrito do jornal chinês PEOPLE´S DAILY distribuído no Fórum de Mar del Plata pelo movimento TERRAZUL - VOX DEI.
Trecho do artigo do economista FANG XINHUA PING


América do Sul deveria criar uma blindagem contra a política expansionista e a fragilidade econômica americana.


O mundo está marchando para escassez de várias "comodities", principalmente as minerais.

A América do Sul é o lugar mais privilegiado do mundo em recursos naturais, lá estão os melhores solos do planeta, com abundância de água ,e a maioria dos países sul americanos tem auto-suficiência energética, além de uma grande quantidade de bacias hidrográficas, que é a maneira mais eficiente e barata de obter energia elétrica de forma limpa. Na verdade a América do Sul pode ser auto-suficiente em tudo.

Acontece que a América do Sul sempre sofreu manipulações econômicas e políticas junto a uma espécie de escravização. Sempre foi vítima de sua própria cultura, os sul-americanos, em sua maioria, nunca se deram conta de quão grande são suas riquezas.

Esta se aproximando uma hora crucial para o mundo, a economia americana tende a enfraquecer com o crescimento da China, Rússia, Índia e de alguns outros pequenos países asiáticos, e com a demanda de petróleo aumentando muito alem do crescimento de suas reservas.

Os EUA estão inquietos, acho até que estão apavorados com o fornecimento de petróleo no futuro, a expectativa é alarmante. Junto com os EUA existem uma série de países considerados potências que também estão sedentos de petróleo, portanto é normal que sigam os americanos em qualquer aventura. Países com recursos minerais, porém fracos economicamente, não devem esperar condescendência ou piedade dos ditos países ricos.

Os EUA importam 700 bilhões de dólares por ano e exportam somente 100 bilhões. Este déficit gigantesco está criando uma bolha espetacular que fatalmente estourará.

Acho que está na hora da China liderar com outros países emergentes, principalmente os da América do Sul, que tem matéria-prima e auto-suficiência energética, criar uma blindagem contra emissão irresponsável de dólares e da cobiça expansionista americana, criando um protocolo de auto-proteção em caso de estouro desta bolha fantástica. Se isso não for feito, o mundo irá ruir junto com os EUA, eles estão cientes disto. Esta é exatamente a política adotada por eles, colocar todo mundo no mesmo barco, e fazendo que com medo de um naufrágio, todos sejam obrigados a proteger o dólar e a economia americana.

O problema petróleo aflige os americanos a muito tempo, a invasão do Iraque foi planejada durante mais de dez anos, foram mais de dez anos demonizando Saddam Hussein e enfraquecendo o Iraque com a conivência de certos setores da imprensa e dos países dependentes de petróleo.

Esta invasão foi a BALA DE PRATA da política americana, não podiam errar, foi um tiro super planejado mas como podem ver a bala feriu mas não matou, a presa sobreviveu e está virando um monstro, e o petróleo que na época da invasão já era preocupante em torno de USD25,00 está quase em USD70,00. Os americanos deram um tiro no pé.

É necessário uma blindagem urgente porque esse gigante sedento, que consome sozinho um terço da energia do planeta, grande mas com solo pobre e exaurido, com certeza vai tentar sobreviver a qualquer custo.

TERRAZUL - VOX-DEI



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: TQG - O NOVO ESPAÇO TEMPO
FROM: "Rolf Guthmann" <rolfguthmann@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2005 01:58


Estimado João R. Bonomo

As sondas espaciais, neste caso as Pioneer 10 e 11, assim como a
Ulysses e Galileo, possuem uma velocidade de escape, ou seja, foram
impulsionadas primeiro aqui da Terra em direção a Júpiter, e a
gravidade deste depois re-impulsionou as, para o espaço
interestelar. Desta forma se conseguiu a velocidade necessária para
escapar da gravidade do Sistema Solar.

Esta velocidade de recessão ou de afastamento provoca nos sinais
eletromagnéticos recebidos e enviados (pelas sondas e pela base), um
desvio para o vermelho gravitacional ou DVG, ou seja, a freqüência
diminui e o comprimento de onda aumenta, semelhante ao efeito
Doppler do som. A grandeza deste efeito é bem conhecida, dos
teóricos e práticos, e está computada, ou considerada, nos sistemas
de comunicação, conforme estabelecem as consagradas leis clássicas
da física, neste caso a teoria da relatividade e Newton.

Só que à medida que a distância foi aumentando, a central de
rastreamento em Terra, constatou que as ondas eletromagnéticas não
estavam obedecendo fielmente a estes princípios básicos da física. É
a re-programação constante dos sintonizadores se tornava necessária.

Constataram que deviam aumentar a freqüência, e para todos os casos
o aumento era da mesma ordem de grandeza. Algo em torno de 5,99.10-9
Hz/s. Ou 1,5 Hz em 8 anos.

Ou seja, alguma força desconhecida estava puxando as sondas e
reduzindo suas velocidades de escape???

No modelo gravitacional da TQG, a gravidade é gerada pelos átomos. É
esta geração depende da intensidade do potencial gravitacional do
local. Por isso que a constante universal "G" da gravidade pela TQG
é variável.

A variabilidade da "G" assim como da geração da gravidade é
diretamente proporcional à taxa com que o tempo flui, e é este tempo
o grande tormento de todo mundo. Aceitar a realidade às vezes não é
tão simples como parece.


A resistência a esta idéia é muito grande, so que agora a TQG tem um
aliado de peso, que é a verificação matemática destas anomalias
dentro dos seus princípios.

Pela TQG o fator de ajuste ficou em 5,19.10-9 Hz/s, obtidos de duas
formas diferentes. enquanto que pela física tradicional, na melhor
das hipóteses, o fator de ajuste não poderia exceder algo em torno
de 10-15 Hz/s.

[]'s Rolf guthmann

http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html








--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
<joao.bonomo@g...> escreveu
> Em 28/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > Estimado João R. Bonomo
> >
> > Nas páginas abaixo, voce poderá encontrar farto material
> > no qual esta anomalia esta muito bem explicada.
> >
> > Rolf Guthmann
> >
> >
> > http://arxiv.org/abs/gr-qc/0104064
> >
> >
http://seattletimes.nwsource.com/html/nationworld/2002138196_pioneer0
> > 2.html
> >
> > http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?
> > xml=/news/2002/02/10/wnasa10.xml&sShe%
> > 20et=/news/2002/02/10/ixworld.html
> Prezado Guthmann,
>
> Não consegui o esclarecimento que procurava: o que está acontecendo
> com o sinal ( na taxa de 5,99 x 10^-9 Hz/s ), aumentando a
frequência
> ou diminuindo a frequência?
>
> Abraços a todos,
>
> João R. Bonomo
>
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > <joao.bonomo@g...> escreveu
> > > Prezado Guthmann,
> > >
> > > Poderia explicar melhor essa anomalia:
> > >
> > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
> > 5,99.10-9
> > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
> > estes
> > > > possam ser sintonizados.
> > >
> > > Abraços a todos,
> > >
> > > João R. Bonomo
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> > > Em 25/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > > Estimados colegas:
> > > >
> > > > O número de evidências a favor da tqg não para de crescer,
nos
> > > > últimos dias, coloquei no site da TQG a mais contundente das
> > provas,
> > > > o cálculo, pelo modelo gravitacional da TQG, das anomalias
> > > > gravitacionais das sondas espaciais.
> > > >
> > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
> > 5,99.10-9
> > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
> > estes
> > > > possam ser sintonizados.
> > > >
> > > > No início deste ano fui desafiado a encontrar através da TQG
uma
> > > > resposta matemática razoável que explicasse esta anomalia.
Pela
> > > > física tradicional, na melhor das hipóteses, o fator de
ajuste
> > não
> > > > poderia exceder algo em torno de 10-15 Hz/s.
> > > >
> > > > Pela TQG ficou em 5,19.10-9 Hz/s.
> > > >
> > > > A incrível precisão alcançada pela TQG, a qual, não deixa
mais
> > > > duvidadas a respeito deste novo modelo de espaço-tempo, esta
> > > > deixando inúmeros físicos, muitos dos quais não acreditavam
ou
> > > > ignoravam a TQG, de cabelos em pé.
> > > >
> > > > Rolf guthmann
> > > >
> > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
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> > Página de apoio
> > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> > Links do Yahoo! Grupos
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> >
> >




SUBJECT: Fw: A utilizao da equao diferencial
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2005 11:41

Primeiro help do dia ... hoje só recebi 87 e-mails! Jóia!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Tubolight
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 28 de novembro de 2005 12:37
Assunto: A utilização da equação diferencial


Leo, boa tarde!
Você poderia por favor enviar-me, um artigo dizendo onde podemos utilizar a equação diferencial e como.

Obrigado pela sua atenção!
racemax2002@yahoo.com.br



--------------------------------------------------------------------------------


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Free Edition.
Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.8/184 - Release Date: 27/11/2005


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Escalas de calçados
FROM: "Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2005 13:43

Olá amigos,

Preciso saber as escalas de tamanhos dos calçados. Gostaria de saber a
escala do Brasil e sua relação com a da Europa. Por exemplo: quanto
equivale o valor 41 (aqui no Brasil) lá na Europa?

[]'s do Emiliano Chemello





SUBJECT: Re: Fw: A utilização da equação diferencial
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2005 13:51

Uma equacao diferencial eh uma equacao q. envolve uma ou mais
derivadas de uma funcao.

Por meio delas podemos, por exemplo, calcular a idade de uma amostra
por meio do conhecimento da proporcao de carbono-12 e 14 e a taxa de
decaimento do C-14.

Tb eh possivel se prever (ou retrover) o tamanho de uma determinada
populacao de organismos conhecendo-se sua taxa de crescimento.

Os detalhes podem ser vistos em qq livro de calculo. Como nao existe
uma tecnica geral para a resolucao de uma equacao diferencial
generica, cada caso eh um caso. (Exige tb o conhecimento de regras de
diferenciacao e de obtencao de antiderivadas.)

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Primeiro help do dia ... hoje só recebi 87 e-mails! Jóia!
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> -----Mensagem Original-----
> De: Tubolight
> Assunto: A utilização da equação diferencial

> Você poderia por favor enviar-me, um artigo dizendo onde podemos
utilizar a equação diferencial e como.





SUBJECT: Pigments in paintings
FROM: Esteban Moreno <estebanlmoreno@gmail.com>
TO: Vivens Scientia <VivensScientia@yahoogroups.com>, "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, Carlos Alberto Filgueiras <calf@iq.ufrj.br>
DATE: 29/11/2005 14:50

Historicamente bem interessante e quimicamente útil.

http://webexhibits.org/pigments/index.html


Esteban.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: TQG - O NOVO ESPAÇO TEMPO
FROM: Joao Bonomo <joao.bonomo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2005 15:41

Prezado Guthmann,

Agradeço muito suas indicações, especialmente o trabalho "Study of the
Anomalous Acceleration of Pioneer 10 and 11", como também seus
comentários aos quais respondo abaixo após JRB:

Em 29/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@uol.com.br> escreveu:
>
> Estimado João R. Bonomo
>
> As sondas espaciais, neste caso as Pioneer 10 e 11, assim como a
> Ulysses e Galileo, possuem uma velocidade de escape, ou seja, foram
> impulsionadas primeiro aqui da Terra em direção a Júpiter, e a
> gravidade deste depois re-impulsionou as, para o espaço
> interestelar. Desta forma se conseguiu a velocidade necessária para
> escapar da gravidade do Sistema Solar.
>

JRB: OK.


> Esta velocidade de recessão ou de afastamento provoca nos sinais
> eletromagnéticos recebidos e enviados (pelas sondas e pela base), um
> desvio para o vermelho gravitacional ou DVG, ou seja, a freqüência
> diminui e o comprimento de onda aumenta, semelhante ao efeito
> Doppler do som.

JRB: Na verdade a velocidade da afastamento provoca efeito Doppler nas
ondas gravieletromagnéticas recebidas pela nave ou transmitidas pela
mesma. Com o afastamento da nave o efeito Doppler faz diminuir as
freqüências recebidas ou transmitidas pela nave.


A grandeza deste efeito é bem conhecida, dos
> teóricos e práticos, e está computada, ou considerada, nos sistemas
> de comunicação, conforme estabelecem as consagradas leis clássicas
> da física, neste caso a teoria da relatividade e Newton.
>

JRB: OK.


> Só que à medida que a distância foi aumentando, a central de
> rastreamento em Terra, constatou que as ondas eletromagnéticas não
> estavam obedecendo fielmente a estes princípios básicos da física. É
> a re-programação constante dos sintonizadores se tornava necessária.
>

JRB: Detetaram um "Desvio para baixas freqüências ( Dbf ) extra que
foi atribuído a uma aceleração anômala extraordinária.

> Constataram que deviam aumentar a freqüência, e para todos os casos
> o aumento era da mesma ordem de grandeza. Algo em torno de 5,99.10-9
> Hz/s. Ou 1,5 Hz em 8 anos.
>

JRB: Devem aumentar a freqüência transmitida porque esta chega à nave
com freqüência diminuída devido ao efeito Doppler e ao Dbf.

> Ou seja, alguma força desconhecida estava puxando as sondas e
> reduzindo suas velocidades de escape???
>

JRB: Faz mais de cinco anos que eu tomei conhecimento desta anomalia
das freqüências e não coseguia compatibilizar com aquilo que deveria
realmente ocorrer porque a informação era sempre esta acima
apresentada por você, em todos os artigos que tomei conhecimento.
Agora no trabalho citado acima verifiquei que tem um sinal negativo na
"aceleração em direção ao sol", o que significa que a aceleração é no
sentido de afastamento do sol ( !!!!! ) e então o Dbf é perfeitamente
explicável.

> No modelo gravitacional da TQG, a gravidade é gerada pelos átomos. É
> esta geração depende da intensidade do potencial gravitacional do
> local. Por isso que a constante universal "G" da gravidade pela TQG
> é variável.
>
> A variabilidade da "G" assim como da geração da gravidade é
> diretamente proporcional à taxa com que o tempo flui, e é este tempo
> o grande tormento de todo mundo. Aceitar a realidade às vezes não é
> tão simples como parece.
> A resistência a esta idéia é muito grande, so que agora a TQG tem um
> aliado de peso, que é a verificação matemática destas anomalias
> dentro dos seus princípios.
>

JRB: Descupe mas meu foco no momento é o Dbf.

> Pela TQG o fator de ajuste ficou em 5,19.10-9 Hz/s, obtidos de duas
> formas diferentes. enquanto que pela física tradicional, na melhor
> das hipóteses, o fator de ajuste não poderia exceder algo em torno
> de 10-15 Hz/s.
>

JRB: Vamos facilitar as coisas e adotar um
Dbf = -6 x 10^-9 que é o apresentado no trabalho citado acima, bem
mais mnemônico e é aplicável a todas a ondas gravieletromagnéticas,
inclusive a luz.
Nota: o Dbf, com outros valores apropriados para meios materiais, já é
empregado pelos geólogos para pesquisar a constituição interna da nave
mãe Terra.

> []'s Rolf guthmann
>
> http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
>


JRB: Abraços a todos,

João R. Bonomo





>
>
>
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> <joao.bonomo@g...> escreveu
> > Em 28/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > Estimado João R. Bonomo
> > >
> > > Nas páginas abaixo, voce poderá encontrar farto material
> > > no qual esta anomalia esta muito bem explicada.
> > >
> > > Rolf Guthmann
> > >
> > >
> > > http://arxiv.org/abs/gr-qc/0104064
> > >
> > >
> http://seattletimes.nwsource.com/html/nationworld/2002138196_pioneer0
> > > 2.html
> > >
> > > http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?
> > > xml=/news/2002/02/10/wnasa10.xml&sShe%
> > > 20et=/news/2002/02/10/ixworld.html
> > Prezado Guthmann,
> >
> > Não consegui o esclarecimento que procurava: o que está acontecendo
> > com o sinal ( na taxa de 5,99 x 10^-9 Hz/s ), aumentando a
> frequência
> > ou diminuindo a frequência?
> >
> > Abraços a todos,
> >
> > João R. Bonomo
> >
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > > <joao.bonomo@g...> escreveu
> > > > Prezado Guthmann,
> > > >
> > > > Poderia explicar melhor essa anomalia:
> > > >
> > > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
> > > 5,99.10-9
> > > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
> > > estes
> > > > > possam ser sintonizados.
> > > >
> > > > Abraços a todos,
> > > >
> > > > João R. Bonomo
> > > >
> > > >
> > > > Em 25/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > > > Estimados colegas:
> > > > >
> > > > > O número de evidências a favor da tqg não para de crescer,
> nos
> > > > > últimos dias, coloquei no site da TQG a mais contundente das
> > > provas,
> > > > > o cálculo, pelo modelo gravitacional da TQG, das anomalias
> > > > > gravitacionais das sondas espaciais.
> > > > >
> > > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
> > > 5,99.10-9
> > > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
> > > estes
> > > > > possam ser sintonizados.
> > > > >
> > > > > No início deste ano fui desafiado a encontrar através da TQG
> uma
> > > > > resposta matemática razoável que explicasse esta anomalia.
> Pela
> > > > > física tradicional, na melhor das hipóteses, o fator de
> ajuste
> > > não
> > > > > poderia exceder algo em torno de 10-15 Hz/s.
> > > > >
> > > > > Pela TQG ficou em 5,19.10-9 Hz/s.
> > > > >
> > > > > A incrível precisão alcançada pela TQG, a qual, não deixa
> mais
> > > > > duvidadas a respeito deste novo modelo de espaço-tempo, esta
> > > > > deixando inúmeros físicos, muitos dos quais não acreditavam
> ou
> > > > > ignoravam a TQG, de cabelos em pé.
> > > > >
> > > > > Rolf guthmann
> > > > >
> > > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
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> > > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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SUBJECT: RE: [ciencialist] Blindagem Sul-Americana
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2005 17:11

Se eu fosse êsse chinês, eu tentaria blindar a mim mesmo lá na China... sem
a grana e sem o consumo dos gringos.
Sempre aparecem uns bobinhos querendo o impossível em política e economia.
O Bush vai tirar o dele e o da sua gang de qualquer jeito, e muito mais com
guerra e com petróleo + caro.
abr/M. SP 29/nov


>From: José Renato <jrma@terra.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: Divulgação <jrma@terra.com.br>
>Subject: [ciencialist] Blindagem Sul-Americana
>Date: Mon, 28 Nov 2005 22:00:55 -0300
>
>Nova pagina 1Parece que um economista chinês está vendo o que a maioria dos
>brasileiros não conseguem ver no meio das notícias programadas que nos
>entopem nossos olhos, ouvidos e distraem nosso discernimento, nossa
>lucidez.
>Leiam e divulguem!
>[]s
>José Renato
>...............................
>Artigo transcrito do jornal chinês PEOPLE´S DAILY distribuído no Fórum de
>Mar del Plata pelo movimento TERRAZUL - VOX DEI.
>Trecho do artigo do economista FANG XINHUA PING
>
>
> América do Sul deveria criar uma blindagem contra a política
>expansionista e a fragilidade econômica americana.
>
>
> O mundo está marchando para escassez de várias "comodities",
>principalmente as minerais.
>
> A América do Sul é o lugar mais privilegiado do mundo em
>recursos naturais, lá estão os melhores solos do planeta, com abundância de
>água ,e a maioria dos países sul americanos tem auto-suficiência
>energética, além de uma grande quantidade de bacias hidrográficas, que é a
>maneira mais eficiente e barata de obter energia elétrica de forma limpa.
>Na verdade a América do Sul pode ser auto-suficiente em tudo.
>
> Acontece que a América do Sul sempre sofreu manipulações
>econômicas e políticas junto a uma espécie de escravização. Sempre foi
>vítima de sua própria cultura, os sul-americanos, em sua maioria, nunca se
>deram conta de quão grande são suas riquezas.
>
> Esta se aproximando uma hora crucial para o mundo, a economia
>americana tende a enfraquecer com o crescimento da China, Rússia, Índia e
>de alguns outros pequenos países asiáticos, e com a demanda de petróleo
>aumentando muito alem do crescimento de suas reservas.
>
> Os EUA estão inquietos, acho até que estão apavorados com o
>fornecimento de petróleo no futuro, a expectativa é alarmante. Junto com os
>EUA existem uma série de países considerados potências que também estão
>sedentos de petróleo, portanto é normal que sigam os americanos em qualquer
>aventura. Países com recursos minerais, porém fracos economicamente, não
>devem esperar condescendência ou piedade dos ditos países ricos.
>
> Os EUA importam 700 bilhões de dólares por ano e exportam
>somente 100 bilhões. Este déficit gigantesco está criando uma bolha
>espetacular que fatalmente estourará.
>
> Acho que está na hora da China liderar com outros países
>emergentes, principalmente os da América do Sul, que tem matéria-prima e
>auto-suficiência energética, criar uma blindagem contra emissão
>irresponsável de dólares e da cobiça expansionista americana, criando um
>protocolo de auto-proteção em caso de estouro desta bolha fantástica. Se
>isso não for feito, o mundo irá ruir junto com os EUA, eles estão cientes
>disto. Esta é exatamente a política adotada por eles, colocar todo mundo no
>mesmo barco, e fazendo que com medo de um naufrágio, todos sejam obrigados
>a proteger o dólar e a economia americana.
>
> O problema petróleo aflige os americanos a muito tempo, a
>invasão do Iraque foi planejada durante mais de dez anos, foram mais de dez
>anos demonizando Saddam Hussein e enfraquecendo o Iraque com a conivência
>de certos setores da imprensa e dos países dependentes de petróleo.
>
> Esta invasão foi a BALA DE PRATA da política americana, não
>podiam errar, foi um tiro super planejado mas como podem ver a bala feriu
>mas não matou, a presa sobreviveu e está virando um monstro, e o petróleo
>que na época da invasão já era preocupante em torno de USD25,00 está quase
>em USD70,00. Os americanos deram um tiro no pé.
>
> É necessário uma blindagem urgente porque esse gigante
>sedento, que consome sozinho um terço da energia do planeta, grande mas com
>solo pobre e exaurido, com certeza vai tentar sobreviver a qualquer custo.
>
> TERRAZUL - VOX-DEI
>
>
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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>Página de apoio
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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SUBJECT: Re: TQG - O NOVO ESPAÇO TEMPO
FROM: "Rolf Guthmann" <rolfguthmann@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2005 17:16

Estimado João R. Bonomo

O sinal negativo significa que a direção da aceleração extra esta
direcionada contra a direção do deslocamento da Sonda, devemos
lembrar que estamos no referencial da nave.

Isto está bem claro no texto da página 18:

Do: Study of the anomalous acceleration of Pioneer 10 and 11
http://arxiv.org/PS_cache/gr-qc/pdf/0104/0104064.pdf

"The JPL analysis of unmodeled accelerations used the
JPL's Orbit Determination Program (ODP) [41]-[42].
Over the years the data continually indicated that the
largest systematic error in the acceleration residuals is a
constant bias of aP &#8764; (8 ± 3) × 10&#8722;8 cm/s2, directed to-
ward the Sun (to within the beam-width of the Pioneers'
antennae [73])."

Em relação à direção da aceleração posso lhe garantir que esta
aceleração extra, pelo referencial da nave, esta dirigida na direção
do Sol. Ou seja, as sondas são puxadas na direção do Sol por uma
força extra, de origem desconhecida e agora explicada pela TQG.

A Pioneer 10 se afasta do Sol com uma velocidade constante de 12,2
km/s. E a Pioneer 11 com 11,9 km/s na direção oposta, nas duas se
verificaram a mesma anomalia. Esta velocidade provoca um dbf, só que
ele é menor do que teoricamente se esperaria.

Temos que ter muito cuidado com a matemática ela já está ludibriando
os físicos há muito tempo, fazendo-os crer que é o único caminho
para o progresso. Só com matemática nunca encontraremos a verdadeira
realidade física. Sempre teremos, primeiramente, que partir de um
modelo físico plausível, para depois aplicar a matemática. Isto foi
o que Einstein fez, ele primeiro mentalizou um espaço-tempo curvado
pela gravidade, o qual pela sua intuição física possuía a melhor
representação da realidade, para depois desenvolver a matemática
para ele, para isso contou com a ajuda de especialistas que possuíam
um grande raciocínio lógico e desenvolveram a matemática que ainda
não existia.

[]'s Rolf guthmann

http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html






--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
<joao.bonomo@g...> escreveu
> Prezado Guthmann,
>
> Agradeço muito suas indicações, especialmente o trabalho "Study of
the
> Anomalous Acceleration of Pioneer 10 and 11", como também seus
> comentários aos quais respondo abaixo após JRB:
>
> Em 29/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> >
> > Estimado João R. Bonomo
> >
> > As sondas espaciais, neste caso as Pioneer 10 e 11, assim como a
> > Ulysses e Galileo, possuem uma velocidade de escape, ou seja,
foram
> > impulsionadas primeiro aqui da Terra em direção a Júpiter, e a
> > gravidade deste depois re-impulsionou as, para o espaço
> > interestelar. Desta forma se conseguiu a velocidade necessária
para
> > escapar da gravidade do Sistema Solar.
> >
>
> JRB: OK.
>
>
> > Esta velocidade de recessão ou de afastamento provoca nos sinais
> > eletromagnéticos recebidos e enviados (pelas sondas e pela
base), um
> > desvio para o vermelho gravitacional ou DVG, ou seja, a
freqüência
> > diminui e o comprimento de onda aumenta, semelhante ao efeito
> > Doppler do som.
>
> JRB: Na verdade a velocidade da afastamento provoca efeito Doppler
nas
> ondas gravieletromagnéticas recebidas pela nave ou transmitidas
pela
> mesma. Com o afastamento da nave o efeito Doppler faz diminuir as
> freqüências recebidas ou transmitidas pela nave.
>
>
> A grandeza deste efeito é bem conhecida, dos
> > teóricos e práticos, e está computada, ou considerada, nos
sistemas
> > de comunicação, conforme estabelecem as consagradas leis
clássicas
> > da física, neste caso a teoria da relatividade e Newton.
> >
>
> JRB: OK.
>
>
> > Só que à medida que a distância foi aumentando, a central de
> > rastreamento em Terra, constatou que as ondas eletromagnéticas
não
> > estavam obedecendo fielmente a estes princípios básicos da
física. É
> > a re-programação constante dos sintonizadores se tornava
necessária.
> >
>
> JRB: Detetaram um "Desvio para baixas freqüências ( Dbf ) extra que
> foi atribuído a uma aceleração anômala extraordinária.
>
> > Constataram que deviam aumentar a freqüência, e para todos os
casos
> > o aumento era da mesma ordem de grandeza. Algo em torno de
5,99.10-9
> > Hz/s. Ou 1,5 Hz em 8 anos.
> >
>
> JRB: Devem aumentar a freqüência transmitida porque esta chega à
nave
> com freqüência diminuída devido ao efeito Doppler e ao Dbf.
>
> > Ou seja, alguma força desconhecida estava puxando as sondas e
> > reduzindo suas velocidades de escape???
> >
>
> JRB: Faz mais de cinco anos que eu tomei conhecimento desta
anomalia
> das freqüências e não coseguia compatibilizar com aquilo que
deveria
> realmente ocorrer porque a informação era sempre esta acima
> apresentada por você, em todos os artigos que tomei conhecimento.
> Agora no trabalho citado acima verifiquei que tem um sinal
negativo na
> "aceleração em direção ao sol", o que significa que a aceleração é
no
> sentido de afastamento do sol ( !!!!! ) e então o Dbf é
perfeitamente
> explicável.
>
> > No modelo gravitacional da TQG, a gravidade é gerada pelos
átomos. É
> > esta geração depende da intensidade do potencial gravitacional do
> > local. Por isso que a constante universal "G" da gravidade pela
TQG
> > é variável.
> >
> > A variabilidade da "G" assim como da geração da gravidade é
> > diretamente proporcional à taxa com que o tempo flui, e é este
tempo
> > o grande tormento de todo mundo. Aceitar a realidade às vezes
não é
> > tão simples como parece.
> > A resistência a esta idéia é muito grande, so que agora a TQG
tem um
> > aliado de peso, que é a verificação matemática destas anomalias
> > dentro dos seus princípios.
> >
>
> JRB: Descupe mas meu foco no momento é o Dbf.
>
> > Pela TQG o fator de ajuste ficou em 5,19.10-9 Hz/s, obtidos de
duas
> > formas diferentes. enquanto que pela física tradicional, na
melhor
> > das hipóteses, o fator de ajuste não poderia exceder algo em
torno
> > de 10-15 Hz/s.
> >
>
> JRB: Vamos facilitar as coisas e adotar um
> Dbf = -6 x 10^-9 que é o apresentado no trabalho citado acima, bem
> mais mnemônico e é aplicável a todas a ondas gravieletromagnéticas,
> inclusive a luz.
> Nota: o Dbf, com outros valores apropriados para meios materiais,
já é
> empregado pelos geólogos para pesquisar a constituição interna da
nave
> mãe Terra.
>
> > []'s Rolf guthmann
> >
> > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
> >
>
>
> JRB: Abraços a todos,
>
> João R. Bonomo
>
>
>
>
>
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > <joao.bonomo@g...> escreveu
> > > Em 28/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > > Estimado João R. Bonomo
> > > >
> > > > Nas páginas abaixo, voce poderá encontrar farto material
> > > > no qual esta anomalia esta muito bem explicada.
> > > >
> > > > Rolf Guthmann
> > > >
> > > >
> > > > http://arxiv.org/abs/gr-qc/0104064
> > > >
> > > >
> >
http://seattletimes.nwsource.com/html/nationworld/2002138196_pioneer0
> > > > 2.html
> > > >
> > > > http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?
> > > > xml=/news/2002/02/10/wnasa10.xml&sShe%
> > > > 20et=/news/2002/02/10/ixworld.html
> > > Prezado Guthmann,
> > >
> > > Não consegui o esclarecimento que procurava: o que está
acontecendo
> > > com o sinal ( na taxa de 5,99 x 10^-9 Hz/s ), aumentando a
> > frequência
> > > ou diminuindo a frequência?
> > >
> > > Abraços a todos,
> > >
> > > João R. Bonomo
> > >
> > > >
> > > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > > > <joao.bonomo@g...> escreveu
> > > > > Prezado Guthmann,
> > > > >
> > > > > Poderia explicar melhor essa anomalia:
> > > > >
> > > > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno
de
> > > > 5,99.10-9
> > > > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos
para que
> > > > estes
> > > > > > possam ser sintonizados.
> > > > >
> > > > > Abraços a todos,
> > > > >
> > > > > João R. Bonomo
> > > > >
> > > > >
> > > > > Em 25/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > > > > Estimados colegas:
> > > > > >
> > > > > > O número de evidências a favor da tqg não para de
crescer,
> > nos
> > > > > > últimos dias, coloquei no site da TQG a mais contundente
das
> > > > provas,
> > > > > > o cálculo, pelo modelo gravitacional da TQG, das
anomalias
> > > > > > gravitacionais das sondas espaciais.
> > > > > >
> > > > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno
de
> > > > 5,99.10-9
> > > > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos
para que
> > > > estes
> > > > > > possam ser sintonizados.
> > > > > >
> > > > > > No início deste ano fui desafiado a encontrar através da
TQG
> > uma
> > > > > > resposta matemática razoável que explicasse esta
anomalia.
> > Pela
> > > > > > física tradicional, na melhor das hipóteses, o fator de
> > ajuste
> > > > não
> > > > > > poderia exceder algo em torno de 10-15 Hz/s.
> > > > > >
> > > > > > Pela TQG ficou em 5,19.10-9 Hz/s.
> > > > > >
> > > > > > A incrível precisão alcançada pela TQG, a qual, não deixa
> > mais
> > > > > > duvidadas a respeito deste novo modelo de espaço-tempo,
esta
> > > > > > deixando inúmeros físicos, muitos dos quais não
acreditavam
> > ou
> > > > > > ignoravam a TQG, de cabelos em pé.
> > > > > >
> > > > > > Rolf guthmann
> > > > > >
> > > > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > > > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
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> >




SUBJECT: Re: Fw: A utilização da equação diferencial
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2005 18:46

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> Aqui ele pode encontrar o que procura:
>
> www.if.usp.br/e-calculo/

Retorna erro.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Fw: CG de corpos irregulares
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/11/2005 20:42

Help duplo.
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Christiano Goulart" <chris@vishnu.coep.ufrj.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 28 de novembro de 2005 15:38
Assunto: CG de corpos irregulares


| Prezado Professor Luiz Ferraz Netto,
| Em minhas pesquisas pela internet por informações para a minha tese de
| mestrado, eu encontrei um trabalho seu sobre a técnica do fio de prumo.
| Gostaria de aprofundar minha pesquisa no assunto e, por isso, peço-lhe
| indicação de artigos, teses ou livros que você usou como referência. Seria
| possível a utilização do centro de flutuabilidade pelo método num sistema
| submerso?
|
| Cordialmente,
| Christiano Goulart.
|
|
|
| --
| No virus found in this incoming message.
| Checked by AVG Free Edition.
| Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.8/184 - Release Date: 27/11/2005
|
|


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: A utilização da equação diferencial
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/11/2005 23:36

O Google mostrou esta página

http://www.cepa.if.usp.br/e-calculo/

parece ser a tal.

Até
Luís Brudna
http://www.gluon.com.br


On 11/29/05, rmtakata <rmtakata@altavista.net> wrote:
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > Aqui ele pode encontrar o que procura:
> >
> > www.if.usp.br/e-calculo/
>
> Retorna erro.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
>
>
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> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> Links do Yahoo! Grupos
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>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: A utilização da equação diferencial
FROM: Joao Bonomo <joao.bonomo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2005 08:04

Desculpem o engano. O Brudna indicou o link correto.

Abraços a todos,

João R. Bonomo


Em 29/11/05, Luis Brudna<luisbrudna@gmail.com> escreveu:
> O Google mostrou esta página
>
> http://www.cepa.if.usp.br/e-calculo/
>
> parece ser a tal.
>
> Até
> Luís Brudna
> http://www.gluon.com.br
>
>
> On 11/29/05, rmtakata <rmtakata@altavista.net> wrote:
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > > Aqui ele pode encontrar o que procura:
> > >
> > > www.if.usp.br/e-calculo/
> >
> > Retorna erro.
> >
> > []s,
> >
> > Roberto Takata
> >
> >
> >
> >
> >
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> > Página de apoio
> > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: TQG - O NOVO ESPAÇO TEMPO
FROM: Joao Bonomo <joao.bonomo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2005 09:08

Prezado Guthmann,

Segue a tradução livre de um trecho que se encontra na página 20 do
trabalho referenciado:

Desconsiderando a aceleração aparente, CHASMP ( Compact High Accuracy
Sattelite Motion Program ) apresenta um constante desvio de freqüência
de aproximadamente -6 x 10^-9, ou 1,5 Hz em 8 anos ( apenas num
sentido ). Isto equivale a uma aceleração do ( sinal de ) relógio,
-at, de -2,8 x 10^-18 s/s^2. A relação com a aceleração aparente da
Pionner é
at <> ap/c.

Neste trecho percebe-se que tanto no referencial da nave como no
referencia da nave mãe Terra o Dbf é igual a -6 x 10^-9, já descontado
o efeito Doppler devido à velocidade de afastamento da nave.

Abraços a todos,

João R. Bonomo


Em 29/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@uol.com.br> escreveu:
> Estimado João R. Bonomo
>
> O sinal negativo significa que a direção da aceleração extra esta
> direcionada contra a direção do deslocamento da Sonda, devemos
> lembrar que estamos no referencial da nave.
>
> Isto está bem claro no texto da página 18:
>
> Do: Study of the anomalous acceleration of Pioneer 10 and 11
> http://arxiv.org/PS_cache/gr-qc/pdf/0104/0104064.pdf
>
> "The JPL analysis of unmodeled accelerations used the
> JPL's Orbit Determination Program (ODP) [41]-[42].
> Over the years the data continually indicated that the
> largest systematic error in the acceleration residuals is a
> constant bias of aP &#8764; (8 ± 3) × 10&#8722;8 cm/s2, directed to-
> ward the Sun (to within the beam-width of the Pioneers'
> antennae [73])."
>
> Em relação à direção da aceleração posso lhe garantir que esta
> aceleração extra, pelo referencial da nave, esta dirigida na direção
> do Sol. Ou seja, as sondas são puxadas na direção do Sol por uma
> força extra, de origem desconhecida e agora explicada pela TQG.
>
> A Pioneer 10 se afasta do Sol com uma velocidade constante de 12,2
> km/s. E a Pioneer 11 com 11,9 km/s na direção oposta, nas duas se
> verificaram a mesma anomalia. Esta velocidade provoca um dbf, só que
> ele é menor do que teoricamente se esperaria.
>
> Temos que ter muito cuidado com a matemática ela já está ludibriando
> os físicos há muito tempo, fazendo-os crer que é o único caminho
> para o progresso. Só com matemática nunca encontraremos a verdadeira
> realidade física. Sempre teremos, primeiramente, que partir de um
> modelo físico plausível, para depois aplicar a matemática. Isto foi
> o que Einstein fez, ele primeiro mentalizou um espaço-tempo curvado
> pela gravidade, o qual pela sua intuição física possuía a melhor
> representação da realidade, para depois desenvolver a matemática
> para ele, para isso contou com a ajuda de especialistas que possuíam
> um grande raciocínio lógico e desenvolveram a matemática que ainda
> não existia.
>
> []'s Rolf guthmann
>
> http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
>
>
>
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> <joao.bonomo@g...> escreveu
> > Prezado Guthmann,
> >
> > Agradeço muito suas indicações, especialmente o trabalho "Study of
> the
> > Anomalous Acceleration of Pioneer 10 and 11", como também seus
> > comentários aos quais respondo abaixo após JRB:
> >
> > Em 29/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > >
> > > Estimado João R. Bonomo
> > >
> > > As sondas espaciais, neste caso as Pioneer 10 e 11, assim como a
> > > Ulysses e Galileo, possuem uma velocidade de escape, ou seja,
> foram
> > > impulsionadas primeiro aqui da Terra em direção a Júpiter, e a
> > > gravidade deste depois re-impulsionou as, para o espaço
> > > interestelar. Desta forma se conseguiu a velocidade necessária
> para
> > > escapar da gravidade do Sistema Solar.
> > >
> >
> > JRB: OK.
> >
> >
> > > Esta velocidade de recessão ou de afastamento provoca nos sinais
> > > eletromagnéticos recebidos e enviados (pelas sondas e pela
> base), um
> > > desvio para o vermelho gravitacional ou DVG, ou seja, a
> freqüência
> > > diminui e o comprimento de onda aumenta, semelhante ao efeito
> > > Doppler do som.
> >
> > JRB: Na verdade a velocidade da afastamento provoca efeito Doppler
> nas
> > ondas gravieletromagnéticas recebidas pela nave ou transmitidas
> pela
> > mesma. Com o afastamento da nave o efeito Doppler faz diminuir as
> > freqüências recebidas ou transmitidas pela nave.
> >
> >
> > A grandeza deste efeito é bem conhecida, dos
> > > teóricos e práticos, e está computada, ou considerada, nos
> sistemas
> > > de comunicação, conforme estabelecem as consagradas leis
> clássicas
> > > da física, neste caso a teoria da relatividade e Newton.
> > >
> >
> > JRB: OK.
> >
> >
> > > Só que à medida que a distância foi aumentando, a central de
> > > rastreamento em Terra, constatou que as ondas eletromagnéticas
> não
> > > estavam obedecendo fielmente a estes princípios básicos da
> física. É
> > > a re-programação constante dos sintonizadores se tornava
> necessária.
> > >
> >
> > JRB: Detetaram um "Desvio para baixas freqüências ( Dbf ) extra que
> > foi atribuído a uma aceleração anômala extraordinária.
> >
> > > Constataram que deviam aumentar a freqüência, e para todos os
> casos
> > > o aumento era da mesma ordem de grandeza. Algo em torno de
> 5,99.10-9
> > > Hz/s. Ou 1,5 Hz em 8 anos.
> > >
> >
> > JRB: Devem aumentar a freqüência transmitida porque esta chega à
> nave
> > com freqüência diminuída devido ao efeito Doppler e ao Dbf.
> >
> > > Ou seja, alguma força desconhecida estava puxando as sondas e
> > > reduzindo suas velocidades de escape???
> > >
> >
> > JRB: Faz mais de cinco anos que eu tomei conhecimento desta
> anomalia
> > das freqüências e não coseguia compatibilizar com aquilo que
> deveria
> > realmente ocorrer porque a informação era sempre esta acima
> > apresentada por você, em todos os artigos que tomei conhecimento.
> > Agora no trabalho citado acima verifiquei que tem um sinal
> negativo na
> > "aceleração em direção ao sol", o que significa que a aceleração é
> no
> > sentido de afastamento do sol ( !!!!! ) e então o Dbf é
> perfeitamente
> > explicável.
> >
> > > No modelo gravitacional da TQG, a gravidade é gerada pelos
> átomos. É
> > > esta geração depende da intensidade do potencial gravitacional do
> > > local. Por isso que a constante universal "G" da gravidade pela
> TQG
> > > é variável.
> > >
> > > A variabilidade da "G" assim como da geração da gravidade é
> > > diretamente proporcional à taxa com que o tempo flui, e é este
> tempo
> > > o grande tormento de todo mundo. Aceitar a realidade às vezes
> não é
> > > tão simples como parece.
> > > A resistência a esta idéia é muito grande, so que agora a TQG
> tem um
> > > aliado de peso, que é a verificação matemática destas anomalias
> > > dentro dos seus princípios.
> > >
> >
> > JRB: Descupe mas meu foco no momento é o Dbf.
> >
> > > Pela TQG o fator de ajuste ficou em 5,19.10-9 Hz/s, obtidos de
> duas
> > > formas diferentes. enquanto que pela física tradicional, na
> melhor
> > > das hipóteses, o fator de ajuste não poderia exceder algo em
> torno
> > > de 10-15 Hz/s.
> > >
> >
> > JRB: Vamos facilitar as coisas e adotar um
> > Dbf = -6 x 10^-9 que é o apresentado no trabalho citado acima, bem
> > mais mnemônico e é aplicável a todas a ondas gravieletromagnéticas,
> > inclusive a luz.
> > Nota: o Dbf, com outros valores apropriados para meios materiais,
> já é
> > empregado pelos geólogos para pesquisar a constituição interna da
> nave
> > mãe Terra.
> >
> > > []'s Rolf guthmann
> > >
> > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
> > >
> >
> >
> > JRB: Abraços a todos,
> >
> > João R. Bonomo
> >
> >
> >
> >
> >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > > <joao.bonomo@g...> escreveu
> > > > Em 28/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > > > Estimado João R. Bonomo
> > > > >
> > > > > Nas páginas abaixo, voce poderá encontrar farto material
> > > > > no qual esta anomalia esta muito bem explicada.
> > > > >
> > > > > Rolf Guthmann
> > > > >
> > > > >
> > > > > http://arxiv.org/abs/gr-qc/0104064
> > > > >
> > > > >
> > >
> http://seattletimes.nwsource.com/html/nationworld/2002138196_pioneer0
> > > > > 2.html
> > > > >
> > > > > http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?
> > > > > xml=/news/2002/02/10/wnasa10.xml&sShe%
> > > > > 20et=/news/2002/02/10/ixworld.html
> > > > Prezado Guthmann,
> > > >
> > > > Não consegui o esclarecimento que procurava: o que está
> acontecendo
> > > > com o sinal ( na taxa de 5,99 x 10^-9 Hz/s ), aumentando a
> > > frequência
> > > > ou diminuindo a frequência?
> > > >
> > > > Abraços a todos,
> > > >
> > > > João R. Bonomo
> > > >
> > > > >
> > > > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > > > > <joao.bonomo@g...> escreveu
> > > > > > Prezado Guthmann,
> > > > > >
> > > > > > Poderia explicar melhor essa anomalia:
> > > > > >
> > > > > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno
> de
> > > > > 5,99.10-9
> > > > > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos
> para que
> > > > > estes
> > > > > > > possam ser sintonizados.
> > > > > >
> > > > > > Abraços a todos,
> > > > > >
> > > > > > João R. Bonomo
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > Em 25/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > > > > > Estimados colegas:
> > > > > > >
> > > > > > > O número de evidências a favor da tqg não para de
> crescer,
> > > nos
> > > > > > > últimos dias, coloquei no site da TQG a mais contundente
> das
> > > > > provas,
> > > > > > > o cálculo, pelo modelo gravitacional da TQG, das
> anomalias
> > > > > > > gravitacionais das sondas espaciais.
> > > > > > >
> > > > > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno
> de
> > > > > 5,99.10-9
> > > > > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos
> para que
> > > > > estes
> > > > > > > possam ser sintonizados.
> > > > > > >
> > > > > > > No início deste ano fui desafiado a encontrar através da
> TQG
> > > uma
> > > > > > > resposta matemática razoável que explicasse esta
> anomalia.
> > > Pela
> > > > > > > física tradicional, na melhor das hipóteses, o fator de
> > > ajuste
> > > > > não
> > > > > > > poderia exceder algo em torno de 10-15 Hz/s.
> > > > > > >
> > > > > > > Pela TQG ficou em 5,19.10-9 Hz/s.
> > > > > > >
> > > > > > > A incrível precisão alcançada pela TQG, a qual, não deixa
> > > mais
> > > > > > > duvidadas a respeito deste novo modelo de espaço-tempo,
> esta
> > > > > > > deixando inúmeros físicos, muitos dos quais não
> acreditavam
> > > ou
> > > > > > > ignoravam a TQG, de cabelos em pé.
> > > > > > >
> > > > > > > Rolf guthmann
> > > > > > >
> > > > > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > > > > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
> > > > > > >
> > > > > > >
> > > > > > >
> > > > > > >
> > > > > > >
> > > > > > > ##### ##### #####
> > > > > > >
> > > > > > > Página de apoio
> > > > > > > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
> > > > > > >
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> > > > > > > Links do Yahoo! Grupos
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> > > > > Página de apoio
> > > > > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> > > Página de apoio
> > > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> > > Links do Yahoo! Grupos
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> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> Links do Yahoo! Grupos
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>
>
>


SUBJECT: Ajuda em Estatística
FROM: "Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2005 09:42

Olá pessoal,

Alguém pode me ajudar com estatística?

Eis um exemplo de problema:

---
Os resultados de um levantamneto por amostras, que usou de técnicas
aleatórias na amostragem, foram que de 200 unidades familiares na área
da Grande Porto Alegre, 80% possuía automóvel, ao passo que uma mostra
de 300 na área da Grande Curitiba mostraram dados comparáveis de 75%.
Existe alguma diferença significante entre estas duas proporções ao
nível de 0,01?
---

Obrigado desde já,

Emiliano






SUBJECT: Re: Ajuda em Estatística
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2005 10:08

Sao 30 euros.

Vc pode usar o teste-t de amostras independentes.

Os procedimentos para isso vc pode obter em um livro de estatistica
(teste-t de Student).

Mas o resultado nao eh significativo com o nivel alfa especificado. A
probabilidade de H0 (as proporcoes virem de uma amostra com uma mesma
media) eh de 19% (p=0,19).

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Emiliano Chemello"
> Alguém pode me ajudar com estatística?
>
> Eis um exemplo de problema:
>
> ---
> Os resultados de um levantamneto por amostras, que usou de
> técnicas aleatórias na amostragem, foram que de 200 unidades
> familiares na área da Grande Porto Alegre, 80% possuía
> automóvel, ao passo que uma mostra de 300 na área da Grande
> Curitiba mostraram dados comparáveis de 75%.
> Existe alguma diferença significante entre estas duas
> proporções ao nível de 0,01?
> ---
>
> Obrigado desde já,
>
> Emiliano




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: TQG - O NOVO ESPAÇO TEMPO
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2005 10:31

Senhores,
oi.
Já estou começando a gostar dêsse papo.
Muitas coisas que acontecem nas distâncias do espaço são de difícil
avaliação, porque antes de qualquer interpretação, vão depender dos lances
hertzianos do próprio sistema de comunicação, também sujeitos ( ou até
mesmo mascaradores) aos fenômenos e agentes que se quer detectar. Muito
difícil de se imaginar algo como o efeito dopler sobre a ação da gravidade e
sem nehum outro agente, ou campo, externo. E não discutam comigo, pq não
entendo de nada! abr/M.


>From: Joao Bonomo <joao.bonomo@gmail.com>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: Re: [ciencialist] Re: TQG - O NOVO ESPAÇO TEMPO
>Date: Tue, 29 Nov 2005 15:41:47 -0200
>
>Prezado Guthmann,
>
>Agradeço muito suas indicações, especialmente o trabalho "Study of the
>Anomalous Acceleration of Pioneer 10 and 11", como também seus
>comentários aos quais respondo abaixo após JRB:
>
>Em 29/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@uol.com.br> escreveu:
> >
> > Estimado João R. Bonomo
> >
> > As sondas espaciais, neste caso as Pioneer 10 e 11, assim como a
> > Ulysses e Galileo, possuem uma velocidade de escape, ou seja, foram
> > impulsionadas primeiro aqui da Terra em direção a Júpiter, e a
> > gravidade deste depois re-impulsionou as, para o espaço
> > interestelar. Desta forma se conseguiu a velocidade necessária para
> > escapar da gravidade do Sistema Solar.
> >
>
>JRB: OK.
>
>
> > Esta velocidade de recessão ou de afastamento provoca nos sinais
> > eletromagnéticos recebidos e enviados (pelas sondas e pela base), um
> > desvio para o vermelho gravitacional ou DVG, ou seja, a freqüência
> > diminui e o comprimento de onda aumenta, semelhante ao efeito
> > Doppler do som.
>
>JRB: Na verdade a velocidade da afastamento provoca efeito Doppler nas
>ondas gravieletromagnéticas recebidas pela nave ou transmitidas pela
>mesma. Com o afastamento da nave o efeito Doppler faz diminuir as
>freqüências recebidas ou transmitidas pela nave.
>
>
> A grandeza deste efeito é bem conhecida, dos
> > teóricos e práticos, e está computada, ou considerada, nos sistemas
> > de comunicação, conforme estabelecem as consagradas leis clássicas
> > da física, neste caso a teoria da relatividade e Newton.
> >
>
>JRB: OK.
>
>
> > Só que à medida que a distância foi aumentando, a central de
> > rastreamento em Terra, constatou que as ondas eletromagnéticas não
> > estavam obedecendo fielmente a estes princípios básicos da física. É
> > a re-programação constante dos sintonizadores se tornava necessária.
> >
>
>JRB: Detetaram um "Desvio para baixas freqüências ( Dbf ) extra que
>foi atribuído a uma aceleração anômala extraordinária.
>
> > Constataram que deviam aumentar a freqüência, e para todos os casos
> > o aumento era da mesma ordem de grandeza. Algo em torno de 5,99.10-9
> > Hz/s. Ou 1,5 Hz em 8 anos.
> >
>
>JRB: Devem aumentar a freqüência transmitida porque esta chega à nave
>com freqüência diminuída devido ao efeito Doppler e ao Dbf.
>
> > Ou seja, alguma força desconhecida estava puxando as sondas e
> > reduzindo suas velocidades de escape???
> >
>
>JRB: Faz mais de cinco anos que eu tomei conhecimento desta anomalia
>das freqüências e não coseguia compatibilizar com aquilo que deveria
>realmente ocorrer porque a informação era sempre esta acima
>apresentada por você, em todos os artigos que tomei conhecimento.
>Agora no trabalho citado acima verifiquei que tem um sinal negativo na
>"aceleração em direção ao sol", o que significa que a aceleração é no
>sentido de afastamento do sol ( !!!!! ) e então o Dbf é perfeitamente
>explicável.
>
> > No modelo gravitacional da TQG, a gravidade é gerada pelos átomos. É
> > esta geração depende da intensidade do potencial gravitacional do
> > local. Por isso que a constante universal "G" da gravidade pela TQG
> > é variável.
> >
> > A variabilidade da "G" assim como da geração da gravidade é
> > diretamente proporcional à taxa com que o tempo flui, e é este tempo
> > o grande tormento de todo mundo. Aceitar a realidade às vezes não é
> > tão simples como parece.
> > A resistência a esta idéia é muito grande, so que agora a TQG tem um
> > aliado de peso, que é a verificação matemática destas anomalias
> > dentro dos seus princípios.
> >
>
>JRB: Descupe mas meu foco no momento é o Dbf.
>
> > Pela TQG o fator de ajuste ficou em 5,19.10-9 Hz/s, obtidos de duas
> > formas diferentes. enquanto que pela física tradicional, na melhor
> > das hipóteses, o fator de ajuste não poderia exceder algo em torno
> > de 10-15 Hz/s.
> >
>
>JRB: Vamos facilitar as coisas e adotar um
>Dbf = -6 x 10^-9 que é o apresentado no trabalho citado acima, bem
>mais mnemônico e é aplicável a todas a ondas gravieletromagnéticas,
>inclusive a luz.
>Nota: o Dbf, com outros valores apropriados para meios materiais, já é
>empregado pelos geólogos para pesquisar a constituição interna da nave
>mãe Terra.
>
> > []'s Rolf guthmann
> >
> > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
> >
>
>
>JRB: Abraços a todos,
>
>João R. Bonomo
>
>
>
>
>
> >
> >
> >
> >
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > <joao.bonomo@g...> escreveu
> > > Em 28/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > > Estimado João R. Bonomo
> > > >
> > > > Nas páginas abaixo, voce poderá encontrar farto material
> > > > no qual esta anomalia esta muito bem explicada.
> > > >
> > > > Rolf Guthmann
> > > >
> > > >
> > > > http://arxiv.org/abs/gr-qc/0104064
> > > >
> > > >
> > http://seattletimes.nwsource.com/html/nationworld/2002138196_pioneer0
> > > > 2.html
> > > >
> > > > http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?
> > > > xml=/news/2002/02/10/wnasa10.xml&sShe%
> > > > 20et=/news/2002/02/10/ixworld.html
> > > Prezado Guthmann,
> > >
> > > Não consegui o esclarecimento que procurava: o que está acontecendo
> > > com o sinal ( na taxa de 5,99 x 10^-9 Hz/s ), aumentando a
> > frequência
> > > ou diminuindo a frequência?
> > >
> > > Abraços a todos,
> > >
> > > João R. Bonomo
> > >
> > > >
> > > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > > > <joao.bonomo@g...> escreveu
> > > > > Prezado Guthmann,
> > > > >
> > > > > Poderia explicar melhor essa anomalia:
> > > > >
> > > > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
> > > > 5,99.10-9
> > > > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
> > > > estes
> > > > > > possam ser sintonizados.
> > > > >
> > > > > Abraços a todos,
> > > > >
> > > > > João R. Bonomo
> > > > >
> > > > >
> > > > > Em 25/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > > > > Estimados colegas:
> > > > > >
> > > > > > O número de evidências a favor da tqg não para de crescer,
> > nos
> > > > > > últimos dias, coloquei no site da TQG a mais contundente das
> > > > provas,
> > > > > > o cálculo, pelo modelo gravitacional da TQG, das anomalias
> > > > > > gravitacionais das sondas espaciais.
> > > > > >
> > > > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
> > > > 5,99.10-9
> > > > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
> > > > estes
> > > > > > possam ser sintonizados.
> > > > > >
> > > > > > No início deste ano fui desafiado a encontrar através da TQG
> > uma
> > > > > > resposta matemática razoável que explicasse esta anomalia.
> > Pela
> > > > > > física tradicional, na melhor das hipóteses, o fator de
> > ajuste
> > > > não
> > > > > > poderia exceder algo em torno de 10-15 Hz/s.
> > > > > >
> > > > > > Pela TQG ficou em 5,19.10-9 Hz/s.
> > > > > >
> > > > > > A incrível precisão alcançada pela TQG, a qual, não deixa
> > mais
> > > > > > duvidadas a respeito deste novo modelo de espaço-tempo, esta
> > > > > > deixando inúmeros físicos, muitos dos quais não acreditavam
> > ou
> > > > > > ignoravam a TQG, de cabelos em pé.
> > > > > >
> > > > > > Rolf guthmann
> > > > > >
> > > > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > > > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
> > > > > >
> > > > > >
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: TQG - O NOVO ESPAÇO TEMPO
FROM: Joao Bonomo <joao.bonomo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2005 11:04

Prezado Murilo,

Não vamos discutir, apenas tentar clarear as idéias.
O efeito Doppler não tem nada a ver com o campo gravitacional. Ele
aparece porque a nave está se afastando de nós em alta velocidade. É o
velho exemplo do apito do trem que fica mais grave quando o trem se
afasta do observador.

Abraços a todos,

João R. Bonomo

Em 30/11/05, murilo filo<avalanchedrive@hotmail.com> escreveu:
> Senhores,
> oi.
> Já estou começando a gostar dêsse papo.
> Muitas coisas que acontecem nas distâncias do espaço são de difícil
> avaliação, porque antes de qualquer interpretação, vão depender dos lances
> hertzianos do próprio sistema de comunicação, também sujeitos ( ou até
> mesmo mascaradores) aos fenômenos e agentes que se quer detectar. Muito
> difícil de se imaginar algo como o efeito dopler sobre a ação da gravidade e
> sem nehum outro agente, ou campo, externo. E não discutam comigo, pq não
> entendo de nada! abr/M.
>
>
> >From: Joao Bonomo <joao.bonomo@gmail.com>
> >Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >Subject: Re: [ciencialist] Re: TQG - O NOVO ESPAÇO TEMPO
> >Date: Tue, 29 Nov 2005 15:41:47 -0200
> >
> >Prezado Guthmann,
> >
> >Agradeço muito suas indicações, especialmente o trabalho "Study of the
> >Anomalous Acceleration of Pioneer 10 and 11", como também seus
> >comentários aos quais respondo abaixo após JRB:
> >
> >Em 29/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@uol.com.br> escreveu:
> > >
> > > Estimado João R. Bonomo
> > >
> > > As sondas espaciais, neste caso as Pioneer 10 e 11, assim como a
> > > Ulysses e Galileo, possuem uma velocidade de escape, ou seja, foram
> > > impulsionadas primeiro aqui da Terra em direção a Júpiter, e a
> > > gravidade deste depois re-impulsionou as, para o espaço
> > > interestelar. Desta forma se conseguiu a velocidade necessária para
> > > escapar da gravidade do Sistema Solar.
> > >
> >
> >JRB: OK.
> >
> >
> > > Esta velocidade de recessão ou de afastamento provoca nos sinais
> > > eletromagnéticos recebidos e enviados (pelas sondas e pela base), um
> > > desvio para o vermelho gravitacional ou DVG, ou seja, a freqüência
> > > diminui e o comprimento de onda aumenta, semelhante ao efeito
> > > Doppler do som.
> >
> >JRB: Na verdade a velocidade da afastamento provoca efeito Doppler nas
> >ondas gravieletromagnéticas recebidas pela nave ou transmitidas pela
> >mesma. Com o afastamento da nave o efeito Doppler faz diminuir as
> >freqüências recebidas ou transmitidas pela nave.
> >
> >
> > A grandeza deste efeito é bem conhecida, dos
> > > teóricos e práticos, e está computada, ou considerada, nos sistemas
> > > de comunicação, conforme estabelecem as consagradas leis clássicas
> > > da física, neste caso a teoria da relatividade e Newton.
> > >
> >
> >JRB: OK.
> >
> >
> > > Só que à medida que a distância foi aumentando, a central de
> > > rastreamento em Terra, constatou que as ondas eletromagnéticas não
> > > estavam obedecendo fielmente a estes princípios básicos da física. É
> > > a re-programação constante dos sintonizadores se tornava necessária.
> > >
> >
> >JRB: Detetaram um "Desvio para baixas freqüências ( Dbf ) extra que
> >foi atribuído a uma aceleração anômala extraordinária.
> >
> > > Constataram que deviam aumentar a freqüência, e para todos os casos
> > > o aumento era da mesma ordem de grandeza. Algo em torno de 5,99.10-9
> > > Hz/s. Ou 1,5 Hz em 8 anos.
> > >
> >
> >JRB: Devem aumentar a freqüência transmitida porque esta chega à nave
> >com freqüência diminuída devido ao efeito Doppler e ao Dbf.
> >
> > > Ou seja, alguma força desconhecida estava puxando as sondas e
> > > reduzindo suas velocidades de escape???
> > >
> >
> >JRB: Faz mais de cinco anos que eu tomei conhecimento desta anomalia
> >das freqüências e não coseguia compatibilizar com aquilo que deveria
> >realmente ocorrer porque a informação era sempre esta acima
> >apresentada por você, em todos os artigos que tomei conhecimento.
> >Agora no trabalho citado acima verifiquei que tem um sinal negativo na
> >"aceleração em direção ao sol", o que significa que a aceleração é no
> >sentido de afastamento do sol ( !!!!! ) e então o Dbf é perfeitamente
> >explicável.
> >
> > > No modelo gravitacional da TQG, a gravidade é gerada pelos átomos. É
> > > esta geração depende da intensidade do potencial gravitacional do
> > > local. Por isso que a constante universal "G" da gravidade pela TQG
> > > é variável.
> > >
> > > A variabilidade da "G" assim como da geração da gravidade é
> > > diretamente proporcional à taxa com que o tempo flui, e é este tempo
> > > o grande tormento de todo mundo. Aceitar a realidade às vezes não é
> > > tão simples como parece.
> > > A resistência a esta idéia é muito grande, so que agora a TQG tem um
> > > aliado de peso, que é a verificação matemática destas anomalias
> > > dentro dos seus princípios.
> > >
> >
> >JRB: Descupe mas meu foco no momento é o Dbf.
> >
> > > Pela TQG o fator de ajuste ficou em 5,19.10-9 Hz/s, obtidos de duas
> > > formas diferentes. enquanto que pela física tradicional, na melhor
> > > das hipóteses, o fator de ajuste não poderia exceder algo em torno
> > > de 10-15 Hz/s.
> > >
> >
> >JRB: Vamos facilitar as coisas e adotar um
> >Dbf = -6 x 10^-9 que é o apresentado no trabalho citado acima, bem
> >mais mnemônico e é aplicável a todas a ondas gravieletromagnéticas,
> >inclusive a luz.
> >Nota: o Dbf, com outros valores apropriados para meios materiais, já é
> >empregado pelos geólogos para pesquisar a constituição interna da nave
> >mãe Terra.
> >
> > > []'s Rolf guthmann
> > >
> > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
> > >
> >
> >
> >JRB: Abraços a todos,
> >
> >João R. Bonomo
> >
> >
> >
> >
> >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > > <joao.bonomo@g...> escreveu
> > > > Em 28/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > > > Estimado João R. Bonomo
> > > > >
> > > > > Nas páginas abaixo, voce poderá encontrar farto material
> > > > > no qual esta anomalia esta muito bem explicada.
> > > > >
> > > > > Rolf Guthmann
> > > > >
> > > > >
> > > > > http://arxiv.org/abs/gr-qc/0104064
> > > > >
> > > > >
> > > http://seattletimes.nwsource.com/html/nationworld/2002138196_pioneer0
> > > > > 2.html
> > > > >
> > > > > http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?
> > > > > xml=/news/2002/02/10/wnasa10.xml&sShe%
> > > > > 20et=/news/2002/02/10/ixworld.html
> > > > Prezado Guthmann,
> > > >
> > > > Não consegui o esclarecimento que procurava: o que está acontecendo
> > > > com o sinal ( na taxa de 5,99 x 10^-9 Hz/s ), aumentando a
> > > frequência
> > > > ou diminuindo a frequência?
> > > >
> > > > Abraços a todos,
> > > >
> > > > João R. Bonomo
> > > >
> > > > >
> > > > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Joao Bonomo
> > > > > <joao.bonomo@g...> escreveu
> > > > > > Prezado Guthmann,
> > > > > >
> > > > > > Poderia explicar melhor essa anomalia:
> > > > > >
> > > > > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
> > > > > 5,99.10-9
> > > > > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
> > > > > estes
> > > > > > > possam ser sintonizados.
> > > > > >
> > > > > > Abraços a todos,
> > > > > >
> > > > > > João R. Bonomo
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > Em 25/11/05, Rolf Guthmann<rolfguthmann@u...> escreveu:
> > > > > > > Estimados colegas:
> > > > > > >
> > > > > > > O número de evidências a favor da tqg não para de crescer,
> > > nos
> > > > > > > últimos dias, coloquei no site da TQG a mais contundente das
> > > > > provas,
> > > > > > > o cálculo, pelo modelo gravitacional da TQG, das anomalias
> > > > > > > gravitacionais das sondas espaciais.
> > > > > > >
> > > > > > > Sabe-se, da necessidade de um fator de ajuste, em torno de
> > > > > 5,99.10-9
> > > > > > > Hz/s, aplicado aos sinais eletromagnéticos recebidos para que
> > > > > estes
> > > > > > > possam ser sintonizados.
> > > > > > >
> > > > > > > No início deste ano fui desafiado a encontrar através da TQG
> > > uma
> > > > > > > resposta matemática razoável que explicasse esta anomalia.
> > > Pela
> > > > > > > física tradicional, na melhor das hipóteses, o fator de
> > > ajuste
> > > > > não
> > > > > > > poderia exceder algo em torno de 10-15 Hz/s.
> > > > > > >
> > > > > > > Pela TQG ficou em 5,19.10-9 Hz/s.
> > > > > > >
> > > > > > > A incrível precisão alcançada pela TQG, a qual, não deixa
> > > mais
> > > > > > > duvidadas a respeito deste novo modelo de espaço-tempo, esta
> > > > > > > deixando inúmeros físicos, muitos dos quais não acreditavam
> > > ou
> > > > > > > ignoravam a TQG, de cabelos em pé.
> > > > > > >
> > > > > > > Rolf guthmann
> > > > > > >
> > > > > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/
> > > > > > > http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG2/tqg270.html
> > > > > > >
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SUBJECT: interferncia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/11/2005 12:45

Grupos.com.brOlá todos,
preciso de um reforço conceitual.
A pergunta base é: numa corda tensa dois pulsos 'iguais', um prá cima e outro prá baixo e de sentidos opostos se sobrepõem numa interferência totalmente destrutiva e a corda fica 'reta'; para onde vai a energia dos pulsos? ou, resumidamente, o que acontece com a energia dos pulsos, no momento do encontro, quando sofrem interferência destrutiva?

Eis uma resposta/proposta preliminar:

A energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula) .
A energia cinética total (soma das energias cinéticas do pulso progressivo e retrógrado) não é nula; na região da interferência destrutiva, a energia cinética total converte-se em energia potencial elástica dos pontos da corda (a tensão se modifica totalmente); a energia potencial elástica restitui a energia cinética dos pulsos após zona de interferência.

Que acham?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Como utilizar o Google com eficiência
FROM: Esteban Moreno <estebanlmoreno@gmail.com>
TO: Vivens Scientia <VivensScientia@yahoogroups.com>, Roberto Coelho <coelho@cetem.gov.br>, Ian Hovell <hovell@re.microlink.com.br>, Victor Ahon <ruiz@peq.coppe.ufrj.br>, Marcio Nele de Souza <mnele@yahoo.com.br>, "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/11/2005 15:25

Esse texto apresenta uma srie de tcnicas utilizveis na maior das mquinas
de busca, o Google. Entretanto, ainda que exista um domnio do Google para
pesquisas em pginas exclusivamente em portugus e brasileiras, as
principais funcionalidades e aplicaes ainda no foram incorporadas na
verso google.com.br

Assim, o texto torna-se til principalmente para aqueles que j esto
familiarizados com a utilizao da mquina e seus padres originais, no
google.com (sem ponto b rre).

*Como utilizar o Google com eficincia*
Por Sudar Muthu

Traduo de Moreno Barros


*O bsico do Google*

A Internet uma vasta coleo de informao escondida em mais de 2 bilhes
de pginas. Mas o volume crescente de contedo torna difcil encontrar
informaes pertinentes a um assunto desejado. Pesquisar na internet como
procurar uma agulha em uma palheiro. As mquinas de buscas surgiram, para
auxlio. Elas evoluiram rpido, tentando cercar todas as nuances de bilhes
de documentos online, e ainda continuam a evoluir hoje.

Google entrou na roda em 1998. Sua pgina principal ilusoriamente simples
com um campo de preenchimento para busca, e alguns botes. A interface
bsica to fascinante em sua simplicidade desmente o poder da mquina do
Google por baixo, e a riqueza de informaes a sua disposio. E se voc
utiliza a sintaxe de busca do Google em sua plenitude, a Web a sua ostra.
Nesse artigo voc encontrar tcnicas que iro lhe auxiliar no uso das
ferramentas do Google com eficincia.

*Busca textual *

*O bsico das Booleanas*

Sempre que voc pesquisar por duas (ou mais) palavras chave de uma s vez,
as mquinas de buscas utilizam um mtodo padronizado para lidar com essas
palavras. Deve a mquina pesquisar pelas duas palavras separadamente ou
juntas? A resposta se chama padro Booleano; as mquinas de busca podem
padronizar as booleanas AND (pesquisar pelas duas palavras juntas) ou a
booleana OR (pesquisar pelas duas palavras separadamente). Claro, mesmo que
o padro de uma mquina de busca seja pesquisar pelas duas palavras juntas
(AND) voc poder utilizar um comando especial para instruir a pesquisa
pelas palavras separadamente (OR).

O padro booleano do Google AND; isso significa que se voc pesquisar por
duas ou mais palavras, o Google vai pesquisar por todas elas. Se voc
pesquisar por:

Operadoras de telefones celulares

o Google pesquisar por todas as trs palavras (desconsiderando os artigos e
preposies). Se voc quer especificar que qualquer uma das palavras
aceitvel, voc pode colocar um OR entre elas:

Operadoras OR telefones OR celulares

Se voc quer definitivamente um termo, e um ou dois mais outros termos
aceitveis (ou termos no definitivos), voc pode agrup-los dentro de
parentese, assim:

Operadoras (Vivo OR Claro OR Oi)

Essa frase busca pela palavra "Vivo" ou "Claro" ou "Oi" juntamente com a
palavra "Operadoras". Outro caracter que pode ser utilizado em substituio
ao OR a funo | do teclado, como em:

Operadoras (TIM | "telefones celulares")

Se voc quer especificar que um item de busca no deve aparecer nos seus
resultados, utilize um - (sinal de menos).

Operadoras de telefones celulares - Vivo

Essa frase vai pesquisar por pginas que contenham tanto as palavras
"operadoras", "telefones" e "celulares", mas no a palavra "Vivo".


*As sintaxes especiais*

Em adio ao bsico AND, OR e palavras entre aspas, o Google oferece algumas
sintaxes especiais para otimizao das buscas de seus usurios.O Google
sendo uma mquina de busca de textos completos, indexa pginas da Web
integralmente ao invs de apenas ttulos e descries. Comandos adicionais,
chamados de sintaxes especiais, permitem que os usurios do Google busquem
por partes especficas de pginas da Web, ou especficos tipos de
informao. Isso vantajoso quando voc est lidando com 2 bilhes de
pginas e precisa de todas as oportunidades para melhorar os resultados de
sua busca. Especificar que suas palavras chave para a pesquisa devem
aparecer apenas no ttulo ou URL de uma pgina encontrada uma grande
maneira de otimizar seus resultados sem ter que tornar suas palavras chaves
propriamente muito especficas.

Eis algumas das palavras chaves comuns que voc pode adicionar a sua
pesquisa no Google

intitle:
Restringe sua busca a ttulos de pginas da Web. A variao, allintitle:
encontra pginas onde todas as palavras especificadas constituem o ttulo da
pgina. Mas melhor evitar o uso da variao allintitle: , porque no
combina muito bem com algumas das outras sintaxes.

Exemplo: intitle:"Roberto Jefferson"

allintitle:"cpi mista" dos correios

inurl:
Restringe sua pesquisa as URLs das pginas. Essa sintaxe costuma funcionar
bem para encontrar pginas de busca e de ajuda, porque tende a ser regular
em suas composies. Uma variao allinurl: encontra todas as palavras
listadas em um URL, mas tambm no funciona muito bem com outras sintaxes
especiais.

Exemplo: inurl:ajuda

allinurl:pesquisa ajuda

intext:
Pesquisa apenas o contedo textual (ignora links, URLs e ttulos). Existe
uma variao allintext: mas novamente, no gosta muito de brincar com as
outras sintaxes. Apesar de seu uso ser limitado, perfeito para encontrar
palavras chave que poderiam ser muito comuns em URLs ou links de ttulos.

Exemplo: intext:"yahoo.com"

intext:html

inanchor:
Pesquisa por texto nas ncoras dos links de uma pgina. Uma ncora de link
o texto descritivo desse link. Por exemplo, o ncora do link no cdigo HTML
"ExtraLibris Tecnolgica <http://tecnologica.extralibris.info/>".

Exemplo: inanchor:"Elio Gaspari"

site:
Permite que voc limite sua pesquisa tanto por domnio de um site ou domnio
de nvel elevado. AltaVista, por exemplo, possui duas sintaxes para essa
funo (host: e domain:), mas o Google possui apenas um.

Exemplo: site:extralibris.info
site:moreno.extralibris.info
site:gov
site:bn.br


link:
Retorna uma lista de pginas que fazem ligao a uma URL especificada.
Digite link:www.google.com e voc receber uma lista de pginas que fazem
link ao Google. No se preocupe em incluir o http:// ; no necessrio, e
na verdade, o Google parece ignor-lo mesmo que voc insira. link: funciona
tambm com URLs extensas -
http://www.oglobo.com.br/segundocaderno/colunistas/arnaldojabour/ por
exemplo bem como com URLs de nvel elevado, como globo.com.

Exeplo: link:www.google.com


cache:
Encontra uma cpia da pgina que o Google indexou mesmo se essa pgina no
se encontra mais disponvel em sua URL original ou modificou completamente
seu contedo desde ento. Isso particularmente til para pginas que se
modificam com frequncia. Se o Google retornar um resultado que
aparentemente no tem muito a ver com a sua busca, voc quase que certamente
encontrar o que est procurando na ltima verso em cache dessa pgina no
Google.

Exemplo: cache:www.yahoo.com


daterange:
Limita sua pesquisa em uma data particular ou variao de datas em que uma
pgina foi indexada. importante notar que a busca no limitada a data de
criao da pgina e sim quando foi indexada pelo Google. Ento se uma pgina
foi criada em 2 de fevereiro e no indexada pelo Google antes de 11 de
abril, poder ser encontrada com daterange: busca em 11 de abril. Note que o
daterange: funciona com datas Julianas e no Gregorianas (as que utilizamos
no dia-dia)

Exemplo: "George Bush" daterange:2452389-2452389
neurocirurgia daterange:2452389-2452389


filetype:
Pesquisa os sufixos ou extenses de nomes de arquivos. Esses so geralmente,
mas no necessariamente, diferentes tipos de arquivos. Eu prefiro fazer essa
distino, porque pesquisar pelo filetype:htm e filetype:html fornece
diferentes nmeros de resultados, apesar de serem o mesmo tipo de arquivo.
Voc pode pesquisar por diferentes geradores de pginas, como ASP, PHP, CGI,
e da por diante presumindo que o site no est escondendo arquivos por
trs de redirecionamentos e proxy. O Google indexa diversos formatos
diferentes da Microsoft, incluindo: PowerPoint (PPT), Excel (XLS), and Word
(DOC).

Exemplo: artigos filetype:pdf

"indicadores econmicos" filetype:ppt


related:
Encontra pginas que esto relacionadas com a pgina especificada. Nem todas
as pginas so relacionadas a outras pginas. Essa uma boa maneira de
encontrar categorias de pginas; uma busca por related:google.com retorna
uma variedade de mquinas de busca, incluindoHotBot, Yahoo!, e Northern
Light.

Exemplo: related:www.yahoo.com

related:www.cnn.com


info:
Fornece uma pgina de links contendo mais informaes sobre uma URL
especificada. Inclui um link para o cach da URL, uma lista de pginas que
fazem ligao aquela URL, pginas que so relacionadas aquela URL, e pginas
que contm a URL. Note que essa informao dependente das indexaes do
Google. Se o Google no indexou essa URL, informao obviamente ser
reduzida.

Exemplo: info:www.biblio.crube.net

info:www.uol.com.br/musica


*Encontrando a terminologia tecnolgica*

Vocabulrios especializados permanecem, na maioria dos casos, como palavras
estticas que normalmente no modificam seus significados de uma hora pra
outra. Isso no se aplica aos jarges relacionados computao. Parece que
a cada 12 segundos algum aparece com um termo novo relacionado a
computadores ou Internet, e ento 12 minutos depois se torna obsoleto ou
significa algo completamente diferente geralmente mais de uma coisa ao
mesmo tempo. Talvez no seja to mau assim. Apenas sentimos dessa maneira. O
Google pode te ajudar em duas maneiras; ajudando a encontrar palavras e
ajudando a encontrar as palavras que voc no conhece, mas que precisa
conhecer.

Comeando pelo comeo: pelamordedeus, no coloque simplesmente a abreviao
dentro do campo de busca! Por exemplo, se voc pesquisa por XSLT, receber
900.000 resultados em troca. Utilizando combinaes que o Google fornece,
pode-se descobrir que existe muito mais vida do que isso. Ao invs, adicione
"stands +for" ["significa"] ao campo de pesquisa se o que voc procura uma
abreviao ou acrnimo. "XSLT stands +for" ["XSLT significa"] retorna mais
ou menos 29 resultados, e o primeira da lista um glossrio tutorial. Se
voc ainda est recebendo muitos resultados ("XML stands +for" fornece 1,000
resultados) tente adicionar "beginners" ["iniciantes"] , que retorna 35
resultados, o primeiro sendo "XML for beginners" ["XML para iniciantes]. Se
ainda assim voc no est conseguindo os resultados desejveis, tente "What
is X?" ["O que X?"] ou "X +is short +for" ["X + reduo + de"] ou X
beginners FAQ, onde X o acrnimo ou termo. Esses devem ser considerados
mtodos de segundo-escalo, porque muitos sites tendem a no utilizar frases
tipo "What is X?" em suas pginas. "X is short for" linguagem incomum, e X
pode ser to novo (ou to obscuro) que ainda no possui uma entrada FAQ.
Novamente, seus resultados podem variar e vale a pena arriscar; existe muita
terminologia por a. Se voc possui terminologia especfica de hardware- ou
software tente a palavra ou frase junto com quaisquer coisas que voc
conhece sobre sua utilizao. Por exemplo, DynaLoader uma terminologia
especfica de software; um mdulo Perl. Sabendo isso, apenas d s duas
palavras uma combinao: DynaLoader Perl. Se os resultados que voc
encontrar forem muito avanados, assumindo que voc j sabe o que DynaLoader
, comece a brincar com as palavras "beginners", "newbie" ["novato"], e
similares para lhe aproximar a informaes para iniciantes:
DynaLoader Perl Beginners

*Google Groups*

Os grupos da Usenet, grupos de discusso com base textual cobrindo
literalmente centenas de milhares de assunto, existem desde antes mesmo a
criao da World Wide Web. E agora eles esto disponveis para busca e
utilizao como o (http://groups.google.com/). O arquivo do Google Groups
comea em 1981 e cobre at os dias de hoje. Mais de 200 milhes de mensagens
esto arquivadas. Como voc pode imaginar, um arquivo bem grande, cobrindo
literalmente dcadas de discusso. Se perdeu em uma fase de um jogo de
vdeo-game das antigas? Precisa de ajuda com uma mquina de costura que
comprou em 1982? Voc pode encontrar respostas aqui. Google Groups tambm
permite que voc participe das discusses da Usenet.

