SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo
FROM: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/03/2005 22:00

minha 1 º frase saiu cortada:

"não elimina, simplesmente pq o big bang está sendo..."

quiz dizer

"não elimina, simplesmente pq o big bang ()

teve de partir de algo, ou então esta energia agregada surgiu do além? (quem
falar de deus apanha ><) tanto que esta teoria

() está sendo..."

[]'s

Ivan "Doomer" Carlos
Social Engineering Specialist
Cell.: +55 (11) 8112-0666
icarlos@icarlos.net
www.icarlos.net
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----- Original Message -----
From: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, March 25, 2005 9:57 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo


>
> não elimina, simplesmente pq o big bang está sendo re-colocado em sua
> teoria
> como "Big Crunch" justamente por poder se tratar de um ciclo, de infinitas
> agregações e expansões
>
> alias.. o universo É o nada, a duvida mor é a sempre existência do
> conteúdo
> existente neste universo...
>
> Ivan "Doomer" Carlos
> Social Engineering Specialist
> Cell.: +55 (11) 8112-0666
> icarlos@icarlos.net
> www.icarlos.net
> --------------------------------------------------
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "Luis Brudna" <luisbrudna@gmail.com>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Friday, March 25, 2005 9:49 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo
>
>
>
> Serah que interpretacao do Big Bang como 'criacao do universo sob
> otica cientifica' eh saudavel?
>
> Penso no Big Bang como um evento que deu origem ao universo como
> conhecemos, nao como algo "onde tudo teve inicio".
>
> Serah que Big Bang necessariamente elimina o 'sempre-existencia'?
>
> Ateh
> Luis Brudna
>
>
> On Fri, 25 Mar 2005 21:31:51 -0000, junior_br2001
> <junior_br2001@yahoo.com.br> wrote:
>> Bem, eu defendo um universo que sempre existiu, não vejo motivos para
>> uma criação seja ela de natureza religiosa ou científica. Mas
>> gostaria de mais respostas, tipo mais opiniões e o conhecimento de
>> novas teorias
>> E obrigado pela indicação do livro
>> Abraços
>> JR
>
>
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> Para saber mais visite
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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>



SUBJECT: Re: Abundancia de hélio no universo
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/03/2005 22:13


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luis Brudna <luisbrudna@g...>
escreveu
> Serah que interpretacao do Big Bang como 'criacao do universo sob
> otica cientifica' eh saudavel?
>
> Penso no Big Bang como um evento que deu origem ao universo como
> conhecemos, nao como algo "onde tudo teve inicio".
>
> Serah que Big Bang necessariamente elimina o 'sempre-existencia'?
>


JR: Brudna se foi assim como voce está dizendo é tb o que eu penso.
Mesmo que porque que para mim, para se ocorrer uma explosão(ou
expansão) isso necessitariaia de materia e energia preexistente

Subtende-se que o nada sempre deverá ser alguma coisa, tipo
partículas subtomicas desconhecidas pela ciencia até o presente
moento, ou até mesmo conhecidas(como as que fisica quantica
enfatiza), mas que tem dificuldades de serem comprovadas

Mas, tem uma teoria científica que diz que matéria pode vir do nada,
tipo partindo de uma de energia zero (não sei se estou empregdo o
teermo corretamente

Desculpe a falta de terminologia científico-técnica no caso em questão
(sou leigo no assunto)

Mas se é o exatamente como voce está disendo eu aceito o Big -Bang
como uma teoria científica, caaso seja a origem do universo mesmo
partindo do nada- prefiro a teoria cíclica


JR





SUBJECT: Re: Abundancia de hélio no universo
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/03/2005 22:32


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ivan Carlos" <icarlos@i...>
escreveu
> não elimina, simplesmente pq o big bang está sendo re-colocado em
sua teoria
> como "Big Crunch" justamente por poder se tratar de um ciclo, de
infinitas
> agregações e expansões
>
> alias.. o universo É o nada, a duvida mor é a sempre existência do
conteúdo
> existente neste universo...
>


JR: OU Ivan. vamos ver se eu entendi. A dúvida da ciencia é no
concerne a existencia do conteúdo do universo, mas nao do universo em
si que é o nada, subtendendo-se que esse nada sejam particulas
atomicas e subatomicas que ocupam um espaço infinito, correto?

Se foi isso, voce está bem perto do que penso tb, um ciclo de
contrações e expanções.

O que me deixa intrigado é a teoria que diz que o Big Bang surgiu de
do nada a partir um ponto finito que foi se expandindo-se e criando
matéria, a partir de energia zero(não sei se estou me expressando
corretamente)
Mas acho que isso seria muito difícil de se testar. Pelo menos se
houvesse um experimento que corroborasse isso.

JR







SUBJECT: Re: Abundancia de hélio no universo
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 00:21


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, JVictor <jvoneto@u...>
> Victor: Em física estatística há um teorema, devido ao
> francês Henri Poincaré, que diz: "uma coleção finita de
> partículas presas num recepiente e submetidas às leis do
> movimento de Newton retrona necessariamente ao seu estado
> inicial após decorrido um período de tempo
> suficientemente longo".

Soh q. isso se o volume do recipiente for constante. Se ele crescer...
o Universo aparentemente estah em expansao acelerada. Atualmente o
cenario mais defendido eh de um tipo de morte termica do Universo.

Mas o ciclo nao estah de todo descartado - embora nao seja bem um
ciclo. Um novo Universo poderia se formar se houvesse uma transicao de
fase no vacuo quantico - e isso poderia ocorrer a qq momento (mesmo
antes da morte termica do Universo). Pra quem curte quadrinho, seria
algo como o q. Paralax (ex-Lanterna Verde) provocou no Universo DC na
minisserie Zero Hora.

Uma leitura interessante - embora jah desatualizada com os novos dados
- 'Uma biografia do Universo' - Fred Adams e Greg Laughlin, Rio de
Janeiro, 2001, Jorge Zahar Editor, 292 pp.

http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/1771

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Abundancia de hélio no universo
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 00:25


Achei uma matéria meio antiguinha tb

Universo não teve início nem terá fim, afirmam cientistas

http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/1757

JR


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...>
escreveu
> Uma leitura interessante - embora jah desatualizada com os novos
dados
> - 'Uma biografia do Universo' - Fred Adams e Greg Laughlin, Rio de
> Janeiro, 2001, Jorge Zahar Editor, 292 pp.
>
> http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/1771
>
> []s,
>
> Roberto Takata





SUBJECT: Olha só que eu encontrei...
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 00:36


Confesso que fiquei meio chocado com a entrevista de Cesar Lattes

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/ago2001/unihoje_ju165pag
10.html


JR





SUBJECT: Re: [ciencialist] Olha só que eu encontrei...
FROM: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 00:44

a url veio quebrada, sempre q possível use o tinyurl

fica então:

http://tinyurl.co.uk/s8xy

[]'s

Ivan "Doomer" Carlos
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----- Original Message -----
From: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, March 26, 2005 12:36 AM
Subject: [ciencialist] Olha só que eu encontrei...




Confesso que fiquei meio chocado com a entrevista de Cesar Lattes

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/ago2001/unihoje_ju165pag
10.html


JR





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Olha só que eu encontrei...
FROM: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 00:46

hehehe e lendo a reportagem... somos 2.

cientista? de cético profissional não tem nada.

[]'s

Ivan "Doomer" Carlos
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icarlos@icarlos.net
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----- Original Message -----
From: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, March 26, 2005 12:36 AM
Subject: [ciencialist] Olha só que eu encontrei...




Confesso que fiquei meio chocado com a entrevista de Cesar Lattes

http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/ago2001/unihoje_ju165pag
10.html


JR





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SUBJECT: Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 00:49


Se bem que senti uma certa inveja dele em relção aos físicos
modernos. É triste ver que físicos quando se veem perto do fim(ou de
uma aposentadoria) começam a ficar ranzinzas com o avanço da ciencia
e da tecnologia

JR

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ivan Carlos" <icarlos@i...>
escreveu
> hehehe e lendo a reportagem... somos 2.
>
> cientista? de cético profissional não tem nada.
>
> []'s
>






SUBJECT: Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 00:53


Mas de qualquer form eu admiro uma coisa que ele falou: Muitas coisas
nessas teorias cosmogonicas voce nao tem como experimentar. Nisso eu
concordo com ele. Algumas coisas chegam a serem pura metafísica, tipo
não difere muito de especulações filosóficas dos filósofos
metafísicos do passado. Será que no futuro vão estar rindo destes
especuladores?

JR

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "junior_br2001"
<junior_br2001@y...> escreveu
>
> Se bem que senti uma certa inveja dele em relção aos físicos
> modernos. É triste ver que físicos quando se veem perto do fim(ou
de
> uma aposentadoria) começam a ficar ranzinzas com o avanço da
ciencia
> e da tecnologia






SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Olha s que eu encontrei...
FROM: Eduardo Gueron <edgueron@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 01:43

Oi,

Em uma das mensagens que falei sobre a abundbncia de
Helio e o Big-Bang, disse que o que se sabe por
observagco i que o Universo deve ter sido quente e
pequeno. O resto, i o resto (pode ati ser fascinante
mas nco i cijncia).

Nco creio que o Cesar Lattes sentisse inveja dos
fmsicos modernos acho, entretanto, que ao envelhecer
perdeu um pouco as estribeiras e falava o que queria.

Mas a questco i que, ironias e deboches ` parte, ele
tinha uma certa razco porque a fmsica da origem do
universo, o traque inicial como ele diz, i mera
especulagco a partir de um certo ponto. E quem nco
acompanha a produgco de artigos, talvez nco tenha
idiia da enorme quantidade de teorias mirabolantes
publicadas por am sem o menor embasamento
experimental. Basta ver a enorme quantidade de fmsicos
tesricos estudando super cordas.

O interessante i que, hoje em dia (alguns anos apss
essa entrevista) ha muitos dados novos em cosmologia
que nco possuem explicagco tesrica adequada.

Enfim, acho que o Lattes era, antes de tudo, um
debochado cansado de ver tanto fmsico ignorante cheio
de pose mas protegido pelo status. O que ele sentia
falta mesmo era de discussco, debate e,
principalmente, crmtica na cijncia. Ati por isso, ele
exagerava nos seus pontos de vista.

[]'s

Eduardo.

> Se bem que senti uma certa inveja dele em relgco aos
> fmsicos
> modernos. I triste ver que fmsicos quando se veem
> perto do fim(ou de
> uma aposentadoria) comegam a ficar ranzinzas com o
> avango da ciencia
> e da tecnologia
>
> JR



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SUBJECT: Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 01:51


Eduardo acho que voce tem razão. Tb percebi isso amdaurecendo a idéia
na minha cabeça. No pacotão de teoriais mirabolantes, tanto faz voce
levantar a possibilidade de ser deus como as que estão incluidas no
pacote. Pensando bem, Acho que Lattes estva ironizando, aao bater na
bíblia e citar deus diversas vezes.Eu que não sou físico vi absurdos,
imagine um físico experimental.
Tudo bem, são cosmologos e astrofísicos, mas sem física nao dá.
matéria vindo do nada partindo de energia zero é meio duro engolir.
Universo sendo crido de um ponto finito e se cria o espaço -tempo ,
como iremos reproduzir esses fenomenos.
Ao ler o livro de Marcelo Geiser, Einstein tinha uma certa razão ao
criticar a mecanica quantica, são tantas hipóteses ad hoc, que deixam
os experimentalistas meio tontos.

Mas sei...só sei de uma coisa...o burro nesta história sou eu..heheh

JR


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Eduardo Gueron <edgueron@y...>
escreveu
> Oi,
>
> Em uma das mensagens que falei sobre a abundância de
> Helio e o Big-Bang, disse que o que se sabe por
> observação é que o Universo deve ter sido quente e
> pequeno. O resto, é o resto (pode até ser fascinante
> mas não é ciência).
>
> Não creio que o Cesar Lattes sentisse inveja dos
> físicos modernos acho, entretanto, que ao envelhecer
> perdeu um pouco as estribeiras e falava o que queria.
>
> Mas a questão é que, ironias e deboches à parte, ele
> tinha uma certa razão porque a física da origem do
> universo, o traque inicial como ele diz, é mera
> especulação a partir de um certo ponto. E quem não
> acompanha a produção de artigos, talvez não tenha
> idéia da enorme quantidade de teorias mirabolantes
> publicadas por aí sem o menor embasamento
> experimental. Basta ver a enorme quantidade de físicos
> teóricos estudando super cordas.
>
> O interessante é que, hoje em dia (alguns anos após
> essa entrevista) há muitos dados novos em cosmologia
> que não possuem explicação teórica adequada.
>
> Enfim, acho que o Lattes era, antes de tudo, um
> debochado cansado de ver tanto físico ignorante cheio
> de pose mas protegido pelo status. O que ele sentia
> falta mesmo era de discussão, debate e,
> principalmente, crítica na ciência. Até por isso, ele
> exagerava nos seus pontos de vista.
>
> []'s
>
>





SUBJECT: Fw: calor x frio
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 06:12

Interessante tema para discussão. Quem atira a primeira pedra?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: pp.augusto
Para: leobarretos
Enviada em: sexta-feira, 25 de março de 2005 21:53
Assunto: calor x frio


Um ótimo e abençoado dia para voce!!!!
Leo, venho procurando saber e não consigo saber o certo qual a temperatura é melhor para a pele, uns me dizem que é o frio e outros me dizem que é o calor!!! penso eu que o calor é pior que o frio, pois ando às vezes pros lados do ceara e vejo a quantidade de rugas no pessoal de la, e ando pro lado do sul( Santa Catarina a fora) e vejo que até os homens teem a pele bem melhor, e olha que eles ficam tambem expostos ao frio tanto quanto o cearense ao sol, me esclarece esta duvida, pois tenho vontade de colocar um ar condicionado em casa devido o calor, e tem tambem o frio do ar condicionado, deve fazer um pouco de mal tambem?



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 06:48

JR escreve:

"Ao ler o livro de Marcelo Geiser, Einstein tinha uma certa razão ao
criticar a mecanica quantica, são tantas hipóteses ad hoc, que deixam
os experimentalistas meio tontos."

Ao ler isso tem-se plena certeza que Einstein leu Marcelo Geiser e, desde então, passou a criticar a MQ; ----- ou, ao ler o livro de Marcelo Geiser, encontramos tantas hipóteses ad hoc, que deixam os experimentalistas 1/2 amigos dos zorros; ----- ou, ao ler o livro de Marcelo Geiser e concordando que Einstein tinha uma certa razão ao criticar a MQ, concluímos que foi a quantidade de hipóteses ad hoc que deixaram os experimentalistas 1/2 tontos.

Vá saber?[:-)]

[]'
Léo



SUBJECT: Fw: Estudante de física
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 07:54

Quem quer recordar a eletrostática?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: juniorsdc
Para: leobarretos
Enviada em: sábado, 26 de março de 2005 00:06
Assunto: Estudante de física


Oi, Meu nome é Ademir e sou estudante de Física e estou lhe enviando uma questão de eletromagnetismo ,pois gostaria que o senhor tivesse a gentileza de resolvê-la para min,pois estou com muita dificuldade com ela.
Obrigado.

Questão) Um sólido esférico não condutor de raio R tem uma distribuição não uniforme de cargas de densidade volumétrica ρ = ρor/R, onde ρo é uma constante e r é a distância ao centro da esfera.

a) mostre que a carga total na esfera vale: q= πρoR3

b) Mostre que o campo elétrico dentro da esfera vale: E= q r2/4πεoR4




--------------------------------------------------------------------------------


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Anti-Virus.
Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.1 - Release Date: 23/03/2005


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 08:16

Olá Júnior e demais listeiros.

História não é ciência e até mesmo as discussões epistemológicas dos cientistas sociais leva a essa conclusão. Sem dúvida ela é importantíssima - imagino que ninguém aqui disse o contrário. Do mesmo jeito acredito que muitos aqui consideram importante a maneira como nossas mulheres se produzem, passando algum tempo no cabeleireiro, depilando as pernas, etc.

--- É possível uma ciência social?
Sim. Popperiana? Sim.

Mas antes é preciso que se faça uma distinção entre os estudos ideográficos e nomotéticos. Num estudo idiográfico o objetivo é estabelecer determinadas proposições aceitáveis, condizentes com o resultados factuais, ou certas declarações específicas em um sistema. Um estudo nomotético, pelo contrário, tem por objetivo chegar a proposições gerais aceitáveis.

A História é um estudo dos arquivos e monumentos, conta inclusive com o auxílio de relatos e encontro de artefatos - com a finalidade de se obter conhecimento sobre as condições ocorridas no passado. Nesse sentido, a História consiste principalmente em estudos ideográficos. A maioria dos historiadores consideram que os estudos nomotéticos *não* devem incluir-se nos estudos históricos - devem antes percenter à Sociologia (RADCLIFFE, R. História e Teoria. 70° Ed. Lisboa: 1989)

Dessa forma, não há preocupação em se encontrar "leis gerais" - fazer generalizações não é o papel da História, muito menos a tentativa de qualquer previsão e sem isso se perde grande parte de onde poderia residir o caráter de ciência. Infelizmente no Brasil a Antropologia anda por um caminho parecido. Aqui fazemos muito mais etnografia - um método puramente ideográfico - do que a etnologia e mesmo a Antropologia em seu sentido de buscar as leis gerais da cultura humana.

Assim também anda parte de nossa Sociologia, que foi de certa forma "contaminada" por essa forma de fazer Antropologia no Brasil. Não que etnografia não seja importante - ela é sim, mas não deveria ser o único objetivo do antropólogo.

É possível provar de maneira científica em Sociologia, de maneira próxima ao que acontece nas ciências naturais? Dependendo da abordagem sim. Pelo método de Durkheim, Pareto e Merton chegamos a resultados satisfatórios, e podemos até mesmo ousar em previsão. Apenas para exemplificar vamos pegar o primeiro. Com o chamado método das variações concomitantes posso demonstrar que entre dois fatos sociais existe uma relação de causa e efeito (ver a Vigésima Quinta Tese de Popper em "A Lógica das Ciências Sociais").

O grande vantagem nesse caso é que a alegação é falsificável em termos popperianos. Poderia pensar nos casos de desemprego e separação de casais após "x" anos no Brasil. Assim levanto os dados relevantes e elaboro um gráfico com os grandes picos de desemprego dos últimos 50 anos - se considerar essa amostra suficiente. A partir daí, levantando os dados sobre separações conjugais percebo haver uma *uniformidade* entre os dois fatos (PARETO, Vilfredo. Ciências Sociais e Cientificidade). Prossigo colhendo dados, refinando a pesquisa, eliminando falsos indicadores e no próximo "pico" do gráfico já sou capaz de prever que em "t" seguinte haverão proporcionalmente "x" separações conjugais. O esforço passa a ser o de falsificar a teoria - que vem sendo cada vez mais confirmada no confronto com a realidade, e após chegar à atualidade passo a uma perspectiva sincrônica (em oposição à diacrônica) onde tenho um instrumental capaz de prever que um fato social "a" influencia o fato "b". Claro, evitei aqui de colocar as minúcias do método e como sucedem as correções, como contextualizar a pesquisa, etc. A intenção desse exemplo simplista foi apenas ressaltar a diferença entre um estudo nomotético (Sociologia Positiva) e o ideográfico (História e a parte etnográfica da Antropologia).

Abraços,

Peter.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 09:42

----- Original Message -----
From: "JVictor"
Sent: Saturday, March 26, 2005 11:20 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo

Olá Victor

Vou aproveitar algumas de suas colocações para entropizar um pouco o debate
ou, como diria a Natália, vou "deitar petróleo para apagar a fogueira".

> Victor: Em física estatística há um teorema, devido ao francês Henri
> Poincaré, que diz: "uma coleção finita de partículas presas num recepiente
> e submetidas às leis do movimento de Newton retrona necessariamente ao seu
> estado inicial após decorrido um período de tempo suficientemente longo".

O Takata lembrou, com bastante propriedade, a hipótese da constância do
volume, o que invalidaria a aplicação do teorema para um universo em
expansão/contração. Eu, em conversa com os meus botões, vejo outro
probleminha. Parece-me que Poincaré está assumindo, também como hipótese,
que a física newtoniana apoiada única e exclusivamente nas três leis de
Newton seria uma teoria completa ou fechada. Isso é algo que os seguidores
de Newton assumiram como verdade, mas que o próprio Newton fez questão de
deixar em aberto. Newton sabia que sua física estava incompleta e fez
questão de deixar isso por escrito por inúmeras vezes e em vários contextos.
Lê-se isso nos Princípia (Escólio Geral), na Óptica III, em cartas que
escreveu a amigos e em alguns artigos não publicados enquanto vivo, mas que
foram encontrados em seu escritório.

Acho estranho que o *modelo* de três leis de Newton, aquele mesmo que no
final do século XIX se demonstrou não corresponder à experimentação,
especialmente no que diz respeito a grandes velocidades ou ao microcosmo,
pudesse ser utilizado, sem outras hipóteses, como algo a fazer previsões a
darem certo, seja para "uma coleção finita de partículas", seja para um
universo onde não podemos desprezar as grandes velocidades.

Nada contra Poincaré. Afinal, ele viveu no período em que ainda se estava
percebendo que havia alguma coisa errada com esse *modelo*. E também não sei
até que ponto ele pretendeu expandir essas idéias para um universo aberto.
Mas o problema é que nem bem ele estabeleceu esse teorema, os físicos, a
incluir Poincaré, começaram a se dar conta de que o *modelo* newtoniano era
insatisfatório (não sei precisar a ordem cronológica dos acontecimentos, mas
sei que foram bem próximos). Curiosamente ninguém se preocupou em seguir os
palpites deixados por Newton para a completude de sua *física*. Podemos hoje
(século XXI) dizer que existe uma diferença enorme entre o *modelo*
newtoniano e a *física* newtoniana, ainda que muitos não saibam disso (por
ignorância) e/ou pretendam esconder essa diferença debaixo do tapete (por
má-fé). Aquele cuidado que Newton, como excelente cientista que era, deixou
explícito [...there is not a sufficient number of experiments to determine
and demonstrate accurately the laws governing the actions of this spirit --
última frase dos Principia], hoje não mais se justifica.

Os físicos desta época optaram por deixar o certo pelo incerto. Por um lado
julgaram-se céticos com respeito a um agente que insistia em se imiscuir nos
dados experimentais e relacionado aos campos e a negar o modelo de três
leis. Quiçá esse ceticismo tolo tenha se devido ao fato de Newton ter
descrito esse agente como "espírito da matéria" (flagra-se esse preconceito
a toda a hora, até mesmo aqui na Ciencialist, e quero crer tratar-se de algo
que só Freud explica). Por outro, e para compensar esse ceticismo ingênuo,
começaram a criar alguns outros agentes tão ou mais estapafúrdios que esse
espírito, ainda que insuficientes, posto que no século XX outros novos
espíritos se tornaram necessários, a ponto de hoje existirem várias dezenas
destes (divindade da luz, dualidade da matéria, incerteza, dilatação do
tempo, contorção do espaço, energia do ponto zero, órbitas permitidas...
apenas para citar alguns).

Pergunto: Em qual das hipóteses desse teorema Poincaré fala em potenciais
retardados? Sim, porque se estamos falando em *física* newtoniana, e não tão
somente em *modelo* newtoniano. Não podemos deixar essa idéia de lado, pois
segundo Newton, isto seria um "absurdo tão grande, que acredito que homem
algum que tenha em questões filosóficas competente faculdade de pensar,
possa cair nele." Ora, se existem potenciais retardados em eletromagnetismo,
porque não haveria de existir também em gravitação e/ou em outros campos de
interação (por exemplo na interação entre as partículas imaginadas para a
demonstração do teorema)? Lembro novamente que não estou criticando
Poincaré, pois os potenciais retardados do eletromagnetismo ainda estavam
sendo descobertos (Lienard e Wiechert) e quiçá observados com certa
desconfiança.

Realmente, foi nesse clima que foram dados os primeiros passos no sentido de
se *forçar* o *modelo* newtoniano a se acoplar à experimentação, como se o
*modelo* representasse uma teoria fechada, algo que Newton, com quase 300
anos de antecedência, havia previsto não ocorrer. Em virtude disso esse
*modelo* começou a se romper em vários lados necessitando de uma série de
remendos que estão agrupados hoje no que se chama "física moderna", que nem
é física e já dista bastante de ser moderna.

> Ou seja, está implicita a idéia de que se a entropia de um sistema sobe,
> ela terá que terá que descer, de tal sorte que o sistema volte ao estado
> inicial.

Em teoria isso é muito bonito. Na prática não consigo enxergar um Big Crunch
com entropia a decrescer a não ser no território da ficção. Qual seria a
duração temporal desse Big Crunch? O que significaria tempo, frente a esse
Big Crunch? O que é entropia? A entropia do universo realmente está hoje em
ascensão? Podemos generalizar a entropia do nosso laboratório a ponto de
conjecturarmos sobre o que está acontecendo no universo?

Comento alguma coisa sobre entropia no artigo "Variáveis escondidas e a
termodinâmica" que pode ser lido a partir de
http://ecientificocultural.com/Eletron2/termodinamica.htm . Aliás, já
discuti esse assunto aqui na Ciencialist com o Sérgio e não entramos em
acordo. Algumas mensagens da Ciencialist poderão ser acessadas através do
"algoritmo indexatório" que está em
http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/entropinos.htm .

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 12:22

Oi Júnior.

Talvez você não tenha lido o restante do meu texto, onde os próprios historiadores admitem trabalhar com um método ideográfico - e a diferença desse para o estudo nomotético. Também o que dizem sobre isso pensadores como Popper, Pareto e Radcliffe. Não existe busca por "leis gerais" na "ciência" História - mas existem OUTRAS ciências que a buscam encontra-las na história. O primeiro parágrafo que eu coloquei foi apenas uma introdução, minha argumentação está no restante do texto - o qual você não mencionou. Afirmação da lista que você colocou não serve no contexto que eu coloquei.

Um abraço.

Peter.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 12:35

Oi Júnior.

>> JR: Ué, voce fez uma afirmção no
>> texto inicial que a história nao
>> é uma ciencia, e eu rebati
>> argumentando que nao é bem assim.
>> A não ser que voce comece o texto
>> falando uma coisa, e depois conclua
>> outra. EX: "A história nao é uma
>> ciencia, mas pensndo bem a história
>> é ciência"

Júnior, as palavras não tem um único sentido. Não adianta você pegar o dicionário e querer "entender" o mundo através das definições simples das coisas. Nesse caso, o restante do meu texto foi justo para contextualizar o sentido da palavra ciência que utilizei para falar, ora sobre um aspecto, ora sobre outro da História.

Você está se baseando num senso-comum do que é ciência. Eu procurei especificar um pouco mais à luz de pensadores como Popper e Pareto os motivos pelos quais a história não é ciência nesse sentido específico.

Pegar apenas o primeiro parágrafo e ignorar os outros é um desnecessário sacrifício da razão - especialmente numa lista de discussão de... ciência!

Se você reler e ainda assim não entender, fique à vontade para dizer isso, que me esforço para detalhar mais.

Um abraço.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 12:41


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Olá Júnior e demais listeiros.
>
> História não é ciência e até mesmo as discussões epistemológicas
dos cientistas sociais leva a essa conclusão. Sem dúvida ela é
importantíssima - imagino que ninguém aqui disse o contrário. Do
mesmo jeito acredito que muitos aqui consideram importante a maneira
como nossas mulheres se produzem, passando algum tempo no
cabeleireiro, depilando as pernas, etc.

JR: A história é uma ciencia investigativa. Seus supostos fatos,
acontecimentos, , hipóteses, conclusões e pressupostos podem ser
falseáveis, submetidos a testes diferentes aos que são aplicados as
ciencias naturais

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45386


JR








SUBJECT: Olha só que eu encontrei...(CORREÇÃO)
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 12:44


Léo ,o correto seria Marcelo Gleiser, escrevi o nome do dito cujo
errado. Em segundo a frase correta seria: Ao ler Marcelo Gleiser,
percebi que Einstein tinha uma certa razão...

Desculpem-me, sempre escrevo muito rapido e dificilmente corrijo o
que escrevo

JR


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> JR escreve:
>
> "Ao ler o livro de Marcelo Geiser, Einstein tinha uma certa razão
ao
> criticar a mecanica quantica, são tantas hipóteses ad hoc, que
deixam
> os experimentalistas meio tontos."
>
> Ao ler isso tem-se plena certeza que Einstein leu Marcelo Geiser e,
desde então, passou a criticar a MQ; ----- ou, ao ler o livro de
Marcelo Geiser, encontramos tantas hipóteses ad hoc, que deixam os
experimentalistas 1/2 amigos dos zorros; ----- ou, ao ler o livro de
Marcelo Geiser e concordando que Einstein tinha uma certa razão ao
criticar a MQ, concluímos que foi a quantidade de hipóteses ad hoc
que deixaram os experimentalistas 1/2 tontos.






SUBJECT: Re: Fw: Estudante de física
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 12:44


--- Em ciencialist Léo escreveu
> Quem quer recordar a eletrostática?
> -----Mensagem Original-----
> De: juniorsdc
>...
> Questão) Um sólido esférico não condutor de raio R tem uma
distribuição não uniforme de cargas de densidade volumétrica ρ =
ρor/R, onde ρo é uma constante e r é a distância ao centro da esfera.
>
> a) mostre que a carga total na esfera vale: q= πρoR3
>
> b) Mostre que o campo elétrico dentro da esfera vale: E= q r2/4πεoR4



É fácil responder isto. O difícil é responder em modo texto. Vou tentar.

Mas não dê isto de mão beijada para ele.

Primeiro traduzindo:

ρ --> ro
ρo --> ro0
π --> pi
εo -> epslon0 = ep0

integral --> INT

Ex.:
INT[0->4](x dx)
integral definida de 0 a 4 de x dx
=(x^2/2)[0->4] = 4^2/2 - 0^2/2 = 8

integral fechada --> INTf

Item a)
Dado:
ro=ro0 r/R

q = INT[no volume](ro dV}

ou se achar necessário explicitar a integral tripla:

q = INT[0->R](INT[0->pi](INT[0->2pi](ro0(r/R)dV)))

onde dV = r^2sen(theta)d(phi)d(theta)dr

q = (4pi/R) ro0 INT[0->R](r^3dr)

(4pi sai da integral em phi (2pi) e em theta (2))

= (4pi/R) ro0 R^4/4

q = pi ro0 R^3 (c.q.d)(como queríamos demonstrar)

O item "b" se resolve com lei de Gauss.

INTf(^E.^dA)=qin/ep0 (^E significa vetor campo elétrico)

Onde qin é a carga de uma esfera concêntrica e de raio igual ao raio
do ponto onde se quer avaliar o campo E.

qin= pi ro0 r^4/R (é só resolver a integral anterior substituindo os
limites para 0->r)
como
q = pi ro0 R^3 (resp. do item a)
e queremos a resposta em função de q, temos

qin = q (r^4/R^4)

A lei de Gauss fica:

INTf(^E.^dA)=q (r^4/R^4)/ep0

Como existe simetria esférica no problema temos:

E 4 pi r^2 = q (r^4/R^4) / ep0

E = q r^2 /4 pi ep0 R^4 (c.q.d.)


Um campo que aumenta com o quadrado da distância do centro!

Isto acontece até sair da esfera quando volta au comportamento de 1/r^2.


[ ]'s
Hélio



[ ]'s
Hélio





SUBJECT: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 13:16

Oi Júnior.

>> JR: Eu tb mostrei que a história é tb
>> uma ciencia nos moldes popperianos
>> -, seus supostos fatos e acontecimentos
>> são submetidos a uma investigação e
>> análise crítica com métodos e podem ser
>> falseáveis pelas técnicas investigativas

Então você deveria ler mais Popper - pois apenas dizer que uma teoria pode
ser falsificada não quer dizer que esteja sob moldes popperianos.
Falsificacionismo é apenas UM dos imperativos da teoria científica.

Primeiro - para Popper, o conhecimento não começa de percepções ou
observações, e sim com PROBLEMAS. Aqui começamos a distinção prática entre a
História e a Antropologia.

Eu coloquei a explicação sobre o método ideográfico porque é nele que se
fundamentam a História, utilizando a Etnografia como modelo de compilação do
conhecimento. Popper chegou a dizer que esse tipo de método conduz a vitória
de um método pseudo-científico.

Em sua décima-nona tese, ele é bastante claro: "nas ciências, trabalhamos
com teorias, isto é, com sistemas dedutivos". Ora, os sistemas dedutivos são
nomotéticos - ao contrário do ideográfico utilizado na História. Nesse
sentido, Pareto complementa ressaltando que para ser ciência, é necessário
um método para se buscar a UNIFORMIDADES (leis gerais) - isso mesmo nas
humanas, caso no qual a História NÃO é ciência.

Quando a ação humana é vista buscando as leis gerais que lhes determinam (é
nesse sentido que a história é utilizada - mas não ela por si mesma) então
temos aí a possibilidade de uma ciência. Essas são a Antropologia (na fase
posterior à etnologia) e a Sociologia.

Abraços.

Peter.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 13:18


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Oi Júnior.
>
> Talvez você não tenha lido o restante do meu texto, onde os
próprios historiadores admitem trabalhar com um método ideográfico -
e a diferença desse para o estudo nomotético. Também o que dizem
sobre isso pensadores como Popper, Pareto e Radcliffe. Não existe
busca por "leis gerais" na "ciência" História - mas existem OUTRAS
ciências que a buscam encontra-las na história. O primeiro parágrafo
que eu coloquei foi apenas uma introdução, minha argumentação está no
restante do texto - o qual você não mencionou. Afirmação da lista que
você colocou não serve no contexto que eu coloquei.


JR: Ué, voce fez uma afirmção no texto inicial que a história nao é
uma ciencia, e eu rebati argumentando que nao é bem assim.

A não ser que voce comece o texto falando uma coisa, e depois conclua
outra. EX: "A história nao é uma ciencia, mas pensndo bem a história
é ciência"

JR





SUBJECT: Re: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 13:39


Segue:

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Oi Júnior.
>
> >> JR: Ué, voce fez uma afirmção no
> >> texto inicial que a história nao
> >> é uma ciencia, e eu rebati
> >> argumentando que nao é bem assim.
> >> A não ser que voce comece o texto
> >> falando uma coisa, e depois conclua
> >> outra. EX: "A história nao é uma
> >> ciencia, mas pensndo bem a história
> >> é ciência"
>
> Júnior, as palavras não tem um único sentido. Não adianta você
pegar o dicionário e querer "entender" o mundo através das definições
simples das coisas. Nesse caso, o restante do meu texto foi justo
para contextualizar o sentido da palavra ciência que utilizei para
falar, ora sobre um aspecto, ora sobre outro da História.

JR: Voce tem direito a sua opinião

>
> Você está se baseando num senso-comum do que é ciência. Eu procurei
especificar um pouco mais à luz de pensadores como Popper e Pareto os
motivos pelos quais a história não é ciência nesse sentido específico.

JR: Eu tb mostrei que a história é tb uma ciencia nos moldes
popperianos-, seus supostos fatos e acontecimentos são submetidos a
uma investigação e análise crítica com métodos e podem ser falseáveis
pelas técnicas investigativas históricas como a hermeneutica e a
heurística, além de ciencias auxiliares

>
> Pegar apenas o primeiro parágrafo e ignorar os outros é um
desnecessário sacrifício da razão - especialmente numa lista de
discussão de... ciência!

JR: Eu peguei o essencial. O resto nao tinha muito haver com a
história

>
> Se você reler e ainda assim não entender, fique à vontade para
dizer isso, que me esforço para detalhar mais.
>


JR: Não tenho obrigação de entender sociologia. Mas posso argumentar
sobre o que falam sobre história.









SUBJECT: Re: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 14:26


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Oi Júnior.
>>
> Então você deveria ler mais Popper - pois apenas dizer que uma
teoria pode
> ser falsificada não quer dizer que esteja sob moldes popperianos.
> Falsificacionismo é apenas UM dos imperativos da teoria científica.
>
> Primeiro - para Popper, o conhecimento não começa de percepções ou
> observações, e sim com PROBLEMAS.


JR: Voce é que está dizendo isso. Sua opinião.
Teorias científicas começam com observações e por aí vai....
Esse negócio que começam com *problemas* ficou meio esquisito

Se voce diz que a história não é ciencia, tampouco a sociologia é no
que voce propoe. Vale até mesmo dizer a psicologia e antropologia são
ciencias bem mais capazes do que a sociologia no que tange a
elucidação de fatos sociais e do comportamento humano. Sociologia é
apenas uma redundancia

JR





SUBJECT: Re: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 14:32


Caro Peterson,

Vejamos o texto abaixo:

"Podemos tentar resumir os critérios aceites por Popper para
determinar o estatuto científico de uma teoria, aos seguintes
princípios:
. Uma teoria que não é susceptível de refutação não é considerada
científica. A irrefutabilidade não é uma virtude mas sim um vício.
. Todo o teste ou contrastação é uma tentativa para refutar uma
teoria. Neste sentido, a testabilidade equivale à refutabilidade.
Algumas teorias são mais testáveis e, por isso, estão mais expostas à
refutação.
. A descoberta de novos factos que estão de acordo com as predições
de uma teoria, não confirmam por si só a teoria mas única e
exclusivamente a corroboram. Uma teoria que é corroborada, quando
passa um teste ou contrastação, isto é, quando uma observação cujo
resultado poderia eventualmente refutar a teoria não se confirma,
robustece a própria teoria sem no entanto a confirmar."



Neste sentido história tb é uma ciencia.

JR



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Oi Júnior.
>> Então você deveria ler mais Popper - pois apenas dizer que uma
teoria pode
> ser falsificada não quer dizer que esteja sob moldes popperianos.
> Falsificacionismo é apenas UM dos imperativos da teoria científica.
>






SUBJECT: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 15:18

Oi Júnior.

>> >> Primeiro - para Popper, o conhecimento
>> >> não começa de percepções ou
>> >> observações, e sim com PROBLEMAS.

>> JR: Voce é que está dizendo isso. Sua opinião.
>> Teorias científicas começam com observações
>> e por aí vai....Esse negócio que começam com
>> *problemas* ficou meio esquisito

Assim está ficando complicado. Sem ler os autores fudamentais você querer discutir o que eles dizem ou não realmente não vamos chegar a lugar algum. Se for para ficar "gravitando" em torno do que você "ouviu falar" sobre este ou aquele autor, tenho que advertir que não é esse tipo de discussão que estou interessado. De qualquer forma, vamos ao que Popper diz:

[quarta tese] - sobre ciência - "o conhecimento não começa de percepções ou observações ou de coleção de fatos ou números, porém, começa, mais propriamente de problemas". (...) [quinta tese] - "Então, o ponto de partida é sempre um problema e a observação torna-se algo como um ponto de partida somente se revelar um problema; ou em outras palavras, se nos surpreende, se nos mostra que algo não está, propriamente, em ordem com nosso conhecimento, nossas expectativas, com nossas teorias."

O que Popper diz (e Chalmers, seu principal discípulo desenvolve) é que o conhecimento simples surge da observação simples, mas o conhecimento científico surge de problemas. É preciso delimitar um campo e buscar sua relação com um recorte específico, bem definido da realidade e estabelecer a tensão entre esse conhecimento e aquilo que acreditávamos ser de outra forma. Esse é o sentido da observação revelar o problema. Seria interessante que você lesse o que Chalmers fala sobre o problema da indução em Popper. Talvez continue achando "esquisito" mas é o que o autor diz, não minha "opinião". Caso seja, então é opinião de meus professores e colegas antropólogos e sociólogos que leram, obviamente, os diálogos de Popper contra os dialéticos de Frankfurt.


>> Se voce diz que a história não é ciencia,
>> tampouco a sociologia é no que voce propoe.

Muito pelo contrário!
Se desde o primeiro momento eu estou ressaltando a diferença entre o método ideográfico utilizado pela História e o nomotético usado pela Sociologia, de onde você chegou a essa afirmação??


>> Vale até mesmo dizer a psicologia e
>> antropologia são ciencias bem mais
>> capazes do que a sociologia no que tange
>> a elucidação de fatos sociais e do
>> comportamento humano.

Definitivamente você não trabalha na área, nem mesmo estudou Ciências Sociais :-) Não tem idéia do que acontece nesse exato momento com a Antropologia e as sérias complicações que sofre especialmente no Brasil. Aliás, a crítica de Popper, já naquela época, era justamente a expressão de um receio de que a Sociologia se tornasse tão "indutivista ingênua" quando a Antropologia - que chegou a classificar como uma vitória de Pirro (ceticismo epistemológico). Se disser que isso é "minha opinião" posso mais uma vez citar literalmente o que diz o clássico.


>> Sociologia é apenas uma redundancia

Agora eu peço que você explique isso...

Abraços,

Peter.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 15:20

Caro JR,

Cesar Lattes já era ranzinza no início da década de 80, quando me deparei pela primeira vez com algumas bobagens que ele falou sobre a relatividade. Talvez já fosse ranzinza antes disso...

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: junior_br2001
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, March 26, 2005 12:49 AM
Subject: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...



Se bem que senti uma certa inveja dele em relção aos físicos
modernos. É triste ver que físicos quando se veem perto do fim(ou de
uma aposentadoria) começam a ficar ranzinzas com o avanço da ciencia
e da tecnologia

JR

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Ivan Carlos" <icarlos@i...>
escreveu
> hehehe e lendo a reportagem... somos 2.
>
> cientista? de cético profissional não tem nada.
>
> []'s
>






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 16:15


Álvaro, o Cesar Lattes era dado a umas cachacinhas...

JR

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(E\)"
<alvaro@e...> escreveu
> Caro JR,
>
> Cesar Lattes já era ranzinza no início da década de 80, quando me
deparei pela primeira vez com algumas bobagens que ele falou sobre a
relatividade. Talvez já fosse ranzinza antes disso...
>
> [ ]s
>






SUBJECT: Re: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 16:24


Peterson,

Gosto de discutir o que é interesante pra mim, por isso detalhes se a
sociologia é ciencia ou não não me interessam muito.

E além do mais a crítica deve existir até mesmo para as idéias de
Popper e as idéias que ele defendia. Ele tinha todo o direito de
dizer que a ciencia começou com problemas, assim como eu tenho o
direito de insistir no contrário, mas são ambas opiniões.

O certo é fazermos uma verificação real de como começou a ciencia.
Começou como uma maneira de entender o mundo através de nossos
sentidos sensoriais, o que seria lícito dizer que ciencia partir de
uma simples observação atenta do mundo, primeiramente baseada em
nossos sentidos(pré-ciencia), para mais tarde desenvolvessemos nosso
lado racional(filosofia), que por sua vez se fez ciencia( através da
(observação, fatos, investigação)

JR


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Oi Júnior.
>forma, vamos ao que Popper diz:
>
> [quarta tese] - sobre ciência - "o conhecimento não começa de
percepções ou observações ou de coleção de fatos ou números, porém,
começa, mais propriamente de problemas". (...) [quinta tese] -
"Então, o ponto de partida é sempre um problema e a observação torna-
se algo como um ponto de partida somente se revelar um problema; ou
em outras palavras, se nos surpreende, se nos mostra que algo não
está, propriamente, em ordem com nosso conhecimento, nossas
expectativas, com nossas teorias."






SUBJECT: Re: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 16:40


Acho que voce está confundindo *problemas de delimitação e
demarcação* com o fato de que a ciencia começar com um problema. O
que ele quer dizer é que um teoria científica pode começar numa
tentativa de se corrigir um problema, mas não uma afirmação dogmática
que ela tem de surgir inexoravelmente de um problema. Existe um
problema de contexto em que isso pode ser aplicado, e exatamente nos
limites da demarcação epistemológica

Eu tenho o livro de Allan Chalmers aqui. Obrigado

JR


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
O que Popper diz (e Chalmers, seu principal discípulo desenvolve) é
que o
conhecimento simples surge da observação simples, mas o conhecimento
científico
surge de problemas. É preciso delimitar um campo e buscar sua relação
com um
recorte específico, bem definido da realidade e estabelecer a tensão
entre esse
conhecimento e aquilo que acreditávamos ser de outra forma. Esse é o
sentido da
observação revelar o problema. Seria interessante que você lesse o
que Chalmers
fala sobre o problema da indução em Popper. Talvez continue
achando "esquisito"
mas é o que o autor diz, não minha "opinião". Caso seja, então é
opinião de meus
professores e colegas antropólogos e sociólogos que leram,
obviamente, os
diálogos de Popper contra os dialéticos de Frankfurt.






SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 18:32

Desculpe a pergunta, mas de quais hipóteses ad hoc se vale a mecânica quântica?

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: junior_br2001
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, March 26, 2005 1:51 AM
Subject: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...



Eduardo acho que voce tem razão. Tb percebi isso amdaurecendo a idéia
na minha cabeça. No pacotão de teoriais mirabolantes, tanto faz voce
levantar a possibilidade de ser deus como as que estão incluidas no
pacote. Pensando bem, Acho que Lattes estva ironizando, aao bater na
bíblia e citar deus diversas vezes.Eu que não sou físico vi absurdos,
imagine um físico experimental.
Tudo bem, são cosmologos e astrofísicos, mas sem física nao dá.
matéria vindo do nada partindo de energia zero é meio duro engolir.
Universo sendo crido de um ponto finito e se cria o espaço -tempo ,
como iremos reproduzir esses fenomenos.
Ao ler o livro de Marcelo Geiser, Einstein tinha uma certa razão ao
criticar a mecanica quantica, são tantas hipóteses ad hoc, que deixam
os experimentalistas meio tontos.

Mas sei...só sei de uma coisa...o burro nesta história sou eu..heheh

JR


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Eduardo Gueron <edgueron@y...>
escreveu
> Oi,
>
> Em uma das mensagens que falei sobre a abundância de
> Helio e o Big-Bang, disse que o que se sabe por
> observação é que o Universo deve ter sido quente e
> pequeno. O resto, é o resto (pode até ser fascinante
> mas não é ciência).
>
> Não creio que o Cesar Lattes sentisse inveja dos
> físicos modernos acho, entretanto, que ao envelhecer
> perdeu um pouco as estribeiras e falava o que queria.
>
> Mas a questão é que, ironias e deboches à parte, ele
> tinha uma certa razão porque a física da origem do
> universo, o traque inicial como ele diz, é mera
> especulação a partir de um certo ponto. E quem não
> acompanha a produção de artigos, talvez não tenha
> idéia da enorme quantidade de teorias mirabolantes
> publicadas por aí sem o menor embasamento
> experimental. Basta ver a enorme quantidade de físicos
> teóricos estudando super cordas.
>
> O interessante é que, hoje em dia (alguns anos após
> essa entrevista) há muitos dados novos em cosmologia
> que não possuem explicação teórica adequada.
>
> Enfim, acho que o Lattes era, antes de tudo, um
> debochado cansado de ver tanto físico ignorante cheio
> de pose mas protegido pelo status. O que ele sentia
> falta mesmo era de discussão, debate e,
> principalmente, crítica na ciência. Até por isso, ele
> exagerava nos seus pontos de vista.
>
> []'s
>
>





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SUBJECT: Física não é ciencia...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 18:41

A Física não é uma ciência.
A Química não é uma ciência.
Tampouco a História é uma ciência.

Aceitar o contrario...
seria aceitar a existência de muitas ciencias.

Mas a ciencia é singular, é uma só.
Ciencia é um método, uma regra, um jeito de ver e interpretar fenomenos.

Existem várias maneiras de estudar fenomenos.
A ciencia é um desses jeitos.
Por acaso é o meu.
Mas o fato de ser o meu não me faz dizer que seja o único.
Eu acho que é o melhor.
E o adoto.

Física é um estudo de fenômenos físicos, usando a ciencia, o método científico.

E História é um estudo de fenômenos históricos, usando a ciencia, o método
científico.

Ciência é um método.
E começa pela identificação de um problema, de uma pergunta sobre esse
problema, de uma hipótese que sirva de resposta pra essa pergunta e, até
aí, nada especial... porque os outros tipos de estudar fenomenos, em geral,
também começam assim...

O que particulariza a ciencia é o que vem daí pra frente...

Ciencia é um método para testar as hipoteses.

Se os fenomenos historicos não são tão controlaveis, para a mente humana,
não são tão domesticaveis segundo modelinhos imaginados ou...
se eles escapam rapidamente dos modelinhos imaginados pela mente humana...
muito mais rapidamente do que ousam escapar os modelitos sobre os atomos e
o cosmos...

aí já é, fisicamente falando, outra história.

Luiz Eduardo

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 18:46


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(E\)"
<alvaro@e...> escreveu
> Desculpe a pergunta, mas de quais hipóteses ad hoc se vale a
mecânica quântica?



JR: Oi Alvaro, nao tenho conhecimento de causa pra falar sobre este
assunto, mesmo porque nao entendo nada da tal MQ. Tudo o que falei
foi dependente do que li em livros e do o Alberto e outros falam aqui
na lista. Inclusive li que o Einsten era crítico ferrenho da MQ no
livro de Marcelo Gleiser.

A minha impressão ao ler sobre teorias cosmogonicas é eu considero
algumas especulativas demais pro meu gosto. Mas, tudo são chutes meus
sem um conhecimento aprofundado do assunto, baseado naquilo que ouço
outros falarem, mesmo porque eu acho que MQ deve ter sua razaão de
ser, embora algumas coisaas possam ser consideraadas "puraas viagens"
como outros defensores da mecanica classica falam por aí

Portanto, nao leve sério o que eu disse, sou mais um *bebum
madrugador* que vemos por aí. E quando ao Cezar Lattes, acho que ele
estava mais jogando conversa fora do que falando sério.

JR






SUBJECT: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 18:54

Oi Júnior.

É simples como se lê. Popper apenas afirma que ciência não começa pela observação, e sim por problemas, de forma que não haveria teoria científica sem hipóteses. O problema da demarcação é outro assunto bem diferente desse.

>> detalhes se a sociologia é ciencia
>> ou não não me interessam muito

Entendo.Isso deveria bastar para alegar "sociologia é uma redundância" e a seguir evitar argumentar a favor disso (o que realmente teria tudo pra ser um problema intransponível em suas condições).

Dizer que Antropologia é uma ciência "mais capaz" que a sociologia para elucidar coisas sobre fatos sociais (aliás, esse termo foi definido por Durkheim, considerado o criador da sociologia, junto a Comte), e outras "gafes" de quem não entende do assunto - mas insiste em falar sobre eles como se entendesse - e depois diz que "não interessa muito".

Tudo bem - sem problemas, isso pode acontecer com qualquer um. Um abraço.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 19:08

----- Original Message -----
From: "Alvaro Augusto (E)"
Sent: Saturday, March 26, 2005 6:32 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...

> Desculpe a pergunta, mas de quais hipóteses ad hoc se vale a mecânica
> quântica?

Olá Álvaro

A qual das teorias quânticas você está se referindo? A pré-quântica de
Planck e Einstein? A quântica primitiva de Bohr? A quântica definitiva que
acabou sendo axiomatizada por Dirac? Alguma versão moderna (update) desta
última?

Normalmente ad hoc é uma hipótese que surge para defender uma teoria já
firmada e aceita como tal, e é nesse sentido que costumo dizer que os
físicos "modernos" são especialistas em inventar hipóteses ad hoc. Eles as
inventam até mesmo antes de ocorrer um falseamento da teoria, tamanho é o
desespero em que vivem. Neste caso costumo dizer que não existe nenhuma
teoria, em área nenhuma das ciências, tão superprotegida quanto a teoria
quântica.

Mas as hipóteses ad hoc a que você se refere parece-me serem de outro tipo,
e ao reler a msg do Júnior percebe-se bem isso. Haveria alguma hipótese ad
hoc a superproteger a teoria quântica nos seus alicerces, a ponto de
ludibriar a experimentação antes mesmo da teoria ter sido axiomatizada e a
ponto de conservar esta falácia após a axiomatização? Quero crer que sim e
vou citar apenas uma, mas acredito não ser muito difícil encontrar outras.
Trata-se da hipótese de Dirac da "existência dos estados de polarização dos
fótons". Comento alguma coisa a esse respeito em http://tinyurl.com/3uoge

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 26/03/2005 19:25

Ô JR:

num tripudia... o cara já tava numa péssima, só sabia chorar sobre o leite
derramado.... Quem lamenta o passado é porquê não tem mais futuro....
Ele, como tantos outros era apenas um humano com as habituais cargas de
neurastenia, ciúmes além do cérebro privilegiado.
Que faça melhorias no calor do inferno: tem cuca pra isso.

silvio, médium


-----Mensagem Original-----
De: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sábado, 26 de março de 2005 16:15
Assunto: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...




Álvaro, o Cesar Lattes era dado a umas cachacinhas...

JR

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(E\)"
<alvaro@e...> escreveu
> Caro JR,
>
> Cesar Lattes já era ranzinza no início da década de 80, quando me
deparei pela primeira vez com algumas bobagens que ele falou sobre a
relatividade. Talvez já fosse ranzinza antes disso...
>
> [ ]s
>






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SUBJECT: teoria propõe como tornar objetos invisíveis =20?=
FROM: Amauri Nolasco Sanches Jr <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: ciencia.2005@grupos.com.br, Pingao <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, ciencilist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, acropolis@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 20:27






http://www.mpsnet.net/virtualshop/Noticias.htmlNova


teoria propõe como tornar objetos invisíveis
02/03/2005

Nova teoria propõe como tornar objetos invisíveis

Os fãs da série Jornada nas Estrelas estão acostumados
a ver as naves Klingon se camuflarem, ficando
totalmente invisíveis, reaparecendo apenas para
disparar suas armas. Ainda estamos muito longe de ver
algo parecido acontecer na prática.

Mas agora dois cientistas da Universidade da
Pensilvânia, Nader Engheta e Andrea Alu, demonstraram
que é possível fazer com que um objeto fique
totalmente invisível. Por enquanto, eles conseguem
tornar invisível qualquer objeto desde que ele seja
uma esfera microscópica feita de ouro ou prata.

Para fazer o objeto ficar invisível, os cientistas
alteraram a forma como ele reflete a luz, utilizando
plasmons - vibrações dos elétrons que acontecem na
superfície de alguns metais. Os plasmons foram
descobertos quando a equipe do Dr. Thomas Ebbesen
incidiu luz sobre uma placa de ouro contendo furos
menores do que o comprimento de onda dessa luz. Eles
não esperavam ver nada do outro lado mas, para sua
surpresa, saía mais luz do outro lado do que entrava.

"Um design adequado pode induzir uma queda dramática
na superfície de reflexão, tornando o objeto
praticamente invisível a um observador," escrevem os
cientistas em seu artigo, disponível no site da
Universidade (veja quadro Para Navegar).

Os objetos são visíveis aos nossos olhos porque eles
refletem a luz. As cores dos objetos variam conforme o
comprimento de onda da luz que eles refletem. A
parcela da luz não refletida é absorvida. O que os
cientistas fizeram foi alterar essa capacidade de
reflexão, fazendo com que praticamente toda a luz
fosse absorvida. Fazendo a energia dos plasmons
coincidir com a energia da luz incidente, eles
conseguiram que toda a luz incidente fosse absorvida
de um lado e emitida do outro lado do objeto.

Mas a descoberta poderá ter aplicações em outros
comprimentos de onda, que não a luz visível. Por
exemplo, provavelmente nunca será possível fazer com
que um homem se torne invisível aos olhos de outros
humanos, mas ele poderá se tornar invisível às
microondas, por exemplo, que têm um comprimento de
onda maior.

A descoberta tem grande interesse científico e poderá
mesmo, um dia, permitir aplicações práticas. Mas os
cientistas avisam que ainda não se pode pensar em
nenhum objeto do dia-a-dia tornando-se invisível.
Objetos grandes têm geometria complexa e necessitariam
ser revestidos com camadas de materiais adequados, com
características detalhadas em nível nanométrico. Além
disso, eles precisariam ser construídos de modo a
refletir todos os comprimentos de onda da luz visível,
o que ainda não foi conseguido.

A revista Nature também publicou uma reportagem
baseada no artigo divulgado pelos cientistas.



Cientistas da Universidade de Ohio (Estados Unidos)
descobriram uma forma de ampliar a absorção de luz por
uma rede metálica em até 1.000 vezes, o que poderá
abrir caminho para a fabricação de sensores químicos e
instrumentos de laboratórios muito mais eficientes. A
descoberta consiste em uma nova técnica de
revestimento que permite que a tela capture e
transmita mais luz através de seus poros microscópicos
do que seria possivel normalmente.

James V. Coe e seus colegas também descobriram que, se
a malha metálica for recoberta com moléculas de
gordura, pode-se utilizar o calor para controlar a
quantidade de luz que passa pela malha. Os resultados
foram apresentados por Coe e seu aluno Kenneth R.
Rodriguez na reunião anual da American Chemical.

"Com o revestimento correto, nós descobrimos que
podemos controlar precisamente o diâmetro dos buracos
e a quantidade de luz transmitida. De fato, a malha
age como uma chave ótica," explica Coe, referindo-se a
dispositivos que controlam sinais de luz em
optoeletrônica. "Com a adição de controles de calor,
você pode chamá-la de chave termo-ótica."

A Universidade registrou dois pedidos de patente para
a nova tecnologia e está procurando parceiros
comerciais para seu aprimoramento. Uma das
possibilidades de utilização é o estudo da interação
entre colesterol e outras células, ou ainda o efeito
do calor sobre o DNA.

O fenômeno de ampliação da luz foi descoberto em 1.998
nos laboratórios da empresa NEC. Os pesquisadores
perceberam que fileiras nanométricas de átomos de
prata podem transmitir uma quantidade enorme de luz na
forma de pacotes de energia chamados plasmons de
superfície. A palavra plasmon é uma junção e plasma e
fóton. A luz é excitada e reaparece do outro lado da
placa, em quantidade superior à prevista.

Os pesquisadores da Universidade de Ohio queriam saber
se poderiam criar plasmons em outros metais,
utilizando luz infravermelha ao invés de ultravioleta,
como feito nos laboratórios da NEC. Para suas
experiências, eles utilizaram uma malha metálica de
níquel, disponível comercialmente. A olho nu, a malha
metálica parece-se com uma fita metálica flexível.
Suas perfurações têm menos do que 13 micrômetros de
diâmetro.

Os pesquisadores tiveram que criar um método de cobrir
a malha de níquel com uma camada de átomos de cobre.
Como resultado dessa pesquisa, eles descobriram que
poderiam afinar o processo para preencher as bordas
das perfurações e estreitar os buracos para qualquer
tamanho que eles desejassem. Quando o tamanho dos
buracos atingiu uma dimensão comparável àquele do
comprimento de onda da luz que atingia a malha
metálica, apareceram os plasmons.

Como os buracos normalmente cobrem 25 por cento da
superfície, a malha deveria deixar passar apenas 25
por cento da luz que a atingia. Mas, nos testes, a
placa transmitiu 75 por cento da luz, o que sugeria
que a luz incidente sobre a malha estava sendo
transmitida para o outro lado. É como se a placa
perfurada sumisse com a luz de um lado e a fizesse
reaparecer do outro lado, uma vez que não há área
suficiente para que tanta luz atinja o outro lado.

Quando os pesquisadores adicionaram uma camada de
gordura, mais especificamente moléculas obtidas da
soja, a superfície absorveu ainda mais luz, atingindo
até 1.000 vezes mais do que em qualquer outra
experiência com plasmons.

As moléculas de gordura vegetal podem ser utilizadas
para controlar a quantidade de luz passante devido ao
seu formato. Em temperatura ambiente elas formam
longas cadeias que permanecem retas sobre a
superfície. Mas, à medida em que a temperatura sobe,
as cadeias se quebram, alterando a polarização da luz.
Em um processo ainda não totalmente entendido pelos
pesquisadores, o processo funciona seguidamente desde
que se mantenha as moléculas hidratadas, ou seja,
desde que a temperatura não ultrapasse os 100º C.


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SUBJECT: Re: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 20:33


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Entendo.Isso deveria bastar para alegar "sociologia é uma
redundância" e a seguir evitar argumentar a favor disso (o que
realmente teria tudo pra ser um problema intransponível em suas
condições).
>
> Dizer que Antropologia é uma ciência "mais capaz" que a sociologia
para elucidar coisas sobre fatos sociais (aliás, esse termo foi
definido por Durkheim, considerado o criador da sociologia, junto a
Comte), e outras "gafes" de quem não entende do assunto - mas insiste
em falar sobre eles como se entendesse - e depois diz que "não
interessa muito".
>
> Tudo bem - sem problemas, isso pode acontecer com qualquer um. Um
abraço.


JR: Peterson minha intenção nao era causar decepção. Eu nao vou
discutir o que eu nao entendo. Pra mim a psicologia cumpre bem o
papel no lugar da sociologia. O mundo funcionaria da mesma maneira
como sempre funcionou independente do sociólogo.

Mas é a minha opinião. Se é que ela vale alguma coisa

Te indico o Manuel Bulcão, ele entende bem destes assuntos que voce
quer discutir comigo. Se bem que nem fui quem começou essa discussão,
quase nao falei nada sobre sociologia e havia deixado isso bem claro
do inicio, me limitei apenas a falar da história.

