SUBJECT: Céticos desmascaram uma grande conspiração
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 03:21

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...>
escreveu

> Sera' q. todo mundo e' chegado em uma conspiracaozinha? Em ter a
sensacao de q. esta' por dentro de uma coisa de q. ninguem mais sabe?

Manuel: Uma fração do movimento cético-racionalista está convencida
de que o cartel formado pelas benzedeiras, astrólogos, homeopatas,
cartomantes, copromantes 'et al', depois de acumularem muito
dinheiro explorando a credulidade alheia, estão prestes a se
tornarem os acionistas majoritários das principais corporações
financeiras, o que os daria a oportunidade histórica de tomarem de
assalto o Banco Mundial, o FMI e, ato contínuo, a ONU, o Capitólio,
a Casa Branca e o Pentágono.

Um cético que participa da lista de discussão da SBCR me disse que
esse máfia de malfeitores irracionalistas está sendo assessorada
pela dupla "Cérebro e Pink".

[]s
Manuel Bulcão






SUBJECT: Re: [ciencialist] pergunta de domínio popular
FROM: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 07:17

On 04/06/05, Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com> wrote:
> On 03/06/05, Thiago Pereira <thiagopereiradasilva@yahoo.com.br> wrote:
> > Pessoal, escute essa
> >
> > imagine um carro, e dentro dele um motorista e uma abelha voando parada verticalmente, ao lado desse motorista. Bem, o carro entra em movimento, seria possível a parte trazeira do carro bater nessa abelha?
> >
>
> Só vai acontecer alguma coisa se o carro acelerar. O vidro só pode
> bater na abelha se o carro acelerar pra frente.
>
> Agora, a resposta definitiva se o vidro bate ou não depende da
> aceleração do carro e do tempo de reflexo da abelha. [...]

Lendo às outras mensagens da lista, percebi que esqueci de levar em
conta os efeitos de viscosidade do ar. Associando-o ao reflexo da
abelha (que é BEM RÁPIDO, quem já foi picado sabe), é realmente bem
improvável que a abelha chegue a bater no vidro, ams ela se desloca
pra trás, sim.

AH! claro, depende também da posição da abelha no carro. E ela estiver
rente a vidro a história muda.


--
Elton Carvalho

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.com/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: Agradecimento
FROM: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 15:15

Olá,

Graças ao Grande Mesquita daqui da Ciencialist, digo que já arrumei
os links da minha página

http://geocities.yahoo.com.br/rickrsv/

Valeu mesmo Alberto.

Também quero agradecer ao Hélio por ter demonstrado a sua satisfação
por minha minha tradução... São essas coisa que me incentivam e
apenas o seu comentário já é suficiente para saber que valeu a pena
fazer tal trabalho. :))

Ah, e me desculpem se eu não respondi alguma mensagem... É que as
vezes quando eu as leio, o assunto já se modificou muito eu passo
batido...

Mais uma vez obrigado a todos da Ciencialist.

Até.




SUBJECT: Re: Aos relativistas de plantão
FROM: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 15:17

Olá, Aqui é o Ricardo novamente...

Caro Rolf, na sua teoria, eu não entendi bem como a força
gravitacional pode ter a sua origem no desequilibrio entre a força
elétrica (ou nuclear, que seja) com a força centrípeta, pois que a
primeira corresponde a uma força de campo, enquanto a segunda
corresponde apenas apenas a uma força que o mantem em orbita,
modificando a sua direção, mas que na verdade é uma conjunção do
campo e de sua velocidade (a força centripta é o próprio campo
agindo na partícula...) Ela em nada diminui ou altera o campo, pois
que o campo (penso eu) não depende do número de partículas em
orbitas... Não vejo como uma pode influenciar na outra, gostaria que
me explicasse se possivel. Teria alguma coisa a ver com o principio
de Mach, onde a inercia dos corpos depende dos objetos distantes e
não é uma caracteristica intrínseca dele?

Quanto aos comentários do Alvaro:

"Repito a pergunta feita há algum tempo (ainda sem resposta): como a
sua teoria se adequa com as desigualdades de Bell, que mostram,
dentre outras coisas, que variáveis escondidadas não existem? Como
você justifica que os testes experimentais das desigualdades de Bell
apontam que o fracasso do realismo? (...)

(...) Curiosamente, Bell tem sido pouco citado nesse fórum, talvez
porque indique que os sinos dobram a favor de Copenhagen..."


Resp. Não creio que o experimento de Bell acabe com o realismo.
Einstein Podowski e Rosen (desculpe-me se eu errei os nomes), ao
formularem o seu argumento, aceitaram a hipotese "a priori" de que
nenhum sinal podia se propagar com uma velociddade maior que a da
luz. Bell apenas demonstrou que, se essa hipoese fosse verdadeira,
então a MQ deve corresponder a interpretação de Ortodoxa e não à
interpretação Clássica. Ao meu ver, não tem porque admitir que não
existam sinais superluminais, pois a própria MQ admite que as ondas
associadas às particulas tem uma velocidade c^2/v > c. Assim, a
experiencia de Bell pode, no máximo, acabar com o princípio de
Localidade, proposto por Einstein, mas não o de Realidade.

A proposito, uma curiosidade:

Sabem quem é o verdadeiro Autor da Mecânica Quântica? (Planck , De
Broglie, Schrödinger?), que nada, o percussor de tudo isso foi Isaac
Newton, vejam (Óptica, Livro III, Questão XVII):


*********

"Se uma pedra for lançada numa água estagnada, as ondas assim
excitadas continuam a surgir durante algum tempo no local onde a
pedra caiu na água (...). E, de maneira semelhante, quando um raio
de luz incide sobre a superfície de qualquer corpo transparente e é
ali refratado ou refletido, não podem as ondas de vibrações, ou
tremores, serem excitadas no meio refrator ou refletor (...)?. E
elas [as vibrações] não ultrapassam os raios de luz, e, ao
ultrapassá-los sucessivamente, não os colocam nos estados de fácil
reflexão fácil transmissão (...)?."

A tradução é de André K.T. Assis.


**********

Não é a toa que ele é "O Bruxo", realmente isso me dá medo. Se
analisarmos, ele associa uma certa onda à luz, mas de forma muito
mais natural que os formuladores dessa MQ que conhecemos, e mais,
assim ele até poderia explicar a experiencia de Bell.
(Brincadeirinha Alvaro...)



SDS.

Rick.






SUBJECT: Re: Fw: [administrando] Como nasce um Paradigma
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 15:24

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...>
escreveu
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(E\)"
> > Já recebi essa mensagem trocentas vezes. Alguém tem idéia se é
> > possível que isso aconteça?
>
> Pouco provavel.

Manuel: Se se trata de uma colônia formada majoritariamente por
macacos machos e adultos, então é muito provável.

Macacos velhos são quase incapazes de aprender. Com freqüência, eles
apenas imitam, repetem e arremedam, mormente quando se trata de
macacos com instinto gregário.

[]s
Manuel Bulcão







SUBJECT: geometria molecular
FROM: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 16:05

Essa é especialmente para os químicos de Plantão.

A geometria da molécula PCl3 (1 fosforo 3 cloro) é uma geometria
trigonal Plana?. Segundo os livros que eu tenho aqui em cassa sim...

A química expica isso porque sobra um par eletronico não ligante que
repele as ligações P-Cl, estou certo?

Então, a distribuição eletrônica dsses elementos, respectivamente,
são:

P = 2,8,5 Valência 3

Cl = 2,8,7 Valência -1 (tende a ganhar 1 eletron)

Ok, sobra um par não ligante.


A questão é: Pela minha teoria que elaborei, que pode ser acessada
por


http://geocities.yahoo.com.br/rickrsv/arq_teor/quimica.pdf


A distribuição eletônica desses elementos ficam:

P = 2,2,8,3 Valência 3

Cl = 2,2,8,5 Valência -1


Esclareço que na minha teoria a estabilidade ocorre quando o orbital
s se enontra vazio, ou seja, quando faltam 2 elétrons para preencher
o nível (o número de elétrons no nível é 2, 2, 8, 8, 18, 18, 32, 32)

Então, pela minha teoria, não sobra nenhum par eletronico não
ligante nessa molécula.

Isso significaria talvez que a sua geometria estaria errada? Isso
talves seria um jeito de testar a minha teoria...

Por favor quimicos, me respondam...

Desde já agradeço,

Rick.





SUBJECT: Re: pergunta de domínio popular
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 16:32

Eu sabia!

Estas perguntinhas aparentemente bobas aqui no grupo sempre dão
bastante panos para manga.

--- Em ciencialist Elton Carvalho escreveu

> Quando o carro acelera, suge uma força "virtual" de "gravidade" para
> trás. Com isso a resultante sobre os corpos dentro do carro não é mais
> um g vertical, e sim algo inclinado pra trás (some os vetores mg pra
> baixo e ma pra trás).

Força "virtual"???
Acho que você está falando da chamada "força" de inércia (aspas em
força)(também chamadas de fictícias) percebida do referencial não
inercial do interior do carro.

As forças (sem aspas) percebidas por alguém fora do carro são outras.
O ar é empurrado pelo vidro traseiro e durante a aceleração existe uma
diferença de pressão entre o ar traseiro e dianteiro (estou
considerando todos os vidros fechados). Na abelha, no início da
aceleração, não aparece mais nenhuma força e o vidro traseiro se
aproxima dela. Logo em seguida aparece uma força para frente (empuxo
do Léo) devido ao aumento da pressão do ar da parte traseira. Se vai
bater ou não? Isto vai depender da aceleração, da distância inicial
entre a abelha e o vidro traseiro, da habilidade dela etc.

Como a pergunta do Thiago é:
"Seria possível a parte traseira do carro bater nessa abelha?"
A resposta para mim é SIM!

Agora imagine um carro conversível e uma abelha voando próximo da
cabeça do motorista. De repente o carro arranca. E diz adeus para a
abelha.

[ ]'s
Hélio





SUBJECT: Re: Fw: [administrando] Como nasce um Paradigma
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 17:48

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> Macacos velhos são quase incapazes de aprender. Com

A cena descrita nao envolve apenas aprendizado, mas a formacao de um
certo tipo de cultura. Chimpanzes possuem cultura, mas nao sao tao
faceis de se mudar e se propagar: haja vista os experimentos em q. se
introduzem macacos treinados na linguagem de sinais em meio a uma
colonia de individuos nao treinados.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/06/2005 18:23

----- Original Message -----
From: "Hélio Ricardo Carvalho"
Sent: Saturday, June 04, 2005 4:32 PM
Subject: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular

> Eu sabia!
> Estas perguntinhas aparentemente bobas aqui no grupo sempre dão bastante
> panos para manga.

Pois é. Eu diria que a mecânica começou a deslanchar após Galileu ter
começado a se preocupar com a resposta a essas perguntinhas aparentemente
bobas. Estive até mesmo tentado a colocar aqui um trecho dos "Diálogos" onde
Galileu comenta sobre o vôo dos insetos no interior de um navio, mas acabei
ficando com pregui... (o texto é relativamente longo, mas muito
interessante).

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Carvão ativado
FROM: "Emiliano Chemello - Yahoo Grupos" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <quimica-qaw@yahoogrupos.com.br>, <naeq-ucs@yahoogrupos.com.br>
DATE: 04/06/2005 19:35

Amigos,

No programa do Ratinho (não estava assistindo, apenas me contaram, deixo
bem claro), o autor de um livro com o título "Acidentes Domésticos" disse
que é recomendável ter sempre em casa um pouco de 'carvão ativado'. Disse
também que este carvão é recomendado quando uma criança, por exemplo, ingere
algum produto químico, algum ácido, algum composto alcalino ou solvente.
Este carvão atuaria, quando ingerido, na absorção destes compostos tóxicos,
como se fosse uma 'esponja' :-)

Alguém comenta?

[ ] 's
Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

"Rien ne se perd, rien ne se crée, tout se transforme"
Lavoisier, químico francês (1743-1794)





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SUBJECT: Re: pergunta de domínio popular
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 20:17

Bravo Hélio....

Costumo dizer que muitas pessoas pessam com os olhos... E o que os
olhos não vêem a mente não pensa...rs

Vou tentar, disse: Tentar!, tornar a questão mais visível....

Alegoria: Um Homem dentro de um recipiente com 7/8 de água....

Tal recipientes está sobre um caminhão que começa a se
deslocar...movimento acelerado....

Não aqui nenhuma força que "puxa" a água para trás! A água por
inércia permanece, sim, na mesma posição inicial, mas o recipiente
está se movendo para frente e é a força da parede do recipiente que
empurra a massa de líquido para frente!.....Bom, para a massa de água
começar a se descolar é necessário empurrar a camada de água ( camada
vertical) imediatamente a sua frente ....A massa de água resiste e a
força resultante desloca a massa para cima........Então aqule espaço
vazio que se encontrava acima dos 7/8 do volume do recipiente começa
a ser preenchido .....E o Homem? Apenas a resistencia do líquido pode
minimizar o deslocamento do homem no seu interior...Mas apenas
minimiza o deslocamento, não lhe mantem parado na mesma posição
inicial......Então se a aceleração for contínua ( hipotético!) em
algum momento o homem encostará na parte traseira!...Veja, a massa de
água irá voltar para a configuração inicial apenas quando o carro
parar de acelerar!....Mas o homem começa mantem o seu descolamento
para trás ad eternum...Até que o movimento não seja acelerado....

Então falta informação....

um abraço




e como os líquidos são praticamente imcompresíveis a força é
transmitida para a porção de água imediatamente a frente da camada
que está em contato com





--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Hélio Ricardo Carvalho
<hrc@f...> escreveu
> Eu sabia!
>
> Estas perguntinhas aparentemente bobas aqui no grupo sempre dão
> bastante panos para manga.
>
> --- Em ciencialist Elton Carvalho escreveu
>
> > Quando o carro acelera, suge uma força "virtual" de "gravidade"
para
> > trás. Com isso a resultante sobre os corpos dentro do carro não é
mais
> > um g vertical, e sim algo inclinado pra trás (some os vetores mg
pra
> > baixo e ma pra trás).
>
> Força "virtual"???
> Acho que você está falando da chamada "força" de inércia (aspas em
> força)(também chamadas de fictícias) percebida do referencial não
> inercial do interior do carro.
>
> As forças (sem aspas) percebidas por alguém fora do carro são
outras.
> O ar é empurrado pelo vidro traseiro e durante a aceleração existe
uma
> diferença de pressão entre o ar traseiro e dianteiro (estou
> considerando todos os vidros fechados). Na abelha, no início da
> aceleração, não aparece mais nenhuma força e o vidro traseiro se
> aproxima dela. Logo em seguida aparece uma força para frente (empuxo
> do Léo) devido ao aumento da pressão do ar da parte traseira. Se vai
> bater ou não? Isto vai depender da aceleração, da distância inicial
> entre a abelha e o vidro traseiro, da habilidade dela etc.
>
> Como a pergunta do Thiago é:
> "Seria possível a parte traseira do carro bater nessa abelha?"
> A resposta para mim é SIM!
>
> Agora imagine um carro conversível e uma abelha voando próximo da
> cabeça do motorista. De repente o carro arranca. E diz adeus para a
> abelha.
>
> [ ]'s
> Hélio




SUBJECT: Re: Fw: [administrando] Como nasce um Paradigma
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 20:45

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...>
escreveu
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> > Macacos velhos são quase incapazes de aprender. Com
>
> A cena descrita nao envolve apenas aprendizado, mas a formacao de
um
> certo tipo de cultura. Chimpanzes possuem cultura, mas nao sao tao
> faceis de se mudar e se propagar: haja vista os experimentos em q.
se
> introduzem macacos treinados na linguagem de sinais em meio a uma
> colonia de individuos nao treinados.

Besteira.








SUBJECT: Re: pergunta de domínio popular
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 21:29

--- Em ciencialist "byronrosembergcosta" escreveu
> ...
>
> Alegoria: Um Homem dentro de um recipiente com 7/8 de água....
>
> Tal recipientes está sobre um caminhão que começa a se
> deslocar...movimento acelerado....
>
> Não aqui nenhuma força que "puxa" a água para trás! A água por
> inércia permanece, sim, na mesma posição inicial, mas o recipiente
> está se movendo para frente e é a força da parede do recipiente que
> empurra a massa de líquido para frente!.....Bom, para a massa de água
> começar a se descolar é necessário empurrar a camada de água ( camada
> vertical) imediatamente a sua frente ....A massa de água resiste e a
> força resultante desloca a massa para cima........Então aqule espaço
> vazio que se encontrava acima dos 7/8 do volume do recipiente começa
> a ser preenchido .....E o Homem?

Coitado deste Homem!
Gostei da sua alegoria. Nesta água é mais difícil acontecer a
diferença de pressão pois você deu um espaço para ela se expandir.
Veja o que diz o Léo em:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala07/07_T04.asp
Onde todo espaço do recipiente é preenchido com água (ou todo
preenchido com ar como no exemplo original).
Lá ele não faz experiências com seres humanos!

Eu sempre aproveito estas experiências com interface entre água e ar
para fazer minha campanha contra as ondas transversais "per se" mas
hoje vou ficar quieto. :-)

[ ]'s
Hélio





SUBJECT: Re: Fw: [administrando] Como nasce um Paradigma
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 04/06/2005 22:05

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> Besteira.

Se nao gosta do exemplo da linguagem de sinais, pode verificar os
estudos culturais na propria natureza. Embora haja distincao cultural
qto ao uso de ferramentas, por exemplo, entre os diferentes grupos de
chimpanzes, eh notavel se perceber q. individuos q pertencem ao mm
grupo, nao necessariamente partilham o conhecimento e habilidade no
uso da tecnica tipica do grupo.

Um grupo pode se destacar por usar martelos de pedras para quebrar
sementes duras, mas isso se deve 'a presenca de alguns individuos q
usam a tecnica, mas nao significa q. todos - ou mm a maioria - dos
membros do grupo sabem usar essa tecnica.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: F/E-BR - free_energy] more info - transparent solar cells
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 00:03

Oi, pessoal!
Não ia nem enviar isso, porque não acreditei muito... mas pode haver mais
interessados que possuam maior base técnica. É bom demais! abr/M.
>
>
>------- Forwarded message follows -------
>Here is more info on the transparent solar cells
>
>Power Glass
>http://www.xsunx.com/tech-power.htm
>
>XsunX has focused on the development of very
>thin semi-transparent coatings and films that
>create large area monolithic solar cell structures
>that you can see through. This semi-transparency
>makes Power Glass glazing desirable for placing
>over glass, plastics, and other see-through
>structures. Using patented processes, such as
>reel-to-reel manufacturing techniques and multi-terminal
>cell structure designs, we are working to commercialize
>large area cell manufacturing processes for thin film
>flexible plastics.
>
>
>Power Glass represents a new breed of solar cell design
>that balances solar cell efficiencies and manufacturing
>costs with broad applications and uses. The Company
>believes that these design, manufacturing, and
>application efficiencies may provide as much as a
>100% efficiency-to-cost gain over conventional
>opaque solar cells. This 100% gain in efficiency-to-cost
>is based on Company estimates of Power Glass™ solar
>cells operating at as much as 50%, or half, the
>efficiency of conventional opaque amorphous solar
>cells yet costing as little as 25%, or one fourth,
>to produce. Final cost to efficiency analysis will
>be determined upon completion of development.
>
>
>
>
>
>
>Transparent solar cells
>http://www.alternate-energy.net/power_glass05.html
>
>
>
>
>
>
>Get your daily alternative energy news
>
>http://groups.yahoo.com/group/next_generation_grid
>
>news resources forums
>
>http://groups.yahoo.com/group/tomorrow-energy
>
>
>
>Alternative Energy Politics
>
>http://groups.yahoo.com/group/Alternative_Energy_Politics/
>
>
>Alternate Energy Resource Network
>http://www.alternate-energy.net
>1000+ news sources - resources
>updated daily
>
>
>
>
>
>
>To drop of the list, send email to:
>free_energy-unsubscribe@yahoogroups.com
>Yahoo! Groups Links
>
>
>
>
>
>
>
>------- End of forwarded message -------
>
>
>
>
>Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>
>
>
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] F/E-BR - free_energy] more info - transparent solar cells
FROM: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 00:50

On 05/06/05, murilo filo <avalanchedrive@hotmail.com> wrote:
> Oi, pessoal!
> Não ia nem enviar isso, porque não acreditei muito... mas pode haver mais
> interessados que possuam maior base técnica. É bom demais! abr/M.
> >
> >
> >------- Forwarded message follows -------
> >Here is more info on the transparent solar cells
> >
> >[...] may provide as much as a
> >100% efficiency-to-cost gain over conventional
> >opaque solar cells. This 100% gain in efficiency-to-cost
> >is based on Company estimates of Power Glass™ solar
> >cells operating at as much as 50%, or half, the
> >efficiency of conventional opaque amorphous solar
> >cells yet costing as little as 25%, or one fourth,
> >to produce. Final cost to efficiency analysis will
> >be determined upon completion of development.

Não tem como uma célula solar transparente serr mais eficiente que uma
opaca, simpelsmente pq ela deixa passar aprte da energia. Mas o
próprio texto diz que ela tem metade da eficiencia de uma opaca. a
idéia de ganho de 100% em eficiência é apra o custo, já que elas têm
metade da eficiência de uma opaca e custam um quarto do preço. Ou
seja, pra cada cólar gasto, o cliente teria o dobro da eficiência...
Argumento marqueteiro.. hehe

Mas segundo o prório site, se trata de uma estimativa da companhia,
quye ainda está desenvolvendo o produto.

Se der certo, é uma tecnologia excelente. Imagine um prédio de
escritórios com 300m² de células solares (20m² das células opacas
podem suprir as necessidades de uma casa...)!


--
Elton Carvalho

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.com/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \

SUBJECT: Re: Carvão ativado
FROM: "profjc2003" <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 06:48

Eu acho que você tem que parar de assistir o Ratinho, Emiliano. E nem
adiante vir com essa desculpa de que "lhe contaram". :)

Abraços,
Prof. JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Emiliano Chemello - Yahoo
Grupos" <chemelloe@y...> escreveu
> Amigos,
>
> No programa do Ratinho (não estava assistindo, apenas me
contaram, deixo
> bem claro), o autor de um livro com o título "Acidentes Domésticos"
disse
> que é recomendável ter sempre em casa um pouco de 'carvão ativado'.
Disse
> também que este carvão é recomendado quando uma criança, por
exemplo, ingere
> algum produto químico, algum ácido, algum composto alcalino ou solvente.
> Este carvão atuaria, quando ingerido, na absorção destes compostos
tóxicos,
> como se fosse uma 'esponja' :-)
>
> Alguém comenta?
>
> [ ] 's
> Emiliano Chemello
> emiliano@q...
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> [ MSN ] chemelloe@h...
> [ ICQ ] 145060604
>
> "Rien ne se perd, rien ne se crée, tout se transforme"
> Lavoisier, químico francês (1743-1794)
>
>
>
>
>
> ____________________________________________________
> Yahoo! Mail, cada vez melhor: agora com 1GB de espaço grátis!
http://mail.yahoo.com.br




SUBJECT: Re: pergunta de domínio popular (que não quer calar)
FROM: "profjc2003" <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 06:57

Bom, depois de tanto zumbido por causa de uma abelhinha, a pergunta
que não quer calar é: alguém ainda acredita que em um automóvel de
verdade a abelhinha irá mesmo se chocar contra o vidro traseiro? :)

Abraços,
Prof. JC





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular (que não quer calar)
FROM: Amauri Junior <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 09:06

Se o carro parar pode acontecer, mas ela tem um sensor muito apurado...:)

Por falar, alguem ouviu falar que encontraram abelhas africanas no
nordeste sem ferrão e morando em tocas?

Saudações
Amauri
--


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Carvão ativado
FROM: Dirceu Dias <hymboldt2005@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 13:47

Olá Pessoal

Concordo, com o JC.
A galera fica assistindo novela, Faustão, Gugu e depois vem com esse papo.
Passei pela sala e a empregada estava assistindo, me contaram , etc, etc, etc......

Para com isso............Tem que assumir gente ......

Dirceu Dias

profjc2003 <profjc2003@yahoo.com.br> escreveu:
Eu acho que você tem que parar de assistir o Ratinho, Emiliano. E nem
adiante vir com essa desculpa de que "lhe contaram". :)

Abraços,
Prof. JC



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Emiliano Chemello - Yahoo
Grupos" <chemelloe@y...> escreveu
> Amigos,
>
> No programa do Ratinho (não estava assistindo, apenas me
contaram, deixo
> bem claro), o autor de um livro com o título "Acidentes Domésticos"
disse
> que é recomendável ter sempre em casa um pouco de 'carvão ativado'.
Disse
> também que este carvão é recomendado quando uma criança, por
exemplo, ingere
> algum produto químico, algum ácido, algum composto alcalino ou solvente.
> Este carvão atuaria, quando ingerido, na absorção destes compostos
tóxicos,
> como se fosse uma 'esponja' :-)
>
> Alguém comenta?
>
> [ ] 's
> Emiliano Chemello
> emiliano@q...
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> [ MSN ] chemelloe@h...
> [ ICQ ] 145060604
>
> "Rien ne se perd, rien ne se crée, tout se transforme"
> Lavoisier, químico francês (1743-1794)
>
>
>
>
>
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SUBJECT: água destilada
FROM: "Emiliano Chemello - Yahoo Grupos" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/06/2005 13:47

Uma pergunta. Ouvi dizer (não tenho referência) que a água destilada
causa desarranjo intestinal. Isso é verdade? Se sim, por quê? Rinha de galo

[ ]'s do
Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

"Rien ne se perd, rien ne se crée, tout se transforme"
Lavoisier, químico francês (1743-1794)
Por que você está aqui?
Por quê?

(...) porque(...)

eu nem sei o porquê.

isto
isso








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SUBJECT: Re: Carvão ativado
FROM: "edgueron" <edgueron@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 14:40

OI,

Tudo bem que o pessoal da lista anda vendo TV demais, no entanto, essa
história do carvão ativado parece que é verdade pelo menos para alguns
casos. Nunca vi um médico falar isso mas já vi vários veterinários
recomendarem dar ao cachorro (obrigá-lo a comer) se ele tiver sido
envenenado ou tiver comido um sapo inteiro...:)

Um abraço, Eduardo.

> Olá Pessoal
>
> Concordo, com o JC.
> A galera fica assistindo novela, Faustão, Gugu e depois vem com esse
papo.
> Passei pela sala e a empregada estava assistindo, me contaram , etc,
etc, etc......
>
> Para com isso............Tem que assumir gente ......
>
> Dirceu Dias
>
> profjc2003 <profjc2003@y...> escreveu:
> Eu acho que você tem que parar de assistir o Ratinho, Emiliano. E nem
> adiante vir com essa desculpa de que "lhe contaram". :)
>
> Abraços,
> Prof. JC
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Emiliano Chemello - Yahoo
> Grupos" <chemelloe@y...> escreveu
> > Amigos,
> >
> > No programa do Ratinho (não estava assistindo, apenas me
> contaram, deixo
> > bem claro), o autor de um livro com o título "Acidentes Domésticos"
> disse
> > que é recomendável ter sempre em casa um pouco de 'carvão ativado'.
> Disse
> > também que este carvão é recomendado quando uma criança, por
> exemplo, ingere
> > algum produto químico, algum ácido, algum composto alcalino ou
solvente.
> > Este carvão atuaria, quando ingerido, na absorção destes compostos
> tóxicos,
> > como se fosse uma 'esponja' :-)
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> > Alguém comenta?
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> > Emiliano Chemello
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SUBJECT: Re: Aos relativistas de plantão
FROM: "Rolf Guthmann" <rolfguthmann@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 14:59

Estimado Dr. Alberto , Eng. Álvaro e Rick.

O ponto de partida para uma melhor compreensão dos princípios da TQG
reside em aceitar a dilatação do tempo conforme estabelecem as
teorias da RR e RG.

Aceitar também que a velocidade da luz é a mesma para qualquer
referencial e que é a maior velocidade atingível. Características
estruturais deste nosso espaço-tempo, ele simplesmente é assim.

Acredito que até aqui não devam existir grandes resistências, espero.

Vamos começar por uma experiência mental, na qual o Alberto o Álvaro
e o Rolf sentam em torno de uma mesa redonda equidistantemente.
Podemos até tomar uma cervejinha, se bem que eu não sou de beber
muito.

Podemos verificar que nesta situação cada um de nós terá uma
realidade diferente em relação ao presente, tentarei explicar melhor
numa seqüência de considerações:

1º - Estamos aqui analisando macroestruturas ou o macrocosmo, porque
são compostas por uma infinidade de átomos.

2º - Sabemos que todos os fótons percebidos pelos nossos globos
oculares tiveram origem ou foram espalhados de átomos, e que estes
átomos fazem isto constantemente. Fótons não surgem do nada.

3º - As ondas eletromagnéticas (OEM) são fótons que oscilam em todas
as freqüências, mas nós só percebemos uma pequena parte desse
espectro.

4º - O colapso desses fótons se dá em átomos do nosso globo ocular
que transmitem essa informação através de um sinal elétrico ao nervo
ótico.

5º - Temos que aceitar que este nervo ótico (NO) é a nossa
referência temporal, ele é a porta de entrada das OEM.

6º - Toda informação recebida pelo nosso NO é do passado. Ou seja,
para o Alberto o Álvaro e o Rolf qualquer informação analisada é do
passado. Somos três sistemas de observação (SO) diferentes, cada um
de nós tem a sensação de estar no futuro. Isto vale para os três.

7º - Enquanto estávamos filosofando, o nosso tempo foi passando,
este seria o tempo principal ou a portadora de tempo destas
macroestruturas. De certa forma, podemos admitir que o tempo
passasse a taxas idênticas para cada um de nós, afinal estávamos os
três praticamente no mesmo referencial. Vamos dar o nome, a
velocidade de avanço deste tempo, de portadora do tempo próprio do
presente do local ou PTP.

8º - Vamos imaginar agora, que na nossa mesa redonda, bem no centro
dela, se encontre um átomo de hidrogênio. Este está exatamente a
mesma distância dos nossos 3 NO's.

9º - Vamos classificar este átomo como sendo uma microestrutura ou
um microcosmo.

10º - Para este átomo de H, nós três estamos igualmente no passado,
defasados exatamente do mesmo tempo, porque a informação da nossa
presença atinge o núcleo deste átomo simultaneamente.

11º - Mesmo estando na mesma freqüência de tempo ou no mesmo tempo,
nós três estamos no passado do átomo de H. Novamente temos que
aceitar que o tempo transcorreu as mesmas taxas, incluído aqui o
nosso átomo de H. Podemos admitir que nos 4 estejamos na PTP.

12º - Este átomo de H possui um elétron na eletrosfera. Conforme a
MQ temos aqui uma densidade de probabilidade, em torno de 90%, de
que este se encontre a uma distância igual ao raio de Bohr.

13º - Convencionamos que este elétron possui uma carga elétrica
negativa e que no núcleo temos um próton com carga positiva. E que
temos entre estas cargas uma força coulombiana de atração ou força
centrípeta no referencial do elétron

14º - Podemos admitir que este elétron possua um determinado
movimento de rotação, em torno do núcleo, e que este movimento seja
necessário para mantê-lo afastado do núcleo. Aqui temos, então, uma
força de centrifugação.

15º - Num determinado instante, estando nós três na condição de
observadores ou S's.O. deste átomo, podemos constatar, que o elétron
deste átomo de H, se encontra a distâncias diferentes para cada um
de nós.

16º - Sabemos que este elétron ao possuir uma velocidade orbital de
deslocamento esta sujeito aos postulados da teoria da RR ou RG.

17º - No cap. 3 da TQG vimos, por exemplo, a idéia da direção do
tempo: "....o tempo passa a taxas mais lentas na eletrosfera, uma
conseqüência da dilatação do tempo prevista pela RG, esta é uma das
propriedades dos átomos, a de polarizar o tempo dos núcleos para o
futuro, padronizando dessa forma uma direção para o tempo.......".

18º - Considerando 15, 16 e 17, podemos verificar que este elétron
possui um comportamento temporal com características ondulatórias,
uma onda temporal diferente para cada um de nós.

19º - Esta onda deve ser imaginada em 3 dimensões. Porque no espaço
ela se apresenta como um helicóide. Enquanto que no plano como uma
senoide.

20º - O somatório destas ondas é que definem o elétron, conforme
estabelece a MQ.

21º - Para cada observador teremos uma onda diferente. Aqui é que
surge o princípio da incerteza. Cada SO têm uma realidade diferente.
Pela TQG temos aqui o princípio da incerteza temporal.

22º - Toda a teoria quântica esta fundamentada em cima do princípio
da incerteza, enquanto a TQG substitui este, pelo princípio da
incerteza temporal. No qual não invalida de forma alguma toda a
estrutura da Mecânica quântica.

23º - Na TQG a introdução do princípio da incerteza temporal
objetiva atingir a realidade física num nível mais profundo para
enfrentar as interpretações meramente estatísticas da MQ, e mostrar
que as variáveis que estão escondidas de nós, na realidade só estão
indefinidas no tempo, entre um passado recente e um futuro próximo.

24º - A onda temporal do elétron, nada mais é do que à manifestação
na forma de onda, deste, numa macro-estrutura.

25º - Só que até agora, somente analisamos este elétron ligado ao
átomo de H.

26º - Quando este elétron for espalhado, o seu comportamento de onda
continuará existindo, porque para cada SO continuaremos tendo uma
informação temporal, deste, no forma de uma onda.

27º - Só que agora a referência deste elétron não é mais o seu
núcleo, mas sim toda a macroestrutura a sua volta.

28º - Aqui temos agora a OEM, que irradia energia.

29º - Observa-se experimentalmente, que os átomos são estáveis, ou
seja, estes elétrons quando ligados, mesmo acelerados, não emitem
radiação eletromagnética. Portanto sua energia permanece constante.

30º - No átomo ou microcosmo temos uma neutralização das cargas
elétricas, coisa que não acontece quando um elétron é espalhado no
macrocosmo. O eletromagnetismo só se dá no macrocosmo.

31º - O equilíbrio que temos para o elétron num átomo é forjado por
toda a macroestrutura em torno deste átomo. Temos uma indução do
andar do tempo estabelecido pela macrocosmo.

32º - O elétron ao estar ligado ao núcleo não irradia energia para
fora do átomo, porque a identificação temporal com o exterior do
átomo se dá através do núcleo, que se encontra na portadora do tempo
próprio (PTP) do local ou presente, enquanto que o elétron se
encontra constantemente defasado desta PTP.

33º - Ao ser espalhado, este elétron, estará, agora sim, sujeito às
condições do espaço-tempo, aí teremos um comportamento
característico de onda, modulado pelo espaço-tempo ou todo o sistema
responsável pela geração da gravidade e do espaço-tempo a sua volta.

34º - Somente elétrons espalhados podem gerar campos
eletromagnéticos no macrocosmo, porque o referencial agora, é o
próprio macrocosmo. Estes elétrons deixam de fazer parte da formação
de espaço-tempo, eles deixam de contribuir, com a sua parte, na
geração da gravidade.

35º - Vimos na TQG que os vetores do campo gravitacional são
formados pelos vetores de inércia, gerados nas sombras dos elétrons,
quando as forças são referenciadas aos núcleos atômicos. Estes
vetores são um resíduo relativístico, uma força sem massa, das
forças que equilibram o átomo após a neutralização das cargas
elétricas.

36º - A base filosófica da TQG está ancorada no princípio da
artificialidade da inércia, para a TQG a simples existência de massa
não é argumento que justifique a presença de gravidade ou de
inércias.

37º - A TQG se apóia na interdependência existente, entre a
gravidade e o tempo, que são gerados simultaneamente e paralelamente
nos átomos. Uma vez se definindo, a partir de um segundo átomo, num
espaço tridimensional, um referencial de tempo, este próprio tempo
passa a dar existência ao espaço-tempo.

38º - A percepção do tempo possibilita ao átomo entrar em equilíbrio
eletrostático, ou possibilita que o sistema atômico perceba o
movimento dos elétrons, por outro lado, este movimento dos elétrons,
no átomo, devolve ao sistema inércia ou gravidade. Porque a
gravidade resulta das diferenças relativas das forças do próprio
átomo.

39º - A gravidade gerada pelos próprios átomos é que modula o passar
do tempo no espaço-tempo, por outro lado, somente sob a influência
desta gravidade é que estes átomos podem gerar gravidade.

40º - Esta realimentação sustentada entre a gravidade e o tempo, que
resulta no espaço-tempo, é um dos alicerces fundamentais da TQG.

Já tenho alertado em outras oportunidades, de que o entendimento da
TQG não trivial, não é imediato, as idéias devem ser assimiladas e
digeridas aos poucos.

Tenham um bom domingo,
[]'s Rolf






SUBJECT: AOS RELATIVISTAS!!
FROM: "Rolf Guthmann" <rolfguthmann@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 16:01

Estimado Dr. Alberto , Eng. Álvaro e Rick.

Uma seqüência de evidências serve de apóio para facilitar o
entendimento da TQG,
TQG -> http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG/tqg.html

1º - Temos as anomalias gravitacionais experimentadas pelas sondas
espaciais quando estas deixam o sistema solar (The mystery of the
tiny unexplained acceleration towards the sun in the motion of the
Pioneer 10, Pioneer 11 and Ulysses spacecraft remains unexplained).
Veja detalhes em;
http://spaceprojects.arc.nasa.gov/Space_Projects/pioneer/PNStat.html

2º - A explicação do funcionamento dos Supercondutores, A matéria
escura.
3º - A experiência da "Fenda Dupla", Os neutrinos fantasmas, O
Efeito Biefeld-Brown etc..
TQG -> http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG/tqg.html

4º - A "Experiência EPR"
5º - O misterioso número quântico de SPIN.
http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/Paradoxo/epr.html

6º - O paradoxo de duas massas em gravitação.
http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/Paradoxo/tqg2c.html

7º - A inconstância da "Constante Universal da Gravidade".
http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/Constg/constg.html

8º - Esta eu considero a mais impressionante evidência, a Anomalia
gravitacional descoberta por Eugene Podkletnov. Em 1996 este
cientista Russo descobriu acidentalmente uma nova propriedade dos
supercondutores. Veja o artigo de Podkletnov no formato PDF:
http://arxiv.org/PS_cache/cond-mat/pdf/9701/9701074.pdf . Verifica-
se no relatório (ver página 9), que no momento em que o disco SC
esta sendo submetido a campos eletromagnéticos forçados, para freá-
lo ou reduzir sua rotação, ele começa a vibrar (e é aqui que se
verifica o desbalanceamento do disco, provocado pelos campos
magnéticos, que não é perceptível em altas rotações), gerando um
momento angular maior, que por sua vez, gera o maior escudo
gravitacional.

Os detalhes estão explicados na patente do gerador de inércia.
http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/Patente/patente.html


Desejo a todos um bom domingo,
[]'s Rolf






SUBJECT: dessalinização da água usando energia nuclear.......
FROM: "MARCEL" <lomovtov@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/06/2005 18:29

Boa noite a todos,

Alguém saberia algo a respeito da dessalinização a partir da energia nuclear, ou mesmo uma fonte confiavel sobre isso..

Um abraço,

Marcel Lomovtov

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] more info - transparent solar cells
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 18:38

Elton, oi.
Obrigado pelo seu comentário. Sou ligadão em coisas novas referentes a
energia e, felizmente, não sou o único . abr/M.

>From: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: Re: [ciencialist] F/E-BR - free_energy] more info - transparent
>solar cells
>Date: Sun, 5 Jun 2005 00:50:05 -0300
>
>On 05/06/05, murilo filo <avalanchedrive@hotmail.com> wrote:
> > Oi, pessoal!
> > Não ia nem enviar isso, porque não acreditei muito... mas pode haver
>mais
> > interessados que possuam maior base técnica. É bom demais! abr/M.
> > >
> > >
> > >------- Forwarded message follows -------
> > >Here is more info on the transparent solar cells
> > >
> > >[...] may provide as much as a
> > >100% efficiency-to-cost gain over conventional
> > >opaque solar cells. This 100% gain in efficiency-to-cost
> > >is based on Company estimates of Power Glass™ solar
> > >cells operating at as much as 50%, or half, the
> > >efficiency of conventional opaque amorphous solar
> > >cells yet costing as little as 25%, or one fourth,
> > >to produce. Final cost to efficiency analysis will
> > >be determined upon completion of development.
>
>Não tem como uma célula solar transparente serr mais eficiente que uma
>opaca, simpelsmente pq ela deixa passar aprte da energia. Mas o
>próprio texto diz que ela tem metade da eficiencia de uma opaca. a
>idéia de ganho de 100% em eficiência é apra o custo, já que elas têm
>metade da eficiência de uma opaca e custam um quarto do preço. Ou
>seja, pra cada cólar gasto, o cliente teria o dobro da eficiência...
>Argumento marqueteiro.. hehe
>
>Mas segundo o prório site, se trata de uma estimativa da companhia,
>quye ainda está desenvolvendo o produto.
>
>Se der certo, é uma tecnologia excelente. Imagine um prédio de
>escritórios com 300m² de células solares (20m² das células opacas
>podem suprir as necessidades de uma casa...)!
>
>
>--
>Elton Carvalho
>
>/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
>\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
> X http://www.eltonfc.no-ip.com/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
>/ \
>
>
>##### ##### #####
>
>Página de apoio
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
>##### ##### ##### #####
>Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>
>




SUBJECT: transcrevo do O.I.
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <portal_global_filosofico@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 05/06/2005 18:46

Católicos e cientistas fervorosos

Na Folha de hoje, a leitora Virgínia Graziano se queixa da "discriminação" da imprensa contra os cristãos adversários do uso de células-tronco embrionárias para fins de pesquisa. Qualquer deles, escreveu Virgínia, é "tachado de católico fervoroso". E compara: "No entanto, quando se trata de agnósticos, de ateus, de judeus ou de marxistas, que cultivam a cultura da morte e estão fazendo negócios com embriões brasileiros [sic], não há esses qualificativos à frente dos seus nomes."



Faço de conta que não percebi a virulência religiosa, étnica e política da leitora para não apor à frente do seu nome o qualificativo que ela merece e entrar logo no mérito do problema.



Pelo menos a Folha e o Estado aplicaram o termo "católico fervoroso" ao procurador-geral da República, Claudio Fonteles, ao noticiar que na última segunda-feira ele pediu que o Supremo Tribunal Federal declare inconstitucional a Lei de Biossegurança aprovada em março.



A lei permite pesquisas com células-tronco embrionárias sob condições extremamente limitadas (restritas a embriões descartados em clínicas de fertilização). Não permite a sua clonagem para o mesmo fim (ou qualquer outro).



O procurador sustenta que a lei atenta contra o direito à vida consagrado na Constituição, "porque o embrião humano é vida humana". É o argumento-mãe do catolicismo e de outras religiões: a vida começa no instante da fecundação.



É impossível saber se Fonteles iria ao STF se não fosse "católico fervoroso". Mas clama aos céus a coincidência de suas posições nesse terreno com as da Igreja. Ele é contrário à interrupção da gravidez de fetos sem cérebro e ao aborto em casos de gestação resultante de estupro (autorizado em lei de 1940).



A outra autoridade a quem a mídia se referiu como "católico fervoroso" - especialmente nas semanas que antecederam a votação da Lei de Biossegurança -é o presidente da Câmara, Severino Cavalcanti.



Em nenhum dos casos foi uma "tachação". Foi uma informação jornalística pertinente. A fé católica ardorosa - outros diriam ultramontana - do deputado foi tão parte integrante do jogo de pressões contra e a favor do projeto com a do procurador na sua tentativa de extrair da Lei as passagens sobre células-tronco.



É inimiginável que Severino e Fonteles se sintam ofendidos se alguém chamá-los de católicos fervorosos. Adiante, porém.



Para deixar transparentemente clara a sua indignação com a imprensa, a leitora escreveu que "nenhum jornalista ousa dizer que um agnóstico fervoroso ou um um judeu radical votou a favor da pesquisa com embriões humanos."



Não se trata de ousar ou coisa do gênero. A qualificação seria impertinente porque não é por fervor agnóstico ou radicalismo judaico que se defendem as pesquisas em questão. Mas por uma concepção distinta daquela que cristãos e outros invocam para baní-las - e baseada na ciência.



Assim, não haveria por que chamar de "judia radical" uma das duas campeãs brasileiras da luta pelo direito à investigação científica com objetivos humanitários, a bióloga paulista Mayana Zatz, da USP (a outra é a sua colega de universidade Lygia Pereira). Se fosse para qualificá-las nesse contexto, a expressão certa seria "cientista fervorosa" - o que decerto só as envaideceria.



E não haveria nada de errado em aplicar o mesmo termo aos professores dos quais Fonteles se socorreu porque os seus pareceres sobre o início da vida respaldam a sua ação no Supremo.



Vida e vida humana

Os três grandes jornais comentaram a iniciativa. O Globo se limitou a criticar o procurador por ter ele esperado mais de dois meses para recorrer da lei que "conta com claro apoio não só da comunidade científica, no que se refere ao estudo das células-tronco, como da opinião pública em geral". Para concluir: "Não é preciso entrar no mérito dos argumentos do procurador-geral para observar que já não é mais hora de retomar as discussões."

Mas a Folha e o Estado foram direto ao catolicismo fervoroso do procurador.

Do editorial da Folha "A ação de Fonteles": "A indiscutível competência técnica do procurador-geral da República, Claudio Fonteles, parece ter sido abalada por suas convicções religiosas... A argumentação de Fonteles tem proveniência católica...O problema está no fato de que a tradição jurídica brasileira não corrobora a tese de que a vida começa com a fertilização do óvulo... Como procurador-geral da República, Fonteles pode e deve agir segundo sua consciência. Só não deveria esquecer o que aprendeu na faculdade de direito."

Do editorial do Estado "Fé não é direito": "O fundamento [do] procurador-geral só pode ser o da doutrina católica, religião da qual se confessa fervoroso praticante... Quando uma autoridade pública representa a sociedade brasileira, há que levar em conta que atua em esfera eminentemente civil, laica, sendo-lhe descabido, nessa função, qualquer laivo de proselitismo religioso... No direito brasileiro, a pessoa física só surge em razão do nascimento com vida... As melhores tradiçôes jurìdicas e republicanas nâo incluem a submissâo a visões de natureza puramente confessional."

Ora, direis, o direito positivo pode não ser unha-e-carne com a verdade científica. Mas, no caso, com todo o respeito pela opinião em contrário de cientistas brasileiros em princípio tão respeitáveis como as doutoras Mayana e Lígia, só filosoficamente, ao que parece, pode ser considerado vida humana o aglomerado de células indiferenciadas, com alguns dias de formação, sem órgãos nem um sistema nervoso que lhe permita experimentar qualquer sensação.

Ressaltei vida humana porque esta e apenas esta a Igreja diz ser sagrada, por ser emanação da divindade. E esta e apenas esta a Constituição diz que deve ser protegida. Ou seja, mesmo que se admita que a vida começa no encontro do espermatozóide com o óvulo, o conceito de vida humana inclui outros atributos. No mínimo, o sistema nervoso - portal da auto-consciência que faz do Homo Sapiens uma espécie única neste planeta.

Recentemente, a Justiça americana acabou com o mórbido espetáculo de fanatismo dos que queriam prolongar a "vida" de uma paciente há mais de uma década sem o mais remoto vestígio de atividade cerebral. Se é cada vez mais consolidado o consenso científico de que morte quer dizer morte cerebral, não seria apenas razoável dizer que vida humana é vida cerebral? Sem vida cerebral, o feto não teria condições de viver fora do útero e independentemente da mãe.

Um registro final. No Globo de hoje o jornalista Luiz Paulo Horta, católico não sei se fervoroso ou não, escreveu um artigo cujo título é uma pergunta retórica: "O procurador pisou em falso?", porque já no primeiro parágrafo o leitor fica sabendo que o autor considera injustas as críticas a Fonteles.

Horta quase tem razão num ponto: "O direito de interferir ou não com a vida humana não pode ser um espaço entregue ao pensamento científico, muito menos ao jogo das emoções sociais." O quase vai por conta da falta da palavra "apenas" antes de pensamento científico. Porque é axiomático, numa visão humanista, que nem tudo que a ciência pode fazer deve ser feito. Por isso as leis proíbem a clonagem reprodutiva.

Mas Horta está absoluta e irremediavelmente errado quando atribui à visão religiosa a gênese do que seria "uma sensibilidade especial para certas coisas - como, por exemplo, o valor incalculável da vida humana". Não só porque os agnósticos e ateus (que a leitora da Folha tanto abomina) podem ser tão ou mais sensível a isso.

Mas sobetudo porque o jornalista deu de lembrar que, "por acreditar nesse valor, os primeiros cristãos, defenderam a integridade e a dignidade dos escravos, quando ninguém falava em direitos humanos".

Podíamos passar sem essa. Desde o momento em que o cristianismo se constituiu como poder, até relativamente pouco tempo em termos históricos, o que fez - a exemplo de outras forças que agiam ou agem em nome de outros entes supremos - foi produzir oceanos de sangue: sangue de hereges, judeus, muçulmanos, feiticeiras, bolchevistas. As duradouras fogueiras acendidas pelo Tribunal do Santo Ofício são apenas o símbolo de quase 2 mil anos de intolerância, violência, abuso de poder e corrupção.

Os cristãos que se arvoram em defensores da vida contra os cientistas fervorosos que querem salvar vidas não têm o direito de ignorar esse ignominioso passado.



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SUBJECT: RE: [ciencialist] Re: Carvão ativado
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 18:50

Esta eu também ajudo a segurar.
Quando crianção, ví um tio meu tratar-se de uma febre tifóide,
principalmente, com carvão comum.
A bula do carvão em cápsulas dá algumas dicas. Numa dizem que uma cápsula
consegue recobrir até 40m² de superfície.
Há anos, seja p/onde fôr, não viajo sem levar algumas. P/diarréias é *pá e
pum* (seguro)! :]
P/o estômago também é bom, mas pode segurar um pouco o funcionamento
intestinal.
Recomendo experimentarem, caso necessitem e com não mais de 2 cápsulas/dia.
Acho meio caro, pq o custo de fabricação é quase zero. Sorte! abr/M.

>From: "edgueron" <edgueron@yahoo.com>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Re: Carvão ativado
>Date: Sun, 05 Jun 2005 17:40:01 -0000
>
>OI,
>
>Tudo bem que o pessoal da lista anda vendo TV demais, no entanto, essa
>história do carvão ativado parece que é verdade pelo menos para alguns
>casos. Nunca vi um médico falar isso mas já vi vários veterinários
>recomendarem dar ao cachorro (obrigá-lo a comer) se ele tiver sido
>envenenado ou tiver comido um sapo inteiro...:)
>
>Um abraço, Eduardo.
>
> > Olá Pessoal
> >
> > Concordo, com o JC.
> > A galera fica assistindo novela, Faustão, Gugu e depois vem com esse
>papo.
> > Passei pela sala e a empregada estava assistindo, me contaram , etc,
>etc, etc......
> >
> > Para com isso............Tem que assumir gente ......
> >
> > Dirceu Dias
> >
> > profjc2003 <profjc2003@y...> escreveu:
> > Eu acho que você tem que parar de assistir o Ratinho, Emiliano. E nem
> > adiante vir com essa desculpa de que "lhe contaram". :)
> >
> > Abraços,
> > Prof. JC
> >
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Emiliano Chemello - Yahoo
> > Grupos" <chemelloe@y...> escreveu
> > > Amigos,
> > >
> > > No programa do Ratinho (não estava assistindo, apenas me
> > contaram, deixo
> > > bem claro), o autor de um livro com o título "Acidentes Domésticos"
> > disse
> > > que é recomendável ter sempre em casa um pouco de 'carvão ativado'.
> > Disse
> > > também que este carvão é recomendado quando uma criança, por
> > exemplo, ingere
> > > algum produto químico, algum ácido, algum composto alcalino ou
>solvente.
> > > Este carvão atuaria, quando ingerido, na absorção destes compostos
> > tóxicos,
> > > como se fosse uma 'esponja' :-)
> > >
> > > Alguém comenta?
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> > > Lavoisier, químico francês (1743-1794)
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Carvão ativado
FROM: Dirceu Dias <hymboldt2005@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 21:11

Olá Emiliano

Até onde eu sei o carvão ativado possui uma área superficial extremamente grande.
Desta forma, provavelmente ele deve ser capaz de adsorver diversas substâncias que apresentem algum tipo de polaridade.

Aqui está um trecho de um manual da MERCK sobre tratamento para intoxicação de uma determinada substância...........A vítima pode ser medicada com carvão ativado através da sonda, para que qualquer quantidade remanescente do acetaminofeno seja reabsorvida antes dele entrar na corrente sangüínea, etc, etc........

Dirceu Dias

profjc2003 <profjc2003@yahoo.com.br> escreveu:
Eu acho que você tem que parar de assistir o Ratinho, Emiliano. E nem
adiante vir com essa desculpa de que "lhe contaram". :)

Abraços,
Prof. JC



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Grupos" <chemelloe@y...> escreveu
> Amigos,
>
> No programa do Ratinho (não estava assistindo, apenas me
contaram, deixo
> bem claro), o autor de um livro com o título "Acidentes Domésticos"
disse
> que é recomendável ter sempre em casa um pouco de 'carvão ativado'.
Disse
> também que este carvão é recomendado quando uma criança, por
exemplo, ingere
> algum produto químico, algum ácido, algum composto alcalino ou solvente.
> Este carvão atuaria, quando ingerido, na absorção destes compostos
tóxicos,
> como se fosse uma 'esponja' :-)
>
> Alguém comenta?
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SUBJECT: Re: [ciencialist] dessalinização da água usando energia nuclear.......
FROM: Dirceu Dias <hymboldt2005@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 05/06/2005 21:41

Olá pessoal

Dei uma espiada no google com o conjugado dessalinização energia nuclear e surgiram diversos textos sobre o assunto, incluindo um do IEAV -CTA.


http://www.ieav.cta.br/hpenu/b/yuji/agua_doce.htm#dessalinizacao

São comentários com referências

Agora é garimpar

Dirceu Dias



MARCEL <lomovtov@yahoo.com.br> escreveu:
Boa noite a todos,

Alguém saberia algo a respeito da dessalinização a partir da energia nuclear, ou mesmo uma fonte confiavel sobre isso..

Um abraço,

Marcel Lomovtov

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SUBJECT: água destilada e diarréia
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 02:35


> Uma pergunta. Ouvi dizer (não tenho referência) que a água destilada
>causa desarranjo intestinal. Isso é verdade? Se sim, por quê? Rinha de galo
>
>[ ]'s do
>Emiliano Chemello
>emiliano@quimica.net



Bebidas isotonicas.
Bebidas hipotonicas.

A ver.

L.E.





=
=
=
=
=
=
=
=
=
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=

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SUBJECT: Fw: Principais caractersticas do sdio e do potssio
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 04:47

Químicos,
please, enviem um link para o consulente.

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Alessandro
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: sábado, 4 de junho de 2005 10:25
Assunto: Principais características do sódio e do potássio

Meu nome é Alessandro e estou na 7ª Serie de meu colégio, e preciso fazer um trabalho sobre as principais características do sódio e do potássio. O problema é que minha enciclopédia não tem as informações que eu preciso, e não consegui achar essas duas informações especificadamente. Então, o senhor pode me dizer, resumida mas não pobremente, as características principais do sódio e do potássio? Por exemplo, do que suas moléculas são feitas, o que ela realmente é, e quem sabe talvez um site que me explique muito bem isso?

Atenciosamente,
Alessandro


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SUBJECT: Re: [ciencialist] pergunta de domínio popular
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 05:06

A é ponto onde está a abelha; B é a parte da traseira do carro onde a abelha vai bater. L é a distância entre A e B; H é a altura da abelha em relação ao piso do carro e, finalmente "a" é a aceleração linear do veículo. Assim, equacionamos:

AB = LHa

= = e

perfeito, mais que perfeito, quase um subjuntivo!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Thiago Pereira" <thiagopereiradasilva@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 3 de junho de 2005 20:52
Assunto: [ciencialist] pergunta de domínio popular


Pessoal, escute essa

imagine um carro, e dentro dele um motorista e uma abelha voando parada verticalmente, ao lado desse motorista. Bem, o carro entra em movimento, seria possível a parte trazeira do carro bater nessa abelha?

Abraços,

Thiago

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Principais características do sódio e do potássio
FROM: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 06:06

On 06/06/05, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
> Químicos,
> please, enviem um link para o consulente.
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Alessandro
> Para: leobarretos@uol.com.br
> Enviada em: sábado, 4 de junho de 2005 10:25
> Assunto: Principais características do sódio e do potássio
>
> Meu nome é Alessandro e estou na 7ª Serie de meu colégio, e preciso fazer um trabalho sobre as principais características do sódio e do potássio. O problema é que minha enciclopédia não tem as informações que eu preciso, e não consegui achar essas duas informações especificadamente. Então, o senhor pode me dizer, resumida mas não pobremente, as características principais do sódio e do potássio? Por exemplo, do que suas moléculas são feitas, o que ela realmente é, e quem sabe talvez um site que me explique muito bem isso?
>

Leo, como não consta o e-mail do consulente na mensagem, envio a você:

http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3dio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pot%C3%A1ssio

--
Elton Carvalho

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.com/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Principais características do sódio e do potássio
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 09:44

Olá Léo,

Encaminha estes aqui:

Sódio = http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/335/elemento.pdf
Potássio = QNEsc #19 - Maio - 2004
ou
http://www.quimica.net/emiliano/quimica_geral/elementos_quimicos.zip e
procure pelo potássio.

[ ] 's do Emiliano Chemello
chemelloe@yahoo.com.br
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Monday, June 06, 2005 4:47 AM
Subject: [ciencialist] Fw: Principais características do sódio e do potássio


Químicos,
please, enviem um link para o consulente.

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Alessandro
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: sábado, 4 de junho de 2005 10:25
Assunto: Principais características do sódio e do potássio

Meu nome é Alessandro e estou na 7ª Serie de meu colégio, e preciso
fazer um trabalho sobre as principais características do sódio e do
potássio. O problema é que minha enciclopédia não tem as informações que eu
preciso, e não consegui achar essas duas informações especificadamente.
Então, o senhor pode me dizer, resumida mas não pobremente, as
características principais do sódio e do potássio? Por exemplo, do que suas
moléculas são feitas, o que ela realmente é, e quem sabe talvez um site que
me explique muito bem isso?

Atenciosamente,
Alessandro


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SUBJECT: Fw: 'coloque aqui o seu tema'
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 10:36

Alguém se aventura num cálculo desses?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: cernopi
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 2 de junho de 2005 15:18
Assunto: 'coloque aqui o seu tema'


Prezado Professor

Estou lhe escrevendo para relatar o seguinte fato:
Um de meus netos foi atropelado em umas das ruas de minha cidade, sendo fatalmente morto devido ao acidente, que aconteceu da seguinte forma:
Estavam em dois, duas crianças, cujas fotos vou anexar neste e-mail, o Henrique o mais novo é o que foi morto. Segundo testemunha ocular do acidente, com a qual já conversamos, e verificamos in loco o local do acidente e depois do levantamento policial foi constatado que o menino foi atirado a uma distância de 23 metros, mas a polícia não apurou qual a velocidade do carro.
O carro segundo os revendedores pesa entre 1350 a 1400 kg e o menino pesava 22 kg. Ele tinha 6 anos de idade completado na terça-feira dia 26 de abril, e morreu na sexta, dia 29.Segundo a testemunha ele estava parado na hora do acidente, devido ao ao susto com a presença do carro, então concluimos que ele era um objeto parado, sem nenhuma velocidade. Nós gostariamos de sua colaboração e calcular para nós qual seria a velocidade provavel do carro envolvido no acidente com estes dados que lhe passei.
Se o senhor me fizer estes calculos, eu lhe serei muito grato, se tiver custos me passe o valor.
Agradeço a sua atenção.

José Pedro de Oliveira
Av. frei Guilherme Maria 411 - Jd São Francisco
Santo Antônio da Platina - Pr
Cep 86430-000
Fones xx43-3534-2167 (serviço, das 8:00 às 18:00 hs) e residência xx43-3534-1781. (Pode ligar a cobrar)
E-mail jpedroliveira@uol.com.br ou jpedroliveira@yahoo.com.br





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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: sódio e potássio
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 10:55

At 04:47 6/6/2005, you wrote:
>Químicos,
>please, enviem um link para o consulente.
>
>[]'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]



Se me permite, adianto que isso não é Química.
Mas certamente, Biologia.

E qualquer livro de Fisiologia, provavelmente, tem um capítulo inteiro
sobre isso.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Principais características d o sódio e do potássio
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 10:58

Sim, mas por que o trabalho não é sobre Sódio e Chumbo, e sim sobre Sodio e
Potassio ?

Isso tem a ver com Biologia.
E essas, creio, são as características que estão sendo pedidas pelo Professor.

L.E.




At 09:44 6/6/2005, you wrote:
>Olá Léo,
>
> Encaminha estes aqui:
>
>Sódio =
><http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/335/elemento.pdf>http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/335/elemento.pdf
>Potássio = QNEsc #19 - Maio - 2004
>ou
><http://www.quimica.net/emiliano/quimica_geral/elementos_quimicos.zip>http://www.quimica.net/emiliano/quimica_geral/elementos_quimicos.zip
>e
>procure pelo potássio.
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello




[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: 'coloque aqui o seu tema'
FROM: "Eurico Ferreira de Souza Jr." <caodejah@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 11:16

[E]> Saudações e pêsames,

a polícia técnica (que deveria ter atendido o local)
deve(ria) ter essa informação.
Precisaríamos saber:
. qual modelo de carro.
. amassou o carro? como?
. qual tipo de pavimentação
. inclinação do terreno.
. houve frenagem?
. onde o carro parou, se parou.
. houve testemunha?
. quem levantou esses 23 metros? como?
. etc

[]s

Eurico

ps: meu pai é aposentado da polícia científica.

Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> escreveu:
Alguém se aventura num cálculo desses?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: cernopi
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 2 de junho de 2005 15:18
Assunto: 'coloque aqui o seu tema'


Prezado Professor

Estou lhe escrevendo para relatar o seguinte fato:
Um de meus netos foi atropelado em umas das ruas de minha cidade, sendo fatalmente morto devido ao acidente, que aconteceu da seguinte forma:
Estavam em dois, duas crianças, cujas fotos vou anexar neste e-mail, o Henrique o mais novo é o que foi morto. Segundo testemunha ocular do acidente, com a qual já conversamos, e verificamos in loco o local do acidente e depois do levantamento policial foi constatado que o menino foi atirado a uma distância de 23 metros, mas a polícia não apurou qual a velocidade do carro.
O carro segundo os revendedores pesa entre 1350 a 1400 kg e o menino pesava 22 kg. Ele tinha 6 anos de idade completado na terça-feira dia 26 de abril, e morreu na sexta, dia 29.Segundo a testemunha ele estava parado na hora do acidente, devido ao ao susto com a presença do carro, então concluimos que ele era um objeto parado, sem nenhuma velocidade. Nós gostariamos de sua colaboração e calcular para nós qual seria a velocidade provavel do carro envolvido no acidente com estes dados que lhe passei.
Se o senhor me fizer estes calculos, eu lhe serei muito grato, se tiver custos me passe o valor.
Agradeço a sua atenção.

José Pedro de Oliveira
Av. frei Guilherme Maria 411 - Jd São Francisco
Santo Antônio da Platina - Pr
Cep 86430-000
Fones xx43-3534-2167 (serviço, das 8:00 às 18:00 hs) e residência xx43-3534-1781. (Pode ligar a cobrar)
E-mail jpedroliveira@uol.com.br ou jpedroliveira@yahoo.com.br



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Principais características d o sódio e do potássio
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 11:22

Pode ser. Mas nas palavras do consulente (...) Por exemplo, do que suas
moléculas são feitas, o que ela realmente é, e quem sabe talvez um site que
me explique muito bem isso?) (...) pode ser um trabalho sobre os mais
importantes metais alcalinos da tabela periódica (contéudo de química).

[ ] 's do Emiliano Chemello
chemelloe@yahoo.com.br
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: L.E.R.de Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 06, 2005 10:58 AM
Subject: [ciencialist] Principais características d o sódio e do potássio


Sim, mas por que o trabalho não é sobre Sódio e Chumbo, e sim sobre Sodio e
Potassio ?

Isso tem a ver com Biologia.
E essas, creio, são as características que estão sendo pedidas pelo
Professor.

L.E.




At 09:44 6/6/2005, you wrote:
>Olá Léo,
>
> Encaminha estes aqui:
>
>Sódio =
><http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/335/elemento.pdf>http://sbqensin
o.foco.fae.ufmg.br/uploads/335/elemento.pdf
>Potássio = QNEsc #19 - Maio - 2004
>ou
><http://www.quimica.net/emiliano/quimica_geral/elementos_quimicos.zip>http:
//www.quimica.net/emiliano/quimica_geral/elementos_quimicos.zip
>e
>procure pelo potássio.
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello




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SUBJECT: água destilada e diarréia
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 11:39

Muita coincidencia, mas esta pergunta não estaria diretamente conectada com
a outra... sobre sódio e potassio ?
L.E.




> Uma pergunta. Ouvi dizer (não tenho referência) que a água destilada
>causa desarranjo intestinal. Isso é verdade? Se sim, por quê? Rinha de galo
>
>[ ]'s do
>Emiliano Chemello
>emiliano@quimica.net



Bebidas isotonicas.
Bebidas hipotonicas.

A ver.

L.E.


=========================
Sim, mas por que o trabalho não é sobre Sódio e Chumbo, e sim sobre Sodio e
Potassio ?

Isso tem a ver com Biologia.
E essas, creio, são as características que estão sendo pedidas pelo Professor.
L.E.


At 09:44 6/6/2005, you wrote:
>Olá Léo,
> Encaminha estes aqui:
>
>Sódio =
><http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/335/elemento.pdf>http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/335/elemento.pdf
>Potássio = QNEsc #19 - Maio - 2004
>ou
><http://www.quimica.net/emiliano/quimica_geral/elementos_quimicos.zip>http://www.quimica.net/emiliano/quimica_geral/elementos_quimicos.zip
>e
>procure pelo potássio.
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello

============================



Leo, como não consta o e-mail do consulente na mensagem, envio a você:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3dio>http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3dio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pot%C3%A1ssio

--
Elton Carvalho
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SUBJECT: Re: [ciencialist] água destilada e diarréia
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 12:02

Não. Foi uma questão que me veio quando discutia com um colega meu de faculdade.

[ ] 's do Emiliano Chemello

----- Original Message -----
From: L.E.R.de Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 06, 2005 11:39 AM
Subject: [ciencialist] água destilada e diarréia


Muita coincidencia, mas esta pergunta não estaria diretamente conectada com
a outra... sobre sódio e potassio ?
L.E.




> Uma pergunta. Ouvi dizer (não tenho referência) que a água destilada
>causa desarranjo intestinal. Isso é verdade? Se sim, por quê? Rinha de galo
>
>[ ]'s do
>Emiliano Chemello
>emiliano@quimica.net



Bebidas isotonicas.
Bebidas hipotonicas.

A ver.

L.E.


=========================
Sim, mas por que o trabalho não é sobre Sódio e Chumbo, e sim sobre Sodio e
Potassio ?

Isso tem a ver com Biologia.
E essas, creio, são as características que estão sendo pedidas pelo Professor.
L.E.


At 09:44 6/6/2005, you wrote:
>Olá Léo,
> Encaminha estes aqui:
>
>Sódio =
><http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/335/elemento.pdf>http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/335/elemento.pdf
>Potássio = QNEsc #19 - Maio - 2004
>ou
><http://www.quimica.net/emiliano/quimica_geral/elementos_quimicos.zip>http://www.quimica.net/emiliano/quimica_geral/elementos_quimicos.zip
>e
>procure pelo potássio.
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello

============================



Leo, como não consta o e-mail do consulente na mensagem, envio a você:

<http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3dio>http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3dio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pot%C3%A1ssio

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Elton Carvalho
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SUBJECT: Fw: 'coloque aqui o seu tema'
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 12:36

Pessoas que entendem de sangue respondem facilmente às perguntas abaixo.
Drácula já foi dispensado por solicitar 40% do sangue envolvido na questão.
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: ceting
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 6 de junho de 2005 10:42
Assunto: 'coloque aqui o seu tema'


Bom dia, professor Luiz Ferraz Netto.
Mais uma vez volto a solicitar algumas resoluções de minhas dúuvidas para ajudar a minha sobrinha .
São exatamente 4 perguntas, na qual não consegui ajudar a resolvê-las; por encaminhe para meu email caso possa me ajudar e desde já meus agradecimentos.
1) Porque o sangue é um líquido muito rico em água, transporta substâncias com muita facilidade?



2) Qual a importância de o sangue passar pelo intestino?



3) Qual é o gás que o sangue retira dos pulmões? e qual é a utilidade desse gás?


4) Que substância o sangue retira do corpo e leva aos rins? Qual é, sesse caso o papel dos rins?


Obrigada
felícia


Nas dúvidas experimentais, por gentileza coloque aqui o endereço da página, isso facilita o confronto. Agradeço. Meu nome é LUIZ FERRAZ NETTO, meu apelido é LÉO e moro em BARRETOS; dai vem meu e-mail: leobarretos@uol.com.br.


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No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Anti-Virus.
Version: 7.0.322 / Virus Database: 267.6.2 - Release Date: 04/06/2005


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: água destilada e diarréia
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 13:08

At 12:02 6/6/2005, you wrote:
>Não. Foi uma questão que me veio quando discutia com um colega meu de
>faculdade.
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello



Ok.
Coincidencias existem.

Livros de Pediatria também têm capítulos sobre esse negócio de bebidas
isotonicas e hipotonicas.

E´ meio complicado de entender.
Os caras poderiam tentar explicar isso melhor (se é que quem escreveu,
direito entendeu...)

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: pergunta de domínio popular
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 13:09

Bom, na página que vc me sugeriu existe uma experiência para
demosntrar o gradiente de pressão de uma massa de líquido dentro de
um recipiente sendo deslocado por um carrinho. Esse recipiente é
dotado de saidas laterais e está se deslocando segundo a aceleração
que o carrinho lhe impõe...No entanto, isso não prova que em um
sistema fechado o gradiente de pressão irá se configurar.....Porque
eu acho isso? Porque os líquidos são incompreensíveis!!!!! Posso
estar errado, mas nos sistemas incompreensíveis não pode haver
diferença de pressão, ou estou errado?
Seria catastrófico desprezar a pequena compressão do líquido? Se não,
vejo apenas a transmissão da pressão e não o estabelecimento de uma
gradiente...

Bom, é claro que no exemplo do homem dentro d´água (ou a mosca) é
acelerado para frente, mas isso se deve ao deslocamento da massa de
água nesse mesmo sentido.... O problema não ponderado ainda é o fato
da massa de água ser fluida e procurar o caminho que lhe oferecer
menor resistência, ou seja, parte da massa de água contorna o corpo
do infeliz...Posto isso], fica claro ( para mim) que a massa de água
se desloca mais rápido do que o homem dentro dela....A aceleração do
homem não é identica a aceleração da massa de água...E assim ele se
aproxima cada vez mais da parte trazeira até encostrá-la.....Por
isso, eu disse: Se a aceleração for contínua, em certo momento o
homem irá encostar na parte trazeira....Não?
Imaginem-se dentro d´água numa praia...Passa uma onda lentinha, vc é
deslocado para frente, mas dá para perceber que a massa de água chega
na areia primeiro do que vc...Não é um exemplo ideal, pois nem muita
coisa converge para as mesmas condições..mas creio que dê uma ideia
do que eu estou falando.....

um abraço,

Byron Rosemberg


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Hélio Ricardo Carvalho
<hrc@f...> escreveu
> --- Em ciencialist "byronrosembergcosta" escreveu
> > ...
> >
> > Alegoria: Um Homem dentro de um recipiente com 7/8 de água....
> >
> > Tal recipientes está sobre um caminhão que começa a se
> > deslocar...movimento acelerado....
> >
> > Não aqui nenhuma força que "puxa" a água para trás! A água por
> > inércia permanece, sim, na mesma posição inicial, mas o
recipiente
> > está se movendo para frente e é a força da parede do recipiente
que
> > empurra a massa de líquido para frente!.....Bom, para a massa de
água
> > começar a se descolar é necessário empurrar a camada de água (
camada
> > vertical) imediatamente a sua frente ....A massa de água resiste
e a
> > força resultante desloca a massa para cima........Então aqule
espaço
> > vazio que se encontrava acima dos 7/8 do volume do recipiente
começa
> > a ser preenchido .....E o Homem?
>
> Coitado deste Homem!
> Gostei da sua alegoria. Nesta água é mais difícil acontecer a
> diferença de pressão pois você deu um espaço para ela se expandir.
> Veja o que diz o Léo em:
> http://www.feiradeciencias.com.br/sala07/07_T04.asp
> Onde todo espaço do recipiente é preenchido com água (ou todo
> preenchido com ar como no exemplo original).
> Lá ele não faz experiências com seres humanos!
>
> Eu sempre aproveito estas experiências com interface entre água e ar
> para fazer minha campanha contra as ondas transversais "per se" mas
> hoje vou ficar quieto. :-)
>
> [ ]'s
> Hélio




SUBJECT: O autor, o autor .:-) (era transcrevo do O.I.)
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 13:14

Olá Silvio

Muito bom o texto, mas gostaria de saber seu autor ou o link onde encontra-lo no O.I, por favor. Para catalogar nos favoritos..:-)

Um abraço.