Existem hierarquias regionais e menores, mas as principais so: alt, biz,
comp, humanities, misc, news, rec, sci, soc, e talk. Muitos dos grupos da
Web so criados atravs de um processo de votao e so colocados sob
hierarquias que mais se aplicam ao tpico.


*Navegando pelos grupos*

Na pgina principal do Google Groups, voc pode navegar por uma lista de
grupos escolhendo uma hierarquia na pgina principal. Voc ver que existem
subtpicos, sub-subtpicos, sub-sub-subtpicos e bom, voc j entendeu.
Por exemplo, na hierarquia comp (computadores) voc encontrar subtpico
comp.sys, reduo de "computer systems". Sob ele existem 75 grupos e
subtpicos, incluindo comp.sys.mac, uma parte da hierarquia devotada ao
sistema de computador Macintosh. Existem 24 subtpicos Mac, um deles
comp.sys.mac.hardware, que possui, alm, 3 grupos abaixo. Quando voc j
tiver trilhado todos os grupos especficos de seus interesses, o Google
Groups apresenta as mensagens propriamente, sortidas em ordem cronolgica
inversa. Essa estratgia funciona bem quando voc quer ler um grupo lento
(baixo trfego) ou moderado, mas quando voc quer ler um grupo volumoso,
livre-para-qualquer-usurio, voc pode desejar utilizar a mquina de busca
do Google Groups. A busca na pgina principal funciona similarmente
pesquisa regular no Google; a nica diferena perceptvel o boto do
Google Groups e cada resultado possui um grupo associado e data de postagem.

*Sintaxes especiais e Google Groups *

Voc pode fazer pesquisas precisas na pgina de buscas avanadas do Google
Groups. E, como no Google regular, voc possui algumas sintaxes a sua
disposio. Google Groups um arquivo de conversaes. Ento, quando voc
pesquisar, voc obter mais sucesso se tentar procurar por linguagem
informal e de conversao, no a linguagem cuidadosamente estruturada que
encontra em sites da Internet (bom, pelo menos alguns sites...)

intitle:
Pesquisa por palavras nos ttulos de mensagens
Exemplo: intitle:futebol

group:
Restringe sua busca a um grupo especfico ou conjunto de grupos (tpico). O
caracter * (asterisco) modifica uma sintaxe group: para incluir tudo sob o
grupo ou assunto especificado. comp.lang* [comp lang de computer language,
"linguagem computacional" em Portugus] encontrar resultados no grupo
comp.lang, bem como em comp.lang.php, comp.lang.perl, e em diante.
Exemplo: group:comp.lang*
group:alt*
group:comp.lang.perl.misc


author:
Especifica o autor de uma mensagem no grupo. Pode ser nome completo ou
parcial, ou um endereo de email.
Eg: author:fred
author:fred flintstone
author:flintstone@bedrock.gov


*Google Images*

Tire uma folga da busca textual e d uma olhada no Google Images (
http://images.google.com/), um ndice com mais de 390 milhes de imagens
disponveis na Web. A busca de imagens do Google comea com uma busca
simples por palavras chave. Imagens so indexadas sob uma variedade de
palavras chave, algumas mais amplas do que outras, mais especficas o
possvel. Se voc est pesquisando por gatos, no utilize gatos como palavra
chave a no ser que voc no se importe em receber resultados que incluem
"escaneamento de gatos" [algumas pessoas escaneam seus gatos,
literalmente, e expem as fotos na internet]. Utilize palavras que so mais
unicamente relacionadas aos gatos, como felino ou bichano. Especifique sua
busca ao mximo, utilizando o menor nmero de palavras possvel. Uma busca
por dente felino, que lhe traz mais de 3000 resultados no Google, no traz
nenhum resultado no Google Image Search; nesse caso, dente de gato funciona
melhor. (Construir frases para pesquisa de imagens exige muita pacincia e
experimentao). Resultados de busca incluem um thumbnail [imagem em pequena
escala], nome, tamanho (tanto pixels e kilobytes), e a URL onde a imagem se
encontra. Clicando sobre a imagem apresenta uma pgina enquadrada, o
thumbnail do Google para a imagem no topo, e a pgina onde a imagem
originalmente apareceu na parte de baixo.

Pesquisar no Google Images pode ser frustrante, porque difcil construir
buscas com mltiplas palavras, e pesquisas com palavras nicas levam a
milhares de resultados. Voc tem mais opes para otimizar a pesquisa tanto
atravs da interface do Advanced Image Search como das sintaxes especiais do
Google Image Search.

*Sintaxes especiais do Google Images*

Google Images oferces algumas sintaxes especiais:

intitle:
Encontre palavras chave no ttulo da pgina. Esse um excelente meio para
otimizar os resultados de buscas.
Eg: intitle: Grande Muralha da China

filetype:
Encontre imagens de um tipo particular. Isso funciona apenas para JPEG e
GIF, no BMP, PNG, ou qualquer outro formato que o Google no indexa. Note
que para pesquisa por filetype:jpg e filetype:jpeg no trar diferentes
resultados, porque a filtragem baseada nas extenses de arquivo, e no um
tipo de entendimento profundo daquele tipo de arquivo.
Eg: filetype:jpeg Albert Einstein


site:
Como na busca no Google regular, restringe seus resultados para um
especfico site ou domnio. No utilize para restringir resultados para um
nico domnio a no ser que voc tenha certeza do que exista l. Ao invs,
utilize para restringir resultados a certos domnios. Por exemplo, pequise
por futebol.site:br e depois pesquise por futebol.site:com um bom exemplo
de como o uso do site: pode fazer diferena.

*Google News*

Pesquisa no Google permite que voc busque por notcias de vrias fontes na
internet. O campo de busca funciona como a busca no Google regular todas
as buscas so padronizadas AND. Os resultados so apresentados em clusters
[emaranhados], fornecendo ttulo, fonte, data e um breve sumrio (o link
para a notcia completa est includo no ttulo). O pesquisador pode
selecionar suas buscas por relevncia ou data.

*Sintaxes especiais*

Pesquisa no Google News suporta duas sintaxes especiais.

intitle:
Encontra palavras no cabealho de uma notcia.
Eg: intitle:furaco

site:
Encontra artigos de uma fonte particular. (Google News possui mais de 4,000
fontes).
Eg: furaco site:reuters.com

*Tirando proveito do Google News*

A melhor coisa sobre o Google News sua capacidade de cluster. Em uma
mquina de busca comum, uma notcia impactante pode afogar os resultados de
busca. Por exemplo, em julho de 2002, circulou uma histria de que terapia
de substituio de hormnios pode aumentar o risco de cncer. Rapidamente a
utilizao de mquinas de busca de notcias para encontrar a frase "cncer
de mama" se tornou um exerccio de futilidade, porque dzias de notcias
sobre o mesmo tpico estavam agrupadas nas pginas de resultados. Isso no
acontece quando voc pesquisa a mquina de busca de notcias do Google,
porque o Google agrupa notcias similares por tpico. Voc poderia encontrar
um largo cluster de notcias sobre terapia de substituio de hormnios, mas
eles estariam em um nico lugar, deixando voc pesquisar outras notcias
sobre cncer de mama. Algumas buscas agrupam com facilidade; elas so
especializadas e tendem a gerar tpicos limitados. Mas outras buscas como
"George Bush" geram muitos resultados e vrios agrupamentos diferentes. Se
voc precisa pesquisar por um nome famoso ou um tpico geral (como crime,
por exemplo) otimize seus resultados de busca atravs dos seguintes modos:
Adicione um tpico modificador que ir significantemente otimizar seus
resultados de busca, como em: "George Bush" palestra na ONU. Limite sua
busca com uma das sintaxes especiais, por exemplo: intitle:"George Bush".
Limite sua busca a um site particular. Esteja ciente que, enquanto isso
funciona bem para uma notcia de grande impacto, voc pode perder notcias
locais. Se voc est pesquisando por uma grande notcia nos Estados Unidos,
CNN uma boa escolha (site:cnn.com). Se a noticia que voc est pesquisando
mais internacional, BBC funciona bem (site:bbc.co.uk).


*Concluso*

Como voc viu, o Google mais do que uma mquina de busca com base textual
e devotando um pouco de tempo na especificao do termo de busca, voc pode
especificar sua pesquisa e acessar a informao desejada dentro de um
universo de 2 bilhes de pginas no menor tempo possvel. Estas pequenas
tcnicas que voc aprendeu agora certamente vo auxiliar no acesso integral
ao poder do Google e fazendo isso, toda a Internet vai se tornar seu
playgroung. Boas Googladas.

Texto original disponvel em: http://googlemyway.com/searchgoogle.php


[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



SUBJECT: Aeroporto do japão sobre o mar
FROM: "cassio999" <cassio999@terra.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/11/2005 15:44

Fotos passo a passo da construção do
aeroporto do japão sobre o mar:

http://www.budum.com.br/content/view/300/48/


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Como utilizar o Google com eficiência
FROM: Joao Bonomo <joao.bonomo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2005 16:30

É bem mais fácil perguntar ao T.A.K.A.T.A.

Abraços a todos

2005/11/30, Esteban Moreno <estebanlmoreno@gmail.com>:
> Esse texto apresenta uma série de técnicas utilizáveis na maior das máquinas
> de busca, o Google.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Como utilizar o Google com eficiência
FROM: Joao Bonomo <joao.bonomo@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/11/2005 16:32

Em 30/11/05, Joao Bonomo<joao.bonomo@gmail.com> escreveu:
> É bem mais fácil perguntar ao T.A.K.A.T.A.
>
> Abraços a todos

Desculpem novamente.

Quem enviou este email foi

João R. Bonomo

>
> 2005/11/30, Esteban Moreno <estebanlmoreno@gmail.com>:
> > Esse texto apresenta uma série de técnicas utilizáveis na maior das máquinas
> > de busca, o Google.
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] Como utilizar o Google com eficiência
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/11/2005 21:59

Sim, está no De: !

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Joao Bonomo" <joao.bonomo@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 30 de novembro de 2005 16:32
Assunto: Re: [ciencialist] Como utilizar o Google com eficiência


Em 30/11/05, Joao Bonomo<joao.bonomo@gmail.com> escreveu:
> É bem mais fácil perguntar ao T.A.K.A.T.A.
>
> Abraços a todos

Desculpem novamente.

Quem enviou este email foi

João R. Bonomo

>
> 2005/11/30, Esteban Moreno <estebanlmoreno@gmail.com>:
> > Esse texto apresenta uma série de técnicas utilizáveis na maior das máquinas
> > de busca, o Google.
>


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SUBJECT: Fw: Exercicios fisica
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2005 06:01

NaturezaCada uma que aparece! .....

[]'

-----Mensagem Original-----
De: Elaine - Mapa Contábil
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quarta-feira, 30 de novembro de 2005 15:43
Assunto: Exercicios fisica


Prof. Léo, Boa tarde

preciso de uma ajuda urgente, não sei se será possivel. Meu filho tem um trabalho para entregar segunda feira (05/12/05) com 1.000 exercicios de fisica ref. á 2ª função horaria. O Sr. tem como me ajudar, me indocando um site que encontre esses exercicios, ou alguma coisa assim?
Desde já agradeço
Meu email pessoal é elainemapa@hotmail.com, por favor responda no email pessoal.
Obrigado

Elaine - Mapa Contabil
011-6605.0978 - Ramal 110



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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: informação
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2005 06:17

Que curso recomendo?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "sidimar sidimar" <sidimar_ss@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 30 de novembro de 2005 13:59
Assunto: informação


| boa tarde!
|
| meu nome é sidimar, 21, quero saber qual curso tenho que fazer para dominar
| os assuntos que vocês abordam no site: eletronica, mecatroncica, fisica,
| quimica, matematica e etc... qual desses cursos terei que fazer, todos ou
| apenas um ou dois. Sou goiano...
| obrigado pela atenção...
|
| _________________________________________________________________
| Chegou o que faltava: MSN Acesso Grátis. Instale Já!
| http://www.msn.com.br/discador
|
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|
|


SUBJECT: Re: [ciencialist] Aeroporto do japão sobre o mar
FROM: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2005 07:09

On 30/11/05, cassio999 <cassio999@terra.com.br> wrote:
> Fotos passo a passo da construção do
> aeroporto do japão sobre o mar:
>
> http://www.budum.com.br/content/view/300/48/

Esse aeroporto (Kansai) tem muitas características impressionantes,
como o fato de a ilha estar afundando a uma taxa de 17 cm por ano. Por
isso, todas as fundações do aeroporto estão dotadas de um mecanismo
elevador que permite que se coloque placas de aço para aumentar a
altura do pilar.

Além disso, todas as junções da estrutura são flexíveis, o que confere
grande resistência aos terremotos e tufões que assolam o Japão.

http://en.wikipedia.org/wiki/Kansai_International_Airport

Uma foto de satélite d aeroporto, que está na parte inferior da imagem
http://maps.google.com/maps?q=kobe&ll=34.539369,135.307617&spn=0.268667,0.816696&t=k&hl=en
Na parte superior, está sendo construída uma nova ilha para o
Aeroporto de Kobe.

Aproximando a imagem para o aeroporto de Kansai, pode-se ver uma nova
ilha sendo construída para expansão do aeroporto.
--
Elton Carvalho

"Der Horizont vieler Menschen ist ein Kreis mit Radius Null --
und das nennen sie ihren Standpunkt."

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.com/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: Re: Fw: Exercicios fisica
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2005 08:46

--- Em ciencialist Léo repassou:
> ... Meu filho tem um trabalho para entregar
> segunda feira (05/12/05) com 1.000 exercicios
> de fisica ref. á 2ª função horaria....

Isto não é um trabalho. É um castigo!
O que este menino fez?
Será que colocou tachinha na cadeira da professora?

[ ]'s
Hélio





SUBJECT: Re: Fw: informação
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2005 08:48

A USP oferece o curso de graduacao em Ciencias Moleculares - q.
congrega nocoes de Fisica, Quimica, Matematica, Biologia e Computacao.

[]s,

Roberto Takata


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Que curso recomendo?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "sidimar sidimar" <sidimar_ss@h...>
> Para: <leobarretos@u...>
> Enviada em: quarta-feira, 30 de novembro de 2005 13:59
> Assunto: informação
>
>
> | boa tarde!
> |
> | meu nome é sidimar, 21, quero saber qual curso tenho que fazer
para dominar
> | os assuntos que vocês abordam no site: eletronica, mecatroncica,
fisica,
> | quimica, matematica e etc... qual desses cursos terei que fazer,
todos ou
> | apenas um ou dois. Sou goiano...
> | obrigado pela atenção...
> |
> | _________________________________________________________________
> | Chegou o que faltava: MSN Acesso Grátis. Instale Já!
> | http://www.msn.com.br/discador
> |
> |
> |
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27/11/2005
> |
> |




SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: informação
FROM: "Eurico Ferreira de Souza Jr." <caodejah@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2005 08:59

[E]> eu faço técnico em mecatrônica. tem um pouco de tudo isso
(quiímica tem um pouquinho na tecnologia dos materiais).
Não é muito puxado e dá pra vc ver se gosta mesmo de estudar esses assuntos.
O pato é um generalista: voa, anda e nada, ao custo de voar mal, andar mal e nadar mal...
Não dá pra dominar tudo...

Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu: Que curso recomendo?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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-----Mensagem Original-----
De: "sidimar sidimar" <sidimar_ss@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 30 de novembro de 2005 13:59
Assunto: informação


| boa tarde!
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| meu nome é sidimar, 21, quero saber qual curso tenho que fazer para dominar
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SUBJECT: Re: Fw: Exercicios fisica
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2005 11:33

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Hélio Ricardo Carvalho
> --- Em ciencialist Léo repassou:
> > ... Meu filho tem um trabalho para entregar
> > segunda feira (05/12/05) com 1.000 exercicios
> > de fisica ref. á 2ª função horaria....
>
> Isto não é um trabalho. É um castigo!

1.000 provavelmente eh uma figura de linguagem. (A uma taxa espantosa
de 1 exercicio por minuto significaria quase 17 horas de trabalho.)

Leo, a uma taxa de 10 reais por hora de tutoria, posso assistir o aluno
remotamente.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2005 12:58

[ Os que admitem eticamente aceitável o sacrifício de embriões humanos para fins de pesquisa, a clonagem de humanos para testagens terapêuticas, o aborto de crianças com malformações etc., que defendam suas posições em contextos reais, olho no olho, sem dissimulações e eufemismos. ]
................................................................

JC e-mail 2905, de 30 de Novembro de 2005.

A terminologia do disfarce no debate ético põe em risco a honestidade intelectual que caracteriza a informação científica, artigo de Eliane S. Azevedo

Na contra-mão da honestidade intelectual as informações surgem travestidas em terminologias de disfarces, composta por palavras foneticamente pomposas, simulando ser algo novo inerente à ciência moderna

Eliane S. Azevedo é médica, geneticista, professora titular de Bioética da Uefs, professora emérita da UFBA e pesquisadora A1 do CNPq. Artigo enviado pela autora ao JC e-mail:

O centro do debate sobre questões éticas suscitadas pelas novas tecnociências é, fundamentalmente, pluralista composto por variadas percepções morais.

O direito de pensar e de expressar opiniões é constitucionalmente assegurado em sociedades democráticas.

Conseqüentemente, a ampliação do debate nessas sociedades visa levar conhecimentos para a formação, o fortalecimento ou a mudança de opinião.

Para tanto, dois pilares de responsabilidade moral são indispensáveis aos interlocutores do debate: honestidade intelectual e ausência de conflitos de interesse.

Buscando inspiração na filosofia de Mario Bunge, honestidade intelectual deve ser percebida como a coragem de dizer a verdade dos fatos observados, descrevê-los com clareza, defender com objetividade o que acredita e assumir posições por convicção pessoal.

Somente desta forma, o público será beneficiado com aprendizagens e terá condições apropriadas para elaboração de julgamentos e definição de posições.

Na contra-mão da honestidade intelectual as informações surgem travestidas em terminologias de disfarces, composta por palavras foneticamente pomposas, simulando ser algo novo inerente à ciência moderna.

Tal prática distancia a informação de seu essencial e evita a reflexão sobre fatos que o público conhece por tradição e saberes gerais.

Assim, no diálogo público, o discurso da antecipação terapêutica do parto, proposta para os portadores de anencefalia, além de retirar a palavra aborto que é o que todos entendem, macula a palavra terapêutica com a conotação de morte, isto é, fazendo uso da proposta de morte como forma de tratamento.

Nesta mesma linha, as clínicas de reprodução assistida cunharam a expressão redução embrionária para referirem-se ao aborto específico para alguns embriões a fim de que sejam evitadas gestações com exagerado número de fetos, resultantes da deliberada implantação de grande número de embriões.

Após a clonagem da ovelha Dolly, há cerca de oito anos, o público em geral aprendeu o significado das palavras clone, clonados, clonagens etc.

Recentemente, no fervor do debate sobre células-tronco embrionárias, a expressão reprodução por transferência nuclear, vem sendo introduzida em antecipação ao desejo da realização de clonagem humana como tentativa para tratamento de terceiros.

Se por um lado, a dissimulação terminológica espalha-se com vigor na abordagem às tecnologias mais recentes, no que se refere ao embrião em si, a tentativa de redefini-lo, como coisa manipulável, já tem história própria.

Há cerca de quatro décadas, a expressão pré-embrião passou pela tentativa de universalização sem alcançar êxito. A definição do que seria um pré-embrião não resistiu às evidências da embriogênese.

Todavia, no fervor das discussões sobre os embriões congelados e a defesa de sua liberação para pesquisa, tentativas surgiram de afastamento da palavra embrião substituindo-a por aglomerado celular, montinho de células e até mesmo pré-embrião.

Considerando que a ciência busca aproximação da realidade dos fatos, a construção da linguagem de informação científica não pode afastar-se deste princípio sem comprometer sua própria credibilidade.

Os que admitem eticamente aceitável o sacrifício de embriões humanos para fins de pesquisa, a clonagem de humanos para testagens terapêuticas, o aborto de crianças com malformações etc., que defendam suas posições em contextos reais, olho no olho, sem dissimulações e eufemismos.

Outro aspecto ético pertinente à ciência e, lamentavelmente, em assustador crescimento na modernidade, diz respeito à existência de conflitos de interesse embutidos nos discursos e nas práticas de muitos pesquisadores.

Em países de ciência avançada, as revistas científicas sérias estão a cada momento relatando escândalos envolvendo não apenas pesquisadores isolados, pesquisas multicêntricas mas também tradicionais instituições públicas de pesquisa.

A ganância de lucro, a ambição de poder e o insaciável desejo de prestígio pessoal estão causando cegueira moral em pessoas e instituições e, conseqüentemente, causando danos à ciência por perda de credibilidade.

Felizmente, uma contra-corrente moralizadora faz-se sentir. O surgimento dos Comitês de Ética em Pesquisa e os Escritórios de Integridade Científica, são exemplos.

No Brasil, o recente debate sobre o uso de embriões para fins de pesquisa, a construção de sua defesa e o grande estímulo à mobilização de pacientes surgiram, sobremodo, de posicionamentos de pessoas diretamente interessadas em serem os futuros pesquisadores com esses embriões.

As promessas de benefícios aos pacientes usadas como justificativas conflitam com interesses pessoais do pesquisador no implemento de suas publicações.

Muitos pesquisadores sabiam, antecipadamente, que durante anos, antes da concretização de algum benefício para os pacientes, os seus Curricula poderiam ser os grandes beneficiados.

A oferta de tratamento com células tronco embrionárias era e continua sendo uma probabilidade que, a longo prazo, poderá dar certo ou não, mas... o efeito no Curriculum Vitae é quase uma certeza, e em curto prazo, com resultados positivos ou não.

< http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=33432 >

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Como utilizar o Google com eficiência
FROM: Dídimo Matos <didimo_george@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2005 13:28

Caro Morales,

Não entendi bulhufas. Quer dizer que é possível um desejo sem alvo. Vc
pergunta ao sujeito e ele diz Desejo, aí vc pergunta oq? e ele diz nada, meu
desejo não tem nenhum alvo, apenas desejo.

Pra mim, isso não faz o menor sentido. Se há uma capacidade natural para o
desejo, para que ela se realize tem que haver coisas que sejam alvo do
desejo.

D.

----- Original Message -----
From: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
To: "Vivens Scientia" <VivensScientia@yahoogroups.com>; "Roberto Coelho"
<coelho@cetem.gov.br>; "Ian Hovell" <hovell@re.microlink.com.br>; "Victor
Ahon" <ruiz@peq.coppe.ufrj.br>; "Marcio Nele de Souza" <mnele@yahoo.com.br>;
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, November 30, 2005 3:25 PM
Subject: [ciencialist] Como utilizar o Google com eficiência


Esse texto apresenta uma série de técnicas utilizáveis na maior das máquinas
de busca, o Google. Entretanto, ainda que exista um domínio do Google para
pesquisas em páginas exclusivamente em português e brasileiras, as
principais funcionalidades e aplicações ainda não foram incorporadas na
versão google.com.br

Assim, o texto torna-se útil principalmente para aqueles que já estão
familiarizados com a utilização da máquina e seus padrões originais, no
google.com (sem ponto bê érre).

*Como utilizar o Google com eficiência*
Por Sudar Muthu

Tradução de Moreno Barros


*O básico do Google*

A Internet é uma vasta coleção de informação escondida em mais de 2 bilhões
de páginas. Mas o volume crescente de conteúdo torna difícil encontrar
informações pertinentes a um assunto desejado. Pesquisar na internet é como
procurar uma agulha em uma palheiro. As máquinas de buscas surgiram, para
auxílio. Elas evoluiram rápido, tentando cercar todas as nuances de bilhões
de documentos online, e ainda continuam a evoluir hoje.

Google entrou na roda em 1998. Sua página principal é ilusoriamente simples
com um campo de preenchimento para busca, e alguns botões. A interface
básica tão fascinante em sua simplicidade desmente o poder da máquina do
Google por baixo, e a riqueza de informações a sua disposição. E se você
utiliza a sintaxe de busca do Google em sua plenitude, a Web é a sua ostra.
Nesse artigo você encontrará técnicas que irão lhe auxiliar no uso das
ferramentas do Google com eficiência.

*Busca textual *

*O básico das Booleanas*

Sempre que você pesquisar por duas (ou mais) palavras chave de uma só vez,
as máquinas de buscas utilizam um método padronizado para lidar com essas
palavras. Deve a máquina pesquisar pelas duas palavras separadamente ou
juntas? A resposta se chama padrão Booleano; as máquinas de busca podem
padronizar as booleanas AND (pesquisará pelas duas palavras juntas) ou a
booleana OR (pesquisará pelas duas palavras separadamente). Claro, mesmo que
o padrão de uma máquina de busca seja pesquisar pelas duas palavras juntas
(AND) você poderá utilizar um comando especial para instruir a pesquisa
pelas palavras separadamente (OR).

O padrão booleano do Google é AND; isso significa que se você pesquisar por
duas ou mais palavras, o Google vai pesquisar por todas elas. Se você
pesquisar por:

Operadoras de telefones celulares

o Google pesquisará por todas as três palavras (desconsiderando os artigos e
preposições). Se você quer especificar que qualquer uma das palavras é
aceitável, você pode colocar um OR entre elas:

Operadoras OR telefones OR celulares

Se você quer definitivamente um termo, e um ou dois mais outros termos
aceitáveis (ou termos não definitivos), você pode agrupá-los dentro de
parentese, assim:

Operadoras (Vivo OR Claro OR Oi)

Essa frase busca pela palavra "Vivo" ou "Claro" ou "Oi" juntamente com a
palavra "Operadoras". Outro caracter que pode ser utilizado em substituição
ao OR é a função | do teclado, como em:

Operadoras (TIM | "telefones celulares")

Se você quer especificar que um item de busca não deve aparecer nos seus
resultados, utilize um - (sinal de menos).

Operadoras de telefones celulares - Vivo

Essa frase vai pesquisar por páginas que contenham tanto as palavras
"operadoras", "telefones" e "celulares", mas não a palavra "Vivo".


*As sintaxes especiais*

Em adição ao básico AND, OR e palavras entre aspas, o Google oferece algumas
sintaxes especiais para otimização das buscas de seus usuários.O Google
sendo uma máquina de busca de textos completos, indexa páginas da Web
integralmente ao invés de apenas títulos e descrições. Comandos adicionais,
chamados de sintaxes especiais, permitem que os usuários do Google busquem
por partes específicas de páginas da Web, ou específicos tipos de
informação. Isso é vantajoso quando você está lidando com 2 bilhões de
páginas e precisa de todas as oportunidades para melhorar os resultados de
sua busca. Especificar que suas palavras chave para a pesquisa devem
aparecer apenas no título ou URL de uma página encontrada é uma grande
maneira de otimizar seus resultados sem ter que tornar suas palavras chaves
propriamente muito específicas.

Eis algumas das palavras chaves comuns que você pode adicionar a sua
pesquisa no Google

intitle:
Restringe sua busca a títulos de páginas da Web. A variação, allintitle:
encontra páginas onde todas as palavras especificadas constituem o título da
página. Mas é melhor evitar o uso da variação allintitle: , porque não
combina muito bem com algumas das outras sintaxes.

Exemplo: intitle:"Roberto Jefferson"

allintitle:"cpi mista" dos correios

inurl:
Restringe sua pesquisa as URLs das páginas. Essa sintaxe costuma funcionar
bem para encontrar páginas de busca e de ajuda, porque tende a ser regular
em suas composições. Uma variação allinurl: encontra todas as palavras
listadas em um URL, mas também não funciona muito bem com outras sintaxes
especiais.

Exemplo: inurl:ajuda

allinurl:pesquisa ajuda

intext:
Pesquisa apenas o conteúdo textual (ignora links, URLs e títulos). Existe
uma variação allintext: mas novamente, não gosta muito de brincar com as
outras sintaxes. Apesar de seu uso ser limitado, é perfeito para encontrar
palavras chave que poderiam ser muito comuns em URLs ou links de títulos.

Exemplo: intext:"yahoo.com"

intext:html

inanchor:
Pesquisa por texto nas âncoras dos links de uma página. Uma âncora de link é
o texto descritivo desse link. Por exemplo, o âncora do link no código HTML
é "ExtraLibris Tecnológica <http://tecnologica.extralibris.info/>".

Exemplo: inanchor:"Elio Gaspari"

site:
Permite que você limite sua pesquisa tanto por domínio de um site ou domínio
de nível elevado. AltaVista, por exemplo, possui duas sintaxes para essa
função (host: e domain:), mas o Google possui apenas um.

Exemplo: site:extralibris.info
site:moreno.extralibris.info
site:gov
site:bn.br


link:
Retorna uma lista de páginas que fazem ligação a uma URL especificada.
Digite link:www.google.com e você receberá uma lista de páginas que fazem
link ao Google. Não se preocupe em incluir o http:// ; não é necessário, e
na verdade, o Google parece ignorá-lo mesmo que você insira. link: funciona
também com URLs extensas -
http://www.oglobo.com.br/segundocaderno/colunistas/arnaldojabour/ por
exemplo — bem como com URLs de nível elevado, como globo.com.

Exeplo: link:www.google.com


cache:
Encontra uma cópia da página que o Google indexou mesmo se essa página não
se encontra mais disponível em sua URL original ou modificou completamente
seu conteúdo desde então. Isso é particularmente útil para páginas que se
modificam com frequência. Se o Google retornar um resultado que
aparentemente não tem muito a ver com a sua busca, você quase que certamente
encontrará o que está procurando na última versão em cache dessa página no
Google.

Exemplo: cache:www.yahoo.com


daterange:
Limita sua pesquisa em uma data particular ou variação de datas em que uma
página foi indexada. É importante notar que a busca não é limitada a data de
criação da página e sim quando foi indexada pelo Google. Então se uma página
foi criada em 2 de fevereiro e não indexada pelo Google antes de 11 de
abril, poderá ser encontrada com daterange: busca em 11 de abril. Note que o
daterange: funciona com datas Julianas e não Gregorianas (as que utilizamos
no dia-dia)

Exemplo: "George Bush" daterange:2452389-2452389
neurocirurgia daterange:2452389-2452389


filetype:
Pesquisa os sufixos ou extensões de nomes de arquivos. Esses são geralmente,
mas não necessariamente, diferentes tipos de arquivos. Eu prefiro fazer essa
distinção, porque pesquisar pelo filetype:htm e filetype:html fornece
diferentes números de resultados, apesar de serem o mesmo tipo de arquivo.
Você pode pesquisar por diferentes geradores de páginas, como ASP, PHP, CGI,
e daí por diante – presumindo que o site não está escondendo arquivos por
trás de redirecionamentos e proxy. O Google indexa diversos formatos
diferentes da Microsoft, incluindo: PowerPoint (PPT), Excel (XLS), and Word
(DOC).

Exemplo: artigos filetype:pdf

"indicadores econômicos" filetype:ppt


related:
Encontra páginas que estão relacionadas com a página especificada. Nem todas
as páginas são relacionadas a outras páginas. Essa é uma boa maneira de
encontrar categorias de páginas; uma busca por related:google.com retorna
uma variedade de máquinas de busca, incluindoHotBot, Yahoo!, e Northern
Light.

Exemplo: related:www.yahoo.com

related:www.cnn.com


info:
Fornece uma página de links contendo mais informações sobre uma URL
especificada. Inclui um link para o cachê da URL, uma lista de páginas que
fazem ligação aquela URL, páginas que são relacionadas aquela URL, e páginas
que contêm a URL. Note que essa informação é dependente das indexações do
Google. Se o Google não indexou essa URL, informação obviamente será
reduzida.

Exemplo: info:www.biblio.crube.net

info:www.uol.com.br/musica


*Encontrando a terminologia tecnológica*

Vocabulários especializados permanecem, na maioria dos casos, como palavras
estáticas que normalmente não modificam seus significados de uma hora pra
outra. Isso não se aplica aos jargões relacionados à computação. Parece que
a cada 12 segundos alguém aparece com um termo novo relacionado a
computadores ou Internet, e então 12 minutos depois se torna obsoleto ou
significa algo completamente diferente – geralmente mais de uma coisa ao
mesmo tempo. Talvez não seja tão mau assim. Apenas sentimos dessa maneira. O
Google pode te ajudar em duas maneiras; ajudando a encontrar palavras e
ajudando a encontrar as palavras que você não conhece, mas que precisa
conhecer.

Começando pelo começo: pelamordedeus, não coloque simplesmente a abreviação
dentro do campo de busca! Por exemplo, se você pesquisa por XSLT, receberá
900.000 resultados em troca. Utilizando combinações que o Google fornece,
pode-se descobrir que existe muito mais vida do que isso. Ao invés, adicione
"stands +for" ["significa"] ao campo de pesquisa se o que você procura é uma
abreviação ou acrônimo. "XSLT stands +for" ["XSLT significa"] retorna mais
ou menos 29 resultados, e o primeira da lista é um glossário tutorial. Se
você ainda está recebendo muitos resultados ("XML stands +for" fornece 1,000
resultados) tente adicionar "beginners" ["iniciantes"] , que retorna 35
resultados, o primeiro sendo "XML for beginners" ["XML para iniciantes]. Se
ainda assim você não está conseguindo os resultados desejáveis, tente "What
is X?" ["O que é X?"] ou "X +is short +for" ["X + é redução + de"] ou X
beginners FAQ, onde X é o acrônimo ou termo. Esses devem ser considerados
métodos de segundo-escalão, porque muitos sites tendem a não utilizar frases
tipo "What is X?" em suas páginas. "X is short for" é linguagem incomum, e X
pode ser tão novo (ou tão obscuro) que ainda não possui uma entrada FAQ.
Novamente, seus resultados podem variar e vale a pena arriscar; existe muita
terminologia por aí. Se você possui terminologia específica de hardware- ou
software – tente a palavra ou frase junto com quaisquer coisas que você
conhece sobre sua utilização. Por exemplo, DynaLoader é uma terminologia
específica de software; é um módulo Perl. Sabendo isso, apenas dê às duas
palavras uma combinação: DynaLoader Perl. Se os resultados que você
encontrar forem muito avançados, assumindo que você já sabe o que DynaLoader
é, comece a brincar com as palavras "beginners", "newbie" ["novato"], e
similares para lhe aproximar a informações para iniciantes:
DynaLoader Perl Beginners

*Google Groups*

Os grupos da Usenet, grupos de discussão com base textual cobrindo
literalmente centenas de milhares de assunto, existem desde antes mesmo a
criação da World Wide Web. E agora eles estão disponíveis para busca e
utilização como o (http://groups.google.com/). O arquivo do Google Groups
começa em 1981 e cobre até os dias de hoje. Mais de 200 milhões de mensagens
estão arquivadas. Como você pode imaginar, é um arquivo bem grande, cobrindo
literalmente décadas de discussão. Se perdeu em uma fase de um jogo de
vídeo-game das antigas? Precisa de ajuda com uma máquina de costura que
comprou em 1982? Você pode encontrar respostas aqui. Google Groups também
permite que você participe das discussões da Usenet.

Existem hierarquias regionais e menores, mas as principais são: alt, biz,
comp, humanities, misc, news, rec, sci, soc, e talk. Muitos dos grupos da
Web são criados através de um processo de votação e são colocados sob
hierarquias que mais se aplicam ao tópico.


*Navegando pelos grupos*

Na página principal do Google Groups, você pode navegar por uma lista de
grupos escolhendo uma hierarquia na página principal. Você verá que existem
subtópicos, sub-subtópicos, sub-sub-subtópicos e – bom, você já entendeu.
Por exemplo, na hierarquia comp (computadores) você encontrará subtópico
comp.sys, redução de "computer systems". Sob ele existem 75 grupos e
subtópicos, incluindo comp.sys.mac, uma parte da hierarquia devotada ao
sistema de computador Macintosh. Existem 24 subtópicos Mac, um deles
comp.sys.mac.hardware, que possui, além, 3 grupos abaixo. Quando você já
tiver trilhado todos os grupos específicos de seus interesses, o Google
Groups apresenta as mensagens propriamente, sortidas em ordem cronológica
inversa. Essa estratégia funciona bem quando você quer ler um grupo lento
(baixo tráfego) ou moderado, mas quando você quer ler um grupo volumoso,
livre-para-qualquer-usuário, você pode desejar utilizar a máquina de busca
do Google Groups. A busca na página principal funciona similarmente à
pesquisa regular no Google; a única diferença perceptível é o botão do
Google Groups e cada resultado possui um grupo associado e data de postagem.

*Sintaxes especiais e Google Groups *

Você pode fazer pesquisas precisas na página de buscas avançadas do Google
Groups. E, como no Google regular, você possui algumas sintaxes a sua
disposição. Google Groups é um arquivo de conversações. Então, quando você
pesquisar, você obterá mais sucesso se tentar procurar por linguagem
informal e de conversação, não a linguagem cuidadosamente estruturada que
encontra em sites da Internet (bom, pelo menos alguns sites...)

intitle:
Pesquisa por palavras nos títulos de mensagens
Exemplo: intitle:futebol

group:
Restringe sua busca a um grupo específico ou conjunto de grupos (tópico). O
caracter * (asterisco) modifica uma sintaxe group: para incluir tudo sob o
grupo ou assunto especificado. comp.lang* [comp lang de computer language,
"linguagem computacional" em Português] encontrará resultados no grupo
comp.lang, bem como em comp.lang.php, comp.lang.perl, e em diante.
Exemplo: group:comp.lang*
group:alt*
group:comp.lang.perl.misc


author:
Especifica o autor de uma mensagem no grupo. Pode ser nome completo ou
parcial, ou um endereço de email.
Eg: author:fred
author:fred flintstone
author:flintstone@bedrock.gov


*Google Images*

Tire uma folga da busca textual e dê uma olhada no Google Images (
http://images.google.com/), um índice com mais de 390 milhões de imagens
disponíveis na Web. A busca de imagens do Google começa com uma busca
simples por palavras chave. Imagens são indexadas sob uma variedade de
palavras chave, algumas mais amplas do que outras, mais específicas o
possível. Se você está pesquisando por gatos, não utilize gatos como palavra
chave a não ser que você não se importe em receber resultados que incluem
"escaneamento de gatos" – [algumas pessoas escaneam seus gatos,
literalmente, e expõem as fotos na internet]. Utilize palavras que são mais
unicamente relacionadas aos gatos, como felino ou bichano. Especifique sua
busca ao máximo, utilizando o menor número de palavras possível. Uma busca
por dente felino, que lhe traz mais de 3000 resultados no Google, não traz
nenhum resultado no Google Image Search; nesse caso, dente de gato funciona
melhor. (Construir frases para pesquisa de imagens exige muita paciência e
experimentação). Resultados de busca incluem um thumbnail [imagem em pequena
escala], nome, tamanho (tanto pixels e kilobytes), e a URL onde a imagem se
encontra. Clicando sobre a imagem apresenta uma página enquadrada, o
thumbnail do Google para a imagem no topo, e a página onde a imagem
originalmente apareceu na parte de baixo.

Pesquisar no Google Images pode ser frustrante, porque é difícil construir
buscas com múltiplas palavras, e pesquisas com palavras únicas levam a
milhares de resultados. Você tem mais opções para otimizar a pesquisa tanto
através da interface do Advanced Image Search como das sintaxes especiais do
Google Image Search.

*Sintaxes especiais do Google Images*

Google Images oferces algumas sintaxes especiais:

intitle:
Encontre palavras chave no título da página. Esse é um excelente meio para
otimizar os resultados de buscas.
Eg: intitle: Grande Muralha da China

filetype:
Encontre imagens de um tipo particular. Isso funciona apenas para JPEG e
GIF, não BMP, PNG, ou qualquer outro formato que o Google não indexa. Note
que para pesquisa por filetype:jpg e filetype:jpeg não trará diferentes
resultados, porque a filtragem é baseada nas extensões de arquivo, e não um
tipo de entendimento profundo daquele tipo de arquivo.
Eg: filetype:jpeg Albert Einstein


site:
Como na busca no Google regular, restringe seus resultados para um
específico site ou domínio. Não utilize para restringir resultados para um
único domínio a não ser que você tenha certeza do que exista lá. Ao invés,
utilize para restringir resultados a certos domínios. Por exemplo, pequise
por futebol.site:br e depois pesquise por futebol.site:com é um bom exemplo
de como o uso do site: pode fazer diferença.

*Google News*

Pesquisa no Google permite que você busque por notícias de várias fontes na
internet. O campo de busca funciona como a busca no Google regular – todas
as buscas são padronizadas AND. Os resultados são apresentados em clusters
[emaranhados], fornecendo título, fonte, data e um breve sumário (o link
para a notícia completa está incluído no título). O pesquisador pode
selecionar suas buscas por relevância ou data.

*Sintaxes especiais*

Pesquisa no Google News suporta duas sintaxes especiais.

intitle:
Encontra palavras no cabeçalho de uma notícia.
Eg: intitle:furacão

site:
Encontra artigos de uma fonte particular. (Google News possui mais de 4,000
fontes).
Eg: furacão site:reuters.com

*Tirando proveito do Google News*

A melhor coisa sobre o Google News é sua capacidade de cluster. Em uma
máquina de busca comum, uma notícia impactante pode afogar os resultados de
busca. Por exemplo, em julho de 2002, circulou uma história de que terapia
de substituição de hormônios pode aumentar o risco de câncer. Rapidamente a
utilização de máquinas de busca de notícias para encontrar a frase "câncer
de mama" se tornou um exercício de futilidade, porque dúzias de notícias
sobre o mesmo tópico estavam agrupadas nas páginas de resultados. Isso não
acontece quando você pesquisa a máquina de busca de notícias do Google,
porque o Google agrupa notícias similares por tópico. Você poderia encontrar
um largo cluster de notícias sobre terapia de substituição de hormônios, mas
eles estariam em um único lugar, deixando você pesquisar outras notícias
sobre câncer de mama. Algumas buscas agrupam com facilidade; elas são
especializadas e tendem a gerar tópicos limitados. Mas outras buscas – como
"George Bush" – geram muitos resultados e vários agrupamentos diferentes. Se
você precisa pesquisar por um nome famoso ou um tópico geral (como crime,
por exemplo) otimize seus resultados de busca através dos seguintes modos:
Adicione um tópico modificador que irá significantemente otimizar seus
resultados de busca, como em: "George Bush" palestra na ONU. Limite sua
busca com uma das sintaxes especiais, por exemplo: intitle:"George Bush".
Limite sua busca a um site particular. Esteja ciente que, enquanto isso
funciona bem para uma notícia de grande impacto, você pode perder notícias
locais. Se você está pesquisando por uma grande notícia nos Estados Unidos,
CNN é uma boa escolha (site:cnn.com). Se a noticia que você está pesquisando
é mais internacional, BBC funciona bem (site:bbc.co.uk).


*Conclusão*

Como você viu, o Google é mais do que uma máquina de busca com base textual
e devotando um pouco de tempo na especificação do termo de busca, você pode
especificar sua pesquisa e acessar a informação desejada dentro de um
universo de 2 bilhões de páginas no menor tempo possível. Estas pequenas
técnicas que você aprendeu agora certamente vão auxiliar no acesso integral
ao poder do Google e fazendo isso, toda a Internet vai se tornar seu
playgroung. Boas Googladas.

Texto original disponível em: http://googlemyway.com/searchgoogle.php


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2005 15:26

Olá JR

Parece que esse debate extrapolou a outra lista e veio parar aqui, na Ciencia List..:-) Mas, vamos lá.

JR (o texto que apresentou): " que defendam suas posições em contextos reais, olho no olho, sem dissimulações e eufemismos. "

Eu defendo todas essas posições, olho no olho, sem dissimulações e sem eufemismos, com evidências, razão e lógica, com base em definições precisas de "vida humana", de "ser humano", etc. Mas não adiantou nada, aparentemente você, e os anti-aborto, as ignoram solenemente..:-)

Ser humano, para ser assim considerado, racionalmente, necessita ter uma mente, processos cognitivos, neurológicos, um cérebro e demais componentes como capacidade sensorial, etc. Mórulas e óvulos recém fecundados não as tem, e, portanto, estão fora da definição acima.

Defendo a clonagem com base nessa evidência, não há uma mente a ser tomada como humana em grupos de células de uma mórula, da mesma forma como é possível gerar diversos gemeos simplesmente se dividindo a mórula e cultuvando as células de forma individual.

"Crianças com malformação" já é por sí uma expressão destinada a distorcer o argumento, apresentando o conceito de "criança", tão emocionalmente capaz de provocar empatia, como estando já definido no debate. Mas não há uma "criança" presente na mórula, e esta é justametne a discordância entre nós.

E malformação tem diversos alcances e possibilidades. Ninguém propõe que uma criança com uma má formação nas pernas seja abortada por isso. Ela ainda tem, evidentemente, o necessário para se enquadrar na definição de "ser humano" e ser protegida em decorrência. Ela tem uma mente, processos cognitivos, neurologicos, cérebro, etc. Mas uma malformação que gere uma criança (nas fases finais da gestação, claro) sem um cérebro, sem processos cognitivos, sem uma mente ou capacidade sensorial, é bem diferente.

E por mais que nos impressione essa falha genética ou formacional, o bem estar da mãe, dos familiares, a saúde da genitora é mais importante, e o mais legítimo e ético a fazer será interromper a gravidez, que não vai gerar, que não gerou, nenhum ser humano. Da mesma forma, se a mórula se transformar em um teratoma, masa disforme, mas as vezes com órgãos e tecidos reconheciveis, esta deverá ser retirada do ventre materno, para não comprometer a saúde desta. E sem que ninguém afirme que a massa disforme, mas com DNA humano e até órgãos e tecidos humanos, é um ser humano.

Sempre se acusam os a favor do aborto a se "deixarem levar pelas aparencias", ou seja, se não parece um ser humano, não é um ser humano. Bobagem. Se alguém está sendo levado pelas aparencias é quem acha que um corpo sem cérebro, por se "parecer" com um bebê, é mais humano que o mesmo corpo sem cérebro do teratoma, que não se "parece" com um bebê.

Tem uma mente, cérebro, processos cognitivos, etc, seja um feto, seja um bebê, seja um adulto, é um ser humano. Não tem, seja um adulto em morte cerebral, seja uma mórula de 16 células, seja um óvulo recem fecundado, não é.

Sem dissmulações, sem eufemismos, olho no olho. Mas com razão e lógica.

Um abraço.

Homero



----- Original Message -----
From: José Renato
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, December 01, 2005 12:58 PM
Subject: [ciencialist] Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo


[ Os que admitem eticamente aceitável o sacrifício de embriões humanos para fins de pesquisa, a clonagem de humanos para testagens terapêuticas, o aborto de crianças com malformações etc., que defendam suas posições em contextos reais, olho no olho, sem dissimulações e eufemismos. ]
................................................................

JC e-mail 2905, de 30 de Novembro de 2005.

A terminologia do disfarce no debate ético põe em risco a honestidade intelectual que caracteriza a informação científica, artigo de Eliane S. Azevedo

Na contra-mão da honestidade intelectual as informações surgem travestidas em terminologias de disfarces, composta por palavras foneticamente pomposas, simulando ser algo novo inerente à ciência moderna

Eliane S. Azevedo é médica, geneticista, professora titular de Bioética da Uefs, professora emérita da UFBA e pesquisadora A1 do CNPq. Artigo enviado pela autora ao JC e-mail:

O centro do debate sobre questões éticas suscitadas pelas novas tecnociências é, fundamentalmente, pluralista composto por variadas percepções morais.

O direito de pensar e de expressar opiniões é constitucionalmente assegurado em sociedades democráticas.

Conseqüentemente, a ampliação do debate nessas sociedades visa levar conhecimentos para a formação, o fortalecimento ou a mudança de opinião.

Para tanto, dois pilares de responsabilidade moral são indispensáveis aos interlocutores do debate: honestidade intelectual e ausência de conflitos de interesse.

Buscando inspiração na filosofia de Mario Bunge, honestidade intelectual deve ser percebida como a coragem de dizer a verdade dos fatos observados, descrevê-los com clareza, defender com objetividade o que acredita e assumir posições por convicção pessoal.

Somente desta forma, o público será beneficiado com aprendizagens e terá condições apropriadas para elaboração de julgamentos e definição de posições.

Na contra-mão da honestidade intelectual as informações surgem travestidas em terminologias de disfarces, composta por palavras foneticamente pomposas, simulando ser algo novo inerente à ciência moderna.

Tal prática distancia a informação de seu essencial e evita a reflexão sobre fatos que o público conhece por tradição e saberes gerais.

Assim, no diálogo público, o discurso da antecipação terapêutica do parto, proposta para os portadores de anencefalia, além de retirar a palavra aborto que é o que todos entendem, macula a palavra terapêutica com a conotação de morte, isto é, fazendo uso da proposta de morte como forma de tratamento.

Nesta mesma linha, as clínicas de reprodução assistida cunharam a expressão redução embrionária para referirem-se ao aborto específico para alguns embriões a fim de que sejam evitadas gestações com exagerado número de fetos, resultantes da deliberada implantação de grande número de embriões.

Após a clonagem da ovelha Dolly, há cerca de oito anos, o público em geral aprendeu o significado das palavras clone, clonados, clonagens etc.

Recentemente, no fervor do debate sobre células-tronco embrionárias, a expressão reprodução por transferência nuclear, vem sendo introduzida em antecipação ao desejo da realização de clonagem humana como tentativa para tratamento de terceiros.

Se por um lado, a dissimulação terminológica espalha-se com vigor na abordagem às tecnologias mais recentes, no que se refere ao embrião em si, a tentativa de redefini-lo, como coisa manipulável, já tem história própria.

Há cerca de quatro décadas, a expressão pré-embrião passou pela tentativa de universalização sem alcançar êxito. A definição do que seria um pré-embrião não resistiu às evidências da embriogênese.

Todavia, no fervor das discussões sobre os embriões congelados e a defesa de sua liberação para pesquisa, tentativas surgiram de afastamento da palavra embrião substituindo-a por aglomerado celular, montinho de células e até mesmo pré-embrião.

Considerando que a ciência busca aproximação da realidade dos fatos, a construção da linguagem de informação científica não pode afastar-se deste princípio sem comprometer sua própria credibilidade.

Os que admitem eticamente aceitável o sacrifício de embriões humanos para fins de pesquisa, a clonagem de humanos para testagens terapêuticas, o aborto de crianças com malformações etc., que defendam suas posições em contextos reais, olho no olho, sem dissimulações e eufemismos.

Outro aspecto ético pertinente à ciência e, lamentavelmente, em assustador crescimento na modernidade, diz respeito à existência de conflitos de interesse embutidos nos discursos e nas práticas de muitos pesquisadores.

Em países de ciência avançada, as revistas científicas sérias estão a cada momento relatando escândalos envolvendo não apenas pesquisadores isolados, pesquisas multicêntricas mas também tradicionais instituições públicas de pesquisa.

A ganância de lucro, a ambição de poder e o insaciável desejo de prestígio pessoal estão causando cegueira moral em pessoas e instituições e, conseqüentemente, causando danos à ciência por perda de credibilidade.

Felizmente, uma contra-corrente moralizadora faz-se sentir. O surgimento dos Comitês de Ética em Pesquisa e os Escritórios de Integridade Científica, são exemplos.

No Brasil, o recente debate sobre o uso de embriões para fins de pesquisa, a construção de sua defesa e o grande estímulo à mobilização de pacientes surgiram, sobremodo, de posicionamentos de pessoas diretamente interessadas em serem os futuros pesquisadores com esses embriões.

As promessas de benefícios aos pacientes usadas como justificativas conflitam com interesses pessoais do pesquisador no implemento de suas publicações.

Muitos pesquisadores sabiam, antecipadamente, que durante anos, antes da concretização de algum benefício para os pacientes, os seus Curricula poderiam ser os grandes beneficiados.

A oferta de tratamento com células tronco embrionárias era e continua sendo uma probabilidade que, a longo prazo, poderá dar certo ou não, mas... o efeito no Curriculum Vitae é quase uma certeza, e em curto prazo, com resultados positivos ou não.

< http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=33432 >

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SUBJECT: Fw: no estou achando uma pesquisa que presciso fazer.
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2005 19:14

Takata San ......,
tb ataca de cotonete?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: Andréa Garducci
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 8 de agosto de 2005 18:19
Assunto: não estou achando uma pesquisa que presciso fazer.


Oi, tudo bem não sei se vc pode me ajudar, estou prescisando saber mais coisas, a respeito dos cuidados que devemos tomar com o cotonete. agradeço desde de já a sua atenção se puder me ajudar, obrigada
Andréa Garducci.


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SUBJECT: Fw: bomba sodio potassio
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2005 19:15

Takata San 2 ....
agora é sobre bombas!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: fernando cesar aranda de mattos aranda
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 11:08
Assunto: bomba sodio potassio


Se for possivel vôce poderia me mandar um desenho da bomba de sodio potassio,por que tenho que apresenta um seminario e não achei o desenho idela pra isto!!


grato!!

fernandoaranda1985@hotmail.com


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SUBJECT: Fw: ebulio da agua em alto mar
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2005 19:17

que será que tem de tão diferente com a pressão atmosférica em alto mar para que um professor pergunte isso?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: Ego - Claudia
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 17:05
Assunto: ebulição da agua em alto mar


Professor,



Poderia por favor me responder a quantos graus a água chega em ebulição em alto mar??



No aguardo

Grata

Claudia



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SUBJECT: Fw: Reação de neutralização.
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2005 19:17

Cuimicos, acordem!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "luis augus" <luisaug_666@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 17:50
Assunto: Reação de neutralização.


| Olá. Meu nome é Luis e estou a procura de uma resposta, acredito que o sr.
| possa me ajudar.
| Estou a procura de um substituto para o "ESTANATO DE SÓDIO", um sal usado
| para galvanização.
| Gostaria de saber se para a galvanização poderia utilizar o Cloreto de
| Estanho ou então, obter um sal com estanho através de uma reação de
| neutralização, utilizando:
| Ácido qualquer + hidróxido estanoso &#61664; sal com estanho + água.
| Gostaria também de saber onde posso encontrar os reagentes e em que estado
| físico e/ou concentração compra-los.
| Grato pela atenção.
| Espero por respostas.
|
| Luis Augusto
|
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| Chegou o que faltava: MSN Acesso Grátis. Instale Já!
| http://www.msn.com.br/discador
|
|
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|


SUBJECT: Re: Fw: bomba sodio potassio
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2005 19:24

To cobrando dez pilas a hora.

http://www.bioon.com/book/biology/whole/image/3/3-16.tif.jpg

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Takata San 2 ....
> agora é sobre bombas!
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: fernando cesar aranda de mattos aranda
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 11:08
> Assunto: bomba sodio potassio
>
>
> Se for possivel vôce poderia me mandar um desenho da bomba de sodio
potassio,por que tenho que apresenta um seminario e não achei o
desenho idela pra isto!!
>
>
> grato!!
>
> fernandoaranda1985@h...
>
>
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27/11/2005
>
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SUBJECT: Re: Fw: ebulição da agua em alto mar
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2005 19:25

De repente tao achando q. alto mar eh um mar q. fica a uma altitude
maior...

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> que será que tem de tão diferente com a pressão atmosférica em alto
mar para que um professor pergunte isso?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Ego - Claudia
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 17:05
> Assunto: ebulição da agua em alto mar
>
>
> Professor,
>
>
>
> Poderia por favor me responder a quantos graus a água chega em
ebulição em alto mar??
>
>
>
> No aguardo
>
> Grata
>
> Claudia
>
>
>
>
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>
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> Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.8/184 - Release Date:
27/11/2005
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: Fw: não estou achando uma pesquisa que presciso fazer.
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2005 19:30

Q. eu saiba os cuidados com a haste flexivel com pontas de algodao
sao: guardar em local fresco e seco, longe do alcance das criancas e
da poeira e agentes quimicos diversos. Nao usar para limpar o canal
auditivo (apenas o pavilhao), nem enfiar no olho.

Ao menos eh o q estah na embalagem do produto.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Takata San ......,
> tb ataca de cotonete?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Andréa Garducci
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: segunda-feira, 8 de agosto de 2005 18:19
> Assunto: não estou achando uma pesquisa que presciso fazer.
>
>
> Oi, tudo bem não sei se vc pode me ajudar, estou prescisando saber
mais coisas, a respeito dos cuidados que devemos tomar com o cotonete.
agradeço desde de já a sua atenção se puder me ajudar, obrigada
> Andréa Garducci.





SUBJECT: ebulição da agua em alto mar
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2005 19:35

At 19:17 1/12/2005, you wrote:

>que será que tem de tão diferente com a pressão
>atmosférica em alto mar para que um professor pergunte isso?
>[]'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]



Claro que sim.
Quanto mais alto for o mar...
menor a pressão.

L.E.
----------



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: ebulição da agua em alto mar
FROM: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2005 19:45

por acaso o professor não quiz dizer "ao nível do mar"?

Ivan "Doomer" Carlos
Network Admin & Security
Social Engineering Specialist
Cell.: +55 (11) 8112-0666
--
AIM / Gizmo / GTalk / Skype / Y!M: ivandoomer
E-mail / MSN: icarlos@icarlos.net
WebSite: www.icarlos.net
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----- Original Message -----
From: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, December 01, 2005 7:25 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: ebulição da agua em alto mar


De repente tao achando q. alto mar eh um mar q. fica a uma altitude
maior...

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> que será que tem de tão diferente com a pressão atmosférica em alto
mar para que um professor pergunte isso?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
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> -----Mensagem Original-----
> De: Ego - Claudia
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 17:05
> Assunto: ebulição da agua em alto mar
>
>
> Professor,
>
>
>
> Poderia por favor me responder a quantos graus a água chega em
ebulição em alto mar??
>
>
>
> No aguardo
>
> Grata
>
> Claudia
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: bomba sodio potassio
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/12/2005 20:35

Já te falei que, assim que o Imperdível começar a faturar (e isso, agora, não está longe) vc receberá mensalmente a ninharia de R$ 5.000,00 para ser o assessor mor do site.
Além do que, providenciarei uma casa confortável aqui em Barretos-city, para que vc e Sra. venham para cá desfrutar do sossego digno de uma vivência, com horta e frutas cultivadas 'organicamente.
Só falta eu achar a Editora certa, um distribuidor não abusivo, uma sociedade com uma firma de produtos de arte em madeira (já está praticamente engajada), construir o barracão para funcionar todo o processo (terreno já tem), e contratar o Takata San.

Daí prá frente é só vinho italiano .........

aquele abraço,
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 19:24
Assunto: [ciencialist] Re: Fw: bomba sodio potassio


To cobrando dez pilas a hora.

http://www.bioon.com/book/biology/whole/image/3/3-16.tif.jpg

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Takata San 2 ....
> agora é sobre bombas!
> []'
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
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> -----Mensagem Original-----
> De: fernando cesar aranda de mattos aranda
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 11:08
> Assunto: bomba sodio potassio
>
>
> Se for possivel vôce poderia me mandar um desenho da bomba de sodio
potassio,por que tenho que apresenta um seminario e não achei o
desenho idela pra isto!!
>
>
> grato!!
>
> fernandoaranda1985@h...
>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: bomba sodio potassio
FROM: Amauri Junior <amaurij@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/12/2005 21:14

Para que serve?

sds

Em 01/12/05, rmtakata <rmtakata@altavista.net> escreveu:
>
> To cobrando dez pilas a hora.
>
> http://www.bioon.com/book/biology/whole/image/3/3-16.tif.jpg
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> > Takata San 2 ....
> > agora é sobre bombas!
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> > De: fernando cesar aranda de mattos aranda
> > Para: leobarretos@u...
> > Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 11:08
> > Assunto: bomba sodio potassio
> >
> >
> > Se for possivel vôce poderia me mandar um desenho da bomba de sodio
> potassio,por que tenho que apresenta um seminario e não achei o
> desenho idela pra isto!!
> >
> >
> > grato!!
> >
> > fernandoaranda1985@h...
> >
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encontrou energia para fazê-lo!" Nietszche)


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SUBJECT: Re: Fw: bomba sodio potassio
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/12/2005 09:18

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Amauri Junior <amaurij@g...>
> Para que serve?

As dez pilas por hora servem preu pagar as minhas despesas. Re re...

Qto 'as bombas de Na+/K+, sao proteinas de membrana presentes nas
celulas. Elas enviam ions Na+ para fora da celula e trazem ions K+
para dentro - na proporcao aproximada de 3:2. Isso gera uma gradiente
eletrolitico ao longo da membrana. A diferenca de potencial eletrico
eh fundamental para o funcionamento das celulas - nos neuronios, esse
gradiente permite a polarizacao e despolarizacao da membrana
conduzindo o sinal eletrico nervoso; nas celulas em geral esse
gradiente permite o transporte de materiais para dentro e para fora
das celulas.

[]s,

Roberto Takata

>
> sds
>
> Em 01/12/05, rmtakata <rmtakata@a...> escreveu:
> >
> > To cobrando dez pilas a hora.
> >
> > http://www.bioon.com/book/biology/whole/image/3/3-16.tif.jpg
> >
> > []s,
> >
> > Roberto Takata
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> > > Takata San 2 ....
> > > agora é sobre bombas!
> > > []'
> > > ===========================
> > > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > > leobarretos@u...
> > > http://www.feiradeciencias.com.br
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> > > Para: leobarretos@u...
> > > Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 11:08
> > > Assunto: bomba sodio potassio
> > >
> > >
> > > Se for possivel vôce poderia me mandar um desenho da bomba de sodio
> > potassio,por que tenho que apresenta um seminario e não achei o
> > desenho idela pra isto!!
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> > >
> > > grato!!
> > >
> > > fernandoaranda1985@h...
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> > >
> > >
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> > quiser. Clique aqui.
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> > > No virus found in this incoming message.
> > > Checked by AVG Free Edition.
> > > Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.8/184 - Release Date:
> > 27/11/2005
> > >
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/12/2005 13:40

Olá, Homero!
A questão referente ao que a Drª Eliane Azevedo chama de honestidade
intelectual não está restrita à questão do aborto, debatido nesta e em
outras listas. É uma questão que abrange toda a ética do conhecimento, do
seu uso e da sua divulgação.
Faço comentários no seu texto, após JR -. OK?
................................................................................

From: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, December 01, 2005 2:26 PM
Subject: [ciencialist] Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era
Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo


Olá JR
Parece que esse debate extrapolou a outra lista e veio parar aqui, na
Ciencia List..:-) Mas, vamos lá.

JR (o texto que apresentou): " que defendam suas posições em contextos
reais, olho no olho, sem dissimulações e eufemismos. "

Eu defendo todas essas posições, olho no olho, sem dissimulações e sem
eufemismos, com evidências, razão e lógica, com base em definições precisas
de "vida humana", de "ser humano", etc. Mas não adiantou nada, aparentemente
você, e os anti-aborto, as ignoram solenemente..:-)
JR - Então para quê desqualificar o embrião como ser humano. Racional e
logicamente é um ser humano, independente da aparência que apresenta ao
longo do tempo.
Acho que vc confunde ser humano com pessoa registrada em cartório, com
títulos de cidadão participante da sociedade secular. Ser humano é o ser
vivo que alimentado e protegido minimamente adquire as diversas aparências
denominadas de mórula, zigoto, feto, bebê, criança, jovem, adulto, idoso,
doente terminal...

Ser humano, para ser assim considerado, racionalmente, necessita ter uma
mente, processos cognitivos, neurológicos, um cérebro e demais componentes
como capacidade sensorial, etc. Mórulas e óvulos recém fecundados não as
tem, e, portanto, estão fora da definição acima.
JR - E de onde vêm todos os órgãos e sistemas do corpo humano? Vc parece
estar na idade da pedra em termos de pesquisa científica: só existe o que
vejo e considero. Pense um pouco! A maior parte do que existe não
percebemos.

Defendo a clonagem com base nessa evidência, não há uma mente a ser tomada
como humana em grupos de células de uma mórula, da mesma forma como é
possível gerar diversos gemeos simplesmente se dividindo a mórula e
cultuvando as células de forma individual.
JR - E para facilitar sua defesa utiliza a falácia de que uma mórula não
contém todos os componentes do ser humano... Fica mais fácil viver, de
acordo com seus interesses mais imediatos. Mas, como as semente, por menor e
mais desprezível que seja, contém uma árvore, um embrião contém um ser
humano.

"Crianças com malformação" já é por si uma expressão destinada a distorcer o
argumento, apresentando o conceito de "criança", tão emocionalmente capaz de
provocar empatia, como estando já definido no debate. Mas não há uma
"criança" presente na mórula, e esta é justamente a discordância entre nós.
JR - É que vc se confunde nos vocábulos... A mórula não contém uma criança
como entendemos ser uma criança. Nem um jovem, nem um adulto. Nela está
contida um ser humano que se apresenta uma mesma estrutura original durante
toda a sua vida. Há muito tempo, as aparências não definem o que chamamos de
ser humano.

E malformação tem diversos alcances e possibilidades. Ninguém propõe que uma
criança com uma má formação nas pernas seja abortada por isso. Ela ainda
tem, evidentemente, o necessário para se enquadrar na definição de "ser
humano" e ser protegida em decorrência. Ela tem uma mente, processos
cognitivos, neurológicos, cérebro, etc. Mas uma malformação que gere uma
criança (nas fases finais da gestação, claro) sem um cérebro, sem processos
cognitivos, sem uma mente ou capacidade sensorial, é bem diferente.
JR - Transcrevo comentário já feito a vc anteriormente.
[ Diariamente seres humanos são eliminados sem ter de lançar mão à desculpa
de que eles não são humanos. Os motivos e justificativas são as mais
variadas, como podemos ler nas notas policiais e nas entrevistas na TV.
Podemos considerar que muitas são por motivos fúteis, boçais e até
inexistentes que a estupidez é capaz de elaborar para justificar a morte de
um ser humano. Listo algumas de cabeça: tava me abusando; não gostava dele;
foi sem querer; pensei que não estava carregada; era meu amigo, tava só
brincando; não agüentava mais seus comentários; tava com dó dele; roubou meu
carro; bateu no meu filho; era bicho ruim, não prestava mesmo; duvidou que
eu atirasse; foi sem maldade; era eu ou ele; ele me bateu na cara; me xingou
defronte de todo mundo; tinha atitudes suspeitas e portava uma sacola que
podia conter explosivos; vestia um largo blusão e fugiu à voz de prisão,
saltando sobre a catraca do metrô; queria me livrar dela, receber o seguro e
ficar com a garota que conheci recentemente; eles têm fábricas de armas de
destruição em massa... Vc pode criar a "sua desculpa" para justificar a
morte de um ser humano, tenha ele o nome que vc queira dar (embrião, zigoto,
mórula, nascituro, feto, bebê, neném, criança, jovem, adulto, idoso, doente
terminal), só me parece desnecessário vc tentar se convencer de que não é um
ser humano. O conhecimento que possuímos, hoje, não permite aceitar
racionalmente essa falácia. ]

E por mais que nos impressione essa falha genética ou formacional, o bem
estar da mãe, dos familiares, a saúde da genitora é mais importante, e o
mais legítimo e ético a fazer será interromper a gravidez, que não vai
gerar, que não gerou, nenhum ser humano. Da mesma forma, se a mórula se
transformar em um teratoma, masa disforme, mas as vezes com órgãos e tecidos
reconheciveis, esta deverá ser retirada do ventre materno, para não
comprometer a saúde desta. E sem que ninguém afirme que a massa disforme,
mas com DNA humano e até órgãos e tecidos humanos, é um ser humano.

Sempre se acusam os a favor do aborto a se "deixarem levar pelas
aparencias", ou seja, se não parece um ser humano, não é um ser humano.
Bobagem. Se alguém está sendo levado pelas aparencias é quem acha que um
corpo sem cérebro, por se "parecer" com um bebê, é mais humano que o mesmo
corpo sem cérebro do teratoma, que não se "parece" com um bebê.
JR - Dentro da lógica racional, por maior que seja a deficiência que um ser
humano possa apresentar, ele não deixa de ser um ser humano. Autorizar ou
justificar um aborto é fato corriqueiro no mundo. O que agride nossa
inteligência é a tentativa de escamotear a realidade que se nos apresenta.

Tem uma mente, cérebro, processos cognitivos, etc, seja um feto, seja um
bebê, seja um adulto, é um ser humano. [ ... ]
JR - Mais uma vez vc se confunde nos vocábulos... O que vc entende como
"mente"? Considero que processos cognitivos ocorrem em todos os seres que
denominamos de vivos. É reconhecendo o ambiente que eles interagem para
sobreviverem e reproduzirem.

[ ... ] Não tem,( mente, cérebro, processos cognitivos ) seja um adulto em
morte cerebral, seja uma mórula de 16 células, seja um óvulo recem
fecundado, não é (um ser humano).
JR - Vc pode decidir conscientemente que um ser humano apresenta "morte
cerebral", "coma irreversível", "vida vegetativa", etc, o que não impede
que, mesmo depois dessa decisão, ele se recupere e volte à vida normal. É
uma questão de decisão, não de desonestidade intelectual, enrolação para
aliviar as consciências mais sensíveis.

Sem dissimulações, sem eufemismos, olho no olho. Mas com razão e lógica.
JR - É exatamente isso que a Drª Eliene Azevedo propõe em seu artigo, colado
abaixo. Assumamos nossas decisões e responsabilidades com todas as letras:
não quero ficar grávida agora; não dá para criar mais um filho; já estou
velha; o feto está deformado; é muito sofrimento; não agüento carregar o
filho do estuprador que me violentou; vou engordar e perder a forma; vai
atrapalhar minha vida profissional; afetiva; temos que reduzir os custos de
manutenção dos embriões congelados; temos que produzir primeiro medicamentos
e processos de cura, obter patente, aumentar os lucros; e muitas outras...
Mas que sejam expressas de modo claro, sem buscar enganar nossa
inteligência, nem agredir a lógica.

Um abraço.
Homero

[]s
JR
.................................................



----- Original Message -----
From: José Renato
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, December 01, 2005 12:58 PM
Subject: [ciencialist] Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo


[ Os que admitem eticamente aceitável o sacrifício de embriões humanos
para fins de pesquisa, a clonagem de humanos para testagens terapêuticas, o
aborto de crianças com malformações etc., que defendam suas posições em
contextos reais, olho no olho, sem dissimulações e eufemismos. ]
................................................................

JC e-mail 2905, de 30 de Novembro de 2005.

A terminologia do disfarce no debate ético põe em risco a honestidade
intelectual que caracteriza a informação científica, artigo de Eliane S.
Azevedo

Na contra-mão da honestidade intelectual as informações surgem travestidas
em terminologias de disfarces, composta por palavras foneticamente pomposas,
simulando ser algo novo inerente à ciência moderna

Eliane S. Azevedo é médica, geneticista, professora titular de Bioética da
Uefs, professora emérita da UFBA e pesquisadora A1 do CNPq. Artigo enviado
pela autora ao JC e-mail:

O centro do debate sobre questões éticas suscitadas pelas novas
tecnociências é, fundamentalmente, pluralista composto por variadas
percepções morais.

O direito de pensar e de expressar opiniões é constitucionalmente
assegurado em sociedades democráticas.

Conseqüentemente, a ampliação do debate nessas sociedades visa levar
conhecimentos para a formação, o fortalecimento ou a mudança de opinião.

Para tanto, dois pilares de responsabilidade moral são indispensáveis aos
interlocutores do debate: honestidade intelectual e ausência de conflitos de
interesse.

Buscando inspiração na filosofia de Mario Bunge, honestidade intelectual
deve ser percebida como a coragem de dizer a verdade dos fatos observados,
descrevê-los com clareza, defender com objetividade o que acredita e assumir
posições por convicção pessoal.

Somente desta forma, o público será beneficiado com aprendizagens e terá
condições apropriadas para elaboração de julgamentos e definição de
posições.

Na contra-mão da honestidade intelectual as informações surgem travestidas
em terminologias de disfarces, composta por palavras foneticamente pomposas,
simulando ser algo novo inerente à ciência moderna.

Tal prática distancia a informação de seu essencial e evita a reflexão
sobre fatos que o público conhece por tradição e saberes gerais.

Assim, no diálogo público, o discurso da antecipação terapêutica do parto,
proposta para os portadores de anencefalia, além de retirar a palavra aborto
que é o que todos entendem, macula a palavra terapêutica com a conotação de
morte, isto é, fazendo uso da proposta de morte como forma de tratamento.

Nesta mesma linha, as clínicas de reprodução assistida cunharam a
expressão redução embrionária para referirem-se ao aborto específico para
alguns embriões a fim de que sejam evitadas gestações com exagerado número
de fetos, resultantes da deliberada implantação de grande número de
embriões.

Após a clonagem da ovelha Dolly, há cerca de oito anos, o público em geral
aprendeu o significado das palavras clone, clonados, clonagens etc.

Recentemente, no fervor do debate sobre células-tronco embrionárias, a
expressão reprodução por transferência nuclear, vem sendo introduzida em
antecipação ao desejo da realização de clonagem humana como tentativa para
tratamento de terceiros.

Se por um lado, a dissimulação terminológica espalha-se com vigor na
abordagem às tecnologias mais recentes, no que se refere ao embrião em si, a
tentativa de redefini-lo, como coisa manipulável, já tem história própria.

Há cerca de quatro décadas, a expressão pré-embrião passou pela tentativa
de universalização sem alcançar êxito. A definição do que seria um
pré-embrião não resistiu às evidências da embriogênese.

Todavia, no fervor das discussões sobre os embriões congelados e a defesa
de sua liberação para pesquisa, tentativas surgiram de afastamento da
palavra embrião substituindo-a por aglomerado celular, montinho de células e
até mesmo pré-embrião.

Considerando que a ciência busca aproximação da realidade dos fatos, a
construção da linguagem de informação científica não pode afastar-se deste
princípio sem comprometer sua própria credibilidade.

Os que admitem eticamente aceitável o sacrifício de embriões humanos para
fins de pesquisa, a clonagem de humanos para testagens terapêuticas, o
aborto de crianças com malformações etc., que defendam suas posições em
contextos reais, olho no olho, sem dissimulações e eufemismos.

Outro aspecto ético pertinente à ciência e, lamentavelmente, em assustador
crescimento na modernidade, diz respeito à existência de conflitos de
interesse embutidos nos discursos e nas práticas de muitos pesquisadores.

Em países de ciência avançada, as revistas científicas sérias estão a cada
momento relatando escândalos envolvendo não apenas pesquisadores isolados,
pesquisas multicêntricas mas também tradicionais instituições públicas de
pesquisa.

A ganância de lucro, a ambição de poder e o insaciável desejo de prestígio
pessoal estão causando cegueira moral em pessoas e instituições e,
conseqüentemente, causando danos à ciência por perda de credibilidade.

Felizmente, uma contra-corrente moralizadora faz-se sentir. O surgimento
dos Comitês de Ética em Pesquisa e os Escritórios de Integridade Científica,
são exemplos.

No Brasil, o recente debate sobre o uso de embriões para fins de pesquisa,
a construção de sua defesa e o grande estímulo à mobilização de pacientes
surgiram, sobremodo, de posicionamentos de pessoas diretamente interessadas
em serem os futuros pesquisadores com esses embriões.

As promessas de benefícios aos pacientes usadas como justificativas
conflitam com interesses pessoais do pesquisador no implemento de suas
publicações.

Muitos pesquisadores sabiam, antecipadamente, que durante anos, antes da
concretização de algum benefício para os pacientes, os seus Curricula
poderiam ser os grandes beneficiados.

A oferta de tratamento com células tronco embrionárias era e continua
sendo uma probabilidade que, a longo prazo, poderá dar certo ou não, mas...
o efeito no Curriculum Vitae é quase uma certeza, e em curto prazo, com
resultados positivos ou não.

< http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=33432 >

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/12/2005 15:00

( i m p o r t a n t ã o ! ! ! )
>
>
> Subject: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
>
>
>
> Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu - ela assegurou a
>todos que estava muito bem e que havia apenas tropeçado sobre um tijolo por
>causa de seus sapatos novos (ofereceram chamar um medico). Eles a limparam
>e lhe deram um novo prato de comida - enquanto parecia um pouco agitada,
>Ingrid aproveitou o resto do dia.
> O marido de Ingrid ligou mais tarde dizendo a todos que sua esposa
>tinha sido levada ao hospital - ( as 18:00, Ingrid faleceu); ela sofrera um
>derrame no churrasco - e se eles tivessem sabido identificar os sinais do
>derrame talvez Ingrid estivesse conosco hoje.
>
> Reconhecendo um derrame
>
> Um neurologista diz que se puder chegar a uma vítima de derrame
>dentro de 3 horas pode reverter totalmente os efeitos desse derrame ...
>totalmente!
> Disse que o truque era ter um derrame reconhecido e diagnosticado,
>e chegar ao paciente dentro de 3 horas , o que é difícil.
>
> Agradeça o Deus se puder lembrar as "3" etapas: leia e aprenda!
>
> Às vezes os sintomas de um derrame são difíceis de identificar.
> Infelizmente, a falta da consciência leva ao desastre. A vítima do
>derrame pode sofrer danos no cérebro quando as pessoas próximas falham em
>reconhecer os sintomas do derrame.
>
> Os médicos dizem que um observador pode reconhecer um derrame
>fazendo três simples ações:
>
> 1. * Peça o indivíduo para SORRIR.
>
> 2. * Peça que LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
>
> 3. * Peça que a pessoa FALE uma SENTENÇA SIMPLES (coerentemente,POR
>EX: "o dia está ensolarado")
>
> Se a pessoa tiver problema com qualquer dessas tarefas, chame um
>médico imediatamente e descreva os sintomas que constatou.
>
> Após ter descoberto que um grupo de voluntários não médicos poderia
>identificar a fraqueza facial, a fraqueza do braço e os problemas do
>discurso, investigadores incitaram o público em geral a aprender as três
>ações. Apresentaram suas conclusões na reunião anual da Associação
>Americana de Derrame, em fevereiro passado.
> Difundido o uso deste teste você poderá ajudar no diagnóstico e no
>tratamento do derrame, e impedir os danos cerebrais.
>
> Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail o
>enviarem a 10 pessoas; você pode apostar que ao menos uma vida será
>conservada.
>
> SEJA UM AMIGO E COMPARTILHE ESTE ARTIGO COM TANTOS AMIGOS QUANTO
>POSSÍVEL, você pode salvar suas vidas.
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>--------------------------------------------------------------------------------
>
>
>No virus found in this incoming message.
>Checked by AVG Free Edition.
>Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.10/190 - Release Date: 1/12/2005
>




SUBJECT: BIOFÍSICA... bomba sodio potassio
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/12/2005 15:21

At 09:18 2/12/2005, you wrote:

>--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Amauri Junior <amaurij@g...>
> > Para que serve?
>
>As dez pilas por hora servem preu pagar as minhas despesas. Re re...
>
>Qto 'as bombas de Na+/K+, sao proteinas de membrana presentes nas
>celulas. Elas enviam ions Na+ para fora da celula e trazem ions K+
>para dentro - na proporcao aproximada de 3:2. Isso gera uma gradiente
>eletrolitico ao longo da membrana. A diferenca de potencial eletrico
>eh fundamental para o funcionamento das celulas - nos neuronios, esse
>gradiente permite a polarizacao e despolarizacao da membrana
>conduzindo o sinal eletrico nervoso; nas celulas em geral esse
>gradiente permite o transporte de materiais para dentro e para fora
>das celulas.
>
>[]s,
>
>Roberto Takata





AQUI NA UFRJ...
UM DOS MAIS DESTACADOS CENTROS DE PESQUISA... É O INSTITUTO DE BIOFISICA.