JR





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo
FROM: JVictor <jvoneto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 23:20

Ivan Carlos escreveu:

> não elimina, simplesmente pq o big bang está sendo re-colocado em sua
> teoria
> como "Big Crunch" justamente por poder se tratar de um ciclo, de
> infinitas
> agregações e expansões
>
Victor: Em física estatística há um teorema, devido ao francês Henri
Poincaré, que diz: "uma coleção finita de partículas presas num
recepiente e submetidas às leis do movimento de Newton retrona
necessariamente ao seu estado inicial após decorrido um período de tempo
suficientemente longo".

Ou seja, está implicita a idéia de que se a entropia de um sistema sobe,
ela terá que terá que descer, de tal sorte que o sistema volte ao estado
inicial. Como isto é geral, está implícita também a idéia de que o
sistema mundo passa por ciclos. O comprimento do ciclo de Poincaré é
grandinho, 10^N segundos, onde N é um trilhão de trilhões, ou
maior(maior?). Boltzman chegou a sugerir que os ciclos de Poincaré são
"vero". Nos livros de FE, este teorema é apresentado secamente. Em o
Enigma do Tempo, o autor, P. Davies, faz uma explanação até soft desse
assunto. Vale conferir.
Desse modo, pode-se falar no" incha e encolhe" do mundo...
Vamos nos encontrar, também, na próxima ressuscitação?

Sds,

Victor.




SUBJECT: Re: Fw: calor x frio
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 23:42


Temperaturas altas e baixas fazem mal 'a pele. O ideal eh em torno de
25oC.

No caso do Ceara' e outras localidades, o problema eh menos a
temperatura do q. a insolacao - a exposicao aos raios solares
intensos, com grande quantidade de raios UV, danifica a pele (alem de
aumentar o risco de cancer de pele).

Frio intenso tb pode danificar a pele.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Interessante tema para discussão. Quem atira a primeira
> pedra?
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> -----Mensagem Original-----
> De: pp.augusto
> Leo, venho procurando saber e não consigo saber o
> certo qual a temperatura é melhor para a pele, uns me dizem
> que é o frio e outros me dizem que é o calor!!!






SUBJECT: O tempo não existe
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/03/2005 23:58


Revista VEJA
Edição 1898 .
30 março 2005
[]

Millor Fernandes
A César o que é (era) de César...

No frio do aeroporto de Beverly, los Angeles (Santa Maria Porciúncula de
los Angeles), madrugada, lá estavam me esperando o cineasta e grande
crítico de cinema Alex Viany, então morando em Hollywood, um jovem poeta
defensor do cinema mudo chamado Vinicius de Moraes, cônsul em Los Angeles,
e César Mansueto Lattes, acabando de descobrir o méson PI. Que logo os
amigos iconoclastas, capitaneados por Vinicius, passaram a chamar de Teson
PI. Eu de PI só conhecia o nosso velho 3,1416 dos bancos de escola. Mas,
apesar de poucos encontros, eu e Lattes ficamos amigos, por sólidos motivos
– tínhamos a mesma idade e começamos nossas relações em duas disputas na
piscina da Carmen Miranda.

Ah, antes que eu me esqueça: ele ganhou as duas.

Mas, não sei se vocês sabem, o tempo passa. Nos anos 70 César se meteu numa
nova pesquisa, projeto Bola de Fogo (?), acho eu, na Bolívia. Nunca soube o
que fosse essa Bola. Mas tascaram César, é sempre assim, e ele reagiu.

E aproveitou pra dar também uma tascada em declarações políticas de
Einstein. Além de estar de acordo com Lattes, sobre certas afirmativas
sociopolíticas de Einstein, saí na época, nesta mesma revista, em "defesa"
de Lattes. Como se ele precisasse. Mas eu estava firme com ele. Não me
interessava se sua proposta fosse aparentemente inviável. Não sou físico e
acho que nem muito viável.

E defendo a tese de que o cientista, em qualquer ramo, sobretudo no
micromundo e no macromundo, não descobre a coisa assim, mamãe, lá vem o
bonde. As coisas sempre nascem na cabeça dele, e se confirmam na pesquisa.
Raramente o contrário. O universo é tão rico de possibilidades que toda
teoria está contida nele.

Assim como qualquer estátua está contida no bloco de mármore. Basta cada um
tirar o excesso e descobrir, dentro do bloco, a sua estátua.

Naturalmente, o idiota pode tentar fazer um cavalo de 3 metros num bloco de
2 metros. Vão ficar sempre faltando duas patas e um focinho.

Eu disse então de mim para comigo (não é uma expressão bonita? Acabei de
inventar): "Não vou me meter na física. Só faço isso quando ela é
gostosinha. Vou me meter em filosofias, ou melhor, em filosofadas".

Repito: nunca fui muito fã dos pronunciamentos sociopolíticos do bruxo de
Menlo Park (não, não, esse foi o Edson, coloquem aí o epíteto do Einstein).
Nunca entendi o boquiabrir-se diante de suas afirmações que a mim sempre me
soaram como lugares-comuns pífios. Leia algumas dessas pérolas e me diga se
você colocaria qualquer delas num azulejo no seu banheiro:

"O exemplo de caracteres grandes e puros é a única coisa capaz de produzir
belas idéias e nobres feitos".

"Só uma vida vivida para os outros é digna de ser vivida".

"O homem só encontra sentido na vida, curta e perigosa como ela é,
devotando-se à sociedade".

Sem falar, menos inocente, no famoso "conselho" a Roosevelt, feito assim,
com mão de gato, e depois tantas vezes negado:

"Trabalhos recentes de E. Fermol e L. Szilard levam-me a pensar que o
elemento urânio possa transformar-se numa nova fonte de energia em futuro
imediato... Uma única bomba desse tipo, explodida num porto, será capaz de
destruir o porto junto com todo o território em volta dele...".

Por isso resolvi também publicar uma das minhas irrespondíveis conclusões
"científicas" (com "aspas", sublinha, negrito e grifo, pra deixar claro que
é ironia). Segundo a Teoria da Relatividade – tão relativa que torna
impossível os cientistas se entenderem –, o tempo assume a quarta dimensão,
trabalhando de parceria com as tradicionais: altura, largura e comprimento.
Todo mundo repete isso, de uma forma ou de outra. Sei não.

Os cientistas internacionais sabem que nunca tive o intuito de
desmistificar Einstein, e reconheço que ele também nunca tentou isso
comigo. Mas, como há um confronto com Lattes, venho a público revelar a
minha teoria, que abala um pouco a de Einstein:

O tempo não existe. Só
existe o passar do tempo.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: calor x frio, a pele do cearense
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/03/2005 00:00

At 23:42 26/3/2005, you wrote:

>Temperaturas altas e baixas fazem mal 'a pele. O ideal eh em torno de
>25oC.
>
>No caso do Ceara' e outras localidades, o problema eh menos a
>temperatura do q. a insolacao - a exposicao aos raios solares
>intensos, com grande quantidade de raios UV, danifica a pele (alem de
>aumentar o risco de cancer de pele).
>
>Frio intenso tb pode danificar a pele.
>[]s,
>Roberto Takata



Não aquelas rugas.

Aquelas rugas são de preocupação cearense.

E por aqui fico.

L.E.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 04:10

Olá Junior e Peterson

Desculpe, Bradock, mas esse trecho seu me causou forte comoção..:-)

Junior: JR: Peterson minha intenção nao era causar decepção. Eu nao vou
discutir o que eu nao entendo. "

Mas, Junior, Bradock, Pubmed e demais heteronomios, você discute, obcessivamente e de forma, digamos, teimosa, TUDO, de homeopatia a origem do universo, de evolução a astrologia, faz afirmações sobre praticamente tudo, duvida de quase toda informação cientifica, embora de crédito a maioria das alegações sem evidencias e não cientificas, e diz que "não vai discutir o que não entende" !?!?!?!?!?!

Isso me deixou bem confuso..:-) Ou você entende de TUDO, já que discute TUDO, ou não está na verdade discutindo nada , mas apenas arrumando encrenca (no bom sentido..:-) para se divertir com a lista..:-)

A "não discussão" sobre o santo sudário levou dezenas de mensagens, a sobre história com o Peterson está caminhando para o mesmo volume, e as diversas outras discussões, com diferentes nicknames, também foram enormes e longas, com uma obcecada disposição sua de ... discutir..:-) Ainda que, volta e meia, afirme que "não sei muito sobre isso ou aquilo, sou um leigo" etc.

A cada mensagem sua na lista, como a que afirma que:

"De qualquer forma eu não chequei as informações, podendo ser algo manipulado. Mas acredito que não, pois
me lembro de visto uma filme americano sobre epidemias de cóleras e o uso da homeopatia, e mais recentemente na Record ela sendo usada por
um médico numa índia doente de cólera, e ela havi ficado boa."

em uma mensagem sobre homeopatia, não sei o que pensar sobre sua intenção..:-) Não checou, não é especialista, sabe pouco sobre o assunto, mas dá palpite como se fossem de graça (bem, são de graça, mas como tudo que não tem custo, tem pouco valor também..:-)

"Acredito que..." é crença, nunca ciência, e tem pouco utilidade tanto na lista quanto na vida diária.:-)

Por favor, me explique melhor essa alegação sobre não discutir o que não entende. Você entende exatamente de que?..:-)

Um abraço.

Homero



----- Original Message -----
From: junior_br2001
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Saturday, March 26, 2005 8:33 PM
Subject: [ciencialist] Re: Ciências sociais - era: Dúvida sobre o objetivo da lista



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Entendo.Isso deveria bastar para alegar "sociologia é uma
redundância" e a seguir evitar argumentar a favor disso (o que
realmente teria tudo pra ser um problema intransponível em suas
condições).
>
> Dizer que Antropologia é uma ciência "mais capaz" que a sociologia
para elucidar coisas sobre fatos sociais (aliás, esse termo foi
definido por Durkheim, considerado o criador da sociologia, junto a
Comte), e outras "gafes" de quem não entende do assunto - mas insiste
em falar sobre eles como se entendesse - e depois diz que "não
interessa muito".
>
> Tudo bem - sem problemas, isso pode acontecer com qualquer um. Um
abraço.


JR: Peterson minha intenção nao era causar decepção. Eu nao vou
discutir o que eu nao entendo. Pra mim a psicologia cumpre bem o
papel no lugar da sociologia. O mundo funcionaria da mesma maneira
como sempre funcionou independente do sociólogo.

Mas é a minha opinião. Se é que ela vale alguma coisa

Te indico o Manuel Bulcão, ele entende bem destes assuntos que voce
quer discutir comigo. Se bem que nem fui quem começou essa discussão,
quase nao falei nada sobre sociologia e havia deixado isso bem claro
do inicio, me limitei apenas a falar da história.

JR





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo
FROM: "Geraldo M. Barcelos" <gemaba@veloxmail.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 08:46

Olás !!!

Tudo tem início é uma proposição que se sustenta com o que definimos por
verdade
através de uma lógica bivalente que me parece ter seus pilares no conceito
de identidade,
o que é ser o que é, da não contradição, o que é ser o que é, e do terceiro
excluido,
o que é ser o que é e não poder não ser o que é.

Mas os eletróns já me parecem ser um contra exemplo disso e poderíamos falar
então de formas lógico racionais, em outras palavras, o ser humano
racionaliza
o Universo seguindo normas como as descritas no primeiro parágrafo.

Só que não quer dizer que essas formas lógicas são, diríamos, a priori, em
outras
palavras, tudo tem início tem um forte viés de falsidade porque podemos
pensar
e até ampiricamente contatar que nem tudo parece ter início. Que nem tudo é
o que parece ser e que pode ser e não ser, em outras palavras, pode pelo
memos oscilar entre ser e não ser.

O Big Bang me parece ser outra teoria falsa como tantas outras... Mas
podemos
falar de um pragmatismo, é lógico e de verdades funcionais.

Saudações !!!
gemaba
www.gemaba.cjb.net

----- Original Message -----
From: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, March 25, 2005 9:57 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo


>
> não elimina, simplesmente pq o big bang está sendo re-colocado em sua
teoria
> como "Big Crunch" justamente por poder se tratar de um ciclo, de infinitas
> agregações e expansões
>
> alias.. o universo É o nada, a duvida mor é a sempre existência do
conteúdo
> existente neste universo...
>
> Ivan "Doomer" Carlos
> Social Engineering Specialist
> Cell.: +55 (11) 8112-0666
> icarlos@icarlos.net
> www.icarlos.net
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>
> ----- Original Message -----
> From: "Luis Brudna" <luisbrudna@gmail.com>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Friday, March 25, 2005 9:49 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo
>
>
>
> Serah que interpretacao do Big Bang como 'criacao do universo sob
> otica cientifica' eh saudavel?
>
> Penso no Big Bang como um evento que deu origem ao universo como
> conhecemos, nao como algo "onde tudo teve inicio".
>
> Serah que Big Bang necessariamente elimina o 'sempre-existencia'?
>
> Ateh
> Luis Brudna
>
>
> On Fri, 25 Mar 2005 21:31:51 -0000, junior_br2001
> <junior_br2001@yahoo.com.br> wrote:
> > Bem, eu defendo um universo que sempre existiu, não vejo motivos para
> > uma criação seja ela de natureza religiosa ou científica. Mas
> > gostaria de mais respostas, tipo mais opiniões e o conhecimento de
> > novas teorias
> > E obrigado pela indicação do livro
> > Abraços
> > JR
>
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SUBJECT: OFF TOPIC - Para Brudna
FROM: "Geraldo M. Barcelos" <gemaba@veloxmail.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 08:48

Olá Brudna !!!

Participo de várias listas e uso o Outlook Express como recebedor de E-mais,
por
vezes fico sem receber mensagens da Ciencialist que prejudica muito minha
participação,
gostaria de contar com a sua ajuda na solvência desse problema para que
possa
participar com mais confiança dessa respeitada lista...

Saudações !!!
gemaba
www.gemaba.cjb.net



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Dúvidas
FROM: "Geraldo M. Barcelos" <gemaba@veloxmail.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 09:04

Olás !!!

Talvez porque você não consiga se ver livre do conceito de identidade.
Pelo que percebo podemos racionalizar em outras bases, não achas?

Saudações !!!
gemaba
www.gemaba.cjb.net


----- Original Message -----
From: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, March 24, 2005 1:43 PM
Subject: [ciencialist] Re: Dúvidas




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, TARCISIO BORGES <tbs97@f...>
escreveu
> Se o nada inclui a ausência de energia, então NÃO. A matéria não
pode ser
> criada do nada.
>
> As teorias de criação do universo são quase que puramente
metafísicas,
> dizer que alguma coisa interferiu no nada e gerou o universo também
é
> metafísica.
>
> Se você não está contente com as teorias atuais sinta-se a vontade
para
> criar uma, se fizer sentido será tão boa quanto as outras :-) e
> possivelmente quase tão impossível de provar que é verdadeira.


JR: Tarcisio eu não estou contente mesmo. Mas nao tenho intenção de
criar uma. Me afinizo mais com a teoria cíclica que tb inclui o Big-
Bang, mas que não coloca como o ponto de partida de tudo.

Na minha opinião(que não deve valer de nada) para haver um explosão
deveria existir materia pre-existente e obviamente energia. Não dá
para engolir que o nada(o nada mesmo) cria matéria, por mais que os
maiores cientistas do mundo postulem que sim. Mas em todo o caso,
eles estão fazendo o trabalho deles

Valeu
JR





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo
FROM: "Geraldo M. Barcelos" <gemaba@veloxmail.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 09:11

Olás !!!

Me parece que a Acropolis e mesmo a Ciencialist contribuiram com tal
teoria. hehehe. Oh Homero, cadê os nobeis pô. hehehe

Saudações !!!
gemaba
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----- Original Message -----
From: "junior_br2001" <junior_br2001@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, March 26, 2005 12:25 AM
Subject: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo




Achei uma matéria meio antiguinha tb

Universo não teve início nem terá fim, afirmam cientistas

http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/1757

JR


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...>
escreveu
> Uma leitura interessante - embora jah desatualizada com os novos
dados
> - 'Uma biografia do Universo' - Fred Adams e Greg Laughlin, Rio de
> Janeiro, 2001, Jorge Zahar Editor, 292 pp.
>
> http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/1771
>
> []s,
>
> Roberto Takata





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SUBJECT: Res: [ciencialist] Terremoto em ortugal.
FROM: "Joaquim Santos" <Joaquim_Santos_8@hotmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 10:41

Sua besta quadrada:
Antes de botares ca fora asneira, pensa. Confundes termos de Portugal e
Brasil e bastava veres o nome da terra para saberes que que fica no SUL e
nao no norte. E nao tem piada nenhuma. Puramente ofensivo e gratuito. Mas
sabes la o que isto quer dizer...

-------Mensagem original-------

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: 03/24/05 11:48:25
Para: acropolis@yahoogrupos.com.br; ciencialist@yahoogrupos.com.br;
Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Terremoto em ortugal.



Movimento ssmico em Portugal ...


Depois dos problemas acontecidos na sia, o governo de Portugal resolveu
instalar um medidor de abalos, que cobre todo o pas.
Ento, foi enviado, pelo Centro Ssmico Nacional ao quartel da polcia da
cidade de Vilamoura, no norte de Portugal, um telegrama, que dizia:
" Possvel movimento ssmico na zona. Ponto. Muito perigoso, superior
Richter 7. Ponto. Epicentro a 3 km do povoado. Ponto. Tomem medidas. Ponto
Informem resultados com urgncia. Ponto."
Bem, os dias se passaram, e s depois de mais de uma semana que foi
recebido no Centro Ssmico Nacional um telegrama que dizia:
" Aqui do Quartel da Polcia de Vilamoura. Ponto. Movimento ssmico
totalmente desarticulado. Ponto.


O tal Ritchter tentou fugir, mas foi abatido a tiros. Ponto, desativamos as
zonas Ponto, as putas esto todas prezas a trabalhar na lavanderia dos
presidios feminino Ponto. Epicentro, Epifnio e trs cupinchas detidos.
Ponto.


No respondemos antes, porque aqui houve um terremoto do caralho. Ponto.

Abraos e beijos sem tremer.


[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Terremoto em ortugal.
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 12:38

Quincas:
deliciosa sua resposta. de uma clareza lusitana. Parabéns.
Eu endereço e assino minhas msg.
Vou informar ao delegado que fica ao Sul.
Tamancadas do
silvio.

-----Mensagem Original-----
De: "Joaquim Santos" <Joaquim_Santos_8@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 27 de março de 2005 10:41
Assunto: Res: [ciencialist] Terremoto em ortugal.



Sua besta quadrada:
Antes de botares ca fora asneira, pensa. Confundes termos de Portugal e
Brasil e bastava veres o nome da terra para saberes que que fica no SUL e
nao no norte. E nao tem piada nenhuma. Puramente ofensivo e gratuito. Mas
sabes la o que isto quer dizer...

-------Mensagem original-------

De: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Data: 03/24/05 11:48:25
Para: acropolis@yahoogrupos.com.br; ciencialist@yahoogrupos.com.br;
Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Terremoto em ortugal.



Movimento sísmico em Portugal ...


Depois dos problemas acontecidos na Ásia, o governo de Portugal resolveu
instalar um medidor de abalos, que cobre todo o país.
Então, foi enviado, pelo Centro Sísmico Nacional ao quartel da polícia da
cidade de Vilamoura, no norte de Portugal, um telegrama, que dizia:
" Possível movimento sísmico na zona. Ponto. Muito perigoso, superior
Richter 7. Ponto. Epicentro a 3 km do povoado. Ponto. Tomem medidas. Ponto
Informem resultados com urgência. Ponto."
Bem, os dias se passaram, e só depois de mais de uma semana é que foi
recebido no Centro Sísmico Nacional um telegrama que dizia:
" Aqui é do Quartel da Polícia de Vilamoura. Ponto. Movimento sísmico
totalmente desarticulado. Ponto.


O tal Ritchter tentou fugir, mas foi abatido a tiros. Ponto, desativamos as
zonas Ponto, as putas estão todas prezas a trabalhar na lavanderia dos
presidios feminino Ponto. Epicentro, Epifânio e três cupinchas detidos.
Ponto.


Não respondemos antes, porque aqui houve um terremoto do caralho. Ponto.

Abraços e beijos sem tremer.


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SUBJECT: Porque é proibido celular em postos de gasolina?
FROM: Freddy Hazuki <freddyhazuki@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/03/2005 15:04

Olá
Essa é minha primeira mensagem aqui na ciencialist. Entrei há uns 4
dias.. to achando bem legal.. o nível das discussões é altissimo! =)

Preciso de ajuda com uma dúvida... Porque é proibido usar celular, ou
mesmo deixar apenas ligado, em postos de combustíveis? Existe algum
risco significativo a ponto de proibirem?
Bom, fiz uma rápida pesquisa... Em um link que eu achei
(http://www.nuclear.radiologia.nom.br/politica/maio01/070501.htm#1)
defendem que o risco existe mesmo,: "a radiação emitida pelo
equipamento pode desencadear uma explosão".
Em um outro link
(http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/maio2003/ju213pg2b.html)
trata isso como uma lenda urbana.. que a lei foi imposta sem nenhum
caráter científico.
Assim deu um "nó" em minha cabeça.. não consegui chegar a uma
conclusão.. Alguém poderia me ajudar?

Achei algo no snoopes.com
(http://www.snopes.com/autos/hazards/gasvapor.asp) mas meu inglês
debilitado não permitiu um bom entendimento, nem do título.

Att.

Freddy Hazuki


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo
FROM: JVictor <jvoneto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/03/2005 16:57

Alberto,


Para mim, o teorema que citei é uma mera curiosidade. Não acredito nisso
e tenho lá minhas razões. . Mas homens como Boltzman deram-lhe crédito
e Nietzsche endoidou de vez, por causa desse teorema, dizem, chegando
àquele famoso aforismo: Deus morreu!. (Dizem também que o mineiro,
que não deixa algo assim passar em branco, pixou num muro: Nietzsche
está morto!. Assinado: Deus!.) Brinque!....É isso aí.
Quanto à sua explanação, não seria capaz de questionar um vírgula.

Sds,

Victor.


Alberto Mesquita Filho escreveu:

> ----- Original Message -----
> From: "JVictor"
> Sent: Saturday, March 26, 2005 11:20 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Abundancia de hélio no universo
>
> Olá Victor
>
> Vou aproveitar algumas de suas colocações para entropizar um pouco o
> debate
> ou, como diria a Natália, vou "deitar petróleo para apagar a fogueira".
>
> > Victor: Em física estatística há um teorema, devido ao francês Henri
> > Poincaré, que diz: "uma coleção finita de partículas presas num
> recepiente
> > e submetidas às leis do movimento de Newton retrona necessariamente
> ao seu
> > estado inicial após decorrido um período de tempo suficientemente
> longo".
>
> O Takata lembrou, com bastante propriedade, a hipótese da constância do
> volume, o que invalidaria a aplicação do teorema para um universo em
> expansão/contração. Eu, em conversa com os meus botões, vejo outro
> probleminha. Parece-me que Poincaré está assumindo, também como hipótese,
> que a física newtoniana apoiada única e exclusivamente nas três leis de
> Newton seria uma teoria completa ou fechada. Isso é algo que os seguidores
> de Newton assumiram como verdade, mas que o próprio Newton fez questão de
> deixar em aberto. Newton sabia que sua física estava incompleta e fez
> questão de deixar isso por escrito por inúmeras vezes e em vários
> contextos.
> Lê-se isso nos Princípia (Escólio Geral), na Óptica III, em cartas que
> escreveu a amigos e em alguns artigos não publicados enquanto vivo,
> mas que
> foram encontrados em seu escritório.
>
> Acho estranho que o *modelo* de três leis de Newton, aquele mesmo que no
> final do século XIX se demonstrou não corresponder à experimentação,
> especialmente no que diz respeito a grandes velocidades ou ao microcosmo,
> pudesse ser utilizado, sem outras hipóteses, como algo a fazer previsões a
> darem certo, seja para "uma coleção finita de partículas", seja para um
> universo onde não podemos desprezar as grandes velocidades.
>
> Nada contra Poincaré. Afinal, ele viveu no período em que ainda se estava
> percebendo que havia alguma coisa errada com esse *modelo*. E também
> não sei
> até que ponto ele pretendeu expandir essas idéias para um universo aberto.
> Mas o problema é que nem bem ele estabeleceu esse teorema, os físicos, a
> incluir Poincaré, começaram a se dar conta de que o *modelo*
> newtoniano era
> insatisfatório (não sei precisar a ordem cronológica dos
> acontecimentos, mas
> sei que foram bem próximos). Curiosamente ninguém se preocupou em
> seguir os
> palpites deixados por Newton para a completude de sua *física*.
> Podemos hoje
> (século XXI) dizer que existe uma diferença enorme entre o *modelo*
> newtoniano e a *física* newtoniana, ainda que muitos não saibam disso (por
> ignorância) e/ou pretendam esconder essa diferença debaixo do tapete (por
> má-fé). Aquele cuidado que Newton, como excelente cientista que era,
> deixou
> explícito [...there is not a sufficient number of experiments to determine
> and demonstrate accurately the laws governing the actions of this
> spirit --
> última frase dos Principia], hoje não mais se justifica.
>
> Os físicos desta época optaram por deixar o certo pelo incerto. Por um
> lado
> julgaram-se céticos com respeito a um agente que insistia em se
> imiscuir nos
> dados experimentais e relacionado aos campos e a negar o modelo de três
> leis. Quiçá esse ceticismo tolo tenha se devido ao fato de Newton ter
> descrito esse agente como "espírito da matéria" (flagra-se esse
> preconceito
> a toda a hora, até mesmo aqui na Ciencialist, e quero crer tratar-se
> de algo
> que só Freud explica). Por outro, e para compensar esse ceticismo ingênuo,
> começaram a criar alguns outros agentes tão ou mais estapafúrdios que esse
> espírito, ainda que insuficientes, posto que no século XX outros novos
> espíritos se tornaram necessários, a ponto de hoje existirem várias
> dezenas
> destes (divindade da luz, dualidade da matéria, incerteza, dilatação do
> tempo, contorção do espaço, energia do ponto zero, órbitas permitidas...
> apenas para citar alguns).
>
> Pergunto: Em qual das hipóteses desse teorema Poincaré fala em potenciais
> retardados? Sim, porque se estamos falando em *física* newtoniana, e
> não tão
> somente em *modelo* newtoniano. Não podemos deixar essa idéia de lado,
> pois
> segundo Newton, isto seria um "absurdo tão grande, que acredito que homem
> algum que tenha em questões filosóficas competente faculdade de pensar,
> possa cair nele." Ora, se existem potenciais retardados em
> eletromagnetismo,
> porque não haveria de existir também em gravitação e/ou em outros
> campos de
> interação (por exemplo na interação entre as partículas imaginadas para a
> demonstração do teorema)? Lembro novamente que não estou criticando
> Poincaré, pois os potenciais retardados do eletromagnetismo ainda estavam
> sendo descobertos (Lienard e Wiechert) e quiçá observados com certa
> desconfiança.
>
> Realmente, foi nesse clima que foram dados os primeiros passos no
> sentido de
> se *forçar* o *modelo* newtoniano a se acoplar à experimentação, como se o
> *modelo* representasse uma teoria fechada, algo que Newton, com quase 300
> anos de antecedência, havia previsto não ocorrer. Em virtude disso esse
> *modelo* começou a se romper em vários lados necessitando de uma série de
> remendos que estão agrupados hoje no que se chama "física moderna",
> que nem
> é física e já dista bastante de ser moderna.
>
> > Ou seja, está implicita a idéia de que se a entropia de um sistema sobe,
> > ela terá que terá que descer, de tal sorte que o sistema volte ao estado
> > inicial.
>
> Em teoria isso é muito bonito. Na prática não consigo enxergar um Big
> Crunch
> com entropia a decrescer a não ser no território da ficção. Qual seria a
> duração temporal desse Big Crunch? O que significaria tempo, frente a esse
> Big Crunch? O que é entropia? A entropia do universo realmente está
> hoje em
> ascensão? Podemos generalizar a entropia do nosso laboratório a ponto de
> conjecturarmos sobre o que está acontecendo no universo?
>
> Comento alguma coisa sobre entropia no artigo "Variáveis escondidas e a
> termodinâmica" que pode ser lido a partir de
> http://ecientificocultural.com/Eletron2/termodinamica.htm . Aliás, já
> discuti esse assunto aqui na Ciencialist com o Sérgio e não entramos em
> acordo. Algumas mensagens da Ciencialist poderão ser acessadas através do
> "algoritmo indexatório" que está em
> http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/entropinos.htm .
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
> uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se
> repetirá.
>
>
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SUBJECT: RE: [ciencialist] Física não é ciencia...
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/03/2005 18:14

Luiz Eduardo R.,
legal!
Vc vai arrebatar o grande prêmio ''bom senso 2005''!
Alguns da lista deveriam fazer esta pequena leitura todas as manhãs.
Abração. M. SP 27/mar

>From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Física não é ciencia...
>Date: Sat, 26 Mar 2005 18:41:51 -0300
>
>
>A Física não é uma ciência.
>A Química não é uma ciência.
>Tampouco a História é uma ciência.
>
>Aceitar o contrario...
>seria aceitar a existência de muitas ciencias.
>
>Mas a ciencia é singular, é uma só.
>Ciencia é um método, uma regra, um jeito de ver e interpretar fenomenos.
>
>Existem várias maneiras de estudar fenomenos.
>A ciencia é um desses jeitos.
>Por acaso é o meu.
>Mas o fato de ser o meu não me faz dizer que seja o único.
>Eu acho que é o melhor.
>E o adoto.
>
>Física é um estudo de fenômenos físicos, usando a ciencia, o método
>científico.
>
>E História é um estudo de fenômenos históricos, usando a ciencia, o método
>científico.
>
>Ciência é um método.
>E começa pela identificação de um problema, de uma pergunta sobre esse
>problema, de uma hipótese que sirva de resposta pra essa pergunta e, até
>aí, nada especial... porque os outros tipos de estudar fenomenos, em geral,
>também começam assim...
>
>O que particulariza a ciencia é o que vem daí pra frente...
>
>Ciencia é um método para testar as hipoteses.
>
>Se os fenomenos historicos não são tão controlaveis, para a mente humana,
>não são tão domesticaveis segundo modelinhos imaginados ou...
>se eles escapam rapidamente dos modelinhos imaginados pela mente humana...
>muito mais rapidamente do que ousam escapar os modelitos sobre os atomos e
>o cosmos...
>
>aí já é, fisicamente falando, outra história.
>
>Luiz Eduardo
>
>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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>Para saber mais visite
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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>Links do Yahoo! Grupos
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SUBJECT: Fw: Dvidas MRU e MRUV
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 18:53

Quem tem algo sobre isso?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: lepaiv
Para: leobarretos
Cc: lepaiv
Enviada em: domingo, 27 de março de 2005 01:38
Assunto: Dúvidas MRU e MRUV


Olá Prof. Léo.

Gostaria de saber a relação dos movimentos :

MRU (movimento retilíneo uniforme)
MRUV ( movimento retilíneo uniformemente variado)

Com a Lombada eletrônica, freio ABS e Laudo pericial de transito.

Escolaridade: segundo semestre eng. elétrica.

Desde já agradeço sua ajuda, se o senhor puder enviar-me alguma materia sobre estes assuntos ou até mesmo indicar algo na net.

Meu outro e-mail é : lepaiv@yahoo.com.br

LEANDRO OLIVEIRA


--------------------------------------------------------------------------------


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 19:50



JR escreve:

"Álvaro, o Cesar Lattes era dado a umas cachacinhas..."
=============================================
JR,

isso não me parece próprio no C-List. Apreciaria mais cuidado nas próximas mensagens.
aquele abraço,
Léo
=============================================

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto \(E\)"
<alvaro@e...> escreveu
> Caro JR,
>
> Cesar Lattes já era ranzinza no início da década de 80, quando me
deparei pela primeira vez com algumas bobagens que ele falou sobre a
relatividade. Talvez já fosse ranzinza antes disso...



SUBJECT: Re: Não acredito em homeopatia, mas...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/03/2005 20:21


Ainda bem que no caso da escarlatina o Hahnemann deu belladona
destilada e diluída, porque se desse a planta toda o pessoal ele ia
matar todo mundo. Na fabricação de remédios alopáticos o principio
ativo da belladona entra na fórmula numa dose muito mínima

http://tinyurl.com/6zzyc

JR



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "junior_br2001"
<junior_br2001@y...> escreveu
>
> No século 19 a homoeopatia chegou a ser usada com sucesso em casos
de
> epidemias de cóleras e outras epidemias(representou um paradigma
para
> a ciencia médica), o que mais me assustou foram os números que
> probalisticamente foram muitos melhores do que eu esperaria de um
> tratamento homeopatico. De qualquer forma eu não chequei as
> informações, podendo ser algo manipulado. Mas acredito que não,
pois
> me lembro de visto uma filme americano sobre epidemias de cóleras e
o
> uso da homeopatia, e mais recentemente na Record ela sendo usada
por
> um médico numa índia doente de cólera, e ela havi ficado boa. Mas
> claro concordo piamente que hoje as formas de tratamento avaançaram
e
> a industria de medicamente sem dúvida bem mais sofisticadas
>
> Veja os números:
>
> Em 1799, Hahnemann controlou uma epidemia de Escarlatina com o
> medicamento Belladona. Em 1813 tratou e epidemia de Tifo em
> Leipizig , curando 178 de 180 casos com apenas uma fatalidade. Na
> grande epidemia de cólera de 1831, a Homeopatia perdeu apenas 6 de
> 154 pacientes. A medicina convencional da época perdeu 821 de 1501
> casos (55%). Nesta época Hahnemann também deu um espantoso
> ensinamento de Saúde Pública para época, publicando conselhos sobre
> ventilação, higiene, esterelização, infecção e quarentena. Há que
se
> lembrar que o bacilo do cólera, foi somente descoberto por Koch em
> 1883, e isto valoriza a inteligência privilegiada e o poder de
> observação do Hahnemann. O Dr. Hahnemann não era um teórico, mas um
> magnífico praticante da Arte de curar, e trouxe para nós não apenas
> mais uma Doutrina Terapêutica, mas um novo conceito de Medicina .
>
> Em 1854, na Inglaterra,onze anos após a morte do Hahnemann, a
> Homeopatia mostrou sua eficiência também em uma epidemia de cólera.
> Nos hospitais homeopáticos, a taxa de mortalidade foi de 16,4% ,
> muito baixa se comparada à taxa nos hospitais que utilizavam a
> medicina convencional, que foi de 51.8%. A Homeopatia e o princípio
> dos semelhantes foram reconhecidos pelo parlamento britânico e
> posteriormente pelo congresso dos EUA como um método terapêutico
> médico válido e eficiente.
>
> O texto acima foi escrito por uma médica veterinária que usa
> homeopatia como terapia em animais
> http://homeopatiaonline.com/ver_textoh.asp?id=11
> delete





SUBJECT: Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/03/2005 20:33


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
>
> JR escreve:
>
> "Álvaro, o Cesar Lattes era dado a umas cachacinhas..."
> =============================================
> JR,
>
> isso não me parece próprio no C-List. Apreciaria mais cuidado nas
próximas mensagens.
> aquele abraço,
> Léo
> =============================================


JR: Desculpe aí qualquer coisa.
Mas foi voce mesmo que disse poderíamos brincar, fazer um pouco de
humorismo para distrair aqui na lista porque somos humanos
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45421

Porque alguns podem e eu não posso? Já sei, eu devo *nao* ser humano

De qualquer forma , desculpe aí

JR





SUBJECT: Editorial da Scientific American de abril
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/03/2005 21:09


Editorial da Scientific American de abril

Ok, nós desistimos.

Não existe uma maneira fácil de admitir isso. Durante anos, cartas de
leitores prestativos disseram para atermo-nos à ciência. Eles
ressaltaram que ciência e política não se misturam. Eles disseram que
nós deveríamos ser mais equilibrados na nossa apresentação de
assuntos como criacionismo, defesa contra mísseis, e aquecimento
global. Nós resistimos seu conselho e fingimos não nos incomodar com
as acusações de que a revista deveria ser renomeada Unscientific
American, ou Scientific Unamerican, ou mesmo Unscientific Unamerican.
Mas a primavera está no ar, e toda a natureza está virando uma nova
folha, então não há hora melhor para dizer: vocês estavam certos, e
nós estávamos errados.

Em retrospecto, a cobertura desta revista sobre a assim-chamada
evolução tem sido odiosamente parcial. Por décadas, nós publicamos
artigos em todas as edições que apoiavam as idéias de Charles Darwin
e seus capangas. Verdade, a teoria da descendência comum através da
seleção natural foi chamada de conceito unificador de toda a biologia
e uma das maiores idéias científicas de todos os tempos, mas isso não
era desculpa para sermos fanáticos sobre ela. Aonde estavam os
artigos de resposta apresentando o poderoso argumento a favor do
criacionismo científico? Por que éramos tão resistentes à sugerir que
os dinossauros viveram há 6.000 anos atrás ou que uma inundação
cataclísmica esculpiu o Grand Canyon? Culpe os cientistas. Eles nos
ofuscaram com seus fósseis, sua datação por radiocarbono e suas
dezenas de milhares de artigos revisados por seus pares em
publicações especializadas. Como editores, nós não tinhamos nada que
ser convencidos por montanhas de evidências.

Mais ainda, nós vergonhosamente tratamos mal os teoristas do Design
Inteligente (DI) agrupando-os com os criacionistas. Os criacionistas
acreditam que Deus projetou toda a vida, e isso é uma idéia algo
religiosa. Mas os teoristas do DI pensam que em alguns momentos não-
especificados uma entidade superpoderosa sem nome projetou a vida, ou
apenas algumas espécies, ou talvez apenas parte do material nas
células. É isso que torna o DI uma teoria científica superior: ela
não se prende a detalhes.

O bom jornalismo preza o equilíbrio acima de todo o resto. Nós
devemos aos nossos leitores a apresentação das idéias de todo mundo,
e não ignorar ou descreditar teorias simplesmente porque não contém
argumentos cientificamente críveis ou fatos. Nem devemos sucumbir ao
erro fácil de pensar que cientistas entendem sua área melhor do que,
digamos, senadores dos EUA ou autores de best-sellers. De fato, se
políticos ou grupos de interesse especial dizem coisas que parecem
falsas ou induzem a erro, nosso dever como jornalistas é citá-los sem
comentário ou contradição. Fazer o contrário seria elitista e por
isso errado. Nesse espírito, nós vamos acabar com a prática de
expressar nossas próprias idéias neste espaço: uma página editorial
não é o lugar para opiniões.

Prepare-se para uma nova Scientific American. Acabaram as discussões
sobre como a ciência deve informar a política. Se o governo se
compromete cegamente a construir uma defesa anti-mísseis que não pode
funcionar conforme o prometido, que irá gastar dezenas de bilhões de
dólares e pôr em risco a segurança nacional, você não vai ouvir sobre
isso de nós. Se estudos sugerem que as medidas antipoluição do
governo iriam na verdade aumentar as perigosas partículas que as
pessoas respiram durante as próximas duas décadas, isso não é da
nossa conta. Nem mais discussões sobre como a política afeta a
ciência, tampouco – e daí se o orçamento para a Fundação Nacional de
Ciências é cortado? Essa revista será dedicada puramente à ciência,
ciência justa e equilibrada, e não apenas a ciência que os cientistas
dizem ser ciência. E vai começar no Dia da Mentira(1 de abril).

Os Editores








SUBJECT: Porque é proibido celular em postos de gasolina?
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 21:28

Olá Freddy

Um dos episódios do programa Mythbusters, que se dedica a detonar ou comprovar mitos urbanos, testou a teoria de que o celular poderia ser a causa de explosões em postos de gasolina. A conclusão, depois de fazer o possível e o impossível para detonar gasolina (eles até pulverizaram gasolina diretametne em uma caixa transparente, em alta concentração e usararam o celular de todas as formas, até tentando um curto nas baterias, etc, e nada deu certo..:-), das mais diversas formas, com um celular, foi de que o mito era irreal. Foi considerado detonado, não conseguiram explodir nada..:-)

Entretanto, conseguiram com certa facilidade, explodir gasolina a partir de faiscas de eletricidade estática que saiam das mãos do motorista para o tanque durante o abastecimento. Mas lá é o próprio motorista que abastece, e não o frentista. Descobriram também que é mais provável de acontecer com motoristas jovens, que descem do carro sem esforço e em geral não tocam na lataria, o que dissiparia a eletricidade estática, do que com os motoristas mais idosos, que se levantam apoiando no carro.

Imagino que a proibição seja um cuidado a mais, como em aviões durante pouso e decolagem, uma margem de segurança extra apenas.

Um abraço.

Homero

----- Original Message -----
From: Freddy Hazuki
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, March 27, 2005 3:04 PM
Subject: [ciencialist] Porque é proibido celular em postos de gasolina?


Olá
Essa é minha primeira mensagem aqui na ciencialist. Entrei há uns 4
dias.. to achando bem legal.. o nível das discussões é altissimo! =)

Preciso de ajuda com uma dúvida... Porque é proibido usar celular, ou
mesmo deixar apenas ligado, em postos de combustíveis? Existe algum
risco significativo a ponto de proibirem?
Bom, fiz uma rápida pesquisa... Em um link que eu achei
(http://www.nuclear.radiologia.nom.br/politica/maio01/070501.htm#1)
defendem que o risco existe mesmo,: "a radiação emitida pelo
equipamento pode desencadear uma explosão".
Em um outro link
(http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/maio2003/ju213pg2b.html)
trata isso como uma lenda urbana.. que a lei foi imposta sem nenhum
caráter científico.
Assim deu um "nó" em minha cabeça.. não consegui chegar a uma
conclusão.. Alguém poderia me ajudar?

Achei algo no snoopes.com
(http://www.snopes.com/autos/hazards/gasvapor.asp) mas meu inglês
debilitado não permitiu um bom entendimento, nem do título.

Att.

Freddy Hazuki


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Editorial da Scientific American de abril
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 21:33

Olá Junior

Adorei o texto..:-) Mas não achei o original, na página da Scientific American, poderia me mandar o link, por favor?

Espero que todo mundo que o leia perceba a ironia do texto e não o toem como sério ou real..:-)

Um abraço.

Homero

----- Original Message -----
From: junior_br2001
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, March 27, 2005 9:09 PM
Subject: [ciencialist] Editorial da Scientific American de abril



Editorial da Scientific American de abril

Ok, nós desistimos.

Não existe uma maneira fácil de admitir isso. Durante anos, cartas de
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ressaltaram que ciência e política não se misturam. Eles disseram que
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American, ou Scientific Unamerican, ou mesmo Unscientific Unamerican.
Mas a primavera está no ar, e toda a natureza está virando uma nova
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nós estávamos errados.

Em retrospecto, a cobertura desta revista sobre a assim-chamada
evolução tem sido odiosamente parcial. Por décadas, nós publicamos
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e seus capangas. Verdade, a teoria da descendência comum através da
seleção natural foi chamada de conceito unificador de toda a biologia
e uma das maiores idéias científicas de todos os tempos, mas isso não
era desculpa para sermos fanáticos sobre ela. Aonde estavam os
artigos de resposta apresentando o poderoso argumento a favor do
criacionismo científico? Por que éramos tão resistentes à sugerir que
os dinossauros viveram há 6.000 anos atrás ou que uma inundação
cataclísmica esculpiu o Grand Canyon? Culpe os cientistas. Eles nos
ofuscaram com seus fósseis, sua datação por radiocarbono e suas
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ser convencidos por montanhas de evidências.

Mais ainda, nós vergonhosamente tratamos mal os teoristas do Design
Inteligente (DI) agrupando-os com os criacionistas. Os criacionistas
acreditam que Deus projetou toda a vida, e isso é uma idéia algo
religiosa. Mas os teoristas do DI pensam que em alguns momentos não-
especificados uma entidade superpoderosa sem nome projetou a vida, ou
apenas algumas espécies, ou talvez apenas parte do material nas
células. É isso que torna o DI uma teoria científica superior: ela
não se prende a detalhes.

O bom jornalismo preza o equilíbrio acima de todo o resto. Nós
devemos aos nossos leitores a apresentação das idéias de todo mundo,
e não ignorar ou descreditar teorias simplesmente porque não contém
argumentos cientificamente críveis ou fatos. Nem devemos sucumbir ao
erro fácil de pensar que cientistas entendem sua área melhor do que,
digamos, senadores dos EUA ou autores de best-sellers. De fato, se
políticos ou grupos de interesse especial dizem coisas que parecem
falsas ou induzem a erro, nosso dever como jornalistas é citá-los sem
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ciência, tampouco - e daí se o orçamento para a Fundação Nacional de
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SUBJECT: Re: Editorial da Scientific American de abril
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/03/2005 21:40


O original está em
http://www.livejournal.com/users/zarq/267108.html

Mas voce tem que pagaar para ver o resto do texto

http://www.sciamdigital.com

Até fiz uma brincadeira :

Próximas matérias da revista 03/26/2005 10:24
Maio de 2005

*Homoeopatia cura doenças nas baratas

*Deus foi criado por deus

*Numerólogo descobre que o 7 é anterior a matemática

*Espíritas comprovam: Há vida após morte. Vimos um duende pulando a
janela de um manicômio

*Ufólogos comprovam que Inri Cristo é mesmo um alienígena

* Einstein era cabalista e ouvia musica New Age

* Bush é um ser humano

* O Papa papou o cardeal

Não percam, imperdível

JR



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
escreveu
> Olá Junior
>
> Adorei o texto..:-) Mas não achei o original, na página da
Scientific American, poderia me mandar o link, por favor?
>
> Espero que todo mundo que o leia perceba a ironia do texto e não o
toem como sério ou real..:-)
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
> ----- Original Message -----
> From: junior_br2001
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Sunday, March 27, 2005 9:09 PM
> Subject: [ciencialist] Editorial da Scientific American de abril
>
>
>
> Editorial da Scientific American de abril
>
> Ok, nós desistimos.
>
> Não existe uma maneira fácil de admitir isso. Durante anos,
cartas de
> leitores prestativos disseram para atermo-nos à ciência. Eles
> ressaltaram que ciência e política não se misturam. Eles disseram
que
> nós deveríamos ser mais equilibrados na nossa apresentação de
> assuntos como criacionismo, defesa contra mísseis, e aquecimento
> global. Nós resistimos seu conselho e fingimos não nos incomodar
com
> as acusações de que a revista deveria ser renomeada Unscientific
> American, ou Scientific Unamerican, ou mesmo Unscientific
Unamerican.
> Mas a primavera está no ar, e toda a natureza está virando uma
nova
> folha, então não há hora melhor para dizer: vocês estavam certos,
e
> nós estávamos errados.
>
> Em retrospecto, a cobertura desta revista sobre a assim-chamada
> evolução tem sido odiosamente parcial. Por décadas, nós
publicamos
> artigos em todas as edições que apoiavam as idéias de Charles
Darwin
> e seus capangas. Verdade, a teoria da descendência comum através
da
> seleção natural foi chamada de conceito unificador de toda a
biologia
> e uma das maiores idéias científicas de todos os tempos, mas isso
não
> era desculpa para sermos fanáticos sobre ela. Aonde estavam os
> artigos de resposta apresentando o poderoso argumento a favor do
> criacionismo científico? Por que éramos tão resistentes à sugerir
que
> os dinossauros viveram há 6.000 anos atrás ou que uma inundação
> cataclísmica esculpiu o Grand Canyon? Culpe os cientistas. Eles
nos
> ofuscaram com seus fósseis, sua datação por radiocarbono e suas
> dezenas de milhares de artigos revisados por seus pares em
> publicações especializadas. Como editores, nós não tinhamos nada
que
> ser convencidos por montanhas de evidências.
>
> Mais ainda, nós vergonhosamente tratamos mal os teoristas do
Design
> Inteligente (DI) agrupando-os com os criacionistas. Os
criacionistas
> acreditam que Deus projetou toda a vida, e isso é uma idéia algo
> religiosa. Mas os teoristas do DI pensam que em alguns momentos
não-
> especificados uma entidade superpoderosa sem nome projetou a
vida, ou
> apenas algumas espécies, ou talvez apenas parte do material nas
> células. É isso que torna o DI uma teoria científica superior:
ela
> não se prende a detalhes.
>
> O bom jornalismo preza o equilíbrio acima de todo o resto. Nós
> devemos aos nossos leitores a apresentação das idéias de todo
mundo,
> e não ignorar ou descreditar teorias simplesmente porque não
contém
> argumentos cientificamente críveis ou fatos. Nem devemos sucumbir
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> erro fácil de pensar que cientistas entendem sua área melhor do
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> digamos, senadores dos EUA ou autores de best-sellers. De fato,
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sem
> comentário ou contradição. Fazer o contrário seria elitista e por
> isso errado. Nesse espírito, nós vamos acabar com a prática de
> expressar nossas próprias idéias neste espaço: uma página
editorial
> não é o lugar para opiniões.
>
> Prepare-se para uma nova Scientific American. Acabaram as
discussões
> sobre como a ciência deve informar a política. Se o governo se
> compromete cegamente a construir uma defesa anti-mísseis que não
pode
> funcionar conforme o prometido, que irá gastar dezenas de bilhões
de
> dólares e pôr em risco a segurança nacional, você não vai ouvir
sobre
> isso de nós. Se estudos sugerem que as medidas antipoluição do
> governo iriam na verdade aumentar as perigosas partículas que as
> pessoas respiram durante as próximas duas décadas, isso não é da
> nossa conta. Nem mais discussões sobre como a política afeta a
> ciência, tampouco - e daí se o orçamento para a Fundação Nacional
de
> Ciências é cortado? Essa revista será dedicada puramente à
ciência,
> ciência justa e equilibrada, e não apenas a ciência que os
cientistas
> dizem ser ciência. E vai começar no Dia da Mentira(1 de abril).
>
> Os Editores
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SUBJECT: Editorial da Scientific American de abril
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 21:46

Olá Junior

Eu encontrei uma reprodução em um forum na rede, bem legal..:-) A idéia de ser justo em primeiro de abril é muito legal, mas ainda acho que muitos não perceberão a ironia do texto..:-)

Homero
_______________________________________________
Okay, We Give Up
There's no easy way to admit this. For years, helpful letter writers told us to stick to science. They pointed out that science and politics don't mix. They said we should be more balanced in our presentation of such issues as creationism, missile defense, and global warming. We resisted their advice and pretended not to be stung by the accusations that the magazine should be renamed Unscientific American, or Scientific Unamerican, or even Unscientific Unamerican. But spring is in the air, and all of nature is turning over a new leaf, so there's no better time to say: you were right, and we were wrong.

In retrospect, this magazine's coverage of so-called evolution has been hideously one-sided. For decades, we published articles in every issue that endorsed the ideas of Charles Darwin and his cronies. True, the theory of common descent through natural selection has been called the unifying concept for all of biology and one of the greatest scientific ideas of all time, but that was no excuse to be fanatics about it. Where were the answering articles presenting the powerful case for scientific creationism? Why were we so unwilling to suggest that dinosaurs lived 6,000 years ago or that a cataclysmic flood carved the Grand Canyon? Blame the scientists. They dazzled us with their fancy fossils, their radiocarbon dating and their tens of thousands of peer-reviewed journal articles. As editors, we had no business being persuaded by mountains of evidence.

Moreover, we shamefully mistreated the Intelligent Design (ID) theorists by lumping them in with creationists. Creationists believe that God designed all life, and that's a somewhat religious idea. But ID theorists think that at unspecified times some unnamed superpowerful entity designed life, or maybe just some species, or maybe just some of the stuff in cells. That's what makes ID a superior scientific theory: it doesn't get bogged down in details.

Good journalism values balance above all else. We owe it to our readers to present everybody's ideas equally and not to ignore or discredit theories simply because they lack scienfically credible arguments or facts. Nor should we succumb to the easy mistake of thinking that scientists understand their fields better than, say, U.S. senators or best-selling novelists do. Indeed, if politicians or special-interest groups say things that seem untrue or misleading, our duty as journalists is to quote them without comment or contradiction. To do otherwise would be elitist and therefore wrong. In that spirit, we will end the practice of expressing our own views in this space: an editorial page is no place for opinions.

Get ready for a new Scientific American. No more discussions of how science should inform policy. If the government commits blindly to building an anti-ICBM defense system that can't work as promised, that will waste tens of billions of taxpayers' dollars and imperil national security, you won't hear about it from us. If studies suggest that the administration's antipollution measures would actually increase the dangerous particulates that people breathe during the next two decades, that's not our concern. No more discussions of how policies affect science either - so what if the budget for the National Science Foundation is slashed? This magazine will be dedicated purely to science, fair and balanced science, and not just the science that scientists say is science. And it will start on April Fools' Day.

- THE EDITIORS editors@sciam.com



----- Original Message -----
From: junior_br2001
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, March 27, 2005 9:40 PM
Subject: [ciencialist] Re: Editorial da Scientific American de abril



O original está em
http://www.livejournal.com/users/zarq/267108.html

Mas voce tem que pagaar para ver o resto do texto

http://www.sciamdigital.com

Até fiz uma brincadeira :

Próximas matérias da revista 03/26/2005 10:24
Maio de 2005

*Homoeopatia cura doenças nas baratas

*Deus foi criado por deus

*Numerólogo descobre que o 7 é anterior a matemática

*Espíritas comprovam: Há vida após morte. Vimos um duende pulando a
janela de um manicômio

*Ufólogos comprovam que Inri Cristo é mesmo um alienígena

* Einstein era cabalista e ouvia musica New Age

* Bush é um ser humano

* O Papa papou o cardeal

Não percam, imperdível

JR



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
escreveu
> Olá Junior
>
> Adorei o texto..:-) Mas não achei o original, na página da
Scientific American, poderia me mandar o link, por favor?
>
> Espero que todo mundo que o leia perceba a ironia do texto e não o
toem como sério ou real..:-)
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
> ----- Original Message -----
> From: junior_br2001
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Sunday, March 27, 2005 9:09 PM
> Subject: [ciencialist] Editorial da Scientific American de abril
>
>
>
> Editorial da Scientific American de abril
>
> Ok, nós desistimos.
>
> Não existe uma maneira fácil de admitir isso. Durante anos,
cartas de
> leitores prestativos disseram para atermo-nos à ciência. Eles
> ressaltaram que ciência e política não se misturam. Eles disseram
que
> nós deveríamos ser mais equilibrados na nossa apresentação de
> assuntos como criacionismo, defesa contra mísseis, e aquecimento
> global. Nós resistimos seu conselho e fingimos não nos incomodar
com
> as acusações de que a revista deveria ser renomeada Unscientific
> American, ou Scientific Unamerican, ou mesmo Unscientific
Unamerican.
> Mas a primavera está no ar, e toda a natureza está virando uma
nova
> folha, então não há hora melhor para dizer: vocês estavam certos,
e
> nós estávamos errados.
>
> Em retrospecto, a cobertura desta revista sobre a assim-chamada
> evolução tem sido odiosamente parcial. Por décadas, nós
publicamos
> artigos em todas as edições que apoiavam as idéias de Charles
Darwin
> e seus capangas. Verdade, a teoria da descendência comum através
da
> seleção natural foi chamada de conceito unificador de toda a
biologia
> e uma das maiores idéias científicas de todos os tempos, mas isso
não
> era desculpa para sermos fanáticos sobre ela. Aonde estavam os
> artigos de resposta apresentando o poderoso argumento a favor do
> criacionismo científico? Por que éramos tão resistentes à sugerir
que
> os dinossauros viveram há 6.000 anos atrás ou que uma inundação
> cataclísmica esculpiu o Grand Canyon? Culpe os cientistas. Eles
nos
> ofuscaram com seus fósseis, sua datação por radiocarbono e suas
> dezenas de milhares de artigos revisados por seus pares em
> publicações especializadas. Como editores, nós não tinhamos nada
que
> ser convencidos por montanhas de evidências.
>
> Mais ainda, nós vergonhosamente tratamos mal os teoristas do
Design
> Inteligente (DI) agrupando-os com os criacionistas. Os
criacionistas
> acreditam que Deus projetou toda a vida, e isso é uma idéia algo
> religiosa. Mas os teoristas do DI pensam que em alguns momentos
não-
> especificados uma entidade superpoderosa sem nome projetou a
vida, ou
> apenas algumas espécies, ou talvez apenas parte do material nas
> células. É isso que torna o DI uma teoria científica superior:
ela
> não se prende a detalhes.
>
> O bom jornalismo preza o equilíbrio acima de todo o resto. Nós
> devemos aos nossos leitores a apresentação das idéias de todo
mundo,
> e não ignorar ou descreditar teorias simplesmente porque não
contém
> argumentos cientificamente críveis ou fatos. Nem devemos sucumbir
ao
> erro fácil de pensar que cientistas entendem sua área melhor do
que,
> digamos, senadores dos EUA ou autores de best-sellers. De fato,
se
> políticos ou grupos de interesse especial dizem coisas que
parecem
> falsas ou induzem a erro, nosso dever como jornalistas é citá-los
sem
> comentário ou contradição. Fazer o contrário seria elitista e por
> isso errado. Nesse espírito, nós vamos acabar com a prática de
> expressar nossas próprias idéias neste espaço: uma página
editorial
> não é o lugar para opiniões.
>
> Prepare-se para uma nova Scientific American. Acabaram as
discussões
> sobre como a ciência deve informar a política. Se o governo se
> compromete cegamente a construir uma defesa anti-mísseis que não
pode
> funcionar conforme o prometido, que irá gastar dezenas de bilhões
de
> dólares e pôr em risco a segurança nacional, você não vai ouvir
sobre
> isso de nós. Se estudos sugerem que as medidas antipoluição do
> governo iriam na verdade aumentar as perigosas partículas que as
> pessoas respiram durante as próximas duas décadas, isso não é da
> nossa conta. Nem mais discussões sobre como a política afeta a
> ciência, tampouco - e daí se o orçamento para a Fundação Nacional
de
> Ciências é cortado? Essa revista será dedicada puramente à
ciência,
> ciência justa e equilibrada, e não apenas a ciência que os
cientistas
> dizem ser ciência. E vai começar no Dia da Mentira(1 de abril).
>
> Os Editores
>
>
>
>
>
>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/03/2005 21:48

JR,

leia com cuidado ... e bom senso ... o trecho do texto que postei na msg-45421:

###### [ ... ]Certos humorismos,
por exemplo, não pertencem ao campo científico, mas não deixa de ser humano e
aceito por todos. Do mesmo modo, ninguém vai fazer restrição se por acaso, aqui,
alguém postar uma receita de salgadinho que desça redondo junto com a skoll ---
somos perfeitos, mais que perfeitos, quase um subjuntivo!
Alguns assuntos não científico, esporadicamente, são discutidos, mas não chegam
a se tornarem 'cotidianos'. Duendes, florais, misticismos, história do Brasil,
acupuntura, homeopatia, sudários e quimeras já passaram (rapidamente) por aqui.
Nada restou que se aproveitasse, de concreto (argamassa, reboque ...).

Afinal, ao fim e ao cabo, aprendendo e desenvolvendo ciência podemos prestar
algum auxílio à humanidade, mesmo que seja através da tecnologia. O misticismo
nos dá água magnetizada (mesmo que seja por 50 ns), espíritos batedores,
ectoplasmas com data de validade já vencida etc.

Viu????? Humorismo ninguém contesta! ########

Observou se nas 'piadinhas' incluídas no texto há algum ataque ou referência ad homine(?). Citei nome de alguém? Denegri alguma imagem, autoridade ou simplesmente pessoa?

Esse é o cuidado a ser tomado ... insistimos nisso!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 27 de março de 2005 20:33
Assunto: [ciencialist] Re: Olha só que eu encontrei...




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>
>
> JR escreve:
>
> "Álvaro, o Cesar Lattes era dado a umas cachacinhas..."
> =============================================
> JR,
>
> isso não me parece próprio no C-List. Apreciaria mais cuidado nas
próximas mensagens.
> aquele abraço,
> Léo
> =============================================


JR: Desculpe aí qualquer coisa.
Mas foi voce mesmo que disse poderíamos brincar, fazer um pouco de
humorismo para distrair aqui na lista porque somos humanos
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45421

Porque alguns podem e eu não posso? Já sei, eu devo *nao* ser humano

De qualquer forma , desculpe aí

JR





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--
No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Anti-Virus.
Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.3 - Release Date: 25/03/2005




SUBJECT: Re: Olha só que eu encontrei...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/03/2005 22:20


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> JR,
>
> leia com cuidado ... e bom senso ... o trecho do texto que postei
na msg-45421:
>
>


JR: Tá bom, Leo foi mal. De qualquer forma nao foi ad hominem foi uma
brincadeira com o Alvaro pelas coisas que LATTES disse. Mas sem
querer ser ironico se Cesar Lattes fosse dado a uma Skoll soaria tão
mal?