Homero


----- Original Message -----
From: Silvio
To: portal_global_filosofico@yahoogrupos.com.br ; ciencialist@yahoogrupos.com.br ; Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br ; acropolis@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, June 05, 2005 6:46 PM
Subject: [ciencialist] transcrevo do O.I.


Católicos e cientistas fervorosos

Na Folha de hoje, a leitora Virgínia Graziano se queixa da "discriminação" da imprensa contra os cristãos adversários do uso de células-tronco embrionárias para fins de pesquisa. Qualquer deles, escreveu Virgínia, é "tachado de católico fervoroso". E compara: "No entanto, quando se trata de agnósticos, de ateus, de judeus ou de marxistas, que cultivam a cultura da morte e estão fazendo negócios com embriões brasileiros [sic], não há esses qualificativos à frente dos seus nomes."



Faço de conta que não percebi a virulência religiosa, étnica e política da leitora para não apor à frente do seu nome o qualificativo que ela merece e entrar logo no mérito do problema.



Pelo menos a Folha e o Estado aplicaram o termo "católico fervoroso" ao procurador-geral da República, Claudio Fonteles, ao noticiar que na última segunda-feira ele pediu que o Supremo Tribunal Federal declare inconstitucional a Lei de Biossegurança aprovada em março.



A lei permite pesquisas com células-tronco embrionárias sob condições extremamente limitadas (restritas a embriões descartados em clínicas de fertilização). Não permite a sua clonagem para o mesmo fim (ou qualquer outro).



O procurador sustenta que a lei atenta contra o direito à vida consagrado na Constituição, "porque o embrião humano é vida humana". É o argumento-mãe do catolicismo e de outras religiões: a vida começa no instante da fecundação.



É impossível saber se Fonteles iria ao STF se não fosse "católico fervoroso". Mas clama aos céus a coincidência de suas posições nesse terreno com as da Igreja. Ele é contrário à interrupção da gravidez de fetos sem cérebro e ao aborto em casos de gestação resultante de estupro (autorizado em lei de 1940).



A outra autoridade a quem a mídia se referiu como "católico fervoroso" - especialmente nas semanas que antecederam a votação da Lei de Biossegurança -é o presidente da Câmara, Severino Cavalcanti.



Em nenhum dos casos foi uma "tachação". Foi uma informação jornalística pertinente. A fé católica ardorosa - outros diriam ultramontana - do deputado foi tão parte integrante do jogo de pressões contra e a favor do projeto com a do procurador na sua tentativa de extrair da Lei as passagens sobre células-tronco.



É inimiginável que Severino e Fonteles se sintam ofendidos se alguém chamá-los de católicos fervorosos. Adiante, porém.



Para deixar transparentemente clara a sua indignação com a imprensa, a leitora escreveu que "nenhum jornalista ousa dizer que um agnóstico fervoroso ou um um judeu radical votou a favor da pesquisa com embriões humanos."



Não se trata de ousar ou coisa do gênero. A qualificação seria impertinente porque não é por fervor agnóstico ou radicalismo judaico que se defendem as pesquisas em questão. Mas por uma concepção distinta daquela que cristãos e outros invocam para baní-las - e baseada na ciência.



Assim, não haveria por que chamar de "judia radical" uma das duas campeãs brasileiras da luta pelo direito à investigação científica com objetivos humanitários, a bióloga paulista Mayana Zatz, da USP (a outra é a sua colega de universidade Lygia Pereira). Se fosse para qualificá-las nesse contexto, a expressão certa seria "cientista fervorosa" - o que decerto só as envaideceria.



E não haveria nada de errado em aplicar o mesmo termo aos professores dos quais Fonteles se socorreu porque os seus pareceres sobre o início da vida respaldam a sua ação no Supremo.



Vida e vida humana

Os três grandes jornais comentaram a iniciativa. O Globo se limitou a criticar o procurador por ter ele esperado mais de dois meses para recorrer da lei que "conta com claro apoio não só da comunidade científica, no que se refere ao estudo das células-tronco, como da opinião pública em geral". Para concluir: "Não é preciso entrar no mérito dos argumentos do procurador-geral para observar que já não é mais hora de retomar as discussões."

Mas a Folha e o Estado foram direto ao catolicismo fervoroso do procurador.

Do editorial da Folha "A ação de Fonteles": "A indiscutível competência técnica do procurador-geral da República, Claudio Fonteles, parece ter sido abalada por suas convicções religiosas... A argumentação de Fonteles tem proveniência católica...O problema está no fato de que a tradição jurídica brasileira não corrobora a tese de que a vida começa com a fertilização do óvulo... Como procurador-geral da República, Fonteles pode e deve agir segundo sua consciência. Só não deveria esquecer o que aprendeu na faculdade de direito."

Do editorial do Estado "Fé não é direito": "O fundamento [do] procurador-geral só pode ser o da doutrina católica, religião da qual se confessa fervoroso praticante... Quando uma autoridade pública representa a sociedade brasileira, há que levar em conta que atua em esfera eminentemente civil, laica, sendo-lhe descabido, nessa função, qualquer laivo de proselitismo religioso... No direito brasileiro, a pessoa física só surge em razão do nascimento com vida... As melhores tradiçôes jurìdicas e republicanas nâo incluem a submissâo a visões de natureza puramente confessional."

Ora, direis, o direito positivo pode não ser unha-e-carne com a verdade científica. Mas, no caso, com todo o respeito pela opinião em contrário de cientistas brasileiros em princípio tão respeitáveis como as doutoras Mayana e Lígia, só filosoficamente, ao que parece, pode ser considerado vida humana o aglomerado de células indiferenciadas, com alguns dias de formação, sem órgãos nem um sistema nervoso que lhe permita experimentar qualquer sensação.

Ressaltei vida humana porque esta e apenas esta a Igreja diz ser sagrada, por ser emanação da divindade. E esta e apenas esta a Constituição diz que deve ser protegida. Ou seja, mesmo que se admita que a vida começa no encontro do espermatozóide com o óvulo, o conceito de vida humana inclui outros atributos. No mínimo, o sistema nervoso - portal da auto-consciência que faz do Homo Sapiens uma espécie única neste planeta.

Recentemente, a Justiça americana acabou com o mórbido espetáculo de fanatismo dos que queriam prolongar a "vida" de uma paciente há mais de uma década sem o mais remoto vestígio de atividade cerebral. Se é cada vez mais consolidado o consenso científico de que morte quer dizer morte cerebral, não seria apenas razoável dizer que vida humana é vida cerebral? Sem vida cerebral, o feto não teria condições de viver fora do útero e independentemente da mãe.

Um registro final. No Globo de hoje o jornalista Luiz Paulo Horta, católico não sei se fervoroso ou não, escreveu um artigo cujo título é uma pergunta retórica: "O procurador pisou em falso?", porque já no primeiro parágrafo o leitor fica sabendo que o autor considera injustas as críticas a Fonteles.

Horta quase tem razão num ponto: "O direito de interferir ou não com a vida humana não pode ser um espaço entregue ao pensamento científico, muito menos ao jogo das emoções sociais." O quase vai por conta da falta da palavra "apenas" antes de pensamento científico. Porque é axiomático, numa visão humanista, que nem tudo que a ciência pode fazer deve ser feito. Por isso as leis proíbem a clonagem reprodutiva.

Mas Horta está absoluta e irremediavelmente errado quando atribui à visão religiosa a gênese do que seria "uma sensibilidade especial para certas coisas - como, por exemplo, o valor incalculável da vida humana". Não só porque os agnósticos e ateus (que a leitora da Folha tanto abomina) podem ser tão ou mais sensível a isso.

Mas sobetudo porque o jornalista deu de lembrar que, "por acreditar nesse valor, os primeiros cristãos, defenderam a integridade e a dignidade dos escravos, quando ninguém falava em direitos humanos".

Podíamos passar sem essa. Desde o momento em que o cristianismo se constituiu como poder, até relativamente pouco tempo em termos históricos, o que fez - a exemplo de outras forças que agiam ou agem em nome de outros entes supremos - foi produzir oceanos de sangue: sangue de hereges, judeus, muçulmanos, feiticeiras, bolchevistas. As duradouras fogueiras acendidas pelo Tribunal do Santo Ofício são apenas o símbolo de quase 2 mil anos de intolerância, violência, abuso de poder e corrupção.

Os cristãos que se arvoram em defensores da vida contra os cientistas fervorosos que querem salvar vidas não têm o direito de ignorar esse ignominioso passado.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 13:20

Vou tecer alguns comentários pertinentes (... e como é próprio da física, desenvolver-se segundo a palavra da autoridade, o que vou dizer deve ser verdade! --- verdades divinas!):

1. - Agradeço o elogio, oculto na proposição "(empuxo do Léo)" citada por Hélio Ricardo, ao referir-se ao que "batizei" de 'empuxo inercial de Newton', em homenagem ao meu grande herói terráqueo; quando tudo era escuridão na mentalidade humana, Fez-se a Luz!

2. - Puxão de orelha ao Elton pela superficialidade conceitual no parágrafo:
"> Quando o carro acelera, suge uma força "virtual" de "gravidade" para
> trás. Com isso a resultante sobre os corpos dentro do carro não é mais
> um g vertical, e sim algo inclinado pra trás (some os vetores mg pra
> baixo e ma pra trás)."

e a continuidade da superficialidade posta pelo Hélio em:

"Força "virtual"???
Acho que você está falando da chamada "força" de inércia (aspas em
força)(também chamadas de fictícias) percebida do referencial não
inercial do interior do carro.
As forças (sem aspas) percebidas por alguém fora do carro são outras."

A crítica a ambos é que não existem forças "virtuais" (do Elton), nem "forças" de inércia (com forças entre aspas) ou "forças" fictícias. As forças de inércia, sem aspas, são forças como outras quaisquer; não são virtuais ou fictícias, são produtos reais da inércia nos referenciais acelerados. Tais forças podem gerar forças de contato brutais e mortais como, num exemplo simples, o carro brecar e a força de inércia esborrachar a cara do passageiro contra o vidro da frente! No referencial 'carro' foram as forças de inércia a causa da interação cara/vidro. Matematicamente (um recurso extra físico para justificar a proposição) quem derivar vetores em referencial não inercial encontrará 'normalmente' as acelerações por forças de inércia.
Sugestão: Tirem de seus vocabulários as palavras 'virtual' e 'fictícia'.

3. - Falemos do Byron; chutou na horizontal e a bola subiu na vertical; eis o trecho 'maligno:
"Bom, para a massa de água
> começar a se descolar é necessário empurrar a camada de água ( camada
> vertical) imediatamente a sua frente ....A massa de água resiste e a
> força resultante desloca a massa para cima........Então aqule espaço
> vazio que se encontrava acima dos 7/8 do volume do recipiente começa
> a ser preenchido ....."

Fluidos não resistem a esforços transversais (e creio que daí virá o seu mal estar sobre as ondas transversais); as forças que originam pressão são perpendiculares às paredes. A parede vertical do caminhão aplica forças horizontais na água e 'essas resistem com forças normais, por inércia'; a resultante das forças é horizontal, não há componente vertical para elevar a água na parte traseira.
O problema é outro; o nascimento de forças extras no fundo do tanque do caminhão. Vejamos um 'visual' do acontecimento:

Suponha que ao invés de simples água, o caminhão transporte glóbulos de água preenchido com água (estratificação da água em esférulas de água). A parede traseira do caminhão empurra para a frente tais glóbulos que lhe tocam; os glóbulos, por encontrarem 'resistência' dos glóbulos da frente se "achatam' (como apertar um balão de borracha entre as mãos). Os glóbulos transmitem essa deformação perpendicular à direção da força até o fundo do caminhão, que resiste a elas e aplicando força vertical para cima --- por isso a água sobe na parte traseira. Sensores de pressão colocados no piso do caminhão mostrarão a distribuição de forças na direção do movimento; elas crescem da traseira para a dianteira. Se o caminhão estivesse completamente preenchido de água, obviamente não haveria essa 'elevação' da água na parte traseira, mas sensores no piso e no teto do caminhão acusariam o aumento de pressão na direção perpendicular ao movimento.

Eis os divinos comentários e, como sou o mais velho do grupo, por respeito, dirão que tenho razão! E ai de quem disser o contrário! :-)

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 4 de junho de 2005 21:29
Assunto: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular


--- Em ciencialist "byronrosembergcosta" escreveu
> ...
>
> Alegoria: Um Homem dentro de um recipiente com 7/8 de água....
>
> Tal recipientes está sobre um caminhão que começa a se
> deslocar...movimento acelerado....
>
> Não aqui nenhuma força que "puxa" a água para trás! A água por
> inércia permanece, sim, na mesma posição inicial, mas o recipiente
> está se movendo para frente e é a força da parede do recipiente que
> empurra a massa de líquido para frente!.....Bom, para a massa de água
> começar a se descolar é necessário empurrar a camada de água ( camada
> vertical) imediatamente a sua frente ....A massa de água resiste e a
> força resultante desloca a massa para cima........Então aqule espaço
> vazio que se encontrava acima dos 7/8 do volume do recipiente começa
> a ser preenchido .....E o Homem?

Coitado deste Homem!
Gostei da sua alegoria. Nesta água é mais difícil acontecer a
diferença de pressão pois você deu um espaço para ela se expandir.
Veja o que diz o Léo em:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala07/07_T04.asp
Onde todo espaço do recipiente é preenchido com água (ou todo
preenchido com ar como no exemplo original).
Lá ele não faz experiências com seres humanos!

Eu sempre aproveito estas experiências com interface entre água e ar
para fazer minha campanha contra as ondas transversais "per se" mas
hoje vou ficar quieto. :-)

[ ]'s
Hélio




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular (que não quer calar)
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 13:28

> De: "Amauri Junior" Por falar, alguem ouviu falar que encontraram abelhas africanas no
nordeste sem ferrão e morando em tocas? <

Isso foi imposto politicamente pelos dirigentes (sarn)entos..... do nordeste. As tocas são provisórias, breve será mesmo a céu aberto!

[]'
Léo


SUBJECT: Re: [ciencialist] água destilada e diarréia
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 13:37

Alguma referência da relação entre a 'água destilada' com a 'diarréia'?

[ ] 's do Emiliano Chemello
chemelloe@yahoo.com.br
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: L.E.R.de Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 06, 2005 1:08 PM
Subject: [ciencialist] água destilada e diarréia


At 12:02 6/6/2005, you wrote:
>Não. Foi uma questão que me veio quando discutia com um colega meu de
>faculdade.
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello



Ok.
Coincidencias existem.

Livros de Pediatria também têm capítulos sobre esse negócio de bebidas
isotonicas e hipotonicas.

E´ meio complicado de entender.
Os caras poderiam tentar explicar isso melhor (se é que quem escreveu,
direito entendeu...)

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Re: pergunta de domínio popular
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 14:28

Oi Byron

--- Em ciencialist você escreveu
>...
> ...Porque os líquidos são incompreensíveis!!!!!
>...
>...Seria catastrófico desprezar a pequena compressão do líquido?
>...

Acho que você quis dizer "incompressíveis" mas acabou dizendo uma
verdade: Tudo na natureza é incompreensível na sua totalidade.

Mas se a palavra foi "incompressíveis" devo lhe dizer que no caso
seria "catastrófico" sim!
O único líquido incompressível que conheço é o líquido ideal usado
somente para resolver questões de física no nível médio e início da
graduação em física. Mas este não existe.

Claro que, se comparado com o ar, a água pode ser considerada
aproximadamente incompressível mas comparado com um pistão de aço
que a comprime num recipiente também de aço ela passa a ser
classificada de compressível.

> Imaginem-se dentro d´água numa praia...Passa uma onda lentinha, vc
é
> deslocado para frente, mas dá para perceber que a massa de água
chega
> na areia primeiro do que vc...Não é um exemplo ideal, pois nem
muita
> coisa converge para as mesmas condições..mas creio que dê uma
ideia
> do que eu estou falando.....

A água neste caso (onda do mar) vai e vem num perfeito movimento
LONGITUDINAL!!!!! O efeito aparentemente transversal se deve a
diferença entre as compressividades da água e do ar.

:-)
:-)

Opsss. Escapou! Eu tinha prometido que ia ficar quieto mas você me
deu uma excelente "escada"...

:-)
:-)

Hélio na MSG anterior disse:
> > Eu sempre aproveito estas experiências com
> > interface entre água e ar
> > para fazer minha campanha contra as ondas
> > transversais "per se" mas
> > hoje vou ficar quieto. :-)
> > ...


[ ]'s
Hélio





SUBJECT: água destilada e diarréia
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 15:03

At 13:37 6/6/2005, you wrote:
>Alguma referência da relação entre a 'água destilada' com a 'diarréia'?
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello



Não fala disso, diretamente.

Mas apresenta os fundamentos para que essa resposta seja construída.

Comece pensando no que é o soro fisiológico...
e veja que, no mercado, tem um produto chamado Pedyalite.

E que tem Pedyalite 45 e 90, sendo estas as respectivas molalidades.

E por aí vai.

L.E.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: Campanha
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 15:51

Grande Victor!
Puxa vida, por mim e por outros, fica vc dispensado de qualquer
justificativa.
Afinal, ninguém é de ferro!
O sofrimento, Victor, tanto pode enternecer quanto embrutecer. A segunda
hipótese, felizmente, não é o seu caso. :) abr/M.

>From: JVictor <jvoneto@uol.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: Campanha
>Date: Tue, 05 Jul 2005 23:39:15 -0300
>
>Caro Brudna,
>
>Estou há dias sem poder frequentar o ciencilist, em vista de problemas
>particulares. Hoje, ante o número tão grande de
>mensagens, escolhí uma data, para começar a ler. Por acaso, comecei com
>este retorno. E o respondo agora para lhe dizer, e a todos, que não tive
>a intenção de mandar para a lista. Quando escolhí "enviar a todos" não
>me liguei e empurrei o dedo no enviar. Só depois é que a ficha caiu,
>como diz minha secretária.
>De qualquer maneira, minhas desculpas. Particularmente, sentí-me
>torpedeado pelo texto, pois já perdí 3 entes queridos em acidentes
>automobilísticos.
>De qualquer maneira, neste caso, é possível que cheguem lá. Tem
>muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiita gente "gente envolvida" nesta triste
>história.
>
>Sds,
>
>Victor.
>
>
>
>brudna escreveu:
>
> > Por favor, nao repasse esse tipo de mensagem para a lista.
> >
> > Sei que muitos ficam sensibilizados com a causa, mas não é adequado
> > usar a Ciencialist para espalhar esse tipo de pedido.
> >
> > Pedido para repassar um mail e colocar o nome no final é algo muito
> > desorganizado e não linear. Dificilmente se consegue 5000 nomes
> > assim. O mais adequado para assinaturas é centralizar a ação em uma
> > página da internet.
> >
> > Até
> > Luís Brudna - administrador da Ciencialist
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "JVictor" <jvoneto@u...>
> > escreveu
> > >
> > > ----- Original Message -----
> > > From: josé Wiles Júnior
> > > >>> >****** LEIA ATÉ O FINAL ********* MUITO IMPORTANTE
> > >
> > > >>> >
> > > >>> >"Mãe! Fui a uma festa, e me lembrei do que você me
> > > >>> >disse.
> > > >>> >Você me pediu que eu não tomasse álcool, mãe...
> > > >>> >Então, ao invés disso, tomei uma "Sprite".
> > > >>> >Senti orgulho de mim mesma, e do modo como você disse
> > > >>> >que eu me
> > > >>> >sentiria e que não deveria beber e dirigir.
> > > >>> >Ao contrário do que alguns amigos me disseram, fiz uma
> > > >>> >escolha
> > > >>> >saudável, e seu Conselho foi correto. E quando a festa
> > > >>> >finalmente
> > > >>> >acabou, e o pessoal começou a dirigir sem condições...
> > > >>> >Fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa
> > > >>> >em paz ..
> > > >>> >Eu nunca poderia imaginar o que estava me aguardando,
> > > >>> >mãe...
> > > >>> >Algo que eu não poderia esperar .
> > > >>> >Agora estou jogada na rua, e ouvi o policial dizer:
> > > >>> >O rapaz que causou este acidente estava bêbado"...
> > > >>> >Mãe; sua voz parecia tão distante...
> > > >>> >Meu sangue está escorrido por todos os lados e eu est
> > > >>> >ou tentando com
> > > >>> >todas as minhas f orças, não chorar...
> > > >>> >Posso ouvir os para-médicos dizerem:
> > > >>> >"A garota vai morrer" .
> > > >>> >Tenho certeza de que o garoto não tinha a menor idéia,
> > > >>> >enquanto ele
> > > >>> >estava a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e
> >
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SUBJECT: Met, Et, Prop e But
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 16:04

Olá Pessoal,

Qual é a origem dos prefixos "Met", "Et", "Prop" e "But" (respectivamente, 1, 2, 3 e 4 carbonos) da química orgânica ?

[ ] 's do Emiliano Chemello
chemelloe@yahoo.com.br
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
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Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: pergunta de domínio popular
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 16:25

--- Em ciencialist "Luiz Ferraz Netto" escreveu
> ...
>...
>...
>
> Eis os divinos comentários e, como sou o mais velho do grupo, por
respeito, dirão que tenho razão! E ai de quem disser o
contrário! :-)
>

O SENHOR TEM TODA RAZÃO!!!!!

[ ]'s
Hélio

PS.: Mas que se move acelerado se move...







SUBJECT: Re: [ciencialist] dessalinização da água usando energia nuclear.......
FROM: "Mauro" <bombaspr@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 16:38

Olá Dirceu.

http://www.ieav.cta.br/hpenu/b/yuji/agua_doce.htm#dessalinizacao


Eu comercializo equipamentos para dessanilização, mas por osmose
reversa.
Questiono os valores apresentados neste texto, no mínimo é preciso
verificar outros fatores de aplicação que deveriam ser computados.
Até pouco tempo (uns 2 ou 3 anos) um equipamento de capacidade de
2.500m3/dia consumia aproximadamente 3KWh/m3 isso devido a grande
pressão necessária para o processo. Novos equipamentos, porém, já
utilizam parte dessa pressão para girar uma pequena turbina que por
sua vez aciona uma bomba auxiliar, diminuindo assim a potência
necessária e por sua vez o consumo de energia
(http://www.grundfos.com/web/homeca.nsf/Webopslag/ALEE-5P9RJ2 -- que é
o equipamento que revendo aqui no Brasil -- propagandinha :-)). Na
verdade o consumo de energia nem é o grande problema, mas o valor do
equipamento (os menores ficam entre U$150 a U$ 200 mil dolares).
Outra questão é a aplicação de parte da água desmineralizada e
ultrapura, por ex. em transatlânticos ou hotéis a beira do mar (Cancun
tem vários deles), que é utilizada na limpeza (lavar pratos sem o uso
de detergente), além de outras aplicações industriais
(http://www.uniagua.org.br/default.asp?tp=3&pag=dessalinizacao.htm).

Inté+
Mauro



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: 'coloque aqui o seu tema'
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 17:00

Olá Felícia,

Vou te ajudar na primeira pergunta, tá?

1) Porque o sangue é um líquido muito rico em água, transporta substâncias
com muita facilidade?

Bem, a pergunta é um tanto confusa. Ela já contém, ao meu ver, a
resposta. Primeiramente, vamos analisar a cosição do sangue. O plasma
sanguíneo constitui a sua fase líquida. É um líquido viscoso, de tonalidade
amarelo pálida ou âmbar, em cuja composição predomina a água, que constitui
91 % do seu volume. Os 9 % restantes correspondem à diversas substâncias
dissolvidas no plasma, como aminoácidos, proteinas, hidratos de carbono,
ácidos graxos, pigmentos, vitaminas, eletrólitos, elementos minerais e
hormônios. É por causa da água, considerado o solvente universal, que o
sangue tem essa propriedade de transportar (ou solubilizar) várias
substâncias.

Contudo, o sangue não solubiliza todo o gás oxigênio necessário para
suprir a demanda de nosso organismo (estou falando do Homo sapiens). Um
transportador de O2 é necessário no sangue porque O2 não é suficiente
solúvel no plasma sanguíneo para atender às necessidades do corpo. À 38 °C,
1 L de plasma dissolve apenas 2,3 mL de O2. O sangue total, em virtude de
sua hemoglobina, tem uma capacidade muito maior de transporte do oxigênio.
Um litro de sangue normalmente contém cerca de 150 g de hemoglobina (contida
dentro dos eritrócitos) e cada grama de hemoglobina é capaz de combinar-se
aproximadamente 1,46 mL de O2. Portanto, a hemoglobina de 1L de sangue é
capaz de transportar 220 mL de O2, cerca de 87 vezes mais rápido para
fornecer a mesma quantidade de O2. Esse transportador é a hemoglobina.

Diferentemente da mioglobina, que também exerce papel no transporte de
oxigênio e possui apenas um grupo 'heme', a hemoglobina possui quatro grupos
'heme'. Este complexo "heme" irá ser responsável pela fixação e transporte
do oxigênio, uma vez que o complexo está ligado a estrutura protéica da
hemoglobina e esta, por sua vez, promove o transporte de toda a estrutura.
Cada hemoglobina carrega 4 moléculas de gás oxigênio por vez, visto que
existem 4 complexos "heme" ligados a hemoglobina.


Sugiro, para maiores detalhes, a leitura do meu artigo publicado no site do
NAEQ

O equilíbrio ácido-base do sangue.
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq/material_didatico/textos_interativos_34.htm

[ ] 's do Emiliano Chemello
chemelloe@yahoo.com.br
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

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Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Monday, June 06, 2005 12:36 PM
Subject: [ciencialist] Fw: 'coloque aqui o seu tema'


Pessoas que entendem de sangue respondem facilmente às perguntas abaixo.
Drácula já foi dispensado por solicitar 40% do sangue envolvido na questão.
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: ceting
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 6 de junho de 2005 10:42
Assunto: 'coloque aqui o seu tema'


Bom dia, professor Luiz Ferraz Netto.
Mais uma vez volto a solicitar algumas resoluções de minhas dúuvidas para
ajudar a minha sobrinha .
São exatamente 4 perguntas, na qual não consegui ajudar a resolvê-las; por
encaminhe para meu email caso possa me ajudar e desde já meus
agradecimentos.
1) Porque o sangue é um líquido muito rico em água, transporta substâncias
com muita facilidade?



2) Qual a importância de o sangue passar pelo intestino?



3) Qual é o gás que o sangue retira dos pulmões? e qual é a utilidade desse
gás?


4) Que substância o sangue retira do corpo e leva aos rins? Qual é, sesse
caso o papel dos rins?


Obrigada
felícia


Nas dúvidas experimentais, por gentileza coloque aqui o endereço da página,
isso facilita o confronto. Agradeço. Meu nome é LUIZ FERRAZ NETTO, meu
apelido é LÉO e moro em BARRETOS; dai vem meu e-mail:
leobarretos@uol.com.br.


----------------------------------------------------------------------------
----


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Anti-Virus.
Version: 7.0.322 / Virus Database: 267.6.2 - Release Date: 04/06/2005


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SUBJECT: Artigo - Gene alterado torna mosca homossexual
FROM: Phoenix Myth <phoenixclever@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 17:06


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe0406200503.htm


GENÉTICA

Mudança em "edição" de seqüência de DNA em experimento
fez fêmeas se
comportarem como machos e vice-versa

Gene alterado torna mosca homossexual

ELISABETH ROSENTHAL
DO "INTERNATIONAL HERALD TRIBUNE"

Quando a mosca geneticamente modificada foi solta e
começou a voar na câmara de observação, fez o que
qualquer galanteador faria: perseguiu uma fêmea
virgem. Tocou a moça gentilmente com sua pata, cantou
uma canção (usando as asas como instrumentos) e só
então ousou lamber a genitália dela. Os cientistas
viram tudo aquilo incrédulos: o "galã", na verdade,
era uma fêmea.
O inseto "homossexual", na verdade, tinha recebido
artificialmente a versão de um gene exclusiva dos
machos. Esse único trecho de DNA, afirma um estudo
publicado na edição de ontem do periódico científico
"Cell" (www.cell.com), seria aparentemente capaz de
criar os padrões de comportamento sexual.
Numa série de experimentos, os pesquisadores
descobriram que as fêmeas que recebem a variante
masculina do gene agem exatamente como machos durante
o acasalamento. Já os machos que ganharam a versão
feminina ficaram mais passivos e passaram a se
interessar por outros machos.
"Mostramos que um único gene da mosca-das-frutas é
suficiente para determinar todos os aspectos de
comportamento e orientação sexual", disse o autor
principal do estudo, Barry Dickson, do Instituto de
Biotecnologia Molecular da Academia Austríaca de
Ciências, em Viena.
"Isso sugere que comportamentos instintivos podem ser
especificados por programas genéticos, assim como
acontece com o desenvolvimento de um órgão ou de um
nariz".
Os resultados devem influenciar os debates sobre o
poder dos genes e do ambiente para determinar o que as
pessoas são, como agem e, especialmente, como
desenvolvem sua orientação sexual. Especialistas
se disseram impressionados e chocados com as
descobertas. "Os resultados são tão claros que todo o
campo das raízes genéticas do comportamento vai
avançar de modo tremendo", disse Michael Weiss, da
Universidade Case Western Reserve, em Ohio, nos
Estados Unidos.
"Espero que ele tire a discussão sobre preferências
sexuais da esfera da moralidade e a leve para a da
ciência. Nunca escolhi ser heterossexual: simplesmente
aconteceu. Mas os humanos são complicados. Com as
moscas, podemos ver de forma simples e elegante
como um gene influencia e determina o comportamento."
Os cientistas sabem há anos que o gene estudado,
conhecido como "fruitless" ou "fru", é central para o
acasalamento, coordenando uma rede de neurônios
(células nervosas) que estão envolvidos no ritual
de corte dos machos. Na verdade, tanto machos quanto
fêmeas possuem
o mesmo gene. Contudo, ao ser transcrito para mRNA
(RNA mensageiro, a molécula que faz a ponte entre os
genes e a fabricação das proteínas que eles
representam), o gene é "editado" de forma diferente
dependendo do sexo.
Todos os pesquisadores alertaram que os comportamentos
inatos também podem ser modificados pela experiência.
Machos rejeitados pelas fêmeas, por exemplo, tornam-se
menos afoitos em seus avanços sexuais.






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SUBJECT: www.chemexper.com
FROM: "Esteban" <estebanmoreno@idhi.org.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 17:12

http://www.chemexper.com/


E.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Fw: [administrando] Como nasce um Paradigma
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 17:13

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...>
escreveu
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> > Besteira.
>
> Se nao gosta do exemplo da linguagem de sinais...

Manuel: Takata, foi mal. Eu estava começando a escrever a resposta
(o "besteira" era apenas um intróito provisório) quando minha mulher
me chamou para ver uma reportagem interessante (segundo ela) que
estava passando no Discovery Channel. Como eu sei que essas chamadas
dela constituem a primeira preliminar, resolvi abortar a mensagem.
Só que, em vez de tascar a seta do mouse no "cancelar", sem querer
cliquei foi no "enviar". Aí saiu essa resposta besta e lacônica
digna de um idiota metido a dono da verdade. Peço-lhe desculpas.

[]s
Manuel Bulcão






SUBJECT: Re: [ciencialist] dessalinização da água usando energia nuclear.......
FROM: Dirceu Dias <hymboldt2005@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 21:19

Olá Mauro
É vivendo e aprendendo

Excelente site. Vou me aprofundar.

Tá valendo a pena

abs

Dirceu Dias

Mauro <bombaspr@uol.com.br> escreveu:
Olá Dirceu.

http://www.ieav.cta.br/hpenu/b/yuji/agua_doce.htm#dessalinizacao


Eu comercializo equipamentos para dessanilização, mas por osmose
reversa.
Questiono os valores apresentados neste texto, no mínimo é preciso
verificar outros fatores de aplicação que deveriam ser computados.
Até pouco tempo (uns 2 ou 3 anos) um equipamento de capacidade de
2.500m3/dia consumia aproximadamente 3KWh/m3 isso devido a grande
pressão necessária para o processo. Novos equipamentos, porém, já
utilizam parte dessa pressão para girar uma pequena turbina que por
sua vez aciona uma bomba auxiliar, diminuindo assim a potência
necessária e por sua vez o consumo de energia
(http://www.grundfos.com/web/homeca.nsf/Webopslag/ALEE-5P9RJ2 -- que é
o equipamento que revendo aqui no Brasil -- propagandinha :-)). Na
verdade o consumo de energia nem é o grande problema, mas o valor do
equipamento (os menores ficam entre U$150 a U$ 200 mil dolares).
Outra questão é a aplicação de parte da água desmineralizada e
ultrapura, por ex. em transatlânticos ou hotéis a beira do mar (Cancun
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular
FROM: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 06/06/2005 22:08

On 06/06/05, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
> 2. - Puxão de orelha ao Elton pela superficialidade conceitual no parágrafo:
> "> Quando o carro acelera, suge uma força "virtual" de "gravidade" para
> > trás. Com isso a resultante sobre os corpos dentro do carro não é mais
> > um g vertical, e sim algo inclinado pra trás (some os vetores mg pra
> > baixo e ma pra trás)."
>
> A crítica a ambos é que não existem forças "virtuais" (do Elton), [...]

Oops! Mea culpa. Miserere mei. Errei memso no conceito. Sinto-me
envergonhado. Acho que é por isso que tenho problemas com mecânica...
Obrigado pelo toque, Léo!

--
Elton Carvalho

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.com/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: Singela homenagem aos 3 poderes da república.
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <portal_global_filosofico@yahoogrupos.com.br>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 06/06/2005 23:20

"Viel Hoffnung - für Gott - unendlich viel Hoffnung -, nur nicht für uns."

(Há esperanças, só não para nós.)

Franz Kafka


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Ondas gravitacionais aqui
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 00:41

http://www.space.com/scienceastronomy/050606_binary_dwarfs.html
Maria Natália




SUBJECT: MESTRE LEO!!! Um crime horrível no Museu!!!!
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 00:44

Foi cometido um crime terrível no museu! Eram exactamente 19.30 quando.

Como em qualquer boa história policial, não podemos revelar mais
pormenores. Mas podemos afirmar que a ciência e a tecnologia serão os
instrumentos principais que a brigada de jovens cientistas forenses
vai ter de usar para recolher e analisar todas as pistas e finalmente
descobrir o criminoso. E, claro, como bons detectives, terão também
que recorrer à lógica para deduzir o que se terá passado nessa
misteriosa noite em que.

Bom, não podemos mesmo revelar mais nada sobre o Crime no Museu, esta
nova e emocionante actividade do Pavilhão do Conhecimento - Ciência
Viva, destinada a jovens entre 9 e 14 anos, que terá lugar todas as
sextas-feiras, de Junho a Outubro, entre as 19.30 e as 24.00.

Embora a história seja totalmente fictícia e recorra muito à
imaginação, procuramos, como sempre, que o rigor e exactidão estejam
presentes nos aspectos científicos e tecnológicos. Nestas componentes
contámos com a consultoria e a colaboração da Polícia Judiciária.

Estão abertas as inscrições!

Para mais informações:
Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva
Departamento Educativo
Tel. 218 917 100
Email: info@pavconhecimento.pt
www.pavconhecimento.pt


Ah! Ah! Ah! Ah!
é o que falta em Barretos.
Vamos tomar chá verde os dois com a família da C-List?
Um abraço
Maria Natália




SUBJECT: Re: Será que os animais pensam???
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 01:58

Olá macac... digo, pessoal, ;)

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, JVictor <jvoneto@u...> escreveu
> Aline,
> Com bastante atraso, dou minha opinião.
> Animais irracionais têm problemas existenciais? Eles têm
>consciência da morte e de seu significado? Acredito que não.
>
> Eles vivem, e apenas vivem. Nem sabem disso. [...]

Huuumm... Acho que alguém aqui precisa de um cachorrinho... Ou quem
sabe... de um golfinho? ;)

http://www.earthtrust.org/delphis.html

"[...] Self-awareness has been demonstrated in the apes and man by
anesthetizing the subject, marking his forehead, and watching his
reaction when he wakes up: when he sees the mark in a mirror, does he
investigate it by touching himself or the mirror? By these measures,
a primate touching itself indicates self-awareness, whereas touching
the mirror, a social response, suggests the subject is investigating
what it perceives as another individual.

We conducted this "mark test" on five bottlenose dolphins by putting
a harmless sunscreen cream on their sides and videotaping their
behavior through a one-way mirror. Indeed they came to the mirror and
twisted and turned as if they were looking at their mark. To test
whether their postures were self-aware rather than social, we
conducted control experiments: (1) we compared marked to unmarked
behavior; (2) we compared mirror behavior to behavior with a real
stranger through an underwater barred gate; and (3) we let the
dolphins watch themselves on TV, both real-time and playback, and
compared the two. The results of the mark tests and all control
experiments strongly suggest self-awareness in the bottlenose
dolphin. Our work has subsequently been repeated by independent labs
with the same result.

If true, this is a profound result: previously, no animals except a
few of the great apes - man and his nearest kin - have shown this
trait. Finding self-awareness in a creature whose evolutionary
history is separated from ours by 60 million years may say something
fundamental about the evolution of intelligence in mammals, and
perhaps the evolution of intelligence in this universe. [...]"


Às vezes, quando estou lendo ou trabalhando, totalmente absorvido,
dou-me conta de que meu cachorrinho viralatas está postado ao meu
lado, a me fitar atentamente, com seus grandes e brilhantes olhos
cantanhos (inteligentes), com um ar intrigado, "pensativo", como que
a querer me "dizer":

"... Não sou tão bobo quanto VOCÊ........ pensa."


Um abraço animal,
Marcelo
(Sem falar de Elefantes, Chimpanzés, Gorilas, Orangotangos,
Baleias...)




SUBJECT: Sobre a origem do conhecimento/ do pensamento animal e humano.
FROM: Mtnos Calil <mtnos_calil@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 03:34

Olá pessoal.

Estou escrevendo um capítulo para um livro, cujo tema (do capítulo) é "Notas introdutórias à origem do conhecimento".

Considerando que somos resultantes da Evolução, e que por exemplo, temos os mesmos genes dos chimpanzés na proporção de 88 ou 89%, me parece óbvio que qualquer estudo sobre a origem do conhecimento precisa levar em conta a cabecinha dos animais.

A minha tese (até que seja derrubada) é que os animais não pensam porque pensar implica a criação de conceitos, enquanto que os animais são capazes de formar imagens que são retidas em sua mente (ou em sua memória). São capazes também de sentir várias emoções e de criar laços afetivos. (Afeto não precisa nem de palavras nem de pensamentos. Basta um gesto afetivo para criar laços afetivos).

Se alguém do grupo quiser participar deste livro, seja redigindo trechos do mesmo, seja fazendo pesquisa, queira mandar um e-mail para este endereço:

mtnoscalil@rhtbs.com.br


Abraços

Mtnos Calil
www.rhtbs.com.br

11-5891-3571
11-8255-6510



JVictor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
Aline,
Com bastante atraso, dou minha opinião.
Animais irracionais têm problemas existenciais? Eles têm consciência da
morte e de seu significado? Acredito que não.
Eles vivem, e apenas vivem. Nem sabem disso. Animais irracionais têm
angústia? Angústia é próprio de animais racionais. Se sim, então todos
os animais são racionais e pensam e podem fazer tudo que nós outros, em
termos de consciência e de saberem que sabem. Se esse é o caso, mostrem
os documentos, fotos, testemunhas oculares idôneas, registros em
cartório com firma reconhecida e tudo o mais!...Não há nada demais em
fazer um orangotango se reconhecer num espelho ou responder a alguns
sons. Máquinas tamhém podem fazer isso. E nem vida têm. Um computador é
capaz de jogar xadrez e vencer grandes mestres internacionais; um
computador é capaz de resolver equações altamente complexas. No entanto,
não pensa, no sentido em que o fazemos. Não têm angústias e outras
mazelas psicológicas. Estes nem sabem, nem sabem que não sabem. A
diferença entre uma máquina que "faz" e um cão, é que este tanto pode
morder como apaixonar seu dono, com solicitações de carinho e exibição
de brincadeiras. E isso é assim em razão de haver em sua estrutura "
psicológica" certos impulsos de vida comuns a nós outros, animais
racionais(se bem que nesta classe há uns puxados para a irracionalidade).
Em resumo: animais não pensam, não planejam, sabem mas disso não sabem.
O nosso cérebro e suas mumunhas nos fazem únicos na natureza, no meio
dos seres vivos. Só na morte todos são iguais: mortos... Aí eu garanto,
e provo.

Sds,

Victor.

Aline Santos escreveu:

> Aninmais!!!! Todos somos um, porém cada qual pensa da sua maneira,
> certo???!!!!!
>
>
> Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote: Eu não tenho a menor
> dúvida de que os animais pensam.
> Pelo menos é o que penso!
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> Joaquim
>
> #Será que os animais pensam?
> Vejam a opinião do Dr. Renato Sabattini no site da Neurofisiologia e
> Fisiologia Endócrina: http://neurofisiologia.cjb.net #
>
>
>
>
> --
> Internal Virus Database is out-of-date.
> Checked by AVG Anti-Virus.
> Version: 7.0.300 / Virus Database: 266.5.0 - Release Date: 25/02/2005
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Para saber mais visite
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
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>
>
> Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> function SearchComboBox() { if
> (document.form_combo.keyword.value.length==0){ alert("Por favor,
> digite algo."); return false; }else { document.form_combo.action
> ="http://br.rd.yahoo.com/SIG=12al7s3cp/M=264105.3931087.6562589.1588051/D=brclubs/S=2137111528:HM/EXP=1111229323/A=2361264/R=0/SIG=11uaou2jn/*http://www.bondfaro.com/bondfaro/in/combosearch_in.jsp?sk=11";
> } return true;} [input] [input] [input]
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SUBJECT: Fw: niquelao cromeao
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2005 07:38

niquelação cromeaçãoQuem pode dar um experimento simples (caseiro) para atender o consulente abaixo?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Henrique Ricardo Junior
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 6 de junho de 2005 14:50
Assunto: niquelação cromeação


Leo, boa tarde.

Primeiramente, gostaria de elogiar o site, que além de ser muito bom ( simples e prático ) , salva muitas vezes nossa pele para responder aqueles famosos porques da garotada ...

Gostaria de saber como funciona o processo de cromeação ou niquelação de metais.

Na realidade , eu até sei mais ou menos , que é a transferência de um metal para outro , devido as cargas entre o níquel e o aço , ou entre o cromo e o aço.

Mas , tenho uma sobrinha muito curiosa , e diga-se de passagem ainda bem , não se contenta apenas em saber na teoria.

Gostaria, de , se for possível, você me fornecesse como funciona este processo, para eu tentar fazer a experiência em casa e mostrar para ela...

Se possível , com o aço ou ferro....

Fico muito agradecido .


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Cabelos brancos
FROM: "Rodrigo Marques" <rodmarq72@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 07:50

Pessoal, eu agora gostaria de saber uma coisa que já escuto falar a
muito tempo, que cabelos brancos são sinal de preocupação. Apesar de
já ter tido a informação de que isso não tem nada a ver, eu não
posso deixar de notar que pessoas que passaram por situações de
grande estresse ou depressão costumam apresentar logo depois vários
fios de cabelo grisalhos. Existe realmente alguma relação entre
estresse/depressão e o embranquecimento dos cabelos?
Abraços




SUBJECT: Pion-->gama, vel. da luz (era Os Referenciais)
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 09:59

Alvaro,

Antes de tudo uma pergunta:
Você tem acesso a periódicos CAPES/WebOfScience ou a uma boa
biblioteca universitária de física?

Acho que são dois artigos básicos de T. Alvager et al. sobre testes
do 2o postulado:

1- ALVAGER T, NILSSON A, KJELLMAN J
A DIRECT TERRESTRIAL TEST OF 2ND POSTULATE OF SPECIAL RELATIVITY
NATURE 197 (487): 1191& 1963

2- ALVAGER T, FARLEY FJM, KJELLMAN J, et al.
TEST OF THE 2ND POSTULATE OF SPECIAL RELATIVITY IN THE GEV REGION
PHYSICS LETTERS 12 (3): 260-262 1964

Eles são citados 21 e 30 vezes respectivamente.
Grandes partes destas citações tem como objetivo dizer, de forma
muito diplomática, que os métodos experimentais de Alvager estavam
equivocados mas que, apesar disto, eles (os autores dos novos
artigos) concordam com a constância de "c". :-)

Ver por exemplo:
T. A. Filippas and J. G. Fox
Velocity of Gamma Rays from a Moving Source
Phys. Rev. 135, B1071-B1075 (1964)

Acho que podemos queimar etapas pois os meus primeiros argumentos (e
creio que os seus também) já estão nestes mais de 40 anos de
DISCUSSÕES sobre esta experiência tida como "indiscutível" prova do
2o postulado.

A questão é sempre a mesma "no meio do caminho tinha uma pedra".
Explicando: Quem contesta as afirmações de Alvager diz que acontecem
absorção e reemissão da luz (radiação gama, radiação EM etc.) e
quando isto acontece a nova velocidade é c mais a velocidade do
átomo ou molécula que reemitiu que geralmente está em repouso em
relação ao observador.

Daí surge outra dúvida:
Qual é o "comprimento de extinção" (tradução minha para "extinction
length")? Ou seja, em que ponto poderíamos dizer que não existe mais
a velocidade original?

Obs.:
Ainda não li os artigos do Alvager mas já li alguns dos que o citam
Talvez só segunda que vem terei eles em mãos.

[ ]'s
Hélio


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Hélio Ricardo Carvalho
<hrc@f...> escreveu
> Alvaro,
>
> Finalmente achei a referência correta para a experiência de
Alvager.
> Não encontrei nada dele em 1977 como você indicou mas encontrei
esta
> de 1963 e outras correlatas. Veja se confere.
> T.Alväger, A.Nilsson, J. Kjellman; NATURE 197, 1191 (1963)
>
> Não tenho o artigo, só a referência, mas, quando puder, vou tentar
> pegar na biblioteca (ou pedir para procurar nas outras).
>
> Até lá.
> Hélio
>
>
>
> > --- Em ciencialist "Alvaro Augusto \(E\)" escreveu
> > > OK. Finalmente achei a mensagem da qual você e o Alberto
> falaram.
> > >
> > > Escolho, então, a experiência do decaimento dos píons. Vou
> procurar
> > material sobre isso e volto depois.
> > >
> >
> > Eu também terei que procurar material.
> >
> > Agradecido,
> > Hélio.




SUBJECT: Re: [ciencialist] Carvão ativado
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <quimica-qaw@yahoogrupos.com.br>, <naeq-ucs@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2005 11:56

Don Emiliano Zapata:
Nos meus bons tempos de boemia, curava ressaca tomando comprimidos de carvão
ativado: Eles absorvem tudo que está no estômago. Um médico me disse que eu
ia ter problemas e tive: uma úlcera.

Não fique envergonhado de dizer que vê o programa do ratinho: tem gente que
é cristão, outros torcem pro flamengo, outros são petistas... ninguém é
perfeito

salute,

silvio.
-----Mensagem Original-----
De: "Emiliano Chemello - Yahoo Grupos" <chemelloe@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>; <quimica-qaw@yahoogrupos.com.br>;
<naeq-ucs@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 4 de junho de 2005 19:35
Assunto: [ciencialist] Carvão ativado


> Amigos,
>
> No programa do Ratinho (não estava assistindo, apenas me contaram,
> deixo
> bem claro), o autor de um livro com o título "Acidentes Domésticos" disse
> que é recomendável ter sempre em casa um pouco de 'carvão ativado'. Disse
> também que este carvão é recomendado quando uma criança, por exemplo,
> ingere
> algum produto químico, algum ácido, algum composto alcalino ou solvente.
> Este carvão atuaria, quando ingerido, na absorção destes compostos
> tóxicos,
> como se fosse uma 'esponja' :-)
>
> Alguém comenta?
>
> [ ] 's
> Emiliano Chemello
> emiliano@quimica.net
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> [ MSN ] chemelloe@hotmail.com
> [ ICQ ] 145060604
>
> "Rien ne se perd, rien ne se crée, tout se transforme"
> Lavoisier, químico francês (1743-1794)
>
>
>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular (que não quer calar)
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2005 12:20

Não vai se as janelas estiverem fechadas. É o caso clássico de se jogar
ping-pong num vagão em movimento.

-----Mensagem Original-----
De: "profjc2003" <profjc2003@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 5 de junho de 2005 06:57
Assunto: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular (que não quer calar)


Bom, depois de tanto zumbido por causa de uma abelhinha, a pergunta
que não quer calar é: alguém ainda acredita que em um automóvel de
verdade a abelhinha irá mesmo se chocar contra o vidro traseiro? :)

Abraços,
Prof. JC





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SUBJECT: Re: pergunta de domínio popular
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 12:52

A mosca não es´tá presa em uma "geleia", de modo que todo o movimento
será um movimento concertado... A mosca está dentro de um fluido ( ar)
e certamente essa criatura não se desloca com a mesma aceleração que
a massa d´água experimenta...Então, sendo a aceleração contínua...Em
algum momento a mosca se chocará com o vidro traseiro!!! Quem prova o
contrário?

Não se pode aqui confundir a percepção da mosca ao movimento,
tentando assim se manter na mesma posição, tendo um passageiro como
referencial, e a física do problema....


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Hélio Ricardo Carvalho
<hrc@f...> escreveu
> --- Em ciencialist "Luiz Ferraz Netto" escreveu
> > ...
> >...
> >...
> >
> > Eis os divinos comentários e, como sou o mais velho do grupo, por
> respeito, dirão que tenho razão! E ai de quem disser o
> contrário! :-)
> >
>
> O SENHOR TEM TODA RAZÃO!!!!!
>
> [ ]'s
> Hélio
>
> PS.: Mas que se move acelerado se move...




SUBJECT: Re: Met, Et, Prop e But
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 13:22

A origem é alemã ou russa...Algo que lembre os números que os
correlacionam, mas não tenho certeza... Algo ainda de nebuloso, mas
esse é ocaminho das pedras...


um abraço,

Byron


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
l l o" <chemelloe@y...> escreveu
> Olá Pessoal,
>
> Qual é a origem dos prefixos "Met", "Et", "Prop" e "But"
(respectivamente, 1, 2, 3 e 4 carbonos) da química orgânica ?
>
> [ ] 's do Emiliano Chemello
> chemelloe@y...
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> [ MSN ] chemelloe@h...
> [ ICQ ] 145060604
>
> " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Experiência confirma novo modelo de eletrosfera
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2005 14:18

?

[ ] 's do Emiliano Chemello
----- Original Message -----
From: wladig
To: quimica-qaw@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, May 26, 2005 12:38 PM
Subject: QAW => experiencia confirma novo modelo de eletrosfera


Novo modelo de eletrosfera proposto em 1993 pela teoria de Guglinski
recebe confirmaçao atraves das fotos obtidas pela equipe do Dr David
Villeneuve, do National Research Council of Canada.
O artigo de Villeneuve foi publicado na revista Nature de 5 dez-2004

Veja mais detalhes em http://www.geocities.com/ciencia2mil/index.html

Atenciosamente
WLADIMIR GUGLINSKI


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Experiência confirma novo modelo de eletrosfera
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2005 14:46

A visão de Guglinski a respeito da ciência parece saída das páginas de Duna, de Frank Herbert. Para onde ele olha, há uma conspiração. De vez em quando, uma conspiração dentro de uma conspiração dentro de uma conspiração...

[ ]s

Alvaro Augusto
----- Original Message -----
From: E m i l i a n o C h e m e l l o
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 07, 2005 2:18 PM
Subject: [ciencialist] Experiência confirma novo modelo de eletrosfera


?

[ ] 's do Emiliano Chemello
----- Original Message -----
From: wladig
To: quimica-qaw@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, May 26, 2005 12:38 PM
Subject: QAW => experiencia confirma novo modelo de eletrosfera


Novo modelo de eletrosfera proposto em 1993 pela teoria de Guglinski
recebe confirmaçao atraves das fotos obtidas pela equipe do Dr David
Villeneuve, do National Research Council of Canada.
O artigo de Villeneuve foi publicado na revista Nature de 5 dez-2004

Veja mais detalhes em http://www.geocities.com/ciencia2mil/index.html

Atenciosamente
WLADIMIR GUGLINSKI


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Artigo sobre a cebola
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <quimica-qaw@yahoogrupos.com.br>, <naeq-ucs@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2005 15:16

Caros colegas,

Indiquei recentemente a leitura do meu artigo publicado na revista
eletrônica ZOOM do site Cia da Escola.

A química da cozinha apresenta: As cebolas
http://www.ciadaescola.com.br/zoom/imprimir_materia.asp?materia=263

Depois da construção do mesmo, em conversa com um amigo meu de
faculdade, surgiu uma questão que achei interessante e, em função disso,
resolvi expor aqui na lista. Na leitura do artigo, constata-se que a cebola
nos faz chorar em função da presença de uma enzima que transforma um
composto (ácido 1-propenilsulfênico) em outro composto, o
propanotial-S-óxido, este sim o fator lacrimejante. O interessante é que,
caso esse enzima não existisse, o ácido 1-propenilsulfênico seria
transformado 'espontaneamente' em tiossulfinato, composto responsável pelo
odor característico da cebola. Isso acontece também com o alho, mas como
este não tem a enzima LF sintase, não choramos quando o cortamos.

Minha pergunta é sobre a biologia dessa enzima. Qual é a função
biológica (em uma abordagem ou perspectiva evolucionista... estou
especulando com os biólogos) desta enzima? Qual seria sua função na cebola?
Seria (estou brincando) um disponsitivo de defesa contra cozinheiros
maldosos ? :-)

Aguardo comentários dos biólogos e demais interessados no assunto.

[ ] 's do Emiliano Chemello
chemelloe@yahoo.com.br
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Artigo sobre a cebola
FROM: Mônica Vieira <monicalvi@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 15:49

Pelo que me lembro do artigo, a enzima que converte ácido 1-propenilsulfênico em propanotial-S-óxido (este lacrimejante), é liberada mecanicamente dos vacúolos quando estes são "cortados". Então, a função biológica da enzima poderia ser um fator contra a predação. quando animais tentassem comer a cebola, seria liberada a enzima dos vacúolos, e, o odor desagradável, ou a sensação desagradável provocados pelo propanotial-S-óxido, talvez afastasse os animais; e os impedisse de comer cebolas devido à associação com essa experiência desagradável.

Porém, se a enzima também for liberada do vacúolo por métodos não-mecânicos, provavelmente outros fatores adaptativos entram na questão.

Abraços,
Mônica.

E m i l i a n o C h e m e l l o <chemelloe@yahoo.com.br> escreveu:
Caros colegas,

Indiquei recentemente a leitura do meu artigo publicado na revista
eletrônica ZOOM do site Cia da Escola.

A química da cozinha apresenta: As cebolas
http://www.ciadaescola.com.br/zoom/imprimir_materia.asp?materia=263

Depois da construção do mesmo, em conversa com um amigo meu de
faculdade, surgiu uma questão que achei interessante e, em função disso,
resolvi expor aqui na lista. Na leitura do artigo, constata-se que a cebola
nos faz chorar em função da presença de uma enzima que transforma um
composto (ácido 1-propenilsulfênico) em outro composto, o
propanotial-S-óxido, este sim o fator lacrimejante. O interessante é que,
caso esse enzima não existisse, o ácido 1-propenilsulfênico seria
transformado 'espontaneamente' em tiossulfinato, composto responsável pelo
odor característico da cebola. Isso acontece também com o alho, mas como
este não tem a enzima LF sintase, não choramos quando o cortamos.

Minha pergunta é sobre a biologia dessa enzima. Qual é a função
biológica (em uma abordagem ou perspectiva evolucionista... estou
especulando com os biólogos) desta enzima? Qual seria sua função na cebola?
Seria (estou brincando) um disponsitivo de defesa contra cozinheiros
maldosos ? :-)

Aguardo comentários dos biólogos e demais interessados no assunto.

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Será que os animais pensam???
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2005 16:46

R. C. A. - Victor:

Não existem animais irracionais. Na fauna terráquea, poder-se-ia apontar um,
atualmente classificado como homo sapiens por um ufanismo idiota do Lineu.
Os demais só a eles e a cada um é possível definir os parâmetros para
definir o que é irracional.
Irracional seria, por exemplo, mas a eles não me limitando, torturar a
própria espécie? Estuprar filhotes? Frigir a fogo lento companheiros de
grupo por razões de opinião? Roubar o estoque de bens acumulados para
"quando o inverno chegar...."?

Você já pensou na possibilidade de ser o tal sapiens apenas um desvio dos
primatas, desvio anormal que em breve se extinguirá, sem que a Mãe Natureza,
o Bioma deles não guarde nenhuma lembrança (após a regeneração do estrago
feito por esse ser?)

Todos os animais pensam; não pensassem, seriam estáticos. Precisam planejar
o passo seguinte. Sempre. Veja que até nosso inefável e querido Deus
confessa, abaixo, que pensa. extrapólando.....

Rev. silvio, s.j.

-----Mensagem Original-----
De: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 6 de julho de 2005 00:09
Assunto: Re: [ciencialist] Será que os animais pensam???


> Aline,
> Com bastante atraso, dou minha opinião.
> Animais irracionais têm problemas existenciais? Eles têm consciência da
> morte e de seu significado? Acredito que não.
> Eles vivem, e apenas vivem. Nem sabem disso. Animais irracionais têm
> angústia? Angústia é próprio de animais racionais. Se sim, então todos
> os animais são racionais e pensam e podem fazer tudo que nós outros, em
> termos de consciência e de saberem que sabem. Se esse é o caso, mostrem
> os documentos, fotos, testemunhas oculares idôneas, registros em
> cartório com firma reconhecida e tudo o mais!...Não há nada demais em
> fazer um orangotango se reconhecer num espelho ou responder a alguns
> sons. Máquinas tamhém podem fazer isso. E nem vida têm. Um computador é
> capaz de jogar xadrez e vencer grandes mestres internacionais; um
> computador é capaz de resolver equações altamente complexas. No entanto,
> não pensa, no sentido em que o fazemos. Não têm angústias e outras
> mazelas psicológicas. Estes nem sabem, nem sabem que não sabem. A
> diferença entre uma máquina que "faz" e um cão, é que este tanto pode
> morder como apaixonar seu dono, com solicitações de carinho e exibição
> de brincadeiras. E isso é assim em razão de haver em sua estrutura "
> psicológica" certos impulsos de vida comuns a nós outros, animais
> racionais(se bem que nesta classe há uns puxados para a irracionalidade).
> Em resumo: animais não pensam, não planejam, sabem mas disso não sabem.
> O nosso cérebro e suas mumunhas nos fazem únicos na natureza, no meio
> dos seres vivos. Só na morte todos são iguais: mortos... Aí eu garanto,
> e provo.
>
> Sds,
>
> Victor.
>
> Aline Santos escreveu:
>
>> Aninmais!!!! Todos somos um, porém cada qual pensa da sua maneira,
>> certo???!!!!!
>>
>>
>> Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote: Eu não tenho a menor
>> dúvida de que os animais pensam.
>> Pelo menos é o que penso!
>> []'
>> ===========================
>> Luiz Ferraz Netto [Léo]
>> leobarretos@uol.com.br
>> http://www.feiradeciencias.com.br
>> ===========================
>> Joaquim
>>
>> #Será que os animais pensam?
>> Vejam a opinião do Dr. Renato Sabattini no site da Neurofisiologia e
>> Fisiologia Endócrina: http://neurofisiologia.cjb.net #
>>
>>
>>
>>
>> --
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>> Checked by AVG Anti-Virus.
>> Version: 7.0.300 / Virus Database: 266.5.0 - Release Date: 25/02/2005
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SUBJECT: PF dá o cano.....
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 07/06/2005 18:01

PF admite atraso em indenização para armas

R$ 2 milhões deixaram de ser pagos a donos de mais de 12 mil armas entregues no Estado. Atraso se deve ao sucesso da campanha, diz PFDesde o ano passado, o autônomo e colecionador José Mello Campos, 65 anos, espera receber os R$ 13 mil prometidos para as 106 armas que entregou, em julho, na sede da Polícia Federal, na Lapa, Zona Oeste da Capital. Entre as preciosidades que estavam em poder de Campos, havia uma espingarda Winchester de 1876, usada na guerra entre russos e tchecos. O colecionador disse já ter mandado três e-mails à PF, dois ao Ministério da Justiça e um para a Secretaria de Comunicação de Governo e Gestão Estratégica da Presidência da República (Secom). Até agora, não recebeu resposta de nenhum dos órgãos.
O caso de Campos, apesar de curioso, não é o único. A PF deve R$ 2 milhões em indenizações de entrega de armas no Estado de São Paulo. Segundo dados do Setor Regional de Administração da Superintendência da PF, ainda não foi repassado o dinheiro de aproximadamente 12 mil armas entregues.

Desde o início da Campanha do Desarmamento, em 23 de junho de 2004, até o dia 20 deste mês, a PF afirma ter recebido 110.074 armas em todo o Estado. Só na Capital, foram entregues 69.538.

A PF não tem como estimar o número de pessoas que ainda não receberam o dinheiro, mas admite pagamentos atrasados desde 2004 (apesar de o prazo estabelecido para o pagamento ser de 90 dias).

"Entreguei armas de vários países. Tinha muita coisa rara no meio", diz Campos. "Minha coleção deveria valer uns R$ 50 mil. Até agora, não recebi um tostão das indenizações a que tenho direito." Ele diz que entregou as armas porque não tinha como pagar, a cada três anos, R$ 300 para registrar cada uma delas, o que é exigido pelo Estatuto do Desarmamento.

A PF atribui o atraso no pagamento ao sucesso da campanha, que teria feito com que a verba inicialmente alocada para o pagamento das indenizações se esgotasse antes do esperado. Em nota, a PF afirma ainda que "os pagamentos continuarão sendo efetuados após o fim da campanha (em junho de 2005) e até que todos tenham recebido suas indenizações".

O delegado Humberto Prisco Neto, chefe do Setor de Comunicação Social da Superintendência Regional da PF em São Paulo, afirmou que atrasos também podem ocorrer se o requerente fornece CPF e os dados bancários incorretos ou se preenche o requerimento com letra ilegível. Segundo ele, quando as armas são entregues em postos de arrecadação conveniados, o prazo de 90 dias só começa a contar quando a instituição repassa as armas e os requerimentos à PF.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: pergunta de domínio popular (que não quer calar)
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 18:56

Nossa! Mas o vagão em movimento não está acelerado......A questão
aqui é a aceleração...ou não?

um abraço,

Byron


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiro@t...>
escreveu
> Não vai se as janelas estiverem fechadas. É o caso clássico de se
jogar
> ping-pong num vagão em movimento.
>
> -----Mensagem Original-----
> De: "profjc2003" <profjc2003@y...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: domingo, 5 de junho de 2005 06:57
> Assunto: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular (que não
quer calar)
>
>
> Bom, depois de tanto zumbido por causa de uma abelhinha, a pergunta
> que não quer calar é: alguém ainda acredita que em um automóvel de
> verdade a abelhinha irá mesmo se chocar contra o vidro traseiro? :)
>
> Abraços,
> Prof. JC
>
>
>
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SUBJECT: Re: Carvão ativado
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 18:59

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiro@t...>
escreveu
> Don Emiliano Zapata:
> Nos meus bons tempos de boemia, curava ressaca tomando comprimidos
de carvão
> ativado: Eles absorvem tudo que está no estômago. Um médico me
disse que eu
> ia ter problemas e tive: uma úlcera.
>
> Não fique envergonhado de dizer que vê o programa do ratinho: tem
gente que
> é cristão, outros torcem pro flamengo, outros são petistas...
ninguém é
> perfeito


[Byron]

Um tanto "non sense" essa de "tem gente que é cristão(...) ninguém é
perfeito"! Ser cristão, subjaz não ser perfeito?


um abraço,

Byron







> salute,
>
> silvio.
> -----Mensagem Original-----
> De: "Emiliano Chemello - Yahoo Grupos" <chemelloe@y...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>; <quimica-
qaw@yahoogrupos.com.br>;
> <naeq-ucs@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: sábado, 4 de junho de 2005 19:35
> Assunto: [ciencialist] Carvão ativado
>
>
> > Amigos,
> >
> > No programa do Ratinho (não estava assistindo, apenas me
contaram,
> > deixo
> > bem claro), o autor de um livro com o título "Acidentes
Domésticos" disse
> > que é recomendável ter sempre em casa um pouco de 'carvão
ativado'. Disse
> > também que este carvão é recomendado quando uma criança, por
exemplo,
> > ingere
> > algum produto químico, algum ácido, algum composto alcalino ou
solvente.
> > Este carvão atuaria, quando ingerido, na absorção destes
compostos
> > tóxicos,
> > como se fosse uma 'esponja' :-)
> >
> > Alguém comenta?
> >
> > [ ] 's
> > Emiliano Chemello
> > emiliano@q...
> > http://www.quimica.net/emiliano
> > http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> > [ MSN ] chemelloe@h...
> > [ ICQ ] 145060604
> >
> > "Rien ne se perd, rien ne se crée, tout se transforme"
> > Lavoisier, químico francês (1743-1794)
> >
> >
> >
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SUBJECT: [ciencialist] Re: Met, Et, Prop e But
FROM: Freddy Hazuki <freddyhazuki@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 20:01

Em 07/06/05, byronrosembergcosta<byronrosembergcosta@yahoo.com.br> escreveu:
> A origem é alemã ou russa...Algo que lembre os números que os
> correlacionam, mas não tenho certeza... Algo ainda de nebuloso, mas
> esse é ocaminho das pedras...
>
> um abraço,
>
> Byron
>

Dei uma procurada no google mas não achei... encontrei só isso:
"A origem desses prefixos é grega ou latina. Et, por exemplo, vem de
éter (do grego aither, "queimar"),"
aqui: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u8990.shtml

só fala isso.. talvez até esteja fora do contexto =P

falo


--
Freddy Hazuki
icq: 105178829
msn: freddy@bemnessa.com


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Met, Et, Prop e But
FROM: Dirceu Dias <hymboldt2005@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 07/06/2005 20:23

É realmente, os prefixos ou radicais até onde eu sei não obedecem a uma ordem. Se não estou errado o met vem do francês e o prop do inglês.

Dirceu Dias

Freddy Hazuki <freddyhazuki@gmail.com> escreveu:
Em 07/06/05, byronrosembergcosta<byronrosembergcosta@yahoo.com.br> escreveu:
> A origem é alemã ou russa...Algo que lembre os números que os
> correlacionam, mas não tenho certeza... Algo ainda de nebuloso, mas
> esse é ocaminho das pedras...
>
> um abraço,
>
> Byron
>

Dei uma procurada no google mas não achei... encontrei só isso:
"A origem desses prefixos é grega ou latina. Et, por exemplo, vem de
éter (do grego aither, "queimar"),"
aqui: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u8990.shtml

só fala isso.. talvez até esteja fora do contexto =P

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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RE: [ciencialist] Sobre a origem do conhecimento/ do pensamento animal e humano.
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, mtnos_calil@yahoo.com.br
DATE: 07/06/2005 23:37

Calil,
bem?
Não desejo discutir, só dar minha opinião e expôr o que acabei aceitando.
Os animais possuem uma consciência (inteligência?) rudimentar, ou ainda não
evoluída, se comparada à humana.
É muito comum um ser humano ter plena consciência de sí mesmo, do seu eu e
do não eu - aquilo e aquêles que estão fora da sua individualidade autônoma.
Temos consciência de 'ser', ou estar 'sendo' a gente mesmo, uma memória
fabulosa que interage com o imediato, com a imaginação, as estimativas,
intuição, instinto, as coisas e os espaços dos 'outros', etc. Nós lidamos
com o tempo e o sentimos fluir pela janela da nossa pessoa, viva e alerta.
Conseguimos 'ver', sentir e admitir o universo infinito, o 'todo' e até seu
'Criador'.
Para o animal o 'estar' substitui o nosso 'ser' e seu cérebro nem mesmo
possui mecanismos e estrutura para comportar aquilo que nos humanos custa
20% da sua energia física.
O lado 'mental' do animal pode e deve ser considerado como muito presente em
nós, o que não deixa de ser muito perturbador e um desafio para se lidar.
Daí a figura da esfinge, algo completo em sí mesmo, mas composto por
antagônicos. Convém que o corpo animal seja forte, seguro e reprodutivo, mas
que conviva com a parte mental humana e refinada, se possível em harmonia e
equilíbrio. Pode ser também admitida uma outra esfinge interior e superior,
com seus antagônicos num nível mais elevado...
Gosto de pensar que a 'mentalidade' animal pode, apesar de hoje ser algo
paralelo, representar nossa base, nosso estado pristino e básico, algo muito
menos complicado, menos corrompido e parte do nosso passado. Fica difícil de
se apreciar e aprovar o que afinal fazemos e causamos com nossa 'capacidade
maravilhosa'.
Boa sorte com o seu livro. abr/M. 07/jun

>From: Mtnos Calil <mtnos_calil@yahoo.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Sobre a origem do conhecimento/ do pensamento animal
>e humano.
>Date: Tue, 7 Jun 2005 03:34:12 -0300 (ART)
>
>Olá pessoal.
>
>Estou escrevendo um capítulo para um livro, cujo tema (do capítulo) é
>"Notas introdutórias à origem do conhecimento".
>
>Considerando que somos resultantes da Evolução, e que por exemplo, temos os
>mesmos genes dos chimpanzés na proporção de 88 ou 89%, me parece óbvio que
>qualquer estudo sobre a origem do conhecimento precisa levar em conta a
>cabecinha dos animais.
>
>A minha tese (até que seja derrubada) é que os animais não pensam porque
>pensar implica a criação de conceitos, enquanto que os animais são capazes
>de formar imagens que são retidas em sua mente (ou em sua memória). São
>capazes também de sentir várias emoções e de criar laços afetivos. (Afeto
>não precisa nem de palavras nem de pensamentos. Basta um gesto afetivo para
>criar laços afetivos).
>
>Se alguém do grupo quiser participar deste livro, seja redigindo trechos do
>mesmo, seja fazendo pesquisa, queira mandar um e-mail para este endereço:
>
>mtnoscalil@rhtbs.com.br
>
>
>Abraços
>
>Mtnos Calil
>www.rhtbs.com.br
>
>11-5891-3571
>11-8255-6510
>
>
>
>JVictor <jvoneto@uol.com.br> escreveu:
>Aline,
>Com bastante atraso, dou minha opinião.
>Animais irracionais têm problemas existenciais? Eles têm consciência da
>morte e de seu significado? Acredito que não.
>Eles vivem, e apenas vivem. Nem sabem disso. Animais irracionais têm
>angústia? Angústia é próprio de animais racionais. Se sim, então todos
>os animais são racionais e pensam e podem fazer tudo que nós outros, em
>termos de consciência e de saberem que sabem. Se esse é o caso, mostrem
>os documentos, fotos, testemunhas oculares idôneas, registros em
>cartório com firma reconhecida e tudo o mais!...Não há nada demais em
>fazer um orangotango se reconhecer num espelho ou responder a alguns
>sons. Máquinas tamhém podem fazer isso. E nem vida têm. Um computador é
>capaz de jogar xadrez e vencer grandes mestres internacionais; um
>computador é capaz de resolver equações altamente complexas. No entanto,
>não pensa, no sentido em que o fazemos. Não têm angústias e outras
>mazelas psicológicas. Estes nem sabem, nem sabem que não sabem. A
>diferença entre uma máquina que "faz" e um cão, é que este tanto pode
>morder como apaixonar seu dono, com solicitações de carinho e exibição
>de brincadeiras. E isso é assim em razão de haver em sua estrutura "
>psicológica" certos impulsos de vida comuns a nós outros, animais
>racionais(se bem que nesta classe há uns puxados para a irracionalidade).
>Em resumo: animais não pensam, não planejam, sabem mas disso não sabem.
>O nosso cérebro e suas mumunhas nos fazem únicos na natureza, no meio
>dos seres vivos. Só na morte todos são iguais: mortos... Aí eu garanto,
>e provo.
>
>Sds,
>
>Victor.
>
>Aline Santos escreveu:
>
> > Aninmais!!!! Todos somos um, porém cada qual pensa da sua maneira,
> > certo???!!!!!
> >
> >
> > Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote: Eu não tenho a menor
> > dúvida de que os animais pensam.
> > Pelo menos é o que penso!
> > []'
> > ===========================
> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > leobarretos@uol.com.br
> > http://www.feiradeciencias.com.br
> > ===========================
> > Joaquim
> >
> > #Será que os animais pensam?
> > Vejam a opinião do Dr. Renato Sabattini no site da Neurofisiologia e
> > Fisiologia Endócrina: http://neurofisiologia.cjb.net #
> >
> >
> >
> >
> > --
> > Internal Virus Database is out-of-date.
> > Checked by AVG Anti-Virus.
> > Version: 7.0.300 / Virus Database: 266.5.0 - Release Date: 25/02/2005
> >
> >
> >
> > ##### ##### #####
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> > Para saber mais visite
> > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> >
> >
> >
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> >
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> >
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> >
> >
> >
> >
> > function SearchComboBox() { if
> > (document.form_combo.keyword.value.length==0){ alert("Por favor,
> > digite algo."); return false; }else { document.form_combo.action
> >
>="http://br.rd.yahoo.com/SIG=12al7s3cp/M=264105.3931087.6562589.1588051/D=brclubs/S=2137111528:HM/EXP=1111229323/A=2361264/R=0/SIG=11uaou2jn/*http://www.bondfaro.com/bondfaro/in/combosearch_in.jsp?sk=11";
> > } return true;} [input] [input] [input]
> >
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> > __________ Informação do NOD32 1.1028 (20050318) __________
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SUBJECT: Re: Met, Et, Prop e But
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 00:14

Os prefixos tEm origem historica nos nomes de substancias das quais os
radicais foram inicialmente derivados e caracterizados.

http://ursula.chem.yale.edu/~chem125/125/history99/5Valence/Nomenclature/alkanenames.html

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Dirceu Dias <hymboldt2005@y...>
escreveu
> É realmente, os prefixos ou radicais até onde eu sei não obedecem a
uma ordem. Se não estou errado o met vem do francês e o prop do inglês.
>
> Dirceu Dias
>
> Freddy Hazuki <freddyhazuki@g...> escreveu:
> Em 07/06/05, byronrosembergcosta<byronrosembergcosta@y...> escreveu:
> > A origem é alemã ou russa...Algo que lembre os números que os
> > correlacionam, mas não tenho certeza... Algo ainda de nebuloso, mas
> > esse é ocaminho das pedras...
> >
> > um abraço,
> >
> > Byron
> >
>
> Dei uma procurada no google mas não achei... encontrei só isso:
> "A origem desses prefixos é grega ou latina. Et, por exemplo, vem de
> éter (do grego aither, "queimar"),"
> aqui: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u8990.shtml
>
> só fala isso.. talvez até esteja fora do contexto =P
>
> falo
>
>
> --
> Freddy Hazuki
> icq: 105178829
> msn: freddy@b...
>
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> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Em Lisboa: Fazer contas ao Mundo e mais...
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 01:56

E aqui vão acontecimentos cientícos e culturais em Lisboa:
1- Manuel Collares Pereira (INETI) falará no dia 8 de junho pelas 18h
no auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian sobre Energia e
Ambiente num Mundo com muita gente; quem aparecer até às 17:30 h tem
direito a uma t-shirt (camiseta) além de documentação da palestra;
2--Curso de astronomia e microfoguetes.na Associação para a Promoção
Cultural da Criança-APCC;
3--"Quintas de Ciência" O nosso habitat cósmico por Filipe Duarte
Santos 30 de Junho na Biblioteca/Museu República e Resistência no
Espaço Cidade Universitária;
4--Ciclo de confer^
encias "Histórias da Ciência:os dez primeiros capítulos" Personagens
Históricos e Literários e Sindromas Psiquiátricos Associados, por
António Albuquerque, 17 de Junho 18:30 min na Culturgest;
5--Ciclo de conferências "O cérebro e a Linguagem" Afasia e Discurso,
17 de Junho 18h na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da
Universidade Nova de Lisboa;
6-- ENCONTRO INTERNACIONAL EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: Caminhos e
encruzilhadas, 14, 15 de Julho na Faculdade de Ci~encias da
Universidade de Lisboa;
7--Relativistic Physics and the Liberation of Time por Franco Selleri
8 de Junho, 18h na Faculdade de Ciências da universidade de Lisboa;
8--Minimal Naturalisme, por Daniel Andler a 9 de Junho pelas 12h na
FCUL, Universidade de Lisboa;
9--EINSTEIN @PT Workshop 27,28 Junho;
10--Einstein e o Ano Internacional da física Dia 11 de junho no
Auditório da Feira do Livro, no Parque Eduardo VII;
11--A Ciência e o Desporto, exposição no Pavilhão do Conhecimento e
paralelamente actividades desportivas até 18 de Setembro, entrada livre;
12--Exploratorium. Vê, Faz, Aprende. A casa Inacabada, Matemática Viva
Exposicção, Pavilhão do Conhecimento;
13--Concurso Solar Padre Himalaia, até 26 de Junho, Pavilhão do
Conhecimento, Cienciaviva;
14--À descoberta...Sentir a Matemática e do Parecer ao Ver, sábado 16h
e Domingo 12h e 16h no Pavilhão do Conhecimento;
15--Prémio Rómulo de Carvalho, Concurso para professores de F
ísica e de Físco-Química do ensino básico e Secundário, Inscrições até
31 de Julho Na Sociedade Portuguesa de Física.
Boas férias
Maria Natália





SUBJECT: Fw: Citologia na antiguidade
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2005 03:50

Eu Cito, tu citas ele cita....