MUITO INTERESSANTE.
MUITO INTERESSANTE.

GRANDE POTENCIAL PRA FEIRINHA DE CIENCIAS.

L.E.
----------



No virus found in this outgoing message.
Checked by AVG Anti-Virus.
Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.11/191 - Release Date: 2/12/2005


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Fw: bomba sodio potassio - Para o Alberto
FROM: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/12/2005 16:07

Olá,

Já que tocaram no assunto, gostaria de perguntar ao Alberto Mesquita
se ele teria alguma coisa a nos dizer sobre a bomba de sodio-
potassio...

Me lembro de ter lido um texto dele sobre isso... Era bastante
interessante, mas tinha ficado meio perdido no assunto...

Até mais,

Ricardo




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...>
escreveu
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Amauri Junior <amaurij@g...>
> > Para que serve?
>
> As dez pilas por hora servem preu pagar as minhas despesas. Re re...
>
> Qto 'as bombas de Na+/K+, sao proteinas de membrana presentes nas
> celulas. Elas enviam ions Na+ para fora da celula e trazem ions K+
> para dentro - na proporcao aproximada de 3:2. Isso gera uma
gradiente
> eletrolitico ao longo da membrana. A diferenca de potencial eletrico
> eh fundamental para o funcionamento das celulas - nos neuronios,
esse
> gradiente permite a polarizacao e despolarizacao da membrana
> conduzindo o sinal eletrico nervoso; nas celulas em geral esse
> gradiente permite o transporte de materiais para dentro e para fora
> das celulas.
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
> >
> > sds
> >
> > Em 01/12/05, rmtakata <rmtakata@a...> escreveu:
> > >
> > > To cobrando dez pilas a hora.
> > >
> > > http://www.bioon.com/book/biology/whole/image/3/3-16.tif.jpg
> > >
> > > []s,
> > >
> > > Roberto Takata
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> > > > Takata San 2 ....
> > > > agora é sobre bombas!
> > > > []'
> > > > ===========================
> > > > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > > > leobarretos@u...
> > > > http://www.feiradeciencias.com.br
> > > > ===========================
> > > > -----Mensagem Original-----
> > > > De: fernando cesar aranda de mattos aranda
> > > > Para: leobarretos@u...
> > > > Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 11:08
> > > > Assunto: bomba sodio potassio
> > > >
> > > >
> > > > Se for possivel vôce poderia me mandar um desenho da bomba de
sodio
> > > potassio,por que tenho que apresenta um seminario e não achei o
> > > desenho idela pra isto!!
> > > >
> > > >
> > > > grato!!
> > > >
> > > > fernandoaranda1985@h...
> > > >
> > > >
> > > >
> > >
> > >
> --------------------------------------------------------------------
------------
> > > > MSN Busca: fácil, rápido, direto ao ponto. Encontre o que você
> > > quiser. Clique aqui.
> > > >
> > > >
> > > >
> > >
> > >
> --------------------------------------------------------------------
------------
> > > >
> > > >
> > > > No virus found in this incoming message.
> > > > Checked by AVG Free Edition.
> > > > Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.8/184 - Release
Date:
> > > 27/11/2005
> > > >
> > > >
> > > > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
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> > ("Quem quer que haja construído um novo céu, só no seu próprio
inferno
> > encontrou energia para fazê-lo!" Nietszche)
> >
> >
> > [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
FROM: Lourenço <listaslou@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/12/2005 17:52

Tudo bem, só que meu pai já teve dois AVCs e só teve problemas de força na
pernas, ou inclui isso tb. ou tá tudo furado.

Até.

Lourenço.

listaslou@yahoo.com.br






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SUBJECT: Fw: [ciencialist] interferência
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 02/12/2005 20:52


----- Original Message -----
From: jvictor
To: JVictor
Sent: Friday, December 02, 2005 8:28 AM
Subject: Re: [ciencialist] interferência


Léo,

Bela questão. Aparentemente trivial. Mas não é. Como ninguem ainda se pronunciou, e como se trata de "uma resposta/proposta preliminar" direi o que penso a respeito. Talvez ajude e talvez façam reparos também. No final, todos ganharão. O que será bom.

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Wednesday, November 30, 2005 12:45 PM
Subject: [ciencialist] interferência


Léo: Grupos.com.brOlá todos,
preciso de um reforço conceitual.
A pergunta base é: numa corda tensa dois pulsos 'iguais', um prá cima e outro prá baixo e de sentidos opostos se sobrepõem numa interferência totalmente destrutiva e a corda fica 'reta'; para onde vai a energia dos pulsos? ou, resumidamente, o que acontece com a energia dos pulsos, no momento do encontro, quando sofrem interferência destrutiva?
Victor:
Para o caso especificamente citado, as ondas são simétricas, necessariamente. Em sendo assim, os deslocamentos, nos mesmos pontos e nos mesmos instantes sãos iguais e de sinais contrários. O deslocamento total é que é zero, pois vale o Princípio da Superposição, razão pela qual o trecho de "cruzamento" parece estar em repouso, mas a onda continua se movendo. Portanto, há energia presente, ela não é nula. A onda transporta energia positiva, diferente de zero, a uma taxa
P = (1/2)x Dens.Linear de Massa x Vel. da onda(não a velocidade do elemento dm, Uy, que é na direção transversal, conforme descrevo abaixo) x (Freq.Angular x Amplitude da Onda)^2, em watt (joule por segundo, calculada sobre um número inteiro de comprimentos de onda. Na segunda parte, detalharei mais sobre isso.

Léo: Eis uma resposta/proposta preliminar:

A energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula) .

Victor: Continuando o raciocínio acima, vou comentar mais um pouco, para aclarar mais as idéias.
Seja um elemento dm da corda. Esse elemento, em repouso, tem as seguintes caracaterísticas: um comprimento dx, uma velocidade transversal Uy=0 e, não estando tensionado, sua energia potencial elástica é zero e sua energia cinética também, pois Uy é zero. As coisas mudam quando a onda passa.
Quando esta passa por dm, acontece o seguinte:
esse elemento dm, de comprimento horizontal dx, fica sob tensão. Adquire energial potencial elástica. igualmente, adquire uma velocidade Uy e se desloca segundo a vertical, portanto adquire energia cinética, proporcional a Uy^2. Pois bem, e a energia potencial, como aparece? Considerando a "extensão" dx de dm, temos que, quando dm se desloca para cima, digamos, o correspondente "comprimento" dx de dm não é mais o dx anterior... É como se esse dx fosse uma projeção sobre o eixo dos x do dx anterior! Ou seja, considerado em relação ao eixo dos x, o "comprimento" dx de elemento dm oscila, aumenta e diminui, de modo a se ajustar, em cada ponto (x,y) e em cada instante t, à propagação senoidal da onda, a qual confere à corda essa mesma forma senoidal, em cada ponto e em cada instante. É interessante: o elemento dx, nesses importantes casos, se comporta como uma mola sob o efeito de uma força restauradora! E isto é o que responde pela energia potencial. Onde dm tiver um dx "normal", isto é, igual ao dx do repouso, a energia potencial é zero. Isto acontece quando dm atinge seu deslocamento vertical máximo. Em y=0, isto é, no instante em que você aplica o pulso, a tensão aplicada é máxima, portanto, aí, teremos: energia cinética máxima, energia potencial máxima(o dx com o máximo de tensão acumulada). Em y=Ym, as duas são nulas, pois, como descrito, Uy é zero e o "dx" correspondente é igual ao dx de quando o elemento dm estava no bem bom, no repouso merecido, sem estar "esticado". E o pulso que volta? Nada tem de especial ou diferente, a não ser pelos seguintes fatos: tem fase invertida, pois foi produzida por uma força de reação, aplicada pelo suporte fixo à corda, sendo os deslocamentos verticais dos elementos dm, da corda, negativos. O pulso é simétrico. Por causa dessa última condição, a partir do instante em que se encontram, o deslocamento vertical, efetivo, de cada ponto é zero!. Em consequência, a região de "cruzamento" dos pulsos permanece imóvel.

Léo: Que acham?

Victor: Acho que a proposta preliminar carece de uns reparos, em vista do que se discutiu: " energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula. " ,
pois foi colocada a condição de energia positiva acima da corda e negativa abaixo. Em ambos os casos, há energia cinética, potencial elástica(oscilações dos elementos dx, bem como a energia transportada pela onda, na taxa escrita acima). O deslocamento nulo ocorre em razão de as ondas serem simétricas e de seus deslocamentos serem iguais e contrários, repito. Além do mais, num mesmo x e num mesmo instante, um mesmo ponto da corda só pode ocupar uma posição. Isto é compulsório. Não tem jeito. Por outro lado, se o pulso que volta não é simétrico, os pontos resultantes não estariam mais sobre "uma linha reta". Lembrar que, mesmo na região de deslocamento nulo, as duas ondas estão em movimento, "se engolindo uma à outra". Só que escondinho. Ninguém vê. Tanto é que depois continuam, como se nada houvesse acontecido. As dissimuladas!...

Não sei se trovejei muito e choví pouco. Amanhã vou rever tudo isso. Mas esta é só a primeira resposta à proposta.

Sds,

Victor.

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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SUBJECT: RE: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/12/2005 22:25

ler... vc é um puta dum sarrista e tem gente que vai entrar... ();


>From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar
>Date: Thu, 01 Dec 2005 19:35:00 -0200
>
>At 19:17 1/12/2005, you wrote:
>
> >que será que tem de tão diferente com a pressão
> >atmosférica em alto mar para que um professor pergunte isso?
> >[]'
> > ===========================
> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
>
>
>
>Claro que sim.
>Quanto mais alto for o mar...
>menor a pressão.
>
>L.E.
> ----------
>
>
>
>No virus found in this outgoing message.
>Checked by AVG Anti-Virus.
>Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.10/189 - Release Date: 30/11/2005
>
>
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>
>##### ##### #####
>
>Página de apoio
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
>##### ##### ##### #####
>Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>
>
>
>
>




SUBJECT: Como utilizar o Google com eficiência p/ Didimo
FROM: Amauri Junior <amaurij@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/12/2005 22:58

Ce quel Didimo ? Je n'ai pas compris ?


salutations

2005/12/1, Ddimo Matos <didimo_george@yahoo.com.br>:
>
> Caro Morales,
>
> No entendi bulhufas. Quer dizer que possvel um desejo sem alvo. Vc
> pergunta ao sujeito e ele diz Desejo, a vc pergunta oq? e ele diz nada,
> meu
> desejo no tem nenhum alvo, apenas desejo.
>
> Pra mim, isso no faz o menor sentido. Se h uma capacidade natural para o
> desejo, para que ela se realize tem que haver coisas que sejam alvo do
> desejo.
>
> D.
>
> ----- Original Message -----
> From: "Esteban Moreno" <estebanlmoreno@gmail.com>
> To: "Vivens Scientia" <VivensScientia@yahoogroups.com>; "Roberto Coelho"
> <coelho@cetem.gov.br>; "Ian Hovell" <hovell@re.microlink.com.br>; "Victor
> Ahon" <ruiz@peq.coppe.ufrj.br>; "Marcio Nele de Souza" <mnele@yahoo.com.br
> >;
> <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Wednesday, November 30, 2005 3:25 PM
> Subject: [ciencialist] Como utilizar o Google com eficincia
>
>
> Esse texto apresenta uma srie de tcnicas utilizveis na maior das
> mquinas
> de busca, o Google. Entretanto, ainda que exista um domnio do Google para
> pesquisas em pginas exclusivamente em portugus e brasileiras, as
> principais funcionalidades e aplicaes ainda no foram incorporadas na
> verso google.com.br
>
> Assim, o texto torna-se til principalmente para aqueles que j esto
> familiarizados com a utilizao da mquina e seus padres originais, no
> google.com (sem ponto b rre).
>
> *Como utilizar o Google com eficincia*
> Por Sudar Muthu
>
> Traduo de Moreno Barros
>
>
> *O bsico do Google*
>
> A Internet uma vasta coleo de informao escondida em mais de 2
> bilhes
> de pginas. Mas o volume crescente de contedo torna difcil encontrar
> informaes pertinentes a um assunto desejado. Pesquisar na internet
> como
> procurar uma agulha em uma palheiro. As mquinas de buscas surgiram, para
> auxlio. Elas evoluiram rpido, tentando cercar todas as nuances de
> bilhes
> de documentos online, e ainda continuam a evoluir hoje.
>
> Google entrou na roda em 1998. Sua pgina principal ilusoriamente
> simples
> com um campo de preenchimento para busca, e alguns botes. A interface
> bsica to fascinante em sua simplicidade desmente o poder da mquina do
> Google por baixo, e a riqueza de informaes a sua disposio. E se voc
> utiliza a sintaxe de busca do Google em sua plenitude, a Web a sua
> ostra.
> Nesse artigo voc encontrar tcnicas que iro lhe auxiliar no uso das
> ferramentas do Google com eficincia.
>
> *Busca textual *
>
> *O bsico das Booleanas*
>
> Sempre que voc pesquisar por duas (ou mais) palavras chave de uma s vez,
> as mquinas de buscas utilizam um mtodo padronizado para lidar com essas
> palavras. Deve a mquina pesquisar pelas duas palavras separadamente ou
> juntas? A resposta se chama padro Booleano; as mquinas de busca podem
> padronizar as booleanas AND (pesquisar pelas duas palavras juntas) ou a
> booleana OR (pesquisar pelas duas palavras separadamente). Claro, mesmo
> que
> o padro de uma mquina de busca seja pesquisar pelas duas palavras juntas
> (AND) voc poder utilizar um comando especial para instruir a pesquisa
> pelas palavras separadamente (OR).
>
> O padro booleano do Google AND; isso significa que se voc pesquisar
> por
> duas ou mais palavras, o Google vai pesquisar por todas elas. Se voc
> pesquisar por:
>
> Operadoras de telefones celulares
>
> o Google pesquisar por todas as trs palavras (desconsiderando os artigos
> e
> preposies). Se voc quer especificar que qualquer uma das palavras
> aceitvel, voc pode colocar um OR entre elas:
>
> Operadoras OR telefones OR celulares
>
> Se voc quer definitivamente um termo, e um ou dois mais outros termos
> aceitveis (ou termos no definitivos), voc pode agrup-los dentro de
> parentese, assim:
>
> Operadoras (Vivo OR Claro OR Oi)
>
> Essa frase busca pela palavra "Vivo" ou "Claro" ou "Oi" juntamente com a
> palavra "Operadoras". Outro caracter que pode ser utilizado em
> substituio
> ao OR a funo | do teclado, como em:
>
> Operadoras (TIM | "telefones celulares")
>
> Se voc quer especificar que um item de busca no deve aparecer nos seus
> resultados, utilize um - (sinal de menos).
>
> Operadoras de telefones celulares - Vivo
>
> Essa frase vai pesquisar por pginas que contenham tanto as palavras
> "operadoras", "telefones" e "celulares", mas no a palavra "Vivo".
>
>
> *As sintaxes especiais*
>
> Em adio ao bsico AND, OR e palavras entre aspas, o Google oferece
> algumas
> sintaxes especiais para otimizao das buscas de seus usurios.O Google
> sendo uma mquina de busca de textos completos, indexa pginas da Web
> integralmente ao invs de apenas ttulos e descries. Comandos
> adicionais,
> chamados de sintaxes especiais, permitem que os usurios do Google busquem
> por partes especficas de pginas da Web, ou especficos tipos de
> informao. Isso vantajoso quando voc est lidando com 2 bilhes de
> pginas e precisa de todas as oportunidades para melhorar os resultados de
> sua busca. Especificar que suas palavras chave para a pesquisa devem
> aparecer apenas no ttulo ou URL de uma pgina encontrada uma grande
> maneira de otimizar seus resultados sem ter que tornar suas palavras
> chaves
> propriamente muito especficas.
>
> Eis algumas das palavras chaves comuns que voc pode adicionar a sua
> pesquisa no Google
>
> intitle:
> Restringe sua busca a ttulos de pginas da Web. A variao, allintitle:
> encontra pginas onde todas as palavras especificadas constituem o ttulo
> da
> pgina. Mas melhor evitar o uso da variao allintitle: , porque no
> combina muito bem com algumas das outras sintaxes.
>
> Exemplo: intitle:"Roberto Jefferson"
>
> allintitle:"cpi mista" dos correios
>
> inurl:
> Restringe sua pesquisa as URLs das pginas. Essa sintaxe costuma funcionar
> bem para encontrar pginas de busca e de ajuda, porque tende a ser regular
> em suas composies. Uma variao allinurl: encontra todas as palavras
> listadas em um URL, mas tambm no funciona muito bem com outras sintaxes
> especiais.
>
> Exemplo: inurl:ajuda
>
> allinurl:pesquisa ajuda
>
> intext:
> Pesquisa apenas o contedo textual (ignora links, URLs e ttulos). Existe
> uma variao allintext: mas novamente, no gosta muito de brincar com as
> outras sintaxes. Apesar de seu uso ser limitado, perfeito para encontrar
> palavras chave que poderiam ser muito comuns em URLs ou links de ttulos.
>
> Exemplo: intext:"yahoo.com"
>
> intext:html
>
> inanchor:
> Pesquisa por texto nas ncoras dos links de uma pgina. Uma ncora de link
>
> o texto descritivo desse link. Por exemplo, o ncora do link no cdigo
> HTML
> "ExtraLibris Tecnolgica <http://tecnologica.extralibris.info/>".
>
> Exemplo: inanchor:"Elio Gaspari"
>
> site:
> Permite que voc limite sua pesquisa tanto por domnio de um site ou
> domnio
> de nvel elevado. AltaVista, por exemplo, possui duas sintaxes para essa
> funo (host: e domain:), mas o Google possui apenas um.
>
> Exemplo: site:extralibris.info
> site:moreno.extralibris.info
> site:gov
> site:bn.br
>
>
> link:
> Retorna uma lista de pginas que fazem ligao a uma URL especificada.
> Digite link:www.google.com e voc receber uma lista de pginas que fazem
> link ao Google. No se preocupe em incluir o http:// ; no necessrio, e
> na verdade, o Google parece ignor-lo mesmo que voc insira. link:
> funciona
> tambm com URLs extensas -
> http://www.oglobo.com.br/segundocaderno/colunistas/arnaldojabour/ por
> exemplo bem como com URLs de nvel elevado, como globo.com.
>
> Exeplo: link:www.google.com
>
>
> cache:
> Encontra uma cpia da pgina que o Google indexou mesmo se essa pgina no
> se encontra mais disponvel em sua URL original ou modificou completamente
> seu contedo desde ento. Isso particularmente til para pginas que se
> modificam com frequncia. Se o Google retornar um resultado que
> aparentemente no tem muito a ver com a sua busca, voc quase que
> certamente
> encontrar o que est procurando na ltima verso em cache dessa pgina no
> Google.
>
> Exemplo: cache:www.yahoo.com
>
>
> daterange:
> Limita sua pesquisa em uma data particular ou variao de datas em que uma
> pgina foi indexada. importante notar que a busca no limitada a data
> de
> criao da pgina e sim quando foi indexada pelo Google. Ento se uma
> pgina
> foi criada em 2 de fevereiro e no indexada pelo Google antes de 11 de
> abril, poder ser encontrada com daterange: busca em 11 de abril. Note que
> o
> daterange: funciona com datas Julianas e no Gregorianas (as que
> utilizamos
> no dia-dia)
>
> Exemplo: "George Bush" daterange:2452389-2452389
> neurocirurgia daterange:2452389-2452389
>
>
> filetype:
> Pesquisa os sufixos ou extenses de nomes de arquivos. Esses so
> geralmente,
> mas no necessariamente, diferentes tipos de arquivos. Eu prefiro fazer
> essa
> distino, porque pesquisar pelo filetype:htm e filetype:html fornece
> diferentes nmeros de resultados, apesar de serem o mesmo tipo de arquivo.
> Voc pode pesquisar por diferentes geradores de pginas, como ASP, PHP,
> CGI,
> e da por diante presumindo que o site no est escondendo arquivos por
> trs de redirecionamentos e proxy. O Google indexa diversos formatos
> diferentes da Microsoft, incluindo: PowerPoint (PPT), Excel (XLS), and
> Word
> (DOC).
>
> Exemplo: artigos filetype:pdf
>
> "indicadores econmicos" filetype:ppt
>
>
> related:
> Encontra pginas que esto relacionadas com a pgina especificada. Nem
> todas
> as pginas so relacionadas a outras pginas. Essa uma boa maneira de
> encontrar categorias de pginas; uma busca por related:google.com retorna
> uma variedade de mquinas de busca, incluindoHotBot, Yahoo!, e Northern
> Light.
>
> Exemplo: related:www.yahoo.com
>
> related:www.cnn.com
>
>
> info:
> Fornece uma pgina de links contendo mais informaes sobre uma URL
> especificada. Inclui um link para o cach da URL, uma lista de pginas que
> fazem ligao aquela URL, pginas que so relacionadas aquela URL, e
> pginas
> que contm a URL. Note que essa informao dependente das indexaes do
> Google. Se o Google no indexou essa URL, informao obviamente ser
> reduzida.
>
> Exemplo: info:www.biblio.crube.net
>
> info:www.uol.com.br/musica
>
>
> *Encontrando a terminologia tecnolgica*
>
> Vocabulrios especializados permanecem, na maioria dos casos, como
> palavras
> estticas que normalmente no modificam seus significados de uma hora pra
> outra. Isso no se aplica aos jarges relacionados computao. Parece
> que
> a cada 12 segundos algum aparece com um termo novo relacionado a
> computadores ou Internet, e ento 12 minutos depois se torna obsoleto ou
> significa algo completamente diferente geralmente mais de uma coisa ao
> mesmo tempo. Talvez no seja to mau assim. Apenas sentimos dessa maneira.
> O
> Google pode te ajudar em duas maneiras; ajudando a encontrar palavras e
> ajudando a encontrar as palavras que voc no conhece, mas que precisa
> conhecer.
>
> Comeando pelo comeo: pelamordedeus, no coloque simplesmente a
> abreviao
> dentro do campo de busca! Por exemplo, se voc pesquisa por XSLT, receber
> 900.000 resultados em troca. Utilizando combinaes que o Google fornece,
> pode-se descobrir que existe muito mais vida do que isso. Ao invs,
> adicione
> "stands +for" ["significa"] ao campo de pesquisa se o que voc procura
> uma
> abreviao ou acrnimo. "XSLT stands +for" ["XSLT significa"] retorna mais
> ou menos 29 resultados, e o primeira da lista um glossrio tutorial. Se
> voc ainda est recebendo muitos resultados ("XML stands +for" fornece
> 1,000
> resultados) tente adicionar "beginners" ["iniciantes"] , que retorna 35
> resultados, o primeiro sendo "XML for beginners" ["XML para iniciantes].
> Se
> ainda assim voc no est conseguindo os resultados desejveis, tente
> "What
> is X?" ["O que X?"] ou "X +is short +for" ["X + reduo + de"] ou X
> beginners FAQ, onde X o acrnimo ou termo. Esses devem ser considerados
> mtodos de segundo-escalo, porque muitos sites tendem a no utilizar
> frases
> tipo "What is X?" em suas pginas. "X is short for" linguagem incomum, e
> X
> pode ser to novo (ou to obscuro) que ainda no possui uma entrada FAQ.
> Novamente, seus resultados podem variar e vale a pena arriscar; existe
> muita
> terminologia por a. Se voc possui terminologia especfica de hardware-
> ou
> software tente a palavra ou frase junto com quaisquer coisas que voc
> conhece sobre sua utilizao. Por exemplo, DynaLoader uma terminologia
> especfica de software; um mdulo Perl. Sabendo isso, apenas d s duas
> palavras uma combinao: DynaLoader Perl. Se os resultados que voc
> encontrar forem muito avanados, assumindo que voc j sabe o que
> DynaLoader
> , comece a brincar com as palavras "beginners", "newbie" ["novato"], e
> similares para lhe aproximar a informaes para iniciantes:
> DynaLoader Perl Beginners
>
> *Google Groups*
>
> Os grupos da Usenet, grupos de discusso com base textual cobrindo
> literalmente centenas de milhares de assunto, existem desde antes mesmo a
> criao da World Wide Web. E agora eles esto disponveis para busca e
> utilizao como o (http://groups.google.com/). O arquivo do Google Groups
> comea em 1981 e cobre at os dias de hoje. Mais de 200 milhes de
> mensagens
> esto arquivadas. Como voc pode imaginar, um arquivo bem grande,
> cobrindo
> literalmente dcadas de discusso. Se perdeu em uma fase de um jogo de
> vdeo-game das antigas? Precisa de ajuda com uma mquina de costura que
> comprou em 1982? Voc pode encontrar respostas aqui. Google Groups tambm
> permite que voc participe das discusses da Usenet.
>
> Existem hierarquias regionais e menores, mas as principais so: alt, biz,
> comp, humanities, misc, news, rec, sci, soc, e talk. Muitos dos grupos da
> Web so criados atravs de um processo de votao e so colocados sob
> hierarquias que mais se aplicam ao tpico.
>
>
> *Navegando pelos grupos*
>
> Na pgina principal do Google Groups, voc pode navegar por uma lista de
> grupos escolhendo uma hierarquia na pgina principal. Voc ver que
> existem
> subtpicos, sub-subtpicos, sub-sub-subtpicos e bom, voc j entendeu.
> Por exemplo, na hierarquia comp (computadores) voc encontrar subtpico
> comp.sys, reduo de "computer systems". Sob ele existem 75 grupos e
> subtpicos, incluindo comp.sys.mac, uma parte da hierarquia devotada ao
> sistema de computador Macintosh. Existem 24 subtpicos Mac, um deles
> comp.sys.mac.hardware, que possui, alm, 3 grupos abaixo. Quando voc j
> tiver trilhado todos os grupos especficos de seus interesses, o Google
> Groups apresenta as mensagens propriamente, sortidas em ordem cronolgica
> inversa. Essa estratgia funciona bem quando voc quer ler um grupo lento
> (baixo trfego) ou moderado, mas quando voc quer ler um grupo volumoso,
> livre-para-qualquer-usurio, voc pode desejar utilizar a mquina de busca
> do Google Groups. A busca na pgina principal funciona similarmente
> pesquisa regular no Google; a nica diferena perceptvel o boto do
> Google Groups e cada resultado possui um grupo associado e data de
> postagem.
>
> *Sintaxes especiais e Google Groups *
>
> Voc pode fazer pesquisas precisas na pgina de buscas avanadas do Google
> Groups. E, como no Google regular, voc possui algumas sintaxes a sua
> disposio. Google Groups um arquivo de conversaes. Ento, quando voc
> pesquisar, voc obter mais sucesso se tentar procurar por linguagem
> informal e de conversao, no a linguagem cuidadosamente estruturada que
> encontra em sites da Internet (bom, pelo menos alguns sites...)
>
> intitle:
> Pesquisa por palavras nos ttulos de mensagens
> Exemplo: intitle:futebol
>
> group:
> Restringe sua busca a um grupo especfico ou conjunto de grupos (tpico).
> O
> caracter * (asterisco) modifica uma sintaxe group: para incluir tudo sob o
> grupo ou assunto especificado. comp.lang* [comp lang de computer language,
> "linguagem computacional" em Portugus] encontrar resultados no grupo
> comp.lang, bem como em comp.lang.php, comp.lang.perl, e em diante.
> Exemplo: group:comp.lang*
> group:alt*
> group:comp.lang.perl.misc
>
>
> author:
> Especifica o autor de uma mensagem no grupo. Pode ser nome completo ou
> parcial, ou um endereo de email.
> Eg: author:fred
> author:fred flintstone
> author:flintstone@bedrock.gov
>
>
> *Google Images*
>
> Tire uma folga da busca textual e d uma olhada no Google Images (
> http://images.google.com/), um ndice com mais de 390 milhes de imagens
> disponveis na Web. A busca de imagens do Google comea com uma busca
> simples por palavras chave. Imagens so indexadas sob uma variedade de
> palavras chave, algumas mais amplas do que outras, mais especficas o
> possvel. Se voc est pesquisando por gatos, no utilize gatos como
> palavra
> chave a no ser que voc no se importe em receber resultados que incluem
> "escaneamento de gatos" [algumas pessoas escaneam seus gatos,
> literalmente, e expem as fotos na internet]. Utilize palavras que so
> mais
> unicamente relacionadas aos gatos, como felino ou bichano. Especifique sua
> busca ao mximo, utilizando o menor nmero de palavras possvel. Uma busca
> por dente felino, que lhe traz mais de 3000 resultados no Google, no traz
> nenhum resultado no Google Image Search; nesse caso, dente de gato
> funciona
> melhor. (Construir frases para pesquisa de imagens exige muita pacincia e
> experimentao). Resultados de busca incluem um thumbnail [imagem em
> pequena
> escala], nome, tamanho (tanto pixels e kilobytes), e a URL onde a imagem
> se
> encontra. Clicando sobre a imagem apresenta uma pgina enquadrada, o
> thumbnail do Google para a imagem no topo, e a pgina onde a imagem
> originalmente apareceu na parte de baixo.
>
> Pesquisar no Google Images pode ser frustrante, porque difcil construir
> buscas com mltiplas palavras, e pesquisas com palavras nicas levam a
> milhares de resultados. Voc tem mais opes para otimizar a pesquisa
> tanto
> atravs da interface do Advanced Image Search como das sintaxes especiais
> do
> Google Image Search.
>
> *Sintaxes especiais do Google Images*
>
> Google Images oferces algumas sintaxes especiais:
>
> intitle:
> Encontre palavras chave no ttulo da pgina. Esse um excelente meio para
> otimizar os resultados de buscas.
> Eg: intitle: Grande Muralha da China
>
> filetype:
> Encontre imagens de um tipo particular. Isso funciona apenas para JPEG e
> GIF, no BMP, PNG, ou qualquer outro formato que o Google no indexa. Note
> que para pesquisa por filetype:jpg e filetype:jpeg no trar diferentes
> resultados, porque a filtragem baseada nas extenses de arquivo, e no
> um
> tipo de entendimento profundo daquele tipo de arquivo.
> Eg: filetype:jpeg Albert Einstein
>
>
> site:
> Como na busca no Google regular, restringe seus resultados para um
> especfico site ou domnio. No utilize para restringir resultados para um
> nico domnio a no ser que voc tenha certeza do que exista l. Ao invs,
> utilize para restringir resultados a certos domnios. Por exemplo, pequise
> por futebol.site:br e depois pesquise por futebol.site:com um bom
> exemplo
> de como o uso do site: pode fazer diferena.
>
> *Google News*
>
> Pesquisa no Google permite que voc busque por notcias de vrias fontes
> na
> internet. O campo de busca funciona como a busca no Google regular todas
> as buscas so padronizadas AND. Os resultados so apresentados em clusters
> [emaranhados], fornecendo ttulo, fonte, data e um breve sumrio (o link
> para a notcia completa est includo no ttulo). O pesquisador pode
> selecionar suas buscas por relevncia ou data.
>
> *Sintaxes especiais*
>
> Pesquisa no Google News suporta duas sintaxes especiais.
>
> intitle:
> Encontra palavras no cabealho de uma notcia.
> Eg: intitle:furaco
>
> site:
> Encontra artigos de uma fonte particular. (Google News possui mais de
> 4,000
> fontes).
> Eg: furaco site:reuters.com
>
> *Tirando proveito do Google News*
>
> A melhor coisa sobre o Google News sua capacidade de cluster. Em uma
> mquina de busca comum, uma notcia impactante pode afogar os resultados
> de
> busca. Por exemplo, em julho de 2002, circulou uma histria de que terapia
> de substituio de hormnios pode aumentar o risco de cncer. Rapidamente
> a
> utilizao de mquinas de busca de notcias para encontrar a frase "cncer
> de mama" se tornou um exerccio de futilidade, porque dzias de notcias
> sobre o mesmo tpico estavam agrupadas nas pginas de resultados. Isso no
> acontece quando voc pesquisa a mquina de busca de notcias do Google,
> porque o Google agrupa notcias similares por tpico. Voc poderia
> encontrar
> um largo cluster de notcias sobre terapia de substituio de hormnios,
> mas
> eles estariam em um nico lugar, deixando voc pesquisar outras notcias
> sobre cncer de mama. Algumas buscas agrupam com facilidade; elas so
> especializadas e tendem a gerar tpicos limitados. Mas outras buscas
> como
> "George Bush" geram muitos resultados e vrios agrupamentos diferentes.
> Se
> voc precisa pesquisar por um nome famoso ou um tpico geral (como crime,
> por exemplo) otimize seus resultados de busca atravs dos seguintes modos:
> Adicione um tpico modificador que ir significantemente otimizar seus
> resultados de busca, como em: "George Bush" palestra na ONU. Limite sua
> busca com uma das sintaxes especiais, por exemplo: intitle:"George Bush".
> Limite sua busca a um site particular. Esteja ciente que, enquanto isso
> funciona bem para uma notcia de grande impacto, voc pode perder notcias
> locais. Se voc est pesquisando por uma grande notcia nos Estados
> Unidos,
> CNN uma boa escolha (site:cnn.com). Se a noticia que voc est
> pesquisando
> mais internacional, BBC funciona bem (site:bbc.co.uk).
>
>
> *Concluso*
>
> Como voc viu, o Google mais do que uma mquina de busca com base
> textual
> e devotando um pouco de tempo na especificao do termo de busca, voc
> pode
> especificar sua pesquisa e acessar a informao desejada dentro de um
> universo de 2 bilhes de pginas no menor tempo possvel. Estas pequenas
> tcnicas que voc aprendeu agora certamente vo auxiliar no acesso
> integral
> ao poder do Google e fazendo isso, toda a Internet vai se tornar seu
> playgroung. Boas Googladas.
>
> Texto original disponvel em: http://googlemyway.com/searchgoogle.php
>
>
> [As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Pgina de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
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> Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
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>
>
>
>
>
>
>
>
>
> _______________________________________________________
> Yahoo! doce lar. Faa do Yahoo! sua homepage.
> http://br.yahoo.com/homepageset.html
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Pgina de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
> ##### ##### ##### #####
> Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>
>
>
>
>


--
("Quem quer que haja construdo um novo cu, s no seu prprio inferno
encontrou energia para faz-lo!" Nietszche)


[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: bomba sodio potassio - Para o Alberto
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 00:38

----- Original Message -----
From: "Ricardo Soares Vieira"
Sent: Friday, December 02, 2005 3:07 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: bomba sodio potassio - Para o Alberto

> Já que tocaram no assunto, gostaria de perguntar ao Alberto Mesquita se
> ele teria alguma coisa a nos dizer sobre a bomba de sodio-potassio... Me
> lembro de ter lido um texto dele sobre isso... Era bastante interessante,
> mas tinha ficado meio perdido no assunto...

Está em http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/bs.htm
Qualquer dúvida ou comentário, fique à vontade. Lembro que, a exemplo da
maioria dos meus artigos, esse é também um texto bastante herético e o
Olimpo Acadêmico brasileiro não tem se mostrado à altura de entendê-lo. ;-)

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o elétron não é uma carga elétrica
coulombiana, a bomba sódio-potássio não consome ATP e a Terra se move. E a
história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
FROM: Amauri Junior <amaurij@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2005 00:46

Fourberies et plus fourberies de Homero

sds
Em 02/12/05, José Renato <jrma@terra.com.br> escreveu:
>
> Olá, Homero!
> A questão referente ao que a Drª Eliane Azevedo chama de honestidade
> intelectual não está restrita à questão do aborto, debatido nesta e em
> outras listas. É uma questão que abrange toda a ética do conhecimento, do
> seu uso e da sua divulgação.
> Faço comentários no seu texto, após JR -. OK?
>
> ................................................................................
>
> From: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Thursday, December 01, 2005 2:26 PM
> Subject: [ciencialist] Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade
> (era
> Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
>
>
> Olá JR
> Parece que esse debate extrapolou a outra lista e veio parar aqui, na
> Ciencia List..:-) Mas, vamos lá.
>
> JR (o texto que apresentou): " que defendam suas posições em contextos
> reais, olho no olho, sem dissimulações e eufemismos. "
>
> Eu defendo todas essas posições, olho no olho, sem dissimulações e sem
> eufemismos, com evidências, razão e lógica, com base em definições
> precisas
> de "vida humana", de "ser humano", etc. Mas não adiantou nada,
> aparentemente
> você, e os anti-aborto, as ignoram solenemente..:-)
> JR - Então para quê desqualificar o embrião como ser humano. Racional e
> logicamente é um ser humano, independente da aparência que apresenta ao
> longo do tempo.
> Acho que vc confunde ser humano com pessoa registrada em cartório, com
> títulos de cidadão participante da sociedade secular. Ser humano é o ser
> vivo que alimentado e protegido minimamente adquire as diversas aparências
> denominadas de mórula, zigoto, feto, bebê, criança, jovem, adulto, idoso,
> doente terminal...
>
> Ser humano, para ser assim considerado, racionalmente, necessita ter uma
> mente, processos cognitivos, neurológicos, um cérebro e demais componentes
> como capacidade sensorial, etc. Mórulas e óvulos recém fecundados não as
> tem, e, portanto, estão fora da definição acima.
> JR - E de onde vêm todos os órgãos e sistemas do corpo humano? Vc parece
> estar na idade da pedra em termos de pesquisa científica: só existe o que
> vejo e considero. Pense um pouco! A maior parte do que existe não
> percebemos.
>
> Defendo a clonagem com base nessa evidência, não há uma mente a ser tomada
> como humana em grupos de células de uma mórula, da mesma forma como é
> possível gerar diversos gemeos simplesmente se dividindo a mórula e
> cultuvando as células de forma individual.
> JR - E para facilitar sua defesa utiliza a falácia de que uma mórula não
> contém todos os componentes do ser humano... Fica mais fácil viver, de
> acordo com seus interesses mais imediatos. Mas, como as semente, por menor
> e
> mais desprezível que seja, contém uma árvore, um embrião contém um ser
> humano.
>
> "Crianças com malformação" já é por si uma expressão destinada a distorcer
> o
> argumento, apresentando o conceito de "criança", tão emocionalmente capaz
> de
> provocar empatia, como estando já definido no debate. Mas não há uma
> "criança" presente na mórula, e esta é justamente a discordância entre
> nós.
> JR - É que vc se confunde nos vocábulos... A mórula não contém uma criança
> como entendemos ser uma criança. Nem um jovem, nem um adulto. Nela está
> contida um ser humano que se apresenta uma mesma estrutura original
> durante
> toda a sua vida. Há muito tempo, as aparências não definem o que chamamos
> de
> ser humano.
>
> E malformação tem diversos alcances e possibilidades. Ninguém propõe que
> uma
> criança com uma má formação nas pernas seja abortada por isso. Ela ainda
> tem, evidentemente, o necessário para se enquadrar na definição de "ser
> humano" e ser protegida em decorrência. Ela tem uma mente, processos
> cognitivos, neurológicos, cérebro, etc. Mas uma malformação que gere uma
> criança (nas fases finais da gestação, claro) sem um cérebro, sem
> processos
> cognitivos, sem uma mente ou capacidade sensorial, é bem diferente.
> JR - Transcrevo comentário já feito a vc anteriormente.
> [ Diariamente seres humanos são eliminados sem ter de lançar mão à
> desculpa
> de que eles não são humanos. Os motivos e justificativas são as mais
> variadas, como podemos ler nas notas policiais e nas entrevistas na TV.
> Podemos considerar que muitas são por motivos fúteis, boçais e até
> inexistentes que a estupidez é capaz de elaborar para justificar a morte
> de
> um ser humano. Listo algumas de cabeça: tava me abusando; não gostava
> dele;
> foi sem querer; pensei que não estava carregada; era meu amigo, tava só
> brincando; não agüentava mais seus comentários; tava com dó dele; roubou
> meu
> carro; bateu no meu filho; era bicho ruim, não prestava mesmo; duvidou que
> eu atirasse; foi sem maldade; era eu ou ele; ele me bateu na cara; me
> xingou
> defronte de todo mundo; tinha atitudes suspeitas e portava uma sacola que
> podia conter explosivos; vestia um largo blusão e fugiu à voz de prisão,
> saltando sobre a catraca do metrô; queria me livrar dela, receber o seguro
> e
> ficar com a garota que conheci recentemente; eles têm fábricas de armas de
> destruição em massa... Vc pode criar a "sua desculpa" para justificar a
> morte de um ser humano, tenha ele o nome que vc queira dar (embrião,
> zigoto,
> mórula, nascituro, feto, bebê, neném, criança, jovem, adulto, idoso,
> doente
> terminal), só me parece desnecessário vc tentar se convencer de que não é
> um
> ser humano. O conhecimento que possuímos, hoje, não permite aceitar
> racionalmente essa falácia. ]
>
> E por mais que nos impressione essa falha genética ou formacional, o bem
> estar da mãe, dos familiares, a saúde da genitora é mais importante, e o
> mais legítimo e ético a fazer será interromper a gravidez, que não vai
> gerar, que não gerou, nenhum ser humano. Da mesma forma, se a mórula se
> transformar em um teratoma, masa disforme, mas as vezes com órgãos e
> tecidos
> reconheciveis, esta deverá ser retirada do ventre materno, para não
> comprometer a saúde desta. E sem que ninguém afirme que a massa disforme,
> mas com DNA humano e até órgãos e tecidos humanos, é um ser humano.
>
> Sempre se acusam os a favor do aborto a se "deixarem levar pelas
> aparencias", ou seja, se não parece um ser humano, não é um ser humano.
> Bobagem. Se alguém está sendo levado pelas aparencias é quem acha que um
> corpo sem cérebro, por se "parecer" com um bebê, é mais humano que o mesmo
> corpo sem cérebro do teratoma, que não se "parece" com um bebê.
> JR - Dentro da lógica racional, por maior que seja a deficiência que um
> ser
> humano possa apresentar, ele não deixa de ser um ser humano. Autorizar ou
> justificar um aborto é fato corriqueiro no mundo. O que agride nossa
> inteligência é a tentativa de escamotear a realidade que se nos apresenta.
>
> Tem uma mente, cérebro, processos cognitivos, etc, seja um feto, seja um
> bebê, seja um adulto, é um ser humano. [ ... ]
> JR - Mais uma vez vc se confunde nos vocábulos... O que vc entende como
> "mente"? Considero que processos cognitivos ocorrem em todos os seres que
> denominamos de vivos. É reconhecendo o ambiente que eles interagem para
> sobreviverem e reproduzirem.
>
> [ ... ] Não tem,( mente, cérebro, processos cognitivos ) seja um adulto em
> morte cerebral, seja uma mórula de 16 células, seja um óvulo recem
> fecundado, não é (um ser humano).
> JR - Vc pode decidir conscientemente que um ser humano apresenta "morte
> cerebral", "coma irreversível", "vida vegetativa", etc, o que não impede
> que, mesmo depois dessa decisão, ele se recupere e volte à vida normal. É
> uma questão de decisão, não de desonestidade intelectual, enrolação para
> aliviar as consciências mais sensíveis.
>
> Sem dissimulações, sem eufemismos, olho no olho. Mas com razão e lógica.
> JR - É exatamente isso que a Drª Eliene Azevedo propõe em seu artigo,
> colado
> abaixo. Assumamos nossas decisões e responsabilidades com todas as letras:
> não quero ficar grávida agora; não dá para criar mais um filho; já estou
> velha; o feto está deformado; é muito sofrimento; não agüento carregar o
> filho do estuprador que me violentou; vou engordar e perder a forma; vai
> atrapalhar minha vida profissional; afetiva; temos que reduzir os custos
> de
> manutenção dos embriões congelados; temos que produzir primeiro
> medicamentos
> e processos de cura, obter patente, aumentar os lucros; e muitas outras...
> Mas que sejam expressas de modo claro, sem buscar enganar nossa
> inteligência, nem agredir a lógica.
>
> Um abraço.
> Homero
>
> []s
> JR
> .................................................
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: José Renato
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, December 01, 2005 12:58 PM
> Subject: [ciencialist] Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
>
>
> [ Os que admitem eticamente aceitável o sacrifício de embriões humanos
> para fins de pesquisa, a clonagem de humanos para testagens terapêuticas,
> o
> aborto de crianças com malformações etc., que defendam suas posições em
> contextos reais, olho no olho, sem dissimulações e eufemismos. ]
> ................................................................
>
> JC e-mail 2905, de 30 de Novembro de 2005.
>
> A terminologia do disfarce no debate ético põe em risco a honestidade
> intelectual que caracteriza a informação científica, artigo de Eliane S.
> Azevedo
>
> Na contra-mão da honestidade intelectual as informações surgem
> travestidas
> em terminologias de disfarces, composta por palavras foneticamente
> pomposas,
> simulando ser algo novo inerente à ciência moderna
>
> Eliane S. Azevedo é médica, geneticista, professora titular de Bioética
> da
> Uefs, professora emérita da UFBA e pesquisadora A1 do CNPq. Artigo enviado
> pela autora ao JC e-mail:
>
> O centro do debate sobre questões éticas suscitadas pelas novas
> tecnociências é, fundamentalmente, pluralista composto por variadas
> percepções morais.
>
> O direito de pensar e de expressar opiniões é constitucionalmente
> assegurado em sociedades democráticas.
>
> Conseqüentemente, a ampliação do debate nessas sociedades visa levar
> conhecimentos para a formação, o fortalecimento ou a mudança de opinião.
>
> Para tanto, dois pilares de responsabilidade moral são indispensáveis
> aos
> interlocutores do debate: honestidade intelectual e ausência de conflitos
> de
> interesse.
>
> Buscando inspiração na filosofia de Mario Bunge, honestidade intelectual
> deve ser percebida como a coragem de dizer a verdade dos fatos observados,
> descrevê-los com clareza, defender com objetividade o que acredita e
> assumir
> posições por convicção pessoal.
>
> Somente desta forma, o público será beneficiado com aprendizagens e terá
> condições apropriadas para elaboração de julgamentos e definição de
> posições.
>
> Na contra-mão da honestidade intelectual as informações surgem
> travestidas
> em terminologias de disfarces, composta por palavras foneticamente
> pomposas,
> simulando ser algo novo inerente à ciência moderna.
>
> Tal prática distancia a informação de seu essencial e evita a reflexão
> sobre fatos que o público conhece por tradição e saberes gerais.
>
> Assim, no diálogo público, o discurso da antecipação terapêutica do
> parto,
> proposta para os portadores de anencefalia, além de retirar a palavra
> aborto
> que é o que todos entendem, macula a palavra terapêutica com a conotação
> de
> morte, isto é, fazendo uso da proposta de morte como forma de tratamento.
>
> Nesta mesma linha, as clínicas de reprodução assistida cunharam a
> expressão redução embrionária para referirem-se ao aborto específico para
> alguns embriões a fim de que sejam evitadas gestações com exagerado número
> de fetos, resultantes da deliberada implantação de grande número de
> embriões.
>
> Após a clonagem da ovelha Dolly, há cerca de oito anos, o público em
> geral
> aprendeu o significado das palavras clone, clonados, clonagens etc.
>
> Recentemente, no fervor do debate sobre células-tronco embrionárias, a
> expressão reprodução por transferência nuclear, vem sendo introduzida em
> antecipação ao desejo da realização de clonagem humana como tentativa para
> tratamento de terceiros.
>
> Se por um lado, a dissimulação terminológica espalha-se com vigor na
> abordagem às tecnologias mais recentes, no que se refere ao embrião em si,
> a
> tentativa de redefini-lo, como coisa manipulável, já tem história própria.
>
> Há cerca de quatro décadas, a expressão pré-embrião passou pela
> tentativa
> de universalização sem alcançar êxito. A definição do que seria um
> pré-embrião não resistiu às evidências da embriogênese.
>
> Todavia, no fervor das discussões sobre os embriões congelados e a
> defesa
> de sua liberação para pesquisa, tentativas surgiram de afastamento da
> palavra embrião substituindo-a por aglomerado celular, montinho de células
> e
> até mesmo pré-embrião.
>
> Considerando que a ciência busca aproximação da realidade dos fatos, a
> construção da linguagem de informação científica não pode afastar-se deste
> princípio sem comprometer sua própria credibilidade.
>
> Os que admitem eticamente aceitável o sacrifício de embriões humanos
> para
> fins de pesquisa, a clonagem de humanos para testagens terapêuticas, o
> aborto de crianças com malformações etc., que defendam suas posições em
> contextos reais, olho no olho, sem dissimulações e eufemismos.
>
> Outro aspecto ético pertinente à ciência e, lamentavelmente, em
> assustador
> crescimento na modernidade, diz respeito à existência de conflitos de
> interesse embutidos nos discursos e nas práticas de muitos pesquisadores.
>
> Em países de ciência avançada, as revistas científicas sérias estão a
> cada
> momento relatando escândalos envolvendo não apenas pesquisadores isolados,
> pesquisas multicêntricas mas também tradicionais instituições públicas de
> pesquisa.
>
> A ganância de lucro, a ambição de poder e o insaciável desejo de
> prestígio
> pessoal estão causando cegueira moral em pessoas e instituições e,
> conseqüentemente, causando danos à ciência por perda de credibilidade.
>
> Felizmente, uma contra-corrente moralizadora faz-se sentir. O surgimento
> dos Comitês de Ética em Pesquisa e os Escritórios de Integridade
> Científica,
> são exemplos.
>
> No Brasil, o recente debate sobre o uso de embriões para fins de
> pesquisa,
> a construção de sua defesa e o grande estímulo à mobilização de pacientes
> surgiram, sobremodo, de posicionamentos de pessoas diretamente
> interessadas
> em serem os futuros pesquisadores com esses embriões.
>
> As promessas de benefícios aos pacientes usadas como justificativas
> conflitam com interesses pessoais do pesquisador no implemento de suas
> publicações.
>
> Muitos pesquisadores sabiam, antecipadamente, que durante anos, antes da
> concretização de algum benefício para os pacientes, os seus Curricula
> poderiam ser os grandes beneficiados.
>
> A oferta de tratamento com células tronco embrionárias era e continua
> sendo uma probabilidade que, a longo prazo, poderá dar certo ou não,
> mas...
> o efeito no Curriculum Vitae é quase uma certeza, e em curto prazo, com
> resultados positivos ou não.
>
> < http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=33432 >
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
> ##### ##### ##### #####
> Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>
>
>
>
>


--
("Quem quer que haja construído um novo céu, só no seu próprio inferno
encontrou energia para fazê-lo!" Nietszche)


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 01:30

Olá Jr

JR: " questão referente ao que a Drª Eliane Azevedo chama de honestidade
intelectual não está restrita à questão do aborto, debatido nesta e em
outras listas. É"

Certamente, mas nesse caso específico foi usado para tentar atacar, sem base, a posição pró-aborto. Por isso minha mensagem e minha crítica.

JR: "Acho que vc confunde ser humano com pessoa registrada em cartório, com
títulos de cidadão participante da sociedade secular. "

Não, não é confusão, é definição. Eu defino ser humano a partir de uma mente humana, processos cognitivos, etc, não de DNA, células agrupadas, e um, hipotético, "vir a ser', que um óvulo, uma célula adulta ou uma mórula possuem. Defino ser humano como o ser que "surge" durante a gestação, quando esses processos se formam e dão identidade ao ser, mas que ainda não existe em um óvulo, mórula ou célula clonada.

Sem isso, são apenas células, sejam em uma mórula, sejam em um teratoma com órgãos mas sem cérebro.

E, mais uma vez, não estou confundindo o cérebro com o ser humano, mas os processos que derivam de seu funcionamento. Por isso um corpo com cérebro, mas sem mente, como em morte cerebral, não é um ser humano e seus órgãos podem ser doados para outros seres humanos, com mente e processos cognitivos.

Desviar, sempre, dessa questão não ajuda ao debate, de toda forma.

JR: "Ser humano é o ser
vivo que alimentado e protegido minimamente adquire as diversas aparências
denominadas de mórula, zigoto, feto, bebê, criança, jovem, adulto, idoso,
doente terminal..."

Esqueceu de incluir células adultas, que podem fazer exatamente isso. Mesmo que não chame de "minimamente" a tecnologia necessária, sabe perfeitamente que não há diferenças. Tanto não há que, embora mulheres com dificuldade de engravidar usem a MESMA técnica que permite que células adultas se tornem seres humanos, você não as desconsidera em sua classificação.

Está, evidentemente, tentando defender o indefensável, usando uma definição que não é uma definição real de ser humano. É apenas circular, é ser humano o que você diz que é ser humano.

Uma mórula pode, mas não é certeza, vir a ser um bebê. Pode se tornar um teratoma, ser reabsorvida, ou se tornar DOIS ou mais bebês. O que aconteceu pelo caminho, JR? A mórula, que era um ser humano, se tornou, milagrosamente, dois seres humanos? Uma mórula, que era um ser humano, deixou de ser e se tornou um teratoma? E, se deixou de ser, quando isso aconteceu? Em que momento um ser humano, mórula, se torna um não ser humano, teratoma, para você?

Isso, é claro, é um absurdo. E deriva da insistência em querer que seres humanos "surjam" a partir de chaves de liga-desliga. Fecundou, "plim-plim", virou ser humano. Não é assim. Um ser humano se forma, lentamente, durante a gestação. Não é um ser humano quando óvulo ou mórula. É quando feto e com cérebro, mente, individualidade, processos cognitivos, neurologicos, etc. No meio desse processo, um degrade, áreas de mistura, onde seria dificil colocar uma "linha" divisória.

Se entender isso, entenderá o resto de meu argumento. Mas se apenas insistir na alegação, erronea, abaixo, não vai sair do lugar, JR.

JR: "JR - E de onde vêm todos os órgãos e sistemas do corpo humano? Vc parece
estar na idade da pedra em termos de pesquisa científica: só existe o que
vejo e considero. Pense um pouco! A maior parte do que existe não
percebemos."

Não importa de onde vem, JR. Da mesma forma que não importa que o alicerce venha da mesma planta que vai gerar uma casa, ele ainda não é uma casa. E, sim, só existe o que eu vejo e considero, nada de "alma", nada de "algo mais", invisivel e sobrenatural, nada disso. Finalmente chegamos ao ponto fundamental de sua argumentação, o que "não vejo" mas existe, o que "não considero" mas devo levar em conta.

Eu sempre disse que era isso que importava, que embasava seus argumentos, JR, fica mais fácil agora que reconhece isso.

Tudo que existe, tudo que devemos levar em conta, percebemos. Não com os sentidos, que podem ser enganados, mas com a ciência e o método científico. O que está, finalmente, afirmando, JR, é que, embora não se perceba, não se vejam evidências, não exista como provar ou demonstrar, devo acreditar que uma mórula é um ser humano. Desculpe, não vai dar.

Dragões invisíveis que cospem fogo frio, indetectáveis, não servem para embasar escolhas, atos e conclusões, sinto muito.

JR: "JR - E para facilitar sua defesa utiliza a falácia de que uma mórula não
contém todos os componentes do ser humano..."

Não é nem falácia, nem defendo isso. É um argumento, embasado em uma definição, que a mórula não tem, e podemos demonstrar e provar isso, uma mente. Se acredita que sem uma mente, ainda assim é um ser humano (porque tem "algo mais" que não deseja nomear neste momento), é um direito que lhe assiste. Mas em minha definição, para ser um ser humano, precisa de uma mente, de processos cognitivos, e a mórula não os tem. Ponto. Nada de falácia.

É evidente que, dentro de minha definição, uma mórula não contém todos os componentes de um ser humano. Minha definição exige, para classificar como ser humano, uma mente e processos cognitivos. A mórula não os tem, e nem você nem ninguém pode discordar disso ou provar o contrário. Tanto que a defesa que faz, recorrentemente, é que mesmo sem isso, sem uma mente ou cérebro, a mórula "é um ser humano". Não diz porque é assim, é claro, já que teria de admitir que acredita existir "algo mais" nela, que não está na célula adulta que também pode "vir a ser" um ser humano.

JR: "Mas, como as semente, por menor e mais desprezível que seja, contém uma árvore, um embrião contém um ser humano."

Não, a semente não contém uma árvore, contém instruções codificadas em DNA que podem, podem, ser usadas para construir uma ávore. Da mesma forma, uma planta de arquitetura pode ser usada para construir uma casa, mas a planta não é uma casa. E nunca chamei de "desprezivel", apenas de não humano. E não há desprezo algum nisso (falácia do apelo a emoção).

JR: "A mórula não contém uma criança
como entendemos ser uma criança. Nem um jovem, nem um adulto. Nela está
contida um ser humano que se apresenta uma mesma estrutura original durante
toda a sua vida. Há muito tempo, as aparências não definem o que chamamos de
ser humano."

Não contém nem uma criança, nem nada, a não ser instruções codificadas em DNA. Apenas isso, uma "planta arquitetonica" que pode ser usada para construir um, dois, vários seres humanos, ou um teratoma, ou um corpo anencéfalo, ou nada disso e ser reabsorvida pelo organismo.

Não defino ser humano pelas aparencias, mas pela presença de uma mente, processos cognitivos, identidade, etc, etc, etc (até quando terei de repetir e repetir, sem ser compreendido, essa definição?..:-) Nada disso está presente na mórula.

JR: "Vc pode criar a "sua desculpa" para justificar a
morte de um ser humano, tenha ele o nome que vc queira dar (embrião, zigoto,
mórula, nascituro, feto, bebê, neném, criança, jovem, adulto, idoso, doente
terminal), só me parece desnecessário vc tentar se convencer de que não é um
ser humano. O conhecimento que possuímos, hoje, não permite aceitar
racionalmente essa falácia. ]"

Apelo à emoção, uma falácia recorrente. Desculpe, JR, mas em todos os casos citados, não há duvida sobre ser a vítima um ser humano, ter processos mentais e cognitivos, sistema neurologico, etc. Nada disso, portanto, se encaixa em nosso debate. A retirada de um tumor, na verdade, seria mais adequado, pois um tumor, mesmo tendo DNA humano, não é um ser humano.

Não estou, mais uma vez, "dando uma desculpa", não estou fugindo da responsabilidade, apenas não concordo com você quanto a uma mórula ser um ser humano, e não um potencial ser humano futuro. Não concordo com dar status de ser humano a algo que não tem mente, cérebro, processos cognitivos, etc.

E não quero convencer você, quero que você, e os anti-anorto, nos deixem a sociedade laica em paz, e não interfiram em leis que devem ser racionais, pesando o bem estar de seres humanos reais, mulheres que engravidam e precisam abortar, contra grupos de células que podem, podem apenas, vir a ser um ser humano (mas podem não vir a ser nada).

O conhecimento que possuimos hoje não aguenta mais religião e crenças baseadas na fé enchendo o saco e atrapalhando a vida alheia(desculpe o mau jeito..:-)

JR: "JR - Dentro da lógica racional, por maior que seja a deficiência que um ser
humano possa apresentar, ele não deixa de ser um ser humano. Autorizar ou
justificar um aborto é fato corriqueiro no mundo. O que agride nossa
inteligência é a tentativa de escamotear a realidade que se nos apresenta."

Isso não é "logica racional", é, mais uma vez, fé e crença sem base. Repito (e isso cansa) se a deficiência é a falta de um cérebro, uma mente, uma identidade, capacidades cognitivas, sim, deixa de ser um ser humano, como um corpo humano em morte cerebral deixa de ser. Se a deficiência, em qualquer grau, deixa o cérebro, as capacidades cognitivas, neurologicas, etc, intactas, não, ele não deixa de ser um ser humano, não importa a aparencia.

Um teratoma com cérebro será um ser humano, um bebê sem cérebro, não será. É simples, claro e , neste caso sim, lógico e racional.

É você que está por demais impressioando com as aparências. Se um acidente cortar uma cabeça do corpo, e se pudermos manter os dois vivos (e mesmo hoje isso seria possível, em hipótese) a qual dos dois daria o status de ser humano, JR?

Se um teratoma desenvolver diversos órgãos, mas nenhum cérebro, será um ser humano? E se desenvolver um cérebro, mas dentro de uma massa disforme, será um ser humano, JR? Dentro de minha definição, apenas no segundo caso será um ser humano. Dentro da sua, em nenhum deles, já que nenhum dos dois será um bebê, uma criança, um jovem ou um adulto.

Tem mente humana, é ser humano. Não tem, não é.

JR: "JR - Vc pode decidir conscientemente que um ser humano apresenta "morte
cerebral", "coma irreversível", "vida vegetativa", etc, o que não impede
que, mesmo depois dessa decisão, ele se recupere e volte à vida normal. É
uma questão de decisão, não de desonestidade intelectual, enrolação para
aliviar as consciências mais sensíveis."

Está desinformado, JR. Coma e morte cerebral são situações diferentes. Alguém em coma pode voltar, embora raro, mas em morte cerebral, não pode. É isso que diferencia um estado do outro. A não ser, é claro, se considerarmos milagres divinos e sobrenaturais, as tais "coisas que não vemos e não levamos em consideração". Mas eu não acredito em milagres, ou melhor, concluo que não existem evidências deles, e não levo isso em consideração para definir atos e criar leis.

Não importa sua fé em contrário, um bebê anaencéfalo não vai "se recuperar". Aparentemente, o ser divino e onipotente só produz milagres em casos onde regressões expontâneas são possíveis. Casos extremos, como braços amputados, não estão dentro de suas capacidades. E a perda do cérebro está entre essas limitações.

Sim, erros de avaliação podem dar status de morte cerebral a doentes que não estão realmente nesse estado. Mas isso é uma falha de avaliação, não um milagre. Se o diagnóstico estiver correto, o paciente já morreu, o ser humano nele cessou de existir e não há nenhuma possibilidade de que volte a vida.

JR: "JR - É exatamente isso que a Drª Eliene Azevedo propõe em seu artigo, colado abaixo. Assumamos nossas decisões e responsabilidades com todas as letras:
não quero ficar grávida agora; não dá para criar mais um filho; já estou
velha; o feto está deformado; é muito sofrimento; não agüento carregar o
filho do estuprador que me violentou; vou engordar e perder a forma; vai
atrapalhar minha vida profissional; afetiva; temos que reduzir os custos de
manutenção dos embriões congelados; temos que produzir primeiro medicamentos
e processos de cura, obter patente, aumentar os lucros; e muitas outras...
Mas que sejam expressas de modo claro, sem buscar enganar nossa
inteligência, nem agredir a lógica."

Eu já exprimi, diversas vezes, de modo claro e límpido. Todas as razões elencadas acima não servem para dar fim a uma vida humana, mas não há uma vida humana em jogo aqui. Há uma "planta", instruções codificadas, que podem, ou não, serem usadas para construir um ser humano. Ele não ficará pronto, não será um ser humano, até que, durante a construção, sua mente seja formada, sua capacidade cognitiva surja, seu cérebro se desenvolva. Até lá, é um alicerce, não uma casa.

Um abraço.

Homero

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
FROM: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 04:33

reconhecendo uma corrente:

1º utilização de caixa alta
"RECONHECENDO UM DERRAME"

2º ausência de localização, data, nomes, algo que prove a veracidade
"Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu..."

3º evento drástico sem detalhes especificos para potencializar a importância
da mensagem
"e se eles tivessem sabido identificar os sinais do derrame talvez Ingrid
estivesse conosco hoje."

4º ausência de identificação da fonte
"Um neurologista diz que se puder chegar..."

5º fontes cruzadas, ainda sem identificação
"Os médicos dizem que um observador..."

6º fontes cruzadas sem identificação incentivando a proliferação da mensagem
"Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail..."

portanto, ESQUECE, não acreditem em tudo que lêem, principalmente quando a
sua fonte for uma corrente.


Ivan "Doomer" Carlos
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----- Original Message -----
From: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, December 02, 2005 3:00 PM
Subject: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME


>( i m p o r t a n t ã o ! ! ! )
>>
>>
>> Subject: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
>>
>>
>>
>> Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu - ela assegurou a
>>todos que estava muito bem e que havia apenas tropeçado sobre um tijolo
>>por
>>causa de seus sapatos novos (ofereceram chamar um medico). Eles a limparam
>>e lhe deram um novo prato de comida - enquanto parecia um pouco agitada,
>>Ingrid aproveitou o resto do dia.
>> O marido de Ingrid ligou mais tarde dizendo a todos que sua esposa
>>tinha sido levada ao hospital - ( as 18:00, Ingrid faleceu); ela sofrera
>>um
>>derrame no churrasco - e se eles tivessem sabido identificar os sinais do
>>derrame talvez Ingrid estivesse conosco hoje.
>>
>> Reconhecendo um derrame
>>
>> Um neurologista diz que se puder chegar a uma vítima de derrame
>>dentro de 3 horas pode reverter totalmente os efeitos desse derrame ...
>>totalmente!
>> Disse que o truque era ter um derrame reconhecido e diagnosticado,
>>e chegar ao paciente dentro de 3 horas , o que é difícil.
>>
>> Agradeça o Deus se puder lembrar as "3" etapas: leia e aprenda!
>>
>> Às vezes os sintomas de um derrame são difíceis de identificar.
>> Infelizmente, a falta da consciência leva ao desastre. A vítima do
>>derrame pode sofrer danos no cérebro quando as pessoas próximas falham em
>>reconhecer os sintomas do derrame.
>>
>> Os médicos dizem que um observador pode reconhecer um derrame
>>fazendo três simples ações:
>>
>> 1. * Peça o indivíduo para SORRIR.
>>
>> 2. * Peça que LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
>>
>> 3. * Peça que a pessoa FALE uma SENTENÇA SIMPLES (coerentemente,POR
>>EX: "o dia está ensolarado")
>>
>> Se a pessoa tiver problema com qualquer dessas tarefas, chame um
>>médico imediatamente e descreva os sintomas que constatou.
>>
>> Após ter descoberto que um grupo de voluntários não médicos poderia
>>identificar a fraqueza facial, a fraqueza do braço e os problemas do
>>discurso, investigadores incitaram o público em geral a aprender as três
>>ações. Apresentaram suas conclusões na reunião anual da Associação
>>Americana de Derrame, em fevereiro passado.
>> Difundido o uso deste teste você poderá ajudar no diagnóstico e no
>>tratamento do derrame, e impedir os danos cerebrais.
>>
>> Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail o
>>enviarem a 10 pessoas; você pode apostar que ao menos uma vida será
>>conservada.
>>
>> SEJA UM AMIGO E COMPARTILHE ESTE ARTIGO COM TANTOS AMIGOS QUANTO
>>POSSÍVEL, você pode salvar suas vidas.
>>
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>>No virus found in this incoming message.
>>Checked by AVG Free Edition.
>>Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.10/190 - Release Date: 1/12/2005
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SUBJECT: Re: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 08:36

"Claro que sim.
Quanto mais alto for o mar...
menor a pressão. L.E.R."


Exatamente LER, quanto mais alto o mar menor é a pressão, mais baixo é o ponto de ebulição e mais água vai passando para o estado de vapor --- mais água é consumida e, portanto, mais baixo vai ficando o mar. Tá explicado porque o mar não é tão alto quanto o monte Everest. Antigamente era (uma espécie de dilúvio permanente), mas, depois que a Natureza percebeu esse detalhe, o mar começou a voltar ao nível normal e, até hoje chamado, não sei porque, de "nível do mar" em todas as questões de Física --- e insistem de chamar de '1 atm' a pressão nessas condições. Mas, observe que há algo estranho: 1 atm ao nível do mar não é para a água pura ferver a 100ºC? No alto mar a água não é salgada? Então não poderia ser 1 atm em alto mar!
Assim, reconheço que ainda há sérios problemas com a pressão em alto mar ainda não discutidos pela Mecânica Quântica, pois ainda não acharam uma normalização da função psi para os elétrons de valência das moléculas da água nessas regiões mais altas do mar.
Sim, sabemos que a Ciência não é perfeita, que vai se reajustando etc., que é o que temos de melhor e todo aquele papo.
Mas, eu tenho cá minha hipótese que parece mais simples para explicar tudo isso: foi a navalha de Occan que passou no mar e foi cortando todas as 'pontas' salientes --- hoje o mar é mais 'liso' e porisso é difícil de encontrar regiões de alto mar.

aquele abraço,

PS: Vou publicar essas explicações no Jornal da cidade essa semana.

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 10:44

Bem, de qualquer maneira, se eu presenciar algo do tipo irei adotar esses procedimentos e mais o que acrescentaram. Certamente, na ausência de um conhecimento mais profundo, e uma vez que mal não fará, além do que está acontecendo, é melhor do que não fazer nada. Mas vou conversar com meu médico sobre o assunto. Depois vos repasso tudo.
Espero que se lembrem de fazer comigo, se eu for "grampeado" por essa desgraça imprevista.

Sds,

Victor.


----- Original Message -----
From: Ivan Carlos
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, December 03, 2005 4:33 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME


reconhecendo uma corrente:

1º utilização de caixa alta
"RECONHECENDO UM DERRAME"

2º ausência de localização, data, nomes, algo que prove a veracidade
"Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu..."

3º evento drástico sem detalhes especificos para potencializar a importância
da mensagem
"e se eles tivessem sabido identificar os sinais do derrame talvez Ingrid
estivesse conosco hoje."

4º ausência de identificação da fonte
"Um neurologista diz que se puder chegar..."

5º fontes cruzadas, ainda sem identificação
"Os médicos dizem que um observador..."

6º fontes cruzadas sem identificação incentivando a proliferação da mensagem
"Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail..."

portanto, ESQUECE, não acreditem em tudo que lêem, principalmente quando a
sua fonte for uma corrente.


Ivan "Doomer" Carlos
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----- Original Message -----
From: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, December 02, 2005 3:00 PM
Subject: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME


>( i m p o r t a n t ã o ! ! ! )
>>
>>
>> Subject: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
>>
>>
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>> Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu - ela assegurou a
>>todos que estava muito bem e que havia apenas tropeçado sobre um tijolo
>>por
>>causa de seus sapatos novos (ofereceram chamar um medico). Eles a limparam
>>e lhe deram um novo prato de comida - enquanto parecia um pouco agitada,
>>Ingrid aproveitou o resto do dia.
>> O marido de Ingrid ligou mais tarde dizendo a todos que sua esposa
>>tinha sido levada ao hospital - ( as 18:00, Ingrid faleceu); ela sofrera
>>um
>>derrame no churrasco - e se eles tivessem sabido identificar os sinais do
>>derrame talvez Ingrid estivesse conosco hoje.
>>
>> Reconhecendo um derrame
>>
>> Um neurologista diz que se puder chegar a uma vítima de derrame
>>dentro de 3 horas pode reverter totalmente os efeitos desse derrame ...
>>totalmente!
>> Disse que o truque era ter um derrame reconhecido e diagnosticado,
>>e chegar ao paciente dentro de 3 horas , o que é difícil.
>>
>> Agradeça o Deus se puder lembrar as "3" etapas: leia e aprenda!
>>
>> Às vezes os sintomas de um derrame são difíceis de identificar.
>> Infelizmente, a falta da consciência leva ao desastre. A vítima do
>>derrame pode sofrer danos no cérebro quando as pessoas próximas falham em
>>reconhecer os sintomas do derrame.
>>
>> Os médicos dizem que um observador pode reconhecer um derrame
>>fazendo três simples ações:
>>
>> 1. * Peça o indivíduo para SORRIR.
>>
>> 2. * Peça que LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
>>
>> 3. * Peça que a pessoa FALE uma SENTENÇA SIMPLES (coerentemente,POR
>>EX: "o dia está ensolarado")
>>
>> Se a pessoa tiver problema com qualquer dessas tarefas, chame um
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>>
>> Após ter descoberto que um grupo de voluntários não médicos poderia
>>identificar a fraqueza facial, a fraqueza do braço e os problemas do
>>discurso, investigadores incitaram o público em geral a aprender as três
>>ações. Apresentaram suas conclusões na reunião anual da Associação
>>Americana de Derrame, em fevereiro passado.
>> Difundido o uso deste teste você poderá ajudar no diagnóstico e no
>>tratamento do derrame, e impedir os danos cerebrais.
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>> Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail o
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>>No virus found in this incoming message.
>>Checked by AVG Free Edition.
>>Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.10/190 - Release Date: 1/12/2005
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 10:53

Mas alguém perguntando qual a temp. de ebulição da água, respondeu: 90 graus. Corrigido por Manoel, Joaguim respondeu: ah, você tem razão, ó Manuel, quem ferve a 90 graus é o ângulo reto! E Manuel: tá ceerto!...

Sds,

Victor.
----- Original Message -----
From: murilo filo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, December 02, 2005 10:25 PM
Subject: RE: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar


ler... vc é um puta dum sarrista e tem gente que vai entrar... ();


>From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar
>Date: Thu, 01 Dec 2005 19:35:00 -0200
>
>At 19:17 1/12/2005, you wrote:
>
> >que será que tem de tão diferente com a pressão
> >atmosférica em alto mar para que um professor pergunte isso?
> >[]'
> > ===========================
> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
>
>
>
>Claro que sim.
>Quanto mais alto for o mar...
>menor a pressão.
>
>L.E.
> ----------
>
>
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>No virus found in this outgoing message.
>Checked by AVG Anti-Virus.
>Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.10/189 - Release Date: 30/11/2005
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>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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SUBJECT: Fw: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 12:35

Pequeno conserto: está "perguntando" leia-se perguntado.

Victor.


----- Original Message -----
From: jvictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, December 03, 2005 10:53 AM
Subject: Re: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar


Mas alguém perguntando qual a temp. de ebulição da água, respondeu: 90 graus. Corrigido por Manoel, Joaguim respondeu: ah, você tem razão, ó Manuel, quem ferve a 90 graus é o ângulo reto! E Manuel: tá ceerto!...

Sds,

Victor.
----- Original Message -----
From: murilo filo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, December 02, 2005 10:25 PM
Subject: RE: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar


ler... vc é um puta dum sarrista e tem gente que vai entrar... ();


>From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar
>Date: Thu, 01 Dec 2005 19:35:00 -0200
>
>At 19:17 1/12/2005, you wrote:
>
> >que será que tem de tão diferente com a pressão
> >atmosférica em alto mar para que um professor pergunte isso?
> >[]'
> > ===========================
> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
>
>
>
>Claro que sim.
>Quanto mais alto for o mar...
>menor a pressão.
>
>L.E.
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>Checked by AVG Anti-Virus.
>Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.10/189 - Release Date: 30/11/2005
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SUBJECT: Re: [ciencialist] interferência
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 12:42

Olá Victor (com anuência dos demais que podem, a qqer instante, entrar no papo),

Sua primeira proposta provisória parece-me estar no caminho certo, mas ainda não satisfaz. Ainda não apareceu, com clareza, onde o bicho se esconde. E, tal resposta deverá convencer gregos e troianos.
Como meus dois neurônios se interligaram nesta manhã, estou pensando no vetor velocidade vibratória [E = Dy/Dt = awcosw(t - x/V) --- orientado segundo o eixo dos y] e vetor deformação [ H = alfa =~ tg alfa = Dy/Dx = - (aw/V)cosw(t - x/V) --- que é uma rotação e H é perpendicular ao plano de rotação, normalmente orientado segundo z --- regra do saca-rolha]
D = derivada parcial.
A velocidade E e a deformação H são, em cada ponto, dois vetores (variando segundo uma lei senoidal no caso de pulsos harmônicos) ortogonais, que estão em fase em cada ponto da corda e cuja variação em função de x, num instante t, pode ser representado por duas senóides. Esses vetores E e H representam um papel análogo aos vetores campo elétrico e campo magnético na propagação de ondas eletromagnéticas.
Pensando assim, na fase de interferência, o campo E é nulo, mas H não é --- a corda apresenta algum tipo de deformação não visível!
Se em lugar de corda fosse um elástico os meus dois neurônios dizem que a 'espessura' do elástico na região da interferência é menor que a 'espessura' normal do elástico. E, ai estaria escondido o bicho! Mas ... na corda? ... pronto, os dois neurônios se desligaram!

Bem, continuamos procurando o desaparecido .......

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 2 de dezembro de 2005 20:52
Assunto: Fw: [ciencialist] interferência



----- Original Message -----
From: jvictor
To: JVictor
Sent: Friday, December 02, 2005 8:28 AM
Subject: Re: [ciencialist] interferência


Léo,

Bela questão. Aparentemente trivial. Mas não é. Como ninguem ainda se pronunciou, e como se trata de "uma resposta/proposta preliminar" direi o que penso a respeito. Talvez ajude e talvez façam reparos também. No final, todos ganharão. O que será bom.

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Wednesday, November 30, 2005 12:45 PM
Subject: [ciencialist] interferência


Léo: Grupos.com.brOlá todos,
preciso de um reforço conceitual.
A pergunta base é: numa corda tensa dois pulsos 'iguais', um prá cima e outro prá baixo e de sentidos opostos se sobrepõem numa interferência totalmente destrutiva e a corda fica 'reta'; para onde vai a energia dos pulsos? ou, resumidamente, o que acontece com a energia dos pulsos, no momento do encontro, quando sofrem interferência destrutiva?
Victor:
Para o caso especificamente citado, as ondas são simétricas, necessariamente. Em sendo assim, os deslocamentos, nos mesmos pontos e nos mesmos instantes sãos iguais e de sinais contrários. O deslocamento total é que é zero, pois vale o Princípio da Superposição, razão pela qual o trecho de "cruzamento" parece estar em repouso, mas a onda continua se movendo. Portanto, há energia presente, ela não é nula. A onda transporta energia positiva, diferente de zero, a uma taxa
P = (1/2)x Dens.Linear de Massa x Vel. da onda(não a velocidade do elemento dm, Uy, que é na direção transversal, conforme descrevo abaixo) x (Freq.Angular x Amplitude da Onda)^2, em watt (joule por segundo, calculada sobre um número inteiro de comprimentos de onda. Na segunda parte, detalharei mais sobre isso.