A Skoll é aceita socialmente, quanto com a cachaça há preconceitos.
Não são ambas bebidas alcólicas? Iria fazer mais diferença se ele
tomasse 10 skolls do que 1 golinho de cachaça

Peço-lhe desculpas outra vez e a toda lista

JR





SUBJECT: NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 04:02


Olá,

Lew Paxton Price comenta, analiza e responde a recente rejeição de um
artigo dele da parte de um "peer review". Explore os links abaixo e
leia a interessante resposta de Lew Price em
http://www.softcom.net/users/greebo/reject2.htm (ANALYZED REJECTION)

"Updated: March 27, 2005
Added article submitted to magazine with cover letter,
rejection with supposed reasons for article being rejected,
and analysis of reviewer's rejection.
This example shows what is typical or perhaps better than
typical for the publishing industry, and how "peer" review
actually prevents progress in science.
(...)"

TYPICAL EXAMPLE OF "PEER" REVIEW
http://www.softcom.net/users/greebo/artexamp1.htm

COVER LETTER
http://www.softcom.net/users/greebo/coverltr.htm
-------------
SUBMITTED MAGAZINE ARTICLE

GRAVITY
Lew Paxton Price
Copyright (C) 2005 by Lew Paxton Price

http://www.softcom.net/users/greebo/gravart2.htm
--------------
ARTICLE REJECTION
http://www.softcom.net/users/greebo/reject.htm

--------------
http://www.softcom.net/users/greebo/reject2.htm

ANALYZED REJECTION
[Heading for magazine]


Um abraço,
Marcelo M. Jr.





SUBJECT: Física não é ciencia...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 05:52

At 18:14 27/3/2005, you wrote:
>Luiz Eduardo R.,
>legal!
>Vc vai arrebatar o grande prêmio ''bom senso 2005''!
>Alguns da lista deveriam fazer esta pequena leitura todas as manhãs.
>Abração. M. SP 27/mar


Conto com você pra impor, cientificamente, essa visão da ciencia.

Comece por convencer o Takata.

Você precisa de gente.
Sozinho você não vai conseguir convencer o Leo.
(risos)

Abraço,

L.E.






-
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-

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: PESO DO AR
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 07:20

Gostei dessa perguntinha ... quem quer fazer as continhas (procure ser bem didático); agradeço,
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: romualdo
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: sábado, 26 de março de 2005 20:21
Assunto: PESO DO AR


Professor, boa noite !
Antes de tudo, quero lhe dar os parabéns por este site tão legal!
Sou instrutor de treinamento e gostaria de saber qual a diferença de peso entre um pneu vazio e um cheio e qual a variação para cada libra adicionada.

Agradeço antecipadamente a atenção,

Romualdo Galindo (11)64518827 - 81174316


--------------------------------------------------------------------------------


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Anti-Virus.
Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.3 - Release Date: 25/03/2005


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 07:46

----- Original Message -----
From: "marcelomjr"
Sent: Monday, March 28, 2005 4:02 AM
Subject: [ciencialist] NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer
review"...

> This example shows what is typical or perhaps better than typical for the
> publishing industry, and how "peer" review actually prevents progress in
> science.

Olá Marcelo

Eu já tentei por várias vezes e através de argumentos diversos trazer esse
tipo de discussão aqui para a Ciencialist, e torço para que você não venha a
se desiludir com respeito á receptividade que sua mensagem virá receber por
parte de nossos colegas "céticos". Quando muito é possível que venham a
contestar as fontes (quiçá cientistas alternativos e/ou crackpots) e irão
ignorar o conteúdo da frase que selecionei acima. Que mais dizer?

Recentemente alguém citou o Chalmers, aqui na Ciencialist, como um digno
sucessor de Popper. Pois bem, na capa traseira da versão em português de um
dos livros do Chalmers lê-se o seguinte: "A ciência deve parte de sua alta
estima ao fato de ser vista como a 'religião moderna", desempenhando hoje
papel similar ao do cristianismo na Europa, em séculos passados." Pelo visto
levou-se essa idéia bastante a sério, e parece-me que os "peer review"
encaram bem a versão moderna dos inquisidores. Acho mesmo que a "filosofia"
do estadunidense Thomas Kuhn nos foi imposta, pelos donos da ciência
mundial, de uma maneira muito semelhante ao Ato Institucional n.º 5, de
tão triste memória para os brasileiros com mais de 40 anos e que viveram sob
o jugo dos militares. Aliás, nota-se traços dessa falsa filosofia já na
Europa de meados do século XIX, no período pós-revolução industrial, quando
se pretendeu expulsar os cientistas amadores do Olimpo Acadêmico sob a
suspeita argumentação de que os cientistas deveriam se enquadrar ao método
científico. Isso é o que se lê nas entrelinhas do livro "Scientific Method"
de Barry Gower, na página 130 (início do capítulo 7). Ou seja, o método
científico deixou de ser um guia a indicar possíveis caminhos a serem
percorridos pelos cientistas em suas buscas pelo desconhecido, para se
transformar nos trilhos de uma estrada de ferro que todos sabemos levar
a um precipício.

Esse assunto é bem comentado por Bryan Martin em seus livros que estão
liberados para download em http://www.uow.edu.au/arts/sts/bmartin/pubs . Um
bom começo seria a leitura de "Information liberation - Challenging the
corruptions of information power", que pode ser obtido em pdf clicando-se em
http://tinyurl.com/6bpfu .

Como já disse em mensagem anterior, ser "cético" é muito fácil, o difícil é
ser quebrador de pedras, pois "na selva do desconhecido existem muitas
pedras, existem muitas pedras na selva do desconhecido, na selva do
desconhecido existem muitas pedras... Em meio a este "koan", eu ando pra lá
e pra cá, tal e qual um peripatético quando, subitamente, vejo-me mais uma
vez parafraseando Drummond:

Peripatético!
Se eu fosse um 'cético'
Seria uma rima,
Não seria uma solução."

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Copos plásticos...
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 09:33

Alguém ajuda?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

---
oi Emiliano, eu sou um apaixonado por quimica, e sempre consulto os textos
interativos da NAEQ, mas sempre me surgem duvidas e questionamentos sobre
fenomenos.

É o seguinte

ouvir dizer que não se deve beber liquidos quentes em copos plásticos
descartaveis, eu gostaria de saber se isso tem a ver com as caracteristicas
termofixas ou termoplasticas, não lembro qual das duas, desse tipo de
polimero?

obrigado pela atenção

José Tiago Menezes Correia




SUBJECT: FQ para Ensino Fundamental
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 09:39

fuísicos? :-)

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano

---
Contato Naeq:
Nome: Victor Augusto Salviati
Email: victor_salviati@yahoo.com.br
Assunto: Dúvidas de abordagem
Mensagem: Sou aluno do curso de Licenciatura em Biologia da UNESP-campus
Botucatu. Tenho um trabalho para desenvolver sobre a produção de uma
apresentação de algum conceito da Física numa (espécie) Feira de Ciências.
Interessei-me por este sítio - especialmente pelos textos sobre a Física Qu
ntica! Assim gostaria de idéias e materiais (além dos citados neste sítio)
sobre este assunto "Teoria Quântica" para Ensino Fundamental - se possível.
Gostaria ainda, abusando, de saber se há algum tipo de atividade
prática/maquete em que se possa demonstrar algum fenômeno quântico para
melhor ilustrar seu corpo teórico.
Muito Obrigado.




SUBJECT: modelos moleculares
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <naeq-ucs@yahoogrupos.com.br>, <quimica-qaw@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 09:46

Olá Pessoal,

Os 'negocinhos' que ela faz referência são aqueles modelos moleculares 'bola
vareta' que existem no mercado. Alguém sugere algum em especial?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
---
olá Emiliano.
Estava pesquisando em alguns sites e vi que na foto do seu site tem um moço
segurando uma estrutura organica, eu nao sei qual o nome dos negocinhos que
montam essa estrutura, e estou com uma enorme dificuldade de acha-los para
comprar.
por favor.. poderia me mandar o nome, e se possivel algum lugar onde eu
possa compra-los? estou desesperada.. minha prova é em abril.. e preciso
deles.
muito obrigada... aguardo respostas..

agatha




SUBJECT: modelos moleculares
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 10:24


>--
>olá Emiliano.
>Estava pesquisando em alguns sites e vi que na foto do seu site tem um moço
>segurando uma estrutura organica, eu nao sei qual o nome dos negocinhos que
>montam essa estrutura, e estou com uma enorme dificuldade de acha-los para
>comprar.
>por favor.. poderia me mandar o nome, e se possivel algum lugar onde eu
>possa compra-los? estou desesperada.. minha prova é em abril.. e preciso
>deles.
>muito obrigada... aguardo respostas..
>
>agatha



Isso vende em museu de ciencias, na Europa.

No Brasil eu nunca vi.

Mas não pense que é barato não.

Eu só comprei dois... porque achei fora de propósito o preço.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
FROM: "Ramon Salvan Fernandes" <ramonsf@pop.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 11:09

Muito se fala sobre o problema do uso de utensilios de plastico que entram
em contato com alimentos, em especial, alimentos quentes. Nós podemos ter
basicamente tres problemas que restringem o seu uso:

1) a utilização de aditivos quimicos nos processos de fabricação desses
utensilios;
2) a contaminação dos alimentos por materiais reciclados;
3) a contaminação dos alimentos por subprodutos ou residuos da fabricação
dos plasticos.

No primeiro caso, as normas quanto a quais aditivos ou plasticos podem ser
utilizados em produtos alimenticos são bastante rigidas, exigindo inclusive
certificação de instituições idoneas tais como o Instituto Oswaldo Cruz. Da
mesma forma, as normas da Anvisa também proibem a utilização de quaisquer
pasticos reciclados nestes processos, pois é impossivel se conseguir uma
completa limpeza do material.
O ultimo caso é que pode ser um pouco mais problematico, mas alem dos
processos de "descontaminação" realizados nos polos petroquimicos, os
processos de fabricação destes utensilios normalmente conseguem eliminar
qualquer traço destes subprodutos. Especialmente os de descartaveis que
trabalham com temperaturas relativamente altas e chapas bastante finas. Mas,
vale o bom senso, se quando você for tomar um cafezinho, sentir um cheiro
muito forte ou um gosto estranho, não pense duas vezes em jogar copo e café
fora.

Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
termoplasticos.

Ramon

----- Original Message -----
From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, March 28, 2005 9:33 AM
Subject: [ciencialist] Copos plásticos...



Alguém ajuda?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

---
oi Emiliano, eu sou um apaixonado por quimica, e sempre consulto os textos
interativos da NAEQ, mas sempre me surgem duvidas e questionamentos sobre
fenomenos.

É o seguinte

ouvir dizer que não se deve beber liquidos quentes em copos plásticos
descartaveis, eu gostaria de saber se isso tem a ver com as caracteristicas
termofixas ou termoplasticas, não lembro qual das duas, desse tipo de
polimero?

obrigado pela atenção

José Tiago Menezes Correia




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SUBJECT: Ciencia Pop: Einstein, Lattes & Millor
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 11:09


Revista VEJA
Edição 1898 .
30 março 2005
[]

Millor Fernandes
A César o que é (era) de César...

No frio do aeroporto de Beverly, los Angeles (Santa Maria Porciúncula de
los Angeles), madrugada, lá estavam me esperando o cineasta e grande
crítico de cinema Alex Viany, então morando em Hollywood, um jovem poeta
defensor do cinema mudo chamado Vinicius de Moraes, cônsul em Los Angeles,
e César Mansueto Lattes, acabando de descobrir o méson PI. Que logo os
amigos iconoclastas, capitaneados por Vinicius, passaram a chamar de Teson
PI. Eu de PI só conhecia o nosso velho 3,1416 dos bancos de escola. Mas,
apesar de poucos encontros, eu e Lattes ficamos amigos, por sólidos motivos
– tínhamos a mesma idade e começamos nossas relações em duas disputas na
piscina da Carmen Miranda.

Ah, antes que eu me esqueça: ele ganhou as duas.

Mas, não sei se vocês sabem, o tempo passa. Nos anos 70 César se meteu numa
nova pesquisa, projeto Bola de Fogo (?), acho eu, na Bolívia. Nunca soube o
que fosse essa Bola. Mas tascaram César, é sempre assim, e ele reagiu.

E aproveitou pra dar também uma tascada em declarações políticas de
Einstein. Além de estar de acordo com Lattes, sobre certas afirmativas
sociopolíticas de Einstein, saí na época, nesta mesma revista, em "defesa"
de Lattes. Como se ele precisasse. Mas eu estava firme com ele. Não me
interessava se sua proposta fosse aparentemente inviável. Não sou físico e
acho que nem muito viável.

E defendo a tese de que o cientista, em qualquer ramo, sobretudo no
micromundo e no macromundo, não descobre a coisa assim, mamãe, lá vem o
bonde. As coisas sempre nascem na cabeça dele, e se confirmam na pesquisa.
Raramente o contrário. O universo é tão rico de possibilidades que toda
teoria está contida nele.

Assim como qualquer estátua está contida no bloco de mármore. Basta cada um
tirar o excesso e descobrir, dentro do bloco, a sua estátua.

Naturalmente, o idiota pode tentar fazer um cavalo de 3 metros num bloco de
2 metros. Vão ficar sempre faltando duas patas e um focinho.

Eu disse então de mim para comigo (não é uma expressão bonita? Acabei de
inventar): "Não vou me meter na física. Só faço isso quando ela é
gostosinha. Vou me meter em filosofias, ou melhor, em filosofadas".

Repito: nunca fui muito fã dos pronunciamentos sociopolíticos do bruxo de
Menlo Park (não, não, esse foi o Edson, coloquem aí o epíteto do Einstein).
Nunca entendi o boquiabrir-se diante de suas afirmações que a mim sempre me
soaram como lugares-comuns pífios. Leia algumas dessas pérolas e me diga se
você colocaria qualquer delas num azulejo no seu banheiro:

"O exemplo de caracteres grandes e puros é a única coisa capaz de produzir
belas idéias e nobres feitos".

"Só uma vida vivida para os outros é digna de ser vivida".

"O homem só encontra sentido na vida, curta e perigosa como ela é,
devotando-se à sociedade".

Sem falar, menos inocente, no famoso "conselho" a Roosevelt, feito assim,
com mão de gato, e depois tantas vezes negado:

"Trabalhos recentes de E. Fermol e L. Szilard levam-me a pensar que o
elemento urânio possa transformar-se numa nova fonte de energia em futuro
imediato... Uma única bomba desse tipo, explodida num porto, será capaz de
destruir o porto junto com todo o território em volta dele...".

Por isso resolvi também publicar uma das minhas irrespondíveis conclusões
"científicas" (com "aspas", sublinha, negrito e grifo, pra deixar claro que
é ironia). Segundo a Teoria da Relatividade – tão relativa que torna
impossível os cientistas se entenderem –, o tempo assume a quarta dimensão,
trabalhando de parceria com as tradicionais: altura, largura e comprimento.
Todo mundo repete isso, de uma forma ou de outra. Sei não.

Os cientistas internacionais sabem que nunca tive o intuito de
desmistificar Einstein, e reconheço que ele também nunca tentou isso
comigo. Mas, como há um confronto com Lattes, venho a público revelar a
minha teoria, que abala um pouco a de Einstein:

O tempo não existe. Só
existe o passar do tempo.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Copos plásticos e plastico de melancia...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 11:16

Sugiro incluir aí na lista...
migração de substancias tóxicas.

E também todos os demais plasticos que entram em contato com alimentos,
como aquele que botam em cima da melancia cortada.

L.E.




At 11:09 28/3/2005, you wrote:
>Muito se fala sobre o problema do uso de utensilios de plastico que entram
>em contato com alimentos, em especial, alimentos quentes. Nós podemos ter
>basicamente tres problemas que restringem o seu uso:
>
>1) a utilização de aditivos quimicos nos processos de fabricação desses
>utensilios;
>2) a contaminação dos alimentos por materiais reciclados;
>3) a contaminação dos alimentos por subprodutos ou residuos da fabricação
>dos plasticos.
>
>No primeiro caso, as normas quanto a quais aditivos ou plasticos podem ser
>utilizados em produtos alimenticos são bastante rigidas, exigindo inclusive
>certificação de instituições idoneas tais como o Instituto Oswaldo Cruz. Da
>mesma forma, as normas da Anvisa também proibem a utilização de quaisquer
>pasticos reciclados nestes processos, pois é impossivel se conseguir uma
>completa limpeza do material.
>O ultimo caso é que pode ser um pouco mais problematico, mas alem dos
>processos de "descontaminação" realizados nos polos petroquimicos, os
>processos de fabricação destes utensilios normalmente conseguem eliminar
>qualquer traço destes subprodutos. Especialmente os de descartaveis que
>trabalham com temperaturas relativamente altas e chapas bastante finas. Mas,
>vale o bom senso, se quando você for tomar um cafezinho, sentir um cheiro
>muito forte ou um gosto estranho, não pense duas vezes em jogar copo e café
>fora.
>
>Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
>moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
>mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
>reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
>finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
>poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
>termoplasticos.
>
>Ramon
>
>----- Original Message -----
>From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Sent: Monday, March 28, 2005 9:33 AM
>Subject: [ciencialist] Copos plásticos...
>
>
>
>Alguém ajuda?
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>
>---
>oi Emiliano, eu sou um apaixonado por quimica, e sempre consulto os textos
>interativos da NAEQ, mas sempre me surgem duvidas e questionamentos sobre
>fenomenos.
>
>É o seguinte
>
>ouvir dizer que não se deve beber liquidos quentes em copos plásticos
>descartaveis, eu gostaria de saber se isso tem a ver com as caracteristicas
>termofixas ou termoplasticas, não lembro qual das duas, desse tipo de
>polimero?
>
>obrigado pela atenção
>
>José Tiago Menezes Correia
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 11:36

Olá Ramon,

Apenas um comentário 'chato' :-)

[Ramon]
Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
termoplasticos.

[Emiliano]
O popular 'fundir' não está de acordo com o que 'realmente' ocorre com os
polímeros. O termo fundir é utilizado para dar nome ao fenômeno de passagem
do estado físico 'sólido' para o 'líquido'. Com os plásticos, quando
aquecidos, não observamos este fenômeno, mas sim outro. Os polímeros passam
de uma fase 'rígida' para 'flexível' assim que atingirem a temperatura de
transição vítrea (TG "Glass Transition").

veja o artigo publicado na Revista Química Nova na Escola:
http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/583/polimer.pdf


Esse assunto me fez lembrar de uma perguntra que uma vez fiz para minha
professora da disciplina de Materiais (e fiquei sem resposta). A pergunta
era:

"Quais são os produtos obtidos quando se aquece o vidro a temperaturas
elevadas? (elevadas, neste caso, são temperaturas muito superiores a TG do
vidro)

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Ramon Salvan Fernandes
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 28, 2005 11:09 AM
Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...


Muito se fala sobre o problema do uso de utensilios de plastico que entram
em contato com alimentos, em especial, alimentos quentes. Nós podemos ter
basicamente tres problemas que restringem o seu uso:

1) a utilização de aditivos quimicos nos processos de fabricação desses
utensilios;
2) a contaminação dos alimentos por materiais reciclados;
3) a contaminação dos alimentos por subprodutos ou residuos da fabricação
dos plasticos.

No primeiro caso, as normas quanto a quais aditivos ou plasticos podem ser
utilizados em produtos alimenticos são bastante rigidas, exigindo inclusive
certificação de instituições idoneas tais como o Instituto Oswaldo Cruz. Da
mesma forma, as normas da Anvisa também proibem a utilização de quaisquer
pasticos reciclados nestes processos, pois é impossivel se conseguir uma
completa limpeza do material.
O ultimo caso é que pode ser um pouco mais problematico, mas alem dos
processos de "descontaminação" realizados nos polos petroquimicos, os
processos de fabricação destes utensilios normalmente conseguem eliminar
qualquer traço destes subprodutos. Especialmente os de descartaveis que
trabalham com temperaturas relativamente altas e chapas bastante finas. Mas,
vale o bom senso, se quando você for tomar um cafezinho, sentir um cheiro
muito forte ou um gosto estranho, não pense duas vezes em jogar copo e café
fora.

Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
termoplasticos.

Ramon

----- Original Message -----
From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, March 28, 2005 9:33 AM
Subject: [ciencialist] Copos plásticos...



Alguém ajuda?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

---
oi Emiliano, eu sou um apaixonado por quimica, e sempre consulto os textos
interativos da NAEQ, mas sempre me surgem duvidas e questionamentos sobre
fenomenos.

É o seguinte

ouvir dizer que não se deve beber liquidos quentes em copos plásticos
descartaveis, eu gostaria de saber se isso tem a ver com as caracteristicas
termofixas ou termoplasticas, não lembro qual das duas, desse tipo de
polimero?

obrigado pela atenção

José Tiago Menezes Correia




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SUBJECT: Re: modelos moleculares
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 11:55


Se for daqueles modelos de bola e vareta, pode-se comprar bolinhas de
poliestireno expandido e uns espetinhos pra churrasco e tb canudinhos
plasticos semi-rigidos.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-
40421999000600021

Se fizer questao de comprar, existem lojinhas didaticas:

http://www.livrariadafisica.com.br/produto_detalhe.asp?
id_produto=21713
http://www.livrariadafisica.com.br/produto_detalhe.asp?
id_produto=23154

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
> Os 'negocinhos' que ela faz referência são aqueles modelos
> moleculares 'bola vareta' que existem no mercado. Alguém sugere
> algum em especial?
>
> [ ] 's do Emiliano Chemello
> emiliano@q...
> http://www.quimica.net/emiliano





SUBJECT: Re: FQ para Ensino Fundamental
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 12:04


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
> ---
> Contato Naeq:
> Nome: Victor Augusto Salviati
> sobre este assunto "Teoria Quântica" para Ensino Fundamental - se
> possível. Gostaria ainda, abusando, de saber se há algum tipo de
> atividade prática/maquete em que se possa demonstrar algum fenômeno
> quântico para melhor ilustrar seu corpo teórico.

Bem, como o pessoal do EF nao tem muita nocao de modelos ondulatorios
e corpusculares serah preciso fazer uma grande introducao.

Eh possivel trabalhar com o efeito fotoeletrico da luz - e mostrar q.
para determinados materiais isso ocorre apenas com determinadas
frequencias. E explicar isso por meio da teoria corpuscular.

Tb, dispondo-se de um laser (aqueles apontadores) eh possivel
demonstrar o fenomeno da difracao e interferencia. Isso seria melhor
explicado pela teoria ondulatoria.

E entao fazer o experimento da dupla-fenda. Cada deteccao eh
localizada (corpuscular), mas o padrao formado eh de interferencia
(ondulatoria).

Essa eh uma das bases da teoria quantica.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: [ciencialist] modelos moleculares
FROM: Rômulo Bruno <romulob@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 12:19

Eu tenho quase certeza que voce pode encontrar em
www.livrariadafisica.com.br.

Abraços,

Rômulo B. Moura

----- Original Message -----
From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
To: <naeq-ucs@yahoogrupos.com.br>; <quimica-qaw@yahoogrupos.com.br>;
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, March 28, 2005 9:46 AM
Subject: [ciencialist] modelos moleculares


>
> Olá Pessoal,
>
> Os 'negocinhos' que ela faz referência são aqueles modelos moleculares
'bola
> vareta' que existem no mercado. Alguém sugere algum em especial?
>
> [ ] 's do Emiliano Chemello
> emiliano@quimica.net
> http://www.quimica.net/emiliano
> ---
> olá Emiliano.
> Estava pesquisando em alguns sites e vi que na foto do seu site tem um
moço
> segurando uma estrutura organica, eu nao sei qual o nome dos negocinhos
que
> montam essa estrutura, e estou com uma enorme dificuldade de acha-los para
> comprar.
> por favor.. poderia me mandar o nome, e se possivel algum lugar onde eu
> possa compra-los? estou desesperada.. minha prova é em abril.. e preciso
> deles.
> muito obrigada... aguardo respostas..
>
> agatha
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SUBJECT: Re: [ciencialist] FQ para Ensino Fundamental
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 12:27

----- Original Message -----
From: "E m i l i a n o C h e m e l l o"
Sent: Monday, March 28, 2005 9:39 AM
Subject: [ciencialist] FQ para Ensino Fundamental

Olá Emiliano

Li o seu Conto na "Fábrica de Letras" e achei o maior barato. Indico a
leitura a todos os ciencialisteiros. Não é ciência mas o cientista também é
gente e, como diria o Léo, deve se descontrair de vez em quando.

Para os demais: O Conto do Emiliano está em
http://www.fabricadeletras.blogspot.com/ e tem por título "Tele-entregas".
Hoje, 28/mar/05, é o segundo texto da página.

Mas vamos deixar isso de lado e falar de coisas mais sérias como, por ex., a
teoria quântica. O seu correspondente Salviati (Seria o personagem do
Galileu?), solicitou o seguinte:

> [...] Assim gostaria de idéias e materiais (além dos citados neste sítio)
> sobre este assunto "Teoria Quântica" para Ensino Fundamental - se
> possível. Gostaria ainda, abusando, de saber se há algum tipo de atividade
> prática/maquete em que se possa demonstrar algum fenômeno quântico para
> melhor ilustrar seu corpo teórico.

Andei conversando com o Simplício, outro dos personagens do Galileu, e ele
sugeriu o seguinte:

Que tal procurar em http://www.casadebruxa.com.br/loja/default.asp ?

Por exemplo, no Departamento "Bruxaria" tem um livro muito bom, intitulado
"Fundamentos de Magia (K) -- Teoria e Prática". Abaixo um breve resumo do
livro:

"Neste livro, após amplo embasamento para que o leitor possa situar-se com
firmeza no universo da Magia(k), o autor apresenta uma preciosa seleção de
práticas: Ritual Menor do Pentagrama: Invocação ou Banimento; Ritual Menor
do Hexagrama; Consagração das Armas Mágicas; Viagem Astral."

Ou seja, tem tudo a ver com a "Teoria Quântica" além de ter sido escrito
numa linguagem acessível ao aluno do Ensino Fundamental. Talvez possa ser
útil ao correspondente. ;-))))

O Sagredo, por seu turno, indicou um outro livro, mas eu diria que foi
escrito num estilo um pouco mais avançado e não sei se se prestaria a ser
útil numa Feira de Ciências voltada ao Ensino Fundamental. Trata-se do
"Despertar das Bruxas". A sinopse vai abaixo:

Sinopse: "Ler este livro é preparar-se para mergulhar no universo da magia e
do encantamento e acordar o físico quântico que há em você. Aventure-se!"

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] FQ para Ensino Fundamental
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 13:33

Alberto!

Já que você fez propaganda, vou aproveitar a oportunidade de indicar um outro link para ver (sem precisar procurar) o meu texto:

http://fabricadeletras.blogspot.com/2005_03_01_fabricadeletras_archive.html#111192636461605696

Boa leitura cientistas!

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Alberto Mesquita Filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 28, 2005 12:27 PM
Subject: Re: [ciencialist] FQ para Ensino Fundamental


----- Original Message -----
From: "E m i l i a n o C h e m e l l o"
Sent: Monday, March 28, 2005 9:39 AM
Subject: [ciencialist] FQ para Ensino Fundamental

Olá Emiliano

Li o seu Conto na "Fábrica de Letras" e achei o maior barato. Indico a
leitura a todos os ciencialisteiros. Não é ciência mas o cientista também é
gente e, como diria o Léo, deve se descontrair de vez em quando.

Para os demais: O Conto do Emiliano está em
http://www.fabricadeletras.blogspot.com/ e tem por título "Tele-entregas".
Hoje, 28/mar/05, é o segundo texto da página.

Mas vamos deixar isso de lado e falar de coisas mais sérias como, por ex., a
teoria quântica. O seu correspondente Salviati (Seria o personagem do
Galileu?), solicitou o seguinte:

> [...] Assim gostaria de idéias e materiais (além dos citados neste sítio)
> sobre este assunto "Teoria Quântica" para Ensino Fundamental - se
> possível. Gostaria ainda, abusando, de saber se há algum tipo de atividade
> prática/maquete em que se possa demonstrar algum fenômeno quântico para
> melhor ilustrar seu corpo teórico.

Andei conversando com o Simplício, outro dos personagens do Galileu, e ele
sugeriu o seguinte:

Que tal procurar em http://www.casadebruxa.com.br/loja/default.asp ?

Por exemplo, no Departamento "Bruxaria" tem um livro muito bom, intitulado
"Fundamentos de Magia (K) -- Teoria e Prática". Abaixo um breve resumo do
livro:

"Neste livro, após amplo embasamento para que o leitor possa situar-se com
firmeza no universo da Magia(k), o autor apresenta uma preciosa seleção de
práticas: Ritual Menor do Pentagrama: Invocação ou Banimento; Ritual Menor
do Hexagrama; Consagração das Armas Mágicas; Viagem Astral."

Ou seja, tem tudo a ver com a "Teoria Quântica" além de ter sido escrito
numa linguagem acessível ao aluno do Ensino Fundamental. Talvez possa ser
útil ao correspondente. ;-))))

O Sagredo, por seu turno, indicou um outro livro, mas eu diria que foi
escrito num estilo um pouco mais avançado e não sei se se prestaria a ser
útil numa Feira de Ciências voltada ao Ensino Fundamental. Trata-se do
"Despertar das Bruxas". A sinopse vai abaixo:

Sinopse: "Ler este livro é preparar-se para mergulhar no universo da magia e
do encantamento e acordar o físico quântico que há em você. Aventure-se!"

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 14:38

Olá Alberto

Sim, sou eu de novo, um dos céticos de mente fechada iludidos pelos sagrados "peer review" da religião ciência, a dar o ar de sua graça no debate..:-) Mas você já sabia que isso iria acontecer, não?..:-)

Sem brincadeira, Alberto, sabe que acho seus textos ótimos e sua capacidade de análise e exposição fantasticas, mesmo que não concorde com as conclusões que defende as vezes. Mas de vez em quando penso que essa brilhante capacidade de escrever e argumentar acaba sendo usada "para o mal", como aqueles cientistas de histórias em quadrinhos, que usam sua genialidade para dominar o mundo..:-)

Neste caso específico, a posição atacada, do peer review, como uma forma de espantalho do mecanismo real, e mais, sobre o modo com que esse procedimento é encarado pelo método.

"SE" o sistema de publicação fosse encarado da forma como propõe, ele seria motivo de um ataque como esse, e eu lutaria ao seu lado..:-) Mas ele é um pouco diferente.

Por partes. Toda vez que apresento uma refutação ou argumento crítico sobre uma alegação ou afirmação sobrenatural ou esotérica, escuto como resposta "mas você acha então que a ciência é sagrada e que é a única que tem todas as respostas, 100% verdadeiras" ou coisa parecida. Mas, uma coisa não decorre da outra e a acusação é clarametne falsa. Analisar uma alegação de forma racional e recusa-la como explicação, não torna qualquer outra explicação, mesmo uma científica, correta ou 100% verdadeira.

Da mesma forma, o mecanismo de peer, tomado como um dos necessários para publicar, não torna qualquer estudo que foi recusado um pária ou o que foi aceito a verdade suprema. Essa não é a função do sistema, a função é dar um mínimo de controle e rigor ao conjunto de estudos e pesquisas apresentados para publicar. Apenas isso.

Da forma como é atacado, parece que o sistema afirma ser 100% infalível, parece que não sabe (ou esqueceu) que teorias como a Deriva dos Continentes e outras que se mostraram reais com o tempo, não passaram inicialmente em exigencias de publicação. E isso, é claro, não é justo nem correto.

Claro que é um exemplo "típico" de peer a recusa do artigo de Price. Tem de ser típico, essa é sua função. Com o tempo, se o estudo acumular evidencias e se mostrar válido, se produzir desdobramentos, será afinal aceito, como a Deriva. Caso contrário, será descartado, como a Terra Oca. Mas tem de haver uma forma de, pelo menos inicialmente, separar a Terra Oca da Deriva dos Continentes. Sejamos mais pragmáticos, quantos estudos são apresentados para publicação a cada ano? Quais você, Alberto, escolheria para publicar e em que bases faria essa escolha? Publicaria todos, sem exceção? Usaria um outro modelo de filtragem? Qual sua reposta?

A escolha de publicar tudo é complicada. Novos estudos e novas pesqusias em geral se baseiam nas anteriores. Raramente se faz um pesquisa do nada. A confiabilidade dos resultados e protocolos dessas pesqusias anteriores é parte fundamental desse processo. Se tudo é publicado, não importa o rigor, cada nova pesquisa terá de criar seu próprio rigor e repetir e validar cada passo das anteriores.

Mas mesmo isso quase já acontece. A Internet permitiu que, afinal, TUDO seja publicado. Não nas revistas que exigem peer, mas na rede, ao alcance de todos. O que permite que novos estudos possam se basear nessas publicações, claro que por conta e risco de quem o faz.

Veja, podendo publicar em qualquer lugar, podendo expor seu estudo recusado na Internet, podendo apresentar seus dados e conclusões a todo o globo, porque Price deseja publicar nas revistas que o recusaram? O que o atrai a esse "antro" de mentes fechadas e mecanismos arcaicos como o peer, e não ao infinitamente livre e permissivo mundo da Internet?

Pela confiabilidade que isso representa? E porque representaria um conhecimento confiável? O que torna atraente a publicação nestas revistas tolas, que não existe na Internet?

Deslumbramento existe em qualquer área de atuação do homo sapiens. É claro que existem vaidades, midia, ilusão e certamente exista quem tome a ciência como religião. Mas defeitos pessoais não justificam um ataque a uma abstração chamada ciência. A parte séria desse sistema não considera o peer "a verdade verdadeira", mas apenas um sistema, um bom sistema neste momento, de validação. Que pode e deve ser analisado, criticado, examinado e até modificado, mas não eliminado apenas por ser o que foi criado para ser, rigoroso.

Se o método cientifico "deixou de ser um guia a indicar novos caminhos", é preciso que se aponte o que vai substitui-lo. Ou complementa-lo. Porque para boa parte das necessidades de desenvolvimento, novas drogas por exemplo, ele ainda é uma garantia, a melhor disponível, de que os resultados sejam seguros e confiáveis. Vide a polemica com drogas como Vioxx, em que a redução do rigor, do prazo de aprovação, de estudos de replicação, permitiram que chegasse ao mercado um medicamento pouco seguro. Não foi excesso de método e rigor que causou esse probelma, foi falta.

Ser cético é apenas uma das muitas ferramentas e dos muitos elementos necessários a ciência, não a única nem a mais perfeita. Atacar a idéia de rever um estudo, de analisar uma alegação, de ser cauteloso com uma conclusão, apenas porque, eventualmente, esse procedimento atrasa (embora nunca tenha impedido) um novo conhecimento, não é razoável. Novos conehcimentos, mesmo com franca oposição, acabam se firmando (até seu nemesis, a Mecanica Quantica, não?..:-). A demora que eventual excesso de cautela produza é compensada largamente pela seguranca de não aceitar conhecimento equivocado e perigoso. Pense em nosso passado, remoto e recente, onde toda alegação era tomada como válida a princípio e os resultados dessa forma de pensar. Não era muito eficiente ou seguro, não?

É preciso separar "crackpots" de conhecimento revolucionário, alegações extraordinárias mas reais, de afirmações extraordinárias mas irreais. Mesmo você deve concordar que não se pode aceitar toda alegação gerada pela imaginação humana sem verifica-la de algum modo. Se o modo do método não lhe parece válido, apresente um outro, e demonstre que é tão ou mais seguro e confiável que o anterior.

Essa acusação recorrente (em geral feita por religiosos, mas as vezes por gente bem mais capaz..:-) de que quem usa o método cientifico ou a ciência, os toma como uma espécie de "religião" ou como "a verdade verdadeira e suprema" é falsa. Tomar algo por mais confiável, entre o que está disponível, e tomar algo como verdade verdadeira, são coisas absolutamente distintas, e é fácil verificar essa diferença notando a quantidade de vezes que a ciência foi "revolucionada" ou que seus dados foram revistos, modificados e ajustados, mesmo com alegações aparentementes impossíveis, espantosas ou francamente contra nosso senso comum.

Nenhum conhecimento tomado como "a verdade verdadeira 100% correta" poderia sofrer tanta transformação assim..:-)

Alberto, de novo afirmo que concordo com suas críticas, em geral, e com a necessidade de forçar sempre os limites do conhecimento e do rigor da ciência. Mas discordo bastante da forma como apresenta os defensores do método, como se quem o faz não percebesse, ou soubesse, que é apenas uma ferramenta, não uma verdade absoluta, que dá respostas confiáveis, não 100% reais, e outras formas de gozação (não pela gozação, que aprecio bastante..:-) que não correspondem exatametne a realidade dos "céticos de mente fechada"..:-)

Sim, devem existir céticos de mente fechada, como existem religiosos de mente fechada, revolucionarios de mente fechada, esotericos de mente fechada, etc. Mas não são todos nem são os que realmente improtam para o conhecimento confiável, seja ele qual for..:-)

Um abraço.

Homero


----- Original Message -----
From: Alberto Mesquita Filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 28, 2005 7:46 AM
Subject: Re: [ciencialist] NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...


----- Original Message -----
From: "marcelomjr"
Sent: Monday, March 28, 2005 4:02 AM
Subject: [ciencialist] NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer
review"...

> This example shows what is typical or perhaps better than typical for the
> publishing industry, and how "peer" review actually prevents progress in
> science.

Olá Marcelo

Eu já tentei por várias vezes e através de argumentos diversos trazer esse
tipo de discussão aqui para a Ciencialist, e torço para que você não venha a
se desiludir com respeito á receptividade que sua mensagem virá receber por
parte de nossos colegas "céticos". Quando muito é possível que venham a
contestar as fontes (quiçá cientistas alternativos e/ou crackpots) e irão
ignorar o conteúdo da frase que selecionei acima. Que mais dizer?

Recentemente alguém citou o Chalmers, aqui na Ciencialist, como um digno
sucessor de Popper. Pois bem, na capa traseira da versão em português de um
dos livros do Chalmers lê-se o seguinte: "A ciência deve parte de sua alta
estima ao fato de ser vista como a 'religião moderna", desempenhando hoje
papel similar ao do cristianismo na Europa, em séculos passados." Pelo visto
levou-se essa idéia bastante a sério, e parece-me que os "peer review"
encaram bem a versão moderna dos inquisidores. Acho mesmo que a "filosofia"
do estadunidense Thomas Kuhn nos foi imposta, pelos donos da ciência
mundial, de uma maneira muito semelhante ao Ato Institucional n.º 5, de
tão triste memória para os brasileiros com mais de 40 anos e que viveram sob
o jugo dos militares. Aliás, nota-se traços dessa falsa filosofia já na
Europa de meados do século XIX, no período pós-revolução industrial, quando
se pretendeu expulsar os cientistas amadores do Olimpo Acadêmico sob a
suspeita argumentação de que os cientistas deveriam se enquadrar ao método
científico. Isso é o que se lê nas entrelinhas do livro "Scientific Method"
de Barry Gower, na página 130 (início do capítulo 7). Ou seja, o método
científico deixou de ser um guia a indicar possíveis caminhos a serem
percorridos pelos cientistas em suas buscas pelo desconhecido, para se
transformar nos trilhos de uma estrada de ferro que todos sabemos levar
a um precipício.

Esse assunto é bem comentado por Bryan Martin em seus livros que estão
liberados para download em http://www.uow.edu.au/arts/sts/bmartin/pubs . Um
bom começo seria a leitura de "Information liberation - Challenging the
corruptions of information power", que pode ser obtido em pdf clicando-se em
http://tinyurl.com/6bpfu .

Como já disse em mensagem anterior, ser "cético" é muito fácil, o difícil é
ser quebrador de pedras, pois "na selva do desconhecido existem muitas
pedras, existem muitas pedras na selva do desconhecido, na selva do
desconhecido existem muitas pedras... Em meio a este "koan", eu ando pra lá
e pra cá, tal e qual um peripatético quando, subitamente, vejo-me mais uma
vez parafraseando Drummond:

Peripatético!
Se eu fosse um 'cético'
Seria uma rima,
Não seria uma solução."

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 15:26


Alberto,

Em primeiro lugaar , gostaria de cumprimentar seu belo texto e sua
capacidade de escrever como ninguém aqui da lista(gosto muito tb dos
artigos do Victor), apesar da idéia dos dois destoarem

E gostaria de levar ao conhecimento de todos uma outra capa de um
outro livro de Allan Chalmers:

"O Conhecimento científico é realmente diferente e superior a
feitiçaria e outras práticas encantatórias? A resposta a essas
questões tem sido procurada, nos principais epistemólogos e filósofos
da ciencia, por Allan Chalmers, cujos trabalhos tem sido censurados
por importarem numa crítica radical a razão científica. Em a
fabricação da ciencia, ele procura refutar essas críticas por meio de
uma reflexão profunda e sistemática sobre os principal aspectos.
Diante da celeuma que os seus escritos da ciencia provocaram entre os
especialistas, o autor procura esclarecer sua posição. Usando
exemplos históricos muito bem escolhidos, contrói uma convincente
defesa da ciencia , que procura fugir dos extremos: tanto da sua
glorificação ideológica quanto da sua negação radical".

Concluo que, o que mais se tem feito aqui por parte de alguns céticos
é defesa excessiva da glorificação ideológica da ciencia, que beira
a um cientifismo insensato, e portanto reforçador de crenças, crenças
que alguns céticos se recusam a perceber, mas que combatem nos
outros, sejam esotéricos, misticos e afins, com fúria quase
irracional.

JR


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
>> review"...
>> Eu já tentei por várias vezes e através de argumentos diversos
trazer esse
> tipo de discussão aqui para a Ciencialist, e torço para que você
não venha a
> se desiludir com respeito á receptividade que sua mensagem virá
receber por
> parte de nossos colegas "céticos". Quando muito é possível que
venham a
> contestar as fontes (quiçá cientistas alternativos e/ou crackpots)
e irão
> ignorar o conteúdo da frase que selecionei acima. Que mais dizer?
>
> Recentemente alguém citou o Chalmers, aqui na Ciencialist, como um
digno
> sucessor de Popper. Pois bem, na capa traseira da versão em
português de um
> dos livros do Chalmers lê-se o seguinte: "A ciência deve parte de
sua alta
> estima ao fato de ser vista como a 'religião moderna",
desempenhando hoje
> papel similar ao do cristianismo na Europa, em séculos passados."
Pelo visto
> levou-se essa idéia bastante a sério, e parece-me que os "peer
review"
> encaram bem a versão moderna dos inquisidores. Acho mesmo que
a "filosofia"
> do estadunidense Thomas Kuhn nos foi imposta, pelos donos da ciência
> mundial, de uma maneira muito semelhante ao Ato Institucional n.º
5, de
> tão triste memória para os brasileiros com mais de 40 anos e que
viveram sob
> o jugo dos militares.





SUBJECT: P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 15:54

Olá Alberto

risos..:-) Viu o que eu disse? (eu te disse, eu te disse..:-) Seu texto, por ser eficiente e bem escrito, permite que coisas como essa sejam levantadas contra a ciência enfrentando uma posição "cética" que não existe ou não é majoritária..:-)

Feitiçaria seria tão eficiente e confiável quanto o conhecimento produzido de forma científica???..:-) E, neste caso, não se trata de ser a verdade verdadeira ou 100% , mas apenas mais confiável, tratar tuberculose com medicamentos ou com xamanismo..:-)

he he he..:-) A "furia" com que se combate os irracionalismos, nem é fúria, nem é combate, mas análise crítica apenas. Se o resultado é desagradável ao irracionalismo ou a feitiçaria, bem, a vida não é sempre agradável, nem da forma como desejamos..:-)

O resto é o ataque cego de sempre, glorificações inexistentes e mente fechada..:-) Mas, nada impede a feitiçaria de ser aceita, a não ser sua absoluta incapacidade de demonstrar que pode fazer o que alega poder fazer..:-) Não é o ceticismo que refuta a ilusão sobrenatural, é a própria ilusão que não se sustenta, pelo menos nas bases em que se apresenta..:-)

Um abraço (e cuidado com os seus textos, são armas letais em mãos despreparadas..:-)

Homero




----- Original Message -----
From: junior_br2001
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 28, 2005 3:26 PM
Subject: [ciencialist] Re: NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...



Alberto,

Em primeiro lugaar , gostaria de cumprimentar seu belo texto e sua
capacidade de escrever como ninguém aqui da lista(gosto muito tb dos
artigos do Victor), apesar da idéia dos dois destoarem

E gostaria de levar ao conhecimento de todos uma outra capa de um
outro livro de Allan Chalmers:

"O Conhecimento científico é realmente diferente e superior a
feitiçaria e outras práticas encantatórias? A resposta a essas
questões tem sido procurada, nos principais epistemólogos e filósofos
da ciencia, por Allan Chalmers, cujos trabalhos tem sido censurados
por importarem numa crítica radical a razão científica. Em a
fabricação da ciencia, ele procura refutar essas críticas por meio de
uma reflexão profunda e sistemática sobre os principal aspectos.
Diante da celeuma que os seus escritos da ciencia provocaram entre os
especialistas, o autor procura esclarecer sua posição. Usando
exemplos históricos muito bem escolhidos, contrói uma convincente
defesa da ciencia , que procura fugir dos extremos: tanto da sua
glorificação ideológica quanto da sua negação radical".

Concluo que, o que mais se tem feito aqui por parte de alguns céticos
é defesa excessiva da glorificação ideológica da ciencia, que beira
a um cientifismo insensato, e portanto reforçador de crenças, crenças
que alguns céticos se recusam a perceber, mas que combatem nos
outros, sejam esotéricos, misticos e afins, com fúria quase
irracional.

JR


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
>> review"...
>> Eu já tentei por várias vezes e através de argumentos diversos
trazer esse
> tipo de discussão aqui para a Ciencialist, e torço para que você
não venha a
> se desiludir com respeito á receptividade que sua mensagem virá
receber por
> parte de nossos colegas "céticos". Quando muito é possível que
venham a
> contestar as fontes (quiçá cientistas alternativos e/ou crackpots)
e irão
> ignorar o conteúdo da frase que selecionei acima. Que mais dizer?
>
> Recentemente alguém citou o Chalmers, aqui na Ciencialist, como um
digno
> sucessor de Popper. Pois bem, na capa traseira da versão em
português de um
> dos livros do Chalmers lê-se o seguinte: "A ciência deve parte de
sua alta
> estima ao fato de ser vista como a 'religião moderna",
desempenhando hoje
> papel similar ao do cristianismo na Europa, em séculos passados."
Pelo visto
> levou-se essa idéia bastante a sério, e parece-me que os "peer
review"
> encaram bem a versão moderna dos inquisidores. Acho mesmo que
a "filosofia"
> do estadunidense Thomas Kuhn nos foi imposta, pelos donos da ciência
> mundial, de uma maneira muito semelhante ao Ato Institucional n.º
5, de
> tão triste memória para os brasileiros com mais de 40 anos e que
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SUBJECT: Re: [ciencialist] FQ para Ensino Fundamental
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 16:15

Essa pergunta, basicamente, eu já coloquei aqui no C-List como um desafio:

"Indicar um experimento totalmente dependente da FQ e que pudesse ser feito num laboratório de escola de ensino médio. Especificamente, um experimento que destaque um fenômeno impossível de ser trabalhado com a Física de Newton (FN), e que uma vez realizado permita-me dizer ao aluno: Eis um experimento que mostra, sem a menor sombra de dúvida, que a FQ, diferentemente da FN, é a 'dona do pedaço' ".

Por exemplo, como posso fazer o 'experimento do gato' (pode ser substituído por sapo, minhoca, barata, pequenas cobras ou pequenos insetos) em sala de aula? Posso usar de um aquário com tampa, um martelo suspenso por um fio (e uma vela para queima-lo) e um tubo de vidro com 'REGENTE' (veneno). Há chance de se observar "como todo mundo espera" um sapo 1/2 morto, 1/2 vivo?; uma função de onda espetando o sapo? asfixiando-o?

Bem ......

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 28 de março de 2005 09:39
Assunto: [ciencialist] FQ para Ensino Fundamental



fuísicos? :-)

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano

---
Contato Naeq:
Nome: Victor Augusto Salviati
Email: victor_salviati@yahoo.com.br
Assunto: Dúvidas de abordagem
Mensagem: Sou aluno do curso de Licenciatura em Biologia da UNESP-campus
Botucatu. Tenho um trabalho para desenvolver sobre a produção de uma
apresentação de algum conceito da Física numa (espécie) Feira de Ciências.
Interessei-me por este sítio - especialmente pelos textos sobre a Física Qu
ntica! Assim gostaria de idéias e materiais (além dos citados neste sítio)
sobre este assunto "Teoria Quântica" para Ensino Fundamental - se possível.
Gostaria ainda, abusando, de saber se há algum tipo de atividade
prática/maquete em que se possa demonstrar algum fenômeno quântico para
melhor ilustrar seu corpo teórico.
Muito Obrigado.




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SUBJECT: RE: [ciencialist] Física não é ciencia...
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 16:31

L.E.R.,
oi.
Como vc deve saber, há casos que serão irrecuperáveis.
Acho que nem vou tentar, tão inglória tarefa! :| abr/M.

>From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Física não é ciencia...
>Date: Mon, 28 Mar 2005 05:52:35 -0300
>
>
>At 18:14 27/3/2005, you wrote:
> >Luiz Eduardo R.,
> >legal!
> >Vc vai arrebatar o grande prêmio ''bom senso 2005''!
> >Alguns da lista deveriam fazer esta pequena leitura todas as manhãs.
> >Abração. M. SP 27/mar
>
>
>Conto com você pra impor, cientificamente, essa visão da ciencia.
>
>Comece por convencer o Takata.
>
>Você precisa de gente.
>Sozinho você não vai conseguir convencer o Leo.
>(risos)
>
>Abraço,
>
>L.E.
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 16:52

No contexto dos "peer review" vejo um modo bastante simples de selecionar Ciência (Física, química,... e poucos etc.) dentre todos os conhecimentos humanos (história, psicologia, ... e muitos e muitos etc.); basta ver os artigos 'aceites' nas revistas científicas ' consultadas' pela comunidade científica.
Tem nessas revistas alguma coisa de história, direito, religião, psicologia, matemática, línguas, artes, artes marciais, culturas milenares, ectoplasmacia e muitos etc.

Não é difícil convencer o Léo de que história (e todas as demais; tenho até um livro de Ciências Jurídicas --- onde tudo que vale é a palavra duma tal iminência, magistrado, doutor de sei lá o que.....) é Ciência, basta conseguir que tais Revistas, com seus "peer review" publiquem artigos dessas coisas maravilhosas que englobam o conhecimento humano.
Quer coisa mais 'gostosa' que o Folclore Brasileiro? Vai me falar que isso tb é Ciência? Na dúvida, procure nas Revistas Científicas (Nature etc.).

Ponto pro Léo --- é Ciência aquilo que tem corpo publicado nas Revistas Científicas, corpos de estudos aprovados pelos 'peer review'.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 28 de março de 2005 15:54
Assunto: [ciencialist] P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...



Olá Alberto

risos..:-) Viu o que eu disse? (eu te disse, eu te disse..:-) Seu texto, por ser eficiente e bem escrito, permite que coisas como essa sejam levantadas contra a ciência enfrentando uma posição "cética" que não existe ou não é majoritária..:-)

Feitiçaria seria tão eficiente e confiável quanto o conhecimento produzido de forma científica???..:-) E, neste caso, não se trata de ser a verdade verdadeira ou 100% , mas apenas mais confiável, tratar tuberculose com medicamentos ou com xamanismo..:-)

he he he..:-) A "furia" com que se combate os irracionalismos, nem é fúria, nem é combate, mas análise crítica apenas. Se o resultado é desagradável ao irracionalismo ou a feitiçaria, bem, a vida não é sempre agradável, nem da forma como desejamos..:-)

O resto é o ataque cego de sempre, glorificações inexistentes e mente fechada..:-) Mas, nada impede a feitiçaria de ser aceita, a não ser sua absoluta incapacidade de demonstrar que pode fazer o que alega poder fazer..:-) Não é o ceticismo que refuta a ilusão sobrenatural, é a própria ilusão que não se sustenta, pelo menos nas bases em que se apresenta..:-)

Um abraço (e cuidado com os seus textos, são armas letais em mãos despreparadas..:-)

Homero




----- Original Message -----
From: junior_br2001
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 28, 2005 3:26 PM
Subject: [ciencialist] Re: NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...



Alberto,

Em primeiro lugaar , gostaria de cumprimentar seu belo texto e sua
capacidade de escrever como ninguém aqui da lista(gosto muito tb dos
artigos do Victor), apesar da idéia dos dois destoarem

E gostaria de levar ao conhecimento de todos uma outra capa de um
outro livro de Allan Chalmers:

"O Conhecimento científico é realmente diferente e superior a
feitiçaria e outras práticas encantatórias? A resposta a essas
questões tem sido procurada, nos principais epistemólogos e filósofos
da ciencia, por Allan Chalmers, cujos trabalhos tem sido censurados
por importarem numa crítica radical a razão científica. Em a
fabricação da ciencia, ele procura refutar essas críticas por meio de
uma reflexão profunda e sistemática sobre os principal aspectos.
Diante da celeuma que os seus escritos da ciencia provocaram entre os
especialistas, o autor procura esclarecer sua posição. Usando
exemplos históricos muito bem escolhidos, contrói uma convincente
defesa da ciencia , que procura fugir dos extremos: tanto da sua
glorificação ideológica quanto da sua negação radical".

Concluo que, o que mais se tem feito aqui por parte de alguns céticos
é defesa excessiva da glorificação ideológica da ciencia, que beira
a um cientifismo insensato, e portanto reforçador de crenças, crenças
que alguns céticos se recusam a perceber, mas que combatem nos
outros, sejam esotéricos, misticos e afins, com fúria quase
irracional.

JR


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
>> review"...
>> Eu já tentei por várias vezes e através de argumentos diversos
trazer esse
> tipo de discussão aqui para a Ciencialist, e torço para que você
não venha a
> se desiludir com respeito á receptividade que sua mensagem virá
receber por
> parte de nossos colegas "céticos". Quando muito é possível que
venham a
> contestar as fontes (quiçá cientistas alternativos e/ou crackpots)
e irão
> ignorar o conteúdo da frase que selecionei acima. Que mais dizer?
>
> Recentemente alguém citou o Chalmers, aqui na Ciencialist, como um
digno
> sucessor de Popper. Pois bem, na capa traseira da versão em
português de um
> dos livros do Chalmers lê-se o seguinte: "A ciência deve parte de
sua alta
> estima ao fato de ser vista como a 'religião moderna",
desempenhando hoje
> papel similar ao do cristianismo na Europa, em séculos passados."
Pelo visto
> levou-se essa idéia bastante a sério, e parece-me que os "peer
review"
> encaram bem a versão moderna dos inquisidores. Acho mesmo que
a "filosofia"
> do estadunidense Thomas Kuhn nos foi imposta, pelos donos da ciência
> mundial, de uma maneira muito semelhante ao Ato Institucional n.º
5, de
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Física não é ciencia...
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 16:54

Control-C + Control-V:
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Não é difícil convencer o Léo de que história (e todas as demais; tenho até um livro de Ciências Jurídicas --- onde tudo que vale é a palavra duma tal iminência, magistrado, doutor de sei lá o que.....) é Ciência, basta conseguir que tais Revistas, com seus "peer review" publiquem artigos dessas coisas maravilhosas que englobam o conhecimento humano.
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leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 28 de março de 2005 16:31
Assunto: RE: [ciencialist] Física não é ciencia...



L.E.R.,
oi.
Como vc deve saber, há casos que serão irrecuperáveis.
Acho que nem vou tentar, tão inglória tarefa! :| abr/M.

>From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Física não é ciencia...
>Date: Mon, 28 Mar 2005 05:52:35 -0300
>
>
>At 18:14 27/3/2005, you wrote:
> >Luiz Eduardo R.,
> >legal!
> >Vc vai arrebatar o grande prêmio ''bom senso 2005''!
> >Alguns da lista deveriam fazer esta pequena leitura todas as manhãs.
> >Abração. M. SP 27/mar
>
>
>Conto com você pra impor, cientificamente, essa visão da ciencia.
>
>Comece por convencer o Takata.
>
>Você precisa de gente.
>Sozinho você não vai conseguir convencer o Leo.
>(risos)
>
>Abraço,
>
>L.E.
>
>
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>Para saber mais visite
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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SUBJECT: Re: FQ para Ensino Fundamental
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 16:54


Em ciencialist "Léo" escreveu

> Essa pergunta, basicamente, eu já coloquei aqui no C-List como um
desafio:
>
> "Indicar um experimento totalmente dependente da FQ e que pudesse
ser feito num laboratório de escola de ensino médio.
Especificamente, um experimento que destaque um fenômeno impossível
de ser trabalhado com a Física de Newton (FN), e que uma vez
realizado permita-me dizer ao aluno: Eis um experimento que mostra,
sem a menor sombra de dúvida, que a FQ, diferentemente da FN, é a
'dona do pedaço' ".
>
> Por exemplo, como posso fazer o 'experimento do gato' (pode ser
substituído por sapo, minhoca, barata, pequenas cobras ou pequenos
insetos) em sala de aula? Posso usar de um aquário com tampa, um
martelo suspenso por um fio (e uma vela para queima-lo) e um tubo de
vidro com 'REGENTE' (veneno). Há chance de se observar "como todo
mundo espera" um sapo 1/2 morto, 1/2 vivo?; uma função de onda
espetando o sapo? asfixiando-o?
>
> Bem ......

É impossível.
Foi feita para ser impossível.


Se a caixa for transparente a função de onda estará sempre
colapsada. O gato (ou a formiga, ou a bactéria) estará 100% vivo até
o momento que estará 100% morto.

Eu proponho uma experiência diferente:
Uma caixa preta fechada com um bicho dentro a algo aleatório que
possa mata-lo. Dentro da caixa, também, colocamos uma filmadora sem
saída para monitores externos.

Ao abrir a caixa e ver o bicho morto, poderemos verificar, passando
o filme, se um pouco antes de abri-la o bicho estava morto ou 1/2
morto 1/2 vivo.

:-) :-) :-)
Mesmo assim acho que não veremos os estados misturados pois os
Duendes Quânticos não trabalhão se desconfiarem que estão sendo
filmados. :-)


Hélio.







SUBJECT: [ciencialist] Composição do Anel da latinha
FROM: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 17:10

Olá colegas do grupo, será que alguém poderia ajudar: Qual a composição e a densidade da liga metálica do ANEL DA LATINHA DE REFRIGERANTE! Apenas sei que o material que compõe o anel da latinha é o mesmo usado para a fabricação de asas de aviões!

Grata pela atenção!

caue_arruda@yahoo.com.br




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SUBJECT: Re: Composição do Anel da latinha
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 17:37


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Aline Santos
> Olá colegas do grupo, será que alguém poderia ajudar: Qual a
> composição e a densidade da liga metálica do ANEL DA LATINHA DE
> REFRIGERANTE! Apenas sei que o material que compõe o anel da
> latinha é o mesmo usado para a fabricação de asas de aviões!

Eh o mesmo do corpo da latinha: aluminio. De fato usa-se aluminio nao
apenas nas asas como na fuselagem de avioes.

[]s,

Roberto Takata







SUBJECT: Re: Física não é ciencia...
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 18:00


Vcs estao falando disto?

"De: washingtontenorio - via Prof. Leo:
> 2.História e geografia são ciências como a Física, quimica e
> biologia?

Roberto Takata:
Sao ciencias. Mas normalmente nao sao consideradas ciencias como
fisica e quimica. Sao ciencias humanas (ou ciencias brandas) - a
natureza dos fenomenos q. estudam nao permite um controle rigoroso das
variaveis q. afetam ou podem afetar o resultado."
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/42703

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo"
<avalanchedrive@h...> escreveu
> L.E.R.,
> oi.
> Como vc deve saber, há casos que serão irrecuperáveis.
> Acho que nem vou tentar, tão inglória tarefa! :| abr/M.
>
> >From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@i...>
> >Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> >Subject: [ciencialist] Física não é ciencia...
> >Date: Mon, 28 Mar 2005 05:52:35 -0300
> >
> >
> >At 18:14 27/3/2005, you wrote:
> > >Luiz Eduardo R.,
> > >legal!
> > >Vc vai arrebatar o grande prêmio ''bom senso 2005''!
> > >Alguns da lista deveriam fazer esta pequena leitura todas as
manhãs.
> > >Abração. M. SP 27/mar
> >
> >
> >Conto com você pra impor, cientificamente, essa visão da ciencia.
> >
> >Comece por convencer o Takata.
> >
> >Você precisa de gente.
> >Sozinho você não vai conseguir convencer o Leo.
> >(risos)
> >
> >Abraço,
> >
> >L.E.
> >
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SUBJECT: Re: Física não é ciencia...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 18:07


Pois é, claro que são. Tb argumentei isso
O que existe na lista é um certo elitismo que determinadas matérias
das cienciaas naturais(como a física) são superiores a outras, no
sentido de ciencia. E o que é o mais negativo é que essas opiniões
vem de professores. A finalidade da educação nao seria bem orientar
as pessoas neste sentido? Ou converte-las a uma espécie de ditadura
das ciencias naturais?