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Dedeguinho" <dfocoelho@bol.com.br>
Para: "leobarretos" <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 6 de junho de 2005 20:07
Assunto: Citologia na antiguidade


Professor, meu nome é Diego e curso Zootecnia na UFPB, meu professor de citologia nos designou uma pesquisa sobre citologia na antiguidade porém já tentei tudo o que pude e não consegui, visto que a biblioteca de nossa faculdade no momento está um pouco carente. Agradeço pela antenção, espero que o senhor possa me ajudar.
Obrigado, Diego.

__________________________________________________________________________
UOL Fone: Fale com o Brasil e o Mundo com até 90% de economia.
http://www.uol.com.br/fone





--
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SUBJECT: Fw: pulseiras de neon
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2005 03:52

Não conheço tais pulseiras. Será algo parecido a aqueles tubinhos fosforescentes de pescaria? (quebra o vidro e a luz esverdeada aparece)?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Flávia Henriques" <flavia_ghenriques@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 6 de junho de 2005 20:18


| Oi Prof. Luiz,
|
| Td bem? Meu nome é Flávia e eu estou no 2°ano do Ensino Médio...
| Tenho um trabalho de quimica pra fazer e o tema é "Neon"... Eu gostaria d
| saber o porquê de colocarmos aquelas pulseiras de neon (usadas em festas) no
| congelador para que seu brilho seja prolongado...
| Muito obrigada pela atenção!!!!
|
| Flávia
|
| _________________________________________________________________
| MSN Messenger: converse online com seus amigos .
| http://messenger.msn.com.br
|
|
|
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|
|


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2005 04:11

Oi Hélio,

agora sem brincadeiras. Meus comentários procedem?
[]'
agora com brincadeiras. É de boa procedência?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 6 de junho de 2005 16:25
Assunto: [ciencialist] Re: pergunta de domínio popular


--- Em ciencialist "Luiz Ferraz Netto" escreveu
> ...
>...
>...
>
> Eis os divinos comentários e, como sou o mais velho do grupo, por
respeito, dirão que tenho razão! E ai de quem disser o
contrário! :-)
>

O SENHOR TEM TODA RAZÃO!!!!!

[ ]'s
Hélio

PS.: Mas que se move acelerado se move...







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SUBJECT: Fw: Dúvida.....
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2005 05:34

Especialistas em repolhos ... mãos à obra!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Vinicius Silveira" <viniciussilveira007@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: terça-feira, 7 de junho de 2005 20:32
Assunto: Dúvida.....


| Boa noite Léo,
|
| Eu estou fazendo um dos seus experimentos do seu site e surgiu algumas
| duvidas.....
|
| -Como que o extrato de repolho funciona como indicador ?
| -E por que o extrato de repolho é um indicador?
|
| O meu nome é Vinicius e estou cursando o 1º Colegial.
| Mas tem um problema você pode me responder isso ainda hoje para mim.
|
| Obrigado desde já,
|
| Vinicius
|
| _________________________________________________________________
| Chegou o que faltava: MSN Acesso Grátis. Instale Já!
| http://www.msn.com.br/discador
|
|
|
| --
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| Version: 7.0.322 / Virus Database: 267.6.2 - Release Date: 04/06/2005
|
|


SUBJECT: Fw: QAW => Opinião sobre as Cebolas
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2005 09:46

Takata et al biólogos de plantão,

Procede as declarações da minha colega de outra lista?

[ ] 's do Emiliano Chemello

----- Original Message -----
From: Thaís
To: quimica-qaw@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 07, 2005 3:47 PM
Subject: QAW => Opinião sobre as Cebolas


Emiliano,

pode parecer brincadeira, mas minha opinião é que realmente essa enzima
presente na cebola seja um mecanismo de defesa, claro que não contra nós,
humanos.

A maioria dos vegetais possuem sutis mecanismos de defesa, como os espinhos
das rosas, a ardência da urtiga, ou a forma de algumas orquídeas, e eu ainda
poderia citar mais centenas de outros exemplos.

As plantas nos parecem tão passivas, mas elas têm uma infinidade de
mecanismos de interação, seja para atrair polinizadores, para preservar suas
folhas de predadores, do sol, seja para otimizar sua absorção de nutrientes.

No caso da cebola, ela é um bulbo, ou seja, uma parte subterrânea do
vegetal, que na maioria dos casos tem a função de armazenar nutrientes, e
assim o vegetal pode enfrentar longos períodos de dormência, ou inatividade.

Agora, começando a especular, e pensando evolutivamente, uma reserva de
nutrientes como essa, grande e suculenta, como no caso da cebola, devia
chamar a atenção de muitos predadores, de todos os tipos, de insetos a
bactérias e fungos.

Se essa enzima presente na cebola produz um composto irritante até para nós
humanos, imagina o efeito irritante que teria em pequenos animais, insetos
ou outros predadores. Acho que é mais ou menos por aí. Afinal, devemos dar
crédito a Darwin.

Bem, essa é minha opinião. Qualquer coisa, estou a disposição.

Abraço,

Thaís.






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SUBJECT: Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 11:17


--- Em ciencialist JVictor escreveu
> ...mas o paradoxo dos gêmeos não é um paradoxo.

O PARADOXO do gêmeos (ou dos relógios) é uma assombração na vida dos
relativistas. Quando ele aparece na suas frentes eles fecham os
olhos e dizem para si mesmos: "Não existe, não existe, não existe".
Mas não adianta, ao abrirem os olhos o fantasma ainda está lá.
:-)
:-)
:-)

Perguntas:
1- Como pode haver o reencontro se o tempo local transcorrido de
cada um foi diferente???
Lembre que eles estarão novamente no mesmo ponto do "Espaço-tempo".

2- E se o viajante enviar um bip para o irmão a cada 5 min no seu
relógio. Quantos bips terão contado cada um até ao final da viagem
(ida e volta)?

Além destas duas tem "milhares" de outras perguntinhas difíceis para
quem defende que a coisa é não simétrica e outras tantas para quem
defende que é simétrica (que ele teriam a mesma idade).

[ ]'s
Hélio




SUBJECT: Re: pergunta de domínio popular
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 11:57


--- Em ciencialist "Luiz Ferraz Netto" escreveu
> Oi Hélio,
>
> agora sem brincadeiras. Meus comentários procedem?
> []'
> agora com brincadeiras. É de boa procedência?


Mesmo que seu comentários não procedessem eles sempre seriam de
ótima procedência!!!

SEM BRINCADEIRAS:
Aprendi na graduação que o nome destas forças (sem aspas agora) eram
forças fictícias.
Não me pergunte porque alguém deu este nome para elas algum dia.

Mas se me fosse dado o poder de denomina-las eu o faria da mesma
forma e vou explicar esta minha opinião.

Acho que a primeira lei de Newton encerra muita informação naquelas
poucas palavras. Talvez nem o próprio Newton tenha visto o
quanto :-).

Acho que a maior informação ali é repouso=MRU ou seja o espaço NÃO é
absoluto mas um referencial inercial é privilegiado.

Isto é para você pensar na chácara.

COM BRINCADEIRAS
O escritor da bíblia para simbolizar o poder dos seres humanos diz:
"Deus disse para o homem dar nome aos animais".
Só denomina quem domina.
Mas para mudar um nome já dado por outro não basta ser humano, tem
que ser deus. Logo o SENHOR tem todo o direito de mudar a expressão
"força fictícia".
:-)

[ ]'s
Hélio






SUBJECT: Re: Fw: QAW => Opinião sobre as Cebolas
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 14:48

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
> Procede as declarações da minha colega de outra lista?

Parece q. sim.

==========
Dugravot S, Thibout E, Abo-Ghalia A, Huignard J 2004 - How a
specialist and a non-specialist insect cope with dimethyl disulfide
produced by Allium porrum. ENTOMOL. EXPER. ET APPL. 113 (3): 173-9.
Abstract: Damaged Allium plants produce and release sulfur
allelochemicals, presumably to prevent insect herbivory. Defensive
sulfur compounds, particularly dimethyl disulfide (DMDS), are highly
toxic for non-adapted species. The toxicity of DMDS in these insects
is due to disruption of the cytochrome oxidase system of their
mitochondria. The purpose of this study was to compare susceptibility
to DMDS in a specialist and a non-specialist insect of Allium plants,
i.e., Acrolepiopsis assectella Zeller (Lepidoptera: Acrolepiidae) and
Callosobruchus maculatus Fabricius (Coleoptera: Bruchidae) a
specialist insect of Leguminosae. Results showed that A. assectella
larvae are less susceptible to DMDS than C. maculatus adults. This
bruchid becomes more tolerant after a first exposure to 0.2 mul l(-1)
of DMDS, with second-exposure toxicity depending on the time lapse
between exposures. Higher second-exposure tolerance could be due to
selection and detoxification. To answer this question, the activity
of glutathione S-transferase (GST), a key enzyme in the
detoxification system, was analyzed after DMDS exposure of C.
maculatus adults and larvae and of A. assectella larvae. Exposure to
DMDS increased GST activity in C. maculatus adults and larvae. This
finding implies that induced GST is involved in C. maculatus
tolerance to DMDS. Exposure to DMDS had no effect on GST activity in
A. assectella. Adaptations underlying A. assectella tolerance to
sulfur compounds are discussed.
============

Mas devemos ter em mente q. a cebola eh uma especie cultivada e
modificada bastante ao longo do tempo por selecao artificial
promovida pelos humanos - parte das caracteristicas podem ter sido
selecionadas em funcao de maior picancia, maior sabor e outros.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Lâmpada-Chama
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 16:29

Olás!

Alguém tem alguma informação sobre o funcionamento da lâmpada-chama?

Explico. Estava eu a passar na frente de uma lojinha de artigos
católicos apostólicos romanos, quando chamou-me a atenção uma chama de
uma vela. De relance era possível notar que não se tratava de uma vela
comum. Observando com mais atenção, vi que se tratava, na verdade, de
uma lâmpada. Em vez de um filamento que brilhava, havia um par de
lâminas paralelas, separadas por 1 mm aproximadamente (medido com o
"olhômetro"), em forma de "gota" ou "chama de vela", onde um estranho
brilho rubro bruxuleava. Minha explicação para o fenômeno (não pude
observar de perto a lâmpada que estava acesa) é que forma-se uma
fagulha entre as duas lâminas, e esta fagulha desloca-se, já que onde
ela se forma, a lâmina fica rubra e tem sua resistência elétrica
aumentada (meu palpite). A eletricidade "procura" sempre o caminho com
menos resistência, de modo que o movimento da fagulha é contínuo
(aleatório?).

Informado pela vendedora que se tratava de uma "lâmpada chama",
resolvi fazer o que faço melhor: procurar no Google referências sobre
a mesma, e só encontrei uma ou duas listas de material para funerárias...

Alguém tem alguma outra informação sobre a dita lâmpada? Está certa a
minha suposição sobre o funcionamento da mesma?

[]s
--
César A. K. Grossmann
http://www.LinuxByGrossmann.cjb.net/
"Indiferente a tudo isto, a espécie humana eventualmente se
extinguirá, e talvez não deixe herdeiros 'sapientes'."
(desculpem pelo plágio, não consegui resistir)




SUBJECT: Fw: [ciencialist] Re: Fw: QAW => Opinião sobre as Cebolas
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <quimica-qaw@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2005 17:32

Olá Thaís Lima, Olá Roberto.

Parece que alguns cientistas fizeram estudos sobre isso.

How a specialist and a non-specialist insect cope with dimethyl disulfide
produced by Allium porrum
http://www.blackwell-synergy.com/links/doi/10.1111/j.0013-8703.2004.00216.x/abs/
clicando no botão "pdf" se tem acesso ao artigo na íntegra.

Abaixo segue a opinião de um biólogo de outra lista.

uma pergunta: Allium porrum é uma espécie de cebola? No meu artigo, me
referi a cebola genericamente como "Allium cepa". Estou correto?

[ ] 's
Emiliano Chemello

----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, June 08, 2005 2:48 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: QAW => Opinião sobre as Cebolas


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
> Procede as declarações da minha colega de outra lista?

Parece q. sim.

==========
Dugravot S, Thibout E, Abo-Ghalia A, Huignard J 2004 - How a
specialist and a non-specialist insect cope with dimethyl disulfide
produced by Allium porrum. ENTOMOL. EXPER. ET APPL. 113 (3): 173-9.
Abstract: Damaged Allium plants produce and release sulfur
allelochemicals, presumably to prevent insect herbivory. Defensive
sulfur compounds, particularly dimethyl disulfide (DMDS), are highly
toxic for non-adapted species. The toxicity of DMDS in these insects
is due to disruption of the cytochrome oxidase system of their
mitochondria. The purpose of this study was to compare susceptibility
to DMDS in a specialist and a non-specialist insect of Allium plants,
i.e., Acrolepiopsis assectella Zeller (Lepidoptera: Acrolepiidae) and
Callosobruchus maculatus Fabricius (Coleoptera: Bruchidae) a
specialist insect of Leguminosae. Results showed that A. assectella
larvae are less susceptible to DMDS than C. maculatus adults. This
bruchid becomes more tolerant after a first exposure to 0.2 mul l(-1)
of DMDS, with second-exposure toxicity depending on the time lapse
between exposures. Higher second-exposure tolerance could be due to
selection and detoxification. To answer this question, the activity
of glutathione S-transferase (GST), a key enzyme in the
detoxification system, was analyzed after DMDS exposure of C.
maculatus adults and larvae and of A. assectella larvae. Exposure to
DMDS increased GST activity in C. maculatus adults and larvae. This
finding implies that induced GST is involved in C. maculatus
tolerance to DMDS. Exposure to DMDS had no effect on GST activity in
A. assectella. Adaptations underlying A. assectella tolerance to
sulfur compounds are discussed.
============

Mas devemos ter em mente q. a cebola eh uma especie cultivada e
modificada bastante ao longo do tempo por selecao artificial
promovida pelos humanos - parte das caracteristicas podem ter sido
selecionadas em funcao de maior picancia, maior sabor e outros.

[]s,

Roberto Takata







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SUBJECT: Re: Fw: Dúvida.....
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 17:57

Nao responda hj. De um tempo antes de dar a resposta.

O extrato de repolho funciona como indicador devido 'a presenca de
certos pigmentos - moleculas chamadas antocianinas. pH maior ou menor
(isto eh, concentracoes baixas ou altas de protons na solucao)
alteram o estado de distribuicao eletronica dessas moleculas. Essa
alteracao resulta na mudanca das propriedades de absorcao e reflexao
de luz por essas moleculas - isto eh, altera a cor.

No caso do extrato de repolho, pH baixo leva a uma coloracao
avermelhada; pH neutro, arroxeada; pH mais altos vai do azulado ao
amarelo esverdeado.

http://www.moderna.com.br/artigos/quimica/0036
http://www.feiradeciencias.com.br/sala21/21_07.asp

Aparentemente essa propriedade dos pigmentos da planta nao trazem
nenhuma vantagem seletiva; calha apenas de ser uma propriedade do
pigmento q. confere a cor arroxeada caracteristica do repolho-roxo -
a cor sim deve ter sido selecionada pelos cultivadores ao longo das
geracoes.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Especialistas em repolhos ... mãos à obra!
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> -----Mensagem Original-----
> De: "Vinicius Silveira" <viniciussilveira007@h...>
> | -Como que o extrato de repolho funciona como indicador ?
> | -E por que o extrato de repolho é um indicador?




SUBJECT: Re: Fw: Citologia na antiguidade
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 18:12

Na antiguidade nao existia citologia. A celula foi descoberta apenas
no sec. 17 com a invencao do microscopio optico.

http://fig.cox.miami.edu/~cmallery/150/unity/cell.text.htm

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Eu Cito, tu citas ele cita....
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> -----Mensagem Original-----
> De: "Dedeguinho" <dfocoelho@b...>
> Professor, meu nome é Diego e curso Zootecnia na UFPB, meu
professor de citologia nos designou uma pesquisa sobre citologia na
antiguidade porém já tentei tudo o que pude e não consegui, visto que
a biblioteca de nossa faculdade no momento está um pouco carente.
Agradeço pela antenção, espero que o senhor possa me ajudar.
> Obrigado, Diego.





SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: niquelação cromeação
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2005 18:23

Deus:
O consulente deve visitar uma oficina de cromagem - normalmente ligada a
armeiros e existem em todas as cidades. Na prática ele verá como se faz o
processo eletrolítico com diversos tipos de revestimentos, inclusive ouro.

sds.,
silvio.

-----Mensagem Original-----
De: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
Para: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 7 de junho de 2005 07:38
Assunto: [ciencialist] Fw: niquelação cromeação


niquelação cromeaçãoQuem pode dar um experimento simples (caseiro) para
atender o consulente abaixo?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Henrique Ricardo Junior
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 6 de junho de 2005 14:50
Assunto: niquelação cromeação


Leo, boa tarde.

Primeiramente, gostaria de elogiar o site, que além de ser muito bom (
simples e prático ) , salva muitas vezes nossa pele para responder aqueles
famosos porques da garotada ...

Gostaria de saber como funciona o processo de cromeação ou niquelação de
metais.

Na realidade , eu até sei mais ou menos , que é a transferência de um metal
para outro , devido as cargas entre o níquel e o aço , ou entre o cromo e o
aço.

Mas , tenho uma sobrinha muito curiosa , e diga-se de passagem ainda bem ,
não se contenta apenas em saber na teoria.

Gostaria, de , se for possível, você me fornecesse como funciona este
processo, para eu tentar fazer a experiência em casa e mostrar para ela...

Se possível , com o aço ou ferro....

Fico muito agradecido .


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Química na cozinha...
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 19:41

Bom...Ao contrário de muita gente eu não me convenci de que haja
tanta química na cozinha assim....Há Ciência? Sim existe uma ciência
útil na cozinha. Química, pouco provável...Na verdade se faz mais
química comendo do que fazendo...Ou se faz mais matemática do que
qualquer outra coisa....rs


As únicas coisas que pude identificar, como uma sendo fenômenos
químicos, foram: Acender, ao que se dá o nome de, fósforo, acender um
gás de combustão (vulgo acender o fogão) e quando queimamos os
alimentos voluntariamente ou por imprudência, quer por combustão quer
por pirólise....Creio que o restante sejam processos físicos ou
biológicos....

Quando cozinhamos:

* desnaturamos algumas proteínas, por "quebra" de interações
intermoleculares, o que não se constitui em um processo químico ( se
isso fosse considerado química, fazer ebulir água tb seria um
processo químico e não é).....Isso vale para o leite, ovo, etc...

* hidratamos e enchemos com água alguns polímeros naturais, como o
amido e suas variações....Daí o arroz, o feijão, outras leguminosas,
verduras e o escambau serem consideradas cozidas! Mas tb não vejo
química nisso...

* Fazer uma solução, molecular ou iônica, embora esse conceito esteja
enraizado, não é um processo químico.....Esse é um processo altamente
reversível....o que perde a chancela de fenômeno químico, ou não?...

* Fermentação é um processo microbiológico e não químico....Então
fazer bolo, massa de pizza e de pão não se constitui num processo
químico...

Extrair pigmentos, substâncias que sensibilizam o nosso paladar ou
olfato, também não é química....

Não é à-toa que a maioria dos químicos não sabem nada de cozinha,
ficam como dizem atolados.... E não falo disso sem fundamento eu sou
o maior exemplo disso, mesmo depois de 4 anos de garduação...rs

Tudo é uma mera atividade de misturar coisas e rezar para satisfazer
o paladar de um bom número de pessoas.....E para ser sincero, cortar
cebola não é fazer química....A química até explica, mas....

Se estou errado, não me deixem morrer na ignorância...Por favor, me
convençam......

um abraço,

Byron








SUBJECT: Citologia no Museu
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 19:42

At 18:12 8/6/2005, you wrote:
>Na antiguidade nao existia citologia. A celula foi descoberta apenas
>no sec. 17 com a invencao do microscopio optico.
>
><http://fig.cox.miami.edu/~cmallery/150/unity/cell.text.htm>http://fig.cox.miami.edu/~cmallery/150/unity/cell.text.htm
>
>[]s,
>
>Roberto Takata



Ah, sim, e o cara que inventou o Microscopio... o Lewhouck ou coisa assim,
tem um Museu em Leiden, na Holanda, que é uma espécie de cidade basicamente
universitaria, pertinho de Amsterdam.

Vale a pena ver.

Se não pelo museu, ao menos pelas lôras.
Eu vi, lá, pelo menos, umas 200 melhores que qualquer dessas top model gauchas.

E pra achar...
não precisa microscópio não.

Abre o olho.
L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Lâmpada-Chama
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2005 19:46

Olá César,

eu tenho essa lâmpada em meu laboratório. Trata-se de uma lâmpada néon usada para explicar a condução de gases ionizados. As duas plaquetas metálicas em forma de gota é apenas alegoria. A lâmpada é alimentada com tensão alternada de 110V (há um resistor em série incrustado na base da lâmpada para limitar a intensidade de corrente); num semi ciclo uma das plaquetas brilha (por ser o catodo) no próximo semi ciclo brilha a outra placa (o brilho é o resultado da ionização do néon). Como a alternância de 60Hz, a piscada tem freqüência 120 Hz, o que dá a impressão 'bruxuleante.
Dica: Alimente essa lâmpada usando um diodo retificador em série e verá que apenas uma das plaquinhas 'acende'.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "César A. K. Grossmann" <cesarakg@bol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 8 de junho de 2005 16:29
Assunto: [ciencialist] Lâmpada-Chama


Olás!

Alguém tem alguma informação sobre o funcionamento da lâmpada-chama?

Explico. Estava eu a passar na frente de uma lojinha de artigos
católicos apostólicos romanos, quando chamou-me a atenção uma chama de
uma vela. De relance era possível notar que não se tratava de uma vela
comum. Observando com mais atenção, vi que se tratava, na verdade, de
uma lâmpada. Em vez de um filamento que brilhava, havia um par de
lâminas paralelas, separadas por 1 mm aproximadamente (medido com o
"olhômetro"), em forma de "gota" ou "chama de vela", onde um estranho
brilho rubro bruxuleava. Minha explicação para o fenômeno (não pude
observar de perto a lâmpada que estava acesa) é que forma-se uma
fagulha entre as duas lâminas, e esta fagulha desloca-se, já que onde
ela se forma, a lâmina fica rubra e tem sua resistência elétrica
aumentada (meu palpite). A eletricidade "procura" sempre o caminho com
menos resistência, de modo que o movimento da fagulha é contínuo
(aleatório?).

Informado pela vendedora que se tratava de uma "lâmpada chama",
resolvi fazer o que faço melhor: procurar no Google referências sobre
a mesma, e só encontrei uma ou duas listas de material para funerárias...

Alguém tem alguma outra informação sobre a dita lâmpada? Está certa a
minha suposição sobre o funcionamento da mesma?

[]s
--
César A. K. Grossmann
http://www.LinuxByGrossmann.cjb.net/
"Indiferente a tudo isto, a espécie humana eventualmente se
extinguirá, e talvez não deixe herdeiros 'sapientes'."
(desculpem pelo plágio, não consegui resistir)




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SUBJECT: Química na cozinha...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 19:47

Então me confesse, Byron, o que tu andou comendo hoje...
e eu te conto qual a química que te pega.

L.E.






At 19:41 8/6/2005, you wrote:
>Bom...Ao contrário de muita gente eu não me convenci de que haja
>tanta química na cozinha assim....Há Ciência? Sim existe uma ciência
>útil na cozinha. Química, pouco provável...Na verdade se faz mais
>química comendo do que fazendo...Ou se faz mais matemática do que
>qualquer outra coisa....rs
>
>
>As únicas coisas que pude identificar, como uma sendo fenômenos
>químicos, foram: Acender, ao que se dá o nome de, fósforo, acender um
>gás de combustão (vulgo acender o fogão) e quando queimamos os
>alimentos voluntariamente ou por imprudência, quer por combustão quer
>por pirólise....Creio que o restante sejam processos físicos ou
>biológicos....
>
>Quando cozinhamos:
>
>* desnaturamos algumas proteínas, por "quebra" de interações
>intermoleculares, o que não se constitui em um processo químico ( se
>isso fosse considerado química, fazer ebulir água tb seria um
>processo químico e não é).....Isso vale para o leite, ovo, etc...
>
>* hidratamos e enchemos com água alguns polímeros naturais, como o
>amido e suas variações....Daí o arroz, o feijão, outras leguminosas,
>verduras e o escambau serem consideradas cozidas! Mas tb não vejo
>química nisso...
>
>* Fazer uma solução, molecular ou iônica, embora esse conceito esteja
>enraizado, não é um processo químico.....Esse é um processo altamente
>reversível....o que perde a chancela de fenômeno químico, ou não?...
>
>* Fermentação é um processo microbiológico e não químico....Então
>fazer bolo, massa de pizza e de pão não se constitui num processo
>químico...
>
>Extrair pigmentos, substâncias que sensibilizam o nosso paladar ou
>olfato, também não é química....
>
>Não é à-toa que a maioria dos químicos não sabem nada de cozinha,
>ficam como dizem atolados.... E não falo disso sem fundamento eu sou
>o maior exemplo disso, mesmo depois de 4 anos de garduação...rs
>
>Tudo é uma mera atividade de misturar coisas e rezar para satisfazer
>o paladar de um bom número de pessoas.....E para ser sincero, cortar
>cebola não é fazer química....A química até explica, mas....
>
>Se estou errado, não me deixem morrer na ignorância...Por favor, me
>convençam......
>
>um abraço,
>
>Byron


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Química na cozinha...
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 20:25

Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química comendo do que
fazendo...

Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo; o famigerado
prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne ensopada,
salada...Depois tomei sorverte e um suco...Me diz onde há química em
fazer tudo acima...

um abraço,

Byron






--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> Então me confesse, Byron, o que tu andou comendo hoje...
> e eu te conto qual a química que te pega.
>
> L.E.
>
>
>
>
>
>
> At 19:41 8/6/2005, you wrote:
> >Bom...Ao contrário de muita gente eu não me convenci de que haja
> >tanta química na cozinha assim....Há Ciência? Sim existe uma
ciência
> >útil na cozinha. Química, pouco provável...Na verdade se faz mais
> >química comendo do que fazendo...Ou se faz mais matemática do que
> >qualquer outra coisa....rs
> >
> >
> >As únicas coisas que pude identificar, como uma sendo fenômenos
> >químicos, foram: Acender, ao que se dá o nome de, fósforo, acender
um
> >gás de combustão (vulgo acender o fogão) e quando queimamos os
> >alimentos voluntariamente ou por imprudência, quer por combustão
quer
> >por pirólise....Creio que o restante sejam processos físicos ou
> >biológicos....
> >
> >Quando cozinhamos:
> >
> >* desnaturamos algumas proteínas, por "quebra" de interações
> >intermoleculares, o que não se constitui em um processo químico (
se
> >isso fosse considerado química, fazer ebulir água tb seria um
> >processo químico e não é).....Isso vale para o leite, ovo, etc...
> >
> >* hidratamos e enchemos com água alguns polímeros naturais, como o
> >amido e suas variações....Daí o arroz, o feijão, outras
leguminosas,
> >verduras e o escambau serem consideradas cozidas! Mas tb não vejo
> >química nisso...
> >
> >* Fazer uma solução, molecular ou iônica, embora esse conceito
esteja
> >enraizado, não é um processo químico.....Esse é um processo
altamente
> >reversível....o que perde a chancela de fenômeno químico, ou
não?...
> >
> >* Fermentação é um processo microbiológico e não químico....Então
> >fazer bolo, massa de pizza e de pão não se constitui num processo
> >químico...
> >
> >Extrair pigmentos, substâncias que sensibilizam o nosso paladar ou
> >olfato, também não é química....
> >
> >Não é à-toa que a maioria dos químicos não sabem nada de cozinha,
> >ficam como dizem atolados.... E não falo disso sem fundamento eu
sou
> >o maior exemplo disso, mesmo depois de 4 anos de garduação...rs
> >
> >Tudo é uma mera atividade de misturar coisas e rezar para
satisfazer
> >o paladar de um bom número de pessoas.....E para ser sincero,
cortar
> >cebola não é fazer química....A química até explica, mas....
> >
> >Se estou errado, não me deixem morrer na ignorância...Por favor, me
> >convençam......
> >
> >um abraço,
> >
> >Byron
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Quím na cozinha: gelatinização do amido ...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 20:30

At 20:25 8/6/2005, you wrote:
>Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química comendo do que
>fazendo...
>
>Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo; o famigerado
>prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne ensopada,
>salada...Depois tomei sorverte e um suco...Me diz onde há química em
>fazer tudo acima...
>
>um abraço,
>
>Byron



Quando você cozinha o arroz, você provoca o que ?

Por que não come o arroz cru mesmo ?

L.E.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Quím na cozinha: sorvete e carne
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 20:33

At 20:25 8/6/2005, you wrote:
>Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química comendo do que
>fazendo...
>
>Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo; o famigerado
>prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne ensopada,
>salada...Depois tomei sorvete e um suco...Me diz onde há química em
>fazer tudo acima...
>
>um abraço,
>Byron



Como é que esse sorvete permanece sólido, mesmo estando próximo de zero
grau... sob temperaturas de 30º C ?

Por que quando derrete... o seu um litro de sorvete não apresenta nem 300 ml ?

Como é que esse seu suco de maracujá... todo dia... vindo de qualquer
garrafa da maguary, ao longo dos anos, tem sempre a mesma cor e o mesmo
gosto...
se dois maracujas, comprados na feira, nunca são sequer parecidos ?

E a carne assada... por que ela foi envolta em papel aluminio ?

L.E.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Quím na cozinha: gelatinização do amido ...
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 20:35

Nossa!

E absorver água no amido é fazer química... A única coisa que vc faz
é inchar a estrutura do amido com água, só isso!!! Isso não é química
sebnhor!...Não há reação alguma nisso meu filho!....São apenas
interações que ocorrem entre moléculas de água e os grupos polares na
estrutura do amido...Então isso não se constitui em um processo
químico? Acho que vc está se confundindo...


um abraço,

Byron




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> At 20:25 8/6/2005, you wrote:
> >Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química comendo do que
> >fazendo...
> >
> >Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo; o
famigerado
> >prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne ensopada,
> >salada...Depois tomei sorverte e um suco...Me diz onde há química
em
> >fazer tudo acima...
> >
> >um abraço,
> >
> >Byron
>
>
>
> Quando você cozinha o arroz, você provoca o que ?
>
> Por que não come o arroz cru mesmo ?
>
> L.E.
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 20:42

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> At 20:25 8/6/2005, you wrote:
> >Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química comendo do que
> >fazendo...
> >
> >Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo; o
famigerado
> >prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne ensopada,
> >salada...Depois tomei sorvete e um suco...Me diz onde há química em
> >fazer tudo acima...
> >
> >um abraço,
> >Byron
>
>
>
> Como é que esse sorvete permanece sólido, mesmo estando próximo de
zero
> grau... sob temperaturas de 30º C ?
>
> Por que quando derrete... o seu um litro de sorvete não apresenta
nem 300 ml ?

[Byron]
Sinceramente eu não entendi o que vc quiz dizer acima...




>
> Como é que esse seu suco de maracujá... todo dia... vindo de
qualquer
> garrafa da maguary, ao longo dos anos, tem sempre a mesma cor e o
mesmo
> gosto...

[Byron]

Não seria por que a garrafa está fechada?rs
E adicionar um flavonoide, um corante a algum alimento se constitui
agora em um processo químico...? Já falei aqui que a cozinha não
passa de um grande laboratório de misturas....prove o contrário!

> se dois maracujas, comprados na feira, nunca são sequer parecidos ?


[Byron]
E ser feio ou bonito é objeto da química?rs


> E a carne assada... por que ela foi envolta em papel aluminio ?
>
> L.E.
>

L.E.R, não torne a questão tão complicada....Me diga que tipo
processo químico que a minha mãe faz ao fazer o que eu lhe disse no e-
mail anterior......Só isso.....


um abraço,

Byron


>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: Quím na cozinha: gelatinização do amido ...
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 20:49

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "byronrosembergcosta"
<byronrosembergcosta@y...> escreveu
> Nossa!
>
> E absorver água no amido é fazer química... A única coisa que vc
faz
> é inchar a estrutura do amido com água, só isso!!! Isso não é
química
> sebnhor!...Não há reação alguma nisso meu filho!....São apenas
> interações que ocorrem entre moléculas de água e os grupos polares
na
> estrutura do amido...Então isso não se constitui em um processo
> químico? Acho que vc está se confundindo...
>


[Byron]

Errata ( com ponto de exclamação e não com uma interrogação como na
mensagem original)

Leia-se: Então isso não se constitui em um processo químico!



que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 20:57

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> At 20:25 8/6/2005, you wrote:
> >Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química comendo do que
> >fazendo...
> >
> >Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo; o
famigerado
> >prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne ensopada,
> >salada...Depois tomei sorvete e um suco...Me diz onde há química em
> >fazer tudo acima...
> >
> >um abraço,
> >Byron
>
>
>
> Como é que esse sorvete permanece sólido, mesmo estando próximo de
zero
> grau... sob temperaturas de 30º C ?
>
> Por que quando derrete... o seu um litro de sorvete não apresenta
nem 300 ml ?
>
> Como é que esse seu suco de maracujá... todo dia... vindo de
qualquer
> garrafa da maguary, ao longo dos anos, tem sempre a mesma cor e o
mesmo
> gosto...
> se dois maracujas, comprados na feira, nunca são sequer parecidos ?
>
> E a carne assada... por que ela foi envolta em papel aluminio ?
>

[Byron]

Eu não disse que era carne assada, mas carne cozida.....Mas não
importa, que seja carne assada... Me diga um fenêmeno químico que
acontece nesse porcesso....Se vc estiver falando de churrasco, já
disse que a queima voluntária ou descuidada é a única forma de fazer
química na cozinha...


E quem disse que a minha mãe colocou papel alumínio na carne assada?
Mas se, por ventura, tivesse colocado? Que química há nisso?


L.E.R, há ciência sim meu caro, mas em termos de química, se faz
pouco.....

um abraço,

Byron





> L.E.
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Quím na cozinha: sorvete e carne
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 08/06/2005 21:33

Olá Byron

Dando um pitacos para ajudar o LER.:-)

Cozinhar um ovo provoca a coagulação das proteinas da clara, uma reação quimica interessante que produz o "branco" do ovo e é química.

Colocar alimentos na geladeira diminui a velocidade das reações quimicas que estragam ou modificam o sabor dos alimentos, preservando-os por mais tempo.

Proteger os alimentos cortados, como queijo, carne, maçãs, com filme plastico impede que o oxigênio reaja com a superfície dos mesmos, evitando que estraguem ou escureçam.

O fogo do fogão é uma reação química entre o oxigenio e o combustível, nesse caso, gás de cozinha (butano).

O fermento químico que se usa na cozinha para bolos e massas é, claro, químico..:-)

A batata cozida teve seu amido quebrado pelo calor, em uma reação química, que permitiu que você ingerisse as mesmas.

O suco, não sei exatamente de que, mas se for de alguma fruta citrica, provocou grandes reações quimicas em seu estomago (que, aliás, gerou um enorme debate na lista recentemente, sobre suco de limão..:-)

Boa parte do que se faz na cozinha, em relação a mudar algo na aparencia ou sabor de um alimento, envolve uma reação química, como usar vinagre ou cozinhar vegetais para quebrar a celulose e permitir o consumo.

Amaciantes de carne usam enzimas que aceleram a quebra química das fibras do musculo.

Colocar o bacalhau salgado de molho antes de cozinhar retira o exesso de sal por meio da osmose, um processo químico.

O repolho pode ser usado para identificar ácidos e bases (papel tornassol)

Destampar uma garrafa de refrigerante, uma quente e uma gelada, e as diferentes reações dos gases dissolvidos, é química.

Até dissolver um punhado de sal na água é uma reação química, que "quebra" o NaCl e produz ions.

Na verdade, é difícil encontrar algo feito na cozinha que NÃO envolva química de alguma forma..:-)

Para finalizar, um livro interessante sobre química na cozinha:

O que Einstein disse a seu cozinheiro.
http://www.aprendebrasil.com.br/recomenda/novorecomenda/livros.asp?idLivro=45361
http://busca.estadao.com.br/magazine/materias/2003/abr/09/83.htm

E um curso sobre química na cozinha:
http://www.espacociencia.pe.gov.br/noticias/ler.php?noticia=134

Espero que ajude..:-)

Homero


----- Original Message -----
From: byronrosembergcosta
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, June 08, 2005 8:57 PM
Subject: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: sorvete e carne


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> At 20:25 8/6/2005, you wrote:
> >Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química comendo do que
> >fazendo...
> >
> >Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo; o
famigerado
> >prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne ensopada,
> >salada...Depois tomei sorvete e um suco...Me diz onde há química em
> >fazer tudo acima...
> >
> >um abraço,
> >Byron
>
>
>
> Como é que esse sorvete permanece sólido, mesmo estando próximo de
zero
> grau... sob temperaturas de 30º C ?
>
> Por que quando derrete... o seu um litro de sorvete não apresenta
nem 300 ml ?
>
> Como é que esse seu suco de maracujá... todo dia... vindo de
qualquer
> garrafa da maguary, ao longo dos anos, tem sempre a mesma cor e o
mesmo
> gosto...
> se dois maracujas, comprados na feira, nunca são sequer parecidos ?
>
> E a carne assada... por que ela foi envolta em papel aluminio ?
>

[Byron]

Eu não disse que era carne assada, mas carne cozida.....Mas não
importa, que seja carne assada... Me diga um fenêmeno químico que
acontece nesse porcesso....Se vc estiver falando de churrasco, já
disse que a queima voluntária ou descuidada é a única forma de fazer
química na cozinha...


E quem disse que a minha mãe colocou papel alumínio na carne assada?
Mas se, por ventura, tivesse colocado? Que química há nisso?


L.E.R, há ciência sim meu caro, mas em termos de química, se faz
pouco.....

um abraço,

Byron





> L.E.
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: [ciencialist]Re: Fw: pulseiras de neon
FROM: Freddy Hazuki <freddyhazuki@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 21:55

Em 08/06/05, Luiz Ferraz Netto<leobarretos@uol.com.br> escreveu:
> Não conheço tais pulseiras. Será algo parecido a aqueles tubinhos fosforescentes de pescaria? (quebra o vidro e a luz esverdeada aparece)?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "Flávia Henriques" <flavia_ghenriques@hotmail.com>
> Para: <leobarretos@uol.com.br>
> Enviada em: segunda-feira, 6 de junho de 2005 20:18
>
> | Oi Prof. Luiz,
> |
> | Td bem? Meu nome é Flávia e eu estou no 2°ano do Ensino Médio...
> | Tenho um trabalho de quimica pra fazer e o tema é "Neon"... Eu gostaria d
> | saber o porquê de colocarmos aquelas pulseiras de neon (usadas em festas) no
> | congelador para que seu brilho seja prolongado...
> | Muito obrigada pela atenção!!!!

Léo, não tenho a reposta da guria, mas acho q as pulseiras são aquelas
encotnradas facilmente no mercado livre:
http://www.mercadolivre.com.br/jm/search?as_word=pulseira+neon&as_pr_categ_id=

(como sempre, eu com posts inúteis =) )


--
Freddy Hazuki
icq: 105178829
msn: freddy@bemnessa.com


SUBJECT: Quím na cozinha: byron não qué...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 08/06/2005 22:48


>Eu não disse que era carne assada, mas carne cozida.....Mas não
>importa, que seja carne assada... Me diga um fenêmeno químico que
>acontece nesse porcesso....Se vc estiver falando de churrasco, já
>disse que a queima voluntária ou descuidada é a única forma de fazer
>química na cozinha...
>
>
>E quem disse que a minha mãe colocou papel alumínio na carne assada?
>Mas se, por ventura, tivesse colocado? Que química há nisso?


Bem... a pressão de vapor das substancias aromaticas da carne, no ar,
naquela temperatura e pressão, é certamente menor que na superficie da
carne, o que provoca a evaporação... das substancias que foram geradas
atraves das reações quimicas provocadas pela alta temperatura, que
transformaram substancias naturais da carne nas substancias cheirosas da
carne assada,mas que evaporarão muito menos, se perderão muito menos, se
atmosfera for restrita ao volume estabelecido ao interior da embalagem de
papel aluminio.

O sorvete da kibon é diferente do sorvete italiano porque, ao contrario
deste, ao contrario do sorbet de limão, não precisa ficar a - 18º C para
permanecer sólido, porque é mais que tudo uma emulsão...

tem muito livro sobre isso tudo.

Se um dia eu escrever um...
eu te aviso pra tu comprar.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: A ressurreição de um tema
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2005 00:10

Há muito que aqui não venho mas ao reparar que surgiu incêndio num
lista americana que frequento...É sobre o criacionismo e o
evolucionismo. Vou por aqui os endereços para quem perceba disto:
http://www2.ljworld.com/news/2005/may/13/boards_evolution_hearings/
E isto surgiu devido a uma notícia via NSTA em que se dizia que os
profes do Kansas tinhma sido injuriados.
Se for útil a Takata...
Inté breve, galera
Maria Natália




SUBJECT: Re: A ressurreição de um tema
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2005 00:13

Para os esquecidos a mensagem inicial era:
"Kansas City Evolution Hearing Ends; State Board to Recommend Changes
to Science Standards

The hearing on the teaching of evolution in Kansas science classrooms
ended last Thursday in "acrimony, tears, finger-pointing, and heated
exchanges" reports Scott Rothschild of the Kansas City Journal World.
The hearing, which was boycotted by mainstream science organizations,
was "a gigantic waste of money and an insult to Kansas teachers,"
says Pedro Irigonegaray, the Topeka attorney hired to defend the
teaching of evolution. Read more at
http://www.ljworld.com/section/evolution/story/204530. This issue
continues to garner nationwide media attention; NSTA Executive
Director Gerald Wheeler was interviewed for an evolution report that
ran on the May 15 (Sunday) ABC World News Tonight in most major
markets. Watch for future NSTA Express issues for more on the
developing story in Kansas."

Science is Religion and Religuion is Science!???????
This is not true!!!!



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Maria Natália <grasdic@h...>
escreveu
> Há muito que aqui não venho mas ao reparar que surgiu incêndio num
> lista americana que frequento...É sobre o criacionismo e o
> evolucionismo. Vou por aqui os endereços para quem perceba disto:
> http://www2.ljworld.com/news/2005/may/13/boards_evolution_hearings/
> E isto surgiu devido a uma notícia via NSTA em que se dizia que os
> profes do Kansas tinhma sido injuriados.
> Se for útil a Takata...
> Inté breve, galera
> Maria Natália








SUBJECT: lá vem sucata.....E a Embraer?
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <portal_global_filosofico@yahoogrupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/06/2005 00:15

Brasil confirma compra de Mirages

Supersônicos usados custarão US$ 57 milhões ao governo brasileiro e devem ser entregues até dezembro deste ano pela França

Roberto Godoy escreve para 'O Estado de SP':

O governo brasileiro confirmou há dois dias a compra, por cerca de US$ 57 milhões, de 12 aviões Mirages 2000-C, supersônicos usados. O processo só deveria ser formalizado em julho, durante visita do presidente Lula à França, mas acabou sendo antecipado e apresentado pelo vice-presidente e ministro da Defesa, José Alencar.

Os caças estão em uso regular na aviação militar francesa. O lote já está sob revisão para que possa ser entregue até dezembro, quando serão desativados os Mirages IIIE/Br em uso há 33 anos.

Os modelos da série C são interceptadores de alto desempenho, com limitações de emprego em outro tipo de missão. Segundo a assessoria internacional da ministra da Defesa francesa, Michele Alliot-Marie, as aeronaves podem disparar mísseis de longo alcance Mica.

A operação, realizada por negociação direta entre os presidentes Lula e Jacques Chirac, deveria ser revelada oficialmente no dia 13 de julho, em Paris, na véspera da parada do Dia Nacional da França.

Todavia, o vice-presidente José Alencar foi indiscreto e quebrou o sigilo formal que cercava o assunto, detalhando o procedimento em duas ocasiões - uma delas durante reunião na base da FAB em Anápolis, Goiás, onde está o Grupo de Defesa Aérea (GDA) que receberá os Mirages 2000-C.

"Não é o ideal, não é o que queríamos, mas é o que podemos ter no momento", disse ontem um oficial da área operacional da FAB.

Para ele, o fato de os caças estarem "empenhados no trabalho diário da Armée de l'Air, é uma garantia da qualidade do material e não nos preocupa tanto quanto se a opção fosse por uma frota que tirada do um depósito para ser depois modernizada".

Os Mirage 2000-C compõem um módulo temporário, de transição. O Comando da Aeronáutica não cancelou a o Programa FX, mas somente encerrou a concorrência que dava início ao projeto e previa a compra, por US$ 700 milhões, de 12 caças de última geração.

O analista Ciro Marques, consultor privado de estratégia, considera que o fato de os aviões terem sido fabricados nos anos 1980 ou 90 implica risco porque "a qualidade do pessoal da FAB fará diferença na eventualidade de um futuro confronto com equipamento de maior sofisticação".

O Comando da Aeronáutica não terá gastos significativos a fazer com a transição dos equipamentos. A logística do Mirage 2000-C é compatível com a manutenção dos atuais Mirages IIIE/Br.
(O Estado de SP, 8/6)



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SUBJECT: Quím na cozinha: gelatinização do amido ...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2005 00:25

At 20:49 8/6/2005, you wrote:
>--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "byronrosembergcosta"
><byronrosembergcosta@y...> escreveu
> > Nossa!
> >
> > E absorver água no amido é fazer química... A única coisa que vc
>faz é inchar a estrutura do amido com água, só isso!!! Isso não é
>química sebnhor!...Não há reação alguma nisso meu filho!....São apenas
> > interações que ocorrem entre moléculas de água e os grupos polares
>na estrutura do amido...Então isso não se constitui em um processo
> > químico? Acho que vc está se confundindo...
> >
>[Byron]



TA BOM.

JA QUE NÃO ACONTECEU REAÇÃO QUIMICA NENHUMA...

FAZ O ARROZ FICAR CRU OUTRA VEZ, DEPOIS DE COZIDO.
(risos)

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Cabelos brancos
FROM: "Rodrigo Marques" <rodmarq72@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2005 08:04

Hummm, pela atenção recebida, acho que a minha pergunta deixou vocês
de cabelos brancos...ou então deve ter causado a queda dos fios,
coisa que eu sei como é que é...
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Rodrigo Marques"
<rodmarq72@y...> escreveu
> Pessoal, eu agora gostaria de saber uma coisa que já escuto falar
a
> muito tempo, que cabelos brancos são sinal de preocupação. Apesar
de
> já ter tido a informação de que isso não tem nada a ver, eu não
> posso deixar de notar que pessoas que passaram por situações de
> grande estresse ou depressão costumam apresentar logo depois
vários
> fios de cabelo grisalhos. Existe realmente alguma relação entre
> estresse/depressão e o embranquecimento dos cabelos?
> Abraços




SUBJECT: Re: Cabelos brancos
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2005 11:46

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Rodrigo Marques"
<rodmarq72@y...> escreveu
> Hummm, pela atenção recebida, acho que a minha pergunta deixou vocês
> de cabelos brancos...ou então deve ter causado a queda dos fios,
> coisa que eu sei como é que é...

Já ouvi relatos de que pilotos da segunda guerra, logo depois de
combates particularmente violentos e estressantes, ficavam com o
cabelo branco. O relato dava a entender que a descoloração acontecia
*durante* o combate, o sujeito tirava o capacete e estava com a melena
na cor da neve, diferente de quando colocou o dito cujo.

[]s
--
César A. K. Grossmann
http://www.LinuxByGrossmann.cjb.net/





SUBJECT: Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2005 12:09

Um outro livro bem interessane eh

Um Cientista Na Cozinha
Herve This
http://bolnamesa.bol.com.br/biblioteca/resenha_031.jhtm

Ateh
Luis Brudna

On 6/8/05, Oraculo <oraculo@atibaia.com.br> wrote:
> Para finalizar, um livro interessante sobre química na cozinha:
>
> O que Einstein disse a seu cozinheiro.
> http://www.aprendebrasil.com.br/recomenda/novorecomenda/livros.asp?idLivro=45361
> http://busca.estadao.com.br/magazine/materias/2003/abr/09/83.htm
>
> E um curso sobre química na cozinha:
> http://www.espacociencia.pe.gov.br/noticias/ler.php?noticia=134
>
> Espero que ajude..:-)
>
> Homero
>


SUBJECT: Fw: luz laser....
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/06/2005 13:13

?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Eletronica Energy
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quarta-feira, 8 de junho de 2005 22:39
Assunto: luz laser....


Caro Prof. Leo
Tenho uma dúvida....por que a luz laser tende ao infinito ???

Abraços


--------------------------------------------------------------------------------


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Version: 7.0.322 / Virus Database: 267.6.6 - Release Date: 08/06/2005


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Qual a melhor maneira de encontrar ventos desconhecidos????
FROM: "Paulo Henrique Lerbach Rodrigues" <phatleta@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/06/2005 13:21

Suponham um avião voando de a para b estimando o ponto b em 30 minutos, passados os 30 minutos o avião se encontrou em determinado ponto c.

Qual é a melhor forma de encontrar o vento que tirou o avião da rota???

Qual a melhor forma de achar o vento usando triângulos?

Grato

Paulo Henrique Lerbach Rodrigues

Private
lerbach@brturbo.com.br
www.palerique.hpg.com.br tel:
mobile: 55 61 3542197
55 61 84524489




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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Química na cozinha...
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/06/2005 13:30

Byron,

Não podemos confundir 'reação química' com 'química'. Em alguns
fenômenos não ocorre reação química, mas as teorias que sustentam as
explicações científicas para o fenômeno fazem parte do estudo da química.
Exemplo? Propriedades coligativas. Dissolva cloreto de sódio em água e o
ponto de ebulição da mistura será diferente da água pura. Por quê? A química
explica. Quer um exemplo de propriedades coligativas na cozinha? Sugiro a
leitura o meu artigo publicado no site do NAEQ:

Ebuliometria e café: alguma coisa a ver?
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq/material_didatico/textos_interativos_30.htm

No meu artigo recentemente publicado na revista eletrônica ZOOM do site
Companhia da Escola eu explico porque choramos quando cortamos cebola. Veja
e dê sua opinião:

A química na cozinha apresenta: As cebolas
http://www.ciadaescola.com.br/zoom/imprimir_materia.asp?materia=263

Aguardo seus comentários.

[ ] 's do Emiliano Chemello
chemelloe@yahoo.com.br
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: byronrosembergcosta
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, June 08, 2005 7:41 PM
Subject: [ciencialist] Química na cozinha...


Bom...Ao contrário de muita gente eu não me convenci de que haja
tanta química na cozinha assim....Há Ciência? Sim existe uma ciência
útil na cozinha. Química, pouco provável...Na verdade se faz mais
química comendo do que fazendo...Ou se faz mais matemática do que
qualquer outra coisa....rs


As únicas coisas que pude identificar, como uma sendo fenômenos
químicos, foram: Acender, ao que se dá o nome de, fósforo, acender um
gás de combustão (vulgo acender o fogão) e quando queimamos os
alimentos voluntariamente ou por imprudência, quer por combustão quer
por pirólise....Creio que o restante sejam processos físicos ou
biológicos....

Quando cozinhamos:

* desnaturamos algumas proteínas, por "quebra" de interações
intermoleculares, o que não se constitui em um processo químico ( se
isso fosse considerado química, fazer ebulir água tb seria um
processo químico e não é).....Isso vale para o leite, ovo, etc...

* hidratamos e enchemos com água alguns polímeros naturais, como o
amido e suas variações....Daí o arroz, o feijão, outras leguminosas,
verduras e o escambau serem consideradas cozidas! Mas tb não vejo
química nisso...

* Fazer uma solução, molecular ou iônica, embora esse conceito esteja
enraizado, não é um processo químico.....Esse é um processo altamente
reversível....o que perde a chancela de fenômeno químico, ou não?...

* Fermentação é um processo microbiológico e não químico....Então
fazer bolo, massa de pizza e de pão não se constitui num processo
químico...

Extrair pigmentos, substâncias que sensibilizam o nosso paladar ou
olfato, também não é química....

Não é à-toa que a maioria dos químicos não sabem nada de cozinha,
ficam como dizem atolados.... E não falo disso sem fundamento eu sou
o maior exemplo disso, mesmo depois de 4 anos de garduação...rs

Tudo é uma mera atividade de misturar coisas e rezar para satisfazer
o paladar de um bom número de pessoas.....E para ser sincero, cortar
cebola não é fazer química....A química até explica, mas....

Se estou errado, não me deixem morrer na ignorância...Por favor, me
convençam......

um abraço,

Byron








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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Cabelos brancos
FROM: "Eurico Ferreira de Souza Jr." <caodejah@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2005 13:56



"César A. K. Grossmann" <cesarakg@bol.com.br> escreveu:--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Rodrigo Marques"
<rodmarq72@y...> escreveu
> Hummm, pela atenção recebida, acho que a minha pergunta deixou vocês
> de cabelos brancos...ou então deve ter causado a queda dos fios,
> coisa que eu sei como é que é...

Já ouvi relatos de que pilotos da segunda guerra, logo depois de
combates particularmente violentos e estressantes, ficavam com o
cabelo branco. O relato dava a entender que a descoloração acontecia
*durante* o combate, o sujeito tirava o capacete e estava com a melena
na cor da neve, diferente de quando colocou o dito cujo.

[E]> eu já ouvi relatos de pessoas que ficaram perdidas na selva amazônica e ficaram grisalhos
em poucas semanas.
numa época difícil da minha vida adquiri um tufinho branco na fronte.


_\|/_

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: luz laser....
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/06/2005 16:30

Sugiro uma resposta no estilo: porque o universo é infinito!

[ ]s

Alvaro Augusto
----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Thursday, June 09, 2005 1:13 PM
Subject: [ciencialist] Fw: luz laser....


?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: Eletronica Energy
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quarta-feira, 8 de junho de 2005 22:39
Assunto: luz laser....


Caro Prof. Leo
Tenho uma dúvida....por que a luz laser tende ao infinito ???

Abraços


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SUBJECT: Folha Online: Um em três cientistas admite ter conduta inapropriada, diz pesquisa
FROM: Notícia por email <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: "Manuel Bulcão" <manuelbulcao@uol.com.br>
DATE: 09/06/2005 17:51

A seguinte notícia da Folha Online (www.folha.com.br) foi enviada para você por
Manuel Bulcão (manuelbulcao@uol.com.br).

Clique no link abaixo para ler o texto completo:

Um em três cientistas admite ter conduta inapropriada, diz pesquisa
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u13281.shtml

Folha Online
http://www.folha.com.br/






SUBJECT: Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2005 19:22

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
escreveu
> Olá Byron
>
> Dando um pitacos para ajudar o LER.:-)
>
> Cozinhar um ovo provoca a coagulação das proteinas da clara, uma
reação quimica interessante que produz o "branco" do ovo e é química.

[Byron]

O que precede a coagulação é a desnaturação de uma proeteina
(albumina) por decorrencia do calor, daí em diante as interações são
feitas entre os seus pares....Essa desnaturação não passa
de "quebras" de interações eletrostáticas" interações
intermoleculares... Isso, não é um processo químico...Embora a
química possa tratar disso, não é um processo químico.!!!




> Colocar alimentos na geladeira diminui a velocidade das reações
quimicas que estragam ou modificam o sabor dos alimentos, preservando-
os por mais tempo.

Colocar os alimentos na geladeira, retarda as atividades
bacterianas.... E dessa atividade que decorre a deterioração dos
alimentos.....O oxigênio nessa temperatura apenas reage com
substâncias com potenciais significantes de redução, tais como os
antioxidantes....Acido ascórbico, betacaroteno...etc...



> Proteger os alimentos cortados, como queijo, carne, maçãs, com
filme plastico impede que o oxigênio reaja com a superfície dos
mesmos, evitando que estraguem ou escureçam.

[Byron]

Mais uma vez...Decorre de atividade bacateriana....Isso é bilogia,
microbiologia, não química....



> O fogo do fogão é uma reação química entre o oxigenio e o
combustível, nesse caso, gás de cozinha (butano).

[Byron]

Mais no e-mail original eu disse que fazer arder um combustível, gás
de combustão, palito de fósforo, jornal e papel resumiria a química
que se faz na cozinha.....Eu não esqueci desse detalhe...Comentei
ainda que a "queima dos alimentos, quer voluntariamente quer
acidentalmente tb se somaria aos poucos eventos químicos na cozinha...




> O fermento químico que se usa na cozinha para bolos e massas é,
claro, químico..:-)

Bom...Então vc não entendeu o que é fermentação...Fermentação é um
processo microbiológico....


>
> A batata cozida teve seu amido quebrado pelo calor, em uma reação
química, que permitiu que você ingerisse as mesmas.
>
A batata cozida não teve o seu amido quebrado...Não se quebra o amido
nessas condições...Força-se a entrada de água...que devido as fortes
interações eletrostáticas permanecem por lá.....


> O suco, não sei exatamente de que, mas se for de alguma fruta
citrica, provocou grandes reações quimicas em seu estomago (que,
aliás, gerou um enorme debate na lista recentemente, sobre suco de
limão..:-)

Bom, receio que vc não tenha lido o e-mail inicail...Eu disse que se
faz mais química comendo do que fazendo....E cozinha, cá pra
nós...não foro de debate para é química do estômago...

Bom, eu já provei aqui na lista que ácido cítrico não faz nada no
estômago...Não me resumi em teorias, usei a bancada para prová-
las...Está na lista, basta ver....




> Boa parte do que se faz na cozinha, em relação a mudar algo na
aparencia ou sabor de um alimento, envolve uma reação química, como
usar vinagre ou cozinhar vegetais para quebrar a celulose e permitir
o consumo.

Não se quebra a celulose.....



> Amaciantes de carne usam enzimas que aceleram a quebra química das
fibras do musculo.

Isso eu não conheço...Se existem amaciantes de carne a base de
enzimas, vou colocá-los na pequena lista de processos químicos que se
faz na cozinha....



> Colocar o bacalhau salgado de molho antes de cozinhar retira o
exesso de sal por meio da osmose, um processo químico.

A desidratação nesse caso em parte não é osmótico, mas osmose não é
um processo químico...Embora a química tenha se dado o luxo de estuda-
la e explicá-la, não é química...A osmose é um processo puramente
físico......Interações eletrostáticas são processos físicos...



> O repolho pode ser usado para identificar ácidos e bases (papel
tornassol)

Tá brincando...Vc quer chamar isso de química da cozinha?rs...O
repolho não é exclusivo da cozinha...A sua natureza é agrícola....O
fato de usarmos domesticamnete não lhe deixa subordinado a esse
espaço em nossa casa....


>
> Destampar uma garrafa de refrigerante, uma quente e uma gelada, e
as diferentes reações dos gases dissolvidos, é química.



Nossa...A temperatura apenas altera a solubilidade de uma gás...por
isso a diferença entre o " escape" de gás entre uma garrafa 'quente"
e "fria"....Veja é um processo reversível....Por se tratar de uma
forma visível e comum de processo físico todo mundo é capaz de
entender que a dissolução de um gás é um processo físico...Mas é
curioso que ninguém veja a mesma coisa com sais, substâncias.....Uma
pena!





> Até dissolver um punhado de sal na água é uma reação química,
que "quebra" o NaCl e produz ions.

Não "quebra" nada....se quebrasse esse processo seria
endotérmicos......E não é, com poucas exceções.....São forças
eletrotáticas só isso.....Forças eletrostáticas não são
seletivas........Quem oferecer a anulação do campo eletrostático será
o par ideal...É isso o que as moléculas de água fazem....Esse é um
processo puramente reversível....Daí a física do evento, não a
química do evento.....Acho que vc está confundindo o que os químicos
estudam com o que é química......um processo químico em sua
essência....




> Na verdade, é difícil encontrar algo feito na cozinha que NÃO
envolva química de alguma forma..:-)


Pelo contrário existe pouca química na cozinha....


> Para finalizar, um livro interessante sobre química na cozinha:

Einstein era um físico...Vou ler esse livro e depois comento se o que
se diz é química ou física nesse livro...Não é curioso que a maioria
dos livros fale sobre ciência na cozinha e não sobre químcia na
cozinha?....Ainda não encontrei nenhum que fale especificamente de
química....



> O que Einstein disse a seu cozinheiro.
> http://www.aprendebrasil.com.br/recomenda/novorecomenda/livros.asp?
idLivro=45361
> http://busca.estadao.com.br/magazine/materias/2003/abr/09/83.htm



> E um curso sobre química na cozinha:
> http://www.espacociencia.pe.gov.br/noticias/ler.php?noticia=134

Vou ler e depois comento....


> Espero que ajude..:-)
>
> Homero
>

Ainda não me convenceram....

um forte abraço,

Byron





>
> ----- Original Message -----
> From: byronrosembergcosta
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Wednesday, June 08, 2005 8:57 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
> <lecarvalho@i...> escreveu
> > At 20:25 8/6/2005, you wrote:
> > >Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química comendo do
que
> > >fazendo...
> > >
> > >Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo; o
> famigerado
> > >prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne
ensopada,
> > >salada...Depois tomei sorvete e um suco...Me diz onde há
química em
> > >fazer tudo acima...
> > >
> > >um abraço,
> > >Byron
> >
> >
> >
> > Como é que esse sorvete permanece sólido, mesmo estando próximo
de
> zero
> > grau... sob temperaturas de 30º C ?
> >
> > Por que quando derrete... o seu um litro de sorvete não
apresenta
> nem 300 ml ?
> >
> > Como é que esse seu suco de maracujá... todo dia... vindo de
> qualquer
> > garrafa da maguary, ao longo dos anos, tem sempre a mesma cor e
o
> mesmo
> > gosto...
> > se dois maracujas, comprados na feira, nunca são sequer
parecidos ?
> >
> > E a carne assada... por que ela foi envolta em papel aluminio ?
> >
>
> [Byron]
>
> Eu não disse que era carne assada, mas carne cozida.....Mas não
> importa, que seja carne assada... Me diga um fenêmeno químico que
> acontece nesse porcesso....Se vc estiver falando de churrasco, já
> disse que a queima voluntária ou descuidada é a única forma de
fazer
> química na cozinha...
>
>
> E quem disse que a minha mãe colocou papel alumínio na carne
assada?
> Mas se, por ventura, tivesse colocado? Que química há nisso?
>
>
> L.E.R, há ciência sim meu caro, mas em termos de química, se faz
> pouco.....
>
> um abraço,
>
> Byron
>
>
>
>
>
> > L.E.
> >
> >
> > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
removidas]
>
>
>
>
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> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
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> Links do Yahoo! Grupos
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> a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
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> b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
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> c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos
do Serviço do Yahoo!.
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: Quím na cozinha: byron não qué...
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2005 19:31

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
>
> >Eu não disse que era carne assada, mas carne cozida.....Mas não
> >importa, que seja carne assada... Me diga um fenêmeno químico que
> >acontece nesse porcesso....Se vc estiver falando de churrasco, já
> >disse que a queima voluntária ou descuidada é a única forma de
fazer
> >química na cozinha...
> >
> >
> >E quem disse que a minha mãe colocou papel alumínio na carne
assada?
> >Mas se, por ventura, tivesse colocado? Que química há nisso?
>
>
> Bem... a pressão de vapor das substancias aromaticas da carne, no
ar,
> naquela temperatura e pressão, é certamente menor que na superficie
da
> carne, o que provoca a evaporação... das substancias que foram
geradas
> atraves das reações quimicas provocadas pela alta temperatura, que
> transformaram substancias naturais da carne nas substancias
cheirosas da
> carne assada,mas que evaporarão muito menos, se perderão muito
menos, se
> atmosfera for restrita ao volume estabelecido ao interior da
embalagem de
> papel aluminio.

Nossa! Quem disse que a temperatura da carne assada entra em
equilíbrio com a temperatura do forno? Meu filho...Exatamente devido
a transpiração que vc mantem a mesma temperatuera corporal....antes
que toda a água da carne evapore essa temperatura não excede
100ºC...Receio que menos do que isso....Pense e verá que estou
certo....Quanto as substâncias aromáticas...Elas não decorrem de
reações químicas....e diga-se de passagem o fenômeno de evaporação
não é um evento químico!!!!!



> O sorvete da kibon é diferente do sorvete italiano porque, ao
contrario
> deste, ao contrario do sorbet de limão, não precisa ficar a - 18º C
para
> permanecer sólido, porque é mais que tudo uma emulsão...


Nossa e emulsão é um processo químico? Meu filho.....Leve os dois
sorvetes...Kibon e outro qualquer a 40ºC...e veja se eles mantem a
diferença que vc propaga acima.....



> tem muito livro sobre isso tudo.
>
> Se um dia eu escrever um...
> eu te aviso pra tu comprar.
>
> L.E.
>

Cuidado ao tentar veicular o que não é química como sendo....!!

um abraço,


Byron


> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: Quím na cozinha: gelatinização do amido ...
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2005 19:35

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> At 20:49 8/6/2005, you wrote:
> >--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "byronrosembergcosta"
> ><byronrosembergcosta@y...> escreveu
> > > Nossa!
> > >
> > > E absorver água no amido é fazer química... A única coisa que vc
> >faz é inchar a estrutura do amido com água, só isso!!! Isso não é
> >química sebnhor!...Não há reação alguma nisso meu filho!....São
apenas
> > > interações que ocorrem entre moléculas de água e os grupos
polares
> >na estrutura do amido...Então isso não se constitui em um processo
> > > químico? Acho que vc está se confundindo...
> > >
> >[Byron]
>
>
>
> TA BOM.
>
> JA QUE NÃO ACONTECEU REAÇÃO QUIMICA NENHUMA...
>
> FAZ O ARROZ FICAR CRU OUTRA VEZ, DEPOIS DE COZIDO.
> (risos)
>
> L.E.
>

L.E.R....Vc acha que eu estou dizendo isso por que simplismente acho?
Te proponho o seguinte...Pegue uma porção de arroz...e aqueça-a em
uma panela aos poucos...faça isso cuidadosamente para não queimar o
arroz....Veja com os seus próprios olhos como o arroz volta a
consistência de cru...Tente comê-lo...




> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Quím na cozinha: sorvete e carne
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 09/06/2005 19:57

Olá Byron

Como já foi lembrado, reações quimicas e quimica são relacionadas, mas não a mesma coisa..:-) E ainda discorod de alguns pontos, por exemplo, o que escurece os alimentos como maçãs e o queijo, é a oxidação, uma reação quimica. O que apodrece os alimentos, sim, é ação bacteriana..:-)

E o fermento químico é diferente do fermento biológico. Pegue o fermento em sua cozinha e leia o rótulo, verá que não são bactérias.

A desnaturação é um processo químico. Como lembrou o LER, não pode ser desfeito. Não pode descoagular a albumina.

Se não considera que a celulose é "quebrada", pode usar degradada, pré-digerida, amolecida, o que achar mais preciso. De toda forma, ajuda na absorção do alimento, e o cozimento de verduras inclui processos químicos, não?

Quanto ao "quebra" do NaCl, por isso a palavra estava entre parenteses..:-) Não é uma aula de química, é uma ajuda e uma lista simplificada de processos químicos em uma cozinha. Mesmo ser ser quebra, ainda é química, não? Se for bem "ranzinza" pode alegar que nem mesmo existe química, sendo tudo física, como fazem (de gozação..:-) alguns físicos, para implicar com os químicos..:-)

Não é uma briga, é apenas uma conversa. Mesmo que discordemos em alguns pontos, pelo menos concordamos que alguma química sempre á..:-)

Homero

PS: Não disse o que achou dos livros citados.



----- Original Message -----
From: byronrosembergcosta
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, June 09, 2005 7:22 PM
Subject: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: sorvete e carne


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
escreveu
> Olá Byron
>
> Dando um pitacos para ajudar o LER.:-)
>
> Cozinhar um ovo provoca a coagulação das proteinas da clara, uma
reação quimica interessante que produz o "branco" do ovo e é química.

[Byron]

O que precede a coagulação é a desnaturação de uma proeteina
(albumina) por decorrencia do calor, daí em diante as interações são
feitas entre os seus pares....Essa desnaturação não passa
de "quebras" de interações eletrostáticas" interações
intermoleculares... Isso, não é um processo químico...Embora a
química possa tratar disso, não é um processo químico.!!!




> Colocar alimentos na geladeira diminui a velocidade das reações
quimicas que estragam ou modificam o sabor dos alimentos, preservando-
os por mais tempo.

Colocar os alimentos na geladeira, retarda as atividades
bacterianas.... E dessa atividade que decorre a deterioração dos
alimentos.....O oxigênio nessa temperatura apenas reage com
substâncias com potenciais significantes de redução, tais como os
antioxidantes....Acido ascórbico, betacaroteno...etc...



> Proteger os alimentos cortados, como queijo, carne, maçãs, com
filme plastico impede que o oxigênio reaja com a superfície dos
mesmos, evitando que estraguem ou escureçam.

[Byron]

Mais uma vez...Decorre de atividade bacateriana....Isso é bilogia,
microbiologia, não química....



> O fogo do fogão é uma reação química entre o oxigenio e o
combustível, nesse caso, gás de cozinha (butano).

[Byron]

Mais no e-mail original eu disse que fazer arder um combustível, gás
de combustão, palito de fósforo, jornal e papel resumiria a química
que se faz na cozinha.....Eu não esqueci desse detalhe...Comentei
ainda que a "queima dos alimentos, quer voluntariamente quer
acidentalmente tb se somaria aos poucos eventos químicos na cozinha...




> O fermento químico que se usa na cozinha para bolos e massas é,
claro, químico..:-)

Bom...Então vc não entendeu o que é fermentação...Fermentação é um
processo microbiológico....