Léo: Eis uma resposta/proposta preliminar:

A energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula) .

Victor: Continuando o raciocínio acima, vou comentar mais um pouco, para aclarar mais as idéias.
Seja um elemento dm da corda. Esse elemento, em repouso, tem as seguintes caracaterísticas: um comprimento dx, uma velocidade transversal Uy=0 e, não estando tensionado, sua energia potencial elástica é zero e sua energia cinética também, pois Uy é zero. As coisas mudam quando a onda passa.
Quando esta passa por dm, acontece o seguinte:
esse elemento dm, de comprimento horizontal dx, fica sob tensão. Adquire energial potencial elástica. igualmente, adquire uma velocidade Uy e se desloca segundo a vertical, portanto adquire energia cinética, proporcional a Uy^2. Pois bem, e a energia potencial, como aparece? Considerando a "extensão" dx de dm, temos que, quando dm se desloca para cima, digamos, o correspondente "comprimento" dx de dm não é mais o dx anterior... É como se esse dx fosse uma projeção sobre o eixo dos x do dx anterior! Ou seja, considerado em relação ao eixo dos x, o "comprimento" dx de elemento dm oscila, aumenta e diminui, de modo a se ajustar, em cada ponto (x,y) e em cada instante t, à propagação senoidal da onda, a qual confere à corda essa mesma forma senoidal, em cada ponto e em cada instante. É interessante: o elemento dx, nesses importantes casos, se comporta como uma mola sob o efeito de uma força restauradora! E isto é o que responde pela energia potencial. Onde dm tiver um dx "normal", isto é, igual ao dx do repouso, a energia potencial é zero. Isto acontece quando dm atinge seu deslocamento vertical máximo. Em y=0, isto é, no instante em que você aplica o pulso, a tensão aplicada é máxima, portanto, aí, teremos: energia cinética máxima, energia potencial máxima(o dx com o máximo de tensão acumulada). Em y=Ym, as duas são nulas, pois, como descrito, Uy é zero e o "dx" correspondente é igual ao dx de quando o elemento dm estava no bem bom, no repouso merecido, sem estar "esticado". E o pulso que volta? Nada tem de especial ou diferente, a não ser pelos seguintes fatos: tem fase invertida, pois foi produzida por uma força de reação, aplicada pelo suporte fixo à corda, sendo os deslocamentos verticais dos elementos dm, da corda, negativos. O pulso é simétrico. Por causa dessa última condição, a partir do instante em que se encontram, o deslocamento vertical, efetivo, de cada ponto é zero!. Em consequência, a região de "cruzamento" dos pulsos permanece imóvel.

Léo: Que acham?

Victor: Acho que a proposta preliminar carece de uns reparos, em vista do que se discutiu: " energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula. " ,
pois foi colocada a condição de energia positiva acima da corda e negativa abaixo. Em ambos os casos, há energia cinética, potencial elástica(oscilações dos elementos dx, bem como a energia transportada pela onda, na taxa escrita acima). O deslocamento nulo ocorre em razão de as ondas serem simétricas e de seus deslocamentos serem iguais e contrários, repito. Além do mais, num mesmo x e num mesmo instante, um mesmo ponto da corda só pode ocupar uma posição. Isto é compulsório. Não tem jeito. Por outro lado, se o pulso que volta não é simétrico, os pontos resultantes não estariam mais sobre "uma linha reta". Lembrar que, mesmo na região de deslocamento nulo, as duas ondas estão em movimento, "se engolindo uma à outra". Só que escondinho. Ninguém vê. Tanto é que depois continuam, como se nada houvesse acontecido. As dissimuladas!...

Não sei se trovejei muito e choví pouco. Amanhã vou rever tudo isso. Mas esta é só a primeira resposta à proposta.

Sds,

Victor.

[]'
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SUBJECT: Re: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 12:49

Mas, se for assim, poderemos dividir os 90 graus em três de 30 graus, coisa que a geometria anda não permitindo, e se juntarmos três copos de água, cada um a 30 graus num só balde --- a água ferverá!
Nota: o balde tem que ser cilíndrico com sua parede lateral fazendo 90 graus com a mesa de trabalho. Com balde tronco-cônico, com parede inclinada de alfa, a água ferverá em temperatura de "90.sen(alfa)".

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 3 de dezembro de 2005 10:53
Assunto: Re: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar


Mas alguém perguntando qual a temp. de ebulição da água, respondeu: 90 graus. Corrigido por Manoel, Joaguim respondeu: ah, você tem razão, ó Manuel, quem ferve a 90 graus é o ângulo reto! E Manuel: tá ceerto!...

Sds,

Victor.
----- Original Message -----
From: murilo filo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, December 02, 2005 10:25 PM
Subject: RE: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar


ler... vc é um puta dum sarrista e tem gente que vai entrar... ();


>From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] ebulição da agua em alto mar
>Date: Thu, 01 Dec 2005 19:35:00 -0200
>
>At 19:17 1/12/2005, you wrote:
>
> >que será que tem de tão diferente com a pressão
> >atmosférica em alto mar para que um professor pergunte isso?
> >[]'
> > ===========================
> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
>
>
>
>Claro que sim.
>Quanto mais alto for o mar...
>menor a pressão.
>
>L.E.
> ----------
>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2005 13:05

Ivan,
obrigado por ajudar-me a reconhecer uma corrente!
A argúcia do seu raciocínio é irretorquível.
Pergunto, nêste caso, onde está a outra ponta - o retorno do circuito - da
corrente?
Gostei mais dos comentários do Victor, que vai buscar uma confirmação
técnica.
Prefiro qualquer coisa, ou risco, a ficar com o grilo de não ter repassado o
texto, já que houve um apêlo intuitivo.
Sinto pelo pai do Lourenço! A fraqueza das pernas foi algo que êle, o
acidentado, sentiu e identificou por si mesmo. A mensagem que repassei tenta
mostrar as evidências de um derrame para os outros interessados, que não a
própria vítima, que raramente irá se auto-diagnosticar corretamente, e a
tempo de um socorro. abr/M. SP 03/dez


>From: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
>Date: Sat, 3 Dec 2005 04:33:53 -0200
>
>reconhecendo uma corrente:
>
>1º utilização de caixa alta
>"RECONHECENDO UM DERRAME"
>
>2º ausência de localização, data, nomes, algo que prove a veracidade
>"Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu..."
>
>3º evento drástico sem detalhes especificos para potencializar a
>importância
>da mensagem
>"e se eles tivessem sabido identificar os sinais do derrame talvez Ingrid
>estivesse conosco hoje."
>
>4º ausência de identificação da fonte
>"Um neurologista diz que se puder chegar..."
>
>5º fontes cruzadas, ainda sem identificação
>"Os médicos dizem que um observador..."
>
>6º fontes cruzadas sem identificação incentivando a proliferação da
>mensagem
>"Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail..."
>
>portanto, ESQUECE, não acreditem em tudo que lêem, principalmente quando a
>sua fonte for uma corrente.
>
>
>Ivan "Doomer" Carlos
>Network Admin & Security
>Social Engineering Specialist
>Cell.: +55 (11) 8112-0666
>--
>AIM / Gizmo / GTalk / Skype / Y!M: ivandoomer
>E-mail / MSN: icarlos@icarlos.net
>WebSite: www.icarlos.net
>--------------------------------------------------
>
>
>
>----- Original Message -----
>From: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Sent: Friday, December 02, 2005 3:00 PM
>Subject: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
>
>
> >( i m p o r t a n t ã o ! ! ! )
> >>
> >>
> >> Subject: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
> >>
> >>
> >>
> >> Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu - ela assegurou a
> >>todos que estava muito bem e que havia apenas tropeçado sobre um tijolo
> >>por
> >>causa de seus sapatos novos (ofereceram chamar um medico). Eles a
>limparam
> >>e lhe deram um novo prato de comida - enquanto parecia um pouco agitada,
> >>Ingrid aproveitou o resto do dia.
> >> O marido de Ingrid ligou mais tarde dizendo a todos que sua
>esposa
> >>tinha sido levada ao hospital - ( as 18:00, Ingrid faleceu); ela sofrera
> >>um
> >>derrame no churrasco - e se eles tivessem sabido identificar os sinais
>do
> >>derrame talvez Ingrid estivesse conosco hoje.
> >>
> >> Reconhecendo um derrame
> >>
> >> Um neurologista diz que se puder chegar a uma vítima de derrame
> >>dentro de 3 horas pode reverter totalmente os efeitos desse derrame ...
> >>totalmente!
> >> Disse que o truque era ter um derrame reconhecido e
>diagnosticado,
> >>e chegar ao paciente dentro de 3 horas , o que é difícil.
> >>
> >> Agradeça o Deus se puder lembrar as "3" etapas: leia e aprenda!
> >>
> >> Às vezes os sintomas de um derrame são difíceis de identificar.
> >> Infelizmente, a falta da consciência leva ao desastre. A vítima
>do
> >>derrame pode sofrer danos no cérebro quando as pessoas próximas falham
>em
> >>reconhecer os sintomas do derrame.
> >>
> >> Os médicos dizem que um observador pode reconhecer um derrame
> >>fazendo três simples ações:
> >>
> >> 1. * Peça o indivíduo para SORRIR.
> >>
> >> 2. * Peça que LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
> >>
> >> 3. * Peça que a pessoa FALE uma SENTENÇA SIMPLES
>(coerentemente,POR
> >>EX: "o dia está ensolarado")
> >>
> >> Se a pessoa tiver problema com qualquer dessas tarefas, chame um
> >>médico imediatamente e descreva os sintomas que constatou.
> >>
> >> Após ter descoberto que um grupo de voluntários não médicos
>poderia
> >>identificar a fraqueza facial, a fraqueza do braço e os problemas do
> >>discurso, investigadores incitaram o público em geral a aprender as três
> >>ações. Apresentaram suas conclusões na reunião anual da Associação
> >>Americana de Derrame, em fevereiro passado.
> >> Difundido o uso deste teste você poderá ajudar no diagnóstico e
>no
> >>tratamento do derrame, e impedir os danos cerebrais.
> >>
> >> Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail o
> >>enviarem a 10 pessoas; você pode apostar que ao menos uma vida será
> >>conservada.
> >>
> >> SEJA UM AMIGO E COMPARTILHE ESTE ARTIGO COM TANTOS AMIGOS QUANTO
> >>POSSÍVEL, você pode salvar suas vidas.
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>
> >>--------------------------------------------------------------------------------
> >>
> >>
> >>No virus found in this incoming message.
> >>Checked by AVG Free Edition.
> >>Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.10/190 - Release Date:
>1/12/2005
> >>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
FROM: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 15:30

em momentos complicados, a 1º ação a tomar é ligar para a emergência, eles
lhe passarão informações para vc aplicar qqer ação de primeiros socorros
caso não tenha conhecimento para tal.

estou imaginando o que pode ser feito com um paciente que tenha um derrame
diagnosticado a tempo... poderíamos abrir a cabeça dele e fazer uma lipo na
área atingida?

nesta mesma lista já correu outra corrente falando sobre queimaduras, onde
sugeria que passássemos alguns comestíveis para evitar cicatrizes e diminuir
a dor mais rápido... e como debatido aqui, aquele tipo de corrente nada mais
fazia além de colocar em risco a vida da pessoa.

quer ajudar, pergunte a um profissional, mas por favor, não acredite em
correntes!


Ivan "Doomer" Carlos
Network Admin & Security
Social Engineering Specialist
Cell.: +55 (11) 8112-0666
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AIM / Gizmo / GTalk / Skype / Y!M: ivandoomer
E-mail / MSN: icarlos@icarlos.net
WebSite: www.icarlos.net
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----- Original Message -----
From: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, December 03, 2005 1:05 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME


> Ivan,
> obrigado por ajudar-me a reconhecer uma corrente!
> A argúcia do seu raciocínio é irretorquível.
> Pergunto, nêste caso, onde está a outra ponta - o retorno do circuito - da
> corrente?
> Gostei mais dos comentários do Victor, que vai buscar uma confirmação
> técnica.
> Prefiro qualquer coisa, ou risco, a ficar com o grilo de não ter repassado
> o
> texto, já que houve um apêlo intuitivo.
> Sinto pelo pai do Lourenço! A fraqueza das pernas foi algo que êle, o
> acidentado, sentiu e identificou por si mesmo. A mensagem que repassei
> tenta
> mostrar as evidências de um derrame para os outros interessados, que não a
> própria vítima, que raramente irá se auto-diagnosticar corretamente, e a
> tempo de um socorro. abr/M. SP 03/dez
>
>
>>From: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
>>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>>Subject: Re: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
>>Date: Sat, 3 Dec 2005 04:33:53 -0200
>>
>>reconhecendo uma corrente:
>>
>>1º utilização de caixa alta
>>"RECONHECENDO UM DERRAME"
>>
>>2º ausência de localização, data, nomes, algo que prove a veracidade
>>"Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu..."
>>
>>3º evento drástico sem detalhes especificos para potencializar a
>>importância
>>da mensagem
>>"e se eles tivessem sabido identificar os sinais do derrame talvez Ingrid
>>estivesse conosco hoje."
>>
>>4º ausência de identificação da fonte
>>"Um neurologista diz que se puder chegar..."
>>
>>5º fontes cruzadas, ainda sem identificação
>>"Os médicos dizem que um observador..."
>>
>>6º fontes cruzadas sem identificação incentivando a proliferação da
>>mensagem
>>"Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail..."
>>
>>portanto, ESQUECE, não acreditem em tudo que lêem, principalmente quando a
>>sua fonte for uma corrente.
>>
>>
>>Ivan "Doomer" Carlos
>>Network Admin & Security
>>Social Engineering Specialist
>>Cell.: +55 (11) 8112-0666
>>--
>>AIM / Gizmo / GTalk / Skype / Y!M: ivandoomer
>>E-mail / MSN: icarlos@icarlos.net
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>>----- Original Message -----
>>From: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
>>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>>Sent: Friday, December 02, 2005 3:00 PM
>>Subject: [ciencialist] Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
>>
>>
>> >( i m p o r t a n t ã o ! ! ! )
>> >>
>> >>
>> >> Subject: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
>> >>
>> >>
>> >>
>> >> Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu - ela assegurou a
>> >>todos que estava muito bem e que havia apenas tropeçado sobre um tijolo
>> >>por
>> >>causa de seus sapatos novos (ofereceram chamar um medico). Eles a
>>limparam
>> >>e lhe deram um novo prato de comida - enquanto parecia um pouco
>> >>agitada,
>> >>Ingrid aproveitou o resto do dia.
>> >> O marido de Ingrid ligou mais tarde dizendo a todos que sua
>>esposa
>> >>tinha sido levada ao hospital - ( as 18:00, Ingrid faleceu); ela
>> >>sofrera
>> >>um
>> >>derrame no churrasco - e se eles tivessem sabido identificar os sinais
>>do
>> >>derrame talvez Ingrid estivesse conosco hoje.
>> >>
>> >> Reconhecendo um derrame
>> >>
>> >> Um neurologista diz que se puder chegar a uma vítima de derrame
>> >>dentro de 3 horas pode reverter totalmente os efeitos desse derrame ...
>> >>totalmente!
>> >> Disse que o truque era ter um derrame reconhecido e
>>diagnosticado,
>> >>e chegar ao paciente dentro de 3 horas , o que é difícil.
>> >>
>> >> Agradeça o Deus se puder lembrar as "3" etapas: leia e aprenda!
>> >>
>> >> Às vezes os sintomas de um derrame são difíceis de identificar.
>> >> Infelizmente, a falta da consciência leva ao desastre. A vítima
>>do
>> >>derrame pode sofrer danos no cérebro quando as pessoas próximas falham
>>em
>> >>reconhecer os sintomas do derrame.
>> >>
>> >> Os médicos dizem que um observador pode reconhecer um derrame
>> >>fazendo três simples ações:
>> >>
>> >> 1. * Peça o indivíduo para SORRIR.
>> >>
>> >> 2. * Peça que LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
>> >>
>> >> 3. * Peça que a pessoa FALE uma SENTENÇA SIMPLES
>>(coerentemente,POR
>> >>EX: "o dia está ensolarado")
>> >>
>> >> Se a pessoa tiver problema com qualquer dessas tarefas, chame um
>> >>médico imediatamente e descreva os sintomas que constatou.
>> >>
>> >> Após ter descoberto que um grupo de voluntários não médicos
>>poderia
>> >>identificar a fraqueza facial, a fraqueza do braço e os problemas do
>> >>discurso, investigadores incitaram o público em geral a aprender as
>> >>três
>> >>ações. Apresentaram suas conclusões na reunião anual da Associação
>> >>Americana de Derrame, em fevereiro passado.
>> >> Difundido o uso deste teste você poderá ajudar no diagnóstico e
>>no
>> >>tratamento do derrame, e impedir os danos cerebrais.
>> >>
>> >> Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail o
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SUBJECT: agua em alto mar (9,5 pra você)
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2005 15:59

At 08:36 3/12/2005, you wrote:

>"Claro que sim.
>Quanto mais alto for o mar...
>menor a pressão. L.E.R."
>
>
>Exatamente LER, quanto mais alto o mar menor é a
>pressão, mais baixo é o ponto de ebulição e mais
>água vai passando para o estado de vapor ---
>mais água é consumida e, portanto, mais baixo
>vai ficando o mar. Tá explicado porque o mar não
>é tão alto quanto o monte Everest. Antigamente
>era (uma espécie de dilúvio permanente), mas,
>depois que a Natureza percebeu esse detalhe, o
>mar começou a voltar ao nível normal e, até hoje
>chamado, não sei porque, de "nível do mar" em
>todas as questões de Física --- e insistem de
>chamar de '1 atm' a pressão nessas condições.
>Mas, observe que há algo estranho: 1 atm ao
>nível do mar não é para a água pura ferver a
>100ºC? No alto mar a água não é salgada? Então
>não poderia ser 1 atm em alto mar!
>Assim, reconheço que ainda há sérios problemas
>com a pressão em alto mar ainda não discutidos
>pela Mecânica Quântica, pois ainda não acharam
>uma normalização da função psi para os elétrons
>de valência das moléculas da água nessas regiões mais altas do mar.
>Sim, sabemos que a Ciência não é perfeita, que
>vai se reajustando etc., que é o que temos de melhor e todo aquele papo.
>Mas, eu tenho cá minha hipótese que parece mais
>simples para explicar tudo isso: foi a navalha
>de Occan que passou no mar e foi cortando todas
>as 'pontas' salientes --- hoje o mar é mais
>'liso' e porisso é difícil de encontrar regiões de alto mar.
>
>aquele abraço,
>
>PS: Vou publicar essas explicações no Jornal da cidade essa semana.



MUITO BEM, LEO.
Mas faltou um detalhe.
Por isso você vai perder meio ponto.

Faltou você explicar que é justamente isso que faz a maré alta baixar.
A maré sobe.
Ficando mais alto, o mar ferve, evapora e abaixa.

Perdeu meio ponto.
Sinto muito.

L.E.
----------



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] interferência
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 19:27

Léo,

Ainda que a mensagem fique grande, e algumas pessoas prefiram que a cada vez apaga-se a anterior, etc., etc., particularmente não faço isso. E não vou fazê-lo agora. Acho que assim facilita a leitura de pessoas que pegaram o bonde andando. Então, vamos lá. Vou usar o estudo anterior, complementando-o e acrescentando informações que foram involuntariamente omitidas. Espero que agora fiquemos mais próximo de algo aceitável. Você será o Juiz.
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, December 03, 2005 12:42 PM
Subject: Re: [ciencialist] interferência


Léo: Olá Victor (com anuência dos demais que podem, a qqer instante, entrar no papo),

Sua primeira proposta provisória parece-me estar no caminho certo, mas ainda não satisfaz. Ainda não apareceu, com clareza, onde o bicho se esconde. E, tal resposta deverá convencer gregos e troianos.
Victor: Mas o bicho não se escondeu. Ele está alí, mostrando as orelhas! Gregos e troianos só reclamarão, agora, se forem muito exigentes e chatos!...Como disse na mensagem anterior, que copio e colo a seguir : "Portanto, há energia presente, ela não é nula. A onda transporta energia positiva, diferente de zero, a uma taxa P = (1/2)x Dens.Linear de Massa x Vel. da onda(não a velocidade do elemento dm, Uy, que é na direção transversal, conforme descrevo abaixo) x (Freq.Angular x Amplitude da Onda)^2, em watt (joule por segundo, calculada sobre um número inteiro de comprimentos de onda". Essa energia que é transportada de elemento dm a elemento dm, num puxa e estica contínuo, é o resultado da aplicação do pulso numa extremidade da corda. No momento da aplicação do pulso, uma certa energia é entregue ao primeiro elemento dm da corda, que é transferida para o dm seguinte, na forma de energia cinética e potencial, pois há movimento e há tensões presentes. A energia total, soma das duas em cada instante, não é constante, é variável, pois o elemento dm, em cada instante, não é um sistema fechado, portanto a energia não tem a obrigação de se conservar, de se manter constante. Basta atentar para o fato de que elementos vizinhos da corda estão fazendo trabalho sobre o dm em consideração. O comportamento do movimento, nesse caso, embora se pareça com um movimento harmônico simples, só faz mesmo se parecer. A energia total é máxima quando o pulso está cruzando o eixo dos x, pois aí a velocidade Uy é máxima bem como a energia potencial acumulada no comprimento elementar dx. Quando o pulso cruza o eixo-x, seu deslocamento é zero. Porém, quando o deslocamento for máximo, isto é, quando y = A(amplitude da onda), a energia total é zero! Tanto a cinética é zero, pois Uy aí é zero, como a potencial, pois aí o dx está no seu valor normal, de relação, como dizem os sabidos dessa história. Então a Energia total passa de um máximo, para um mínimo, pois trabalho externo está sendo realizado pelos elementos dm vizinhos. Acho que, com isso, o assunto fica esclarecido. A energia não se conserva, este é o ponto.
Comentando mais um pouco, sobre como surge essa energia que se propaga segundo a equação que escreví acima. Aquilo lá representa a taxa dW/dt recebida pelo impulso aplicado no primeiro dm(aquí estou idealizando a entrega...).
Neste momento, a velocidade transversal que o dm adquire, Uy, é máxima, e é dada por dy/dt(em y=0), onde y é o deslocamento vertical. Ora, essa F, aplicada pela mão à extremidade da corda, vezes a velocidade instantânea dy/dt do elemento dm, em razão da impulsão, multiplicada por essa dy/dt me dá precisamente a taxa com que o trabalho foi feito ou a energia foi entregue a dm. Portanto, dw/dt = F dy/dt. Esta é taxa com que a energia aplicada se transmite através da corda, na direção do eixo dos x, ou seja longitudinal. Mas dy/dt é a velocidade transversal do elemento dm segundo a vertical. Combinando isto com o teorema que diz que a impulsão é igual à variação da quantidade de movimento sofrida por quem a recebe, o problema fica plenamente esclarecido, ressalvado que, como disse acima, o sistema não é isolado, portanto a energia total varia entre um mínimo e um máximo. Acho que estes esclarecimentos mais o que "despejei" no e-mail anterior, mantido abaixo, aproximam a resposta para algo mais digerível.


Léo: Como meus dois neurônios se interligaram nesta manhã, estou pensando no vetor velocidade vibratória [E = Dy/Dt = awcosw(t - x/V) --- orientado segundo o eixo dos y] e vetor deformação [ H = alfa =~ tg alfa = Dy/Dx = - (aw/V)cosw(t - x/V) --- que é uma rotação e H é perpendicular ao plano de rotação, normalmente orientado segundo z --- regra do saca-rolha]
D = derivada parcial.
A velocidade E e a deformação H são, em cada ponto, dois vetores (variando segundo uma lei senoidal no caso de pulsos harmônicos) ortogonais, que estão em fase em cada ponto da corda e cuja variação em função de x, num instante t, pode ser representado por duas senóides. Esses vetores E e H representam um papel análogo aos vetores campo elétrico e campo magnético na propagação de ondas eletromagnéticas.
Pensando assim, na fase de interferência, o campo E é nulo, mas H não é --- a corda apresenta algum tipo de deformação não visível!
Se em lugar de corda fosse um elástico os meus dois neurônios dizem que a 'espessura' do elástico na região da interferência é menor que a 'espessura' normal do elástico. E, ai estaria escondido o bicho! Mas ... na corda? ... pronto, os dois neurônios se desligaram!
Victor: Me desculpe, mas não pude aprofundar seu raciocíneo acima, pois já me dou por satisfeito com as "broncas" como a que discutí até agora. Assim, deixo para eventualmente comentar em outra oportunidade, se for o caso.


Léo: Bem, continuamos procurando o desaparecido .......

Victor: Acho que o bicho, que só mostrava as orelhas, colocou o focinho de fora também!.
Victor.



===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 2 de dezembro de 2005 20:52
Assunto: Fw: [ciencialist] interferência



----- Original Message -----
From: jvictor
To: JVictor
Sent: Friday, December 02, 2005 8:28 AM
Subject: Re: [ciencialist] interferência


Léo,

Bela questão. Aparentemente trivial. Mas não é. Como ninguem ainda se pronunciou, e como se trata de "uma resposta/proposta preliminar" direi o que penso a respeito. Talvez ajude e talvez façam reparos também. No final, todos ganharão. O que será bom.

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Wednesday, November 30, 2005 12:45 PM
Subject: [ciencialist] interferência


Léo: Grupos.com.brOlá todos,
preciso de um reforço conceitual.
A pergunta base é: numa corda tensa dois pulsos 'iguais', um prá cima e outro prá baixo e de sentidos opostos se sobrepõem numa interferência totalmente destrutiva e a corda fica 'reta'; para onde vai a energia dos pulsos? ou, resumidamente, o que acontece com a energia dos pulsos, no momento do encontro, quando sofrem interferência destrutiva?
Victor:
Para o caso especificamente citado, as ondas são simétricas, necessariamente. Em sendo assim, os deslocamentos, nos mesmos pontos e nos mesmos instantes sãos iguais e de sinais contrários. O deslocamento total é que é zero, pois vale o Princípio da Superposição, razão pela qual o trecho de "cruzamento" parece estar em repouso, mas a onda continua se movendo. Portanto, há energia presente, ela não é nula. A onda transporta energia positiva, diferente de zero, a uma taxa
P = (1/2)x Dens.Linear de Massa x Vel. da onda(não a velocidade do elemento dm, Uy, que é na direção transversal, conforme descrevo abaixo) x (Freq.Angular x Amplitude da Onda)^2, em watt (joule por segundo, calculada sobre um número inteiro de comprimentos de onda. Na segunda parte, detalharei mais sobre isso.

Léo: Eis uma resposta/proposta preliminar:

A energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula) .

Victor: Continuando o raciocínio acima, vou comentar mais um pouco, para aclarar mais as idéias.
Seja um elemento dm da corda. Esse elemento, em repouso, tem as seguintes caracaterísticas: um comprimento dx, uma velocidade transversal Uy=0 e, não estando tensionado, sua energia potencial elástica é zero e sua energia cinética também, pois Uy é zero. As coisas mudam quando a onda passa.
Quando esta passa por dm, acontece o seguinte:
esse elemento dm, de comprimento horizontal dx, fica sob tensão. Adquire energial potencial elástica. igualmente, adquire uma velocidade Uy e se desloca segundo a vertical, portanto adquire energia cinética, proporcional a Uy^2. Pois bem, e a energia potencial, como aparece? Considerando a "extensão" dx de dm, temos que, quando dm se desloca para cima, digamos, o correspondente "comprimento" dx de dm não é mais o dx anterior... É como se esse dx fosse uma projeção sobre o eixo dos x do dx anterior! Ou seja, considerado em relação ao eixo dos x, o "comprimento" dx de elemento dm oscila, aumenta e diminui, de modo a se ajustar, em cada ponto (x,y) e em cada instante t, à propagação senoidal da onda, a qual confere à corda essa mesma forma senoidal, em cada ponto e em cada instante. É interessante: o elemento dx, nesses importantes casos, se comporta como uma mola sob o efeito de uma força restauradora! E isto é o que responde pela energia potencial. Onde dm tiver um dx "normal", isto é, igual ao dx do repouso, a energia potencial é zero. Isto acontece quando dm atinge seu deslocamento vertical máximo. Em y=0, isto é, no instante em que você aplica o pulso, a tensão aplicada é máxima, portanto, aí, teremos: energia cinética máxima, energia potencial máxima(o dx com o máximo de tensão acumulada). Em y=Ym, as duas são nulas, pois, como descrito, Uy é zero e o "dx" correspondente é igual ao dx de quando o elemento dm estava no bem bom, no repouso merecido, sem estar "esticado". E o pulso que volta? Nada tem de especial ou diferente, a não ser pelos seguintes fatos: tem fase invertida, pois foi produzida por uma força de reação, aplicada pelo suporte fixo à corda, sendo os deslocamentos verticais dos elementos dm, da corda, negativos. O pulso é simétrico. Por causa dessa última condição, a partir do instante em que se encontram, o deslocamento vertical, efetivo, de cada ponto é zero!. Em consequência, a região de "cruzamento" dos pulsos permanece imóvel.

Léo: Que acham?

Victor: Acho que a proposta preliminar carece de uns reparos, em vista do que se discutiu: " energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula. " ,
pois foi colocada a condição de energia positiva acima da corda e negativa abaixo. Em ambos os casos, há energia cinética, potencial elástica(oscilações dos elementos dx, bem como a energia transportada pela onda, na taxa escrita acima). O deslocamento nulo ocorre em razão de as ondas serem simétricas e de seus deslocamentos serem iguais e contrários, repito. Além do mais, num mesmo x e num mesmo instante, um mesmo ponto da corda só pode ocupar uma posição. Isto é compulsório. Não tem jeito. Por outro lado, se o pulso que volta não é simétrico, os pontos resultantes não estariam mais sobre "uma linha reta". Lembrar que, mesmo na região de deslocamento nulo, as duas ondas estão em movimento, "se engolindo uma à outra". Só que escondinho. Ninguém vê. Tanto é que depois continuam, como se nada houvesse acontecido. As dissimuladas!...

Não sei se trovejei muito e choví pouco. Amanhã vou rever tudo isso. Mas esta é só a primeira resposta à proposta.

Sds,

Victor.

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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SUBJECT: Re: [ciencialist] agua em alto mar (9,5 pra você)
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/12/2005 20:08

OK, aceito os 9,5!
Mas, não foi esquecimento, talvez 'cuidado' tivesse sido um termo melhor.

Por que 'cuidado'?

Porque há correntes dentro da comunidade científica que optam por outra hipótese para as marés altas e baixas. Segundo essa corrente os mesmos motivos que determinam as marés líquidas (que foi aquela que vc destacou), determinam também as marés sólidas (sobre o basalto plástico que recobre a superfície da Terra) e as marés gasosas (sobre nossa atmosfera).
As marés altas parecem momentaneamente 'altas' porque o chão também subiu! E, no mesmo local também subiu a maré gasosa. Por um lado temos a subida do chão, (que não é visível pois estamos em cima dele) e por outro o engrossamento da camada de ar na região (o que determina um aumento de pressão).
Veja, a água fica confinada entre dois êmbolos, um é o chão que sobe e outro é a atmosfera que aberta pelo aumento da pressão --- a maré só pode baixar! Não recordo se foi na Nature ou na Scientif American onde li, que tal teoria recebe o nome de "teoria meteorológica do duplo êmbolo", proposta pelo renomado Phd. Dr. Matt W. Lion da Universidade de Cambridge.
Eu aprecio mais essa hipótese para a conversão da maré alta em maré baixa --- daí não ter incluído esse tema na 'provinha' dada pelo Mestre.
Mas, fico com os 9,5 ... pelo menos não é um vermelho no boletim.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 3 de dezembro de 2005 15:59
Assunto: [ciencialist] agua em alto mar (9,5 pra você)


At 08:36 3/12/2005, you wrote:

>"Claro que sim.
>Quanto mais alto for o mar...
>menor a pressão. L.E.R."
>
>
>Exatamente LER, quanto mais alto o mar menor é a
>pressão, mais baixo é o ponto de ebulição e mais
>água vai passando para o estado de vapor ---
>mais água é consumida e, portanto, mais baixo
>vai ficando o mar. Tá explicado porque o mar não
>é tão alto quanto o monte Everest. Antigamente
>era (uma espécie de dilúvio permanente), mas,
>depois que a Natureza percebeu esse detalhe, o
>mar começou a voltar ao nível normal e, até hoje
>chamado, não sei porque, de "nível do mar" em
>todas as questões de Física --- e insistem de
>chamar de '1 atm' a pressão nessas condições.
>Mas, observe que há algo estranho: 1 atm ao
>nível do mar não é para a água pura ferver a
>100ºC? No alto mar a água não é salgada? Então
>não poderia ser 1 atm em alto mar!
>Assim, reconheço que ainda há sérios problemas
>com a pressão em alto mar ainda não discutidos
>pela Mecânica Quântica, pois ainda não acharam
>uma normalização da função psi para os elétrons
>de valência das moléculas da água nessas regiões mais altas do mar.
>Sim, sabemos que a Ciência não é perfeita, que
>vai se reajustando etc., que é o que temos de melhor e todo aquele papo.
>Mas, eu tenho cá minha hipótese que parece mais
>simples para explicar tudo isso: foi a navalha
>de Occan que passou no mar e foi cortando todas
>as 'pontas' salientes --- hoje o mar é mais
>'liso' e porisso é difícil de encontrar regiões de alto mar.
>
>aquele abraço,
>
>PS: Vou publicar essas explicações no Jornal da cidade essa semana.



MUITO BEM, LEO.
Mas faltou um detalhe.
Por isso você vai perder meio ponto.

Faltou você explicar que é justamente isso que faz a maré alta baixar.
A maré sobe.
Ficando mais alto, o mar ferve, evapora e abaixa.

Perdeu meio ponto.
Sinto muito.

L.E.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] agua em alto mar (9,5 pra você)
FROM: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2005 20:59

On 03/12/05, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:

> [...]temos [...] o engrossamento da camada de ar na região (o que determina um aumento
> de pressão).

Perumpoquim.. Esse engrossamento da camada de ar não se dá por uma
diminuição da resultante gravitacional (Terra + Lua + Sol)? Isso pode
implicar numa compensação dos efeito, mantendo a pressão, não?

--
Elton Carvalho

"Der Horizont vieler Menschen ist ein Kreis mit Radius Null --
und das nennen sie ihren Standpunkt."

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SUBJECT: agua em alto mar (9,5 pra vo cê)
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/12/2005 22:45

At 20:08 3/12/2005, you wrote:

>OK, aceito os 9,5!
>Mas, não foi esquecimento, talvez 'cuidado' tivesse sido um termo melhor.
>
>Por que 'cuidado'?
>
>Porque há correntes dentro da comunidade
>científica que optam por outra hipótese para as
>marés altas e baixas. Segundo essa corrente os
>mesmos motivos que determinam as marés líquidas
>(que foi aquela que vc destacou), determinam
>também as marés sólidas (sobre o basalto
>plástico que recobre a superfície da Terra) e as
>marés gasosas (sobre nossa atmosfera).
>As marés altas parecem momentaneamente 'altas'
>porque o chão também subiu! E, no mesmo local
>também subiu a maré gasosa. Por um lado temos a
>subida do chão, (que não é visível pois estamos
>em cima dele) e por outro o engrossamento da
>camada de ar na região (o que determina um aumento de pressão).
>Veja, a água fica confinada entre dois êmbolos,
>um é o chão que sobe e outro é a atmosfera que
>aberta pelo aumento da pressão --- a maré só
>pode baixar! Não recordo se foi na Nature ou na
>Scientif American onde li, que tal teoria recebe
>o nome de "teoria meteorológica do duplo
>êmbolo", proposta pelo renomado Phd. Dr. Matt W.
>Lion da Universidade de Cambridge.
>Eu aprecio mais essa hipótese para a conversão
>da maré alta em maré baixa --- daí não ter
>incluído esse tema na 'provinha' dada pelo Mestre.
>Mas, fico com os 9,5 ... pelo menos não é um vermelho no boletim.
>
>aquele abraço,
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]




Tu tá querendo prejudicar o professor.
Ganho uma miséria...
e ainda tenho que sofrer essas humilhações.

Ganho uma miséria...
não tenho como comprar a Nature...

Oh vida, oh céus.

L.E.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] agua em alto mar (9,5 pra vo cê)
FROM: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2005 10:47

On 03/12/05, L.E.R.de Carvalho <lecarvalho@infolink.com.br> wrote:
>
> Ganho uma miséria...
> não tenho como comprar a Nature...
>
> Oh vida, oh céus.
>

Não derameis, em vão, vossas lágrimas, ó professor, pois se tendes
acesso a uma universidade, podeis obter exemplares digtais da Nature
via CAPES.

--
Elton Carvalho

"Der Horizont vieler Menschen ist ein Kreis mit Radius Null --
und das nennen sie ihren Standpunkt."

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
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SUBJECT: poison+water=hydrogen
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2005 13:26

>>>>S U R P R E Z A A A A A A A ! ! ! ! ........ <<<<<<<
( pelo menos p/mim. essa foi bonita! quem puder, não deixe de ler.)


>From: "tallex2002" <mail@alternate-energy.net>
>To: free_energy@yahoogroups.com
>Subject: [free_energy] poison+water=hydrogen
>Date: Sun, 04 Dec 2005 06:50:35 -0000
>
>Poison + water = hydrogen. New microbial genome shows how
>
>< http://www.keralanext.com/news/index.asp?id=455612 >
>
>
>Rockville, Md.--Take a pot of scalding water, remove all
> the oxygen, mix in a bit of poisonous carbon monoxide,
> and add a pinch of hydrogen gas. It sounds like a recipe
> for a witch's brew. It may be, but it is also the preferred
> environment for a microbe known as Carboxydothermus
>hydrogenoformans. In a paper published in the November
> 27th issue of PLoS Genetics, a research team led by
>scientists at The Institute for Genomic Research (TIGR)
> report the determination and analysis of the complete
> genome sequence of this organism. Isolated from a hot
> spring on the Russian volcanic island of Kunashir, this
> microbe lives almost entirely on carbon monoxide. While
> consuming this normally poisonous gas, the microbe mixes
> it with water, producing hydrogen gas as waste.
>
>As the world increasingly considers hydrogen as a potential
> biofuel, technology could benefit from having the genomes
> of such microbes. "C. hydrogenoformans is one of the
> fastest-growing microbes that can convert water and carbon
> monoxide to hydrogen," remarks TIGR evolutionary biologist
> Jonathan Eisen, senior author of the PLoS Genetics study.
> "So if you're interested in making clean fuels, this
>microbe makes an excellent starting point."
>
>In sequencing the microbe's genome, Eisen and his
>collaborators discovered why C. hydrogenoformans grows
> more rapidly on carbon monoxide than other species:
>The bug boasts at least five different forms of a protein
> machine, dubbed carbon monoxide deyhydrogenase, that is
> able to manipulate the poisonous gas. Each form of the
>machine appears to allow the organism to use carbon
>monoxide in a different way. Most other organisms that
> live on carbon monoxide have only one form of this
>machine. In other words, while other organisms may
>have the equivalent of a modest mixing bowl to process
> their supper of carbon monoxide, this species has a
> veritable food processor, letting it gorge on a hot
> spring buffet all day. "The findings show the continued
> value of microbial genome sequencing for exploring
> the useful capabilities of the vast realm of microbial
> life on Earth," says Ari Patrinos, director of the
> Office of Biological and Environmental Research, part
> of the U.S. Department of Energy's (DOE) Office of
> Science. DOE, which funded the study, is pursuing
> clean fuel technologies.
>
>Little was known about this hydrogen-breathing organism
> before its genome sequence was determined. By utilizing
> computational analyses and comparison with the genomes
> of other organisms, the researchers have discovered
>several remarkable features. For example, the genome
> encodes a full suite of genes for making spores, a
> previously unknown talent of the microbe. Organisms
> that make spores have attracted great interest recently
> because this is a process found in the bacterium that
> causes anthrax. Sporulation allows anthrax to be used
> as a bioweopon because the spores are resistant to heat,
> radiation, and other treatments.
>
>By comparing this genome to those of other spore-making
> species, including the anthrax pathogen, Eisen and
>colleagues identified what may be the minimal biochemica
> machinery necessary for any microbe to sporulate. Thus
>studies of this poison eating microbe may help us better
> understand the biology of the bacterium that causes
>anthrax. Building off this work, TIGR scientists are
>leveraging the information from the genome of this organism
> to study the ecology of microbes living in diverse hot
>springs, such as those in Yellowstone National Park. They
> want to know what types of microbes are found in different
> hot springs--and why. To find out, the researchers are
>dipping into the hot springs of Yellowstone, Russia, and
> other far-flung locales, to isolate and decipher the
>genomes of microbes found there.
>
>"What we want to have is a field guide for these microbes,
> like those available for birds and mammals," Eisen says.
> "Right now, we can't even answer simple questions. Do
>similar hot springs, a world apart, share similar microbes?
> How do microbes move between hot springs? Our new work will
> help us find out."
>
>
>
>
>
>Get your daily alternative energy news
>
>Alternate Energy Resource Network
> 1000+ news sources-resources
> updated daily
>
>http://www.alternate-energy.net
>
>
>
>
>
>
>Next Generation Grid
>http://groups.yahoo.com/group/next_generation_grid/
>
>
>
>
>
>Tomorrow-energy
>http://groups.yahoo.com/group/tomorrow-energy/
>
>
>
>
>Alternative Energy Politics
>http://groups.yahoo.com/group/Alternative_Energy_Politics/
>
>
>
>
>
>
>
>
>To drop of the list, send email to:
>free_energy-unsubscribe@yahoogroups.com
>Yahoo! Groups Links
>
>
>
>
>
>




SUBJECT: agua em alto mar (9,5 pra vo cê)
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2005 14:55


>Não derameis, em vão, vossas lágrimas, ó professor, pois se tendes
>acesso a uma universidade, podeis obter exemplares digtais da Nature
>via CAPES.
>
>--
>Elton Carvalho




Ok.

Vocês venceram.
Eu dou o braço a torcer.
Eu não sou o Takata.

L.E.
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2005 15:37

Esses "cuidados" que o CFM prega têm um nome: imbecilidade hipócrita.
Danem-se.

Sds,

Victor.


Original Message -----
From: ladeirac
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, December 04, 2005 3:44 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME


Caros amigos,

Infelizmente, parece que no Brasil, o Conselho Federal de Medicina seria
contra o ensino de como identificar "derrames" por profissionais não
médicos. O Ato Médico proposto pelo CFM inclui o diagnóstico
(reconhecimento de sintomas e sinais de enfermidade) de "derrame" como
Ato Médico e com certeza não estimularia isto no Brasil. Mesmo, que quando
feito por uma enfermeira, fisioterapeuta, biomédico, etc. De acordo um artigo
da folha de São Paulo, o CFM chegou recentemente a dizer que não vai
encorajar o uso do ACLS (Advanced Cardiac Life Support) por não médicos
no Brasil, este é um conjunto de técnicas de socorro para emergências
cardíacas. O uso deste equipamento por não médicos nos EUA diminuiu a
mortalidade e a morbidade de doenças coronarianas significantemente.
Cada vez mais fica estabelecido que é o primeiro atendimento (seja ele
ministrado por médico, paramédico ou leigo) que faz a diferença entre a vida
e a morte nesse tipo de situação. Mesmo com o este conhecimento, O CFM
de acordo com a Folha de São Paulo não encoraja o ensino do ACLS a não-
médicos. Será que o CFM permitiria ensinar leigos a reconhecer derrames?

Um abraço,

Carlos Ladeira



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo" <avalanchedrive@h...>
escreveu
> ( i m p o r t a n t ã o ! ! ! )
> >
> >
> > Subject: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
> >
> >
> >
> > Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu - ela assegurou a
> >todos que estava muito bem e que havia apenas tropeçado sobre um
tijolo por
> >causa de seus sapatos novos (ofereceram chamar um medico). Eles a
limparam
> >e lhe deram um novo prato de comida - enquanto parecia um pouco
agitada,
> >Ingrid aproveitou o resto do dia.
> > O marido de Ingrid ligou mais tarde dizendo a todos que sua esposa
> >tinha sido levada ao hospital - ( as 18:00, Ingrid faleceu); ela sofrera um
> >derrame no churrasco - e se eles tivessem sabido identificar os sinais do
> >derrame talvez Ingrid estivesse conosco hoje.
> >
> > Reconhecendo um derrame
> >
> > Um neurologista diz que se puder chegar a uma vítima de derrame
> >dentro de 3 horas pode reverter totalmente os efeitos desse derrame ...
> >totalmente!
> > Disse que o truque era ter um derrame reconhecido e diagnosticado,
> >e chegar ao paciente dentro de 3 horas , o que é difícil.
> >
> > Agradeça o Deus se puder lembrar as "3" etapas: leia e aprenda!
> >
> > Às vezes os sintomas de um derrame são difíceis de identificar.
> > Infelizmente, a falta da consciência leva ao desastre. A vítima do
> >derrame pode sofrer danos no cérebro quando as pessoas próximas
falham em
> >reconhecer os sintomas do derrame.
> >
> > Os médicos dizem que um observador pode reconhecer um derrame
> >fazendo três simples ações:
> >
> > 1. * Peça o indivíduo para SORRIR.
> >
> > 2. * Peça que LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
> >
> > 3. * Peça que a pessoa FALE uma SENTENÇA SIMPLES
(coerentemente,POR
> >EX: "o dia está ensolarado")
> >
> > Se a pessoa tiver problema com qualquer dessas tarefas, chame um
> >médico imediatamente e descreva os sintomas que constatou.
> >
> > Após ter descoberto que um grupo de voluntários não médicos
poderia
> >identificar a fraqueza facial, a fraqueza do braço e os problemas do
> >discurso, investigadores incitaram o público em geral a aprender as três
> >ações. Apresentaram suas conclusões na reunião anual da Associação
> >Americana de Derrame, em fevereiro passado.
> > Difundido o uso deste teste você poderá ajudar no diagnóstico e no
> >tratamento do derrame, e impedir os danos cerebrais.
> >
> > Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail o
> >enviarem a 10 pessoas; você pode apostar que ao menos uma vida será
> >conservada.
> >
> > SEJA UM AMIGO E COMPARTILHE ESTE ARTIGO COM TANTOS
AMIGOS QUANTO
> >POSSÍVEL, você pode salvar suas vidas.
> >
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SUBJECT: Re: Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
FROM: "ladeirac" <cladeira@nova.edu>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2005 15:44

Caros amigos,

Infelizmente, parece que no Brasil, o Conselho Federal de Medicina seria
contra o ensino de como identificar "derrames" por profissionais não
médicos. O Ato Médico proposto pelo CFM inclui o diagnóstico
(reconhecimento de sintomas e sinais de enfermidade) de "derrame" como
Ato Médico e com certeza não estimularia isto no Brasil. Mesmo, que quando
feito por uma enfermeira, fisioterapeuta, biomédico, etc. De acordo um artigo
da folha de São Paulo, o CFM chegou recentemente a dizer que não vai
encorajar o uso do ACLS (Advanced Cardiac Life Support) por não médicos
no Brasil, este é um conjunto de técnicas de socorro para emergências
cardíacas. O uso deste equipamento por não médicos nos EUA diminuiu a
mortalidade e a morbidade de doenças coronarianas significantemente.
Cada vez mais fica estabelecido que é o primeiro atendimento (seja ele
ministrado por médico, paramédico ou leigo) que faz a diferença entre a vida
e a morte nesse tipo de situação. Mesmo com o este conhecimento, O CFM
de acordo com a Folha de São Paulo não encoraja o ensino do ACLS a não-
médicos. Será que o CFM permitiria ensinar leigos a reconhecer derrames?

Um abraço,

Carlos Ladeira



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo" <avalanchedrive@h...>
escreveu
> ( i m p o r t a n t ã o ! ! ! )
> >
> >
> > Subject: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
> >
> >
> >
> > Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu - ela assegurou a
> >todos que estava muito bem e que havia apenas tropeçado sobre um
tijolo por
> >causa de seus sapatos novos (ofereceram chamar um medico). Eles a
limparam
> >e lhe deram um novo prato de comida - enquanto parecia um pouco
agitada,
> >Ingrid aproveitou o resto do dia.
> > O marido de Ingrid ligou mais tarde dizendo a todos que sua esposa
> >tinha sido levada ao hospital - ( as 18:00, Ingrid faleceu); ela sofrera um
> >derrame no churrasco - e se eles tivessem sabido identificar os sinais do
> >derrame talvez Ingrid estivesse conosco hoje.
> >
> > Reconhecendo um derrame
> >
> > Um neurologista diz que se puder chegar a uma vítima de derrame
> >dentro de 3 horas pode reverter totalmente os efeitos desse derrame ...
> >totalmente!
> > Disse que o truque era ter um derrame reconhecido e diagnosticado,
> >e chegar ao paciente dentro de 3 horas , o que é difícil.
> >
> > Agradeça o Deus se puder lembrar as "3" etapas: leia e aprenda!
> >
> > Às vezes os sintomas de um derrame são difíceis de identificar.
> > Infelizmente, a falta da consciência leva ao desastre. A vítima do
> >derrame pode sofrer danos no cérebro quando as pessoas próximas
falham em
> >reconhecer os sintomas do derrame.
> >
> > Os médicos dizem que um observador pode reconhecer um derrame
> >fazendo três simples ações:
> >
> > 1. * Peça o indivíduo para SORRIR.
> >
> > 2. * Peça que LEVANTE AMBOS OS BRAÇOS.
> >
> > 3. * Peça que a pessoa FALE uma SENTENÇA SIMPLES
(coerentemente,POR
> >EX: "o dia está ensolarado")
> >
> > Se a pessoa tiver problema com qualquer dessas tarefas, chame um
> >médico imediatamente e descreva os sintomas que constatou.
> >
> > Após ter descoberto que um grupo de voluntários não médicos
poderia
> >identificar a fraqueza facial, a fraqueza do braço e os problemas do
> >discurso, investigadores incitaram o público em geral a aprender as três
> >ações. Apresentaram suas conclusões na reunião anual da Associação
> >Americana de Derrame, em fevereiro passado.
> > Difundido o uso deste teste você poderá ajudar no diagnóstico e no
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> > Um cardiologista diz que se todos que receberem este e-mail o
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2005
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SUBJECT: RE: [ciencialist] Re: Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2005 18:06

( acho que não... fica da base do ''o paciente é nosso!'' )


>From: "ladeirac" <cladeira@nova.edu>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Re: Fw: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
>Date: Sun, 04 Dec 2005 17:44:24 -0000
>
>Caros amigos,
>
>Infelizmente, parece que no Brasil, o Conselho Federal de Medicina seria
>contra o ensino de como identificar "derrames" por profissionais não
>médicos. O Ato Médico proposto pelo CFM inclui o diagnóstico
>(reconhecimento de sintomas e sinais de enfermidade) de "derrame" como
>Ato Médico e com certeza não estimularia isto no Brasil. Mesmo, que quando
>feito por uma enfermeira, fisioterapeuta, biomédico, etc. De acordo um
>artigo
>da folha de São Paulo, o CFM chegou recentemente a dizer que não vai
>encorajar o uso do ACLS (Advanced Cardiac Life Support) por não médicos
>no Brasil, este é um conjunto de técnicas de socorro para emergências
>cardíacas. O uso deste equipamento por não médicos nos EUA diminuiu a
>mortalidade e a morbidade de doenças coronarianas significantemente.
>Cada vez mais fica estabelecido que é o primeiro atendimento (seja ele
>ministrado por médico, paramédico ou leigo) que faz a diferença entre a
>vida
>e a morte nesse tipo de situação. Mesmo com o este conhecimento, O CFM
>de acordo com a Folha de São Paulo não encoraja o ensino do ACLS a não-
>médicos. Será que o CFM permitiria ensinar leigos a reconhecer derrames?
>
>Um abraço,
>
>Carlos Ladeira
>
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>--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo" <avalanchedrive@h...>
>escreveu
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> > > Subject: Salve vidas - RECONHECENDO UM DERRAME
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> > > Durante um churrasco uma amiga tropeçou e caiu - ela assegurou a
> > >todos que estava muito bem e que havia apenas tropeçado sobre um
>tijolo por
> > >causa de seus sapatos novos (ofereceram chamar um medico). Eles a
>limparam
> > >e lhe deram um novo prato de comida - enquanto parecia um pouco
>agitada,
> > >Ingrid aproveitou o resto do dia.
> > > O marido de Ingrid ligou mais tarde dizendo a todos que sua
>esposa
> > >tinha sido levada ao hospital - ( as 18:00, Ingrid faleceu); ela
>sofrera um
> > >derrame no churrasco - e se eles tivessem sabido identificar os sinais
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> > >derrame talvez Ingrid estivesse conosco hoje.
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> > > Reconhecendo um derrame
> > >
> > > Um neurologista diz que se puder chegar a uma vítima de derrame
> > >dentro de 3 horas pode reverter totalmente os efeitos desse derrame ...
> > >totalmente!
> > > Disse que o truque era ter um derrame reconhecido e
>diagnosticado,
> > >e chegar ao paciente dentro de 3 horas , o que é difícil.
> > >
> > > Agradeça o Deus se puder lembrar as "3" etapas: leia e aprenda!
> > >
> > > Às vezes os sintomas de um derrame são difíceis de identificar.
> > > Infelizmente, a falta da consciência leva ao desastre. A vítima
>do
> > >derrame pode sofrer danos no cérebro quando as pessoas próximas
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> > > Os médicos dizem que um observador pode reconhecer um derrame
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>poderia
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> > >Americana de Derrame, em fevereiro passado.
> > > Difundido o uso deste teste você poderá ajudar no diagnóstico e
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SUBJECT: Re: [ciencialist] interferência
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/12/2005 21:05

Oi JVictor,

explique-me melhor o conteúdo dessa linha:

"Porém, quando o deslocamento for máximo, isto é, quando y = A(amplitude da onda), a energia total é zero! Tanto a cinética é zero, pois Uy aí é zero, como a potencial, pois aí o dx está no seu valor normal, de relação, como dizem os sabidos dessa história."

Entendo que a energia cinética nessa posição de máxima elongação vertical (y) seja nula (posição de inversão de sentido de movimento do elemento dm), MAS, não entendi essa de energia potencial elástica zero pois "dx está no seu valor normal".

Vamos aos 'explicamentos'......

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 3 de dezembro de 2005 19:27
Assunto: Re: [ciencialist] interferência


Léo,

Ainda que a mensagem fique grande, e algumas pessoas prefiram que a cada vez apaga-se a anterior, etc., etc., particularmente não faço isso. E não vou fazê-lo agora. Acho que assim facilita a leitura de pessoas que pegaram o bonde andando. Então, vamos lá. Vou usar o estudo anterior, complementando-o e acrescentando informações que foram involuntariamente omitidas. Espero que agora fiquemos mais próximo de algo aceitável. Você será o Juiz.
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, December 03, 2005 12:42 PM
Subject: Re: [ciencialist] interferência


Léo: Olá Victor (com anuência dos demais que podem, a qqer instante, entrar no papo),

Sua primeira proposta provisória parece-me estar no caminho certo, mas ainda não satisfaz. Ainda não apareceu, com clareza, onde o bicho se esconde. E, tal resposta deverá convencer gregos e troianos.
Victor: Mas o bicho não se escondeu. Ele está alí, mostrando as orelhas! Gregos e troianos só reclamarão, agora, se forem muito exigentes e chatos!...Como disse na mensagem anterior, que copio e colo a seguir : "Portanto, há energia presente, ela não é nula. A onda transporta energia positiva, diferente de zero, a uma taxa P = (1/2)x Dens.Linear de Massa x Vel. da onda(não a velocidade do elemento dm, Uy, que é na direção transversal, conforme descrevo abaixo) x (Freq.Angular x Amplitude da Onda)^2, em watt (joule por segundo, calculada sobre um número inteiro de comprimentos de onda". Essa energia que é transportada de elemento dm a elemento dm, num puxa e estica contínuo, é o resultado da aplicação do pulso numa extremidade da corda. No momento da aplicação do pulso, uma certa energia é entregue ao primeiro elemento dm da corda, que é transferida para o dm seguinte, na forma de energia cinética e potencial, pois há movimento e há tensões presentes. A energia total, soma das duas em cada instante, não é constante, é variável, pois o elemento dm, em cada instante, não é um sistema fechado, portanto a energia não tem a obrigação de se conservar, de se manter constante. Basta atentar para o fato de que elementos vizinhos da corda estão fazendo trabalho sobre o dm em consideração. O comportamento do movimento, nesse caso, embora se pareça com um movimento harmônico simples, só faz mesmo se parecer. A energia total é máxima quando o pulso está cruzando o eixo dos x, pois aí a velocidade Uy é máxima bem como a energia potencial acumulada no comprimento elementar dx. Quando o pulso cruza o eixo-x, seu deslocamento é zero. Porém, quando o deslocamento for máximo, isto é, quando y = A(amplitude da onda), a energia total é zero! Tanto a cinética é zero, pois Uy aí é zero, como a potencial, pois aí o dx está no seu valor normal, de relação, como dizem os sabidos dessa história. Então a Energia total passa de um máximo, para um mínimo, pois trabalho externo está sendo realizado pelos elementos dm vizinhos. Acho que, com isso, o assunto fica esclarecido. A energia não se conserva, este é o ponto.
Comentando mais um pouco, sobre como surge essa energia que se propaga segundo a equação que escreví acima. Aquilo lá representa a taxa dW/dt recebida pelo impulso aplicado no primeiro dm(aquí estou idealizando a entrega...).
Neste momento, a velocidade transversal que o dm adquire, Uy, é máxima, e é dada por dy/dt(em y=0), onde y é o deslocamento vertical. Ora, essa F, aplicada pela mão à extremidade da corda, vezes a velocidade instantânea dy/dt do elemento dm, em razão da impulsão, multiplicada por essa dy/dt me dá precisamente a taxa com que o trabalho foi feito ou a energia foi entregue a dm. Portanto, dw/dt = F dy/dt. Esta é taxa com que a energia aplicada se transmite através da corda, na direção do eixo dos x, ou seja longitudinal. Mas dy/dt é a velocidade transversal do elemento dm segundo a vertical. Combinando isto com o teorema que diz que a impulsão é igual à variação da quantidade de movimento sofrida por quem a recebe, o problema fica plenamente esclarecido, ressalvado que, como disse acima, o sistema não é isolado, portanto a energia total varia entre um mínimo e um máximo. Acho que estes esclarecimentos mais o que "despejei" no e-mail anterior, mantido abaixo, aproximam a resposta para algo mais digerível.


Léo: Como meus dois neurônios se interligaram nesta manhã, estou pensando no vetor velocidade vibratória [E = Dy/Dt = awcosw(t - x/V) --- orientado segundo o eixo dos y] e vetor deformação [ H = alfa =~ tg alfa = Dy/Dx = - (aw/V)cosw(t - x/V) --- que é uma rotação e H é perpendicular ao plano de rotação, normalmente orientado segundo z --- regra do saca-rolha]
D = derivada parcial.
A velocidade E e a deformação H são, em cada ponto, dois vetores (variando segundo uma lei senoidal no caso de pulsos harmônicos) ortogonais, que estão em fase em cada ponto da corda e cuja variação em função de x, num instante t, pode ser representado por duas senóides. Esses vetores E e H representam um papel análogo aos vetores campo elétrico e campo magnético na propagação de ondas eletromagnéticas.
Pensando assim, na fase de interferência, o campo E é nulo, mas H não é --- a corda apresenta algum tipo de deformação não visível!
Se em lugar de corda fosse um elástico os meus dois neurônios dizem que a 'espessura' do elástico na região da interferência é menor que a 'espessura' normal do elástico. E, ai estaria escondido o bicho! Mas ... na corda? ... pronto, os dois neurônios se desligaram!
Victor: Me desculpe, mas não pude aprofundar seu raciocíneo acima, pois já me dou por satisfeito com as "broncas" como a que discutí até agora. Assim, deixo para eventualmente comentar em outra oportunidade, se for o caso.


Léo: Bem, continuamos procurando o desaparecido .......

Victor: Acho que o bicho, que só mostrava as orelhas, colocou o focinho de fora também!.
Victor.



===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 2 de dezembro de 2005 20:52
Assunto: Fw: [ciencialist] interferência



----- Original Message -----
From: jvictor
To: JVictor
Sent: Friday, December 02, 2005 8:28 AM
Subject: Re: [ciencialist] interferência


Léo,

Bela questão. Aparentemente trivial. Mas não é. Como ninguem ainda se pronunciou, e como se trata de "uma resposta/proposta preliminar" direi o que penso a respeito. Talvez ajude e talvez façam reparos também. No final, todos ganharão. O que será bom.

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Wednesday, November 30, 2005 12:45 PM
Subject: [ciencialist] interferência


Léo: Grupos.com.brOlá todos,
preciso de um reforço conceitual.
A pergunta base é: numa corda tensa dois pulsos 'iguais', um prá cima e outro prá baixo e de sentidos opostos se sobrepõem numa interferência totalmente destrutiva e a corda fica 'reta'; para onde vai a energia dos pulsos? ou, resumidamente, o que acontece com a energia dos pulsos, no momento do encontro, quando sofrem interferência destrutiva?
Victor:
Para o caso especificamente citado, as ondas são simétricas, necessariamente. Em sendo assim, os deslocamentos, nos mesmos pontos e nos mesmos instantes sãos iguais e de sinais contrários. O deslocamento total é que é zero, pois vale o Princípio da Superposição, razão pela qual o trecho de "cruzamento" parece estar em repouso, mas a onda continua se movendo. Portanto, há energia presente, ela não é nula. A onda transporta energia positiva, diferente de zero, a uma taxa
P = (1/2)x Dens.Linear de Massa x Vel. da onda(não a velocidade do elemento dm, Uy, que é na direção transversal, conforme descrevo abaixo) x (Freq.Angular x Amplitude da Onda)^2, em watt (joule por segundo, calculada sobre um número inteiro de comprimentos de onda. Na segunda parte, detalharei mais sobre isso.

Léo: Eis uma resposta/proposta preliminar:

A energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula) .

Victor: Continuando o raciocínio acima, vou comentar mais um pouco, para aclarar mais as idéias.
Seja um elemento dm da corda. Esse elemento, em repouso, tem as seguintes caracaterísticas: um comprimento dx, uma velocidade transversal Uy=0 e, não estando tensionado, sua energia potencial elástica é zero e sua energia cinética também, pois Uy é zero. As coisas mudam quando a onda passa.
Quando esta passa por dm, acontece o seguinte:
esse elemento dm, de comprimento horizontal dx, fica sob tensão. Adquire energial potencial elástica. igualmente, adquire uma velocidade Uy e se desloca segundo a vertical, portanto adquire energia cinética, proporcional a Uy^2. Pois bem, e a energia potencial, como aparece? Considerando a "extensão" dx de dm, temos que, quando dm se desloca para cima, digamos, o correspondente "comprimento" dx de dm não é mais o dx anterior... É como se esse dx fosse uma projeção sobre o eixo dos x do dx anterior! Ou seja, considerado em relação ao eixo dos x, o "comprimento" dx de elemento dm oscila, aumenta e diminui, de modo a se ajustar, em cada ponto (x,y) e em cada instante t, à propagação senoidal da onda, a qual confere à corda essa mesma forma senoidal, em cada ponto e em cada instante. É interessante: o elemento dx, nesses importantes casos, se comporta como uma mola sob o efeito de uma força restauradora! E isto é o que responde pela energia potencial. Onde dm tiver um dx "normal", isto é, igual ao dx do repouso, a energia potencial é zero. Isto acontece quando dm atinge seu deslocamento vertical máximo. Em y=0, isto é, no instante em que você aplica o pulso, a tensão aplicada é máxima, portanto, aí, teremos: energia cinética máxima, energia potencial máxima(o dx com o máximo de tensão acumulada). Em y=Ym, as duas são nulas, pois, como descrito, Uy é zero e o "dx" correspondente é igual ao dx de quando o elemento dm estava no bem bom, no repouso merecido, sem estar "esticado". E o pulso que volta? Nada tem de especial ou diferente, a não ser pelos seguintes fatos: tem fase invertida, pois foi produzida por uma força de reação, aplicada pelo suporte fixo à corda, sendo os deslocamentos verticais dos elementos dm, da corda, negativos. O pulso é simétrico. Por causa dessa última condição, a partir do instante em que se encontram, o deslocamento vertical, efetivo, de cada ponto é zero!. Em consequência, a região de "cruzamento" dos pulsos permanece imóvel.

Léo: Que acham?

Victor: Acho que a proposta preliminar carece de uns reparos, em vista do que se discutiu: " energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula. " ,
pois foi colocada a condição de energia positiva acima da corda e negativa abaixo. Em ambos os casos, há energia cinética, potencial elástica(oscilações dos elementos dx, bem como a energia transportada pela onda, na taxa escrita acima). O deslocamento nulo ocorre em razão de as ondas serem simétricas e de seus deslocamentos serem iguais e contrários, repito. Além do mais, num mesmo x e num mesmo instante, um mesmo ponto da corda só pode ocupar uma posição. Isto é compulsório. Não tem jeito. Por outro lado, se o pulso que volta não é simétrico, os pontos resultantes não estariam mais sobre "uma linha reta". Lembrar que, mesmo na região de deslocamento nulo, as duas ondas estão em movimento, "se engolindo uma à outra". Só que escondinho. Ninguém vê. Tanto é que depois continuam, como se nada houvesse acontecido. As dissimuladas!...

Não sei se trovejei muito e choví pouco. Amanhã vou rever tudo isso. Mas esta é só a primeira resposta à proposta.

Sds,

Victor.

[]'
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SUBJECT: Teoria da Gaya
FROM: Amauri Junior <amaurij@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, acropolis@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/12/2005 23:39

A Teoria da Gaya é valida?

sds
--
("Quem quer que haja construído um novo céu, só no seu próprio inferno
encontrou energia para fazê-lo!" Nietszche)


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: lampadas
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 08:53

Alguém sabe o que é isso?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: agnisdaise
Para: leobarretos
Enviada em: sábado, 3 de dezembro de 2005 22:03
Assunto: lampadas


na drenagem linfatica, pegam um arco com varias lampadas mais ou menos 6 passam oleo de semente de uva te envolvem com saco plastico e uma toalha por 25 minutos te colocam
dentro e abafam com um pano, fica bem quente. quero saber se faz mau a saude.
tenho 31 anos.


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: Velocidade do projtil do fusil
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 08:56

Alguma sugestão sobre esse 'enigma --- cuja veracidade precisa ser confirmada --- ?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Aster
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: sábado, 3 de dezembro de 2005 17:18
Assunto: Velocidade do projétil do fusil


Boa tarde Prof. Luiz,

Sou ex-estudante de Física pela UERJ e embora não tenha terminado o curso, muitas pessoas me fazem perguntas sobre situações físicas. Atualmente, numa conversa com um grupo de atiradores, fui colocado em "xeque" para responder uma dúvida que não consigo de jeito algum achar uma explicação física para o fato, e gostaria de contar sua ajuda para solucionar essa questão.
O fato é:
"Ao atirar com um fusil, a velocidade do projétil na saída do cano é de aproximadamente 2x a velocidade do som. Porém, a velocidade máxima do projétil é alcançada a 174 metros de distância do atirador chegando a 2,3x a velocidade do som.".......
Se não havia mais a expansão dos gases da explosão, o que teria feito a velocidade do projétil aumentar a ponto de chegar a sua velocidade máxima a 174m de distância?????? tem algo a ver com impulso, conservação de energia, sei lá..... rsrs Por favor, me ajude....

Agradeço sua atenção, certo de um breve retorno.
Atenciosamente,
Marcos.


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: interferência
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2005 10:33

Léo e Victor,

Estou sem tempo para escrever muito mas não posso deixar esta "onda"
passar em vão.

Eu sempre tenho dito aqui que rigorosamente não existe ondas
transversais. Elas são apenas efeitos secundários que aparecem
quando o meio propagante faz fronteira com um outro mais
compressível.

No alto mar [ :-) ], se uma bomba explode a meio caminho entre a
superfície e o fundo. As ondas de choque se propagarão de forma
longitudinal. A aparência transversal só acontecerá na superfície.

A corda da experiência em questão pode ser de várias formas: mais
elásticas ou menos elásticas; amarradas nas duas pontas ou passando
por uma roldana como em:

http://www.feiradeciencias.com.br/sala10/10_06.asp

De qualquer forma, deslocamentos em x (horizontal, eixo do sentido
de propagação) vão sempre existir mesmo que isto seja em nível
atômico. Não existe nada absolutamente inelástico.

Em tempo: A "energia potencial" seja o que for isto [:-)] está
acumulada em x.

-- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Oi JVictor,
>
> explique-me melhor o conteúdo dessa linha:
>
> "Porém, quando o deslocamento for máximo, isto é, quando y =
A(amplitude da onda), a energia total é zero! Tanto a cinética é
zero, pois Uy aí é zero, como a potencial, pois aí o dx está no seu
valor normal, de relação, como dizem os sabidos dessa história."
>
> Entendo que a energia cinética nessa posição de máxima elongação
vertical (y) seja nula (posição de inversão de sentido de movimento
do elemento dm), MAS, não entendi essa de energia potencial elástica
zero pois "dx está no seu valor normal".
>
> Vamos aos 'explicamentos'......

O resto está em:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51768

[ ]'s
Hélio





SUBJECT: Re: [ciencialist] interferência
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 11:08

Léo,







Léo: explique-me melhor o conteúdo dessa linha:

"Porém, quando o deslocamento for máximo, isto é, quando y = A(amplitude da onda), a energia total é zero! Tanto a cinética é zero, pois Uy aí é zero, como a potencial, pois aí o dx está no seu valor normal, de relação, como dizem os sabidos dessa história."

Victor: Antes de mais nada, corrijo a palavra "relação, acima, para relaxação". Sem esquematizar muito, vou usar alguns argumentos matemáticos com alguma interpretção física, para ver se consigo ser mais claro.
1 - Nao há dúvidas de que a onda se desloca obedecendo a uma função do tipo f(x,t), que mede a amplitude num ponto e num instante dados (x,t). A única representação matemática possível para a propagação de um fenômeno desses é da forma f(x-vt). E não há outra, essa forma é única. Um função que se presta a esse objetivo é uma do tipo y= f(x,t) = f (x-vt) = Asen(kx-wt), onde k é o número de ondas num ciclo (2pi/lâmbda,lâmbda = comprimento de onda), w = velocidade angular = 2pi /T, T=período, A = amplitude da onda, correspondente ao deslocamento vertical máximo. (Há outras funções, além da seno, é claro, atendendo aos mesmos requesitos; mas todas estão relacionadas com funções senoidais. Fourier ajusta isso. E vale o princípio da superposição. Agora, vamos ao seguinte: o pulso foi aplicado. A corda foi tensionada. E por causa disso uma onda carregando energia se propaga, fazendo cada elemento dl da corda deslocar-se transversalmente, conforme já relatei nos e-mais anteriores, quando adiantei as questões da energia entregue à corda e de sua propagação bem como os aspectos de variação ora questionados.
2 - Para esclarecer melhor isso, vou fazer outra abordagem, mas que está na mesma linha de raciocínio. Como o estado de movimento que se propaga impôe à corda deformações tais que sua forma num gráfico x-y é uma senóide, tomemos um comprimento dl da própria corda, que se desloca verticalmente, antes de atingir um pico positivo, e vejamos como se comporta quanto às energia envolvidas e a que esforços está submetido. O elemento de comprimento dl ao longo da corda é pequeno e, apesar de encontrar-se sob ação de uma força para cima, podemos considerar sua curvatura, em consequência, muito pequena, de modo que a decomposição desse elemento dá: dx sobre o eixo-x e dy sobre o eixo-y. Idealizando mais, podemos imaginar um pequeníssimo triângulo retângulo, onde os três infinitesimais se relacionam pelo Teorema de Pitágoras, o obscuro místico. Para qualquer ângulo (teta) entre dl e o eixo-x, teremos: dx = cos(teta) dl. Agora, fisicando um pouco, veja o que acontece: à medida que o pulso se propaga segundo a direção x, com velocidade Vonda, a velocidade do elemento dm, de comprimento dl ao longo da corda, é Uy = dparcial f(x,t) / dparcial t = - w A cos (kx - w t). Até aquí, tudo bem. Agora:
3 - Quando a corda está em repouso, dl é horizontal, e é igual a dx, dl = dx, e se diz que dx está no seu estado normal, ou de relaxação. A partir do instante em que o pulso é aplicado, em t = 0, x =0 e y = 0, digamos, dl inclina-se e adquire uma inclinação máxima nesse ponto. Vamos supor que que as forças de ação e reação nas extremidades de dl sejam constantes, de modo que dl está sob ação de uma tensão, está tracionado. Um pulso se propaga, e a energia é transferida ao elemento dl seguinte. Mas esse seguinte, tem uma declividade= tg(teta)=dparcial y / dparcial x menor, cada vez menor, à medida que o pulso avança, até chegar a zero, quando o deslocamento vertical é máximo. Nesse instante, cos (teta=0) = 1, de modo que dl volta ao estado de relação, ou seja dl = dx. Então, dx variou seu "comprimento" à medida que o pulso foi andando. Essa variação em dx, cujo massa é dm = (dens.lienar de massa ) dx, responde pela energia potencial elástica acumulada por dm, durante o puxa-puxa. Tomando dois instantes,consecutivos, t1 e t2, a variação no comprimento efetivo da corda, ao longo da horizontal foi: dl - dx. Então, a Fuc = força por unidade de comprimento, aplicada para produzir o pulso, faz o "comprimento" de relaxação variar de uma distância dl-dx. No ponto de deslocamento máximo, quando a declividade á zero, dl = dx e a energia potencial acumulada é zero. O Elemento dx voltou ao seu estado inicial, de relaxação!. Para uma jusitificativa matemática, temos que Fuc realiza o seguinte trabalho sobre o elemento dm (pois Fuc provocou a variação dl - dx sobre o elemento, nos termos ora postos):
T = Fuc (dl-dx), trabalho realizado por Fuc, ou energia energia potencial elástica recebida pelo elemento dm.

Não é muito difícil encontrar um valor para T, em função da amplitude, do próprio dx e da própria Fuc. A expressão final, após umas ginásticas, é:

T =( Fuc/2) [dparcial f(x,t) / dparcial x)]^2 dx (=Fuc (dl-dx).

Por aquí, também se vê claramente que quando dx = dl, o que ocorre em f(x,t) = A (y máximo).



Léo: Entendo que a energia cinética nessa posição de máxima elongação vertical (y) seja nula (posição de inversão de sentido de movimento do elemento dm), MAS, não entendi essa de energia potencial elástica zero pois "dx está no seu valor normal".

Victor: Será que, agora, fui mais competente, que fiz um "explicamento" melhor?

Vamos aos 'explicamentos'......

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 3 de dezembro de 2005 19:27
Assunto: Re: [ciencialist] interferência


Léo,

Ainda que a mensagem fique grande, e algumas pessoas prefiram que a cada vez apaga-se a anterior, etc., etc., particularmente não faço isso. E não vou fazê-lo agora. Acho que assim facilita a leitura de pessoas que pegaram o bonde andando. Então, vamos lá. Vou usar o estudo anterior, complementando-o e acrescentando informações que foram involuntariamente omitidas. Espero que agora fiquemos mais próximo de algo aceitável. Você será o Juiz.
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, December 03, 2005 12:42 PM
Subject: Re: [ciencialist] interferência


Léo: Olá Victor (com anuência dos demais que podem, a qqer instante, entrar no papo),

Sua primeira proposta provisória parece-me estar no caminho certo, mas ainda não satisfaz. Ainda não apareceu, com clareza, onde o bicho se esconde. E, tal resposta deverá convencer gregos e troianos.
Victor: Mas o bicho não se escondeu. Ele está alí, mostrando as orelhas! Gregos e troianos só reclamarão, agora, se forem muito exigentes e chatos!...Como disse na mensagem anterior, que copio e colo a seguir : "Portanto, há energia presente, ela não é nula. A onda transporta energia positiva, diferente de zero, a uma taxa P = (1/2)x Dens.Linear de Massa x Vel. da onda(não a velocidade do elemento dm, Uy, que é na direção transversal, conforme descrevo abaixo) x (Freq.Angular x Amplitude da Onda)^2, em watt (joule por segundo, calculada sobre um número inteiro de comprimentos de onda". Essa energia que é transportada de elemento dm a elemento dm, num puxa e estica contínuo, é o resultado da aplicação do pulso numa extremidade da corda. No momento da aplicação do pulso, uma certa energia é entregue ao primeiro elemento dm da corda, que é transferida para o dm seguinte, na forma de energia cinética e potencial, pois há movimento e há tensões presentes. A energia total, soma das duas em cada instante, não é constante, é variável, pois o elemento dm, em cada instante, não é um sistema fechado, portanto a energia não tem a obrigação de se conservar, de se manter constante. Basta atentar para o fato de que elementos vizinhos da corda estão fazendo trabalho sobre o dm em consideração. O comportamento do movimento, nesse caso, embora se pareça com um movimento harmônico simples, só faz mesmo se parecer. A energia total é máxima quando o pulso está cruzando o eixo dos x, pois aí a velocidade Uy é máxima bem como a energia potencial acumulada no comprimento elementar dx. Quando o pulso cruza o eixo-x, seu deslocamento é zero. Porém, quando o deslocamento for máximo, isto é, quando y = A(amplitude da onda), a energia total é zero! Tanto a cinética é zero, pois Uy aí é zero, como a potencial, pois aí o dx está no seu valor normal, de relação, como dizem os sabidos dessa história. Então a Energia total passa de um máximo, para um mínimo, pois trabalho externo está sendo realizado pelos elementos dm vizinhos. Acho que, com isso, o assunto fica esclarecido. A energia não se conserva, este é o ponto.
Comentando mais um pouco, sobre como surge essa energia que se propaga segundo a equação que escreví acima. Aquilo lá representa a taxa dW/dt recebida pelo impulso aplicado no primeiro dm(aquí estou idealizando a entrega...).
Neste momento, a velocidade transversal que o dm adquire, Uy, é máxima, e é dada por dy/dt(em y=0), onde y é o deslocamento vertical. Ora, essa F, aplicada pela mão à extremidade da corda, vezes a velocidade instantânea dy/dt do elemento dm, em razão da impulsão, multiplicada por essa dy/dt me dá precisamente a taxa com que o trabalho foi feito ou a energia foi entregue a dm. Portanto, dw/dt = F dy/dt. Esta é taxa com que a energia aplicada se transmite através da corda, na direção do eixo dos x, ou seja longitudinal. Mas dy/dt é a velocidade transversal do elemento dm segundo a vertical. Combinando isto com o teorema que diz que a impulsão é igual à variação da quantidade de movimento sofrida por quem a recebe, o problema fica plenamente esclarecido, ressalvado que, como disse acima, o sistema não é isolado, portanto a energia total varia entre um mínimo e um máximo. Acho que estes esclarecimentos mais o que "despejei" no e-mail anterior, mantido abaixo, aproximam a resposta para algo mais digerível.