JR

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...>
escreveu
>
> Vcs estao falando disto?
>
> "De: washingtontenorio - via Prof. Leo:
> > 2.História e geografia são ciências como a Física, quimica e
> > biologia?
>
> Roberto Takata:
> Sao ciencias. Mas normalmente nao sao consideradas ciencias como
> fisica e quimica. Sao ciencias humanas (ou ciencias brandas) - a
> natureza dos fenomenos q. estudam nao permite um controle rigoroso
das
> variaveis q. afetam ou podem afetar o resultado."
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/42703
>
> []s,
>
> Roberto Takata
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo"
> <avalanchedrive@h...> escreveu
> > L.E.R.,
> > oi.
> > Como vc deve saber, há casos que serão irrecuperáveis.
> > Acho que nem vou tentar, tão inglória tarefa! :| abr/M.
> >
> > >From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@i...>
> > >Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > >To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > >Subject: [ciencialist] Física não é ciencia...
> > >Date: Mon, 28 Mar 2005 05:52:35 -0300
> > >
> > >
> > >At 18:14 27/3/2005, you wrote:
> > > >Luiz Eduardo R.,
> > > >legal!
> > > >Vc vai arrebatar o grande prêmio ''bom senso 2005''!
> > > >Alguns da lista deveriam fazer esta pequena leitura todas as
> manhãs.
> > > >Abração. M. SP 27/mar
> > >
> > >
> > >Conto com você pra impor, cientificamente, essa visão da ciencia.
> > >
> > >Comece por convencer o Takata.
> > >
> > >Você precisa de gente.
> > >Sozinho você não vai conseguir convencer o Leo.
> > >(risos)
> > >
> > >Abraço,
> > >
> > >L.E.
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Composição do Anel da latinha
FROM: "Mauro" <bombaspr@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 18:13

Olá Aline.

Olá colegas do grupo, será que alguém poderia ajudar: Qual a
composição e a densidade da liga metálica do ANEL DA LATINHA DE
REFRIGERANTE! Apenas sei que o material que compõe o anel da latinha é
o mesmo usado para a fabricação de asas de aviões!

Mauro: Segundo me informou a Latasa (atualmente
http://www.rexamcan.com.br/ ) , elas são feitas do mesmo material das
latas: alumínio puro (embora o Leo discorde...)
http://www.rexamcan.com.br/produtos/tampas.asp

Havia até um boato de que elas eram de inox ou de uma certa "liga
especial" usada na ortodontia, e que chegavam a pagar 350 mangos o
quilo -- coisa de tupiniquim. Em países de primeiro mundo, como na
Noruega, dizem que os lacres são trocados por cachorros para cego!
Essa lenda tem algumas variações: algumas vezes as alças seriam usadas
para comprar cadeiras de rodas, outras vezes para comprar (ou
fabricar!) máquinas de diálise. Também uma pessoa me garantiu que as
alças eram vendidas para reciclagem e o dinheiro usado na campanha
contra o câncer de mama...

http://www.urbanlegends.com/classic/pull.tabs/pull_tabs_in_canada.html
http://www.virtualrecycling.com/web/facts-display.shtml?pfl=ideas-display.param&op2.rf1=11
http://www.cc.utah.edu/~cla6202/HNF21.htm
http://www.puppetland.com/folklore/pulltab.html

Tudo boato, claro.
"Pedimos sempre que as latas sejam recicladas inteiras, não por termos
interesse especial no lacre, mas por que estes, devido ao tamanho, são
impossíveis de prensar para fazer um fardo, dessa maneira, eles teriam
de ser transportados para o centro de reciclagem em sacos! Isso, numa
escala industrial (falo de toneladas de alumínio), é inviável." --
Patricia Lattavo Coord. de Comunicação da Latasa.

Se o lacre cair, quando terminar o refri, jogue-o dentro da lata -- só
assim ele será reciclado.


Inté+
Mauro



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SUBJECT: Re: Física não é ciencia...
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 18:40


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "junior_br2001"
> Pois é, claro que são. Tb argumentei isso

Eu estava mais me indagando a respeito dos comentarios do L.E.R. e do
avalanchedrive sobre mim. Nao entendi se eles acham q. eu penso q.
apenas as ciencias duras sao ciencias. Mas tb poderia ser sobre a
minha opiniao (nao dada) a respeito do comentario do L.E.R. q.
considera q. existe apenas uma ciencia - ciencia no singular.

Aguardarei mais esclarecimentos.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Física não é ciencia...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 18:49


Takata relaxa, o L.E.R tava apenas tirando um sarro de voce por voce
ter uma certa inteligencia incomum(aafinal voce é um dos nossos
supercomputadores dissidentes mais poderosos). Aí ele fica brincando
c/ voce...heheh

Mas eu encarei como brincadeira o que ele disse de voce. Não sei se
voce tem a mesma opinião

JR

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "junior_br2001"
> > Pois é, claro que são. Tb argumentei isso
>
> Eu estava mais me indagando a respeito dos comentarios do L.E.R. e
do
> avalanchedrive sobre mim. Nao entendi se eles acham q. eu penso q.
> apenas as ciencias duras sao ciencias. Mas tb poderia ser sobre a
> minha opiniao (nao dada) a respeito do comentario do L.E.R. q.
> considera q. existe apenas uma ciencia - ciencia no singular.
>
> Aguardarei mais esclarecimentos.
>
> []s,
>
> Roberto Takata





SUBJECT: Re: [ciencialist] Composição do Anel da latinha
FROM: Aline Santos <haline_santos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 19:14


Ao pessoal do grupo, em especial o Mauro

Gracias

Abraços

Aline





Mauro <bombaspr@uol.com.br> wrote: Olá Aline.

Olá colegas do grupo, será que alguém poderia ajudar: Qual a
composição e a densidade da liga metálica do ANEL DA LATINHA DE
REFRIGERANTE! Apenas sei que o material que compõe o anel da latinha é
o mesmo usado para a fabricação de asas de aviões!

Mauro: Segundo me informou a Latasa (atualmente
http://www.rexamcan.com.br/ ) , elas são feitas do mesmo material das
latas: alumínio puro (embora o Leo discorde...)
http://www.rexamcan.com.br/produtos/tampas.asp

Havia até um boato de que elas eram de inox ou de uma certa "liga
especial" usada na ortodontia, e que chegavam a pagar 350 mangos o
quilo -- coisa de tupiniquim. Em países de primeiro mundo, como na
Noruega, dizem que os lacres são trocados por cachorros para cego!
Essa lenda tem algumas variações: algumas vezes as alças seriam usadas
para comprar cadeiras de rodas, outras vezes para comprar (ou
fabricar!) máquinas de diálise. Também uma pessoa me garantiu que as
alças eram vendidas para reciclagem e o dinheiro usado na campanha
contra o câncer de mama...

http://www.urbanlegends.com/classic/pull.tabs/pull_tabs_in_canada.html
http://www.virtualrecycling.com/web/facts-display.shtml?pfl=ideas-display.param&op2.rf1=11
http://www.cc.utah.edu/~cla6202/HNF21.htm
http://www.puppetland.com/folklore/pulltab.html

Tudo boato, claro.
"Pedimos sempre que as latas sejam recicladas inteiras, não por termos
interesse especial no lacre, mas por que estes, devido ao tamanho, são
impossíveis de prensar para fazer um fardo, dessa maneira, eles teriam
de ser transportados para o centro de reciclagem em sacos! Isso, numa
escala industrial (falo de toneladas de alumínio), é inviável." --
Patricia Lattavo Coord. de Comunicação da Latasa.

Se o lacre cair, quando terminar o refri, jogue-o dentro da lata -- só
assim ele será reciclado.


Inté+
Mauro



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SUBJECT: busca no ciencialist
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 19:47


O que com aconteceu com os sistemas de busca do Yahoo no site Web das
listas do Yahoo? Antigmente funcionavam, agora nem isso...por mais
que voce coloque nunca retorna nada...as vezes mensagens que foram
postadas muito recentementes aparecem.

Tentando-se o Google , se tem até mais sucesso, mas retornam
mensagens bem antigas. Como fazer então?

JR





SUBJECT: Fw: Reao Qumica - Dvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 21:11

Oi Químicos,

Emiliano, envie para seu grupo de química ... dá serviço prá eles!
:-))

[]'

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: col.ana
Para: leobarretos
Enviada em: segunda-feira, 28 de março de 2005 16:13
Assunto: Reação Química - Dúvida


Olá, meu nome é Ana, sou acadêmica do primeiro período de Farmácia em Colatina/ES, durante a aula prática, fizemos o seguinte experimento:

"Transferir 2,0mL de peróxido de hidrogênio, H2O2, em um tubo de ensaio. Adicione uma pequena porção de óxido de chumbo IV, PbO2. Observe. Aproxime um palito de fósforo em brasa na boca do tubo. Observe. Como você conclui se houve reação ou não? Escreva areação envolvida?"

Bem, meu grupo chegou a conclusão que houve reação química, pois ao colocarmos o chumbo houve efervescência e ao aproximarmos o palito em brasa, o fogo reacendeu. A dúvida é: como escrever a reação???

Seria: H2O2 + PbO2 ------ H2O + O2 + PbO

Obs.: É URGENTE!!!! Tenho que entregar o relatório na quarta-feira, dia 30/03.

Obrigada

espero ansiosa pelo retorno



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: uma ajudinha
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 21:12

cristalização ?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Raynerson Maia" <maia007@gmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 28 de março de 2005 18:00
Assunto: uma ajudinha


Nas dúvidas experimentais, por gentileza coloque aqui o endereço da
página, isso facilita o confronto. Agradeço. Meu nome é LUIZ FERRAZ
NETTO, meu apelido é LÉO e moro em BARRETOS; dai vem meu e-mail:
leobarretos@uol.com.br.

leo, so queria saber o seguinte, ate quarta feira preciso saber o
resposta de uma pergunta que o professor fez em sala de aula pra gente
pesquisar valendo nota, sou estudante do curso de engenharia civil ,
estou no 3 periodo da universidade estadual de goias e queria saber
PORQUE O DIAMANTE NAO CONDUZ ELETRICIDADE E O CARBONO E UM EXCELENTE
CONDUTOR DE ELETRICIDADE SENDO QUE SAO FORMADO PELO MESMO MATERIAL , O
CARBONO? QUERO TER CERTEZA SE É O SEU ARRANJO ESTRUTURAL QUE
PROPORCIONA TAL FAÇANHA OU SE TEM ALGUMA COISA A VER COM SUA COR .
preciso dessa resposta urgente ........
agradeço tudo o que fizer por mim
falou raynerson maia


--
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SUBJECT: Fw: Dvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 21:13

Quem quer fazer a redação do texto?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Marcia
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 28 de março de 2005 14:21
Assunto: Dúvida


Boa tarde professor
O Sr. poderia tirar uma dúvida: o que acontece quando adicionamos sal ao gelo? O ponto de fusão muda? Ele fica sólido por mais tempo? O contrário também funciona? Água com sal solidifica com temperaturas inferores a 0º?

Obrigada

Marcia
Prof. Ciências





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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Composição do Anel da latinha
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 21:23




Aline pergunta:
##Olá colegas do grupo, será que alguém poderia ajudar: Qual a composição e a densidade da liga metálica do ANEL DA LATINHA DE REFRIGERANTE! Apenas sei que o material que compõe o anel da latinha é o mesmo usado para a fabricação de asas de aviões!"

Takata responde:
$$ Eh o mesmo do corpo da latinha: aluminio. De fato usa-se aluminio nao
apenas nas asas como na fuselagem de avioes. $$

Léo: apenas um problema; não pode ser alumínio puro --- pois a lata é atraída pelo ímã. Penso no anel da lata como uma fina folha de aço inox e na lata como uma mistura de Al + Fe.

[]'


SUBJECT: Especificação de células tronco p/ Takata
FROM: "Geraldo M. Barcelos" <gemaba@veloxmail.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 22:22

Alô Takata !!!

O que regula a especificação das células tronco? Parece que já discutimos
isso superfialmente?

Saudações !!!
gemaba
www.gemaba.cjb.net




SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 22:36

----- Original Message -----
From: "Oraculo"
Sent: Monday, March 28, 2005 3:54 PM
Subject: [ciencialist] P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew Price
comenta artigo rejeitado por "peer review"...

> risos..:-) Viu o que eu disse? (eu te disse, eu te disse..:-) Seu texto,
> por ser eficiente e bem escrito, permite que coisas como essa sejam
> levantadas contra a ciência enfrentando uma posição "cética" que não
> existe ou não é majoritária..:-)

Olá Homero

Ou muito me engano, ou você deve estar se referindo à resposta do Júnior
(msg 45512: http://tinyurl.com/3jf6c ). Sinceramente, li e reli várias vezes
essa msg e não consegui visualizar nenhum ataque à ciência.

> Feitiçaria seria tão eficiente e confiável quanto o conhecimento produzido
> de forma científica???..:-) E, neste caso, não se trata de ser a verdade
> verdadeira ou 100% , mas apenas mais confiável, tratar tuberculose com
> medicamentos ou com xamanismo..:-)

Mas... Com base em quê você concluiu isso? Veja bem, a msg 45512, do Júnior,
tem dois parágrafos além de uma introdução. No primeiro está reproduzido um
texto de capa, escrito provavelmente por algum filósofo de plantão e sob
encomenda pelo editor de um livro do Chalmers. O livro é de filosofia da
ciência, e o texto começa com um questionamento. Ora, isso é típico de
filósofo, começar com um questionamento. O autor não está afirmando nada,
simplesmente se interrogando. E basta ler o pequeno texto para perceber que
o autor dá a entender que a resposta ao questionamento seria exatamente
oposta àquela que você parece ter entendido, pelo que se lê acima. Ou seja:
"Usando exemplos históricos muito bem escolhidos, contrói uma convincente
defesa da ciencia, que procura fugir dos extremos: tanto da sua glorificação
ideológica quanto da sua negação radical."

No segundo parágrafo o Júnior está simplesmente dando a sua interpretação
para essa conclusão do filósofo de plantão. Aí sim, ele fala em um
"ceticismo insensato" e reforçador de crenças. Não vejo mal nenhum nisso e
eu mesmo já me referi, com outras palavras, a essa insensatez.

> Um abraço (e cuidado com os seus textos, são armas letais em mãos
> despreparadas..:-)

Sob esse aspecto sou kantiano e escrevo o que penso acreditando que os meus
leitores têm (ou deveriam ter) a capacidade de discernir o que acham certo
do acham errado (e isto não significa estarem certos ou errados); ou de
avaliar um texto independentemente de sua retórica e/ou do critério da
autoridade; ou até mesmo de errar, pois não se atinge a maioridade
intelectual apenas com acertos e, em especial, se esses acertos forem
impostos de cima para baixo. Quero crer que os "céticos de carteirinha"
seriam muito mais úteis à sociedade, e até mesmo ao ceticismo, caso
levantassem uma bandeira em prol de uma política a promover a maioridade
intelectual de seus semelhantes, a ponto de não precisarem mais se
preocuparem com as bobagens que eu escrevo e que porventura possam vir a
cair em "mãos despreparadas". Sinceramente, vejo um certo aristotelismo
nessa sua maneira de pensar. Nada contra Aristóteles, o problema é que entre
Aristóteles e nós, mais de dois milênios nos contemplam. A escravatura já
foi abolida até mesmo em países como o Brasil onde, apesar disso, ainda
existem "mãos despreparadas"; mas essa existência não justifica um
paternalismo conservador.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 22:56


Alberto,

O mais hilário de tudo, é que se fosse p/ o oraculo dizer diretamente
pra mim que eu escrevia muito bem ele nunca o faria por orgulho mesmo
(as críticas dele a minha pessoa são as piores possíveis).
Mas como ele se enganou sobre o autor da mensagem, e pensou que fosse
voce, os elogios foram creditados a sua pessoa

Bem, eu acho mesmo, que não escrevo bem, e até mesmo acho que isso
não tem nenhuma relação com a capacidade de pensamento de um pessoa.
As vezes uma pessoa pode no saber se expressar bem, mas isso não
siginifica que ela seja ignorante, incapaz ou burra.

JR




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
> ----- Original Message -----
> From: "Oraculo"
> Sent: Monday, March 28, 2005 3:54 PM
> Subject: [ciencialist] P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew
Price
> comenta artigo rejeitado por "peer review"...
>
> > risos..:-) Viu o que eu disse? (eu te disse, eu te disse..:-) Seu
texto,
> > por ser eficiente e bem escrito, permite que coisas como essa
sejam
> > levantadas contra a ciência enfrentando uma posição "cética" que
não
> > existe ou não é majoritária..:-)
>
> Olá Homero
>
> Ou muito me engano, ou você deve estar se referindo à resposta do
Júnior
> (msg 45512: http://tinyurl.com/3jf6c ). Sinceramente, li e reli
várias vezes
> essa msg e não consegui visualizar nenhum ataque à ciência.
>
> > Feitiçaria seria tão eficiente e confiável quanto o conhecimento
produzido
> > de forma científica???..:-) E, neste caso, não se trata de ser a
verdade
> > verdadeira ou 100% , mas apenas mais confiável, tratar
tuberculose com
> > medicamentos ou com xamanismo..:-)
>
> Mas... Com base em quê você concluiu isso? Veja bem, a msg 45512,
do Júnior,
> tem dois parágrafos além de uma introdução. No primeiro está
reproduzido um
> texto de capa, escrito provavelmente por algum filósofo de plantão
e sob
> encomenda pelo editor de um livro do Chalmers. O livro é de
filosofia da
> ciência, e o texto começa com um questionamento. Ora, isso é típico
de
> filósofo, começar com um questionamento. O autor não está afirmando
nada,
> simplesmente se interrogando. E basta ler o pequeno texto para
perceber que
> o autor dá a entender que a resposta ao questionamento seria
exatamente
> oposta àquela que você parece ter entendido, pelo que se lê acima.
Ou seja:
> "Usando exemplos históricos muito bem escolhidos, contrói uma
convincente
> defesa da ciencia, que procura fugir dos extremos: tanto da sua
glorificação
> ideológica quanto da sua negação radical."
>
> No segundo parágrafo o Júnior está simplesmente dando a sua
interpretação
> para essa conclusão do filósofo de plantão. Aí sim, ele fala em um
> "ceticismo insensato" e reforçador de crenças. Não vejo mal nenhum
nisso e
> eu mesmo já me referi, com outras palavras, a essa insensatez.
>
> > Um abraço (e cuidado com os seus textos, são armas letais em mãos
> > despreparadas..:-)
>
> Sob esse aspecto sou kantiano e escrevo o que penso acreditando que
os meus
> leitores têm (ou deveriam ter) a capacidade de discernir o que
acham certo
> do acham errado (e isto não significa estarem certos ou errados);
ou de
> avaliar um texto independentemente de sua retórica e/ou do critério
da
> autoridade; ou até mesmo de errar, pois não se atinge a maioridade
> intelectual apenas com acertos e, em especial, se esses acertos
forem
> impostos de cima para baixo. Quero crer que os "céticos de
carteirinha"
> seriam muito mais úteis à sociedade, e até mesmo ao ceticismo, caso
> levantassem uma bandeira em prol de uma política a promover a
maioridade
> intelectual de seus semelhantes, a ponto de não precisarem mais se
> preocuparem com as bobagens que eu escrevo e que porventura possam
vir a
> cair em "mãos despreparadas". Sinceramente, vejo um certo
aristotelismo
> nessa sua maneira de pensar. Nada contra Aristóteles, o problema é
que entre
> Aristóteles e nós, mais de dois milênios nos contemplam. A
escravatura já
> foi abolida até mesmo em países como o Brasil onde, apesar disso,
ainda
> existem "mãos despreparadas"; mas essa existência não justifica um
> paternalismo conservador.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron
não é
> uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se
repetirá.





SUBJECT: Física não é ciencia...
FROM: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 23:02

Olá Júnior.

Me desculpe, mas você *não* argumentou sobre a História, ou se argumentou, não convenceu: citou Popper - principalmente quando fez a comparação com o método antropológico, mas o tiro saiu "pela culatra" pois o próprio Popper fez uma menção literal contra tal método. Eu também citei Pareto e Merton, cientistas sociais e epistemólogos que tratam justamente desse aspecto - a diferença entre método ideográfico e nomotético e como isso afeta se *status* de ciência positiva.

Por isso - não é *apenas* pessoas da área das ciências naturais - nós também das ciências sociais (veja o que diz RADCLIFFE em "História e Teoria" 70° Ed. Lisboa: 1989 sobre o tema, aliás, autor fundamental para qualquer um que trabalhe com ambos os métodosda História e da Antropologia) observamos a distinção entre métodos nomotéticos utilizados na Sociologia Positiva e na Antropologia (em se tratando de etnologia) e os ideográficos (da História).

Sou obrigado a concordar com o Léo, do contrário podemos realmente pensar nas tais "ciências jurídicas", compostas em grande parte das súmulas e jurisprudências - doutrinas dos grandes eruditos, etc. e tal. Não que isso tire o mérito de alguém ou que deixe de ser interessante, quem já presenciou algum dos espetáculos "e bancada" nos tribunais de juri que o diga. Mas não é ciência no mesmo sentido daquelas que buscam - repetindo - previsão e controle ou a busca de leis gerais (nomotética).

Um abraço.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Física não é ciencia...
FROM: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/03/2005 23:05

Ou Lúcia.

Também existe positivismo nas ciências sociais. Aliás, Saint Simon e mais propriamente Augusto Comte foram os chamados criadores do positivismo, que é a busca pelo uso do método das ciências naturais para estudar os fenômenos sociais. Comte chegou a mencionar o termo "física social".

Um abraço.

Peter.

----- Original Message -----
From: Lÿfffffacia Valois Leite
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 28, 2005 11:19 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Física não é ciencia...


Isso pq a física e a química são ciências que são estudadoas através do método positivista, é verdade quilo que pode ser mensurável...
:) lu
JVictor <jvoneto@uol.com.br> wrote:rmtakata escreveu:



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: FQ para Ensino Fundamental
FROM: Lÿfffffacia Valois Leite <lvaloisleite@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 23:13

Eu proponho que o bicho seja uma barata e não um gato, ou melhor , eu proponho que seja algum humano que merça viver menos que um gato.
Lúcia.

Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br> wrote:

Em ciencialist "Léo" escreveu

> Essa pergunta, basicamente, eu já coloquei aqui no C-List como um
desafio:
>
> "Indicar um experimento totalmente dependente da FQ e que pudesse
ser feito num laboratório de escola de ensino médio.
Especificamente, um experimento que destaque um fenômeno impossível
de ser trabalhado com a Física de Newton (FN), e que uma vez
realizado permita-me dizer ao aluno: Eis um experimento que mostra,
sem a menor sombra de dúvida, que a FQ, diferentemente da FN, é a
'dona do pedaço' ".
>
> Por exemplo, como posso fazer o 'experimento do gato' (pode ser
substituído por sapo, minhoca, barata, pequenas cobras ou pequenos
insetos) em sala de aula? Posso usar de um aquário com tampa, um
martelo suspenso por um fio (e uma vela para queima-lo) e um tubo de
vidro com 'REGENTE' (veneno). Há chance de se observar "como todo
mundo espera" um sapo 1/2 morto, 1/2 vivo?; uma função de onda
espetando o sapo? asfixiando-o?
>
> Bem ......

É impossível.
Foi feita para ser impossível.


Se a caixa for transparente a função de onda estará sempre
colapsada. O gato (ou a formiga, ou a bactéria) estará 100% vivo até
o momento que estará 100% morto.

Eu proponho uma experiência diferente:
Uma caixa preta fechada com um bicho dentro a algo aleatório que
possa mata-lo. Dentro da caixa, também, colocamos uma filmadora sem
saída para monitores externos.

Ao abrir a caixa e ver o bicho morto, poderemos verificar, passando
o filme, se um pouco antes de abri-la o bicho estava morto ou 1/2
morto 1/2 vivo.

:-) :-) :-)
Mesmo assim acho que não veremos os estados misturados pois os
Duendes Quânticos não trabalhão se desconfiarem que estão sendo
filmados. :-)


Hélio.







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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Física não é ciencia...
FROM: Lÿfffffacia Valois Leite <lvaloisleite@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 23:19

Isso pq a física e a química são ciências que são estudadoas através do método positivista, é verdade quilo que pode ser mensurável...
:) lu
JVictor <jvoneto@uol.com.br> wrote:rmtakata escreveu:

>
> Vcs estao falando disto?
>
> "De: washingtontenorio - via Prof. Leo:
> > 2.História e geografia são ciências como a Física, quimica e
> > biologia?
>
> >Roberto Takata:
> Sao ciencias. Mas normalmente nao sao consideradas ciencias como
> fisica e quimica. Sao ciencias humanas (ou ciencias brandas) - a
> natureza dos fenomenos q. estudam nao permite um controle rigoroso das
> variaveis q. afetam ou podem afetar o resultado."
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/42703
>
> Victor: Não lí outros e-mails que tratam desses questionamentos. Mas
> o texto acima não deixa qualquer dúvida sobre a diferença, no que
> concerne ao termo "ciência" aplicado a outras disciplinas que "nao
> permitem um controle rigoroso das variaveis q. afetam ou podem afetar
> o resultado." e disciplinas que "permitem um controle rigoroso das
> variaveis q. afetam ou podem afetar o resultado", com é o caso da
> física e da química. Que história, geografia, direito, entre outros
> ramos do conhecimento são importantes e exigem pesquisas, não há
> dúvida. E que essas pesquisas não envolvem o controle de variáveis
> parece-me que não deve haver dúvidas também. Que controle, ou que tipo
> de previsão líquida e certa você poderá fazer com os parâmetros
> pertinentes à história, por exemplo? Então, o significado do vocábulo
> ciência para ramos do conhecimento como os das chamadas ciências
> sociais é bastante diferente do significado desse termo quando este
> se refere a coisas como física e química. E não se trata de elitismo,
> ou coisa que o valha, como já lí em outras ocasiões. Isto é, não é que
> profesores de física ou outros pesquisadores sintam-se mais
> importantes em razão de lidarem com ramos do conhecimento do tipo e
> que, por isso, julguem que as disciplina que dominam são mais
> importantes, ou que eles sejam mais importantes que um sociólogo,
> pelas mesmas razões. É tudo um mal entendido. Nenhum ramo do
> conhecimento é mais importante do que o outro. Apenas o conhecimento
> vem até nós através de processos diferentes. Só isso. O texto do
> Takata, por si só, dispensa comentários como os acima. "Fí-lo porque
> qui-lo", por "enxerimento".

Sds,

Victor.


.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Física não é ciencia...
FROM: Lÿfffffacia Valois Leite <lvaloisleite@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/03/2005 23:44

Comparar História da Humanidade com ceitas?
O homem constrói instrumentos , ferramentas ou seja tecnologias, isso é Física a História conta o processo e o desenvolvimento dessas construções ...
Vamos dar a césar o que é de césar e deixar de preconceitos, vaidades acadêmicas e reificações das ciências...


Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
Control-C + Control-V:
===========================================
No contexto dos "peer review" vejo um modo bastante simples de selecionar Ciência (Física, química,... e poucos etc.) dentre todos os conhecimentos humanos (história, psicologia, ... e muitos e muitos etc.); basta ver os artigos 'aceites' nas revistas científicas ' consultadas' pela comunidade científica.
Tem nessas revistas alguma coisa de história, direito, religião, psicologia, matemática, línguas, artes, artes marciais, culturas milenares, ectoplasmacia e muitos etc.

Não é difícil convencer o Léo de que história (e todas as demais; tenho até um livro de Ciências Jurídicas --- onde tudo que vale é a palavra duma tal iminência, magistrado, doutor de sei lá o que.....) é Ciência, basta conseguir que tais Revistas, com seus "peer review" publiquem artigos dessas coisas maravilhosas que englobam o conhecimento humano.
Quer coisa mais 'gostosa' que o Folclore Brasileiro? Vai me falar que isso tb é Ciência? Na dúvida, procure nas Revistas Científicas (Nature etc.).

Ponto pro Léo --- é Ciência aquilo que tem corpo publicado nas Revistas Científicas, corpos de estudos aprovados pelos 'peer review'.

aquele abraço,

===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 28 de março de 2005 16:31
Assunto: RE: [ciencialist] Física não é ciencia...



L.E.R.,
oi.
Como vc deve saber, há casos que serão irrecuperáveis.
Acho que nem vou tentar, tão inglória tarefa! :| abr/M.

>From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Física não é ciencia...
>Date: Mon, 28 Mar 2005 05:52:35 -0300
>
>
>At 18:14 27/3/2005, you wrote:
> >Luiz Eduardo R.,
> >legal!
> >Vc vai arrebatar o grande prêmio ''bom senso 2005''!
> >Alguns da lista deveriam fazer esta pequena leitura todas as manhãs.
> >Abração. M. SP 27/mar
>
>
>Conto com você pra impor, cientificamente, essa visão da ciencia.
>
>Comece por convencer o Takata.
>
>Você precisa de gente.
>Sozinho você não vai conseguir convencer o Leo.
>(risos)
>
>Abraço,
>
>L.E.
>
>
>
>
>
>
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>[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
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SUBJECT: Re: Física não é ciencia...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 00:01


Dizer que história nao é ciencia, é a mesma coisa que dizer que
banana nao é fruta.

Pronto nao citei Popper.

Leia a mensgem do Takata, ele explica isso muito bem.

JR


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Olá Júnior.
>
> Me desculpe, mas você *não* argumentou sobre a História, ou se
argumentou, não convenceu: citou Popper - principalmente quando fez a
comparação com o método antropológico, mas o tiro saiu "pela
culatra" pois o próprio Popper fez uma menção literal contra tal
método. Eu também citei Pareto e Merton, cientistas sociais e
epistemólogos que tratam justamente desse aspecto - a diferença entre
método ideográfico e nomotético e como isso afeta se *status* de
ciência positiva.






SUBJECT: Re: [ciencialist] FQ p/Ensino Fundamental
FROM: Eduardo Gueron <edgueron@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 00:05

Ola,

I realmente um desafio interessante buscar
experijncias de fmsica qubntica para o ensino
fundamental, creio que a dificuldade esta,
basicamente, no prego do experimento qubntico que, em
geral, envolve fentmenos em nmvel attmico.

Acho que os mais acessmveis sco os, por exemplo, com
fontes de luz de um determinado material (ssdio por
exemplo) em que interfertmetros razoavelmente baratos
sco capazes de mostrar o espectro discreto da luz
emitida pelo material fruto dos nmveis possmveis de
energia. Nco sei quco barato i o Helio no seu estado
de superfluidez ou mmcs flutuando sobre materiais
supercondutores. Outro exemplo, seria a experijncia de
Stern-Gerlach em que um feixe de eletrons passa por
uma sirie de detectores com campos magniticos
constantes ajustados a fim de se medir o efeito do
Spin do elitron. Desculpem-me pela mensagem pouco
detalhada, realmente estou meio sem tempo para
procurar detalhes ticnicos dos experimentos. Prometo
fazj-lo.

Agora deixe-me falar dos gatos de Schrodinger.
COnsidero esse exemplo um dos mais infelizes ja
propostos por um amante da fmsica qubntica. Nco
interessa oq tenha sido feito para matar o gato, o
bicho estara vivo OU morto e JAMAIS em um estado
intermediario. Pouco importa o que mate o gato e muito
menos se alguim abriu ou nco a caixa. Se houver mil
caixas de gatos com o mecanismo do tipo 50% mata e 50%
nco mata, havera por volta de 500 mortos e 500 vivos
como se vc pegar 1000 bolas de uma caixa com bilhues
de bolas tal que metade seja azul e metade seja
vermelha. Um fentmeno de interferjncia, em geral, pode
ser re-obtido (se a amostra nco for destrumda). Por
exemplo, imagine a experijncia da fenda dupla. Quando
um dos buracos i tapado, a luz passa toda pelo outro
e, portanto, nco observamos nenhuma interferjncia.
Podemos prolongar o experimento e, por meio de um jogo
de espelhos, redirecionar o feixe que passou pelo
buraco aberto de modo a que ele passe por um novo
sistema de fendas duplas (pode ser, inclusive o
mesmo). Agora, entretanto, deixamos os dois buracos
abertos. Observaremos, se tudo for bem feito, o
fentmeno de interferjncia. Com o gato morto,
infelizmente, isso i impossmvel.

O fentmeno qubntico NCO depende do observador (a menos
se corregues relativmsticas sejam levadas em conta)
mas da interagco. A interagco do veneno com o gato i
puramente classica e a morte (seja morte cerebral ou
parada cardmaca) ss se define apss inzmeras interagues
do nosso organismo e, portanto, nenhum estado
intermediario (de interferjncia) tera sobrado. Enfim,
o experimento do gato i como o de bolinhas vermelhas e
azuis em uma caixa, o nzmero que esta la independe de
vc abri-la.

[]'s Eduardo.
>
> 1. Re: FQ para Ensino Fundamental
> De: "E m i l i a n o C h e m e l l o"




__________________________________
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SUBJECT: Re: Física não é ciencia...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 00:06


Lemmbrando o que o Takata disse:

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45521

Não é muito diferente o que eu disse inicialmente a voce

Voce quer discursos teoricos e nao praticos. Eu me detenho na prática

Até,
JR





SUBJECT: busca no ciencialist
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 00:14

Olá Junior

O problema é que o sistema retorna a pesquisa, mas na ordem das páginas normais. É meio estranho (eu diria maluco mesmo..:-), mas se fizer uma pesquisa, tem de clicar em "anterior" até encontrar algum resultado para essa pesquisa.

Por exemplo, se procura uma mensagem de algumas semanas atrás, ela só aparecerá se clicar em "anterior" umas 20 vezes.

Não sei o que acontece, mas ficou mesmo bem complicado achar qualquer coisa pela busca.

Homero

----- Original Message -----
From: junior_br2001
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 28, 2005 7:47 PM
Subject: [ciencialist] busca no ciencialist



O que com aconteceu com os sistemas de busca do Yahoo no site Web das
listas do Yahoo? Antigmente funcionavam, agora nem isso...por mais
que voce coloque nunca retorna nada...as vezes mensagens que foram
postadas muito recentementes aparecem.

Tentando-se o Google , se tem até mais sucesso, mas retornam
mensagens bem antigas. Como fazer então?

JR





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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: P/ Alberto - mais questões..:-) - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 00:16

Olá Junior

Desculpe, a mensagem era sobre o texto original do Alberto sobre a rejeição da pesquisa de Price, não sobre seu texto..:-) Não houve engano..:-)

Na verdade, a crítica é que se referia a seu texto, desdobrado do original do Alberto, com críticas a "ciência", "ceticos de mente fechada" e que tais..:-)

Sinto se pareceu ser sobre sua mensagem.

Um abraço.

Homero

----- Original Message -----
From: junior_br2001
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 28, 2005 10:56 PM
Subject: [ciencialist] Re: P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...



Alberto,

O mais hilário de tudo, é que se fosse p/ o oraculo dizer diretamente
pra mim que eu escrevia muito bem ele nunca o faria por orgulho mesmo
(as críticas dele a minha pessoa são as piores possíveis).
Mas como ele se enganou sobre o autor da mensagem, e pensou que fosse
voce, os elogios foram creditados a sua pessoa

Bem, eu acho mesmo, que não escrevo bem, e até mesmo acho que isso
não tem nenhuma relação com a capacidade de pensamento de um pessoa.
As vezes uma pessoa pode no saber se expressar bem, mas isso não
siginifica que ela seja ignorante, incapaz ou burra.

JR




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
> ----- Original Message -----
> From: "Oraculo"
> Sent: Monday, March 28, 2005 3:54 PM
> Subject: [ciencialist] P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew
Price
> comenta artigo rejeitado por "peer review"...
>
> > risos..:-) Viu o que eu disse? (eu te disse, eu te disse..:-) Seu
texto,
> > por ser eficiente e bem escrito, permite que coisas como essa
sejam
> > levantadas contra a ciência enfrentando uma posição "cética" que
não
> > existe ou não é majoritária..:-)
>
> Olá Homero
>
> Ou muito me engano, ou você deve estar se referindo à resposta do
Júnior
> (msg 45512: http://tinyurl.com/3jf6c ). Sinceramente, li e reli
várias vezes
> essa msg e não consegui visualizar nenhum ataque à ciência.
>
> > Feitiçaria seria tão eficiente e confiável quanto o conhecimento
produzido
> > de forma científica???..:-) E, neste caso, não se trata de ser a
verdade
> > verdadeira ou 100% , mas apenas mais confiável, tratar
tuberculose com
> > medicamentos ou com xamanismo..:-)
>
> Mas... Com base em quê você concluiu isso? Veja bem, a msg 45512,
do Júnior,
> tem dois parágrafos além de uma introdução. No primeiro está
reproduzido um
> texto de capa, escrito provavelmente por algum filósofo de plantão
e sob
> encomenda pelo editor de um livro do Chalmers. O livro é de
filosofia da
> ciência, e o texto começa com um questionamento. Ora, isso é típico
de
> filósofo, começar com um questionamento. O autor não está afirmando
nada,
> simplesmente se interrogando. E basta ler o pequeno texto para
perceber que
> o autor dá a entender que a resposta ao questionamento seria
exatamente
> oposta àquela que você parece ter entendido, pelo que se lê acima.
Ou seja:
> "Usando exemplos históricos muito bem escolhidos, contrói uma
convincente
> defesa da ciencia, que procura fugir dos extremos: tanto da sua
glorificação
> ideológica quanto da sua negação radical."
>
> No segundo parágrafo o Júnior está simplesmente dando a sua
interpretação
> para essa conclusão do filósofo de plantão. Aí sim, ele fala em um
> "ceticismo insensato" e reforçador de crenças. Não vejo mal nenhum
nisso e
> eu mesmo já me referi, com outras palavras, a essa insensatez.
>
> > Um abraço (e cuidado com os seus textos, são armas letais em mãos
> > despreparadas..:-)
>
> Sob esse aspecto sou kantiano e escrevo o que penso acreditando que
os meus
> leitores têm (ou deveriam ter) a capacidade de discernir o que
acham certo
> do acham errado (e isto não significa estarem certos ou errados);
ou de
> avaliar um texto independentemente de sua retórica e/ou do critério
da
> autoridade; ou até mesmo de errar, pois não se atinge a maioridade
> intelectual apenas com acertos e, em especial, se esses acertos
forem
> impostos de cima para baixo. Quero crer que os "céticos de
carteirinha"
> seriam muito mais úteis à sociedade, e até mesmo ao ceticismo, caso
> levantassem uma bandeira em prol de uma política a promover a
maioridade
> intelectual de seus semelhantes, a ponto de não precisarem mais se
> preocuparem com as bobagens que eu escrevo e que porventura possam
vir a
> cair em "mãos despreparadas". Sinceramente, vejo um certo
aristotelismo
> nessa sua maneira de pensar. Nada contra Aristóteles, o problema é
que entre
> Aristóteles e nós, mais de dois milênios nos contemplam. A
escravatura já
> foi abolida até mesmo em países como o Brasil onde, apesar disso,
ainda
> existem "mãos despreparadas"; mas essa existência não justifica um
> paternalismo conservador.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron
não é
> uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se
repetirá.





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SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 00:22

----- Original Message -----
From: "Oraculo"
Sent: Monday, March 28, 2005 2:38 PM
Subject: [ciencialist] P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo
rejeitado por "peer review"...

> Toda vez que apresento uma refutação ou argumento crítico sobre uma
> alegação ou afirmação sobrenatural ou esotérica, escuto como resposta "mas
> você acha então que a ciência é sagrada e que é a única que tem todas as
> respostas, 100% verdadeiras" ou coisa parecida.

Bem, eu nunca ouvi isso, talvez pelo fato de ser mais radical do que você.
Raramente discuto com fanáticos, dogmáticos e/ou fundamentalistas. Faço
apenas duas exceções: os céticos de carteirinha e os quânticos. ;-)

> Da mesma forma, o mecanismo de peer, tomado como um dos necessários para
> publicar, não torna qualquer estudo que foi recusado um pária ou o que foi
> aceito a verdade suprema. Essa não é a função do sistema, a função é dar
> um mínimo de controle e rigor ao conjunto de estudos e pesquisas
> apresentados para publicar. Apenas isso.

Pode ser função do sistema, mas permita-me discordar desse sistema. Não sei
se você sabe que sou editor de uma revista universitária nacional e, como
tal, sou obrigado a me enquadrar nesse sistema, a fim de que a revista possa
receber uma avaliação condizente da Capes e, em decorrência, de ser
disputada pelos autores. Ou seja, não concordo com o sistema, mas mesmo
assim submeto-me profissionalmente ao mesmo, obviamente "chiando" sempre que
posso. Aqui na Ciencialist, então, sinto-me à vontade, pois aqui eu posso
dizer o que penso com aquele amadorismo que alguns já chegaram a taxar como
cartesiano.

> Sejamos mais pragmáticos, quantos estudos
> são apresentados para publicação a cada ano? Quais você, Alberto,
> escolheria para publicar e em que bases faria essa escolha? Publicaria
> todos, sem exceção? Usaria um outro modelo de filtragem? Qual sua reposta?

Espero ter dado a resposta acima. O sistema me enquadrou, mas ainda não me
dei por vencido. Procuro ser revolucionário sem ser subversivo nem
anarquista.

> O que o
> atrai a esse "antro" de mentes fechadas e mecanismos arcaicos como o peer,
> e não ao infinitamente livre e permissivo mundo da Internet?
> Pela confiabilidade que isso representa? E porque representaria um
> conhecimento confiável? O que torna atraente a publicação nestas revistas
> tolas, que não existe na Internet?

Você disse acima: o sistema. No caso do Brasil, se um autor quiser fazer
carreira acadêmica ele será avaliado pela Capes e pelo Cnpq. Eu, como físico
amador, posso me dar ao luxo de esnobar o sistema e publicar quase que
exclusivamente na Internet. Será que o nosso acadêmico teria essa mesma
liberdade? Posso lhe garantir que não. A revista da qual sou editor recebe
artigos até mesmo do exterior, e isso porque ela tem o aval da Capes, e a
Capes é uma entidade reconhecida internacionalmente. E é reconhecida não
somente por ser uma entidade séria, e posso garantir que é, mas também, e
principalmente, pelo fato de estar enquadrada num sistema que não é
genuinamente brasileiro, mas internacional. Conheço alguns membros da Capes
que até mesmo concordariam com a minha maneira de pensar, mas nem por isso a
Capes poderia enfrentar o sistema vigente. Em termos universitários o Brasil
está saindo da menoridade, e isso graças a entidades sérias como a Capes;
mas daí a enfrentarmos os leões do academicismo mundial vai uma distância
muito grande. De qualquer forma, a Internet está evoluindo e não tenho
dúvidas que as coisas irão se modificar e muito neste século.

> Deslumbramento existe em qualquer área de atuação do homo sapiens. É claro
> que existem vaidades, midia, ilusão e certamente exista quem tome a
> ciência como religião. Mas defeitos pessoais não justificam um ataque a
> uma abstração chamada ciência.

Eu acho que vocês se preocupam demais com a pseudociência e com isso acabam
promovendo o charlatanismo. Não me lembro de ter defendido a publicação em
revistas científicas de artigos de astrologia, de ufologia, de religião, de
criacionismo... Também não sou absolutamente contra os revisores, acho
apenas que eles deveriam se dar conta de que não são os donos da ciência; ou
então que existem como tais porque ainda não se conseguiu nada melhor, ou
seja, representam, por ora, um mal necessário, nada mais do que isso.

> Vide a polemica com drogas como
> Vioxx, em que a redução do rigor, do prazo de aprovação, de estudos de
> replicação, permitiram que chegasse ao mercado um medicamento pouco
> seguro. Não foi excesso de método e rigor que causou esse probelma, foi
> falta.

Acho que você está confundindo as responsabilidades. Nada disso é da alçada
do revisor e sim dos governos e dos órgãos criados para atender a legislação
pertinente como, por exemplo, os Comitês de Ética em Pesquisa. Em teoria,
até mesmo o editor poderia ser acionado pela não observância dessa
legislação (via de regra por não ter submetido o trabalho ao Comitê de Ética
local), mas dificilmente o revisor, mesmo porque a palavra final a esse
respeito não é dele e sim do Comitê.

> Alberto, de novo afirmo que concordo com suas críticas, em geral, e com a
> necessidade de forçar sempre os limites do conhecimento e do rigor da
> ciência. Mas discordo bastante da forma como apresenta os defensores do
> método, como se quem o faz não percebesse, ou soubesse, que é apenas uma
> ferramenta, não uma verdade absoluta, que dá respostas confiáveis, não
> 100% reais, e outras formas de gozação (não pela gozação, que aprecio
> bastante..:-) que não correspondem exatametne a realidade dos "céticos de
> mente fechada"..:-)

Sinceramente, não sei se o método precisa de defensores, e talvez aí residam
nossas principais diferenças. Eu, enquanto cientista, sou um realista e,
como tal, acredito que a ciência evolui independentemente da existência do
método, da mesma maneira que os planetas circulam ao redor do Sol,
indiferentes à existência ou não das leis da mecânica ou da gravitação. Por
outro lado, costumo dizer que o cientista é aquele que "duvida para
acreditar", e sinto que muitos céticos (em especial os não filósofos)
sentem-se incomodados quando adoto essa postura. Noto uma certa aversão
injustificada para palavras como acreditar, crença, fé etc., como se fossem
propriedades das religiões. Ora, que mal há em dizer que eu tenho fé na
teoria de Newton? Fé é uma opção que fazemos, até mesmo a fé religiosa ou a
fé ateísta. Em termos de religião eu sou agnóstico, logo fico em cima do
muro; mas em ciência eu tenho fé sim, seja nas teorias de Newton, seja nas
minhas teorias [e até mais nessas últimas do que nas primeiras ;-)]. Essa
foi uma opção que fiz, pois segundo Popper "não há um método para determinar
se uma hipótese é provável, ou provavelmente verdadeira", e também boto fé
nessa negativa de Popper.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Física não é ciencia...
FROM: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 01:10

Oi Júnior.

>> Leia a mensgem do Takata, ele
>> explica isso muito bem.

Deixa o nobre colega Takata em paz... nem cientista social ele é, seria um argumento de autoridade *seu* no caso - no entanto é perfeitamente possível contextualizar o que ele escreveu dentro do que te estou escrevendo desde o começo dessa thread pra você.

Devido ao uso do método ideográfico (lembra disso?) a História não busca estudar a *natureza dos fenômenos* no sentido que você tentou usar o que o Takata escreveu - não há exatamente uma teoria a ser satisfeita - os historiadores não vão investigar a partir de problemas como "O tabú sobre incesto é universal na espécie humana?" (Franz Boas) ou se o pensamento humano se compõe através de estruturas dicotômicas independente da cultura do indivíduo (Claude Lévi Strauss), ou se é possível provar relações de causa e efeito entre fatos sociais (Durkheim, Parsons) ou não (Weber). Essas preocupações são de sociólogos e antropólogos.

São nesses casos que vamos então discutir em qual medida as ciências sociais em suas generalizações e previsões permitem um controle mais ou menos rigoroso das variáveis que as ciências naturais, mas você não pode pegar simplesmente todas as "ciências humanas" e jogar aí nessa comparação simplesmente porque entre elas há uma diferença fundamental no método e mesmo nos objetivos a serem alcançados. Se quiser comparar é preciso então comparar as ciências sociais que visam a objetivos semelhantes aos naturais (nomotéticos).

Abraços.

Peter.



----- Original Message -----
From: junior_br2001
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, March 29, 2005 12:01 AM
Subject: [ciencialist] Re: Física não é ciencia...

Dizer que história nao é ciencia, é a mesma coisa que dizer que
banana nao é fruta.

Pronto nao citei Popper.

JR

Takata:
Sao ciencias. Mas normalmente nao sao consideradas ciencias como
fisica e quimica. Sao ciencias humanas (ou ciencias brandas) - a
natureza dos fenomenos q. estudam nao permite um controle rigoroso das
variaveis q. afetam ou podem afetar o resultado."


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 01:20

Olá Alberto

Sempre discordando com concordancais..:-)

Alberto: Espero ter dado a resposta acima. O sistema me enquadrou, mas ainda não me
dei por vencido. Procuro ser revolucionário sem ser subversivo nem
anarquista.

E eu torço por você.:-) Se conseguir, cada mudança que for capaz de produzir, tenho certeza aprimorará o método e aumentará sua eficiência, sua confiabilidade e seu alcance. Mas nem todo mundo é o Alberto e nem todo mundo pretende revolucionar o sistema com base, mas a grande maioria quer apenas que seu próprio estudo sem base seja aceito, sem passar pelo rigor do método atual. É como o famoso "mas riram de Galileu..." Nem todo mundo pode ser Galileu..:-)

Alberto: Você disse acima: o sistema. No caso do Brasil, se um autor quiser fazer
carreira acadêmica ele será avaliado pela Capes e pelo Cnpq. Eu, como físico
amador, posso me dar ao luxo de esnobar o sistema e publicar quase que
exclusivamente na Internet. "

Penso que é um pouco mais que isso, Alberto. Penso que ao usar o sistema, boa parte do que sai do outro lado, depois de enfrentar o rigor, tem maior confiabilidade, mesmo para quem propõe o estudo, mesmo apra os que tem de lutar para serem aceitos. Ao publicar na Internet, o que sem dúvida é uma revolução na comunicação, você está ao lado de diversos outros que publicam as mais variadas coisas, de revoluções reais a tolices mil (por pura estatística, eu diria que a grande maioria esta nesta segunda classificação, de tolices mil..:-)

Alberto: De qualquer forma, a Internet está evoluindo e não tenho
dúvidas que as coisas irão se modificar e muito neste século."

Concodro plenamente, o impacto da Internet ainda está para ser dimensionado, e nenhuma previsão pode superestimar esse impacto. Mas também tenho certeza que, antes de ser um meio de difusão confiavel de informação (e estudos e pesquisas) ainda será preciso descobrir um mecanismo que apresente o rigor necesário a isso.

Alberto: Eu acho que vocês se preocupam demais com a pseudociência e com isso acabam
promovendo o charlatanismo. Não me lembro de ter defendido a publicação em
revistas científicas de artigos de astrologia, de ufologia, de religião, de
criacionismo... Também não sou absolutamente contra os revisores, acho
apenas que eles deveriam se dar conta de que não são os donos da ciência; ou
então que existem como tais porque ainda não se conseguiu nada melhor, ou
seja, representam, por ora, um mal necessário, nada mais do que isso."

Talvez, já pensei nisso bastante. Mas minha conclusão sobre isso é um tanto diferente da sua. Acho que a influencia das pseudos não pode ser subestimada, e que coisas como a influencia do criacionismo e seu irmão envergonhado, o DI, é bastante perniciosa e merece atenção e combate.

Mas o resto de sua colocação é perfeita, um mal necessário que é o que temos de mais confiável neste momento. No futuro, talvez possamos não depender de algumas ferramentas que temos hoje, mas neste momento, seria prematuro.

Alberto: Acho que você está confundindo as responsabilidades. Nada disso é da alçada
do revisor e sim dos governos e dos órgãos criados para atender a legislação
pertinente como, por exemplo, os Comitês de Ética em Pesquisa. "

Eu tentei apenas dar um exemplo, neste caso, de como a diminuição do rigor pode produzir resultados perigosos. Claro que no caso de publicações, o dano pode ser menor, mas nem tanto. Se um sistema de controle, dentro do método cientifico, não for rigorosamente aplicado, a confiabilidade dos resultados e conclusões será menor, sejam em casos de pesquisas médicas, sejam em estudos publicados em revistas científicas. Nos dois casos, o rigor e a revisão, assim como a repetibilidade dos dados, é parte integrante do mecanismo.

Alberto: Sinceramente, não sei se o método precisa de defensores, e talvez aí residam
nossas principais diferenças. "

Tem razão também nisso, acho que aqui repousam nossas principais diferenças. Eu vejo de modo bem diferente, com a ciência, e não exatamente o método, precisando de, talvez não defesa, mas divulgação, ensino, aprendizado e uma compreensão por parte do cidadão comum maior que a que podemos dar nas escolas. Uma compreensão de suas capacidades e limitações, sua base e sua força, bem como suas fraquezas. Sem isso, o ataque de quem preferia a alternativa a ciência (ignorancia não é algo indesejado para todo mundo..:-), gente que afirma que camisinha deixa passar virus da AIDS, mesmo contra as conclusões dos estudos e pesquisas, que gostaria de ver a origem divina em estátuas de barro como verdade verdadeira, pessoas que lucrariam mais se a maioria da população fosse letrada apenas em algum livro sagrado, deixando a totalidade das riquezas do petróleo para serem propriedade de poucas familias, etc, poderia vencer essa luta (é uma luta, não tenho muitas dúvidas sobre isso..:-). Todos, sem exceção, gostariam de ver o conhecimento científico abalado, equiparado a misticismos e esoterismos, mesmo que através da falsas acusações.

Talvez, para aque você possa manter a liberdade revolucionária que o ilumina, a defesa da ciência e do método tenha de ser feita de algum modo, mesmo que seja por céticos de mente fechada..:-)

Um abraço.

Homero



----- Original Message -----
From: Alberto Mesquita Filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, March 29, 2005 12:22 AM
Subject: Re: [ciencialist] P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...


----- Original Message -----
From: "Oraculo"
Sent: Monday, March 28, 2005 2:38 PM
Subject: [ciencialist] P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo
rejeitado por "peer review"...

> Toda vez que apresento uma refutação ou argumento crítico sobre uma
> alegação ou afirmação sobrenatural ou esotérica, escuto como resposta "mas
> você acha então que a ciência é sagrada e que é a única que tem todas as
> respostas, 100% verdadeiras" ou coisa parecida.

Bem, eu nunca ouvi isso, talvez pelo fato de ser mais radical do que você.
Raramente discuto com fanáticos, dogmáticos e/ou fundamentalistas. Faço
apenas duas exceções: os céticos de carteirinha e os quânticos. ;-)

> Da mesma forma, o mecanismo de peer, tomado como um dos necessários para
> publicar, não torna qualquer estudo que foi recusado um pária ou o que foi
> aceito a verdade suprema. Essa não é a função do sistema, a função é dar
> um mínimo de controle e rigor ao conjunto de estudos e pesquisas
> apresentados para publicar. Apenas isso.

Pode ser função do sistema, mas permita-me discordar desse sistema. Não sei
se você sabe que sou editor de uma revista universitária nacional e, como
tal, sou obrigado a me enquadrar nesse sistema, a fim de que a revista possa
receber uma avaliação condizente da Capes e, em decorrência, de ser
disputada pelos autores. Ou seja, não concordo com o sistema, mas mesmo
assim submeto-me profissionalmente ao mesmo, obviamente "chiando" sempre que
posso. Aqui na Ciencialist, então, sinto-me à vontade, pois aqui eu posso
dizer o que penso com aquele amadorismo que alguns já chegaram a taxar como
cartesiano.

> Sejamos mais pragmáticos, quantos estudos
> são apresentados para publicação a cada ano? Quais você, Alberto,
> escolheria para publicar e em que bases faria essa escolha? Publicaria
> todos, sem exceção? Usaria um outro modelo de filtragem? Qual sua reposta?

Espero ter dado a resposta acima. O sistema me enquadrou, mas ainda não me
dei por vencido. Procuro ser revolucionário sem ser subversivo nem
anarquista.

> O que o
> atrai a esse "antro" de mentes fechadas e mecanismos arcaicos como o peer,
> e não ao infinitamente livre e permissivo mundo da Internet?
> Pela confiabilidade que isso representa? E porque representaria um
> conhecimento confiável? O que torna atraente a publicação nestas revistas
> tolas, que não existe na Internet?

Você disse acima: o sistema. No caso do Brasil, se um autor quiser fazer
carreira acadêmica ele será avaliado pela Capes e pelo Cnpq. Eu, como físico
amador, posso me dar ao luxo de esnobar o sistema e publicar quase que
exclusivamente na Internet. Será que o nosso acadêmico teria essa mesma
liberdade? Posso lhe garantir que não. A revista da qual sou editor recebe
artigos até mesmo do exterior, e isso porque ela tem o aval da Capes, e a
Capes é uma entidade reconhecida internacionalmente. E é reconhecida não
somente por ser uma entidade séria, e posso garantir que é, mas também, e
principalmente, pelo fato de estar enquadrada num sistema que não é
genuinamente brasileiro, mas internacional. Conheço alguns membros da Capes
que até mesmo concordariam com a minha maneira de pensar, mas nem por isso a
Capes poderia enfrentar o sistema vigente. Em termos universitários o Brasil
está saindo da menoridade, e isso graças a entidades sérias como a Capes;
mas daí a enfrentarmos os leões do academicismo mundial vai uma distância
muito grande. De qualquer forma, a Internet está evoluindo e não tenho
dúvidas que as coisas irão se modificar e muito neste século.

> Deslumbramento existe em qualquer área de atuação do homo sapiens. É claro
> que existem vaidades, midia, ilusão e certamente exista quem tome a
> ciência como religião. Mas defeitos pessoais não justificam um ataque a
> uma abstração chamada ciência.

Eu acho que vocês se preocupam demais com a pseudociência e com isso acabam
promovendo o charlatanismo. Não me lembro de ter defendido a publicação em
revistas científicas de artigos de astrologia, de ufologia, de religião, de
criacionismo... Também não sou absolutamente contra os revisores, acho
apenas que eles deveriam se dar conta de que não são os donos da ciência; ou
então que existem como tais porque ainda não se conseguiu nada melhor, ou
seja, representam, por ora, um mal necessário, nada mais do que isso.

> Vide a polemica com drogas como
> Vioxx, em que a redução do rigor, do prazo de aprovação, de estudos de
> replicação, permitiram que chegasse ao mercado um medicamento pouco
> seguro. Não foi excesso de método e rigor que causou esse probelma, foi
> falta.

Acho que você está confundindo as responsabilidades. Nada disso é da alçada
do revisor e sim dos governos e dos órgãos criados para atender a legislação
pertinente como, por exemplo, os Comitês de Ética em Pesquisa. Em teoria,
até mesmo o editor poderia ser acionado pela não observância dessa
legislação (via de regra por não ter submetido o trabalho ao Comitê de Ética
local), mas dificilmente o revisor, mesmo porque a palavra final a esse
respeito não é dele e sim do Comitê.

> Alberto, de novo afirmo que concordo com suas críticas, em geral, e com a
> necessidade de forçar sempre os limites do conhecimento e do rigor da
> ciência. Mas discordo bastante da forma como apresenta os defensores do
> método, como se quem o faz não percebesse, ou soubesse, que é apenas uma
> ferramenta, não uma verdade absoluta, que dá respostas confiáveis, não
> 100% reais, e outras formas de gozação (não pela gozação, que aprecio
> bastante..:-) que não correspondem exatametne a realidade dos "céticos de
> mente fechada"..:-)

Sinceramente, não sei se o método precisa de defensores, e talvez aí residam
nossas principais diferenças. Eu, enquanto cientista, sou um realista e,
como tal, acredito que a ciência evolui independentemente da existência do
método, da mesma maneira que os planetas circulam ao redor do Sol,
indiferentes à existência ou não das leis da mecânica ou da gravitação. Por
outro lado, costumo dizer que o cientista é aquele que "duvida para
acreditar", e sinto que muitos céticos (em especial os não filósofos)
sentem-se incomodados quando adoto essa postura. Noto uma certa aversão
injustificada para palavras como acreditar, crença, fé etc., como se fossem
propriedades das religiões. Ora, que mal há em dizer que eu tenho fé na
teoria de Newton? Fé é uma opção que fazemos, até mesmo a fé religiosa ou a
fé ateísta. Em termos de religião eu sou agnóstico, logo fico em cima do
muro; mas em ciência eu tenho fé sim, seja nas teorias de Newton, seja nas
minhas teorias [e até mais nessas últimas do que nas primeiras ;-)]. Essa
foi uma opção que fiz, pois segundo Popper "não há um método para determinar
se uma hipótese é provável, ou provavelmente verdadeira", e também boto fé
nessa negativa de Popper.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



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SUBJECT: Re: Física não é ciencia...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
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Petterson

Desncessário dizer mais coisas

Leia novamente
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45460
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45456
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45447
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45386

Citei o Takata, porque foi um opnioes semelhantes que bate com o que
eu disse, e tem outras opniões que história é ciencia de outros
companheiros de lista. O único que disse que história não é ciencia
foi o Leo.
A sua birra com a História é que ela é mais ferramenta muito mais
poderosa que a sociologia, e a propria sociologia depende totalmente
da história, pois as bases sociais e suas transformações no deccorer
do tempo é um processo histórico, portanto sociologia é história
dentro deste contexto. A história tb estud as bases sociis e suas
relaçoes dentro de umaa sociedade.