>
> A batata cozida teve seu amido quebrado pelo calor, em uma reação
química, que permitiu que você ingerisse as mesmas.
>
A batata cozida não teve o seu amido quebrado...Não se quebra o amido
nessas condições...Força-se a entrada de água...que devido as fortes
interações eletrostáticas permanecem por lá.....


> O suco, não sei exatamente de que, mas se for de alguma fruta
citrica, provocou grandes reações quimicas em seu estomago (que,
aliás, gerou um enorme debate na lista recentemente, sobre suco de
limão..:-)

Bom, receio que vc não tenha lido o e-mail inicail...Eu disse que se
faz mais química comendo do que fazendo....E cozinha, cá pra
nós...não foro de debate para é química do estômago...

Bom, eu já provei aqui na lista que ácido cítrico não faz nada no
estômago...Não me resumi em teorias, usei a bancada para prová-
las...Está na lista, basta ver....




> Boa parte do que se faz na cozinha, em relação a mudar algo na
aparencia ou sabor de um alimento, envolve uma reação química, como
usar vinagre ou cozinhar vegetais para quebrar a celulose e permitir
o consumo.

Não se quebra a celulose.....



> Amaciantes de carne usam enzimas que aceleram a quebra química das
fibras do musculo.

Isso eu não conheço...Se existem amaciantes de carne a base de
enzimas, vou colocá-los na pequena lista de processos químicos que se
faz na cozinha....



> Colocar o bacalhau salgado de molho antes de cozinhar retira o
exesso de sal por meio da osmose, um processo químico.

A desidratação nesse caso em parte não é osmótico, mas osmose não é
um processo químico...Embora a química tenha se dado o luxo de estuda-
la e explicá-la, não é química...A osmose é um processo puramente
físico......Interações eletrostáticas são processos físicos...



> O repolho pode ser usado para identificar ácidos e bases (papel
tornassol)

Tá brincando...Vc quer chamar isso de química da cozinha?rs...O
repolho não é exclusivo da cozinha...A sua natureza é agrícola....O
fato de usarmos domesticamnete não lhe deixa subordinado a esse
espaço em nossa casa....


>
> Destampar uma garrafa de refrigerante, uma quente e uma gelada, e
as diferentes reações dos gases dissolvidos, é química.



Nossa...A temperatura apenas altera a solubilidade de uma gás...por
isso a diferença entre o " escape" de gás entre uma garrafa 'quente"
e "fria"....Veja é um processo reversível....Por se tratar de uma
forma visível e comum de processo físico todo mundo é capaz de
entender que a dissolução de um gás é um processo físico...Mas é
curioso que ninguém veja a mesma coisa com sais, substâncias.....Uma
pena!





> Até dissolver um punhado de sal na água é uma reação química,
que "quebra" o NaCl e produz ions.

Não "quebra" nada....se quebrasse esse processo seria
endotérmicos......E não é, com poucas exceções.....São forças
eletrotáticas só isso.....Forças eletrostáticas não são
seletivas........Quem oferecer a anulação do campo eletrostático será
o par ideal...É isso o que as moléculas de água fazem....Esse é um
processo puramente reversível....Daí a física do evento, não a
química do evento.....Acho que vc está confundindo o que os químicos
estudam com o que é química......um processo químico em sua
essência....




> Na verdade, é difícil encontrar algo feito na cozinha que NÃO
envolva química de alguma forma..:-)


Pelo contrário existe pouca química na cozinha....


> Para finalizar, um livro interessante sobre química na cozinha:

Einstein era um físico...Vou ler esse livro e depois comento se o que
se diz é química ou física nesse livro...Não é curioso que a maioria
dos livros fale sobre ciência na cozinha e não sobre químcia na
cozinha?....Ainda não encontrei nenhum que fale especificamente de
química....



> O que Einstein disse a seu cozinheiro.
> http://www.aprendebrasil.com.br/recomenda/novorecomenda/livros.asp?
idLivro=45361
> http://busca.estadao.com.br/magazine/materias/2003/abr/09/83.htm



> E um curso sobre química na cozinha:
> http://www.espacociencia.pe.gov.br/noticias/ler.php?noticia=134

Vou ler e depois comento....


> Espero que ajude..:-)
>
> Homero
>

Ainda não me convenceram....

um forte abraço,

Byron





>
> ----- Original Message -----
> From: byronrosembergcosta
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Wednesday, June 08, 2005 8:57 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
> <lecarvalho@i...> escreveu
> > At 20:25 8/6/2005, you wrote:
> > >Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química comendo do
que
> > >fazendo...
> > >
> > >Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo; o
> famigerado
> > >prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne
ensopada,
> > >salada...Depois tomei sorvete e um suco...Me diz onde há
química em
> > >fazer tudo acima...
> > >
> > >um abraço,
> > >Byron
> >
> >
> >
> > Como é que esse sorvete permanece sólido, mesmo estando próximo
de
> zero
> > grau... sob temperaturas de 30º C ?
> >
> > Por que quando derrete... o seu um litro de sorvete não
apresenta
> nem 300 ml ?
> >
> > Como é que esse seu suco de maracujá... todo dia... vindo de
> qualquer
> > garrafa da maguary, ao longo dos anos, tem sempre a mesma cor e
o
> mesmo
> > gosto...
> > se dois maracujas, comprados na feira, nunca são sequer
parecidos ?
> >
> > E a carne assada... por que ela foi envolta em papel aluminio ?
> >
>
> [Byron]
>
> Eu não disse que era carne assada, mas carne cozida.....Mas não
> importa, que seja carne assada... Me diga um fenêmeno químico que
> acontece nesse porcesso....Se vc estiver falando de churrasco, já
> disse que a queima voluntária ou descuidada é a única forma de
fazer
> química na cozinha...
>
>
> E quem disse que a minha mãe colocou papel alumínio na carne
assada?
> Mas se, por ventura, tivesse colocado? Que química há nisso?
>
>
> L.E.R, há ciência sim meu caro, mas em termos de química, se faz
> pouco.....
>
> um abraço,
>
> Byron
>
>
>
>
>
> > L.E.
> >
> >
> > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
removidas]
>
>
>
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SUBJECT: Quím na cozinha: tia nastacia x byron
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 09/06/2005 22:28

Cozinhe milho verde com sal na água e vai ver se o grão nao murcha...
E´ osmose.

Não cozinhe o ovo... não provoque a degradação da substancia avidina... que
tá no ovo... e vai ver o que acontece com a saude.

Sugiro ler o livrinho: O que Einstein disse à sua Cozinheira.

Ou "Um cientista na cozinha".

O que provoca o escurecimento da batata ou da maçã é uma reação bioquímica,
catalizada pela enzima polifenoloxidase.

Pra ser ativada, ela depende de oxigenio.
Quando se rompe a célula, com a faca, o substrato sai da célula, a enzima
entra em contato com o ar, o oxigenio ativa a enzima e esta acelera a
reação do escurecimento, que é diferente daquele escurecimento que ocorre
no leite condensado, quando a lata é cozida. Aqui a reação se dá entre a
lisina e o açúcar, formando melanoidinas, uma reação química, muito
semelhante à melanina que se forma na pele, quando se toma sol, e ficamos
bronzeados.

Você bate leite com abacaxi, em vez de bater com banana, e vai ver o que
acontece.
Fica amargo, porque no abacaxi tem enzimas proteolíticas, proteases, a
bromelina, que vai quebrar a cadeia proteica, liberando os aminoacidos,
alguns dos quais têm gosto amargo.

Fica também fritando e refritando pasteis, no mesmo oleo... e me conta que
o ponto de fumaça não provoca reações químicas... e aquela fumaça preta,
que sobe, é natural da soja e estava diluída no oleo.

Olha... a Tia Nastácia tá convencida, há muito tempo, que a cozinha tá
saturada de reações químicas.
E, ao contrário do Byron, a cozinheira faz o que com suas batatas ?
Ora, ela descasca e joga dentro de uma vasilha cheia de agua, pra impedir
que o oxigenio ative a polifenoloxidase.

Agora chega.
Esquece o Byron.
Chama a Tia Nastácia.
Eu quero falar com quem tá interessado em aprender.

L.E.


At 19:57 9/6/2005, you wrote:
>Olá Byron
>
>Como já foi lembrado, reações quimicas e quimica são relacionadas, mas não
>a mesma coisa..:-) E ainda discorod de alguns pontos, por exemplo, o que
>escurece os alimentos como maçãs e o queijo, é a oxidação, uma reação
>quimica. O que apodrece os alimentos, sim, é ação bacteriana..:-)
>
>E o fermento químico é diferente do fermento biológico. Pegue o fermento
>em sua cozinha e leia o rótulo, verá que não são bactérias.
>
>A desnaturação é um processo químico. Como lembrou o LER, não pode ser
>desfeito. Não pode descoagular a albumina.
>
>Se não considera que a celulose é "quebrada", pode usar degradada,
>pré-digerida, amolecida, o que achar mais preciso. De toda forma, ajuda na
>absorção do alimento, e o cozimento de verduras inclui processos químicos, não?
>
>Quanto ao "quebra" do NaCl, por isso a palavra estava entre
>parenteses..:-) Não é uma aula de química, é uma ajuda e uma lista
>simplificada de processos químicos em uma cozinha. Mesmo ser ser quebra,
>ainda é química, não? Se for bem "ranzinza" pode alegar que nem mesmo
>existe química, sendo tudo física, como fazem (de gozação..:-) alguns
>físicos, para implicar com os químicos..:-)
>
>Não é uma briga, é apenas uma conversa. Mesmo que discordemos em alguns
>pontos, pelo menos concordamos que alguma química sempre á..:-)
>
>Homero
>
>PS: Não disse o que achou dos livros citados.
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: byronrosembergcosta
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, June 09, 2005 7:22 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
> escreveu
> > Olá Byron
> >
> > Dando um pitacos para ajudar o LER.:-)
> >
> > Cozinhar um ovo provoca a coagulação das proteinas da clara, uma
> reação quimica interessante que produz o "branco" do ovo e é química.
>
> [Byron]
>
> O que precede a coagulação é a desnaturação de uma proeteina
> (albumina) por decorrencia do calor, daí em diante as interações são
> feitas entre os seus pares....Essa desnaturação não passa
> de "quebras" de interações eletrostáticas" interações
> intermoleculares... Isso, não é um processo químico...Embora a
> química possa tratar disso, não é um processo químico.!!!
>
>
>
>
> > Colocar alimentos na geladeira diminui a velocidade das reações
> quimicas que estragam ou modificam o sabor dos alimentos, preservando-
> os por mais tempo.
>
> Colocar os alimentos na geladeira, retarda as atividades
> bacterianas.... E dessa atividade que decorre a deterioração dos
> alimentos.....O oxigênio nessa temperatura apenas reage com
> substâncias com potenciais significantes de redução, tais como os
> antioxidantes....Acido ascórbico, betacaroteno...etc...
>
>
>
> > Proteger os alimentos cortados, como queijo, carne, maçãs, com
> filme plastico impede que o oxigênio reaja com a superfície dos
> mesmos, evitando que estraguem ou escureçam.
>
> [Byron]
>
> Mais uma vez...Decorre de atividade bacateriana....Isso é bilogia,
> microbiologia, não química....
>
>
>
> > O fogo do fogão é uma reação química entre o oxigenio e o
> combustível, nesse caso, gás de cozinha (butano).
>
> [Byron]
>
> Mais no e-mail original eu disse que fazer arder um combustível, gás
> de combustão, palito de fósforo, jornal e papel resumiria a química
> que se faz na cozinha.....Eu não esqueci desse detalhe...Comentei
> ainda que a "queima dos alimentos, quer voluntariamente quer
> acidentalmente tb se somaria aos poucos eventos químicos na cozinha...
>
>
>
>
> > O fermento químico que se usa na cozinha para bolos e massas é,
> claro, químico..:-)
>
> Bom...Então vc não entendeu o que é fermentação...Fermentação é um
> processo microbiológico....
>
>
> >
> > A batata cozida teve seu amido quebrado pelo calor, em uma reação
> química, que permitiu que você ingerisse as mesmas.
> >
> A batata cozida não teve o seu amido quebrado...Não se quebra o amido
> nessas condições...Força-se a entrada de água...que devido as fortes
> interações eletrostáticas permanecem por lá.....
>
>
> > O suco, não sei exatamente de que, mas se for de alguma fruta
> citrica, provocou grandes reações quimicas em seu estomago (que,
> aliás, gerou um enorme debate na lista recentemente, sobre suco de
> limão..:-)
>
> Bom, receio que vc não tenha lido o e-mail inicail...Eu disse que se
> faz mais química comendo do que fazendo....E cozinha, cá pra
> nós...não foro de debate para é química do estômago...
>
> Bom, eu já provei aqui na lista que ácido cítrico não faz nada no
> estômago...Não me resumi em teorias, usei a bancada para prová-
> las...Está na lista, basta ver....
>
>
>
>
> > Boa parte do que se faz na cozinha, em relação a mudar algo na
> aparencia ou sabor de um alimento, envolve uma reação química, como
> usar vinagre ou cozinhar vegetais para quebrar a celulose e permitir
> o consumo.
>
> Não se quebra a celulose.....
>
>
>
> > Amaciantes de carne usam enzimas que aceleram a quebra química das
> fibras do musculo.
>
> Isso eu não conheço...Se existem amaciantes de carne a base de
> enzimas, vou colocá-los na pequena lista de processos químicos que se
> faz na cozinha....
>
>
>
> > Colocar o bacalhau salgado de molho antes de cozinhar retira o
> exesso de sal por meio da osmose, um processo químico.
>
> A desidratação nesse caso em parte não é osmótico, mas osmose não é
> um processo químico...Embora a química tenha se dado o luxo de estuda-
> la e explicá-la, não é química...A osmose é um processo puramente
> físico......Interações eletrostáticas são processos físicos...
>
>
>
> > O repolho pode ser usado para identificar ácidos e bases (papel
> tornassol)
>
> Tá brincando...Vc quer chamar isso de química da cozinha?rs...O
> repolho não é exclusivo da cozinha...A sua natureza é agrícola....O
> fato de usarmos domesticamnete não lhe deixa subordinado a esse
> espaço em nossa casa....
>
>
> >
> > Destampar uma garrafa de refrigerante, uma quente e uma gelada, e
> as diferentes reações dos gases dissolvidos, é química.
>
>
>
> Nossa...A temperatura apenas altera a solubilidade de uma gás...por
> isso a diferença entre o " escape" de gás entre uma garrafa 'quente"
> e "fria"....Veja é um processo reversível....Por se tratar de uma
> forma visível e comum de processo físico todo mundo é capaz de
> entender que a dissolução de um gás é um processo físico...Mas é
> curioso que ninguém veja a mesma coisa com sais, substâncias.....Uma
> pena!
>
>
>
>
>
> > Até dissolver um punhado de sal na água é uma reação química,
> que "quebra" o NaCl e produz ions.
>
> Não "quebra" nada....se quebrasse esse processo seria
> endotérmicos......E não é, com poucas exceções.....São forças
> eletrotáticas só isso.....Forças eletrostáticas não são
> seletivas........Quem oferecer a anulação do campo eletrostático será
> o par ideal...É isso o que as moléculas de água fazem....Esse é um
> processo puramente reversível....Daí a física do evento, não a
> química do evento.....Acho que vc está confundindo o que os químicos
> estudam com o que é química......um processo químico em sua
> essência....
>
>
>
>
> > Na verdade, é difícil encontrar algo feito na cozinha que NÃO
> envolva química de alguma forma..:-)
>
>
> Pelo contrário existe pouca química na cozinha....
>
>
> > Para finalizar, um livro interessante sobre química na cozinha:
>
> Einstein era um físico...Vou ler esse livro e depois comento se o que
> se diz é química ou física nesse livro...Não é curioso que a maioria
> dos livros fale sobre ciência na cozinha e não sobre químcia na
> cozinha?....Ainda não encontrei nenhum que fale especificamente de
> química....
>
>
>
> > O que Einstein disse a seu cozinheiro.
> >
> <http://www.aprendebrasil.com.br/recomenda/novorecomenda/livros.asp?>http://www.aprendebrasil.com.br/recomenda/novorecomenda/livros.asp?
> idLivro=45361
> >
> <http://busca.estadao.com.br/magazine/materias/2003/abr/09/83.htm>http://busca.estadao.com.br/magazine/materias/2003/abr/09/83.htm
>
>
>
> > E um curso sobre química na cozinha:
> >
> <http://www.espacociencia.pe.gov.br/noticias/ler.php?noticia=134>http://www.espacociencia.pe.gov.br/noticias/ler.php?noticia=134
>
> Vou ler e depois comento....
>
>
> > Espero que ajude..:-)
> >
> > Homero
> >
>
> Ainda não me convenceram....
>
> um forte abraço,
>
> Byron
>
>
>
>
>
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: byronrosembergcosta
> > To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > Sent: Wednesday, June 08, 2005 8:57 PM
> > Subject: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
> > <lecarvalho@i...> escreveu
> > > At 20:25 8/6/2005, you wrote:
> > > >Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química comendo do
> que
> > > >fazendo...
> > > >
> > > >Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo; o
> > famigerado
> > > >prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne
> ensopada,
> > > >salada...Depois tomei sorvete e um suco...Me diz onde há
> química em
> > > >fazer tudo acima...
> > > >
> > > >um abraço,
> > > >Byron
> > >
> > >
> > >
> > > Como é que esse sorvete permanece sólido, mesmo estando próximo
> de
> > zero
> > > grau... sob temperaturas de 30º C ?
> > >
> > > Por que quando derrete... o seu um litro de sorvete não
> apresenta
> > nem 300 ml ?
> > >
> > > Como é que esse seu suco de maracujá... todo dia... vindo de
> > qualquer
> > > garrafa da maguary, ao longo dos anos, tem sempre a mesma cor e
> o
> > mesmo
> > > gosto...
> > > se dois maracujas, comprados na feira, nunca são sequer
> parecidos ?
> > >
> > > E a carne assada... por que ela foi envolta em papel aluminio ?
> > >
> >
> > [Byron]
> >
> > Eu não disse que era carne assada, mas carne cozida.....Mas não
> > importa, que seja carne assada... Me diga um fenêmeno químico que
> > acontece nesse porcesso....Se vc estiver falando de churrasco, já
> > disse que a queima voluntária ou descuidada é a única forma de
> fazer
> > química na cozinha...
> >
> >
> > E quem disse que a minha mãe colocou papel alumínio na carne
> assada?
> > Mas se, por ventura, tivesse colocado? Que química há nisso?
> >
> >
> > L.E.R, há ciência sim meu caro, mas em termos de química, se faz
> > pouco.....
> >
> > um abraço,
> >
> > Byron
> >
> >
> >
> >
> >
> > > L.E.
> > >
> > >
> > > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
> removidas]
> >
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> <http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: O time dos sumidos (vergonha??)
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <portal_global_filosofico@yahoogrupos.com.br>, <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 00:07



Onde estão Luiz Fernando Veríssimo e Jorge Furtado ?

Já nem é silêncio obsequioso o mutismo assustador que domina a intelligentsia de esquerda brasileira, que passou duas décadas e meia defendendo Lula e o PT, para obliquamente trabalhar pela "democracia popular" (a ditadura) e a "economia centralizada" (comunista). Alguém precisa informar ao distinto público onde foram parar todos os anjos exterminadores que se abrigaram sob as asas de luminosidades como Luís Fernando Veríssimo, Maria da Conceição Tavares, Jorge Furtado, Marilena Chauí, Chico de Oliveira, Chico Buarque e Emir Sader. Todos eles ajudaram a engabelar a população brasileira. É de se perguntar, também, sobre o triste destino de entidades sindicais apelegadas e chapas brancas como Cpergs, CUT e Sindicato dos Jornalistas, que agora se cobrem de opróbio por repelir as investigações parlamentares para apurar denúncias de corrupção no Governo do PT.

. O que se espera é que essa gente toda tenha algum dia a honestidade intelectual demonstrada pelo Deputado Fernando Gabeira, que neste sábado escreveu este mea culpa corajoso no jornal Folha de S. Paulo: "Esse episódio, mascarado de ascensão de um trabalhador ao governo, é uma crueldade histórica. Levarei muitos anos para justificar a mim mesmo como foi possível acreditar nisso, já no fim do século 20, quando experiência e prática nos incitavam a duvidar. Ignorantes da tragédia histórica, fomos condenados à farsa".

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: O time dos sumidos (vergonha??)
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 00:50

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio"
> Onde estão Luiz Fernando Veríssimo e Jorge Furtado ?

Han, Cordeiro, vc conseguiria enquadrar essas mensagens dentro do
contexto do topico da lista?

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Será que os animais pensam???
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 02:16

Olá

Se criar abstrações é uma propriedade necessária para ser racional, então alguns animais pelo menos são racionais e pensam. Veja este estudo com macacos rhesus, que podem reoresentações abstratas de números e conceitos.

Homero
__________________________________
Monkey Hear, Monkey Count

Rhesus monkeys possess a natural ability to match the number of voices they hear to the number of individuals they expect to see vocalizing, new research concludes. The results indicate that abstract representation of numbers is possible in the absence of language.
Writing in the June 7 Current Biology, Elizabeth Brannon of Duke University and her colleagues describe their experiment. The researchers played the monkeys "coo" calls made by either two or three unfamiliar conspecifics. They then let the monkeys watch their choice of video images showing either two or three animals. The vast majority of the monkeys selected video images that corresponded to the number of individuals heard on the audio sample. Each monkey was tested only once and did not receive a reward. This allowed the team to observe the animal's spontaneous behavior, as opposed to skills learned over the course of evaluation.

Brannon notes that in the wild, a monkey could conceivably hear various animals calling but not see them. "In a territorial dispute, you could imagine that an animal would want to know, 'Well, how many animals are really about to encroach on our territory?'"

"The results we obtained provide evidence that monkeys spontaneously detect a correspondence in number between two different sensory modalities, and this tells us that language is not necessary to represent number abstractly," Brannon comments. "When we humans apply the word 'three' to sounds or visual images, we're using language to link these different sets from different modalities. And the question has been whether an animal without that kind of language based representation can still notice or represent these commonalities."
If monkeys can manage such cross-modal representations of numbers, it seems probable that this ability was present in the last common ancestor of humans and monkeys. Future studies, according to team member Kerry Jordan, a graduate student in Brannon's lab, will take the same tack to determine whether humans have this capacity prior to learning language. --Kate Wong



http://www.scientificamerican.com/article.cfm?chanID=sa003&articleID=00091022-CB1F-12A0-895D83414B7FFE87


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Quím na cozinha: sorvete e carne
FROM: Phoenix Myth <phoenixclever@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 09:08

Olá...
Mas acho não estender muito esta discução... Este
Byron deve ser daqueles físicos que odeiam a química,
e não há nada que mude a opnião dele... Agora... um
cientista que não sabe a diferença entre fermentos
químicos e biológicos... fica difícil o diálogo...
Heheheh

[]s




__________________________________________________
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SUBJECT: Re: Química na cozinha...
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 09:34

Emiliano,

foi exatamente o seu artigo que me fez pensar: Puxa, bacana! Acho que
a cozinha é um bom contexto para se falar de quíica do cotidiano....A
minha reflexão sobre esse tema me levou a pensar que existe muito
pouco de fenômenos químicos ou processos químicos na cozinha...Que o
que se faz não passa de fenômenos físicos...Eu não quero impor uma
idéia, quero compartilha-la....chegar a algum lugar.....Mas vejo
muito dogmatismo nessa lista, muita imposição...Que na maioria das
vezes fazem os listeiros se calaram.......Quanto ao que a química
estuda ou explica não implica ai o conteúdo sejam fenômenos, eventos
ou processos químicos....Que exemplos?...O que vc cita por exemplo:
Propriedades coligativas....Se vc pensar sobre o prisma de que NaCl
não passam de cargas e água de dipolos e tudo mais...vai entender que
não há fenômeno químico algum na mudança de propriedades, a exemplo
da alteração do ponto de fusão.....

Outras temas que se estuda em química: Pressão de vapor, difusão e
efusão de gases, mistura gasosas, fenêmenos de transporte passivos,
Leis dos gases ideais, para citar apenas os que eu me recordo no
momento...E nem por isso recebem o status de química.......

Dizer que na cozinha se faz muito o que um químico experimenta em
laboratório, concordo....Mas dizer que se faz química, tenho minhas
dúvidas....Mas posso pensar diferente, desde que me convençam...Eu
sei que vc´s não são obrigados a me convecerem disso, mas acho que
essa é a proposta da lista.....


um abraço,

Byron


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
l l o" <chemelloe@y...> escreveu
> Byron,
>
> Não podemos confundir 'reação química' com 'química'. Em alguns
> fenômenos não ocorre reação química, mas as teorias que sustentam as
> explicações científicas para o fenômeno fazem parte do estudo da
química.
> Exemplo? Propriedades coligativas. Dissolva cloreto de sódio em
água e o
> ponto de ebulição da mistura será diferente da água pura. Por quê?
A química
> explica. Quer um exemplo de propriedades coligativas na cozinha?
Sugiro a
> leitura o meu artigo publicado no site do NAEQ:
>
> Ebuliometria e café: alguma coisa a ver?
>
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq/material_didatico/textos_interativos_
30.htm
>
> No meu artigo recentemente publicado na revista eletrônica ZOOM
do site
> Companhia da Escola eu explico porque choramos quando cortamos
cebola. Veja
> e dê sua opinião:
>
> A química na cozinha apresenta: As cebolas
> http://www.ciadaescola.com.br/zoom/imprimir_materia.asp?materia=263
>
> Aguardo seus comentários.
>
> [ ] 's do Emiliano Chemello
> chemelloe@y...
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> [ MSN ] chemelloe@h...
> [ ICQ ] 145060604
>
> " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
>
> ----- Original Message -----
> From: byronrosembergcosta
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Wednesday, June 08, 2005 7:41 PM
> Subject: [ciencialist] Química na cozinha...
>
>
> Bom...Ao contrário de muita gente eu não me convenci de que haja
> tanta química na cozinha assim....Há Ciência? Sim existe uma ciência
> útil na cozinha. Química, pouco provável...Na verdade se faz mais
> química comendo do que fazendo...Ou se faz mais matemática do que
> qualquer outra coisa....rs
>
>
> As únicas coisas que pude identificar, como uma sendo fenômenos
> químicos, foram: Acender, ao que se dá o nome de, fósforo, acender
um
> gás de combustão (vulgo acender o fogão) e quando queimamos os
> alimentos voluntariamente ou por imprudência, quer por combustão
quer
> por pirólise....Creio que o restante sejam processos físicos ou
> biológicos....
>
> Quando cozinhamos:
>
> * desnaturamos algumas proteínas, por "quebra" de interações
> intermoleculares, o que não se constitui em um processo químico ( se
> isso fosse considerado química, fazer ebulir água tb seria um
> processo químico e não é).....Isso vale para o leite, ovo, etc...
>
> * hidratamos e enchemos com água alguns polímeros naturais, como o
> amido e suas variações....Daí o arroz, o feijão, outras leguminosas,
> verduras e o escambau serem consideradas cozidas! Mas tb não vejo
> química nisso...
>
> * Fazer uma solução, molecular ou iônica, embora esse conceito
esteja
> enraizado, não é um processo químico.....Esse é um processo
altamente
> reversível....o que perde a chancela de fenômeno químico, ou não?...
>
> * Fermentação é um processo microbiológico e não químico....Então
> fazer bolo, massa de pizza e de pão não se constitui num processo
> químico...
>
> Extrair pigmentos, substâncias que sensibilizam o nosso paladar ou
> olfato, também não é química....
>
> Não é à-toa que a maioria dos químicos não sabem nada de cozinha,
> ficam como dizem atolados.... E não falo disso sem fundamento eu sou
> o maior exemplo disso, mesmo depois de 4 anos de garduação...rs
>
> Tudo é uma mera atividade de misturar coisas e rezar para satisfazer
> o paladar de um bom número de pessoas.....E para ser sincero, cortar
> cebola não é fazer química....A química até explica, mas....
>
> Se estou errado, não me deixem morrer na ignorância...Por favor, me
> convençam......
>
> um abraço,
>
> Byron
>
>
>
>
>
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
> ##### ##### ##### #####
>
>
>
>
> Links do Yahoo! Grupos
>
> Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
>
> Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
>
> O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do
Serviço do
> Yahoo!.
>
>
>
>
>
> ____________________________________________________
> Yahoo! Mail, cada vez melhor: agora com 1GB de espaço grátis!
http://mail.yahoo.com.br




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Química na cozinha...
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 10:22

Olá Byron,

[byron]
foi exatamente o seu artigo que me fez pensar: Puxa, bacana! Acho que
a cozinha é um bom contexto para se falar de quíica do cotidiano....A
minha reflexão sobre esse tema me levou a pensar que existe muito
pouco de fenômenos químicos ou processos químicos na cozinha...Que o
que se faz não passa de fenômenos físicos...

[Emiliano]
O processo de colocação do gás nos butijões fazendo-o passar para para o
estado líquido é um fenômeno físico. A combustão do gás é um fenômeno
químico. Concordo que não há muitas reações química na cozinha em comparação
aos 'fenônemos explicados pela química'. Porém acho errado dizer que não há
muita química na cozinha.

[Byron]
Eu não quero impor uma
idéia, quero compartilha-la....chegar a algum lugar.....Mas vejo
muito dogmatismo nessa lista, muita imposição...Que na maioria das
vezes fazem os listeiros se calaram.......

[Emiliano]
Não compartilho da sua visão. Acredito que seja uma questão de definirmos o
escopo da discussão. Nós estamos falando de uma coisa, você de outra. Você
diz que tal fenômeno não é químico, nós dizemos que sim. Você argumenta que
não há reação química, nós dizemos que, mesmo não ocorrendo reação química,
as teorias que explicam o fenômeno pertencem ao estudo da química.

Exemplo: A glicerina (ou glicerol) é um subproduto da fabricação do sabão.
Por esse motivo, toda fábrica de sabão também vende glicerina. Ela é
adicionada aos cremes de beleza e sabonetes, pois é um bom umectante, isto
é, mantém a umidade da pele. Como a glicerina mantém a umidade da pele?
Através das pontes (ou ligações) de hidrogênio. Não ocorre reação química.
Na essência é uma interação de polos, mas faz parte do estudo das interações
intermoleculares.

[byron]
Quanto ao que a química
estuda ou explica não implica ai o conteúdo sejam fenômenos, eventos
ou processos químicos....Que exemplos?...O que vc cita por exemplo:
Propriedades coligativas....Se vc pensar sobre o prisma de que NaCl
não passam de cargas e água de dipolos e tudo mais...vai entender que
não há fenômeno químico algum na mudança de propriedades, a exemplo
da alteração do ponto de fusão.....

[Emiliano]
A química não estuda somente as transformações da matéria, mas também as
interações dela. A adição de NaCl em água e a proporcional alteração do
ponto de ebulição não é um 'fenômeno químico', mas o fenômeno é estudado
pela química e, por tanto, ao meu ver, está errado dizer que não é química e
que não há 'muita química na cozinha'. Enfim, 'fenômeno químico' e 'fenômeno
estudado pela química' são coisas diferentes.

[Byron]
Outras temas que se estuda em química: Pressão de vapor, difusão e
efusão de gases, mistura gasosas, fenêmenos de transporte passivos,
Leis dos gases ideais, para citar apenas os que eu me recordo no
momento...E nem por isso recebem o status de química.......

[Emiliano]
Neste exemplos não ocorre reação química, mas mesmo assim são fenômenos
estudados pela química. A química não estuda apenas fenômenos onde há reação
química.

[byron]
Dizer que na cozinha se faz muito o que um químico experimenta em
laboratório, concordo....Mas dizer que se faz química, tenho minhas
dúvidas....Mas posso pensar diferente, desde que me convençam...Eu
sei que vc´s não são obrigados a me convecerem disso, mas acho que
essa é a proposta da lista.....

[Emiliano]
Um cozinheiro não faz uso do método científico para produzir seus alimentos.
Portanto, não faz química. Contudo, vários fenômenos qua acontecem na
cozinha são explicados pela química. Um cozinheiro não é um químico. Um
químico pode ser um cozinheiro, pois afinal de contas, nós químicos também
precisamos comer :-)

Não fique chateado. Isso aqui é apenas um bate papo entre fãs de ciência.

[ ] 's
Emiliano Chemello


----- Original Message -----
From: byronrosembergcosta
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 10, 2005 9:34 AM
Subject: [ciencialist] Re: Química na cozinha...


Emiliano,

foi exatamente o seu artigo que me fez pensar: Puxa, bacana! Acho que
a cozinha é um bom contexto para se falar de quíica do cotidiano....A
minha reflexão sobre esse tema me levou a pensar que existe muito
pouco de fenômenos químicos ou processos químicos na cozinha...Que o
que se faz não passa de fenômenos físicos...Eu não quero impor uma
idéia, quero compartilha-la....chegar a algum lugar.....Mas vejo
muito dogmatismo nessa lista, muita imposição...Que na maioria das
vezes fazem os listeiros se calaram.......Quanto ao que a química
estuda ou explica não implica ai o conteúdo sejam fenômenos, eventos
ou processos químicos....Que exemplos?...O que vc cita por exemplo:
Propriedades coligativas....Se vc pensar sobre o prisma de que NaCl
não passam de cargas e água de dipolos e tudo mais...vai entender que
não há fenômeno químico algum na mudança de propriedades, a exemplo
da alteração do ponto de fusão.....

Outras temas que se estuda em química: Pressão de vapor, difusão e
efusão de gases, mistura gasosas, fenêmenos de transporte passivos,
Leis dos gases ideais, para citar apenas os que eu me recordo no
momento...E nem por isso recebem o status de química.......

Dizer que na cozinha se faz muito o que um químico experimenta em
laboratório, concordo....Mas dizer que se faz química, tenho minhas
dúvidas....Mas posso pensar diferente, desde que me convençam...Eu
sei que vc´s não são obrigados a me convecerem disso, mas acho que
essa é a proposta da lista.....


um abraço,

Byron


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
l l o" <chemelloe@y...> escreveu
> Byron,
>
> Não podemos confundir 'reação química' com 'química'. Em alguns
> fenômenos não ocorre reação química, mas as teorias que sustentam as
> explicações científicas para o fenômeno fazem parte do estudo da
química.
> Exemplo? Propriedades coligativas. Dissolva cloreto de sódio em
água e o
> ponto de ebulição da mistura será diferente da água pura. Por quê?
A química
> explica. Quer um exemplo de propriedades coligativas na cozinha?
Sugiro a
> leitura o meu artigo publicado no site do NAEQ:
>
> Ebuliometria e café: alguma coisa a ver?
>
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq/material_didatico/textos_interativos_
30.htm
>
> No meu artigo recentemente publicado na revista eletrônica ZOOM
do site
> Companhia da Escola eu explico porque choramos quando cortamos
cebola. Veja
> e dê sua opinião:
>
> A química na cozinha apresenta: As cebolas
> http://www.ciadaescola.com.br/zoom/imprimir_materia.asp?materia=263
>
> Aguardo seus comentários.
>
> [ ] 's do Emiliano Chemello
> chemelloe@y...
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> [ MSN ] chemelloe@h...
> [ ICQ ] 145060604
>
> " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
>
> ----- Original Message -----
> From: byronrosembergcosta
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Wednesday, June 08, 2005 7:41 PM
> Subject: [ciencialist] Química na cozinha...
>
>
> Bom...Ao contrário de muita gente eu não me convenci de que haja
> tanta química na cozinha assim....Há Ciência? Sim existe uma ciência
> útil na cozinha. Química, pouco provável...Na verdade se faz mais
> química comendo do que fazendo...Ou se faz mais matemática do que
> qualquer outra coisa....rs
>
>
> As únicas coisas que pude identificar, como uma sendo fenômenos
> químicos, foram: Acender, ao que se dá o nome de, fósforo, acender
um
> gás de combustão (vulgo acender o fogão) e quando queimamos os
> alimentos voluntariamente ou por imprudência, quer por combustão
quer
> por pirólise....Creio que o restante sejam processos físicos ou
> biológicos....
>
> Quando cozinhamos:
>
> * desnaturamos algumas proteínas, por "quebra" de interações
> intermoleculares, o que não se constitui em um processo químico ( se
> isso fosse considerado química, fazer ebulir água tb seria um
> processo químico e não é).....Isso vale para o leite, ovo, etc...
>
> * hidratamos e enchemos com água alguns polímeros naturais, como o
> amido e suas variações....Daí o arroz, o feijão, outras leguminosas,
> verduras e o escambau serem consideradas cozidas! Mas tb não vejo
> química nisso...
>
> * Fazer uma solução, molecular ou iônica, embora esse conceito
esteja
> enraizado, não é um processo químico.....Esse é um processo
altamente
> reversível....o que perde a chancela de fenômeno químico, ou não?...
>
> * Fermentação é um processo microbiológico e não químico....Então
> fazer bolo, massa de pizza e de pão não se constitui num processo
> químico...
>
> Extrair pigmentos, substâncias que sensibilizam o nosso paladar ou
> olfato, também não é química....
>
> Não é à-toa que a maioria dos químicos não sabem nada de cozinha,
> ficam como dizem atolados.... E não falo disso sem fundamento eu sou
> o maior exemplo disso, mesmo depois de 4 anos de garduação...rs
>
> Tudo é uma mera atividade de misturar coisas e rezar para satisfazer
> o paladar de um bom número de pessoas.....E para ser sincero, cortar
> cebola não é fazer química....A química até explica, mas....
>
> Se estou errado, não me deixem morrer na ignorância...Por favor, me
> convençam......
>
> um abraço,
>
> Byron
>
>
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SUBJECT: Fraude na ciencia!
FROM: mauricio@bec.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 10:36

Uma Noticia Interessante...
Abracos
Mauricio

09/06/2005 - 10h03 Um em três cientistas admite ter conduta inapropriada,
diz pesquisa SALVADOR NOGUEIRA
da Folha de S.Paulo

Numa pesquisa feita nos Estados Unidos com mais de 3.000 cientistas ligados
à área médica, um terço deles admitiu, sob condição de anonimato, que
cometeu alguma improbidade em seus estudos nos últimos três anos.

Os resultados, levando em conta que muitos devem ter optado por omitir suas
mazelas com medo de que fossem descobertos, são tidos como conservadores
pelos realizadores do estudo. Ainda assim, apontam que os pequenos casos de
fraude e adulteração, em geral despercebidos, podem causar mais danos à
credibilidade da ciência do que os grandes e escandalosos casos de fraude,
que acabam indo parar nos jornais.

O estudo foi realizado com pesquisadores dos NIH (Institutos Nacionais de
Saúde) dos EUA. De todos os formulários distribuídos, 3.247 foram devolvidos
com respostas utilizáveis. Eles foram divididos em acadêmicos em início de
carreira e em meio de carreira.

Curiosamente, os pesquisadores experientes (média etária de 44 anos) se
mostraram menos éticos que seus colegas principiantes (com, em média, 35
anos). "Embora possamos apenas especular sobre as diferenças observadas
entre os grupos, há várias explicações plausíveis", argumentam Brian
Martinson, da HealthPartners Research Foundation, e Melissa Anderson e
Raymond de Vries, da Universidade de Minnesota, responsáveis pelo
levantamento, divulgado na edição de hoje da revista científica britânica
"Nature" (www.nature.com).

O trio aponta como possíveis razões o fato de que os cientistas mais
experientes já conhecem melhor o sistema e têm menos medo de serem pegos, ou
o fato de que cientistas mais jovens se delataram menos nos formulários, com
medo de serem expostos.

Os questionários continham 16 perguntas do tipo "sim ou não", dizendo
respeito a diferentes tipos de má-conduta na qual o cientista poderia ter
incorrido nos últimos três anos --que iam da mais inofensiva delas, Nº 16
("Você manteve registros inadequados de suas pesquisas?"), à mais escabrosa,
Nº 1 ("Você falsificou ou "fabricou" dados de pesquisa?").

"A pergunta mais condenadora foi a de número dez", avalia Adriane
Fugh-Berman, pesquisadora americana que recentemente denunciou um caso de
"ghost-writing" (recrutamento de cientistas para assumir a autoria de um
estudo e ocultar os interesses dos redatores originais) envolvendo a gigante
farmacêutica britânica AstraZeneca.

A questão Nº10 era: "Você mudou o projeto, a metodologia ou os resultados de
um estudo em resposta a pressões de uma fonte de financiamento?". Entre
todos os pesquisadores, 15,5% admitiram ter feito isso. Excetuando a quase
inofensiva pergunta dos "registros inadequados", essa foi a que obteve maior
resposta.

"Omitir detalhes de metodologia ou resultados se o pesquisador decide fazer
isso é uma coisa, outra é se uma companhia farmacêutica decide isso", diz
Fugh-Berman, dizendo que sentiu falta de mais perguntas sobre influências
das fontes de financiamento e demonstrando pouca surpresa pelos números
obtidos: "A única parte surpreendente da pesquisa é que eles sejam tão
baixos".

Admitindo que até mesmo os maiores números tendem a ser estimativas
conservadoras, baseadas em auto-admissão anônima, os autores acham que os
resultados preocupam. Argumentam que essas "pequenas" mazelas do dia-a-dia
científico podem ser até mais graves do que os grandes casos de fraude que,
vez por outra, ganham destaque na imprensa.

"Pouca atenção se deu até agora ao papel do ambiente de pesquisa como um
todo no comprometimento da integridade científica", conclui o trio. "É hora
de a comunidade científica considerar quais aspectos desse ambiente são mais
importantes para a integridade de pesquisas, quais aspectos são mais
suscetíveis a mudanças, e quais mudanças serão as mais frutíferas para
garantir a integridade na ciência."



SUBJECT: "Prática na Teoria" - livro sobre Teoria dos Jogos
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 10:48

Pessoal,

Nosso amigo Raul Marinho está lançando seu primeiro livro, "Prática na Teoria", que versa sobre teoria dos jogos, e estou ajudando voluntariamente a fazer a divulgação. Por favor, não encarem isso como spam, pois a profissão de autor estreante no Brasil só é menos difícil do que a de padre na China, e merece todo nosso apoio...

O livro pode ser comprado em http://www.raulmarinho.com.br, e está sendo editado pela Editora Saraiva. O Raul Marinho é colunista da Você S.A., onde ele tem uma coluna sobre teoria dos jogos.

Segue-se a sinopse do livro:

"Este é um livro sobre a prática das atividades de comprar e vender, contratar e ser contratado (e demitir ou pedir demissão), barganhar, formar coalizões (e dissolvê-las), Liderar e ser liderado, cooperar e desertar, detectar a cooperação no outro (ou a falta dela), negociar, conceder, aceitar acordos (ou rejeitá-los), enfim, os diferentes aspectos do relacionamento econômico. Mas ao contrário da maioria dos livros de negócios, este enfoca estas questões sob o ponto de vista da Teoria dos Jogos e da Teoria da Evolução, com especial destaque para o Altruísmo Recíproco, uma teoria da Biologia Evolucionista explicada por meio da Teoria de Jogos." (www.livrariasaraiva.com.br)


Abraços,

Alvaro Augusto de Almeida
www.lunabay.com.br/alvaro.php
alvaro@lunabay.com.br

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Água em excesso gera demência?
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 13:56

Água em excesso gera demência? Qual é a ls (lethal dose) ? Fontes de
referência sobre o assunto?

[ ] 's do Emiliano Chemello
chemelloe@yahoo.com.br
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)





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SUBJECT: Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 14:39

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
escreveu
> Olá Byron
>
> Como já foi lembrado, reações quimicas e quimica são relacionadas,
mas não a mesma coisa..:-) E ainda discorod de alguns pontos, por
exemplo, o que escurece os alimentos como maçãs e o queijo, é a
oxidação, uma reação quimica. O que apodrece os alimentos, sim, é
ação bacteriana..:-)


Homero,

Não tenho certeza, mas acho que o escurecimento do queijo e da maçã,
são reações enzimáticas, decorrentes de ações bacteriana, no caso da
maça oxigênio dependente....Estou sem referências, mas depois
confirmo isso tudo, ok


>
> E o fermento químico é diferente do fermento biológico. Pegue o
fermento em sua cozinha e leia o rótulo, verá que não são bactérias.



Há fermentos químicos, de que são feitos? Como atuam? Confesso, não
conheço...


> A desnaturação é um processo químico. Como lembrou o LER, não pode
ser desfeito. Não pode descoagular a albumina.



A conformação de uma proteina não decorre de uma reação
química......Esta orientação não é um processo químico.......E a
coagulação pode, sim, ser desfeita. Por processo mecânico sem haver
quebra de proteina....Essas experiências são feitas em bioquímica...
E para ser mais genérico, qualquer coagulação pode ser desfeita! É
exatamente por isso que se chama coagulação...



> Se não considera que a celulose é "quebrada", pode usar degradada,
pré-digerida, amolecida, o que achar mais preciso. De toda forma,
ajuda na absorção do alimento, e o cozimento de verduras inclui
processos químicos, não?


Quais? Dê exêmplos?



> Quanto ao "quebra" do NaCl, por isso a palavra estava entre
parenteses..:-) Não é uma aula de química, é uma ajuda e uma lista
simplificada de processos químicos em uma cozinha. Mesmo ser ser
quebra, ainda é química, não? Se for bem "ranzinza" pode alegar que
nem mesmo existe química, sendo tudo física, como fazem (de
gozação..:-) alguns físicos, para implicar com os químicos..:-)


Olha a química, diz o seguinte...Essa coisa que tem número atômico
tal será chamada de sódio....E o íon sódio tem, em solução aquosa,
carga +1...No entanto, isso, ao que chamamos de sódio, ainda é uma
carga....E as propriedades desse como carga e suas interações com
outras (íon ou dipolo, que não deixa de ter uma carga efetiva)não é
um processo químico, são processos puramente físicos.... Se concordo
que a química estuda as propriedades dos íons, claro que
concordo....mas isso não é um evento químico...



> Não é uma briga, é apenas uma conversa. Mesmo que discordemos em
alguns pontos, pelo menos concordamos que alguma química sempre á..:-)

Sim, já disse isso ao Emiliano, não estou querendo impor uma
idéia......Concordo, há química sim, mas muito pouco de química..Como
desde o início eu comentei....
>
> Homero
>
> PS: Não disse o que achou dos livros citados.
>
>


Ainda não tive tempo de ler os livros e estou postando últimamnete
nos computadores do McDonald´s...Estou de férias e o meu computador
está com problemas......Por isso, tenho sido muito simplista nos meus
questionamentos....


Enfim....

Um abraço,


Byron
>
> ----- Original Message -----
> From: byronrosembergcosta
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, June 09, 2005 7:22 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
> escreveu
> > Olá Byron
> >
> > Dando um pitacos para ajudar o LER.:-)
> >
> > Cozinhar um ovo provoca a coagulação das proteinas da clara,
uma
> reação quimica interessante que produz o "branco" do ovo e é
química.
>
> [Byron]
>
> O que precede a coagulação é a desnaturação de uma proeteina
> (albumina) por decorrencia do calor, daí em diante as interações
são
> feitas entre os seus pares....Essa desnaturação não passa
> de "quebras" de interações eletrostáticas" interações
> intermoleculares... Isso, não é um processo químico...Embora a
> química possa tratar disso, não é um processo químico.!!!
>
>
>
>
> > Colocar alimentos na geladeira diminui a velocidade das reações
> quimicas que estragam ou modificam o sabor dos alimentos,
preservando-
> os por mais tempo.
>
> Colocar os alimentos na geladeira, retarda as atividades
> bacterianas.... E dessa atividade que decorre a deterioração dos
> alimentos.....O oxigênio nessa temperatura apenas reage com
> substâncias com potenciais significantes de redução, tais como os
> antioxidantes....Acido ascórbico, betacaroteno...etc...
>
>
>
> > Proteger os alimentos cortados, como queijo, carne, maçãs, com
> filme plastico impede que o oxigênio reaja com a superfície dos
> mesmos, evitando que estraguem ou escureçam.
>
> [Byron]
>
> Mais uma vez...Decorre de atividade bacateriana....Isso é
bilogia,
> microbiologia, não química....
>
>
>
> > O fogo do fogão é uma reação química entre o oxigenio e o
> combustível, nesse caso, gás de cozinha (butano).
>
> [Byron]
>
> Mais no e-mail original eu disse que fazer arder um combustível,
gás
> de combustão, palito de fósforo, jornal e papel resumiria a
química
> que se faz na cozinha.....Eu não esqueci desse detalhe...Comentei
> ainda que a "queima dos alimentos, quer voluntariamente quer
> acidentalmente tb se somaria aos poucos eventos químicos na
cozinha...
>
>
>
>
> > O fermento químico que se usa na cozinha para bolos e massas é,
> claro, químico..:-)
>
> Bom...Então vc não entendeu o que é fermentação...Fermentação é
um
> processo microbiológico....
>
>
> >
> > A batata cozida teve seu amido quebrado pelo calor, em uma
reação
> química, que permitiu que você ingerisse as mesmas.
> >
> A batata cozida não teve o seu amido quebrado...Não se quebra o
amido
> nessas condições...Força-se a entrada de água...que devido as
fortes
> interações eletrostáticas permanecem por lá.....
>
>
> > O suco, não sei exatamente de que, mas se for de alguma fruta
> citrica, provocou grandes reações quimicas em seu estomago (que,
> aliás, gerou um enorme debate na lista recentemente, sobre suco
de
> limão..:-)
>
> Bom, receio que vc não tenha lido o e-mail inicail...Eu disse que
se
> faz mais química comendo do que fazendo....E cozinha, cá pra
> nós...não foro de debate para é química do estômago...
>
> Bom, eu já provei aqui na lista que ácido cítrico não faz nada no
> estômago...Não me resumi em teorias, usei a bancada para prová-
> las...Está na lista, basta ver....
>
>
>
>
> > Boa parte do que se faz na cozinha, em relação a mudar algo na
> aparencia ou sabor de um alimento, envolve uma reação química,
como
> usar vinagre ou cozinhar vegetais para quebrar a celulose e
permitir
> o consumo.
>
> Não se quebra a celulose.....
>
>
>
> > Amaciantes de carne usam enzimas que aceleram a quebra química
das
> fibras do musculo.
>
> Isso eu não conheço...Se existem amaciantes de carne a base de
> enzimas, vou colocá-los na pequena lista de processos químicos
que se
> faz na cozinha....
>
>
>
> > Colocar o bacalhau salgado de molho antes de cozinhar retira o
> exesso de sal por meio da osmose, um processo químico.
>
> A desidratação nesse caso em parte não é osmótico, mas osmose não
é
> um processo químico...Embora a química tenha se dado o luxo de
estuda-
> la e explicá-la, não é química...A osmose é um processo puramente
> físico......Interações eletrostáticas são processos físicos...
>
>
>
> > O repolho pode ser usado para identificar ácidos e bases (papel
> tornassol)
>
> Tá brincando...Vc quer chamar isso de química da cozinha?rs...O
> repolho não é exclusivo da cozinha...A sua natureza é
agrícola....O
> fato de usarmos domesticamnete não lhe deixa subordinado a esse
> espaço em nossa casa....
>
>
> >
> > Destampar uma garrafa de refrigerante, uma quente e uma gelada,
e
> as diferentes reações dos gases dissolvidos, é química.
>
>
>
> Nossa...A temperatura apenas altera a solubilidade de uma
gás...por
> isso a diferença entre o " escape" de gás entre uma
garrafa 'quente"
> e "fria"....Veja é um processo reversível....Por se tratar de uma
> forma visível e comum de processo físico todo mundo é capaz de
> entender que a dissolução de um gás é um processo físico...Mas é
> curioso que ninguém veja a mesma coisa com sais,
substâncias.....Uma
> pena!
>
>
>
>
>
> > Até dissolver um punhado de sal na água é uma reação química,
> que "quebra" o NaCl e produz ions.
>
> Não "quebra" nada....se quebrasse esse processo seria
> endotérmicos......E não é, com poucas exceções.....São forças
> eletrotáticas só isso.....Forças eletrostáticas não são
> seletivas........Quem oferecer a anulação do campo eletrostático
será
> o par ideal...É isso o que as moléculas de água fazem....Esse é
um
> processo puramente reversível....Daí a física do evento, não a
> química do evento.....Acho que vc está confundindo o que os
químicos
> estudam com o que é química......um processo químico em sua
> essência....
>
>
>
>
> > Na verdade, é difícil encontrar algo feito na cozinha que NÃO
> envolva química de alguma forma..:-)
>
>
> Pelo contrário existe pouca química na cozinha....
>
>
> > Para finalizar, um livro interessante sobre química na cozinha:
>
> Einstein era um físico...Vou ler esse livro e depois comento se o
que
> se diz é química ou física nesse livro...Não é curioso que a
maioria
> dos livros fale sobre ciência na cozinha e não sobre químcia na
> cozinha?....Ainda não encontrei nenhum que fale especificamente
de
> química....
>
>
>
> > O que Einstein disse a seu cozinheiro.
> >
http://www.aprendebrasil.com.br/recomenda/novorecomenda/livros.asp?
> idLivro=45361
> > http://busca.estadao.com.br/magazine/materias/2003/abr/09/83.htm
>
>
>
> > E um curso sobre química na cozinha:
> > http://www.espacociencia.pe.gov.br/noticias/ler.php?noticia=134
>
> Vou ler e depois comento....
>
>
> > Espero que ajude..:-)
> >
> > Homero
> >
>
> Ainda não me convenceram....
>
> um forte abraço,
>
> Byron
>
>
>
>
>
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: byronrosembergcosta
> > To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > Sent: Wednesday, June 08, 2005 8:57 PM
> > Subject: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
> > <lecarvalho@i...> escreveu
> > > At 20:25 8/6/2005, you wrote:
> > > >Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química comendo
do
> que
> > > >fazendo...
> > > >
> > > >Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo; o
> > famigerado
> > > >prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne
> ensopada,
> > > >salada...Depois tomei sorvete e um suco...Me diz onde há
> química em
> > > >fazer tudo acima...
> > > >
> > > >um abraço,
> > > >Byron
> > >
> > >
> > >
> > > Como é que esse sorvete permanece sólido, mesmo estando
próximo
> de
> > zero
> > > grau... sob temperaturas de 30º C ?
> > >
> > > Por que quando derrete... o seu um litro de sorvete não
> apresenta
> > nem 300 ml ?
> > >
> > > Como é que esse seu suco de maracujá... todo dia... vindo
de
> > qualquer
> > > garrafa da maguary, ao longo dos anos, tem sempre a mesma
cor e
> o
> > mesmo
> > > gosto...
> > > se dois maracujas, comprados na feira, nunca são sequer
> parecidos ?
> > >
> > > E a carne assada... por que ela foi envolta em papel
aluminio ?
> > >
> >
> > [Byron]
> >
> > Eu não disse que era carne assada, mas carne cozida.....Mas
não
> > importa, que seja carne assada... Me diga um fenêmeno químico
que
> > acontece nesse porcesso....Se vc estiver falando de
churrasco, já
> > disse que a queima voluntária ou descuidada é a única forma
de
> fazer
> > química na cozinha...
> >
> >
> > E quem disse que a minha mãe colocou papel alumínio na carne
> assada?
> > Mas se, por ventura, tivesse colocado? Que química há nisso?
> >
> >
> > L.E.R, há ciência sim meu caro, mas em termos de química, se
faz
> > pouco.....
> >
> > um abraço,
> >
> > Byron
> >
> >
> >
> >
> >
> > > L.E.
> > >
> > >
> > > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
> removidas]
> >
> >
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> > ##### ##### #####
> >
> > Página de apoio
> > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
> >
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> > ----------------------------------------------------------------
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> ----------
> > Links do Yahoo! Grupos
> >
> > a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> > http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
> >
> > b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> > ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
> >
> > c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos
Termos
> do Serviço do Yahoo!.
> >
> >
> >
> > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
removidas]
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> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
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> ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
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> c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos
do Serviço do Yahoo!.
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: Quím na cozinha: tia nastacia x byron
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 14:53

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> Cozinhe milho verde com sal na água e vai ver se o grão nao
murcha...
> E´ osmose.


E osmose vem a ser um processo químico? Veja a sua ess}ência e verá
que não!


>
> Não cozinhe o ovo... não provoque a degradação da substancia
avidina... que
> tá no ovo... e vai ver o que acontece com a saude.

O que acontece com a minha saude? Que substância é quebrada no
cozimento do ovo? Já que conhece, mencione....



> Sugiro ler o livrinho: O que Einstein disse à sua Cozinheira.
>
> Ou "Um cientista na cozinha".
>
> O que provoca o escurecimento da batata ou da maçã é uma reação
bioquímica, catalizada pela enzima polifenoloxidase.
Pra ser ativada, ela depende de oxigenio.

> Quando se rompe a célula, com a faca, o substrato sai da célula, a
enzima entra em contato com o ar, o oxigenio ativa a enzima e esta
acelera a
> reação do escurecimento, que é diferente daquele escurecimento que
ocorre
> no leite condensado, quando a lata é cozida. Aqui a reação se dá
entre a
> lisina e o açúcar, formando melanoidinas, uma reação química, muito
> semelhante à melanina que se forma na pele, quando se toma sol, e
ficamos
> bronzeados.


Muito bom...Outra coisa que pode ser considerado como um evento
químico....Se não estou enganado é o quinto da lista em que chegamos
até agora....

Bom, mais ai vc está forçando uma situação, não se faz isso na
cozinha..........Pensei na cozinha como contexto para se falar de
química...E isso não se faz...Mas estou convencido de que isso tb
seria um evento químico....


> Você bate leite com abacaxi, em vez de bater com banana, e vai ver
o que
> acontece.
> Fica amargo, porque no abacaxi tem enzimas proteolíticas,
proteases, a
> bromelina, que vai quebrar a cadeia proteica, liberando os
aminoacidos,
> alguns dos quais têm gosto amargo.



>
> Fica também fritando e refritando pasteis, no mesmo oleo... e me
conta que
> o ponto de fumaça não provoca reações químicas... e aquela fumaça
preta,
> que sobe, é natural da soja e estava diluída no oleo.



Bom, mas eu mesmo disse que a pirólise ou combustão são os poucos
processos químicos que vemos na cozinha....Isso já era ponto
pacífico...



> Olha... a Tia Nastácia tá convencida, há muito tempo, que a cozinha

> saturada de reações químicas.
> E, ao contrário do Byron, a cozinheira faz o que com suas batatas ?
> Ora, ela descasca e joga dentro de uma vasilha cheia de agua, pra
impedir
> que o oxigenio ative a polifenoloxidase.

Nossa!




> Agora chega.
> Esquece o Byron.
> Chama a Tia Nastácia.
> Eu quero falar com quem tá interessado em aprender.

E discutir uma idéia significa não querer aprender? Quanto vc
aprendeu com isso? Se tivesse todas essas informações em mente, por
que não postou aqui antes? Vc aprendeu tanto quanto eu, meu camarada!
Não me venha com essa de que não se utilizou de referências....As
suas primeiras respostas eram absurdadmente falhas!!!

L.E.R.....Se eu não insistisse vc e outros não teriam imposto
respostas insatisfatórias a questão.....A minha insistência não
deriva mais do que uma necessidade irrepri´mível de aprender...Não me
enetnda mal...

Veja, quanto se suou para se chegar a poucos exemplo de química na
cozinha....Não há tanta química como se deduz....

um abraço,

Byron





> L.E.
>
>
> At 19:57 9/6/2005, you wrote:
> >Olá Byron
> >
> >Como já foi lembrado, reações quimicas e quimica são relacionadas,
mas não
> >a mesma coisa..:-) E ainda discorod de alguns pontos, por exemplo,
o que
> >escurece os alimentos como maçãs e o queijo, é a oxidação, uma
reação
> >quimica. O que apodrece os alimentos, sim, é ação bacteriana..:-)
> >
> >E o fermento químico é diferente do fermento biológico. Pegue o
fermento
> >em sua cozinha e leia o rótulo, verá que não são bactérias.
> >
> >A desnaturação é um processo químico. Como lembrou o LER, não pode
ser
> >desfeito. Não pode descoagular a albumina.
> >
> >Se não considera que a celulose é "quebrada", pode usar degradada,
> >pré-digerida, amolecida, o que achar mais preciso. De toda forma,
ajuda na
> >absorção do alimento, e o cozimento de verduras inclui processos
químicos, não?
> >
> >Quanto ao "quebra" do NaCl, por isso a palavra estava entre
> >parenteses..:-) Não é uma aula de química, é uma ajuda e uma lista
> >simplificada de processos químicos em uma cozinha. Mesmo ser ser
quebra,
> >ainda é química, não? Se for bem "ranzinza" pode alegar que nem
mesmo
> >existe química, sendo tudo física, como fazem (de gozação..:-)
alguns
> >físicos, para implicar com os químicos..:-)
> >
> >Não é uma briga, é apenas uma conversa. Mesmo que discordemos em
alguns
> >pontos, pelo menos concordamos que alguma química sempre á..:-)
> >
> >Homero
> >
> >PS: Não disse o que achou dos livros citados.
> >
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: byronrosembergcosta
> > To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > Sent: Thursday, June 09, 2005 7:22 PM
> > Subject: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
> > escreveu
> > > Olá Byron
> > >
> > > Dando um pitacos para ajudar o LER.:-)
> > >
> > > Cozinhar um ovo provoca a coagulação das proteinas da clara,
uma
> > reação quimica interessante que produz o "branco" do ovo e é
química.
> >
> > [Byron]
> >
> > O que precede a coagulação é a desnaturação de uma proeteina
> > (albumina) por decorrencia do calor, daí em diante as
interações são
> > feitas entre os seus pares....Essa desnaturação não passa
> > de "quebras" de interações eletrostáticas" interações
> > intermoleculares... Isso, não é um processo químico...Embora a
> > química possa tratar disso, não é um processo químico.!!!
> >
> >
> >
> >
> > > Colocar alimentos na geladeira diminui a velocidade das
reações
> > quimicas que estragam ou modificam o sabor dos alimentos,
preservando-
> > os por mais tempo.
> >
> > Colocar os alimentos na geladeira, retarda as atividades
> > bacterianas.... E dessa atividade que decorre a deterioração dos
> > alimentos.....O oxigênio nessa temperatura apenas reage com
> > substâncias com potenciais significantes de redução, tais como
os
> > antioxidantes....Acido ascórbico, betacaroteno...etc...
> >
> >
> >
> > > Proteger os alimentos cortados, como queijo, carne, maçãs, com
> > filme plastico impede que o oxigênio reaja com a superfície dos
> > mesmos, evitando que estraguem ou escureçam.
> >
> > [Byron]
> >
> > Mais uma vez...Decorre de atividade bacateriana....Isso é
bilogia,
> > microbiologia, não química....
> >
> >
> >
> > > O fogo do fogão é uma reação química entre o oxigenio e o
> > combustível, nesse caso, gás de cozinha (butano).
> >
> > [Byron]
> >
> > Mais no e-mail original eu disse que fazer arder um
combustível, gás
> > de combustão, palito de fósforo, jornal e papel resumiria a
química
> > que se faz na cozinha.....Eu não esqueci desse
detalhe...Comentei
> > ainda que a "queima dos alimentos, quer voluntariamente quer
> > acidentalmente tb se somaria aos poucos eventos químicos na
cozinha...
> >
> >
> >
> >
> > > O fermento químico que se usa na cozinha para bolos e massas
é,
> > claro, químico..:-)
> >
> > Bom...Então vc não entendeu o que é fermentação...Fermentação é
um
> > processo microbiológico....
> >
> >
> > >
> > > A batata cozida teve seu amido quebrado pelo calor, em uma
reação
> > química, que permitiu que você ingerisse as mesmas.
> > >
> > A batata cozida não teve o seu amido quebrado...Não se quebra o
amido
> > nessas condições...Força-se a entrada de água...que devido as
fortes
> > interações eletrostáticas permanecem por lá.....
> >
> >
> > > O suco, não sei exatamente de que, mas se for de alguma fruta
> > citrica, provocou grandes reações quimicas em seu estomago (que,
> > aliás, gerou um enorme debate na lista recentemente, sobre suco
de
> > limão..:-)
> >
> > Bom, receio que vc não tenha lido o e-mail inicail...Eu disse
que se
> > faz mais química comendo do que fazendo....E cozinha, cá pra
> > nós...não foro de debate para é química do estômago...
> >
> > Bom, eu já provei aqui na lista que ácido cítrico não faz nada
no
> > estômago...Não me resumi em teorias, usei a bancada para prová-
> > las...Está na lista, basta ver....
> >
> >
> >
> >
> > > Boa parte do que se faz na cozinha, em relação a mudar algo na
> > aparencia ou sabor de um alimento, envolve uma reação química,
como
> > usar vinagre ou cozinhar vegetais para quebrar a celulose e
permitir
> > o consumo.
> >
> > Não se quebra a celulose.....
> >
> >
> >
> > > Amaciantes de carne usam enzimas que aceleram a quebra
química das
> > fibras do musculo.
> >
> > Isso eu não conheço...Se existem amaciantes de carne a base de
> > enzimas, vou colocá-los na pequena lista de processos químicos
que se
> > faz na cozinha....
> >
> >
> >
> > > Colocar o bacalhau salgado de molho antes de cozinhar retira o
> > exesso de sal por meio da osmose, um processo químico.
> >
> > A desidratação nesse caso em parte não é osmótico, mas osmose
não é
> > um processo químico...Embora a química tenha se dado o luxo de
estuda-
> > la e explicá-la, não é química...A osmose é um processo
puramente
> > físico......Interações eletrostáticas são processos físicos...
> >
> >
> >
> > > O repolho pode ser usado para identificar ácidos e bases
(papel
> > tornassol)
> >
> > Tá brincando...Vc quer chamar isso de química da cozinha?rs...O
> > repolho não é exclusivo da cozinha...A sua natureza é
agrícola....O
> > fato de usarmos domesticamnete não lhe deixa subordinado a esse
> > espaço em nossa casa....
> >
> >
> > >
> > > Destampar uma garrafa de refrigerante, uma quente e uma
gelada, e
> > as diferentes reações dos gases dissolvidos, é química.
> >
> >
> >
> > Nossa...A temperatura apenas altera a solubilidade de uma
gás...por
> > isso a diferença entre o " escape" de gás entre uma
garrafa 'quente"
> > e "fria"....Veja é um processo reversível....Por se tratar de
uma
> > forma visível e comum de processo físico todo mundo é capaz de
> > entender que a dissolução de um gás é um processo físico...Mas é
> > curioso que ninguém veja a mesma coisa com sais,
substâncias.....Uma
> > pena!
> >
> >
> >
> >
> >
> > > Até dissolver um punhado de sal na água é uma reação química,
> > que "quebra" o NaCl e produz ions.
> >
> > Não "quebra" nada....se quebrasse esse processo seria
> > endotérmicos......E não é, com poucas exceções.....São forças
> > eletrotáticas só isso.....Forças eletrostáticas não são
> > seletivas........Quem oferecer a anulação do campo
eletrostático será
> > o par ideal...É isso o que as moléculas de água fazem....Esse é
um
> > processo puramente reversível....Daí a física do evento, não a
> > química do evento.....Acho que vc está confundindo o que os
químicos
> > estudam com o que é química......um processo químico em sua
> > essência....
> >
> >
> >
> >
> > > Na verdade, é difícil encontrar algo feito na cozinha que NÃO
> > envolva química de alguma forma..:-)
> >
> >
> > Pelo contrário existe pouca química na cozinha....
> >
> >
> > > Para finalizar, um livro interessante sobre química na
cozinha:
> >
> > Einstein era um físico...Vou ler esse livro e depois comento se
o que
> > se diz é química ou física nesse livro...Não é curioso que a
maioria
> > dos livros fale sobre ciência na cozinha e não sobre químcia na
> > cozinha?....Ainda não encontrei nenhum que fale especificamente
de
> > química....
> >
> >
> >
> > > O que Einstein disse a seu cozinheiro.
> > >
> >
<http://www.aprendebrasil.com.br/recomenda/novorecomenda/livros.asp?
>http://www.aprendebrasil.com.br/recomenda/novorecomenda/livros.asp?
> > idLivro=45361
> > >
> >
<http://busca.estadao.com.br/magazine/materias/2003/abr/09/83.htm>http
://busca.estadao.com.br/magazine/materias/2003/abr/09/83.htm
> >
> >
> >
> > > E um curso sobre química na cozinha:
> > >
> > <http://www.espacociencia.pe.gov.br/noticias/ler.php?
noticia=134>http://www.espacociencia.pe.gov.br/noticias/ler.php?
noticia=134
> >
> > Vou ler e depois comento....
> >
> >
> > > Espero que ajude..:-)
> > >
> > > Homero
> > >
> >
> > Ainda não me convenceram....
> >
> > um forte abraço,
> >
> > Byron
> >
> >
> >
> >
> >
> > >
> > > ----- Original Message -----
> > > From: byronrosembergcosta
> > > To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > > Sent: Wednesday, June 08, 2005 8:57 PM
> > > Subject: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
> > >
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
> > > <lecarvalho@i...> escreveu
> > > > At 20:25 8/6/2005, you wrote:
> > > > >Nossa, mas eu mesmo disse que se faz mais química
comendo do
> > que
> > > > >fazendo...
> > > > >
> > > > >Mas vamos lá...Digamos que eu comi arroz, feijão e ovo;
o
> > > famigerado
> > > > >prato feito!...Digamos que tivesse batata cozida, carne
> > ensopada,
> > > > >salada...Depois tomei sorvete e um suco...Me diz onde há
> > química em
> > > > >fazer tudo acima...
> > > > >
> > > > >um abraço,
> > > > >Byron
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > Como é que esse sorvete permanece sólido, mesmo estando
próximo
> > de
> > > zero
> > > > grau... sob temperaturas de 30º C ?
> > > >
> > > > Por que quando derrete... o seu um litro de sorvete não
> > apresenta
> > > nem 300 ml ?
> > > >
> > > > Como é que esse seu suco de maracujá... todo dia... vindo
de
> > > qualquer
> > > > garrafa da maguary, ao longo dos anos, tem sempre a mesma
cor e
> > o
> > > mesmo
> > > > gosto...
> > > > se dois maracujas, comprados na feira, nunca são sequer
> > parecidos ?
> > > >
> > > > E a carne assada... por que ela foi envolta em papel
aluminio ?
> > > >
> > >
> > > [Byron]
> > >
> > > Eu não disse que era carne assada, mas carne cozida.....Mas
não
> > > importa, que seja carne assada... Me diga um fenêmeno
químico que
> > > acontece nesse porcesso....Se vc estiver falando de
churrasco, já
> > > disse que a queima voluntária ou descuidada é a única forma
de
> > fazer
> > > química na cozinha...
> > >
> > >
> > > E quem disse que a minha mãe colocou papel alumínio na carne
> > assada?
> > > Mas se, por ventura, tivesse colocado? Que química há nisso?
> > >
> > >
> > > L.E.R, há ciência sim meu caro, mas em termos de química,
se faz
> > > pouco.....
> > >
> > > um abraço,
> > >
> > > Byron
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > > L.E.
> > > >
> > > >
> > > > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
> > removidas]
> > >
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SUBJECT: Re: Quím na cozinha: sorvete e carne
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 15:01

Não pense assim de mim rapaz, a ignorância não é vergonha...Confesso
não ter conhecimento sobre fermentos químicos...Por ora...

Mas veja como a palavra é infeliz...

Fermentação: Transformação química provocada por um fermento vivo ou
por um princípio extraído de fermento.

Fermento:

Substância capaz de provocar trocas químicas, particularmente
fermentação, sem nada ceder de sua própria matéria aos produtos de
fermentação.

Não há, pela semântica da palavra, fermento químico!!! O que acontece
é uma reação de decomposição por ação do calor.....

Veja, a sua soberba sobre o tema lhe impediu de pensar o mínimo sobre
a questão... O nome é infeliz e tomado vulgarmente por quem não
conhece nada de química...


um abraço,


Byron





--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Phoenix Myth
<phoenixclever@y...> escreveu
> Olá...
> Mas acho não estender muito esta discução... Este
> Byron deve ser daqueles físicos que odeiam a química,
> e não há nada que mude a opnião dele... Agora... um
> cientista que não sabe a diferença entre fermentos
> químicos e biológicos... fica difícil o diálogo...
> Heheheh
>
> []s
>
>
>
>
> __________________________________________________
> Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
> http://br.download.yahoo.com/messenger/





SUBJECT: Re: Química na cozinha...
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 16:01

Emiliano,

Não estou e sequer ficarei chateado com isso....



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
l l o" <chemelloe@y...> escreveu
> Olá Byron,
>
> [byron]
> foi exatamente o seu artigo que me fez pensar: Puxa, bacana! Acho
que
> a cozinha é um bom contexto para se falar de quíica do
cotidiano....A
> minha reflexão sobre esse tema me levou a pensar que existe muito
> pouco de fenômenos químicos ou processos químicos na cozinha...Que o
> que se faz não passa de fenômenos físicos...
>
> [Emiliano]
> O processo de colocação do gás nos butijões fazendo-o passar para
para o
> estado líquido é um fenômeno físico. A combustão do gás é um
fenômeno
> químico. Concordo que não há muitas reações química na cozinha em
comparação
> aos 'fenônemos explicados pela química'. Porém acho errado dizer
que não há
> muita química na cozinha.


Sim, se a questão for....Há muito na cozinha que se estuda em
química, concordo....





> [Byron]
> Eu não quero impor uma
> idéia, quero compartilha-la....chegar a algum lugar.....Mas vejo
> muito dogmatismo nessa lista, muita imposição...Que na maioria das
> vezes fazem os listeiros se calaram.......
>


> [Emiliano]
> Não compartilho da sua visão. Acredito que seja uma questão de
definirmos o
> escopo da discussão. Nós estamos falando de uma coisa, você de
outra. Você
> diz que tal fenômeno não é químico, nós dizemos que sim. Você
argumenta que
> não há reação química, nós dizemos que, mesmo não ocorrendo reação
química,
> as teorias que explicam o fenômeno pertencem ao estudo da química.