Léo: Como meus dois neurônios se interligaram nesta manhã, estou pensando no vetor velocidade vibratória [E = Dy/Dt = awcosw(t - x/V) --- orientado segundo o eixo dos y] e vetor deformação [ H = alfa =~ tg alfa = Dy/Dx = - (aw/V)cosw(t - x/V) --- que é uma rotação e H é perpendicular ao plano de rotação, normalmente orientado segundo z --- regra do saca-rolha]
D = derivada parcial.
A velocidade E e a deformação H são, em cada ponto, dois vetores (variando segundo uma lei senoidal no caso de pulsos harmônicos) ortogonais, que estão em fase em cada ponto da corda e cuja variação em função de x, num instante t, pode ser representado por duas senóides. Esses vetores E e H representam um papel análogo aos vetores campo elétrico e campo magnético na propagação de ondas eletromagnéticas.
Pensando assim, na fase de interferência, o campo E é nulo, mas H não é --- a corda apresenta algum tipo de deformação não visível!
Se em lugar de corda fosse um elástico os meus dois neurônios dizem que a 'espessura' do elástico na região da interferência é menor que a 'espessura' normal do elástico. E, ai estaria escondido o bicho! Mas ... na corda? ... pronto, os dois neurônios se desligaram!
Victor: Me desculpe, mas não pude aprofundar seu raciocíneo acima, pois já me dou por satisfeito com as "broncas" como a que discutí até agora. Assim, deixo para eventualmente comentar em outra oportunidade, se for o caso.


Léo: Bem, continuamos procurando o desaparecido .......

Victor: Acho que o bicho, que só mostrava as orelhas, colocou o focinho de fora também!.
Victor.



===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 2 de dezembro de 2005 20:52
Assunto: Fw: [ciencialist] interferência



----- Original Message -----
From: jvictor
To: JVictor
Sent: Friday, December 02, 2005 8:28 AM
Subject: Re: [ciencialist] interferência


Léo,

Bela questão. Aparentemente trivial. Mas não é. Como ninguem ainda se pronunciou, e como se trata de "uma resposta/proposta preliminar" direi o que penso a respeito. Talvez ajude e talvez façam reparos também. No final, todos ganharão. O que será bom.

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Wednesday, November 30, 2005 12:45 PM
Subject: [ciencialist] interferência


Léo: Grupos.com.brOlá todos,
preciso de um reforço conceitual.
A pergunta base é: numa corda tensa dois pulsos 'iguais', um prá cima e outro prá baixo e de sentidos opostos se sobrepõem numa interferência totalmente destrutiva e a corda fica 'reta'; para onde vai a energia dos pulsos? ou, resumidamente, o que acontece com a energia dos pulsos, no momento do encontro, quando sofrem interferência destrutiva?
Victor:
Para o caso especificamente citado, as ondas são simétricas, necessariamente. Em sendo assim, os deslocamentos, nos mesmos pontos e nos mesmos instantes sãos iguais e de sinais contrários. O deslocamento total é que é zero, pois vale o Princípio da Superposição, razão pela qual o trecho de "cruzamento" parece estar em repouso, mas a onda continua se movendo. Portanto, há energia presente, ela não é nula. A onda transporta energia positiva, diferente de zero, a uma taxa
P = (1/2)x Dens.Linear de Massa x Vel. da onda(não a velocidade do elemento dm, Uy, que é na direção transversal, conforme descrevo abaixo) x (Freq.Angular x Amplitude da Onda)^2, em watt (joule por segundo, calculada sobre um número inteiro de comprimentos de onda. Na segunda parte, detalharei mais sobre isso.

Léo: Eis uma resposta/proposta preliminar:

A energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula) .

Victor: Continuando o raciocínio acima, vou comentar mais um pouco, para aclarar mais as idéias.
Seja um elemento dm da corda. Esse elemento, em repouso, tem as seguintes caracaterísticas: um comprimento dx, uma velocidade transversal Uy=0 e, não estando tensionado, sua energia potencial elástica é zero e sua energia cinética também, pois Uy é zero. As coisas mudam quando a onda passa.
Quando esta passa por dm, acontece o seguinte:
esse elemento dm, de comprimento horizontal dx, fica sob tensão. Adquire energial potencial elástica. igualmente, adquire uma velocidade Uy e se desloca segundo a vertical, portanto adquire energia cinética, proporcional a Uy^2. Pois bem, e a energia potencial, como aparece? Considerando a "extensão" dx de dm, temos que, quando dm se desloca para cima, digamos, o correspondente "comprimento" dx de dm não é mais o dx anterior... É como se esse dx fosse uma projeção sobre o eixo dos x do dx anterior! Ou seja, considerado em relação ao eixo dos x, o "comprimento" dx de elemento dm oscila, aumenta e diminui, de modo a se ajustar, em cada ponto (x,y) e em cada instante t, à propagação senoidal da onda, a qual confere à corda essa mesma forma senoidal, em cada ponto e em cada instante. É interessante: o elemento dx, nesses importantes casos, se comporta como uma mola sob o efeito de uma força restauradora! E isto é o que responde pela energia potencial. Onde dm tiver um dx "normal", isto é, igual ao dx do repouso, a energia potencial é zero. Isto acontece quando dm atinge seu deslocamento vertical máximo. Em y=0, isto é, no instante em que você aplica o pulso, a tensão aplicada é máxima, portanto, aí, teremos: energia cinética máxima, energia potencial máxima(o dx com o máximo de tensão acumulada). Em y=Ym, as duas são nulas, pois, como descrito, Uy é zero e o "dx" correspondente é igual ao dx de quando o elemento dm estava no bem bom, no repouso merecido, sem estar "esticado". E o pulso que volta? Nada tem de especial ou diferente, a não ser pelos seguintes fatos: tem fase invertida, pois foi produzida por uma força de reação, aplicada pelo suporte fixo à corda, sendo os deslocamentos verticais dos elementos dm, da corda, negativos. O pulso é simétrico. Por causa dessa última condição, a partir do instante em que se encontram, o deslocamento vertical, efetivo, de cada ponto é zero!. Em consequência, a região de "cruzamento" dos pulsos permanece imóvel.

Léo: Que acham?

Victor: Acho que a proposta preliminar carece de uns reparos, em vista do que se discutiu: " energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula. " ,
pois foi colocada a condição de energia positiva acima da corda e negativa abaixo. Em ambos os casos, há energia cinética, potencial elástica(oscilações dos elementos dx, bem como a energia transportada pela onda, na taxa escrita acima). O deslocamento nulo ocorre em razão de as ondas serem simétricas e de seus deslocamentos serem iguais e contrários, repito. Além do mais, num mesmo x e num mesmo instante, um mesmo ponto da corda só pode ocupar uma posição. Isto é compulsório. Não tem jeito. Por outro lado, se o pulso que volta não é simétrico, os pontos resultantes não estariam mais sobre "uma linha reta". Lembrar que, mesmo na região de deslocamento nulo, as duas ondas estão em movimento, "se engolindo uma à outra". Só que escondinho. Ninguém vê. Tanto é que depois continuam, como se nada houvesse acontecido. As dissimuladas!...

Não sei se trovejei muito e choví pouco. Amanhã vou rever tudo isso. Mas esta é só a primeira resposta à proposta.

Sds,

Victor.

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SUBJECT: As 12 coisas...
FROM: mauricio@bec.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2005 11:12

Repassando para possiveis comentarios... ( Como o original esta em ingles,
fiz uma traducao capenga...)
Mauricio Mendonca

12 Things that Science Can't Explain...But That Happen Anyway

Dr. Claude Swanson
Author or The Synchronized Universe

A new book, The Synchronized Universe, reveals that the tapestry of modern
science is showing a few tatters...There are many things modern science
cannot explain, and yet they occur anyway. This includes phenomena in the
"hard sciences" as well as in the paranormal.These effects are now being
proven in the laboratory, even though they defy present scientific theory.
These unfolding mysteries point the way to a new, deeper science, a science
which no longer denies spirit and consciousness, but acknowledges and
embraces them.

In the past three decades scientific evidence has accumulated showing that
the present scientific paradigm is broken. In the hard sciences:

1. DARK MATTER of an unknown form makes up most of the matter of the
universe. This matter is not predicted by the standard physics models. The
so-called "Theory of Everything" does not predict and does not understand
what this substance is.

2. THE LAW OF GRAVITY appears to be seriously broken. Experiments by Saxl
and Allais found that Foucault pendulums veer off in strange directions
during solar eclipses. Interplanetary NASA satellites are showing persistent
errors in trajectory. Neither of these is explained or predicted by the
standard theory of gravity known as Einstein's General Relativity.

3. COLD FUSION. The Cold Fusion phenomenon violates physics as we understand
it, and yet it has been duplicated in various forms in over 500 laboratories
around the world. Recent studies by the Electric Power Research Institute, a
large non-profit research organization funded by the nation's power
companies, found that Cold Fusion works. A recent Navy study also verified
the reality of Cold Fusion, and the original MIT study which supposedly
disproved Cold Fusion has been found to have doctored its data. Present day
physics has no explanation for how it works, but it does work.

4. CHARGE CLUSTERS. Under certain conditions, billions of electrons can
"stick together" in close proximity, despite the law of electromagnetism
that like charges repel. Charge clusters are small, one millionth of a meter
in diameter, and are composed of tens or hundreds of billions of electrons.
They should fly apart at enormous speed, but they do not. This indicates
that our laws of electromagnetism are missing something important.

5. COSMOLOGY. Quasars, which are supposed to be the most distant
astronomical objects in the sky, are often found connected to nearby
galaxies by jets of gas. This suggests that they may not be as far away as
previously thought, and their red shifts are due to some other, more unusual
physics which is not yet fully understood.

6. SPEED OF LIGHT, once thought unbreakable, has been exceeded in several
recent experiments. Our notion of what is possible in terms of propagation
speed has been changing as a result. Certain phenomena, such as solar
disturbances on the sun which take more than eight minutes to be visible on
the earth, are registered instantaneously on the acupuncture points of
instrumented subjects. Acupuncture points apparently respond to solar events
by some other force which travels through space at a much higher speed than
light.

To be continue.....

================================================

Dr. Claude Swanson
Autor de O Univesrso Sincronizado}

12 coisas que a ciência não pode explicar... mas que acontecem.

Um novo livro, O Universo Sincronizado, revela que o tapete da ciencia
moderna esta soltando alguns fiapos...Existem muitas coisas que a ciencia
moderna nao pode explicar, e mesmo assim essas coisas acontecem. Isto inclue
fenomenos que ocorrem nas "ciencias academicas" e tambem nas
paranormais.Estes efeitos estao sendo provados em laboratorio, mesmo que
eles desafiem a atual teoria cientifica. Os desdobramentos desses misterios
apontam para um novo caminho para a ciencia, mais profundo, uma ciencia que
nao negue mais por muito o tempo o espirito e a consciencia, mas os
reconheça e os abraçe.

Nas tres ultimas decadas evidencias cientificas acumaladas mostram que o
atual paradigma cientifico foi quebrado. Nas ciencias academicas:

1. MATERIA ESCURA - Uma forma desconhecida de materia que compoe a maior
parte do universo. Esta materia não é prevista pelos modelos padroes da
fisica. A chamada "Teoria do Tudo" nao preve e nao compreende que substancia
é essa.

2. A LEI DA GRAVIDADE parece estar seriamente afetada. Experimentos de Saxl
e Allais mostraram que que os pêndulos de Foucault "veer" apresentam
movimentos estranhos durante eclipses solares. Os satelites
interplanetarios da NASA mostram erros persistentes em sua trajetoria. Nada
disso é explicada ou prevista pela teoria padrao da gravidade conhecida como
Relatividade geral de Einstein.

3. FUSAO A FRIO. Afusao a frio viola a Fisica como a entendemos, e mesmo
assim tem sido replicada de varias formas em mais de 500 labnoratorios ao
redor do mundo. Estudos recentes da Electric Power Research Institute,
fincanciados por poderosas companhias, descobiu que a fusao a frio funciona.
Um estudo recente da marinha (USA) tambem verificou a realidade da Fusao a
Frio, e o estudo original do MIT supostamente refutou a fusao a frio, foram
encontrados dados adulterados. Atualmente a Fisica nao explica como ela
funcionam, mas funciona.

4. CHARGE CLUSTERS. Sob determinadas circunstâncias, os bilhoes de elétrons
podem se concentrar "stick together" na extremidade, apesar da lei do
electromagnetismo que diz que como as cargas se repelem. Os "Charge
Clusters" são pequenos, um milionesimo da medida no diâmetro, e são
compostos dos dez ou das centenas dos bilhoes dos elétrons. Deveriam voar
distante em enome velocidade, mas não voam. Isto indica que em nossas leis
do eletromagnetismo faltam algo importante.

5. COSMOLOGIA. Os quasars, que são supostos para ser os objetos astronômicos
mais distantes no céu, são encontrados frequentemente conectados às galáxias
próximas por jatos de gás. Isto sugere que não podem estar ausentes tão
distante quanto pensaram previamente, e seus deslocamentos vermelhos são
devido a alguma outra coisa, uma física mais incomun que não seja
compreendida ainda inteiramente.


6. A VELOCIDADE DE LUZ, sempre vista como insuperavel, foi excedida em
diversas experiências recentes. Nossa noção de o que é possível nos termos
da velocidade da propagação tem mudado em conseqüência disso. Determinados
fenômenos, tais como os distúrbios solares no sol que fazem exame de mais de
oito minutos para ser visíveis na terra, são registados instantaneamente nos
pontos do acupuncture de objetos instrumentalizados. Os pontos de
acupuncture respondem aparentemente aos eventos solares por alguma outra
força que viaja através do espaço em uma velocidade muito mais elevada do
que a luz.

CONTINUA....







[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: [ciencialist] interferência
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 12:06

Léo,

Em tempo: relendo o texto, vejo que talvez seja melhor mostrar uma das várias maneiras matemáticas de se chegar ao resultado que informei. Como estou a ver navios, lá vai.

1-Vamos considerar a forma geral do deslocamento transversal: y = F(x,t).
Nas condições do texto anterior, vimos que

dl^2 = dx^2 + dy^2,

considerando dl muito pequeno de modo a desprezarmos qualquer curvatura em vista dos esforços transversais sobre o elemento dm de comprimento dl(na direção da corda). (Informação adicional, complementar, que me ocorre agora: os esforços horizontais se cancelam inteiramente, pois não há movimento de massa(dm) segundo a direção do movimento da onda, horizontal. Pois só existe o movimento transversal de dm! Esta é mais uma evidência de que não transporte de matéria pelo onda, embora transporte energia). Só precisamos agora encontrar uma expressão que relacione dl, dx e a função F(x,t), de forma a podermos avaliar a diferença dl-dx em termos dos parâmetros envolvidos no problema.

Um caminho é:

2- A diferencial dy é escrita segundo a regra conhecida:

dy = [ dparcial F(x,t) / dparcial x ] dx.

Substituindo esse dy na equação de dl^2, acima, temos:

dl^2 = dx^2 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx^2, ou, colocando dx^2 em evidência:

dl^2 = {1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx^2, ou, ainda:


dl = sqrt{1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx. (I)

Vemos que essa expressão é da forma sqrt(1+ x), que Newton ensinou que pode ser aproximada para(se x < < 1):

sqrt(1+x) ~= 1 + (1/2) x. Identificando x com [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2

da expressão (I), ficamos com:

dl = { 1 + (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 } dx = dx + (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, ou, para a felicidade geral da nação:


dl - dx = (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, que é válida dentro das hipóteses feitas.


Então, entre dois instantes, a tensão sobre dl produziu a variação dl - dx, dada pelo resultado acima. Se Fuc é uma força por unidade de comprimento, aplicada durante um intervalo dt, o trabalho que realiza, ou a energia que fornece, sobre o elemento dm é:

Fuc (dl-dx) = Fuc (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx.

Isto é identificado como a energia potencial dU associada ao trabalho de Fuc para tensionar dl. É claramente uma energia em forma elástica, uma energia potencial. E este resultado está de acordo com o argumento inicial de que, em y=A, a declividade é zero e dl =dx indica que dx está no seu estado inicial, de relação, portanto não acumula energia potencial, como imediatamente antes de depois. Uma expressão paraq a energia cinética é obtida de maneira mais simples e mais direta. As duas dão a nergia mecância total. Esta, dividida pelo tempo, dá a taxa com que a onda transporta essa energia.

Este resultado, já comentado na msg anterior, esclarece de vez, acho, a questão. Há outras implicações e consequências interessantes, como já pude ver. Há outras maneiras de chegar às mesmas conclusões, como pode ser visto em autores como os da coleção Sears(exclente) ou mesmo a última edição do volume || do Halliday, que não tenho, mas aceitaria como um de presente de Natal! Gosto muito da maneira como Halliday expõe as coisas de física.
Como disse, esse problema não é, de jeito nenhum, trivial. É muito rico em informações sobre movimentos da espécie, que ocorrem na natureza.


Sds,

Victor.










----- Original Message -----
From: jvictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 11:08 AM
Subject: Re: [ciencialist] interferência


Léo,







Léo: explique-me melhor o conteúdo dessa linha:

"Porém, quando o deslocamento for máximo, isto é, quando y = A(amplitude da onda), a energia total é zero! Tanto a cinética é zero, pois Uy aí é zero, como a potencial, pois aí o dx está no seu valor normal, de relação, como dizem os sabidos dessa história."

Victor: Antes de mais nada, corrijo a palavra "relação, acima, para relaxação". Sem esquematizar muito, vou usar alguns argumentos matemáticos com alguma interpretção física, para ver se consigo ser mais claro.
1 - Nao há dúvidas de que a onda se desloca obedecendo a uma função do tipo f(x,t), que mede a amplitude num ponto e num instante dados (x,t). A única representação matemática possível para a propagação de um fenômeno desses é da forma f(x-vt). E não há outra, essa forma é única. Um função que se presta a esse objetivo é uma do tipo y= f(x,t) = f (x-vt) = Asen(kx-wt), onde k é o número de ondas num ciclo (2pi/lâmbda,lâmbda = comprimento de onda), w = velocidade angular = 2pi /T, T=período, A = amplitude da onda, correspondente ao deslocamento vertical máximo. (Há outras funções, além da seno, é claro, atendendo aos mesmos requesitos; mas todas estão relacionadas com funções senoidais. Fourier ajusta isso. E vale o princípio da superposição. Agora, vamos ao seguinte: o pulso foi aplicado. A corda foi tensionada. E por causa disso uma onda carregando energia se propaga, fazendo cada elemento dl da corda deslocar-se transversalmente, conforme já relatei nos e-mais anteriores, quando adiantei as questões da energia entregue à corda e de sua propagação bem como os aspectos de variação ora questionados.
2 - Para esclarecer melhor isso, vou fazer outra abordagem, mas que está na mesma linha de raciocínio. Como o estado de movimento que se propaga impôe à corda deformações tais que sua forma num gráfico x-y é uma senóide, tomemos um comprimento dl da própria corda, que se desloca verticalmente, antes de atingir um pico positivo, e vejamos como se comporta quanto às energia envolvidas e a que esforços está submetido. O elemento de comprimento dl ao longo da corda é pequeno e, apesar de encontrar-se sob ação de uma força para cima, podemos considerar sua curvatura, em consequência, muito pequena, de modo que a decomposição desse elemento dá: dx sobre o eixo-x e dy sobre o eixo-y. Idealizando mais, podemos imaginar um pequeníssimo triângulo retângulo, onde os três infinitesimais se relacionam pelo Teorema de Pitágoras, o obscuro místico. Para qualquer ângulo (teta) entre dl e o eixo-x, teremos: dx = cos(teta) dl. Agora, fisicando um pouco, veja o que acontece: à medida que o pulso se propaga segundo a direção x, com velocidade Vonda, a velocidade do elemento dm, de comprimento dl ao longo da corda, é Uy = dparcial f(x,t) / dparcial t = - w A cos (kx - w t). Até aquí, tudo bem. Agora:
3 - Quando a corda está em repouso, dl é horizontal, e é igual a dx, dl = dx, e se diz que dx está no seu estado normal, ou de relaxação. A partir do instante em que o pulso é aplicado, em t = 0, x =0 e y = 0, digamos, dl inclina-se e adquire uma inclinação máxima nesse ponto. Vamos supor que que as forças de ação e reação nas extremidades de dl sejam constantes, de modo que dl está sob ação de uma tensão, está tracionado. Um pulso se propaga, e a energia é transferida ao elemento dl seguinte. Mas esse seguinte, tem uma declividade= tg(teta)=dparcial y / dparcial x menor, cada vez menor, à medida que o pulso avança, até chegar a zero, quando o deslocamento vertical é máximo. Nesse instante, cos (teta=0) = 1, de modo que dl volta ao estado de relação, ou seja dl = dx. Então, dx variou seu "comprimento" à medida que o pulso foi andando. Essa variação em dx, cujo massa é dm = (dens.lienar de massa ) dx, responde pela energia potencial elástica acumulada por dm, durante o puxa-puxa. Tomando dois instantes,consecutivos, t1 e t2, a variação no comprimento efetivo da corda, ao longo da horizontal foi: dl - dx. Então, a Fuc = força por unidade de comprimento, aplicada para produzir o pulso, faz o "comprimento" de relaxação variar de uma distância dl-dx. No ponto de deslocamento máximo, quando a declividade á zero, dl = dx e a energia potencial acumulada é zero. O Elemento dx voltou ao seu estado inicial, de relaxação!. Para uma jusitificativa matemática, temos que Fuc realiza o seguinte trabalho sobre o elemento dm (pois Fuc provocou a variação dl - dx sobre o elemento, nos termos ora postos):
T = Fuc (dl-dx), trabalho realizado por Fuc, ou energia energia potencial elástica recebida pelo elemento dm.

Não é muito difícil encontrar um valor para T, em função da amplitude, do próprio dx e da própria Fuc. A expressão final, após umas ginásticas, é:

T =( Fuc/2) [dparcial f(x,t) / dparcial x)]^2 dx (=Fuc (dl-dx).

Por aquí, também se vê claramente que quando dx = dl, o que ocorre em f(x,t) = A (y máximo).



Léo: Entendo que a energia cinética nessa posição de máxima elongação vertical (y) seja nula (posição de inversão de sentido de movimento do elemento dm), MAS, não entendi essa de energia potencial elástica zero pois "dx está no seu valor normal".

Victor: Será que, agora, fui mais competente, que fiz um "explicamento" melhor?

Vamos aos 'explicamentos'......

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 3 de dezembro de 2005 19:27
Assunto: Re: [ciencialist] interferência


Léo,

Ainda que a mensagem fique grande, e algumas pessoas prefiram que a cada vez apaga-se a anterior, etc., etc., particularmente não faço isso. E não vou fazê-lo agora. Acho que assim facilita a leitura de pessoas que pegaram o bonde andando. Então, vamos lá. Vou usar o estudo anterior, complementando-o e acrescentando informações que foram involuntariamente omitidas. Espero que agora fiquemos mais próximo de algo aceitável. Você será o Juiz.
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, December 03, 2005 12:42 PM
Subject: Re: [ciencialist] interferência


Léo: Olá Victor (com anuência dos demais que podem, a qqer instante, entrar no papo),

Sua primeira proposta provisória parece-me estar no caminho certo, mas ainda não satisfaz. Ainda não apareceu, com clareza, onde o bicho se esconde. E, tal resposta deverá convencer gregos e troianos.
Victor: Mas o bicho não se escondeu. Ele está alí, mostrando as orelhas! Gregos e troianos só reclamarão, agora, se forem muito exigentes e chatos!...Como disse na mensagem anterior, que copio e colo a seguir : "Portanto, há energia presente, ela não é nula. A onda transporta energia positiva, diferente de zero, a uma taxa P = (1/2)x Dens.Linear de Massa x Vel. da onda(não a velocidade do elemento dm, Uy, que é na direção transversal, conforme descrevo abaixo) x (Freq.Angular x Amplitude da Onda)^2, em watt (joule por segundo, calculada sobre um número inteiro de comprimentos de onda". Essa energia que é transportada de elemento dm a elemento dm, num puxa e estica contínuo, é o resultado da aplicação do pulso numa extremidade da corda. No momento da aplicação do pulso, uma certa energia é entregue ao primeiro elemento dm da corda, que é transferida para o dm seguinte, na forma de energia cinética e potencial, pois há movimento e há tensões presentes. A energia total, soma das duas em cada instante, não é constante, é variável, pois o elemento dm, em cada instante, não é um sistema fechado, portanto a energia não tem a obrigação de se conservar, de se manter constante. Basta atentar para o fato de que elementos vizinhos da corda estão fazendo trabalho sobre o dm em consideração. O comportamento do movimento, nesse caso, embora se pareça com um movimento harmônico simples, só faz mesmo se parecer. A energia total é máxima quando o pulso está cruzando o eixo dos x, pois aí a velocidade Uy é máxima bem como a energia potencial acumulada no comprimento elementar dx. Quando o pulso cruza o eixo-x, seu deslocamento é zero. Porém, quando o deslocamento for máximo, isto é, quando y = A(amplitude da onda), a energia total é zero! Tanto a cinética é zero, pois Uy aí é zero, como a potencial, pois aí o dx está no seu valor normal, de relação, como dizem os sabidos dessa história. Então a Energia total passa de um máximo, para um mínimo, pois trabalho externo está sendo realizado pelos elementos dm vizinhos. Acho que, com isso, o assunto fica esclarecido. A energia não se conserva, este é o ponto.
Comentando mais um pouco, sobre como surge essa energia que se propaga segundo a equação que escreví acima. Aquilo lá representa a taxa dW/dt recebida pelo impulso aplicado no primeiro dm(aquí estou idealizando a entrega...).
Neste momento, a velocidade transversal que o dm adquire, Uy, é máxima, e é dada por dy/dt(em y=0), onde y é o deslocamento vertical. Ora, essa F, aplicada pela mão à extremidade da corda, vezes a velocidade instantânea dy/dt do elemento dm, em razão da impulsão, multiplicada por essa dy/dt me dá precisamente a taxa com que o trabalho foi feito ou a energia foi entregue a dm. Portanto, dw/dt = F dy/dt. Esta é taxa com que a energia aplicada se transmite através da corda, na direção do eixo dos x, ou seja longitudinal. Mas dy/dt é a velocidade transversal do elemento dm segundo a vertical. Combinando isto com o teorema que diz que a impulsão é igual à variação da quantidade de movimento sofrida por quem a recebe, o problema fica plenamente esclarecido, ressalvado que, como disse acima, o sistema não é isolado, portanto a energia total varia entre um mínimo e um máximo. Acho que estes esclarecimentos mais o que "despejei" no e-mail anterior, mantido abaixo, aproximam a resposta para algo mais digerível.


Léo: Como meus dois neurônios se interligaram nesta manhã, estou pensando no vetor velocidade vibratória [E = Dy/Dt = awcosw(t - x/V) --- orientado segundo o eixo dos y] e vetor deformação [ H = alfa =~ tg alfa = Dy/Dx = - (aw/V)cosw(t - x/V) --- que é uma rotação e H é perpendicular ao plano de rotação, normalmente orientado segundo z --- regra do saca-rolha]
D = derivada parcial.
A velocidade E e a deformação H são, em cada ponto, dois vetores (variando segundo uma lei senoidal no caso de pulsos harmônicos) ortogonais, que estão em fase em cada ponto da corda e cuja variação em função de x, num instante t, pode ser representado por duas senóides. Esses vetores E e H representam um papel análogo aos vetores campo elétrico e campo magnético na propagação de ondas eletromagnéticas.
Pensando assim, na fase de interferência, o campo E é nulo, mas H não é --- a corda apresenta algum tipo de deformação não visível!
Se em lugar de corda fosse um elástico os meus dois neurônios dizem que a 'espessura' do elástico na região da interferência é menor que a 'espessura' normal do elástico. E, ai estaria escondido o bicho! Mas ... na corda? ... pronto, os dois neurônios se desligaram!
Victor: Me desculpe, mas não pude aprofundar seu raciocíneo acima, pois já me dou por satisfeito com as "broncas" como a que discutí até agora. Assim, deixo para eventualmente comentar em outra oportunidade, se for o caso.


Léo: Bem, continuamos procurando o desaparecido .......

Victor: Acho que o bicho, que só mostrava as orelhas, colocou o focinho de fora também!.
Victor.



===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 2 de dezembro de 2005 20:52
Assunto: Fw: [ciencialist] interferência



----- Original Message -----
From: jvictor
To: JVictor
Sent: Friday, December 02, 2005 8:28 AM
Subject: Re: [ciencialist] interferência


Léo,

Bela questão. Aparentemente trivial. Mas não é. Como ninguem ainda se pronunciou, e como se trata de "uma resposta/proposta preliminar" direi o que penso a respeito. Talvez ajude e talvez façam reparos também. No final, todos ganharão. O que será bom.

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Wednesday, November 30, 2005 12:45 PM
Subject: [ciencialist] interferência


Léo: Grupos.com.brOlá todos,
preciso de um reforço conceitual.
A pergunta base é: numa corda tensa dois pulsos 'iguais', um prá cima e outro prá baixo e de sentidos opostos se sobrepõem numa interferência totalmente destrutiva e a corda fica 'reta'; para onde vai a energia dos pulsos? ou, resumidamente, o que acontece com a energia dos pulsos, no momento do encontro, quando sofrem interferência destrutiva?
Victor:
Para o caso especificamente citado, as ondas são simétricas, necessariamente. Em sendo assim, os deslocamentos, nos mesmos pontos e nos mesmos instantes sãos iguais e de sinais contrários. O deslocamento total é que é zero, pois vale o Princípio da Superposição, razão pela qual o trecho de "cruzamento" parece estar em repouso, mas a onda continua se movendo. Portanto, há energia presente, ela não é nula. A onda transporta energia positiva, diferente de zero, a uma taxa
P = (1/2)x Dens.Linear de Massa x Vel. da onda(não a velocidade do elemento dm, Uy, que é na direção transversal, conforme descrevo abaixo) x (Freq.Angular x Amplitude da Onda)^2, em watt (joule por segundo, calculada sobre um número inteiro de comprimentos de onda. Na segunda parte, detalharei mais sobre isso.

Léo: Eis uma resposta/proposta preliminar:

A energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula) .

Victor: Continuando o raciocínio acima, vou comentar mais um pouco, para aclarar mais as idéias.
Seja um elemento dm da corda. Esse elemento, em repouso, tem as seguintes caracaterísticas: um comprimento dx, uma velocidade transversal Uy=0 e, não estando tensionado, sua energia potencial elástica é zero e sua energia cinética também, pois Uy é zero. As coisas mudam quando a onda passa.
Quando esta passa por dm, acontece o seguinte:
esse elemento dm, de comprimento horizontal dx, fica sob tensão. Adquire energial potencial elástica. igualmente, adquire uma velocidade Uy e se desloca segundo a vertical, portanto adquire energia cinética, proporcional a Uy^2. Pois bem, e a energia potencial, como aparece? Considerando a "extensão" dx de dm, temos que, quando dm se desloca para cima, digamos, o correspondente "comprimento" dx de dm não é mais o dx anterior... É como se esse dx fosse uma projeção sobre o eixo dos x do dx anterior! Ou seja, considerado em relação ao eixo dos x, o "comprimento" dx de elemento dm oscila, aumenta e diminui, de modo a se ajustar, em cada ponto (x,y) e em cada instante t, à propagação senoidal da onda, a qual confere à corda essa mesma forma senoidal, em cada ponto e em cada instante. É interessante: o elemento dx, nesses importantes casos, se comporta como uma mola sob o efeito de uma força restauradora! E isto é o que responde pela energia potencial. Onde dm tiver um dx "normal", isto é, igual ao dx do repouso, a energia potencial é zero. Isto acontece quando dm atinge seu deslocamento vertical máximo. Em y=0, isto é, no instante em que você aplica o pulso, a tensão aplicada é máxima, portanto, aí, teremos: energia cinética máxima, energia potencial máxima(o dx com o máximo de tensão acumulada). Em y=Ym, as duas são nulas, pois, como descrito, Uy é zero e o "dx" correspondente é igual ao dx de quando o elemento dm estava no bem bom, no repouso merecido, sem estar "esticado". E o pulso que volta? Nada tem de especial ou diferente, a não ser pelos seguintes fatos: tem fase invertida, pois foi produzida por uma força de reação, aplicada pelo suporte fixo à corda, sendo os deslocamentos verticais dos elementos dm, da corda, negativos. O pulso é simétrico. Por causa dessa última condição, a partir do instante em que se encontram, o deslocamento vertical, efetivo, de cada ponto é zero!. Em consequência, a região de "cruzamento" dos pulsos permanece imóvel.

Léo: Que acham?

Victor: Acho que a proposta preliminar carece de uns reparos, em vista do que se discutiu: " energia potencial total do sistema "corda" é ZERO; o pulso progressivo transporta energia potencial positiva (deformação acima da corda), o pulso retrógrado transporta energia potencial negativa (deformação abaixo da corda). A todo instante o sistema tem energia potencial nula (a corda 'reta' tem energia potencial nula. " ,
pois foi colocada a condição de energia positiva acima da corda e negativa abaixo. Em ambos os casos, há energia cinética, potencial elástica(oscilações dos elementos dx, bem como a energia transportada pela onda, na taxa escrita acima). O deslocamento nulo ocorre em razão de as ondas serem simétricas e de seus deslocamentos serem iguais e contrários, repito. Além do mais, num mesmo x e num mesmo instante, um mesmo ponto da corda só pode ocupar uma posição. Isto é compulsório. Não tem jeito. Por outro lado, se o pulso que volta não é simétrico, os pontos resultantes não estariam mais sobre "uma linha reta". Lembrar que, mesmo na região de deslocamento nulo, as duas ondas estão em movimento, "se engolindo uma à outra". Só que escondinho. Ninguém vê. Tanto é que depois continuam, como se nada houvesse acontecido. As dissimuladas!...

Não sei se trovejei muito e choví pouco. Amanhã vou rever tudo isso. Mas esta é só a primeira resposta à proposta.

Sds,

Victor.

[]'
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SUBJECT: Re: [ciencialist] As 12 coisas...
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 12:11

Se acrescentarmos nisso tudo a idéia de "espírito", tudo fica resolvido? Bolas! para a Ciência isso passará a ser uma mão na roda! Quando algo não dá certo 'justinho' é só falar que a diferença fica por conta dos espíritos! E como 'espírito' não requer qqer outra justificação, tá tudo resolvido. É meu parecer divino que devemos incluir o 'espírito' nos conceitos científicos.

"Onde está a energia da onda na região da interferência destrutiva?"
Resposta: Acumulada no espírito da corda. Depois da interferência o espírito devolve a energia para os pulsos.
Agora sim estou satisfeito --- isso agrada gregos e troianos!

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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-----Mensagem Original-----
De: <mauricio@bec.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 11:12
Assunto: [ciencialist] As 12 coisas...


Repassando para possiveis comentarios... ( Como o original esta em ingles,
fiz uma traducao capenga...)
Mauricio Mendonca

12 Things that Science Can't Explain...But That Happen Anyway

Dr. Claude Swanson
Author or The Synchronized Universe

A new book, The Synchronized Universe, reveals that the tapestry of modern
science is showing a few tatters...There are many things modern science
cannot explain, and yet they occur anyway. This includes phenomena in the
"hard sciences" as well as in the paranormal.These effects are now being
proven in the laboratory, even though they defy present scientific theory.
These unfolding mysteries point the way to a new, deeper science, a science
which no longer denies spirit and consciousness, but acknowledges and
embraces them.

[ ... ]


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: lampadas
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 12:13

Faz. O cara fica careca e brocha.

Sds,
Victor.
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Monday, December 05, 2005 8:53 AM
Subject: [ciencialist] Fw: lampadas


Alguém sabe o que é isso?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: agnisdaise
Para: leobarretos
Enviada em: sábado, 3 de dezembro de 2005 22:03
Assunto: lampadas


na drenagem linfatica, pegam um arco com varias lampadas mais ou menos 6 passam oleo de semente de uva te envolvem com saco plastico e uma toalha por 25 minutos te colocam
dentro e abafam com um pano, fica bem quente. quero saber se faz mau a saude.
tenho 31 anos.


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Version: 7.1.362 / Virus Database: 267.13.11/191 - Release Date: 02/12/2005


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: lampadas
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 12:40

Aviso à pessoa que fez a pergunta.

O que eu disse abaixo é brincadeira. Não leve a sério. Mas o máximo que posso responder, de maneira séria, é: se é um procedimento médico, se mal fizer, será menor do que não fazer o procedimento. Resposta tangencial.

Victor.


----- Original Message -----
From: jvictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 12:13 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fw: lampadas


Faz. O cara fica careca e brocha.

Sds,
Victor.
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Monday, December 05, 2005 8:53 AM
Subject: [ciencialist] Fw: lampadas


Alguém sabe o que é isso?

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: agnisdaise
Para: leobarretos
Enviada em: sábado, 3 de dezembro de 2005 22:03
Assunto: lampadas


na drenagem linfatica, pegam um arco com varias lampadas mais ou menos 6 passam oleo de semente de uva te envolvem com saco plastico e uma toalha por 25 minutos te colocam
dentro e abafam com um pano, fica bem quente. quero saber se faz mau a saude.
tenho 31 anos.


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SUBJECT: RES: [ciencialist] As 12 coisas...
FROM: mauricio@bec.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2005 12:45

Penso que o autor relaciona esses seis topicos em apoio a sua afirmacao
"This includes phenomena in the "hard sciences"..." e "showing that the
present scientific paradigm is broken". Nao fazia aí relacao ao 'espirito'.
A "culpa" foi minha ao dividir o texto em dois, na tentativa de o foco nao
cair nos fenomenos 'ditos' paranormais.

Se esses **seis** dos 12 pontos tiverem realmente uma base solida, apontam
realmente para uma quebra de paradigmas na Fisica. Eles tem fundamento?

Abracos Fraternos
Mauricio Mendonca




-----Mensagem original-----
De: Luiz Ferraz Netto [mailto:leobarretos@uol.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 11:12
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] As 12 coisas...


Se acrescentarmos nisso tudo a idéia de "espírito", tudo fica resolvido?
Bolas! para a Ciência isso passará a ser uma mão na roda! Quando algo não dá
certo 'justinho' é só falar que a diferença fica por conta dos espíritos! E
como 'espírito' não requer qqer outra justificação, tá tudo resolvido. É meu
parecer divino que devemos incluir o 'espírito' nos conceitos científicos.

"Onde está a energia da onda na região da interferência destrutiva?"
Resposta: Acumulada no espírito da corda. Depois da interferência o espírito
devolve a energia para os pulsos.
Agora sim estou satisfeito --- isso agrada gregos e troianos!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: <mauricio@bec.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 11:12
Assunto: [ciencialist] As 12 coisas...


Repassando para possiveis comentarios... ( Como o original esta em ingles,
fiz uma traducao capenga...)
Mauricio Mendonca

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Dr. Claude Swanson
Author or The Synchronized Universe

A new book, The Synchronized Universe, reveals that the tapestry of modern
science is showing a few tatters...There are many things modern science
cannot explain, and yet they occur anyway. This includes phenomena in the
"hard sciences" as well as in the paranormal.These effects are now being
proven in the laboratory, even though they defy present scientific theory.
These unfolding mysteries point the way to a new, deeper science, a science
which no longer denies spirit and consciousness, but acknowledges and
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SUBJECT: P/ Leo - As 12 coisas...
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 13:04

Olá Leo

Compartilho totalmente com sua irritação com o preenchimento "espiritual" das lacunas, a "fuga" padrão para justificar superstições com o inexplicável. Mas penso que neste caso, não deve ser totalmetne culpa do autor de Things that Science Can't Explain (embora não possa ter certeza disso.:-), já que qualquer cientista digno desse nome SABE que a ciência tem, em qualquer área (e não apenas na fisica) coisas a descobrir. Ou seriam inúteis todos os laboratorios de pesquisa, todos os estudos, todos os esforços para continuar a entender o universo. Todas as respostas já estariam prontas..:-)

Acho que frases como "tapete da ciência soltando fiapos" devem ter sido criadas para vender o livro, pela midia e pela propaganda, e até por quem, inocentemente, pensa que a falta de explicação de algo é uma evidência "contra" a ciência.

Talvez seja responsabilidade do autor, em especial as tentativas de "encaixar" espiritos em algumas lacunas, mas uma leitura rápida nos fenomenos "misteriosos" elencados mostra que todos eles foram "produzidos" pela ciência. São mistérios, coisas que acontecem, que só puderam ser descobertas pela própria ciência (acho que nem o Mauricio atentou para esse ponto..:-)

Longe de ser um problema ou uma falha da ciência, é uma de suas maiores virtudes descobrir novas perguntas, ao descobrir as respostas para velhos problemas. A "matéria escura", por exemplo, só é um mistério devido as equações da fisica moderna, que avaliam as forças do universo. Forças que, de outro modo, ficariam desconhecidas para sempre, sem a ciência (espiritos não sabem, nunca souberam, nada sobre matéria escura, sobre galáxias distantes, sobre equações cosmológicas, etc).

Esta frase a seguir é reveladora, do desconhecimento sobre o que é ciência e também o método científico:

"Estes efeitos estao sendo provados em laboratorio, mesmo que eles desafiem a atual teoria cientifica."

TODO experimento desafia a teoria científica. É a base desse processo, esse desafio. É a sintese do método científico. Apenas sobrevivendo a desafios diários, por muito tempo, é que uma teoria se torna confiável. Alegar que experimentos, efeitos, "desafiam" a ciência, é uma asneira, se o sentido é dizer que isso significa uma falha da ciência..:-)

Um livro como esse, se não fosse o sensacionalismo e as tolices a respeito de explicações alternativas (e sem base, como espíritos) bem que poderia ser um manual para estudantes de ciência, de física, etc. Seria lido como "em que área da ciência hoje vale a pena se aprofundar, descobrir novas respostas (e novas perguntas) que valham a pena (e que talvez me deem um Nobel)?".

São áreas limite, com certeza, onde a pesquisa está se iniciando. E está se iniciando porque as perguntas que surgiram, surgiram recentemente, devido exatamente as respostas produzidas pela ciência para outras questões. Como sempre acontece com a ciência.

Deus das lacunas. Não sabemos o que é um vulcão, então um vulcão é uma divindade, um demonio, a manifestação de espíritos, etc. E as perguntas decorrentes dessa "sabedoria" são, como acalmar o espirito do vulcão, para que ele não nos destrua? Que sacrificio ele deseja?

Finalmente, descobrirmos que vulcões são o fluxo de pedra derretida (magma) vindo do fundo da Terra. E as perguntas que esse conehcimento (agora real e confiável) produz são, por que isso acontece, por que vulcões existem em alguns lugares e não em outros, como prever sua erupção? E estas perguntas nos levaram a conhecer a composição do planeta, a descobrir as placas tectonicas, a deriva dos continentes, a explicar as massas dos continentes, e a muitas outras perguntas e respostas.

Essa a diferença entre uma explicação para "prencher lacunas com crenças" e uma explicação científica. Esconder espiritos nas dobras das "branas", é prematuro, e irracional.

O Dr. Swanson poderia ter escrito um livro sobre geologia, biofisica, astronomia, biologia, quimica, etc, sobre qualquer área do conehcimento humano, e ainda teria perguntas sem resposta para mostrar. Não como uma "falha" da ciência, mas como demonstração de seu vigor, de sua honestidade em produzir respostas e perguntas, de sua confiabilidade e transparencia, etc.

A ciência não alega ter TODAS as respostas. E SABE que a cada resposta, novas perguntas (que não teriam sido feitas sem ela) surgirão. Ela alega, apenas, que as respostas que produz, são mais confiáveis, mais corretas e mais precisas que qualquer outra disponível, inclusive as "alternativas" sem base da superstição.

Um abraço.

Homero




----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 12:11 PM
Subject: Re: [ciencialist] As 12 coisas...


Se acrescentarmos nisso tudo a idéia de "espírito", tudo fica resolvido? Bolas! para a Ciência isso passará a ser uma mão na roda! Quando algo não dá certo 'justinho' é só falar que a diferença fica por conta dos espíritos! E como 'espírito' não requer qqer outra justificação, tá tudo resolvido. É meu parecer divino que devemos incluir o 'espírito' nos conceitos científicos.

"Onde está a energia da onda na região da interferência destrutiva?"
Resposta: Acumulada no espírito da corda. Depois da interferência o espírito devolve a energia para os pulsos.
Agora sim estou satisfeito --- isso agrada gregos e troianos!

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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-----Mensagem Original-----
De: <mauricio@bec.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 11:12
Assunto: [ciencialist] As 12 coisas...


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Mauricio Mendonca

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: As 12 coisas...
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2005 13:22

--- Em ciencialist "Leo" escreveu

> ...
> Se acrescentarmos nisso tudo a idéia de "espírito",
> tudo fica resolvido? Bolas! para a Ciência isso
> passará a ser uma mão na roda! Quando algo não
> dá certo 'justinho' é só falar que a diferença
> fica por conta dos espíritos! E como 'espírito'
> não requer qqer outra justificação, tá tudo
> resolvido. É meu parecer divino que devemos
> incluir o 'espírito' nos conceitos científicos.
> ...

Mas isto já acontece só que espírito tem outros nomes.

São os famosos (dogmas) efeitos quânticos e relativísticos.

:-)
:-)
:-)

[ ]'s
Hélio





SUBJECT: A física do dia-a-dia: como funciona um carro
FROM: "Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2005 15:02

Revista Eletrônica - Pré-Vestibular Anglo

A física do dia-a-dia: como funciona um carro?
http://www.cursoanglo.com.br/anglo/disciplinas/Downloads.asp?
Arq=fisica_2006.pdf

Parabéns pelos idealizadores da revista. Está muito legal!

[]'s do Emiliano Chemello




SUBJECT: Re: Fw: [ciencialist] interferência
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2005 15:03

Victor,

Desculpe novamente a minha *interferência* neste assunto.
:-)

--- Em ciencialist "jvictor" escreveu---

>... Este resultado, já comentado na msg anterior,
> esclarece de vez, acho, a questão. ...

Acho que não.
Sua explicação foi brilhante como sempre. (Principalmente por ter
mencionado Newton e não Einstein).

:-)

Mas a questão inicial do Léo foi sobre o ENCONTRO das duas ondas.
Neste momento um dx qualquer da região de encontro não tem nenhuma
inclinação. Logo energia potencial zero de acordo com seu
raciocínio. Não existe nas vizinhanças (e nem no resto da corda)
alguma inclinação que possa transmitir energia para este dx (ou
melhor, dm) no decorrer do tempo. No entanto, momentos depois as
ondas continuam.
Onde estava a energia no momento do encontro?
Para mim, fica claro que estava nas contrações e trações que existem
mesmo com a corda reta neste instante. Como, de outra forma, falou o
Léo em sua MSG original.

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51719

> ...
> Pois só existe o movimento transversal
> de dm! Esta é mais uma evidência...

Onde está a evidência???
Para mim, isto é um dogma a ser derrubado.

[ ]'s
Hélio

Veja minha MSG anterior:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51782


Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "jvictor" <jvoneto@u...>
escreveu
> Léo,
>
> Em tempo: relendo o texto, vejo que talvez seja melhor mostrar uma
das várias maneiras matemáticas de se chegar ao resultado que
informei. Como estou a ver navios, lá vai.
>
> 1-Vamos considerar a forma geral do deslocamento transversal: y =
F(x,t).
> Nas condições do texto anterior, vimos que
>
> dl^2 = dx^2 + dy^2,
>
> considerando dl muito pequeno de modo a desprezarmos qualquer
curvatura em vista dos esforços transversais sobre o elemento dm de
comprimento dl(na direção da corda). (Informação adicional,
complementar, que me ocorre agora: os esforços horizontais se
cancelam inteiramente, pois não há movimento de massa(dm) segundo a
direção do movimento da onda, horizontal. Pois só existe o movimento
transversal de dm! Esta é mais uma evidência de que não transporte
de matéria pelo onda, embora transporte energia). Só precisamos
agora encontrar uma expressão que relacione dl, dx e a função
F(x,t), de forma a podermos avaliar a diferença dl-dx em termos dos
parâmetros envolvidos no problema.
>
> Um caminho é:
>
> 2- A diferencial dy é escrita segundo a regra conhecida:
>
> dy = [ dparcial F(x,t) / dparcial x ] dx.
>
> Substituindo esse dy na equação de dl^2, acima, temos:
>
> dl^2 = dx^2 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx^2, ou, colocando
dx^2 em evidência:
>
> dl^2 = {1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx^2, ou, ainda:
>
>
> dl = sqrt{1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx. (I)
>
> Vemos que essa expressão é da forma sqrt(1+ x), que Newton ensinou
que pode ser aproximada para(se x < < 1):
>
> sqrt(1+x) ~= 1 + (1/2) x. Identificando x com [dparcial F(x,t) /
dparcial x]^2
>
> da expressão (I), ficamos com:
>
> dl = { 1 + (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 } dx = dx +
(1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, ou, para a felicidade
geral da nação:
>
>
> dl - dx = (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, que é válida
dentro das hipóteses feitas.
>
>
> Então, entre dois instantes, a tensão sobre dl produziu a variação
dl - dx, dada pelo resultado acima. Se Fuc é uma força por unidade
de comprimento, aplicada durante um intervalo dt, o trabalho que
realiza, ou a energia que fornece, sobre o elemento dm é:
>
> Fuc (dl-dx) = Fuc (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx.
>
> Isto é identificado como a energia potencial dU associada ao
trabalho de Fuc para tensionar dl. É claramente uma energia em forma
elástica, uma energia potencial. E este resultado está de acordo com
o argumento inicial de que, em y=A, a declividade é zero e dl =dx
indica que dx está no seu estado inicial, de relação, portanto não
acumula energia potencial, como imediatamente antes de depois. Uma
expressão paraq a energia cinética é obtida de maneira mais simples
e mais direta. As duas dão a nergia mecância total. Esta, dividida
pelo tempo, dá a taxa com que a onda transporta essa energia.
>
> Este resultado, já comentado na msg anterior, esclarece de vez,
acho, a questão. Há outras implicações e consequências
interessantes, como já pude ver. Há outras maneiras de chegar às
mesmas conclusões, como pode ser visto em autores como os da coleção
Sears(exclente) ou mesmo a última edição do volume || do Halliday,
que não tenho, mas aceitaria como um de presente de Natal! Gosto
muito da maneira como Halliday expõe as coisas de física.
> Como disse, esse problema não é, de jeito nenhum, trivial. É
muito rico em informações sobre movimentos da espécie, que ocorrem
na natureza.
>
>
> Sds,
>
> Victor.





SUBJECT: As 12 coisas... 6 a 12
FROM: mauricio@bec.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2005 15:27

paranormal effects are real, and can be verified and studied scientifically.
===========================================================================

A new book, The Synchronized Universe, reveals that the tapestry of modern
science is showing a few tatters...There are many things modern science
cannot explain, and yet they occur anyway. This includes phenomena in the
"hard sciences" as well as in the paranormal.These effects are now being
proven in the laboratory, even though they defy present scientific theory.
These unfolding mysteries point the way to a new, deeper science, a science
which no longer denies spirit and consciousness, but acknowledges and
embraces them.

Um novo livro, O Universo Sincronizado, revela que o tapete da ciencia
moderna esta soltando alguns fiapos...Existem muitas coisas que a ciencia
moderna nao pode explicar, e mesmo assim essas coisas acontecem. Isto inclue
fenomenos que ocorrem nas "ciencias academicas" e tambem nas
paranormais.Estes efeitos estao sendo provados em laboratorio, mesmo que
eles desafiem a atual teoria cientifica. Os desdobramentos desses misterios
apontam para um novo caminho para a ciencia, mais profundo, uma ciencia que
nao negue mais por muito o tempo o espirito e a consciencia, mas os
reconheça e os abraçe.


This covers just a few of the more glaring anomalies in the "hard sciences."
Evidence has also accumulated in the laboratory that many paranormal effects
are real, and can be verified and studied scientifically. Among these are
the following:

Isto (1 a 6) cobre apenas algumas das anomalias evidentes "nas ciências
exatas." A evidência acumulada demonstrou também no laboratório que muitos
efeitos paranormais são reais, e pode ser verificada e estudado
cientificamente. Entre estes são os seguintes:

7. ESP. Large-scale experiments by the Princeton PEAR Lab as well as other
laboratories have proven that ESP is a real, statistically verifiable
scientific phenomenon. Thousands of experiments have been conducted with
dozens of subjects, which demonstrate that this form of communication is
real, and that it does not weaken measurably with distance. This makes it
unlike any known physical force.

7. ESP (Percepcao Extra Sensorial). As experiências em larga escala feitas
pelo Princeton PEAR Lab assim como outros laboratórios provaram que ESP é um
fenômeno científico real, estatìsticamente verificavel. Os milhares das
experimentos foram conduzidos com dúzias de sujeitos, que demonstram que
esta forma de comunicação é real, e que não se enfraquece proporcionalmente
com distância. Isto é contrário a toda a força física conhecida.

8. PSYCHOKINESIS, OR MIND OVER MATTER. The ability to exert psychic force
over objects at a distance has also been demonstrated in large-scale
experiments. Even over distances of thousands of miles, the behavior of
certain machines, called REGs for Random Event Generators, have been altered
by the intention, or the psychic force of a distant person. The odds that
these effects are real, and not due to chance, is now measured in billions
to one. In other words, this phenomenon is real.

8. PSICOSINESE, OU MENTE SOBRE A MATERIA. A habilidade para exercer uma
força sobre objetos a distancia foi tambem demonstrada em experimentos em
larga escala. Mesmo em distancia maiores que milhares de milhas, o
comportamento de certas maquinas chamadas REGs (Geradores de Eventos
Aleatorios), tem sido alterado pela intencao, ou de uma força psiquica de
alguem distante. A probalidade de que esses efeitos sejam reais, e nao
devido ao acaso, é agora medida em 1 bilhao para 1. Em outras palavras, Este
fenomeno é real.

9. REMOTE VIEWING. The American military conducted a secret remote viewing
program for almost two decades. It was supported because it worked, and
evidence of its success has now become public. The remote viewers have
demonstrated that it is possible to view "targets" which are remote in space
and time. In many cases details which were unavailable any other way were
acquired by the viewers. Rigorous statistical experiments have confirmed
that remote viewing has accuracy far above chance, and represents a real
phenomenon which defies present science.

9. VISÃO REMOTA. OS militares Americanos conduzem um programa secreto de
visao remota ha mais de duas decadas. Foi mantido porque deu resultado, e a
evidencia desse suscesso foi agora topenado publico. Os "visualizadores
remotos" tem demonstrado que é possivel ver "alvos" os quais estao distantes
no espaco e no tempo. Em muitos casos detalhes que estao indisponiveis a
todas pessoas são captados pelos "visualisadores". Experimentos estatistivos
rigorosos tem confirmado que a "visao remota" tem acertado muito acima do
acaso, e representa um fenomeno real que desafiam a ciencia atual.

10. TIME AND PROPHECY. One unusual aspect of ESP, Remote Viewing and
Psychokinesis is that "time" doesn't seem to matter. One can exert an
influence or acquire information in the past and in the future, almost as
easily as in the present. In conventional physics, the order of events is
very important, but in the realm of psychic phenomena there seems to be a
flexibility to move in time that defies current physics.

10. TEMPO E PROFECIA. Um nao usual aspecto de ESP, Visao Remota e
Psicosinese é que parece nao se importar com o "tempo". Alguem pode exercer
influencia ou obter informacao no passado ou no futuro, quase tao facilmente
quanto o presente. Na Fisica convencional, a ordem dos eventos é muito
importante, mas no ambito dos fenomenos psiquicos parece haver uma certa
flexibilidade para mover-se no tempo que desafia a Fisica atual.

11. OUT-OF-BODY EXPERIENCE. Experiments have been performed which show that,
during some out-of-body experiences, the "astral body" or center of
consciousness of the individual can be detected at remote locations. When
individuals go "out of body" and focus their consciousness at another
location, physical disturbances have been measured at that remote location.
These include anomalous light, electrical, magnetic and other physical
forces which indicate the "astral body" sometimes has physically measurable
properties.

11. EXPERINCIAS FORA DO CORPO. Foram feitas experiencias que mostram que
durante algumas OOBE, o "corpo astral" ou centro da consciencia de um
individuo pode ser detectado em locais remotos. Quando individuos estao
"fora do corpo" e o focalizam sua consciencia em outro local, disturbios
fisicos sao dertectados nesse local remoto. Isto inclui anomalias oticas,
eletricas, magneticos e outras forças fisicas indicam que o "corpo astral"
algumas vezes ter propriedades fisicas mensuraveis.

12. GHOSTS. Modern scientific ghost hunters use magnetic, electrical,
optical and thermal sensors when they survey supposedly haunted sites. In
hundreds of cases, technically trained researchers have found measurable
physical anomalies when ghosts are said to be present. Although some people
have claimed to see ghosts, and many have reported anomalous cold spots and
described a strange chill on their skin, modern ghost hunters have shown
that unusual magnetic fields and strong voltages also occur in these same
haunted locations. Unusual orbs have been photographed at the same time that
magnetic and electrical disturbances are measured. None of these can be
explained by conventional science.

12. FANTASMAS. Caçadores de fantasmas modernos usam sensores magneticos,
eletricos, oticoas e termicos quando examinam locais supostamente
assombrados. Em centenas de casos, invetigadores tecnicos treinados tem
encontrado anomalias fisicas mensuraveis quando os fantasmas dizem estar
presente. Embora algumas pessoas aleguem ver fantasmas, e muitos tem
reportado pontos frios anomalos e um estranho em sua pele, os caçadores
modernos tem mostrado que um nao usual campo magnetico e fortes voltagens
tambem ocorre nesses mesmos locais assombrados. Globos extranhos foram
fotografados ao mesmo tempo que sao medidos disturbios magnetivos e
eletricos. Nada disso pode ser explicado pela ciencia convencional.








SUBJECT: energia elétrica x energia química
FROM: "Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2005 16:59

e ai, o que respondo para o rapaz?

[]'s

Emiliano Chemello

---

de: viniciusmunhos@hotmail.com

Prof.Emiliano Aqui é o Vinicis MUnhoz. e Jancerclei
Prof estamos com uma dificudade e achmaos vc no seu site....
Eu gostaria de de pedir sua ajuda se for possivel

Eu gostaria de saber.

È possivel transformar energia eletrica em energia quimica?

por favor nos ajude
se possivel nos responder hoje....ou antes de quinta-feira

abrigado pela sua atençao... abraço




SUBJECT: energia elétrica x energia química
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 17:12

Baterias recarregáveis seria uma boa resposta, não?

Homero
----- Original Message -----
From: Emiliano Chemello
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 4:59 PM
Subject: [ciencialist] energia elétrica x energia química


e ai, o que respondo para o rapaz?

[]'s

Emiliano Chemello

---

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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Leo - As 12 coisas...
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 18:48

Olá Oráculo e todos,

mas, ...

isso sabemos nós que dedicamos alguns neurônios à ciência

mas, ...

o que me deixa mais puto da vida é o fato deles mostrarem 'falhas' (cujos conceitos nem existiriam se a ciência não os tivesse destacados) da ciência e nunca, nunquinha, proporem absolutamente nada com seus espíritos, pseudociências, misticismos, esoterismos etc.
Se produzissem pelo menos uma única coisinha para mostrarem que essa 'corrente de estudo' é prolífera até que teriam alguma base para abrir a boca.
Gostaria imensamente de ler nas manchetes (mesmo que não apareça nas revistas da comunidade) algo assim:

1- Esotéricos descobrem como canalizar a energia positiva que nos rodeia, através de cristais, e armazená-las para uso útil. O último projeto apresentado permite o funcionamento de um motor C.C. de 12V, 1A durante três horas!

2- Equipe espírita consegue produzir sinteticamente 12g de ectoplasma. O fluido esverdeado armazenado num globo do tamanho do bulbo de uma lâmpada emite luz dentro do espectro visível com eficiência luminosa equivalente a uma lâmpada comum de 150 W.

3- Defumador contra mal-olhado e enxaquecas mostraram-se altamente eficientes na pulverização de vetores da dengue. O defumador, receita especial da equipe mística de São Bernardo que já trabalha 10 anos sobre o projeto, apresenta resultados inesperados; um simples bastão de 10 cm de comprimento e 6 mm de diâmetro garantem total prevenção numa área superior a 5 km^2!

4- Espíritos batedores, que antes só se manifestavam batendo debaixo das mesas das reuniões, foram aproveitados pelo Sr. Kristel, Médium de renome na comunidade espírita. Kristel conseguiu reunir tais batidas dos espíritos sobre os dentes de um grande engrenagem de uma roda denteada, obtendo torque equivalente a uma queda d'água de 50 m de altura e vazão de 500 m^3/s. A potência média desenvolvida no eixo da roda é suficiente para manter uma pequena comunidade, com energia elétrica. Como há forças dissipativas na conversão, Kristel utiliza 12 espíritos batedores extras de modo que a produção energética mantém-se estável.

5- Adoradores das pirâmides do povoado de A. Moreira, próximo à Barretos, conseguem novos e revolucionários feitos, conseguindo manter intacta e com perfeito paladar 150 pizzas colocadas sob a pirâmide metálica de 10 m de altura durante 5 meses. Modelos menores da pirâmide (com peso inferior a 500 gf) estão sendo propostos para substituírem as velhas e incômodas geladeiras elétricas do século 19/20. As empresas Brastemp, Frigidaire, Whestinhouse e outras estão se reunindo para combater (sem muito sucesso) esse avanço tecnológico.

podem sugerir outros .........

aquele abraço,


===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 13:04
Assunto: [ciencialist] P/ Leo - As 12 coisas...


Olá Leo

Compartilho totalmente com sua irritação com o preenchimento "espiritual" das lacunas, a "fuga" padrão para justificar superstições com o inexplicável. Mas penso que neste caso, não deve ser totalmetne culpa do autor de Things that Science Can't Explain (embora não possa ter certeza disso.:-), já que qualquer cientista digno desse nome SABE que a ciência tem, em qualquer área (e não apenas na fisica) coisas a descobrir. Ou seriam inúteis todos os laboratorios de pesquisa, todos os estudos, todos os esforços para continuar a entender o universo. Todas as respostas já estariam prontas..:-)

Acho que frases como "tapete da ciência soltando fiapos" devem ter sido criadas para vender o livro, pela midia e pela propaganda, e até por quem, inocentemente, pensa que a falta de explicação de algo é uma evidência "contra" a ciência.

Talvez seja responsabilidade do autor, em especial as tentativas de "encaixar" espiritos em algumas lacunas, mas uma leitura rápida nos fenomenos "misteriosos" elencados mostra que todos eles foram "produzidos" pela ciência. São mistérios, coisas que acontecem, que só puderam ser descobertas pela própria ciência (acho que nem o Mauricio atentou para esse ponto..:-)

Longe de ser um problema ou uma falha da ciência, é uma de suas maiores virtudes descobrir novas perguntas, ao descobrir as respostas para velhos problemas. A "matéria escura", por exemplo, só é um mistério devido as equações da fisica moderna, que avaliam as forças do universo. Forças que, de outro modo, ficariam desconhecidas para sempre, sem a ciência (espiritos não sabem, nunca souberam, nada sobre matéria escura, sobre galáxias distantes, sobre equações cosmológicas, etc).

Esta frase a seguir é reveladora, do desconhecimento sobre o que é ciência e também o método científico:

"Estes efeitos estao sendo provados em laboratorio, mesmo que eles desafiem a atual teoria cientifica."

TODO experimento desafia a teoria científica. É a base desse processo, esse desafio. É a sintese do método científico. Apenas sobrevivendo a desafios diários, por muito tempo, é que uma teoria se torna confiável. Alegar que experimentos, efeitos, "desafiam" a ciência, é uma asneira, se o sentido é dizer que isso significa uma falha da ciência..:-)

Um livro como esse, se não fosse o sensacionalismo e as tolices a respeito de explicações alternativas (e sem base, como espíritos) bem que poderia ser um manual para estudantes de ciência, de física, etc. Seria lido como "em que área da ciência hoje vale a pena se aprofundar, descobrir novas respostas (e novas perguntas) que valham a pena (e que talvez me deem um Nobel)?".

São áreas limite, com certeza, onde a pesquisa está se iniciando. E está se iniciando porque as perguntas que surgiram, surgiram recentemente, devido exatamente as respostas produzidas pela ciência para outras questões. Como sempre acontece com a ciência.

Deus das lacunas. Não sabemos o que é um vulcão, então um vulcão é uma divindade, um demonio, a manifestação de espíritos, etc. E as perguntas decorrentes dessa "sabedoria" são, como acalmar o espirito do vulcão, para que ele não nos destrua? Que sacrificio ele deseja?

Finalmente, descobrirmos que vulcões são o fluxo de pedra derretida (magma) vindo do fundo da Terra. E as perguntas que esse conehcimento (agora real e confiável) produz são, por que isso acontece, por que vulcões existem em alguns lugares e não em outros, como prever sua erupção? E estas perguntas nos levaram a conhecer a composição do planeta, a descobrir as placas tectonicas, a deriva dos continentes, a explicar as massas dos continentes, e a muitas outras perguntas e respostas.

Essa a diferença entre uma explicação para "prencher lacunas com crenças" e uma explicação científica. Esconder espiritos nas dobras das "branas", é prematuro, e irracional.

O Dr. Swanson poderia ter escrito um livro sobre geologia, biofisica, astronomia, biologia, quimica, etc, sobre qualquer área do conehcimento humano, e ainda teria perguntas sem resposta para mostrar. Não como uma "falha" da ciência, mas como demonstração de seu vigor, de sua honestidade em produzir respostas e perguntas, de sua confiabilidade e transparencia, etc.

A ciência não alega ter TODAS as respostas. E SABE que a cada resposta, novas perguntas (que não teriam sido feitas sem ela) surgirão. Ela alega, apenas, que as respostas que produz, são mais confiáveis, mais corretas e mais precisas que qualquer outra disponível, inclusive as "alternativas" sem base da superstição.

Um abraço.

Homero




----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 12:11 PM
Subject: Re: [ciencialist] As 12 coisas...


Se acrescentarmos nisso tudo a idéia de "espírito", tudo fica resolvido? Bolas! para a Ciência isso passará a ser uma mão na roda! Quando algo não dá certo 'justinho' é só falar que a diferença fica por conta dos espíritos! E como 'espírito' não requer qqer outra justificação, tá tudo resolvido. É meu parecer divino que devemos incluir o 'espírito' nos conceitos científicos.

"Onde está a energia da onda na região da interferência destrutiva?"
Resposta: Acumulada no espírito da corda. Depois da interferência o espírito devolve a energia para os pulsos.
Agora sim estou satisfeito --- isso agrada gregos e troianos!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: <mauricio@bec.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 11:12
Assunto: [ciencialist] As 12 coisas...


Repassando para possiveis comentarios... ( Como o original esta em ingles,
fiz uma traducao capenga...)
Mauricio Mendonca

12 Things that Science Can't Explain...But That Happen Anyway

Dr. Claude Swanson
Author or The Synchronized Universe

A new book, The Synchronized Universe, reveals that the tapestry of modern
science is showing a few tatters...There are many things modern science
cannot explain, and yet they occur anyway. This includes phenomena in the
"hard sciences" as well as in the paranormal.These effects are now being
proven in the laboratory, even though they defy present scientific theory.
These unfolding mysteries point the way to a new, deeper science, a science
which no longer denies spirit and consciousness, but acknowledges and
embraces them.

[ ... ]


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SUBJECT: Re: [ciencialist] energia elétrica x energia química
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 18:54

As lâmpadas fluorescentes são exemplos 'vivos' dessa conversão (aliás várias conversões); as descargas elétricas em gases misturados para produzir novo gás (ou líquido); as descargas elétricas da atmosfera para produzir gases que formam a chuva ligeiramente ácida; o fluxo de elétrons na tela do monitor e que lhe conferem a fosforescência (platinocianeto de bário, nos osciloscópios) e outros etc.

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 17:12
Assunto: [ciencialist] energia elétrica x energia química


Baterias recarregáveis seria uma boa resposta, não?

Homero
----- Original Message -----
From: Emiliano Chemello
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 4:59 PM
Subject: [ciencialist] energia elétrica x energia química


e ai, o que respondo para o rapaz?

[]'s

Emiliano Chemello

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de: viniciusmunhos@hotmail.com

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SUBJECT: Re: Fw: [ciencialist] interferência
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 19:14

Grande Hélio,

Olha, nestas dois últimos e-mails eu me concentrei em justificar a razão pela qual eu disse que a energia potencial no ponto de deslocamento máximo era zero, somente, pois esse era o foco. Quanto ao resto, muita coisa está contida nos textos. A questão do Léo pressupunha a conservação da energia do sistema, se não me engano, o que não acontece. Então não há aquela de alguém sumir e aparecer em outra forma. O que disse mais foi que, durante o cruzamento, o deslocamento efetivo é zero, pois os pulsos são simétricos, e vale o princípio da superposição. Mas o fato de a corda ficar reta durante a ultrapassagem não significa que a velocidade Uy transversal do elemento dm seja nula. Pois não é. A velocidade transversal em qualquer das partes da corda, no instante da ultrapassagem não é nula. A corda reta naqueles instantes só tem a ver com o deslocamento total. Se uma das ondas tiver amplitudes diferentes, ou não forem simétricas, a corda, no momento da ultrapassagem, nem fica reta, nem no máximo positivo nem no negativo, mas em algum ponto intermediário, como é fazer de ver, usando o Princípio da Superposição. Quanto ao resto, vour retornar em seguida ao teu texto, abaixo, para ser específico com relação a ele, e não me perder muito.
Vamos para lá, pois.




Hélio: Desculpe novamente a minha *interferência* neste assunto.
Victor: Como desculpar, se eu é que ganho com elas. Tenho é que agradecer.



Hélio: Em ciencialist "jvictor" escreveu---

>... Este resultado, já comentado na msg anterior,
> esclarece de vez, acho, a questão. ...

Hélio: Acho que não.

Victor: Você poderia ser mais explícito com o acho que não?

Hélio: Sua explicação foi brilhante como sempre. (Principalmente por ter
mencionado Newton e não Einstein).

Victor: Eu mereço...o principalmente. Mas vos lembro um detalhe importante: Einstein tem nada a ver com essa história, isto é mais antigo que ele, portanto o culpado é outro.

:-)

Hélio: Mas a questão inicial do Léo foi sobre o ENCONTRO das duas ondas.
Neste momento um dx qualquer da região de encontro não tem nenhuma
inclinação. Logo energia potencial zero de acordo com seu
raciocínio. Não existe nas vizinhanças (e nem no resto da corda)
alguma inclinação que possa transmitir energia para este dx (ou
melhor, dm) no decorrer do tempo.

Victor: Aí é que você se equivoca. Talvez eu não tenha me feito entender adequadamente. Veja o texto do tópico inicial, acima, onde tento uma descrição física do que acontece, pelo que copio e colo só um pequeno trecho, para enfatizar o raciocínio:

..."Mas o fato de a corda ficar reta durante a ultrapassagem não significa que a velocidade Uy transversal do elemento dm seja nula. Pois não é. A velocidade transversal em qualquer das partes da corda, no instante da ultrapassagem não é nula. A corda reta naqueles instantes só tem a ver com o deslocamento total."

Há declividade diferente de zero nesses instantes, e isto não é difícil de se explicitar matematicamente. Acho que o monte de equações que já coloquei já é suficiente para inferir isso. Depois verei se é. Se não, vou complementar, se for o caso.

Hélio: No entanto, momentos depois as
ondas continuam.

Victor: E continuam, sim. Como se nada tivesse acontecido. É uma caracterísitca das ondas mecânicas e nada podemos fazer a respeito!.

Hélio: Onde estava a energia no momento do encontro?
Para mim, fica claro que estava nas contrações e trações que existem
mesmo com a corda reta neste instante. Como, de outra forma, falou o
Léo em sua MSG original.

Victor: Antes de se produzir o pulso, é preciso que a corda esteja tensionada. Um pequena deformação, nessas condições, dispara o processo, sem dó nem piedade. E você formulou a pergunta crucial nesta discussão e a respondeu corretamente, que diferente não poderia ser. O que eu tentei fazer foi, na enxurrada verborrágica que despejei, detalhar e dar justificativas matemáticas. E, sinceramente, não sei se conseguí ser claro. Fui claro?

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51719

> ...
Victor: Pois só existe o movimento transversal
> de dm! Esta é mais uma evidência...

Hélio: Onde está a evidência???
Para mim, isto é um dogma a ser derrubado.

Victor: As evidências? Na propagação de uma onda num lago, um corpo material, como uma pequena cortiça ou pedaço de isopor, ou outro corpo que flutue, acompanha a onda em seu movimento horizontal ou se move para cima e para baixo, enquanto a onda passa? Bem, até o momento, em todas as experiências que foram feitas, que presenciei ou não, e que podemos presenciar todos os dias, nunca ninguém viu o corpo flutuante, em condições normais, sem auxilio externo, ser carregado pela onda. Never. Todas as ondas mecânicas, todas, sem exceção de nenhuma, têm as mesmas características. Qualquer que seja o meio onde se propague. A tampa voa e ela não consegue arrastar matéria com ela! O que se propaga não é matéria, mas um estado de movimento, imposto pela energia entregue ao sistema. Este é ponto.
No caso do pulso na corda, pode-se provar matemáticamente, e isto nem é tão difícil, que o único movimento que uma massa dm da corda experimenta, quando a onda passa, é o movimento segundo a vertical, transversal ao movimento da onda, e nunca na direção do movimento da onda, que é horizontal. O elemento dm não se desloca horizontalmente. E não é apenas em razão de ser solidário à corda, como não poderia deixar de ser. Mas não o faz por razões mais profundas. Mas acho que, nesse caso, nem precisa recorrer-se a "divindades" para explicar isso!.. Isto não é dogma. Isto é um fato, de fácil comprovação experimental, com prova matemática e tudinho o mais. Não há nada a ser derrubado. Pode até ser que haja outra explicação, outras teorias que dêem conta do recado. Mas a mecânica que existe é suficiente, newtoniana muito bem obrigado, para todos os propósitos da espécie; isto no meu entendimento, claro.
Sds,
Victor.


Veja minha MSG anterior:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51782


Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "jvictor" <jvoneto@u...>
escreveu
> Léo,
>
> Em tempo: relendo o texto, vejo que talvez seja melhor mostrar uma
das várias maneiras matemáticas de se chegar ao resultado que
informei. Como estou a ver navios, lá vai.
>
> 1-Vamos considerar a forma geral do deslocamento transversal: y =
F(x,t).
> Nas condições do texto anterior, vimos que
>
> dl^2 = dx^2 + dy^2,
>
> considerando dl muito pequeno de modo a desprezarmos qualquer
curvatura em vista dos esforços transversais sobre o elemento dm de
comprimento dl(na direção da corda). (Informação adicional,
complementar, que me ocorre agora: os esforços horizontais se
cancelam inteiramente, pois não há movimento de massa(dm) segundo a
direção do movimento da onda, horizontal. Pois só existe o movimento
transversal de dm! Esta é mais uma evidência de que não transporte
de matéria pelo onda, embora transporte energia). Só precisamos
agora encontrar uma expressão que relacione dl, dx e a função
F(x,t), de forma a podermos avaliar a diferença dl-dx em termos dos
parâmetros envolvidos no problema.
>
> Um caminho é:
>
> 2- A diferencial dy é escrita segundo a regra conhecida:
>
> dy = [ dparcial F(x,t) / dparcial x ] dx.
>
> Substituindo esse dy na equação de dl^2, acima, temos:
>
> dl^2 = dx^2 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx^2, ou, colocando
dx^2 em evidência:
>
> dl^2 = {1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx^2, ou, ainda:
>
>
> dl = sqrt{1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx. (I)
>
> Vemos que essa expressão é da forma sqrt(1+ x), que Newton ensinou
que pode ser aproximada para(se x < < 1):
>
> sqrt(1+x) ~= 1 + (1/2) x. Identificando x com [dparcial F(x,t) /
dparcial x]^2
>
> da expressão (I), ficamos com:
>
> dl = { 1 + (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 } dx = dx +
(1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, ou, para a felicidade
geral da nação:
>
>
> dl - dx = (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, que é válida
dentro das hipóteses feitas.
>
>
> Então, entre dois instantes, a tensão sobre dl produziu a variação
dl - dx, dada pelo resultado acima. Se Fuc é uma força por unidade
de comprimento, aplicada durante um intervalo dt, o trabalho que
realiza, ou a energia que fornece, sobre o elemento dm é:
>
> Fuc (dl-dx) = Fuc (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx.
>
> Isto é identificado como a energia potencial dU associada ao
trabalho de Fuc para tensionar dl. É claramente uma energia em forma
elástica, uma energia potencial. E este resultado está de acordo com
o argumento inicial de que, em y=A, a declividade é zero e dl =dx
indica que dx está no seu estado inicial, de relação, portanto não
acumula energia potencial, como imediatamente antes de depois. Uma
expressão paraq a energia cinética é obtida de maneira mais simples
e mais direta. As duas dão a nergia mecância total. Esta, dividida
pelo tempo, dá a taxa com que a onda transporta essa energia.
>
> Este resultado, já comentado na msg anterior, esclarece de vez,
acho, a questão. Há outras implicações e consequências
interessantes, como já pude ver. Há outras maneiras de chegar às
mesmas conclusões, como pode ser visto em autores como os da coleção
Sears(exclente) ou mesmo a última edição do volume || do Halliday,
que não tenho, mas aceitaria como um de presente de Natal! Gosto
muito da maneira como Halliday expõe as coisas de física.
> Como disse, esse problema não é, de jeito nenhum, trivial. É
muito rico em informações sobre movimentos da espécie, que ocorrem
na natureza.
>
>
> Sds,
>
> Victor.