JR

-- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Oi Júnior.
>
> >> Leia a mensgem do Takata, ele
> >> explica isso muito bem.
>
> Deixa o nobre colega Takata em paz... nem cientista social ele é,
seria um argumento de autoridade *seu* no caso - no entanto é
perfeitamente possível contextualizar o que ele escreveu dentro do
que te estou escrevendo desde o começo dessa thread pra você.
>
> Devido ao uso do método ideográfico (lembra disso?) a História não
busca estudar a *natureza dos fenômenos* no sentido que você tentou
usar o que o Takata escreveu - não há exatamente uma teoria a ser
satisfeita - os historiadores não vão investigar a partir de
problemas como "O tabú sobre incesto é universal na espécie humana?"
(Franz Boas) ou se o pensamento humano se compõe através de
estruturas dicotômicas independente da cultura do indivíduo (Claude
Lévi Strauss), ou se é possível provar relações de causa e efeito
entre fatos sociais (Durkheim, Parsons) ou não (Weber). Essas
preocupações são de sociólogos e antropólogos.
>
> São nesses casos que vamos então discutir em qual medida as
ciências sociais em suas generalizações e previsões permitem um
controle mais ou menos rigoroso das variáveis que as ciências
naturais, mas você não pode pegar simplesmente todas as "ciências
humanas" e jogar aí nessa comparação simplesmente porque entre elas
há uma diferença fundamental no método e mesmo nos objetivos a serem
alcançados. Se quiser comparar é preciso então comparar as ciências
sociais que visam a objetivos semelhantes aos naturais (nomotéticos).
>
> Abraços.
>
> Peter.
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: junior_br2001
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, March 29, 2005 12:01 AM
> Subject: [ciencialist] Re: Física não é ciencia...
>
> Dizer que história nao é ciencia, é a mesma coisa que dizer que
> banana nao é fruta.
>
> Pronto nao citei Popper.
>
> JR
>
> Takata:
> Sao ciencias. Mas normalmente nao sao consideradas ciencias como
> fisica e quimica. Sao ciencias humanas (ou ciencias brandas) - a
> natureza dos fenomenos q. estudam nao permite um controle rigoroso
das
> variaveis q. afetam ou podem afetar o resultado."
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Física não, HISTÓRIA é que é...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 03:06

At 02:17 29/3/2005, you wrote:

>Petterson
>
>Desncessário dizer mais coisas
>
>Leia novamente
><http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45460>http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45460
>http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45456
><http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45447>http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45447
>http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/45386
>
>Citei o Takata, porque foi um opnioes semelhantes que bate com o que
>eu disse, e tem outras opniões que história é ciencia de outros
>companheiros de lista. O único que disse que história não é ciencia
>foi o Leo.
>A sua birra com a História é que ela é mais ferramenta muito mais
>poderosa que a sociologia, e a propria sociologia depende totalmente
>da história, pois as bases sociais e suas transformações no deccorer
>do tempo é um processo histórico, portanto sociologia é história
>dentro deste contexto. A história tb estud as bases sociis e suas
>relaçoes dentro de umaa sociedade.
>
>JR




O problema da História, enquanto Ciência, é que exceto o consenso sobre o
Dia da Descoberta do Brasil, cada autor tem uma explicação diferente para o
fenômeno.

Opssss...
acho que não existe tampouco consenso em relação ao Dia.
(risos)

L.E.








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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: (chega) Física não, HISTÓRIA é que é...
FROM: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 03:08

Júnior - demais colegas listeiros.

>> A sua birra com a História é que ela é mais
>> ferramenta muito mais poderosa que a sociologia,
>> e a propria sociologia depende totalmente da
>> história, pois as bases sociais e suas transformações
>> no deccorer do tempo é um processo histórico,
>> portanto sociologia é história dentro deste
>> contexto. A história tb estud as bases sociis e
>> suas relaçoes dentro de umaa sociedade.

(...)
>> E se o Sr. Peterson diz que sociologia é histporia ,
>> ele se contradiz ao dizer que história nao cumpre
>> este papel, mesmo porque a sociologia e suas bases
>> é dependente da história e do estudo intensivo das
>> sociedades humanas do passado até os dias atuais.

Minha "birra" com a História (e de todos os autores - inclusive
historiadores - que citei e admitem as diferenças de MÉTODOS) passou agora a
ter uma explicação "psicológica" devido ao que *você* acredita entender
sobre o assunto (tendo "voltado" a entender até de Sociologia, pelo jeito -
depois de sua declaração poética que até o Oráculo comentou).

Minhas referências, que sempre faço questão de colocar, e pra isso preciso
pesquisar na minha biblioteca (é uma atitude de respeito e estou aqui para
uma discussão sólida) são de livros, citações originais dos autores que
estão a definir exatamente as questões que estão sendo aqui discutidas. Suas
"referências" são suas próprias mensagens aqui na lista.

Curiosamente - depois de tudo que escrevi (e mais ainda - do que você acabou
de escrever no primeiro bloco), "eu digo que sociologia é história". Vai
entender.

Sem chance de continuar nesses termos - perdeu o sentido.




SUBJECT: Re: Física não, HISTÓRIA é que é...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 03:32


Mas para evitar isso existe a análise crítica dos fatos e das fontes
históricas: as fontes podendo ser literárias, documentais, os
arquivos, arqueológicas e até mesmo orais são submetidos a uma
analise crítica para provar a autenticidade das fontes(c/ bases em
métodos históricos e de ciencias auxilires), e com base nisso a
história é contada(reproduzida), atendendo os requisitos de se
contruir uma história o mais proximo possível a uma realidade(ao que
aconteceu de fato. Precisao absoluta, nao se tem. E as intepretações
tb podem sofrer críticas com base nas provas factuais contidas nos
arquivos, aartefatos arqueológicas, fontes literárias, relatos de
historiadores antigos fazendo que a história se adeque a uma
realidade.
História da ciencia tb procura reproduzir as descobertas, teorias da
ciencia , experimentos de acordo com fontes e escritos deixados e que
foram testados em autenticidade. Portanto, é isso, história tem base
científica, ela nao é simplesmente uma forma de conhecimento imune a
refutações, seus pressupostos e hipóteses podem ser falseados e
corrigidos nos decorrer das eras.
A ciencia histórica é a base pra muitas das ciencias sociais de nossa
era, a propria sociologia é filha da história. E se o Sr. Peterson
diz que sociologia é histporia , ele se contradiz ao dizer que
história nao cumpre este papel, mesmo porque a sociologia e suas
bases é dependente da história e do estudo intensivo das sociedades
humanas do passado até os dias atuais.

JR

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
>
>
> O problema da História, enquanto Ciência, é que exceto o consenso
sobre o
> Dia da Descoberta do Brasil, cada autor tem uma explicação
diferente para o
> fenômeno.
>
> Opssss...
> acho que não existe tampouco consenso em relação ao Dia.
> (risos)
>
> L.E.
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> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 04:04


Pois é, esses é um dos problemas de muitos céticos. Tudo relacionado
a religião, misticismos, esoterismos provocam certas reaçoes fóbicas
neles, coisas que nao se justificam. Eu não tenho fobias ao
ceticismo, mas sempre procuro relatar o falso ceticismo existente
nestes grupinhos céticos.
Claro que asssumir um posição de ataque ao ceticismo organizado não é
o mesmo que ser considerdo mistico; e um dos primeiros ataques dos
céticos para os que criticam o pseudoceticismo existente é levantar
essa possibilidade de que se é mistico(ou esotérico)prque estamos
criticando o falso ceticismo. Quando na verdade, é a propria
filosofia da ciencia(e a ciencia) que nos move e impulsiona
ideologicamente a realizar estas críticas.

E isso é, Alberto, do resto gostei dos seus textos

JR

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
> Noto uma certa aversão
> injustificada para palavras como acreditar, crença, fé etc., como
se fossem
> propriedades das religiões. Ora, que mal há em dizer que eu tenho
fé na
> teoria de Newton? Fé é uma opção que fazemos, até mesmo a fé
religiosa ou a
> fé ateísta. Em termos de religião eu sou agnóstico, logo fico em
cima do
> muro; mas em ciência eu tenho fé sim, seja nas teorias de Newton,
seja nas
> minhas teorias [e até mais nessas últimas do que nas primeiras ;-
)]. Essa
> foi uma opção que fiz, pois segundo Popper "não há um método para
determinar
> se uma hipótese é provável, ou provavelmente verdadeira", e também
boto fé
> nessa negativa de Popper.








SUBJECT: Re: (chega) Física não, HISTÓRIA é que é...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 04:14


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Minha "birra" com a História (e de todos os autores - inclusive
> historiadores - que citei e admitem as diferenças de MÉTODOS)
passou agora a
> ter uma explicação "psicológica" devido ao que *você* acredita
entender
> sobre o assunto (tendo "voltado" a entender até de Sociologia, pelo
jeito -
> depois de sua declaração poética que até o Oráculo comentou).
>


JR: Pois é, sua dependencia de autores externos e de tantos livros o
impede de aplicar até mesmo uma base racional e criativa sobre suas
opiniões que é por demasia condicionada por estes autores e pelo
excessivo rigorismo nos textos dos livros. Mas cade a pratica?
Voce se baseia só no que os outros dizem, cade a sua capacidade
crítica sobre esses autores e livros?
O sociólogo de base tb é um questionador. O que voce tem feito aqui,
é so tentar diminuir o debatedor com argumentos de que ele não sabe
nada e que voce é um estudante de sociologia que entende de tudo.
Isso é o bastante?

JR





SUBJECT: Re: [ciencialist] P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 09:30

----- Original Message -----
From: "Oraculo"
Sent: Tuesday, March 29, 2005 1:20 AM
Subject: [ciencialist] P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo
rejeitado por "peer review"...

Alberto: Sinceramente, não sei se o método precisa de defensores, e talvez
aí residam nossas principais diferenças. "

Homero: Tem razão também nisso, acho que aqui repousam nossas principais
diferenças.

Pois então chegamos enfim à raiz das nossas discordâncias. Enquanto
cientista, e para que possa produzir novos conhecimentos, vejo-me quase que
sem outras saídas senão a de seguir um realismo racionalista. O realismo,
por seu lado, implica numa existência e, conseqüentemente, numa *crença*
nessa existência: "os universais existem independentemente de estarem sendo
observados". O filósofo pode contestar essa existência, e conseqüentemente
apoiar a sua própria existência como ser vivo num ceticismo puro. Para o
cientista as coisas se complicam, pois o realismo se impõe como tal. Alguns
tentam driblar essa imposição dizendo-se instrumentalistas e/ou construtores
de algoritmos que funcionam, mas eu sinto essa manobra como algo equivalente
a se tentar tapar o sol com a peneira. A ciência pode não nos levar a uma
verdade absoluta, mas ser cientista é procurar pela verdade, ainda que com a
quase *convicção* de que jamais encontraremos a pedra filosofal (trata-se
pois de um realismo branco, mas não deixa de ser realismo). Ora, se a minha
preocupação maior é procurar pela verdade, o meu ceticismo fica muito a
desejar, deixa de ser um fim para se transformar num meio. Em outras
palavras, o cientista é aquele que duvida para *acreditar*, seja numa
afirmação, seja na negação desta afirmação. É assim que eu vejo a ciência e
*creio* que é aí que começam nossas discordâncias.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 10:31

Sobre tudo isso tem uma 'velho deitado' que diz: "A inveja matou Dorival Caimi!"
:-)
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 28 de março de 2005 22:56
Assunto: [ciencialist] Re: P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...




Alberto,

O mais hilário de tudo, é que se fosse p/ o oraculo dizer diretamente
pra mim que eu escrevia muito bem ele nunca o faria por orgulho mesmo
(as críticas dele a minha pessoa são as piores possíveis).
Mas como ele se enganou sobre o autor da mensagem, e pensou que fosse
voce, os elogios foram creditados a sua pessoa

Bem, eu acho mesmo, que não escrevo bem, e até mesmo acho que isso
não tem nenhuma relação com a capacidade de pensamento de um pessoa.
As vezes uma pessoa pode no saber se expressar bem, mas isso não
siginifica que ela seja ignorante, incapaz ou burra.

JR




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
> ----- Original Message -----
> From: "Oraculo"
> Sent: Monday, March 28, 2005 3:54 PM
> Subject: [ciencialist] P/ Albeto - mais questões..:-) - NETHER: Lew
Price
> comenta artigo rejeitado por "peer review"...
>
> > risos..:-) Viu o que eu disse? (eu te disse, eu te disse..:-) Seu
texto,
> > por ser eficiente e bem escrito, permite que coisas como essa
sejam
> > levantadas contra a ciência enfrentando uma posição "cética" que
não
> > existe ou não é majoritária..:-)
>
> Olá Homero
>
> Ou muito me engano, ou você deve estar se referindo à resposta do
Júnior
> (msg 45512: http://tinyurl.com/3jf6c ). Sinceramente, li e reli
várias vezes
> essa msg e não consegui visualizar nenhum ataque à ciência.
>
> > Feitiçaria seria tão eficiente e confiável quanto o conhecimento
produzido
> > de forma científica???..:-) E, neste caso, não se trata de ser a
verdade
> > verdadeira ou 100% , mas apenas mais confiável, tratar
tuberculose com
> > medicamentos ou com xamanismo..:-)
>
> Mas... Com base em quê você concluiu isso? Veja bem, a msg 45512,
do Júnior,
> tem dois parágrafos além de uma introdução. No primeiro está
reproduzido um
> texto de capa, escrito provavelmente por algum filósofo de plantão
e sob
> encomenda pelo editor de um livro do Chalmers. O livro é de
filosofia da
> ciência, e o texto começa com um questionamento. Ora, isso é típico
de
> filósofo, começar com um questionamento. O autor não está afirmando
nada,
> simplesmente se interrogando. E basta ler o pequeno texto para
perceber que
> o autor dá a entender que a resposta ao questionamento seria
exatamente
> oposta àquela que você parece ter entendido, pelo que se lê acima.
Ou seja:
> "Usando exemplos históricos muito bem escolhidos, contrói uma
convincente
> defesa da ciencia, que procura fugir dos extremos: tanto da sua
glorificação
> ideológica quanto da sua negação radical."
>
> No segundo parágrafo o Júnior está simplesmente dando a sua
interpretação
> para essa conclusão do filósofo de plantão. Aí sim, ele fala em um
> "ceticismo insensato" e reforçador de crenças. Não vejo mal nenhum
nisso e
> eu mesmo já me referi, com outras palavras, a essa insensatez.
>
> > Um abraço (e cuidado com os seus textos, são armas letais em mãos
> > despreparadas..:-)
>
> Sob esse aspecto sou kantiano e escrevo o que penso acreditando que
os meus
> leitores têm (ou deveriam ter) a capacidade de discernir o que
acham certo
> do acham errado (e isto não significa estarem certos ou errados);
ou de
> avaliar um texto independentemente de sua retórica e/ou do critério
da
> autoridade; ou até mesmo de errar, pois não se atinge a maioridade
> intelectual apenas com acertos e, em especial, se esses acertos
forem
> impostos de cima para baixo. Quero crer que os "céticos de
carteirinha"
> seriam muito mais úteis à sociedade, e até mesmo ao ceticismo, caso
> levantassem uma bandeira em prol de uma política a promover a
maioridade
> intelectual de seus semelhantes, a ponto de não precisarem mais se
> preocuparem com as bobagens que eu escrevo e que porventura possam
vir a
> cair em "mãos despreparadas". Sinceramente, vejo um certo
aristotelismo
> nessa sua maneira de pensar. Nada contra Aristóteles, o problema é
que entre
> Aristóteles e nós, mais de dois milênios nos contemplam. A
escravatura já
> foi abolida até mesmo em países como o Brasil onde, apesar disso,
ainda
> existem "mãos despreparadas"; mas essa existência não justifica um
> paternalismo conservador.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron
não é
> uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se
repetirá.





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Dúvida
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 10:56

Olá Léo,

No estudo das propriedades coligativas, existem fenômenos onde um soluto
não volátil altera as temperaturas de ebulição e congelamento do solvente.
Alterações do ponto de congelamento de uma substância são estudadas pela
Crioscopia. Alterações no ponto de ebulição são estudadas pela Ebulioscopia.
No caso do sal em água, temos uma alteração nas temperaturas das mudanças de
fase. A 'água com sal' irá ferver a uma temperatura MAIOR do que a 'água
pura' e congelará em uma tempeartura MENOR também em relação a 'água pura'.

Acontece algo parecido com isso no 'famoso' café requentado. Leia mais
sobre no link para o site do NAEQ:

Ebuliometria e café, alguma coisa a ver?
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq/material_didatico/textos_interativos_30.htm

Colocar sal na água pode ser útil. Por exemplo: Em países com muita
neve, os moradores adicionam sal nela para fazê-la descongelar mais
rapidamente (diminuição da temperatura de congelamento). Já em congeladores
domésticos (feezer), adiciona-se sal para fazer com que as bebidas (como
cerveja, por exemplo) resfriem a uma temperatura mais baixa.

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Monday, March 28, 2005 9:13 PM
Subject: [ciencialist] Fw: Dúvida


Quem quer fazer a redação do texto?

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: Marcia
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 28 de março de 2005 14:21
Assunto: Dúvida


Boa tarde professor
O Sr. poderia tirar uma dúvida: o que acontece quando adicionamos
sal ao gelo? O ponto de fusão muda? Ele fica sólido por mais tempo? O
contrário também funciona? Água com sal solidifica com temperaturas
inferores a 0º?

Obrigada

Marcia
Prof. Ciências





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SUBJECT: Re: Especificação de células tronco p/ Takata
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 11:46


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Geraldo M. Barcelos"
> O que regula a especificação das células tronco?

Depende um pouco do organismo.

Mas de forma geral, na celula ovo, em seu citoplasma, estao
distribuidas substancias q. em ultima analise irao determinar quais
genes estarao ativos ou inativos em uma fase posterior do
desenvolvimento.

Essa distribuicao inicial dessas substancias nao eh homogenea no
citoplasma do ovulo - e, portanto, da celula-ovo. Celulas-filhas q.
herdarem uma ou outra porcao do citoplasma terao mais ou menos
quantidade de uma dada substancia q. ira' regular o padrao de
ativacao dos genes.

Cada celula tb recebe um sinal quimico das celulas vizinhas. Em
muitos organismos, se pegarmos (dentro de uma certa fase) uma celula
de uma regiao q. normalmente produziria o sistema nervoso e a
inserirmos na regiao q. normalmente produz o intestino - essa celula
q. seria do sistema nervoso, desenvolve-se em uma celula do intestino
normalmente. Mas se passar da fase critica, essa celula podera' ja'
estar comprometida e se for mudada de lugar, dara' origem a tecido
nervoso fora do lugar.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Fw: uma ajudinha
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 12:10


Se ele procurar nos livros-texto encontrara' a resposta.

Apenas para o pessoal da lista:

http://www.madsci.org/posts/archives/dec99/945966719.Ph.r.html

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> cristalização ?
> []'
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> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "Raynerson Maia" <maia007@g...>
> PORQUE O DIAMANTE NAO CONDUZ ELETRICIDADE E O CARBONO E UM EXCELENTE
> CONDUTOR DE ELETRICIDADE SENDO QUE SAO FORMADO PELO MESMO
> MATERIAL , O CARBONO? QUERO TER CERTEZA SE É O SEU ARRANJO
> ESTRUTURAL QUE PROPORCIONA TAL FAÇANHA OU SE TEM ALGUMA COISA A VER
> COM SUA COR .





SUBJECT: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
FROM: "Ramon Salvan Fernandes" <ramonsf@pop.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 12:34

Ola Emiliano

Agradeço pela correção, seu comentário é bastante pertinente e estou
bastante ciente disso, pois alem de ser Eng. de Materiais, ministro uma
disciplina chamada "Processos de Transformação de Polímeros". Eu preferi
usar o termo fundir por uma questão didática pois ficaria mais simples para
os membros deste grupo que não tenham conhecimento técnico nesta área ( por
isso, inclusive, coloquei este termo entre aspas e preferi utilizar o termo
plástico ao invés de polímero). O termo correto (técnico) para esse fenômeno
seria amolecimento ou plastificação (daí vem o nome "plástico", para os
polímeros sintéticos) que nada mais é que a redução da viscosidade a ponto
de poder moldar um objeto.

Aproveitando o "gancho", vamos esclarecer alguns ponto:

1) a maioria dos polímeros tem realmente uma estrutura amorfa, portanto, não
fundem. No entanto, muitos polímeros apresentam regiões cristalinas chamadas
"cristalitos" e neste caso, apresentam realmente uma temperatura de fusão,
ou seja, uma temperatura na qual os cristalitos passam o do estado sólido
cristalino para liquido. Isso pode ser comprovado facilmente com um simples
ensaio de analise térmica diferencial (DTA). Um exemplo clássico é o
polietileno de alta densidade (PEAD).

2) a sua idéia de temperatura de transição vítrea (Tg) está correta, que é a
temperatura abaixo da qual, um material flexível comporta-se como um vidro
(rígido e quebradiço) mas não tem nada a ver com o fenômeno da
plastificação. O fenômeno da transição vítrea ocorre com qualquer material
amorfo, seja ele termoplástico (plastificável ou "amolecivel") como
termofixos (não plastificável). Dois exemplos:

a) borracha de pneus, que são polímeros termofixos e que quando são
mergulhados em nitrogênio liquido tornam-se quebradiços como vidro;
b) frascos de margarina, que são feitos na maioria dos casos de
polipropileno (PP). Como possuem uma Tg por volta dos 5ºC, quando colocados
no freezer tornam-se quebradiços.

Vale lembrar que os materiais mantém essa característica de vidro somente
enquanto estiverem abaixo da sua Tg, uma vez que este é aquecido acima
desta, sua flexibilidade é "recuperada".


Bom, novamente tentei me explicar de uma forma simplificada e se tiver
utilizado termos muito técnicos ou muito "leigos", peço que novamente chamem
minha atenção.

Agradeço a todos

Ramon



----- Original Message -----
From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, March 28, 2005 11:36 AM
Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...



Olá Ramon,

Apenas um comentário 'chato' :-)

[Ramon]
Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
termoplasticos.

[Emiliano]
O popular 'fundir' não está de acordo com o que 'realmente' ocorre com os
polímeros. O termo fundir é utilizado para dar nome ao fenômeno de passagem
do estado físico 'sólido' para o 'líquido'. Com os plásticos, quando
aquecidos, não observamos este fenômeno, mas sim outro. Os polímeros passam
de uma fase 'rígida' para 'flexível' assim que atingirem a temperatura de
transição vítrea (TG "Glass Transition").

veja o artigo publicado na Revista Química Nova na Escola:
http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/583/polimer.pdf


Esse assunto me fez lembrar de uma perguntra que uma vez fiz para minha
professora da disciplina de Materiais (e fiquei sem resposta). A pergunta
era:

"Quais são os produtos obtidos quando se aquece o vidro a temperaturas
elevadas? (elevadas, neste caso, são temperaturas muito superiores a TG do
vidro)

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Ramon Salvan Fernandes
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 28, 2005 11:09 AM
Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...


Muito se fala sobre o problema do uso de utensilios de plastico que entram
em contato com alimentos, em especial, alimentos quentes. Nós podemos ter
basicamente tres problemas que restringem o seu uso:

1) a utilização de aditivos quimicos nos processos de fabricação desses
utensilios;
2) a contaminação dos alimentos por materiais reciclados;
3) a contaminação dos alimentos por subprodutos ou residuos da fabricação
dos plasticos.

No primeiro caso, as normas quanto a quais aditivos ou plasticos podem ser
utilizados em produtos alimenticos são bastante rigidas, exigindo inclusive
certificação de instituições idoneas tais como o Instituto Oswaldo Cruz. Da
mesma forma, as normas da Anvisa também proibem a utilização de quaisquer
pasticos reciclados nestes processos, pois é impossivel se conseguir uma
completa limpeza do material.
O ultimo caso é que pode ser um pouco mais problematico, mas alem dos
processos de "descontaminação" realizados nos polos petroquimicos, os
processos de fabricação destes utensilios normalmente conseguem eliminar
qualquer traço destes subprodutos. Especialmente os de descartaveis que
trabalham com temperaturas relativamente altas e chapas bastante finas. Mas,
vale o bom senso, se quando você for tomar um cafezinho, sentir um cheiro
muito forte ou um gosto estranho, não pense duas vezes em jogar copo e café
fora.

Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
termoplasticos.

Ramon

----- Original Message -----
From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, March 28, 2005 9:33 AM
Subject: [ciencialist] Copos plásticos...



Alguém ajuda?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

---
oi Emiliano, eu sou um apaixonado por quimica, e sempre consulto os textos
interativos da NAEQ, mas sempre me surgem duvidas e questionamentos sobre
fenomenos.

É o seguinte

ouvir dizer que não se deve beber liquidos quentes em copos plásticos
descartaveis, eu gostaria de saber se isso tem a ver com as caracteristicas
termofixas ou termoplasticas, não lembro qual das duas, desse tipo de
polimero?

obrigado pela atenção

José Tiago Menezes Correia




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SUBJECT: Especificação de células tronco p/ Takata
FROM: "Geraldo M. Barcelos" <gemaba@veloxmail.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 12:44

Olá Takata !!!

[Takata]
Depende um pouco do organismo.

[gemaba]
Que tal a gente tomar dois exemplos e distrinchar melhor, que
tal humanos e uma planta qualquer. Existem diversos tipos de
organismos e em que essa diferenciação afeta no desenvolvimento
das células tronco. E o nosso curso de Biologia, lembro que mandei
o último E-mail do cap II daquela livre e você não respondeu. Talvez
tenha perdido o interesse?

[Takata]
Mas de forma geral, na celula ovo, em seu citoplasma, estao
distribuidas substancias q. em ultima analise irao determinar quais
genes estarao ativos ou inativos em uma fase posterior do
desenvolvimento.

[gemaba]
Você quer dizer que os gens podem produzir substâncias e mudar,
diriamos a característica ambiental do citoplasma e isso regula
a sequencia e como ela se especificará? Poderia dar algunha
sugestão de visualização tipo foto ou outras animações de preferência
na Net? Uma pergunta que acho já lhe ter feito mais ainda não
firmei conceito, qual a relação de célula tronco e ribossomo? Em que
essa organela ajuda nas descrições de especificação acimas?

[Takata]
Essa distribuicao inicial dessas substancias nao eh homogenea no
citoplasma do ovulo - e, portanto, da celula-ovo. Celulas-filhas q.
herdarem uma ou outra porcao do citoplasma terao mais ou menos
quantidade de uma dada substancia q. ira' regular o padrao de
ativacao dos genes.

[gemaba]
A especificação deve seguir uma lógica, não achas? Senão não
poderiamos conceituar por exemplo uma raça como a dos humanos, certo?
Existe padrões lógicos no desenvilvimento do ADN, certo? Isso sugere
uma algoritimidade no desenvolvimento de células tronco, concordas?
O que acontece se pegar uma célula tronco de um ser humano e injetar
em sua corrente sanguínea? Parece que existem evidências de
foirmação de tumores, daria pra clarear a questão?

[Takata]
Cada celula tb recebe um sinal quimico das celulas vizinhas. Em
muitos organismos, se pegarmos (dentro de uma certa fase) uma celula
de uma regiao q. normalmente produziria o sistema nervoso e a
inserirmos na regiao q. normalmente produz o intestino - essa celula
q. seria do sistema nervoso, desenvolve-se em uma celula do intestino
normalmente. Mas se passar da fase critica, essa celula podera' ja'
estar comprometida e se for mudada de lugar, dara' origem a tecido
nervoso fora do lugar.

[gemaba]
O que você chama de fase crítica? Você sugere mudanças no ADN enquanto
a célula se divide? Em termos de seuqencias de bases o que acontece? Seriam
os
tais tumores?

[]s,
Roberto Takata

Saudações !!!
gemaba
www.gemaba.cjb.net



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Composição do Anel da latinha
FROM: "Ramon Salvan Fernandes" <ramonsf@pop.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 13:10

Leo

Na verdade, por uma questão econômica, em alguns estados brasileiro
encontram-se latinhas de refrigerante feitas em aço. Aqui em Santa Catarina
por exemplo, só temos latinhas em aluminio, mas de acordo com uma professora
que esteve nos visitando a alguns meses, algumas marcas de refrigerante no
nordeste utilizam latinhas de aço. Tanto que são ignoradas pelos catadores,
pois são mais pesadas e mais baratas para venda como sucata.

Quanto ao material dos aviões, não é exatamente aluminio, mas uma liga de
aluminio com cobre (se não me engano) chamada duralumínio, que tem a mesma
resistência que o aço, mas um terço de sua densidade.

Todas as outras duvidas sobre latinhas de alumínio e seus anéis, podem ser
esclarecidas no site:
http://www.alcan.com.br/brazil/corporate/sitebrasil.nsf/winstitucional?openform&sitealcanbrasil&institucional&alatinha

[]s

Ramon

----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, March 28, 2005 9:23 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Composição do Anel da latinha






Aline pergunta:
##Olá colegas do grupo, será que alguém poderia ajudar: Qual a composição e
a densidade da liga metálica do ANEL DA LATINHA DE REFRIGERANTE! Apenas sei
que o material que compõe o anel da latinha é o mesmo usado para a
fabricação de asas de aviões!"

Takata responde:
$$ Eh o mesmo do corpo da latinha: aluminio. De fato usa-se aluminio nao
apenas nas asas como na fuselagem de avioes. $$

Léo: apenas um problema; não pode ser alumínio puro --- pois a lata é
atraída pelo ímã. Penso no anel da lata como uma fina folha de aço inox e na
lata como uma mistura de Al + Fe.

[]'


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Composição do Anel da latinha
FROM: "Mauro" <bombaspr@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 13:42

Olá Léo.

Léo: apenas um problema; não pode ser alumínio puro --- pois a lata é
atraída pelo ímã. Penso no anel da lata como uma fina folha de aço
inox e na lata como uma mistura de Al + Fe.

Mauro: Segure o anel com um alicate e coloque-o na chama do fogão.
Você verá que o resultado descarta a possibilidade de aço inox (a
bronca da patroa com relação a sujeira é por sua conta e risco).

Inté+
Mauro



--
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Checked by AVG Anti-Virus (http://www.grisoft.com).
Version: 7.0.269 / Virus Database: 266.8.4 - Release Date: 27/3/2005



SUBJECT: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 14:00

Olá Ramon e demais colegas,

E quanto a minha pergunta sobre o vidro, tens alguma sugestão? Destaco
novamente:

"Quais são os produtos obtidos quando se aquece o vidro a temperaturas
elevadas? (elevadas, neste caso, são temperaturas muito superiores a TG do
vidro)"

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
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" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Ramon Salvan Fernandes
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, March 29, 2005 12:34 PM
Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...


Ola Emiliano

Agradeço pela correção, seu comentário é bastante pertinente e estou
bastante ciente disso, pois alem de ser Eng. de Materiais, ministro uma
disciplina chamada "Processos de Transformação de Polímeros". Eu preferi
usar o termo fundir por uma questão didática pois ficaria mais simples para
os membros deste grupo que não tenham conhecimento técnico nesta área ( por
isso, inclusive, coloquei este termo entre aspas e preferi utilizar o termo
plástico ao invés de polímero). O termo correto (técnico) para esse fenômeno
seria amolecimento ou plastificação (daí vem o nome "plástico", para os
polímeros sintéticos) que nada mais é que a redução da viscosidade a ponto
de poder moldar um objeto.

Aproveitando o "gancho", vamos esclarecer alguns ponto:

1) a maioria dos polímeros tem realmente uma estrutura amorfa, portanto, não
fundem. No entanto, muitos polímeros apresentam regiões cristalinas chamadas
"cristalitos" e neste caso, apresentam realmente uma temperatura de fusão,
ou seja, uma temperatura na qual os cristalitos passam o do estado sólido
cristalino para liquido. Isso pode ser comprovado facilmente com um simples
ensaio de analise térmica diferencial (DTA). Um exemplo clássico é o
polietileno de alta densidade (PEAD).

2) a sua idéia de temperatura de transição vítrea (Tg) está correta, que é a
temperatura abaixo da qual, um material flexível comporta-se como um vidro
(rígido e quebradiço) mas não tem nada a ver com o fenômeno da
plastificação. O fenômeno da transição vítrea ocorre com qualquer material
amorfo, seja ele termoplástico (plastificável ou "amolecivel") como
termofixos (não plastificável). Dois exemplos:

a) borracha de pneus, que são polímeros termofixos e que quando são
mergulhados em nitrogênio liquido tornam-se quebradiços como vidro;
b) frascos de margarina, que são feitos na maioria dos casos de
polipropileno (PP). Como possuem uma Tg por volta dos 5ºC, quando colocados
no freezer tornam-se quebradiços.

Vale lembrar que os materiais mantém essa característica de vidro somente
enquanto estiverem abaixo da sua Tg, uma vez que este é aquecido acima
desta, sua flexibilidade é "recuperada".


Bom, novamente tentei me explicar de uma forma simplificada e se tiver
utilizado termos muito técnicos ou muito "leigos", peço que novamente chamem
minha atenção.

Agradeço a todos

Ramon



----- Original Message -----
From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, March 28, 2005 11:36 AM
Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...



Olá Ramon,

Apenas um comentário 'chato' :-)

[Ramon]
Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
termoplasticos.

[Emiliano]
O popular 'fundir' não está de acordo com o que 'realmente' ocorre com os
polímeros. O termo fundir é utilizado para dar nome ao fenômeno de passagem
do estado físico 'sólido' para o 'líquido'. Com os plásticos, quando
aquecidos, não observamos este fenômeno, mas sim outro. Os polímeros passam
de uma fase 'rígida' para 'flexível' assim que atingirem a temperatura de
transição vítrea (TG "Glass Transition").

veja o artigo publicado na Revista Química Nova na Escola:
http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/583/polimer.pdf


Esse assunto me fez lembrar de uma perguntra que uma vez fiz para minha
professora da disciplina de Materiais (e fiquei sem resposta). A pergunta
era:

"Quais são os produtos obtidos quando se aquece o vidro a temperaturas
elevadas? (elevadas, neste caso, são temperaturas muito superiores a TG do
vidro)

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Ramon Salvan Fernandes
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 28, 2005 11:09 AM
Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...


Muito se fala sobre o problema do uso de utensilios de plastico que entram
em contato com alimentos, em especial, alimentos quentes. Nós podemos ter
basicamente tres problemas que restringem o seu uso:

1) a utilização de aditivos quimicos nos processos de fabricação desses
utensilios;
2) a contaminação dos alimentos por materiais reciclados;
3) a contaminação dos alimentos por subprodutos ou residuos da fabricação
dos plasticos.

No primeiro caso, as normas quanto a quais aditivos ou plasticos podem ser
utilizados em produtos alimenticos são bastante rigidas, exigindo inclusive
certificação de instituições idoneas tais como o Instituto Oswaldo Cruz. Da
mesma forma, as normas da Anvisa também proibem a utilização de quaisquer
pasticos reciclados nestes processos, pois é impossivel se conseguir uma
completa limpeza do material.
O ultimo caso é que pode ser um pouco mais problematico, mas alem dos
processos de "descontaminação" realizados nos polos petroquimicos, os
processos de fabricação destes utensilios normalmente conseguem eliminar
qualquer traço destes subprodutos. Especialmente os de descartaveis que
trabalham com temperaturas relativamente altas e chapas bastante finas. Mas,
vale o bom senso, se quando você for tomar um cafezinho, sentir um cheiro
muito forte ou um gosto estranho, não pense duas vezes em jogar copo e café
fora.

Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
termoplasticos.

Ramon

----- Original Message -----
From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, March 28, 2005 9:33 AM
Subject: [ciencialist] Copos plásticos...



Alguém ajuda?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
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---
oi Emiliano, eu sou um apaixonado por quimica, e sempre consulto os textos
interativos da NAEQ, mas sempre me surgem duvidas e questionamentos sobre
fenomenos.

É o seguinte

ouvir dizer que não se deve beber liquidos quentes em copos plásticos
descartaveis, eu gostaria de saber se isso tem a ver com as caracteristicas
termofixas ou termoplasticas, não lembro qual das duas, desse tipo de
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José Tiago Menezes Correia




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SUBJECT: Re: Especificação de células tronco p/ Takata
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 14:01


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Geraldo M. Barcelos"
> [gemaba]
> Que tal a gente tomar dois exemplos e distrinchar melhor, que
> tal humanos e uma planta qualquer.

Isso seria um outro curso - de Biologia do Desenvolvimento.

> o último E-mail do cap II daquela livre e você não respondeu.

Nao me lembro disso.

> [gemaba]
> Você quer dizer que os gens podem produzir substâncias e mudar,
> diriamos a característica ambiental do citoplasma e isso regula
> a sequencia e como ela se especificará? Poderia dar algunha
> sugestão de visualização tipo foto ou outras animações de
> preferência na Net? Uma pergunta que acho já lhe ter feito mais
> ainda não firmei conceito, qual a relação de célula tronco e
> ribossomo? Em que essa organela ajuda nas descrições de
> especificação acimas?

Acho q. naquele livro online vc encontrara' as figuras sobre
regulacao genica.

Os ribossomos sao estruturas q. participam da sintese das proteinas.

> Isso sugere uma algoritimidade no desenvolvimento de células
> tronco, concordas?

Nao. Ter logica nao se resume a algoritmos. Em muitos aspectos
aproxima-se de um padrao heuristico - ha' influencia de fatores
estocasticos no processo (lembre-se de q. gemeos univetilinos, como o
mm ADN, nao sao exatamente identicos).

> O que acontece se pegar uma célula tronco de um ser humano e injetar
> em sua corrente sanguínea? Parece que existem evidências de
> foirmação de tumores, daria pra clarear a questão?

Depende da celula tronco.

Nao entendi a sua duvida em relacao a tumores.

> [gemaba]
> O que você chama de fase crítica? Você sugere mudanças no ADN
> enquanto a célula se divide? Em termos de seuqencias de bases o que
> acontece? Seriam os tais tumores?

Nao, a sequencia eh a mesma. Apenas o padrao de quais genes estao
ativos e quais inativos muda. A fase critica eh o periodo em q.
ocorrem mudancas na celula, mudancas essas q. de certo modo 'fecham
caminhos' para a celula: essas mudancas fazem com q. as celulas
percam o seu potencial de gerar qq tipo de celulas especializadas.

Os tumores sao outra historia.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Doutor Luis Brudna
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 14:17

Acabei de defender tese de doutorado. Fui aprovado. :-)

O título do trabalho
"Comportamento eletroquímico do alumínio em misturas
etilenoglicol-água. Efeito da adição de agentes quelantes."

Acho que agora vou ter um pouco mais de tempo para a lista.



Até
Luís Brudna
ps: preferencialmente não envie parabenizações para a lista


SUBJECT: recordar é salutar... FQ
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 14:21

Olá amigos,

Em uma lista de química, surgiu o seguinte questionamento:

--- questionamento ---
Como a força nuclear segura os prótons unidos no núcleo do átomo se a
tendência deles é a repulsão ??
Eu não entendo nada de força nuclear, se alguém puder me explicar, por
favor!! mas, se possível, não use termos muito complicados, tá??
Por que os elétrons não "caem" sobre os núcleos se eles têm uma carga oposta
à dos prótons ?? Também é a força nuclear que define isso ??
--- questionamento ---

Alguém se habilita, com poucas palavras, a responder?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)




SUBJECT: Re: [ciencialist] Doutor Luis Brudna
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 14:50

----- Original Message -----
From: "Luis Brudna"
Sent: Tuesday, March 29, 2005 2:17 PM
Subject: [ciencialist] Doutor Luis Brudna

> Acabei de defender tese de doutorado. Fui aprovado. :-)

Parabéns Brudna, digo, Doutor Brudna, fico muito feliz com isso.

Alguns chegaram aqui doutores, como o Belisário, mas creio que você é o
primeiro ciencialisteiro a se doutorar enquanto tal. Mas eu sei que existem
outros a caminho, ainda que sumidos da lista. Muito em breve teremos uma
equipe de primeira linha.

> Acho que agora vou ter um pouco mais de tempo para a lista.

Isto é uótimo.

> ps: preferencialmente não envie parabenizações para a lista

Agora eu já escrevi, e como não se trata de uma ordem, mas de uma sugestão
(preferencialmente), vou enviar a msg assim mesmo. E para desobedecer a sua
sugestão nos dois sentidos, vou parabenizar a lista:

Parabéns lista!!!!!

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: recordar é salutar... FQ
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 15:02


Como eh q. a forca nuclear mantem o nucleo integro? Nao se sabe. Do
mesmo modo q. nao se sabe como eh q. a forca gravitacional mantem os
planetas em suas orbitas.

Pode-se descrever algumas caracteristicas dessas forcas - as
contantes envolvidas, as variaveis e as relacoes entre elas.

Um modelo eh q. a forca nuclear forte eh q. ela seja mediada pela
troca de particulas chamadas gluons.

Os eletrons nao caem no nucleo de modo similar a q. os planetas nao
caem no sol - possuem velocidade - ou de outro modo, estao sempre
caindo, mas como seguem uma trajetoria curva (imaginando-se eletrons
com trajetorias definidas), nunca alcancam o centro. Para mudar de
orbita eh necessario q. os eletrons absorvam ou emitam energia na
forma de fotons - particulas de luz, por assim dizer.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
> --- questionamento ---
> Como a força nuclear segura os prótons unidos no núcleo do átomo se
> a tendência deles é a repulsão ??
> Eu não entendo nada de força nuclear, se alguém puder me explicar,
> por favor!! mas, se possível, não use termos muito complicados, tá??
> Por que os elétrons não "caem" sobre os núcleos se eles têm uma
> carga oposta à dos prótons ?? Também é a força nuclear que define
> isso ??





SUBJECT: P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 15:02

Olá Alberto

A cada mensagem, precisamos escrever menos, já que a cada vez, mais próximos ficamos..:-)

Veja este trecho:

Alberto:Ora, se a minha
preocupação maior é procurar pela verdade, o meu ceticismo fica muito a
desejar, deixa de ser um fim para se transformar num meio."

Idem, ibidem..:-) Meu texto preferido sobre ceticismo é o que defende o mesmo como ferramenta apenas (aquele, sempre citado, da auto-defesa intelectual..:-), nada mais. Um meio de atingir algo, não o algo em sí mesmo..:-)

E também procuro pela verdade/realidade, sabendo que podemos chegar perto, mas que não encontraremos verdades absolutas, divinas ou 100% qualquer coisa..:-)

Um abraço.

Homero


----- Original Message -----
From: Alberto Mesquita Filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, March 29, 2005 9:30 AM
Subject: Re: [ciencialist] P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...


----- Original Message -----
From: "Oraculo"
Sent: Tuesday, March 29, 2005 1:20 AM
Subject: [ciencialist] P/ Alberto - NETHER: Lew Price comenta artigo
rejeitado por "peer review"...

Alberto: Sinceramente, não sei se o método precisa de defensores, e talvez
aí residam nossas principais diferenças. "

Homero: Tem razão também nisso, acho que aqui repousam nossas principais
diferenças.

Pois então chegamos enfim à raiz das nossas discordâncias. Enquanto
cientista, e para que possa produzir novos conhecimentos, vejo-me quase que
sem outras saídas senão a de seguir um realismo racionalista. O realismo,
por seu lado, implica numa existência e, conseqüentemente, numa *crença*
nessa existência: "os universais existem independentemente de estarem sendo
observados". O filósofo pode contestar essa existência, e conseqüentemente
apoiar a sua própria existência como ser vivo num ceticismo puro. Para o
cientista as coisas se complicam, pois o realismo se impõe como tal. Alguns
tentam driblar essa imposição dizendo-se instrumentalistas e/ou construtores
de algoritmos que funcionam, mas eu sinto essa manobra como algo equivalente
a se tentar tapar o sol com a peneira. A ciência pode não nos levar a uma
verdade absoluta, mas ser cientista é procurar pela verdade, ainda que com a
quase *convicção* de que jamais encontraremos a pedra filosofal (trata-se
pois de um realismo branco, mas não deixa de ser realismo). Ora, se a minha
preocupação maior é procurar pela verdade, o meu ceticismo fica muito a
desejar, deixa de ser um fim para se transformar num meio. Em outras
palavras, o cientista é aquele que duvida para *acreditar*, seja numa
afirmação, seja na negação desta afirmação. É assim que eu vejo a ciência e
*creio* que é aí que começam nossas discordâncias.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: Duvidas ///
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 17:23

Quem tem detalhes sobre construção de pipas, cartolas, papagaios etc.
Para o consulente abaixo interessa, por exemplo, a relação P/S.
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: ngrarte@superig.com.br
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: segunda-feira, 28 de março de 2005 23:13
Assunto: Duvidas ///


Olá
Professor Leu

Sou artesão gaúcho, aposentado iniciativa privada, hoje com 71 anos de idade.

Tem um SITE da feira de artesanato aqui do Sul:
www.briquedesabado.com.br


Estou no canteiro 03 box s/n enfrente ao 40

Duvidas /

Tenho recebido muitas perguntas sobre porque os aviões sobem e se mantém em voo ???

Como Trabalho e pratico fazer pipas e empina-las, gostaria de saber qual o calculo mais prático para a relação peso/superfície ?

Ou seja relação P/S
Tamanho ( peso ) em relação a vela ( superfície )

Desculpe a liberdade.

Gostaria de um retorno por E - mail , ou qual Livro que poderia encontrar informações ???

Meu nome Cláudio Borges
en. Ru a 9 de junho,69 conj. 101 cep 90.620.510
M. Obrigado

Cláudio





--------------------------------------------------------------------------------


No virus found in this incoming message.
Checked by AVG Anti-Virus.
Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.3 - Release Date: 25/03/2005


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 17:59

Emiliano insiste:

### Olá Ramon e demais colegas,

E quanto a minha pergunta sobre o vidro, tens alguma sugestão? Destaco
novamente:

"Quais são os produtos obtidos quando se aquece o vidro a temperaturas
elevadas? (elevadas, neste caso, são temperaturas muito superiores a TG do
vidro)" ###

Aproveito esse 'gancho' e queria detalhes do porque o vidro já incandescente (ou próximo de) conduz a corrente elétrica e à temperatura normal é bom isolante. Tenho esse experimento no Imperdível ... alguns bons detalhes viriam a calhar.

[]'
Léo




SUBJECT: Re: recordar é salutar... FQ
FROM: "edgueron" <edgueron@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 18:10


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e l
l o" <chemelloe@y...> escreveu
> Olá amigos,
>
> Em uma lista de química, surgiu o seguinte questionamento:
>
> --- questionamento ---
> Como a força nuclear segura os prótons unidos no núcleo do átomo se a
> tendência deles é a repulsão ??
> Eu não entendo nada de força nuclear, se alguém puder me explicar, por
> favor!! mas, se possível, não use termos muito complicados, tá??

Bem, para ser honesto teria que falar de teoria de campos para
explicar a força nuclear mas, de certa maneira, pode-se
qualitativamente entender o seu comportamento. O que mantem o núcleo
estável é, basicamente, um equilíbrio entre a força nuclear forte e a
força eletromagnética. Os modelos clássicos para F. nuclear sempre
deram conta que ela é de curto alcance, ou seja, predomina no núcleo
mas, longe dele não é sentida (predomina a eletromagnética). Ela devia
ser, portanto, atrativa para que o núcleo se mantivesse estável.

Quanticamente há, para o núcleo, princípio semelhante ao de exclusão
de Pauli (os químicos devem entender disso). Desta maneira, há uma
espécie de preenchimento dos possíveis níveis de energia pelas
partículas nucleares (é bem mais complexo que isso e confesso que não
domino essa área mas é por aí...)

> Por que os elétrons não "caem" sobre os núcleos se eles têm uma
carga oposta
> à dos prótons ?? Também é a força nuclear que define isso ??
> --- questionamento ---
>

A força nuclear nada tem a ver com isso. A explicação do Takata em
analogia a gravitação tem uma falha que é, na realidade, um dos
problemas explicados (para quem gosta) pela M.Quântica. Se vc pensar
no campo elétrostático apenas, a analogia com a gravidade é perfeita,
entretanto, como o elétron é uma carga em movimento acelerado, o
"estático" do eletrostático perde o sentido.

Pensando classicamente, ou seja, supondo que os elétrons estão em
órbita como qq planeta, teremos que tais partículas realizam um
movimento acelerado. Das eq de Maxwell (fundamentais no
eletromagnetismo clássico) sabe-se que cargas aceleradas emitem
radiação, emitir radiação significa perder energia. Pensando que elas
estariam em uma órbita de circular, perder energia significa diminuir
a velocidade tangencial, com isso, o raio da órbita tenderia a
diminuir e assim sucessivamente. O movimento contínuo previsto pelas
leis de Newton e pelo eletromagnetismo de Maxwell, nesse exemplo,
resultaria em uma espiral até que o elétron, diferente dos planetas,
cairia no núcleo.

Isso só foi solucionado com os princípios fundamentais da mecânica
quântica, primeiro por meio dos postulados de Bohr-Sommerfeld e depois
com o desenvolvimento das equações de Schrodinger e príncipio da
incerteza. Isso, posso falar depois se quiser. Como pediu "poucas
palavras" paro por aqui.

Abraço, Eduardo.


> Alguém se habilita, com poucas palavras, a responder?
>
> [ ] 's do Emiliano Chemello
> emiliano@q...
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> [ MSN ] chemelloe@h...
> [ ICQ ] 145060604
>
> " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)





SUBJECT: Re: recordar é salutar... FQ
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 18:26


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "edgueron" <edgueron@y...>
> Pensando classicamente, ou seja, supondo que os elétrons estão em
> órbita como qq planeta, teremos que tais partículas realizam um
> movimento acelerado. Das eq de Maxwell (fundamentais no
> eletromagnetismo clássico) sabe-se que cargas aceleradas emitem
> radiação, emitir radiação significa perder energia.

Por isso fiz a observacao de q. eletrons deveriam absorver ou emitir
fotons para mudar de orbita (supondo orbitas definidas).

> com o desenvolvimento das equações de Schrodinger e príncipio da
> incerteza.

Pois eh, por isso parei no atomo de Bohr...

Se formos pensar em Schoedinger, os eletrons nem tem orbitas
definidas - sao descritos por uma nuvem de densidade de probabilidade
ao redor do nucleo, tendo mesmo uma probabilidade nao-zero de se
encontrar no nucleo, embora irrisoria. Nesse sentido a pergunta: por
q. o eletron nao cai no nucleo nao tem muito sentido.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: [ciencialist] NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: JVictor <jvoneto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 19:56


Caro Marcelo,


marcelomjr escreveu:

>
> Olá,
>
> >Lew Paxton Price comenta, analiza e responde a recente rejeição de um
> artigo dele da parte de um "peer review". Explore os links abaixo e
> leia a interessante resposta de Lew Price em
> http://www.softcom.net/users/greebo/reject2.htm (ANALYZED REJECTION)
>

Victor: Já deu para perceber que você tem um interêsse especial por esse
tema. Mas eu lhe pergunto:

Você leu as teorias do Lew? Qual sua avaliação pessoal? Só uma questão
de saber sua real posição a respeito.

Com relação ao artigo rejeitado, os argumentos do revisor, de meu ponto
de vista, fazem sentido.
Seria interessante que alguém traduzisse tudo, talvez o próprio Marcelo
fizesse tal "caridade" para os que não gostam da
língua alienígena. É uma boa sugestão, para você, Marcelo!
Afinal, trata-se de querela que vai azeitar muito juizo por aí afora.

Sds,

Victor.



SUBJECT: Re: [ciencialist] recordar é salutar... FQ
FROM: "Sergio M. M. Taborda" <sergiotaborda@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 20:04

E m i l i a n o C h e m e l l o wrote:

> Olá amigos,
>
> Em uma lista de química, surgiu o seguinte questionamento:
>
> --- questionamento ---
> Como a força nuclear segura os prótons unidos no núcleo do átomo se a
> tendência deles é a repulsão ??

Não existe uma explicação tazativa para esse facto. Por outro lado, os
nucleos não são assim tão estáveis como parece.
A electrodinaica quantica explica isso através das forças electro-forte
que implica nos gluões e quarks.
Mas a explicação mais simples parace ser a soma de dois efeitos
Por um lado as particulas no nucleo não estão paradas e como tal formam
por breves instances aglomerados neutros que não se repelem ou atraem.
Então a carga que um protão observa não se pode defenir pois o protão
como tal não existe. Do ponto de vista de fora do nucleo, a sua carga é
igual `soma da dos protões.
Por outro lado, o nucleo interno de electrões cria uma barreira de
potencial que retorna ao nucleo particulas que tentem escapar.

Quando o nucleo está despido de electrões (livre) ele é menos estável e
decai.

>
> Por que os elétrons não "caem" sobre os núcleos se eles têm uma carga
> oposta
> à dos prótons ?? Também é a força nuclear que define isso ??

Não. A explicação é a mesma para pq a lua não cai na terra.
Qualquer força central (que aponta senpre para um mesmo ponto) promove
um movimento eliptico como o
dos planetas que impede que os corpos se aproximem e portanto que
entrem em orbita um do outro.
Esse efeito só acontece se os dois corpos estiverem suficientemente
afastados. É por isso que quanto larga uma maçã ela não entra em
orbita,mas um satélite sim.

Sérgio Taborda


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Física não é ciencia...
FROM: JVictor <jvoneto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 20:36

rmtakata escreveu:

>
> Vcs estao falando disto?
>
> "De: washingtontenorio - via Prof. Leo:
> > 2.História e geografia são ciências como a Física, quimica e
> > biologia?
>
> >Roberto Takata:
> Sao ciencias. Mas normalmente nao sao consideradas ciencias como
> fisica e quimica. Sao ciencias humanas (ou ciencias brandas) - a
> natureza dos fenomenos q. estudam nao permite um controle rigoroso das
> variaveis q. afetam ou podem afetar o resultado."
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/42703
>
> Victor: Não lí outros e-mails que tratam desses questionamentos. Mas
> o texto acima não deixa qualquer dúvida sobre a diferença, no que
> concerne ao termo "ciência" aplicado a outras disciplinas que "nao
> permitem um controle rigoroso das variaveis q. afetam ou podem afetar
> o resultado." e disciplinas que "permitem um controle rigoroso das
> variaveis q. afetam ou podem afetar o resultado", com é o caso da
> física e da química. Que história, geografia, direito, entre outros
> ramos do conhecimento são importantes e exigem pesquisas, não há
> dúvida. E que essas pesquisas não envolvem o controle de variáveis
> parece-me que não deve haver dúvidas também. Que controle, ou que tipo
> de previsão líquida e certa você poderá fazer com os parâmetros
> pertinentes à história, por exemplo? Então, o significado do vocábulo
> ciência para ramos do conhecimento como os das chamadas ciências
> sociais é bastante diferente do significado desse termo quando este
> se refere a coisas como física e química. E não se trata de elitismo,
> ou coisa que o valha, como já lí em outras ocasiões. Isto é, não é que
> profesores de física ou outros pesquisadores sintam-se mais
> importantes em razão de lidarem com ramos do conhecimento do tipo e
> que, por isso, julguem que as disciplina que dominam são mais
> importantes, ou que eles sejam mais importantes que um sociólogo,
> pelas mesmas razões. É tudo um mal entendido. Nenhum ramo do
> conhecimento é mais importante do que o outro. Apenas o conhecimento
> vem até nós através de processos diferentes. Só isso. O texto do
> Takata, por si só, dispensa comentários como os acima. "Fí-lo porque
> qui-lo", por "enxerimento".

Sds,

Victor.


.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Física não é ciencia...
FROM: Lÿfffffacia Valois Leite <lvaloisleite@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 21:33

Petterso,
Contudo,podemos admitir que as ciências sociais veio superando esse método. Podemos citar o método utilizado por Marx, o materialismo histórico, para explicar as contradições da lógica do capitalismo (apenas um exemplo...)
sds,
Lúcia

Peterson Leal <petersonleal2000@yahoo.com.br> wrote:
Ou Lúcia.

Também existe positivismo nas ciências sociais. Aliás, Saint Simon e mais propriamente Augusto Comte foram os chamados criadores do positivismo, que é a busca pelo uso do método das ciências naturais para estudar os fenômenos sociais. Comte chegou a mencionar o termo "física social".

Um abraço.

Peter.

----- Original Message -----
From: Lÿfffffacia Valois Leite
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, March 28, 2005 11:19 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Física não é ciencia...


Isso pq a física e a química são ciências que são estudadoas através do método positivista, é verdade quilo que pode ser mensurável...
:) lu
JVictor <jvoneto@uol.com.br> wrote:rmtakata escreveu:



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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Lucia Valois Leite


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Especificação de células tronco p/ Takata
FROM: "Geraldo M. Barcelos" <gemaba@veloxmail.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/03/2005 22:21

Olá Takata !!! gemaba1.

[gemaba]
Que tal a gente tomar dois exemplos e distrinchar melhor, que
tal humanos e uma planta qualquer.

[Takata]
Isso seria um outro curso - de Biologia do Desenvolvimento.

[gemaba1]
Quem está na chuva é pra se molhar...

[gemaba]
o último E-mail do cap II daquela livre e você não respondeu.

[Takata]
Nao me lembro disso.

[gemaba1]
Pensei que cê tinha disistido mas se quizer posso recuperar o E-mail,
do mlivro que cê me indicou cê lembra?

[gemaba]
Você quer dizer que os gens podem produzir substâncias e mudar,
diriamos a característica ambiental do citoplasma e isso regula
a sequencia e como ela se especificará? Poderia dar algunha
sugestão de visualização tipo foto ou outras animações de
preferência na Net? Uma pergunta que acho já lhe ter feito mais
ainda não firmei conceito, qual a relação de célula tronco e
ribossomo? Em que essa organela ajuda nas descrições de
especificação acimas?

[Takata]
Acho q. naquele livro online vc encontrara' as figuras sobre
regulacao genica.
Os ribossomos sao estruturas q. participam da sintese das proteinas.

[gemaba1]
Insisto na pergunta que te fiz uma vez, fale-me da relação entre ribossomo
e célula tronco, desde a fecundação dos gametas feminino e masculino no
caso,
por exemplo, de humanos.

[gemaba]
Isso sugere uma algoritimidade no desenvolvimento de células
tronco, concordas?

[Takata]
Nao. Ter logica nao se resume a algoritmos. Em muitos aspectos
aproxima-se de um padrao heuristico - ha' influencia de fatores
estocasticos no processo (lembre-se de q. gemeos univetilinos, como o
mm ADN, nao sao exatamente identicos).

[gemaba1]
Huuum, então talvez estejamos falando até de coisas diferentes, talvez seja
como bem diz o Homero, muitas vezes discordamos tão vementemente por
não definir com precisão os conceitos que usamos, mas nunca neguei a
heuristicidade nem estocasticismo do ADN, pois não? Mas continuo insistindo
que existem, não diria leis, diria tendencias de acontecimentos bem
definidos,
no caso, da duplicação de uma célula tronco, por exemplo, do conceituamos
ser,
por exemplo, a raça de humanos. Nunca neguei a aleatoriedade, porque afinal
o meio pode mudar e não poderia ser diferente visto que o movimento da
matéria parece ser um essencial, não é mesmo? E o ambiente muda, não
é mesmo? E isso me parece ser algo bem casual, certo? Mas então podemos
falar ao invés da palavra algoritimo que te incomoda, falar de um conjunto
de
regras que determina o desenvolvimento de uma célula tronco qualquer, que
tal?
E pelo que entendo se referes a exatidão, ou pseudo exatidão dos algoritmos
de
computadores, mas veja que mesmo aí acontecem falhas, as vezes até nem
programadas. hehehe
O fato de gemeos univitelinos não serem idênticos também não me parece ser
um fato assim tão importante porque afinal se discutirmos e entendermos a
tal eurística
notaremos que o meio externo tem papel no desenvolvimento do ADN que me
parece necessitar para constituir o organismo de elementos externos, não é
mesmo?

[gemaba]
O que acontece se pegar uma célula tronco de um ser humano e injetar
em sua corrente sanguínea? Parece que existem evidências de
foirmação de tumores, daria pra clarear a questão?

[Takata]
Depende da celula tronco.
Nao entendi a sua duvida em relacao a tumores.

[gemaba]
Em relação a tumores gostaria que você lesse essa reposta em Acroplis
do ilustríssimo José Renato.
http://br.groups.yahoo.com/group/acropolis/message/56246
Palavras do JR nessa mensagem :
"Porém, em todos esses
experimentos tem ocorrido um fenômeno que chama a atenção sobremodo: o
aparecimento de tumores que evoluem rapidamente com a multiplicação das
células, sem controle."
Gostaria de considerações suas a essa questão e porque cê não entra pra
Acropolis,
o Homero já tá por lá? hehehe

[gemaba]
O que você chama de fase crítica? Você sugere mudanças no ADN
enquanto a célula se divide? Em termos de seuqencias de bases o que
acontece? Seriam os tais tumores?

[Takata]
Nao, a sequencia eh a mesma. Apenas o padrao de quais genes estao
ativos e quais inativos muda. A fase critica eh o periodo em q.
ocorrem mudancas na celula, mudancas essas q. de certo modo 'fecham
caminhos' para a celula: essas mudancas fazem com q. as celulas
percam o seu potencial de gerar qq tipo de celulas especializadas.
Os tumores sao outra historia.

[gemaba1]
Quais mudanças fecham os caminhos para que as células percam o potencial
de se especificar em qualquer célula do organismo?