Que nada, boa parte dessas teorias decorrem de estudo de físicos...
Passados como herança para a química....



> Exemplo: A glicerina (ou glicerol) é um subproduto da fabricação
do sabão.
> Por esse motivo, toda fábrica de sabão também vende glicerina. Ela é
> adicionada aos cremes de beleza e sabonetes, pois é um bom
umectante, isto
> é, mantém a umidade da pele. Como a glicerina mantém a umidade da
pele?
> Através das pontes (ou ligações) de hidrogênio. Não ocorre reação
química.
> Na essência é uma interação de polos, mas faz parte do estudo das
interações
> intermoleculares.

Mas uma vez, se o foco for o que a química estuda...Concordo...Mas eu
disse que não havia eventos, processos químicos como se
deduzia....Que a maioria das coisas não passam de fenêmenos
físicos......Se pensarmos assim, a transformações físicas das
substâncias em seus estados de agregação deveria ser tratada como um
processo químico, já que, em resumo, são efeitos decorrentes de
interações químicas......E não vejo ninguém tratá-la assim, como
vários outros exeplos tratados pela química...Vc chama isso de
química? Então porque as outras interações eletrostáticas são
tratadas com distinção?


> [byron]
> Quanto ao que a química
> estuda ou explica não implica ai o conteúdo sejam fenômenos, eventos
> ou processos químicos....Que exemplos?...O que vc cita por exemplo:
> Propriedades coligativas....Se vc pensar sobre o prisma de que NaCl
> não passam de cargas e água de dipolos e tudo mais...vai entender
que
> não há fenômeno químico algum na mudança de propriedades, a exemplo
> da alteração do ponto de fusão.....
>
> [Emiliano]
> A química não estuda somente as transformações da matéria, mas
também as
> interações dela. A adição de NaCl em água e a proporcional
alteração do
> ponto de ebulição não é um 'fenômeno químico', mas o fenômeno é
estudado
> pela química e, por tanto, ao meu ver, está errado dizer que não é
química e
> que não há 'muita química na cozinha'. Enfim, 'fenômeno químico'
e 'fenômeno
> estudado pela química' são coisas diferentes.
>
> [Byron]
> Outras temas que se estuda em química: Pressão de vapor, difusão e
> efusão de gases, mistura gasosas, fenêmenos de transporte passivos,
> Leis dos gases ideais, para citar apenas os que eu me recordo no
> momento...E nem por isso recebem o status de química.......
>
> [Emiliano]
> Neste exemplos não ocorre reação química, mas mesmo assim são
fenômenos
> estudados pela química. A química não estuda apenas fenômenos onde
há reação
> química.



Mas a questão é: Vc chama isso acima de química? Esqueça a chancela
de fenômeno químico...Vc chama isso de química, apenas? Nas suas
aulas vc dá esses exemplos como química?


> [byron]
> Dizer que na cozinha se faz muito o que um químico experimenta em
> laboratório, concordo....Mas dizer que se faz química, tenho minhas
> dúvidas....Mas posso pensar diferente, desde que me convençam...Eu
> sei que vc´s não são obrigados a me convecerem disso, mas acho que
> essa é a proposta da lista.....
>
> [Emiliano]
> Um cozinheiro não faz uso do método científico para produzir seus
alimentos.
> Portanto, não faz química. Contudo, vários fenômenos qua acontecem
na
> cozinha são explicados pela química. Um cozinheiro não é um
químico. Um
> químico pode ser um cozinheiro, pois afinal de contas, nós químicos
também
> precisamos comer :-)
>
> Não fique chateado. Isso aqui é apenas um bate papo entre fãs de
ciência.

Mas porque eu iria ficar chateado? Ficaria sim, se vc´s não quisessem
falar a respeito....

um abraço,

Byron



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
l l o" <chemelloe@y...> escreveu
> Olá Byron,
>
> [byron]
> foi exatamente o seu artigo que me fez pensar: Puxa, bacana! Acho
que
> a cozinha é um bom contexto para se falar de quíica do
cotidiano....A
> minha reflexão sobre esse tema me levou a pensar que existe muito
> pouco de fenômenos químicos ou processos químicos na cozinha...Que o
> que se faz não passa de fenômenos físicos...
>
> [Emiliano]
> O processo de colocação do gás nos butijões fazendo-o passar para
para o
> estado líquido é um fenômeno físico. A combustão do gás é um
fenômeno
> químico. Concordo que não há muitas reações química na cozinha em
comparação
> aos 'fenônemos explicados pela química'. Porém acho errado dizer
que não há
> muita química na cozinha.
>
> [Byron]
> Eu não quero impor uma
> idéia, quero compartilha-la....chegar a algum lugar.....Mas vejo
> muito dogmatismo nessa lista, muita imposição...Que na maioria das
> vezes fazem os listeiros se calaram.......
>
> [Emiliano]
> Não compartilho da sua visão. Acredito que seja uma questão de
definirmos o
> escopo da discussão. Nós estamos falando de uma coisa, você de
outra. Você
> diz que tal fenômeno não é químico, nós dizemos que sim. Você
argumenta que
> não há reação química, nós dizemos que, mesmo não ocorrendo reação
química,
> as teorias que explicam o fenômeno pertencem ao estudo da química.
>
> Exemplo: A glicerina (ou glicerol) é um subproduto da fabricação
do sabão.
> Por esse motivo, toda fábrica de sabão também vende glicerina. Ela é
> adicionada aos cremes de beleza e sabonetes, pois é um bom
umectante, isto
> é, mantém a umidade da pele. Como a glicerina mantém a umidade da
pele?
> Através das pontes (ou ligações) de hidrogênio. Não ocorre reação
química.
> Na essência é uma interação de polos, mas faz parte do estudo das
interações
> intermoleculares.
>
> [byron]
> Quanto ao que a química
> estuda ou explica não implica ai o conteúdo sejam fenômenos, eventos
> ou processos químicos....Que exemplos?...O que vc cita por exemplo:
> Propriedades coligativas....Se vc pensar sobre o prisma de que NaCl
> não passam de cargas e água de dipolos e tudo mais...vai entender
que
> não há fenômeno químico algum na mudança de propriedades, a exemplo
> da alteração do ponto de fusão.....
>
> [Emiliano]
> A química não estuda somente as transformações da matéria, mas
também as
> interações dela. A adição de NaCl em água e a proporcional
alteração do
> ponto de ebulição não é um 'fenômeno químico', mas o fenômeno é
estudado
> pela química e, por tanto, ao meu ver, está errado dizer que não é
química e
> que não há 'muita química na cozinha'. Enfim, 'fenômeno químico'
e 'fenômeno
> estudado pela química' são coisas diferentes.
>
> [Byron]
> Outras temas que se estuda em química: Pressão de vapor, difusão e
> efusão de gases, mistura gasosas, fenêmenos de transporte passivos,
> Leis dos gases ideais, para citar apenas os que eu me recordo no
> momento...E nem por isso recebem o status de química.......
>
> [Emiliano]
> Neste exemplos não ocorre reação química, mas mesmo assim são
fenômenos
> estudados pela química. A química não estuda apenas fenômenos onde
há reação
> química.
>
> [byron]
> Dizer que na cozinha se faz muito o que um químico experimenta em
> laboratório, concordo....Mas dizer que se faz química, tenho minhas
> dúvidas....Mas posso pensar diferente, desde que me convençam...Eu
> sei que vc´s não são obrigados a me convecerem disso, mas acho que
> essa é a proposta da lista.....
>
> [Emiliano]
> Um cozinheiro não faz uso do método científico para produzir seus
alimentos.
> Portanto, não faz química. Contudo, vários fenômenos qua acontecem
na
> cozinha são explicados pela química. Um cozinheiro não é um
químico. Um
> químico pode ser um cozinheiro, pois afinal de contas, nós químicos
também
> precisamos comer :-)
>
> Não fique chateado. Isso aqui é apenas um bate papo entre fãs de
ciência.
>
> [ ] 's
> Emiliano Chemello
>
>
> ----- Original Message -----
> From: byronrosembergcosta
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Friday, June 10, 2005 9:34 AM
> Subject: [ciencialist] Re: Química na cozinha...
>
>
> Emiliano,
>
> foi exatamente o seu artigo que me fez pensar: Puxa, bacana! Acho
que
> a cozinha é um bom contexto para se falar de quíica do
cotidiano....A
> minha reflexão sobre esse tema me levou a pensar que existe muito
> pouco de fenômenos químicos ou processos químicos na cozinha...Que o
> que se faz não passa de fenômenos físicos...Eu não quero impor uma
> idéia, quero compartilha-la....chegar a algum lugar.....Mas vejo
> muito dogmatismo nessa lista, muita imposição...Que na maioria das
> vezes fazem os listeiros se calaram.......Quanto ao que a química
> estuda ou explica não implica ai o conteúdo sejam fenômenos, eventos
> ou processos químicos....Que exemplos?...O que vc cita por exemplo:
> Propriedades coligativas....Se vc pensar sobre o prisma de que NaCl
> não passam de cargas e água de dipolos e tudo mais...vai entender
que
> não há fenômeno químico algum na mudança de propriedades, a exemplo
> da alteração do ponto de fusão.....
>
> Outras temas que se estuda em química: Pressão de vapor, difusão e
> efusão de gases, mistura gasosas, fenêmenos de transporte passivos,
> Leis dos gases ideais, para citar apenas os que eu me recordo no
> momento...E nem por isso recebem o status de química.......
>
> Dizer que na cozinha se faz muito o que um químico experimenta em
> laboratório, concordo....Mas dizer que se faz química, tenho minhas
> dúvidas....Mas posso pensar diferente, desde que me convençam...Eu
> sei que vc´s não são obrigados a me convecerem disso, mas acho que
> essa é a proposta da lista.....
>
>
> um abraço,
>
> Byron
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
> l l o" <chemelloe@y...> escreveu
> > Byron,
> >
> > Não podemos confundir 'reação química' com 'química'. Em
alguns
> > fenômenos não ocorre reação química, mas as teorias que sustentam
as
> > explicações científicas para o fenômeno fazem parte do estudo da
> química.
> > Exemplo? Propriedades coligativas. Dissolva cloreto de sódio em
> água e o
> > ponto de ebulição da mistura será diferente da água pura. Por quê?
> A química
> > explica. Quer um exemplo de propriedades coligativas na cozinha?
> Sugiro a
> > leitura o meu artigo publicado no site do NAEQ:
> >
> > Ebuliometria e café: alguma coisa a ver?
> >
>
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq/material_didatico/textos_interativos_
> 30.htm
> >
> > No meu artigo recentemente publicado na revista eletrônica
ZOOM
> do site
> > Companhia da Escola eu explico porque choramos quando cortamos
> cebola. Veja
> > e dê sua opinião:
> >
> > A química na cozinha apresenta: As cebolas
> > http://www.ciadaescola.com.br/zoom/imprimir_materia.asp?
materia=263
> >
> > Aguardo seus comentários.
> >
> > [ ] 's do Emiliano Chemello
> > chemelloe@y...
> > http://www.quimica.net/emiliano
> > http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> > [ MSN ] chemelloe@h...
> > [ ICQ ] 145060604
> >
> > " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> > tout se transforme."
> >
> > Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: byronrosembergcosta
> > To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > Sent: Wednesday, June 08, 2005 7:41 PM
> > Subject: [ciencialist] Química na cozinha...
> >
> >
> > Bom...Ao contrário de muita gente eu não me convenci de que haja
> > tanta química na cozinha assim....Há Ciência? Sim existe uma
ciência
> > útil na cozinha. Química, pouco provável...Na verdade se faz mais
> > química comendo do que fazendo...Ou se faz mais matemática do que
> > qualquer outra coisa....rs
> >
> >
> > As únicas coisas que pude identificar, como uma sendo fenômenos
> > químicos, foram: Acender, ao que se dá o nome de, fósforo, acender
> um
> > gás de combustão (vulgo acender o fogão) e quando queimamos os
> > alimentos voluntariamente ou por imprudência, quer por combustão
> quer
> > por pirólise....Creio que o restante sejam processos físicos ou
> > biológicos....
> >
> > Quando cozinhamos:
> >
> > * desnaturamos algumas proteínas, por "quebra" de interações
> > intermoleculares, o que não se constitui em um processo químico (
se
> > isso fosse considerado química, fazer ebulir água tb seria um
> > processo químico e não é).....Isso vale para o leite, ovo, etc...
> >
> > * hidratamos e enchemos com água alguns polímeros naturais, como o
> > amido e suas variações....Daí o arroz, o feijão, outras
leguminosas,
> > verduras e o escambau serem consideradas cozidas! Mas tb não vejo
> > química nisso...
> >
> > * Fazer uma solução, molecular ou iônica, embora esse conceito
> esteja
> > enraizado, não é um processo químico.....Esse é um processo
> altamente
> > reversível....o que perde a chancela de fenômeno químico, ou
não?...
> >
> > * Fermentação é um processo microbiológico e não químico....Então
> > fazer bolo, massa de pizza e de pão não se constitui num processo
> > químico...
> >
> > Extrair pigmentos, substâncias que sensibilizam o nosso paladar ou
> > olfato, também não é química....
> >
> > Não é à-toa que a maioria dos químicos não sabem nada de cozinha,
> > ficam como dizem atolados.... E não falo disso sem fundamento eu
sou
> > o maior exemplo disso, mesmo depois de 4 anos de garduação...rs
> >
> > Tudo é uma mera atividade de misturar coisas e rezar para
satisfazer
> > o paladar de um bom número de pessoas.....E para ser sincero,
cortar
> > cebola não é fazer química....A química até explica, mas....
> >
> > Se estou errado, não me deixem morrer na ignorância...Por favor,
me
> > convençam......
> >
> > um abraço,
> >
> > Byron
> >
> >
> >
> >
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> >
> > Página de apoio
> > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> > Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> > http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
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> > Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
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> > O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do
> Serviço do
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> Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
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SUBJECT: Quím na cozinha: abre o forno, abre...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 16:08

At 15:01 10/6/2005, you wrote:
>Não pense assim de mim rapaz, a ignorância não é vergonha...Confesso
>não ter conhecimento sobre fermentos químicos...Por ora...
>
>Mas veja como a palavra é infeliz...
>
>Fermentação: Transformação química provocada por um fermento vivo ou
>por um princípio extraído de fermento.
>
>Fermento:
>
>Substância capaz de provocar trocas químicas, particularmente
>fermentação, sem nada ceder de sua própria matéria aos produtos de
>fermentação.
>
>Não há, pela semântica da palavra, fermento químico!!! O que acontece
>é uma reação de decomposição por ação do calor.....
>
>Veja, a sua soberba sobre o tema lhe impediu de pensar o mínimo sobre
>a questão... O nome é infeliz e tomado vulgarmente por quem não
>conhece nada de química...
>
>
>um abraço,
>
>Byron


Assim como Putrefação é a degradação de proteínas por microrganismos,
Fermentação é a transformação de açúcares, por microrganismos, produzindo
alcoois ou acidos, dentre outros substancias muitas vezes desejaveis, pelas
suas caracteristicas sensoriais, que agregam sabores ao pão, ao picles, ao
chucrute, ao iogurte etc.

O fermento químico, não.
O fermento químico é uma imitação, que produz apenas gas carbonico, mas não
as demais substancias.
Em bolo, que já tem chocolate ou frutas, tudo bem, mete fermento químico,
que é mais pratico, mas em pão frances é impossivel, pois o pão vai ficar
sem gosto de nada, nem vai produzir aquele cheiro maravilhoso, de pão
quente na padaria, que são substancias volateis, produzidas na fermentação,
e que evaporam durante o aquecimento nos fornos, ou mesmo são geradas por
reações provocadas pelo calor.

Aliás, a crosta do pão, aquele escurecimento, é também uma reação
química: a reação de Maillard (a mesma já citada no leite condensado
cozido na lata).

O fermento químico são duas substancias que, aquecidas, reagem e liberam
gas carbonico.
Por isso é que se o cozinheiro for curioso e, se for um burro, que acha que
na cozinha não tem reação química nenhuma, e abrir a tampa do forno, pra
zoiar, bem no meio da reação, ele vai paralisar a reação química que ele
acha que não existe, e o bolo oh, oh, oh... vai ficar todo ferrado,
embatumado...

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: tia nastacia x byron
FROM: "Esteban" <estebanmoreno@idhi.org.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 16:19

> E osmose vem a ser um processo químico? Veja a sua ess}ência e verá
> que não!

É um processo físico, o que não quer dizer que não pertença à química.
Segundo o aurelião: química é uma ciência em que se estuda a estrutura das
substâncias, correlacionando-a com as propriedades macroscópicas, e se
investigam as transformações dessas substâncias.
ou no Houaiss: estudo científico da constituição da matéria, suas
propriedades, transformações e as leis que as regem.

Usualmente divide-se as transformações como físicas ou química, ambas
pertentencem ao corpo de estudo da química. A questão que está por trás
destes questionamentos, ao menos parcialmente, é que a física adentrou-se em
diversos campos de saberes, suas fronteiras são bem extensas, com seus
importantes aportes e visões próprias. Costumo coadnar com meus colegas
químicos desta forma muito simplista: se envolve principalmente a
eletrosfera, é químico, se envolve nucleo, é físico. Claro que não é uma
boa definição para os físicos, mas ao menos aumenta os nossos brios. E isso
não impede que os físicos desenvolvam seus modelos em cima da química ou da
bioquímica, ou da ecológia, economia, etc. A osmose, água em ebulição, o
cérebro pensando, qualquer transferência de calor ou massa, com ou sem
reação química, a vida como um todo, são fenômenos que pertencem
intrinsecamente à química, ou ao menos podem ser vistos por esta lupa. Todos
envolvem a estrutura e/ou a transformação de substâncias, e são
principalmente efeitos eletrônicos, não descartando obviamente a importância
do nucleo. Esta hierarquização dos saberes é muitas vezes inutil, mas em
algum nivel necessária.

Não há qualquer processos na cozinha que não possa ser explorado e entendido
legitimamente pela química. Alias, a cozinha é um excelente palco para isso.
Ainda mais um campo tão prático, enquanto os físicos (em media) costumam
entender patavinas de transformações, sejam químicas ou físicas.
Pergunte-lhes sobre a estrutura da água ou do gelo, ou se a energia de uma
ligação covalente é em media maior ou menor do que a da ponte (ou ligação)
de hidrogênio. Tem certeza que é uma interação física?

Um abraço,
Esteban.





SUBJECT: Fraude na ciencia!
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 16:57

Olá Mauricio

É preciso um certo cuidado para analisar a nota que enviou. Ela dá a entender que isso é uma "falha " da ciência, mas na verdade apenas demonstra um problema de seres humanos, e cientistas são seres humanos. E mais, como o resultado final, demonstra que algum mecanismo está controlando essa falha humana, permitindo que a ciência produza conhecimento confiável.

Sempre acusam a ciência de afirmar que "não tem falhas", mas isso é apenas uma forma de desviar a atenção. Nenhum cientista alega algo nem mesmo parecido com isso..:-) Nem que cientistas não errem, nem que sejam melhores, mais honestos ou mais especiais que qualquer outra categoria. O que se alega, e se demonstra, é justamente que um sistema de controle dessas falhas, tanto humanas quanto derivadas da natural complexidade do universo, foi desenvolvido, e que hoje chamamos de métiodo científico. E que este sistema tem alta confiabilidade exatamente por saber que existem falhas, fraudes e enganos em toda tentativa de estudar o universo físico.

Se as falhas humanas citadas no texto se refletissem na confiabilidade dos resultados produzidos pela ciência, não poderiamos estar usando este computador para conversar, não poderiamos usar automóveis para ir trabalhar, os aviões não voariam, os satélites não funcionariam, as pessoas não teriam a espectativa de vida aumentada para mais de 80 anos, as doenças não seriam controladas, a variola não teria sido extinta, etc, etc, etc.

O que a mensagem na verdade indica, é que o sistema é eficaz em controlar e filtrar essas condutas inapropriadas. Se 1 em cada 3 cientistas tem condutas inapropriadas, e mesmo assim o produto final é confiável o bastante para suportar nossa civilização tecnológica, e permitir a compreensão de muitos aspectos de nosso universo, então o rigor científico é eficaz e bem aplicado..:-)

Embora um cienstista, como todo ser humano, possa se sentir tentado a fraudar ou ajustar resultados, tem sempre de considerar a possibilidade de sua ação ser desmascarada em experimentos de confirmação, análise crítica de outros pesquisadores e por todo o rigor necessário para uma alegação ou estudo ser aceito.

Quando uma alegação de uma pseudociencia (ou crença) é atacada por cientistas, os que defendem a alegação parecem pensar que esse ataque é só contra eles. Que, se fosse um cientista propondo, os outros aceitariam sem problemas. Mas não é assim. Um cientista não considera que apenas não cientistas possam ser enganados ou possam fraudar um estudo ou alegação. Na verdade, toda alegação deve passar por esse rigor, e cientistas sempre considerarão a possibilidade de fraude, seja em uma alegação de um desconhecido pseudocientsita, seja uma alegação de um premio Nobel muitas vezes laureado.

Por isso o rigor extremo e o método científico.

Não é infalível (como, aliás, é sempre, exaustivamente repetido), mas é o melhor e mais confiável método que temos para produzir conhecimento.


Homero


----- Original Message -----
From: mauricio@bec.com.br
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 10, 2005 10:36 AM
Subject: [ciencialist] Fraude na ciencia!


Uma Noticia Interessante...
Abracos
Mauricio

09/06/2005 - 10h03 Um em três cientistas admite ter conduta inapropriada,
diz pesquisa SALVADOR NOGUEIRA
da Folha de S.Paulo

Numa pesquisa feita nos Estados Unidos com mais de 3.000 cientistas ligados
à área médica, um terço deles admitiu, sob condição de anonimato, que
cometeu alguma improbidade em seus estudos nos últimos três anos.

Os resultados, levando em conta que muitos devem ter optado por omitir suas
mazelas com medo de que fossem descobertos, são tidos como conservadores
pelos realizadores do estudo. Ainda assim, apontam que os pequenos casos de
fraude e adulteração, em geral despercebidos, podem causar mais danos à
credibilidade da ciência do que os grandes e escandalosos casos de fraude,
que acabam indo parar nos jornais.

O estudo foi realizado com pesquisadores dos NIH (Institutos Nacionais de
Saúde) dos EUA. De todos os formulários distribuídos, 3.247 foram devolvidos
com respostas utilizáveis. Eles foram divididos em acadêmicos em início de
carreira e em meio de carreira.

Curiosamente, os pesquisadores experientes (média etária de 44 anos) se
mostraram menos éticos que seus colegas principiantes (com, em média, 35
anos). "Embora possamos apenas especular sobre as diferenças observadas
entre os grupos, há várias explicações plausíveis", argumentam Brian
Martinson, da HealthPartners Research Foundation, e Melissa Anderson e
Raymond de Vries, da Universidade de Minnesota, responsáveis pelo
levantamento, divulgado na edição de hoje da revista científica britânica
"Nature" (www.nature.com).

O trio aponta como possíveis razões o fato de que os cientistas mais
experientes já conhecem melhor o sistema e têm menos medo de serem pegos, ou
o fato de que cientistas mais jovens se delataram menos nos formulários, com
medo de serem expostos.

Os questionários continham 16 perguntas do tipo "sim ou não", dizendo
respeito a diferentes tipos de má-conduta na qual o cientista poderia ter
incorrido nos últimos três anos --que iam da mais inofensiva delas, Nº 16
("Você manteve registros inadequados de suas pesquisas?"), à mais escabrosa,
Nº 1 ("Você falsificou ou "fabricou" dados de pesquisa?").

"A pergunta mais condenadora foi a de número dez", avalia Adriane
Fugh-Berman, pesquisadora americana que recentemente denunciou um caso de
"ghost-writing" (recrutamento de cientistas para assumir a autoria de um
estudo e ocultar os interesses dos redatores originais) envolvendo a gigante
farmacêutica britânica AstraZeneca.

A questão Nº10 era: "Você mudou o projeto, a metodologia ou os resultados de
um estudo em resposta a pressões de uma fonte de financiamento?". Entre
todos os pesquisadores, 15,5% admitiram ter feito isso. Excetuando a quase
inofensiva pergunta dos "registros inadequados", essa foi a que obteve maior
resposta.

"Omitir detalhes de metodologia ou resultados se o pesquisador decide fazer
isso é uma coisa, outra é se uma companhia farmacêutica decide isso", diz
Fugh-Berman, dizendo que sentiu falta de mais perguntas sobre influências
das fontes de financiamento e demonstrando pouca surpresa pelos números
obtidos: "A única parte surpreendente da pesquisa é que eles sejam tão
baixos".

Admitindo que até mesmo os maiores números tendem a ser estimativas
conservadoras, baseadas em auto-admissão anônima, os autores acham que os
resultados preocupam. Argumentam que essas "pequenas" mazelas do dia-a-dia
científico podem ser até mais graves do que os grandes casos de fraude que,
vez por outra, ganham destaque na imprensa.

"Pouca atenção se deu até agora ao papel do ambiente de pesquisa como um
todo no comprometimento da integridade científica", conclui o trio. "É hora
de a comunidade científica considerar quais aspectos desse ambiente são mais
importantes para a integridade de pesquisas, quais aspectos são mais
suscetíveis a mudanças, e quais mudanças serão as mais frutíferas para
garantir a integridade na ciência."



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 17:04

----- Original Message -----
From: "JVictor"
Sent: Sunday, July 10, 2005 8:04 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.

Hélio: O PARADOXO do gêmeos (ou dos relógios) é uma assombração na vida dos
relativistas. Quando ele aparece na suas frentes eles fecham os olhos e
dizem para si mesmos: "Não existe, não existe, não existe". Mas não adianta,
ao abrirem os olhos o fantasma ainda está lá.

Victor: Este não é o meu caso, pois, se não consigo explicar, certamente é
em razão de minhas próprias limitações pessoais, devido ao fato, talvez, de
minha mente não conseguir captar a essência do fenômeno.

Alberto: Então não deixa de ser o seu caso. Por limitações "visuais" você
não consegue enxergar o fantasma. :-)

Victor: [...] Uma teoria, para mim, independemente de ser a TR ou não, é só
um modêlo de como as coisas funcionam, estruturado matemáticamente.

Alberto: Ou seja, você adota a metodologia de Bohr, um utilitarista, para
defender a teoria de Einstein, um realista. Nada contra, trata-se apenas de
um comentário paralelo, mesmo porque acredito que Einstein foi o último dos
grandes realistas em física (o que não significa dizer que no futuro não
venham a surgir outros), apesar de ter adotado um realismo sob certos
aspectos deturpado (o chamado realismo einsteiniano).

Victor: Querer que uma teoria, estruturada ou não matematicamente, reflita,
explique e revele as verdades subjacentes por trás daquilo que descreve, é
querer demais e não acredito que alguém que tenha um mínimo de conhecimento
de como funciona a ciência, a aquisição de conhecimento, possa pensar dessa
maneira.

Alberto: O utilitarismo pode ser muito bom após a teoria estar pronta. Neste
sentido podemos dizer que após a compleição da mecânica quântica, Bohr foi
um utilitarista. Mas o Bohr de 1913 era sem dúvida um realista, e assim se
postou até o dia em que conseguiu completar o algoritmo que dava certo
(mecânica quântica). O cientista que não adotar o lema "duvidar para
acreditar", poderá vir a ser um excelente tecnólogo, mas dificilmente
produzirá algo de revolucionário em ciência. A ciência evolui às custas de
revoluções, e isso é coisa que até mesmo aquela anta do Kuhn não conseguiu
modificar. Ser cientista não é crer numa verdade, mas caminhar sempre em
direção a possíveis novas verdades. Sem dúvida, a grande maioria dos
cientistas se acomoda aos dogmatismos, mas esses não fazem ciência,
simplesmente são estudiosos de uma ciência já "bem" estabelecida (a ciência
enciclopédica). Em outras palavras, se hoje temos uma ciência bem
estabelecida, isso deve-se única e exclusivamente àqueles que na sua opinião
não tinham "um mínimo de conhecimento de como funciona a ciência".

Victor: [...] Querer conhecer as verdades subjacentes a qualquer teoria é
uma pretensão do ser humano, legítima, pois. Sempre foi e será.

Alberto: Noto então uma certa ambigüidade em sua maneira de pensar. :-)

Vou parar por aqui pois com respeito à TR já disse o que penso e não flagrei
na sua mensagem nenhum novo argumento a contestar os meus posicionamentos.
Quero crer, e esse é apenas um palpite, que a maioria dos físicos
relativistas (até mesmo aqueles que escreveram os livros que você gosta de
citar) não concordaria com a sua maneira "sui generis" de interpretar a
inexistência do fantasma apontado pelo Hélio.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: Quím na cozinha: abre o forno, abre...
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 17:05


>
> O fermento químico são duas substancias que, aquecidas, reagem e
liberam
> gas carbonico.
> Por isso é que se o cozinheiro for curioso e, se for um burro, que
acha que
> na cozinha não tem reação química nenhuma, e abrir a tampa do
forno, pra
> zoiar, bem no meio da reação, ele vai paralisar a reação química
que ele
> acha que não existe, e o bolo oh, oh, oh... vai ficar todo ferrado,
> embatumado...


Nossa!!!...Parece que vc está falando sobre várias
reações....Fermentação é um processo biológico, não químico....O
fermento químico já foi tratado aqui....E eu mesmo já me convenci
sobre ele.....Mas convenhamos o nome é muito infeliz....

L.E.R, vc me considera burro? Fique a vontade, me convença!

um abraço,

Byron





SUBJECT: Cozinha: avidina e osmose
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 17:10

At 14:53 10/6/2005, you wrote:
>--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
><lecarvalho@i...> escreveu
> > Cozinhe milho verde com sal na água e vai ver se o grão nao
>murcha...
> > E´ osmose.
>E osmose vem a ser um processo químico? Veja a sua ess}ência e verá
>que não!


OSMOSE É FISICO-QUIMICA.
E FISICO-QUIMICA É DISCIPLINA DO INSTITUTO DE QUIMICA.
NÃO É DO INSTITUTO DE FÍSICA.

L.E.





>O que acontece com a minha saude? Que substância é quebrada no
>cozimento do ovo? Já que conhece, mencione....

AVIDINA
ta no google.
qualquer panaka consegue achar...
não precisa ser Takata.

O cozimento também inativa a avidina dos ovos crus, que é um inibidor da
biotina,
importante vitamina do complexo B. Este efeito benéfico do cozimento é ...
www.movimentomuscular.com.br/nutricao/mat_004.htm

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 17:17

----- Original Message -----
From: Sent: Friday, June 10, 2005 10:36 AM
Subject: [ciencialist] Fraude na ciencia!

> Numa pesquisa feita nos Estados Unidos com mais de 3.000 cientistas
> ligados à área médica, um terço deles admitiu, sob condição de anonimato,
> que cometeu alguma improbidade em seus estudos nos últimos três anos.

Resta saber se os dois terços restantes responderam o questionário com
seriedade (Como controlar isso?), pois isso não chegou a ser ventilado na
notícia dada pelo Salvador. De qualquer forma, um terço não deixa de
retratar algo de profundamente lamentável. Como confiar numa ciência dessas?
Por outro lado: Como não confiar na ciência? "Se ficar, o bicho come, se
correr o bicho pega."

Com a palavra os defensores do cientificismo. Alguém se manifesta? Ou
deixaremos o dito pelo não dito?

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Quím na cozinha: é só política, é ...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 17:20


>Nossa!!!...Parece que vc está falando sobre várias
>reações....Fermentação é um processo biológico, não químico....

É BIOLOGICO SIM.
UMA SUBSTANCIA QUIMICA SE TRANSFORMA EM OUTRA SUBSTANCIA QUIMICA...
UMA SUBSTANCIA COM UMA CADEIA DE SEIS ATOMOS DE CARBONO (glicose)... SE
QUEBRA EM SUBSTANCIA COM DOIS ATOMOS DE CARBONO (alcool etilico)...
LIBERANDO ENERGIA... E ISSO NÃO É UMA REAÇÃO QUÍMICA.
É BIOLÓGICO SIM.

ENTÃO A EXPLOSÃO DA BOMBA ATOMICA NÃO É FÍSICA.
É SÓ POLÍTICA.
(risos)

L.E.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Quím na cozinha: abre, abre...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 17:21


>L.E.R, vc me considera burro? Fique a vontade, me convença!
>um abraço,
>Byron



NÃO...
ACHO VOCÊ UM CARA IXPERTO.

PRIMEIRO, PORQUE SE EU DISSER QUE SIM, O BRUDNA VAI VIR COM AQUELE PAPO
ESTRANHO DELE.

SEGUNDO QUE...
SE EU ENTENDI, ANTES DE ABRIR O FORNO, VOCE ANTES VAI ESTAR SEMPRE
CONSULTANDO OS QUÍMICOS.
(risos)

L.E.











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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Quím na cozinha: tia nastacia x byron
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 17:23

Esteban,

entenda que eu disse haver poucos eventos ou processos químicos na
cozinha e não que muito do que se faz nesse lugar não possa ser visto
pela ótica desta disciplina...

Uma coisa é a ciência outros são os processos...Esta ciência trata de
muitos temas que não propriamante sejam processos ou eventos
químicos.....Do contrário ficaria muito engessada!!

É exatamente por tratar fenômenos físicos com o status de química que
impede boa parte dos alunos em entendere a essência de um processo...


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Esteban" <estebanmoreno@i...>
escreveu
> > E osmose vem a ser um processo químico? Veja a sua ess}ência e
verá
> > que não!
>
> É um processo físico, o que não quer dizer que não pertença à
química.
> Segundo o aurelião: química é uma ciência em que se estuda a
estrutura das
> substâncias, correlacionando-a com as propriedades macroscópicas, e
se
> investigam as transformações dessas substâncias.
> ou no Houaiss: estudo científico da constituição da matéria, suas
> propriedades, transformações e as leis que as regem.
>
> Usualmente divide-se as transformações como físicas ou química,
ambas
> pertentencem ao corpo de estudo da química. A questão que está por
trás
> destes questionamentos, ao menos parcialmente, é que a física
adentrou-se em
> diversos campos de saberes, suas fronteiras são bem extensas, com
seus
> importantes aportes e visões próprias. Costumo coadnar com meus
colegas
> químicos desta forma muito simplista: se envolve principalmente a
> eletrosfera, é químico, se envolve nucleo, é físico. Claro que não
é uma
> boa definição para os físicos, mas ao menos aumenta os nossos
brios. E isso
> não impede que os físicos desenvolvam seus modelos em cima da
química ou da
> bioquímica, ou da ecológia, economia, etc. A osmose, água em
ebulição, o
> cérebro pensando, qualquer transferência de calor ou massa, com ou
sem
> reação química, a vida como um todo, são fenômenos que pertencem
> intrinsecamente à química, ou ao menos podem ser vistos por esta
lupa. Todos
> envolvem a estrutura e/ou a transformação de substâncias, e são
> principalmente efeitos eletrônicos, não descartando obviamente a
importância
> do nucleo. Esta hierarquização dos saberes é muitas vezes inutil,
mas em
> algum nivel necessária.
>
> Não há qualquer processos na cozinha que não possa ser explorado e
entendido
> legitimamente pela química. Alias, a cozinha é um excelente palco
para isso.
> Ainda mais um campo tão prático, enquanto os físicos (em media)
costumam
> entender patavinas de transformações, sejam químicas ou físicas.
> Pergunte-lhes sobre a estrutura da água ou do gelo, ou se a energia
de uma
> ligação covalente é em media maior ou menor do que a da ponte (ou
ligação)
> de hidrogênio. Tem certeza que é uma interação física?
>
> Um abraço,
> Esteban.


Esteban,

entenda que eu disse haver poucos eventos ou processos químicos na
cozinha e não que muito do que se faz nesse lugar não possa ser visto
pela ótica desta disciplina...

Uma coisa é a ciência outros são os processos...Esta ciência trata de
muitos temas que não propriamente sejam processos ou eventos
químicos, pois do contrário, claro, ficaria muito engessada!!

É exatamente por tratar fenômenos físicos com o status de química,
que boa parte dos alunos sequer entendem a essência desses
processos.....


um abraço,

Byron




SUBJECT: Quím na cozinha: fermento de fantasia
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 17:23


>Nossa!!!...Parece que vc está falando sobre várias
>reações....Fermentação é um processo biológico, não químico....O
>fermento químico já foi tratado aqui....E eu mesmo já me convenci
>sobre ele.....Mas convenhamos o nome é muito infeliz....
>Byron




CLARO QUE O FERMENTO QUIMICO NÃO FERMENTA NADA.

MAS É ASSIM MESMO A NOMENCLATURA COMERCIAL.

PICLES NATURAL...
PELA LEI...
E´ AQUELE QUE, EM VEZ DE SER NATURALMENTE FERMENTADO, É APENAS VEGETAIS
IMERSOS EM AGUA COM ACIDO ACETICO.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Quím na cozinha: tia nastacia x byron
FROM: "hymboldt2005" <hymboldt2005@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 17:28

Esse debate me convenceu a organizar algum conteúdo de química na
cozinha para o próximo semestre em minhas aulas de química.

abs

Dirceu Dias

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "byronrosembergcosta"
<byronrosembergcosta@y...> escreveu
> Esteban,
>
> entenda que eu disse haver poucos eventos ou processos químicos na
> cozinha e não que muito do que se faz nesse lugar não possa ser
visto
> pela ótica desta disciplina...
>
> Uma coisa é a ciência outros são os processos...Esta ciência trata
de
> muitos temas que não propriamante sejam processos ou eventos
> químicos.....Do contrário ficaria muito engessada!!
>
> É exatamente por tratar fenômenos físicos com o status de química
que
> impede boa parte dos alunos em entendere a essência de um
processo...
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Esteban"
<estebanmoreno@i...>
> escreveu
> > > E osmose vem a ser um processo químico? Veja a sua ess}ência e
> verá
> > > que não!
> >
> > É um processo físico, o que não quer dizer que não pertença à
> química.
> > Segundo o aurelião: química é uma ciência em que se estuda a
> estrutura das
> > substâncias, correlacionando-a com as propriedades
macroscópicas, e
> se
> > investigam as transformações dessas substâncias.
> > ou no Houaiss: estudo científico da constituição da matéria, suas
> > propriedades, transformações e as leis que as regem.
> >
> > Usualmente divide-se as transformações como físicas ou química,
> ambas
> > pertentencem ao corpo de estudo da química. A questão que está
por
> trás
> > destes questionamentos, ao menos parcialmente, é que a física
> adentrou-se em
> > diversos campos de saberes, suas fronteiras são bem extensas,
com
> seus
> > importantes aportes e visões próprias. Costumo coadnar com meus
> colegas
> > químicos desta forma muito simplista: se envolve principalmente a
> > eletrosfera, é químico, se envolve nucleo, é físico. Claro que
não
> é uma
> > boa definição para os físicos, mas ao menos aumenta os nossos
> brios. E isso
> > não impede que os físicos desenvolvam seus modelos em cima da
> química ou da
> > bioquímica, ou da ecológia, economia, etc. A osmose, água em
> ebulição, o
> > cérebro pensando, qualquer transferência de calor ou massa, com
ou
> sem
> > reação química, a vida como um todo, são fenômenos que pertencem
> > intrinsecamente à química, ou ao menos podem ser vistos por esta
> lupa. Todos
> > envolvem a estrutura e/ou a transformação de substâncias, e são
> > principalmente efeitos eletrônicos, não descartando obviamente a
> importância
> > do nucleo. Esta hierarquização dos saberes é muitas vezes
inutil,
> mas em
> > algum nivel necessária.
> >
> > Não há qualquer processos na cozinha que não possa ser explorado
e
> entendido
> > legitimamente pela química. Alias, a cozinha é um excelente
palco
> para isso.
> > Ainda mais um campo tão prático, enquanto os físicos (em media)
> costumam
> > entender patavinas de transformações, sejam químicas ou físicas.
> > Pergunte-lhes sobre a estrutura da água ou do gelo, ou se a
energia
> de uma
> > ligação covalente é em media maior ou menor do que a da ponte
(ou
> ligação)
> > de hidrogênio. Tem certeza que é uma interação física?
> >
> > Um abraço,
> > Esteban.
>
>
> Esteban,
>
> entenda que eu disse haver poucos eventos ou processos químicos na
> cozinha e não que muito do que se faz nesse lugar não possa ser
visto
> pela ótica desta disciplina...
>
> Uma coisa é a ciência outros são os processos...Esta ciência trata
de
> muitos temas que não propriamente sejam processos ou eventos
> químicos, pois do contrário, claro, ficaria muito engessada!!
>
> É exatamente por tratar fenômenos físicos com o status de química,
> que boa parte dos alunos sequer entendem a essência desses
> processos.....
>
>
> um abraço,
>
> Byron




SUBJECT: Quím na cozinha: tia nastacia, leo & takata
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 17:30

At 17:23 10/6/2005, you wrote:
>Esteban,
>
>entenda que eu disse haver poucos eventos ou processos químicos na
>cozinha e não que muito do que se faz nesse lugar não possa ser visto
>pela ótica desta disciplina...
>
>Uma coisa é a ciência outros são os processos...Esta ciência trata de
>muitos temas que não propriamante sejam processos ou eventos
>químicos.....Do contrário ficaria muito engessada!!
>
>É exatamente por tratar fenômenos físicos com o status de química que
>impede boa parte dos alunos em entendere a essência de um processo...



a natureza não tem fenômenos físicos e fenômenos químicos.

ela tem apenas um repertório de fenômenos.

nós é que, para compreende-los, e estuda-los, tentamos fazer classificações.

obviamente as classificações nao são perfeitas.

tanto assim que existe até uma tal de físico-química.

Qual a diferença entre acidez e pH ?

Qual a diferença entre umidade e atividade de água ?

Não vou responder não.
Eu sou professor.
Não sou handbook.


Eu passo trabalho.
Aluno pergunta pro Leo.
E o Leo se socorre no Takata.

E´ assim que a coisa funciona.

L.E.








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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fraude na ciencia!
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 17:38

Olá Alberto

Eu me manifestei..:-) Embora não seja um defensor do "cientificismo", esse chingamento criado pelos adversários da ciência, defenderei a ciência. Que nem mesmo foi atacada pelo artigo, mas sim cientistas, seres humanos. Todos, como nós, falhos e passíveis de tentação, enganos de boa e má fé, e erros diversos.

É como se alguém considerasse que cientistas não mentem nunca, e agora tivessemos descoberto que não era verdade, que horror..:-) Mas, quem seria tão ingenuo (ou desonesto) de afirmar que cientistas pretendem ser infaliveis ou mais honestos que o resto da população? Se assim fosse, não necessitariamos de métodos de controle, de rigor de análise, de estudos de reprodução, etc.

Se existe um rigor e um método, é porque desde sempre se reconhece as falhas e os enganos a que toda atividade humana é passível. Apenas quem tem verdades absolutas e certezas derivadas, por exemplo, de seres divinos e infalíveis, pode abrir mão desse sistema de controle..:-)

Confia-se na ciência, não nos cientistas. Estes, como qualquer pessoa, são passíveis de falha. Revisar e reproduzir cada estudo, dado ou resultado, auemnta muito a confiabilidade dos mesmos. Por isso estamos conversando por email em uma rede mundial e não enviando cartas, levadas por mensageiros à cavalo..:-) Por isso seu celular (eu não tenho, não suporto a capacidade de ser encontrado em qualquer lugar.:) usa satelites orbitais. Por isso a Varíola não existe mais e nossa espectativa de vida é de mais de 80 anos.

Pode não confiar na ciência, se achar que não deve, mas mesmo assim ainda se beneficiará de sua confiabilidade. E sei que sabe disso, ainda que escreva (talvez para provocar a gente?..:-) de forma a dar munição a ataques bem mais raivosos e sem sentido aos inimigos da razão..:-)

Repetindo ("ad nauseum"?..:-), não é infalível, não é 100% correto, não é perfeito ou imune a falhas, mas é o melhor que temos, o mais confiável modo de produzir conhecimento, a ferramenta mais segura e de maior eficácia que já criamos, isso que chamamos de ciência..:-)

Homero

PS: Me lembrei de sua sugestão de eliminar os "peer review", e substitui-los por publicações democráticas na Web. Como ficaria a questão dos enganos e das fraudes, se mesmo com "peer review", 1 em cada 3 se sente tentado a fraudar? Já pensou, sem nada disso para complicar, podendo simplesmente publicar seu estudo na web, e ter a mesma aceitação e confiança de quem o lê que os atuais estudos controlados, o que evitaria que os 2 restantes também passassem a fraudar? E como saberiamos disso, como escolheriamos qual foi fraudado e qual é correto? Refazendo todos os estudos, tudo de novo, para tirar nossas próprias conclusões?


----- Original Message -----
From: Alberto Mesquita Filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 10, 2005 5:17 PM
Subject: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!


----- Original Message -----
From: Sent: Friday, June 10, 2005 10:36 AM
Subject: [ciencialist] Fraude na ciencia!

> Numa pesquisa feita nos Estados Unidos com mais de 3.000 cientistas
> ligados à área médica, um terço deles admitiu, sob condição de anonimato,
> que cometeu alguma improbidade em seus estudos nos últimos três anos.

Resta saber se os dois terços restantes responderam o questionário com
seriedade (Como controlar isso?), pois isso não chegou a ser ventilado na
notícia dada pelo Salvador. De qualquer forma, um terço não deixa de
retratar algo de profundamente lamentável. Como confiar numa ciência dessas?
Por outro lado: Como não confiar na ciência? "Se ficar, o bicho come, se
correr o bicho pega."

Com a palavra os defensores do cientificismo. Alguém se manifesta? Ou
deixaremos o dito pelo não dito?

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Cozinha: avidina e osmose
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 17:41

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> At 14:53 10/6/2005, you wrote:
> >--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
> ><lecarvalho@i...> escreveu
> > > Cozinhe milho verde com sal na água e vai ver se o grão nao
> >murcha...
> > > E´ osmose.
> >E osmose vem a ser um processo químico? Veja a sua ess}ência e verá
> >que não!
>
>
> OSMOSE É FISICO-QUIMICA.
> E FISICO-QUIMICA É DISCIPLINA DO INSTITUTO DE QUIMICA.
> NÃO É DO INSTITUTO DE FÍSICA.
>
> L.E.
>
>

L.E.R

Isso define o que é química? L.E.R, pelo amor de Deus! Para citar
alguns exemplos segundo a teoria...Leis dos gases ideais tb é
estudada largamente em química geral....Isso é química? Filtração é
amplamente estudado em química....Pergunto, é química? Qualquer curso
de de físico-química trata de entropia...Há algo de química nisso?
Não esqueça de mecânica quântica....Me diz o que há de química
nisso....

L.E.R, eu não quero impor nada...não esqueça disso!

um abraço,

Byron


>
>
> >O que acontece com a minha saude? Que substância é quebrada no
> >cozimento do ovo? Já que conhece, mencione....
>
> AVIDINA
> ta no google.
> qualquer panaka consegue achar...
> não precisa ser Takata.
>
> O cozimento também inativa a avidina dos ovos crus, que é um
inibidor da
> biotina,
> importante vitamina do complexo B. Este efeito benéfico do
cozimento é ...
> www.movimentomuscular.com.br/nutricao/mat_004.htm
>
> L.E.
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Química na cozinha...
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 17:48

Olá Byron,


[byron]
Que nada, boa parte dessas teorias decorrem de estudo de físicos...
Passados como herança para a química....

[Emiliano]
O ciclo de krebs, em uma visão reducionista, trata-se de um punhado de
reações químicas. E dai? Qual é o significado de um monte de reações
químicas? Para a química, não passa de reações, mas para a biologia, o ciclo
de krebs de sua importância.

[byron]
Mas uma vez, se o foco for o que a química estuda...Concordo...Mas eu
disse que não havia eventos, processos químicos como se
deduzia....Que a maioria das coisas não passam de fenêmenos
físicos......Se pensarmos assim, a transformações físicas das
substâncias em seus estados de agregação deveria ser tratada como um
processo químico, já que, em resumo, são efeitos decorrentes de
interações químicas......E não vejo ninguém tratá-la assim, como
vários outros exeplos tratados pela química...Vc chama isso de
química? Então porque as outras interações eletrostáticas são
tratadas com distinção?

[Emiliano]
Interações eletrostáticas de cargas são estudadas pela física. Aplicação de
interações de cargas é estudado pela química. Não são apenas cargas, mas
átomos eletricamente carregados.

[byron]
Mas a questão é: Vc chama isso acima de química? Esqueça a chancela
de fenômeno químico...Vc chama isso de química, apenas? Nas suas
aulas vc dá esses exemplos como química?

[Emiliano]
Sim.

[byron]
Mas porque eu iria ficar chateado? Ficaria sim, se vc´s não quisessem
falar a respeito....

[Emiliano]
Ótimo :-)

[ ] 's do
Emiliano Chemello






____________________________________________________
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SUBJECT: Re: Química na cozinha...
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 18:02

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
l l o" <chemelloe@y...> escreveu
> Olá Byron,
>
>
> [byron]
> Que nada, boa parte dessas teorias decorrem de estudo de físicos...
> Passados como herança para a química....
>
> [Emiliano]
> O ciclo de krebs, em uma visão reducionista, trata-se de um
punhado de
> reações químicas. E dai? Qual é o significado de um monte de reações
> químicas? Para a química, não passa de reações, mas para a
biologia, o ciclo
> de krebs de sua importância.


Emiliano....

O ciclo de Krebs, ou a figura que se veicula nos livros (a maioria
pelo menos) apenas mostra quais as reações estão envolvidas, mais no
texto que o acompanha, entendemos a dimensão biológica dos
eventos.... Ninguém a reduz a uma mera seqüência de reações
químicas...


> [byron]
> Mas uma vez, se o foco for o que a química estuda...Concordo...Mas
eu
> disse que não havia eventos, processos químicos como se
> deduzia....Que a maioria das coisas não passam de fenêmenos
> físicos......Se pensarmos assim, a transformações físicas das
> substâncias em seus estados de agregação deveria ser tratada como um
> processo químico, já que, em resumo, são efeitos decorrentes de
> interações químicas......E não vejo ninguém tratá-la assim, como
> vários outros exeplos tratados pela química...Vc chama isso de
> química? Então porque as outras interações eletrostáticas são
> tratadas com distinção?
>
> [Emiliano]
> Interações eletrostáticas de cargas são estudadas pela física.
Aplicação de
> interações de cargas é estudado pela química. Não são apenas
cargas, mas
> átomos eletricamente carregados.


Mas continuam sendo cargas...E interagem segundo os princípios de
campo elétrico e suas derivações....Não há nada de químico nisso....
De químico há apenas o nome que damos a esse carga....Sódio,
Potássio......Bom, posso estar errado, Ok!

um abraço,

Byron








>
> [byron]
> Mas a questão é: Vc chama isso acima de química? Esqueça a chancela
> de fenômeno químico...Vc chama isso de química, apenas? Nas suas
> aulas vc dá esses exemplos como química?
>
> [Emiliano]
> Sim.
>
> [byron]
> Mas porque eu iria ficar chateado? Ficaria sim, se vc´s não
quisessem
> falar a respeito....
>
> [Emiliano]
> Ótimo :-)
>
> [ ] 's do
> Emiliano Chemello
>
>
>
>
>
>
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SUBJECT: Re: Quím na cozinha: tia nastacia, leo & takata
FROM: "byronrosembergcosta" <byronrosembergcosta@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 18:10

Bom, já que adquiri uma cadeira permanente no McDonald´s daqui de,
poderei ler todas as mensagens...

Então vejamos...Mas segundo a classificação de processos e eventos
químicos....Não há muito disso na cozinha...rs

Ta bom...Já cheguei a uns dez eventos que podem ser considerados como
eventos químicos....Estou convencido de que isso é uma verdade......E
que eu estava enganado!

Um abraço a todos......Sobretudo aqueles que me tiraram da
ignorância......rs

Byron

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> At 17:23 10/6/2005, you wrote:
> >Esteban,
> >
> >entenda que eu disse haver poucos eventos ou processos químicos na
> >cozinha e não que muito do que se faz nesse lugar não possa ser
visto
> >pela ótica desta disciplina...
> >
> >Uma coisa é a ciência outros são os processos...Esta ciência trata
de
> >muitos temas que não propriamante sejam processos ou eventos
> >químicos.....Do contrário ficaria muito engessada!!
> >
> >É exatamente por tratar fenômenos físicos com o status de química
que
> >impede boa parte dos alunos em entendere a essência de um
processo...
>
>
>
> a natureza não tem fenômenos físicos e fenômenos químicos.
>
> ela tem apenas um repertório de fenômenos.
>
> nós é que, para compreende-los, e estuda-los, tentamos fazer
classificações.
>
> obviamente as classificações nao são perfeitas.
>
> tanto assim que existe até uma tal de físico-química.
>
> Qual a diferença entre acidez e pH ?
>
> Qual a diferença entre umidade e atividade de água ?
>
> Não vou responder não.
> Eu sou professor.
> Não sou handbook.
>
>
> Eu passo trabalho.
> Aluno pergunta pro Leo.
> E o Leo se socorre no Takata.
>
> E´ assim que a coisa funciona.
>
> L.E.
>
>
>
>
>
>
>
>
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>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Cozinha: e Birocotologia
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 18:15


>L.E.R
>
>Isso define o que é química? L.E.R, pelo amor de Deus! Para citar
>alguns exemplos segundo a teoria...Leis dos gases ideais tb é
>estudada largamente em química geral....Isso é química? Filtração é
>amplamente estudado em química....Pergunto, é química? Qualquer curso
>de de físico-química trata de entropia...Há algo de química nisso?
>Não esqueça de mecânica quântica....Me diz o que há de química
>nisso....
>
>L.E.R, eu não quero impor nada...não esqueça disso!
>
>um abraço,
>Byron


Bom, mas aí já é outra conversa.

Eu tava discutindo se o que transcorre na cozinha envolve fenomenos
estudados nas disciplinas chamadas Química.

Sim...
o que transcorre na cozinha é explicado pelas grades curriculares das
disciplinas do Instituto de Química, a Físico-Química, a Quimica Organica,
a Quimica Analitica, a Quimica Geral, a Quimica Instrumental... agora se
isso deveria ter outro nome, e não Química... aí já é outro problema.

Se tu me disser que isso não se chama Química, mas Birocotologia... então
eu simplesmente vou te dizer...
Tá cheio de Birocotologia na cozinha.

Esse era o ponto.

Inventa outra.

Nessa tu dançou.

L.E.











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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 18:45

----- Original Message -----
From: "Oraculo"
Sent: Friday, June 10, 2005 5:38 PM
Subject: [ciencialist] Fraude na ciencia!

Olá Homero

> Eu me manifestei..:-) Embora não seja um defensor do "cientificismo",...

Folgo em saber.

> esse chingamento criado pelos adversários da ciência,...

Adversários da ciência? Xingamento? Então vejamos:

********** Dicionário Houaiss **********
1) Filosofia: concepção filosófica de matriz positivista que afirma a
superioridade da ciência sobre todas as outras formas de compreensão humana
da realidade (religião, filosofia metafísica etc.), por ser a única capaz de
apresentar benefícios práticos e alcançar autêntico rigor cognitivo;
2) Filosofia: tendência intelelectual que preconiza a adoção do método
científico, tal como é aplicado às ciências naturais, em todas as áreas do
saber e da cultura (filosofia, ciências humanas, artes etc.);
3) Uso pejorativo: tendência a valorizar excessivamente as noções
científicas, ou pretensamente científicas, em qualquer campo da vida
prática, intelectual ou moral;
********** final da citação **********

> ...defenderei a ciência.

Bem, se você se ofendeu com a minha mensagem, quer queira quer não queira
você está se postando tal e qual um cientificista e, sinto muito, no sentido
pejorativo do termo. Isso não é um xingamento, apenas uma opinião frente a
*uma* determinada postura sua, sem pretender generalizá-la.

> Que nem mesmo foi atacada pelo artigo, mas sim cientistas, seres humanos.
> Todos, como nós, falhos e passíveis de tentação, enganos de boa e má fé, e
> erros diversos.

E quem disse o contrário? Eu simplesmente denuncio o marasmo frente a uma
realidade, enquanto você prefere ocultar-se do sol com uma peneira. Pois
então agüente o calor.

> Confia-se na ciência, não nos cientistas.

Assim como deveria se confiar na política, não nos políticos. Mas isso não
nos autoriza a nos calarmos frente à corrupção. Pois estou me retratando à
política científica e frente a uma denúncia de corrupção. A ciência não está
em jogo mas a corrupção sim, e isso é muito sério, por mais que você queira
botar panos quentes no assunto. O método científico não está em jogo e você
deveria saber muito bem disso.

> Pode não confiar na ciência, se achar que não deve, mas mesmo assim ainda
> se beneficiará de sua confiabilidade. E sei que sabe disso, ainda que
> escreva (talvez para provocar a gente?..:-)

Mas provocar quem? Aquele grupinho de "céticos" que vive trocando figurinhas
na internet por não ter o que fazer? Isso que eles pregam não é ceticismo
nem aqui nem na China, e eu não vou perder tempo denunciando a ignorância
dos prepotentes.

PS: Como disse em minha mensagem, e analisando a sua, diria que realmente
"ficou o dito pelo não dito". Você não respondeu, simplesmente tentou
defender, numa postura 100% cientificista, quem menos foi atacado em minha
mensagem, qual seja, a ciência [não notaste a *proposital* ambigüidade da
mensagem].

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Se o átomo é carga...
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 18:47

porque existe a palavra ião?
Ou estarei a ouvir que um ião é um átomo com carga?
Pêssoal desta lista tende cuidado com vossa linguagem porque muitas
"crianças" vos observam.
Falo de crianças no sentido de estarem na infância da Química e da
Física (pelo menos no que me concerne)
Gostei de aprender latim..
Boas revisões de matéria
Maria Natália





SUBJECT: Alternative Cosmology Group
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 18:50

Alguém vem?
http://www.cosmology.info/2005conference/
Este é o lugar ideal para os que têm teorias próprias as virem expor...
Maria Natália




SUBJECT: Re: Fraude na ciencia!
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 18:52

Mesquita,

> Com a palavra os defensores do cientificismo. Alguém se manifesta?
Ou deixaremos o dito pelo não dito?

Manuel: De um certo modo, sou um cientificista, no sentido de que a
Ciência (na acepção "dura" do terno) é a minha religião "privada",
ou o meio pelo qual busco me "religar" ("religare" > religião) ao
mundo.

No entanto, contrariamente a outros cientificistas (infelizmente a
maioria), não sou um apóstolo sectário que tenta fazer da sua
religião privada a fé oficial e, em conseqüência, transformar o
Estado Democrático de Direito num Estado confessional pseudo-laico,
isto é, num Estado "cientificista", como foram o Terceiro Reich --
patrocinador de uma versão caricata do evolucionismo biológico -- e
o Estado soviético -- guardião das leis objetivas da História e do
socialismo "científico".

Na condição de racionalista "crítico", defendo que o racionalismo
não é um monoteísmo rígido -- que a Razão, longe de ser o Deus
único, apenas é "o Deus dos deuses... que ama o estrangeiro, dando-
lhe pão e roupa" (Gênesis 10;17-18).

mas, retomando o fio -- e tantando responder à sua pergunta --, digo
que nós, cientificistas, ceticistas científicos e discípulos de
Rand, o Mágico, temos uma grande tarefa a concluir: arrumar a
própria casa.

Abraços,
Manuel Bulcão






SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 19:04

----- Original Message -----
From: "Manuel Bulcão"
Sent: Friday, June 10, 2005 6:52 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!

Olá Manuel

> mas, retomando o fio -- e tantando responder à sua pergunta --, digo que
> nós, cientificistas, ceticistas científicos e discípulos de Rand, o
> Mágico, temos uma grande tarefa a concluir: arrumar a própria casa.

"Arrumar a própria casa": Esta é uma postura "verdadeiramente" cética; pena
que poucos dentre aqueles que *se dizem* céticos estão dispostos a lavar a
roupa suja. Não é fácil arcar com o "ônus do ceticismo". Aliás, em termos de
ceticismo eu diria que muito melhor que esses estadunidenses que chegam a
ser defendidos aqui na Ciencialist, existe um filósofo cético brasileiro
para "cético de carteirinha" nenhum botar defeito: Oswaldo Porchat Pereira
(professor aposentado da Usp). O que ele propõe é ceticismo, e o que muitos
aqui propõem é "ceticismo".

Quanto ao cientificismo eu já não gosto.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: Água em excesso gera demência?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 19:27

Emiliano:

Emsociedades de consumo deve ter-se muito cuidado. Efectivamente essa
sua mensagem é spam. Pois é o lema das cervejeiras para levar o
pêssoal a consumir mais cervejolas...
Cuidado pois como investigadores para não fazer propagar a hoax.
Evidentemente que se pode estar a referir a água de banhos e aí
teremos de falar com técnico sanitário. Desgasta a pele ou não?
Até breve AMIGO
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e l
l o" <chemelloe@y...> escreveu
> Água em excesso gera demência? Qual é a ls (lethal dose) ? Fontes de
> referência sobre o assunto?
>
> [ ] 's do Emiliano Chemello
> chemelloe@y...
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> [ MSN ] chemelloe@h...
> [ ICQ ] 145060604
>
> " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
>
>
>
>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Quím na cozinha: tia nastacia x byron
FROM: "Esteban" <estebanmoreno@idhi.org.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 19:37

"Uma coisa é a ciência outros são os processos..."

Tá difícil...

"Esta ciência trata de muitos temas que não propriamante sejam processos ou eventos químicos.....Do contrário ficaria muito engessada!!"

Incompreensível...

"É exatamente por tratar fenômenos físicos com o status de química que
impede boa parte dos alunos em entendere a essência de um processo... "

Para ajudar a entender a "essência de um processo", por favor, defina-me um processo físico ou químico em termos de energia de interação inter e intra-molecular ou qualquer parâmetro que o convença como razoável. Uma ligação de hidrogênio pode ser mais forte que uma ligação química, mas por formalismo, e os alunos serão cobrados desta forma, o seu processo de ruptura é chamado de transformação física. Estas definições são meras convenções. Esta compartimentalização com hierarquização dos saberes é uma herança do positivismo, é apenas um bom inicio. No começo do século passado, foi tudo para baixo, pero no mucho.

Eu apenas estava afim de escrever, você está corretíssimo em seu entretenimento científico.
Um abraço,
Esteban.




Esteban,

entenda que eu disse haver poucos eventos ou processos químicos na
cozinha e não que muito do que se faz nesse lugar não possa ser visto
pela ótica desta disciplina...

Uma coisa é a ciência outros são os processos...Esta ciência trata de
muitos temas que não propriamante sejam processos ou eventos
químicos.....Do contrário ficaria muito engessada!!

É exatamente por tratar fenômenos físicos com o status de química que
impede boa parte dos alunos em entendere a essência de um processo...


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Esteban" <estebanmoreno@i...>
escreveu
> > E osmose vem a ser um processo químico? Veja a sua ess}ência e
verá
> > que não!
>
> É um processo físico, o que não quer dizer que não pertença à
química.
> Segundo o aurelião: química é uma ciência em que se estuda a
estrutura das
> substâncias, correlacionando-a com as propriedades macroscópicas, e
se
> investigam as transformações dessas substâncias.
> ou no Houaiss: estudo científico da constituição da matéria, suas
> propriedades, transformações e as leis que as regem.
>
> Usualmente divide-se as transformações como físicas ou química,
ambas
> pertentencem ao corpo de estudo da química. A questão que está por
trás
> destes questionamentos, ao menos parcialmente, é que a física
adentrou-se em
> diversos campos de saberes, suas fronteiras são bem extensas, com
seus
> importantes aportes e visões próprias. Costumo coadnar com meus
colegas
> químicos desta forma muito simplista: se envolve principalmente a
> eletrosfera, é químico, se envolve nucleo, é físico. Claro que não
é uma
> boa definição para os físicos, mas ao menos aumenta os nossos
brios. E isso
> não impede que os físicos desenvolvam seus modelos em cima da
química ou da
> bioquímica, ou da ecológia, economia, etc. A osmose, água em
ebulição, o
> cérebro pensando, qualquer transferência de calor ou massa, com ou
sem
> reação química, a vida como um todo, são fenômenos que pertencem
> intrinsecamente à química, ou ao menos podem ser vistos por esta
lupa. Todos
> envolvem a estrutura e/ou a transformação de substâncias, e são
> principalmente efeitos eletrônicos, não descartando obviamente a
importância
> do nucleo. Esta hierarquização dos saberes é muitas vezes inutil,
mas em
> algum nivel necessária.
>
> Não há qualquer processos na cozinha que não possa ser explorado e
entendido
> legitimamente pela química. Alias, a cozinha é um excelente palco
para isso.
> Ainda mais um campo tão prático, enquanto os físicos (em media)
costumam
> entender patavinas de transformações, sejam químicas ou físicas.
> Pergunte-lhes sobre a estrutura da água ou do gelo, ou se a energia
de uma
> ligação covalente é em media maior ou menor do que a da ponte (ou
ligação)
> de hidrogênio. Tem certeza que é uma interação física?
>
> Um abraço,
> Esteban.





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!
FROM: "Ana paula" <afarias@tse.gov.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 10/06/2005 19:38

OI Maurício, pessoal,
a área médica é muito suscetível às pressões das indústrias farmacêuticas. Elas pagam aos proprietários das farmácias para policiarem a fidelidade dos médicos que receitam os seus medicamentos fabricados. É inacreditável, se um médico começar a deixar de receitar tal remédio, no outro dia bate o representante da empresa para aliciá-lo. E também essas empresas financiam pesquisas, assim como festas, passagens aéreas, etc. Mercado e ciência podem ter relações bem estreitas...
Ana

----- Original Message -----
From: mauricio@bec.com.br
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 10, 2005 10:36 AM
Subject: [ciencialist] Fraude na ciencia!


Uma Noticia Interessante...
Abracos
Mauricio

09/06/2005 - 10h03 Um em três cientistas admite ter conduta inapropriada,
diz pesquisa SALVADOR NOGUEIRA
da Folha de S.Paulo

Numa pesquisa feita nos Estados Unidos com mais de 3.000 cientistas ligados
à área médica, um terço deles admitiu, sob condição de anonimato, que
cometeu alguma improbidade em seus estudos nos últimos três anos.

Os resultados, levando em conta que muitos devem ter optado por omitir suas
mazelas com medo de que fossem descobertos, são tidos como conservadores
pelos realizadores do estudo. Ainda assim, apontam que os pequenos casos de
fraude e adulteração, em geral despercebidos, podem causar mais danos à
credibilidade da ciência do que os grandes e escandalosos casos de fraude,
que acabam indo parar nos jornais.

O estudo foi realizado com pesquisadores dos NIH (Institutos Nacionais de
Saúde) dos EUA. De todos os formulários distribuídos, 3.247 foram devolvidos
com respostas utilizáveis. Eles foram divididos em acadêmicos em início de
carreira e em meio de carreira.

Curiosamente, os pesquisadores experientes (média etária de 44 anos) se
mostraram menos éticos que seus colegas principiantes (com, em média, 35
anos). "Embora possamos apenas especular sobre as diferenças observadas
entre os grupos, há várias explicações plausíveis", argumentam Brian
Martinson, da HealthPartners Research Foundation, e Melissa Anderson e
Raymond de Vries, da Universidade de Minnesota, responsáveis pelo
levantamento, divulgado na edição de hoje da revista científica britânica
"Nature" (www.nature.com).

O trio aponta como possíveis razões o fato de que os cientistas mais
experientes já conhecem melhor o sistema e têm menos medo de serem pegos, ou
o fato de que cientistas mais jovens se delataram menos nos formulários, com
medo de serem expostos.

Os questionários continham 16 perguntas do tipo "sim ou não", dizendo
respeito a diferentes tipos de má-conduta na qual o cientista poderia ter
incorrido nos últimos três anos --que iam da mais inofensiva delas, Nº 16
("Você manteve registros inadequados de suas pesquisas?"), à mais escabrosa,
Nº 1 ("Você falsificou ou "fabricou" dados de pesquisa?").

"A pergunta mais condenadora foi a de número dez", avalia Adriane
Fugh-Berman, pesquisadora americana que recentemente denunciou um caso de
"ghost-writing" (recrutamento de cientistas para assumir a autoria de um
estudo e ocultar os interesses dos redatores originais) envolvendo a gigante
farmacêutica britânica AstraZeneca.

A questão Nº10 era: "Você mudou o projeto, a metodologia ou os resultados de
um estudo em resposta a pressões de uma fonte de financiamento?". Entre
todos os pesquisadores, 15,5% admitiram ter feito isso. Excetuando a quase
inofensiva pergunta dos "registros inadequados", essa foi a que obteve maior
resposta.

"Omitir detalhes de metodologia ou resultados se o pesquisador decide fazer
isso é uma coisa, outra é se uma companhia farmacêutica decide isso", diz
Fugh-Berman, dizendo que sentiu falta de mais perguntas sobre influências
das fontes de financiamento e demonstrando pouca surpresa pelos números
obtidos: "A única parte surpreendente da pesquisa é que eles sejam tão
baixos".

Admitindo que até mesmo os maiores números tendem a ser estimativas
conservadoras, baseadas em auto-admissão anônima, os autores acham que os
resultados preocupam. Argumentam que essas "pequenas" mazelas do dia-a-dia
científico podem ser até mais graves do que os grandes casos de fraude que,
vez por outra, ganham destaque na imprensa.

"Pouca atenção se deu até agora ao papel do ambiente de pesquisa como um
todo no comprometimento da integridade científica", conclui o trio. "É hora
de a comunidade científica considerar quais aspectos desse ambiente são mais
importantes para a integridade de pesquisas, quais aspectos são mais
suscetíveis a mudanças, e quais mudanças serão as mais frutíferas para
garantir a integridade na ciência."



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Fraude na ciencia!
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 20:03

Mesquita,

> Quanto ao cientificismo eu já não gosto.

Manuel: A "verdade" (relativa, imprecisa e incerta) revelada pelas
ciências é amiúde dura, seca, um chute no saco -- ou na região do
tronco na altura dos ovários.

Mas, quem ama sem hipocrisia, suporta as dores do amor. Como pai de
uma criança autista, asseguro-lhe (acredite se quiser) que não troco
minha vida tal como ela é realmente por qualquer vida contrafactual -
- minha vida como poderia ser sem o meu filho Ulisses.

Eu amo a "verdade" científica; logo, não troco essa verdade "dura" e
inquietante por qualquer mito opióide e reconfortante.

É por essa razão -- por esse amor incondicional à ciência (logo,
amor de corno) -- que me considero um cientificista.

Mas se trata apenas de uma razão secundária. A primeira razão pela
qual me defino um cientificista é o gosto pela literatura, pelas
figuras de retórica e, também, pela polêmica.

Abraços,
Manuel Bulcão







SUBJECT: Re: Quím na cozinha: tia nastacia, leo & takata
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 20:32

Embora o soubesse na fronteira da química física não o sabia poeta.
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> At 17:23 10/6/2005, you wrote:
> >Esteban,
> >
> >entenda que eu disse haver poucos eventos ou processos químicos na
> >cozinha e não que muito do que se faz nesse lugar não possa ser visto
> >pela ótica desta disciplina...
> >
> >Uma coisa é a ciência outros são os processos...Esta ciência trata de
> >muitos temas que não propriamante sejam processos ou eventos
> >químicos.....Do contrário ficaria muito engessada!!
> >
> >É exatamente por tratar fenômenos físicos com o status de química que
> >impede boa parte dos alunos em entendere a essência de um processo...
>
>
>
> a natureza não tem fenômenos físicos e fenômenos químicos.
>
> ela tem apenas um repertório de fenômenos.
>
> nós é que, para compreende-los, e estuda-los, tentamos fazer
classificações.
>
> obviamente as classificações nao são perfeitas.
>
> tanto assim que existe até uma tal de físico-química.
>
> Qual a diferença entre acidez e pH ?
>
> Qual a diferença entre umidade e atividade de água ?
>
> Não vou responder não.
> Eu sou professor.
> Não sou handbook.
>
>
> Eu passo trabalho.
> Aluno pergunta pro Leo.
> E o Leo se socorre no Takata.
>
> E´ assim que a coisa funciona.
>
> L.E.
>
>
>
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>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: [ciencialist] Se o átomo é carga...
FROM: "Eurico Ferreira de Souza Jr." <caodejah@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 22:25

[E]> putz... não me fale de ião... :D
dias atrás perdi uma partida de scrable (palavra-cruzada)
por causa do ião, que não tinha no aurélio do meu amigo
e ninguém quis aceitar... :D
aqui, eu sempre aprendi na escola íon... ;(
A palavra ião provêm do grego ion, particípio presente de ienai, "vai", ou seja, "o que vai". "Anion" e "cation" significam "o que vai para cima" e "o que vai para baixo", e "ânodo" e "cátodo" significam "caminho para cima" e "caminho para baixo" (hodos = estrada, caminho).
(achei isso na wikipédia).

Maria Natália <grasdic@hotmail.com> escreveu:porque existe a palavra ião?
Ou estarei a ouvir que um ião é um átomo com carga?
Pêssoal desta lista tende cuidado com vossa linguagem porque muitas
"crianças" vos observam.
Falo de crianças no sentido de estarem na infância da Química e da
Física (pelo menos no que me concerne)
Gostei de aprender latim..
Boas revisões de matéria
Maria Natália





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SUBJECT: NOVO BIODIESEL
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 10/06/2005 23:08

Êsse jornalzinho do MIT... cadazuma...
Agora diz que JÁ inventaram um biodiesel, legalzão, feito de quaisquer
partes vegetais, como talos, folhas, raízes... basta usar um catalizador bem
mandracozo. Coisa de gênio.
Ainda bem que petróleo não é o meu negócio. abr/M.