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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Leo - As 12 coisas...
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 19:29

Lé e demais,

Aproveitando o gancho off topic, comento o seguinte: nos meus tempos de xereta, frequentava sessões espíritas objetivando pegar o medium com a mão na massa. Mas durante todas essas minhas andanças, só presenciei médios receitarem remédios, fazerem "curas" mediúnicas, etc. Nunca, nunca mesmo, presenciei ou tive notícias de que algum médium, em seu estado de concentração e comunhão com as "entidades" resolvesse um problema matemático, comentasse uma das teorias físicas controversas de hoje, elaborasse um nova teoria, essas coisas tolas e simples. Eles só fazem mesmo o mais difícil, inacessível a nós outros, pobres mortais: receitar "cachetes" e tirar as mazelas com passes, tirando "encostos", essas coisas...

Conheci, em Garanhuns, terra de vosso presidente lula, e minha terra também, mas eu sou mais importante!- ao menos acho que não sou tão cara de pau-, um médium que era professor de física. Nas sessões, costumava, de repente, falar coisas engroladas, em linguas nunca ouvidas, pelo menos por nós, e isto causava espanto. E eu, lá atrás, com um amigo Prof. Química, que me acompanhava nessas andanças desmascarativas, dizia com meus botões: que cara de pau!. Depois, em conversas com esse Professor de física, às minhas perguntas, respondia que de nada se lembrava, que isso que aquilo... E simplesmente cortava conversa, e se retirava, deixando a gente com cara de amélia. Mas foi divertido.
O que o medo da morte não faz, com os pobre mortais! Pois tudo é decorrência dele, esse medo.

Bem, deixa prá lá. Tô fora.

Sds,

Victor.
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 6:48 PM
Subject: Re: [ciencialist] P/ Leo - As 12 coisas...


Olá Oráculo e todos,

mas, ...

isso sabemos nós que dedicamos alguns neurônios à ciência

mas, ...

o que me deixa mais puto da vida é o fato deles mostrarem 'falhas' (cujos conceitos nem existiriam se a ciência não os tivesse destacados) da ciência e nunca, nunquinha, proporem absolutamente nada com seus espíritos, pseudociências, misticismos, esoterismos etc.
Se produzissem pelo menos uma única coisinha para mostrarem que essa 'corrente de estudo' é prolífera até que teriam alguma base para abrir a boca.
Gostaria imensamente de ler nas manchetes (mesmo que não apareça nas revistas da comunidade) algo assim:

1- Esotéricos descobrem como canalizar a energia positiva que nos rodeia, através de cristais, e armazená-las para uso útil. O último projeto apresentado permite o funcionamento de um motor C.C. de 12V, 1A durante três horas!

2- Equipe espírita consegue produzir sinteticamente 12g de ectoplasma. O fluido esverdeado armazenado num globo do tamanho do bulbo de uma lâmpada emite luz dentro do espectro visível com eficiência luminosa equivalente a uma lâmpada comum de 150 W.

3- Defumador contra mal-olhado e enxaquecas mostraram-se altamente eficientes na pulverização de vetores da dengue. O defumador, receita especial da equipe mística de São Bernardo que já trabalha 10 anos sobre o projeto, apresenta resultados inesperados; um simples bastão de 10 cm de comprimento e 6 mm de diâmetro garantem total prevenção numa área superior a 5 km^2!

4- Espíritos batedores, que antes só se manifestavam batendo debaixo das mesas das reuniões, foram aproveitados pelo Sr. Kristel, Médium de renome na comunidade espírita. Kristel conseguiu reunir tais batidas dos espíritos sobre os dentes de um grande engrenagem de uma roda denteada, obtendo torque equivalente a uma queda d'água de 50 m de altura e vazão de 500 m^3/s. A potência média desenvolvida no eixo da roda é suficiente para manter uma pequena comunidade, com energia elétrica. Como há forças dissipativas na conversão, Kristel utiliza 12 espíritos batedores extras de modo que a produção energética mantém-se estável.

5- Adoradores das pirâmides do povoado de A. Moreira, próximo à Barretos, conseguem novos e revolucionários feitos, conseguindo manter intacta e com perfeito paladar 150 pizzas colocadas sob a pirâmide metálica de 10 m de altura durante 5 meses. Modelos menores da pirâmide (com peso inferior a 500 gf) estão sendo propostos para substituírem as velhas e incômodas geladeiras elétricas do século 19/20. As empresas Brastemp, Frigidaire, Whestinhouse e outras estão se reunindo para combater (sem muito sucesso) esse avanço tecnológico.

podem sugerir outros .........

aquele abraço,


===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 13:04
Assunto: [ciencialist] P/ Leo - As 12 coisas...


Olá Leo

Compartilho totalmente com sua irritação com o preenchimento "espiritual" das lacunas, a "fuga" padrão para justificar superstições com o inexplicável. Mas penso que neste caso, não deve ser totalmetne culpa do autor de Things that Science Can't Explain (embora não possa ter certeza disso.:-), já que qualquer cientista digno desse nome SABE que a ciência tem, em qualquer área (e não apenas na fisica) coisas a descobrir. Ou seriam inúteis todos os laboratorios de pesquisa, todos os estudos, todos os esforços para continuar a entender o universo. Todas as respostas já estariam prontas..:-)

Acho que frases como "tapete da ciência soltando fiapos" devem ter sido criadas para vender o livro, pela midia e pela propaganda, e até por quem, inocentemente, pensa que a falta de explicação de algo é uma evidência "contra" a ciência.

Talvez seja responsabilidade do autor, em especial as tentativas de "encaixar" espiritos em algumas lacunas, mas uma leitura rápida nos fenomenos "misteriosos" elencados mostra que todos eles foram "produzidos" pela ciência. São mistérios, coisas que acontecem, que só puderam ser descobertas pela própria ciência (acho que nem o Mauricio atentou para esse ponto..:-)

Longe de ser um problema ou uma falha da ciência, é uma de suas maiores virtudes descobrir novas perguntas, ao descobrir as respostas para velhos problemas. A "matéria escura", por exemplo, só é um mistério devido as equações da fisica moderna, que avaliam as forças do universo. Forças que, de outro modo, ficariam desconhecidas para sempre, sem a ciência (espiritos não sabem, nunca souberam, nada sobre matéria escura, sobre galáxias distantes, sobre equações cosmológicas, etc).

Esta frase a seguir é reveladora, do desconhecimento sobre o que é ciência e também o método científico:

"Estes efeitos estao sendo provados em laboratorio, mesmo que eles desafiem a atual teoria cientifica."

TODO experimento desafia a teoria científica. É a base desse processo, esse desafio. É a sintese do método científico. Apenas sobrevivendo a desafios diários, por muito tempo, é que uma teoria se torna confiável. Alegar que experimentos, efeitos, "desafiam" a ciência, é uma asneira, se o sentido é dizer que isso significa uma falha da ciência..:-)

Um livro como esse, se não fosse o sensacionalismo e as tolices a respeito de explicações alternativas (e sem base, como espíritos) bem que poderia ser um manual para estudantes de ciência, de física, etc. Seria lido como "em que área da ciência hoje vale a pena se aprofundar, descobrir novas respostas (e novas perguntas) que valham a pena (e que talvez me deem um Nobel)?".

São áreas limite, com certeza, onde a pesquisa está se iniciando. E está se iniciando porque as perguntas que surgiram, surgiram recentemente, devido exatamente as respostas produzidas pela ciência para outras questões. Como sempre acontece com a ciência.

Deus das lacunas. Não sabemos o que é um vulcão, então um vulcão é uma divindade, um demonio, a manifestação de espíritos, etc. E as perguntas decorrentes dessa "sabedoria" são, como acalmar o espirito do vulcão, para que ele não nos destrua? Que sacrificio ele deseja?

Finalmente, descobrirmos que vulcões são o fluxo de pedra derretida (magma) vindo do fundo da Terra. E as perguntas que esse conehcimento (agora real e confiável) produz são, por que isso acontece, por que vulcões existem em alguns lugares e não em outros, como prever sua erupção? E estas perguntas nos levaram a conhecer a composição do planeta, a descobrir as placas tectonicas, a deriva dos continentes, a explicar as massas dos continentes, e a muitas outras perguntas e respostas.

Essa a diferença entre uma explicação para "prencher lacunas com crenças" e uma explicação científica. Esconder espiritos nas dobras das "branas", é prematuro, e irracional.

O Dr. Swanson poderia ter escrito um livro sobre geologia, biofisica, astronomia, biologia, quimica, etc, sobre qualquer área do conehcimento humano, e ainda teria perguntas sem resposta para mostrar. Não como uma "falha" da ciência, mas como demonstração de seu vigor, de sua honestidade em produzir respostas e perguntas, de sua confiabilidade e transparencia, etc.

A ciência não alega ter TODAS as respostas. E SABE que a cada resposta, novas perguntas (que não teriam sido feitas sem ela) surgirão. Ela alega, apenas, que as respostas que produz, são mais confiáveis, mais corretas e mais precisas que qualquer outra disponível, inclusive as "alternativas" sem base da superstição.

Um abraço.

Homero




----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 12:11 PM
Subject: Re: [ciencialist] As 12 coisas...


Se acrescentarmos nisso tudo a idéia de "espírito", tudo fica resolvido? Bolas! para a Ciência isso passará a ser uma mão na roda! Quando algo não dá certo 'justinho' é só falar que a diferença fica por conta dos espíritos! E como 'espírito' não requer qqer outra justificação, tá tudo resolvido. É meu parecer divino que devemos incluir o 'espírito' nos conceitos científicos.

"Onde está a energia da onda na região da interferência destrutiva?"
Resposta: Acumulada no espírito da corda. Depois da interferência o espírito devolve a energia para os pulsos.
Agora sim estou satisfeito --- isso agrada gregos e troianos!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: <mauricio@bec.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 11:12
Assunto: [ciencialist] As 12 coisas...


Repassando para possiveis comentarios... ( Como o original esta em ingles,
fiz uma traducao capenga...)
Mauricio Mendonca

12 Things that Science Can't Explain...But That Happen Anyway

Dr. Claude Swanson
Author or The Synchronized Universe

A new book, The Synchronized Universe, reveals that the tapestry of modern
science is showing a few tatters...There are many things modern science
cannot explain, and yet they occur anyway. This includes phenomena in the
"hard sciences" as well as in the paranormal.These effects are now being
proven in the laboratory, even though they defy present scientific theory.
These unfolding mysteries point the way to a new, deeper science, a science
which no longer denies spirit and consciousness, but acknowledges and
embraces them.

[ ... ]


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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Leo - As 12 coisas...
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 20:10

Olá Leo

Adorei as sugestões..:-) Minha contribuição às futuras manchetes esotéricas:

Extra, extra! As grandes empresas de telefonia estão quebrando, devido a forte concorrência de telepatas na transmição de dados e comunicação global. Satélites geo-estacionarios, responsáveis até agora pela comunicação mundial, estão obsoletos e devem ser destruidos em breve (provavelmente por ataques de telecinéticos poderosos).

Um abraço.

Homero



----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 6:48 PM
Subject: Re: [ciencialist] P/ Leo - As 12 coisas...


Olá Oráculo e todos,

mas, ...

isso sabemos nós que dedicamos alguns neurônios à ciência

mas, ...

o que me deixa mais puto da vida é o fato deles mostrarem 'falhas' (cujos conceitos nem existiriam se a ciência não os tivesse destacados) da ciência e nunca, nunquinha, proporem absolutamente nada com seus espíritos, pseudociências, misticismos, esoterismos etc.
Se produzissem pelo menos uma única coisinha para mostrarem que essa 'corrente de estudo' é prolífera até que teriam alguma base para abrir a boca.
Gostaria imensamente de ler nas manchetes (mesmo que não apareça nas revistas da comunidade) algo assim:

1- Esotéricos descobrem como canalizar a energia positiva que nos rodeia, através de cristais, e armazená-las para uso útil. O último projeto apresentado permite o funcionamento de um motor C.C. de 12V, 1A durante três horas!

2- Equipe espírita consegue produzir sinteticamente 12g de ectoplasma. O fluido esverdeado armazenado num globo do tamanho do bulbo de uma lâmpada emite luz dentro do espectro visível com eficiência luminosa equivalente a uma lâmpada comum de 150 W.

3- Defumador contra mal-olhado e enxaquecas mostraram-se altamente eficientes na pulverização de vetores da dengue. O defumador, receita especial da equipe mística de São Bernardo que já trabalha 10 anos sobre o projeto, apresenta resultados inesperados; um simples bastão de 10 cm de comprimento e 6 mm de diâmetro garantem total prevenção numa área superior a 5 km^2!

4- Espíritos batedores, que antes só se manifestavam batendo debaixo das mesas das reuniões, foram aproveitados pelo Sr. Kristel, Médium de renome na comunidade espírita. Kristel conseguiu reunir tais batidas dos espíritos sobre os dentes de um grande engrenagem de uma roda denteada, obtendo torque equivalente a uma queda d'água de 50 m de altura e vazão de 500 m^3/s. A potência média desenvolvida no eixo da roda é suficiente para manter uma pequena comunidade, com energia elétrica. Como há forças dissipativas na conversão, Kristel utiliza 12 espíritos batedores extras de modo que a produção energética mantém-se estável.

5- Adoradores das pirâmides do povoado de A. Moreira, próximo à Barretos, conseguem novos e revolucionários feitos, conseguindo manter intacta e com perfeito paladar 150 pizzas colocadas sob a pirâmide metálica de 10 m de altura durante 5 meses. Modelos menores da pirâmide (com peso inferior a 500 gf) estão sendo propostos para substituírem as velhas e incômodas geladeiras elétricas do século 19/20. As empresas Brastemp, Frigidaire, Whestinhouse e outras estão se reunindo para combater (sem muito sucesso) esse avanço tecnológico.

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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De: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 13:04
Assunto: [ciencialist] P/ Leo - As 12 coisas...


Olá Leo

Compartilho totalmente com sua irritação com o preenchimento "espiritual" das lacunas, a "fuga" padrão para justificar superstições com o inexplicável. Mas penso que neste caso, não deve ser totalmetne culpa do autor de Things that Science Can't Explain (embora não possa ter certeza disso.:-), já que qualquer cientista digno desse nome SABE que a ciência tem, em qualquer área (e não apenas na fisica) coisas a descobrir. Ou seriam inúteis todos os laboratorios de pesquisa, todos os estudos, todos os esforços para continuar a entender o universo. Todas as respostas já estariam prontas..:-)

Acho que frases como "tapete da ciência soltando fiapos" devem ter sido criadas para vender o livro, pela midia e pela propaganda, e até por quem, inocentemente, pensa que a falta de explicação de algo é uma evidência "contra" a ciência.

Talvez seja responsabilidade do autor, em especial as tentativas de "encaixar" espiritos em algumas lacunas, mas uma leitura rápida nos fenomenos "misteriosos" elencados mostra que todos eles foram "produzidos" pela ciência. São mistérios, coisas que acontecem, que só puderam ser descobertas pela própria ciência (acho que nem o Mauricio atentou para esse ponto..:-)

Longe de ser um problema ou uma falha da ciência, é uma de suas maiores virtudes descobrir novas perguntas, ao descobrir as respostas para velhos problemas. A "matéria escura", por exemplo, só é um mistério devido as equações da fisica moderna, que avaliam as forças do universo. Forças que, de outro modo, ficariam desconhecidas para sempre, sem a ciência (espiritos não sabem, nunca souberam, nada sobre matéria escura, sobre galáxias distantes, sobre equações cosmológicas, etc).

Esta frase a seguir é reveladora, do desconhecimento sobre o que é ciência e também o método científico:

"Estes efeitos estao sendo provados em laboratorio, mesmo que eles desafiem a atual teoria cientifica."

TODO experimento desafia a teoria científica. É a base desse processo, esse desafio. É a sintese do método científico. Apenas sobrevivendo a desafios diários, por muito tempo, é que uma teoria se torna confiável. Alegar que experimentos, efeitos, "desafiam" a ciência, é uma asneira, se o sentido é dizer que isso significa uma falha da ciência..:-)

Um livro como esse, se não fosse o sensacionalismo e as tolices a respeito de explicações alternativas (e sem base, como espíritos) bem que poderia ser um manual para estudantes de ciência, de física, etc. Seria lido como "em que área da ciência hoje vale a pena se aprofundar, descobrir novas respostas (e novas perguntas) que valham a pena (e que talvez me deem um Nobel)?".

São áreas limite, com certeza, onde a pesquisa está se iniciando. E está se iniciando porque as perguntas que surgiram, surgiram recentemente, devido exatamente as respostas produzidas pela ciência para outras questões. Como sempre acontece com a ciência.

Deus das lacunas. Não sabemos o que é um vulcão, então um vulcão é uma divindade, um demonio, a manifestação de espíritos, etc. E as perguntas decorrentes dessa "sabedoria" são, como acalmar o espirito do vulcão, para que ele não nos destrua? Que sacrificio ele deseja?

Finalmente, descobrirmos que vulcões são o fluxo de pedra derretida (magma) vindo do fundo da Terra. E as perguntas que esse conehcimento (agora real e confiável) produz são, por que isso acontece, por que vulcões existem em alguns lugares e não em outros, como prever sua erupção? E estas perguntas nos levaram a conhecer a composição do planeta, a descobrir as placas tectonicas, a deriva dos continentes, a explicar as massas dos continentes, e a muitas outras perguntas e respostas.

Essa a diferença entre uma explicação para "prencher lacunas com crenças" e uma explicação científica. Esconder espiritos nas dobras das "branas", é prematuro, e irracional.

O Dr. Swanson poderia ter escrito um livro sobre geologia, biofisica, astronomia, biologia, quimica, etc, sobre qualquer área do conehcimento humano, e ainda teria perguntas sem resposta para mostrar. Não como uma "falha" da ciência, mas como demonstração de seu vigor, de sua honestidade em produzir respostas e perguntas, de sua confiabilidade e transparencia, etc.

A ciência não alega ter TODAS as respostas. E SABE que a cada resposta, novas perguntas (que não teriam sido feitas sem ela) surgirão. Ela alega, apenas, que as respostas que produz, são mais confiáveis, mais corretas e mais precisas que qualquer outra disponível, inclusive as "alternativas" sem base da superstição.

Um abraço.

Homero




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From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 12:11 PM
Subject: Re: [ciencialist] As 12 coisas...


Se acrescentarmos nisso tudo a idéia de "espírito", tudo fica resolvido? Bolas! para a Ciência isso passará a ser uma mão na roda! Quando algo não dá certo 'justinho' é só falar que a diferença fica por conta dos espíritos! E como 'espírito' não requer qqer outra justificação, tá tudo resolvido. É meu parecer divino que devemos incluir o 'espírito' nos conceitos científicos.

"Onde está a energia da onda na região da interferência destrutiva?"
Resposta: Acumulada no espírito da corda. Depois da interferência o espírito devolve a energia para os pulsos.
Agora sim estou satisfeito --- isso agrada gregos e troianos!

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Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 11:12
Assunto: [ciencialist] As 12 coisas...


Repassando para possiveis comentarios... ( Como o original esta em ingles,
fiz uma traducao capenga...)
Mauricio Mendonca

12 Things that Science Can't Explain...But That Happen Anyway

Dr. Claude Swanson
Author or The Synchronized Universe

A new book, The Synchronized Universe, reveals that the tapestry of modern
science is showing a few tatters...There are many things modern science
cannot explain, and yet they occur anyway. This includes phenomena in the
"hard sciences" as well as in the paranormal.These effects are now being
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 21:09

Homero, é muito simplório considerar, en passant, que a defesa da vida do
nascituro, feita pela Drª Eliane Azevedo, é "sem base"! É necessário ter um
mínimo
de lucidez e honestidade intelectual para perceber as bases em que estão
assentadas sua aguda percepção. As questões da saúde da humanidade e da
própria Terra, devido aos lucros que geram, estão se transformando em
indústria da morte. O imaginado santuário da Ciência deixou de considerar a
vida como
um dom sagrado para torná-la, cada vez mais, apenas um lucrativo bem de
mercado. E
isso passa a ser o "normal" no meio acadêmico jovem em preparação para as
universidades e centros de pesquisas.

Com toda o conhecimento e tecnologia, que detemos nesse início de século, em
vez de procurar uma solução para reduzir a gravidez inesperada, indesejada
ou irresponsável, opta-se por uma lei que torna o aborto "legal"! É preciso,
com lucidez, pôr o foco sobre as inúmeras e legítimas possibilidades de
evitar a gravidez e não sobre uma pretendida solução "fácil" de descartar
quem incomoda. Pouco se fala nisso, mas o que é preciso é educar, orientar,
instruir e alertar nossas crianças, jovens e adultos sobre essa questão de
vida ou morte. As penalidades para o crime de aborto devem ser estudadas e
revistas, investindo no entendimento, como é feito hoje com os crimes
ocorridos no trânsito. Trabalho social, Incentivo ao trabalho voluntário,
cursos de esclarecimentos, períodos ou estágios em maternidades e creches.
Em geral, a pena de prisão pouco ou nada servirá nos casos de crime de
aborto.

No mais, seu comentário gira em um blá-blá-blá vazio, típico de encher
lingüiça ou de letrinhas o espaço disponível na tela. Pelo atual conteúdo de
suas mensagens, tenho dúvida se é vc mesmo quem está escrevendo essas
opiniões ou delegou a alguém, aparentemente menos experiente, fazer isso!?
Faço mais alguns comentários no corpo do e-mail, após JR1.
.....................................................

From: "Oraculo" <oraculo@To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, December 03, 2005 12:30 AM
Subject: Re: [ciencialist] Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade
(era Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo


Olá JR

JR: " questão referente ao que a Drª Eliane Azevedo chama de honestidade
intelectual não está restrita à questão do aborto, debatido nesta e em
outras listas. É"

Certamente, mas nesse caso específico foi usado para tentar atacar, sem
base, a posição pró-aborto. Por isso minha mensagem e minha crítica.
JR1 - Sem base?! Só quem quer ser enganar pode dizer isso...

JR: "Acho que vc confunde ser humano com pessoa registrada em cartório, com
títulos de cidadão participante da sociedade secular. "

Não, não é confusão, é definição. Eu defino ser humano a partir de uma mente
humana, processos cognitivos, etc, não de DNA, células agrupadas, e um,
hipotético, "vir a ser', que um óvulo, uma célula adulta ou uma mórula
possuem. Defino ser humano como o ser que "surge" durante a gestação, quando
esses processos se formam e dão identidade ao ser, mas que ainda não existe
em um óvulo, mórula ou célula clonada.
JR1 - Vc fala, fala e não sabe o que diz. O que vc entende por mente? E por
mente humana? Processos cognitivos? Mente seria algo assim como cérebro?
Qual deles? E memória? Será que vc acredita que não haja um processo
cognitivo numa célula, numa mórula ou embrião? Como é que eles têm a
capacidade de realizar todos os tais processo que vc denominou de
mecânicos-químicos-biológicos. Será que é isso o que os antigos denominavam
de alma, sopro divino? Instinto de preservação da vida? Será que vc
desconhece que milhões de células, vários sistemas e órgãos do corpo humano
não dependem de comandos cerebrais, da nossa mente, de nossa vontade para
viver e realizar as operações necessárias para as quais estão aptas? Conhece
os "neurônios" existentes no sistema gástrico intestinal? Desconhece a
"faxina" que nosso organismo faz durante o período de sono
profundo, onde nosso voluntarismo intelectual é zero. Todo ser vivo é um
sistema interativo complexo, esteja ele contido em uma célula ou em um
embrião humano. O que pode diferir é a capacidade já existente em cada um
deles em promover ou não um ser humano que os diversos testes laboratoriais
definam como tal ou, mais tarde, que nossos olhos o reconheçam com um ser
humano. "Vir a ser" é uma engodo intelectual sustentado em vocábulos. Uma
semente pode "vir a ser" uma árvore. Quem tem lucidez sabe que a árvore
"está" na semente, de uma forma diferente da que estamos acostumado a
entender quando pronunciamos o vocábulo árvore... Apenas isso, mas está lá,
é só fazer o teste. Plante a semente! Implante o zigoto.

Sem isso, são apenas células, sejam em uma mórula, sejam em um teratoma com
órgãos mas sem cérebro.
JR1 - É essa sua crença nos vocábulos que lhe atrapalha o raciocínio! Sem
preconceitos, podemos considerar o ser humano como um "teratoma" que
apreciamos quando ocorre. A esses chamamos de feto, bebê... Há outros que
não nos agradam, chamamos de monstros, teratoma ou outro termo diferente de
feto e bebê, para "facilita" o descarte.Mas nem por isso deixam de ser um
ser
humano. Reflita um pouco sobre isso, poderá alargar sua visão da realidade,
que é o que é e não o que desejamos ou esperamos que seja...

E, mais uma vez, não estou confundindo o cérebro com o ser humano, mas os
processos que derivam de seu funcionamento. Por isso um corpo com cérebro,
mas sem mente, como em morte cerebral, não é um ser humano e seus órgãos
podem ser doados para outros seres humanos, com mente e processos
cognitivos. Desviar, sempre, dessa questão não ajuda ao debate, de toda
forma.
JR1 - Veja se entendi: mente é atividade cerebral perceptível através de
aparelhos. E quantas outras atividades não são detectadas por aparelhos e
nem por isso deixam de ocorrer, como o metabolismo das células, dos sistemas
e dos órgãos dos seres vivos? É praxe fazer vários outros testes e aguardar
um significativo período de tempo, antes de remover os órgãos de um paciente
que apresenta "morte cerebral". Só a falta de atividade cerebral não é
determinante para considerar o paciente morto.

JR: "Ser humano é o ser vivo que alimentado e protegido minimamente adquire
as diversas aparências denominadas de mórula, zigoto, feto, bebê, criança,
jovem, adulto, idoso,
doente terminal..."

Esqueceu de incluir células adultas, que podem fazer exatamente isso. Mesmo
que não chame de "minimamente" a tecnologia necessária, sabe perfeitamente
que não há diferenças. Tanto não há que, embora mulheres com dificuldade de
engravidar usem a MESMA técnica que permite que células adultas se tornem
seres humanos, você não as desconsidera em sua classificação.
JR1 - Repetindo: células humanas não são seres humanos. Para que ela se
torne um ser humano é preciso que sua estrutura sofra uma ação através da
entrada de um espermatozóide na célula maior, o óvulo, ou através de
outras e diversas formas. Essa "ação" é que faz a diferença entre uma célula
e um embrião. Sacou!

Está, evidentemente, tentando defender o indefensável, usando uma definição
que não é uma definição real de ser humano. É apenas circular, é ser humano
o que você diz que é ser humano.
Uma mórula pode, mas não é certeza, vir a ser um bebê. Pode se tornar um
teratoma, ser reabsorvida, ou se tornar DOIS ou mais bebês. O que aconteceu
pelo caminho, JR? A mórula, que era um ser humano, se tornou,
milagrosamente, dois seres humanos? Uma mórula, que era um ser humano,
deixou de ser e se tornou um teratoma? E, se deixou de ser, quando isso
aconteceu? Em que momento um ser humano, mórula, se torna um não ser humano,
teratoma, para você?
JR1 - Depois de quase um século da TRG, TRR e da TQ vc ainda quer, primeiro,
ter a certeza de que o zigoto vai ser um ser humano para, aí então, deixá-lo
em condições de "vir a ser" um ser humano!!! Voltemos à lógica simples que a
honestidade intelectual permite desenvolver. O que os pró-aborto estão
defendendo não é o descarte de um teratoma, de um tumor, de um ser disforme
ou sem condições de sobrevivência fora do útero. O que os abortistas
defendem
é a descriminalização do aborto *qualquer que seja o estado do feto*!!! Dá
para perceber a diferença? Em vez de educar, instruir, esclarecer sobre
sexualidade, métodos preventivos à gravidez, gestação, responsabilidade,
etc. torna-se legal o assassinato de seres humanos que não têm voz, nem
podem se defender.

Isso, é claro, é um absurdo. E deriva da insistência em querer que seres
humanos "surjam" a partir de chaves de liga-desliga. Fecundou, "plim-plim",
virou ser humano. Não é assim. Um ser humano se forma, lentamente, durante a
gestação. Não é um ser humano quando óvulo ou mórula. É quando feto e com
cérebro, mente, individualidade, processos cognitivos, neurológicos, etc. No
meio desse processo, um degrade, áreas de mistura, onde seria difícil
colocar uma "linha" divisória.
JR1 - Se, nesse seu raciocínio "degradé" para a formação do ser humano, é
muito difícil definir uma linha divisória por que não definir no ponto de
menor possibilidade de erro: a fecundação?! Mesmo com toda essa dificuldade
ou
impossibilidade, os abortistas já estão arbitrando o tempo de 12 semanas,
seis meses ou até mesmo nove meses. Isso é conveniência, não é ciência.
Isso demonstra a falta que faz a honestidade intelectual.
Um motorista atropela e mata alguém, seu crime pode ser doloso ou culposo.
Ninguém diz que foi *apenas um pedestre* e fica por isso mesmo. Já foi
assim, agora não são só os donos da grana de do poder que possuem e dirigem
veículos e as leis são melhor aplicadas. Alguém chuta a barriga da grávida e
provoca a morte do feto... Não foi nada, só uma mórula? Passa benguê no
local roxo e pronto...

Se entender isso, entenderá o resto de meu argumento. Mas se apenas insistir
na alegação, errônea, abaixo, não vai sair do lugar, JR.

JR: "JR - E de onde vêm todos os órgãos e sistemas do corpo humano? Vc
parece estar na idade da pedra em termos de pesquisa científica: só existe o
que vejo e considero. Pense um pouco! A maior parte do que existe não
percebemos."

Não importa de onde vem, JR. Da mesma forma que não importa que o alicerce
venha da mesma planta que vai gerar uma casa, ele ainda não é uma casa. E,
sim, só existe o que eu vejo e considero, nada de "alma", nada de "algo
mais", invisível e sobrenatural, nada disso. Finalmente chegamos ao ponto
fundamental de sua argumentação, o que "não vejo" mas existe, o que "não
considero" mas devo levar em conta.
JR1 - Não importa de onde vem? Para saber isso e muito mais é que há a
Ciência. O que é isso, Homero? Obtusou de vez? Na falta de argumentos, vc
diz bobagens e apela para a confusão tentando, como recurso
último, desqualificar meus comentários rotulando-os de religiosos. Em muitos
caso esse estratagema dá certo. Não nesse. Quem está aventando o uso de
adivinhação, de considerar ou não e de contar com a sorte para definir
quando o ser humano se estrutura, é você. Lembre-se que os primeiros
biólogos modernos eram religiosos consagrados. Frei Mendel é considerado o
pai da genética!!!

Eu sempre disse que era isso que importava, que embasava seus argumentos,
JR, fica mais fácil agora que reconhece isso.

Tudo que existe, tudo que devemos levar em conta, percebemos. Não com os
sentidos, que podem ser enganados, mas com a ciência e o método científico.
O que está, finalmente, afirmando, JR, é que, embora não se perceba, não se
vejam evidências, não exista como provar ou demonstrar, devo acreditar que
uma mórula é um ser humano. Desculpe, não vai dar.
JR1 - Já deu, Homero. Faça o teste do implante e arranje outra desculpa para
si mesmo.

Dragões invisíveis que cospem fogo frio, indetectáveis, não servem para
embasar escolhas, atos e conclusões, sinto muito.
JR1 - Tolices e tentativas de trazer meus argumentos para o obscurantismo
que vc acha que todo religioso possui. Seja honesto. Não estamos falando em
dragões...

JR: "JR - E para facilitar sua defesa utiliza a falácia de que uma mórula
não contém todos os componentes do ser humano..."

Não é nem falácia, nem defendo isso. É um argumento, embasado em uma
definição, que a mórula não tem, e podemos demonstrar e provar isso, uma
mente. Se acredita que sem uma mente, ainda assim é um ser humano (porque
tem "algo mais" que não deseja nomear neste momento), é um direito que lhe
assiste. Mas em minha definição, para ser um ser humano, precisa de uma
mente, de processos cognitivos, e a mórula não os tem. Ponto. Nada de
falácia.
JR1 - E de onde vem a mente, os sistemas e os órgãos? São implantados na 12
semana de gestação? Quem faz esse microimplante? Não seja tolo Homero, o ser
humano já está lá, basta alimentar e deixar que ele se desenvolve até um
tamanho que possamos observar e finalmente constatar.

É evidente que, dentro de minha definição, uma mórula não contém todos os
componentes de um ser humano. Minha definição exige, para classificar como
ser humano, uma mente e processos cognitivos. A mórula não os tem, e nem
você nem ninguém pode discordar disso ou provar o contrário. Tanto que a
defesa que faz, recorrentemente, é que mesmo sem isso, sem uma mente ou
cérebro, a mórula "é um ser humano". Não diz porque é assim, é claro, já que
teria de admitir que acredita existir "algo mais" nela, que não está na
célula adulta que também pode "vir a ser" um ser humano.
JR1 - Sua definição não define o ser humano. São apenas palavras que não
alcançam a complexa totalidade que existe em um ser vivo, em um ser humano.

JR: "Mas, como as semente, por menor e mais desprezível que seja, contém uma
árvore, um embrião contém um ser humano."

Não, a semente não contém uma árvore, contém instruções codificadas em DNA
que podem, podem, ser usadas para construir uma árvore. Da mesma forma, uma
planta de arquitetura pode ser usada para construir uma casa, mas a planta
não é uma casa. E nunca chamei de "desprezivel", apenas de não humano. E não
há desprezo algum nisso (falácia do apelo a emoção).
JR1 - Sua auto limitação mental e preocupante. Claro que uma planta não é
uma casa! Pode plantar um projeto arquitetônico que não nasce uma casa. Essa
é a diferença dos seres que consideramos vivos. Posso afirmar que a semente
*é* a árvore por que apenas plantada, alimentada, expande-se em si mesma
adquirido um aspecto maior que chamamos de árvore.

JR: "A mórula não contém uma criança como entendemos ser uma criança. Nem um
jovem, nem um adulto. Nela está contida um ser humano que se apresenta uma
mesma estrutura original durante toda a sua vida. Há muito tempo, as
aparências não definem o que chamamos de ser humano."

Não contém nem uma criança, nem nada, a não ser instruções codificadas em
DNA. Apenas isso, uma "planta arquitetonica" que pode ser usada para
construir um, dois, vários seres humanos, ou um teratoma, ou um corpo
anencéfalo, ou nada disso e ser reabsorvida pelo organismo.
JR1 - Como não contém nada?

Não defino ser humano pelas aparencias, mas pela presença de uma mente,
processos cognitivos, identidade, etc, etc, etc (até quando terei de repetir
e repetir, sem ser compreendido, essa definição?..:-) Nada disso está
presente na mórula.
JR1 - Está sim, faça o teste! Implante-a no útero e vigie para que ninguém
acrescente mais nada nela, até vc conseguir perceber a mente, processos
cognitivos, identidade, personalidade, etc. que já existiam nela.

JR: "Vc pode criar a "sua desculpa" para justificar a
morte de um ser humano, tenha ele o nome que vc queira dar (embrião, zigoto,
mórula, nascituro, feto, bebê, neném, criança, jovem, adulto, idoso, doente
terminal), só me parece desnecessário vc tentar se convencer de que não é um
ser humano. O conhecimento que possuímos, hoje, não permite aceitar
racionalmente essa falácia. ]"

Apelo à emoção, uma falácia recorrente. Desculpe, JR, mas em todos os casos
citados, não há duvida sobre ser a vítima um ser humano, ter processos
mentais e cognitivos, sistema neurológico, etc. Nada disso, portanto, se
encaixa em nosso debate. A retirada de um tumor, na verdade, seria mais
adequado, pois um tumor, mesmo tendo DNA humano, não é um ser humano.

Não estou, mais uma vez, "dando uma desculpa", não estou fugindo da
responsabilidade, apenas não concordo com você quanto a uma mórula ser um
ser humano, e não um potencial ser humano futuro. Não concordo com dar
status de ser humano a algo que não tem mente, cérebro, processos
cognitivos, etc.

E não quero convencer você, quero que você, e os anti-aborto, nos deixem a
sociedade laica em paz, e não interfiram em leis que devem ser racionais,
pesando o bem estar de seres humanos reais, mulheres que engravidam e
precisam abortar, contra grupos de células que podem, podem apenas, vir a
ser um ser humano (mas podem não vir a ser nada).
JR1 - É o que todos desejamos, ficar em paz! Que tal começar em deixar em
paz quem está em paz e muito bem protegido no ventre materno?

O conhecimento que possuimos hoje não aguenta mais religião e crenças
baseadas na fé enchendo o saco e atrapalhando a vida alheia(desculpe o mau
jeito..:-)
JR1 - Não são os religiosos que lhe tira a paz é a lógica honesta que as
nossas mentes possuem, quando ainda não foram submetidas a interesses outros
que agridem a realidade.


JR: "JR - Dentro da lógica racional, por maior que seja a deficiência que um
ser humano possa apresentar, ele não deixa de ser um ser humano. Autorizar
ou
justificar um aborto é fato corriqueiro no mundo. O que agride nossa
inteligência é a tentativa de escamotear a realidade que se nos apresenta."

Isso não é "lógica racional", é, mais uma vez, fé e crença sem base. Repito
(e isso cansa) se a deficiência é a falta de um cérebro, uma mente, uma
identidade, capacidades cognitivas, sim, deixa de ser um ser humano, como um
corpo humano em morte cerebral deixa de ser. Se a deficiência, em qualquer
grau, deixa o cérebro, as capacidades cognitivas, neurológicas, etc,
intactas, não, ele não deixa de ser um ser humano, não importa a aparência.

Um teratoma com cérebro será um ser humano, um bebê sem cérebro, não será. É
simples, claro e , neste caso sim, lógico e racional.

É você que está por demais impressioando com as aparências. Se um acidente
cortar uma cabeça do corpo, e se pudermos manter os dois vivos (e mesmo hoje
isso seria possível, em hipótese) a qual dos dois daria o status de ser
humano, JR?

Se um teratoma desenvolver diversos órgãos, mas nenhum cérebro, será um ser
humano? E se desenvolver um cérebro, mas dentro de uma massa disforme, será
um ser humano, JR? Dentro de minha definição, apenas no segundo caso será um
ser humano. Dentro da sua, em nenhum deles, já que nenhum dos dois será um
bebê, uma criança, um jovem ou um adulto.

Tem mente humana, é ser humano. Não tem, não é.

JR: "JR - Vc pode decidir conscientemente que um ser humano apresenta "morte
cerebral", "coma irreversível", "vida vegetativa", etc, o que não impede
que, mesmo depois dessa decisão, ele se recupere e volte à vida normal. É
uma questão de decisão, não de desonestidade intelectual, enrolação para
aliviar as consciências mais sensíveis."

Está desinformado, JR. Coma e morte cerebral são situações diferentes.
Alguém em coma pode voltar, embora raro, mas em morte cerebral, não pode. É
isso que diferencia um estado do outro. A não ser, é claro, se considerarmos
milagres divinos e sobrenaturais, as tais "coisas que não vemos e não
levamos em consideração". Mas eu não acredito em milagres, ou melhor,
concluo que não existem evidências deles, e não levo isso em consideração
para definir atos e criar leis.
JR1 - Desaprendeu a ler, Homero? Veja as vírgulas entre as palavras...

Não importa sua fé em contrário, um bebê anaencéfalo não vai "se recuperar".
Aparentemente, o ser divino e onipotente só produz milagres em casos onde
regressões expontâneas são possíveis. Casos extremos, como braços amputados,
não estão dentro de suas capacidades. E a perda do cérebro está entre essas
limitações.
JR1 - Estamos falando da descriminalização do aborto e não em recuperação de
anencéfalos.

Sim, erros de avaliação podem dar status de morte cerebral a doentes que não
estão realmente nesse estado. Mas isso é uma falha de avaliação, não um
milagre. Se o diagnóstico estiver correto, o paciente já morreu, o ser
humano nele cessou de existir e não há nenhuma possibilidade de que volte a
vida.

JR: "JR - É exatamente isso que a Drª Eliene Azevedo propõe em seu artigo,
colado abaixo. Assumamos nossas decisões e responsabilidades com todas as
letras: não quero ficar grávida agora; não dá para criar mais um filho; já
estou
velha; o feto está deformado; é muito sofrimento; não agüento carregar o
filho do estuprador que me violentou; vou engordar e perder a forma; vai
atrapalhar minha vida profissional; afetiva; temos que reduzir os custos de
manutenção dos embriões congelados; temos que produzir primeiro medicamentos
e processos de cura, obter patente, aumentar os lucros; e muitas outras...
Mas que sejam expressas de modo claro, sem buscar enganar nossa
inteligência, nem agredir a lógica."

Eu já exprimi, diversas vezes, de modo claro e límpido. Todas as razões
elencadas acima não servem para dar fim a uma vida humana, mas não há uma
vida humana em jogo aqui. Há uma "planta", instruções codificadas, que
podem, ou não, serem usadas para construir um ser humano. Ele não ficará
pronto, não será um ser humano, até que, durante a construção, sua mente
seja formada, sua capacidade cognitiva surja, seu cérebro se desenvolva. Até
lá, é um alicerce, não uma casa.
JR1 - Seu raciocínio está embotado, Homero! O embrião não é um projeto. Ele
já é um ser humano com tudo que um ser humano possui, só precisa ser cuidado
e alimentado para se expandir e tornar visível tudo que nele está contido.
Percebeu? É difícil vc entender a racionalidade da lógica?

Um abraço.
Homero

[]s
JR
......................................



SUBJECT: Re: Fw: [ciencialist] interferência
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 21:17


----- Original Message -----
From: Ricardo Soares Vieira
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 9:45 PM
Subject: Re: Fw: [ciencialist] interferência


Léo, Victor, Hélio e demais...

Em primeiro lugar quero dizer que esta thread já pode ser colocada no
Hall da Ciencialist! meus sinceros parabéns pelas explicações...

Vou apenas fazer um comentário ok:

Victor, eu discordo um pouco quando diz que cada elemento possui
apenas um movimento vertical, veja porque:

Ricardo: Bom, pelo o que eu entendi, há um efeito macroscópico que é o
movimento senoidal da corda, mas, de mais perto, há um fenômeno
microscópico de natureza elástica atuando sobre cada elemento da
corda, que é o que nos importa... Podemos imaginar a corda,
microscópicamente, como várias partículas sujeita a forças
moleculares que as fazem ficar a uma certa distância umas das outras,
em equilíbrio. Quando uma pessoa levanta a corda, ela naturalmente
estica o primeiro elemento desta corda. Se supormos que a "força
molecular" que atua sobre estas partículas aumenta com a distância
que as separam (analogamente a força elástica), então fica evidente
que as primeiras partículas, que foram, por assim dizer, puxadas, se
afastam das outras que estão um pouco atrás, e consequentemente puxam
estas particulas mais distantes para si. Porém isto não se dá de
forma instantânea, quanto mais distante estiver o elemento
considerado, mais atrazado ocorrerá o puxão, pois é necessário antes
ter um afastamento para gerar a força. Como a força é aplicada na
vertical e como ela não se transmite instantaneamente, cada elemento
fica com uma inclinação um pouco diferente ao longo da corda, que é o
observado macroscópicamente. Quando a mão da pessoa volta para o eixo
X, ela não mais estica o primeiro elemento, que retorna ao seu estado
de equilíbrio, porém, neste momento, o segundo elemento ainda se
encontra esticado em relação ao terceiro, e este em relação ao
quarto, de forma que o resultado geral é uma força que atua na
direção oposta à inicial, e temos então a propagação de um pulso
longitudinal sobre toda a corda... Pelo que entendi, parece ser isto
que nos tenta dizer o Hélio (caso não seja, por favor, me aponte as
diferenças ok). Como cada elemento é esticado e contraído devido as
forças mensionadas, cada uma das particulas constituintes deste
Victor: Evidente que há ações microscópicas. Contudo, são os efeitos macroscópicos que se mede e que interessa,
que são relevantes para o caso. Toda a análise que fiz, e que é feita, prescinde desses efeitos microscópicos.


Ricardo: elemento deve se movimentar na horizontal (ou melhor, na direção do
comprimento da corda)pelo menos por certa distancia dx, extremos dos
pontos de dilatação e contração de cada elemento...
Victor: Não. Não há movimento nenhum de matéria segundo a direção da velocidade da onda que se propaga. Além disso o elemento dl, da corda, não se
encontra na horizontal, mas relaciona-se com as direções x e y na exata maneira que descrevi no e-mail anterior.


Ricardo: Quanto para onde vai a energia no ponto de interferência, bem, se eu
fosse um físico moderno, diria que ela foi para alguma das 6
dimensões extras que o universo com certeza possui, mas não podemos
comprovar isto por experiências, pois estas dimensões estão
compactadas em uma singularidade de quarks vermelhos em algum buraco
negro quântico, mas ela não sumiu não: ta lá, só não dá pra ver...

Victor: Não é preciso chegar a tanto. O fenômeno discutido é bastantemente mais modesto e sem tais
pretensões...

Sds,

Victor.




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "jvictor" <jvoneto@u...>
escreveu
> Grande Hélio,
>
> Olha, nestas dois últimos e-mails eu me concentrei em justificar a
razão pela qual eu disse que a energia potencial no ponto de
deslocamento máximo era zero, somente, pois esse era o foco. Quanto
ao resto, muita coisa está contida nos textos. A questão do Léo
pressupunha a conservação da energia do sistema, se não me engano, o
que não acontece. Então não há aquela de alguém sumir e aparecer em
outra forma. O que disse mais foi que, durante o cruzamento, o
deslocamento efetivo é zero, pois os pulsos são simétricos, e vale o
princípio da superposição. Mas o fato de a corda ficar reta durante
a ultrapassagem não significa que a velocidade Uy transversal do
elemento dm seja nula. Pois não é. A velocidade transversal em
qualquer das partes da corda, no instante da ultrapassagem não é
nula. A corda reta naqueles instantes só tem a ver com o deslocamento
total. Se uma das ondas tiver amplitudes diferentes, ou não forem
simétricas, a corda, no momento da ultrapassagem, nem fica reta, nem
no máximo positivo nem no negativo, mas em algum ponto intermediário,
como é fazer de ver, usando o Princípio da Superposição. Quanto ao
resto, vour retornar em seguida ao teu texto, abaixo, para ser
específico com relação a ele, e não me perder muito.
> Vamos para lá, pois.
>
>
>
>
> Hélio: Desculpe novamente a minha *interferência* neste assunto.
> Victor: Como desculpar, se eu é que ganho com elas. Tenho é que
agradecer.
>
>
>
> Hélio: Em ciencialist "jvictor" escreveu---
>
> >... Este resultado, já comentado na msg anterior,
> > esclarece de vez, acho, a questão. ...
>
> Hélio: Acho que não.
>
> Victor: Você poderia ser mais explícito com o acho que não?
>
> Hélio: Sua explicação foi brilhante como sempre. (Principalmente
por ter
> mencionado Newton e não Einstein).
>
> Victor: Eu mereço...o principalmente. Mas vos lembro um detalhe
importante: Einstein tem nada a ver com essa história, isto é mais
antigo que ele, portanto o culpado é outro.
>
> :-)
>
> Hélio: Mas a questão inicial do Léo foi sobre o ENCONTRO das duas
ondas.
> Neste momento um dx qualquer da região de encontro não tem
nenhuma
> inclinação. Logo energia potencial zero de acordo com seu
> raciocínio. Não existe nas vizinhanças (e nem no resto da corda)
> alguma inclinação que possa transmitir energia para este dx (ou
> melhor, dm) no decorrer do tempo.
>
> Victor: Aí é que você se equivoca. Talvez eu não tenha me feito
entender adequadamente. Veja o texto do tópico inicial, acima, onde
tento uma descrição física do que acontece, pelo que copio e colo só
um pequeno trecho, para enfatizar o raciocínio:
>
> ..."Mas o fato de a corda ficar reta durante a ultrapassagem não
significa que a velocidade Uy transversal do elemento dm seja nula.
Pois não é. A velocidade transversal em qualquer das partes da corda,
no instante da ultrapassagem não é nula. A corda reta naqueles
instantes só tem a ver com o deslocamento total."
>
> Há declividade diferente de zero nesses instantes, e isto não é
difícil de se explicitar matematicamente. Acho que o monte de
equações que já coloquei já é suficiente para inferir isso. Depois
verei se é. Se não, vou complementar, se for o caso.
>
> Hélio: No entanto, momentos depois as
> ondas continuam.
>
> Victor: E continuam, sim. Como se nada tivesse acontecido. É uma
caracterísitca das ondas mecânicas e nada podemos fazer a respeito!.
>
> Hélio: Onde estava a energia no momento do encontro?
> Para mim, fica claro que estava nas contrações e trações que
existem
> mesmo com a corda reta neste instante. Como, de outra forma,
falou o
> Léo em sua MSG original.
>
> Victor: Antes de se produzir o pulso, é preciso que a corda
esteja tensionada. Um pequena deformação, nessas condições, dispara o
processo, sem dó nem piedade. E você formulou a pergunta crucial
nesta discussão e a respondeu corretamente, que diferente não poderia
ser. O que eu tentei fazer foi, na enxurrada verborrágica que
despejei, detalhar e dar justificativas matemáticas. E, sinceramente,
não sei se conseguí ser claro. Fui claro?
>
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51719
>
> > ...
> Victor: Pois só existe o movimento transversal
> > de dm! Esta é mais uma evidência...
>
> Hélio: Onde está a evidência???
> Para mim, isto é um dogma a ser derrubado.
>
> Victor: As evidências? Na propagação de uma onda num lago, um
corpo material, como uma pequena cortiça ou pedaço de isopor, ou
outro corpo que flutue, acompanha a onda em seu movimento horizontal
ou se move para cima e para baixo, enquanto a onda passa? Bem, até o
momento, em todas as experiências que foram feitas, que presenciei ou
não, e que podemos presenciar todos os dias, nunca ninguém viu o
corpo flutuante, em condições normais, sem auxilio externo, ser
carregado pela onda. Never. Todas as ondas mecânicas, todas, sem
exceção de nenhuma, têm as mesmas características. Qualquer que seja
o meio onde se propague. A tampa voa e ela não consegue arrastar
matéria com ela! O que se propaga não é matéria, mas um estado de
movimento, imposto pela energia entregue ao sistema. Este é ponto.
> No caso do pulso na corda, pode-se provar matemáticamente, e isto
nem é tão difícil, que o único movimento que uma massa dm da corda
experimenta, quando a onda passa, é o movimento segundo a vertical,
transversal ao movimento da onda, e nunca na direção do movimento da
onda, que é horizontal. O elemento dm não se desloca
horizontalmente. E não é apenas em razão de ser solidário à corda,
como não poderia deixar de ser. Mas não o faz por razões mais
profundas. Mas acho que, nesse caso, nem precisa recorrer-se
a "divindades" para explicar isso!.. Isto não é dogma. Isto é um
fato, de fácil comprovação experimental, com prova matemática e
tudinho o mais. Não há nada a ser derrubado. Pode até ser que haja
outra explicação, outras teorias que dêem conta do recado. Mas a
mecânica que existe é suficiente, newtoniana muito bem obrigado,
para todos os propósitos da espécie; isto no meu entendimento, claro.
> Sds,
> Victor.
>
>
> Veja minha MSG anterior:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51782
>
>
> Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "jvictor" <jvoneto@u...>
> escreveu
> > Léo,
> >
> > Em tempo: relendo o texto, vejo que talvez seja melhor mostrar
uma
> das várias maneiras matemáticas de se chegar ao resultado que
> informei. Como estou a ver navios, lá vai.
> >
> > 1-Vamos considerar a forma geral do deslocamento transversal:
y =
> F(x,t).
> > Nas condições do texto anterior, vimos que
> >
> > dl^2 = dx^2 + dy^2,
> >
> > considerando dl muito pequeno de modo a desprezarmos qualquer
> curvatura em vista dos esforços transversais sobre o elemento dm
de
> comprimento dl(na direção da corda). (Informação adicional,
> complementar, que me ocorre agora: os esforços horizontais se
> cancelam inteiramente, pois não há movimento de massa(dm) segundo
a
> direção do movimento da onda, horizontal. Pois só existe o
movimento
> transversal de dm! Esta é mais uma evidência de que não
transporte
> de matéria pelo onda, embora transporte energia). Só precisamos
> agora encontrar uma expressão que relacione dl, dx e a função
> F(x,t), de forma a podermos avaliar a diferença dl-dx em termos
dos
> parâmetros envolvidos no problema.
> >
> > Um caminho é:
> >
> > 2- A diferencial dy é escrita segundo a regra conhecida:
> >
> > dy = [ dparcial F(x,t) / dparcial x ] dx.
> >
> > Substituindo esse dy na equação de dl^2, acima, temos:
> >
> > dl^2 = dx^2 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx^2, ou,
colocando
> dx^2 em evidência:
> >
> > dl^2 = {1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx^2, ou, ainda:
> >
> >
> > dl = sqrt{1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx. (I)
> >
> > Vemos que essa expressão é da forma sqrt(1+ x), que Newton
ensinou
> que pode ser aproximada para(se x < < 1):
> >
> > sqrt(1+x) ~= 1 + (1/2) x. Identificando x com [dparcial F
(x,t) /
> dparcial x]^2
> >
> > da expressão (I), ficamos com:
> >
> > dl = { 1 + (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 } dx = dx +
> (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, ou, para a felicidade
> geral da nação:
> >
> >
> > dl - dx = (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, que é
válida
> dentro das hipóteses feitas.
> >
> >
> > Então, entre dois instantes, a tensão sobre dl produziu a
variação
> dl - dx, dada pelo resultado acima. Se Fuc é uma força por
unidade
> de comprimento, aplicada durante um intervalo dt, o trabalho que
> realiza, ou a energia que fornece, sobre o elemento dm é:
> >
> > Fuc (dl-dx) = Fuc (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx.
> >
> > Isto é identificado como a energia potencial dU associada ao
> trabalho de Fuc para tensionar dl. É claramente uma energia em
forma
> elástica, uma energia potencial. E este resultado está de acordo
com
> o argumento inicial de que, em y=A, a declividade é zero e dl
=dx
> indica que dx está no seu estado inicial, de relação, portanto
não
> acumula energia potencial, como imediatamente antes de depois.
Uma
> expressão paraq a energia cinética é obtida de maneira mais
simples
> e mais direta. As duas dão a nergia mecância total. Esta,
dividida
> pelo tempo, dá a taxa com que a onda transporta essa energia.
> >
> > Este resultado, já comentado na msg anterior, esclarece de
vez,
> acho, a questão. Há outras implicações e consequências
> interessantes, como já pude ver. Há outras maneiras de chegar
às
> mesmas conclusões, como pode ser visto em autores como os da
coleção
> Sears(exclente) ou mesmo a última edição do volume || do
Halliday,
> que não tenho, mas aceitaria como um de presente de Natal! Gosto
> muito da maneira como Halliday expõe as coisas de física.
> > Como disse, esse problema não é, de jeito nenhum, trivial. É
> muito rico em informações sobre movimentos da espécie, que
ocorrem
> na natureza.
> >
> >
> > Sds,
> >
> > Victor.
>
>
>
>
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SUBJECT: Re: Fw: [ciencialist] interferência
FROM: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/12/2005 21:45

Léo, Victor, Hélio e demais...

Em primeiro lugar quero dizer que esta thread já pode ser colocada no
Hall da Ciencialist! meus sinceros parabéns pelas explicações...

Vou apenas fazer um comentário ok:

Victor, eu discordo um pouco quando diz que cada elemento possui
apenas um movimento vertical, veja porque:

Bom, pelo o que eu entendi, há um efeito macroscópico que é o
movimento senoidal da corda, mas, de mais perto, há um fenômeno
microscópico de natureza elástica atuando sobre cada elemento da
corda, que é o que nos importa... Podemos imaginar a corda,
microscópicamente, como várias partículas sujeita a forças
moleculares que as fazem ficar a uma certa distância umas das outras,
em equilíbrio. Quando uma pessoa levanta a corda, ela naturalmente
estica o primeiro elemento desta corda. Se supormos que a "força
molecular" que atua sobre estas partículas aumenta com a distância
que as separam (analogamente a força elástica), então fica evidente
que as primeiras partículas, que foram, por assim dizer, puxadas, se
afastam das outras que estão um pouco atrás, e consequentemente puxam
estas particulas mais distantes para si. Porém isto não se dá de
forma instantânea, quanto mais distante estiver o elemento
considerado, mais atrazado ocorrerá o puxão, pois é necessário antes
ter um afastamento para gerar a força. Como a força é aplicada na
vertical e como ela não se transmite instantaneamente, cada elemento
fica com uma inclinação um pouco diferente ao longo da corda, que é o
observado macroscópicamente. Quando a mão da pessoa volta para o eixo
X, ela não mais estica o primeiro elemento, que retorna ao seu estado
de equilíbrio, porém, neste momento, o segundo elemento ainda se
encontra esticado em relação ao terceiro, e este em relação ao
quarto, de forma que o resultado geral é uma força que atua na
direção oposta à inicial, e temos então a propagação de um pulso
longitudinal sobre toda a corda... Pelo que entendi, parece ser isto
que nos tenta dizer o Hélio (caso não seja, por favor, me aponte as
diferenças ok). Como cada elemento é esticado e contraído devido as
forças mensionadas, cada uma das particulas constituintes deste
elemento deve se movimentar na horizontal (ou melhor, na direção do
comprimento da corda)pelo menos por certa distancia dx, extremos dos
pontos de dilatação e contração de cada elemento...

Quanto para onde vai a energia no ponto de interferência, bem, se eu
fosse um físico moderno, diria que ela foi para alguma das 6
dimensões extras que o universo com certeza possui, mas não podemos
comprovar isto por experiências, pois estas dimensões estão
compactadas em uma singularidade de quarks vermelhos em algum buraco
negro quântico, mas ela não sumiu não: ta lá, só não dá pra ver...

Até,

Ricardo




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "jvictor" <jvoneto@u...>
escreveu
> Grande Hélio,
>
> Olha, nestas dois últimos e-mails eu me concentrei em justificar a
razão pela qual eu disse que a energia potencial no ponto de
deslocamento máximo era zero, somente, pois esse era o foco. Quanto
ao resto, muita coisa está contida nos textos. A questão do Léo
pressupunha a conservação da energia do sistema, se não me engano, o
que não acontece. Então não há aquela de alguém sumir e aparecer em
outra forma. O que disse mais foi que, durante o cruzamento, o
deslocamento efetivo é zero, pois os pulsos são simétricos, e vale o
princípio da superposição. Mas o fato de a corda ficar reta durante
a ultrapassagem não significa que a velocidade Uy transversal do
elemento dm seja nula. Pois não é. A velocidade transversal em
qualquer das partes da corda, no instante da ultrapassagem não é
nula. A corda reta naqueles instantes só tem a ver com o deslocamento
total. Se uma das ondas tiver amplitudes diferentes, ou não forem
simétricas, a corda, no momento da ultrapassagem, nem fica reta, nem
no máximo positivo nem no negativo, mas em algum ponto intermediário,
como é fazer de ver, usando o Princípio da Superposição. Quanto ao
resto, vour retornar em seguida ao teu texto, abaixo, para ser
específico com relação a ele, e não me perder muito.
> Vamos para lá, pois.
>
>
>
>
> Hélio: Desculpe novamente a minha *interferência* neste assunto.
> Victor: Como desculpar, se eu é que ganho com elas. Tenho é que
agradecer.
>
>
>
> Hélio: Em ciencialist "jvictor" escreveu---
>
> >... Este resultado, já comentado na msg anterior,
> > esclarece de vez, acho, a questão. ...
>
> Hélio: Acho que não.
>
> Victor: Você poderia ser mais explícito com o acho que não?
>
> Hélio: Sua explicação foi brilhante como sempre. (Principalmente
por ter
> mencionado Newton e não Einstein).
>
> Victor: Eu mereço...o principalmente. Mas vos lembro um detalhe
importante: Einstein tem nada a ver com essa história, isto é mais
antigo que ele, portanto o culpado é outro.
>
> :-)
>
> Hélio: Mas a questão inicial do Léo foi sobre o ENCONTRO das duas
ondas.
> Neste momento um dx qualquer da região de encontro não tem
nenhuma
> inclinação. Logo energia potencial zero de acordo com seu
> raciocínio. Não existe nas vizinhanças (e nem no resto da corda)
> alguma inclinação que possa transmitir energia para este dx (ou
> melhor, dm) no decorrer do tempo.
>
> Victor: Aí é que você se equivoca. Talvez eu não tenha me feito
entender adequadamente. Veja o texto do tópico inicial, acima, onde
tento uma descrição física do que acontece, pelo que copio e colo só
um pequeno trecho, para enfatizar o raciocínio:
>
> ..."Mas o fato de a corda ficar reta durante a ultrapassagem não
significa que a velocidade Uy transversal do elemento dm seja nula.
Pois não é. A velocidade transversal em qualquer das partes da corda,
no instante da ultrapassagem não é nula. A corda reta naqueles
instantes só tem a ver com o deslocamento total."
>
> Há declividade diferente de zero nesses instantes, e isto não é
difícil de se explicitar matematicamente. Acho que o monte de
equações que já coloquei já é suficiente para inferir isso. Depois
verei se é. Se não, vou complementar, se for o caso.
>
> Hélio: No entanto, momentos depois as
> ondas continuam.
>
> Victor: E continuam, sim. Como se nada tivesse acontecido. É uma
caracterísitca das ondas mecânicas e nada podemos fazer a respeito!.
>
> Hélio: Onde estava a energia no momento do encontro?
> Para mim, fica claro que estava nas contrações e trações que
existem
> mesmo com a corda reta neste instante. Como, de outra forma,
falou o
> Léo em sua MSG original.
>
> Victor: Antes de se produzir o pulso, é preciso que a corda
esteja tensionada. Um pequena deformação, nessas condições, dispara o
processo, sem dó nem piedade. E você formulou a pergunta crucial
nesta discussão e a respondeu corretamente, que diferente não poderia
ser. O que eu tentei fazer foi, na enxurrada verborrágica que
despejei, detalhar e dar justificativas matemáticas. E, sinceramente,
não sei se conseguí ser claro. Fui claro?
>
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51719
>
> > ...
> Victor: Pois só existe o movimento transversal
> > de dm! Esta é mais uma evidência...
>
> Hélio: Onde está a evidência???
> Para mim, isto é um dogma a ser derrubado.
>
> Victor: As evidências? Na propagação de uma onda num lago, um
corpo material, como uma pequena cortiça ou pedaço de isopor, ou
outro corpo que flutue, acompanha a onda em seu movimento horizontal
ou se move para cima e para baixo, enquanto a onda passa? Bem, até o
momento, em todas as experiências que foram feitas, que presenciei ou
não, e que podemos presenciar todos os dias, nunca ninguém viu o
corpo flutuante, em condições normais, sem auxilio externo, ser
carregado pela onda. Never. Todas as ondas mecânicas, todas, sem
exceção de nenhuma, têm as mesmas características. Qualquer que seja
o meio onde se propague. A tampa voa e ela não consegue arrastar
matéria com ela! O que se propaga não é matéria, mas um estado de
movimento, imposto pela energia entregue ao sistema. Este é ponto.
> No caso do pulso na corda, pode-se provar matemáticamente, e isto
nem é tão difícil, que o único movimento que uma massa dm da corda
experimenta, quando a onda passa, é o movimento segundo a vertical,
transversal ao movimento da onda, e nunca na direção do movimento da
onda, que é horizontal. O elemento dm não se desloca
horizontalmente. E não é apenas em razão de ser solidário à corda,
como não poderia deixar de ser. Mas não o faz por razões mais
profundas. Mas acho que, nesse caso, nem precisa recorrer-se
a "divindades" para explicar isso!.. Isto não é dogma. Isto é um
fato, de fácil comprovação experimental, com prova matemática e
tudinho o mais. Não há nada a ser derrubado. Pode até ser que haja
outra explicação, outras teorias que dêem conta do recado. Mas a
mecânica que existe é suficiente, newtoniana muito bem obrigado,
para todos os propósitos da espécie; isto no meu entendimento, claro.
> Sds,
> Victor.
>
>
> Veja minha MSG anterior:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51782
>
>
> Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "jvictor" <jvoneto@u...>
> escreveu
> > Léo,
> >
> > Em tempo: relendo o texto, vejo que talvez seja melhor mostrar
uma
> das várias maneiras matemáticas de se chegar ao resultado que
> informei. Como estou a ver navios, lá vai.
> >
> > 1-Vamos considerar a forma geral do deslocamento transversal:
y =
> F(x,t).
> > Nas condições do texto anterior, vimos que
> >
> > dl^2 = dx^2 + dy^2,
> >
> > considerando dl muito pequeno de modo a desprezarmos qualquer
> curvatura em vista dos esforços transversais sobre o elemento dm
de
> comprimento dl(na direção da corda). (Informação adicional,
> complementar, que me ocorre agora: os esforços horizontais se
> cancelam inteiramente, pois não há movimento de massa(dm) segundo
a
> direção do movimento da onda, horizontal. Pois só existe o
movimento
> transversal de dm! Esta é mais uma evidência de que não
transporte
> de matéria pelo onda, embora transporte energia). Só precisamos
> agora encontrar uma expressão que relacione dl, dx e a função
> F(x,t), de forma a podermos avaliar a diferença dl-dx em termos
dos
> parâmetros envolvidos no problema.
> >
> > Um caminho é:
> >
> > 2- A diferencial dy é escrita segundo a regra conhecida:
> >
> > dy = [ dparcial F(x,t) / dparcial x ] dx.
> >
> > Substituindo esse dy na equação de dl^2, acima, temos:
> >
> > dl^2 = dx^2 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx^2, ou,
colocando
> dx^2 em evidência:
> >
> > dl^2 = {1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx^2, ou, ainda:
> >
> >
> > dl = sqrt{1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx. (I)
> >
> > Vemos que essa expressão é da forma sqrt(1+ x), que Newton
ensinou
> que pode ser aproximada para(se x < < 1):
> >
> > sqrt(1+x) ~= 1 + (1/2) x. Identificando x com [dparcial F
(x,t) /
> dparcial x]^2
> >
> > da expressão (I), ficamos com:
> >
> > dl = { 1 + (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 } dx = dx +
> (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, ou, para a felicidade
> geral da nação:
> >
> >
> > dl - dx = (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, que é
válida
> dentro das hipóteses feitas.
> >
> >
> > Então, entre dois instantes, a tensão sobre dl produziu a
variação
> dl - dx, dada pelo resultado acima. Se Fuc é uma força por
unidade
> de comprimento, aplicada durante um intervalo dt, o trabalho que
> realiza, ou a energia que fornece, sobre o elemento dm é:
> >
> > Fuc (dl-dx) = Fuc (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx.
> >
> > Isto é identificado como a energia potencial dU associada ao
> trabalho de Fuc para tensionar dl. É claramente uma energia em
forma
> elástica, uma energia potencial. E este resultado está de acordo
com
> o argumento inicial de que, em y=A, a declividade é zero e dl
=dx
> indica que dx está no seu estado inicial, de relação, portanto
não
> acumula energia potencial, como imediatamente antes de depois.
Uma
> expressão paraq a energia cinética é obtida de maneira mais
simples
> e mais direta. As duas dão a nergia mecância total. Esta,
dividida
> pelo tempo, dá a taxa com que a onda transporta essa energia.
> >
> > Este resultado, já comentado na msg anterior, esclarece de
vez,
> acho, a questão. Há outras implicações e consequências
> interessantes, como já pude ver. Há outras maneiras de chegar
às
> mesmas conclusões, como pode ser visto em autores como os da
coleção
> Sears(exclente) ou mesmo a última edição do volume || do
Halliday,
> que não tenho, mas aceitaria como um de presente de Natal! Gosto
> muito da maneira como Halliday expõe as coisas de física.
> > Como disse, esse problema não é, de jeito nenhum, trivial. É
> muito rico em informações sobre movimentos da espécie, que
ocorrem
> na natureza.
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> >
> > Sds,
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SUBJECT: Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/12/2005 23:43

Olá JR

Apelo a emoção. Muitos apelos. Por isso a "defesa de vida" da Dra, e sua mensagem abaixo, são simplórias, no mínimo. Não importa que existam lucros, não importa que você (e a Dra) pense que as questões de saúde sejam "influenciadas por lucro", etc. Importam os argumentos, fatos e evidências que devem determinar se um ser humano se encaixa na definição ou não.

Minha definição, científica e racional, exige uma mente humana para ser assim considerado. A sua, e da Dra, baseada em mais nada que a crença pessoal que os dirige, tenta apresentar uma mórula, célula fecundada, ou algo do genero, como sendo, não um "potencial" ser humano, mas um ser humano pleno.

O respeito que tenho por sua crença, não pode modificar a razão que embasa decisões e posturas laicas e legais. O aborto não é uma "ataque à vida", e, repito, não é uma questão entre "malvados contra a vida" versus "bonzinhos a favor da vida". Maniqueismo e ingenuidade, nessa visão.

JR: "Com toda o conhecimento e tecnologia, que detemos nesse início de século, em
vez de procurar uma solução para reduzir a gravidez inesperada, indesejada
ou irresponsável, opta-se por uma lei que torna o aborto "legal"!"

Falácia do espantalho (isso está parecendo um manual de falácias..:-). Nenhum defensor do aborto é contra soluções para reduzir a gravidez indesejada. Pelo contrário, todos reconhecemos a necessidade de planejamento familiar (contra a vontade da igreja), uso de anticoncepcionais (contra a vontade da igreja), o uso de camisinha (contra a vontade da igreja), etc. Todos os procedimentos civilizados e necessários a diminuir a gravidez.

Mas, uma vez que ela aconteça, e pode acontecer mesmo com todos os cuidados, o aborto é uma solução, e não um "ataque à vida".

É uma falácia de espantalho, porque cria uma falsa ação dos que são a favor do aborto, a despreocupação com a gravidez indesejada, para atacar essa posição frágil, mesmo sabendo que não é isso que seus adversários defendem (não sei quantas vezes escrevi que todas as medidas para impedir a gravidez indesejada são importantes e fundamentais).

JR: "Pouco se fala nisso, mas o que é preciso é educar, orientar,
instruir e alertar nossas crianças, jovens e adultos sobre essa questão de
vida ou morte."

Muito se fala nisso. O tempo todo, mesmo com o forte lobby religiosos, mesmo com cardeais a divulgar mentiras sobre a camisinha, mesmo as pastorais lutando contra anticoncepcionais e outras formas de prevenção, mesmo com a dificuldade de se conseguir uma laqueadura de trompa, uma vasectomia, na rede pública, mesmo assim, falamos nisso o tempo todo (e o Dr. Drausio Varela tem falado disso no Fantastico, o que provocou forte reação da igreja).

E, sim, é uma questão de vida e morte, não de células de uma mórula, mas de adolescentes e mulheres adultas que morrem em abortos clandestinos, que são clandestinos graças a "bondade" dos anti-aborto, que preferem a morte de milhares de mulheres à perda de uma célula recem fecundada (que, de toda forma, é perdida em 80 de cada 100 fecundações).

JR: "Trabalho social, Incentivo ao trabalho voluntário,
cursos de esclarecimentos, períodos ou estágios em maternidades e creches.
Em geral, a pena de prisão pouco ou nada servirá nos casos de crime de
aborto."

Concordo com todas essas opções. E concordo com a última frase, prisão não é a solução para quem comete aborto. Descriminalizar o aborto salvará vidas e tornará mais civilizada nossa sociedade.

JR: "No mais, seu comentário gira em um blá-blá-blá vazio, típico de encher
lingüiça ou de letrinhas o espaço disponível na tela. "

Está profundamente enganado. Existem argumentos, um a cada parágrafo, em meu texto. Deveria refuta-os, apresentar evidências contrárias, etc, não apenas desclassificar o texto dessa forma. Se eu achasse que resultaria em algo, eu mesmo reapresentaria cada argumento, explicaria sua base, e demonstraria o que poderia refuta-lo, se fosse possível.

Mas não acho que resulte em nada. Sua crença, forte e imutável, não vai se abalar, e não vai conseguir refutar os argumentos sobre o assunto. Apenas repetir as mesmas falácias e acusações, o que não resolve a questão, nem ajuda no debate.

JR: "Pelo atual conteúdo de suas mensagens, tenho dúvida se é vc mesmo quem está escrevendo essas
opiniões ou delegou a alguém, aparentemente menos experiente, fazer isso!?"

risos..:-) Falácia "ad hominem". Engraçada, até, mas ainda assim uma falácia. Não, eu não sou tolo, nem delego a escrita a ninguém. Tente responder aos argumentos, e perceberá que sou eu mesmo que os escreveo.

JR: "JR1 - Vc fala, fala e não sabe o que diz. O que vc entende por mente? E por
mente humana? Processos cognitivos? Mente seria algo assim como cérebro?
Qual deles? E memória? Será que vc acredita que não haja um processo
cognitivo numa célula, numa mórula ou embrião?"

Se quiser discutir esses pontos, sobre a mente, ótimo, podemos mudar o curso do debate. Mas se é só mais uma maneira de desviar e tergiversar, não vai adiantar.

Sim, não há processos cognitivos em uma mórula, em um óvulo e na maior parte da vida do embrião. Processos cognitivos só surgem com o cérebro e o sistema nervoso, na fase fetal. Não é "minha opinião", são dados e evidências bem documentadas e conhecidas pela ciência.

JR: "Como é que eles têm a capacidade de realizar todos os tais processo que vc denominou de
mecânicos-químicos-biológicos. Será que é isso o que os antigos denominavam
de alma, sopro divino? Instinto de preservação da vida? "

Agora a coisa ficou feia. Seu desconhecimento sobre a bioquimica e a biologia de seres vivos pode estar causando essa enorme confusão. Eles tem a capacidade de realizar esses processos, todos não intencionais nem cognitivos, devido a codificação destes no DNA. Não apenas seres humanos, mas bactérias, ratos, lagartixas, peixes, aves, chimpanzés, planarias, etc, todas, mesmo sem processos cognitivos, fazem exatamente isso, sem necessidade de intenção ou controle neurologico ou mental. Não há mente, nem em planarias, nem em mórulas, nesse sentido.

Sopro divino. Sei. Não percebe que tudo se resume a isso, sua crença no "algo mais", o tal sopro divino dos "antigos", uma superstição ancestral sem comprovação? Nem é possível debater nessas bases, não há como. Você parece, por falta de informação a respeito dos processos que atuam na geração de seres vivos, acreditar que "algo mais" dirige tudo, que há "algo mais" em óvulos, morulas, embriões, etc. Eu não acredito. E não há evidências que suportem sua crença, pelo contrário. Não precisa "acreditar" nisso, pode estudar a biologia e se tornar um especialista, e COMPREENDER como isso se dá, e CONCLUIR que são forças cegas. E terá de esconder seu deus em alguma outra lacuna, pois esta estará ocupada.

Não é "instinto de preservação da vida, JR, são processos quimicos e bioquimicos, cegos, não intencionais, que seguem determinações do DNA, da fisica e quimica deste universo, como cristais que crescem a partir de leis simples. Está enxergando "divindades", sopros divinos, etc, onde nada existe, a não ser a biologia e a quimica. Junte os elementos presentes na atmosfera terrestre a 5 bilhões de anos, passe uma corrente elétrico e, bongo, aminoácidos se formarão. Coloque determinadas proteinas ao lado de outras, e, bingo, um braço crescerá. Ou uma antena (gene antennapedia ). Crescerá em você ou em uma mosca das frutas. Cegamente, sem intenção, sem algo mais, sem sopro divino, sem "instinto de preservação da vida", etc.

JR: "Será que vc desconhece que milhões de células, vários sistemas e órgãos do corpo humano
não dependem de comandos cerebrais, da nossa mente, de nossa vontade para
viver e realizar as operações necessárias para as quais estão aptas? "

Nenhum processo independe de sistemas cerebrais. Independem, e deve ser essa sua confusão, de comandos cerebrais a nivel consciente. Mas ainda assim, a nível inconsciente, sim, é o cérebro que os controla.

A não ser os processos metabolicos, quimicos quase, que existem em seres como bactérias, seres humanos e planárias. O metabolismo celular, que é quase química pura, com reações e catalizadores agindo automáticamente. Sem mente, sem ser humano, já que uma planária também os tem.

JR: "Conhece os "neurônios" existentes no sistema gástrico intestinal? Desconhece a
"faxina" que nosso organismo faz durante o período de sono
profundo, onde nosso voluntarismo intelectual é zero. Todo ser vivo é um
sistema interativo complexo, esteja ele contido em uma célula ou em um
embrião humano. "

Sim, todo ser vivo. E nem por isso chamamos todo ser vivo de "ser humano". Pode entender isso, não pode? Um sistema, um corpo humano em morte cerebral, pode manter alguns processos metabolicos, nem por isso ainda é um "ser humano". Uma planária também o faz, nem por isso é um ser humano. Um ser humano deve ter uma mente humana, uma série de processos cognitivos, etc.

Sua dificuldade com essa questão vem do fato que deseja uma linha de corte, um "momento" onde algo se torna humano, um "anima". Não existe algo assim. É sempre um degrade, uma formação, lenta e gradual. Se a mente vier a se desenvolver, será um ser humano. Se ficar pelo caminho, se tiver apenas alguns procesos, não será.

Entenda isso, e entenderá o problema de definir um ser humano.

Agora a faxina do sono. Primeiro, ainda há muito a se saber sobre o sono. Segundo, e mais importante, a falta de voluntarismo não significa que não exista uma mente. Processos cognitivos, mesmo inconscientes, ainda são processos cognitivos, capazes de definir um ser humano. Mas, retire esses processos, por exemplo, retire o cérebro compeltamente, e por mais "neuronios do sistema gastrico" que possa apresentar, não será mais um ser humano.

Seus arguementos pecam sempre por essa emotividade sem sentido. Neuronios gastricos. Acha que um conjunto de neuronios gastricos define um ser humano, JR? Que, sem a mente, sem o cérebro que suporta os preocessos que geram a mente humana, alguém consideraria este conjunto um ser humano? Fala sério..:-)

JR: ""Vir a ser" é uma engodo intelectual sustentado em vocábulos. Uma
semente pode "vir a ser" uma árvore. Quem tem lucidez sabe que a árvore
"está" na semente, de uma forma diferente da que estamos acostumado a
entender quando pronunciamos o vocábulo árvore... Apenas isso, mas está lá,
é só fazer o teste. Plante a semente! Implante o zigoto."