[]s,
Roberto Takata

Saudações !!!
gemaba
www.gemaba.cjb.net




SUBJECT: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 22:57

Emiliano,
oi.
Passo o tequinho que sei:
- até o final dos anos 60, pelo menos, a temperatura de ebulição de um vidro
*já formado*, ainda não havia sido conseguida, e em consequência, nem a sua
vaporização.
- nas fábricas, para sua afinação ( retirada de defeitos no forno na hora do
uso ) era insuflado ar, ou adicionados produtos reagentes (carvão, arsênio
etc), enquanto eram aplicadas correntes elétricas para o aumento localizado
de temperatura.
O vidro, natural ou não, é um dos materiais mais espetaculares do nosso
mundinho. Um único exemplo são as fibras óticas. Diziam que o vidro é um
líquido super-resfriado e que no universo poderão existir oceanos de vidro
fundido e/ou congelado (com vida em silício?)! abr/M.

>From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
>Date: Tue, 29 Mar 2005 14:00:57 -0300
>
>
>Olá Ramon e demais colegas,
>
> E quanto a minha pergunta sobre o vidro, tens alguma sugestão?
>Destaco
>novamente:
>
>"Quais são os produtos obtidos quando se aquece o vidro a temperaturas
>elevadas? (elevadas, neste caso, são temperaturas muito superiores a TG do
>vidro)"
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello
>emiliano@quimica.net
>http://www.quimica.net/emiliano
>http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
>[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
>[ ICQ ] 145060604
>
>" Rien ne se perd, rien ne se crée,
>tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
>
>----- Original Message -----
>From: Ramon Salvan Fernandes
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Sent: Tuesday, March 29, 2005 12:34 PM
>Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
>
>
>Ola Emiliano
>
>Agradeço pela correção, seu comentário é bastante pertinente e estou
>bastante ciente disso, pois alem de ser Eng. de Materiais, ministro uma
>disciplina chamada "Processos de Transformação de Polímeros". Eu preferi
>usar o termo fundir por uma questão didática pois ficaria mais simples
>para
>os membros deste grupo que não tenham conhecimento técnico nesta área ( por
>isso, inclusive, coloquei este termo entre aspas e preferi utilizar o termo
>plástico ao invés de polímero). O termo correto (técnico) para esse
>fenômeno
>seria amolecimento ou plastificação (daí vem o nome "plástico", para os
>polímeros sintéticos) que nada mais é que a redução da viscosidade a ponto
>de poder moldar um objeto.
>
>Aproveitando o "gancho", vamos esclarecer alguns ponto:
>
>1) a maioria dos polímeros tem realmente uma estrutura amorfa, portanto,
>não
>fundem. No entanto, muitos polímeros apresentam regiões cristalinas
>chamadas
>"cristalitos" e neste caso, apresentam realmente uma temperatura de fusão,
>ou seja, uma temperatura na qual os cristalitos passam o do estado sólido
>cristalino para liquido. Isso pode ser comprovado facilmente com um simples
>ensaio de analise térmica diferencial (DTA). Um exemplo clássico é o
>polietileno de alta densidade (PEAD).
>
>2) a sua idéia de temperatura de transição vítrea (Tg) está correta, que é
>a
>temperatura abaixo da qual, um material flexível comporta-se como um vidro
>(rígido e quebradiço) mas não tem nada a ver com o fenômeno da
>plastificação. O fenômeno da transição vítrea ocorre com qualquer material
>amorfo, seja ele termoplástico (plastificável ou "amolecivel") como
>termofixos (não plastificável). Dois exemplos:
>
>a) borracha de pneus, que são polímeros termofixos e que quando são
>mergulhados em nitrogênio liquido tornam-se quebradiços como vidro;
>b) frascos de margarina, que são feitos na maioria dos casos de
>polipropileno (PP). Como possuem uma Tg por volta dos 5ºC, quando colocados
>no freezer tornam-se quebradiços.
>
>Vale lembrar que os materiais mantém essa característica de vidro somente
>enquanto estiverem abaixo da sua Tg, uma vez que este é aquecido acima
>desta, sua flexibilidade é "recuperada".
>
>
>Bom, novamente tentei me explicar de uma forma simplificada e se tiver
>utilizado termos muito técnicos ou muito "leigos", peço que novamente
>chamem
>minha atenção.
>
>Agradeço a todos
>
>Ramon
>
>
>
>----- Original Message -----
>From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Sent: Monday, March 28, 2005 11:36 AM
>Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
>
>
>
>Olá Ramon,
>
> Apenas um comentário 'chato' :-)
>
>[Ramon]
>Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
>moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
>mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
>reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
>finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
>poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
>termoplasticos.
>
>[Emiliano]
>O popular 'fundir' não está de acordo com o que 'realmente' ocorre com os
>polímeros. O termo fundir é utilizado para dar nome ao fenômeno de passagem
>do estado físico 'sólido' para o 'líquido'. Com os plásticos, quando
>aquecidos, não observamos este fenômeno, mas sim outro. Os polímeros passam
>de uma fase 'rígida' para 'flexível' assim que atingirem a temperatura de
>transição vítrea (TG "Glass Transition").
>
>veja o artigo publicado na Revista Química Nova na Escola:
>http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/583/polimer.pdf
>
>
> Esse assunto me fez lembrar de uma perguntra que uma vez fiz para
>minha
>professora da disciplina de Materiais (e fiquei sem resposta). A pergunta
>era:
>
>"Quais são os produtos obtidos quando se aquece o vidro a temperaturas
>elevadas? (elevadas, neste caso, são temperaturas muito superiores a TG do
>vidro)
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello
>emiliano@quimica.net
>http://www.quimica.net/emiliano
>http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
>[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
>[ ICQ ] 145060604
>
>" Rien ne se perd, rien ne se crée,
>tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
>
>----- Original Message -----
>From: Ramon Salvan Fernandes
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Sent: Monday, March 28, 2005 11:09 AM
>Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
>
>
>Muito se fala sobre o problema do uso de utensilios de plastico que entram
>em contato com alimentos, em especial, alimentos quentes. Nós podemos ter
>basicamente tres problemas que restringem o seu uso:
>
>1) a utilização de aditivos quimicos nos processos de fabricação desses
>utensilios;
>2) a contaminação dos alimentos por materiais reciclados;
>3) a contaminação dos alimentos por subprodutos ou residuos da fabricação
>dos plasticos.
>
>No primeiro caso, as normas quanto a quais aditivos ou plasticos podem ser
>utilizados em produtos alimenticos são bastante rigidas, exigindo inclusive
>certificação de instituições idoneas tais como o Instituto Oswaldo Cruz. Da
>mesma forma, as normas da Anvisa também proibem a utilização de quaisquer
>pasticos reciclados nestes processos, pois é impossivel se conseguir uma
>completa limpeza do material.
>O ultimo caso é que pode ser um pouco mais problematico, mas alem dos
>processos de "descontaminação" realizados nos polos petroquimicos, os
>processos de fabricação destes utensilios normalmente conseguem eliminar
>qualquer traço destes subprodutos. Especialmente os de descartaveis que
>trabalham com temperaturas relativamente altas e chapas bastante finas.
>Mas,
>vale o bom senso, se quando você for tomar um cafezinho, sentir um cheiro
>muito forte ou um gosto estranho, não pense duas vezes em jogar copo e café
>fora.
>
>Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
>moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
>mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
>reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
>finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
>poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
>termoplasticos.
>
>Ramon
>
>----- Original Message -----
>From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Sent: Monday, March 28, 2005 9:33 AM
>Subject: [ciencialist] Copos plásticos...
>
>
>
>Alguém ajuda?
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello
>emiliano@quimica.net
>http://www.quimica.net/emiliano
>http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
>
>---
>oi Emiliano, eu sou um apaixonado por quimica, e sempre consulto os textos
>interativos da NAEQ, mas sempre me surgem duvidas e questionamentos sobre
>fenomenos.
>
>É o seguinte
>
>ouvir dizer que não se deve beber liquidos quentes em copos plásticos
>descartaveis, eu gostaria de saber se isso tem a ver com as caracteristicas
>termofixas ou termoplasticas, não lembro qual das duas, desse tipo de
>polimero?
>
>obrigado pela atenção
>
>José Tiago Menezes Correia
>
>
>
>
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>Para saber mais visite
>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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>Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
>http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
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>Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
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>O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do Serviço do
>Yahoo!.
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SUBJECT: RE: [ciencialist] Doutor Luis Brudna
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/03/2005 23:03

Você venceu Luisão!!! Não deve ter sido mole!
O que faz um agente quelante no AL? Quer dar uma canja?
Parabenizações preferenciais para a lista!!! :]]]]
abração! M. SP 29/março/05

>From: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Subject: [ciencialist] Doutor Luis Brudna
>Date: Tue, 29 Mar 2005 14:17:39 -0300
>
>
> Acabei de defender tese de doutorado. Fui aprovado. :-)
>
> O título do trabalho
>"Comportamento eletroquímico do alumínio em misturas
>etilenoglicol-água. Efeito da adição de agentes quelantes."
>
>Acho que agora vou ter um pouco mais de tempo para a lista.
>
>
>
>Até
>Luís Brudna
>ps: preferencialmente não envie parabenizações para a lista
>
>
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>Para saber mais visite
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>Links do Yahoo! Grupos
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>
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>
>
>




SUBJECT: Re: recordar é salutar... FQ
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 00:37


Emiliano,

Não vou responder de forma simples pois quero aprofundar este tema.
Deixo esta dificílima tarefa de simplificar [:-)] para os outros da lista.

--- Em ciencialist Emiliano escreveu:

>Em uma lista de química, surgiu o seguinte questionamento:
>Como a força nuclear segura os prótons unidos
>no núcleo do átomo se a tendência deles é a repulsão?

A "força nuclear" ("força forte" [:-)]) não é uma força como a
eletromagnética e a gravitacional. Ela nunca foi "vista". Só
indiretamente. Acho que não existe experiências macroscópicas diretas
com ela.

A pergunta de quem não sabe da existência desta tal "força forte"
ficaria assim:

Se os prótons são cargas elétricas coulombianas, como é que um núcleo
atômico com mais de 2 prótons se mantém integro visto que a
gravitacional sozinha não daria conta do recado?

Uma resposta possível:

Se considerarmos que os prótons são como esferas carregadas
positivamente, deve existir uma força de aproximação em cada um devido
a presença dos outros que equilibra com a força de repulsão em cada um
devido a presença dos outros. Este equilíbrio deve ser estável para
uma determinada distância entre eles (se a distância aumenta a força
de aproximação ficaria maior que a de repulsão e vice e versa).

Mas, neste caso, esta força misteriosa deveria ser de mais longo
alcance que a eletromagnética. Isto é o contrário da teoria que diz
que ela é de curto alcance (porque?).

[ ]'s
Hélio

Mas indiferentemente a tudo isso, ... o próton pode não ser uma carga
elétrica coulombiana. :-) :-) :-) :-) :-)







SUBJECT: Física não é ciencia...
FROM: "Peterson Leal" <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2005 01:19

Olá Júnior, colegas e amigos listeiros.

A mensagem ficou um pouco longa, mas foi necessário para deixar claro algumas concepções básicas que eu não havia antes percebido que eram necessárias serem colocadas para o debate.

>> Pois é, sua dependencia de autores externos
>> e de tantos livros o impede de aplicar até
>> mesmo uma base racional e criativa sobre
>> suas opiniões que é por demasia condicionada
>> por estes autores e pelo excessivo rigorismo
>> nos textos dos livros. Mas cade a pratica?

É ao contrário, Júnior. Para se conhecer uma ciência, se estuda seus principais autores, desde os clássicos aos mais modernos - principalmente no caso de se discutir sua cientificidade como é o que está acontecendo aqui, porque aí realmente é necessário recorrer a definições, e elas estão em algum "meio", seja dicionários, seja livros específicos que alguém escreveu.

É claro que eu tenho a minha opinião - e no caso ela concorda justamente com os autores que estou citando, motivo pelo qual seguem as referências. O que percebo é uma nítida deficiência em seu conhecimento de ciência, não apenas de um arcabouço técnico de alguma ciência específica (até o momento não ficou claro qual sua especialidade), mas especificamente de base - ou seja, os conceitos mais fundamentais para qualquer discussão nesse sentido você ainda coloca (como bem disse o Oráculo) na "eu acho que..." ou "eu acredito..." - ainda está na fase do puro "senso comum". Sem isso - sem sequer base teórica para a discussão chega a carecer de sentido você falar de prática, já que demonstra desconhecer a realidade do mercado de trabalho tanto de uma área quanto de outra (a afirmação que fez sobre Antropologia mensagens atrás foi lamentável).


>> Voce se baseia só no que os outros dizem,
>> cade a sua capacidade crítica sobre esses
>> autores e livros?

Novamente uma demonstração de desconhecimento, agora, do "Ethos" da ciência, em um de seus imperativos institucionais que é o "comunismo" (Merton). O caráter comunal da ciência reflete-se no reconhecimento dos cientistas de que dependem de uma herança cultural. A observação de Newton: "Se enxerguei mais longe foi porque estava sobre o ombro de gigantes" exprime um pouco disso.

Eu cito autores que concordam exatamente com as noções que eu tomo de ciência - mas se quiser excluir essas referências do texto original fique à vontade :-)


>> O que voce tem feito aqui, é so tentar diminuir
>> o debatedor com argumentos de que ele não
>> sabe nada e que voce é um estudante de sociologia
>> que entende de tudo. Isso é o bastante?

Calma Júnior :-) Se você se sente diminuído pelo seu conhecimento ser menor do que o meu nesse campo (Ciências Sociais) realmente eu não tenho culpa. Aliás, só se isso significa os anos que passei nos bancos da universidade, os estágios práticos e as horas como pesquisador bolsista da CNPq/PIBIC. Tudo tem um preço :-)

Agora você pode fazer o seguinte: você reclamou de eu citar os autores que concordam com as noções que eu uso no debate contra suas idéias. Tente ver da seguinte forma: ao invés de acreditar que *EU* estou tentando diminuir *VOCÊ* ao debater, pense que talvez sejam suas *idéias* que não estejam consoantes com os *autores* que eu cito (grande parte deles do pensamento contemporâneo). A culpa é deles :-) Mas fique à vontade para dialogar nesse sentido, através de mim.

======== ======== ========
Agora - nessa segunda parte - vamos aos equívocos que você cometeu ao defender que história é ciência:

>> História da ciencia tb procura reproduzir
>> as descobertas, teorias da ciencia ,
>> experimentos de acordo com fontes e
>> escritos deixados e que foram testados
>> em autenticidade.

Não entendi. Pelo que você escreveu "a história" da ciência procura REPRODUZIR AS DESCOBERTAS?! As teorias? Tudinho novamente? Os experimentos, etc.? Puxa... estou surpreso. Deve sair super caro montar os laboratórios e as mesmas condições da época. Nunca tinha ouvido falar. De onde você tirou isso?


>> Portanto, é isso, história tem base científica,
>> ela nao é simplesmente uma forma de
>> conhecimento imune a refutações, seus
>> pressupostos e hipóteses podem ser falseados
>> e corrigidos nos decorrer das eras.

Júnior, você está a confundir novamente conceitos-base! Confundir empirismo e indutivismo com "ciência" é complicado. Não que a ciência não possa conter essas duas características - mas elas sozinhas não são ciência. Vou explicar. A análise de UM fato, como "João abriu a porta no dia tal", por mais que seja provado, não é ciência. Não adianta você dizer: "Ah, mas eu recolhi provas documentais, filmei, peguei testemunhas de que ele abriu a porta".

Usar um termo popperiano (falseado) para tentar dar "autenticidade" ao seu argumento fica ainda pior. Mostra que seu desprezo pela leitura das fontes básicas (na tentativa de ser original, como pediu a mim) não lhe permite sequer entender os conceitos que tenta usar.

Quando Popper falou em falseabilidade ele não disse que era apenas "provar alguma coisa". Ele estava falando de TEORIAS, e deu as características que essas teorias tinham que ter para serem consideradas científicas. Em sua Décima-oitava tese ele diz: "Dessa forma, a lógica dedutiva torna-se a teoria da crítica racional (...) uma teoria ou sistema dedutivo é uma tentativa de explicação e, conseqüentemente, uma tentativa de solução de um problema científico".

Agora a parte mais interessante: "Não existe nenhuma ciência puramente observacional, existem somente ciências nas quais teorizamos". A lógica dedutiva, generalista, é a consequência do método NOMOTÉTICO, algo que já falei por várias vezes aqui - em oposição ao método IDEOGRÁFICO utilizado pela História. No caso não faz sentido algum falar sobre "falseabilidade" em um campo que não faz PREVISÕES sobre aspectos definidos da realidade através da busca das REGULARIDADES, "leis gerais" ou UNIFORMIDADES, tal como se define.

Falar sobre a "falseabilidade popperiana da afirmação que Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil" - um fato singular - deve fazer o velho Popper se revirar no caixão...


>> A ciencia histórica é a base pra muitas
>> das ciencias sociais de nossa era, a
>> propria sociologia é filha da história.

A História é certamente fundamental para as ciências sociais - *dependendo* do enfoque que procuramos analisar. Seria interessante você saber que existem recortes SINCRÔNICOS e DIACRÔNICOS pelos quais se pode analisar fatos sociais e antropológicos. As análises diacrônicas levam em conta o fator de evolução temporal de uma sociedade ou cultura (aqui temos análises histórias, etnográficas - ideográficas no geral). No entanto, nas análises sincrônicas esse fator é completamente dispensado. Temos aqui a antropologia e boa parte da sociologia estruturalista, bem como a etnologia.

Isso nada tem a ver, por outro lado, que "história é ciência" - muito pelo contrário, se fosse não seria preciso outras ciências para compreender as estruturas, funções e verificar regularidades que ocorrem, em diversificadas categorias. Lembrando - algo importantíssimo a se considerar - que tais regularidades e generalizações normalmente ocorrem já num nível diacrônico (a-histórico)!

Por fim, dizer que a sociologia é "filha da história" faz tanto sentido quanto dizer que a Química é "filha da alquimia", a Astronomia da Astrologia, a Física da Metafísica ou semelhantes.

Leia mais, Júnior... não é ruim. E não é feio ter bases para conhecer as coisas, nem cita-las.

Um abraço.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: recordar é salutar... FQ
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 08:01


Opssss!

Esqueci de mencionar o neutron!

Que falha enorme!

Vou tentar me redimir, mesmo que parcialmente.

Teoricamente a força de aproximação que sente o próton é devido a soma
das interações com os outros prótons e com os neutrons enquanto a
eletromagnética se deve só aos outros prótons.

Vou pensar melhor e depois colocar aqui.

Por enquanto não levem em concideração a MSG anterior.

[ ]'s
Hélio



---Em ciencialist Hélio Ricardo Carvalho escreveu
>
> Emiliano,
>
> Não vou responder de forma simples pois quero aprofundar este tema.
> Deixo esta dificílima tarefa de simplificar [:-)] para os outros da
lista.
>
> --- Em ciencialist Emiliano escreveu:
>
> >Em uma lista de química, surgiu o seguinte questionamento:
> >Como a força nuclear segura os prótons unidos
> >no núcleo do átomo se a tendência deles é a repulsão?
>
> A "força nuclear" ("força forte" [:-)]) não é uma força como a
> eletromagnética e a gravitacional. Ela nunca foi "vista". Só
> indiretamente. Acho que não existe experiências macroscópicas diretas
> com ela.
>
> A pergunta de quem não sabe da existência desta tal "força forte"
> ficaria assim:
>
> Se os prótons são cargas elétricas coulombianas, como é que um núcleo
> atômico com mais de 2 prótons se mantém integro visto que a
> gravitacional sozinha não daria conta do recado?
>
> Uma resposta possível:
>
> Se considerarmos que os prótons são como esferas carregadas
> positivamente, deve existir uma força de aproximação em cada um devido
> a presença dos outros que equilibra com a força de repulsão em cada um
> devido a presença dos outros. Este equilíbrio deve ser estável para
> uma determinada distância entre eles (se a distância aumenta a força
> de aproximação ficaria maior que a de repulsão e vice e versa).
>
> Mas, neste caso, esta força misteriosa deveria ser de mais longo
> alcance que a eletromagnética. Isto é o contrário da teoria que diz
> que ela é de curto alcance (porque?).
>
> [ ]'s
> Hélio
>
> Mas indiferentemente a tudo isso, ... o próton pode não ser uma carga
> elétrica coulombiana. :-) :-) :-) :-) :-)





SUBJECT: Re: [ciencialist] Doutor Luis Brudna
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2005 08:12

Deus (eu) te abençoa.
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Luis Brudna" <luisbrudna@gmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 29 de março de 2005 14:17
Assunto: [ciencialist] Doutor Luis Brudna



Acabei de defender tese de doutorado. Fui aprovado. :-)




SUBJECT: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2005 09:47

Olá Murilo,

[murilo]
Diziam que o vidro é um líquido super-resfriado e que no universo poderão
existir oceanos de vidro fundido e/ou congelado (com vida em silício?)!
abr/M.

[emiliano]
Já foi discutido aqui na c-list a questão do estado em que se encontra o
vidro. Sugiro a leitura dos posts sobre o assunto ou então ler o artigo
publicado na revista Química Nova na Escola:

Vidros
http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/585/vidros.pdf


[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: murilo filo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, March 29, 2005 10:57 PM
Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...


Emiliano,
oi.
Passo o tequinho que sei:
- até o final dos anos 60, pelo menos, a temperatura de ebulição de um vidro
*já formado*, ainda não havia sido conseguida, e em consequência, nem a sua
vaporização.
- nas fábricas, para sua afinação ( retirada de defeitos no forno na hora do
uso ) era insuflado ar, ou adicionados produtos reagentes (carvão, arsênio
etc), enquanto eram aplicadas correntes elétricas para o aumento localizado
de temperatura.
O vidro, natural ou não, é um dos materiais mais espetaculares do nosso
mundinho. Um único exemplo são as fibras óticas. Diziam que o vidro é um
líquido super-resfriado e que no universo poderão existir oceanos de vidro
fundido e/ou congelado (com vida em silício?)! abr/M.

>From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
>Date: Tue, 29 Mar 2005 14:00:57 -0300
>
>
>Olá Ramon e demais colegas,
>
> E quanto a minha pergunta sobre o vidro, tens alguma sugestão?
>Destaco
>novamente:
>
>"Quais são os produtos obtidos quando se aquece o vidro a temperaturas
>elevadas? (elevadas, neste caso, são temperaturas muito superiores a TG do
>vidro)"
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello
>emiliano@quimica.net
>http://www.quimica.net/emiliano
>http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
>[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
>[ ICQ ] 145060604
>
>" Rien ne se perd, rien ne se crée,
>tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
>
>----- Original Message -----
>From: Ramon Salvan Fernandes
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Sent: Tuesday, March 29, 2005 12:34 PM
>Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
>
>
>Ola Emiliano
>
>Agradeço pela correção, seu comentário é bastante pertinente e estou
>bastante ciente disso, pois alem de ser Eng. de Materiais, ministro uma
>disciplina chamada "Processos de Transformação de Polímeros". Eu preferi
>usar o termo fundir por uma questão didática pois ficaria mais simples
>para
>os membros deste grupo que não tenham conhecimento técnico nesta área ( por
>isso, inclusive, coloquei este termo entre aspas e preferi utilizar o termo
>plástico ao invés de polímero). O termo correto (técnico) para esse
>fenômeno
>seria amolecimento ou plastificação (daí vem o nome "plástico", para os
>polímeros sintéticos) que nada mais é que a redução da viscosidade a ponto
>de poder moldar um objeto.
>
>Aproveitando o "gancho", vamos esclarecer alguns ponto:
>
>1) a maioria dos polímeros tem realmente uma estrutura amorfa, portanto,
>não
>fundem. No entanto, muitos polímeros apresentam regiões cristalinas
>chamadas
>"cristalitos" e neste caso, apresentam realmente uma temperatura de fusão,
>ou seja, uma temperatura na qual os cristalitos passam o do estado sólido
>cristalino para liquido. Isso pode ser comprovado facilmente com um simples
>ensaio de analise térmica diferencial (DTA). Um exemplo clássico é o
>polietileno de alta densidade (PEAD).
>
>2) a sua idéia de temperatura de transição vítrea (Tg) está correta, que é
>a
>temperatura abaixo da qual, um material flexível comporta-se como um vidro
>(rígido e quebradiço) mas não tem nada a ver com o fenômeno da
>plastificação. O fenômeno da transição vítrea ocorre com qualquer material
>amorfo, seja ele termoplástico (plastificável ou "amolecivel") como
>termofixos (não plastificável). Dois exemplos:
>
>a) borracha de pneus, que são polímeros termofixos e que quando são
>mergulhados em nitrogênio liquido tornam-se quebradiços como vidro;
>b) frascos de margarina, que são feitos na maioria dos casos de
>polipropileno (PP). Como possuem uma Tg por volta dos 5ºC, quando colocados
>no freezer tornam-se quebradiços.
>
>Vale lembrar que os materiais mantém essa característica de vidro somente
>enquanto estiverem abaixo da sua Tg, uma vez que este é aquecido acima
>desta, sua flexibilidade é "recuperada".
>
>
>Bom, novamente tentei me explicar de uma forma simplificada e se tiver
>utilizado termos muito técnicos ou muito "leigos", peço que novamente
>chamem
>minha atenção.
>
>Agradeço a todos
>
>Ramon
>
>
>
>----- Original Message -----
>From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Sent: Monday, March 28, 2005 11:36 AM
>Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
>
>
>
>Olá Ramon,
>
> Apenas um comentário 'chato' :-)
>
>[Ramon]
>Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
>moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
>mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
>reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
>finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
>poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
>termoplasticos.
>
>[Emiliano]
>O popular 'fundir' não está de acordo com o que 'realmente' ocorre com os
>polímeros. O termo fundir é utilizado para dar nome ao fenômeno de passagem
>do estado físico 'sólido' para o 'líquido'. Com os plásticos, quando
>aquecidos, não observamos este fenômeno, mas sim outro. Os polímeros passam
>de uma fase 'rígida' para 'flexível' assim que atingirem a temperatura de
>transição vítrea (TG "Glass Transition").
>
>veja o artigo publicado na Revista Química Nova na Escola:
>http://sbqensino.foco.fae.ufmg.br/uploads/583/polimer.pdf
>
>
> Esse assunto me fez lembrar de uma perguntra que uma vez fiz para
>minha
>professora da disciplina de Materiais (e fiquei sem resposta). A pergunta
>era:
>
>"Quais são os produtos obtidos quando se aquece o vidro a temperaturas
>elevadas? (elevadas, neste caso, são temperaturas muito superiores a TG do
>vidro)
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello
>emiliano@quimica.net
>http://www.quimica.net/emiliano
>http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
>[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
>[ ICQ ] 145060604
>
>" Rien ne se perd, rien ne se crée,
>tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
>
>----- Original Message -----
>From: Ramon Salvan Fernandes
>To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>Sent: Monday, March 28, 2005 11:09 AM
>Subject: Re: [ciencialist] Copos plásticos...
>
>
>Muito se fala sobre o problema do uso de utensilios de plastico que entram
>em contato com alimentos, em especial, alimentos quentes. Nós podemos ter
>basicamente tres problemas que restringem o seu uso:
>
>1) a utilização de aditivos quimicos nos processos de fabricação desses
>utensilios;
>2) a contaminação dos alimentos por materiais reciclados;
>3) a contaminação dos alimentos por subprodutos ou residuos da fabricação
>dos plasticos.
>
>No primeiro caso, as normas quanto a quais aditivos ou plasticos podem ser
>utilizados em produtos alimenticos são bastante rigidas, exigindo inclusive
>certificação de instituições idoneas tais como o Instituto Oswaldo Cruz. Da
>mesma forma, as normas da Anvisa também proibem a utilização de quaisquer
>pasticos reciclados nestes processos, pois é impossivel se conseguir uma
>completa limpeza do material.
>O ultimo caso é que pode ser um pouco mais problematico, mas alem dos
>processos de "descontaminação" realizados nos polos petroquimicos, os
>processos de fabricação destes utensilios normalmente conseguem eliminar
>qualquer traço destes subprodutos. Especialmente os de descartaveis que
>trabalham com temperaturas relativamente altas e chapas bastante finas.
>Mas,
>vale o bom senso, se quando você for tomar um cafezinho, sentir um cheiro
>muito forte ou um gosto estranho, não pense duas vezes em jogar copo e café
>fora.
>
>Quanto a ultima duvida: polimeros termoplasticos são aqueles que podem ser
>moldados e re-moldados (dai o nome plastico) aplicando-se apenas calor, ou
>mais popularmente, "fundem" com o calor. Já os termofixos, não podem ser
>reciclados fisicamente, pois não tornam-se moldaveis com o calor. E
>finalmente quanto ao tipo de polimero dos descartaveis, são normalmente
>poliestireno (PS) ou poliestireno espandido (Isopor) e são ambos
>termoplasticos.
>
>Ramon
>
>----- Original Message -----
>From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
>To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
>Sent: Monday, March 28, 2005 9:33 AM
>Subject: [ciencialist] Copos plásticos...
>
>
>
>Alguém ajuda?
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello
>emiliano@quimica.net
>http://www.quimica.net/emiliano
>http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
>
>---
>oi Emiliano, eu sou um apaixonado por quimica, e sempre consulto os textos
>interativos da NAEQ, mas sempre me surgem duvidas e questionamentos sobre
>fenomenos.
>
>É o seguinte
>
>ouvir dizer que não se deve beber liquidos quentes em copos plásticos
>descartaveis, eu gostaria de saber se isso tem a ver com as caracteristicas
>termofixas ou termoplasticas, não lembro qual das duas, desse tipo de
>polimero?
>
>obrigado pela atenção
>
>José Tiago Menezes Correia
>
>
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: recordar é salutar... FQ
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2005 09:59

Olá Hélio,

E os mésons? Eles colaboram na explicação da força que mantem o núcleo
atômico coeso. Essa partícula, com massa aproximadamente 200 vezes maior do
que a do elétron, seria incessantemente emitida e absorvida por prótons e
nêutrons. E a troca de "mésons" entre os constituintes do núcleo atômico
produziria, entre eles, uma atração de curto alcance, responsável pela
estabilidade nuclear.

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
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" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Hélio Ricardo Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, March 30, 2005 8:01 AM
Subject: [ciencialist] Re: recordar é salutar... FQ



Opssss!

Esqueci de mencionar o neutron!

Que falha enorme!

Vou tentar me redimir, mesmo que parcialmente.

Teoricamente a força de aproximação que sente o próton é devido a soma
das interações com os outros prótons e com os neutrons enquanto a
eletromagnética se deve só aos outros prótons.

Vou pensar melhor e depois colocar aqui.

Por enquanto não levem em concideração a MSG anterior.

[ ]'s
Hélio



---Em ciencialist Hélio Ricardo Carvalho escreveu
>
> Emiliano,
>
> Não vou responder de forma simples pois quero aprofundar este tema.
> Deixo esta dificílima tarefa de simplificar [:-)] para os outros da
lista.
>
> --- Em ciencialist Emiliano escreveu:
>
> >Em uma lista de química, surgiu o seguinte questionamento:
> >Como a força nuclear segura os prótons unidos
> >no núcleo do átomo se a tendência deles é a repulsão?
>
> A "força nuclear" ("força forte" [:-)]) não é uma força como a
> eletromagnética e a gravitacional. Ela nunca foi "vista". Só
> indiretamente. Acho que não existe experiências macroscópicas diretas
> com ela.
>
> A pergunta de quem não sabe da existência desta tal "força forte"
> ficaria assim:
>
> Se os prótons são cargas elétricas coulombianas, como é que um núcleo
> atômico com mais de 2 prótons se mantém integro visto que a
> gravitacional sozinha não daria conta do recado?
>
> Uma resposta possível:
>
> Se considerarmos que os prótons são como esferas carregadas
> positivamente, deve existir uma força de aproximação em cada um devido
> a presença dos outros que equilibra com a força de repulsão em cada um
> devido a presença dos outros. Este equilíbrio deve ser estável para
> uma determinada distância entre eles (se a distância aumenta a força
> de aproximação ficaria maior que a de repulsão e vice e versa).
>
> Mas, neste caso, esta força misteriosa deveria ser de mais longo
> alcance que a eletromagnética. Isto é o contrário da teoria que diz
> que ela é de curto alcance (porque?).
>
> [ ]'s
> Hélio
>
> Mas indiferentemente a tudo isso, ... o próton pode não ser uma carga
> elétrica coulombiana. :-) :-) :-) :-) :-)





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: recordar é salutar... FQ
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2005 10:14

Sugestão para leitura:

Um Pôster para ensinar Física de Partículas na Escola
Revista Física na Escola, v. 2, n. 1, 2001
http://www.sbfisica.org.br/fne/Vol2/Num1/particulas.pdf (1,29 MB)

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)




SUBJECT: Re: recordar é salutar... FQ
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 10:18


--- Em ciencialist Emiliano escreveu

> ...
> E os mésons? Eles colaboram na explicação da força que mantem
o núcleo
> atômico coeso.
> ...

Sim Emiliano. É toda uma fauna e flora. :-)

Houve época em que quem descobrisse novas partículas subatômicas
ganhava prestígio e até se arriscava a ganhar nobel (Infelizmente
Cesar Lattes não pegou o nobel dele).
Muitas partículas apareceram então.

Depois disso acho que a moda mudou para a unificação.
E elas pararam de aparecer. :-)

Hoje, eu não sei o que está em alta.

[ ]'s
Hélio.





SUBJECT: Re: [ciencialist] Doutor Luis Brudna
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2005 10:47

Prezado Brudna,

Fico feliz por sua conquista. Foi muito difícil? A banca tirou sangue ou só bateu de leve?

Perguntinha de engenheiro chato: quais são as aplicações práticas da adição de agentes quelantes em misturas etilenoglicol-água? O alumínio faz parte do agente quelante?

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: Luis Brudna
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, March 29, 2005 2:17 PM
Subject: [ciencialist] Doutor Luis Brudna


Acabei de defender tese de doutorado. Fui aprovado. :-)

O título do trabalho
"Comportamento eletroquímico do alumínio em misturas
etilenoglicol-água. Efeito da adição de agentes quelantes."

Acho que agora vou ter um pouco mais de tempo para a lista.



Até
Luís Brudna
ps: preferencialmente não envie parabenizações para a lista



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Quando a ciência se debruça sobre a arte
FROM: "Esteban" <estebanmoreno@idhi.org.br>
TO: "Vivens Scientia" <VivensScientia@yahoogroups.com>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, "Carlos Alberto Teixeira" <cat@iis.com.br>
DATE: 30/03/2005 11:43


Para quem curte arte tecnológica, vale navegar pelo excelente site inglês: http://www.stanza.co.uk/
Segue outro texto no tema ciência-arte.
Esteban.



Quando a ciência se debruça sobre a arte

Astrônomos determinam dia e hora em que Van Gogh pintou paisagem noturna


Van Gogh pintou Casa branca à noite em 16 de junho de 1890, seis semanas
antes de se suicidar. A tela retrata Vênus no céu, aproximadamente às 20
horas
A ciência pode fornecer elementos para uma melhor apreciação da arte:
astrônomos
identificaram o astro retratado em uma tela do pintor holandês Vincent Van
Gogh
(1853-1890) e, com isso, determinaram com precisão a data e hora provável
de sua
realização. O quadro em questão, Casa branca à noite, era desconhecido até
pouco
tempo atrás. A tela, que integrava a coleção de um industrial alemão nos
anos 1920,
foi uma das obras de arte levadas para a União Soviética pelo Exército
Vermelho, que
ocupou a Alemanha ao fim da Segunda Guerra Mundial. Sua existência só se
tornou
pública em 1995, quando foi exposta em uma mostra de 'tesouros perdidos da
arte' na
Rússia.

Casa branca à noite é uma das mais de 70 telas que Van Gogh pintou na
última - e
talvez mais profícua - fase de sua carreira: um período de 70 dias passado
na cidade
francesa de Auvers-sur-Oise, ao cabo do qual ele viria a se suicidar. A
tela retrata
uma casa branca ao crepúsculo e um astro de forte brilho amarelo no céu -
que chamou
a atenção do astrônomo Don Olson.

Olson é professor na Universidade Estadual de Southwest Texas (Estados
Unidos), onde
ministra a disciplina Astronomia na arte, literatura e história. Junto com
seu
colega Russell Doescher, ele já havia examinado outras pinturas de Van
Gogh que
retratavam o céu noturno. Eles decidiram analisar Casa branca à noite para
identificar o astro de brilho intenso.



Das cinco telas conhecidas de céu noturno de Van Gogh, outras duas também
retratam
Vênus: Céu estrelado (1889) e Estrada com cipreste e estrela (1890). O
holandês
pintava esse e outros planetas como estrelas, com grandes halos amarelos
Com dez de seus alunos, os astrônomos partiram em expedição a
Auvers-sur-Oise (o
relato completo da pesquisa será publicado em abril na revista Sky &
Telescope). O
primeiro passo foi tentar identificar a casa retratada por Van Gogh. Feito
isso, os
pesquisadores puderam descobrir a orientação da casa e, assim, determinar
a porção
do céu representada: o holandês pintou sua tela observando a parte oeste do
horizonte.

Para determinar a data em que Van Gogh pintou o quadro, os astrônomos
partiram de
registros deixados pelo próprio pintor, que descrevera a tela em uma carta
a seu
irmão Theo. Como os pesquisadores sabiam que, naquele mês, Van Gogh
produzira em
ritmo vertiginoso, eles supuseram que Casa branca à noite fora pintado
pouco antes
da data da carta (17 de junho de 1890).

O próximo passo foi verificar os registros históricos da meteorologia
daquele mês.
Os pesquisadores constataram que o período entre 7 e 14 de junho foi
marcado por
chuvas e céu encoberto. O tempo começou a clarear no dia 15, mas o céu só
se tornou
predominantemente azul no dia 16; no dia 17, o tempo voltou a fechar. Em
seguida, os
astrônomos recorreram a um software que simulou o movimento dos astros
naquele
período. Os resultados foram claros: o planeta Vênus era o astro mais
brilhante na
porção oeste do horizonte do céu de 16 de junho de 1890. Sua posição em
Casa branca
à noite permitiu aos cientistas afirmar que a tela retrata o céu de por
volta de 20
horas.





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Capacitores eletroliticos (Re: Doutor Luis Brudna)
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 11:46

Misturas etilenoglicol-agua-quelantes sao usadas na industria de
capacitores eletroliticos de aluminio.

Nao existia um estudo cientifico sobre as interacoes desse grupo de
substancias. Existem patentes que demonstram a utilidade dos agentes
quelantes, mas era necessario ter um estudo do 'pq realmente
funciona?!'

Resumo de um artigo publicado por nos


Corrosion behavior of aluminium in ethyleneglycol–water electrolytes
containing EDTA

L.R.B. Holzle, D.S. Azambuja, C.M.S. Piatnicki and G.E. Englert

Abstract
The role of EDTA on the behavior of Al in ethyleneglycol–water media
has been investigated through electrochemical and atomic force
microscopy measurements. It has been found that, at open circuit
potential (OCP), as compared to an aqueous solution of the same pH,
the adsorption of EDTA on the surface of the Al electrode is favored
in ethyleneglycol rich mixtures. In these solutions, the defects of
the aluminium oxide film are repaired due to the adsorption of the
ligand, giving rise to a more protective layer. Moreover, as compared
to the oxide film grown in the absence of EDTA, the one grown in its
presence shows greater uniformity and lesser porosity, remaining
stable for longer immersion periods.

Keywords: Corrosion test; Oxides; Atomic force microscopy; Adsorption


Ateh
Luis Brudna




On Wed, 30 Mar 2005 10:47:21 -0300, "Alvaro Augusto (E)"
<alvaro@electraenergy.com.br> wrote:
>
> Prezado Brudna,
>
> Fico feliz por sua conquista. Foi muito difícil? A banca tirou sangue ou só
> bateu de leve?
>
> Perguntinha de engenheiro chato: quais são as aplicações práticas da adição
> de agentes quelantes em misturas etilenoglicol-água? O alumínio faz parte do
> agente quelante?
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>


SUBJECT: Pastores evangélicos aplicam golpe em fiéis e em banco
FROM: Rodrigo Marques <rodmarq72@yahoo.com.br>
TO: Ceticismo Aberto <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>, CienciaList <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, CuritibaCetica <curitibacetica@yahoogroups.com>, Sociedade Brasileira de "Cticos" e Racionalistas <sbcr@yahoogrupos.com.br>, Sociedade da Terra redonda <strbrasil@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2005 11:53

http://br.news.yahoo.com/050330/25/sxv1.html
Qua, 30 Mar - 08h44
Pastores evangélicos aplicam golpe em fiéis e em banco


Agência Estado


var lrec_target="_blank";var lrec_URL = new Array();lrec_URL[1] = "http://br.rd.yahoo.com/SIG=129k67f14/M=340521.6160447.7166171.4309149/D=brnews/S=58047447:LREC/EXP=1112280572/A=1693770/R=0/id=flashurl/*http://br.yahoo.com/promo/seucartao/";var link="javascript:LRECopenWindow(1)";var lrec_flashfile = 'http://br.i1.yimg.com/br.yimg.com/i/br/ads2/credicard2807_lrec_amarelo.swf?clickTAG='+link+'';var lrec_altURL = "http://br.rd.yahoo.com/SIG=129k67f14/M=340521.6160447.7166171.4309149/D=brnews/S=58047447:LREC/EXP=1112280572/A=1693770/R=1/id=altimgurl/*http://br.yahoo.com/promo/seucartao/";var lrec_altimg = "http://br.i1.yimg.com/br.yimg.com/i/br/ads2/credicard2807_lrec_amarelo.gif";var lrec_width = 300;var lrec_height = 250; on error resume next plugin = ( IsObject(CreateObject("ShockwaveFlash.ShockwaveFlash.4")))

Os pastores Elias Santos de Souza e João da Silva, da Assembléia de Deus de Nova Iguaçu (RJ), junto com Franklyn Delano da Silva, Pierre Luiz Barros e Valdemir da Silva Procópio, formavam uma quadrilha que aplicava golpes nos fiéis. Uma agência do Unibanco também foi lesada.


Os fiéis, muitos de baixa renda, eram convencidos a abrir contas bancárias com declarações de rendimentos falsificadas pela quadrilha, que conseguiu empréstimos de até R$ 5 mil, depositados em pelo menos 14 contas abertas numa agência do banco.

A promessa dos pastores de que iriam apresentar 800 correntistas despertou a desconfiança de um funcionário do banco, que avisou policiais civis do 1º Distrito, da Praça Mauá. Com os estelionatários, a polícia apreendeu ontem vários documentos falsos, além de cheques e cartões de crédito.


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Especificação de células tronco p/ Takata
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 12:26


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Geraldo M. Barcelos"
> [Takata]
> Isso seria um outro curso - de Biologia do Desenvolvimento.
>
> [gemaba1]
> Quem está na chuva é pra se molhar...

Aih eu teria q. cobrar. Preparar aulas nao eh facil. Toma tempo e
recursos.

> [gemaba1]
> Pensei que cê tinha disistido mas se quizer posso recuperar o E-
> mail, do mlivro que cê me indicou cê lembra?

Indique a ultima mensagem q. vc enviou sobre isso.

> [gemaba1]
> Insisto na pergunta que te fiz uma vez, fale-me da relação entre
> ribossomo e célula tronco, desde a fecundação dos gametas feminino
> e masculino no caso, por exemplo, de humanos.

Eu jah disse: ribossomos sao estruturas das celulas q. participam da
sintese de proteinas - vc encontrara' o modo de funcionamento dos
ribossomos no livro online. Eles estao em praticamente todas as
celulas - celulas-tronco ou nao - jah q. quase todas as celulas
sintetizam proteinas.


> que existem, não diria leis, diria tendencias de acontecimentos bem
> definidos, no caso, da duplicação de uma célula tronco, por

Sim, tendencias com certeza ha'.

> falar de um conjunto de regras que determina o desenvolvimento de
> uma célula tronco qualquer, que

Isso seria algoritmo em outras palavras...

> "Porém, em todos esses experimentos tem ocorrido um fenômeno que
> chama a atenção sobremodo: o aparecimento de tumores que evoluem
> rapidamente com a multiplicação das células, sem controle."
> Gostaria de considerações suas a essa questão e porque cê não entra

Desconheco. Nao acompanho o tema de perto, mas nao ouvi nada sobre
isso.

> [gemaba1]
> Quais mudanças fecham os caminhos para que as células percam o
> potencial de se especificar em qualquer célula do organismo?

Varia de celula para celula. Mas pode ser o estabelecimento de um
padrao de ativacao/inativacao de genes q. nao pode mais ser mudado
(facilmente): as proteinas reguladoras estao ligados 'as regioes de
controle dos genes e somente uma conjuncao de fatores modificaria
esse padrao; ocorre tb o acrescimo de grupos metil nos genes q. os
tornam ativos ou inativos.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Pastores evangélicos aplicam golpe em fiéis e em banco
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 12:28


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Rodrigo Marques
> http://br.news.yahoo.com/050330/25/sxv1.html
> Pastores evangélicos aplicam golpe em fiéis e em banco

Ta', mas o q. isso tem a ver com a lista?

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Fw: minha feira d ciencias
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2005 12:42

Help para Taíse.
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Taíse
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:46
Assunto: minha feira d ciencias


taise 8a serie




Oi professor tem uma feira d ciencias(todas as materias) no meu colegio e peguei a materia d desenho! Odiei mas foi a q sobrou.
Estudo na 8a série e nao sei o q apresentar por favor m de 1 ideia


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SUBJECT: Dentro e Fora
FROM: "Esteban" <estebanmoreno@idhi.org.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, "Vivens Scientia" <VivensScientia@yahoogroups.com>, <metum@yahoogroups.com>, "Tribo Virtual" <tribo_virtual@yahoogroups.com>
DATE: 30/03/2005 12:48

Dentro e Fora
"O Livro das Fábulas" de Hermann Hesse, Civilização Brasileira, 1977.

Era uma vez um homem chamado Friedrich, devotado às coisas do espírito e de
vastos conhecimentos. Gostava, porém, de concentrar todo o seu saber num
modo particular de pensar e menosprezava todos os demais. Tinha na mais alta
estima a Lógica, essa tão magnífica disciplina, e os conheci­mentos a que
dava o nome geral de Ciência.

"Duas vezes dois são quatro" - costumava ele dizer. -"nisso que eu acredito
e é partindo dessa verdade que um homem deve usar o raciocínio".

Não ignorava, é claro, que existiam muitas outras maneiras de pensar e
interpretar as coisas, mas não as considerava "ciên­cia" e, portanto, não
lhes dava importância. Conquanto fosse um livre-pensador, não era
intolerante no que dizia respeito á religião. Nisso comportava-se de acordo
com a atitude de tácita anuência dos cientistas. Há muitos séculos a Ciência
ocupava-se de tudo o que existia no mundo, e estimulava o desejo de
investigar e saber, com exceção de um único objeto: a alma humana. Deixava-a
a cargo da religião e não tomava a sério as especulações que ela fazia sobre
a alma mas, enfim, tolerava-as porque, com o decorrer dos séculos, tinham-se
con­vertido num hábito. Assim, no tocante à religião, Friedrich mantinha uma
atitude tolerante mas o que profundamente lhe repugnava e enfurecia era tudo
o que envolvesse e fosse reco­nhecido como superstição. Somente admitia o
pensamento místico e as explicações mágicas entre povos ignorantes e
atra­sados quer de uma antigüidade remota; quer da atualidade pri­mitiva e
inculta de certas regiões exóticas. Desde que existia uma Lógica e uma
Ciência, deixara de fazer sentido recorrer a esses recursos obsoletos e
duvidosos.

Assim pensava e assim argumentava Friedrich. Quando ao seu redor se
manifestavam indícios de superstição, irritava-se e era como se tivesse sido
tocado por algo hostil e pernicioso.

O que mais o aborrecia era encontrar tais indícios entre seus iguais, homens
cultos que estavam tão familiarizados quanto ele com os princípios do
raciocínio científico. E nada lhe era mais doloroso e insuportável do que
ouvir certas idéias blasfemas como a que escutara, recentemente, de um homem
de elevada cultura, que afirmara esta coisa absurda: - o racio­cínio
científico não é, provavelmente, a mais elevada, rigorosa e intemporal forma
de pensamento mas, pelo contrário, a mais transitória, vulnerável e
perecível entre todas as formas de pensar! - Essa irreverente e perniciosa
opinião tinha seus adeptos, isso não podia Friedrich negar, mas era um
reflexo da miséria gerada pelas guerras, pela subversão e pela fome que
assolavam o mundo, e surgira como uma advertência, uma desculpa e um aviso
fantasmagórico escrito sobre a parede branca.

Quanto mais Friedrich sofria com a existência dessa nefasta idéia, mais
veementemente hostilizava os que a propagavam ou aqueles que supunha
esposarem-na secretamente. Na verdade, só alguns raros homens de erudição
tinham franca e abertamente confessado sua concordância com a nova corrente
de pensamento que, se lograsse expandir-se e triunfar, destruiria
provavelmente os alicerces da cultura e provocaria o caos no mundo.

Ora, até esse momento, ainda não se chegara a tal ponto e os cientistas que
tinham defendido abertamente a nova idéia eram tão poucos que podiam
perfeitamente passar por indi­víduos excêntricos ou fanáticos. Porém, uma
pequena gota do veneno, uma tênue irradiação desse pensamento, já era
per­ceptível aqui e ali. Nas camadas do povo e entre as pessoas semicultas
já se notava o florescimento de uma série de seitas, de escolas, de
correntes com seus mestres e discípulos, pre­gando ensinamentos em que a
Lógica e a Ciência não tinham vez. O mundo começava de novo se enchendo de
superstições, artes ocultas, magia negra, misticismo, necromância e outras
manifestações que o racionalismo quase extinguira e que era urgente combater
de novo. Mas a Ciência, talvez em virtude de um sentimento de íntima
fraqueza e de mal compreendida tolerância, silenciava.

Um dia, Friedrich foi visitar um de seus amigos, com quem já realizara
diversos estudos. Há muito tempo que não se viam e, enquanto subia as
escadas, procurou lembrar-se de quando estivera pela última vez na casa
desse amigo. Embora pudesse gabar-se, habitualmente, de uma excelente
memória, desta vez não conseguia recordar esse pormenor. Insensivelmente,
dei­xou-se possuir de uma certa irritação e desapontamento, ao bater à
porta.

Quando saudou o amigo Erwin, Friedrich notou logo na fisionomia jovial que
lhe retribuía o cumprimento um certo sorriso de afabilidade comedida que não
lhe parecia ter visto nunca nos tempos de quase diária convivência mútua.
Frie­drich pressentiu imediatamente que, por detrás desse sorriso, havia
algo de irônico ou hostil e, no mesmo instante, lembrou-se daquilo que ainda
há pouco estivera inutilmente vasculhando na memória: o seu último encontro
com Erwin. Sim, lembrava­-se muito bem que, embora não tivessem discutido,
separara-se dele com surda irritação, porquanto lhe parecia que Erwin não o
apoiava como devia, nessa época, nos ataques que vinha desencadeando contra
o pensamento místico e supersticioso. E também já se lembrava por que motivo
não voltara a pro­curar Erwin durante largo tempo. Era estranho como poderia
ter esquecido tudo isso! Na verdade, evitara o convívio do amigo unicamente
por causa dessa divergência, fato que ele sabia o tempo todo, muito embora
arranjasse sempre outros motivos para protelar uma nova visita a Erwin.

Eis que estavam agora frente a frente e parecia a Friedrich que a pequena
brecha de outrora se ampliara de um modo assustador. Em seu íntimo, sentia
que entre ele e Erwin faltava agora algo que sempre existira, aquela
atmosfera de sólida cooperação, de imediata compreensão e, até, de mútua
simpatia resultante de inclinações e propósitos comuns. Em vez disso,
Friedrich encontrou na sua frente uma expressão de estranheza, como se
através do próprio sorriso de Erwin pudesse espreitar para o vazio que havia
lá dentro. Cumpri­mentaram-se, falaram do tempo, que era feito de fulano e
cicrano, como iam de saúde... e Deus sabe como, a cada palavra proferida,
Friedrich via aumentar a sensação angus­tiante de incompreensão recíproca,
de estarem falando como dois desconhecidos perfeitamente alheados aos
problemas um do outro e não encontrarem um motivo que os conduzisse a uma
boa e agradável conversa. Erwin continuava com seu comedido sorriso afável,
que Friedrich já começava a odiar.

Numa pausa do penoso diálogo que se arrastava havia alguns minutos,
Friedrich viu na parede do tão conhecido gabinete de estudo de Erwin, uma
folhinha de papel presa por um alfinete. Essa imagem tocou-o fortemente,
despertando velhas lembranças: recordou que, durante os anos de estudante,
Erwin tinha o costume de conservar assim, diante dos olhos, uma sentença de
algum pensador ou os versos de algum poeta. Levantou-se e foi ler a folhinha
na parede.

Nela estava escrito, com a disciplinada caligrafia do co­lega, a seguinte
frase: "Nada está fora, nada está dentro. Pois o que está fora, está
dentro".

Friedrich empalideceu e manteve-se imóvel por instantes. Aí estava! Aí
estava o que ele tanto temia! Em outra época, talvez tolerasse aquilo,
talvez encarasse aquela frase com indul­gência, como uma inofensiva e, em
última análise, compreen­sível manifestação de sentimentalismo, digna de ser
estudada. Mas agora era diferente. Tinha a certeza de que aquelas pa­lavras
não tinham sido anotadas por causa de uma fugaz dis­posição poética nem por
um capricho que fizera Erwin retomar, após tantos anos, um hábito da
juventude. O que ali estava escrito, naquela parede, era uma confissão do
que ocupava atualmente o espírito do amigo: era uma prova de misticismo.
Erwin era mais um renegado.

A passos lentos, dirigiu-se ao amigo, cujo sorriso resplan­decia de novo.

- Explica-me aquilo - intimou Friedrich.

- Não conhecias essa sentença? indagou Erwin, ama­velmente, erguendo a
cabeça.

- Sim, claro que conheço! ~ uma sentença mística, puro gnosticismo! Talvez
tenha alguma poesia, não discuto. Mas o que eu desejo que me expliques é por
que a tens pendurada na parede.

- Com todo o prazer - replicou Erwin. - Essa sentença é uma espécie de
introdução à nova epistemologia, a cujo estudo me dedico atualmente e à qual
devo algumas felizes realizações.

Friedrich mal podia esconder seu desgosto.

- Dizes que é então uma nova ciência do conhecimento? E acaso isso existe?
Que nome tem?

- Oh, na verdade, só é nova para mim. De um ponto de vista histórico, é uma
ciência bem antiga e respeitável, em­bora a conhecessem sob outro nome:
Magia.

A negregada palavra! Eis que ela fora pronunciada! Friedrich, profundamente
surpreendido, quase assustado, diante de uma confissão tão clara, via-se
frente a frente com seu inimigo supremo, na pessoa do amigo. Sentiu arrepios
e permaneceu calado. Não sabia se estava mais próximo da cólera ou se da
compaixão e das lágrimas. De qualquer modo, foi assaltado por uma terrível
sensação de perda irremediável. A amargura não o deixava encontrar palavras.
Depois, com uma ironia for­çada na voz, indagou:

- Abandonaste, então, a carreira de cientista para te tor­nares um... um
feiticeiro, é isso?

- Exatamente - retorquiu Erwin sem hesitai..

- Aprendiz de feiticeiro, eh?

- Correto.

Friedrich calou-se de novo, literalmente perplexo. Ouvia-se o tique-taque de
um relógio no quarto vizinho, tal o silêncio que reinava no gabinete.

- Sabes que, com isso, deixaste de ter qualquer coisa em comum com a
Ciência, que essa tua epistemologia não tem nenhuma relação com a verdadeira
teoria do conhecimento, enfim, que nenhuma seriedade pode haver num estudo
que se baseia em falsas premissas? E também deves saber, sem dúvida, que não
pode haver qualquer relação entre nós dois?

- Eu esperava que sim - respondeu Erwin. - Mas se co­locas as coisas nesse
plano... que posso eu fazer?

- O que podes fazer? - interrompeu Friedrich, quase gri­tando. - Não sabes o
que podes fazer? Acabar com essa brincadeira de mau gosto, com essa triste
crença em artes sobrenaturais, indigna de um homem de saber! Romper
com­pletamente e para sempre com tudo isso! É tudo o que te resta a fazer,
se acaso queres conservar a minha amizade e o meu respeito.

Erwin sorria, embora já não parecesse tão jovial quanto antes.

- Falas assim - disse ele em tom baixo, de maneira que a voz irritada de
Friedrich ainda parecia ressoar no gabinete - falas assim como se tudo
dependesse da minha vontade, como se estivesse em meu arbítrio escolher um
ou outro rumo, Friedrich. Mas não e assim. Não me compete optar. Não fui eu
que escolhi a magia. Foi ela que me escolheu. Friedrich soltou um profundo
suspiro.

- Então passa bem. - E levantou-se, sem estender a mão ao amigo.

- Assim não! - exclamou Erwin, agora mais agitado. - Não, assim não quero
que me deixes. Imagina que um de nós estivesse moribundo. Seria assim...
seria desta maneira que nos despediríamos?

- Qual de nós, Erwin, é o moribundo?

- Creio ser eu, Friedrich. Quem quer renascer deve estar disposto a morrer
primeiro.

Friedrich acercou-se novamente da folhinha na parede e releu a sentença
sobre o que está dentro e fora.

- Bom - disse ele, por fim. - Tens razão, nada adianta separarmo-nos
zangados. Seja como tu dizes e vamos supor que um de nós está moribundo. Eu
também poderia ser o moribundo. Porém, antes de partir, quero fazer-te um
pedido.

- Isso me agrada ouvir - disse Erwin. - Que poderei fazer por ti, como
despedida?

- Vou repetir a minha pergunta inicial, que foi ao mesmo tempo uma
intimação: explica-me essa sentença e trata de fazê­-lo o melhor que
possas - disse Friedrich, apontando para a folhinha.

Erwin refletiu por momentos e disse:

- Nada está fora, nada está dentro. O significado teoló­gico tu o conheces
tão bem quanto eu. Deus está em toda a parte. Ele está nos espíritos e na
natureza. Tudo é divino porque Deus está em tudo e para Ele não existe fora
nem dentro. Está identificado com todas as coisas. A isso chama­vam outrora
Panteísmo. Vamos agora ao conceito filosófico: a separação de dentro e fora
é um hábito mental mas não é forçosamente necessária. Existe para o nosso
espírito a possi­bilidade de transcender as fronteiras que lhe foram
traçadas e atingir o Além. E é para além dos limites do nosso mundo e da sua
estrutura de pares opostos e antagônicos, como o Bem e o Mal, o Belo e o
Feio e tantos outros, que se abrem novos e diversos conhecimentos. Ah, meu
caro amigo, devo te confessar: desde que se operou essa mudança em meu
pen­samento, nunca mais houve para mim palavras e frases, enun­ciados e
sentenças de um só sentido, senão que cada palavra, cada frase, passou a
revestir-se de dezenas, centenas de signi­ficados. E é nesse ponto que
começa aquilo que tu mais temes e detestas: a Magia.

Friedrich franziu o cenho e quis interrompê-lo mas Erwin olhou-o,
tranquilizador, e prosseguiu:

- Permiti-me que te dê um exemplo. Leva daqui uma coisa que me pertence,
algum objeto e, de vez em quando, observa-o. Verificarás que, ao
contemplá-lo, o objeto em si, com suas características próprias e limitadas,
suscitará no teu Intimo muitos outros significados, por exemplo, a nossa
antiga amizade, este encontro e uma infinidade de outros pensamentos que
nada têm a ver com esse insignificante objeto.

Erwin olhou ao seu redor, levantou-se e retirou de uma prateleira uma
estatueta de porcelana vidrada, entregando-a a Friedrich. E então disse:

- Aceita isto como presente de despedida. Quando este objeto, que ora
entrego em tuas mãos, estiver dentro e fora de ti, volta a visitar-me.
Porém, se continuar sempre fora de ti, como está agora, isso significará que
a nossa despedida de hoje foi para sempre!

Friedrich ainda tentou dizer alguma coisa mas Erwin já lhe estendia a mão,
apertando-a e dizendo "adeus" com uma expressão que não dava lugar a mais
palavras.

Friedrich desceu a escada (há quanto tempo subira ele aquela escada?),
caminhou vagarosamente rumo a casa, a pe­quena estatueta apertada na mão,
perplexo e, muito no seu íntimo, desolado. Parou diante da porta, sacudiu
por instantes o punho onde se encontrava a estatueta e, irritado, sentiu
von­tade de espatifar no chão aquela coisa ridícula. Não o fez e, mordendo
os lábios, entrou em casa. Nunca se sentira tão con­turbado, tão atormentado
por sentimentos contraditórios.

Procurou um lugar onde pôr a estatueta do amigo e co­locou-a na última
prateleira de uma estante de livros. Ali ficaria por enquanto.