>----- Original Message -----
>From: Technology Review

>Sent: Wednesday, June 08, 2005 5:02 AM
>Subject: Emerging Technologies Wednesday Update (06.08.2005)
>
>
>___________________________________________________________
>
>MIT's Technology Review Wednesday Update
>June 8, 2005
>___________________________________________________________
>Inside Today's Update:
>+ Preventing, Rather Than Plugging Up, Leaks
>+ Your Ad Here
>+ What You Missed: Biodiesel: A New Way of Turning Plants into Fuel
>+ From the TR Blog
> The AGU Is Unhappy With NASA
> Searching for the West Coast PC Crowd
> Multiblogging
>___________________________________________________________
>
>Preventing, Rather Than Plugging Up, Leaks
>A smaller software outfit thinks it has a better algorithm for keeping
>information in the right place. By Jon Burke
>http://www.technologyreview.com/articles/05/06/wo/wo_060705burke.com?trk=nl
>
>
>Your Ad Here
>Digerati debate the wisdom of product placement in blogs. By Wade Roush
>http://www.technologyreview.com/articles/05/07/issue/forward_ad.asp?trk=nl
>
>
>What You Missed: Biodiesel: A New Way of Turning Plants into Fuel
>A breakthrough process for converting biomass into biodiesel fuel promises
>a cheaper way to go green. By Sam Jaffe
>http://www.technologyreview.com/articles/05/06/wo/wo_060705jaffe.asp?trk=nl
>
>From the TR Blog
>
>
> The AGU Is Unhappy With NASA
> The American Geophysical Union is unhappy with NASA -- today they
>released a statement taking the space agency to task for focusing on
>pie-in-the-sky human space flight instead of the type of steady earth and
>space sciences that are the AGU's bread-and-butter. By David Appell
> http://archives.trblogs.com/2005/06/the_agu_is_unha_1.trml?trk=nl
>
>
> Searching for the West Coast PC Crowd
> In August, Technology Review will have a piece on the influence of the
>West Coast labs in the development of PCs, particularly in the sixties and
>seventies. By Brad King
> http://king.trblogs.com/archives/2005/06/searching_for_t_1.html?trk=nl
>
>
> Multiblogging
> Back in January 2004, I was wondering whether I had time outside my job
>as a print journalist to maintain even one blog. With the launch of this
>blog on technologyreview.com, I now have three. By Wade Roush
> http://wade.trblogs.com/index.html?trk=nl
>
>
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>has a simple mission: we identify emerging technologies
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>Checked by AVG Anti-Virus.
>Version: 7.0.323 / Virus Database: 267.6.6 - Release Date: 8/6/2005
>




SUBJECT: Iniciada pesquisa em 33 centros
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/06/2005 00:05

[ A pesquisa desenvolvida pelo Brasil (Estudo Multicêntrico Randomizado de Terapia Celular em Cardiopatias) é considerada a maior já realizada no mundo com células-tronco para a cura de doenças cardíacas graves, como infarto agudo do miocárdio, doença coronariana crônica, cardiopatia dilatada e insuficiência cardíaca decorrente do Mal de Chagas. ]
.............................................

A TARDE 10/06/2005 - Local

Saúde
Estados iniciam tratamento experimental com células-tronco

Da Agência Brasil

O tratamento experimental com células-tronco de pacientes com doenças cardíacas graves começa efetivamente nesta sexta-feira, 10, no Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras (INCL), no Rio de Janeiro, no Instituto do Coração (Incor), em São Paulo, e no Hospital Santa Izabel, em Salvador. O estudo, patrocinado pelo Ministério da Saúde, envolve 33 instituições hospitalares em nove estados e no Distrito Federal.

Hoje, na sede do INCL, no Rio, os ministros da Saúde, Humberto Costa, e da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, vão visitar dois pacientes que se submeteram ao tratamento. Na ocasião, lançam oito editais para financiamento de pesquisas em saúde.

Ao todo, 1.200 voluntários foram selecionados para participar da pesquisa. Destes, 600 receberão tratamento convencional e o restante (600) tratamento convencional e com células-tronco em um dos 33 centros envolvidos no estudo. O objetivo do trabalho é comprovar a eficácia da terapia empregada e verificar a viabilidade de substituição dos tratamentos cardíacos tradicionais pelo tratamento com células-tronco.


< http://www.atarde.com.br/materia.php3?id_materia=1396&ano=2005&mes=06&id_subcanal=17 >

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Água em excesso gera demência?
FROM: "Emiliano Chemello - Yahoo Grupos" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/06/2005 00:23

Maria Natália,

Não e spam. É uma pergunta. Imagine alguém tomando água em excesso (muita água). Quais são os efeitos no organismo? Ouvi que pode causar demência. Claro que este seria um caso extremo. Alguém tem referências disso? Takata/Google? :-)

[ ]'s do
Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

"Rien ne se perd, rien ne se crée, tout se transforme"
Lavoisier, químico francês (1743-1794)
----- Original Message -----
From: Maria Natália
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, June 10, 2005 7:27 PM
Subject: [ciencialist] Re: Água em excesso gera demência?


Emiliano:

Emsociedades de consumo deve ter-se muito cuidado. Efectivamente essa
sua mensagem é spam. Pois é o lema das cervejeiras para levar o
pêssoal a consumir mais cervejolas...
Cuidado pois como investigadores para não fazer propagar a hoax.
Evidentemente que se pode estar a referir a água de banhos e aí
teremos de falar com técnico sanitário. Desgasta a pele ou não?
Até breve AMIGO
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e l
l o" <chemelloe@y...> escreveu
> Água em excesso gera demência? Qual é a ls (lethal dose) ? Fontes de
> referência sobre o assunto?
>
> [ ] 's do Emiliano Chemello
> chemelloe@y...
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> [ MSN ] chemelloe@h...
> [ ICQ ] 145060604
>
> " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
>
>
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>
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SUBJECT: Quím na cozinha: tia nastacia, leo & takata
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2005 00:45

At 20:32 10/6/2005, you wrote:
>Embora o soubesse na fronteira da química física não o sabia poeta.
>Maria Natália



NEM VEM.

CONTIGO E COM O MANÉ EU NÃO BRINCO MAIS NÃO.

VOCÊS APELAM...

E DEPOIS O BRUDNA VEM RECLAMAR COMIGO.

L.E.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Einstein é um dos maiores americanos?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2005 01:08

Help select Einstein as one of the Greatest Americans!

The Discovery Channel is running a series that seeks to discover who
viewers believe is "The Greatest American." Einstein is on the list of
25 notable citizens whom voters have chosen so far. The current round of
voting will narrow the list to the top five.

It is particularly appropriate that the series is taking place one
hundred years after Einstein's 1905 miracle year, when he revolutionized
much of modern physics by proving the existence of atoms and photons,
discovering the Theory of Special Relativity, and writing down the most
famous equation of all time, E=mc^2.

In addition, Einstein was an outspoken advocate of human rights who
immigrated to the US in part because of his love and respect for the
American way of life.

Einstein is competing with other great Americans like George
Washington, Martin Luther King, Jr, Abraham Lincoln, Eleanor
Roosevelt, and Rosa
Parks, but you have several chances to vote. Isn't Einstein worth at
least one?

There are three voting methods (and you can vote up to three times EACH
way):

1. go to http://www.aol.com/greatestamerican . When you place your
mouse over Einstein's picture, you'll see a tab that says vote. Click on
it. You can vote three times.

2. On your cell phone, text the word "Einstein" to 66931. Again, you
can do this up to three times.

3. Call (toll-free) 1-866-669-3108 (again... three times).

This Sunday, they air another special on the Top 25. After that, you
can vote again. The second round of voting closes at 11:59 pm on
Monday, June 13. We'll find out on Tuesday if Einstein made it.

And you can help even more - forward this note to at least 5 friends
(or more if you feel really motivated).

But do it soon! Time is running out

Thanks,

The World Year of Physics 2005 Team
www.physics2005.org




SUBJECT: Re: Se o átomo é carga...
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2005 01:20

Eurico:

Aqui em Portugal é ião e percebo quando leio ion.Lemos muitos livros
técnicos do Brasil.
Deu vontade de atirar o dicionério á cabeça dos amigos de jogo, não foi?
Mas acerca do latim acho que não concorda com as definições de
química. Anodo é o electrodo positivo pois recebe os iões negativos ou
aniões e cátodo como recebe os iões positivos, catiões. Mas isto tem
dado muito sanguee e apenas estou a falar de electrólise. (espero que
Brudna não esteja por aí...)
Para cima e para baixo é esquisito porque os iões andam em todas as
direcções e sentidos mesmo na presença de um campo eléctrico.
Não sabia dessa do subir e descer...Obrigada
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Eurico Ferreira de Souza Jr."
<caodejah@y...> escreveu
> [E]> putz... não me fale de ião... :D
> dias atrás perdi uma partida de scrable (palavra-cruzada)
> por causa do ião, que não tinha no aurélio do meu amigo
> e ninguém quis aceitar... :D
> aqui, eu sempre aprendi na escola íon... ;(
> A palavra ião provêm do grego ion, particípio presente de ienai,
"vai", ou seja, "o que vai". "Anion" e "cation" significam "o que vai
para cima" e "o que vai para baixo", e "ânodo" e "cátodo" significam
"caminho para cima" e "caminho para baixo" (hodos = estrada, caminho).
> (achei isso na wikipédia).
>
> Maria Natália <grasdic@h...> escreveu:porque existe a palavra ião?
> Ou estarei a ouvir que um ião é um átomo com carga?
> Pêssoal desta lista tende cuidado com vossa linguagem porque muitas
> "crianças" vos observam.
> Falo de crianças no sentido de estarem na infância da Química e da
> Física (pelo menos no que me concerne)
> Gostei de aprender latim..
> Boas revisões de matéria
> Maria Natália
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SUBJECT: Re: Água em excesso gera demência?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2005 01:37

Emiliano:

Sempre me pagas o jantar em Porto Alegre? Rio Grande do Sul?
Mas falando de Ciência. Percebi ser questão. Convém ser sempre
desconfiado. Mas esse pessoal tem o costume de misturar a química com
a saúde. Fazer uma ligação directa. E disso fujo porque a medicina é
um campo para o qual a química contribui mas não temos conhecimentos
para dar dessas dicas. Eu pelo menos. Às vezes se sabe de certas
reacções químicas e de seus efitos no organismo. Acho muito arriscado.
O que é beber muita água? Tudo é relativo: posso considerar um copo de
água como muita se vier do deserto sem beber há muito tempo (o possível).
Por acaso temos aqui uma vizinha que bebe imensa água pois tem a mania
que é gorda (e é magra) Anda em tratamento com psiquiatra...Hei-de
saber se foi a água que a faz ficar assim ou a doença é que a faz
beber água.
Terá algo a ver com a retenção de líquidos? Com a diminuição de
concentração de sais no organismo? Acho que não pois as nossas
soluções para além de serem tampões estão preparadas para aguentar
todos os exageros e maus tratos a que o ser humano o submete.
[]'
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Emiliano Chemello - Yahoo
Grupos" <chemelloe@y...> escreveu
> Maria Natália,
>
> Não e spam. É uma pergunta. Imagine alguém tomando água em
excesso (muita água). Quais são os efeitos no organismo? Ouvi que pode
causar demência. Claro que este seria um caso extremo. Alguém tem
referências disso? Takata/Google? :-)
>
> [ ]'s do
> Emiliano Chemello
> emiliano@q...
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> [ MSN ] chemelloe@h...
> [ ICQ ] 145060604
>
> "Rien ne se perd, rien ne se crée, tout se transforme"
> Lavoisier, químico francês (1743-1794)
> ----- Original Message -----
> From: Maria Natália
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Friday, June 10, 2005 7:27 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Água em excesso gera demência?
>
>
> Emiliano:
>
> Emsociedades de consumo deve ter-se muito cuidado. Efectivamente essa
> sua mensagem é spam. Pois é o lema das cervejeiras para levar o
> pêssoal a consumir mais cervejolas...
> Cuidado pois como investigadores para não fazer propagar a hoax.
> Evidentemente que se pode estar a referir a água de banhos e aí
> teremos de falar com técnico sanitário. Desgasta a pele ou não?
> Até breve AMIGO
> Maria Natália
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e l
> l o" <chemelloe@y...> escreveu
> > Água em excesso gera demência? Qual é a ls (lethal dose) ? Fontes de
> > referência sobre o assunto?
> >
> > [ ] 's do Emiliano Chemello
> > chemelloe@y...
> > http://www.quimica.net/emiliano
> > http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> > [ MSN ] chemelloe@h...
> > [ ICQ ] 145060604
> >
> > " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> > tout se transforme."
> >
> > Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
> >
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SUBJECT: Re: Einstein é um dos maiores americanos?
FROM: "edgueron" <edgueron@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2005 09:02

Olá a todos,


Nessa lista dos maiores americanos há também Leonardo Da Vinci,
Mozart, Van Gogh, Newton, Garrincha e até Platão...

Mas tudo bem, vi naquele programa "The Naket Truth" que foi feita uma
pesquisa que disse que aprox. 30% dos americanos concordam com a
invasão à Suécia (eu disse SUÉCIA) somente se o embargo econômico a
este país não surtir resultados políticos locais.

E o outro aqui vem falar mal da esquerda de Luis Fernando Veríssimo e
cia...

Abraço, Eduardo.



> Help select Einstein as one of the Greatest Americans!
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> The Discovery Channel is running a series that seeks to discover who
> viewers believe is "The Greatest American." Einstein is on the list of
> 25 notable citizens whom voters have chosen so far. The current
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> hundred years after Einstein's 1905 miracle year, when he
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> This Sunday, they air another special on the Top 25. After that, you
> can vote again. The second round of voting closes at 11:59 pm on
> Monday, June 13. We'll find out on Tuesday if Einstein made it.
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> But do it soon! Time is running out
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/06/2005 10:19

Medicina é Ciência?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 10 de junho de 2005 17:17
Assunto: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!


----- Original Message -----
From: Sent: Friday, June 10, 2005 10:36 AM
Subject: [ciencialist] Fraude na ciencia!

> Numa pesquisa feita nos Estados Unidos com mais de 3.000 cientistas
> ligados à área médica, um terço deles admitiu, sob condição de anonimato,
> que cometeu alguma improbidade em seus estudos nos últimos três anos.

Resta saber se os dois terços restantes responderam o questionário com
seriedade (Como controlar isso?), pois isso não chegou a ser ventilado na
notícia dada pelo Salvador. De qualquer forma, um terço não deixa de
retratar algo de profundamente lamentável. Como confiar numa ciência dessas?
Por outro lado: Como não confiar na ciência? "Se ficar, o bicho come, se
correr o bicho pega."

Com a palavra os defensores do cientificismo. Alguém se manifesta? Ou
deixaremos o dito pelo não dito?

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



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Version: 7.0.323 / Virus Database: 267.6.6 - Release Date: 08/06/2005




SUBJECT: Re: Fraude na ciencia!
FROM: "edgueron" <edgueron@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2005 12:22

Oi,

Isso é lamentável mas, por enquanto, não conheço nada melhor do que o
método científico. O problema é que há interesses e muito dinheiro
envolvidos em pesquisas com aplicações breves, principalmente àquelas
ligadas à grande máfia de criminosos da indústria farmacêutica. Há,
claro a falta de crítica de vários cientistas mas para isso o remédio
é uma boa formação.

Defendo a justiça e a punição a esses picaretas. Que as pessoas mudem,
de alguma maneira, sua mentalidade capitalista "self-made man"
americana doentia mas, apesar disso tudo, dou graças a Deus (apesar de
ser ateu) por viver em uma época em que posso usufruir dos benefícios
da ciência.

Imaginem oq era uma operação de apendicite antes de inventarem a
anestesia...

Abraço, Eduardo.

> -----Mensagem Original-----
> De: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@u...>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: sexta-feira, 10 de junho de 2005 17:17
> Assunto: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Sent: Friday, June 10, 2005 10:36 AM
> Subject: [ciencialist] Fraude na ciencia!
>
> > Numa pesquisa feita nos Estados Unidos com mais de 3.000 cientistas
> > ligados à área médica, um terço deles admitiu, sob condição de
anonimato,
> > que cometeu alguma improbidade em seus estudos nos últimos três anos.
>
> Resta saber se os dois terços restantes responderam o questionário com
> seriedade (Como controlar isso?), pois isso não chegou a ser
ventilado na
> notícia dada pelo Salvador. De qualquer forma, um terço não deixa de
> retratar algo de profundamente lamentável. Como confiar numa ciência
dessas?
> Por outro lado: Como não confiar na ciência? "Se ficar, o bicho come, se
> correr o bicho pega."
>
> Com a palavra os defensores do cientificismo. Alguém se manifesta? Ou
> deixaremos o dito pelo não dito?
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
> uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se
repetirá.
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SUBJECT: Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 11/06/2005 12:35

Victor e Alberto,

Meu tempo continua escasso mas não quero que esta thread seja
atrapalhada por isto.

Primeiramente peço desculpas ao Victor se pesei demais a mão com a
BRINCADEIRA do fantasma e anteriormente com o "abalar a sua fé".
Lembra? Tem horas que não resisto a fazer piadinhas. Vou tentar ser
mais sóbrio como você foi na sua MSG:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/48085
Que li rapidamente e gostei muito.
Quando puder vou lê-la mais devagar e responde-la.
Agora só vou comentar o final:
" e todos aprenderemos. Que é o objetivo final.."

É isto aí!!!

Só para adiantar o que passa pela minha cabeça veja estas MSGs
anteriores (inclusive algumas não são minhas):

(Veja também a síntese (bom trabalho do Alberto) no pé da página em
http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/trigemeos.htm)


http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/46925
(do Ricardo)

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/46927

e principalmente a
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/47710
Em que eu falo de forma mais séria sobre a afirmação "não existe
paradoxo".

Parece que esta afirmação é unânime entre os relativistas. O que
poderia significar um ponto positivo para eles se a seqüencia desta
afirmação não fosse:

Para uns:
"Não existe paradoxo pois é obvio que eles estarão com idades
diferentes".

Mas para outros:
"Não existe paradoxo pois é obvio que eles estarão com idades
iguais".

Na próxima eu mostro as referências dos dois lados.

É necessário chegar a um acordo para se dizer que não existe
paradoxo.

"Mas as experiências confirmam ...", você diria. E eu digo: Nunca foi
feita experiência como esta.

Só do tempo médio de decaimento de partículas subatômicas em
referencial não inercial.
(Veja qual é o mecanismo de um relógio atômico)

Pelo menos não conheço outro tipo de experiência com "relógios" ou
qualquer coisa periódica. Se você (ou outro da lista) souber me diga.
Qualquer coisa que não seja tempo médio de decaimento de partículas
subatômicas ou que não seja acelerado.

Como você disse o nosso objetivo é aprender.

[ ]'s
Hélio












--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, JVictor <jvoneto@u...>
escreveu
> Alberto Mesquita Filho escreveu:
>
> > ----- Original Message -----
> > From: "JVictor"
> > Sent: Sunday, July 10, 2005 8:04 AM
> > Subject: Re: [ciencialist] Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é
paradoxo.
> >
> > Hélio: O PARADOXO do gêmeos (ou dos relógios) é uma assombração
na
> > vida dos
> > relativistas. Quando ele aparece na suas frentes eles fecham os
olhos e
> > dizem para si mesmos: "Não existe, não existe, não existe". Mas
não
> > adianta,
> > ao abrirem os olhos o fantasma ainda está lá.
>
> Victor:> Hélio, quando ele diz "Não existe, não existe, não
existe",
> ele bate o pezinho também, e põe as
> mãos tampando os oinhos?
>
> >
> > Victor: Este não é o meu caso, pois, se não consigo explicar,
> > certamente é
> > em razão de minhas próprias limitações pessoais, devido ao fato,
> > talvez, de
> > minha mente não conseguir captar a essência do fenômeno.
> >
> > Alberto: Então não deixa de ser o seu caso. Por limitações
"visuais" você
> > não consegue enxergar o fantasma. :-)
>
> Victor:> Você é brincalhão, além de espirituoso!
>
>
> Victor: [...] Uma teoria, para mim, independemente de ser a TR
ou
> não, é só
>
> > um modêlo de como as coisas funcionam, estruturado
matemáticamente.
> >
> > Alberto: Ou seja, você adota a metodologia de Bohr, um
utilitarista, para
> > defender a teoria de Einstein, um realista. Nada contra, trata-se
> > apenas de
> > um comentário paralelo, mesmo porque acredito que Einstein foi o
> > último dos
> > grandes realistas em física (o que não significa dizer que no
futuro não
> > venham a surgir outros), apesar de ter adotado um realismo sob
certos
> > aspectos deturpado (o chamado realismo einsteiniano).
>
>
> > Victor:> Nisso você está certo.
>
> >
> > Victor: [...] Querer conhecer as verdades subjacentes a qualquer
teoria é
> > uma pretensão do ser humano, legítima, pois. Sempre foi e será.
> >
> > Alberto: Noto então uma certa ambigüidade em sua maneira de
pensar. :-)
>
>
> > Victor:> Ora, meu caro, pode haver qualquer coisa entre as coisas
que
> > discuti acima, exceto ambiguidade.
>
> O que digo é isso: " Querer conhecer as verdades subjacentes a
qualquer
> teoria é uma pretensão do ser humano, legítima, pois. Sempre foi e
> será.", e me parece que isto é um fato, é um anseio de todo ser
humano.
> Já expuz meu pensamento várias vezes aquí a esse respeito e não vou
> repetir. Agora, ter esse conhecimento e ao mesmo tempo a
consciência de
> que é muito difícil, mesmo impossível na maioria dos casos, atingir
o
> âmago das coisas é outra coisa completamente diferente, é ter pé no
> chão, é não se iludir. Vamos, tomemos, dentre os milhares de
aspectos
> que se poderia citar, apenas, o mais estudado, o mais abusado, o
mais
> cavernoso, o mais tudo, o responsável direto por tudo quanto existe
> hoje, em termos de energia elétrica e derivados. Sim, estou falando
dele
> mesmo, o sr. elétron. Um engenheiro eletricista ou eletrônico passa
> diversos anos numa universidade basicamente se especializando na
> tecnologia do elétron, aprendendo o que faz, como faz, aprendendo
as
> leis que descrevem seu comportamento, enfim, aprendendo a sugar-lhe
o
> "sangue", extrair dele tudo que tem direito. Mesmo depois de pós,
pós do
> pós, o escambau, ele pode saber tudo a respeito dessa entidade. Ele
pode
> aprender ainda, com eficiência, jogar tecnologicamente com todas
as
> possibilidades que o nosso misterioso e desconhecido elétron pode
> oferecer. Mas ele não se expõe, o elétron, esse pequeníssimo
gigante
> poderoso e desconhecido!. O que temos, a seu respeito, são
suposições
> baseadas em modelos, em teorias, que são muitas, algumas delas
bastante
> diferentes. E agora? Mas o que se sabe do elétron, em termos de
suas
> essencialidades?. Nada. Simplesmente nada. Você mesmo é autor de
uma
> teoria para o elétron. Eu lhe pergunto, fora suas hipóteses de como
ele
> se comporta, você sabe o que êle é? Se souber, amigo, diga.
> Simplesmente, e infelizmente(aliás, será que é mesmo
infelizmente?),
> nossa mente não alcança certos aspectos-que são muitos- do
comportamento
> da natureza. Problemas de evolução, acho. É a isso a que me
refiro, a
> uma impossibilidade intrínseca de adentrarmos os mistérios da
natureza.
> E qual a razão para isso, para desconhecermos, diria, tão
> profundamente,as verdades essenciais? Aliás, digo mais, descubra o
que
> realmente é o elétron, e você terá descoberto tudo da natureza;
> desmacare o tipo e nada mais será um mistério. Isto deverá valer
uns 10
> Nobel seguidos! Aquí também não há ambiguidade, adianto.
>
> Alberto:>Vou parar por aqui pois com respeito à TR já disse o que
penso
> e não flagrei
>
> > na sua mensagem nenhum novo argumento a contestar os meus
posicionamentos.
>
> Victor:> Está bem. E nem poderia flagrar, pois eu não tentei nenhum
novo
> argumento para tentar de lhe convencer, ou a quem quer que seja.
Longe
> de mim. O que exponho é o que penso.
> No caso específico desta thread, a única coisa que quis mostrar é
que
> não há paradoxo de gêmeos nenhum. Só e somente. Depois é que viriam
os
> demais questionamentos e discussões. E digo mais, nem questiono
aqui se
> a TR está certa ou errada. Isto não vem ao caso, nesse aspecto. O
que
> tenho tentado dizer é: à luz dos postulados da relatividade, não há
> paradoxo nenhum, pois um dos referenciais está acelerado. E isto
não é
> esculpa de relativista, nem dificil de compreender. Só isso! A
conversa
> toda vem rolando em torno disso. Se faço apologia à relatividade,
> enquanto futuco nesse assunto, isto é coisa paralela e
perfeitmanete
> dispensável para as discussões, reconheço. Usei, umas duas vezes,
> argumentos simples e claros, que não deixam dúvidas a respeito.
Insistir
> que há um paradoxo dos gêmeos, sei não. Mas é um direito de cada
um.
> (Mas a TR está certa!)...
>
> Alberto:>Quero crer, e esse é apenas um palpite, que a maioria dos
físicos
>
> > relativistas (até mesmo aqueles que escreveram os livros que você
gosta de
> > citar) não concordaria com a sua maneira "sui generis" de
interpretar a
> > inexistência do fantasma apontado pelo Hélio.
>
> Victor: > É realmente apenas um palpite. Aposto. Esse é o grande
Alberto
> Mesquita!
>
> > Sds,
>
> Victor.
>
> >
> > http://ecientificocultural.com/indice.htm
> > Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron
não é
> > uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se
> > repetirá.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/06/2005 17:04

----- Original Message -----
From: "edgueron"
Sent: Saturday, June 11, 2005 12:22 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!

Olá Eduardo

> Isso é lamentável mas, por enquanto, não conheço nada melhor do que o
> método científico.

Concordo plenamente, mas às vezes eu fico com a impressão de que a maioria
daqueles que defendem com unhas e dentes o método científico, não tem a
menor noção do que seja o método científico [não é o seu caso e solicito aos
demais que não generalizem]. Parafraseando Rubem Alves [leia abaixo os
trechos modificados e aqui colocados entre "« »" e identificados
seqüencialmente por um número] eu diria que:

"...na maioria das vezes não sei o que as pessoas querem dizer quando usam a
«expressão método científico» (1). É curioso o poder mágico que esta
«expressão» (2) possui. Quando alguém afirma que a coisa se resolve «através
do método científico» (3), todos se calam como se, de repente, tivesse
raiado a mais radiosa luz em suas mentes. Às vezes eu chego a suspeitar que
elas se calam não porque a luz tenha raiado, mas por puro medo. Medo de
perguntar o que é «método científico» (4)."

No original, os termos modificados eram os seguintes:

(1) palavra dialética;
(2) palavra
(3) dialeticamente;
(4) dialética.

Para que não pensem que sou contrário ao método científico, indico um artigo
meu a respeito [que por sinal chega a ser indicado como leitura complementar
em muitos cursos sérios de graduação e de pós-graduação do país]:
http://ecientificocultural.com/ECC2/artigos/metcien1.htm (o artigo todo está
em três páginas web e para acessar as outras páginas basta seguir os links
de rodapé].

> O problema é que há interesses e muito dinheiro envolvidos em pesquisas
> com aplicações breves, principalmente àquelas ligadas à grande máfia de
> criminosos da indústria farmacêutica.

Eu diria que são pouquíssimos os cientistas verdadeiramente produtores de
conhecimentos que se corrompem dessa maneira. Existem sim, e o Bulcão deu
alguns exemplos [Alemanha de Hitler, socialismo de Stalin e eu acrescentaria
o fundamentalismo dos usassassinos], mas o artigo do Salvador retrata outra
realidade. Neste caso eu diria que esses coitados nem são produtores de
conhecimento científico, são meros escritores de revisões bibliográficas a
deturparem uma idéia e/ou a confundirem o leitor com afirmações conflitantes
e a privilegiarem este ou aquele laboratório farmacêutico. Eu conheço muito
bem essa máfia, pois trabalhei bastante tempo no setor medicina e cheguei a
pagar alguns micos por não me sujeitar a esses métodos espúrios. Esse não é
um problema a ser resolvido na seara científica, mas pela sociedade como um
todo, pois corrupção existe em todos os setores da vida pública. A ciência é
um bem público e como tal deve ser preservada pela sociedade e não só pelos
cientistas. Por outro lado, não creio que nenhum cientista de valor tenha se
sentido ofendido com o que o Salvador escreveu e, muito menos, com o que eu
disse em minha mensagem. Os cientificistas sim mas --à exceção do Bulcão,
que se rotula cientificista, e não pretendo contrariá-lo ;-)--, não sei até
que ponto esses fulanos seriam realmente defensores da ciência. Creio que
eles se identificariam mais como acobertadores ou, até mesmo, propagandistas
do charlatanismo, naquela base do antigo chavão político do tempo do Adhemar
de Barros (mas ainda aceito por muitos) que dizia: "Falem mal, mas falem de
mim"].

> Há, claro a falta de crítica de vários cientistas mas para isso o remédio
> é uma boa formação.

Pois então você há de concordar comigo que o assunto é bem mais amplo e a
envolver a educação e não apenas a ciência.

> Defendo a justiça e a punição a esses picaretas. Que as pessoas mudem, de
> alguma maneira, sua mentalidade capitalista "self-made man" americana
> doentia mas, apesar disso tudo, dou graças a Deus (apesar de ser ateu) por
> viver em uma época em que posso usufruir dos benefícios da ciência.

Quer dizer que você é ateu graças a Deus? :-))) Tens sangue espanhol nas
veias? ;-)

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/06/2005 20:01

----- Original Message -----
From: "JVictor"
Sent: Monday, July 11, 2005 6:48 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.

Olá Victor

Deixe-me brincar um pouco mais com as suas incredulidades com respeito ao
elevado potencial da física newtoniana.

> Só quando as velocidades ficam grandes, tal que o fator de Lorentz começa
> a incomodar, a formulação newtoniana falha. Estes os meus melhores
> argumentos, que não são, de jeito nenhum, finais.

Eu diria isso com outras palavras:

Só quando as velocidades ficam grandes, tal que o *modelo simplificado*
newtoniano de três leis começa a falhar, é que devemos nos preocupar com a
verdadeira física newtoniana, aquela que leva em consideração o efeito das
acelerações *absolutas* e que dá conta da maioria dos problemas
relativísticos com o pé nas costas, sem precisar apelar para contorções
espaço-temporais de uma física absurda que sequer consegue distinguir espaço
de tempo e matéria de movimento da matéria (ou, se quiser, de energia). E só
me resta ficar aqui "batendo o meu pezinho" e "tampando os oinho" pra não
ver tanta gente boa iludindo-se com uma ficção que não nos levará a nada,
como já não nos levou nesses 100 anos de absurdidades relativísticas. E não
venham me dizer que o GPS é movido pelos postulados relativísticos porque já
está mais do que comprovado que não é.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 11/06/2005 21:58

----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto"
Sent: Saturday, June 11, 2005 10:19 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!

> Medicina é Ciência?

No sentido popular do termo medicina eu diria que não, e ainda bem que não
é. Do contrário, ao procurarmos um médico estaríamos nos oferendo como
cobaias. Por outro lado, o médico de consultório procura aplicar em seus
pacientes aquilo que outros cientistas observaram em seus laboratórios e
traduziram em conhecimentos científicos, logo parece existir uma ciência por
trás disso. Que nome dar a essa ciência?

Por outro lado, parece que todo o mundo gosta de se dizer pertencente ao
staff científico, quer produza novos conhecimentos científicos, quer seja
apenas um aplicador de receitas consagradas como científicas. Não vejo mal
nenhum em agradar a todo o mundo, a não ser quando penso em caracterizar o
que seja o método científico. Ou seja, o método científico seria o caminho
percorrido (ou a metodologia executada) pelo cientista quando está
produzindo novos conhecimentos científicos. Se eu disser (e não estou
dizendo) que cientista é apenas aquele que percorre este caminho, então o
médico de consultório não poderia ser considerado cientista, a menos que
praticasse sua ciência nas horas vagas e longe de seus pacientes.

Em tempo: Nem todos aceitam o método científico com a conotação de caminho,
mas aí a coisa complica-se bastante e dificilmente os estudiosos em
epistemologia conseguem entrar em acordo sobre o que colocar no lugar desse
método (Popper, Lakatos, Kuhn, Feyerabend, etc); e mesmo quando conseguem
estabelecer alguma coisa a satisfazer as "ciências naturais" não conseguem
estendê-la a outras áreas consideradas científicas (como, por exemplo, as
ciências sociais).

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/06/2005 09:40

From: "Luiz Ferraz Netto"

> Medicina é Ciência?

Alberto:
No sentido popular do termo medicina eu diria que não, e ainda bem que não
é. Do contrário, ao procurarmos um médico estaríamos nos oferendo como
cobaias. Por outro lado, o médico de consultório procura aplicar em seus
pacientes aquilo que outros cientistas observaram em seus laboratórios e
traduziram em conhecimentos científicos, logo parece existir uma ciência por
trás disso. Que nome dar a essa ciência?

Léo:
Acredito que pelo fato do médico estar se utilizando de um resultado científico, aplicando-o a seus pacientes, isso não caracteriza Ciência e sim Tecnologia. Talvez um tipo diferente de tecnologia, baseada em "quadro geral do estado do paciente" (resultado de um método), mas, acredito, não se trata de Ciência. Talvez haja necessidade de um termo novo, algo do gênero 'aplicador da ciência'. O médico, penso, durante todo seu estudo, não faz Ciência alguma, "apenas" aprende como aplicar o resultado da pesquiza de outros. Esse "apenas", cuidado, não leia como 'coisinha corriqueira', pois é algo muito diferente do modo como muitos conhecimentos são absorvidos. Há uma certa diferença (em vários termos) entre o médico e o padre, entre o médico e o advogado (lá vem o Bulcão ... sim Manoel, a parceira está me judiando!), entre o médico e o professor de literatura.
Um professor da área de exatas 'transmite ciência' ... com um trabalho do cão!

Alberto:
Por outro lado, parece que todo o mundo gosta de se dizer pertencente ao
staff científico, quer produza novos conhecimentos científicos, quer seja
apenas um aplicador de receitas consagradas como científicas. Não vejo mal
nenhum em agradar a todo o mundo, a não ser quando penso em caracterizar o
que seja o método científico. Ou seja, o método científico seria o caminho
percorrido (ou a metodologia executada) pelo cientista quando está
produzindo novos conhecimentos científicos. Se eu disser (e não estou
dizendo) que cientista é apenas aquele que percorre este caminho, então o
médico de consultório não poderia ser considerado cientista, a menos que
praticasse sua ciência nas horas vagas e longe de seus pacientes.

Léo:
Concordo, como a Ciência tem sido 'o melhor caminho para o bem estar da humanidade', os demais conhecimentos procuram abraçar o "está cientificamente provado que ...". Todavia, tais outros conhecimentos pecam pela subjetividade e, a maioria, pela palavra da autoridade. Entrar no staff científico pelas portas do fundo não é algo 'cientificamente correto'.

Alberto:
Em tempo: Nem todos aceitam o método científico com a conotação de caminho,
mas aí a coisa complica-se bastante e dificilmente os estudiosos em
epistemologia conseguem entrar em acordo sobre o que colocar no lugar desse
método (Popper, Lakatos, Kuhn, Feyerabend, etc); e mesmo quando conseguem
estabelecer alguma coisa a satisfazer as "ciências naturais" não conseguem
estendê-la a outras áreas consideradas científicas (como, por exemplo, as
ciências sociais).

Léo:
Entendo que o Método, atualmente, diverge do Método de antigamente, onde era seguido ao pé da letra --- observação, hipótese, reprodução assistida e controlada etc., até aos moldes de uma teoria ---, hoje o cientista entra no laboratório com idéias pré-concebidas, com um propósito definido e, em equipes. O Galileu, o Newton, o Huyghens (meus fiéis discípulos terráqueos) e toda a tropa dos séc. XVII e XVIII foram realmente os 'bandeirantes' --- os de hoje são 'escoteiros' que já sabem onde pisar, trilham caminhos asfaltados. Mesmo assim, tais escoteiros, ainda são vítimas das 'incertezas'.

[]'
Léo

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



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SUBJECT: Fw: Erwin Schrodinger
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/06/2005 09:43

Quânticos ... ajudem à Gabriela.
Ainda estou aguardando o experimento de quântica possível de ser feito em escolas do segundo grau (brasileiras).
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Gabriela Macario
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: sábado, 11 de junho de 2005 18:54
Assunto: Erwin Schrodinger



Gabriela Macário

gabimacario@hotmail.com

3º colegial

Bom, eu não estou achando muita coisa sobre as experiências de Schrodinger, eu tenho um seminário pra fazer, e gostaria de fazer uma experiência dele, só que eu não acho. Se você pudesse me dar algumas dicas, eu agradeceria.

Desde já Obrigada

Atenciosamente Gabriela







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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Erwin Schrodinger
FROM: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/06/2005 12:16

Bom, existe uma efeito de tunelamento quântico bastante interessante
que consiste em colcoar dois polaróides bem próximos com um ângulo de
uns 45° entre os eixos de polarização. Classicamente, pouca luz
atravessaria o par, mas efeitos de tunelamento quântico dos fótons
permitem que se observe muito mais luz que a previsão clássica. Nào
ancontrei muita coisa sobre isso na internet...

Não sei se Schrödinger realizou algum experimento desse tipo, além dos
Gedankenexperiment à moda do gato.



On 12/06/05, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
> Quânticos ... ajudem à Gabriela.
> Ainda estou aguardando o experimento de quântica possível de ser feito em escolas do segundo grau (brasileiras).
> []'
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
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> -----Mensagem Original-----
> De: Gabriela Macario
> Para: leobarretos@uol.com.br
> Enviada em: sábado, 11 de junho de 2005 18:54
> Assunto: Erwin Schrodinger
>
> Gabriela Macário
>
> gabimacario@hotmail.com
>
> 3º colegial
>
> Bom, eu não estou achando muita coisa sobre as experiências de Schrodinger, eu tenho um seminário pra fazer, e gostaria de fazer uma experiência dele, só que eu não acho. Se você pudesse me dar algumas dicas, eu agradeceria.
>
> Desde já Obrigada
>
> Atenciosamente Gabriela
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> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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Elton Carvalho

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SUBJECT: Medicina é Ciencia ?
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/06/2005 18:00

At 10:19 11/6/2005, you wrote:
>Medicina é Ciência?
>[]'


As pesquisas em questão não são de Medicina.
São de Farmacologia.
Ou de Toxicologia.
Ou de Bioquímica.
Ou de tudo isso ao mesmo tempo.

E me parece que todas essas são Ciencias.

L.E.






> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> <http://www.feiradeciencias.com.br>http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>-----Mensagem Original-----
>De: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
>Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Enviada em: sexta-feira, 10 de junho de 2005 17:17
>Assunto: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!
>
>
>----- Original Message -----
>From: Sent: Friday, June 10, 2005 10:36 AM
>Subject: [ciencialist] Fraude na ciencia!
>
> > Numa pesquisa feita nos Estados Unidos com mais de 3.000 cientistas
> > ligados à área médica, um terço deles admitiu, sob condição de anonimato,
> > que cometeu alguma improbidade em seus estudos nos últimos três anos.
>
>Resta saber se os dois terços restantes responderam o questionário com
>seriedade (Como controlar isso?), pois isso não chegou a ser ventilado na
>notícia dada pelo Salvador. De qualquer forma, um terço não deixa de
>retratar algo de profundamente lamentável. Como confiar numa ciência dessas?
>Por outro lado: Como não confiar na ciência? "Se ficar, o bicho come, se
>correr o bicho pega."
>
>Com a palavra os defensores do cientificismo. Alguém se manifesta? Ou
>deixaremos o dito pelo não dito?
>
>[ ]´s
>Alberto
><http://ecientificocultural.com/indice.htm>http://ecientificocultural.com/indice.htm
>Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
>uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: OS MITOS DA CIÊNCIA - by Schwartzman
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/06/2005 18:00


http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/mitos.htm

Ciência, Universidade e Ideologia: a Política do Conhecimento

Simon Schwartzman
Rio de Janeiro,
Zahar Editores, 1980



Capítulo 2 - OS MITOS DA CIÊNCIA

Publicado em alemão como "Entwicklung und die Mythen der Wissenschaft,"
Weltgesellschaft und Sozialstruktur (Ferschrift zum 60. Geburtstag von
Peter Heintz), Diessenhofen, Verlag Rüegger, 689-704, 1980. English
version: <http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/../ideolog.htm>The
Ideologies of Science

Sumário
<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#_1_1>Os mitos da ciência

<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#_1_2>A antiga síntese: o
progresso através da ciência

<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#_1_3>Tese: o rei filósofo
<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#_1_4>a) Planejamento científico
<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#_1_5>b) Os intelectuais

<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#_1_6>Antítese: o reino da ciência
<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#1.7>a) A racionalização da
sociedade
<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#_1_8>b) A república dos.
cientistas

<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#A nova sintese:>A nova síntese:
ciência, tecnologia e desenvolvimento econômico

<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#Notas>Notas


Ciência, Universidade e Ideologia: a Política do Conhecimento

Os mitos da ciência

En um artigo publicado em 1966 na revista Science o falecido Homi J.
Bhabba, um dos pais da tecnologia nuclear da índia, transmitia uma noção
bastante simples e aparentemente convincente a respeito das relações entre
ciência e desenvolvimento econômico e social: o que os países desenvolvidos
têm e os países subdesenvolvidos não têm, dizia, é uma ciência moderna e
uma economia baseada em tecnologia também moderna. Para desenvolver os
países subdesenvolvidos é, portanto, necessário estabelecer neles a ciência
moderna e transformar suas economias tradicionais em economias baseadas na
ciência e tecnologias
modernas.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_1_>(1) A explosão
nuclear da índia em 1974 e o lançamento de seu primeiro satélite no ano
seguinte não deixaram dúvidas quanto ao sucesso da Índia em se apropriar de
algumas das mais sofisticadas da tecnologia moderna. A questão a respeito
de quanto esses sucessos ajudaram a modernizar a economia do país é, no
entanto, muito mais duvidosa.

O relacionamento entre ciência, tecnologia e desenvolvimento é,
naturalmente, muito mais complicado do que a citação acima deixa
transparecer. Essa complexidade deriva, na realidade, da própria
complexidade do conjunto de atividades, instituições e corpos de
conhecimento que estão implícitos no termo "ciência". Mais ainda, as
percepções que possamos ter do que é a ciência e de como eia se relaciona
com processos seculares de transformação social são freqüentemente
perturbadas pela nuvem de mitos que sempre cercaram a atividade
científica.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_2_>(2)

Esses mitos devem ser levados bastante a sério. Não se trata de simples
erros que poderiam ser afastados com melhor conhecimento a respeito da
verdadeira natureza da atividade científica e seu relacionamento com o meio
social. Mitos, conforme definição corrente de dicionário, são uma
"narrativa comumente legendária que apresenta partes das crenças de um povo
ou explica uma prática ou um fenômeno natural". Os mitos sobre a ciência
são uma das formas pelas quais as sociedades percebem e justificam suas
crenças no progresso, e uma das formas pelas quais os cientistas explicam e
justificam suas práticas. Enquanto a realidade é contraditória e complexa,
os mitos tendem a ser simples de entender e ter uma coerência que obedece
muito mais às suas funções sociais do que aos cânones da lógica formal;
isso significa que eles não são necessariamente coerentes, mas trazem,
muitas vezes, contradições e ambigüidades em seus supostos e
implicações.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_3_>(3)

Uma das possíveis utilidades da dialética é ajudar a entender situações
ambíguas e contraditórias, e isso pode ser útil nesta exposição. Para
efeito de clareza, e sem maiores pretensões à ortodoxia dialética,
examinaremos primeiro a síntese indiferenciada, ou seja, o mito do
progresso social através da ciência, que será dividido em dois, a "tese" e
a "antítese". Esses dois mitos, ou sub-mitos, desenvolvem-se de maneira
simultânea e contraditória, e não existe aqui nenhuma pretensão de
estabelecer a precedência histórica e temporal de um em relação ao outro.

A tese é o mito do Rei Filósofo, ou seja, a idéia de que o mundo deve ser
ordenado segundo os cânones da racionalidade superior a ser proporcionada
pelos que sabem. Ele nos permite, entre outras coisas, pensar nas idéias
modernas de planejamento, incluindo o planejamento da própria ciência,
assim como examinar a questão do papel social dos cientistas e
intelectuais. A antítese é a idéia de que a sociedade humana tende
naturalmente à racionalidade, e que os cientistas participam disso ao
serem, simplesmente, leais às suas vocações específicas. Discutiremos isso
em termos do mito do Reino da Ciência, no qual cabe uma seção especial
dedicada à República dos Cientistas. O principal suposto da antítese é que
o mundo é naturalmente harmônico, a Razão impera, e conseqüentemente os
cientistas podem viver em uma República. A tese, ao contrário, acredita que
o mundo em si é desordenado, e por isso necessita de uma direção
esclarecida, a ser exercida pelos homens de conhecimento superior. A união
entre essas duas visões antagônicas é tentada na nova síntese, que postula
a identidade entre ciência, tecnologia e desenvolvimento.

Chamar atenção para esses mitos não significa dizer que eles sejam
necessariamente errados ou ilusórios. O que dá força a um mito é que ele
captura uma parte significativa da realidade social, como ela é e como eia
é percebida pelas pessoas, e transforma tudo isso em verdades
generalizadas. Quando se diz, por exemplo, que ciência e tecnologia são
duas faces da mesma moeda - um postulado central do mito da nova síntese -
o verbo ser significa que isso é assim, mas também que isso deve ser assim,
e que será sempre assim, onde quer que ciência e tecnologia se desenvolvam.
Esta combinação de afirmações empíricas, normativas e preditivas é que faz
dos mitos algo tão presente, mas ao mesmo tempo tão imune a qualquer
tentativa de refutação empírica ou lógica.

Se os mitos sobre a ciência são importantes nos países onde a atividade
científica mais se desenvolveu, eles se tornam ainda mais cruciais em
países subdesenvolvidos onde a ciência moderna entra, freqüentemente. pela
via de políticas governamentais explícitas que se guiam, via de regra,
pelos mitos, sempre muito mais acessíveis à percepção e ao entendimento do
que a própria realidade. É nesse sentido que a preocupação com os mitos da
ciência, objeto talvez de curiosidade nos países centrais, passa a ser
essencial para o entendimento do que ocorre na periferia, onde o Brasil se
coloca.

A antiga síntese: o progresso através da ciência

A citação de Bhabba no começo deste texto pertence a uma antiga tradição
que sustenta que ciência e conhecimento são coisas boas e socialmente
úteis, e é o que distingue, mais do que qualquer outra coisa, entre
sociedades avançadas e sociedades primitivas ou atrasadas. Jawaharlal Nehru
parecia concordar com isso. Bhabba o cita afirmando seu apoio à ciência
moderna pelo seu papel "não somente de transformar o meio material, mas de
transformar os homens. É una obrigação inerente a um grande país como a
Índia", dizia Nehru, "com suas tradições de scholarship e de pensamento
original, e sua grande herança cultural, de participar plenamente na marcha
da ciência, que é provavelmente o maior empreendimento da humanidade nos
dias de hoje."<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_4_>(4)

A idéia de que a Ciência, com "C" maiúsculo, traz em si a chave para
solução dos problemas da humanidade não é, certamente, nova. Robert Merton,
em seu estudo clássico sobre o surgimento da ciência moderna Inglaterra do
século XVII, mostra como o prestígio crescente das carreiras científicas se
relacionava, na época, com a idéia de que esta era uma atividade ao mesmo
tempo prática, útil e nobre. Aritmética e geometria, por exemplo, eram
consideradas "muito úteis para manter contabilidades entender de
fortificações", enquanto a química era "um tipo de conhecimento que não era
indigno de um
gentleman".<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_5_>(5) Para a
ética puritana daquele tempo, a ciência, ou a filosofia natural, "era
instrumental, primeiro, para as provas práticas do estado de graça do
cientista; segundo, para aumentar o controle dos homens sobre a natureza; e
terceiro, para glorificar a Deus. A Ciência ficava, assim, convocada a
serviço do indivíduo, da sociedade e de
Deus."<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_6_>(6) Poderíamos,
evidentemente, recuar ainda mais no tempo na busca das fontes dessas
idéias, ao lembrar, simplesmente, que para os filósofos gregos o
conhecimento não era apenas a mais agradável das atividades, mas que, na
utopia de Platão, o Filósofo era Rei.

Essa mistura de justificações pragmáticas e morais para a atividade
científica é provavelmente a dimensão mais importante desse mito
científico. Ela tem sido, historicamente, um ingrediente indispensável na
cultura de todas as sociedades em que a ciência surgiu como uma atividade
significativa. Os sociólogos da ciência denominam "cientismo" esse apoio
social e cultural aos ideais científicos, e existe evidência histórica
abundante para mostrar que o cientismo, quando emerge, tende a ser parte
das ideologias de grupos sociais ascendentes. Isso era certamente verdade
no caso do gentleman da Inglaterra do século XVII estudado por Merton, como
foi o caso dos intelectuais franceses no século XVIII e dos alemães o
século XIX.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_7_>(7)

Podemos deixar por aqui, neste contexto, a análise da questão dos
determinantes sociais desse mito científico, e examinar o que ocorre quando
ele surge em uma sociedade determinada. Um importante efeito é que ele faz
com que uma boa parte dos indivíduos mais talentosos da sociedade escolham
carreiras científicas como projeto de vida digno de ser seguido. A outra é
que a sociedade, como um todo - ou pelo menos seus grupos ascendentes -
concorda em cobrir os custos da atividade científica. Outra característica
é que a ciência é buscada e apoiada independentemente de seus resultados
práticos imediatos. Isso não significa que não haja interesse ou
expectativas a respeito dos produtos do conhecimento científico; ao
contrário, esses produtos são uma parte muito importante do mito. Mas,
quando a crença na ciência existe, o fracasso na produção de resultados
práticos a prazo curto ou médio não é suficiente para reduzir a fé no valor
da atividade científica, para os que a fazem como para os que a apóiam.
Isso dá à atividade científica um espaço e uma liberdade que é um de seus
componentes principais. Toda a história dos países ocidentais dos últimos
400 anos parece demonstrar os benefícios a longo prazo da pesquisa
científica, e isso serve como importante defesa da atividade científica em
tempos de pobreza de resultados tecnológicos.

Uma última conseqüência desse mito é que, com ele, a palavra "ciência"
passa a englobar várias atividades distintas e nem sempre compatíveis entre
si. O que é ou não é, "realmente", ciência é uma questão epistemológica
complicada, que não poderia ser examinada em profundidade
aqui.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_8_>(8) Basta, no
entanto, partir de uma definição sociológica simples - "ciência é aquilo
que as pessoas que a sociedade reconhece como cientistas fazem" - para
vermos quantas atividades diferentes entram na mesma definição. Ciências
naturais e sociais, empíricas e exatas, básicas e aplicadas, demonstração e
confirmação, coleta de dados e elaboração de teoria, pesquisa e
desenvolvimento, ciência e tecnologia, todos esses e outros pares de termos
descrevem atividades que tendem a ser bastante diferentes em objetivos,
estilos, métodos de verificação, critérios de verdade e validação. Também
encontraremos grandes diferenças se compararmos as diversas disciplinas - o
que é "ciência básica", por exemplo, para um físico, um botânico, ou
biólogo marinho ou um geólogo? Essas diferenças em "paradigmas de trabalho"
combinam-se, ainda, com diferenças profundas na maneira como as pessoas se
organizam para a realização de seus trabalhos científicos. Universidades,
laboratórios industriais, centros de pesquisa autônomos, institutos de
tecnologia, academias - a organização social da ciência varia de pequena a
gigantesca, de informal a extremamente burocratizada, de acadêmica a
totalmente voltada para os resultados tecnológicos, de instituições
preocupadas com a eficiência de custos a instituições que trabalham a fundo
perdido.

Mais ainda, o mito do progresso pela ciência encobre, sob o manto de sua
generalidade e abrangência, supostos muito diferentes e freqüentemente
contraditórios a respeito do relacionamento entre ciência e sociedade.
Podemos considerar esses supostos como também míticos, uma vez que eles não
se apóiam necessariamente em fatos empíricos analisados com rigor, mas
influenciam a maneira pela qual o desenvolvimento da ciência é buscado por
diferentes pessoas e instituições. Um desses mitos tem a ver com o papel
dos intelectuais e cientistas na vida social; o outro, com a forma pela
qual a ciência, como conhecimento racional, faz-se presente no meio social
e político. Eles são a tese e a antítese nas quais se divide a velha síntese.

Tese: o rei filósofo

a) Planejamento científico

O Positivismo do século XIX é uma expressão recente da antiga utopia
platônica de uma república organizada racionalmente e dirigida pelos homens
de saber. Em sua proposta sobre os Plan des travaux scientifiques
nécessaires pour réorganizer la société, Auguste Comte via a necessidade de
realizar dois tipos de tarefa: "uma, teórica e espiritual, tem como
objetivo o desenvolvimento da idéia-mãe do plano, ou seja, do novo
princípio segundo o qual as relações sociais devem ser coordenadas,"e a
formação do sistema de idéias gerais destinado a servir de guia à
sociedade. A outra, prática e temporal, determina o modo de divisão do
poder no conjunto das instituições administrativas mais adequadas ao
espírito do sistema, tal como foi estabelecido pelos trabalhos teóricos.
Como a segunda série tem por base a primeira, não sendo mais do que sua
conseqüência e realização, é por esta que o trabalho geral deve,
necessariamente,
começar."<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_9_>(9) A primeira e
mais nobre tarefa deve ser dada aos cientistas, definidos como "os homens
que têm como profissão formar combinações teóricas por procedimentos
metódicos, ou seja, sábios ocupados com o estudo das ciências da
observação" (p. 86). A segunda tarefa, a de execução do plano, pode então
ser atribuida aos administradores, ou "chefes de trabalho industrial". O
domínio das atividades intelectuais sobre as atividades práticas é, nessa
visão das coisas, absoluto. Em uma nota de pé de página, Comte toma em
consideração o fato de que os cientistas muitas vezes ficam limitados a
campos de especialidade demasiado estreitos, que não lhes permite uma visão
de conjunto, e explicita sua preferência por "homens que, sem consagrar
suas vidas á cultura especial de uma ciência da observação dada, possuem a
capacidade científica, e fazem do conjunto dos conhecimentos um estudo
suficientemente aprofundado para se compenetrarem de seu espírito", A estes
estaria reservada "a atividade essencial na formação da nova doutrina
social". Os outros teriam, somente, um papel "passivo" (p. 87).

É dessa forma que a noção de que a sociedade deva ser organizada pela
ciência evolui rapidamente para a noção de que a própria ciência deve ser
sujeita ao mesmo tipo de organização planejada. A desconfiança de Comte em
relação aos cientistas que pretendem ter suas próprias instituições,
regidas de forma autônoma, é bem conhecida. O rei filósofo de Comte não é
um simples cientista, mas um intelectual, um homem que vai além dos limites
específicos do conhecimento especializado e atinge uma visão de todo o
conhecimento, e que por isso pode exercer liderança e supremacia. Ele fala
sobre "les savants", e insiste em que "só eles exercem, em matéria de
teoria, uma autoridade incontestável. Assim, e independentemente do fato de
que somente eles tenham competência para formar a nova doutrina orgânica,
somente eles possuem a força moral necessária para fazer com que esta nova
doutrina seja admitida" (p. 89).

A importância da perspectiva positivista não é função de que ela seja
historicamente verdadeira, nem prática, nem mesmo original. Ela deriva do
fato de que Comte sintetiza, de forma muito clara, um dos mitos centrais da
ciência moderna, que tiveram e ainda têm hoje em dia grande impacto.
Somente para dar um exemplo, eis como Stevan Dedijer formulava, há alguns
anos, a necessidade de ciência para os países em desenvolvimento:
"Os primeiros passos no caminho para o desenvolvimento nacional são hoje
impensáveis sem o uso dos resultados de pesquisas desde o momento inicial.
É impossível estimar o ponto de partida de desenvolvimento, definir os
objetivos, é impossível dar o primeiro passo, do primeiro para o segundo,
sem pesquisas nas ciências naturais, sociais e da vida..., O
desenvolvimento do potencial de pesquisas nacional, ou seja, cientistas
qualificados, instituições científicas, equipamentos, e uma cultura
científica são necessários para que as demais políticas de desenvolvimento
nacional possam ser conduzidas com sucesso. A política científica deve ser
uma parte importante das políticas de desenvolvimento nacional, tanto
quanto as políticas econômicas e educacionais, e possivelmente mais do que
as políticas externa, militar e outras. Negligenciar um desenvolvimento
planejado e vigoroso da pesquisa indígena nas ciências físicas, da vida e
social, coloca em perigo todo o processo de desenvolvimento."
<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_10_>(10)

Essa necessidade de ciência moderna contrasta fortemente, para o mesmo
autor, com as realidades dos países em desenvolvimento. Esses países não
têm comunidades científicas, falta-lhes um governo acostumado a lidar com a
ciência, assim como instituições militares, agrícolas, comerciais,
educacionais, médicas, industriais e outras, que dêem valor aos resultados
da pesquisa". Elas não têm os "elementos institucionais e motivacionais
para a pesquisa", e por isso são "basicamente alheias ou hostis a ela".

O planejamento parece ser a solução para resolver esse problema, mas é uma
solução difícil pela própria falta de experiência e tradição desses países:
"Nos países subdesenvolvidos, a ignorância, o preconceito e a falta de
fontes confiáveis de assessoramento fazem com que essas decisões (sobre a
ciência) se tornem muito mais difíceis, e seu sucesso muito mais
problemático." Esses problemas, no entanto, fazem com que o autor proponha
mais, e não menos planejamento: "Cada decisão sobre ciência deve fazer
parte de um plano nacional para o desenvolvimento e uso dos resultados da
pesquisa. A ciência deve ser vista como parte de um plano nacional para o
desenvolvimento e uso dos resultados da pesquisa. A ciência deve ser vista
como parte de uma política nacional planejada. Cada primeiro-ministro deve
criar em seu gabinete uma secretaria de ciência."

De fato, agências e ministérios de ciências foram criados em grande número
de países nos últimos dez ou quinze anos, e instituições internacionais
tais como a UNESCO, a Organização de Cooperação e Desenvolvimento
Econômico, a Organização dos Estados Americanos e várias outras criaram
suas próprias estruturas para ajudar as burocracias nacionais em suas
tarefas de planejar a ciência. Poucos dos líderes mais responsáveis dessas
organizações endossariam o otimismo ingênuo de Dedijer sobre o poder da
ciência e as virtudes do planejamento; mas eles certamente compartirão a
mesma preocupação e desconfiança quanto à capacidade de os cientistas, por
si mesmos, trazerem a seus países os benefícios que deles se esperam.

b) Os intelectuais.

A pretensão dos intelectuais à superioridade moral e ao direito de dirigir
a sociedade não é, certamente, algo que começa com Comte, nem mesmo com
Platão. Um dos temas centrais dos estudos clássicos de Max Weber sobre as
sociedades antigas da China, Índia e Palestina, é o jogo de poder entre os
militares, que governam pela força, e os intelectuais, que tratam de
governar através de sua autoridade
moral.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_11_>(11)
Historicamente, os intelectuais muitas vezes surgem como grupos
especializados em assuntos religiosos. Como indica Weber, "a princípio o
sacerdócio era a carreira mais importante do intelectualismo,
particularmente onde existiam escrituras sagradas, que faziam com que os
sacerdotes se transformassem em uma guilda literária, engajada na
interpretação das escrituras e no ensino de seu conteúdo, sentido e
aplicação". Isso foi particularmente verdade, ainda de acordo com Weber, na
Índia, Egito, Islã e para o cristianismo antigo e medieval; e menos na
Grécia, Roma e China, lugares onde "o desenvolvimento do pensamento
metafísico e ético ficou nas mãos de não-sacerdotes, tanto quanto o
desenvolvimento da
teologia".<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_12_>(12) Na China,
o confucionismo foi uma doutrina desenvolvida pela burocracia dos
mandarins, "com uma absoluta falta de sentimento de necessidade de salvação
ou de qualquer ponto de apoio transcendental para a ética. Em seu lugar
existe uma doutrina substantivamente oportunista e utilitária (ainda que
esteticamente refinada) de convenções apropriadas a um grupo de status
burocrático" (p. 476). Na Índia, os brâmanes desenvolveram uma religião
secularizada que convinha à nobreza dominante da classe guerreira, mas
puderam manter para a sua própria casta o controle dos rituais,
procedimentos e normas de comportamento em que as classes dominantes eram
educadas. Outras formas de religião mais místicas e introspectivas, mágicas
ou salvacionistas desenvolveram-se quando as relações entre os setores
políticos e religiosos se tornavam menos harmônicas. O budismo e o
jansenismo são exemplos importantes de religiões salvacionistas que
surgiram nas tradições chinesa e hindu, desenvolvidas dentro de grupos
intelectuais, e mais tarde espalhadas entre as massas. No judaísmo antigo,
a desorganização do Estado e de seu sistema sacerdotal, após Salomão,
parece ter dado condições para o surgimento de uma religião popular baseada
em um movimento profético e em algo que Weber denomina "intelectualismo
pária e pequeno burguês", com um forte conteúdo ético e salvacionista.

Em síntese, os intelectuais são muitas vezes responsáveis pelo
desenvolvimento e manutenção de tradições religiosas e culturais que
justificam e legitimam a ordem social vigente, e em troca recebem prestígio
e honra social, tal como ocorria com os brâmanes e os mandarins. Quando
esse prestígio é afetado, ou quando surgem novos grupos intelectuais, eles
tendem a desenvolver ideologias alternativas, "saivacionistas", e religiões
que freqüentemente pregam o distanciamento da vida mundana e a busca da
verdade interior. Em ambos os casos, o interesse pelo conhecimento de tipo
científico, de base empírica, tende a ser mínimo.

A discussão do papel dos intelectuais no mundo árabe é muito ilustrativa a
esse respeito. O religioso erudito muçulmano, o "ulama", sempre se colocou,
tradicionalmente, em uma posição próxima mas diferenciada da dos detentores
do poder. Algum tempo depois de Maomé, "os eruditos religiosos perceberam
que, permanecendo distanciados do exercício efetivo do poder, eles
mantinham seu prestígio sem se deixar contaminar pelos erros dos príncipes,
e podiam, assim, cultivar suas tradições intelectuais". Um acordo tácito
parece ter sido feito entre os príncipes e os "ulama", de tal forma que os
religiosos ficassem com o controle de temas relativos ao status social, à
educação e ao comportamento moral das
pessoas.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_13_>(13) O preço pago
por esse acordo foi a aceitação de uma hierarquia de diferentes tipos de
conhecimento, dos quais o mais alto era o estudo da lei religiosa, que
definia as regras adequadas de comportamento social. Em segundo lugar
vinham os conhecimentos que podiam ser socialmente úteis, tais como a
medicina e a matemática, que era considerada necessária para "dar
cumprimento aos requisitos da lei religiosa em algumas questões tais como
divisões de propriedades, heranças e outras transações comerciais").
Finalmente, menos relevante de todos era a busca do conhecimento pelo
conhecimento, que só poderia ser tolerada porque podia, eventualmente,
ajudar em alguma coisa útil. Como diz o autor que nos serve de referência,
"a ordem de valores parece clara: as ciências não religiosas são
consideradas necessárias somente como ciências aplicadas, e derivam seu
valor do fato de contribuírem para os objetivos da lei religiosa. O valor
da pesquisa pura e básica é subordinado ao da ciência aplicada, que é, por
sua vez, subordinada à religião". Essa ordem de prioridade refletia a
predominância do "ulama" como a elite intelectual dominante da sociedade
islâmica (p. 78). E claro que existiam variações entre as diversas nações
árabes, mas a força dos líderes religiosos torna-se particularmente clara
quando, como foi o caso recente no lrã, o divórcio entre a liderança
política e a liderança religiosa se acentua.

Esse arranjo não era incompatível com o florescimento da ciência aplicada e
do trabalho filosófico e científico que ocorreu no mundo árabe no período
medieval, quando a cultura islâmica proporcionou o elo de continuidade
entre a tradição greco-romana e o renascimento. Os contatos com o Ocidente,
no entanto, que se intensificaram a partir das primeiras derrotas militares
do Império Otomano no final do século XVII, parecem ter perturbado essa
tradição. Tentativas foram feitas de modernizar o Egito, a Turquia e outros
países islâmicos, e a cultura ocidental proporcionou padrões de
desenvolvimento intelectual que se apresentavam como alternativos e opostos
à tradição escolástica dos "ulama". Surgiram assim intelectuais
ocidentalizados e politicamente orientados, que tratavam freqüentemente de
se apoiar no passado islâmico para estabelecer uma ponte entre suas
tradições e as idéias modernas ocidentais, que buscavam trazer para seus
países.

O principal resultado desse processo não foi, no entanto, a introdução da
ciência ocidental moderna no mundo islâmico, mas sim a ocidentalização das
políticas desses países e o desenvolvimento do nacionalismo árabe. No
século XX, nas décadas de 1920 e 1930, "os intelectuais lideraram a luta
pela independência de seus países através da palavra escrita e falada.
Estiveram sempre à frente dos movimentos que clamavam por independência e
reformas sociais; muitos eram ativos em partidos políticos e nos
parlamentos. Mas quando os novos regimes foram estabelecidos pelas
lideranças militares, grande parte desses intelectuais foram
marginalizados. Paradoxalmente, o envolvimento intenso dos modernos
intelectuais árabes com a ideologia política de sua época contribuiu para
sua posição periférica, quando as ideologias criadas por eles conseguiram,
finalmente, triunfar."<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_14_>(14)

Como esse exemplo indica, a entronização do rei filósofo não parece ter
muito a ver com o desenvolvimento da ciência moderna de tipo ocidental. Ao
contrário, a experiência ocidental parece ser produto de um arranjo
bastante especial, que colocou um grupo significativo de intelectuais fora
dos centros de poder, e com um profundo comprometimento com sua atividade
especifica. Para Weber, a explicação desse fenômeno tem sua origem no
surgimento do "intelectualismo pária" do judaísmo antigo, que se
desenvolveu historicamente na forma de uma ética pessoal de salvação pelos
esforços do crente, ética da qual a racionalidade ocidental seria a
culminação.

Joseph Ben-David, na mesma linha de raciocínio, discute o papel tradicional
dos filósofos e mágicos nas sociedades tradicionais, e se coloca uma
pergunta semelhante à de Weber: como explicar o surgimento dessa combinação
de racionalidade, impulso intelectual individual e preocupação com a
natureza das coisas, que são as características da ciência moderna. "O
filósofo tradicional", diz Ben-David, "como o cientista, está interessado
em captar, por intermédio de modelos lógicos, algum tipo de realidade, Mas
a realidade paradigmática para o filósofo tradicional era o Homem ou Deus.
Os eventos naturais não eram considerados importantes como assuntos humanos
ou religiosos.. ."<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_15_>(15)
Desse ponto de vista, o conhecimento prático é visto como uma atividade
menos importante, e a busca de efeitos práticos dá origem ao mundo da
astrologia, alquimia e medicina xamanista, ou de feitiçaria. Como demonstra
Ben-David, o caminho que levou ao desenvolvimento da ciência como uma
atividade institucionalizada que trata a natureza de acordo com os
princípios mais elevados da razão foi difícil e irregular. Ele exigiu a
criação de um papel peculiar para os cientistas na sociedade, que era
diferente do papel do sacerdote-filósofo, tanto quanto do papel do
mágico-prático. Antes que a ciência pudesse institucionalizar-se, teria de
surgir na sociedade a noção de que o conhecimento científico em si mesmo
era tão importante para a sociedade quanto a filosofia moral. O trabalho do
cientista tinha de ser aprovado e apoiado; mas, para florescer, os
cientistas só deveriam servir à Ciência, tanto quanto os capitalistas só
deveriam servir aos requerimentos de auto-realização através do lucro e da
atividade empresarial. Paradoxalmente, segundo a lógica do liberalismo,
essa era, para ambos, a melhor maneira de servir tanto à humanidade quanto
a Deus.

Antítese: o reino da ciência

a) A racionalização da sociedade

Já deveria estar claro a essa altura que o ideal platônico do rei filósofo,
tanto quanto o ideal comtiano da supremacia dos "savants", não pertence à
mitologia mais central do cientismo moderno. A noção liberal de
desenvolvimento através da racionalização é essencialmente individualista,
e supõe que a sociedade, como a economia, será tanto mais racional e
eficiente quanto cada pessoa maximize sua racionalidade individual,
deixando de lado normas de comportamento que possam restringir ou limitar a
iniciativa dos indivíduos Não é coincidência que Merton, seguindo as
pegadas de Weber, tratasse de estabelecer os vínculos entre os ideais
científicos e o protestantismo, como uma ética de salvação individual pelo
ascetismo e pela auto-realização. Seria um erro imaginar que o modelo
weberiano de autoridade racional-legal que se exerce pela administração
burocrática supõe uma alteração desse ponto de vista. Para Weber, as
burocracias, quando idealmente constituídas, devem ser racionais somente em
um sentido legal, ou seja, formal. Isso significa que a racionalidade
substantiva se estabelece no inter-relacionamento entre os indivíduos (o
que ele chamaria de "ação societal"), e a burocracia teria como única
função levar à frente os objetivos definidos no mundo político. A essência
da burocracia moderna é, na linguagem de Weber, "a crença na legalidade das
leis positivas e no direito daqueles elevados a posições de autoridade de
acordo com essas leis a
comandar".<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_16_>(16) O
surgimento de uma preocupação com a racionalidade substantiva dentro da
burocracia era vista como uma aberração, já que significava transferir para
ela uma autoridade que ela não poderia, legitimamente, assumir.

Isso é profundamente diferente e oposto da noção de que a ciência e os
cientistas (ou, no tempo de Platão, o filósofo) deveriam governar e impor
os princípios da racionalidade sobre a sociedade. A noção liberal, que é a
weberiana, supõe um papel profundamente distinto para o cientista, e uma
forma profundamente diferente de organização social, onde não há lugar para
um planejamento racional que tome o lugar do livre fluxo da racionalidade
independente dos indivíduos.

O Reino da Ciência é, conseqüentemente, em sua versão liberal, parte
inseparável dos ideais dos séculos XVIII e XIX a respeito da evolução e do
progresso através do desenvolvimento da razão e racionalidade dos
indivíduos. Um de seus principais postulados é a crença radical de que cada
pessoa tem o direito de aceitar ou rejeitar a verdade de acordo com suas
convicções mais Intimas, e de que o conhecimento científico deve prevalecer
porque é um conhecimento inerentemente melhor e mais convincente do que a
sabedoria convencional. Nesse sentido, o racionalismo foi, em termos
políticos, uma ideologia libertária que desafiava a organização tradicional
das sociedades e seus sistemas estabelecidos de poder e autoridade. O
significado político dessa ideologia é muito maior, evidentemente, quando
ela é apoiada por intelectuais, estudantes universitários e outros grupos
sociais que têm um interesse definido na mudança social.

A Rússia do século XIX foi um excelente exemplo dessa função libertária da
ideologia cientista. Em um estudo sobre a ciência na cultura russa, o
autor, Alexander Vucinich, traça um vivo quadro do clima político e
ideológico que rodeavam as idéias do tempo. Um grupo de intelectuais da
década de 1860, entre eles D. I. Pisarev, N. A. Dobrolubov e N. G.
Ghernyshevskii, faziam parte do núcleo de um movimento conhecido como
"niilista", e que consistia na defesa explícita e coerente do poder
intelectual da ciência e das qualidades humanísticas da atitude
científica.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_17_>(17) Vucinich
descreve um dos intelectuais da época, M .A. Antonovich, como "vendo na
onipotência da ciência um guia para uma vida melhor. Sua idéia, de que
todas as ciências eram parte do mesmo continuum lógico, levava-o a
justificar a apíicação dos métodos das ciências naturais para o estudo da
sociedade, da história e da mente humana. Sua filosofia era um ataque mal
disfarçado ao pensamento teológico contemporâneo, considerado como arma
ideológica de um sistema baseado na autocracia, analfabetismo e servidão...
O conceito materialista da unidade da ciência, a relatividade histórica das
leis científicas, a superioridade intelectual do espírito científico, eram
todos partes da nova ideologia que minava o sistema autocrático e
contribuía para apressar a sua queda" (p. 20). Em sua forma mais pura, essa
ideologia não levava, simplesmente, á rejeição da autoridade tradicional
russa, mas à rejeição da autoridade enquanto tal. Um professor da
Universidade de São Petersburgo é citado como dizendo a seus estudantes que
as universidades deveriam ser lugares onde "todas as autoridades deveriam
ser afastadas, de tal maneira que a verdade pudesse começar a se expressar
por si mesma. Na orientação moderna, a ciência é independente, tanto quanto
a verdade é independente; ela existe acima de todos os interesses externos,
todos os preconceitos e vieses (...) ela não tem medo, (...) guia-se por si
mesma (...) e opera a partir do princípio de que a verdade, que inclui tudo
o que é racional, deverá ter alguma aplicação prática mais cedo ou mais
tarde" (p. 43).