Eu não sei que uma semente É uma árvore. Nem botanicos sabem disso. Nem a ciência. Está, mais uma vez, apelando a emoção, uma tolice em se tratando de ciência. Vir a ser é o fundamento de seu argumento. Ou não admitiria que aborto em caso de estupro é menos mal que outro tipo de aborto. Por exemplo, uma mórula pode ser sacrificada em caso de estupro, mas ninguém pensaria em sacrificar o bebê, mesmo que resultante de estupro. Em um incendio, salvaria o bebê da creche ao lado, e deixaria 200 embriões congelados morrerem, por serem um futuro "vir a ser" e não seres humanos plenos.

Plante a semente, e muitas vezes nada acontecerá. Ela não vingará. Implante o zigoto, e, em 80 de cada 100 vezes que isso acontece na natureza, não vingará. Não será uma morte de um ser humano, mas apenas a perda de um zigoto.

Mais uma vez, (Quosque tandem , Catilina), não é uma debate entre os que "tem lucidez" e tolos enganados e sem lucidez, entre bonzinhos e malvados, mas entre pessoas que tomam como base de conclusão pontos diferentes. Crença e razão, fé e evidencias. É esse o debate, JR.

JR: "JR1 - É essa sua crença nos vocábulos que lhe atrapalha o raciocínio! Sem
preconceitos, podemos considerar o ser humano como um "teratoma" que
apreciamos quando ocorre. A esses chamamos de feto, bebê... Há outros que
não nos agradam, chamamos de monstros, teratoma ou outro termo diferente de
feto e bebê, para "facilita" o descarte.Mas nem por isso deixam de ser um
ser humano. Reflita um pouco sobre isso, poderá alargar sua visão da realidade,
que é o que é e não o que desejamos ou esperamos que seja..."

Alargue a sua, JR, abandonando crenças e superstições ancestrais. Eu prefiro a conclusão embasada que a superstição. Um teratoma não é "algo que não apreciamos". Isso é ingenuidade. Um teratoma é o mesmo que uma mórula, sem cérebro, mas que tem mais tempo de vida. Uma mórula que, podendo "vir a ser", não o fez, não se tornou ou ser humano, mas uma massa sem mente, sem humanidade. Só você para pensar que deveriamos "ninar" e dar de mamar a um teratoma, simplesmente por emotividade mal dirigida.

Um feto sem cérebro, não é um ser humano, não tem uma mente humana, não tem capacidades cognitivas, não tem capacidade sensortial, etc. Um cérebro sem corpo, se isso for possível (ou quando for possível) será um ser humano, devido a sua mente humana. É simples, se deixar a superstição de lado e alargar sua visão da realidade.

JR: 'JR1 - Veja se entendi: mente é atividade cerebral perceptível através de
aparelhos. E quantas outras atividades não são detectadas por aparelhos e
nem por isso deixam de ocorrer, como o metabolismo das células, dos sistemas
e dos órgãos dos seres vivos? "

Essas outras atividades, JR, que existem em aves, bactérias e planarais, NÃO SERVEM PARA DEFINIR OS PARAMETROS DE UM SE HUMANO. Se não fosse assim, todo ser vivo com atividades não cerebrais, seria um ser humano.

Fala sério, JR. Tenho de respeitar o esforço que faz para manter sua crença, mas está passando do razoável até para superstições.

Este trecho é significativo, por isso vou reproduzi-lo no contexto para análise:

"Homero: Está, evidentemente, tentando defender o indefensável, usando uma definição
que não é uma definição real de ser humano. É apenas circular, é ser humano
o que você diz que é ser humano.
Uma mórula pode, mas não é certeza, vir a ser um bebê. Pode se tornar um
teratoma, ser reabsorvida, ou se tornar DOIS ou mais bebês. O que aconteceu
pelo caminho, JR? A mórula, que era um ser humano, se tornou,
milagrosamente, dois seres humanos? Uma mórula, que era um ser humano,
deixou de ser e se tornou um teratoma? E, se deixou de ser, quando isso
aconteceu? Em que momento um ser humano, mórula, se torna um não ser humano,
teratoma, para você?
JR1 - Depois de quase um século da TRG, TRR e da TQ vc ainda quer, primeiro,
ter a certeza de que o zigoto vai ser um ser humano para, aí então, deixá-lo
em condições de "vir a ser" um ser humano!!! Voltemos à lógica simples que a
honestidade intelectual permite desenvolver. O que os pró-aborto estão
defendendo não é o descarte de um teratoma, de um tumor, de um ser disforme
ou sem condições de sobrevivência fora do útero. O que os abortistas
defendem é a descriminalização do aborto *qualquer que seja o estado do feto*!!! Dá
para perceber a diferença? Em vez de educar, instruir, esclarecer sobre
sexualidade, métodos preventivos à gravidez, gestação, responsabilidade,
etc. torna-se legal o assassinato de seres humanos que não têm voz, nem
podem se defender."


Eu fiz diversas perguntas, perguntas relevantes, sobre a mórula e o surgimento de um ser humano. Mas você simplesmente as ignorou completamente. Retomou o argumento circular, sem o menor remorso..:-)

Sim, eu quero que o zigoto se torne humano, se desenvolva e atinja o status de ser humano, para dar a ele direitos de ser humano. Sim, é exatamente isso, será que finalmetne entendeu?

Veja sua frase, direto do raciocínio circular, e ignorando TODAS as perguntas relevantes:

JR: "O que os pró-aborto estão defendendo não é o descarte de um teratoma, de um tumor, de um ser disforme ou sem condições de sobrevivência fora do útero."

Sim, estamos defendendo justamente isso, um agrupamento de células sem condições de sobrevivência fora do útero, exatamente como um teratoma. Um conjunto de células que, identicamente ao teratoma, não tem forma, não tem órgãos, não tem cérebro. Nada o diferencia de um teratoma, nada a não ser o tal do "vir a ser", um possivel vir a ser, que pode, ou não, se cumprir..

Mas, voltando as perguntas, se a mórula É um ser humano, e um teratoma não é, quando, em que momento, esse ser humano deixou de se-lo? O que medimos para definir que isso aconteceu? O que analisamos, que parametros determinamos, se não é o cérebro e a mente?

Se o teratoma tiver um cérebro, e uma mente, posso abortá-lo sem problemas, pois, não será um ser humano? Ou ter um cérebro e uma mente, mesmo disforme, o tornará um ser humano?

Como ajusta suas superstições sem lógica a estes problemas concretos e relevantes, JR?

JR: "JR1 - Se, nesse seu raciocínio "degradé" para a formação do ser humano, é
muito difícil definir uma linha divisória por que não definir no ponto de
menor possibilidade de erro: a fecundação?! "

Acho que já respondi a essa pergunta um trilhão de vezes, só em nossos debates..:-) E acho que fui ignorado na resposta, um trilhão de vezes..:-)

Sim, não há uma linha. Não, não é impossível colocar a linha divisória em uma posição segura, bem dentro da zona de segurança. Pense em uma parede pintada de um degrade de vermelho para azul. Não se pode definir com certeza e segurança em que ponto da parede termina o vermelho e começa o azul. Mas, se for necessário colocar uma linha que deixe todo azul de fora, será simples. Coloca-se a linha bem dentro da área vermelha, distante do degrade mais forte, e pronto. Não exatamente sobre o vermelho, na parte mais distante da parede, mas dentro do degrade em local seguro.

Da mesma forma, permite-se o aborto até a 12 semana, bem distante da zona de transformação, bem distante da formação do cérbro, bem distante da formação da mente e dos processos cognitivos. Em segurança.

Isso é tão simples, que se não fosse seu desespero com os argumentos, teria percebido e chego a essa conclusão por você mesmo.

O ponto de menor possibilidade de erro, certamente, não é a fecundação. Dentro da definição de ser humano usada, a mente, 12 semanas é tão seguro quanto na fecundação, e mais civilizado e menos cruel com as mulheres de todo pais.

JR: "impossibilidade, os abortistas já estão arbitrando o tempo de 12 semanas,
seis meses ou até mesmo nove meses. Isso é conveniência, não é ciência.
Isso demonstra a falta que faz a honestidade intelectual."

Falácia do declive escorregadio. Não, abortistas não estão tentando arbitrar em 9 meses, nem seis meses, nem outra data, não sem considerações cuidadosas e dependentes de situações diversas. Por exemplo, risco de vida para a mãe pode aumentar a linha limite. Até mesmo hoje, a retirada de um feto de 8 meses pode ser necessária para salvar a vida da mãe. E isso é admitido, sim, por médicos e cientistas, sem falar em juristas.

Alegar uma "suposta" possibilidade de aborto de 9 meses, não torna o aborto de 12 semanas identico a ele. Para 12 semanas, continuam valendo as evidências e argumentos apresentados.

JR: "JR1 - Não importa de onde vem? Para saber isso e muito mais é que há a
Ciência. O que é isso, Homero? Obtusou de vez? Na falta de argumentos, vc
diz bobagens e apela para a confusão tentando, como recurso
último, desqualificar meus comentários rotulando-os de religiosos. Em muitos
caso esse estratagema dá certo. Não nesse. Quem está aventando o uso de
adivinhação, de considerar ou não e de contar com a sorte para definir
quando o ser humano se estrutura, é você. Lembre-se que os primeiros
biólogos modernos eram religiosos consagrados. Frei Mendel é considerado o
pai da genética!!!"

Deve ser desepero, nem entendi sua explosão de emotividade. E vou repetir, não importa de onde vem os órgãos e estruturas de um corpo humano, não para este debate. Minha definição envolve a mente humana, formada durante a gestação. Se se formou, é um ser humano, caso contrário não é. Explodir, esbravejar e descabelar não são considerados argumentos válidos neste caso.

Não conto com a sorte, conto com uma definição precisa e uma forma de estabelecer critérios para um aborto.

Mais um techo completo, já que fica dificil entender onde quer chegar:

"Homero: Tudo que existe, tudo que devemos levar em conta, percebemos. Não com os
sentidos, que podem ser enganados, mas com a ciência e o método científico.
O que está, finalmente, afirmando, JR, é que, embora não se perceba, não se
vejam evidências, não exista como provar ou demonstrar, devo acreditar que
uma mórula é um ser humano. Desculpe, não vai dar.

JR1 - Já deu, Homero. Faça o teste do implante e arranje outra desculpa para
si mesmo."

Fazer o teste e impantar um óvulo, apenas demonstra que existem no DNA dentro dele instruções que, se seguidas, podem, PODEM, vir a ser um ser humano, não que já É um ser humano. Tanto assim que, implantar um óvulo de ovelha dá no mesmo, um ser vivo, mas nem por isso chamamos esse ser vivo de ser humano. Não dá para entender, JR, seu argumento.

JR: "JR1 - Tolices e tentativas de trazer meus argumentos para o obscurantismo
que vc acha que todo religioso possui. Seja honesto. Não estamos falando em
dragões..."

Eu não, mas você está. Seu dragão, indetectável, indemonstrável, inodoro, etc, mora dentro do óvulo fecundado e da mórula. Não pode demonstar, não pode detectar, não pode nem mesmo definir, mas acredita que ele existe e está dentro do óvulo.

Mais um trecho completo:

"JR: "JR - E para facilitar sua defesa utiliza a falácia de que uma mórula
não contém todos os componentes do ser humano..."

Não é nem falácia, nem defendo isso. É um argumento, embasado em uma
definição, que a mórula não tem, e podemos demonstrar e provar isso, uma
mente. Se acredita que sem uma mente, ainda assim é um ser humano (porque
tem "algo mais" que não deseja nomear neste momento), é um direito que lhe
assiste. Mas em minha definição, para ser um ser humano, precisa de uma
mente, de processos cognitivos, e a mórula não os tem. Ponto. Nada de
falácia.
JR1 - E de onde vem a mente, os sistemas e os órgãos? São implantados na 12
semana de gestação? Quem faz esse microimplante? Não seja tolo Homero, o ser
humano já está lá, basta alimentar e deixar que ele se desenvolve até um
tamanho que possamos observar e finalmente constatar."

Ai, ai ai..:-) Não importa de onde vem a mente, embora ela venha dos processos neurologicos do cérebro. Do cérebro, portanto, e só existe quando existe o cérebro. Claro que, em seu entendimento, a mente pode existir sem o cérebro, inclusive ir morar ao lado do senhor ao morrer, mas não é uma evidência científicamente aceita.

Não, não são implantados na 12 semana, nem em uma semana ou momento específico, JR. Não é uma chave de liga-desliga, é um degrade, um desenvolvimento progressivo, uma formação que, ao final, gera uma mente, mas que no início não é uma mente. Tente, não é dificil de entender. Esqueça o tal do "sopro divino", a "anima", que é colocada ao fecundar, pense em um desenvolvimetno, em uma casa sendo construida. Não é casa ainda, na fundação. É casa, quando os donos vão morar, mas não surge de um dia para o outro. Ela se desenvolve, como a mente durante a gestação.

JR: "JR1 - Sua definição não define o ser humano. São apenas palavras que não
alcançam a complexa totalidade que existe em um ser vivo, em um ser humano."

Prove. Não é dificil provar que uma definição não define, então prove. Não vai conseguir, mas pelo menos tente, ao invés de apenas afirmar. Uma definição serve para enquadrar elementos de identificação. Se cumpre os parametros e requisitos, está dentro, se não cumpre, está fora. Minha definição permite colocar dentro todos os seres humanos, que possuem mente e capacidades cognitivas, e deixar de fora o que não preenche esses parametros e caracteristicas.

JR: "JR1 - Sua auto limitação mental e preocupante. Claro que uma planta não é
uma casa! Pode plantar um projeto arquitetônico que não nasce uma casa. Essa
é a diferença dos seres que consideramos vivos. Posso afirmar que a semente
*é* a árvore por que apenas plantada, alimentada, expande-se em si mesma
adquirido um aspecto maior que chamamos de árvore."

Ad hominem. Acho que vou parar de listar as falácias..:-) Uma planta, se seguida a risca, constroi uma casa. Um DNA, se seguido a risca pelo maquinário celular (e maquinário aqui é perfeito como metáfora), constroi um ser humano, uma ameba, uma planária, e até você, JR. São identicas, DNA e planta arquitetonica, sendo que o maquinário para a planta se identifica com o maquinário celular.

O que chama de "apenas plantada" deriva da absoluta falta de conhecimento sobre a maquinária celular necessária a construir a árvore. Pensa mesmo que é um "apenas" esse plantar? O que está plantando, a semente, equivale a "plantar" a planta da casa, contratar pedreiros, comprar material, etc. Apenas a semente, apenas o DNA, não vai muito longe. Tente, por exemplo, plantar a semente no "ar"..-) Veja se ela "já é uma árvore", sem solo, nutrientes, água, suporte fisico, etc, etc, etc.

Nenhuma semente se "expande" e vira árvore, ela precisa conseguir material de construção, cimento, etc, para poder seguir a planta de DNA. Só a semente, não há árvore, JR, não importa o quanto acredite nisso.

JR: "JR1 - Como não contém nada?"

Nada além das instruções codificadas em DNA, e maquinaria celular, o mesmo que QUALQUER célula adulta.

Mais um trecho completo:

"Homero: Não defino ser humano pelas aparencias, mas pela presença de uma mente,
processos cognitivos, identidade, etc, etc, etc (até quando terei de repetir
e repetir, sem ser compreendido, essa definição?..:-) Nada disso está
presente na mórula.
JR1 - Está sim, faça o teste! Implante-a no útero e vigie para que ninguém
acrescente mais nada nela, até vc conseguir perceber a mente, processos
cognitivos, identidade, personalidade, etc. que já existiam nela."

Ai, ai, ai..:-) Se ninguém acrescentar mais nada, sem a placenta, o que acha que vai acontecer com a mórula, JR? Acha mesmo que "ninguém acrescenta" mais nada? Não há, para começar, uma mente na mórula, JR. Faça o que quiser, creia no que desejar, não há uma mente na mórula ou no zigoto. Ela se formará, quando o cérebro se formar, um conjunto de processos neurologicos e bioquimicos, não uma "alma", durante seu desenvolvimento. Mas não está na mórula, não mais que a casa está na planta da casa.

Não "existiam nela", apenas podiam (ou não) se desenvolver. Nada de mente, mas um "vir a ser" que você tanto gosta, de mente. Vir a ser pode significar não vir a ser também, e devemos esperar para ver, sem que seja preciso dar status de ser humano a essa mórula.

JR: "JR1 - É o que todos desejamos, ficar em paz! Que tal começar em deixar em
paz quem está em paz e muito bem protegido no ventre materno?"

Porque nem sempre o que está em paz vai gerar paz. Vai gerar dor e dificuldades, e, não sendo um ser humano, pode ser retirado, ainda que isso deva ser evitado se possível. Ninguém quer obriga-lo a abortar, JR, pode continuar com suas crenças. Mas deve perceber que o resto de nós, que não comunga desasas crenças, não deve ser submetido a elas, de forma autoritária. Quem deseja abortar, que o faça. Se você tem razão, sua divindade cuidará de nos punir depois da morte..:-) Se não tem, deixe que as pessoas decidam o que desejam fazer nessa situação.

Tumores e miomas também estão em paz dentro do útero mas nem por isso devemos deixa-los lá, não é? E antes que tenha uma explosão emocional, sim, estou comparando uma mórula a um mioma, ambos são agrupamentos de células, com DNA humano, sem cérebro, processos cognitivos ou mente..:-) E podem ser retirados sem que isso configure crime ou pecado.

JR: "JR1 - Não são os religiosos que lhe tira a paz é a lógica honesta que as
nossas mentes possuem, quando ainda não foram submetidas a interesses outros
que agridem a realidade."

Desculpe, JR, mas isso não faz sentido. Eu tenho lógica honesta e sou a favor do aborto. Não tenho "remorso" e nem é isso que me incomoda, mas justamente a tentativa de impedir que o aborto seja descriminalizado. Ou seja, de acordo com você, eu deveria estar em paz, por não poder escolher a opção que, segundo você, me provocaria desconforto intelectual..:-)

Isso simplesmente não faz sentido..:-)

E que interesses agridem a realidade? Como a realidade pode ser "agredida" por interesses? O que um interesse por sí só significaria? Por acaso você, JR, não tem interesses? Por exemplo, o interesse que o aborto continue a ser proibido? Seria razoável que eu dissesse que esse seu interesse, que o aborto continue proibido, significa um interesse seu de que as mulheres continuem a morrer em abortos clandestinos? O que acha?

São frases assim, emocionais, um "apelo à emoção", que dificultam este debate. Sei que é um assunto polemico, e que as pessoas anti-aborto costumam se apegar a teses emotivas, mas isso não ajuda a encontrar a "realidade". Só torna mais dificil e mais confusa a determinação de leis e diretrizes de ação para estes casos.

JR: "JR1 - Estamos falando da descriminalização do aborto e não em recuperação de
anencéfalos."

Exatamente..:-) Um bebê anencéfalo pode ser abortado pelas mesmas razões que uma móruila pode ser abortada e pelas mesmas razões que um óvulo pode ser abortado, não são "seres humanos" por não possuirem mente, cérebro ou processos cognitivos. É exatamente sobre isso que estamos falando, JR, por isso a relevancia de meu argumento.

JR: "JR1 - Seu raciocínio está embotado, Homero! O embrião não é um projeto. Ele
já é um ser humano com tudo que um ser humano possui, só precisa ser cuidado
e alimentado para se expandir e tornar visível tudo que nele está contido.
Percebeu? É difícil vc entender a racionalidade da lógica?"

Não, meu raciocínio é perfeito. Uma mórula (e não embrião, que pode ou não estar em diversas fases de desenvolvimento) é um projeto, e não possui nenhum dos órgãos, embora possua as instruções necessárias para construi-los. Ele não tem NADA do que um ser humano possui, não mais que QUALQUER célula de seu corpo, o núcleo de DNA com as instruções. Se for alimentado, e não seguir as instruções corretamente, não virá a ser um ser humano. Se não for alimentado, não virá a ser um ser humano. Se você retirar as instruções de dentro de uma célula qualquer de seu corpo, e colocar no maquinário celular necessário para cumprir essas instruções, ele pode gerar um ser humano identico a você, geneticamente identico, embora tenha uma mente própria, fruto dos processos neurologicos de seu cérebro.

É isso que uma mórula e um zigoto são, tudo o que são. Talvez seja doloroso para você, como foi doloroso no passado para muitos decobrir que a Terra não está no centro do universo, ou que não somos criaturas geradas pela divindade, mas frutos de uma evolução natural e cega. Mas a realidade é mais honesta que a ilusão e é a realidade que deve pautar e definir nossas ações a atos. E leis.

JR: "É difícil vc entender a racionalidade da lógica?""

Não, acho que não, embora a frase acima não faça sentido. Imagino que queira dizer que sua crença, disfarçada de lógia, é tão evidente que só um tolo não entenderia. Bem, não sou um tolo, e não vejo nada que suporte sua crença, dessa forma, acho que "entendo a racionalidade da lógica" o que quer que isso signifique..:-)

Um abraço.

Homero








[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Fw: [ciencialist] interferência
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/12/2005 05:00

Victor, Hélio, Ricardo e leitores assíduos, nas horas que nada têm a fazer, das elucubrações na C-list,

Realmente a thread está excelente e nos fez relembrar adormecidos detalhes da Física das Vibrações de outrora.
Particularmente, é a parte da física que mais gosto e até cheguei a escrever uma apostila (nossa, a quanto tempo não uso esse termo --- uns dizem que é apenas 'postila') sobre "Oscilações mecânicas e eletromagnéticas" lá pelos meus 30 anos ... sei lá se ainda tenho um exemplar disso!
Mas, voltando à vaca fria, ainda não ficou totalmente do agrado dos gregos e troianos essa nossa questão básica. Concordo que não é uma resposta trivial mas, com certeza, ainda não achamos as 'palavras certas' para descrever a alunos e professores uma conclusão convincente e 'visual' da questão.

Assim, vamos retornar à alvorada das oscilações e tentar afunilar a questão.

1- ponto material (massa concentrada na partícula) pode realizar oscilações sob o concurso de forças externas e de sua inércia. Vários são os modos de se realizar isso: pêndulo simples (ação do peso e inércia), sistema massa-mola etc. Se a resultante das forças sobre o ponto material é de restituição e do tipo elástica a oscilação é harmônica e recebe o nome de MHS.
Sobre isso faço um detalhado estudo (e põe detalhe nisso!) que pode ser visto em:
"16 em 1 ... o MHS" - http://www.feiradeciencias.com.br/sala05/05_RE_15.asp
Propaganda: Uma boa hora para ler isso é agora!

2- conjunto de pontos materiais (a inércia é indispensável no processo mecânico) interligados fisicamente (forças de coesão, viscosidade, cisalhamento, elástica, magnética etc.) podem tornar-se sede de 'ondas'; modo como a energia inserida numa porção deles se propaga às demais regiões (+ um monte de condições de contorno).

Disso acima deriva um outro monte de equações 'sobre as ondas' que sabemos, sendo a 'mais aproveitada' a f(x,t) = f(x-ut) , a onda harmônica, que pode ser escrita de formas variadas (incluindo os complexos) tais como: f(x,t) = a.sen2pi(t/T - x/L) = a.sen(wt - kx) e por ai a fora, sendo que todas são soluções da equação diferencial de D'Alembert:
(dparcial)^2f(x,t)/dparcialt^2 = u^2.(dparcial)^2f(x,t)/dparcialx^2 (equação da corda vibrante).

É essencial para toda a teoria o princípio da superposição.

Há um ponto crucial a ser detalhado dentro de nosso 'quesito' da interferência. Como Victor destacou, com insistência, e é um fato dentro da propagação ondulatória, uma onda (longitudinal ou transversal) é uma transmissão progressiva de energia; não há "nenhum deslocamento de matéria" no sentido da propagação. O exemplo da rolha flutuando na água é tradicional; a rolha apenas sobe e desce, não avança. MAS, ai está um quesito importante, é a rolha quem sobe e desce sem avançar ou retroceder, "não" a partícula de água que participa da propagação da onda. As partículas sobem, descem, avançam e retrocedem (realmente descrevem trajetórias circulares ou elípticas). As forças de coesão (no caso de líquidos) e de cisalhamento (no caso de sólidos) é que são responsáveis pelos 'deslocamentos laterais das partículas'.
Vamos nos ater à corda, no mundo microscópico, com a perturbação avançando na direção x'x.
Considere uma 'molécula' M sobre x'x, uma molécula M1 imediatamente à sua frente (em x'x) e outra molécula M2 logo abaixo de M (na direção y'y). Ao deslocarmos M para a frente (x'x) ela comprime a sua vizinha tal como M1, mas, devido ao cisalhamento, ela arrasta M2 na sua própria direção (x'x) e lhe confere certa energia cinética. Progressivamente ocorrerá, segundo y'y, deslocamento das moléculas na direção x'x: há produção de uma onda transversal.
A onda transversal na corda nunca poderia ocorrer se as partículas do meio (quer sob coesão, quer sob cisalhamento) não se deslocassem quer segundo y'y quer segundo x'x, no mundo microscópico.
Disso decorre que 'uma condição necessária para que as ondas transversais se propaguem em um meio elástico (e qual meio não o é?) é a existência de forças de viscosidade, coesão ou cisalhamento (que pode estar incluída na coesão) entre as moléculas. Assim, para todas as partículas da corda há tanto um d'x como um dy durante a passagem da onda (válidas as condições de contorno --- pequenas deformações etc.).

Para o 'mistério' do visual da corda reta, na região de interferência, só vejo o acúmulo de energia potencial das moléculas (que pode ser traduzida como forças de tensão) como armazenadora da energia dos pulsos. Minha divina opinião (resultado dessa discussão toda) é que essa energia potencial está nos microscópicos deslocamentos d'x das moléculas da direção y'y --- como as M2 citadas acima --- (não das moléculas da direção x'x).
M empurra M1 para a frente e puxa M2 tanto para cima (d'y) como para a frente (d'x). Na interferência da questão, d'y = 0, d'x =/= 0 para cada pulso.

y'
|
x'--------(M)-->dx--(M1)
|
(M2)
|
y


y'
\
x'--------(M)-->dx--(M1)
/
(M2) -->d'x
|
y

Há algum furo nisso tudo? Apontem-me ... e terei aprendido mais!

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 21:17
Assunto: Re: Fw: [ciencialist] interferência



----- Original Message -----
From: Ricardo Soares Vieira
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 05, 2005 9:45 PM
Subject: Re: Fw: [ciencialist] interferência


Léo, Victor, Hélio e demais...

Em primeiro lugar quero dizer que esta thread já pode ser colocada no
Hall da Ciencialist! meus sinceros parabéns pelas explicações...

Vou apenas fazer um comentário ok:

Victor, eu discordo um pouco quando diz que cada elemento possui
apenas um movimento vertical, veja porque:

Ricardo: Bom, pelo o que eu entendi, há um efeito macroscópico que é o
movimento senoidal da corda, mas, de mais perto, há um fenômeno
microscópico de natureza elástica atuando sobre cada elemento da
corda, que é o que nos importa... Podemos imaginar a corda,
microscópicamente, como várias partículas sujeita a forças
moleculares que as fazem ficar a uma certa distância umas das outras,
em equilíbrio. Quando uma pessoa levanta a corda, ela naturalmente
estica o primeiro elemento desta corda. Se supormos que a "força
molecular" que atua sobre estas partículas aumenta com a distância
que as separam (analogamente a força elástica), então fica evidente
que as primeiras partículas, que foram, por assim dizer, puxadas, se
afastam das outras que estão um pouco atrás, e consequentemente puxam
estas particulas mais distantes para si. Porém isto não se dá de
forma instantânea, quanto mais distante estiver o elemento
considerado, mais atrazado ocorrerá o puxão, pois é necessário antes
ter um afastamento para gerar a força. Como a força é aplicada na
vertical e como ela não se transmite instantaneamente, cada elemento
fica com uma inclinação um pouco diferente ao longo da corda, que é o
observado macroscópicamente. Quando a mão da pessoa volta para o eixo
X, ela não mais estica o primeiro elemento, que retorna ao seu estado
de equilíbrio, porém, neste momento, o segundo elemento ainda se
encontra esticado em relação ao terceiro, e este em relação ao
quarto, de forma que o resultado geral é uma força que atua na
direção oposta à inicial, e temos então a propagação de um pulso
longitudinal sobre toda a corda... Pelo que entendi, parece ser isto
que nos tenta dizer o Hélio (caso não seja, por favor, me aponte as
diferenças ok). Como cada elemento é esticado e contraído devido as
forças mensionadas, cada uma das particulas constituintes deste
Victor: Evidente que há ações microscópicas. Contudo, são os efeitos macroscópicos que se mede e que interessa,
que são relevantes para o caso. Toda a análise que fiz, e que é feita, prescinde desses efeitos microscópicos.


Ricardo: elemento deve se movimentar na horizontal (ou melhor, na direção do
comprimento da corda)pelo menos por certa distancia dx, extremos dos
pontos de dilatação e contração de cada elemento...
Victor: Não. Não há movimento nenhum de matéria segundo a direção da velocidade da onda que se propaga. Além disso o elemento dl, da corda, não se
encontra na horizontal, mas relaciona-se com as direções x e y na exata maneira que descrevi no e-mail anterior.


Ricardo: Quanto para onde vai a energia no ponto de interferência, bem, se eu
fosse um físico moderno, diria que ela foi para alguma das 6
dimensões extras que o universo com certeza possui, mas não podemos
comprovar isto por experiências, pois estas dimensões estão
compactadas em uma singularidade de quarks vermelhos em algum buraco
negro quântico, mas ela não sumiu não: ta lá, só não dá pra ver...

Victor: Não é preciso chegar a tanto. O fenômeno discutido é bastantemente mais modesto e sem tais
pretensões...

Sds,

Victor.




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "jvictor" <jvoneto@u...>
escreveu
> Grande Hélio,
>
> Olha, nestas dois últimos e-mails eu me concentrei em justificar a
razão pela qual eu disse que a energia potencial no ponto de
deslocamento máximo era zero, somente, pois esse era o foco. Quanto
ao resto, muita coisa está contida nos textos. A questão do Léo
pressupunha a conservação da energia do sistema, se não me engano, o
que não acontece. Então não há aquela de alguém sumir e aparecer em
outra forma. O que disse mais foi que, durante o cruzamento, o
deslocamento efetivo é zero, pois os pulsos são simétricos, e vale o
princípio da superposição. Mas o fato de a corda ficar reta durante
a ultrapassagem não significa que a velocidade Uy transversal do
elemento dm seja nula. Pois não é. A velocidade transversal em
qualquer das partes da corda, no instante da ultrapassagem não é
nula. A corda reta naqueles instantes só tem a ver com o deslocamento
total. Se uma das ondas tiver amplitudes diferentes, ou não forem
simétricas, a corda, no momento da ultrapassagem, nem fica reta, nem
no máximo positivo nem no negativo, mas em algum ponto intermediário,
como é fazer de ver, usando o Princípio da Superposição. Quanto ao
resto, vour retornar em seguida ao teu texto, abaixo, para ser
específico com relação a ele, e não me perder muito.
> Vamos para lá, pois.
>
>
>
>
> Hélio: Desculpe novamente a minha *interferência* neste assunto.
> Victor: Como desculpar, se eu é que ganho com elas. Tenho é que
agradecer.
>
>
>
> Hélio: Em ciencialist "jvictor" escreveu---
>
> >... Este resultado, já comentado na msg anterior,
> > esclarece de vez, acho, a questão. ...
>
> Hélio: Acho que não.
>
> Victor: Você poderia ser mais explícito com o acho que não?
>
> Hélio: Sua explicação foi brilhante como sempre. (Principalmente
por ter
> mencionado Newton e não Einstein).
>
> Victor: Eu mereço...o principalmente. Mas vos lembro um detalhe
importante: Einstein tem nada a ver com essa história, isto é mais
antigo que ele, portanto o culpado é outro.
>
> :-)
>
> Hélio: Mas a questão inicial do Léo foi sobre o ENCONTRO das duas
ondas.
> Neste momento um dx qualquer da região de encontro não tem
nenhuma
> inclinação. Logo energia potencial zero de acordo com seu
> raciocínio. Não existe nas vizinhanças (e nem no resto da corda)
> alguma inclinação que possa transmitir energia para este dx (ou
> melhor, dm) no decorrer do tempo.
>
> Victor: Aí é que você se equivoca. Talvez eu não tenha me feito
entender adequadamente. Veja o texto do tópico inicial, acima, onde
tento uma descrição física do que acontece, pelo que copio e colo só
um pequeno trecho, para enfatizar o raciocínio:
>
> ..."Mas o fato de a corda ficar reta durante a ultrapassagem não
significa que a velocidade Uy transversal do elemento dm seja nula.
Pois não é. A velocidade transversal em qualquer das partes da corda,
no instante da ultrapassagem não é nula. A corda reta naqueles
instantes só tem a ver com o deslocamento total."
>
> Há declividade diferente de zero nesses instantes, e isto não é
difícil de se explicitar matematicamente. Acho que o monte de
equações que já coloquei já é suficiente para inferir isso. Depois
verei se é. Se não, vou complementar, se for o caso.
>
> Hélio: No entanto, momentos depois as
> ondas continuam.
>
> Victor: E continuam, sim. Como se nada tivesse acontecido. É uma
caracterísitca das ondas mecânicas e nada podemos fazer a respeito!.
>
> Hélio: Onde estava a energia no momento do encontro?
> Para mim, fica claro que estava nas contrações e trações que
existem
> mesmo com a corda reta neste instante. Como, de outra forma,
falou o
> Léo em sua MSG original.
>
> Victor: Antes de se produzir o pulso, é preciso que a corda
esteja tensionada. Um pequena deformação, nessas condições, dispara o
processo, sem dó nem piedade. E você formulou a pergunta crucial
nesta discussão e a respondeu corretamente, que diferente não poderia
ser. O que eu tentei fazer foi, na enxurrada verborrágica que
despejei, detalhar e dar justificativas matemáticas. E, sinceramente,
não sei se conseguí ser claro. Fui claro?
>
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51719
>
> > ...
> Victor: Pois só existe o movimento transversal
> > de dm! Esta é mais uma evidência...
>
> Hélio: Onde está a evidência???
> Para mim, isto é um dogma a ser derrubado.
>
> Victor: As evidências? Na propagação de uma onda num lago, um
corpo material, como uma pequena cortiça ou pedaço de isopor, ou
outro corpo que flutue, acompanha a onda em seu movimento horizontal
ou se move para cima e para baixo, enquanto a onda passa? Bem, até o
momento, em todas as experiências que foram feitas, que presenciei ou
não, e que podemos presenciar todos os dias, nunca ninguém viu o
corpo flutuante, em condições normais, sem auxilio externo, ser
carregado pela onda. Never. Todas as ondas mecânicas, todas, sem
exceção de nenhuma, têm as mesmas características. Qualquer que seja
o meio onde se propague. A tampa voa e ela não consegue arrastar
matéria com ela! O que se propaga não é matéria, mas um estado de
movimento, imposto pela energia entregue ao sistema. Este é ponto.
> No caso do pulso na corda, pode-se provar matemáticamente, e isto
nem é tão difícil, que o único movimento que uma massa dm da corda
experimenta, quando a onda passa, é o movimento segundo a vertical,
transversal ao movimento da onda, e nunca na direção do movimento da
onda, que é horizontal. O elemento dm não se desloca
horizontalmente. E não é apenas em razão de ser solidário à corda,
como não poderia deixar de ser. Mas não o faz por razões mais
profundas. Mas acho que, nesse caso, nem precisa recorrer-se
a "divindades" para explicar isso!.. Isto não é dogma. Isto é um
fato, de fácil comprovação experimental, com prova matemática e
tudinho o mais. Não há nada a ser derrubado. Pode até ser que haja
outra explicação, outras teorias que dêem conta do recado. Mas a
mecânica que existe é suficiente, newtoniana muito bem obrigado,
para todos os propósitos da espécie; isto no meu entendimento, claro.
> Sds,
> Victor.
>
>
> Veja minha MSG anterior:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51782
>
>
> Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "jvictor" <jvoneto@u...>
> escreveu
> > Léo,
> >
> > Em tempo: relendo o texto, vejo que talvez seja melhor mostrar
uma
> das várias maneiras matemáticas de se chegar ao resultado que
> informei. Como estou a ver navios, lá vai.
> >
> > 1-Vamos considerar a forma geral do deslocamento transversal:
y =
> F(x,t).
> > Nas condições do texto anterior, vimos que
> >
> > dl^2 = dx^2 + dy^2,
> >
> > considerando dl muito pequeno de modo a desprezarmos qualquer
> curvatura em vista dos esforços transversais sobre o elemento dm
de
> comprimento dl(na direção da corda). (Informação adicional,
> complementar, que me ocorre agora: os esforços horizontais se
> cancelam inteiramente, pois não há movimento de massa(dm) segundo
a
> direção do movimento da onda, horizontal. Pois só existe o
movimento
> transversal de dm! Esta é mais uma evidência de que não
transporte
> de matéria pelo onda, embora transporte energia). Só precisamos
> agora encontrar uma expressão que relacione dl, dx e a função
> F(x,t), de forma a podermos avaliar a diferença dl-dx em termos
dos
> parâmetros envolvidos no problema.
> >
> > Um caminho é:
> >
> > 2- A diferencial dy é escrita segundo a regra conhecida:
> >
> > dy = [ dparcial F(x,t) / dparcial x ] dx.
> >
> > Substituindo esse dy na equação de dl^2, acima, temos:
> >
> > dl^2 = dx^2 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx^2, ou,
colocando
> dx^2 em evidência:
> >
> > dl^2 = {1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx^2, ou, ainda:
> >
> >
> > dl = sqrt{1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx. (I)
> >
> > Vemos que essa expressão é da forma sqrt(1+ x), que Newton
ensinou
> que pode ser aproximada para(se x < < 1):
> >
> > sqrt(1+x) ~= 1 + (1/2) x. Identificando x com [dparcial F
(x,t) /
> dparcial x]^2
> >
> > da expressão (I), ficamos com:
> >
> > dl = { 1 + (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 } dx = dx +
> (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, ou, para a felicidade
> geral da nação:
> >
> >
> > dl - dx = (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, que é
válida
> dentro das hipóteses feitas.
> >
> >
> > Então, entre dois instantes, a tensão sobre dl produziu a
variação
> dl - dx, dada pelo resultado acima. Se Fuc é uma força por
unidade
> de comprimento, aplicada durante um intervalo dt, o trabalho que
> realiza, ou a energia que fornece, sobre o elemento dm é:
> >
> > Fuc (dl-dx) = Fuc (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx.
> >
> > Isto é identificado como a energia potencial dU associada ao
> trabalho de Fuc para tensionar dl. É claramente uma energia em
forma
> elástica, uma energia potencial. E este resultado está de acordo
com
> o argumento inicial de que, em y=A, a declividade é zero e dl
=dx
> indica que dx está no seu estado inicial, de relação, portanto
não
> acumula energia potencial, como imediatamente antes de depois.
Uma
> expressão paraq a energia cinética é obtida de maneira mais
simples
> e mais direta. As duas dão a nergia mecância total. Esta,
dividida
> pelo tempo, dá a taxa com que a onda transporta essa energia.
> >
> > Este resultado, já comentado na msg anterior, esclarece de
vez,
> acho, a questão. Há outras implicações e consequências
> interessantes, como já pude ver. Há outras maneiras de chegar
às
> mesmas conclusões, como pode ser visto em autores como os da
coleção
> Sears(exclente) ou mesmo a última edição do volume || do
Halliday,
> que não tenho, mas aceitaria como um de presente de Natal! Gosto
> muito da maneira como Halliday expõe as coisas de física.
> > Como disse, esse problema não é, de jeito nenhum, trivial. É
> muito rico em informações sobre movimentos da espécie, que
ocorrem
> na natureza.
> >
> >
> > Sds,
> >
> > Victor.
>
>
>
>
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SUBJECT: Fw: Bola de Tenis
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/12/2005 06:11

Bolas!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Karine Ramalho
Para: leobarretos@uol.com.br
Cc: karine_ramalho@hotmail.com
Enviada em: quarta-feira, 11 de maio de 2005 03:56
Assunto: Bola de Tenis


Qual a cor da bola de tenis comun e por que? Me responde urgente,por favor!!!!



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SUBJECT: kurumin 5.0 ISO Instalação
FROM: "jvictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/12/2005 06:22

Alguém da lista, que trabalhe com o Linux Kurumim.

Esta lista não é para tais finalidades. Mas...como o objetivo é para fins científicos, então não é tão off topic assim.

1-Baixei o Kurumim 5.0 ISO
2-Gravei num CD.
3- Como fazer para instalar?

Agradeceria muito uma dica. Estou pretendendo pretendendo estudar esse S.O e sair do Windows, tanto na Empresa como em home. Dizem que o Linux é superior ao Windows, etc. E os programas Windows, funcionam com ele?
Busquei na internet e não encontrei informações adequadas. Ou então não procurei direito.

Sds,

Victor.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: agradecimento e ajuda
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/12/2005 06:27

Cada um é um .... pobre curso superior ...

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Paulo Sigauque
Para: leobarretos@uol.com.br
Cc: sigauque@inahina.gov.mz
Enviada em: terça-feira, 6 de dezembro de 2005 03:56
Assunto: agradecimento e ajuda


Antes de mais senhor Doctor goostaria de agradecer pela ajuda que me tem concedido,escrevi-te a meses atras pedindo apoio de como iria me livrar à algumas cadeiras da universidade que eu frequento e por sinal deu muito certo o teu apoio econsegui fazer as cadeira.

Doctor Barreto gostava de pedir mais apoio pois para o ano vou fazer mais cadeiras do meu curso por essa razao gostava de pedir apoio em sites que eu possa usar para meu auxilio ou material que tenha que pode me ajudar a obter,as cadeiras são;Mecanica analitica,Optica e Ondas e Electronica

sem mais de momento muito obrigado pelo apoio que me tem concedido.

Paulosiga76@yahoo.com.br ou Sigauque@inahina.gov.mz



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Yahoo! doce lar. Faça do Yahoo! sua homepage.


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Fw: [ciencialist] interferência
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/12/2005 06:30

Victor, Hélio, Ricardo e leitores assíduos, nas horas que nada têm a fazer, das elucubrações na C-list,

Realmente a thread está excelente e nos fez relembrar adormecidos detalhes da Física das Vibrações de outrora.
Particularmente, é a parte da física que mais gosto e até cheguei a escrever uma apostila (nossa, a quanto tempo não uso esse termo --- uns dizem que é apenas 'postila') sobre "Oscilações mecânicas e eletromagnéticas" lá pelos meus 30 anos ... sei lá se ainda tenho um exemplar disso!
Mas, voltando à vaca fria, ainda não ficou totalmente do agrado dos gregos e troianos essa nossa questão básica. Concordo que não é uma resposta trivial mas, com certeza, ainda não achamos as 'palavras certas' para descrever a alunos e professores uma conclusão convincente e 'visual' da questão.

Assim, vamos retornar à alvorada das oscilações e tentar afunilar a questão.

1- ponto material (massa concentrada na partícula) pode realizar oscilações sob o concurso de forças externas e de sua inércia. Vários são os modos de se realizar isso: pêndulo simples (ação do peso e inércia), sistema massa-mola etc. Se a resultante das forças sobre o ponto material é de restituição e do tipo elástica a oscilação é harmônica e recebe o nome de MHS.
Sobre isso faço um detalhado estudo (e põe detalhe nisso!) que pode ser visto em:
"16 em 1 ... o MHS" - http://www.feiradeciencias.com.br/sala05/05_RE_15.asp
Propaganda: Uma boa hora para ler isso é agora!

2- conjunto de pontos materiais (a inércia é indispensável no processo mecânico) interligados fisicamente (forças de coesão, viscosidade, cisalhamento, elástica, magnética etc.) podem tornar-se sede de 'ondas'; modo como a energia inserida numa porção deles se propaga às demais regiões (+ um monte de condições de contorno).

Disso acima deriva um outro monte de equações 'sobre as ondas' que sabemos, sendo a 'mais aproveitada' a f(x,t) = f(x-ut) , a onda harmônica, que pode ser escrita de formas variadas (incluindo os complexos) tais como: f(x,t) = a.sen2pi(t/T - x/L) = a.sen(wt - kx) e por ai a fora, sendo que todas são soluções da equação diferencial de D'Alembert:
(dparcial)^2f(x,t)/dparcialt^2 = u^2.(dparcial)^2f(x,t)/dparcialx^2 (equação da corda vibrante).

É essencial para toda a teoria o princípio da superposição.

Há um ponto crucial a ser detalhado dentro de nosso 'quesito' da interferência. Como Victor destacou, com insistência, e é um fato dentro da propagação ondulatória, uma onda (longitudinal ou transversal) é uma transmissão progressiva de energia; não há "nenhum deslocamento de matéria" no sentido da propagação. O exemplo da rolha flutuando na água é tradicional; a rolha apenas sobe e desce, não avança. MAS, ai está um quesito importante, é a rolha quem sobe e desce sem avançar ou retroceder, "não" a partícula de água que participa da propagação da onda. As partículas sobem, descem, avançam e retrocedem (realmente descrevem trajetórias circulares ou elípticas). As forças de coesão (no caso de líquidos) e de cisalhamento (no caso de sólidos) é que são responsáveis pelos 'deslocamentos laterais das partículas'.
Vamos nos ater à corda, no mundo microscópico, com a perturbação avançando na direção x'x.
Considere uma 'molécula' M sobre x'x, uma molécula M1 imediatamente à sua frente (em x'x) e outra molécula M2 logo abaixo de M (na direção y'y). Ao deslocarmos M para a frente (x'x) ela comprime a sua vizinha tal como M1, mas, devido ao cisalhamento, ela arrasta M2 na sua própria direção (x'x) e lhe confere certa energia cinética. Progressivamente ocorrerá, segundo y'y, deslocamento das moléculas na direção x'x: há produção de uma onda transversal.
A onda transversal na corda nunca poderia ocorrer se as partículas do meio (quer sob coesão, quer sob cisalhamento) não se deslocassem quer segundo y'y quer segundo x'x, no mundo microscópico.
Disso decorre que 'uma condição necessária para que as ondas transversais se propaguem em um meio elástico (e qual meio não o é?) é a existência de forças de viscosidade, coesão ou cisalhamento (que pode estar incluída na coesão) entre as moléculas. Assim, para todas as partículas da corda há tanto um d'x como um dy durante a passagem da onda (válidas as condições de contorno --- pequenas deformações etc.).

Para o 'mistério' do visual da corda reta, na região de interferência, só vejo o acúmulo de energia potencial das moléculas (que pode ser traduzida como forças de tensão) como armazenadora da energia dos pulsos. Minha divina opinião (resultado dessa discussão toda) é que essa energia potencial está nos microscópicos deslocamentos d'x das moléculas da direção y'y --- como as M2 citadas acima --- (não das moléculas da direção x'x).
M empurra M1 para a frente e puxa M2 tanto para cima (d'y) como para a frente (d'x). Na interferência da questão, d'y = 0, d'x =/= 0 para cada pulso.

y'
|
x'--------(M)-->dx--(M1)
|
(M2)
|
y


y'
\
x'--------(M)-->dx--(M1)
/
(M2) -->d'x
|
y

Há algum furo nisso tudo? Apontem-me ... e terei aprendido mais!

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 21:45
Assunto: Re: Fw: [ciencialist] interferência


Léo, Victor, Hélio e demais...

Em primeiro lugar quero dizer que esta thread já pode ser colocada no
Hall da Ciencialist! meus sinceros parabéns pelas explicações...

Vou apenas fazer um comentário ok:

Victor, eu discordo um pouco quando diz que cada elemento possui
apenas um movimento vertical, veja porque:

Bom, pelo o que eu entendi, há um efeito macroscópico que é o
movimento senoidal da corda, mas, de mais perto, há um fenômeno
microscópico de natureza elástica atuando sobre cada elemento da
corda, que é o que nos importa... Podemos imaginar a corda,
microscópicamente, como várias partículas sujeita a forças
moleculares que as fazem ficar a uma certa distância umas das outras,
em equilíbrio. Quando uma pessoa levanta a corda, ela naturalmente
estica o primeiro elemento desta corda. Se supormos que a "força
molecular" que atua sobre estas partículas aumenta com a distância
que as separam (analogamente a força elástica), então fica evidente
que as primeiras partículas, que foram, por assim dizer, puxadas, se
afastam das outras que estão um pouco atrás, e consequentemente puxam
estas particulas mais distantes para si. Porém isto não se dá de
forma instantânea, quanto mais distante estiver o elemento
considerado, mais atrazado ocorrerá o puxão, pois é necessário antes
ter um afastamento para gerar a força. Como a força é aplicada na
vertical e como ela não se transmite instantaneamente, cada elemento
fica com uma inclinação um pouco diferente ao longo da corda, que é o
observado macroscópicamente. Quando a mão da pessoa volta para o eixo
X, ela não mais estica o primeiro elemento, que retorna ao seu estado
de equilíbrio, porém, neste momento, o segundo elemento ainda se
encontra esticado em relação ao terceiro, e este em relação ao
quarto, de forma que o resultado geral é uma força que atua na
direção oposta à inicial, e temos então a propagação de um pulso
longitudinal sobre toda a corda... Pelo que entendi, parece ser isto
que nos tenta dizer o Hélio (caso não seja, por favor, me aponte as
diferenças ok). Como cada elemento é esticado e contraído devido as
forças mensionadas, cada uma das particulas constituintes deste
elemento deve se movimentar na horizontal (ou melhor, na direção do
comprimento da corda)pelo menos por certa distancia dx, extremos dos
pontos de dilatação e contração de cada elemento...

Quanto para onde vai a energia no ponto de interferência, bem, se eu
fosse um físico moderno, diria que ela foi para alguma das 6
dimensões extras que o universo com certeza possui, mas não podemos
comprovar isto por experiências, pois estas dimensões estão
compactadas em uma singularidade de quarks vermelhos em algum buraco
negro quântico, mas ela não sumiu não: ta lá, só não dá pra ver...

Até,

Ricardo




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "jvictor" <jvoneto@u...>
escreveu
> Grande Hélio,
>
> Olha, nestas dois últimos e-mails eu me concentrei em justificar a
razão pela qual eu disse que a energia potencial no ponto de
deslocamento máximo era zero, somente, pois esse era o foco. Quanto
ao resto, muita coisa está contida nos textos. A questão do Léo
pressupunha a conservação da energia do sistema, se não me engano, o
que não acontece. Então não há aquela de alguém sumir e aparecer em
outra forma. O que disse mais foi que, durante o cruzamento, o
deslocamento efetivo é zero, pois os pulsos são simétricos, e vale o
princípio da superposição. Mas o fato de a corda ficar reta durante
a ultrapassagem não significa que a velocidade Uy transversal do
elemento dm seja nula. Pois não é. A velocidade transversal em
qualquer das partes da corda, no instante da ultrapassagem não é
nula. A corda reta naqueles instantes só tem a ver com o deslocamento
total. Se uma das ondas tiver amplitudes diferentes, ou não forem
simétricas, a corda, no momento da ultrapassagem, nem fica reta, nem
no máximo positivo nem no negativo, mas em algum ponto intermediário,
como é fazer de ver, usando o Princípio da Superposição. Quanto ao
resto, vour retornar em seguida ao teu texto, abaixo, para ser
específico com relação a ele, e não me perder muito.
> Vamos para lá, pois.
>
>
>
>
> Hélio: Desculpe novamente a minha *interferência* neste assunto.
> Victor: Como desculpar, se eu é que ganho com elas. Tenho é que
agradecer.
>
>
>
> Hélio: Em ciencialist "jvictor" escreveu---
>
> >... Este resultado, já comentado na msg anterior,
> > esclarece de vez, acho, a questão. ...
>
> Hélio: Acho que não.
>
> Victor: Você poderia ser mais explícito com o acho que não?
>
> Hélio: Sua explicação foi brilhante como sempre. (Principalmente
por ter
> mencionado Newton e não Einstein).
>
> Victor: Eu mereço...o principalmente. Mas vos lembro um detalhe
importante: Einstein tem nada a ver com essa história, isto é mais
antigo que ele, portanto o culpado é outro.
>
> :-)
>
> Hélio: Mas a questão inicial do Léo foi sobre o ENCONTRO das duas
ondas.
> Neste momento um dx qualquer da região de encontro não tem
nenhuma
> inclinação. Logo energia potencial zero de acordo com seu
> raciocínio. Não existe nas vizinhanças (e nem no resto da corda)
> alguma inclinação que possa transmitir energia para este dx (ou
> melhor, dm) no decorrer do tempo.
>
> Victor: Aí é que você se equivoca. Talvez eu não tenha me feito
entender adequadamente. Veja o texto do tópico inicial, acima, onde
tento uma descrição física do que acontece, pelo que copio e colo só
um pequeno trecho, para enfatizar o raciocínio:
>
> ..."Mas o fato de a corda ficar reta durante a ultrapassagem não
significa que a velocidade Uy transversal do elemento dm seja nula.
Pois não é. A velocidade transversal em qualquer das partes da corda,
no instante da ultrapassagem não é nula. A corda reta naqueles
instantes só tem a ver com o deslocamento total."
>
> Há declividade diferente de zero nesses instantes, e isto não é
difícil de se explicitar matematicamente. Acho que o monte de
equações que já coloquei já é suficiente para inferir isso. Depois
verei se é. Se não, vou complementar, se for o caso.
>
> Hélio: No entanto, momentos depois as
> ondas continuam.
>
> Victor: E continuam, sim. Como se nada tivesse acontecido. É uma
caracterísitca das ondas mecânicas e nada podemos fazer a respeito!.
>
> Hélio: Onde estava a energia no momento do encontro?
> Para mim, fica claro que estava nas contrações e trações que
existem
> mesmo com a corda reta neste instante. Como, de outra forma,
falou o
> Léo em sua MSG original.
>
> Victor: Antes de se produzir o pulso, é preciso que a corda
esteja tensionada. Um pequena deformação, nessas condições, dispara o
processo, sem dó nem piedade. E você formulou a pergunta crucial
nesta discussão e a respondeu corretamente, que diferente não poderia
ser. O que eu tentei fazer foi, na enxurrada verborrágica que
despejei, detalhar e dar justificativas matemáticas. E, sinceramente,
não sei se conseguí ser claro. Fui claro?
>
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51719
>
> > ...
> Victor: Pois só existe o movimento transversal
> > de dm! Esta é mais uma evidência...
>
> Hélio: Onde está a evidência???
> Para mim, isto é um dogma a ser derrubado.
>
> Victor: As evidências? Na propagação de uma onda num lago, um
corpo material, como uma pequena cortiça ou pedaço de isopor, ou
outro corpo que flutue, acompanha a onda em seu movimento horizontal
ou se move para cima e para baixo, enquanto a onda passa? Bem, até o
momento, em todas as experiências que foram feitas, que presenciei ou
não, e que podemos presenciar todos os dias, nunca ninguém viu o
corpo flutuante, em condições normais, sem auxilio externo, ser
carregado pela onda. Never. Todas as ondas mecânicas, todas, sem
exceção de nenhuma, têm as mesmas características. Qualquer que seja
o meio onde se propague. A tampa voa e ela não consegue arrastar
matéria com ela! O que se propaga não é matéria, mas um estado de
movimento, imposto pela energia entregue ao sistema. Este é ponto.
> No caso do pulso na corda, pode-se provar matemáticamente, e isto
nem é tão difícil, que o único movimento que uma massa dm da corda
experimenta, quando a onda passa, é o movimento segundo a vertical,
transversal ao movimento da onda, e nunca na direção do movimento da
onda, que é horizontal. O elemento dm não se desloca
horizontalmente. E não é apenas em razão de ser solidário à corda,
como não poderia deixar de ser. Mas não o faz por razões mais
profundas. Mas acho que, nesse caso, nem precisa recorrer-se
a "divindades" para explicar isso!.. Isto não é dogma. Isto é um
fato, de fácil comprovação experimental, com prova matemática e
tudinho o mais. Não há nada a ser derrubado. Pode até ser que haja
outra explicação, outras teorias que dêem conta do recado. Mas a
mecânica que existe é suficiente, newtoniana muito bem obrigado,
para todos os propósitos da espécie; isto no meu entendimento, claro.
> Sds,
> Victor.
>
>
> Veja minha MSG anterior:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/51782
>
>
> Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "jvictor" <jvoneto@u...>
> escreveu
> > Léo,
> >
> > Em tempo: relendo o texto, vejo que talvez seja melhor mostrar
uma
> das várias maneiras matemáticas de se chegar ao resultado que
> informei. Como estou a ver navios, lá vai.
> >
> > 1-Vamos considerar a forma geral do deslocamento transversal:
y =
> F(x,t).
> > Nas condições do texto anterior, vimos que
> >
> > dl^2 = dx^2 + dy^2,
> >
> > considerando dl muito pequeno de modo a desprezarmos qualquer
> curvatura em vista dos esforços transversais sobre o elemento dm
de
> comprimento dl(na direção da corda). (Informação adicional,
> complementar, que me ocorre agora: os esforços horizontais se
> cancelam inteiramente, pois não há movimento de massa(dm) segundo
a
> direção do movimento da onda, horizontal. Pois só existe o
movimento
> transversal de dm! Esta é mais uma evidência de que não
transporte
> de matéria pelo onda, embora transporte energia). Só precisamos
> agora encontrar uma expressão que relacione dl, dx e a função
> F(x,t), de forma a podermos avaliar a diferença dl-dx em termos
dos
> parâmetros envolvidos no problema.
> >
> > Um caminho é:
> >
> > 2- A diferencial dy é escrita segundo a regra conhecida:
> >
> > dy = [ dparcial F(x,t) / dparcial x ] dx.
> >
> > Substituindo esse dy na equação de dl^2, acima, temos:
> >
> > dl^2 = dx^2 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx^2, ou,
colocando
> dx^2 em evidência:
> >
> > dl^2 = {1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx^2, ou, ainda:
> >
> >
> > dl = sqrt{1 + [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2} dx. (I)
> >
> > Vemos que essa expressão é da forma sqrt(1+ x), que Newton
ensinou
> que pode ser aproximada para(se x < < 1):
> >
> > sqrt(1+x) ~= 1 + (1/2) x. Identificando x com [dparcial F
(x,t) /
> dparcial x]^2
> >
> > da expressão (I), ficamos com:
> >
> > dl = { 1 + (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 } dx = dx +
> (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, ou, para a felicidade
> geral da nação:
> >
> >
> > dl - dx = (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx, que é
válida
> dentro das hipóteses feitas.
> >
> >
> > Então, entre dois instantes, a tensão sobre dl produziu a
variação
> dl - dx, dada pelo resultado acima. Se Fuc é uma força por
unidade
> de comprimento, aplicada durante um intervalo dt, o trabalho que
> realiza, ou a energia que fornece, sobre o elemento dm é:
> >
> > Fuc (dl-dx) = Fuc (1/2) [dparcial F(x,t) / dparcial x]^2 dx.
> >
> > Isto é identificado como a energia potencial dU associada ao
> trabalho de Fuc para tensionar dl. É claramente uma energia em
forma
> elástica, uma energia potencial. E este resultado está de acordo
com
> o argumento inicial de que, em y=A, a declividade é zero e dl
=dx
> indica que dx está no seu estado inicial, de relação, portanto
não
> acumula energia potencial, como imediatamente antes de depois.
Uma
> expressão paraq a energia cinética é obtida de maneira mais
simples
> e mais direta. As duas dão a nergia mecância total. Esta,
dividida
> pelo tempo, dá a taxa com que a onda transporta essa energia.
> >
> > Este resultado, já comentado na msg anterior, esclarece de
vez,
> acho, a questão. Há outras implicações e consequências
> interessantes, como já pude ver. Há outras maneiras de chegar
às
> mesmas conclusões, como pode ser visto em autores como os da
coleção
> Sears(exclente) ou mesmo a última edição do volume || do
Halliday,
> que não tenho, mas aceitaria como um de presente de Natal! Gosto
> muito da maneira como Halliday expõe as coisas de física.
> > Como disse, esse problema não é, de jeito nenhum, trivial. É
> muito rico em informações sobre movimentos da espécie, que
ocorrem
> na natureza.
> >
> >
> > Sds,
> >
> > Victor.
>
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SUBJECT: Fw: Chumbo
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/12/2005 06:46

Estranho não?
Alguém quer opinar?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Sabrina Nascimento dos Santos
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 22:52
Assunto: Chumbo


Olá Leo,tudo bem?
Meu nome é Sabrina e faço curso de Tecnólogo em metalurgia e Materiais.Preciso muito de sua ajuda.Tenho um professor que pede que façamos algumas pesquisas,que parecem ser meio impossíveis de serem esclarecidas.
A pergunta que meu professor passou pra minha sala responder é a seguinte: Porque o chumbo não é um bom condutor de eletricidade?Porque ele é um resistor?
Os livros apenas falam que o chumbo não é bom condutor elétrico,mas não dizem o porque dessa propriedade.
Gostaria muito que o senhor pudesse me esclarecer essa dúvida.
Obrigada,Sabrina.


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SUBJECT: Fw: COMPOSIO QUMICA: DO LPIS DE CERA, DO LPIS DE COR, GIZ DE CERA ? DIFERENAS ENTRE ELAS!
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/12/2005 06:47

Acho que é de química ... e vcs?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: VognerVelox
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 1 de dezembro de 2005 22:01
Assunto: COMPOSIÇÃO QUÍMICA: DO LÁPIS DE CERA, DO LÁPIS DE COR, GIZ DE CERA ? DIFERENÇAS ENTRE ELAS!


Estou fazendo uma pesquisa e não encontro na Net a
COMPOSIÇÃO QUÍMICA: DO LÁPIS DE CERA, DO LÁPIS DE COR, GIZ DE CERA ?
Preciso estabelecer as DIFERENÇAS ENTRE ELES!

Vogner Moreira
Macaé - RJ


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SUBJECT: reflexo na colher
FROM: "Emiliano Chemello" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/12/2005 08:23

Olá amigos,

Gostaria de relatar e perguntar sobre um fenômeno que, já faz um
tempo, observei mas não sei a explicação. Então, vamos aos detalhes.

Certa feita estava eu tomando a minha sopa quando resolvi olhar meu
reflexo através da colher (nenhum ataque de vaidade, apenas,
destraidamente, olhei para colher). Para meu espanto, quando olhei
atrás da concavidade da colher, observei meu reflexo na orientação
normal, mas quando olhei com a concavidade voltada para mim,
observei meu reflexo invertido.

Pergunto eu: Qual a explicação para a mudança na orientação do meu
reflexo? Possivelmente seja a concavidade... mas como esta está
relacionada com a inversão da imagem refletida?

Léo... acho que isto dá uma boa aula de óptica, não?

[]'s do Emiliano Chemello






SUBJECT: Re: Fw: Velocidade do projétil do fusil
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/12/2005 08:25

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Alguma sugestão sobre esse 'enigma --- cuja veracidade precisa ser
confirmada --- ?

A minha sugestão é contestar a informação, e solicitar as fontes da
mesma. Andei fazendo pesquisas, e, por enquanto, o tal fenômeno parece
ser desconhecido. Mandei correspondência para algumas pessoas,
responsáveis por páginas sobre tiro, e recebi, por enquanto, apenas a
resposta do site abaixo.

Artigo relacionando a velocidade do projétil na boca (muzzle) do cano
(barrel), em relação ao comprimento do mesmo cano.
http://www.loadammo.com/Topics/October05.htm

[]s
--
César A. K. Grossmann
http://www.LinuxByGrossmann.cjb.net/




SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Bola de Tenis
FROM: Marcos -Queóps <sinistro@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/12/2005 08:48

aquele verd fosforecente, para mim é para vc ver melhor a bola e ficar
mais dificil de perder ( contato que nao caia em lugar com muita
grama)
Em 06/12/05, Luiz Ferraz Netto<leobarretos@uol.com.br> escreveu:
> Bolas!
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Karine Ramalho
> Para: leobarretos@uol.com.br
> Cc: karine_ramalho@hotmail.com
> Enviada em: quarta-feira, 11 de maio de 2005 03:56
> Assunto: Bola de Tenis
>
>
> Qual a cor da bola de tenis comun e por que? Me responde urgente,por favor!!!!
>
>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] kurumin 5.0 ISO Instalação
FROM: Marcos -Queóps <sinistro@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/12/2005 08:50

www,guiadohardware.net
la tem todos os passos de como instalar
mas vc faz assim, entra na bios, pede para bootar pelo cd
boota e o kurumin se instala só na memória, ele ja vem com todos
manuais e a propria instalacao já auto explicativa


Em 06/12/05, jvictor<jvoneto@uol.com.br> escreveu:
> Alguém da lista, que trabalhe com o Linux Kurumim.
>
> Esta lista não é para tais finalidades. Mas...como o objetivo é para fins científicos, então não é tão off topic assim.
>
> 1-Baixei o Kurumim 5.0 ISO
> 2-Gravei num CD.
> 3- Como fazer para instalar?
>
> Agradeceria muito uma dica. Estou pretendendo pretendendo estudar esse S.O e sair do Windows, tanto na Empresa como em home. Dizem que o Linux é superior ao Windows, etc. E os programas Windows, funcionam com ele?
> Busquei na internet e não encontrei informações adequadas. Ou então não procurei direito.
>
> Sds,
>
> Victor.
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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SUBJECT: Re: [ciencialist] reflexo na colher
FROM: Marcos -Queóps <sinistro@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/12/2005 08:52

fisica básica
gosto muito dos livros do ramalho
Em 06/12/05, Emiliano Chemello<chemelloe@yahoo.com.br> escreveu:
> Olá amigos,
>
> Gostaria de relatar e perguntar sobre um fenômeno que, já faz um
> tempo, observei mas não sei a explicação. Então, vamos aos detalhes.
>
> Certa feita estava eu tomando a minha sopa quando resolvi olhar meu
> reflexo através da colher (nenhum ataque de vaidade, apenas,
> destraidamente, olhei para colher). Para meu espanto, quando olhei
> atrás da concavidade da colher, observei meu reflexo na orientação
> normal, mas quando olhei com a concavidade voltada para mim,
> observei meu reflexo invertido.
>
> Pergunto eu: Qual a explicação para a mudança na orientação do meu
> reflexo? Possivelmente seja a concavidade... mas como esta está
> relacionada com a inversão da imagem refletida?
>
> Léo... acho que isto dá uma boa aula de óptica, não?
>
> []'s do Emiliano Chemello
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SUBJECT: kurumin 5.0 ISO Instalação
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/12/2005 09:19

Olá Victor

Várias perguntas, vamos por partes. ISO é uma "imagem" do CD a ser criado. Não basta apenas "gravar" esse mesmo arquivo em outro CD, o programa que fará isso deve reconhecer o formato ISO e desmonta-lo e monta-lo novamente no CD no formato original, ou seja, com todas as pastas e arquivos originais. O NERO fará isso automáticametne, ao reconhecer a extensão .ISO.

Uma vez recriado, o Kurumim é simples de instalar. Só precisa reiniciar seu compuatodr com o CD no drive. É preciso, entretanto, em alguns casos, definir na BIOS de sua máquina que o boot será dado pelo drive de CD e não pelo HD. Isso é simples de fazer, mas se não entendeu o que eu escrevi sobre BIOS, seria melhor pedir ajuda para alguém, ok? De modo geral, com pequenas variações devido a placas mães diferentes, reinicie o sistema, clique em DEL para entrar na BIOS da placa mãe, procure a sequencia de BOOT e defina o CD como primeiro dispositivo de boot.

Na instalação do Kurumim vai ter de escolher se deseja uma instalação limpa, uma formatação ou o particionamento do HD. Como é um teste, o particionamento é o mais recomendado, assim ficará com os dois sistemas operacionais em seu computaor, podendo escolher, no boot, qual deles irá usar. Faça um backup de arquivos críticos, posi, ainda que raramente, pode perder dados no HD.

Questões sobre o Linux

Melhor, superior, pior, inferior, etc, são sempre relativos. Vai encontrar, claro, quem defenda um ou outro sistema operacional da mesma forma que torcedores do Corinthians, Palmieras e outros defendem seus times. Da mesma forma, assim como torcedores, estarão sempre enganados e emocionalmente influenciados, de forma a não poder enxergar corretamente o problema..:-)

O Linux é um sistema operacional robusto, com algumas grandes vantagens, em determinadas situações, e outras grandes desvantagens também. Por exemplo, não, ele não roda programas feitos para o Windows. A não ser com quebra-galhos que simulam um kernel Windows dentro do Linux, o que não é exatamente estável e consome grandes recursos do sistema. Por outro lado, tem uma menor quantidade de virus escrito para ele, é um servidor relativamente mais seguro, tem sistemas de segurança mais eficazes e um conjunto de componentes de rede e extensões sempre atualizado e crescente. Mas boa parte dos jogos não é lançada para Linux, o que significa que se vai usa-lo também como lazer, terá de se contentar com alguns jogos apenas.

Hoje, com a interface gráfica (várias na verdade) ele chega a se parecer muito com o Windows, mas isso tem um preço. Sua estabilidade não é a mesma de outros tempos, e seu tamanho, em relação a consumo de máquina, cresceu bastante (antes era possível instalar uma versão do Linux até em um 386 com 16 Mb de RAM..:-).

Eu ainda não instalaria na máquina de meu pai, mesmo que ele mais navegue na rede e escreva no processador de textos. Seria dificil para ele deixar todo um apredizado e recomeçar (ele ainda não entendeu o Windows, que dirá o Linux..-). Além disso, cada novo componente leva algum tempo para se tornar amigável no Linux, como gravadores de CD, máquinas digitais, impressoras, portas USB e firewire, etc. O sistema de instalação de novos aplicativos, embora tenha avançado muito (os pacotes RPM quase são fáceis de instalar..:-), ainda exigem certo jogo de cintura do usuário.

Mesmo com o risco de ser xingado (de novo) por usuários de Linux da lista (sem falar nos usuários de outras listas, que costumam não ser muito amigáveis com críticas a seu sistema preferido..:-), é preciso ter em conta que não existe almoço grátis em lugar algum. Mesmo com suas reconhecidas falhas, mesmo com o ônus de ser o sistema operacional do "Bill Gates, o anti-cristo", mesmo sendo fruto do "capitalismo selvagem americano", o Windows tem seus méritos e suas vantagens. Acreditar que todo mundo o usa só porque uma Grande Conspiração Para Obrigar O Mundo a Usar Windows está em curso é um tanto exagerado..:-)

De toda forma, eu gosto do Linux, em especial do Kurumim. Muitos torcem o nariz para uma distribuição que privilegia o conforto, a interface gráfica e a facilidade de uso e instalação. Alguns se lembram com saudade do tempo do Slackware, que mesmo especialistas levavam dias para instalar e configurar, sem RPM, sem nada, a não ser pacotes comprimidos e linhas de comando (até os diretorios eram criados "no braço"). Mas eu admiro o esforço para se tornar agradável do Kurumim e gosto do sistema como um todo, estável, bonito e rápido (em máquinas potentes de hoje, claro).

Instale, explore, divirta-se, mas não apague seu Windows ainda do HD.

Um abraço.

Homero





----- Original Message -----
From: jvictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 06, 2005 6:22 AM
Subject: [ciencialist] kurumin 5.0 ISO Instalação


Alguém da lista, que trabalhe com o Linux Kurumim.

Esta lista não é para tais finalidades. Mas...como o objetivo é para fins científicos, então não é tão off topic assim.

1-Baixei o Kurumim 5.0 ISO
2-Gravei num CD.
3- Como fazer para instalar?

Agradeceria muito uma dica. Estou pretendendo pretendendo estudar esse S.O e sair do Windows, tanto na Empresa como em home. Dizem que o Linux é superior ao Windows, etc. E os programas Windows, funcionam com ele?
Busquei na internet e não encontrei informações adequadas. Ou então não procurei direito.

Sds,

Victor.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RES: [ciencialist] As 12 coisas...
FROM: mauricio@bec.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/12/2005 09:22



Penso que o autor relaciona esses seis topicos em apoio a sua afirmacao
"This includes phenomena in the "hard sciences"..." e "showing that the
present scientific paradigm is broken". Nao fazia aí relacao ao 'espirito'.
A "culpa" foi minha ao dividir o texto em dois, na tentativa de o foco nao
cair nos fenomenos 'ditos' paranormais.

Se esses **seis** dos 12 pontos tiverem realmente uma base solida, apontam
realmente para uma quebra de paradigmas na Fisica. Eles tem fundamento?

Abracos Fraternos
Mauricio Mendonca




-----Mensagem original-----
De: Luiz Ferraz Netto [mailto:leobarretos@uol.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 11:12
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] As 12 coisas...


Se acrescentarmos nisso tudo a idéia de "espírito", tudo fica resolvido?
Bolas! para a Ciência isso passará a ser uma mão na roda! Quando algo não dá
certo 'justinho' é só falar que a diferença fica por conta dos espíritos! E
como 'espírito' não requer qqer outra justificação, tá tudo resolvido. É meu
parecer divino que devemos incluir o 'espírito' nos conceitos científicos.

"Onde está a energia da onda na região da interferência destrutiva?"
Resposta: Acumulada no espírito da corda. Depois da interferência o espírito
devolve a energia para os pulsos.
Agora sim estou satisfeito --- isso agrada gregos e troianos!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: <mauricio@bec.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 5 de dezembro de 2005 11:12
Assunto: [ciencialist] As 12 coisas...


Repassando para possiveis comentarios... ( Como o original esta em ingles,
fiz uma traducao capenga...)
Mauricio Mendonca

12 Things that Science Can't Explain...But That Happen Anyway

Dr. Claude Swanson
Author or The Synchronized Universe

A new book, The Synchronized Universe, reveals that the tapestry of modern
science is showing a few tatters...There are many things modern science
cannot explain, and yet they occur anyway. This includes phenomena in the
"hard sciences" as well as in the paranormal.These effects are now being
proven in the laboratory, even though they defy present scientific theory.
These unfolding mysteries point the way to a new, deeper science, a science
which no longer denies spirit and consciousness, but acknowledges and
embraces them.

[ ... ]


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SUBJECT: Brasil investe mal e não consegue corrigir distorções no ensino
FROM: Esteban Moreno <estebanlmoreno@gmail.com>
TO: Vivens Scientia <VivensScientia@yahoogroups.com>, "ciencialist@yahoogrupos.com.br" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/12/2005 10:46

**
**
*Brasil investe mal e no consegue corrigir distores no ensino*
** Pesquisa cara e muitos professores para poucos alunos nas
Universidades so alguns problemas que o Brasil precisa resolver

Lourival Sant'Anna escreve para "O Estado de SP":

"Mais verbas para a educao" uma das palavras de ordem de maior
ressonncia no Brasil. Que o Pas gasta pouco em educao, e essa uma das
causas de seus males, tornou-se verdade inquestionvel.

Entretanto, como porcentagem do PIB, o gasto brasileiro com educao pblica
no baixo, se comparado com os padres mundiais.

Aqui, esse ndice de 4,3%, quando a mdia dos pases mais desenvolvidos,
reunidos na Organizao de Cooperao e Desenvolvimento Econmico (OCDE),
de 4,9%. Alemanha, Irlanda e Japo, por exemplo, investem uma porcentagem do
PIB menor que o Brasil.

Com uma agravante. Em todos os pases da OCDE, o gasto privado com educao
bem menor do que o pblico, porque as famlias, mesmo de classe mdia e
at alta, podem confiar seus filhos rede pblica de ensino.

Na mdia dos brasileiros, as despesas com educao consomem 3,5% do
oramento familiar. Essa fatia sobe para 4%, no entanto, entre as famlias
com renda de 30 salrios mnimos ou mais.

A Constituio compromete 18% das receitas de impostos federais e 25% das
estaduais e municipais com a educao. No pouca coisa. Ento, para onde
est indo esse dinheiro? simples.

Um aluno de Universidade pblica no Brasil custa 12,7 vezes mais do que um
aluno da rede pblica de ensino fundamental (R$ 11.480 para R$ 905, em
valores de 2003).

O custo do fundamental representa 11,8% do PIB per capita; o do superior,
150%. natural que o ensino superior custe mais que o fundamental. Mas no
nessa proporo. No Mxico, o pas da OCDE onde essa relao maior, ela
de 3,2 vezes.

Dos R$ 21 bilhes de oramento anual do Ministrio da Educao, em torno da
metade vai para a folha de pagamento.

Dessa metade, 87% consumida pelos professores e funcionrios das
Universidades federais, na ativa e aposentados. Que, alis, esto em greve
h trs meses, por melhores salrios.

Professores doutores ganham entre R$ 5.500 e R$ 7 mil, e reivindicam 18% de
reajuste.

Apesar de seu custo, as Universidades federais ostentam uma das piores
relaes professor/aluno do mundo: 1 para 16.

Na Frana, onde dificilmente se argumentar que os estudantes esto pior
assistidos, ela exatamente o dobro: 1 para 32. Apenas um em cada dez
universitrios brasileiros freqenta Universidades pblicas.

Dos cerca de R$ 80 bilhes gastos com a educao pblica no pas, trs
quartos so dos Estados e municpios. As distores seriam menores,
portanto, se no se reproduzissem nos outros nveis. Mas no o caso.

No Estado de SP, por exemplo, onde 30% das receitas com impostos vo para a
educao, totalizando R$ 12 bilhes, 22% so usados para atender aos cerca
de 6 milhes de estudantes do ensino bsico (fundamental e mdio) e os
outros 8%, aos cerca de 144 mil alunos das Universidades estaduais.

O que faz com que a Universidade pblica drene tantos recursos, para atingir
um resultado to pfio? A resposta tambm simples.

Enquanto noutros pases a cincia feita por institutos, laboratrios,
centros de pesquisa e empresas, no Brasil, ela est mesclada com o ensino,
dentro das Universidades pblicas.

Assim, o custo de formar um profissional nas Universidades pblicas
brasileiras engloba o custo de formar pesquisadores e cientistas, mesmo
quando esse profissional pretende apenas seguir uma carreira liberal no
mercado, sem qualquer relao com a produo cientfica.

Especialistas como Guiomar Namo de Mello, da PUC-SP, sugerem uma mudana
radical no sistema de ensino superior, que inclua a formao de
profissionais liberais engenheiros, advogados, educadores, etc em
escolas e institutos isolados.

"Universidade para formar pesquisador, cientista, filsofo", diz Guiomar.

Dentro das Universidades federais, a idia no vista com bons olhos. Para
Oswaldo Duarte Filho, presidente da Andifes, a associao dos reitores das
Universidades federais, para se formar um "profissional qualificado",
preciso unir pesquisa ao ensino. ]

"Nos EUA, a pesquisa acontece nas empresas. No Brasil, as grandes empresas
so multinacionais, que desenvolvem pesquisas nas matrizes. Se no tivermos
C&T nas Universidades, vamos ser sempre um pas perifrico."