Durante o dia, Friedrich olhava uma vez ou outra para a estatueta, meditando
sobre sua procedência e sobre o signifi­cado que tão inofensivo objeto
poderia ter em sua vida. Era uma pequena imagem humana, de um deus ou ídolo
antigo, não muito humana, de fato, pois tinha dois rostos, como o deus
romano Janus, Era de porcelana grosseira e muito mal-acabada. O seu vidrado
tinha rachado, talvez por excesso de calor. Certamente não era um trabalho
saído das mãos dos artífices gregos ou romanos. Mais parecia ter sido
moldada por algum povo primitivo da África ou das ilhas do Pacífico. Sobre
as duas faces, que eram réplica uma da outra, esboçava-se um sorriso
apático, inerte e descorado: era até chocante como o pequeno duende podia
desperdiçar seu tempo com um sorriso tão tolo.

Friedrich não conseguia habituar-se àquela imagem. Era-lhe inteiramente
repugnante, desagradável, embaraçava-o, in­comodava-o. Tirou-a da estante e
colocou-a sobre a estufa. Dias depois, retirou-a da estufa e levou-a para o
armário. Mas a estatueta de duas caras constantemente lhe surgia diante dos
olhos, sorrindo-lhe fria e estupidamente, impunha-se-lhe à vista, exigia
atenção. Duas ou três semanas depois, Friedrich retirou-a de seu gabinete e
colocou-a na ante-sala, entre algumas fotos da Itália e diversas recordações
que de lá trouxera, mas tão insignificantes que ninguém olhava para elas.
Agora, pelo menos, Friedrich só veria o ídolo primitivo nos momentos em que
saía ou entrava em casa, passando rapidamente por ele e sem sequer o olhar
de perto. Mas a verdade é que, mesmo sem querer admiti-lo, a estatueta
também ali o incomodava.

Como esse mostrengo de duas caras, esse pedaço de barro mal-acabado, tinha
penetrado em sua vida e o atormentava!

Meses depois, Friedrich regressou de uma curta viagem - de vez em quando,
empreendia essas excursões como se algo o impelisse a fazê-lo, movido por
uma súbita intranqüilidade entrou em casa, passou pela ante-sala, foi
saudado pela sua governanta e leu a correspondência que o aguardava. Estava,
porém, inquieto e distraído, como se tivesse esquecido algo importante;
nenhum livro lhe apetecia ler, em nenhuma cadeira se sentia confortável.
Decidiu examinar seus próprios sentimentos: o que lhe estava acontecendo, de
repente? Teria esquecido alguma coisa importante? Sofrera algum
contra­tempo? Comera algo prejudicial? Tentava lembrar-se. Refle­tia e
procurava concluir se essa incômoda sensação o acometera antes de entrar em
casa, ou depois, na ante-sala, ou... Teve um brusco sobressalto e correu
para a ante-sala, procurando instintivamente com o olhar a estatueta de
porcelana.

Uma estranha sensação lhe percorreu o corpo quando não viu em seu lugar o
ídolo de duas caras. Como poderia ter desaparecido? Teria fugido em suas
pequenas pernas de barro? Voado? Algum estranho feitiço o chamara para as
longínquas paragens donde viera?

Friedrich reagiu, sacudindo a cabeça e repreendendo-se, sorridente, pelo
despropósito de sua angústia. Deveria, em pri­meiro lugar, descobrir a
estatueta em algum outro ponto, pro­curando-a calmamente na casa. Talvez,
distraído, a tivesse mudado de lugar. Depois, não a encontrando, chamou a
gover­nanta. Embaraçada, confessou que aquela estatueta lhe escor­regara das
mãos, quando arrumava a ante-sala.

- E onde está?

- Não existe mais. Tive-a várias vezes na mão, parecia-me uma coisa tão
forte e resistente. Mas ao cair desfez-se em mil pedaços. Ficou
irrecuperável, doutor. Joguei-a no lixo.

Friedrich mandou a governanta retirar-se. Sorriu. Não ficara contrariado.
Por Deus, que não sentia pena alguma pela perda do feio manipanso. Estava
livre dele. Agora teria sos­sego. Era o que deveria ter feito logo no
primeiro dia: espa­tifado aquela coisa em mil pedaços! Agora se apercebia do
que sofrera todo esse tempo! Como o ídolo lhe sorria com sua dupla cara
indolente, maliciosa, velhaca, diabólica! Já que a estatueta não mais
existia, podia confessar: sim, ele temia, sinceramente temia aquele pedaço
de barro cozido. Não era, afinal, um símbolo de tudo o que para Friedrich
era hostil e insuportável, tudo o que ele tinha na conta de pernicioso,
degradante e a ser implacavelmente combatido superstição, obscurantismo,
forças inimigas da clareza de consciência e de espírito? Não representava
aquela brutal força telúrica, aquele distante terremoto que ameaçava, por
vezes, destruir a verda­deira cultura sob um caos de trevas? Aquela mísera
imagem não lhe roubara o seu melhor amigo - não só o roubara como o
convertera em adversário? Bom, a coisa tinha desaparecido. Quebrada. Morta.
Era bom assim, muito melhor do que se ele próprio a tivesse quebrado.

Friedrich continuou dedicado a seus estudos e tarefas.

Mas parecia uma maldição. Agora, quando já se habituara mais ou menos à
presença da ridícula estatueta e a vê-la no seu lugar da ante-sala; quando,
com o decorrer do tempo, já se lhe tornara familiar e indiferente...
começava a sentir sua falta! Sim, sentia falta dela. Toda a vez que passava
pela ante-sala e via o lugar vazio que a estatueta costumava ocupar, uma
estranha angústia se apossava de Friedrich. O vazio ampliava-se em toda a
ante-sala, penetrava no seu gabinete de estudo, nos quartos, um vazio
estranho e cruel por toda a casa, como a súbita ausência fria de um parente
muito querido.

Dias horríveis e piores noites vieram torturar Friedrich. A falta do ídolo
de duas caras obcecava-o e dominava seus pen­samentos. Já não era apenas
quando passava pela ante-sala e via o lugar vazio, oh não, Fiedrich
sentia-se impelido a pensar nele a qualquer momento, desalojando de seu
espírito tudo o mais. Era como se a própria estatueta tivesse fisicamente se
instalado em sua mente e, de modo implacável, fosse roendo, devorando. tudo
o mais que lá dentro encontrara, gerando em seu íntimo um vazio semelhante
ao que criara no resto da casa.

Como se quisesse convencer-se do absurdo que era lamen­tar a perda do
insignificante objeto, recordava-o mentalmente em todos os seus pormenores.
Revia-o em toda sua tosca feal­dade, com seu sorriso velhaco e... sim,
chegava mesmo a tentar, com a boca torcida, imitar aquele sorriso!
Assediava-o a pergunta: as duas caras seriam realmente iguais? Uma delas,
talvez a causa de uma pequena rachadura no vidrado, não teria uma expressão
ligeiramente diferente da outra? Uma expressão algo interrogativa? Como o
sorriso da Esfinge? Ah, e como era pavorosa a cor da pintura! Era verde...
não, tam­bém tinha azul. Ou era cinza? Tinha a certeza de que tam­bém havia
um pouco de vermelho. Era um vidrado que Frie­drich encontrava agora em
muitos outros objetos: via-o no faiscar de um raio de sol, batendo na
vidraça de uma janela, nos reflexos da chuva que batia nas pedras da
calçada...

Sobre o vidrado da estatueta também pensara muito du­rante a noite. Dava-se
conta de que "vidrado" era uma palavra esquisita, desagradável, falsa,
petulante. Analisava-a, decom­punha-a com raiva, soletrava-a furioso. Só o
diabo saberia dizer a que soava, de fato, essa palavra ruim, cheia de duplos
sentidos. Finalmente, lembrou-se de ter lido há muitos anos, durante uma
viagem, um livro que simultaneamente o espan­tara, torturara e, de modo
secreto o fascinara. Chamava-se A Princesa Vidrada. Era uma verdadeira
maldição! Tudo o que se relacionava com a estatueta - a cor, o vidrado, o
sor­riso - significava hostilidade, veneno, feitiço. A Princesa tam­bém fora
transformada por um inimigo que escondera sua maldade sob o artifício de um
sorriso. E recordou então o estranho sorriso do seu ex-amigo Erwin, quando
lhe entregou a estatueta! Tão estranho, tão veladamente hostil.

Friedrich lutava corajosa e virilmente contra essa obsessão que lhe
torturava o espírito e não se pode dizer que era mal sucedido em sua
batalha. Pressentia nitidamente o perigo e não queria enlouquecer. Preferia
mil vezes morrer. A luci­dez mental era imprescindível, a vida não. E
admitiu que talvez isso fosse o resultado de uma obra de magia, que Erwin,
com a ajuda dessa estatueta, o tivesse enfeitiçado de algum modo - fazendo
com que ele, o defensor implacável da inte­ligência esclarecida e da
ciência, caísse em poder dessas forças ocultas. Mas... se isso fosse
verdade, se ele era capaz de admitir essa possibilidade... então existia,
sim, então a magia era uma realidade! Não, era preferível morrer a admitir
seme­lhante coisa!

Um médico receitou-lhe passeios e abluções. À noite, procurou algumas vezes
distrair-se nas tavernas movimentadas. Mas pouco adiantava. Amaldiçoou Erwin
e amaldiçoou-se a si próprio.

Certa noite, estava ele deitado em sua cama e, como ocorria com freqüência
nessa época, desperto antes do tempo, sem conseguir conciliar de novo o
sono. Sentia-se indisposto e assustado. Perdera a antiga confiança nos
poderes absolutos de sua inteligência. Queria raciocinar, procurar conforto
em algu­mas frases lúcidas, tranqüilizantes, algo como "dois e dois são
quatro". Mas nada lhe acudia à mente, ficava balbuciando frases indistintas
e confusas, articulando palavras sem sentido exato. Por vezes, seus lábios
moviam-se instintivamente para proferir aquela frase que vira escrita
algures, que já tivera diante dos olhos, não sabia bem onde. E balbuciava-a
entre dentes, como se quisesse narcotizar-se, como se tentasse voltar do
caminho estreito à beira de um abismo insondável para as delícias do sono
perdido.

De súbito, ao falar mais alto, as palavras apenas balbu­ciadas penetraram,
de chofre, em seu consciente. Friedrich as conhecia agora. Ouvira-as
nitidamente. Sua própria voz cla­mava: "Sim, agora estás dentro de mim!"
Compreendeu ime­diatamente o que isso significava. Sabia que essas palavras
se referiam à estatueta de porcelana e que, nessa hora da noite, com um
rigor implacável, a profecia de Erwin estava se cum­prindo: aquela figura
grotesca que ele tivera em suas mãos e olhara com desprezo, já não estava
mais fora dele, estava den­tro! "Pois o que está fora, está dentro."

Levantou-se de um salto, como se gelo e fogo percorressem seu corpo a um só
tempo. O mundo girava vertiginosamente à sua volta. Friedrich vestiu-se às
pressas, saiu de casa e correu, envolto pela noite da cidade adormecida, à
casa de Erwin. Viu luz acesa no conhecido gabinete de estudos do velho
amigo. O portão estava aberto. Tudo parecia indicar que era esperado.
Trêmulo, empurrou a porta do gabinete de Erwin e apoiou-se, quase
desfalecido, na escrivaninha. Com o rosto iluminado pela suave luz do
abajur, Erwin sorria. Le­vantou-se de sua poltrona e, afavelmente, disse:

- Então vieste. Sim, foi bom que viesses.

- Tu... estavas à minha espera? - murmurou Friedrich.

- Espero-te, como sabes, desde o instante em que saíste de minha casa,
levando o meu pequeno presente. Aconteceu, por acaso, aquilo que te disse
aquela vez?

- Aconteceu - sussurrou Friedrich. - O teu ídolo está agora dentro de mim.
Não o suporto mais.

- Posso ajudar-te? - indagou Erwin.

- Não sei, não sei. Faz o que quiseres. Fala-me de tua ma­gia. Explica-me
como o ídolo poderá sair novamente de mim.

Erwin colocou a mão no ombro do amigo. Levou-o até uma poltrona e convidou-o
a sentar-se. Depois, dirigiu-se cari­nhosamente a Friedrich, num tom quase
paternal.

- O ídolo sairá novamente de ti. Confia em mim. Confia sobretudo em ti
mesmo. Com ele aprendeste a crer. Agora terás de aprender a amá-lo. Sim, ele
está dentro de ti mas já sabes que não morreu. Por enquanto, tampouco é algo
com vida. Circula em ti como um espectro, um fantasma sem vida própria.
Acorda-o, fala com ele, indaga-o, insufla-lhe vida. Friedrich, ele é tu
mesmo! Não o odeies, não o temas, não o tortures... como tens torturado
aquele pobre ídolo que és tu! Meu pobre amigo, como te amarguraste a ti
próprio!

- É esse o caminho da magia? - perguntou Friedrich, afundado na poltrona, a
expressão envelhecida. Sua voz era suave.

- Esse é o caminho - respondeu Erwin. - E o passo mais difícil já deste.
Poderás negar a tua própria experiência? Que o fora pode tornar-se dentro?
Tens vivido além das fron­teiras dos pares opostos. Pareceu-te um inferno?
Pois acredita, amigo, que é o céu. ~ o céu que te espera. E que nome se
poderá dar, se não o de magia, a algo que troca o fora por dentro, não por
coação, não com sofrimento, como até agora aconteceu contigo, mas
livremente, por uma imposição da nossa própria vontade? Assim poderás
invocar o teu passado e o teu futuro, pois ambos se encontram dentro de ti.
Até hoje, Friedrich, tens sido escravo do teu íntimo. Aprende a ser o seu
senhor. Isso é magia!





















































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SUBJECT: Capacitores eletroliticos (Re: Doutor Luis Brudna)
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 12:50


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luis Brudna <luisbrudna@g...>
> Misturas etilenoglicol-agua-quelantes sao usadas na industria de
> capacitores eletroliticos de aluminio.

Cuidado pro Englert nao levar o Nobel e deixar vcs na mao...

O etilenoglicol faz o q pra aumentar a adsorcao do EDTA pela
superficie do eletrodo? Diminui a mobilidade dos solutos? Diminui a
solubilidade do EDTA? Promove adesao?

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Pastores evangélicos aplicam golpe em fiéis e em banco
FROM: "Rodrigo Marques" <rodmarq72@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 13:41


Você tem razão...desculpe...mas mesmo assim serve para criminologia
que também é uma ciência...
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Rodrigo Marques
> > http://br.news.yahoo.com/050330/25/sxv1.html
> > Pastores evangélicos aplicam golpe em fiéis e em banco
>
> Ta', mas o q. isso tem a ver com a lista?
>
> []s,
>
> Roberto Takata





SUBJECT: Re: Física não é ciencia...
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 13:41


Peterson, procure uma lista então de sociologia para discutir com
quem sabe discutir, voce só sabe dizer:

"Deixa o nobre colega Takata em paz... nem cientista social ele é"

"Calma Júnior :-) Se você se sente diminuído pelo seu conhecimento
ser menor do que o meu nesse campo (Ciências Sociais) realmente eu
não tenho culpa"

"Leia mais, Júnior... não é ruim. E não é feio ter bases para
conhecer as coisas, nem cita-las."

"O que percebo é uma nítida deficiência em seu conhecimento de
ciência, não apenas de um arcabouço técnico de alguma ciência
específica (até o momento não ficou claro qual sua especialidade),
mas especificamente de base - ou seja, os conceitos mais fundamentais
para qualquer discussão nesse sentido você ainda coloca (como bem
disse o Oráculo) na "eu acho que..." ou "eu acredito..."

Sinceramente, eu nãao vou ficar perdendo meu tempo com voce. Um
sociólogo bem preparado não diria as coisas que voce acabou de dizer.
Além do mais ninguém é obrigado a entender de sociologia; ainda mais
ser obrigado a discuti-las , mesmo depois de uma negativa .

JR



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Olá Júnior, colegas e amigos listeiros.
>
> A mensagem ficou um pouco longa, mas foi necessário para deixar
claro algumas concepções básicas que eu não havia antes percebido que
eram necessárias serem colocadas para o debate.
>
> >> Pois é, sua dependencia de autores externos
> >> e de tantos livros o impede de aplicar até
> >> mesmo uma base racional e criativa sobre
> >> suas opiniões que é por demasia condicionada
> >> por estes autores e pelo excessivo rigorismo
> >> nos textos dos livros. Mas cade a pratica?
>
> É ao contrário, Júnior. Para se conhecer uma ciência, se estuda
seus principais autores, desde os clássicos aos mais modernos -
principalmente no caso de se discutir sua cientificidade como é o que
está acontecendo aqui, porque aí realmente é necessário recorrer a
definições, e elas estão em algum "meio", seja dicionários, seja
livros específicos que alguém escreveu.
>
> É claro que eu tenho a minha opinião - e no caso ela concorda
justamente com os autores que estou citando, motivo pelo qual seguem
as referências. O que percebo é uma nítida deficiência em seu
conhecimento de ciência, não apenas de um arcabouço técnico de alguma
ciência específica (até o momento não ficou claro qual sua
especialidade), mas especificamente de base - ou seja, os conceitos
mais fundamentais para qualquer discussão nesse sentido você ainda
coloca (como bem disse o Oráculo) na "eu acho que..." ou "eu
acredito..." - ainda está na fase do puro "senso comum". Sem isso -
sem sequer base teórica para a discussão chega a carecer de sentido
você falar de prática, já que demonstra desconhecer a realidade do
mercado de trabalho tanto de uma área quanto de outra (a afirmação
que fez sobre Antropologia mensagens atrás foi lamentável).
>
>
> >> Voce se baseia só no que os outros dizem,
> >> cade a sua capacidade crítica sobre esses
> >> autores e livros?
>
> Novamente uma demonstração de desconhecimento, agora, do "Ethos" da
ciência, em um de seus imperativos institucionais que é o "comunismo"
(Merton). O caráter comunal da ciência reflete-se no reconhecimento
dos cientistas de que dependem de uma herança cultural. A observação
de Newton: "Se enxerguei mais longe foi porque estava sobre o ombro
de gigantes" exprime um pouco disso.
>
> Eu cito autores que concordam exatamente com as noções que eu tomo
de ciência - mas se quiser excluir essas referências do texto
original fique à vontade :-)
>
>
> >> O que voce tem feito aqui, é so tentar diminuir
> >> o debatedor com argumentos de que ele não
> >> sabe nada e que voce é um estudante de sociologia
> >> que entende de tudo. Isso é o bastante?
>
> Calma Júnior :-) Se você se sente diminuído pelo seu conhecimento
ser menor do que o meu nesse campo (Ciências Sociais) realmente eu
não tenho culpa. Aliás, só se isso significa os anos que passei nos
bancos da universidade, os estágios práticos e as horas como
pesquisador bolsista da CNPq/PIBIC. Tudo tem um preço :-)
>
> Agora você pode fazer o seguinte: você reclamou de eu citar os
autores que concordam com as noções que eu uso no debate contra suas
idéias. Tente ver da seguinte forma: ao invés de acreditar que *EU*
estou tentando diminuir *VOCÊ* ao debater, pense que talvez sejam
suas *idéias* que não estejam consoantes com os *autores* que eu cito
(grande parte deles do pensamento contemporâneo). A culpa é deles :-)
Mas fique à vontade para dialogar nesse sentido, através de mim.
>
> ======== ======== ========
> Agora - nessa segunda parte - vamos aos equívocos que você cometeu
ao defender que história é ciência:
>
> >> História da ciencia tb procura reproduzir
> >> as descobertas, teorias da ciencia ,
> >> experimentos de acordo com fontes e
> >> escritos deixados e que foram testados
> >> em autenticidade.
>
> Não entendi. Pelo que você escreveu "a história" da ciência procura
REPRODUZIR AS DESCOBERTAS?! As teorias? Tudinho novamente? Os
experimentos, etc.? Puxa... estou surpreso. Deve sair super caro
montar os laboratórios e as mesmas condições da época. Nunca tinha
ouvido falar. De onde você tirou isso?
>
>
> >> Portanto, é isso, história tem base científica,
> >> ela nao é simplesmente uma forma de
> >> conhecimento imune a refutações, seus
> >> pressupostos e hipóteses podem ser falseados
> >> e corrigidos nos decorrer das eras.
>
> Júnior, você está a confundir novamente conceitos-base! Confundir
empirismo e indutivismo com "ciência" é complicado. Não que a ciência
não possa conter essas duas características - mas elas sozinhas não
são ciência. Vou explicar. A análise de UM fato, como "João abriu a
porta no dia tal", por mais que seja provado, não é ciência. Não
adianta você dizer: "Ah, mas eu recolhi provas documentais, filmei,
peguei testemunhas de que ele abriu a porta".
>
> Usar um termo popperiano (falseado) para tentar dar "autenticidade"
ao seu argumento fica ainda pior. Mostra que seu desprezo pela
leitura das fontes básicas (na tentativa de ser original, como pediu
a mim) não lhe permite sequer entender os conceitos que tenta usar.
>
> Quando Popper falou em falseabilidade ele não disse que era
apenas "provar alguma coisa". Ele estava falando de TEORIAS, e deu as
características que essas teorias tinham que ter para serem
consideradas científicas. Em sua Décima-oitava tese ele diz: "Dessa
forma, a lógica dedutiva torna-se a teoria da crítica racional (...)
uma teoria ou sistema dedutivo é uma tentativa de explicação e,
conseqüentemente, uma tentativa de solução de um problema
científico".
>
> Agora a parte mais interessante: "Não existe nenhuma ciência
puramente observacional, existem somente ciências nas quais
teorizamos". A lógica dedutiva, generalista, é a consequência do
método NOMOTÉTICO, algo que já falei por várias vezes aqui - em
oposição ao método IDEOGRÁFICO utilizado pela História. No caso não
faz sentido algum falar sobre "falseabilidade" em um campo que não
faz PREVISÕES sobre aspectos definidos da realidade através da busca
das REGULARIDADES, "leis gerais" ou UNIFORMIDADES, tal como se
define.
>
> Falar sobre a "falseabilidade popperiana da afirmação que Pedro
Álvares Cabral descobriu o Brasil" - um fato singular - deve fazer o
velho Popper se revirar no caixão...
>
>
> >> A ciencia histórica é a base pra muitas
> >> das ciencias sociais de nossa era, a
> >> propria sociologia é filha da história.
>
> A História é certamente fundamental para as ciências sociais -
*dependendo* do enfoque que procuramos analisar. Seria interessante
você saber que existem recortes SINCRÔNICOS e DIACRÔNICOS pelos quais
se pode analisar fatos sociais e antropológicos. As análises
diacrônicas levam em conta o fator de evolução temporal de uma
sociedade ou cultura (aqui temos análises histórias, etnográficas -
ideográficas no geral). No entanto, nas análises sincrônicas esse
fator é completamente dispensado. Temos aqui a antropologia e boa
parte da sociologia estruturalista, bem como a etnologia.
>
> Isso nada tem a ver, por outro lado, que "história é ciência" -
muito pelo contrário, se fosse não seria preciso outras ciências para
compreender as estruturas, funções e verificar regularidades que
ocorrem, em diversificadas categorias. Lembrando - algo
importantíssimo a se considerar - que tais regularidades e
generalizações normalmente ocorrem já num nível diacrônico (a-
histórico)!
>
> Por fim, dizer que a sociologia é "filha da história" faz tanto
sentido quanto dizer que a Química é "filha da alquimia", a
Astronomia da Astrologia, a Física da Metafísica ou semelhantes.
>
> Leia mais, Júnior... não é ruim. E não é feio ter bases para
conhecer as coisas, nem cita-las.
>
> Um abraço.
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: [ciencialist] Capacitores eletroliticos (Re: Doutor Luis Brudna)
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2005 15:18

OK. Muito interessante. Muito importante.

Parabéns!

[ ]s

Alvaro Augusto de Almeida
alvaro@lunabay.com.br

----- Original Message -----
From: "Luis Brudna" <luisbrudna@gmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, March 30, 2005 11:46 AM
Subject: [ciencialist] Capacitores eletroliticos (Re: Doutor Luis Brudna)



Misturas etilenoglicol-agua-quelantes sao usadas na industria de
capacitores eletroliticos de aluminio.

Nao existia um estudo cientifico sobre as interacoes desse grupo de
substancias. Existem patentes que demonstram a utilidade dos agentes
quelantes, mas era necessario ter um estudo do 'pq realmente
funciona?!'

Resumo de um artigo publicado por nos


Corrosion behavior of aluminium in ethyleneglycol–water electrolytes
containing EDTA

L.R.B. Holzle, D.S. Azambuja, C.M.S. Piatnicki and G.E. Englert

Abstract
The role of EDTA on the behavior of Al in ethyleneglycol–water media
has been investigated through electrochemical and atomic force
microscopy measurements. It has been found that, at open circuit
potential (OCP), as compared to an aqueous solution of the same pH,
the adsorption of EDTA on the surface of the Al electrode is favored
in ethyleneglycol rich mixtures. In these solutions, the defects of
the aluminium oxide film are repaired due to the adsorption of the
ligand, giving rise to a more protective layer. Moreover, as compared
to the oxide film grown in the absence of EDTA, the one grown in its
presence shows greater uniformity and lesser porosity, remaining
stable for longer immersion periods.

Keywords: Corrosion test; Oxides; Atomic force microscopy; Adsorption


Ateh
Luis Brudna




On Wed, 30 Mar 2005 10:47:21 -0300, "Alvaro Augusto (E)"
<alvaro@electraenergy.com.br> wrote:
>
> Prezado Brudna,
>
> Fico feliz por sua conquista. Foi muito difícil? A banca tirou sangue ou
> só
> bateu de leve?
>
> Perguntinha de engenheiro chato: quais são as aplicações práticas da
> adição
> de agentes quelantes em misturas etilenoglicol-água? O alumínio faz parte
> do
> agente quelante?
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: recordar é salutar... FQ
FROM: "Sergio M. M. Taborda" <sergiotaborda@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 16:09

E m i l i a n o C h e m e l l o wrote:

> Olá Hélio,
>
> E os mésons?

No nucleo não existem neutrões nem protões, nem mesons. Existem quarks.
Os quarks compoem os mesons, neutrões e protões, mas eles não ficam nesa
forma todo o tempo.
O que eu quero dizer é que o nucloe é uma sopa de quarks. Do ponto de
vista de de fora do nucleo
podemos computar os quarks como proteos e neutrões por questões como a
carga resultante, etc...
Mas se estivessemos dentro do nucleo não veriamos protoes e neutrões,
apenas quarks ( ou apenas as particulas dentro dos quarks, se eles forem
compostos)
Apenas quando o nucleo fica dora do atomo , e vira instável e decai, e a
sopa de quarks é obrigada a dividir-se é que os quarks que agrupam em
formas mais simples (principio da energia minima / entropia maxima) ai
sim, eles forma neutrões e protões e mesões , mas não antes. Aliás ,
para explicar os mesões é preciso pensar que os quarks podem nascer de
outros quarks . Ou seja, o total de juntar vários quarks não é a soma
das partes. Da mesma forma, a divisão não é mera separação das partes.

As particulas primitivas tem capaciades estranhas de forma outras
particulas. Por exemplo, dois electrões, forma um bosão especial chamado
par de Copper. Esta particula tem caracteristicas especiais que levam à
supercondutividade. O interessante é que essa particula não existe
livremente, apenas dentro de estrututras moleculares. (ou seja, não ha
supercondutivdade no vácuo).
Isto tem a haver com a ideia de poço de potencial. E que nem sempre
separado é menos energético que junto. Parece que as propriedades mais
interessantes da natureza acontecme quanto estamos perante bosões . A
luz e a supercondutivade devem-se ambas a bosões.

O importante desta historia é lembrar que não existem neutrões e protões
, mas apenas uma sopa de quarks Os protões e neutrões só se diferenciam
quando o nucleo decai.
Comparem com o protão que decai em electrão , neutrino e fotão. Estas
três particulas não existem dentro do protão (que é formado por quarks)
. Da mesma forma , no nucleo não existem neutrões e protões.
O total não é a soma das partes.


SUBJECT: Re: Fw: minha feira d ciencias
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 17:12


Varias ideias:

- evolucao da representacao pictorica ao longo do tempo historico;
- desenho geometrico;
- a revolucao da representacao em perspectiva;
- importancia da ilustracao cientifica;
- desenho tecnico industrial;
- ilusoes de optica;
- validade ou nao dos testes psicotecnicos;
- evolucao da representacao pictorica ao longo de desenvolvimento de
um individuo...

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> -----Mensagem Original-----
> De: Taíse
> Oi professor tem uma feira d ciencias(todas as materias) no meu
> colegio e peguei a materia d desenho! Odiei mas foi a q sobrou.
> Estudo na 8a série e nao sei o q apresentar por favor m de 1 ideia






SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: minha feira d ciencias
FROM: Lÿfffffacia Valois Leite <lvaloisleite@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 18:56

OI Taís. Você poderia montar um protótipo de DNA para mostrar como se forma um ser transgênico e um ser clonado.

bjos,
Lúcia



Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
Help para Taíse.
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Taíse
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:46
Assunto: minha feira d ciencias


taise 8a serie




Oi professor tem uma feira d ciencias(todas as materias) no meu colegio e peguei a materia d desenho! Odiei mas foi a q sobrou.
Estudo na 8a série e nao sei o q apresentar por favor m de 1 ideia


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Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.3 - Release Date: 25/03/2005


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Lucia Valois Leite


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: minha feira d ciencias
FROM: Lÿfffffacia Valois Leite <lvaloisleite@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 18:56

OI Taís. Você poderia montar um protótipo de DNA para mostrar como se forma um ser transgênico e um ser clonado.

bjos,
Lúcia



Luiz Ferraz Netto <leobarretos@uol.com.br> wrote:
Help para Taíse.
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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De: Taíse
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:46
Assunto: minha feira d ciencias


taise 8a serie




Oi professor tem uma feira d ciencias(todas as materias) no meu colegio e peguei a materia d desenho! Odiei mas foi a q sobrou.
Estudo na 8a série e nao sei o q apresentar por favor m de 1 ideia


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SUBJECT: FW: MARS FOTOS: Wasser und Vegetation??
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 30/03/2005 21:43

( O texto diz que estas são fotos inesperadas de Marte. Concordo. Mais
alguém há de gostar. )

>From: GRAVIFLIGHT`s Newsletter <anmeldung@graviflight.de>
>Reply-To: anmeldung@graviflight.de
>To: Newsletter Abonnent <avalanchedrive@hotmail.com>
>Subject: MARS FOTOS: Wasser und Vegetation??
>Date: Wed, 30 Mar 2005 06:50:02 +0200 (CEST)
>
>***************************************************
>Unglaubliche Fotos vom Mars:
>
>http://www.msss.com/moc_gallery/r10_r15/full_gif_non_map/R12/R1201056.gif
>
>http://www.esa.int/export/mex_mm/images/17_LAN_1.jpg
>
>http://www.msss.com/moc_gallery/ab1_m04/nonmaps/AB107707.gif
>
>http://www.msss.com/moc_gallery/m07_m12/nonmaps/M11/M1103072.gif
>
>http://www.msss.com/moc_gallery/e07_e12/full_gif_non_map/E07/E0701717.gif
>
>http://www.msss.com/moc_gallery/e07_e12/full_gif_non_map/E10/E1001841.gif
>
>http://esamultimedia.esa.int/images/marsexpress/032-060404-0097-6-co-02-VallesMarineris.jpg
>
>Die Dateien sind gross und brauchen lange Zeiten zum Herunterladen.
>
>
>Mit freundlichen Grüssen,
>
>Ihr GRAVIFLIGHT
>"Exotische Experimente Selbermachen"
>http://www.graviflight.de
>
>PS: Sie bekommen diesen Newsletter weil Sie sich dafür eingetragen haben
>oder
>den EPES-Zugang bestellt haben.
>******************************************************




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Especificação de células tronco p/ Takata
FROM: "Geraldo M. Barcelos" <gemaba@veloxmail.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 30/03/2005 22:21

Olá Takata !!! Gemaba2, ok

[Takata]
Isso seria um outro curso - de Biologia do Desenvolvimento.

[gemaba1]
Quem está na chuva é pra se molhar...

[Takata1]
Aih eu teria q. cobrar. Preparar aulas nao eh facil. Toma tempo e
recursos.

[gemaba2]
Não estou falando de aulas formais mais de bate papos e poderia se
criar cursos virtuais também, não seria interessante?

[gemaba1]
Pensei que cê tinha disistido mas se quizer posso recuperar o E-
mail, do mlivro que cê me indicou cê lembra?

[Takata1]
Indique a ultima mensagem q. vc enviou sobre isso.

[gemaba2]
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/42447

[gemaba1]
Insisto na pergunta que te fiz uma vez, fale-me da relação entre
ribossomo e célula tronco, desde a fecundação dos gametas feminino
e masculino no caso, por exemplo, de humanos.

[Takata1]
Eu jah disse: ribossomos sao estruturas das celulas q. participam da
sintese de proteinas - vc encontrara' o modo de funcionamento dos
ribossomos no livro online. Eles estao em praticamente todas as
celulas - celulas-tronco ou nao - jah q. quase todas as celulas
sintetizam proteinas.

[gemaba2]
Vou verfificar.

[gemaba1]
que existem, não diria leis, diria tendencias de acontecimentos bem
definidos, no caso, da duplicação de uma célula tronco, por

[Takata1]
Sim, tendencias com certeza ha'.

[gemnaba2]
Melhor assim.

[gemaba1]
falar de um conjunto de regras que determina o desenvolvimento de
uma célula tronco qualquer, que

[Takata1]
Isso seria algoritmo em outras palavras...

[gemaba2]
Mas aí caimos na sua afirmação que não existe lógico no ADN?

[gemaba1]
"Porém, em todos esses experimentos tem ocorrido um fenômeno que
chama a atenção sobremodo: o aparecimento de tumores que evoluem
rapidamente com a multiplicação das células, sem controle."
Gostaria de considerações suas a essa questão e porque cê não entra

[Takata1]
Desconheco. Nao acompanho o tema de perto, mas nao ouvi nada sobre
isso.

[gemaba2]
Então resta-me pedir ao José Renato que dê as fontes...

[gemaba1]
Quais mudanças fecham os caminhos para que as células percam o
potencial de se especificar em qualquer célula do organismo?

[Takata1]
Varia de celula para celula. Mas pode ser o estabelecimento de um
padrao de ativacao/inativacao de genes q. nao pode mais ser mudado
(facilmente): as proteinas reguladoras estao ligados 'as regioes de
controle dos genes e somente uma conjuncao de fatores modificaria
esse padrao; ocorre tb o acrescimo de grupos metil nos genes q. os
tornam ativos ou inativos.

[gemaba2]
Em outras palavras você quer dizer que quando uma célula tronco começa a
se dividir acontecem alterações nos gens? O que significa as proteinas
estarem ligadas
a regiões de controle dos genes?

[]s,
Roberto Takata

Saudações !!!
gemaba
www.gemaba.cjb.net



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Pastores evangélicos aplicam golpe em fiéis e em banco
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2005 09:11

De: "Rodrigo Marques" escreve:

### Você tem razão...desculpe...mas mesmo assim serve para criminologia
que também é uma ciência... ###

Criminologia é Ciência?! Esse ramo 'científico' pode prever quando será o próximo crime? Que arma será usada?

Caramba ... preciso abrir essa cadeira na Faculdade local :-)))

aquele abraço,
Léo



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: recordar é salutar... FQ
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2005 09:15

Taborda,

Isso é como dizer que não existem palavras, mas somente letras.
Evidentemente que as entidades fundamentais do núcleo atômico são os quarks,
da mesma forma que as letras são as constituintes das palavras. Gostei dessa
idéia. Parece-me coerente. Contudo, gostaria de saber se a comunidade
científica faz essa observação quando se refere aos prótons, neutrons,
mésons e outras partículas nucleares (em outras palavras, quero
referências!)

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Sergio M. M. Taborda
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, March 30, 2005 4:09 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: recordar é salutar... FQ


E m i l i a n o C h e m e l l o wrote:

> Olá Hélio,
>
> E os mésons?

No nucleo não existem neutrões nem protões, nem mesons. Existem quarks.
Os quarks compoem os mesons, neutrões e protões, mas eles não ficam nesa
forma todo o tempo.
O que eu quero dizer é que o nucloe é uma sopa de quarks. Do ponto de
vista de de fora do nucleo
podemos computar os quarks como proteos e neutrões por questões como a
carga resultante, etc...
Mas se estivessemos dentro do nucleo não veriamos protoes e neutrões,
apenas quarks ( ou apenas as particulas dentro dos quarks, se eles forem
compostos)
Apenas quando o nucleo fica dora do atomo , e vira instável e decai, e a
sopa de quarks é obrigada a dividir-se é que os quarks que agrupam em
formas mais simples (principio da energia minima / entropia maxima) ai
sim, eles forma neutrões e protões e mesões , mas não antes. Aliás ,
para explicar os mesões é preciso pensar que os quarks podem nascer de
outros quarks . Ou seja, o total de juntar vários quarks não é a soma
das partes. Da mesma forma, a divisão não é mera separação das partes.

As particulas primitivas tem capaciades estranhas de forma outras
particulas. Por exemplo, dois electrões, forma um bosão especial chamado
par de Copper. Esta particula tem caracteristicas especiais que levam à
supercondutividade. O interessante é que essa particula não existe
livremente, apenas dentro de estrututras moleculares. (ou seja, não ha
supercondutivdade no vácuo).
Isto tem a haver com a ideia de poço de potencial. E que nem sempre
separado é menos energético que junto. Parece que as propriedades mais
interessantes da natureza acontecme quanto estamos perante bosões . A
luz e a supercondutivade devem-se ambas a bosões.

O importante desta historia é lembrar que não existem neutrões e protões
, mas apenas uma sopa de quarks Os protões e neutrões só se diferenciam
quando o nucleo decai.
Comparem com o protão que decai em electrão , neutrino e fotão. Estas
três particulas não existem dentro do protão (que é formado por quarks)
. Da mesma forma , no nucleo não existem neutrões e protões.
O total não é a soma das partes.


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Pastores evangélicos aplicam golpe em fiéis e em banco
FROM: Daniel Camara <danielc@dcc.ufmg.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2005 09:30

Nem a favor nem contra... mas.... cuidado com o sarcasmo uma vez que tem
muitas pessoas, dentro e fora do Brasil trabalhando com isto.

http://www.crisp.ufmg.br/pesqanda.htm
http://www.la.utexas.edu/research/cccjr/index.htm
http://www.colorado.edu/cspv/
http://www.aic.gov.au/

Abracos...

Daniel

Luiz Ferraz Netto wrote:

> De: "Rodrigo Marques" escreve:
>
> ### Você tem razão...desculpe...mas mesmo assim serve para criminologia
> que também é uma ciência... ###
>
> Criminologia é Ciência?! Esse ramo 'científico' pode prever quando será o próximo crime? Que arma será usada?
>
> Caramba ... preciso abrir essa cadeira na Faculdade local :-)))
>
> aquele abraço,
> Léo
>
>
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> Para saber mais visite
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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SUBJECT: Vou morrer
FROM: "Dolarhide dos Anjos" <vurutia@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2005 10:11


Tenho algo em mim que bate sem parar, e meu coracao. Näo sei porque.
Talvez ele seja doido. Vou voar atras de respostas, pedoem-me se
estou chorando, pois acabei de perder meu grande amor, minha ultima
pamonha. Passarei o resto de meus dias, pensando como era feliz sem
saber se eu era. Nao sei mais o que dizer, pois tudo fica escuro, o
tempo esfria rapidamente, ha lagrimas caindo, e uma pessoa vestida de
preda dizendo este e o caminho





SUBJECT: Re: Especificação de células tronco p/ Takata
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2005 11:00


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Geraldo M. Barcelos"
> [gemaba2]
> Não estou falando de aulas formais mais de bate papos e poderia se
> criar cursos virtuais também, não seria interessante?

Se me pagarem, seria sim interessante.

> [Takata1]
> Indique a ultima mensagem q. vc enviou sobre isso.
>
> [gemaba2]
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/42447

Depois dou uma revisada na sua traducao.

> [gemaba2]
> Mas aí caimos na sua afirmação que não existe lógico no ADN?

Nao.

> [gemaba2]
> Em outras palavras você quer dizer que quando uma célula tronco
> começa a se dividir acontecem alterações nos gens? O que significa
> as proteinas estarem ligadas a regiões de controle dos genes?

Estamos nos adiantando, mas no livro vc encontrara' a estrutura
tipica de um gene: existe uma regiao codificadora - por assim dizer,
a regiao q. guarda a informacao sobre a proteina ou sobre o peptideo -
ladeando essas regioes codificadoras, muitas vezes existem
sequencias q. nao codificam proteinas, mas q. controlam a expressao
da regiao q. codifica: se outras proteinas estiverem ligadas a essas
regioes, pode haver uma facilitacao ou uma dificultacao da expressao
da regiao codificadora.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Fw: minha feira d ciencias
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2005 11:02


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Lÿfffffacia Valois Leite
> OI Taís. Você poderia montar um protótipo de DNA para mostrar como
> se forma um ser transgênico e um ser clonado.

Ta', mas o tema nao era *desenho*?

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Vou morrer
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2005 11:05


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Dolarhide dos Anjos"
> Tenho algo em mim que bate sem parar, e meu coracao. Näo sei
> porque.[...]

Legal, mas seria possivel reescrever a mensagem de modo a se encaixar
melhor no tema da lista?

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Pastores evangélicos aplicam golpe em fiéis e em banco
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2005 11:36

Daniel lembra:


## Nem a favor nem contra... mas.... cuidado com o sarcasmo uma vez que tem
muitas pessoas, dentro e fora do Brasil trabalhando com isto.

http://www.crisp.ufmg.br/pesqanda.htm
http://www.la.utexas.edu/research/cccjr/index.htm
http://www.colorado.edu/cspv/
http://www.aic.gov.au/ ###

Oi Daniel,
muito bem lembrado --- mesmo tendo o texto um tom humorístico, agradeço o puxão de orelhas!

[]'
Léo
=========================
Luiz Ferraz Netto wrote:

> De: "Rodrigo Marques" escreve:
>
> ### Você tem razão...desculpe...mas mesmo assim serve para criminologia
> que também é uma ciência... ###
>
> Criminologia é Ciência?! Esse ramo 'científico' pode prever quando será o próximo crime? Que arma será usada?
>
> Caramba ... preciso abrir essa cadeira na Faculdade local :-)))
>
> aquele abraço,
> Léo



SUBJECT: Re: [ciencialist] Vou morrer
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2005 11:57

Olá Do Lar 'hide', como os anjos,

vamos a seu texto abaixo:

#Tenho algo em mim que bate sem parar, é meu coracao.##

Realmente, boa observação. Mas, esqueceu-se das pálpebras! Elas tb batem sem parar, não com regularidade como o coraçãop, mas batem.

#Näo sei porque.#

Sem essas batidas do coração o sangue pararia de circular; a falta de 'alimentação' para as células levaria ao pronto colapso do sistema. Qto às pálpebras, isso é necessário para umedecer a parte do globo ocular em contato com o ar.

#Talvez ele seja doido.#

Não, ele não está doido, é uma necessidade à vivência dos humanos (tem um monte de outros seres dotados de coração --- como a galinha, por exemplo,que gosta muito de milho, mas mesmo assim, ela jamais iria namorar uma pamonha!).

#Vou voar atras de respostas, pedoem-me se estou chorando, pois acabei de perder meu grande amor, minha ultima pamonha.#

?

#Passarei o resto de meus dias, pensando como era feliz sem saber se eu era.#

Isso realmente é profundo. Parece-me que já existe uma música nesse tema "Eu era feliz e não sabia ...".

#Nao sei mais o que dizer, pois tudo fica escuro, o tempo esfria rapidamente, ha lagrimas caindo, e uma pessoa vestida de preda dizendo este e o caminho.#

Será aquela imagem da MORTE com sua FOICE? Se for Foi-se!

[]'
Hoje realmente estou para brincadeiras --- aproveitem! Promoção!
deus





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: recordar é salutar... FQ
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2005 13:04

----- Original Message -----
From: "E m i l i a n o C h e m e l l o"
Sent: Thursday, March 31, 2005 9:15 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: recordar é salutar... FQ

> Isso é como dizer que não existem palavras, mas somente letras.
> Evidentemente que as entidades fundamentais do núcleo atômico são os
> quarks, da mesma forma que as letras são as constituintes das palavras.
> Gostei dessa idéia. Parece-me coerente. Contudo, gostaria de saber se a
> comunidade científica faz essa observação quando se refere aos prótons,
> neutrons, mésons e outras partículas nucleares (em outras palavras, quero
> referências!)

Muito boa a sua colocação frente às «certezas» do Sérgio.

A existência dessas «letras» vem, ano a ano, ganhando inúmeros adeptos entre
os «literatos quânticos», e as evidências dessa existência também têm
crescido. Lembro, não obstante, que estamos no domínio quântico, logo convém
contarmos até 1000 antes de aceitarmos qualquer afirmação, dentre as
propaladas pelos mais fanáticos quânticos --que não são poucos-- a pretender
nos garantir, quase que por decreto, a existência desses quarks.

Lembro que Newton, Boyle, Bernoulli (1738), Herapath (1821), Waterston
(1845) por pouco não chegaram a ser ridicularizados por acreditarem na
existência de átomos como os menores constituintes da matéria de suas
épocas. Ou muito me engano, ou esses autores dos séculos XVII a XIX tinham
argumentos muito mais convincentes do que os ficcionistas da realidade
quântica e, não obstante, suas idéias sobre átomos somente foram aceitas «em
física» após estudos refinados de Clausius (1857), Maxwell e Boltzmann
(1860); ainda que os químicos já tivessem constatado essa existência.

Sinceramente eu não sei até que ponto a «comunidade científica» tem meios
para separar o «joio quântico» do «trigo quântico», tamanha é a quantidade
do primeiro em meio a tão pouco do segundo. De qualquer forma, sinto que
a idéia relativa aos quarks representa uma das poucas coisas quânticas que
resistirá ao passar do tempo e/ou ao «apocalipse quântico» que está por vir.

Com respeito a seu pedido final, vou reproduzir algumas palavras de um dos
últimos laureados Nobel (1990) sobre o assunto. As duas últimas frases,
ainda que a denunciarem um fanatismo tolerável e próprio de quem acredita
numa teoria, são bastante interessantes, principalmente quando contrastadas
com as certezas que alguns pretendem imputar no que diga respeito à
existência de algo que ainda reside no terreno das especulações científicas
(ou seja, com algumas evidências experimentais).

JEROME I. FRIEDMAN:
(vide http://nobelprize.org/physics/laureates/1990/friedman-lecture.pdf )
General Acceptance of quarks as constituents:
After the London Conference in 1974, with its strong confirmation of the
constituent quark model, a general change of view developed with regard to
the structure of hadrons. The bootstrap approach and the concept of nuclear
democracy were in decline, and by the end of the 1970's, the quark structure
of hadrons became the dominant view for developing theory and planning
experiments. A crucial element in this change was the general acceptance of
QCD, which eliminated the last paradox, namely, why are there no free
quarks? The infra-red slavery mechanism of QCD provided a reason to accept
quarks as physical constituents without demanding the existence of free
quarks. The asymptotic freedom property of QCD also readily provided an
explanation of scaling, but logarithmic deviations from scaling were
inescapable in this theory. These deviations were later confirmed in higher
energy muon and neutrino scattering experiments at FNAL and CERN. There were
a number of other important experimental results reported in 1974 and the
latter half of the decade which provided further strong confirmations of the
quark model. Among these were the discovery of Charmonium and its excited
states, investigations of the total cross section for e+e- -+ hadrons, and
the discoveries of quark jets and gluon jets. The constituent quark model,
with quark interactions described by QCD, became the accepted view of the
structure of hadrons. This picture which is one of the foundations of the
Standard Model has not been contradicted by any experimental evidence in the
intervening years.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Portal Brasileiro do Biodiesel
FROM: "Tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2005 13:06


Olá a todos,

Agora o Brasil embarcou de vez no Biodiesel.
É mais um importante passo rumo aos renováveis.
Confiram em www.biodiesel.gov.br

Abraços

Tipoalgo





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: recordar é salutar... FQ
FROM: "Sergio M. M. Taborda" <sergiotaborda@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2005 13:46

E m i l i a n o C h e m e l l o wrote:

> Taborda,
>
> Isso é como dizer que não existem palavras, mas somente letras.
> Evidentemente que as entidades fundamentais do núcleo atômico são os
> quarks,
> da mesma forma que as letras são as constituintes das palavras. Gostei
> dessa
> idéia. Parece-me coerente.

Você não percebeu a ideia. Por isso, por muito coerente que lhe pareça,
a parecença é inutil.
A analogia com letras não é encaixa com a descrição que lhe dei.
Tem que pensar que a sopa de quarks que existe no nucleo estão ligada
por gluões.
Se perferir, em termos classico, os quarks estão ligados por uma força
extra-forte, proveniente de uma propriedade chamada Cor.
Os quarks têm carga de cor, e é ela que os mantem ligados. ( A fisica
que descreve a interacção de cor é a Cromodinamica Quantica)
A Carga Cor funciona parecido com a Carga Electrica mas tem três
"eixos", em vez de apenas dois (positivo, negativo)
Sabemos que os nucleões têm 3 quarks e que portanto um atomo de
hidrogénio tem um nucleo com 3 quarks, mas o deutério deverá ter 6.
desses 6 não ha como saber qual quark pertence a qual nucleão. Isso é
diferente de letras e palavras. A letra só pode pertencer a uma palavra
de cada vez.
Quando o nucleo decai , ou se por algum motivo se torna instável, a
força de cor rompe-se , mas essa roptura promove o nascimento de um
quark e anti-quarks.
São esses que saem do nucleo e não os quarks originais. (bom, na
realidade não ha como destingui-los, mas estes tem movimento que os
quarks originais não tem , o qual aponta numa direcção aleatória , e
poranto , com grande possibilidade de sair do nucleo. )
Estes 2 quarks formam os mesões. Repare que os mesões são criados a
partir dos nucleos, mas não existem nos nucleos.
Embora os quarks criados seja anti particula um do outro, eles nascem
num estado ligado (nascem um em orbita do outro) e não existe forma de
ter um quark individualizado.
Por isso que não é correcto dizer que o nucleo é formado de neutrões e
protões. (essa é a visão quimica do nucleo atómico, e não a visão fisica)
Por outro lado, cada nucleão, ele mesmo não pode ser considerado apenas
o conjunto de 3 quarks. A fisica de particulas é complexa neste campo pq
as particulas nascem umas das outras.

Repare que o neutrão decai para um protão, um electrão um anti-neutrino
e um fotão.
Se fosse levar o conceito de letras e palavras seria como ao trocar a
ordem das letras não estariamos apenas formando palavras novas, mas
letras diferentes das originais. Por isso a analogia não é suficiente.
O neutrão e o protão têm o mesmo numero quarks, mas não o mesmo tipo de
quarks. E o rearranjo deles, promove a existencia de electrões ,
anti-neutrinos e fotões.
Sendo o quark um particula elemental e o electrão e o fotão e o neutrino
idem, como explicar esta transformação ?
Não se pode explicar pelos meios comuns usando em quimica em que a
especie de particulas é a mesma , antes e depois da reação. Em quimica,
todas as reaçoes são rearranjos dos electrões e da posição relativa dos
nucleos. Isso não se aplica a fisica das particulas. Em reações de
particulas existe criações e destruição de particulas (de especie de
particulas).
Proquê isso acontece ? proque numa reação entre particulas elementares
estamos no dominio de forças mais podereosas que a força electrica.
Saberá que a força gravitica é despresada em reções nucleares e que
apenas a força electrica é suficiente para explicar o modelo quimico. Ao
descer a escala do universo para o atomo, a força regente passa a ser a
força electrica e não mais a gravitica. Quando passamos à escala do
nucleo, a força regente passa a ser a força forte, que tem regras
diferentes e promove eventos diferentes.

> Contudo, gostaria de saber se a comunidade
> científica faz essa observação quando se refere aos prótons, neutrons,
> mésons e outras partículas nucleares (em outras palavras, quero
> referências!)

Com os elementos que lhe dei, pode fazer a sua propria pesquisa.
Eis um começo : http://www.desy.de/f/hera/engl/chap1.html



SUBJECT: Fw: física e informática
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2005 18:25

Sugestões?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "fabianomgdbc" <fabianomgdbc@ig.com.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:30
Assunto: física e informática


Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos Gomes Dutra sou profº de
Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um projeto na escola sobre
informática, e como professor de física tenho que abordar algum conteúdo de
física que tem haver com informática gostaria de saber do srº quais poderiam
ser esses conteúdos.
Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
Obrigado !



--------------------------------------------------------------------------------


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Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.6 - Release Date: 30/03/2005



SUBJECT: Re: Fw: física e informática
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2005 18:57


Xiiiiiiii... se pode começar com aquilo que tem relação com mecanica
quantica - microeletrônica e transistores, supercondutores, novos
materiais em hardware

JR






--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Sugestões?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "fabianomgdbc" <fabianomgdbc@i...>
> Para: <leobarretos@u...>
> Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:30
> Assunto: física e informática
>
>
> Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos Gomes Dutra sou
profº de
> Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um projeto na escola
sobre
> informática, e como professor de física tenho que abordar algum
conteúdo de
> física que tem haver com informática gostaria de saber do srº quais
poderiam
> ser esses conteúdos.
> Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
> Obrigado !
>
>
>
> --------------------------------------------------------------------
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> Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.6 - Release Date:
30/03/2005





SUBJECT: Off-topic: Dúvida papal
FROM: Marcelo Cortimiglia <cortimiglia@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2005 19:05

Pessoal,

sei que não é um assunto científico, mas uma grande dúvida surgiu aqui
no meu local de trabalho enquanto comentávamos a saúde deteriorada do
Papa: se ele (o Papa) quisesse, ele poderia renunciar?

Obrigado, e desculpem-me pelo off-topic.

Abraços,

Marcelo Cortimiglia


SUBJECT: Re: Off-topic: Dúvida papal
FROM: "junior_br2001" <rtjunior2005@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2005 19:36


Somente o papa pode decidir pela sua renuncia. E está prevista no
Codigo de Direito Canônico, a Constituição do Vaticano, no canon 332

JR

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Marcelo Cortimiglia
<cortimiglia@g...> escreveu
> Pessoal,
>
> sei que não é um assunto científico, mas uma grande dúvida surgiu
aqui
> no meu local de trabalho enquanto comentávamos a saúde deteriorada
do
> Papa: se ele (o Papa) quisesse, ele poderia renunciar?
>
> Obrigado, e desculpem-me pelo off-topic.
>
> Abraços,
>
> Marcelo Cortimiglia





SUBJECT: Re: [ciencialist] Off-topic: Dúvida papal
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2005 19:46

De: "Marcelo Cortimiglia"


> Pessoal,
sei que não é um assunto científico, mas uma grande dúvida surgiu aqui
no meu local de trabalho enquanto comentávamos a saúde deteriorada do
Papa: se ele (o Papa) quisesse, ele poderia renunciar?
Obrigado, e desculpem-me pelo off-topic.<

Renunciar a que? À doença?
[]'
Léo



SUBJECT: Fw: Antigravidade
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2005 19:49

Quem é especialista em antigravidade?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Airton Pereira Pohlmann
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 31 de março de 2005 13:30
Assunto: Antigravidade


Oi, Professor!!!

Trabalho no Departamento de Informática da Brigada Militar, RS; também atuo como salva-vidas no verão,

e quero parabenizalo pelas suas páginas na rede.

O que o Sr. tem a me dizer ou indicar a respeito de antigravidade.

Cordialmente;

AIRTON PEREIRA POHLMANN


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: física e informática
FROM: Rômulo Bruno <romulob@gmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2005 20:25

As promessas da computação quântica..

Abraços,

Rômulo B. Moura

----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Thursday, March 31, 2005 6:25 PM
Subject: [ciencialist] Fw: física e informática



Sugestões?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "fabianomgdbc" <fabianomgdbc@ig.com.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:30
Assunto: física e informática


Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos Gomes Dutra sou profº de
Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um projeto na escola sobre
informática, e como professor de física tenho que abordar algum conteúdo de
física que tem haver com informática gostaria de saber do srº quais poderiam
ser esses conteúdos.
Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
Obrigado !



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SUBJECT: Fw: Importancia da fisica em nosso dia-a-dia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2005 20:57

Quem pode escrever algumas linhas sobre isso. Cuidado, veja a faixa etária!

[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "Adriano silva" <adrianinhodabahia@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:53


| QUAL A IMPORTANCIA DA FISICA NO NSSO DIA A DIA ?
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| MSN Messenger: converse online com seus amigos .
| http://messenger.msn.com.br
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| --
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| Checked by AVG Anti-Virus.
| Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.6 - Release Date: 30/03/2005
|
|


SUBJECT: Fw: Telefone Especial
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 31/03/2005 21:00

Ufa! Help!

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
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-----Mensagem Original-----
De: Lívia
Para: leobarretos@uol.com.br
Cc: Lívia Rangel dos Santos
Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 16:04
Assunto: Telefone Especial


Meu e-mail: livinha3696@hotmail.com
Oi,boa tarde.
Estou montando um projeto de Expo-10 no meu colégio,e esse ano gostaria de fazer um invento.Estavámos pensando em fazer um telefone para surdos e mudos.
Nesse telefone ele teria um visor para leitura,pois tudo o que fosse dito em um telefone normal ele processaria e escreveria para o surdo visualisar,e ao mesmo tempo em que ele processa e passa a fala no visor,ele sai som normal para que o mudo escutasse normalmente.E teria também um teclado acoplado nele,para que o mudo escrevesse o que desejasse falar com a pessoa que está em um telefone normal,mas no entanto,ele escreveria e ao término da digitação,bastaria clicar em enviar.
Mas gostaria de saber se tem como fazer um telefone assim.Pois tem de ter um jeito em que:tudo que se fala no telefone normal,escrever para o outro telefone.E uma maneira em que tudo que se escreva no especial possa ser ouvido no normal.
Mas nosso projeto não quer que tenha,se possível,fazer mudança alguma no telefone normal,para que ele não se tornasse caro ao ponto de não ser utilizado,ficar tudo na mesma como hoje.Apenas,o deficiente gastaria mais para o seu conforto.
Por favor,se você puder me responder,ficarei muito grata.
Obrigada pela atenção,
Lívia Rangel.





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SUBJECT: [ciencialist] Fw: Telefone Especial
FROM: Freddy Hazuki <freddyhazuki@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 31/03/2005 23:54

On Thu, 31 Mar 2005 21:00:23 -0300, Luiz Ferraz Netto
<leobarretos@uol.com.br> wrote:
>
> Ufa! Help!
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Lívia
> Para: leobarretos@uol.com.br
> Cc: Lívia Rangel dos Santos
> Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 16:04
> Assunto: Telefone Especial
>
> Meu e-mail: livinha3696@hotmail.com
> Oi,boa tarde.
> Estou montando um projeto de Expo-10 no meu colégio,e esse ano gostaria de fazer um invento.Estavámos pensando em fazer um telefone para surdos e mudos.
> Nesse telefone ele teria um visor para leitura,pois tudo o que fosse dito em um telefone normal ele processaria e escreveria para o surdo visualisar,e ao mesmo tempo em que ele processa e passa a fala no visor,ele sai som normal para que o mudo escutasse normalmente.E teria também um teclado acoplado nele,para que o mudo escrevesse o que desejasse falar com a pessoa que está em um telefone normal,mas no entanto,ele escreveria e ao término da digitação,bastaria clicar em enviar.
> Mas gostaria de saber se tem como fazer um telefone assim.Pois tem de ter um jeito em que:tudo que se fala no telefone normal,escrever para o outro telefone.E uma maneira em que tudo que se escreva no especial possa ser ouvido no normal.
> Mas nosso projeto não quer que tenha,se possível,fazer mudança alguma no telefone normal,para que ele não se tornasse caro ao ponto de não ser utilizado,ficar tudo na mesma como hoje.Apenas,o deficiente gastaria mais para o seu conforto.
> Por favor,se você puder me responder,ficarei muito grata.
> Obrigada pela atenção,
> Lívia Rangel.
>
> --------------------------------------------------------------------------------

Quem tiver uma idéia pode ganhar dinheiro com ela =)

Pelo jeito, a idéia é fazer algo seja um icq, ou msn, com câmera e
mais o programa "talk it".

O mais dificil é fazer um telefone normal se tornar isso tudo.

--
Freddy Hazuki
icq: 105178829
msn: freddy@bemnessa.com


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Importancia da fisica em nosso dia-a-dia
FROM: Freddy Hazuki <freddyhazuki@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 00:06

On Thu, 31 Mar 2005 20:57:53 -0300, Luiz Ferraz Netto
<leobarretos@uol.com.br> wrote:
>
> Quem pode escrever algumas linhas sobre isso. Cuidado, veja a faixa etária!
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "Adriano silva" <adrianinhodabahia@hotmail.com>
> Para: <leobarretos@uol.com.br>
> Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:53
>
> | QUAL A IMPORTANCIA DA FISICA NO NSSO DIA A DIA ?