A reação das autoridades em relação a essa idéia de ciência era,
evidentemente, negativa, ainda que o próprio Governo russo estivesse
convencido dos benefícios que a ciência poderia lhe proporcionar. Em
resumo, diz Vucinich, "o Governo via a ciência como indispensável para a
modernização da economia, forças armadas e serviços públicos da Rússia",
mas ele também "desconfiava do espírito científico, com sua crítica em
relação à autoridade, sua interpretação relativista sobre a natureza e as
instituições sociais, sua abordagem individualista aos problemas, e sua
crença na sabedoria suprema das capacidades racionais do homem. Essas
autoridades tinham suas razões para desconfiar, uma vez que os principais
opositores do regime esperavam, explicitamente, que a ciência desempenhasse
um papei importante na liberação da Rússia de seu passado feudal e na
introdução de uma nova era de liberdade civil, igualdade social e liberdade
do pensamento."

Isso não significa, certamente, que todos os cientistas partilhassem do
mesmo ponto de vista. Não é uma coincidência o fato de que alguns dos mais
ativos defensores da ciência como instrumento de mudança social e
modernização não fossem cientistas naturais, mas filósofos, professores de
direito e intelectuais. A tradicional Academia de Ciências de São
Petersburgo, fundada no inicio do século XVIII, tinha um grande interesse
investido na idéia da ciência como atividade pura, intelectual, e
desvinculada da política. Em seu conservadorismo, os acadêmicos opunham-se
tanto à adoção de novas idéias científicas quanto às ideologias sociais e
políticas que as acompanhavam. Nas universidades, no entanto, o movimento
pela modernização e mudança era muito mais intenso: "Os professores
universitários estavam muito mais sintonizados com as grandes mudanças das
décadas de 1860 e 1870; para eles, a busca do conhecimento e a difusão
ativa das idéias modernas eram atividades vitais de importância social
imediata. Foram os professores universitários, e não os acadêmicos, que
introduziram Darwin para o público russo, e tornaram os nomes de cientistas
como Liebig, Bunsen, Helmholtz e Ludwig tão conhecidos e respeitados na
Rússia quanto na Alemanha. Foram os professores, e não os acadêmicos, que
ajudaram a ciência a chegar à comunidade mais ampla na forma tanto de um
conjunto de novos conhecimentos quanto de uma poderosa arma ideológica"
(pp. 75-76). Talvez isso explique, também, a ironia de que tenha sido a
Academia, e não as universidades, que deu a base para o desenvolvimento do
sistema científico soviético de hoje.

b) A república dos cientistas.

"A República da Ciência", dizia Michaei Polanyi, "é uma República de
Exploradores."<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_18_>(18) Eles
exploram o desconhecido, e só têm compromissos com sua própria curiosidade
e com a busca de sua satisfação intelectual. Não são leais a Deus, à nação
ou à riqueza, mas somente a si mesmos. Cada qual é livre para seguir seus
próprios impulsos. Como em um mercado, eles "vendem" seus produtos como
publicações e trabalhos científicos, e são "pagos" em termos de prestígio e
influência acadêmica. Como no mercado, a racionalidade individual leva o
cientista a trabalhar nos temas que lhe sejam mais valiosos, quer dizer,
que lhes dêem maior prestigio e reconhecimento. Ele busca vantagens
comparativas, em termos de sua formação anterior e habilidades
intelectuais. Se não consegue escolher bem seus ternas, ele será
rapidamente excluído do mercado pela competição. Assim, a República da
Ciência estimula a racionalidade individual, e, ao fazê-lo, estimula a
ciência como um todo. O resultado agregado de tantas decisões individuais
não é o caos, mas coerência: a comunidade científica se organiza segundo os
princípios de "auto-coordenação por ajustes mútuos", e "disciplina sob
autoridade mútua". Essa comunidade desenvolve, pelas leis do mercado, um
conjunto de noções a respeito do que é importante e do que não é, que
padrões de comportamento são aceitáveis e quais não o são, e quais são os
problemas que merecem ser estudados. Em termos mais atuais, ela desenvolve
um paradigma comum de trabalho.

O mito da República da Ciência tem sem dúvida beleza conceitual, que é a
mesma, na realidade, das teorias de integração social pelo mercado, frutos
da economia clássica. No mundo real, as coisas são evidentemente muito mais
complexas, mas esse mito serve de defesa da comunidade cientifica em
relação àqueles que pretendem ditar-lhe o que fazer. De acordo com essa
perspectiva, somente os cientistas sabem o que deve ser feito em suas
pesquisas, e os ajustes entre o produto de seu trabalho e as necessidades
intelectuais e materiais da humanidade se darão natural e necessariamente.

É importante lembrar que essa concepção corresponde à realidade histórica
de comunidades científicas relativamente pequenas e que, como Derek de
Solla Price mostrou, cresceram geometricamente e duplicaram de tamanho cada
dez ou vinte anos ao longo dos
séculos.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_19_>(19) Todas essas
noções de liberdade de pesquisa, predominância da verdade individual sobre
a autoridade, apoio à inovação e criatividade, dependem muito, para
existir, de uma fronteira aberta de expansão, que permite a incorporação
contínua de mais pessoas, mais recursos, mais empregos ao mundo da ciência.
A ciência sofre quando os limites dessa expansão se aproximam, e começam a
surgir questões desagradáveis mas inevitáveis de prioridade, precedência,
relevância social, antiguidade de postos. Em termos globais, somente nos
últimos anos pareceria que a ciência mundial está se aproximando dessa
limitação; existem exemplos abundantes, no entanto, de centros científicos
que atingem seu topo de desenvolvimento e depois decaem pela falta de
espaço social e econômico para continuar seu crescimento. Nesses casos, no
entanto, o historiador da ciência quase sempre olha para outro lado, para
aqueles que agarraram a bandeira do progresso contínuo: o mito da ciência
ilumina o sucesso e o progresso, e evita entrar em contato com a estagnação
e o fracasso no próprio mundo da ciência.

Esse mito traz também a noção de que "só existe uma ciência", noção essa
que permite evitar os problemas de escolhas e prioridades que são
dispensáveis quando a disponibilidade de recursos e espaço para o
crescimento é ilimitada.

A idéia de que "só existe uma ciência" pode ter vários significados. Aqui,
estamos nos referindo à noção de que a ciência é universal, de que a
química, a física, a medicina ou as ciências políticas não têm
nacionalidade e credo ideológico. Para que isso fosse totalmente correto,
teríamos que ter uma comunidade científica internacional coordenada por
regras de tipo de mercado em um contexto de informação perfeita, onde a
produção de trabalhos de qualidade seria imediatamente difundida e
reconhecida, gerando assim um sistema integrado e coerente de valores,
normas e percepções. A noção de que, pelo menos nas ciências naturais,
existiriam paradigmas abrangentes que seriam compartidos por toda a
comunidade de especialistas em cada disciplina foi sugerida por Thomas S.
Khun em seu famoso livro sobre as estruturas da revolução científica, para
ser, no entanto, bastante abrandada e condicionada no posfácio de sua
segunda edição. Vistas mais de perto, as comunidades científicas em seu
sentido mais estrito são grupos muito reduzidos, onde o conhecimento é
dificilmente transferível e comunicável de uma área de especialidade a
outra, mesmo dentro de uma disciplina determinada, e as tradições, estilos
e ênfases de pesquisa científica são muito menos coerentes entre si do que
a noção de uma (ou mais) ciência universal requereria. A expansão e
sofisticação dos modernos sistemas de informação científica têm como
objetivo facilitar os contatos, mas o volume de produção científica tende a
ser hoje tão grande que surgem problemas insuperáveis de sobrecarga de
informações para os cientistas individuais. A conseqüência é que se torna
cada vez mais difícil para um cientista acompanhar o que acontece fora de
seu campo restrito de especialidade. Como substituto para a integração e
coerência de toda urna área científica, o que faz o pesquisador individual
é acompanhar o que ocorre nos centros mais prestigiosos e nas revistas mais
conceituadas, tomando-os como indicadores de onde estão, em cada momento,
as fronteiras da atividade científica. O que tende a ser verdadeiro, mas
nem sempre.

A maneira pela qual a ciência ópera em um contexto de recursos em expansão
foi formulada com toda a clareza por uma comissão dirigida por Emanuel R.
Piore, que, em 1958, reviu os programas de física de altas energias nos
Estados Unidos: "Não é possível atribuir prioridades relativas aos vários
campos da ciência básica, e eles não deveriam ser vistos como em
competição. Cada ciência, em cada momento, se confronta com um conjunto de
problemas críticos que precisam de solução para que o crescimento da
ciência possa continuar. Algumas vezes essas soluções podem ser conseguidas
com custos baixos; algumas vezes são necessárias grandes somas de dinheiro.
Conseqüentemente, o custo não reflete o valor relativo, mas a necessidade.
Cada área precisa ser financiada de acordo com suas necessidades .... ),
"<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_20_>(20)

De fato, como sabemos, essa lógica não prevalece sempre na distribuição de
recursos para a ciência, da mesma forma que a lógica da livre competição
não decide a distribuição de renda na sociedade. Em seu trabalho sobre a
política da ciência pura nos Estados Unidos, Daniel Greensberg mostra como,
na ciência como em qualquer outra área, recursos são distribuídos de acordo
com o poder e a influência dos diversos grupos de interesse, tanto quanto
com critérios políticos que nem sempre têm a ver, diretamente, com uma
noção clara de quais são os "problemas críticos" a pesquisar. O mito do
mercado científico sofre quando a ciência deixa de ser barata e se torna
grande e dispendiosa, como vem acontecendo, por exemplo, com a física de
partículas, a pesquisa do câncer, ou com a tecnologia espacial. Como os
problemas de escolha não podem ser ignorados, a tendência é pensar que a
própria ciência possa dar critérios objetivos ou técnicos de prioridade.
Completa-se assim o círculo, com a ressurreição da idéia do planejamento
científico da ciência, o mito do rei filósofo.

A nova síntese: ciência, tecnologia e desenvolvimento econômico

O contraste entre o mito do rei filósofo e o mito do Reino da Ciência
indica a existência de duas concepções profundamente diferentes a respeito
do que é a racionalidade e como ela deve relacionar-se e de fato se
relaciona com a sociedade. No primeiro caso, a racionalidade é um dom dos
intelectuais, um produto de suas mentes, que deveria ser levado à sociedade
de forma sistemática e deliberada, No segundo, a racionalidade é imanente
ao processo social, e conseqüentemente deveria ser deixada livre para que
floresça e prevaleça por suas próprias forças e pela atuação das leis de
desenvolvimento histórico. Ambas as concepções compartem, de certa maneira,
uma concepção hegeliana a respeito do desenvolvimento da história através
do desdobramento progressivo da Razão. Mas enquanto na tese a racionalidade
deveria ser parte de um plano geral e consciente de ordenamento da
sociedade, em sua antítese espera-se que o desenvolvimento da racionalidade
se dê de forma natural, O primeiro mito é utilizado freqüentemente como
justificação para ideologias de planejamento abrangente e para sistemas de
dominação política tecnocrática; o segundo funciona muitas vezes como parte
de ideologias de liberalismo e laissez-faire social, econômico e político.

Visto dessa perspectiva, fica claro que o contraste entre os dois mitos não
passa de um capítulo de um debate muito mais amplo a respeito de questões
de organização social, liberdade política e planejamento econômico, que
fazem parte dos dilemas dominantes de nosso tempo. Não existem soluções
conceituais ou práticas simples para esses problemas: é isso, afinal, que
faz deles dilemas. Mas existe uma tentativa de solucioná-los no nível
igualmente mitológico. É isso que faz a nova síntese, ao supor que a
ciência, a engenharia social; a tecnologia, o desenvolvimento econômico,
todas essas formas de racionalidade moderna são simples partes de uma e
mesma coisa.

"Os filósofos buscavam interpretar o mundo, mas trata-se de transformá-lo."
Com uma penada, Marx denunciou o caráter alienado do pensamento teórico,
independente e abstrato, e jogou os intelectuais, filósofos e cientistas na
arena política. A racionalidade era vista por ele como produto do
desenvolvimento social, que tinha gerado o capitalismo e haveria de gerar o
socialismo. O conhecimento superior era função de estar contra ou a favor
da história, pelo progresso ou pela estagnação. As fronteiras entre a
ciência natural e as ciências sociais, entre o pensamento teórico e o
pensamento prático, entre o trabalho abstrato e o trabalho aplicado, eram
todas vistas como alienações, destinadas a desaparecer no próprio processo
de transformação social que traria democracia concreta, e não formal. assim
como conhecimento concreto e prático, e não abstrato. É a partir dessa
visão que os intelectuais renovam as tentativas de liderança de suas
sociedades.

A fusão de todas as dimensões da racionalidade em uma unidade, a ser
corporificada pelos movimentos revolucionários e por seus líderes, deixou o
marxismo particularmente desarmado para lidar com os problemas de dominação
tecnocrática, autoritarismo político e a super-burocratização, que são tão
proeminentes na União Soviética e outros países socialistas. O que ocorreu,
naturalmente foi que o socialismo não surgiu, como Marx esperava, das
entranhas do capitalismo, e as dificuldades conceituais e intelectuais
geradas pela tentativa de implantar o socialismo em um único e
subdesenvolvido país ainda hoje são sentidas, Esta é, de fato, uma das
principais razões por que muitos intelectuais bem intencionados custaram
tanto a aceitar os fatos do
stalinismo.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_21_>(21)

É possível dizer que as teorias liberais, não marxistas, de progresso
social, não estavam em posição muito melhor para lidar com os fatos da
tecnocracia e o autoritarismo. Max Weber, como vimos, compartia com Marx a
herança hegeliana que esperava que a racionalidade surgisse com o
capitalismo avançado. Era, no entanto, menos otimista, e antevia um futuro
no qual a moderna burocracia poderia tomar as rédeas do controle político
em seus dentes e trazer os países modernos de volta às estruturas
patrimoniais burocráticas que foram a característica principal dos grandes
impérios do passado. Não havia lugar em seu sistema de pensamento, tanto
quanto não existe na tradição liberal ocidental, para a noção de um
processo de modernização que introduzisse a racionalidade fora dos caminhos
conhecidos do desenvolvimento capitalista liberal.

No entanto, depois de Keynes, o planejamento econômico tornou-se aceito e
respeitável no mundo ocidental, e com ele a idéia de planejamento da
educação, da ciência e da tecnologia. A partir dos trabalhos de um grupo de
economistas de Chicago, a tecnologia começou a ser tratada como um fator de
produção da mesma forma que o capital e o trabalho, e o conceito de
"capital humano" foi lançado, para caracterizar a contribuição que as
pessoas educadas e bem treinadas traziam para o desenvolvimento econômico.
Tornou-se teoricamente possível calcular quanto um país deveria investir em
educação para aumentar sua
produtividade.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_22_>(22) A
distribuição de recursos em pesquisa pura e aplicada, educação científica e
técnica dos países desenvolvidos passaram a servir de padrões para a
distribuição de recursos em áreas similares nos planos educacionais e de
ciência e tecnologia dos países subdesenvolvidos, Assim, o planejamento
para a ciência, tecnologia e educação passou a ser entendido como
suscetível de incorporação a modelos de planejamento econômico, e a teoria
econômica de inspiração neo-liberal juntou suas mãos ao marxismo no esforço
de unir os dois pólos da antinomia que opõe o rei filósofo ao Reino da
Ciência. Um pressuposto básico comum a ambas as concepções é a idéia da
identificação entre ciência e tecnologia, que merece ser vista mais de perto.

O que é ciência e o que é tecnologia, e como ambas se influenciam, é um
desses problemas conceituais que parecem não ter solução e não ter outro
propósito além do de manter ocupados alguns escritores mais bizantinos. Os
cientistas geralmente sabem o que fazem e não se preocupam muito com esse
problema, e tendem a usar o termo "ciência" em um sentido bastante amplo,
para cobrir todo o campo do conhecimento técnico e suas aplicações. Os
economistas freqüentemente supõem que a ciência é uma dimensão lateral ou
preliminar da tecnologia, e tendem a se preocupar somente com a última, em
termos de "progresso técnico", ou "pesquisa e desenvolvimento", entidades
conceituais que seriam, supostamente, compreensíveis dentro da lógica da
racionalidade econômica. Essas visões baseiam-se, evidentemente, em
aspectos importantes da realidade científica e tecnológica contemporânea.
Mas a dificuldade de tratar separadamente a ciência da tecnologia é
reveladora, e precisa ser entendida em maior profundidade.

Podemos começar pela afirmação de que não existe uma resposta simples para
a questão do relacionamento entre ciência e tecnologia, nem sobre suas
fronteiras. O próprio conceito de "ciência" varia de uma época para outra,
de uma linguagem para outra. de uma cultura para outra. A expressão alemã
Wissenschaft, por exemplo, possui uma série de conotações que o termo
ciência não tem.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_23_>(23) Ao
mesmo tempo, a história mostra que a tecnologia, como conhecimento prático,
pode se desenvolver tanto a partir do conhecimento "científico" (ou seja,
conhecimento sistemático e desenvolvido sem o objetivo de aplicação
imediata) como sem ele; e vice-versa. É possível fazer várias afirmações
bem específicas a respeito do relacionamento entre ciência e tecnologia,
que mostram como essas relações variam, Por exemplo, a energia atômica
contemporânea é um produto tecnológico claramente dependente dos
descobrimentos científicos da física atômica do pré-guerra. Por outro lado,
a máquina a vapor desenvolvida por James Watt é de 1769, enquanto as leis
da termodinâmica, que aparentemente a explicam, foram estabelecidas por
Rudolph Clausius, Maxwell e outros depois de 1850. A questão geral de como
o conhecimento é transferido de um grupo e de uma esfera de atividade a
outra não é jamais simples. Duplicações, redundâncias, coisas que
"funcionam" sem que se saiba exatamente por quê, ramos de conhecimento que
crescem sem nenhuma perspectiva visível de aplicação, fazem parte da vida
diária do mundo da ciência e da tecnologia, sem que existam regras
preestabelecidas a respeito de sua integração e coerência a médio ou longo
prazo. Ao contrário do que se pensa com frequência, a busca de resultados
práticos não é necessariamente a principal razão pela qual os cientistas
escolhem seus temas de pesquisa, nem a principal explicação pelo apoio que
eles recebem.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_24_>(24)

A posição que os cientistas tendem a tomar em relação a essa questão é
freqüentemente ambígua. Quando recursos e apoio são buscados, o argumento a
favor da utilidade da ciência e sua vinculação Intima com a tecnologia é
enfatizado<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_25_>(25); quando a
independência e autonomia da atividade científica é ameaçada, o que
predomina é a defesa de sua independência e relativa separação em relação a
objetivos práticos mais imediatos. Depois da guerra, um número crescente de
cientistas começou a se mostrar irritado e não mais disposto a aceitar as
idéias de isolamento e independência entre a atividade científica e o mundo
social, político e econômico circundante, as quais passaram a ser vistas
como parte de uma postura irresponsável e
hipócrita.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_26_>(26) Antes da
guerra, no entanto, a defesa de uma ciência autônoma e independente era
percebida por muitos como uma posição importante que deveria ser assumida
na luta pela liberdade de pensamento e da razão que se viam ameaçadas pelo
nazismo. Em um trabalho publicado em 1938, Robert K. Merton toma a Alemanha
nazista como exemplo de hostilidade contra a ciência, ao exigir que os
cientistas abandonassem o respeito a todas as normas que, na opinião das
autoridades políticas, entrassem em conflito com as normas do Estado. As
normas da cultura científica deveriam ser sacrificadas, na medida em que
exigiam um repúdio, por critérios políticos, da validade e importância
científica de idéias e
pessoas.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_27_>(27) As
tentativas de muitos cientistas alemães de se manterem afastados da
realidade política somente fizeram com que eles entrassem em uma linha de
colaboração passiva com o regime, em um processo de redução progressiva da
liberdade de pensamento e do espaço para o exercício da independência
intelectual.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_28_>(28)

A Alemanha nazista é um exemplo extremo em que, hoje vemos com clareza, não
havia lugar para a atividade científica com um mínimo de integridade e
coerência. A conclusão de Merton, no entanto, não se limita à Alemanha; o
que ele sustenta é que, quando o locus do poder social reside em
instituições não científicas, e os próprios cientistas ficam inseguros
quanto à sua lealdade principal, se ao poder ou se à ciência, sua posição
fica necessariamente. tênue e incerta. A solução que apresenta é,
essencialmente, a da volta ao ideal da República da Ciência.

A busca de uma posição intermediária entre a subordinação total da ciência
a objetivos tecnológicos, econômicos e políticos, por um lado, e a total
independência da ciência, por outro, tem levado a tentativas de estabelecer
critérios , racionais para a distribuição de recursos entre diferentes
tipos de atividade científica. Essa discussão está bem representada pelo
conjunto de artigos reunidos por Edward Shils em 1968, dando origem a um
debate que ainda
continua.<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_29_>(29)
Jean-Jacques Salomon, em artigo mais recente, põe em dúvida as sugestões de
Alvin Weinberg sobre a possibilidade de definir esses critérios. Qual,
pergunta-se Salomon, é a fonte para a esperança mítica de que possa haver
critérios objetivos e racionais para a distribuição de recursos para os
diferentes aspectos da atividade científica?

Não existe, mostra Salomon, uma relação claramente definível entre ciência
e desenvolvimento econômico; "mas, mesmo que essa relação existisse, ainda
restaria por explicar quais as condições em que o esforço de pesquisa, e
mais particularmente a pesquisa não orientada, influencia a crescimento
econômico. A mitologia em que a política científica está submergida não
pode esconder o fato de que não existe relação necessária entre a
prosperidade de um país e o tamanho de seus gastos em
pesquisa".<http://www.schwartzman.org.br/simon/zahar/#N_30_>(30)

É duvidoso que a ciência possa sobreviver sem seus mitos, que são a força
vital que dá sangue e paixão a uma área de atividade cada vez mais difícil
e cara. Mas é aconselhável tomar esses mitos pelo que eles realmente são
esperanças, desejos, tipos ideais de tal forma que a realidade possa ser
vista, ao invés de sua sombra


Notas

1. Bhabba, H. J., "Science and the problems of development," Science, 151.
4 de fevereiro de 1966.

2. Esse relacionamento persistente e aparentemente ilegítimo entre a
racionalidade humana, a ciência, e seu oposto, o mito, tem prendido
frequentemente a atenção de quem examina a atividade científica sob a luz
das ciências sociais. Ver, por exemplo, o livro de Kalman H. Silvert, The
social reality of scientific myth. New York, American University Field
Staff, 1969, e Jean-Jacques Salomon, "Science policy and its myths", in
Public Policy. 1972, 1, pp. 1-33.

3. Nesse sentido "mito" significa o mesmo que ideologia; mas as ideologias
tendem a ser mais abrangentes e de conteúdo político mais explícito,
enquanto os mitos tendem a ser mais particularizados.

4. Citado por Bhabba, ibid.

5. Essas citaçôes de textos da época são apresentada por Robert K. Merton,
em estudo publicado originariamente em 1930. Science, technology and
society in seventeenth-century England, Harper, 1970, p. 27.

6. R. K. Merton. "The puritan spur to science', in Merton, The sociology of
science, Chicago, 1973, p. 232.

7. Para uma visão histórica a respeito do cientismo e seu papel no
surgimento da ciência moderna, ver Joseph Ben-David, O papel do cientista
na sociedade: um estudo comparativo. S. Paulo. Pioneira - EDUSP, 1974.

8. Uma das formas mais frutíferas dessa questão é a famosa contraposição
entre as idéias de Thomas S. Khun e de Karl Popper a respeito da natureza
da atividade cientifica contemporânea, na qual Khun dá ênfase ao trabalho
de rotina dentro de paradigmas preestabelecidos, enquanto Popper privilegia
a exploração dos limites de validade do conhecimento pelo uso do principio
de demarcação. Ver Karl Popper, The logic of scientific discovery
(publicado inicialmente em 1934) e Conjectures and refutations, 1963; e T.
S. Khun, The structure of scientific revolutions, 1962, 1967. Ver também
Imre Lakatos, The philosophy of Karl Popper, 1974; e Criticism of the
growth of knowledge (com A. Musgrave, 1970).

9. Auguste Comte, Plan des travaux scientifiques nécessaires pour
réorganizer la société. Paris, Editions Aubier Montagne, 1970 (publicado
inicialmente em 1822), p 75. A tradução é minha.

10. Stevan Dedijer "Underdeveloped science in underdeveloped countries",
Minerva, 11.1,1963, p. 64. A tradução é minha.

11. Para uma visão abrangente a respeito da interpretação weberiana do
papel dos intelectuais nas civilizações antigas, ver Reinhard Bendix, Max
Weber - An intellectual portrait. Berkeley, University of California Press,
2a. ed., 1978.

12. Max Weber, Economy and society. New York, Belmister Press, 1968, 3
vols, p. 500.

13. Menahem Milson, "Medieval and modern intellectual traditions in the
Arab World", Daedalus, verão de 1972, p. 19. Ver também Nikki E. Keddie,
"intellectuals in the modern Middle East: a brief historical
consideration", ibid. Para uma visão mais abrangente, ver G. E. von
Grunebaum, Modern Islam: the search for cultural identity, Berkeley,
University of California Press, 1962.

14. Milson, op. cit. , p. 33.

15. J. Ben-David, The scientist's role in society. 1971, p. 29.

16. Economy and society. p. 251.

17. Alexander S. Vucinich, Science in Russian culture. Stanford, 1963, p. 15.

18. Michael Polanyi, "The Republic of Science, its political and economic
theory", Minerva, 1, 1962. Ver também "The growth of science in society",
Minerva, IV, 4.1967; e seu principal trabalho sobre o tema, Personal
knowledge - towards a post-critical philosophy. Londres, Routledge and
Kegan Paul, 1958.

19. D. J. de Solla Price, O Desenvolvimento da Ciência - análise histórica,
filosófica, sociológica e econômica. Rio, Livros Técnicos e Científicos, 1976.

20. Piori Panel Report, High Energy Physics Program, 1958. Citado por
Daniel S. Greenberg, The politics of pure science The New American Library,
1967, pp. 231 -232.

21. O principal defensor desse ponto de vista foi. certamente, o cientista
britânico J. J. Bernal, cuja obra principal, Science in history. MIT, 1973,
é uma das tentativas mais ambiciosas já feitas de colocar toda a evolução
da ciência humana em seu contexto histórico, político e econômico. As
dificuldades de Bernal para entender o que ocorreu na União Soviética, e
mais particularmente suas dificuldades com a interpretação no caso Lysenko,
mostram bem os limites de seu ponto de vista. Ver, também de Bernal, Social
function of science, MIT. 1973. Para uma visão soviética oficial a
respeito, com vistas aos países subdesenvolvidos, ver A. Shpirt, The
scientific and technological revolution and the Third World, Moscou,
Novosti Press Agency Publishing House, 1972.

22. Um trabalho que teve grande influência nessa linha de raciocínio foi o
de Frederick H. Harbison e c Charles A. Myers, Education, manpower and
economic growth, McGraw Hill, 1964. Existe uma análise interessante da
tentativa de aplicar essas idéias à Índia: ver Trilok N. Dhar, The politics
of manpower training: graduate unemployment and the planning of higher
education in India. Calcutá, Minerva Associates Publications PVT. 1974. A
principal defesa desse ponto de vista no Brasil consta do trabalho de
Carlos G. Langoni, A rentabilidade social dos investimentos em educação no
Brasil. Rio, ANPEC, 1972.

23. Otto Mayr, "The science-technology relationship as an historiographic
problem", Technology and Culture, v. 17, 4, 1976. Para uma discussão mais
geral a respeito, ver S. Schwartzman, Formação da comunidade científica no
Brasil. Companhia Editora Nacional / FINEP, 1979, cap. 1.

24. A história do grupo de pesquisas liderado por Enrico Fermi na Itália na
década de 1930 mostra que, enquanto o grupo justificava a busca de apoio
que fazia em nome dos possíveis benefícios de suas pesquisas para o país,
na realidade o que realmente motivava era a competição com os centros
científicos mais bem estabelecidos da Inglaterra, Alemanha, Dinamarca e
Estados Unidos. Mais importante do que os resultados práticos de suas
pesquisas era, para a Itália fascista, o que os resultados brilhantes do
trabalho de Fermi poderiam significar para a glória do país. Essa
conjugação de interesses, no entanto, estaria fadada a fracassar. Ver a
respeito Gerald Holton, "Striking gold in science: Fermi's group and the
recapture of ltaly's place in physics", Minerva, XII, 2, abril de 1974.

25. Ver o livro de D. Greensberg, The politics of pure science, 1967, para
os Estados Unidos.

26. Para um estudo da reação da comunidade científica norte-americana em
relação à bomba atômica, ver Alice Kimball Smith, A peril and a hope.
Chicago, 1966.

27. R. K. Merton, "Science and the social order", Philosophy of science, 5,
1938. Republicâdo em R. K. Merton, The sociology of science, Chicago, 1973.

28. Ver, ainda sobre o exemplo alemão, Alan D. Beyerchen, Scientists under
Hitler: politics and the physics community in the Third Reich. Yale, 1977.
Para o período anterior, Brigitte Schroeder-Gudehus, "The argument for
self-government and public support of science in Weimar Germany'". Minerva,
X, 4,1977.

29. Criteria for scientific development: public policy and national goals.
A selection of articles from Minerva. MIT, 1968.

30. Alvin Weinberg, "Criteria for scientific choice", in E. Shils, op. cit.
, e Jean-Jacques Salomon, '"Science policy and its myths: the allocation of
resources", Public Policy. XX, 1, 1972.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Medicina é Ciencia ?
FROM: "Guilherme Ramos Sens" <guilhermeramossens@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/06/2005 18:05

Não, medicina é arte!
----- Original Message -----
From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Sunday, June 12, 2005 6:00 PM
Subject: [ciencialist] Medicina é Ciencia ?


At 10:19 11/6/2005, you wrote:
>Medicina é Ciência?
>[]'


As pesquisas em questão não são de Medicina.
São de Farmacologia.
Ou de Toxicologia.
Ou de Bioquímica.
Ou de tudo isso ao mesmo tempo.

E me parece que todas essas são Ciencias.

L.E.






> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> <http://www.feiradeciencias.com.br>http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>-----Mensagem Original-----
>De: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
>Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Enviada em: sexta-feira, 10 de junho de 2005 17:17
>Assunto: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!
>
>
>----- Original Message -----
>From: Sent: Friday, June 10, 2005 10:36 AM
>Subject: [ciencialist] Fraude na ciencia!
>
> > Numa pesquisa feita nos Estados Unidos com mais de 3.000 cientistas
> > ligados à área médica, um terço deles admitiu, sob condição de
> > anonimato,
> > que cometeu alguma improbidade em seus estudos nos últimos três anos.
>
>Resta saber se os dois terços restantes responderam o questionário com
>seriedade (Como controlar isso?), pois isso não chegou a ser ventilado na
>notícia dada pelo Salvador. De qualquer forma, um terço não deixa de
>retratar algo de profundamente lamentável. Como confiar numa ciência
>dessas?
>Por outro lado: Como não confiar na ciência? "Se ficar, o bicho come, se
>correr o bicho pega."
>
>Com a palavra os defensores do cientificismo. Alguém se manifesta? Ou
>deixaremos o dito pelo não dito?
>
>[ ]´s
>Alberto
><http://ecientificocultural.com/indice.htm>http://ecientificocultural.com/indice.htm
>Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
>uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/06/2005 18:15

----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto"
Sent: Sunday, June 12, 2005 9:40 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!

Alberto:
> > o médico de consultório procura aplicar em seus pacientes aquilo que
> > outros cientistas observaram em seus laboratórios e traduziram em
> > conhecimentos científicos, logo parece existir uma ciência por trás
> > disso. Que nome dar a essa ciência?

Léo:
> Acredito que pelo fato do médico estar se utilizando de um resultado
> científico, aplicando-o a seus pacientes, isso não caracteriza Ciência e
> sim Tecnologia.

Alberto:
O trabalho do médico sim, mas... e a ciência que está por trás? Poderia
dizer que seria um capítulo da biologia, mas a verdade é que o biólogo não
estuda esse capítulo. A ciência básica que está por trás da medicina sim
(anatomia, citologia, histologia, fisiologia, bioquímica, biofísica etc.),
mas além dessa parte *sob certos aspectos* comum com a biologia (mesmo
porque no caso da medicina o enfoque é voltado ao homem), existe também o
estudo das doenças, e isso pode até mesmo ser estudado por um biólogo amante
das fronteiras do conhecimento, mas não faz parte do seu dia a dia e são
raríssimos os biólogos em condições de conversar de igual para igual com um
cientista médico no que diz respeito às doenças (semiologia, patologia,
etiologia, fisiopatologia, farmacologia, farmacodinâmica, terapêutica,
etc.).

Rigorosamente falando, talvez eu chegue onde você quer que eu chegue: Tudo é
física, pelo menos tudo o que faz parte das ciências naturais [o resto
(ciências não-naturais) é muito difícil de ser equacionado e/ou axiomatizado
pelos epistemólogos]. Não obstante, e pelo mesmo motivo que expus acima (ao
comparar o biólogo com o médico), eu diria também que o indivíduo graduado
em física na realidade é graduado apenas em um capítulo muito pequeno da
física vista neste sentido amplo e, via de regra, é quase que totalmente
ignorante nos demais, logo mereceria o título de físico tanto quanto
qualquer outro cientista estudioso da natureza. Eu até concordo com isso e
defendo essa idéia, mas os cientistas físicos estariam dispostos a abrir mão
de seu título? Os "verdadeiros" cientistas talvez sim (sempre fui tratado
por meus colegas, nacionais ou estrangeiros, como físico, embora não seja
graduado em física), mas esses, independentemente da área de estudo,
constituem a exceção e não a regra. Os outros (a incluir os tecnólogos
"puros" de nível superior) dizem-se cientistas e "nós" aceitamos e/ou
fingimos que acreditamos pois, de uma maneira ou de outra, eles estão
valorizando o "nosso" trabalho.

Vou concluir expondo a opinião de Popper a respeito desse tema:

********** início da citação **********
...o meu assunto não existe porque os assuntos, em geral, não existem. Não
há assuntos; não há ramos do saber - ou, melhor, da pesquisa [inquiry, N. do
T.]: há somente problemas, e o impulso para os resolver. Uma ciência como a
botânica ou a química (ou, digamos, a química-física, ou a eletroquímica) é,
defendo eu, apenas uma unidade administrativa. Os administradores das
universidades têm, de resto, um trabalho difícil, e é de grande conveniência
para eles trabalhar supondo que há alguns assuntos determinados, com
cátedras associadas a eles, e destinadas a serem ocupadas pelos peritos
nesses assuntos. Não estou de acordo: até os alunos competentes são
enganados por este mito do assunto. E eu sou relutante a chamar a algo que
engane uma pessoa uma conveniência para essa pessoa.
********** final da citação **********

Num sentido mais abrangente, ninguém "é" cientista, mas muitos, vez ou
outra, postam-se como cientistas, alguns mais, outros menos freqüentemente.
O problema então não é "ser" cientista, mas "estar" cientista. Ao escrever
esta mensagem eu não "estou" me portando como cientista e sim como
palpiteiro.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: A ciência do Amor ou a ciência no Amor ou onde para o Amor
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/06/2005 19:31

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer"

Ah Camões
Se vivesses hoje em dia
Tomavas uns anti-piréticos
Uns quantos analgésicos
E Xanax ou Prozac para a depressão

Compravas um com#@£§"#$%!!!dor
Consultavas a página do Murcon
E descobririas
Que essas dores que sentias
Esses calores que te abrasavam
Essas mudanças de humor repentinas
Esses desatinos sem nexo


Não eram feridas de amor
Mas somente falta de sexo.







SUBJECT: Re: [ciencialist] Lenard
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/06/2005 19:43

----- Original Message -----
From: "PSavio"
Sent: Tuesday, July 12, 2005 6:13 PM
Subject: [ciencialist] Lenard

> Alguém poderia dar informações sobre o físico Phillip Lenard; qual o papel
> dele na física do início do século?

Philipp Eduard Anton von Lenard. Nobel de física em 1905.

Biografia (em inglês):
http://nobelprize.org/physics/laureates/1905/lenard-bio.html

Nobel Lecture:
http://nobelprize.org/physics/laureates/1905/lenard-lecture.pdf

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: Einstein é um dos maiores americanos?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/06/2005 19:50

De onde se conclui que os americanos sabem IMENSA geografia e o
Discovery está aflito sem audiências lá nos EUA.
Por outro lado não podemos ser tão mauzinhos...ainda há quem aspire a
ir para o MIT ou Los Alamos trabalhar. No fundo basta um americano ter
uma reprodução de quadro de Da Vinci para este ser americano.
A confusão acerca da Suécia é devido à proximidade Iraque Suécia
através do estreito de Armas...
Peço desculpa à C-List mas nunca pensei que o Discovery passasse
asneiras e coloquei sem ler.
Ó tempos dificeis estes em que já nem Camões se respeita.
Espero não ter desencadeado aqui a 5ª Guerra Mundial como está
sucedendo noutras listas nossas conhecidas...
Bom feriado para os lisboetas e para os brasileiros BOA NOITE DOS
NAMORADOS= a boa companhia
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "edgueron" <edgueron@y...> escreveu
> Olá a todos,
>
>
> Nessa lista dos maiores americanos há também Leonardo Da Vinci,
> Mozart, Van Gogh, Newton, Garrincha e até Platão...
>
> Mas tudo bem, vi naquele programa "The Naket Truth" que foi feita uma
> pesquisa que disse que aprox. 30% dos americanos concordam com a
> invasão à Suécia (eu disse SUÉCIA) somente se o embargo econômico a
> este país não surtir resultados políticos locais.
>
> E o outro aqui vem falar mal da esquerda de Luis Fernando Veríssimo e
> cia...
>
> Abraço, Eduardo.
>
>
>
> > Help select Einstein as one of the Greatest Americans!
> >
> > The Discovery Channel is running a series that seeks to discover who
> > viewers believe is "The Greatest American." Einstein is on the
list of
> > 25 notable citizens whom voters have chosen so far. The current
> round of
> > voting will narrow the list to the top five.
> >
> > It is particularly appropriate that the series is taking place one
> > hundred years after Einstein's 1905 miracle year, when he
> revolutionized
> > much of modern physics by proving the existence of atoms and photons,
> > discovering the Theory of Special Relativity, and writing down the
most
> > famous equation of all time, E=mc^2.
> >
> > In addition, Einstein was an outspoken advocate of human rights who
> > immigrated to the US in part because of his love and respect for the
> > American way of life.
> >
> > Einstein is competing with other great Americans like George
> > Washington, Martin Luther King, Jr, Abraham Lincoln, Eleanor
> > Roosevelt, and Rosa
> > Parks, but you have several chances to vote. Isn't Einstein worth at
> > least one?
> >
> > There are three voting methods (and you can vote up to three times
EACH
> > way):
> >
> > 1. go to http://www.aol.com/greatestamerican . When you place your
> > mouse over Einstein's picture, you'll see a tab that says vote.
> Click on
> > it. You can vote three times.
> >
> > 2. On your cell phone, text the word "Einstein" to 66931. Again,
you
> > can do this up to three times.
> >
> > 3. Call (toll-free) 1-866-669-3108 (again... three times).
> >
> > This Sunday, they air another special on the Top 25. After that, you
> > can vote again. The second round of voting closes at 11:59 pm on
> > Monday, June 13. We'll find out on Tuesday if Einstein made it.
> >
> > And you can help even more - forward this note to at least 5 friends
> > (or more if you feel really motivated).
> >
> > But do it soon! Time is running out
> >
> > Thanks,
> >
> > The World Year of Physics 2005 Team
> > www.physics2005.org




SUBJECT: Re: Fw: Erwin Schrodinger
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/06/2005 20:07

Leo:
Será conveniente esperar sentado....
Com os físicos é assim. Os químicos têm menos massa inercial.
Boa noite a observar a Lua, Saturno, Júpiter e claro a Terra debaixo
dos pés.
Maria Natália
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Quânticos ... ajudem à Gabriela.
> Ainda estou aguardando o experimento de quântica possível de ser
feito em escolas do segundo grau (brasileiras).
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Gabriela Macario
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: sábado, 11 de junho de 2005 18:54
> Assunto: Erwin Schrodinger
>
>
>
> Gabriela Macário
>
> gabimacario@h...
>
> 3º colegial
>
> Bom, eu não estou achando muita coisa sobre as experiências de
Schrodinger, eu tenho um seminário pra fazer, e gostaria de fazer uma
experiência dele, só que eu não acho. Se você pudesse me dar algumas
dicas, eu agradeceria.
>
> Desde
já Obrigada
>
>
Atenciosamente Gabriela
>
>
>
>
>
>
>
>
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>
>
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>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Anti-Virus.
> Version: 7.0.323 / Virus Database: 267.6.6 - Release Date: 08/06/2005
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Einstein é um dos maiores americanos?
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/06/2005 21:36

Bem, Einstein, ao morrer, era tão americano quanto Steinmetz, Tesla e Gödel. Todos eles nasceram além-mar, mas se naturalizaram norte-americanos, jurando a constituição e obtendo o green card. Nenhum deles poderia se candidatar ao cargo de presidente, mas tinham todos os outros direitos assegurados. Uma anedota, provavelmente apócrifa, conta que Gödel, em particular, relutou durante muito tempo em se naturalizar, pois havia descoberto que, de acordo com a constituição norte-americano, o país poderia ser transformado em uma ditadura totalitária. E ele, tendo fugido do nazismo, não poderia jurar uma constituição desse tipo. Então, em um belo dia de 1948, Einstein arrastou o matemático até a comissão de cidadania, onde este prestou juramento, não sem antes fazer a observação sobre a constituição...

Os americanos têm do que se orgulhar. Afinal, eles souberam construir um país que valoriza a educação e a iniciativa privada, e foi justamente isso que atraiu todos esses pesquisadores. E nós?

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: edgueron
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, June 11, 2005 9:02 AM
Subject: [ciencialist] Re: Einstein é um dos maiores americanos?


Olá a todos,


Nessa lista dos maiores americanos há também Leonardo Da Vinci,
Mozart, Van Gogh, Newton, Garrincha e até Platão...

Mas tudo bem, vi naquele programa "The Naket Truth" que foi feita uma
pesquisa que disse que aprox. 30% dos americanos concordam com a
invasão à Suécia (eu disse SUÉCIA) somente se o embargo econômico a
este país não surtir resultados políticos locais.

E o outro aqui vem falar mal da esquerda de Luis Fernando Veríssimo e
cia...

Abraço, Eduardo.



> Help select Einstein as one of the Greatest Americans!
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> It is particularly appropriate that the series is taking place one
> hundred years after Einstein's 1905 miracle year, when he
revolutionized
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> famous equation of all time, E=mc^2.
>
> In addition, Einstein was an outspoken advocate of human rights who
> immigrated to the US in part because of his love and respect for the
> American way of life.
>
> Einstein is competing with other great Americans like George
> Washington, Martin Luther King, Jr, Abraham Lincoln, Eleanor
> Roosevelt, and Rosa
> Parks, but you have several chances to vote. Isn't Einstein worth at
> least one?
>
> There are three voting methods (and you can vote up to three times EACH
> way):
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> 1. go to http://www.aol.com/greatestamerican . When you place your
> mouse over Einstein's picture, you'll see a tab that says vote.
Click on
> it. You can vote three times.
>
> 2. On your cell phone, text the word "Einstein" to 66931. Again, you
> can do this up to three times.
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> 3. Call (toll-free) 1-866-669-3108 (again... three times).
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> This Sunday, they air another special on the Top 25. After that, you
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> Thanks,
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Erwin Schrodinger
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/06/2005 22:21

Que tal um retificador semicondutor?

[ ]s


Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Sunday, June 12, 2005 9:43 AM
Subject: [ciencialist] Fw: Erwin Schrodinger


Quânticos ... ajudem à Gabriela.
Ainda estou aguardando o experimento de quântica possível de ser feito em escolas do segundo grau (brasileiras).
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: Gabriela Macario
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: sábado, 11 de junho de 2005 18:54
Assunto: Erwin Schrodinger



Gabriela Macário

gabimacario@hotmail.com

3º colegial

Bom, eu não estou achando muita coisa sobre as experiências de Schrodinger, eu tenho um seminário pra fazer, e gostaria de fazer uma experiência dele, só que eu não acho. Se você pudesse me dar algumas dicas, eu agradeceria.

Desde já Obrigada

Atenciosamente Gabriela







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Version: 7.0.323 / Virus Database: 267.6.6 - Release Date: 08/06/2005


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Einstein é um dos maiores americanos?
FROM: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 12/06/2005 22:58

einstein é americado? =)))))

Ivan "Doomer" Carlos
Network Admin & Security
Social Engineering Specialist
Cell.: +55 (11) 8112-0666
--
AIM / Skype / Y!M: ivandoomer
Mail / MSN: icarlos@icarlos.net
WebSite: www.icarlos.net
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----- Original Message -----
From: "Maria Natália" <grasdic@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, June 11, 2005 1:08 AM
Subject: [ciencialist] Einstein é um dos maiores americanos?


Help select Einstein as one of the Greatest Americans!

The Discovery Channel is running a series that seeks to discover who
viewers believe is "The Greatest American." Einstein is on the list of
25 notable citizens whom voters have chosen so far. The current round of
voting will narrow the list to the top five.

It is particularly appropriate that the series is taking place one
hundred years after Einstein's 1905 miracle year, when he revolutionized
much of modern physics by proving the existence of atoms and photons,
discovering the Theory of Special Relativity, and writing down the most
famous equation of all time, E=mc^2....



SUBJECT: Re: Einstein é um dos maiores americanos?
FROM: "edgueron" <edgueron@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 12/06/2005 23:12

Oi Alvaro,

Acho que aqui não é o lugar apropriado para se discutir política mas
vamos lá. A valorização à iniciativa privada não foi o que fez os EUA
se desenvolverem cientificamente porque por volta de 70% das
universidades americanas são PÚBLICAS (número sem o mínimo rigor mas é
por aí) enquanto que no Brasil, 70% das universidades são PRIVADAS.

Por outro lado, é verdade que boa parte das grandes universidades é
privada (MIT, Harvard, etc..) mas, em geral, oriundas de fundações.
Além disso, o financiamento à pesquisa nessas mesmas universidades é
em sua grande maioria público.

Bem, falar que os EUA valorizam a educação é, atualmente, piada. Eles
têm excelentes universidades mas escolas básicas muito ruins. A
formação geral do americano é fraquíssima por isso até que importam
cientistas do mundo todo já que têm muito dinheiro ganho, muitas
vezes, às custas da morte de outros vários. Disso, realmente não têm
do que se orgulhar.

Sobre o Einstein, ele tinha green card mas não era americano e se
fosse também, tudo bem, há grandes americanos sem dúvida. Aliás, sabia
que Einstein escreveu o artigo no fascículo inicial da revista do
partido comunista dos EUA (se não me engano, era o partido
Trotskista)?. Sabia, ainda, que quase todos os seus biógrafos omitem
tal fato?

Fora isso, realmente, o Brasil está uma merda. O investimento em
educação aqui é pífio e o ensino básico começou a ruir na ditadura
militar apoiada, entre outros, pelos EUA (e, é claro, por grande parte
da classe média conservadora brasileira).

Provavelmente há ladrões no governo oriundo de um partido nascido na
esquerda brasileira. Tudo bem, mas isso levar a supervalorizar a
direita que acabou com o país nos últimos 40 anos é um pouco de mais,
não acha?

Abraço, Eduardo.

> Bem, Einstein, ao morrer, era tão americano quanto Steinmetz, Tesla
e Gödel. Todos eles nasceram além-mar, mas se naturalizaram
norte-americanos, jurando a constituição e obtendo o green card.
Nenhum deles poderia se candidatar ao cargo de presidente, mas tinham
todos os outros direitos assegurados. Uma anedota, provavelmente
apócrifa, conta que Gödel, em particular, relutou durante muito tempo
em se naturalizar, pois havia descoberto que, de acordo com a
constituição norte-americano, o país poderia ser transformado em uma
ditadura totalitária. E ele, tendo fugido do nazismo, não poderia
jurar uma constituição desse tipo. Então, em um belo dia de 1948,
Einstein arrastou o matemático até a comissão de cidadania, onde este
prestou juramento, não sem antes fazer a observação sobre a
constituição...
>
> Os americanos têm do que se orgulhar. Afinal, eles souberam
construir um país que valoriza a educação e a iniciativa privada, e
foi justamente isso que atraiu todos esses pesquisadores. E nós?
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
> ----- Original Message -----
> From: edgueron
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Saturday, June 11, 2005 9:02 AM
> Subject: [ciencialist] Re: Einstein é um dos maiores americanos?
>
>
> Olá a todos,
>
>
> Nessa lista dos maiores americanos há também Leonardo Da Vinci,
> Mozart, Van Gogh, Newton, Garrincha e até Platão...
>
> Mas tudo bem, vi naquele programa "The Naket Truth" que foi feita uma
> pesquisa que disse que aprox. 30% dos americanos concordam com a
> invasão à Suécia (eu disse SUÉCIA) somente se o embargo econômico a
> este país não surtir resultados políticos locais.
>
> E o outro aqui vem falar mal da esquerda de Luis Fernando Veríssimo e
> cia...
>
> Abraço, Eduardo.
>




SUBJECT: Dia dos namorados no Brasil e Rómulo de Carvalho
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/06/2005 00:44

Poema do Coração

Eu queria que o Amor estivesse realmente no coração,
e também a Bondade,
e a Sinceridade,
e tudo, e tudo o mais, tudo estivesse realmente no coração.
Então poderia dizer-vos:
"Meus amados irmãos,
falo-vos do coração",
ou então:
"com o coração nas mãos".

Mas o meu coração é como o dos compêndios
Tem duas válvulas (a tricúspide e a mitral)
e os seus compartimentos (duas aurículas e dois ventrículos).
O sangue a circular contrai-os e distende-os
segundo a obrigação das leis dos movimentos.

Por vezes acontece
ver-se um homem, sem querer, com os lábios apertados,
e uma lâmina baça e agreste, que endurece
a luz dos olhos em bisel cortados.
Parece então que o coração estremece.
Mas não.
Sabe-se, e muito bem, com fundamento prático,
que esse vento que sopra e que ateia os incêndios,
é coisa do simpático.
Vem tudo nos compêndios.

Então, meninos!
Vamos à lição!
Em quantas partes se divide o coração?

Especial a Leo, pois ele deve saber de quem falo
Maria Natália
PS Há fogo?




SUBJECT: Re: Einstein é um dos maiores americanos?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/06/2005 00:49

Se calhar naturalizou-se...
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ivan Carlos" <icarlos@i...>
escreveu
> einstein é americado? =)))))
>
> Ivan "Doomer" Carlos
> Network Admin & Security
> Social Engineering Specialist
> Cell.: +55 (11) 8112-0666
> --
> AIM / Skype / Y!M: ivandoomer
> Mail / MSN: icarlos@i...
> WebSite: www.icarlos.net
> --------------------------------------------------
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "Maria Natália" <grasdic@h...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Saturday, June 11, 2005 1:08 AM
> Subject: [ciencialist] Einstein é um dos maiores americanos?
>
>
> Help select Einstein as one of the Greatest Americans!
>
> The Discovery Channel is running a series that seeks to discover who
> viewers believe is "The Greatest American." Einstein is on the list of
> 25 notable citizens whom voters have chosen so far. The current round of
> voting will narrow the list to the top five.
>
> It is particularly appropriate that the series is taking place one
> hundred years after Einstein's 1905 miracle year, when he revolutionized
> much of modern physics by proving the existence of atoms and photons,
> discovering the Theory of Special Relativity, and writing down the most
> famous equation of all time, E=mc^2....




SUBJECT: Um higroscópio
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/06/2005 00:53

POEMA DA MENINA DO HIGROSCÓPIO

Quando o velho do higroscópio desaparecer no fundo da casota de madeira


E a menina do higroscópio do cesto
assomar à portinha do lado,
hei-de ir contigo passear ao campo.
Andando, poisarei o meu braço no teu ombro
e com dedos de amor beliscarei
o lóbulo macio da tua orelha.

Quando a menina do cesto assomar à portinha do higroscópio
de laçarotes nas tranças,
a grande saia rodada, azul da Prússia,

com três barras vermelhas,
e o cesto a transbordar de flores e frutos,
hei-de ir contigo passear no campo.

Oculta na floresta, a casota florida do higroscópio,
tem o telhado erguido em ângulo agudo
para que a neve escorra,
e uma grinalda de malmequeres amarelos a bordar o beiral,
Enquanto a corda de tripa não puxar o velho para dentro da
casota
e com ele as asas de grilo da sua labita preta,
baterei com os pés no chão para aquecer, e esperarei
que a menina do cesto assome na portinha do lado.
Assim que ela assomar, estremunhada e surpresa,
ébria do sol, tonta do cheiro das flores,
hei-de ir contigo passear ao campo.

Iremos pelos atalhos
e sobre ti me deitarei na terra.
Encostado ao teu corpo
ouvirei as abelhas pairando sobre as flores como helicópteros

e o surdo escorrer dos grãos de pólen
buscando o óvulo, deflagrando nele
a primavera eterna.

Quando a menina do cesto assomar à portinha do higrossópio
e os pássaros de gesso debicarem as pontas dos seus tamancos,
Oh! como vai ser bom!
mesmo que tu não venhas nem existas,
hei-de ir passear ao campo.

Rómulo de Carvalho, Professor de Física do Ensino Secundário




SUBJECT: Re: Fraude na ciencia!
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/06/2005 02:53

Oi Léo e Mesquita,

Mesquita: Rigorosamente falando, talvez eu chegue onde você quer que
eu chegue: Tudo é física...

Manuel: Realmente, por algum tempo depois do Big Bang, as condições
de temperatura e pressão eram extremas a ponto de não ser possível
aos elétrons se combinarem com os nucleons de hidrogênio, deutério e
hélio. Aliás, nessa prisca era nenhum nucleon tinha estabilidade.

Nesta fase da história do Cosmo, não existia vida, nem química. Tudo
era física... e o espírito do Léo pairava sobre a face do vácuo. :-)

Abraços,
Manuel Bulcão







SUBJECT: Fw: trabalho
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 07:19

Interpretar!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: carlos backes
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: domingo, 12 de junho de 2005 15:20
Assunto: trabalho


Ola meu nome é Carlos
gostaria de saber uma explicação para a qual foi adotado o sistema de pulso eletrico para o telefone ao invés de se usar a transmisão por vibração do som....
desde ja meu muito obrigado.........


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Yahoo! Mail: agora com 1GB de espaço grátis. Abra sua conta!


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: Energia cintica,Termodinmica
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 07:54

Help!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Gabriela Toledo
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: domingo, 12 de junho de 2005 15:32
Assunto: Energia cinética,Termodinâmica


Meu nome é Gabriela Toledo , tenho 16 anos estou no 2º ano do ensino médio , meu e-mail é gabitoledinha@yahoo.com.br, moro em Barretos também . Gostaria de saber sobre 5 fenomenos energéticos benéficos e 5 fenomenos maléficos. Espero que vc possa me ajudar.
Obrigada
__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: Experimento cientfico
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 07:59

O dia, hoje, está infernal!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Felipe Cordeiro
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: domingo, 12 de junho de 2005 22:49
Assunto: Experimento científico


O que é um experimento científico?
Felipe Cordeiro


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Lenard
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 08:25

Gostei de saber tais detalhes --- Lenard está excluído do Imperdível!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 12 de julho de 2005 21:46
Assunto: Re: [ciencialist] Lenard


PSavio escreveu:

> Alguém poderia dar informações sobre o físico Phillip Lenard; qual o
> papel dele na física do início do século?
>
> Pedro
> *
> *Olá Pedro,


Esse Lenard foi um físico experimental alemão, que trabalhou com raios
catódicos, e acabou com um Nobel, em 1905. Apesar de bom físico
experimental, ser um cara inteligente, era moralmente desprezível.
Fofoqueiro, mentiroso, nazista ferrenho, cachorrinho de hitler e seus
asseclas. Infernizou a vida de Roentgen, tentou de todas as maneiras
desfazer de seu trabalho, atentando contra a honra do descobridor dos
raios-X, e quase lhe escangalha a vida. Investiu contra os judeus, com
uma fúria e um ódio medonhos, considerando-os inferiores, vermes, como
os seus chefes nazistas. Se ariano, poderia ser bom físico.Se judeu,
não. Então, Einstein e outros físicos judeus jamais poderiam ser bons
físicos, ou terem capacidade para criar qualquer coisa. Para mostrar que
Einstein era um zero à esquerda, o nazista sacou um artigo de Soldner,
já morto e enterrado(o artigo), cujo valor para o desvio do periélio era
0,84 graus, e disse que Einstein havia plagiado sua TR, do verdadeiro
autor, Soldner. Mas escondeu que o valor previsto por Einstein era 1,7!.
Na ciência há também picaretas e malandrões. Eis um exemplo, com direito
a Nobel e tudo. Deve estar, hoje, se revirando na cova, ao ver a obra de
um não ariano a todo vapor( não só a TR, claro).

Victor.

> ##### ##### #####
>
> Página de apoio
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
> ##### ##### ##### #####
>
>
> ------------------------------------------------------------------------
> *Links do Yahoo! Grupos*
>
> * Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
>
> * Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
> <mailto:ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br?subject=Unsubscribe>
>
> * O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do
> Serviço do Yahoo! <http://br.yahoo.com/info/utos.html>.
>
>
>
>
> __________ Informação do NOD32 1.1136 (20050611) __________
>
> Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 Sistema Antivírus
> http://www.nod32.com.br





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Einstein é um dos maiores americanos?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 08:27

De: "Alvaro Augusto (
Os americanos têm do que se orgulhar. Afinal, eles souberam construir um país que valoriza a educação e a iniciativa privada, e foi justamente isso que atraiu todos esses pesquisadores. E nós?

Nós valorizamos a privada.
[]'
anônimo


SUBJECT: RES: [ciencialist] Experiência confirma novo modelo de eletrosfera
FROM: "Osvaldo" <machado_jr@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 08:27

Porque a lista não comenta este post?

Osvaldo

-----Mensagem original-----
De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
[mailto:ciencialist@yahoogrupos.com.br]Em nome de Alvaro Augusto (E)
Enviada em: terça-feira, 7 de junho de 2005 14:46
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Experiência confirma novo modelo de
eletrosfera


A visão de Guglinski a respeito da ciência parece saída das páginas de Duna,
de Frank Herbert. Para onde ele olha, há uma conspiração. De vez em quando,
uma conspiração dentro de uma conspiração dentro de uma conspiração...

[ ]s

Alvaro Augusto
----- Original Message -----
From: E m i l i a n o C h e m e l l o
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 07, 2005 2:18 PM
Subject: [ciencialist] Experiência confirma novo modelo de eletrosfera


?

[ ] 's do Emiliano Chemello
----- Original Message -----
From: wladig
To: quimica-qaw@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, May 26, 2005 12:38 PM
Subject: QAW => experiencia confirma novo modelo de eletrosfera


Novo modelo de eletrosfera proposto em 1993 pela teoria de Guglinski
recebe confirmaçao atraves das fotos obtidas pela equipe do Dr David
Villeneuve, do National Research Council of Canada.
O artigo de Villeneuve foi publicado na revista Nature de 5 dez-2004

Veja mais detalhes em http://www.geocities.com/ciencia2mil/index.html

Atenciosamente
WLADIMIR GUGLINSKI


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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SUBJECT: RES: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!
FROM: mauricio@bec.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/06/2005 09:18

Ola todos,

Eu que sou religioso, conheco bem (vendo meus pares) o quanto é pernicioso o
fanatismo e a tola pretensao de se possuir a posse da verdade, e a minha
parca formacao cientifica (licenciatura)conduz-me a um meior termo saudavel.
Muito me entristece ver que alguns estudiosos de Ciencia (que usa o
metodo-cientifico) enveredam por caminhos similares e até 'pior' que muitos
fanaticos religiosos - chegando mesmo a usarem metodos escusos como fraudes
ou fazer acusaçoes 'inquisitoriais' em nome da defesa da verdade cientifica,
ou pior no ataque a outras formas de conhecimento.

Como ja foi dito aqui, "cientistas" são simplesmente seres humanos e
portanto sujeitos a todos os desvios de caracter da especie. Colocar toda a
*fé* na Ciencia - a ponto de nos cegar, pode causar tanto mal (a sociedade)
quanto o fizeram os dogmaticos do passado - é preciso portanto humildade
para reconhecer que o metodo-cientifico é um processo em construcao,
portanto ainda falivel.

"Às vezes eu chego a suspeitar que
elas se calam não porque a luz tenha raiado, mas por puro medo. Medo de
perguntar o que é «método científico» (4)."

Daí eu perguntaria, existe "**O** metodo cientifico?"
(No sentido de ferramenta capaz de produzir um conhecimento genuinamente
verdadeiro.)


Abracos Fraternos
Mauricio Mendonca

-----Mensagem original-----
De: Alberto Mesquita Filho [mailto:albmesq@uol.com.br]
Enviada em: sábado, 11 de junho de 2005 17:05
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: Re: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!


----- Original Message -----
From: "edgueron"
Sent: Saturday, June 11, 2005 12:22 PM
Subject: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!

Olá Eduardo

> Isso é lamentável mas, por enquanto, não conheço nada melhor do que o
> método científico.

Concordo plenamente, mas às vezes eu fico com a impressão de que a maioria
daqueles que defendem com unhas e dentes o método científico, não tem a
menor noção do que seja o método científico [não é o seu caso e solicito aos
demais que não generalizem]. Parafraseando Rubem Alves [leia abaixo os
trechos modificados e aqui colocados entre "« »" e identificados
seqüencialmente por um número] eu diria que:

"...na maioria das vezes não sei o que as pessoas querem dizer quando usam a
«expressão método científico» (1). É curioso o poder mágico que esta
«expressão» (2) possui. Quando alguém afirma que a coisa se resolve «através
do método científico» (3), todos se calam como se, de repente, tivesse
raiado a mais radiosa luz em suas mentes. Às vezes eu chego a suspeitar que
elas se calam não porque a luz tenha raiado, mas por puro medo. Medo de
perguntar o que é «método científico» (4)."

No original, os termos modificados eram os seguintes:

(1) palavra dialética;
(2) palavra
(3) dialeticamente;
(4) dialética.

Para que não pensem que sou contrário ao método científico, indico um artigo
meu a respeito [que por sinal chega a ser indicado como leitura complementar
em muitos cursos sérios de graduação e de pós-graduação do país]:
http://ecientificocultural.com/ECC2/artigos/metcien1.htm (o artigo todo está
em três páginas web e para acessar as outras páginas basta seguir os links
de rodapé].

> O problema é que há interesses e muito dinheiro envolvidos em pesquisas
> com aplicações breves, principalmente àquelas ligadas à grande máfia de
> criminosos da indústria farmacêutica.

Eu diria que são pouquíssimos os cientistas verdadeiramente produtores de
conhecimentos que se corrompem dessa maneira. Existem sim, e o Bulcão deu
alguns exemplos [Alemanha de Hitler, socialismo de Stalin e eu acrescentaria
o fundamentalismo dos usassassinos], mas o artigo do Salvador retrata outra
realidade. Neste caso eu diria que esses coitados nem são produtores de
conhecimento científico, são meros escritores de revisões bibliográficas a
deturparem uma idéia e/ou a confundirem o leitor com afirmações conflitantes
e a privilegiarem este ou aquele laboratório farmacêutico. Eu conheço muito
bem essa máfia, pois trabalhei bastante tempo no setor medicina e cheguei a
pagar alguns micos por não me sujeitar a esses métodos espúrios. Esse não é
um problema a ser resolvido na seara científica, mas pela sociedade como um
todo, pois corrupção existe em todos os setores da vida pública. A ciência é
um bem público e como tal deve ser preservada pela sociedade e não só pelos
cientistas. Por outro lado, não creio que nenhum cientista de valor tenha se
sentido ofendido com o que o Salvador escreveu e, muito menos, com o que eu
disse em minha mensagem. Os cientificistas sim mas --à exceção do Bulcão,
que se rotula cientificista, e não pretendo contrariá-lo ;-)--, não sei até
que ponto esses fulanos seriam realmente defensores da ciência. Creio que
eles se identificariam mais como acobertadores ou, até mesmo, propagandistas

do charlatanismo, naquela base do antigo chavão político do tempo do Adhemar

de Barros (mas ainda aceito por muitos) que dizia: "Falem mal, mas falem de
mim"].

> Há, claro a falta de crítica de vários cientistas mas para isso o remédio
> é uma boa formação.

Pois então você há de concordar comigo que o assunto é bem mais amplo e a
envolver a educação e não apenas a ciência.

> Defendo a justiça e a punição a esses picaretas. Que as pessoas mudem, de
> alguma maneira, sua mentalidade capitalista "self-made man" americana
> doentia mas, apesar disso tudo, dou graças a Deus (apesar de ser ateu) por
> viver em uma época em que posso usufruir dos benefícios da ciência.

Quer dizer que você é ateu graças a Deus? :-))) Tens sangue espanhol nas
veias? ;-)

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.





SUBJECT: Re: [ciencialist] Lenard
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 12:23

Andante, ma non troppo! A ciência trata de fatos, não da moral das pessoas que trabalharam com eles. Se Einstein era mau pai, se não tomava banho, e se se intoxicava de café e tabaco, isso não faz a mínima diferença para a física. O mesmo vale para Lenard, um rematado canalha. Apesar disso, Lenard tem seu lugar garantido na história da física.

Cabe também lembrar que o mundo não é tão preto e branco como gostaríamos. Basta lembrar que outros físicos que ficaram ao lado do nazismo foram Planck e Heisenberg. Sem falar que Isaac Newton, que muitos aqui idolatram, não era muito diferente de Lenard...

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 13, 2005 8:25 AM
Subject: Re: [ciencialist] Lenard


Gostei de saber tais detalhes --- Lenard está excluído do Imperdível!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 12 de julho de 2005 21:46
Assunto: Re: [ciencialist] Lenard


PSavio escreveu:

> Alguém poderia dar informações sobre o físico Phillip Lenard; qual o
> papel dele na física do início do século?
>
> Pedro
> *
> *Olá Pedro,


Esse Lenard foi um físico experimental alemão, que trabalhou com raios
catódicos, e acabou com um Nobel, em 1905. Apesar de bom físico
experimental, ser um cara inteligente, era moralmente desprezível.
Fofoqueiro, mentiroso, nazista ferrenho, cachorrinho de hitler e seus
asseclas. Infernizou a vida de Roentgen, tentou de todas as maneiras
desfazer de seu trabalho, atentando contra a honra do descobridor dos
raios-X, e quase lhe escangalha a vida. Investiu contra os judeus, com
uma fúria e um ódio medonhos, considerando-os inferiores, vermes, como
os seus chefes nazistas. Se ariano, poderia ser bom físico.Se judeu,
não. Então, Einstein e outros físicos judeus jamais poderiam ser bons
físicos, ou terem capacidade para criar qualquer coisa. Para mostrar que
Einstein era um zero à esquerda, o nazista sacou um artigo de Soldner,
já morto e enterrado(o artigo), cujo valor para o desvio do periélio era
0,84 graus, e disse que Einstein havia plagiado sua TR, do verdadeiro
autor, Soldner. Mas escondeu que o valor previsto por Einstein era 1,7!.
Na ciência há também picaretas e malandrões. Eis um exemplo, com direito
a Nobel e tudo. Deve estar, hoje, se revirando na cova, ao ver a obra de
um não ariano a todo vapor( não só a TR, claro).

Victor.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 12:30

----- Original Message -----
From: Mauricio Mendonca
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, June 13, 2005 9:18 AM
Subject: RES: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!

> Daí eu perguntaria, existe "**O** metodo cientifico?" (No sentido de
> ferramenta capaz de produzir um conhecimento genuinamente verdadeiro.)

No sentido apontado eu diria que não. O método não "produz" conhecimentos
no sentido de verdadeiros mas sim auxilia-nos na busca pela verdade sem nos
dar garantia de termos chegado a termo. O cientista não inventa nem produz
verdades, simplesmente descobre algumas verdades relacionadas aos fenômenos
naturais (em especial os fenômenos que se repetem, sempre que as condições
iniciais puderem ser bem definidas e reproduzidas -- regra da
repetitividade). Quando muito, após interpretarmos uma dada experiência de
maneira supostamente correta, poderemos desconfiar que estamos mais próximos
da verdade do que estávamos antes.

Sob certos aspectos o método científico, interpretado como "caminho" (o
caminho trilhado pelos cientistas em sua busca pela verdade), não difere
muito do que poderia ser chamado "método cognitivo" e, como tal, nada mais
seria senão um conjunto de raciocínios lógicos dispostos em série e
destinados a um fim específico (chegar a uma verdade a partir de outras
aceitas como tais). O que caracteriza a cientificidade é que em meio aos
raciocínios inerentes ao método (dedução, análise, indução e síntese), e
para que se chegue a uma nova "verdade", impõe-se a experimentação e não
apenas uma observação inicial seguida da intuição (no sentido de insight).
Como diz Omnès (referência abaixo): "o procedimento científico implica em
interrogarmos o real duas vezes: na entrada (observação) e na saída do
processo (experiência)." O mais é teoria e teoria sem experimentação não é
ciência.

Exponho ligeiramente essa seqüência de raciocínios lógicos no artigo "A
práxis científica": http://ecientificocultural.com/ECC2/FilCien/cap03.htm

Citação: OMNÈS, Roland (1994), Filosofia da Ciência Contemporânea, Ed.
Unesp, São Paulo, 1996 (tradução), p. 277.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Experiência confirma novo modelo de eletrosfera
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 13:50

De: "Osvaldo"
Assunto:Experiência confirma novo modelo de eletrosfera
>Porque a lista não comenta este post?
>Osvaldo

Aqui não é lista da CPFL (:-)
[]'
anônimo "post"ando


SUBJECT: Re: [ciencialist] Lenard
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 13:58

OK. Tb excluirei Newton do Imperdível. Vou deixar só as leis de Léo!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Alvaro Augusto (E)" <alvaro@electraenergy.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 13 de junho de 2005 12:23
Assunto: Re: [ciencialist] Lenard


Andante, ma non troppo! A ciência trata de fatos, não da moral das pessoas que trabalharam com eles. Se Einstein era mau pai, se não tomava banho, e se se intoxicava de café e tabaco, isso não faz a mínima diferença para a física. O mesmo vale para Lenard, um rematado canalha. Apesar disso, Lenard tem seu lugar garantido na história da física.

Cabe também lembrar que o mundo não é tão preto e branco como gostaríamos. Basta lembrar que outros físicos que ficaram ao lado do nazismo foram Planck e Heisenberg. Sem falar que Isaac Newton, que muitos aqui idolatram, não era muito diferente de Lenard...

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 13, 2005 8:25 AM
Subject: Re: [ciencialist] Lenard


Gostei de saber tais detalhes --- Lenard está excluído do Imperdível!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 12 de julho de 2005 21:46
Assunto: Re: [ciencialist] Lenard


PSavio escreveu:

> Alguém poderia dar informações sobre o físico Phillip Lenard; qual o
> papel dele na física do início do século?
>
> Pedro
> *
> *Olá Pedro,


Esse Lenard foi um físico experimental alemão, que trabalhou com raios
catódicos, e acabou com um Nobel, em 1905. Apesar de bom físico
experimental, ser um cara inteligente, era moralmente desprezível.
Fofoqueiro, mentiroso, nazista ferrenho, cachorrinho de hitler e seus
asseclas. Infernizou a vida de Roentgen, tentou de todas as maneiras
desfazer de seu trabalho, atentando contra a honra do descobridor dos
raios-X, e quase lhe escangalha a vida. Investiu contra os judeus, com
uma fúria e um ódio medonhos, considerando-os inferiores, vermes, como
os seus chefes nazistas. Se ariano, poderia ser bom físico.Se judeu,
não. Então, Einstein e outros físicos judeus jamais poderiam ser bons
físicos, ou terem capacidade para criar qualquer coisa. Para mostrar que
Einstein era um zero à esquerda, o nazista sacou um artigo de Soldner,
já morto e enterrado(o artigo), cujo valor para o desvio do periélio era
0,84 graus, e disse que Einstein havia plagiado sua TR, do verdadeiro
autor, Soldner. Mas escondeu que o valor previsto por Einstein era 1,7!.
Na ciência há também picaretas e malandrões. Eis um exemplo, com direito
a Nobel e tudo. Deve estar, hoje, se revirando na cova, ao ver a obra de
um não ariano a todo vapor( não só a TR, claro).

Victor.




SUBJECT: latas amassadas - Coelhinhos vigilantes
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: (Recipient list suppressed)
DATE: 13/06/2005 14:24

Essa pesquisa do ITAL é um festival de besteiras.
E´ mais um centro de pesquisa governamental, financiado com dinheiro
público que, em vez de tratar dos interesses da sociedade, em vez de criar
tecnologias, fica fazendo lobby para atender interesses empresariais
ilegítimos, como é bem visível na questão dos "transgênicos".

>A lata tem uma camada de verniz, por dentro, pra obstar a corrosão pela
>acidez do alimento, para evitar a contaminação por estanho, que é toxico,
>e está na chapa metálica (folha de Flandres). Ou talvez do chumbo usado
>na solda da costura lateral.

Quando a lata é amassada, esse verniz sofre fissuras, e a parte metálica
entra em contato com o alimento, contaminando-o.

Me parece razoavel imaginar que tão importante, quanto a dimensão do
amassamento, é o tempo decorrido entre o amassamento e o consumo. E isso é
impossivel prever, quando se compra uma lata amassada.