" por isso que temos tantos mais Prmios Nobel do que o Mxico, o Chile e a
Argentina", ironiza Rose Neubauer, ex-secretria de Educao do Estado de
SP.

"Uma sociedade pobre tem de fazer uma opo de onde investir mais", afirma
Rose, professora da USP.

O Sistema Nacional de Avaliao da Educao Bsica constatou, em 2003, que
59% dos alunos da 4. srie do ensino fundamental no desenvolveram
habilidades elementares de leitura e 52,3% no dominaram parte importante
dos conhecimentos necessrios para dar continuidade aos estudos.

Na 8. srie do ensino fundamental, apenas 9,6% dos estudantes adquiriram
competncia para elaborar textos mais complexos.

Como se ver na entrevista abaixo, com o ministro Fernando Haddad, o governo
rejeita a noo de optar entre a nfase na educao bsica e na superior.

Ao manter as coisas como esto, no entanto, privilegia a Universidade
gratuita justamente para quem poderia pag-la: dada a precariedade da
educao bsica na rede pblica, a concorrncia no vestibular faz com que
oito em cada dez estudantes da USP, por exemplo, provenham das escolas
particulares.

"A questo no optar entre ensino superior e fundamental", diz Guiomar. "
o modo de apropriao do recurso pblico."

A especialista acredita que no Pr-Uni, o programa de abertura de vagas
gratuitas nas Universidades particulares, "o dinheiro pblico est muito
mais bem empregado do que os bilhes para pagar salrios de professores e
funcionrios das Universidades federais, perdulrias, ineficientes e
descomprometidas com a educao da maioria".
(O Estado de SP, 4/12)


[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



SUBJECT: RE: [ciencialist] Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
FROM: "Marco Afonso" <taviroquai@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/12/2005 12:03

Viva!

Decidi responder porque achei interessante esta discussão sobre o aborto.

Axo que tenho uma opinião formada mas antes gostaria de comentar as duas
posições dessas duas pessoas.
A pessoa JR (não sei o que significam as siglas) parece não ter uma base
muito clara sobre os argumentos que apresenta. Ela defende que existe uma
"mente" ou "consciencia" mesmo antes de haver formação do cerebro no
embrião. Como ainda não se provou pelo método científico, então é uma
hipotese a considerar - Alguns filosofos e psicanalistas também falam desse
universo auto-consciente independente da matéria (ou estados da matéria).

Por outro lado, a outra pessoa, Homero (julgo ser esse o nome), coloca o
método científico como base para obter verdades inabaláveis. A própria
comunidade científica admite que a ciência está em evolução. O que se prova
hoje, por esse método científico, pode ser refutado amanha por esse mesmo
método cientifico, portanto... mesmo o próprio método deveria evoluir.

Neste caso do aborto, axo que é um assunto de "Direito da Vida". Assim como
não temos o direito a destruir uma floresta, nem mesmo matar um insecto,
muito menos temos o direito de matar algo organico que germina dentro de uma
mulher. Poderá ser uma posição bastante utópica a minha, mas axo que só a
natureza tem o direito de destruir algo dela própria.
Não existem razões economicas, sociais ou outras que superem o Direito da
Vida.
Somos seres humanos e temos a capacidade de escolher. É isso que nos
diferencia dos outros animais.

Erroneamente sobrepomos as nossas leis às leis da natureza. O poder
sacrifica vidas para evitar o sofrimento.

Antes de se falar do aborto, eutanásia ou clonagem, devemos olhar para nós
mesmos e perguntar: "Será que merecemos o nosso poder?".

Partilho da ideia de usarmos um pouco deste Universo Auto-cosciente -
Idealismo Monista.
Só quando a ciencia descobrir que o efeito acção-reação existe para além da
matéria, existe também na consciencia que é atemporal, vamos mudar o nosso
respeito por esta máquina que é o universo consciente. Não posso provar, mas
é a solução mais logica para tudo o que existe e acontece, de bom e de mau.

Eu também busco a verdade, não podemos parar de procurar, nem a ciencia...

Abraço,
Marco


>From: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: [ciencialist] Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era
>Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
>Date: Mon, 5 Dec 2005 23:43:35 -0200
>
>Olá JR
>
>Apelo a emoção. Muitos apelos. Por isso a "defesa de vida" da Dra, e sua
>mensagem abaixo, são simplórias, no mínimo. Não importa que existam lucros,
>não importa que você (e a Dra) pense que as questões de saúde sejam
>"influenciadas por lucro", etc. Importam os argumentos, fatos e evidências
>que devem determinar se um ser humano se encaixa na definição ou não.
>
>Minha definição, científica e racional, exige uma mente humana para ser
>assim considerado. A sua, e da Dra, baseada em mais nada que a crença
>pessoal que os dirige, tenta apresentar uma mórula, célula fecundada, ou
>algo do genero, como sendo, não um "potencial" ser humano, mas um ser
>humano pleno.
>
>O respeito que tenho por sua crença, não pode modificar a razão que embasa
>decisões e posturas laicas e legais. O aborto não é uma "ataque à vida", e,
>repito, não é uma questão entre "malvados contra a vida" versus "bonzinhos
>a favor da vida". Maniqueismo e ingenuidade, nessa visão.
>
>JR: "Com toda o conhecimento e tecnologia, que detemos nesse início de
>século, em
>vez de procurar uma solução para reduzir a gravidez inesperada, indesejada
>ou irresponsável, opta-se por uma lei que torna o aborto "legal"!"
>
>Falácia do espantalho (isso está parecendo um manual de falácias..:-).
>Nenhum defensor do aborto é contra soluções para reduzir a gravidez
>indesejada. Pelo contrário, todos reconhecemos a necessidade de
>planejamento familiar (contra a vontade da igreja), uso de
>anticoncepcionais (contra a vontade da igreja), o uso de camisinha (contra
>a vontade da igreja), etc. Todos os procedimentos civilizados e necessários
>a diminuir a gravidez.
>
>Mas, uma vez que ela aconteça, e pode acontecer mesmo com todos os
>cuidados, o aborto é uma solução, e não um "ataque à vida".
>
>É uma falácia de espantalho, porque cria uma falsa ação dos que são a favor
>do aborto, a despreocupação com a gravidez indesejada, para atacar essa
>posição frágil, mesmo sabendo que não é isso que seus adversários defendem
>(não sei quantas vezes escrevi que todas as medidas para impedir a gravidez
>indesejada são importantes e fundamentais).
>
>JR: "Pouco se fala nisso, mas o que é preciso é educar, orientar,
>instruir e alertar nossas crianças, jovens e adultos sobre essa questão de
>vida ou morte."
>
>Muito se fala nisso. O tempo todo, mesmo com o forte lobby religiosos,
>mesmo com cardeais a divulgar mentiras sobre a camisinha, mesmo as
>pastorais lutando contra anticoncepcionais e outras formas de prevenção,
>mesmo com a dificuldade de se conseguir uma laqueadura de trompa, uma
>vasectomia, na rede pública, mesmo assim, falamos nisso o tempo todo (e o
>Dr. Drausio Varela tem falado disso no Fantastico, o que provocou forte
>reação da igreja).
>
>E, sim, é uma questão de vida e morte, não de células de uma mórula, mas de
>adolescentes e mulheres adultas que morrem em abortos clandestinos, que são
>clandestinos graças a "bondade" dos anti-aborto, que preferem a morte de
>milhares de mulheres à perda de uma célula recem fecundada (que, de toda
>forma, é perdida em 80 de cada 100 fecundações).
>
>JR: "Trabalho social, Incentivo ao trabalho voluntário,
>cursos de esclarecimentos, períodos ou estágios em maternidades e creches.
>Em geral, a pena de prisão pouco ou nada servirá nos casos de crime de
>aborto."
>
>Concordo com todas essas opções. E concordo com a última frase, prisão não
>é a solução para quem comete aborto. Descriminalizar o aborto salvará vidas
>e tornará mais civilizada nossa sociedade.
>
>JR: "No mais, seu comentário gira em um blá-blá-blá vazio, típico de encher
>lingüiça ou de letrinhas o espaço disponível na tela. "
>
>Está profundamente enganado. Existem argumentos, um a cada parágrafo, em
>meu texto. Deveria refuta-os, apresentar evidências contrárias, etc, não
>apenas desclassificar o texto dessa forma. Se eu achasse que resultaria em
>algo, eu mesmo reapresentaria cada argumento, explicaria sua base, e
>demonstraria o que poderia refuta-lo, se fosse possível.
>
>Mas não acho que resulte em nada. Sua crença, forte e imutável, não vai se
>abalar, e não vai conseguir refutar os argumentos sobre o assunto. Apenas
>repetir as mesmas falácias e acusações, o que não resolve a questão, nem
>ajuda no debate.
>
>JR: "Pelo atual conteúdo de suas mensagens, tenho dúvida se é vc mesmo quem
>está escrevendo essas
>opiniões ou delegou a alguém, aparentemente menos experiente, fazer isso!?"
>
>risos..:-) Falácia "ad hominem". Engraçada, até, mas ainda assim uma
>falácia. Não, eu não sou tolo, nem delego a escrita a ninguém. Tente
>responder aos argumentos, e perceberá que sou eu mesmo que os escreveo.
>
>JR: "JR1 - Vc fala, fala e não sabe o que diz. O que vc entende por mente?
>E por
>mente humana? Processos cognitivos? Mente seria algo assim como cérebro?
>Qual deles? E memória? Será que vc acredita que não haja um processo
>cognitivo numa célula, numa mórula ou embrião?"
>
>Se quiser discutir esses pontos, sobre a mente, ótimo, podemos mudar o
>curso do debate. Mas se é só mais uma maneira de desviar e tergiversar, não
>vai adiantar.
>
>Sim, não há processos cognitivos em uma mórula, em um óvulo e na maior
>parte da vida do embrião. Processos cognitivos só surgem com o cérebro e o
>sistema nervoso, na fase fetal. Não é "minha opinião", são dados e
>evidências bem documentadas e conhecidas pela ciência.
>
>JR: "Como é que eles têm a capacidade de realizar todos os tais processo
>que vc denominou de
>mecânicos-químicos-biológicos. Será que é isso o que os antigos denominavam
>de alma, sopro divino? Instinto de preservação da vida? "
>
>Agora a coisa ficou feia. Seu desconhecimento sobre a bioquimica e a
>biologia de seres vivos pode estar causando essa enorme confusão. Eles tem
>a capacidade de realizar esses processos, todos não intencionais nem
>cognitivos, devido a codificação destes no DNA. Não apenas seres humanos,
>mas bactérias, ratos, lagartixas, peixes, aves, chimpanzés, planarias, etc,
>todas, mesmo sem processos cognitivos, fazem exatamente isso, sem
>necessidade de intenção ou controle neurologico ou mental. Não há mente,
>nem em planarias, nem em mórulas, nesse sentido.
>
>Sopro divino. Sei. Não percebe que tudo se resume a isso, sua crença no
>"algo mais", o tal sopro divino dos "antigos", uma superstição ancestral
>sem comprovação? Nem é possível debater nessas bases, não há como. Você
>parece, por falta de informação a respeito dos processos que atuam na
>geração de seres vivos, acreditar que "algo mais" dirige tudo, que há "algo
>mais" em óvulos, morulas, embriões, etc. Eu não acredito. E não há
>evidências que suportem sua crença, pelo contrário. Não precisa "acreditar"
>nisso, pode estudar a biologia e se tornar um especialista, e COMPREENDER
>como isso se dá, e CONCLUIR que são forças cegas. E terá de esconder seu
>deus em alguma outra lacuna, pois esta estará ocupada.
>
>Não é "instinto de preservação da vida, JR, são processos quimicos e
>bioquimicos, cegos, não intencionais, que seguem determinações do DNA, da
>fisica e quimica deste universo, como cristais que crescem a partir de leis
>simples. Está enxergando "divindades", sopros divinos, etc, onde nada
>existe, a não ser a biologia e a quimica. Junte os elementos presentes na
>atmosfera terrestre a 5 bilhões de anos, passe uma corrente elétrico e,
>bongo, aminoácidos se formarão. Coloque determinadas proteinas ao lado de
>outras, e, bingo, um braço crescerá. Ou uma antena (gene antennapedia ).
>Crescerá em você ou em uma mosca das frutas. Cegamente, sem intenção, sem
>algo mais, sem sopro divino, sem "instinto de preservação da vida", etc.
>
>JR: "Será que vc desconhece que milhões de células, vários sistemas e
>órgãos do corpo humano
>não dependem de comandos cerebrais, da nossa mente, de nossa vontade para
>viver e realizar as operações necessárias para as quais estão aptas? "
>
>Nenhum processo independe de sistemas cerebrais. Independem, e deve ser
>essa sua confusão, de comandos cerebrais a nivel consciente. Mas ainda
>assim, a nível inconsciente, sim, é o cérebro que os controla.
>
>A não ser os processos metabolicos, quimicos quase, que existem em seres
>como bactérias, seres humanos e planárias. O metabolismo celular, que é
>quase química pura, com reações e catalizadores agindo automáticamente. Sem
>mente, sem ser humano, já que uma planária também os tem.
>
>JR: "Conhece os "neurônios" existentes no sistema gástrico intestinal?
>Desconhece a
>"faxina" que nosso organismo faz durante o período de sono
>profundo, onde nosso voluntarismo intelectual é zero. Todo ser vivo é um
>sistema interativo complexo, esteja ele contido em uma célula ou em um
>embrião humano. "
>
>Sim, todo ser vivo. E nem por isso chamamos todo ser vivo de "ser humano".
>Pode entender isso, não pode? Um sistema, um corpo humano em morte
>cerebral, pode manter alguns processos metabolicos, nem por isso ainda é um
>"ser humano". Uma planária também o faz, nem por isso é um ser humano. Um
>ser humano deve ter uma mente humana, uma série de processos cognitivos,
>etc.
>
>Sua dificuldade com essa questão vem do fato que deseja uma linha de corte,
>um "momento" onde algo se torna humano, um "anima". Não existe algo assim.
>É sempre um degrade, uma formação, lenta e gradual. Se a mente vier a se
>desenvolver, será um ser humano. Se ficar pelo caminho, se tiver apenas
>alguns procesos, não será.
>
>Entenda isso, e entenderá o problema de definir um ser humano.
>
>Agora a faxina do sono. Primeiro, ainda há muito a se saber sobre o sono.
>Segundo, e mais importante, a falta de voluntarismo não significa que não
>exista uma mente. Processos cognitivos, mesmo inconscientes, ainda são
>processos cognitivos, capazes de definir um ser humano. Mas, retire esses
>processos, por exemplo, retire o cérebro compeltamente, e por mais
>"neuronios do sistema gastrico" que possa apresentar, não será mais um ser
>humano.
>
>Seus arguementos pecam sempre por essa emotividade sem sentido. Neuronios
>gastricos. Acha que um conjunto de neuronios gastricos define um ser
>humano, JR? Que, sem a mente, sem o cérebro que suporta os preocessos que
>geram a mente humana, alguém consideraria este conjunto um ser humano?
>Fala sério..:-)
>
>JR: ""Vir a ser" é uma engodo intelectual sustentado em vocábulos. Uma
>semente pode "vir a ser" uma árvore. Quem tem lucidez sabe que a árvore
>"está" na semente, de uma forma diferente da que estamos acostumado a
>entender quando pronunciamos o vocábulo árvore... Apenas isso, mas está lá,
>é só fazer o teste. Plante a semente! Implante o zigoto."
>
>Eu não sei que uma semente É uma árvore. Nem botanicos sabem disso. Nem a
>ciência. Está, mais uma vez, apelando a emoção, uma tolice em se tratando
>de ciência. Vir a ser é o fundamento de seu argumento. Ou não admitiria que
>aborto em caso de estupro é menos mal que outro tipo de aborto. Por
>exemplo, uma mórula pode ser sacrificada em caso de estupro, mas ninguém
>pensaria em sacrificar o bebê, mesmo que resultante de estupro. Em um
>incendio, salvaria o bebê da creche ao lado, e deixaria 200 embriões
>congelados morrerem, por serem um futuro "vir a ser" e não seres humanos
>plenos.
>
>Plante a semente, e muitas vezes nada acontecerá. Ela não vingará. Implante
>o zigoto, e, em 80 de cada 100 vezes que isso acontece na natureza, não
>vingará. Não será uma morte de um ser humano, mas apenas a perda de um
>zigoto.
>
>Mais uma vez, (Quosque tandem , Catilina), não é uma debate entre os que
>"tem lucidez" e tolos enganados e sem lucidez, entre bonzinhos e malvados,
>mas entre pessoas que tomam como base de conclusão pontos diferentes.
>Crença e razão, fé e evidencias. É esse o debate, JR.
>
>JR: "JR1 - É essa sua crença nos vocábulos que lhe atrapalha o raciocínio!
>Sem
>preconceitos, podemos considerar o ser humano como um "teratoma" que
>apreciamos quando ocorre. A esses chamamos de feto, bebê... Há outros que
>não nos agradam, chamamos de monstros, teratoma ou outro termo diferente de
>feto e bebê, para "facilita" o descarte.Mas nem por isso deixam de ser um
>ser humano. Reflita um pouco sobre isso, poderá alargar sua visão da
>realidade,
>que é o que é e não o que desejamos ou esperamos que seja..."
>
>Alargue a sua, JR, abandonando crenças e superstições ancestrais. Eu
>prefiro a conclusão embasada que a superstição. Um teratoma não é "algo que
>não apreciamos". Isso é ingenuidade. Um teratoma é o mesmo que uma mórula,
>sem cérebro, mas que tem mais tempo de vida. Uma mórula que, podendo "vir a
>ser", não o fez, não se tornou ou ser humano, mas uma massa sem mente, sem
>humanidade. Só você para pensar que deveriamos "ninar" e dar de mamar a um
>teratoma, simplesmente por emotividade mal dirigida.
>
>Um feto sem cérebro, não é um ser humano, não tem uma mente humana, não tem
>capacidades cognitivas, não tem capacidade sensortial, etc. Um cérebro sem
>corpo, se isso for possível (ou quando for possível) será um ser humano,
>devido a sua mente humana. É simples, se deixar a superstição de lado e
>alargar sua visão da realidade.
>
>JR: 'JR1 - Veja se entendi: mente é atividade cerebral perceptível através
>de
>aparelhos. E quantas outras atividades não são detectadas por aparelhos e
>nem por isso deixam de ocorrer, como o metabolismo das células, dos
>sistemas
>e dos órgãos dos seres vivos? "
>
>Essas outras atividades, JR, que existem em aves, bactérias e planarais,
>NÃO SERVEM PARA DEFINIR OS PARAMETROS DE UM SE HUMANO. Se não fosse assim,
>todo ser vivo com atividades não cerebrais, seria um ser humano.
>
>Fala sério, JR. Tenho de respeitar o esforço que faz para manter sua
>crença, mas está passando do razoável até para superstições.
>
>Este trecho é significativo, por isso vou reproduzi-lo no contexto para
>análise:
>
>"Homero: Está, evidentemente, tentando defender o indefensável, usando uma
>definição
>que não é uma definição real de ser humano. É apenas circular, é ser humano
>o que você diz que é ser humano.
>Uma mórula pode, mas não é certeza, vir a ser um bebê. Pode se tornar um
>teratoma, ser reabsorvida, ou se tornar DOIS ou mais bebês. O que aconteceu
>pelo caminho, JR? A mórula, que era um ser humano, se tornou,
>milagrosamente, dois seres humanos? Uma mórula, que era um ser humano,
>deixou de ser e se tornou um teratoma? E, se deixou de ser, quando isso
>aconteceu? Em que momento um ser humano, mórula, se torna um não ser
>humano,
>teratoma, para você?
>JR1 - Depois de quase um século da TRG, TRR e da TQ vc ainda quer,
>primeiro,
>ter a certeza de que o zigoto vai ser um ser humano para, aí então,
>deixá-lo
>em condições de "vir a ser" um ser humano!!! Voltemos à lógica simples que
>a
>honestidade intelectual permite desenvolver. O que os pró-aborto estão
>defendendo não é o descarte de um teratoma, de um tumor, de um ser disforme
>ou sem condições de sobrevivência fora do útero. O que os abortistas
>defendem é a descriminalização do aborto *qualquer que seja o estado do
>feto*!!! Dá
>para perceber a diferença? Em vez de educar, instruir, esclarecer sobre
>sexualidade, métodos preventivos à gravidez, gestação, responsabilidade,
>etc. torna-se legal o assassinato de seres humanos que não têm voz, nem
>podem se defender."
>
>
>Eu fiz diversas perguntas, perguntas relevantes, sobre a mórula e o
>surgimento de um ser humano. Mas você simplesmente as ignorou
>completamente. Retomou o argumento circular, sem o menor remorso..:-)
>
>Sim, eu quero que o zigoto se torne humano, se desenvolva e atinja o status
>de ser humano, para dar a ele direitos de ser humano. Sim, é exatamente
>isso, será que finalmetne entendeu?
>
>Veja sua frase, direto do raciocínio circular, e ignorando TODAS as
>perguntas relevantes:
>
>JR: "O que os pró-aborto estão defendendo não é o descarte de um teratoma,
>de um tumor, de um ser disforme ou sem condições de sobrevivência fora do
>útero."
>
>Sim, estamos defendendo justamente isso, um agrupamento de células sem
>condições de sobrevivência fora do útero, exatamente como um teratoma. Um
>conjunto de células que, identicamente ao teratoma, não tem forma, não tem
>órgãos, não tem cérebro. Nada o diferencia de um teratoma, nada a não ser o
>tal do "vir a ser", um possivel vir a ser, que pode, ou não, se cumprir..
>
>Mas, voltando as perguntas, se a mórula É um ser humano, e um teratoma não
>é, quando, em que momento, esse ser humano deixou de se-lo? O que medimos
>para definir que isso aconteceu? O que analisamos, que parametros
>determinamos, se não é o cérebro e a mente?
>
>Se o teratoma tiver um cérebro, e uma mente, posso abortá-lo sem problemas,
>pois, não será um ser humano? Ou ter um cérebro e uma mente, mesmo
>disforme, o tornará um ser humano?
>
>Como ajusta suas superstições sem lógica a estes problemas concretos e
>relevantes, JR?
>
>JR: "JR1 - Se, nesse seu raciocínio "degradé" para a formação do ser
>humano, é
>muito difícil definir uma linha divisória por que não definir no ponto de
>menor possibilidade de erro: a fecundação?! "
>
>Acho que já respondi a essa pergunta um trilhão de vezes, só em nossos
>debates..:-) E acho que fui ignorado na resposta, um trilhão de vezes..:-)
>
>Sim, não há uma linha. Não, não é impossível colocar a linha divisória em
>uma posição segura, bem dentro da zona de segurança. Pense em uma parede
>pintada de um degrade de vermelho para azul. Não se pode definir com
>certeza e segurança em que ponto da parede termina o vermelho e começa o
>azul. Mas, se for necessário colocar uma linha que deixe todo azul de fora,
>será simples. Coloca-se a linha bem dentro da área vermelha, distante do
>degrade mais forte, e pronto. Não exatamente sobre o vermelho, na parte
>mais distante da parede, mas dentro do degrade em local seguro.
>
>Da mesma forma, permite-se o aborto até a 12 semana, bem distante da zona
>de transformação, bem distante da formação do cérbro, bem distante da
>formação da mente e dos processos cognitivos. Em segurança.
>
>Isso é tão simples, que se não fosse seu desespero com os argumentos, teria
>percebido e chego a essa conclusão por você mesmo.
>
>O ponto de menor possibilidade de erro, certamente, não é a fecundação.
>Dentro da definição de ser humano usada, a mente, 12 semanas é tão seguro
>quanto na fecundação, e mais civilizado e menos cruel com as mulheres de
>todo pais.
>
>JR: "impossibilidade, os abortistas já estão arbitrando o tempo de 12
>semanas,
>seis meses ou até mesmo nove meses. Isso é conveniência, não é ciência.
>Isso demonstra a falta que faz a honestidade intelectual."
>
>Falácia do declive escorregadio. Não, abortistas não estão tentando
>arbitrar em 9 meses, nem seis meses, nem outra data, não sem considerações
>cuidadosas e dependentes de situações diversas. Por exemplo, risco de vida
>para a mãe pode aumentar a linha limite. Até mesmo hoje, a retirada de um
>feto de 8 meses pode ser necessária para salvar a vida da mãe. E isso é
>admitido, sim, por médicos e cientistas, sem falar em juristas.
>
>Alegar uma "suposta" possibilidade de aborto de 9 meses, não torna o aborto
>de 12 semanas identico a ele. Para 12 semanas, continuam valendo as
>evidências e argumentos apresentados.
>
>JR: "JR1 - Não importa de onde vem? Para saber isso e muito mais é que há a
>Ciência. O que é isso, Homero? Obtusou de vez? Na falta de argumentos, vc
>diz bobagens e apela para a confusão tentando, como recurso
>último, desqualificar meus comentários rotulando-os de religiosos. Em
>muitos
>caso esse estratagema dá certo. Não nesse. Quem está aventando o uso de
>adivinhação, de considerar ou não e de contar com a sorte para definir
>quando o ser humano se estrutura, é você. Lembre-se que os primeiros
>biólogos modernos eram religiosos consagrados. Frei Mendel é considerado o
>pai da genética!!!"
>
>Deve ser desepero, nem entendi sua explosão de emotividade. E vou repetir,
>não importa de onde vem os órgãos e estruturas de um corpo humano, não para
>este debate. Minha definição envolve a mente humana, formada durante a
>gestação. Se se formou, é um ser humano, caso contrário não é. Explodir,
>esbravejar e descabelar não são considerados argumentos válidos neste caso.
>
>Não conto com a sorte, conto com uma definição precisa e uma forma de
>estabelecer critérios para um aborto.
>
>Mais um techo completo, já que fica dificil entender onde quer chegar:
>
>"Homero: Tudo que existe, tudo que devemos levar em conta, percebemos. Não
>com os
>sentidos, que podem ser enganados, mas com a ciência e o método científico.
>O que está, finalmente, afirmando, JR, é que, embora não se perceba, não se
>vejam evidências, não exista como provar ou demonstrar, devo acreditar que
>uma mórula é um ser humano. Desculpe, não vai dar.
>
>JR1 - Já deu, Homero. Faça o teste do implante e arranje outra desculpa
>para
>si mesmo."
>
>Fazer o teste e impantar um óvulo, apenas demonstra que existem no DNA
>dentro dele instruções que, se seguidas, podem, PODEM, vir a ser um ser
>humano, não que já É um ser humano. Tanto assim que, implantar um óvulo de
>ovelha dá no mesmo, um ser vivo, mas nem por isso chamamos esse ser vivo de
>ser humano. Não dá para entender, JR, seu argumento.
>
>JR: "JR1 - Tolices e tentativas de trazer meus argumentos para o
>obscurantismo
>que vc acha que todo religioso possui. Seja honesto. Não estamos falando em
>dragões..."
>
>Eu não, mas você está. Seu dragão, indetectável, indemonstrável, inodoro,
>etc, mora dentro do óvulo fecundado e da mórula. Não pode demonstar, não
>pode detectar, não pode nem mesmo definir, mas acredita que ele existe e
>está dentro do óvulo.
>
>Mais um trecho completo:
>
>"JR: "JR - E para facilitar sua defesa utiliza a falácia de que uma mórula
>não contém todos os componentes do ser humano..."
>
>Não é nem falácia, nem defendo isso. É um argumento, embasado em uma
>definição, que a mórula não tem, e podemos demonstrar e provar isso, uma
>mente. Se acredita que sem uma mente, ainda assim é um ser humano (porque
>tem "algo mais" que não deseja nomear neste momento), é um direito que lhe
>assiste. Mas em minha definição, para ser um ser humano, precisa de uma
>mente, de processos cognitivos, e a mórula não os tem. Ponto. Nada de
>falácia.
>JR1 - E de onde vem a mente, os sistemas e os órgãos? São implantados na 12
>semana de gestação? Quem faz esse microimplante? Não seja tolo Homero, o
>ser
>humano já está lá, basta alimentar e deixar que ele se desenvolve até um
>tamanho que possamos observar e finalmente constatar."
>
>Ai, ai ai..:-) Não importa de onde vem a mente, embora ela venha dos
>processos neurologicos do cérebro. Do cérebro, portanto, e só existe quando
>existe o cérebro. Claro que, em seu entendimento, a mente pode existir sem
>o cérebro, inclusive ir morar ao lado do senhor ao morrer, mas não é uma
>evidência científicamente aceita.
>
>Não, não são implantados na 12 semana, nem em uma semana ou momento
>específico, JR. Não é uma chave de liga-desliga, é um degrade, um
>desenvolvimento progressivo, uma formação que, ao final, gera uma mente,
>mas que no início não é uma mente. Tente, não é dificil de entender.
>Esqueça o tal do "sopro divino", a "anima", que é colocada ao fecundar,
>pense em um desenvolvimetno, em uma casa sendo construida. Não é casa
>ainda, na fundação. É casa, quando os donos vão morar, mas não surge de um
>dia para o outro. Ela se desenvolve, como a mente durante a gestação.
>
>JR: "JR1 - Sua definição não define o ser humano. São apenas palavras que
>não
>alcançam a complexa totalidade que existe em um ser vivo, em um ser
>humano."
>
>Prove. Não é dificil provar que uma definição não define, então prove. Não
>vai conseguir, mas pelo menos tente, ao invés de apenas afirmar. Uma
>definição serve para enquadrar elementos de identificação. Se cumpre os
>parametros e requisitos, está dentro, se não cumpre, está fora. Minha
>definição permite colocar dentro todos os seres humanos, que possuem mente
>e capacidades cognitivas, e deixar de fora o que não preenche esses
>parametros e caracteristicas.
>
>JR: "JR1 - Sua auto limitação mental e preocupante. Claro que uma planta
>não é
>uma casa! Pode plantar um projeto arquitetônico que não nasce uma casa.
>Essa
>é a diferença dos seres que consideramos vivos. Posso afirmar que a semente
>*é* a árvore por que apenas plantada, alimentada, expande-se em si mesma
>adquirido um aspecto maior que chamamos de árvore."
>
>Ad hominem. Acho que vou parar de listar as falácias..:-) Uma planta, se
>seguida a risca, constroi uma casa. Um DNA, se seguido a risca pelo
>maquinário celular (e maquinário aqui é perfeito como metáfora), constroi
>um ser humano, uma ameba, uma planária, e até você, JR. São identicas, DNA
>e planta arquitetonica, sendo que o maquinário para a planta se identifica
>com o maquinário celular.
>
>O que chama de "apenas plantada" deriva da absoluta falta de conhecimento
>sobre a maquinária celular necessária a construir a árvore. Pensa mesmo que
>é um "apenas" esse plantar? O que está plantando, a semente, equivale a
>"plantar" a planta da casa, contratar pedreiros, comprar material, etc.
>Apenas a semente, apenas o DNA, não vai muito longe. Tente, por exemplo,
>plantar a semente no "ar"..-) Veja se ela "já é uma árvore", sem solo,
>nutrientes, água, suporte fisico, etc, etc, etc.
>
>Nenhuma semente se "expande" e vira árvore, ela precisa conseguir material
>de construção, cimento, etc, para poder seguir a planta de DNA. Só a
>semente, não há árvore, JR, não importa o quanto acredite nisso.
>
>JR: "JR1 - Como não contém nada?"
>
>Nada além das instruções codificadas em DNA, e maquinaria celular, o mesmo
>que QUALQUER célula adulta.
>
>Mais um trecho completo:
>
>"Homero: Não defino ser humano pelas aparencias, mas pela presença de uma
>mente,
>processos cognitivos, identidade, etc, etc, etc (até quando terei de
>repetir
>e repetir, sem ser compreendido, essa definição?..:-) Nada disso está
>presente na mórula.
>JR1 - Está sim, faça o teste! Implante-a no útero e vigie para que ninguém
>acrescente mais nada nela, até vc conseguir perceber a mente, processos
>cognitivos, identidade, personalidade, etc. que já existiam nela."
>
>Ai, ai, ai..:-) Se ninguém acrescentar mais nada, sem a placenta, o que
>acha que vai acontecer com a mórula, JR? Acha mesmo que "ninguém
>acrescenta" mais nada? Não há, para começar, uma mente na mórula, JR. Faça
>o que quiser, creia no que desejar, não há uma mente na mórula ou no
>zigoto. Ela se formará, quando o cérebro se formar, um conjunto de
>processos neurologicos e bioquimicos, não uma "alma", durante seu
>desenvolvimento. Mas não está na mórula, não mais que a casa está na planta
>da casa.
>
>Não "existiam nela", apenas podiam (ou não) se desenvolver. Nada de mente,
>mas um "vir a ser" que você tanto gosta, de mente. Vir a ser pode
>significar não vir a ser também, e devemos esperar para ver, sem que seja
>preciso dar status de ser humano a essa mórula.
>
>JR: "JR1 - É o que todos desejamos, ficar em paz! Que tal começar em deixar
>em
>paz quem está em paz e muito bem protegido no ventre materno?"
>
>Porque nem sempre o que está em paz vai gerar paz. Vai gerar dor e
>dificuldades, e, não sendo um ser humano, pode ser retirado, ainda que isso
>deva ser evitado se possível. Ninguém quer obriga-lo a abortar, JR, pode
>continuar com suas crenças. Mas deve perceber que o resto de nós, que não
>comunga desasas crenças, não deve ser submetido a elas, de forma
>autoritária. Quem deseja abortar, que o faça. Se você tem razão, sua
>divindade cuidará de nos punir depois da morte..:-) Se não tem, deixe que
>as pessoas decidam o que desejam fazer nessa situação.
>
>Tumores e miomas também estão em paz dentro do útero mas nem por isso
>devemos deixa-los lá, não é? E antes que tenha uma explosão emocional, sim,
>estou comparando uma mórula a um mioma, ambos são agrupamentos de células,
>com DNA humano, sem cérebro, processos cognitivos ou mente..:-) E podem ser
>retirados sem que isso configure crime ou pecado.
>
>JR: "JR1 - Não são os religiosos que lhe tira a paz é a lógica honesta que
>as
>nossas mentes possuem, quando ainda não foram submetidas a interesses
>outros
>que agridem a realidade."
>
>Desculpe, JR, mas isso não faz sentido. Eu tenho lógica honesta e sou a
>favor do aborto. Não tenho "remorso" e nem é isso que me incomoda, mas
>justamente a tentativa de impedir que o aborto seja descriminalizado. Ou
>seja, de acordo com você, eu deveria estar em paz, por não poder escolher a
>opção que, segundo você, me provocaria desconforto intelectual..:-)
>
>Isso simplesmente não faz sentido..:-)
>
>E que interesses agridem a realidade? Como a realidade pode ser "agredida"
>por interesses? O que um interesse por sí só significaria? Por acaso você,
>JR, não tem interesses? Por exemplo, o interesse que o aborto continue a
>ser proibido? Seria razoável que eu dissesse que esse seu interesse, que o
>aborto continue proibido, significa um interesse seu de que as mulheres
>continuem a morrer em abortos clandestinos? O que acha?
>
>São frases assim, emocionais, um "apelo à emoção", que dificultam este
>debate. Sei que é um assunto polemico, e que as pessoas anti-aborto
>costumam se apegar a teses emotivas, mas isso não ajuda a encontrar a
>"realidade". Só torna mais dificil e mais confusa a determinação de leis e
>diretrizes de ação para estes casos.
>
>JR: "JR1 - Estamos falando da descriminalização do aborto e não em
>recuperação de
>anencéfalos."
>
>Exatamente..:-) Um bebê anencéfalo pode ser abortado pelas mesmas razões
>que uma móruila pode ser abortada e pelas mesmas razões que um óvulo pode
>ser abortado, não são "seres humanos" por não possuirem mente, cérebro ou
>processos cognitivos. É exatamente sobre isso que estamos falando, JR, por
>isso a relevancia de meu argumento.
>
>JR: "JR1 - Seu raciocínio está embotado, Homero! O embrião não é um
>projeto. Ele
>já é um ser humano com tudo que um ser humano possui, só precisa ser
>cuidado
>e alimentado para se expandir e tornar visível tudo que nele está contido.
>Percebeu? É difícil vc entender a racionalidade da lógica?"
>
>Não, meu raciocínio é perfeito. Uma mórula (e não embrião, que pode ou não
>estar em diversas fases de desenvolvimento) é um projeto, e não possui
>nenhum dos órgãos, embora possua as instruções necessárias para
>construi-los. Ele não tem NADA do que um ser humano possui, não mais que
>QUALQUER célula de seu corpo, o núcleo de DNA com as instruções. Se for
>alimentado, e não seguir as instruções corretamente, não virá a ser um ser
>humano. Se não for alimentado, não virá a ser um ser humano. Se você
>retirar as instruções de dentro de uma célula qualquer de seu corpo, e
>colocar no maquinário celular necessário para cumprir essas instruções, ele
>pode gerar um ser humano identico a você, geneticamente identico, embora
>tenha uma mente própria, fruto dos processos neurologicos de seu cérebro.
>
>É isso que uma mórula e um zigoto são, tudo o que são. Talvez seja doloroso
>para você, como foi doloroso no passado para muitos decobrir que a Terra
>não está no centro do universo, ou que não somos criaturas geradas pela
>divindade, mas frutos de uma evolução natural e cega. Mas a realidade é
>mais honesta que a ilusão e é a realidade que deve pautar e definir nossas
>ações a atos. E leis.
>
>JR: "É difícil vc entender a racionalidade da lógica?""
>
>Não, acho que não, embora a frase acima não faça sentido. Imagino que
>queira dizer que sua crença, disfarçada de lógia, é tão evidente que só um
>tolo não entenderia. Bem, não sou um tolo, e não vejo nada que suporte sua
>crença, dessa forma, acho que "entendo a racionalidade da lógica" o que
>quer que isso signifique..:-)
>
>Um abraço.
>
>Homero
>
>
>
>
>
>
>
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>

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SUBJECT: Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/12/2005 12:32

Olá Marco

Bem-vindo ao debate. Me permita esclarecer alguns enganos apenas.

Marco: "Por outro lado, a outra pessoa, Homero (julgo ser esse o nome), coloca o
método científico como base para obter verdades inabaláveis. "

Desculpe, a ciência não procura por "verdades inabaláveis", por "verdades verdadeiras" ou por coisas do tipo 100% certas. Ela procura por probabilidades, respostas confiáveis e seguras, dentro dos limites da própria ciência. O método é uma ferrametna que permite produzir conhecimento confiável, mas uma de suas premissas é que toda alegação, afirmação ou conclusão pode, e deve, ser testada e retestada, criticada e rigorosamten contestada. Apenas se sobreviver a estas condições, um conhecimento será aceito como confiável, com alta probabilidade de ser correto ou real. Mas não uma verdade inabalável, Marco..:-)

Essa confusão, sobre a ciência desejar ser "a verdade verdadeira" sempre provoca essa acusação..:-)

Marco: "A própria comunidade científica admite que a ciência está em evolução. O que se prova
hoje, por esse método científico, pode ser refutado amanha por esse mesmo
método cientifico, portanto... mesmo o próprio método deveria evoluir."

Evoluir, Marco, não significa refutar. E embora deva se manter em mente a possibilidade de mudança, está é proporcional a segurança de um conehcimento. Por exemplo, não importa o quanto a ciência avance, a Terra Redonda não é uma teoria que tenha uma probabilidade mínima de ser refutada..:-)

O que acontece com o conehcimento cientifico é que ele se ajusta, se aprimora, mais do que é revolucionado. Aumentamos a precisão, mas não revogamos o conhecimento anterior. Por exemplo, quando diziamos que a Terra era "plana e chata", ela era, para os efeitos da época, plana e chata. Até hoje, para construir uma casa ou ponte, usamos a Terra Plana, sem necessidade de verificar a curvatura da mesma.

Mas, ao aumentarmos as necessidades, ao viajar longas distancias, ao dar a volta ao mundo, a Terra Plana não era mais suficiente, então uma nova teoria foi gerada, a partir de mais dados. Para as necessidades básicas, a Terra Redonda serve bem, mas sabemos hoje que a Terra é achatada nos polos, e ligeiramente mais estreita no hemisfério norte. Nenhum desses conhecimentos "revoga" a Terra Redonda, mas dá mais precisão ao conhecimento sobre ela.

A fisica classica, de Newton, é tão correta hoje quanto no passado, para eventos e necessidades práticas cotidianas. Um projétil é lançado hoje usando as equações da fisica classica, ckmo sempre. A relatividade não "revogou" a fisica classica, assim como a quantica não "revogou" a relatividade.

Assim, embora todo conhecimento possa ser, como você diz refutado amanhã, a chance de que isso ocorra é diferente para cada um deles. A chance de que a gravitação seja refutada, que a Terra Redonda seja refutada, que a microbiologia seja refutada, é desprezivel. Não significa que não possamos (e vamos) descobrir mais sobre cada uma dessas coisas, mas dificilmente serão refutadas (não deve se perocupar, amanhã a gravidade ainda o manterá no solo da Terra..:-).

Marco: "Assim como
não temos o direito a destruir uma floresta, nem mesmo matar um insecto,
muito menos temos o direito de matar algo organico que germina dentro de uma
mulher."

Bem, segundo seu raciocínio, não temos o direito de comer um alface, por ser algo vivo, nem matar baratas e insetos, que podem nos causasm doenças, nem tomar anti-bióticos, que destruirão milhões de seres vivos, ao controlar nossas doenças. Não é possível, claro, levar seu argumento totalmente à sério, não é?

Matar seres vivos é uma questão relativa, não de direito absoluto. Não é nem uma questão de direto, a maior parte das vezes, mas de necessidades e circunstâncias. Você "mata" seres vivos quando anda, respira, come, vive em fim. Tumores estão vivos, e germinam dentro de mulheres (e homens) e nem por isso devemos deixa-los prosseguir.

Marco: "Somos seres humanos e temos a capacidade de escolher. É isso que nos
diferencia dos outros animais."

Mórulas não são seres humanos, essa a questão.

Marco: "Não posso provar, mas é a solução mais logica para tudo o que existe e acontece, de bom e de mau."

Exato. Ninguém pode provar essa mistura de esoterismo e ficção, portanto, não precisamos, nem devemos, levar isso em conta ao decidir que rumos e ações vamos tomar.

Um abraço.

Homero







----- Original Message -----
From: Marco Afonso
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 06, 2005 12:03 PM
Subject: RE: [ciencialist] Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo


Viva!

Decidi responder porque achei interessante esta discussão sobre o aborto.

Axo que tenho uma opinião formada mas antes gostaria de comentar as duas
posições dessas duas pessoas.
A pessoa JR (não sei o que significam as siglas) parece não ter uma base
muito clara sobre os argumentos que apresenta. Ela defende que existe uma
"mente" ou "consciencia" mesmo antes de haver formação do cerebro no
embrião. Como ainda não se provou pelo método científico, então é uma
hipotese a considerar - Alguns filosofos e psicanalistas também falam desse
universo auto-consciente independente da matéria (ou estados da matéria).

Por outro lado, a outra pessoa, Homero (julgo ser esse o nome), coloca o
método científico como base para obter verdades inabaláveis. A própria
comunidade científica admite que a ciência está em evolução. O que se prova
hoje, por esse método científico, pode ser refutado amanha por esse mesmo
método cientifico, portanto... mesmo o próprio método deveria evoluir.

Neste caso do aborto, axo que é um assunto de "Direito da Vida". Assim como
não temos o direito a destruir uma floresta, nem mesmo matar um insecto,
muito menos temos o direito de matar algo organico que germina dentro de uma
mulher. Poderá ser uma posição bastante utópica a minha, mas axo que só a
natureza tem o direito de destruir algo dela própria.
Não existem razões economicas, sociais ou outras que superem o Direito da
Vida.
Somos seres humanos e temos a capacidade de escolher. É isso que nos
diferencia dos outros animais.

Erroneamente sobrepomos as nossas leis às leis da natureza. O poder
sacrifica vidas para evitar o sofrimento.

Antes de se falar do aborto, eutanásia ou clonagem, devemos olhar para nós
mesmos e perguntar: "Será que merecemos o nosso poder?".

Partilho da ideia de usarmos um pouco deste Universo Auto-cosciente -
Idealismo Monista.
Só quando a ciencia descobrir que o efeito acção-reação existe para além da
matéria, existe também na consciencia que é atemporal, vamos mudar o nosso
respeito por esta máquina que é o universo consciente. Não posso provar, mas
é a solução mais logica para tudo o que existe e acontece, de bom e de mau.

Eu também busco a verdade, não podemos parar de procurar, nem a ciencia...

Abraço,
Marco


>From: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: [ciencialist] Falácias e mais falácias, mas pouca honestidade (era
>Honestidade intelectual - Eliane S. Azevedo
>Date: Mon, 5 Dec 2005 23:43:35 -0200
>
>Olá JR
>
>Apelo a emoção. Muitos apelos. Por isso a "defesa de vida" da Dra, e sua
>mensagem abaixo, são simplórias, no mínimo. Não importa que existam lucros,
>não importa que você (e a Dra) pense que as questões de saúde sejam
>"influenciadas por lucro", etc. Importam os argumentos, fatos e evidências
>que devem determinar se um ser humano se encaixa na definição ou não.
>
>Minha definição, científica e racional, exige uma mente humana para ser
>assim considerado. A sua, e da Dra, baseada em mais nada que a crença
>pessoal que os dirige, tenta apresentar uma mórula, célula fecundada, ou
>algo do genero, como sendo, não um "potencial" ser humano, mas um ser
>humano pleno.
>
>O respeito que tenho por sua crença, não pode modificar a razão que embasa
>decisões e posturas laicas e legais. O aborto não é uma "ataque à vida", e,
>repito, não é uma questão entre "malvados contra a vida" versus "bonzinhos
>a favor da vida". Maniqueismo e ingenuidade, nessa visão.
>
>JR: "Com toda o conhecimento e tecnologia, que detemos nesse início de
>século, em
>vez de procurar uma solução para reduzir a gravidez inesperada, indesejada
>ou irresponsável, opta-se por uma lei que torna o aborto "legal"!"
>
>Falácia do espantalho (isso está parecendo um manual de falácias..:-).
>Nenhum defensor do aborto é contra soluções para reduzir a gravidez
>indesejada. Pelo contrário, todos reconhecemos a necessidade de
>planejamento familiar (contra a vontade da igreja), uso de
>anticoncepcionais (contra a vontade da igreja), o uso de camisinha (contra
>a vontade da igreja), etc. Todos os procedimentos civilizados e necessários
>a diminuir a gravidez.
>
>Mas, uma vez que ela aconteça, e pode acontecer mesmo com todos os
>cuidados, o aborto é uma solução, e não um "ataque à vida".
>
>É uma falácia de espantalho, porque cria uma falsa ação dos que são a favor
>do aborto, a despreocupação com a gravidez indesejada, para atacar essa
>posição frágil, mesmo sabendo que não é isso que seus adversários defendem
>(não sei quantas vezes escrevi que todas as medidas para impedir a gravidez
>indesejada são importantes e fundamentais).
>
>JR: "Pouco se fala nisso, mas o que é preciso é educar, orientar,
>instruir e alertar nossas crianças, jovens e adultos sobre essa questão de
>vida ou morte."
>
>Muito se fala nisso. O tempo todo, mesmo com o forte lobby religiosos,
>mesmo com cardeais a divulgar mentiras sobre a camisinha, mesmo as
>pastorais lutando contra anticoncepcionais e outras formas de prevenção,
>mesmo com a dificuldade de se conseguir uma laqueadura de trompa, uma
>vasectomia, na rede pública, mesmo assim, falamos nisso o tempo todo (e o
>Dr. Drausio Varela tem falado disso no Fantastico, o que provocou forte
>reação da igreja).
>
>E, sim, é uma questão de vida e morte, não de células de uma mórula, mas de
>adolescentes e mulheres adultas que morrem em abortos clandestinos, que são
>clandestinos graças a "bondade" dos anti-aborto, que preferem a morte de
>milhares de mulheres à perda de uma célula recem fecundada (que, de toda
>forma, é perdida em 80 de cada 100 fecundações).
>
>JR: "Trabalho social, Incentivo ao trabalho voluntário,
>cursos de esclarecimentos, períodos ou estágios em maternidades e creches.
>Em geral, a pena de prisão pouco ou nada servirá nos casos de crime de
>aborto."
>
>Concordo com todas essas opções. E concordo com a última frase, prisão não
>é a solução para quem comete aborto. Descriminalizar o aborto salvará vidas
>e tornará mais civilizada nossa sociedade.
>
>JR: "No mais, seu comentário gira em um blá-blá-blá vazio, típico de encher
>lingüiça ou de letrinhas o espaço disponível na tela. "
>
>Está profundamente enganado. Existem argumentos, um a cada parágrafo, em
>meu texto. Deveria refuta-os, apresentar evidências contrárias, etc, não
>apenas desclassificar o texto dessa forma. Se eu achasse que resultaria em
>algo, eu mesmo reapresentaria cada argumento, explicaria sua base, e
>demonstraria o que poderia refuta-lo, se fosse possível.
>
>Mas não acho que resulte em nada. Sua crença, forte e imutável, não vai se
>abalar, e não vai conseguir refutar os argumentos sobre o assunto. Apenas
>repetir as mesmas falácias e acusações, o que não resolve a questão, nem
>ajuda no debate.
>
>JR: "Pelo atual conteúdo de suas mensagens, tenho dúvida se é vc mesmo quem
>está escrevendo essas
>opiniões ou delegou a alguém, aparentemente menos experiente, fazer isso!?"
>
>risos..:-) Falácia "ad hominem". Engraçada, até, mas ainda assim uma
>falácia. Não, eu não sou tolo, nem delego a escrita a ninguém. Tente
>responder aos argumentos, e perceberá que sou eu mesmo que os escreveo.
>
>JR: "JR1 - Vc fala, fala e não sabe o que diz. O que vc entende por mente?
>E por
>mente humana? Processos cognitivos? Mente seria algo assim como cérebro?
>Qual deles? E memória? Será que vc acredita que não haja um processo
>cognitivo numa célula, numa mórula ou embrião?"
>
>Se quiser discutir esses pontos, sobre a mente, ótimo, podemos mudar o
>curso do debate. Mas se é só mais uma maneira de desviar e tergiversar, não
>vai adiantar.
>
>Sim, não há processos cognitivos em uma mórula, em um óvulo e na maior
>parte da vida do embrião. Processos cognitivos só surgem com o cérebro e o
>sistema nervoso, na fase fetal. Não é "minha opinião", são dados e
>evidências bem documentadas e conhecidas pela ciência.
>
>JR: "Como é que eles têm a capacidade de realizar todos os tais processo
>que vc denominou de
>mecânicos-químicos-biológicos. Será que é isso o que os antigos denominavam
>de alma, sopro divino? Instinto de preservação da vida? "
>
>Agora a coisa ficou feia. Seu desconhecimento sobre a bioquimica e a
>biologia de seres vivos pode estar causando essa enorme confusão. Eles tem
>a capacidade de realizar esses processos, todos não intencionais nem
>cognitivos, devido a codificação destes no DNA. Não apenas seres humanos,
>mas bactérias, ratos, lagartixas, peixes, aves, chimpanzés, planarias, etc,
>todas, mesmo sem processos cognitivos, fazem exatamente isso, sem
>necessidade de intenção ou controle neurologico ou mental. Não há mente,
>nem em planarias, nem em mórulas, nesse sentido.
>
>Sopro divino. Sei. Não percebe que tudo se resume a isso, sua crença no
>"algo mais", o tal sopro divino dos "antigos", uma superstição ancestral
>sem comprovação? Nem é possível debater nessas bases, não há como. Você
>parece, por falta de informação a respeito dos processos que atuam na
>geração de seres vivos, acreditar que "algo mais" dirige tudo, que há "algo
>mais" em óvulos, morulas, embriões, etc. Eu não acredito. E não há
>evidências que suportem sua crença, pelo contrário. Não precisa "acreditar"
>nisso, pode estudar a biologia e se tornar um especialista, e COMPREENDER
>como isso se dá, e CONCLUIR que são forças cegas. E terá de esconder seu
>deus em alguma outra lacuna, pois esta estará ocupada.
>
>Não é "instinto de preservação da vida, JR, são processos quimicos e
>bioquimicos, cegos, não intencionais, que seguem determinações do DNA, da
>fisica e quimica deste universo, como cristais que crescem a partir de leis
>simples. Está enxergando "divindades", sopros divinos, etc, onde nada
>existe, a não ser a biologia e a quimica. Junte os elementos presentes na
>atmosfera terrestre a 5 bilhões de anos, passe uma corrente elétrico e,
>bongo, aminoácidos se formarão. Coloque determinadas proteinas ao lado de
>outras, e, bingo, um braço crescerá. Ou uma antena (gene antennapedia ).
>Crescerá em você ou em uma mosca das frutas. Cegamente, sem intenção, sem
>algo mais, sem sopro divino, sem "instinto de preservação da vida", etc.
>
>JR: "Será que vc desconhece que milhões de células, vários sistemas e
>órgãos do corpo humano
>não dependem de comandos cerebrais, da nossa mente, de nossa vontade para
>viver e realizar as operações necessárias para as quais estão aptas? "
>
>Nenhum processo independe de sistemas cerebrais. Independem, e deve ser
>essa sua confusão, de comandos cerebrais a nivel consciente. Mas ainda
>assim, a nível inconsciente, sim, é o cérebro que os controla.
>
>A não ser os processos metabolicos, quimicos quase, que existem em seres
>como bactérias, seres humanos e planárias. O metabolismo celular, que é
>quase química pura, com reações e catalizadores agindo automáticamente. Sem
>mente, sem ser humano, já que uma planária também os tem.
>
>JR: "Conhece os "neurônios" existentes no sistema gástrico intestinal?
>Desconhece a
>"faxina" que nosso organismo faz durante o período de sono
>profundo, onde nosso voluntarismo intelectual é zero. Todo ser vivo é um
>sistema interativo complexo, esteja ele contido em uma célula ou em um
>embrião humano. "
>
>Sim, todo ser vivo. E nem por isso chamamos todo ser vivo de "ser humano".
>Pode entender isso, não pode? Um sistema, um corpo humano em morte
>cerebral, pode manter alguns processos metabolicos, nem por isso ainda é um
>"ser humano". Uma planária também o faz, nem por isso é um ser humano. Um
>ser humano deve ter uma mente humana, uma série de processos cognitivos,
>etc.
>
>Sua dificuldade com essa questão vem do fato que deseja uma linha de corte,
>um "momento" onde algo se torna humano, um "anima". Não existe algo assim.
>É sempre um degrade, uma formação, lenta e gradual. Se a mente vier a se
>desenvolver, será um ser humano. Se ficar pelo caminho, se tiver apenas
>alguns procesos, não será.
>
>Entenda isso, e entenderá o problema de definir um ser humano.
>
>Agora a faxina do sono. Primeiro, ainda há muito a se saber sobre o sono.
>Segundo, e mais importante, a falta de voluntarismo não significa que não
>exista uma mente. Processos cognitivos, mesmo inconscientes, ainda são
>processos cognitivos, capazes de definir um ser humano. Mas, retire esses
>processos, por exemplo, retire o cérebro compeltamente, e por mais
>"neuronios do sistema gastrico" que possa apresentar, não será mais um ser
>humano.
>
>Seus arguementos pecam sempre por essa emotividade sem sentido. Neuronios
>gastricos. Acha que um conjunto de neuronios gastricos define um ser
>humano, JR? Que, sem a mente, sem o cérebro que suporta os preocessos que
>geram a mente humana, alguém consideraria este conjunto um ser humano?
>Fala sério..:-)
>
>JR: ""Vir a ser" é uma engodo intelectual sustentado em vocábulos. Uma
>semente pode "vir a ser" uma árvore. Quem tem lucidez sabe que a árvore
>"está" na semente, de uma forma diferente da que estamos acostumado a
>entender quando pronunciamos o vocábulo árvore... Apenas isso, mas está lá,
>é só fazer o teste. Plante a semente! Implante o zigoto."
>
>Eu não sei que uma semente É uma árvore. Nem botanicos sabem disso. Nem a
>ciência. Está, mais uma vez, apelando a emoção, uma tolice em se tratando
>de ciência. Vir a ser é o fundamento de seu argumento. Ou não admitiria que
>aborto em caso de estupro é menos mal que outro tipo de aborto. Por
>exemplo, uma mórula pode ser sacrificada em caso de estupro, mas ninguém
>pensaria em sacrificar o bebê, mesmo que resultante de estupro. Em um
>incendio, salvaria o bebê da creche ao lado, e deixaria 200 embriões
>congelados morrerem, por serem um futuro "vir a ser" e não seres humanos
>plenos.
>
>Plante a semente, e muitas vezes nada acontecerá. Ela não vingará. Implante
>o zigoto, e, em 80 de cada 100 vezes que isso acontece na natureza, não
>vingará. Não será uma morte de um ser humano, mas apenas a perda de um
>zigoto.
>
>Mais uma vez, (Quosque tandem , Catilina), não é uma debate entre os que
>"tem lucidez" e tolos enganados e sem lucidez, entre bonzinhos e malvados,
>mas entre pessoas que tomam como base de conclusão pontos diferentes.
>Crença e razão, fé e evidencias. É esse o debate, JR.
>
>JR: "JR1 - É essa sua crença nos vocábulos que lhe atrapalha o raciocínio!
>Sem
>preconceitos, podemos considerar o ser humano como um "teratoma" que
>apreciamos quando ocorre. A esses chamamos de feto, bebê... Há outros que
>não nos agradam, chamamos de monstros, teratoma ou outro termo diferente de
>feto e bebê, para "facilita" o descarte.Mas nem por isso deixam de ser um
>ser humano. Reflita um pouco sobre isso, poderá alargar sua visão da
>realidade,
>que é o que é e não o que desejamos ou esperamos que seja..."
>
>Alargue a sua, JR, abandonando crenças e superstições ancestrais. Eu
>prefiro a conclusão embasada que a superstição. Um teratoma não é "algo que
>não apreciamos". Isso é ingenuidade. Um teratoma é o mesmo que uma mórula,
>sem cérebro, mas que tem mais tempo de vida. Uma mórula que, podendo "vir a
>ser", não o fez, não se tornou ou ser humano, mas uma massa sem mente, sem
>humanidade. Só você para pensar que deveriamos "ninar" e dar de mamar a um
>teratoma, simplesmente por emotividade mal dirigida.
>
>Um feto sem cérebro, não é um ser humano, não tem uma mente humana, não tem
>capacidades cognitivas, não tem capacidade sensortial, etc. Um cérebro sem
>corpo, se isso for possível (ou quando for possível) será um ser humano,
>devido a sua mente humana. É simples, se deixar a superstição de lado e
>alargar sua visão da realidade.
>
>JR: 'JR1 - Veja se entendi: mente é atividade cerebral perceptível através
>de
>aparelhos. E quantas outras atividades não são detectadas por aparelhos e
>nem por isso deixam de ocorrer, como o metabolismo das células, dos
>sistemas
>e dos órgãos dos seres vivos? "
>
>Essas outras atividades, JR, que existem em aves, bactérias e planarais,
>NÃO SERVEM PARA DEFINIR OS PARAMETROS DE UM SE HUMANO. Se não fosse assim,
>todo ser vivo com atividades não cerebrais, seria um ser humano.
>
>Fala sério, JR. Tenho de respeitar o esforço que faz para manter sua
>crença, mas está passando do razoável até para superstições.
>
>Este trecho é significativo, por isso vou reproduzi-lo no contexto para
>análise:
>
>"Homero: Está, evidentemente, tentando defender o indefensável, usando uma
>definição
>que não é uma definição real de ser humano. É apenas circular, é ser humano
>o que você diz que é ser humano.
>Uma mórula pode, mas não é certeza, vir a ser um bebê. Pode se tornar um
>teratoma, ser reabsorvida, ou se tornar DOIS ou mais bebês. O que aconteceu
>pelo caminho, JR? A mórula, que era um ser humano, se tornou,
>milagrosamente, dois seres humanos? Uma mórula, que era um ser humano,
>deixou de ser e se tornou um teratoma? E, se deixou de ser, quando isso
>aconteceu? Em que momento um ser humano, mórula, se torna um não ser
>humano,
>teratoma, para você?
>JR1 - Depois de quase um século da TRG, TRR e da TQ vc ainda quer,
>primeiro,
>ter a certeza de que o zigoto vai ser um ser humano para, aí então,
>deixá-lo
>em condições de "vir a ser" um ser humano!!! Voltemos à lógica simples que
>a
>honestidade intelectual permite desenvolver. O que os pró-aborto estão
>defendendo não é o descarte de um teratoma, de um tumor, de um ser disforme
>ou sem condições de sobrevivência fora do útero. O que os abortistas
>defendem é a descriminalização do aborto *qualquer que seja o estado do
>feto*!!! Dá
>para perceber a diferença? Em vez de educar, instruir, esclarecer sobre
>sexualidade, métodos preventivos à gravidez, gestação, responsabilidade,
>etc. torna-se legal o assassinato de seres humanos que não têm voz, nem
>podem se defender."
>
>
>Eu fiz diversas perguntas, perguntas relevantes, sobre a mórula e o
>surgimento de um ser humano. Mas você simplesmente as ignorou
>completamente. Retomou o argumento circular, sem o menor remorso..:-)
>
>Sim, eu quero que o zigoto se torne humano, se desenvolva e atinja o status
>de ser humano, para dar a ele direitos de ser humano. Sim, é exatamente
>isso, será que finalmetne entendeu?
>
>Veja sua frase, direto do raciocínio circular, e ignorando TODAS as
>perguntas relevantes:
>
>JR: "O que os pró-aborto estão defendendo não é o descarte de um teratoma,
>de um tumor, de um ser disforme ou sem condições de sobrevivência fora do
>útero."
>
>Sim, estamos defendendo justamente isso, um agrupamento de células sem
>condições de sobrevivência fora do útero, exatamente como um teratoma. Um
>conjunto de células que, identicamente ao teratoma, não tem forma, não tem
>órgãos, não tem cérebro. Nada o diferencia de um teratoma, nada a não ser o
>tal do "vir a ser", um possivel vir a ser, que pode, ou não, se cumprir..
>
>Mas, voltando as perguntas, se a mórula É um ser humano, e um teratoma não
>é, quando, em que momento, esse ser humano deixou de se-lo? O que medimos
>para definir que isso aconteceu? O que analisamos, que parametros
>determinamos, se não é o cérebro e a mente?
>
>Se o teratoma tiver um cérebro, e uma mente, posso abortá-lo sem problemas,
>pois, não será um ser humano? Ou ter um cérebro e uma mente, mesmo
>disforme, o tornará um ser humano?
>
>Como ajusta suas superstições sem lógica a estes problemas concretos e
>relevantes, JR?
>
>JR: "JR1 - Se, nesse seu raciocínio "degradé" para a formação do ser
>humano, é
>muito difícil definir uma linha divisória por que não definir no ponto de
>menor possibilidade de erro: a fecundação?! "
>
>Acho que já respondi a essa pergunta um trilhão de vezes, só em nossos
>debates..:-) E acho que fui ignorado na resposta, um trilhão de vezes..:-)
>
>Sim, não há uma linha. Não, não é impossível colocar a linha divisória em
>uma posição segura, bem dentro da zona de segurança. Pense em uma parede
>pintada de um degrade de vermelho para azul. Não se pode definir com
>certeza e segurança em que ponto da parede termina o vermelho e começa o
>azul. Mas, se for necessário colocar uma linha que deixe todo azul de fora,
>será simples. Coloca-se a linha bem dentro da área vermelha, distante do
>degrade mais forte, e pronto. Não exatamente sobre o vermelho, na parte
>mais distante da parede, mas dentro do degrade em local seguro.
>
>Da mesma forma, permite-se o aborto até a 12 semana, bem distante da zona
>de transformação, bem distante da formação do cérbro, bem distante da
>formação da mente e dos processos cognitivos. Em segurança.
>
>Isso é tão simples, que se não fosse seu desespero com os argumentos, teria
>percebido e chego a essa conclusão por você mesmo.
>
>O ponto de menor possibilidade de erro, certamente, não é a fecundação.
>Dentro da definição de ser humano usada, a mente, 12 semanas é tão seguro
>quanto na fecundação, e mais civilizado e menos cruel com as mulheres de
>todo pais.
>
>JR: "impossibilidade, os abortistas já estão arbitrando o tempo de 12
>semanas,
>seis meses ou até mesmo nove meses. Isso é conveniência, não é ciência.
>Isso demonstra a falta que faz a honestidade intelectual."
>
>Falácia do declive escorregadio. Não, abortistas não estão tentando
>arbitrar em 9 meses, nem seis meses, nem outra data, não sem considerações
>cuidadosas e dependentes de situações diversas. Por exemplo, risco de vida
>para a mãe pode aumentar a linha limite. Até mesmo hoje, a retirada de um
>feto de 8 meses pode ser necessária para salvar a vida da mãe. E isso é
>admitido, sim, por médicos e cientistas, sem falar em juristas.
>
>Alegar uma "suposta" possibilidade de aborto de 9 meses, não torna o aborto
>de 12 semanas identico a ele. Para 12 semanas, continuam valendo as
>evidências e argumentos apresentados.
>
>JR: "JR1 - Não importa de onde vem? Para saber isso e muito mais é que há a
>Ciência. O que é isso, Homero? Obtusou de vez? Na falta de argumentos, vc
>diz bobagens e apela para a confusão tentando, como recurso
>último, desqualificar meus comentários rotulando-os de religiosos. Em
>muitos
>caso esse estratagema dá certo. Não nesse. Quem está aventando o uso de
>adivinhação, de considerar ou não e de contar com a sorte para definir
>quando o ser humano se estrutura, é você. Lembre-se que os primeiros
>biólogos modernos eram religiosos consagrados. Frei Mendel é considerado o
>pai da genética!!!"
>
>Deve ser desepero, nem entendi sua explosão de emotividade. E vou repetir,
>não importa de onde vem os órgãos e estruturas de um corpo humano, não para
>este debate. Minha definição envolve a mente humana, formada durante a
>gestação. Se se formou, é um ser humano, caso contrário não é. Explodir,
>esbravejar e descabelar não são considerados argumentos válidos neste caso.
>
>Não conto com a sorte, conto com uma definição precisa e uma forma de
>estabelecer critérios para um aborto.
>
>Mais um techo completo, já que fica dificil entender onde quer chegar:
>
>"Homero: Tudo que existe, tudo que devemos levar em conta, percebemos. Não
>com os
>sentidos, que podem ser enganados, mas com a ciência e o método científico.
>O que está, finalmente, afirmando, JR, é que, embora não se perceba, não se
>vejam evidências, não exista como provar ou demonstrar, devo acreditar que
>uma mórula é um ser humano. Desculpe, não vai dar.
>
>JR1 - Já deu, Homero. Faça o teste do implante e arranje outra desculpa
>para
>si mesmo."
>
>Fazer o teste e impantar um óvulo, apenas demonstra que existem no DNA
>dentro dele instruções que, se seguidas, podem, PODEM, vir a ser um ser
>humano, não que já É um ser humano. Tanto assim que, implantar um óvulo de
>ovelha dá no mesmo, um ser vivo, mas nem por isso chamamos esse ser vivo de
>ser humano. Não dá para entender, JR, seu argumento.
>
>JR: "JR1 - Tolices e tentativas de trazer meus argumentos para o
>obscurantismo
>que vc acha que todo religioso possui. Seja honesto. Não estamos falando em
>dragões..."
>
>Eu não, mas você está. Seu dragão, indetectável, indemonstrável, inodoro,
>etc, mora dentro do óvulo fecundado e da mórula. Não pode demonstar, não
>pode detectar, não pode nem mesmo definir, mas acredita que ele existe e
>está dentro do óvulo.
>
>Mais um trecho completo:
>
>"JR: "JR - E para facilitar sua defesa utiliza a falácia de que uma mórula
>não contém todos os componentes do ser humano..."
>
>Não é nem falácia, nem defendo isso. É um argumento, embasado em uma
>definição, que a mórula não tem, e podemos demonstrar e provar isso, uma
>mente. Se acredita que sem uma mente, ainda assim é um ser humano (porque
>tem "algo mais" que não deseja nomear neste momento), é um direito que lhe
>assiste. Mas em minha definição, para ser um ser humano, precisa de uma
>mente, de processos cognitivos, e a mórula não os tem. Ponto. Nada de
>falácia.
>JR1 - E de onde vem a mente, os sistemas e os órgãos? São implantados na 12
>semana de gestação? Quem faz esse microimplante? Não seja tolo Homero, o
>ser
>humano já está lá, basta alimentar e deixar que ele se desenvolve até um
>tamanho que possamos observar e finalmente constatar."
>
>Ai, ai ai..:-) Não importa de onde vem a mente, embora ela venha dos
>processos neurologicos do cérebro. Do cérebro, portanto, e só existe quando
>existe o cérebro. Claro que, em seu entendimento, a mente pode existir sem
>o cérebro, inclusive ir morar ao lado do senhor ao morrer, mas não é uma
>evidência científicamente aceita.
>
>Não, não são implantados na 12 semana, nem em uma semana ou momento
>específico, JR. Não é uma chave de liga-desliga, é um degrade, um
>desenvolvimento progressivo, uma formação que, ao final, gera uma mente,
>mas que no início não é uma mente. Tente, não é dificil de entender.
>Esqueça o tal do "sopro divino", a "anima", que é colocada ao fecundar,
>pense em um desenvolvimetno, em uma casa sendo construida. Não é casa
>ainda, na fundação. É casa, quando os donos vão morar, mas não surge de um
>dia para o outro. Ela se desenvolve, como a mente durante a gestação.
>
>JR: "JR1 - Sua definição não define o ser humano. São apenas palavras que
>não
>alcançam a complexa totalidade que existe em um ser vivo, em um ser
>humano."
>
>Prove. Não é dificil provar que uma definição não define, então prove. Não
>vai conseguir, mas pelo menos tente, ao invés de apenas afirmar. Uma
>definição serve para enquadrar elementos de identificação. Se cumpre os
>parametros e requisitos, está dentro, se não cumpre, está fora. Minha
>definição permite colocar dentro todos os seres humanos, que possuem mente
>e capacidades cognitivas, e deixar de fora o que não preenche esses
>parametros e caracteristicas.
>
>JR: "JR1 - Sua auto limitação mental e preocupante. Claro que uma planta
>não é
>uma casa! Pode plantar um projeto arquitetônico que não nasce uma casa.
>Essa
>é a diferença dos seres que consideramos vivos. Posso afirmar que a semente
>*é* a árvore por que apenas plantada, alimentada, expande-se em si mesma
>adquirido um aspecto maior que chamamos de árvore."
>
>Ad hominem. Acho que vou parar de listar as falácias..:-) Uma planta, se
>seguida a risca, constroi uma casa. Um DNA, se seguido a risca pelo
>maquinário celular (e maquinário aqui é perfeito como metáfora), constroi
>um ser humano, uma ameba, uma planária, e até você, JR. São identicas, DNA
>e planta arquitetonica, sendo que o maquinário para a planta se identifica
>com o maquinário celular.
>
>O que chama de "apenas plantada" deriva da absoluta falta de conhecimento
>sobre a maquinária celular necessária a construir a árvore. Pensa mesmo que
>é um "apenas" esse plantar? O que está plantando, a semente, equivale a
>"plantar" a planta da casa, contratar pedreiros, comprar material, etc.
>Apenas a semente, apenas o DNA, não vai muito longe. Tente, por exemplo,
>plantar a semente no "ar"..-) Veja se ela "já é uma árvore", sem solo,
>nutrientes, água, suporte fisico, etc, etc, etc.
>
>Nenhuma semente se "expande" e vira árvore, ela precisa conseguir material
>de construção, cimento, etc, para poder seguir a planta de DNA. Só a
>semente, não há árvore, JR, não importa o quanto acredite nisso.
>
>JR: "JR1 - Como não contém nada?"
>
>Nada além das instruções codificadas em DNA, e maquinaria celular, o mesmo
>que QUALQUER célula adulta.
>
>Mais um trecho completo:
>
>"Homero: Não defino ser humano pelas aparencias, mas pela presença de uma
>mente,
>processos cognitivos, identidade, etc, etc, etc (até quando terei de
>repetir
>e repetir, sem ser compreendido, essa definição?..:-) Nada disso está
>presente na mórula.
>JR1 - Está sim, faça o teste! Implante-a no útero e vigie para que ninguém
>acrescente mais nada nela, até vc conseguir perceber a mente, processos
>cognitivos, identidade, personalidade, etc. que já existiam nela."
>
>Ai, ai, ai..:-) Se ninguém acrescentar mais nada, sem a placenta, o que
>acha que vai acontecer com a mórula, JR? Acha mesmo que "ninguém
>acrescenta" mais nada? Não há, para começar, uma mente na mórula, JR. Faça
>o que quiser, creia no que desejar, não há uma mente na mórula ou no
>zigoto. Ela se formará, quando o cérebro se formar, um conjunto de
>processos neurologicos e bioquimicos, não uma "alma", durante seu
>desenvolvimento. Mas não está na mórula, não mais que a casa está na planta
>da casa.
>
>Não "existiam nela", apenas podiam (ou não) se desenvolver. Nada de mente,
>mas um "vir a ser" que você tanto gosta, de mente. Vir a ser pode
>significar não vir a ser também, e devemos esperar para ver, sem que seja
>preciso dar status de ser humano a essa mórula.
>
>JR: "JR1 - É o que todos desejamos, ficar em paz! Que tal começar em deixar
>em
>paz quem está em paz e muito bem protegido no ventre materno?"
>
>Porque nem sempre o que está em paz vai gerar paz. Vai gerar dor e
>dificuldades, e, não sendo um ser humano, pode ser retirado, ainda que isso
>deva ser evitado se possível. Ninguém quer obriga-lo a abortar, JR, pode
>continuar com suas crenças. Mas deve perceber que o resto de nós, que não
>comunga desasas crenças, não deve ser submetido a elas, de forma
>autoritária. Quem deseja abortar, que o faça. Se você tem razão, sua
>divindade cuidará de nos punir depois da morte..:-) Se não tem, deixe que
>as pessoas decidam o que desejam fazer nessa situação.
>
>Tumores e miomas também estão em paz dentro do útero mas nem por isso
>devemos deixa-los lá, não é? E antes que tenha uma explosão emocional, sim,
>estou comparando uma mórula a um mioma, ambos são agrupamentos de células,
>com DNA humano, sem cérebro, processos cognitivos ou mente..:-) E podem ser
>retirados sem que isso configure crime ou pecado.
>
>JR: "JR1 - Não são os religiosos que lhe tira a paz é a lógica honesta que
>as
>nossas mentes possuem, quando ainda não foram submetidas a interesses
>outros
>que agridem a realidade."
>
>Desculpe, JR, mas isso não faz sentido. Eu tenho lógica honesta e sou a
>favor do aborto. Não tenho "remorso" e nem é isso que me incomoda, mas
>justamente a tentativa de impedir que o aborto seja descriminalizado. Ou
>seja, de acordo com você, eu deveria estar em paz, por não poder escolher a
>opção que, segundo você, me provocaria desconforto intelectual..:-)
>
>Isso simplesmente não faz sentido..:-)
>
>E que interesses agridem a realidade? Como a realidade pode ser "agredida"
>por interesses? O que um interesse por sí só significaria? Por acaso você,
>JR, não tem interesses? Por exemplo, o interesse que o aborto continue a
>ser proibido? Seria razoável que eu dissesse que esse seu interesse, que o
>aborto continue proibido, significa um interesse seu de que as mulheres
>continuem a morrer em abortos clandestinos? O que acha?
>
>São frases assim, emocionais, um "apelo à emoção", que dificultam este
>debate. Sei que é um assunto polemico, e que as pessoas anti-aborto
>costumam se apegar a teses emotivas, mas isso não ajuda a encontrar a
>"realidade". Só torna mais dificil e mais confusa a determinação de leis e
>diretrizes de ação para estes casos.
>
>JR: "JR1 - Estamos falando da descriminalização do aborto e não em
>recuperação de
>anencéfalos."
>
>Exatamente..:-) Um bebê anencéfalo pode ser abortado pelas mesmas razões
>que uma móruila pode ser abortada e pelas mesmas razões que um óvulo pode
>ser abortado, não são "seres humanos" por não possuirem mente, cérebro ou
>processos cognitivos. É exatamente sobre isso que estamos falando, JR, por
>isso a relevancia de meu argumento.
>
>JR: "JR1 - Seu raciocínio está embotado, Homero! O embrião não é um
>projeto. Ele
>já é um ser humano com tudo que um ser humano possui, só precisa ser
>cuidado
>e alimentado para se expandir e tornar visível tudo que nele está contido.
>Percebeu? É difícil vc entender a racionalidade da lógica?"
>
>Não, meu raciocínio é perfeito. Uma mórula (e não embrião, que pode ou não
>estar em diversas fases de desenvolvimento) é um projeto, e não possui
>nenhum dos órgãos, embora possua as instruções necessárias para
>construi-los. Ele não tem NADA do que um ser humano possui, não mais que
>QUALQUER célula de seu corpo, o núcleo de DNA com as instruções. Se for
>alimentado, e não seguir as instruções corretamente, não virá a ser um ser
>humano. Se não for alimentado, não virá a ser um ser humano. Se você
>retirar as instruções de dentro de uma célula qualquer de seu corpo, e
>colocar no maquinário celular necessário para cumprir essas instruções, ele
>pode gerar um ser humano identico a você, geneticamente identico, embora
>tenha uma mente própria, fruto dos processos neurologicos de seu cérebro.
>
>É isso que uma mórula e um zigoto são, tudo o que são. Talvez seja doloroso
>para você, como foi doloroso no passado para muitos decobrir que a Terra
>não está no centro do universo, ou que não somos criaturas geradas pela
>divindade, mas frutos de uma evolução natural e cega. Mas a realidade é
>mais honesta que a ilusão e é a realidade que deve pautar e definir nossas
>ações a atos. E leis.
>
>JR: "É difícil vc entender a racionalidade da lógica?""
>
>Não, acho que não, embora a frase acima não faça sentido. Imagino que
>queira dizer que sua crença, disfarçada de lógia, é tão evidente que só um
>tolo não entenderia. Bem, não sou um tolo, e não vejo nada que suporte sua
>crença, dessa forma, acho que "entendo a racionalidade da lógica" o que
>quer que isso signifique..:-)
>
>Um abraço.
>
>Homero
>
>
>
>
>
>
>
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>

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