Curiosamente, é muito mais facil encontrar, no mercado, latas de pêssego em
calda amassadas, quando olhamos as marcas mais baratas. Aliás, essas
marcas mais baratas, além de mais frequentemente amassadas, e de estarem
amassadas em largos percentuais, são também aquelas que apresentam,
amassadas ou não, pontos negros de corrosão, alem de outros desgastes, na
camada de verniz interna.

A princípio, nada impede que a fabrica colete as latas amassadas e
reprocesse os alimentos recuperados, estando eles contaminados ou não com
metais pesados, sejam eles, ou não, uma elevada ameaça à saúde pública.

Nada impede, também, que essas latas amassadas sejam direcionadas para
restaurantes e confeitarias, onde o consumidor não vê a lata do pessego que
está comendo.

Nada impede, exceto a Vigilancia Sanitaria.
Principalmente na Pascoa...
quando os coelhinhos estão a solta.

L.E.





> Estudo aponta viabilidade de aproveitamento de alimentos em latas
> amassadas
>
>No Brasil entidades como a Agência Nacional de Vigilancia Sanitária e
>Instituto de Pesos e Medidas não recomendam o consumo de alimentos que
>estejam em embalagens metálicas danificadas. Segundo esses órgãos,
>produtos nessas condições representariam riscos à saúde. Mas isso "não é
>necessariamente verdade", afirma Sílvia Dantas, pesquisadora do Centro de
>Tecnologia de Embalagens (Cetea) do Instituto de Tecnologia de Alimentos
>(Ital). De acordo com ela, houve uma recente evolução dos materiais
>utilizados nas embalagens, o que dificulta a contaminação pela corrosão do
>material metálico ou pelo destacamento do verniz que reveste a parte
>interna das embalagens.
>
>Dantas coordena o projeto Latas amassadas: dimensionamento do índice de
>rejeição e avaliação da possibilidade de consumo em programas de
>suprimento de alimentos para populações carentes, financiado pela linha de
>apoio a políticas públicas da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de
>São Paulo (Fapesp). No trabalho, foram analisadas 20 amostras de latas
>amassadas na primeira fase do projeto e nenhuma apresentou contaminação
>dos alimentos por resíduos de metais. Também não foi possível estabelecer
>uma relação entre as bactérias encontradas dentro de algumas das vinte
>outras latas que passaram por análises microbiológicas e o fato de estarem
>amassadas. "As bactérias encontradas são mais características de um
>possível subprocessamento dos alimentos, do que de algum tipo de vazamento
>decorrente de danos na região de fechamento das embalagens", acrescenta a
>pesquisadora.
>O objetivo do trabalho do Ital é avaliar se os alimentos enlatados com
>embalagens danificadas e considerados impróprios para comercialização
>ainda apresentam condições para consumo com foco no suprimento alimentar
>da população carente. Além disso, o projeto pretende estabelecer um padrão
>de referência detalhado para o aproveitamento desses alimentos, visando
>principalmente um aproveitamento pelos chamados Banco de Alimentos e por
>outros programas de suprimentos alimentar para populações carentes. As
>próprias amostras analisadas foram recolhidas de Bancos de Alimentos das
>cidades de Santo André e Campinas, ambas do Estado de São Paulo. "A nossa
>idéia é dar subsídios para que se mudem as determinações estaduais e
>federais, oficializando o aproveitamento desses alimentos", acrescentou a
>pesquisadora.
>
>De acordo com dados levantados na pesquisa, o percentual de latas
>amassadas nos supermecados brasileiros varia de menos de 1% a 15%, número
>que varia de acordo com as políticas de prevenção a danos nas embalagens
>feitas nos supermercados. A média geral da ocorrência de amassamento nos
>grandes, médios e pesquenos supermercados, estipulada pelo pesquisadores,
>chega a 3,6% - o que corresponderia a cerca de 191 mil toneladas de
>alimentos por ano.
>
>A questão ambiental, segundo a pesquisadora, também é relevante no
>aproveitamento dos alimentos de latas amassadas porque o descarte das
>latas com os alimentos dificulta o processo de reciclagem. Hoje no Brasil,
>60% do lixo recolhido na área urbana é formado por alimentos.
>Estatuto do Bom Samaritano
>Não possuir um padrão de referência que permita aproveitar os alimentos de
>latas amassadas é apenas um dos fatores que dificulta o processo de doação
>de alimentos para quem precisa. "Os restaurantes não distribuem o residual
>de alimentos, assim como muitos supermercados e distribuidoras não doam
>porque podem ser responsabilizados por problemas de saúde", afirma Dantas.
>A aprovação do Estatuto do Bom Samaritano, que tramita no Congresso
>Nacional, prevê justamente que essa responsabilidade seja transferida para
>os Bancos de Alimentos.
>
>"Os programas de Bancos de Alimentos representam uma forma de atenuar essa
>irracionalidade, servindo como filtro seletivo para garantir a qualidade
>do produto doado e a dignidade de quem o recebe", informa Walter Belik,
>professor do Instituto de Economia da Unicamp e diretor superintendente da
>ONG Apoio Fome Zero, em artigo publicado no jornal Valor Econômico. Os
>programas surgiram nos Estados Unidos na década de 60, onde existem mais
>de 200 pólos de coleta e distribuição, que abastecem 50 mil agências
>assistenciais. No Canadá, 800 mil pessoas são atendidas diariamente por
>uma estrutura de bancos de alimentos que são abastecidos com doações
>juridicamente estabelecidas e articuladas pela sociedade civil.
>
>FONTE: www.comciencia.br - 13/06/05
>
>
>
>
>
>____________________________________________________
>Yahoo! Mail, cada vez melhor: agora com 1GB de espaço grátis!
>http://mail.yahoo.com.br
>_________________________________________________
>Endereco da lista: consfood@listas.ufrj.br
>Administrador: owner-consfood@listas.ufrj.br
>HomePage: http://www.ufrj.br/consumo/
>Promoção: Lab de Consumo&Saude - FacFarm-UFRJ
>Apoio: NCE-UFRJ
>_________________________________________________
>Para sair do grupo mail para "majordomo@listas.ufrj.br" somente
>com esse texto no corpo da mensagem:
>unsubscribe consfood


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Global Consciousness Project
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 15:16

Olá pessoal,

um amigo trouxe à baila o seguinte tema (e já vem linkado):

http://noosphere.princeton.edu/

falando a respeito da Global Consciousness Project .

Onde estão os especialistas nisso?
Aguardo.......

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 16:29

----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto"
Sent: Sunday, June 12, 2005 9:40 AM
Subject: Re: [ciencialist] Fraude na ciencia!

> Entendo que o Método, atualmente, diverge do Método de antigamente, onde
> era seguido ao pé da letra --- observação, hipótese, reprodução assistida
> e controlada etc., até aos moldes de uma teoria ---, hoje o cientista
> entra no laboratório com idéias pré-concebidas, com um propósito definido
> e, em equipes. O Galileu, o Newton, o Huyghens (meus fiéis discípulos
> terráqueos) e toda a tropa dos séc. XVII e XVIII foram realmente os
> 'bandeirantes' --- os de hoje são 'escoteiros' que já sabem onde pisar,
> trilham caminhos asfaltados. Mesmo assim, tais escoteiros, ainda são
> vítimas das 'incertezas'.

Eu diria que socialismo e capitalismo, cada um a sua maneira, tentaram
"tecnologizar" a ciência e é nesse sentido que eu costumo dizer que o século
XX entrará para a história como "o século da mentira". Tentam-nos passar a
idéia de que o século XX foi o século da ciência, quando na realidade a
ciência, a partir de sua origem (a física no caso) estagnou de vez. Toda
tecnologia desenvolvida no século XX apoia-se na ciência dos séculos
anteriores, pois as teorias desenvolvidas no século XX não conseguem nem
mesmo contabilizar o número de fantasmas que foram criados nos laboratórios.
Até mesmo os engenheiros e tecnólogos estão iludidos a esse respeito e vivem
dizendo bobagens apoiadas no que chamam "efeito túnel" (algo que a rigor foi
descrito pela primeira vez por Newton), "princípio da superposição" (algo
que a rigor só tem explicação utilizando-se uma óptica 100% corpuscular),
transformação da matéria em energia (algo que os físicos "modernos" só
conseguem justificar desprezando o conceito clássico de energia e não
colocando NADA em seu lugar), e por aí vai. São centenas de absurdidades
colocadas em série, num vício cíclico --no sentido em que umas justificam as
outras e essas outras justificam as primeiras-- e a caracterizarem uma
ciência (a do século XX) sem alicerce nenhum, sem definições, sem conceitos,
enfim, sem nada. Nunca fui escoteiro, mas acho que eles não merecem essa
comparação.

Tanto socialismo quanto capitalismo do século XX desprezaram o
individualismo e criaram as "terras de ninguém" onde só quem tem poder tem
dinheiro (capitalismo deturpado) ou então só quem tem dinheiro tem poder
(socialismo deturpado). Pergunto então: 1) E quem nada tem? Respondo: Esses
são totalmente ignorados pelo Estado. 2) E nós, que temos alguma coisa (no
mínimo condições para enfrentar um ensino superior)? Nós somos tolerados
como uma "elite privilegiada" e até mesmo utilizada pelo Estado, pois não
existirão "donos do poder" (os governantes) onde não existir uma massa a dar
sustentação a esse poder (os governados). 3) Até quando? Não sei. Apenas
torço para não estarmos entrando no "milênio da mentira", pois olho para
essa elite privilegiada da qual fazemos parte e só constato o marasmo, a
acomodação, a tolerância e o comodismo frente ao "paternalismo de Estado" (é
mais fácil aceitar do que contestar). Dizem que cada povo tem o governo que
merece, e sob esse aspecto nós temos o que merecemos, mas não creio que
"aqueles que nada tem" mereçam o nosso descaso.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Cientistas desenvolvem prótese óptica para cegos
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 17:02

Cientistas desenvolvem prótese óptica para cegos

Uma prótese óptica, integrada a um par de óculos de alta tecnologia e um chip implantado no olho, permitirá no futuro que cegos possam distinguir imagens e cores, informou hoje a Universidade Técnica (RWTH) de Aachen, oeste da Alemanha. "A implantação permitirá aos cegos que sofrem de retinite pigmentosa (doença hereditária que afeta a retina) ver esquematicamente, distinguir contornos e diferenciar as cores preta e branca", disse o catedrático Wilfried Mokwa, diretor do projeto na universidade.
Segundo os cientistas, a prótese estará pronta para introdução no mercado dentro de cinco anos. A retinite pigmentosa causa a morte lenta das células da retina sensíveis à luz e seus primeiros sintomas são, entre outros, a perda da visão noturna e a capacidade de distinguir cores e contrastes.

Nos óculos de alta tecnologia serão instalados uma pequena câmera de vídeo e um decodificador que transformará a informação das imagens visuais em sinais "compreensíveis" para os neurônios.

Os sinais são transmitidos instantaneamente para um chip implantado no cristalino do paciente e dali para uma micropelícula fixada na retina. Os neurônios conectados ao nervo ótico são estimulados por meio de eletrodos. O catedrático que dirige o projeto destacou que a longo prazo será possível desenvolver outras variações desta prótese óptica que permitirão a visão de cegos que sofrem de outras doenças da vista.

Os cientistas da Universidade Técnica de Aachen trabalham há nove anos neste projeto de forma conjunta com especialistas de outros centros de pesquisas, assim como de pequenas e médias empresas da Alemanha.



http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI550987-EI298,00.html


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Graxo... de onde vens?
FROM: "hymboldt2005" <hymboldt2005@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 13/06/2005 20:57

Olá Pessoal

Alguém me ajuda, para descobrir de onde vem o termo GRAXO.

abs


Dirceu Dias





SUBJECT: Re: [ciencialist] Lenard
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 13/06/2005 21:24

Alvaro/Léo,

Olha, Newton não era o mau caráter que Lenard foi. Nem de longe, apesar de ser turrão e algumas vezes tendencioso, como com aquela história com Leibnitz e Huygnes. Fora isso, quando era Administrador e Fiel Guardião do Tesouro Inglês, vez outra assinava umas sentenças que determinavam pendurar pelo pescoço suposto ladrões do tesouro Inglês. O cara era pendurado pelo pescoço, é o que ele mandava fazer. Se morria por essa besteira, o problema não era dele. É que o condenado era morredor mesmo.
Por isso, Léo, Newton de volta ao Imperdível, já.
Heisenberg chefiou o programa de energia nuclear, mas acho que a bomba não saiu primeiro porque ele não se esforçou. Desconfio disso. Heisenberg, apesar de nazista, escapa.
Agora, Lenard não pode ser comparado a nada, nem mesmo a coisas ruins!

Sds,

Victor.



----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 13, 2005 9:58 AM
Subject: Re: [ciencialist] Lenard


OK. Tb excluirei Newton do Imperdível. Vou deixar só as leis de Léo!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Alvaro Augusto (E)" <alvaro@electraenergy.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 13 de junho de 2005 12:23
Assunto: Re: [ciencialist] Lenard


Andante, ma non troppo! A ciência trata de fatos, não da moral das pessoas que trabalharam com eles. Se Einstein era mau pai, se não tomava banho, e se se intoxicava de café e tabaco, isso não faz a mínima diferença para a física. O mesmo vale para Lenard, um rematado canalha. Apesar disso, Lenard tem seu lugar garantido na história da física.

Cabe também lembrar que o mundo não é tão preto e branco como gostaríamos. Basta lembrar que outros físicos que ficaram ao lado do nazismo foram Planck e Heisenberg. Sem falar que Isaac Newton, que muitos aqui idolatram, não era muito diferente de Lenard...

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 13, 2005 8:25 AM
Subject: Re: [ciencialist] Lenard


Gostei de saber tais detalhes --- Lenard está excluído do Imperdível!
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 12 de julho de 2005 21:46
Assunto: Re: [ciencialist] Lenard


PSavio escreveu:

> Alguém poderia dar informações sobre o físico Phillip Lenard; qual o
> papel dele na física do início do século?
>
> Pedro
> *
> *Olá Pedro,


Esse Lenard foi um físico experimental alemão, que trabalhou com raios
catódicos, e acabou com um Nobel, em 1905. Apesar de bom físico
experimental, ser um cara inteligente, era moralmente desprezível.
Fofoqueiro, mentiroso, nazista ferrenho, cachorrinho de hitler e seus
asseclas. Infernizou a vida de Roentgen, tentou de todas as maneiras
desfazer de seu trabalho, atentando contra a honra do descobridor dos
raios-X, e quase lhe escangalha a vida. Investiu contra os judeus, com
uma fúria e um ódio medonhos, considerando-os inferiores, vermes, como
os seus chefes nazistas. Se ariano, poderia ser bom físico.Se judeu,
não. Então, Einstein e outros físicos judeus jamais poderiam ser bons
físicos, ou terem capacidade para criar qualquer coisa. Para mostrar que
Einstein era um zero à esquerda, o nazista sacou um artigo de Soldner,
já morto e enterrado(o artigo), cujo valor para o desvio do periélio era
0,84 graus, e disse que Einstein havia plagiado sua TR, do verdadeiro
autor, Soldner. Mas escondeu que o valor previsto por Einstein era 1,7!.
Na ciência há também picaretas e malandrões. Eis um exemplo, com direito
a Nobel e tudo. Deve estar, hoje, se revirando na cova, ao ver a obra de
um não ariano a todo vapor( não só a TR, claro).

Victor.




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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Lenard
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2005 00:15

----- Original Message -----
From: "JVictor"
Sent: Monday, June 13, 2005 9:24 PM
Subject: Re: [ciencialist] Lenard

> Agora, Lenard não pode ser comparado a nada, nem mesmo a coisas ruins!

Apenas para esclarecer os incautos.

Esse crápula nazista (Philipp Lenard) não tem nada a ver com Alfred Liénard,
um físico francês (École de Mines, de Paris), também do início do século XX,
e que, junto com Emil Wiechert, desenvolveu a fórmula para um potencial
propagando com velocidades finitas, e que se consagrou através da expressão
"potenciais retardados de Lienard-Wiechert". O trabalho de Liénard
intitulado "Champ Électrique et Magnétique produit par une charge électrique
concentrée en un point et animée d'un mouvement quelconque" foi publicado na
revista L'Éclairage Électrique em 1898. O trabalho de Wiechert é posterior
(creio que 1900), ainda que um pouco mais completo. É muito difícil
conseguir cópia dos originais dos dois trabalhos.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: Graxo... de onde vens?
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2005 02:30

Vem do lat. crassus, gordo, espesso. Estah conexo com graxa e tb com o
ing. grease e com o fr. gras (de foie gras).

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "hymboldt2005"
> Olá Pessoal
>
> Alguém me ajuda, para descobrir de onde vem o termo GRAXO.
>
> abs
>
>
> Dirceu Dias




SUBJECT: Re: Fw: trabalho
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2005 02:34

Acho q. ele estah perguntando porq. na telefonia transforma-se a
vibracao sonora em impulsos eletricos ao inves de enviar diretamente
na forma de vibracoes sonoras (mecanicas).

[]s,

Roberto Takata


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Interpretar!
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: carlos backes
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: domingo, 12 de junho de 2005 15:20
> Assunto: trabalho
>
>
> Ola meu nome é Carlos
> gostaria de saber uma explicação para a qual foi adotado o sistema
de pulso eletrico para o telefone ao invés de se usar a transmisão por
vibração do som....
> desde ja meu muito obrigado.........
>
>
>
--------------------------------------------------------------------------------
> Yahoo! Mail: agora com 1GB de espaço grátis. Abra sua conta!
>
>
>
--------------------------------------------------------------------------------
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Anti-Virus.
> Version: 7.0.323 / Virus Database: 267.6.9 - Release Date: 11/06/2005
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: trabalho
FROM: "Cyberlander" <cyberlander2002@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2005 02:47

essa é fácil, então não seria telefone, seriam tambores na selva! :D
[ ]'s
D.C.


Douglas Cardoso - O CYBERLANDER

Ama a realidade que constróis,
que nem a morte deterá teu voo · ·


----- Original Message -----

From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 14, 2005 2:34 AM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: trabalho


Acho q. ele estah perguntando porq. na telefonia transforma-se a
vibracao sonora em impulsos eletricos ao inves de enviar diretamente
na forma de vibracoes sonoras (mecanicas).

[]s,

Roberto Takata


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Interpretar!
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> leobarretos@u...
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> -----Mensagem Original-----
> De: carlos backes
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: domingo, 12 de junho de 2005 15:20
> Assunto: trabalho
>
>
> Ola meu nome é Carlos
> gostaria de saber uma explicação para a qual foi adotado o sistema
de pulso eletrico para o telefone ao invés de se usar a transmisão por
vibração do som....
> desde ja meu muito obrigado.........
>
>
>
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> Checked by AVG Anti-Virus.
> Version: 7.0.323 / Virus Database: 267.6.9 - Release Date: 11/06/2005
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SUBJECT: AlphaCentaure v1.251 - 9017+9376 KB e outros todos freeware / astronomia
FROM: "Cyberlander" <cyberlander2002@yahoo.com.br>
TO: <Undisclosed-Recipient:;>
DATE: 14/06/2005 02:54



Douglas Cardoso - O CYBERLANDER

Ama a realidade que constróis,
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AlphaCentaure v1.251 - 9017+9376 KB
AlphaCentaure is a planetarium software which can be used in complement with the other astronomy softwares. It is always in beta version and I had too many problems to run it under Windows 2000 and XP. I have not tested it under Windows 95 / 98 / NT yet, but I think that there will be too many problems to launch (finally I hope).
Here is the required configuration:
- Windows 95/98/NT4/2000/XP
- At least 64 Mo of RAM
- At least 120 Mb of hard disk (if you decide to install it with all star catalogs and extragalactic objects)
- A screen resolution of 800x600 at least and more 256 colors (to have color gradations and the display of the earth map)
- And as processor, at least a Pentium (or other from Cyrix, or AMD), let's say that this software is rather greedy in calculation...
What can do Alphacentaure ? Bah...full of things:
- A view of the celestial sphere on which is printed stars, extragalactic objects, constellations, planets, comets and astroids
- One graph displaying various elongations of the visible planets to the naked eye during one year, what allows to know for example at which moment Mercury is visible in the morning or in the evening, or still is i in conjunction with the other planets
- A view of planets with regard to the Sun if the observer was placed outside of the solar system
- A view representing the parts day and night of the planet
For other options, please consult the online documentation (in the course of editorial staff) and glance at screen shots.
What can't do AlphaCentaure ? Bah...full of things too:
- Print out of maps
- Drive motorized telescopes
etc...
http://www.astrosurf.org/alphacentaure/images/l_general.gif
Francois Nguyen
alphacentaurii@hotmail.com
http://astrosurf.com/alphacentaure/english/index1.htm
http://www.astrosurf.org/alphacentaure/zip/acsetup_full.zip
http://www.astrosurf.org/alphacentaure/zip/sky2000max.zip


AstroViewer v2.9.1 - 389 KB
AstroViewer is a Java applet, that helps you to find your way in the night sky quickly and easily. AstroViewer allows you to:
- display a sky map
- for any time,
- for any position on Earth,
- find out the names and other information about the celestial bodies (stars, planets, etc.) on the display,
- find celestial bodies,
- find constellations,
- create a printable version of the sky chart in the PDF- or GIF-format,
- display a map of the solar system.
System requirements:
- Microsoft Windows 98 / ME / NT / 2000 / XP,
- a Java runtime environment, version 1.1 or higher
Dirk Matussek
dirk.matussek@gmx.de
http://www.astroviewer.com/
http://www.matu.de/download/av2-9-1-setup.exe




C2A (Computer Aided Astronomy) v2.0.12 - 8520 KB
C2A (Computer Aided Astronomy) is a Planetarium software that allows you to build detailed views of stellar fields. An important objective of this software is to take into account the main catalogues available to professional and amateur astronomers in order to prepare observations on small fields as well as astrometry works.
C2A is able to access the following catalogues: SAO (provided with the program distribution), Guide Star, Tycho-2, USNO-SA1.0, USNO-A2.0 and UCAC1.
http://astrosurf.com/c2a/english/info_img/info22.jpg
Philippe Deverchere
astro@deverchere.com
http://astrosurf.com/c2a/english/index.htm
http://astrosurf.com/c2a/english/download/c2a_full_2_0_12.zip


Celestia v1.3.2 - 11948 KB
Platform Windows 2000, Windows 95, Windows 98, Windows ME, Windows NT, Windows XP
Celestia offers a 3D simulation of the galaxy and beyond. Everything is simulated in real time, meaning that what you see is actually happening right now. Time can be speeded up, slowed down or even reversed, giving you a glimpse into the past or the future.
A demo can be run for a whistle-stop tour of the immediate solar system, including the Earth, Saturn, the Sun and other phenomenon such as star formations and gas clouds. Snippets of information appear as you travel.
To get more involved, you need to take control. Using mouse and keyboard commands you can float through the galaxy at your will. Find something interesting and it can be zoomed in on, followed on its voyage across the galaxy and much more.
A Tour facility lets you jump directly to any element - star, planet, asteroid or comet - and displays brief related data on-screen.
More detailed information on an object can be displayed in a web page, acting as a starting point for further study.
Screen grabs or movies can be saved at any point - great for use as a teaching aid.
New Features: This latest release adds Eclipse shadow rendering, orbital calculations for major moons, and phase lock and chase camera modes. This means you can now view eclipses on Earth, Saturn and Uranus, and view comets, asteroids and spacecraft on the move. Various bugs have also been fixed.
If you have a graphics card with less than 16 megs of memory, the Celestia package with low resolution textures is only 4.5 megabytes and will run better on your system.
http://www.shatters.net/celestia/images/gallery/earth.jpg
Chris Laurel
claurel@shatters.net
http://www.shatters.net/celestia/
http://switch.dl.sourceforge.net/sourceforge/celestia/celestia-win32-1.3.2.exe


Celestial Maps v8.0 - 920 KB
Celestial Maps 8.0 is an astronomical software that produces accurate maps of the sky in five types of projections. It has been written in Borland Delphi 4 for Windows on 32 bits.
The software is very user friendly, a main menu being visible at any time on the top bar under the application title. Beside the application's main form, other 23 forms set the various functions of the program.
All the forms are easily accessible using the mouse or the keyboard. This can be done in three possible ways:
- Point and click to the main menu's items;
- Using shortcut key combinations written nearby each menu item;
- Using "F" hot keys (for the main functions of the program).
Celestial Maps v.8.0 runs 10 astronomical catalogues, organised in two main database:
The small database (about 25,000 stars up to mag 7.5 and the Messier catalogue);
The large database, including the following professional catalogues:
- SAO J2000 (about 250,000 stars up to about mag 10);
- PPM (4 catalogues of 500,000 stars up to about mag 11);
- Tycho-2 (2 catalogues of 2,500,000 stars up to about mag 12.5);
- GSC 1.1 (18,000,000 stars and nonstellars up to about mag 15.5);
- NGC 2000 (NGC and IC catalogues of 13,000 objects up to mag 17).
All these catalogues add together about 22 millions of objects up to the maximum mag 17.
http://ovidiu-v.tripod.com/maps80/polar.gif
Ovidiu Vaduvescu
ovidiuv@yahoo.com
http://ovidiu-v.tripod.com/maps80/maps80.html
http://ovidiu-v.tripod.com/maps80/Maps80.zip
databases - 445 KB:
http://ovidiu-v.tripod.com/maps80/sao/ngc.zip




HNSKY (Hallo Northern Sky) v2.3.0i - 3877 KB
The next program: "Hallo northern sky" or HNSKY is a planetarium program for windows. Have a try. It is free with 26000 deepsky objects and all stars to magnitude 12 and with the original GSC CD's, GSC-ACT or the USNO UCAC2 to magnitude 16. It displays all planets, the Moon, Sun, moons of Saturn, Jupiter, Mars, Uranus and Neptune and a few hundred asteroids and comets. It comes with 255 small DSS (r) deepsky images which will blend in at the right size and orientation. It will run under Windows 95 or later. An older version 1.62 will run under Windows 3.1, To install the program you start with the basic package or just put all the files in one directory and just run the main file HNSKY.EXE.
http://www.hnsky.org/hnsmoon.gif
Han Kleijin
Han_Kleijn@compuserve.com
http://ourworld.compuserve.com/homepages/han_kleijn/software.htm
http://www.hnsky.org/hnsky230.exe
Hungarian language pack - 10 KB:
http://www.hnsky.org/ini_hu.zip
Win 3.1 version - 228+224 KB
http://www.hnsky.org/hnskyp.zip
http://www.hnsky.org/hnskyd.zip


Home Planet v3.1 - 6948 KB
for Windows 95/98 and NT 4.0
Release 3.1 of Home Planet, a comprehensive astronomy / space / satellite-tracking package for Microsoft Windows 95/98/Me and Windows NT 4.0/2000/XP and above, is now available; see details at the end on how to download and install the software. Release 3.1 of Home Planet is a native 32-bit Windows application which cannot be used on Windows 3.1; if you have such a system, download Home Planet Release 2, which remains available.
The basic functionality of Home Planet remains the same; the changes between Release 2 and 3.1 are those required to conform to the 32-bit Windows application programming interface, to exploit new features in 32-bit Windows (primarily the time zone configuration), and to adjust for changes in the user interface (notably, the replacement of minimised application icons with the taskbar). Home Planet now looks and behaves like a 32-bit Windows application, and some aspects of the program will run faster due to more efficient addressing of large blocks of data such as the star maps and planetary position coefficient tables.
Release 3.1 is a minor update to 1997's Release 3 which fixes a couple of cosmetic year 2000 problems, incorporates a work-around for a problem in Windows 98 displaying large images on true-colour (24 or more bits per pixel) displays, and updates the help file to compensate for a Microsoft torpedo in Windows 98 which refused to display it on some systems claiming it was in an "unknown language".
Home Planet is in the public domain; it is free software. It is not shareware--you don't have to register it or pay anybody, and the version you download is fully functional as soon as you install it. You are free to give copies to your friends, post it on other systems, and otherwise use and distribute it in any way without permission, restriction, attribution, or compensation of any kind.
http://www.fourmilab.ch/homeplanet/samples/r3/help15.gif
John Walker
info@fourmilab.ch
http://www.fourmilab.com/homeplanet/homeplanet.html
http://www.fourmilab.ch/homeplanet/download/3.1/hp3full.zip
Release 3.2 Earth Image Upgrade - 7455/1235 KB
http://www.fourmilab.ch/homeplanet/download/3.2u/mapbits-32u.zip
http://www.fourmilab.ch/homeplanet/download/3.2u/mapbits-32um.zip
screensaver - 258 KB:
http://www.fourmilab.com/homeplanet/download/3.1/hp3ssave.zip


Mirapla Sky v1.2.1 - 273 KB
Mirapla Sky - A realistic night sky on the small screen.
Mirapla Sky is designed for learners. It provides a very realistic view of the stars as seen with the unaided eye, which allows you to practise identifying stars and constellations during daylight hours, and when the weather is cloudy. Due to its high degree of realism and simplicity it is recommended for learning the constellations in conjunction with an Astronomy In Your Hands Star Wheel. (http://www.astronomyinyourhands.com/starwheel/starwheel.html)
Fabio Cavicchio
info@msbsoftware.it
http://www.astronomyinyourhands.com/software/software.html
http://www.astronomyinyourhands.com/software/MiraplaSkySetup.exe


Moon Calculator v6.0 - 508 KB
Moon Calculator (MoonCalc) is a DOS program which provides information relating to the position, age, phase, orientation, appearance and visibility of the moon for any given date, time and location on earth. It also provides the Julian Day Number, Magnetic Declination, time and direction of moonrise and moonset, interval between sunset and moonset, interval between sunrise and moonrise, date/time of astronomical new moon (conjunction), full moon, apogee and perigee and predicts the likelihood of visualising the young moon from a particular location. Data pertaining to solar and lunar eclipses in any year are also shown. MoonCalc provides Hijri calendar data including location dependent Hijri date conversion using predicted crescent visibility. Automatic local and regional (tri-zonal) Hijri calendar tabulation is possible.
The program can scan the globe at the start of any lunar month to find the location, date/time and circumstances of earliest crescent sighting using a variety of ancient and modern moon sighting criteria. The program is able to draw world maps (flat and spherical projections) showing areas of the globe where the young moon is likely to be seen.
Graphical displays showing the position of the moon on a star chart and the position of the moon in a simulated local sky (horizon view or traditional circular sky-chart view) can be produced and printed out. A close-up of the near side of the moon (showing orientation of the moon's limbs and position of the lunar craters), correct for a given observation site, is also provided. This close up takes into account the effect of libration and 'limb shortening' (optional). A graph of lunar libration for an entire month can be plotted.
There is a choice of either topocentric/geocentric co-ordinates and apparent/geometric sunset. Correction for atmospheric refraction is optional.
The program has a built in atlas database which stores latitude and longitude data of upto 1000 cities (ships with over 100 cities already entered). There are many user-configurable features.
http://www.starlight.demon.co.uk/mooncalc/MC6_starmap.gif
Dr. Monzur Ahmed
monz@starlight.demon.co.uk
http://www.starlight.demon.co.uk/mooncalc/
http://www.starlight.demon.co.uk/mooncalc/moonc60.zip


QiblaCalc v1.0 - 254 KB
QiblaCalc is a Windows program which calculates the Qibla direction (i.e direction of the Kabbah) from any location on earth. Unlike other programs which give the direction relative to true north, QiblaCalc also gives the direction relative to magnetic north as determined by a compass. This is achieved using a sophisticated geomagnetic field model to calculate the strength and direction of the earth's magnetic field at any location. The program also displays the Magnetic Declination (Mag Dec) which is the difference in degrees between magnetic and true north. For example, if the Mag Dec is +5 degrees, then magnetic north is 5 degrees east of true north. If Mag Dec is -5 degrees, then magnetic north is 5 deg west of true north.
QiblaCalc gives dynamic real-time data as you pass the mouse cursor over a beautiful map of the earth. QiblaCalc also produces spherical maps of the earth as it would appear from space from a point above your location. Apart from Qibla direction, QiblaCalc can also determine the distance between any two locations and the direction of *any* location from *any* other location.
http://www.starlight.demon.co.uk/qibla/qibla2.gif
Dr. Monzur Ahmed
monz@starlight.demon.co.uk
http://www.islam-australia.com.au/salat/Download.htm
http://www.islam-australia.com.au/salat/programs/qibla10.zip




Sky Charts v2.76 - 15 MB
This program enables you to draw sky charts, making use of the data in 16 catalogs of stars and nebulae.
In addition the position of planets, asteroids and comets are shown.
The purpose of this program is to prepare different sky maps for a particular observation.
A large number of parameters permit you to choose specifically or automatically which catalogs to use, the colour and dimension of stars and nebulae, the representation of planets, the display of labels and coordinate grids, the superimposition of pictures, the condition of visibility and more.
These features make this celestial atlas more complete than a conventional planetarium.
Please look at the catalog descriptions in the documentation for explanation about the catatogs used and how to obtain other catalogs for use with the program.
For use with Windows 95/98/NT/2000/XP
http://www.stargazing.net/astropc/exemples/screen1.gif
Patrick Chevalley
pch@freesurf.ch
http://www.stargazing.net/astropc/
http://ftp.univie.ac.at/mirror/simtelnet/win95/science/cdcin276.zip
Hungarian language pack - 171 KB:
http://www.stargazing.net/astropc/prog/cdclangHU.exe


Stellarium v0.6.2 - 9542 KB
Stellarium is a free software available for Windows, Linux/Unix and MacOSX. It renders 3D photo-realistic skies in real time. With stellarium, you really see what you can see with your eyes, binoculars or a small telescope.
Features :
- Over 120000 stars from the Hipparcos Catalogue with name and infos for the brightest ones.
- Planets in real time, with a powerfull zoom mode to see them like in a telescope.
- Drawing of the 88 constellations with their names.
- Drawing of more than 40 messiers objects (Orion, M31 etc..).
- Photorealistic Milky Way.
- Ground, fog, and landscape.
- Star twinkling.
- Grids in Equatorial and Azimuthal coordinates.
- Time control (real time and accelered time modes).
- Graphical menu for simple utilisation.
- Clikable stars, planets and nebulas with informations.
- Ecliptic and celestrial equator lines.
- Smooth real time navigation.
- Windowed and fullscreen modes.
Important: Stellarium should not be used for very high accurate calculation or ephemerids like eclipse predictions. However, it is the ideal program to prepare an observation evening with naked eye, binocular, or small telescope.
Requirements :
- Windows 95/98/2000/NT/XP or Linux/Unix or MacOSX.
- A 3D Card with a support for OpenGL. At least a Voodoo3 or a TNT2 is recommended for very smooth animation.
- A dark room for realistic rendering : details like the Milky Way or star twinkling can't be seen in a bright room.
http://stellarium.sourceforge.net/gfx/screenshot1.jpg
The Stellarium Team
stellarium@free.fr
http://stellarium.sourceforge.net/
http://switch.dl.sourceforge.net/sourceforge/stellarium/stellarium-0.6.2.exe


The Electric Astrolabe - 474 KB
The Electric Astrolabe is a fully animated planetarium program in the form of a planispheric astrolabe. The singular advantage of the astrolabe display is that it shows the entire sky, both visible and invisible, on a single screen. Unlike a static instrument, The Electric Astrolabe can be set for any location and includes accurate positions of the Sun, Moon, and planets. In addition, The Electric Astrolabe includes over 150 stars which can be displayed as constellation asterisms and all of the Messier objects. Either a north or south projection can be shown. You can also display the phase of the Moon, Jupiter's moons, Saturn's rings, lunar eclipses and the phases of the planets at any time. The color of the sky above the horizon changes from blue, through twilight gray to black depending on the position of the Sun.
Also included are an animated orrery showing the planetary orbits and several text screens giving precise solar, lunar and planetary positions, a help screen and several screens for customizing the program to your location and choice of colors and making it easy to use. Text entry screens are implemented as a sort of astronomical spreadsheet. That is, changes to a value cause all related to values to be updated automatically.
http://www.astrolabes.org/electric.gif
James E. Morrison
janus.astrolabe@verizon.net
http://www.astrolabes.org/electric.htm
http://www.astrolabes.org/astrolab.exe




[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Graxo... de onde vens?
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2005 05:29

At 02:30 14/6/2005, you wrote:
>Vem do lat. crassus, gordo, espesso. Estah conexo com graxa e tb com o
>ing. grease e com o fr. gras (de foie gras).
>
>[]s,
>
>Roberto Takata


Hunnnn...
talvez venha do fato desses ácidos orgânicos estarem conectados numa
molecula de glicerol, formando os oleos e gorduras.

Seriam os acidos presentes nas gorduras.
Não sei.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: RES: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!
FROM: mauricio@bec.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2005 08:33

Ola Alberto e todos,

Muito claro o seu posicionamento. Permita-me uma outra pergunta: Podemos
afirmar que existem "varios" metodos cientificos? Se sim, como avaliar o
melhor?

Grato,
Mauricio Mendonca


-----Mensagem original-----
De: Alberto Mesquita Filho [mailto:albmesq@uol.com.br]

> Daí eu perguntaria, existe "**O** metodo cientifico?" (No sentido de
> ferramenta capaz de produzir um conhecimento genuinamente verdadeiro.)

No sentido apontado eu diria que não. O método não "produz" conhecimentos
no sentido de verdadeiros mas sim auxilia-nos na busca pela verdade sem nos
dar garantia de termos chegado a termo. O cientista não inventa nem produz
verdades, simplesmente descobre algumas verdades relacionadas aos fenômenos
naturais (em especial os fenômenos que se repetem, sempre que as condições
iniciais puderem ser bem definidas e reproduzidas -- regra da
repetitividade). Quando muito, após interpretarmos uma dada experiência de
maneira supostamente correta, poderemos desconfiar que estamos mais próximos
da verdade do que estávamos antes.

Sob certos aspectos o método científico, interpretado como "caminho" (o
caminho trilhado pelos cientistas em sua busca pela verdade), não difere
muito do que poderia ser chamado "método cognitivo" e, como tal, nada mais
seria senão um conjunto de raciocínios lógicos dispostos em série e
destinados a um fim específico (chegar a uma verdade a partir de outras
aceitas como tais). O que caracteriza a cientificidade é que em meio aos
raciocínios inerentes ao método (dedução, análise, indução e síntese), e
para que se chegue a uma nova "verdade", impõe-se a experimentação e não
apenas uma observação inicial seguida da intuição (no sentido de insight).
Como diz Omnès (referência abaixo): "o procedimento científico implica em
interrogarmos o real duas vezes: na entrada (observação) e na saída do
processo (experiência)." O mais é teoria e teoria sem experimentação não é
ciência.

Exponho ligeiramente essa seqüência de raciocínios lógicos no artigo "A
práxis científica": http://ecientificocultural.com/ECC2/FilCien/cap03.htm

Citação: OMNÈS, Roland (1994), Filosofia da Ciência Contemporânea, Ed.
Unesp, São Paulo, 1996 (tradução), p. 277.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



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SUBJECT: RES: [ciencialist] Re: Fw: trabalho
FROM: mauricio@bec.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2005 09:22

Carlos,

O som *poderia* ser transmitido por cabos de cobre... mas teria dois
problemas principais.
1. Seria necessario uma conexao fisica ponto a ponto... entre cada par de
"telefones" (como na brincadeira de ligar duas latas com um cordao)
2. A velocidade do som é bem menor q as ondas eletricas... e principalmente
a perda do sinal seria um limitador da distancia.

Ou seja seria inviavel tecnicamente e comercialmente.

Boa sorte.
Mauricio Mendonca

-----Mensagem original-----
De: rmtakata [mailto:rmtakata@altavista.net]
Enviada em: terça-feira, 14 de junho de 2005 02:35
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Re: Fw: trabalho


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> De: carlos backes
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: domingo, 12 de junho de 2005 15:20
> Assunto: trabalho
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: trabalho
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2005 10:01

Errado. A resposta correta é: para dar emprego aos engenheiros eletrônicos!

[ ]s

Alvaro Augusto



----- Original Message -----
From: Cyberlander
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 14, 2005 2:47 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Fw: trabalho


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[ ]'s
D.C.


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From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, June 14, 2005 2:34 AM
Subject: [ciencialist] Re: Fw: trabalho


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[]s,

Roberto Takata


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Interpretar!
> []'
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
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> -----Mensagem Original-----
> De: carlos backes
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: domingo, 12 de junho de 2005 15:20
> Assunto: trabalho
>
>
> Ola meu nome é Carlos
> gostaria de saber uma explicação para a qual foi adotado o sistema
de pulso eletrico para o telefone ao invés de se usar a transmisão por
vibração do som....
> desde ja meu muito obrigado.........
>
>
>
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> Yahoo! Mail: agora com 1GB de espaço grátis. Abra sua conta!
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>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2005 14:57

----- Original Message -----
From:
Sent: Tuesday, June 14, 2005 8:33 AM
Subject: RES: [ciencialist] Re: Fraude na ciencia!

> Permita-me uma outra pergunta: Podemos afirmar que existem "varios"
> metodos cientificos? Se sim, como avaliar o melhor?

A resposta será diversa, dependendo da abordagem que utilizarmos ao definir
o que seja "método científico".

Vamos pensar primeiro em método como algo relacionado ao "caminho trilhado
pelo cientista ao produzir conhecimentos". Essa identificação com caminho
não deve ser levada ao pé da letra, não se trata de uma "estrada" a ser
percorrida, mas um conjunto de regras de raciocínio seguidas de maneira
seqüencial. O cientista pode também cometer erros nessas suas andanças, ir e
voltar, pegar atalhos (por exemplo, experiências de pensamento), etc. Às
vezes chega-se a uma possível verdade pelo método de tentativa e erro, ou
seja, o método não chega a ser seguido da maneira adequada, mas esse outro
caminho também pode, ou não, levar ao mesmo destino. O importante é que ao
procuramos justificar uma descoberta, sempre poderemos chegar à mesma
seguindo o método científico. O importante não está, por exemplo, em saber
se Galileu seguiu ou não o método científico, mas no fato de podermos chegar
às mesmas conclusões que ele chegou utilizando-se da seqüência de
raciocínios que nos parece ser a mais correta e a caracterizar o que
chamamos método científico.

Deve-se notar também que nem sempre o cientista está preocupado em seguir o
método, mesmo porque quem estuda o método não é o cientista e sim o
epistemólogo. Ou seja, este verifica "a posteriori" que o cientista chegou a
uma determinada conclusão que se justifica pelo fato de podermos chegar a
essa mesma conclusão seguindo um raciocínio lógico. Vou expor um trecho de
um trabalho que estou escrevendo:

********** início da citação **********
...o cientista, consciente ou inconscientemente, quer queira, quer não
queira, ao produzir conhecimentos científicos utiliza-se do método
científico, cabendo ao estudioso em teoria do conhecimento decodificar ou
decifrar esse método. A ciência, enquanto tal, evolui independentemente da
existência do método, da mesma maneira que os planetas circulam ao redor do
Sol, indiferentes à existência ou não das leis da mecânica ou da gravitação.
Obviamente o método poderá interessar ao pedagogo ou a todos aqueles que se
preocuparem com a formação de pesquisadores, bem como aos cientistas que
pretenderem aprimorar sua maneira de fazer ciência. Bem ou mal estes
cientistas já utilizam o método de uma maneira muito semelhante àquela
apresentada pelo músico que toca um instrumento por ouvido. Nota-se, no
entanto, que a maioria daqueles que produziram ciência de alta qualidade,
preocuparam-se, em alguma etapa de suas vidas, em aprender metodologia
científica e/ou em tecer considerações sobre o método que empregavam.
********* final da citação *********

A segunda versão trata do método sobre um enfoque bastante diferente. Esse
método, que é aceito por muitos estudiosos da atualidade, na realidade seria
o que chamo "método das grandes unificações" e/ou "método das teorizações".
O "caminho" neste caso não seria aquele percorrido por um único cientista,
mas por uma comunidade de cientistas que colaborou para a construção de uma
nova ciência, por exemplo, a mecânica de Newton ou o eletromagnetismo de
Maxwell. Para cada pequeno descobrimento, cada cientista seguiria as linhas
de raciocínio comentadas acima, mas o método em si não seria este e sim o
conjunto das etapas percorridas pela comunidade. Omnes, por exemplo, retrata
esse método como tendo quatro tempos (ou eras): 1) Empirismo (período de
acumulação de conhecimentos); 2) Conceptualização (período de dedução de
hipóteses da teoria a ser desenvolvida); 3) Elaboração (período de
teorização propriamente dita, ou de reunião das hipóteses num todo
coerente); e 4) Verificação (período de verificação das previsões e/ou de
falseamento). Via de regra passam-se vários séculos entre a primeira etapa e
a última.

Neste caso os epistemólogos não estão em acordo quanto à unicidade do
método. O método em quatro tempos, da maneira exposta acima, seria válido
para as ciências naturais. Vou expor outro trecho do mesmo trabalho que
estou escrevendo:

********** início da citação **********
O "método das ciências naturais" nem sempre chega a ser visto com bons olhos
pelos especialistas em ciências humanas. SEVERINO, em palestra recente,
chegou a afirmar que o "método das ciências naturais" teria sido
sistematizado no século XIX e o método utilizado nas ciências humanas está
em vias de consolidação e, realmente, parece diferir do primeiro. Não
obstante, Severino chama a atenção para duas áreas das ciências que não se
adaptam a nenhum desses dois métodos e que seriam os ramos das ciências
humanas voltados excessivamente à práxis, quais sejam, a política e a
educação. Desta forma, haveria um terceiro método científico relacionado às
ciências políticas e às ciências educacionais. A sistematização desse
terceiro método seria obra a ser levada a efeito no século XXI. Muito bonita
e muito lógica a colocação do mestre que, obviamente, não sei repetir com a
mesma desenvoltura. É importante perceber que tanto Popper quanto Severino
estão se referindo ao método das ciências naturais como sendo aquele a que
me referi na introdução do item 1.4, qual seja, o que chamei por método da
teorização e/ou das grandes unificações.
********* final da citação *********

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.




SUBJECT: Re: Graxo... de onde vens?
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2005 15:05

> At 02:30 14/6/2005, you wrote:
> >Vem do lat. crassus, gordo, espesso. Estah conexo com graxa e tb
> >com o ing. grease e com o fr. gras (de foie gras).

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
> Seriam os acidos presentes nas gorduras.

Ao q. parece sim, a ideia seria essa.

[]s,

Roberto Takata




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2005 15:21

----- Original Message -----
From: "JVictor"
Sent: Thursday, July 14, 2005 10:41 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.

Victor: Respeito seu modo de pensar e suas convicções, mas vou me permitir
algumas informações que podem ser checadas à vontade. .

Alberto: O que você afirma tem muito de verdade, mas lamento dizer que você
está confundindo ciência com tecnologia. Tudo que você expôs, deve ter uma
explicação inteligível e essa explicação você jamais encontrará nos absurdos
propalados no século XX (relatividade e ou quântica). Dizer que a
relatividade de Einstein explica tudo isso é o mesmo que dizer: "me engana
que eu gosto". Interprete devidamente a *física* newtoniana e você não
precisará ficar contabilizando o número de fantasmas que habitam o castelo
relativístico.

Victor: A comparação passao a passo, de uma e de outra, mostrará as
diferença teórica entre elas, e as bases em que se assentam, bem como os
respectivos limites de alcance. A seguir, o juiz final, IlMº Sr.Dr. Prof.
Experimento, decidirá quem vai estar com a razão.

Alberto: O problema não está na experiência --pois a *física* newtoniana
explica tudo isso com o pé nas costas, coisa que a relatividade de Einstein
não faz a não ser através da enganação-- mas na aceitação ou não dos
absurdos relativísticos. Por acaso você sabe o que é *física* newtoniana? Se
pensou única e exclusivamente naquele modelo de três leis, você está
totalmente enganado.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Global Consciousness Project
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2005 16:25

Meu amigo (cardiologista) insiste em receber algum comentário desse tema. O máximo que posso fazer, disse a ele, é repetir o e-mail e aguardar que algum 'místico oculto por elipse se manifeste.
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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-----Mensagem Original-----
De: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 13 de junho de 2005 15:16
Assunto: [ciencialist] Global Consciousness Project


Olá pessoal,

um amigo trouxe à baila o seguinte tema (e já vem linkado):

http://noosphere.princeton.edu/

falando a respeito da Global Consciousness Project .

Onde estão os especialistas nisso?
Aguardo.......

[]'
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Lenard
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2005 16:28

He he he ... se eu excluir o Newton do Imperdível só sobra o "in"!
Qdo eu 'botei' o Newtão na Terra eu lhe dei tb um interruptor e, no ouvido sussurrei --- faça-se a luz!
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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-----Mensagem Original-----
De: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 13 de junho de 2005 21:24
Assunto: Re: [ciencialist] Lenard


Alvaro/Léo,

Olha, Newton não era o mau caráter que Lenard foi. Nem de longe, apesar de ser turrão e algumas vezes tendencioso, como com aquela história com Leibnitz e Huygnes. Fora isso, quando era Administrador e Fiel Guardião do Tesouro Inglês, vez outra assinava umas sentenças que determinavam pendurar pelo pescoço suposto ladrões do tesouro Inglês. O cara era pendurado pelo pescoço, é o que ele mandava fazer. Se morria por essa besteira, o problema não era dele. É que o condenado era morredor mesmo.
Por isso, Léo, Newton de volta ao Imperdível, já.
Heisenberg chefiou o programa de energia nuclear, mas acho que a bomba não saiu primeiro porque ele não se esforçou. Desconfio disso. Heisenberg, apesar de nazista, escapa.
Agora, Lenard não pode ser comparado a nada, nem mesmo a coisas ruins!

Sds,

Victor.



----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 13, 2005 9:58 AM
Subject: Re: [ciencialist] Lenard


OK. Tb excluirei Newton do Imperdível. Vou deixar só as leis de Léo!
[]'
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-----Mensagem Original-----
De: "Alvaro Augusto (E)" <alvaro@electraenergy.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 13 de junho de 2005 12:23
Assunto: Re: [ciencialist] Lenard


Andante, ma non troppo! A ciência trata de fatos, não da moral das pessoas que trabalharam com eles. Se Einstein era mau pai, se não tomava banho, e se se intoxicava de café e tabaco, isso não faz a mínima diferença para a física. O mesmo vale para Lenard, um rematado canalha. Apesar disso, Lenard tem seu lugar garantido na história da física.

Cabe também lembrar que o mundo não é tão preto e branco como gostaríamos. Basta lembrar que outros físicos que ficaram ao lado do nazismo foram Planck e Heisenberg. Sem falar que Isaac Newton, que muitos aqui idolatram, não era muito diferente de Lenard...

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, June 13, 2005 8:25 AM
Subject: Re: [ciencialist] Lenard


Gostei de saber tais detalhes --- Lenard está excluído do Imperdível!
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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-----Mensagem Original-----
De: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 12 de julho de 2005 21:46
Assunto: Re: [ciencialist] Lenard


PSavio escreveu:

> Alguém poderia dar informações sobre o físico Phillip Lenard; qual o
> papel dele na física do início do século?
>
> Pedro
> *
> *Olá Pedro,


Esse Lenard foi um físico experimental alemão, que trabalhou com raios
catódicos, e acabou com um Nobel, em 1905. Apesar de bom físico
experimental, ser um cara inteligente, era moralmente desprezível.
Fofoqueiro, mentiroso, nazista ferrenho, cachorrinho de hitler e seus
asseclas. Infernizou a vida de Roentgen, tentou de todas as maneiras
desfazer de seu trabalho, atentando contra a honra do descobridor dos
raios-X, e quase lhe escangalha a vida. Investiu contra os judeus, com
uma fúria e um ódio medonhos, considerando-os inferiores, vermes, como
os seus chefes nazistas. Se ariano, poderia ser bom físico.Se judeu,
não. Então, Einstein e outros físicos judeus jamais poderiam ser bons
físicos, ou terem capacidade para criar qualquer coisa. Para mostrar que
Einstein era um zero à esquerda, o nazista sacou um artigo de Soldner,
já morto e enterrado(o artigo), cujo valor para o desvio do periélio era
0,84 graus, e disse que Einstein havia plagiado sua TR, do verdadeiro
autor, Soldner. Mas escondeu que o valor previsto por Einstein era 1,7!.
Na ciência há também picaretas e malandrões. Eis um exemplo, com direito
a Nobel e tudo. Deve estar, hoje, se revirando na cova, ao ver a obra de
um não ariano a todo vapor( não só a TR, claro).

Victor.




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Global Consciousness Project
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2005 17:50

Passei os olhos no site, de forma aleatoria. :-)

A ideia principal(?) do projeto eh que uma ´consciencia global´(sic)
poderia afetar um gerador de numeros aleatorios.

Parece mais um estudo ´correlacionador maluco´. Qualquer alteracao
na aleatoreidade do gerador e eles correm a procura de uma explicacao.
Como dizem os antigos... "quem procura, acha!". :-)

Bom... nao sei mais detalhes. Em boca fechada nao entra mosca. :-)

Ateh
Luis Brudna

On 6/14/05, Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
> Meu amigo (cardiologista) insiste em receber algum comentário desse tema. O máximo que posso fazer, disse a ele, é repetir o e-mail e aguardar que algum 'místico oculto por elipse se manifeste.
> []'
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
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> De: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
> Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Enviada em: segunda-feira, 13 de junho de 2005 15:16
> Assunto: [ciencialist] Global Consciousness Project
>
>
> Olá pessoal,
>
> um amigo trouxe à baila o seguinte tema (e já vem linkado):
>
> http://noosphere.princeton.edu/
>
> falando a respeito da Global Consciousness Project .
>
> Onde estão os especialistas nisso?
> Aguardo.......
>
> []'
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2005 22:17

----- Original Message -----
From: "JVictor"
Sent: Thursday, July 14, 2005 9:00 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.

> Eu não sei qual o problema em admitir que Newton, apesar do gigante
> intelectual que foi, não foi o todo poderoso, que descolou uma teoria do
> nada, para explicar tudo, uma teoria mágica e perfeita (e perfeita ela não
> é, isso eu lhe garanto...como é facílimo de provar, basta conhecê-la bem),
> como se uma teoria fosse a derradeira verdade sobre as verdades essenciais
> da natureza.

Pois neste parágrafo você disse exatamente o que eu esperava ouvir para que
pudesse comprovar que você realmente não conhece a física newtoniana. Não há
mais o que dizer, sinto muito, vou fingir que acredito que você "a conhece
bem", mas antes de encerrar o papo deixe-me fazer algumas considerações
finais a respeito:

A física newtoniana nunca foi uma teoria fechada e essa é uma verdade que
não se aprende na escola mas tão somente lendo Newton, pois muitos daqueles
livros que você gosta de citar foram escritos por autores "modernos" que
ignoram essa realidade. Não digo todos pois não li toda a bibliografia
mundial referente ao assunto, mas já li bastante --muito mais do que você
possa imaginar-- e por enquanto meu ibope é de 100% a esse respeito. Vou
citar apenas uma frase dos últimos anos de Newton, a resumir o que ele
pensava sobre essa "derradeira verdade" e a retratar o quão ciente ele
estava do caráter incompleto de sua obra:

********** início da citação **********
"Não sei de que modo o mundo me vê; mas a mim mesmo pareço ter sido apenas
um menino brincando na praia, entretendo-me com encontrar de quando em
quando um seixo mais liso ou uma concha mais bela do que o ordinário
enquanto todo o vasto oceano da verdade jazia inexplorado diante de mim."
********** final da citação **********

Os físicos clássicos tentaram navegar por este oceano descoberto por Newton,
mas não conseguiram ultrapassar a região da quebra das ondas. Já os físicos
"modernos" desistiram de seguir o caminho apontado por Newton, deram as
costas para esse "vasto oceano da verdade" e cairam num atoleiro (areão) no
início do século XX, onde estão até hoje. Dizer que a física "moderna" é
continuação do trabalho de Newton foi a piada do século XX, já está perdendo
a graça e a ponto de se transformar em tragédia, para aqueles que estão
começando a perceber que passaram a vida alimentando uma ilusão.

O que temos hoje são duas ficções, a relatividade por um lado e a quântica
pelo outro. Dois algoritmos que *às vezes* dão certo sem que se saiba onde,
quando, como, e nem porquê; e incapazes de sustentar a tecnologia. Os
tecnólogos *querem* explicar suas invenções através desses algoritmos (que
*às vezes* dão certo) por uma questão de orgulho pessoal, mas não conseguem
a não ser através de enganações em série e ordenadas segundo ciclos viciosos
sem fim e não apoiados em nada, tal e qual um castelo "construído" no ar.
Equações não explicam, equações simplesmente ou dão certo, ou não dão certo,
mas não nos dizem o porquê, a menos que em suas deduções tenhamos seguido
uma lógica racional (e é a lógica quem nos dá a resposta, não as equações).
Não existem "expliquações" e sim explicações, e essas não surgem a partir do
nada, tal e qual um coelho retirado de uma cartola.

Bem, era o que tinha a dizer e câmbio final (até a próxima thread). É
possível que você responda, mas eu vou parar por aqui.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Graxo... de onde vens?
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/06/2005 22:31

Graxo vem de graxa: Substância usada para conservar o couro e dar-lhe
brilho.
2. Quím. Emulsão de um sabão metálico num óleo, mais ou menos
consistente, destinada à lubrificação


-----Mensagem Original-----
De: "hymboldt2005" <hymboldt2005@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 13 de junho de 2005 20:57
Assunto: [ciencialist] Graxo... de onde vens?


Olá Pessoal

Alguém me ajuda, para descobrir de onde vem o termo GRAXO.

abs


Dirceu Dias





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SUBJECT: Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/06/2005 23:31

Oi Victor e Alberto,

Esta é só para dizer que estou acompanhando a discussão. Só estou
tendo tempo para ler as MSGs mas pretendo num futuro breve responder
em bloco.

Victor, peguei na biblioteca da PUC o livro de Rosser que você
recomendou numa MSG anterior. Já vi que tem bastante coisa sobre a
interpretação dele do paradoxo dos relógios (gêmeos) mas ainda não li.

Esta sua (Victor e Rosser(?)) interpretação, se te entendi bem, diz
que é errado calcular a dilatação temporal aplicando a TL no tempo de
viagem em MRU pois a dilatação só ocorreu durante a aceleração.
Desculpe se novamente entendi errado. Me confirme então.

Se for mesmo isto, me parece uma coisa inédita e tenho que voltar a
estudar isto pois me ensinaram diferente (ou não entendi).

Na verdade estudei relatividade em duas ou três ocasiões, durante a
minha graduação: No básico (4o. período); em Eletromag 2(?) (no 5o.)
(se não me engano) e um pouco no mestrado, eletromag 3 talvez.

Além destas não me interessei em fazer as cadeiras eletivas em torno
de TRR ou TRG. Mesmo porque já tinha escolhido experimental na área de
Física dos sólidos. Logo, não sou especialista em relatividade mas vou
reler o que os físicos dizer sobre isto. Vou ver um pouco o "seu"
Rosser, vou ler também Feynman, Moysés Nussenzveig além de Haliday,
Tipler, Serway etc.

Veremos se eles têm um acordo.
Depois te falo a minha impressão.

O que é muito interessante nesta estória é que, se você acha que só na
aceleração que as coisas acontecem, você não pensa assim tão diferente
de mim.

Só como um teste me diga qual é a solução do paradoxo dos três
relógios (semelhante ao dos gêmeos mas sem acelerações)?

Três relógio ("A", "B", "C") estão todo o tempo da experiência "fixos"
em seus referenciais inerciais. "A" se aproxima de "B" com v {ex.:
c/2) constante (visto de "B") nesta mesma direção mas em sentido
contrário "C" se aproxima de "B" também com velocidade v. por estar
mais próximo, "A" passa por "B" primeiro e nesse momento sincroniza
seu relógio com "B" (A:=B), depois de um tempo (sempre em MRU) "A"
passa por "C". "C" sincroniza seu relógio com "A" (C:=A). Quando "C"
passar por "B" eles comparam seus relógios. Qual será o resultado?

C=B;
C>B;
ou
C<B


???????

Quanto as duas "perguntinhas difíceis" que coloquei na outra MSG,
preciso ainda saber o resultado deste teste para conhecer seu jeito
próprio de ser relativista, antes de comentar suas resposta. Mas a
princípio me pareceu que você diz que é o relógio que atrasa e não o
tempo. Se foi isto, definitivamente não pensamos tão diferente assim.
:-)
:-)

[ ]'s
Hélio

PS. para o Alberto:

Eu gosto muito das três leis de Newton. São poesia para meus sentidos.
:-)





SUBJECT: Graxo... de onde vens?
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2005 00:55

At 22:31 14/6/2005, you wrote:
>Graxo vem de graxa: Substância usada para conservar o couro e dar-lhe
>brilho.
>2. Quím. Emulsão de um sabão metálico num óleo, mais ou menos
>consistente, destinada à lubrificação



COMO É QUE É LIPIDEO EM ESPANHOL ?

VAI VER.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2005 03:03

Olá, Hélio,

Desculpe se estiver sendo "incherido" respondendo a este problema
(parece que era só para o Victor responder), mas não resisti e
resolvi tentar "solucionar" o "paradoxo" dos tres relogios também;
principalmente porque não precisava de fazer contas nem calculos...
Aargh!...(risos). Espero nao ter feito muita salada (ou besteira)
aqui.

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Hélio Ricardo Carvalho
<hrc@f...> escreveu

> Só como um teste me diga qual é a solução do paradoxo dos três
> relógios (semelhante ao dos gêmeos mas sem acelerações)?
>
> Três relógio ("A", "B", "C") estão todo o tempo da
experiência "fixos"
> em seus referenciais inerciais. "A" se aproxima de "B" com v {ex.:
> c/2) constante (visto de "B") nesta mesma direção mas em sentido
> contrário "C" se aproxima de "B" também com velocidade v. por estar
> mais próximo, "A" passa por "B" primeiro e nesse momento sincroniza
> seu relógio com "B" (A:=B), depois de um tempo (sempre em MRU) "A"
> passa por "C". "C" sincroniza seu relógio com "A" (C:=A). Quando "C"
> passar por "B" eles comparam seus relógios. Qual será o resultado?
>
> C=B;
> C>B;
> ou
> C<B

A resposta é... "C<B".

O relogio B permanece sempre em "repouso" em relacao ao referencial
inercial. Num determinado instante o relogio A (que está mais proximo
de B, do que C está de B) começa a se mover em velocidade constante
(MRU: Movimento Retilinio Uniforme) em direção a B (que está
posicionado e "fixo" entre A e C no referencial). O simples movimento
de A em direçao a B já produz o efeito da "dilatação temporal" [mais
lógico seria pensar em "dilatação" do Movimento, e não do Tempo, mas
enfim...] em A, ou seja, o relogio A se atrasa em relação ao relogio
B. Quando o relogio A passa pelo relogio B primeiro, aquele marca
instantaneamente o mesmo de "tempo" de B. Então, o relogio A
ultrapassa o relogio B e continua sua trajetoria em direção ao
relogio C, que, por sua vez, ainda está se aproximando em velocidade
constante de B. Quando A encontra C, este marca o mesmo "tempo" de A
(que já está atrasado em relação ao relogio B devido à dilatação
do "tempo"). Quando o relogio C (que sincronizou com A) seguindo seu
caminho, finalmente alcança o relogio B, estará atrasado em relação a
B: não somente pelo fato de que antes o relogio C havia se
sincronizado com um relogio atrasado (relogio A), mas também porque o
relogio C, dependendo de sua velocidade em direção ao relogio B,
sofreu uma "dilatação" do Movimento... Oops! digo... "Tempo", devido
a sua velocidade constante (MRU) em relação a B.

Se a velocidade constante do relogio C for igual a do relogio A,
o "tempo" de A será igual ao de C, e o "tempo" de ambos mais lento
que o "tempo" de B. Porém, se a velocidade constante do relogio C for
maior do que a do relogio A, o "tempo" do relogio A será mais rápido
do que o do relogio C, devido à "dilatação" e "contração" do
moviment... (?) haaã... digo... "tempo" descrito pela relatividade.


Um abraço,
Marcelo

>
> ???????
>
> Quanto as duas "perguntinhas difíceis" que coloquei na outra MSG,
> preciso ainda saber o resultado deste teste para conhecer seu jeito
> próprio de ser relativista, antes de comentar suas resposta. Mas a
> princípio me pareceu que você diz que é o relógio que atrasa e não o
> tempo. Se foi isto, definitivamente não pensamos tão diferente
assim.
> :-)
> :-)
>
> [ ]'s
> Hélio
>
> PS. para o Alberto:
>
> Eu gosto muito das três leis de Newton. São poesia para meus
sentidos.
> :-)





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/06/2005 05:00

----- Original Message -----
From: "marcelomjr"
Sent: Wednesday, June 15, 2005 3:03 AM
Subject: [ciencialist] Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.

Olá Marcelo

Eu disse que não ia mais participar dessa thread mas não resisti. :-)

> A resposta é... "C<B".
> O relogio B permanece sempre em "repouso" em relacao ao referencial
> inercial.

Aí depende, pois estamos falando em relatividade. Você escolheu o
referencial de B para resolver o problema (talvez induzido pela maneira como
o Hélio enunciou o problema), mas o resultado deveria ser o mesmo qualquer
que fosse o referencial escolhido. Tente, por exemplo, resolver o problema
escolhendo o referencial de C e veja se o resultado será o mesmo. Afinal, o
postulado 2 da TR garante essa escolha. Apenas um detalhe: ao invés de v =
c/2 (indicado pelo Hélio), opte por v = c/3 (também é uma velocidade
relativística), apenas para que neste referencial não tenhamos a situação
incômoda de A estar se aproximando de C na velocidade da luz.

Com essa escolha, ou seja, no referencial de C teremos C sempre em repouso,
B aproximando-se de C na velocidade v = c/3 e A aproximando-se de B e de C
na velocidade 2v/3.

E agora? Seguindo o seu raciocínio, deveríamos ter agora "B<C" , pois "o
relógio C permanece sempre em 'repouso' em relação ao referencial inercial".
(Perceba que os três referenciais são inerciais.)

Acho então que a solução não é essa, mas como eu já me despedi desta thread
:-), deixo a cargo do Victor e do Hélio a discussão sobre se há ou não
paradoxo no caso.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.
FROM: "Ricardo Soares Vieira" <rickrsv@yahoo.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/06/2005 07:41

Caro JCVictor

Gostei muito de como tratou do assunto. O Sr. disse que alguém quisesse mandaria os cálculos... Se posível, eu quero sim (só se estiver pronto, não quero dar trabalho e nem desconfio do Sr, é mais para eu entender melhor...)

Só tenho a fazzer um comentário: Cinemáticamente, temos que conferir a aceleração uma tal absolutividade não? Pois considere que ambos os astronaltas se acelerem em direções opostas, em relação a um sistema inercial, então, creio que els se sincronizariam ao voltar não? E a partir dessa medida, (relacionando a direfença de tempo esperado se apenas um deles se acelerasse), eles não poderiam portanto descobrir o seu próprio movimento? um deles não descobriria que está em repouso ou não se for o caso...

Já vi que tem potencial para esclarecer paradoxos, gostaria de saber se se interessaria em resolver um que eu formulei, já apresentei aqui, mas acho que ninguém entendeu: é o paradoxo das tortas:

Resumidamente:

Em um trem há um mecanismo de lançamento de tortas (por um botão, o piloto do trem aciona o lançamento. Há fios de mesmo comprimento que comunicam até o dispositivo de disparo das tortas, logo elas são lançadas simultaneamente, ou seja, a "frente-de tortas" é paralela ao trem.). As toras são lançaas de tal forma que atingem várias pessoas q estão na estação. Mas quando observado da estação, devido a relatividade da simultaneidade, cada torta é lançada de um ponto x e pela transformação de lorentz, cada qual sera emitida num instante diferente... Pela luz vinda das tortas distantes (cuja velocidade é mair q a as tortas) as pessoas do lado 0nde as tortas são lançadas por último, vê as outras pessoas serem atingidas, assim, pensam rápido e se desviam. Ora se é isso o que ocorre, então, o motorista deve encontrar que algumas pessoas, sem explicação, sabiam que as tortas seriam lançadas (considerando que todas as pessoas pensam iguais, se algumas foram atingidas e outras não, significa que antes das tortas serem lançadas, aquelas que se desviartam sabiam do lançamento antes do botão ser apertado...). Ora, se o motorista vê que o seu plano não vai daar cert, ele não aperta o botão. Aí não há tortas, não há motivo que explique o abaixamento daquelas pessoas, contanto, elas já abaixaram (é um paradoxo de causalidade)...

Como podemos elucidar esse caso???

Dificil eu acho.

Parabéns pela demonstração. Até mais...

Rick



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: chadwich
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/06/2005 08:12

Ajuda de químico ao consulente ... supondo que modelo atômico seja coisa de químico.
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Adriano" <adrianokerou@ig.com.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: domingo, 12 de junho de 2005 14:14
Assunto: chadwich


Meu nome é MAIARA GONZAGA PRIANTE meu apelido é MA e moro em SÃO JOSÉ DOS
CAMPOS dai vem meu e-mail: nikky_gilr@hotmail.com.
Gostaria de saber tudo sobre a evolução do modelo atômico de chadwich. por
favor me mande urgente, é um trabalho de escola. Agradecida, MAIARA.
obrigada



--
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SUBJECT: Fw: ajuda
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/06/2005 08:23

Especial para o Takata. Aliás, aguçou minha curiosidade.......
[]'

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Solange Peixinho
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: domingo, 12 de junho de 2005 14:57
Assunto: ajuda


Caro Prof. Luiz Ferraz Netto:

Acabo de ler sua excelente exposição sobre marés. Pensei então que o Senhor é a pessoa que poderá me ajudar a resolver o seguinte problema: Como calcular o tempo de exposição dos seres que vivem no entremarés de um manguezal (baixa declividade), a partir da tábua de maré?
Obrigada por sua atenção.
Profa. Solange Peixinho -UFBA


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SUBJECT: Fw: Magnetismo dos corpos
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/06/2005 08:26

Alguém pode me interpretar isso?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Everson Silva
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: domingo, 12 de junho de 2005 21:23
Assunto: Magnetismo dos corpos


Olá Sr Luís, sou estudante de eletromecânica da escola SENAI, pesquisador assíduo do site feira de ciências. Em 1º lugar quero parabenlizar-te pelo site, pela renomação catedrática e agradecer pelo quanto o mesmo tem me ajudado nas pesquisas acadêmica.

Gostaria de saber se o Sr poderia me ajudar : Estou desenvolvendo trabalho com conseitos de eletromagnetismo, ferro-magnetimo e espectro-eletromagnetismo e estou com dificuldades em encontrar um isolante para espectro-eletromagnetismo o mesmo adquirido em sensores e bobinas para detectores de metais, (propridades ferromagnéticas), um material isolante que iniba o metal de ser detectado pelo espectro.
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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: O Paradoxo dos Gêmeos não é paradoxo.
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/06/2005 08:59

Marcelo,

Esta é a "RELATIVIDADE DE MARCELO" que comentarei outro dia.

Agora estou aguardando a "RELATIVIDADE DE VICTOR", na verdade só a
confirmação daquilo que já aparentemente entendi do "Victor way of
Relativity".

:-)
:-)
:-)

[ ]'s
Hélio





--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "marcelomjr"
<marcelomjr@y...> escreveu
> Olá, Hélio,
>
> Desculpe se estiver sendo "incherido" respondendo a este problema
> (parece que era só para o Victor responder), mas não resisti e
> resolvi tentar "solucionar" o "paradoxo" dos tres relogios também;
> principalmente porque não precisava de fazer contas nem
calculos...
> Aargh!...(risos). Espero nao ter feito muita salada (ou besteira)
> aqui.
>
> ....
>
> A resposta é... "C<B".
>
> O relogio B permanece sempre em "repouso" em relacao ao
referencial
> inercial. Num determinado instante o relogio A (que está mais
proximo
> de B, do que C está de B) começa a se mover em velocidade
constante
> (MRU: Movimento Retilinio Uniforme) em direção a B (que está
> posicionado e "fixo" entre A e C no referencial). O simples
movimento
> de A em direçao a B já produz o efeito da "dilatação
temporal" [mais
> lógico seria pensar em "dilatação" do Movimento, e não do Tempo,
mas
> enfim...] em A, ou seja, o relogio A se atrasa em relação ao
relogio
> B. Quando o relogio A passa pelo relogio B primeiro, aquele marca
> instantaneamente o mesmo de "tempo" de B. Então, o relogio A
> ultrapassa o relogio B e continua sua trajetoria em direção ao
> relogio C, que, por sua vez, ainda está se aproximando em
velocidade
> constante de B. Quando A encontra C, este marca o mesmo "tempo" de
A
> (que já está atrasado em relação ao relogio B devido à dilatação
> do "tempo"). Quando o relogio C (que sincronizou com A) seguindo
seu
> caminho, finalmente alcança o relogio B, estará atrasado em
relação a
> B: não somente pelo fato de que antes o relogio C havia se
> sincronizado com um relogio atrasado (relogio A), mas também
porque o
> relogio C, dependendo de sua velocidade em direção ao relogio B,
> sofreu uma "dilatação" do Movimento... Oops! digo... "Tempo",
devido
> a sua velocidade constante (MRU) em relação a B.
>
> Se a velocidade constante do relogio C for igual a do relogio A,
> o "tempo" de A será igual ao de C, e o "tempo" de ambos mais lento
> que o "tempo" de B. Porém, se a velocidade constante do relogio C
for
> maior do que a do relogio A, o "tempo" do relogio A será mais
rápido
> do que o do relogio C, devido à "dilatação" e "contração" do
> moviment... (?) haaã... digo... "tempo" descrito pela
relatividade.
>
>
> Um abraço,
> Marcelo
>

<