Responderia algo como:
A física é importante para entendermos tudo o que acontece ao nosso
redor. Por que quando chuto uma bola, em uma parede, ela volta? Como
funciona uma panela de pressão? Por que o céu é azul? Por que a terra
é redonda? Por que a lua nunca está no mesmo lugar? Por que as coisas
caem? Essas são perguntas que a física responde.

Espero ter ajudado um pouco.

--
Freddy Hazuki
icq: 105178829
msn: freddy@bemnessa.com


SUBJECT: o nível do deputado.
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <acropolis@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 00:09








Deputado diz que "viu estrelas" no exame de próstata


LUIZ FRANCISCO
da Agência Folha, em Salvador

No dia em que Salvador completou 456 anos e que fortes chuvas provocaram a morte de duas pessoas, o deputado estadual Manoel Isidório de Santana (PT), 43, ocupou a tribuna da Assembléia Legislativa da Bahia para fazer um discurso contra o toque retal, utilizado pelos médicos no exame de próstata.

No final da tarde de ontem, o deputado, mais conhecido como Sargento Isidório, disse que ficou traumatizado com o exame que havia realizado pela manhã. "Até agora estou vendo estrelas, graças à virulência do médico", contou o deputado, um dos líderes da maior greve feita pela polícia baiana, em 2001.

Parlamentar folclórico --costuma ir às sessões carregando um botijão de gás, cujo preço prometeu baixar se fosse eleito --, Sargento Isidório disse em seu discurso que não é machista. "Pensava que era de uma outra maneira. Mas, da maneira que o médico me tratou, a maneira que foi introduzido aquele dedo, foi horrível. Quase que desmaio, não aceito", saí de lá com o olho cheio de vaga-lume", disse o deputado.

Mais à frente, Sargento Isidório disse que o exame feito em "pessoas menos esclarecidas" ainda é pior. "Se faz isso com um deputado, imagine com pessoas que não têm esclarecimento. Imagine com um sem-terra, com um desempregado."

Paralelo ao seu discurso, o deputado fez questão de mostrar com gestos e gritos como foi o seu exame. "O médico chegou e foi colocando o dedo. É angustiante para um pai de família, principalmente com a minha idade, passar por isso", disse. Em seguida, o deputado acrescentou que a medicina tem o dever de encontrar uma outra fórmula para o exame. "A ciência está aí querendo fazer até gente igual, criando tudo que é coisa. Tem de haver outros métodos."

O deputado Targino Machado (PMDB), que é médico, em aparte, lembrou que existe outra fórmula para o exame, o PSA (exame de sangue usado para diagnosticar câncer de próstata). "Todo homem civilizado, depois dos 40 anos, deveria fazer o exame. Mas, deputado, por melhor que seja, o PSA não é totalmente eficiente. Então, temos de fazer o toque retal mesmo", disse.

Enganado pelo médico

Demonstrando inconformismo com a opinião de Machado, o deputado petista voltou à tribuna para dizer que foi "enganado" pelo médico. "Jamais vou aceitar uma coisa dessa."

Ao mesmo tempo em que falava e divertia os seus colegas, Sargento Isidório ainda foi obrigado a ouvir piadas. O deputado João Bonfim (sem partido), após o pronunciamento do parlamentar, perguntou para Sargento Isidório se foi mesmo o dedo que o médico usou para realizar o exame.

No final, o deputado Targino Machado voltou a defender o exame. "Não posso aceitar que vossa excelência venha a esta tribuna para fazer apologia contrária à prevenção do câncer de próstata. Eu e os outros homens, se não morrermos de outra enfermidade, seremos acometidos, com certeza, pela doença."



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: energia cinetica
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 00:10

Durma e apanhe duas lagartixas .... e então?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: Stefanello Contabil
Para: leobarretos@uol.com.br
Cc: stecon@tcheturbo.com.br
Enviada em: quinta-feira, 31 de março de 2005 17:55
Assunto: energia cinetica


Leo: Tenho duas perguntas pra voce, gostaria que voce me respondesse o mais rapido possivel. Sao elas:


1) Uma pessoa dormindo tem energia cinetica? Explique.


2) Duas lagartixas identicas estao no teto de uma sala. Elas tem a mesma energia potencial? Explique.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: física e informática
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 00:18

Olá Leo

Bem, praticamente toda informática e computadores é fisica e um pouco de quimica..:-) Desde o processador, até o monitor, tudo envolve algum tipo de conceito ou lei fisica.

Uma brincadeira interessante seria arrumar uma TV ou monitor velho, que pudesse ser detonado, e um imã forte, como o de alto-falantes de carro, e deixar os visitantes brincar de interferir com o campo magnético do monitor e distorcer as imagens (o monitor ou TV tem de ser descartável depois da demonstração..:-). Isso apresentaria a idéia do funcionamente do canhão de elétrons e o campo magnético de controle, que formam as imagens (um esquema em desenhos poderia apresentar o processo todo dentro do monitor.

Um computador aberto, sem a tampa do case é uma aula de física, desde a simples ventoinha, que dissipa o calor produzido pelo chip (calor produzido a partir da relação da velocidade do processador, estrutura do chip e a eletricidade consumida), até o sistema de leitura dos CDRoms, com laser e sensores opticos.

Difícil é não usar a fisca quando se trata de informática e computadores..:-)

Um abraço.

Homero

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Thursday, March 31, 2005 6:25 PM
Subject: [ciencialist] Fw: física e informática


Sugestões?
[]'
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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: "fabianomgdbc" <fabianomgdbc@ig.com.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:30
Assunto: física e informática


Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos Gomes Dutra sou profº de
Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um projeto na escola sobre
informática, e como professor de física tenho que abordar algum conteúdo de
física que tem haver com informática gostaria de saber do srº quais poderiam
ser esses conteúdos.
Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
Obrigado !



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SUBJECT: Rita Lee em Barretos
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 02:38


Chico César e Rita Lee

Odeio Rodeio


Odeio rodeio
e sinto um certo nojo
quando um sertanejo
começa a tocar
eu sei que é preconceito
mas ninguém é perfeito
me deixem desabafar

a calça apertada
a loura suada
aquele poeirão
a dupla cantando
e um louco gritando
"segura peão"

me tira a calma
me fere a alma
me corta o coração
se é luxo ou é lixo
quem sabe é o bicho
que sofre o esporão

é bom pro mercado
de disco e de gado
laranja e trator
mas quem corta a cana
não pega na grana
não vê nem a cor

respeito Barretos
Franca e Rio Preto
e todo o interior
mas não sou texano
a ninguém engano
não me engane amor


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Criminologia como Ciencia ?
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 03:29

Mas pode prever, estatisticamente, quanticamente, quantos crimes vão
ocorrer, que regiões, por quais motivos, com qual tipo de armamento, e como
as medidas preventivas poderão aumentar ou reduzir tais indices.

L.E.




At 11:36 31/3/2005, you wrote:
>Daniel lembra:
>
>
>## Nem a favor nem contra... mas.... cuidado com o sarcasmo uma vez que tem
>muitas pessoas, dentro e fora do Brasil trabalhando com isto.
>
><http://www.crisp.ufmg.br/pesqanda.htm>http://www.crisp.ufmg.br/pesqanda.htm
>http://www.la.utexas.edu/research/cccjr/index.htm
><http://www.colorado.edu/cspv/>http://www.colorado.edu/cspv/
>http://www.aic.gov.au/ ###
>
>Oi Daniel,
>muito bem lembrado --- mesmo tendo o texto um tom humorístico, agradeço o
>puxão de orelhas!
>
>[]'
>Léo
>=========================
>Luiz Ferraz Netto wrote:
>
> > De: "Rodrigo Marques" escreve:
> >
> > ### Você tem razão...desculpe...mas mesmo assim serve para criminologia
> > que também é uma ciência... ###
> >
> > Criminologia é Ciência?! Esse ramo 'científico' pode prever quando será
> o próximo crime? Que arma será usada?
> >
> > Caramba ... preciso abrir essa cadeira na Faculdade local :-)))
> >
> > aquele abraço,
> > Léo


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Um casulo de bicho da seda GIGANTE
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 07:05


Parece impossível mas esta é especial para os biólogos da lista:
http://www.universetoday.com/am/uploads/2005-0331hubble-full.jpg

E o país que conseguiu tal...
http://www.universetoday.com/am/publish/hubble_giant_elliptical.html?3132005

Depois me digam se não assusta
Maria Natália
PARABÉNS BRUDNA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!





SUBJECT: Re: Rita Lee em Barretos
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 07:12



Ah Ah Ah Ah


Sou um erro da natureza
Felicidade não existe
Não há esperança
Pois sou louco e triste
Desde criança
Sou triste e estou só
minha mórbida imagem
provoca asco, piedade e dó
Tristeza é a minha definição
Sempre fui triste e pensador
Cultivo a solidão
Que é um bálsamo para minha dor
Eu sou anormal
Ninguém duvida, afinal
Antigamente eu achava
Que se morria de tristeza
Hoje, eu tenho certeza!

(Autor ALF)
Musa: Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
>
> Chico César e Rita Lee
>
> Odeio Rodeio
>
>
> Odeio rodeio
> e sinto um certo nojo
> quando um sertanejo
> começa a tocar
> eu sei que é preconceito
> mas ninguém é perfeito
> me deixem desabafar
>
> a calça apertada
> a loura suada
> aquele poeirão
> a dupla cantando
> e um louco gritando
> "segura peão"
>
> me tira a calma
> me fere a alma
> me corta o coração
> se é luxo ou é lixo
> quem sabe é o bicho
> que sofre o esporão
>
> é bom pro mercado
> de disco e de gado
> laranja e trator
> mas quem corta a cana
> não pega na grana
> não vê nem a cor
>
> respeito Barretos
> Franca e Rio Preto
> e todo o interior
> mas não sou texano
> a ninguém engano
> não me engane amor
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: Vou morrer
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 07:14


MAS QUE É ISTOOOOOOOooooooooooooooooooooooooooo?

Na minha ausência pelo Brasil a lista mudou para poesia
científico/quadrática?

Criaram as 3ª feiras poéticas?
Ok Ok.
Vou aderir
Maria Natália


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Dolarhide dos Anjos"
<vurutia@y...> escreveu
>
> Tenho algo em mim que bate sem parar, e meu coracao. Näo sei porque.
> Talvez ele seja doido. Vou voar atras de respostas, pedoem-me se
> estou chorando, pois acabei de perder meu grande amor, minha ultima
> pamonha. Passarei o resto de meus dias, pensando como era feliz sem
> saber se eu era. Nao sei mais o que dizer, pois tudo fica escuro, o
> tempo esfria rapidamente, ha lagrimas caindo, e uma pessoa vestida de
> preda dizendo este e o caminho





SUBJECT: Re: Fw: física e informática
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 07:18


Bem o Doutor em Portugal que sabe disto a potes é o Professor Carlos
Fiolhais do Deparatamento de Física da Universidade de Coimbra (o da
Física divertida)Física Computacional é p departamento dele.
Basta ir à faculdade de Ciência FCUC que tá lá.
Boa noite de 1 de Abril a todos.
Maria Natália


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Sugestões?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "fabianomgdbc" <fabianomgdbc@i...>
> Para: <leobarretos@u...>
> Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:30
> Assunto: física e informática
>
>
> Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos Gomes Dutra sou
profº de
> Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um projeto na escola sobre
> informática, e como professor de física tenho que abordar algum
conteúdo de
> física que tem haver com informática gostaria de saber do srº quais
poderiam
> ser esses conteúdos.
> Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
> Obrigado !
>
>
>
>
--------------------------------------------------------------------------------
>
>
> No virus found in this incoming message.
> Checked by AVG Anti-Virus.
> Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.6 - Release Date: 30/03/2005





SUBJECT: Re: o nível do deputado.
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 07:49


Sílvio:

Até pode ser...Só quem passa pelo toque rectal é que sabe se dói ou
não.Quando se trata de doenças e de exames médicos...É chato, pá...Não
torna a fazer, não querido?
Bom dia e cumprimentos a teu "pai"
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Silvio" <scordeiro@t...> escreveu
>
>
>
>
>
>
>
> Deputado diz que "viu estrelas" no exame de próstata
>
>
> LUIZ FRANCISCO
> da Agência Folha, em Salvador
>
> No dia em que Salvador completou 456 anos e que fortes chuvas
provocaram a morte de duas pessoas, o deputado estadual Manoel
Isidório de Santana (PT), 43, ocupou a tribuna da Assembléia
Legislativa da Bahia para fazer um discurso contra o toque retal,
utilizado pelos médicos no exame de próstata.
>
> No final da tarde de ontem, o deputado, mais conhecido como Sargento
Isidório, disse que ficou traumatizado com o exame que havia realizado
pela manhã. "Até agora estou vendo estrelas, graças à virulência do
médico", contou o deputado, um dos líderes da maior greve feita pela
polícia baiana, em 2001.
>
> Parlamentar folclórico --costuma ir às sessões carregando um botijão
de gás, cujo preço prometeu baixar se fosse eleito --, Sargento
Isidório disse em seu discurso que não é machista. "Pensava que era de
uma outra maneira. Mas, da maneira que o médico me tratou, a maneira
que foi introduzido aquele dedo, foi horrível. Quase que desmaio, não
aceito", saí de lá com o olho cheio de vaga-lume", disse o deputado.
>
> Mais à frente, Sargento Isidório disse que o exame feito em "pessoas
menos esclarecidas" ainda é pior. "Se faz isso com um deputado,
imagine com pessoas que não têm esclarecimento. Imagine com um
sem-terra, com um desempregado."
>
> Paralelo ao seu discurso, o deputado fez questão de mostrar com
gestos e gritos como foi o seu exame. "O médico chegou e foi colocando
o dedo. É angustiante para um pai de família, principalmente com a
minha idade, passar por isso", disse. Em seguida, o deputado
acrescentou que a medicina tem o dever de encontrar uma outra fórmula
para o exame. "A ciência está aí querendo fazer até gente igual,
criando tudo que é coisa. Tem de haver outros métodos."
>
> O deputado Targino Machado (PMDB), que é médico, em aparte, lembrou
que existe outra fórmula para o exame, o PSA (exame de sangue usado
para diagnosticar câncer de próstata). "Todo homem civilizado, depois
dos 40 anos, deveria fazer o exame. Mas, deputado, por melhor que
seja, o PSA não é totalmente eficiente. Então, temos de fazer o toque
retal mesmo", disse.
>
> Enganado pelo médico
>
> Demonstrando inconformismo com a opinião de Machado, o deputado
petista voltou à tribuna para dizer que foi "enganado" pelo médico.
"Jamais vou aceitar uma coisa dessa."
>
> Ao mesmo tempo em que falava e divertia os seus colegas, Sargento
Isidório ainda foi obrigado a ouvir piadas. O deputado João Bonfim
(sem partido), após o pronunciamento do parlamentar, perguntou para
Sargento Isidório se foi mesmo o dedo que o médico usou para realizar
o exame.
>
> No final, o deputado Targino Machado voltou a defender o exame. "Não
posso aceitar que vossa excelência venha a esta tribuna para fazer
apologia contrária à prevenção do câncer de próstata. Eu e os outros
homens, se não morrermos de outra enfermidade, seremos acometidos, com
certeza, pela doença."
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: Criminologia como Ciencia ?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 07:55



Nada contra ser uma ciência. A teologia não o é para alguns? Para mim
não pois ainda não consegui triturar um deus e o põr no cromatógrafo
ou ver a densidade...
A sociologia também é uma ciência dita mole...Moral também qualquer
dia destes é Ciência...
Foi criada já numa PUC ali no Limon de Campinas um laboratório de
Ciência Moral. Veio hoje no VEJA.
Bom dia
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> Mas pode prever, estatisticamente, quanticamente, quantos crimes vão
> ocorrer, que regiões, por quais motivos, com qual tipo de armamento,
e como
> as medidas preventivas poderão aumentar ou reduzir tais indices.
>
> L.E.
>
>
>
>
> At 11:36 31/3/2005, you wrote:
> >Daniel lembra:
> >
> >
> >## Nem a favor nem contra... mas.... cuidado com o sarcasmo uma vez
que tem
> >muitas pessoas, dentro e fora do Brasil trabalhando com isto.
> >
>
><http://www.crisp.ufmg.br/pesqanda.htm>http://www.crisp.ufmg.br/pesqanda.htm
> >http://www.la.utexas.edu/research/cccjr/index.htm
> ><http://www.colorado.edu/cspv/>http://www.colorado.edu/cspv/
> >http://www.aic.gov.au/ ###
> >
> >Oi Daniel,
> >muito bem lembrado --- mesmo tendo o texto um tom humorístico,
agradeço o
> >puxão de orelhas!
> >
> >[]'
> >Léo
> >=========================
> >Luiz Ferraz Netto wrote:
> >
> > > De: "Rodrigo Marques" escreve:
> > >
> > > ### Você tem razão...desculpe...mas mesmo assim serve para
criminologia
> > > que também é uma ciência... ###
> > >
> > > Criminologia é Ciência?! Esse ramo 'científico' pode prever
quando será
> > o próximo crime? Que arma será usada?
> > >
> > > Caramba ... preciso abrir essa cadeira na Faculdade local :-)))
> > >
> > > aquele abraço,
> > > Léo
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: Telefone Especial
FROM: "Alessandro D. R. Fazenda" <alessandro@servidados.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 08:49

um dos grupos de estudo da faculdade onde eu estudo está pesquisando isso, mas a ideia é colocar num celular.
fazer a parte do telefone "falar" o que o surdo-mudo escreveu não é o big deal, mas o complicado é fazer o reconhecimento do que a pessoa falou e transformar em texto.
ok, voces podem falar "existe o via voice"! quem já usou sabe que o software não é tão facil de usar, tem que conversar muito com ele antes do software se adaptar a fala do "dono", imagina então um software que não vai ter tempo para se adaptar.
vou conversar com a coordenadora do grupo para ver se consigo mais informações. de qualquer jeito, fazer isso requer muito poder de processamento, não sei como querem por num celular...

sds

Alessandro


----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Thursday, March 31, 2005 9:00 PM
Subject: [ciencialist] Fw: Telefone Especial



Ufa! Help!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Lívia
Para: leobarretos@uol.com.br
Cc: Lívia Rangel dos Santos
Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 16:04
Assunto: Telefone Especial


Meu e-mail: livinha3696@hotmail.com
Oi,boa tarde.
Estou montando um projeto de Expo-10 no meu colégio,e esse ano gostaria de fazer um invento.Estavámos pensando em fazer um telefone para surdos e mudos.
Nesse telefone ele teria um visor para leitura,pois tudo o que fosse dito em um telefone normal ele processaria e escreveria para o surdo visualisar,e ao mesmo tempo em que ele processa e passa a fala no visor,ele sai som normal para que o mudo escutasse normalmente.E teria também um teclado acoplado nele,para que o mudo escrevesse o que desejasse falar com a pessoa que está em um telefone normal,mas no entanto,ele escreveria e ao término da digitação,bastaria clicar em enviar.
Mas gostaria de saber se tem como fazer um telefone assim.Pois tem de ter um jeito em que:tudo que se fala no telefone normal,escrever para o outro telefone.E uma maneira em que tudo que se escreva no especial possa ser ouvido no normal.
Mas nosso projeto não quer que tenha,se possível,fazer mudança alguma no telefone normal,para que ele não se tornasse caro ao ponto de não ser utilizado,ficar tudo na mesma como hoje.Apenas,o deficiente gastaria mais para o seu conforto.
Por favor,se você puder me responder,ficarei muito grata.
Obrigada pela atenção,
Lívia Rangel.





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: física e informática
FROM: TARCISIO BORGES <tbs97@fisica.ufpr.br>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 09:01

Chamem o Dr. KAOS!!!!

[]s
TARCISIO BORGES
tbs97@fisica.ufpr.br

On Thu, 31 Mar 2005, Luiz Ferraz Netto wrote:
> Sugestões?
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos Gomes Dutra sou profº de
> Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um projeto na escola sobre
> informática, e como professor de física tenho que abordar algum conteúdo de
> física que tem haver com informática gostaria de saber do srº quais poderiam
> ser esses conteúdos.
> Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
> Obrigado !


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: energia cinetica
FROM: TARCISIO BORGES <tbs97@fisica.ufpr.br>
TO: ciencialist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 09:06

1) sim a Terra gira.

2) não necessariamente, uma das lagartixas pode cair em cima de uma mesa.

[]s
TARCISIO BORGES
tbs97@fisica.ufpr.br

On Fri, 1 Apr 2005, Luiz Ferraz Netto wrote:
> Durma e apanhe duas lagartixas .... e então?
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> Leo: Tenho duas perguntas pra voce, gostaria que voce me respondesse o
> mais rapido possivel. Sao elas:
> 1) Uma pessoa dormindo tem energia cinetica? Explique.
> 2) Duas lagartixas identicas estao no teto de uma sala. Elas tem a mesma
> energia potencial? Explique.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: física e informática
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 09:29

Olá Léo,

Tem o artigo do Zé sobre o assunto. Talvez seja uma sugestão:

Automatizando a resolução de equações
Por José Carlos Antonio
http://www.ciadaescola.com.br/zoom/materia.asp?materia=209&pagina=1&textobusca=informática%20física#materia

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist
Sent: Thursday, March 31, 2005 6:25 PM
Subject: [ciencialist] Fw: física e informática


Sugestões?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "fabianomgdbc" <fabianomgdbc@ig.com.br>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:30
Assunto: física e informática


Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos Gomes Dutra sou profº de
Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um projeto na escola sobre
informática, e como professor de física tenho que abordar algum conteúdo de
física que tem haver com informática gostaria de saber do srº quais poderiam
ser esses conteúdos.
Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
Obrigado !



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Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.6 - Release Date: 30/03/2005



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O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do Serviço do
Yahoo!.




SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: ((EXEMPLOS)) física e informática
FROM: Marcos Vogler <marcosvogler@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 10:09


Olá a todos da lista...

Com relação a inserção de recursos de informática no
Ensino de Física, há algum tempo nosso grupo aqui no
ITA tem desenvolvido projetos neste enfoque.
A preocupação é justamente tentar fazer com que os
alunos adquiram interesse pela disciplina ao mesmo
tempo em que desenvolvam capacidade de raciocínio e
abstração. Graças aos recursos hoje oferecidos como
vídeos interativos, softwares de modelagem, simulações
em Java, Flash e outros softwares animados,
acreditamos na melhoria do processo
ensino-aprendizagem.
Abaixo seguem alguns links com o formato dos cursos de
Física básica ministrados nos primeiros anos das
Engenharias do ITA. Vários outros projetos estão em
desenvolvimento atualmente, fica o convite pra quem
quiser conhecer pessoalmente...


http://www.fis.ita.br/fis24/
http://www.fis.ita.br/fis13/
http://www.fis.ita.br/fis32/
http://www.fis.ita.br/labfis45/


Abraços

******************************************
Marcos Vogler
Centro Técnico Aeroespacial
Instituto Tecnológico de Aeronática
Programa de Estudos de Mestrado em Física
São José dos Campos/SP
******************************************

--- E m i l i a n o C h e m e l l o
<chemelloe@yahoo.com.br> wrote:
>
> Olá Léo,
>
> Tem o artigo do Zé sobre o assunto. Talvez seja
> uma sugestão:
>
> Automatizando a resolução de equações
> Por José Carlos Antonio
>
http://www.ciadaescola.com.br/zoom/materia.asp?materia=209&pagina=1&textobusca=informática%20física#materia
>
> [ ] 's do Emiliano Chemello
> emiliano@quimica.net
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> [ MSN ] chemelloe@hotmail.com
> [ ICQ ] 145060604
>
> " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês,
> 1743 - 1794)
>
> ----- Original Message -----
> From: Luiz Ferraz Netto
> To: ciencialist
> Sent: Thursday, March 31, 2005 6:25 PM
> Subject: [ciencialist] Fw: física e informática
>
>
> Sugestões?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "fabianomgdbc" <fabianomgdbc@ig.com.br>
> Para: <leobarretos@uol.com.br>
> Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:30
> Assunto: física e informática
>
>
> Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos
> Gomes Dutra sou profº de
> Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um
> projeto na escola sobre
> informática, e como professor de física tenho que
> abordar algum conteúdo de
> física que tem haver com informática gostaria de
> saber do srº quais poderiam
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> Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
> Obrigado !
>
>
>
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> Checked by AVG Anti-Virus.
> Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.6 - Release
> Date: 30/03/2005
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SUBJECT: Curso de Redação em Divulgação Científica na USP
FROM: "Pro-Scientiae NJR" <pro_scientiae@hotmail.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 10:37

http://www.eca.usp.br/nucleos/njr/curso/redacao

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SUBJECT: Re: Fw: física e informática
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 11:11


Tem coisas bem simples: como programar o computador para dar o
resultado de equacoes de cinematica, entrando-se os dados de alguns
parametros como a velocidade e a distancia a ser percorrida.

Uma pequena elaboracao eh aquele joguinho em q. se deve acertar a
bandeira adversaria com um tiro de canhao: eh dada a velocidade
inicial do tiro, a velocidade do vento e eh preciso calibrar o angulo
de lancamento da bala.

Pode-se simular circuitos eletronicos, fazer a corrida de vetores,
montar um programinha do tipo perguntas e respostas sobre fisica.

Sao varias as possibilidades.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Sugestões?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "fabianomgdbc" <fabianomgdbc@i...>
> Para: <leobarretos@u...>
> Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:30
> Assunto: física e informática
>
>
> Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos Gomes Dutra sou
profº de
> Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um projeto na escola
sobre
> informática, e como professor de física tenho que abordar algum
conteúdo de
> física que tem haver com informática gostaria de saber do srº quais
poderiam
> ser esses conteúdos.
> Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
> Obrigado !
>
>
>
> --------------------------------------------------------------------
------------
>
>
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> Checked by AVG Anti-Virus.
> Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.6 - Release Date:
30/03/2005





SUBJECT: Re: Fw: Telefone Especial
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 11:17


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Freddy Hazuki
> Quem tiver uma idéia pode ganhar dinheiro com ela =)

Esse tipo de telefone ja' existe e estao instalados em alguns locais.

Para montagem caseira eh um pouco complicada. A parte vital eh um
programa de reconhecimento de voz - jah existem no mercado varias
versoes e em geral exigem q. as palavras sejam ditas pausadamente.
Ha' tb programas q. fazem o inverso: 'leem' as palavras digitadas no
teclado.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Fw: Importancia da fisica em nosso dia-a-dia
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 11:24


A Fisica eh importante nao apenas para entender como o mundo ao nosso
redor funciona, mas tb para ajudar a criar solucoes para problemas
praticos.

Desde coisas triviais: qual o melhor formato para a latinha de
refrigerante? Eh preciso avaliar a resistencia do material,
capacidade de troca de calor, a quantidade de material (e o custo)
necessario para produzir cada latinha. Boa parte da resposta a isso
vem da parte da fisica chamada termodinamica. Ate' processos mais
complexos como muitos aparelhos medicos: a ressonancia magnetica
nuclear permite o exame do interior do corpo humano sem a necessidade
de cortes ou utilizacao de sondas.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> Quem pode escrever algumas linhas sobre isso. Cuidado, veja a faixa
etária!
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "Adriano silva" <adrianinhodabahia@h...>
> Para: <leobarretos@u...>
> Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:53
>
>
> | QUAL A IMPORTANCIA DA FISICA NO NSSO DIA A DIA ?
> |
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> | MSN Messenger: converse online com seus amigos .
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> | Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.6 - Release Date:
30/03/2005
> |
> |





SUBJECT: Re: Fw: energia cinetica
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 11:29


Energia cinetica e potencial dependem do referencial. Para uma pessoa
dormindo ao lado dessa pessoa, nao ha' energia cinetica, para um
playboy andando a 200 km/h, ha' energia cinetica na pessoa dormindo.

Se o teto for paralelo ao nivel de referencia para o calculo da
energia potencial gravitacional, teriam. (Tirando a complicacao do
campo gravitacional nao ser uniforme.)

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, TARCISIO BORGES <tbs97@f...>
> 1) sim a Terra gira.
>
> 2) não necessariamente, uma das lagartixas pode cair em cima de uma
mesa.
>
> []s
> TARCISIO BORGES
> tbs97@f...
>
> On Fri, 1 Apr 2005, Luiz Ferraz Netto wrote:
> > Durma e apanhe duas lagartixas .... e então?
> > ===========================
> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > ===========================
> > -----Mensagem Original-----
> > Leo: Tenho duas perguntas pra voce, gostaria que voce me
respondesse o
> > mais rapido possivel. Sao elas:
> > 1) Uma pessoa dormindo tem energia cinetica? Explique.
> > 2) Duas lagartixas identicas estao no teto de uma sala. Elas tem
a mesma
> > energia potencial? Explique.





SUBJECT: Re: Fw: ((EXEMPLOS)) física e informática
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 11:30


Outra ideia: um jogo de sinuca - fisica pura.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Marcos Vogler
<marcosvogler@y...> escreveu
>
> Olá a todos da lista...
>
> Com relação a inserção de recursos de informática no
> Ensino de Física, há algum tempo nosso grupo aqui no
> ITA tem desenvolvido projetos neste enfoque.
> A preocupação é justamente tentar fazer com que os
> alunos adquiram interesse pela disciplina ao mesmo
> tempo em que desenvolvam capacidade de raciocínio e
> abstração. Graças aos recursos hoje oferecidos como
> vídeos interativos, softwares de modelagem, simulações
> em Java, Flash e outros softwares animados,
> acreditamos na melhoria do processo
> ensino-aprendizagem.
> Abaixo seguem alguns links com o formato dos cursos de
> Física básica ministrados nos primeiros anos das
> Engenharias do ITA. Vários outros projetos estão em
> desenvolvimento atualmente, fica o convite pra quem
> quiser conhecer pessoalmente...
>
>
> http://www.fis.ita.br/fis24/
> http://www.fis.ita.br/fis13/
> http://www.fis.ita.br/fis32/
> http://www.fis.ita.br/labfis45/
>
>
> Abraços
>
> ******************************************
> Marcos Vogler
> Centro Técnico Aeroespacial
> Instituto Tecnológico de Aeronática
> Programa de Estudos de Mestrado em Física
> São José dos Campos/SP
> ******************************************
>
> --- E m i l i a n o C h e m e l l o
> <chemelloe@y...> wrote:
> >
> > Olá Léo,
> >
> > Tem o artigo do Zé sobre o assunto. Talvez seja
> > uma sugestão:
> >
> > Automatizando a resolução de equações
> > Por José Carlos Antonio
> >
> http://www.ciadaescola.com.br/zoom/materia.asp?
materia=209&pagina=1&textobusca=informática%20física#materia
> >
> > [ ] 's do Emiliano Chemello
> > emiliano@q...
> > http://www.quimica.net/emiliano
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> > [ ICQ ] 145060604
> >
> > " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> > tout se transforme."
> >
> > Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês,
> > 1743 - 1794)
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: Luiz Ferraz Netto
> > To: ciencialist
> > Sent: Thursday, March 31, 2005 6:25 PM
> > Subject: [ciencialist] Fw: física e informática
> >
> >
> > Sugestões?
> > []'
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> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > leobarretos@u...
> > http://www.feiradeciencias.com.br
> > ===========================
> > -----Mensagem Original-----
> > De: "fabianomgdbc" <fabianomgdbc@i...>
> > Para: <leobarretos@u...>
> > Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:30
> > Assunto: física e informática
> >
> >
> > Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos
> > Gomes Dutra sou profº de
> > Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um
> > projeto na escola sobre
> > informática, e como professor de física tenho que
> > abordar algum conteúdo de
> > física que tem haver com informática gostaria de
> > saber do srº quais poderiam
> > ser esses conteúdos.
> > Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
> > Obrigado !
> >
> >
> >
> >
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> > No virus found in this incoming message.
> > Checked by AVG Anti-Virus.
> > Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.6 - Release
> > Date: 30/03/2005
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SUBJECT: Medida de litros em l ou L?
FROM: Nando <nando.str@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 11:46

Primeira mensagem minha na lista. :)

Bom, desde o 1º semestre de aula, os meus professores de química sempre
insistiram que as medidas de litros deveriam ser expressas em L
(maiúsculo), e não minúsculo (coisa que já me custou alguns pontos em
provas), por determinação de alguma associação internacional... e isso
valeria inclusive para mililitros, sendo a partir de então expressos
como mL.
Outra nova "regra" seria abolir o uso do M e só usar mol.L^-1...

Os professores inclusive citam que livros editados depois de 2001, 2002
têm as medidas de litros com L maiúsculo, fato confirmado por mim, ao
menos nos livros que consulto frequentemente.
Já os professores de física dizem que não há nenhum tipo de "nova regra"
como nos foi dito...

E aí? Alguém sabe mais alguma coisa sobre isso? Tentei procurar algo
aqui na lista mas não achei nada parecido.


SUBJECT: Re: [ciencialist] Medida de litros em l ou L?
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 11:58

Olá Nando,

Em primeiro lugar, sugiro que seus professores de química e física
conversem mais um com o outro :-) Quanto a questão da representação da
unidade 'litro', o correto é "L" (maiúsculo).

Mais detalhes em:
http://www.inmetro.gov.br/infotec/publicacoes/Si.pdf

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Nando
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, April 01, 2005 11:46 AM
Subject: [ciencialist] Medida de litros em l ou L?


Primeira mensagem minha na lista. :)

Bom, desde o 1º semestre de aula, os meus professores de química sempre
insistiram que as medidas de litros deveriam ser expressas em L
(maiúsculo), e não minúsculo (coisa que já me custou alguns pontos em
provas), por determinação de alguma associação internacional... e isso
valeria inclusive para mililitros, sendo a partir de então expressos
como mL.
Outra nova "regra" seria abolir o uso do M e só usar mol.L^-1...

Os professores inclusive citam que livros editados depois de 2001, 2002
têm as medidas de litros com L maiúsculo, fato confirmado por mim, ao
menos nos livros que consulto frequentemente.
Já os professores de física dizem que não há nenhum tipo de "nova regra"
como nos foi dito...

E aí? Alguém sabe mais alguma coisa sobre isso? Tentei procurar algo
aqui na lista mas não achei nada parecido.


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SUBJECT: Re: Medida de litros em l ou L?
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 12:15


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
> Quanto a questão da representação da
> unidade 'litro', o correto é "L" (maiúsculo).

Os dois sao corretos. Apenas existe uma recomendacao do uso da
maiuscula para nao se confundir com o numero 1 - ja' q. em alguns
tipos l e 1 sao identicos. Porem, a inicial maiscula em geral eh
usada para simbolos unidades derivadas de nomes proprios, q. nao eh o
caso de litro. Alguns usam a minucula cursiva.

O uso do M para indicar concentracao molar poderia confundir com o
prefixo de mega (10^6).

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Medida de litros em l ou L?
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 13:46

Olá Takata,

Bem lembrado. No arquivo em pdf do Inmetro que indiquei há uma
observação quanto a isso. Inclusive no em uma nota de rodapé existe uma
frase que dá a entender que o conselho deseja adotar uma só representação
para o 'litro'. Na minha opinião, deve-se optar pelo "L" ao invés do "l"
devido ao problema de confundir o 'l' com o '1' e pronto! Que gente mais
enrolada! :-)

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, April 01, 2005 12:15 PM
Subject: [ciencialist] Re: Medida de litros em l ou L?



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
> Quanto a questão da representação da
> unidade 'litro', o correto é "L" (maiúsculo).

Os dois sao corretos. Apenas existe uma recomendacao do uso da
maiuscula para nao se confundir com o numero 1 - ja' q. em alguns
tipos l e 1 sao identicos. Porem, a inicial maiscula em geral eh
usada para simbolos unidades derivadas de nomes proprios, q. nao eh o
caso de litro. Alguns usam a minucula cursiva.

O uso do M para indicar concentracao molar poderia confundir com o
prefixo de mega (10^6).

[]s,

Roberto Takata





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SUBJECT: [RN] OLIMPIADA DE BIOLOGIA
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 15:07


FOLHA ONLINE, 01-04-2005

BRASIL REALIZA A PRIMEIRA OLIMPÍADA DE BIOLOGIA

As inscrições para a olimpíada são gratuitas e deverão ser feitas no
site da ANBio. Mais informações podem ser obtidas nos telefones
0/xx21/2220-8387/2220-8678. (e)

http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u17262.shtml






SUBJECT: Re: Medida de litros em l ou L?
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 15:54


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
> Na minha opinião, deve-se optar pelo "L" ao invés do "l"
> devido ao problema de confundir o 'l' com o '1' e pronto! Que gente
> mais enrolada! :-)

Se eh SI deveria ser m3 (ou dm3).

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: [RN] OLIMPIADA DE BIOLOGIA
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 16:24


PARABÉNS BRASIL!!!
E vou ver se estás nessa também. Há mais de 5 anos que luto por elas
aqui em Portugal...
Já as da Astronomia foi uma luta de 6 anos!!!!
Vou levar para a minha lista está?
Um abraço
Maria Natália
PS Só faltam 3 meses!!!!!

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...> escreveu
>
> FOLHA ONLINE, 01-04-2005
>
> BRASIL REALIZA A PRIMEIRA OLIMPÍADA DE BIOLOGIA
>
> As inscrições para a olimpíada são gratuitas e deverão ser feitas no
> site da ANBio. Mais informações podem ser obtidas nos telefones
> 0/xx21/2220-8387/2220-8678. (e)
>
> http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u17262.shtml





SUBJECT: Re: Fw: Antigravidade
FROM: "Rodrigo Marques" <rodmarq72@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 16:28


Eu encontrei isso pela net:
http://www.zaz.com.br/istoe/ciencia/141204.htm
Mas parece ser notícia antiga de 1996, não sei se está confirmada,
sempre ouvi dizer que isso era um sonho impossível como o moto
contínuo e as velocidades ultra-luz e então aproveito para mandar
este outro link também:
http://www.geocities.com/fisicademais/per/humor1.htm

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Quem é especialista em antigravidade?
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Airton Pereira Pohlmann
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: quinta-feira, 31 de março de 2005 13:30
> Assunto: Antigravidade
>
>
> Oi, Professor!!!
>
> Trabalho no Departamento de Informática da Brigada Militar, RS;
também atuo como salva-vidas no verão,
>
> e quero parabenizalo pelas suas páginas na rede.
>
> O que o Sr. tem a me dizer ou indicar a respeito de antigravidade.
>
> Cordialmente;
>
> AIRTON PEREIRA POHLMANN
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: Fw: física e informática
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 16:30



Ói tudo bem em dia das mentirinhas?
Dr Kaos?? Conheço.
É dele a obra:"Kilovolt bem aplicado, fica um homem esturricado*"
E também o poema sobre Aristóteles:" "Karaças!" é interjeição leve,
mas não é assim que se escreve"
Um abraço
Maria Natália, numa boa
* churrasco demasiado passado, carvão.


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, TARCISIO BORGES <tbs97@f...>
escreveu
> Chamem o Dr. KAOS!!!!
>
> []s
> TARCISIO BORGES
> tbs97@f...
>
> On Thu, 31 Mar 2005, Luiz Ferraz Netto wrote:
> > Sugestões?
> > ===========================
> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > ===========================
> > -----Mensagem Original-----
> > Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos Gomes Dutra sou
profº de
> > Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um projeto na escola sobre
> > informática, e como professor de física tenho que abordar algum
conteúdo d
> > física que tem haver com informática gostaria de saber do srº
quais poderiam
> > ser esses conteúdos.
> > Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
> > Obrigado !





SUBJECT: Re: Medida de litros em l ou L?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 17:28


Segundo o Sistema Internacional de Unidades o litro se pode escrever
l ou L. Diz que l não é símbolo apropriado para litro por se poder
confundir com o algarismo 1. E reparem se não são iguais assim para
quem não trabalha em F habitualmente? Fala tb na definição de L e na
massa volúmica g por cm cúbico e não g por mililitro Página163 da 2ª
edição

Bibliografia Sistema Interbacional de Unidade (grandezas e unidades
físicas, terminologia, simbolos e recomendações. De Guilherme de Almeida
da Plátano Editora
.Bem seg as mais recentes convenções e resoluções internacionais
(CGPM, BIPM, ISO, CEI, IUPAP) e com as normas portuguesas.
Pessoalment num trabalho feito à mão por alunos aceito o l pois aí não
há confusão (em geral). Em Trabalhos em computador já a conversa é outra.
E é tudo
Maria Natália


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Nando <nando.str@g...> escreveu
> Primeira mensagem minha na lista. :)
>
> Bom, desde o 1º semestre de aula, os meus professores de química sempre
> insistiram que as medidas de litros deveriam ser expressas em L
> (maiúsculo), e não minúsculo (coisa que já me custou alguns pontos em
> provas), por determinação de alguma associação internacional... e isso
> valeria inclusive para mililitros, sendo a partir de então expressos
> como mL.
> Outra nova "regra" seria abolir o uso do M e só usar mol.L^-1...
>
> Os professores inclusive citam que livros editados depois de 2001, 2002
> têm as medidas de litros com L maiúsculo, fato confirmado por mim, ao
> menos nos livros que consulto frequentemente.
> Já os professores de física dizem que não há nenhum tipo de "nova
regra"
> como nos foi



dito...
>
> E aí? Alguém sabe mais alguma coisa sobre isso? Tentei procurar algo
> aqui na lista mas não achei nada parecido.





SUBJECT: Re: Medida de litros em l ou L?
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 18:42


Emiliano,

Só para completar o que o Takata falou:

Nos anexos de:
http://www.inmetro.gov.br/infotec/publicacoes/Si.pdf
que você passou tem toda a história das resoluções do SI.
As sobre o litros estão nas páginas 79-81.
Vemos lá que, por enquanto, as duas estão valendo.
Me pareceu que o "mais oficial" ainda é o "l" minúsculo e o "L" é
permitido para resolver o problema da confusão com o número "1"
apenas.
Na página 81 fica claro que o caso ainda está em aberto esperando a
próxima resolução

[ ]'s
Hélio


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rmtakata" <rmtakata@a...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m
e
> > Quanto a questão da representação da
> > unidade 'litro', o correto é "L" (maiúsculo).
>
> Os dois sao corretos. Apenas existe uma recomendacao do uso da
> maiuscula para nao se confundir com o numero 1 - ja' q. em alguns
> tipos l e 1 sao identicos. Porem, a inicial maiscula em geral eh
> usada para simbolos unidades derivadas de nomes proprios, q. nao
eh o
> caso de litro. Alguns usam a minucula cursiva.
>
> O uso do M para indicar concentracao molar poderia confundir com o
> prefixo de mega (10^6).
>
> []s,
>
> Roberto Takata





SUBJECT: Re: [ciencialist] [RN] OLIMPIADA DE BIOLOGIA
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 19:27

----- Original Message -----
From: "rmtakata"
Sent: Friday, April 01, 2005 3:07 PM
Subject: [ciencialist] [RN] OLIMPIADA DE BIOLOGIA

> FOLHA ONLINE, 01-04-2005
> BRASIL REALIZA A PRIMEIRA OLIMPÍADA DE BIOLOGIA

Olá Takata

Por acaso você sabe o que eu tenho que fazer para inscrever a Corrida de
Formigas nessa olimpíada? ;-)). Em dúvida vide "Uma corrida de formigas" em
http://tinyurl.com/6elht

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Um casulo de bicho da seda GIGANTE
FROM: "Ivan Carlos" <icarlos@icarlos.net>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 01/04/2005 20:16

e ainda querem desativar o hubble.. :(

Ivan "Doomer" Carlos
Social Engineering Specialist
Cell.: +55 (11) 8112-0666
icarlos@icarlos.net
www.icarlos.net
--------------------------------------------------


----- Original Message -----
From: "Maria Natália" <grasdic@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, April 01, 2005 7:07 AM
Subject: [ciencialist] Um casulo de bicho da seda GIGANTE




Parece impossível mas esta é especial para os biólogos da lista:
http://www.universetoday.com/am/uploads/2005-0331hubble-full.jpg

E o país que conseguiu tal...
http://www.universetoday.com/am/publish/hubble_giant_elliptical.html?3132005

Depois me digam se não assusta
Maria Natália
PARABÉNS BRUDNA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Fw: física e informática
FROM: "Sergio M. M. Taborda" <sergiotaborda@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 22:00

Luiz Ferraz Netto wrote:

> Sugestões?


É como perguntar o que ovos têm a ver com omoletas.
O que a fisica estuda ? Sistema e seus estados.
O que é um computador ? (o sistema de estados)
A informática é a ciencia da informação
A lei de Shannon define informação.
A lei de Bolzman define entropia. E elas são a mesma coisa.
A informação de um sistema é fundamental para conhecer a sua evolução:
2ª Lei da Termodinamica.

Fisica é muito mais do que a Lei de Newton, o Principio de Galileu e o
Hisenberg.
Fisica é o estudo de sistemas de estados da natureza. Até a mecanica
quantica é apenas isso.
A informática é muito mais que digitos binários e computadores.
Invetiguem o Problema de Turing.

Sérgio Taborda


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Criminologia como Ciencia ?
FROM: "Sergio M. M. Taborda" <sergiotaborda@terra.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 01/04/2005 22:30

Maria Natália wrote:

>
>
> Nada contra ser uma ciência. A teologia não o é para alguns? Para mim
> não pois ainda não consegui triturar um deus e o põr no cromatógrafo
> ou ver a densidade...

Eu tb nunca consegui fazer isso com um electrão. Será que os electrões
não existem ?
A terminação "logia" não significa automáticamente que estamos falando
de uma ciencia. Aliás indica bem o contrário.
A fisica e a quimica não têm nomes terminados em "logia". Logia vem de
loggos , que a palavra inglesa log, ainda preserva o significado.
Significa anotar para estudo posterior.
A biologia era isso quando tomou o nome. Era basicamente desenhar
animais e plantas. De tanto desenho e observação começou a
classificação, etc...
A biologia foi apenas uma classificação por muitos anos. Até que alguem
descobriu a genetica e a juntou com a hipotese de Darwin.
A teologia é apenas isso, uma classiifcação.
A meterologia é também apenas um conjunto de métodos que poderiamos
chamar de a arte de bem medir. Contudo nenhuma ciencia que faz medições
ousa escapar das recomendações dela.
Essa historia de que apenas a fisica e a quimica são cienciencia é visão
curta. (se fossemos por ai, toda a quimica poderia ser considerada um
ramo da fisica, e portanto apenas a fisica seria a unica ciencia
existente. Ora...)


Sérgio Taborda


SUBJECT: Quero ser imortal - Mainardi, VEJA 1899/05
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br,Biodireito_Medicina@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 11:34


VEJA Edição 1899 .
6 de abril de 2005
[]


1f5ff0c.jpg
Diogo Mainardi
Quero ser imortal

"A idéia da morte podia ser encarada com uma
certa filosofia até pouco tempo atrás. Agora
já não pode mais. Os cientistas prometeram
descobrir a cura, em cinco ou dez anos, para
males que hoje são considerados incuráveis.
A expectativa que eles geraram foi alta demais"

Não. Não aceito morrer. A idéia da morte podia ser encarada com uma certa
filosofia até pouco tempo atrás. Agora já não pode mais. Os cientistas
fizeram um trato conosco. Prometeram descobrir a cura, em cinco ou dez
anos, para males que hoje são considerados incuráveis. Em troca, pediram
somente uma montanha de dinheiro para financiar suas pesquisas, além de
plena liberdade para retalhar alguns embriões. Nós lhes demos ambos.

Se os cientistas não cumprirem sua parte, haverá um revertério danado. A
expectativa que eles geraram foi alta demais. A humanidade será tomada por
uma assustadora onda de irracionalismo. Começando por mim. Pretendo invadir
laboratórios e quebrar tudo o que encontrar pela frente.

A questão é que muitos doentes não podem esperar cinco ou dez anos pela
cura. A internet é o território deles. Trocam o tempo todo informações
sobre os avanços médicos. Os parkinsonianos comemoram a pesquisa israelense
que curou ratos parkinsonianos com células-tronco embrionárias. Os
paraplégicos examinam a pesquisa americana que curou ratos paraplégicos com
células-tronco embrionárias. Os infartados debatem sobre a pesquisa
australiana que criou tecido cardíaco com células-tronco embrionárias. Se a
gente fosse rato, muito já estaria resolvido. Como a gente não é, milhões
de doentes incuráveis são obrigados a viver num angustiante limbo científico.

Eles não sabem se serão os primeiros beneficiários de novas terapias, ou os
últimos a morrer. Os mais desesperados recorrem a clínicas particulares que
oferecem terapias milagrosas com células-tronco embrionárias, em lugares
suspeitos como Barbados e México. Outros procuram se candidatar para testes
clínicos em países onde a pesquisa está mais adiantada, como China ou
Coréia do Sul. A internet é o maior centro que existe para a arregimentação
de cobaias humanas.

As células-tronco embrionárias concentram o interesse dos cientistas e dos
doentes, mas não são o único campo de pesquisa da atualidade. O doutor
Huang, de Pequim, alega ter desenvolvido um método inovador para o
tratamento da esclerose lateral amiotrófica. Por 25.000 dólares, ele corta
o nariz de um feto abortado, arranca-lhe o bulbo olfativo, cultiva em
laboratório cerca de 1 milhão de células nervosas de sua mucosa, e as
aplica no lobo frontal de seus pacientes. O método do doutor Huang não tem
comprovação científica. Não importa. Sempre há novos pacientes à sua porta.

A neozelandesa Willie Terpstra, por exemplo, foi operada por ele duas
semanas atrás. Agora nós, internautas, podemos acompanhar cada etapa de sua
reabilitação num blogue, praticamente em tempo real. Ela afirma que está
falando e ingerindo melhor. Afirma também que um belga operado depois dela
conseguiu dar os primeiros passos em dois anos. Não há leitura melhor, no
momento. Se os relatos de peregrinação religiosa caracterizaram a
literatura medieval, meu palpite é que os blogues de peregrinação médica
irão caracterizar a literatura deste século. Quem sabe um dia pode até
aparecer um outro Chaucer. Quem sabe.
[]

[]





[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: e para química ????
FROM: gisele campos <giscampos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 14:37


E para Química , tem alguns sites na mesma linha ????
Grata
Gisele


rmtakata <rmtakata@altavista.net> wrote:

Outra ideia: um jogo de sinuca - fisica pura.

[]s,

Roberto Takata

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Marcos Vogler
<marcosvogler@y...> escreveu
>
> Olá a todos da lista...
>
> Com relação a inserção de recursos de informática no
> Ensino de Física, há algum tempo nosso grupo aqui no
> ITA tem desenvolvido projetos neste enfoque.
> A preocupação é justamente tentar fazer com que os
> alunos adquiram interesse pela disciplina ao mesmo
> tempo em que desenvolvam capacidade de raciocínio e
> abstração. Graças aos recursos hoje oferecidos como
> vídeos interativos, softwares de modelagem, simulações
> em Java, Flash e outros softwares animados,
> acreditamos na melhoria do processo
> ensino-aprendizagem.
> Abaixo seguem alguns links com o formato dos cursos de
> Física básica ministrados nos primeiros anos das
> Engenharias do ITA. Vários outros projetos estão em
> desenvolvimento atualmente, fica o convite pra quem
> quiser conhecer pessoalmente...
>
>
> http://www.fis.ita.br/fis24/
> http://www.fis.ita.br/fis13/
> http://www.fis.ita.br/fis32/
> http://www.fis.ita.br/labfis45/
>
>
> Abraços
>
> ******************************************
> Marcos Vogler
> Centro Técnico Aeroespacial
> Instituto Tecnológico de Aeronática
> Programa de Estudos de Mestrado em Física
> São José dos Campos/SP
> ******************************************
>
> --- E m i l i a n o C h e m e l l o
> <chemelloe@y...> wrote:
> >
> > Olá Léo,
> >
> > Tem o artigo do Zé sobre o assunto. Talvez seja
> > uma sugestão:
> >
> > Automatizando a resolução de equações
> > Por José Carlos Antonio
> >
> http://www.ciadaescola.com.br/zoom/materia.asp?
materia=209&pagina=1&textobusca=informática%20física#materia
> >
> > [ ] 's do Emiliano Chemello
> > emiliano@q...
> > http://www.quimica.net/emiliano
> > http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> > [ MSN ] chemelloe@h...
> > [ ICQ ] 145060604
> >
> > " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> > tout se transforme."
> >
> > Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês,
> > 1743 - 1794)
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: Luiz Ferraz Netto
> > To: ciencialist
> > Sent: Thursday, March 31, 2005 6:25 PM
> > Subject: [ciencialist] Fw: física e informática
> >
> >
> > Sugestões?
> > []'
> > ===========================
> > Luiz Ferraz Netto [Léo]
> > leobarretos@u...
> > http://www.feiradeciencias.com.br
> > ===========================
> > -----Mensagem Original-----
> > De: "fabianomgdbc" <fabianomgdbc@i...>
> > Para: <leobarretos@u...>
> > Enviada em: quarta-feira, 30 de março de 2005 12:30
> > Assunto: física e informática
> >
> >
> > Boa tarde profº Leo, meu nome é Fabiano de Matos
> > Gomes Dutra sou profº de
> > Física em Bom Conselho PE, estamos fazendo um
> > projeto na escola sobre
> > informática, e como professor de física tenho que
> > abordar algum conteúdo de
> > física que tem haver com informática gostaria de
> > saber do srº quais poderiam
> > ser esses conteúdos.
> > Agradeço toda a atenção, e fico no aguardo
> > Obrigado !
> >
> >
> >
> >
> --------------------------------------------------------------------
--------
> > ----
> >
> >
> > No virus found in this incoming message.
> > Checked by AVG Anti-Virus.
> > Version: 7.0.308 / Virus Database: 266.8.6 - Release
> > Date: 30/03/2005
> >
> >
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SUBJECT: Física não é ciencia...
FROM: Peterson Leal <petersonleal2000@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 14:40

Oi Junior.

Não se irrite... :-)

Olhe o conteúdo todo da mensagem... isso que você fez
se chama "seleção de amostras". Onde eu revelei os
erros que você comete para então concluir que
"história é ciência" você convenientemente mandou "pra
baixo do tapete" :-)

Eu não falei só de Sociologia - eu a menciono apenas
nos casos onde é possível uma comparação didática para
você entender a possibilidade de conhecimentos sociais
e humanos científicos e não-científicos. Eu falei de
História também - aliás - o contexto todo é sobre sua
cientificidade. Basta ler o texto inteiro :-)

É claro que eu vou lhe dizer que é importante ler
antes de concluir as coisas (veja a incoerência que
você cometeu ao não entender Popper - como expliquei
na última mensagem), já que você mesmo me acusou de
apenas me "basear em leituras" (?!!), hehe.

E volto a dizer, meu colega listei - história NÃO é
ciência. Há amplas evidências a favor disso. Quando
digo que você não conhece as definições mais básicas
de ciência cito as fontes dos grandes epistemólogos
modernos, e ainda por cima dos campos especializados
tanto na História quanto na Antropologia e na
Sociologia, explicando, etc. Não entendo o motivo de
sua irritação. Será o fato de não conseguir sustentar
sua alegação inicial? :-)

Um grande abraço,

Peter.


--- junior_br2001 <rtjunior2005@gmail.com> escreveu:

---------------------------------

Peterson, procure uma lista então de sociologia para
discutir com
quem sabe discutir, voce só sabe dizer:

"Deixa o nobre colega Takata em paz... nem cientista
social ele é"

"Calma Júnior :-) Se você se sente diminuído pelo seu
conhecimento
ser menor do que o meu nesse campo (Ciências Sociais)
realmente eu
não tenho culpa"

"Leia mais, Júnior... não é ruim. E não é feio ter
bases para
conhecer as coisas, nem cita-las."

"O que percebo é uma nítida deficiência em seu
conhecimento de
ciência, não apenas de um arcabouço técnico de alguma
ciência
específica (até o momento não ficou claro qual sua
especialidade),
mas especificamente de base - ou seja, os conceitos
mais fundamentais
para qualquer discussão nesse sentido você ainda
coloca (como bem
disse o Oráculo) na "eu acho que..." ou "eu
acredito..."

Sinceramente, eu nãao vou ficar perdendo meu tempo com
voce. Um
sociólogo bem preparado não diria as coisas que voce
acabou de dizer.
Além do mais ninguém é obrigado a entender de
sociologia; ainda mais
ser obrigado a discuti-las , mesmo depois de uma
negativa .

JR



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"

<petersonleal2000@y...> escreveu
> Olá Júnior, colegas e amigos listeiros.
>
> A mensagem ficou um pouco longa, mas foi necessário
para deixar
claro algumas concepções básicas que eu não havia
antes percebido que
eram necessárias serem colocadas para o debate.
>
> >> Pois é, sua dependencia de autores externos
> >> e de tantos livros o impede de aplicar até
> >> mesmo uma base racional e criativa sobre
> >> suas opiniões que é por demasia condicionada
> >> por estes autores e pelo excessivo rigorismo
> >> nos textos dos livros. Mas cade a pratica?
>
> É ao contrário, Júnior. Para se conhecer uma
ciência, se estuda
seus principais autores, desde os clássicos aos mais
modernos -
principalmente no caso de se discutir sua
cientificidade como é o que
está acontecendo aqui, porque aí realmente é
necessário recorrer a
definições, e elas estão em algum "meio", seja
dicionários, seja
livros específicos que alguém escreveu.
>
> É claro que eu tenho a minha opinião - e no caso ela
concorda
justamente com os autores que estou citando, motivo
pelo qual seguem
as referências. O que percebo é uma nítida deficiência
em seu
conhecimento de ciência, não apenas de um arcabouço
técnico de alguma
ciência específica (até o momento não ficou claro qual
sua
especialidade), mas especificamente de base - ou seja,
os conceitos
mais fundamentais para qualquer discussão nesse
sentido você ainda
coloca (como bem disse o Oráculo) na "eu acho que..."
ou "eu
acredito..." - ainda está na fase do puro "senso
comum". Sem isso -
sem sequer base teórica para a discussão chega a
carecer de sentido
você falar de prática, já que demonstra desconhecer a
realidade do
mercado de trabalho tanto de uma área quanto de outra
(a afirmação
que fez sobre Antropologia mensagens atrás foi
lamentável).
>
>
> >> Voce se baseia só no que os outros dizem,
> >> cade a sua capacidade crítica sobre esses
> >> autores e livros?
>
> Novamente uma demonstração de desconhecimento,
agora, do "Ethos" da
ciência, em um de seus imperativos institucionais que
é o "comunismo"
(Merton). O caráter comunal da ciência reflete-se no
reconhecimento
dos cientistas de que dependem de uma herança
cultural. A observação
de Newton: "Se enxerguei mais longe foi porque estava
sobre o ombro
de gigantes" exprime um pouco disso.
>
> Eu cito autores que concordam exatamente com as
noções que eu tomo
de ciência - mas se quiser excluir essas referências
do texto
original fique à vontade :-)
>
>
> >> O que voce tem feito aqui, é so tentar diminuir
> >> o debatedor com argumentos de que ele não
> >> sabe nada e que voce é um estudante de sociologia
> >> que entende de tudo. Isso é o bastante?
>
> Calma Júnior :-) Se você se sente diminuído pelo seu
conhecimento
ser menor do que o meu nesse campo (Ciências Sociais)
realmente eu
não tenho culpa. Aliás, só se isso significa os anos
que passei nos
bancos da universidade, os estágios práticos e as
horas como
pesquisador bolsista da CNPq/PIBIC. Tudo tem um preço
:-)
>
> Agora você pode fazer o seguinte: você reclamou de
eu citar os
autores que concordam com as noções que eu uso no
debate contra suas
idéias. Tente ver da seguinte forma: ao invés de
acreditar que *EU*
estou tentando diminuir *VOCÊ* ao debater, pense que
talvez sejam
suas *idéias* que não estejam consoantes com os
*autores* que eu cito
(grande parte deles do pensamento contemporâneo). A
culpa é deles :-)
Mas fique à vontade para dialogar nesse sentido,
através de mim.
>
> ======== ======== ========
> Agora - nessa segunda parte - vamos aos equívocos
que você cometeu
ao defender que história é ciência:
>
> >> História da ciencia tb procura reproduzir
> >> as descobertas, teorias da ciencia ,
> >> experimentos de acordo com fontes e
> >> escritos deixados e que foram testados
> >> em autenticidade.
>
> Não entendi. Pelo que você escreveu "a história" da
ciência procura
REPRODUZIR AS DESCOBERTAS?! As teorias? Tudinho
novamente? Os
experimentos, etc.? Puxa... estou surpreso. Deve sair
super caro
montar os laboratórios e as mesmas condições da época.
Nunca tinha
ouvido falar. De onde você tirou isso?
>
>
> >> Portanto, é isso, história tem base científica,
> >> ela nao é simplesmente uma forma de
> >> conhecimento imune a refutações, seus
> >> pressupostos e hipóteses podem ser falseados
> >> e corrigidos nos decorrer das eras.
>
> Júnior, você está a confundir novamente
conceitos-base! Confundir
empirismo e indutivismo com "ciência" é complicado.
Não que a ciência
não possa conter essas duas características - mas elas
sozinhas não
são ciência. Vou explicar. A análise de UM fato, como
"João abriu a
porta no dia tal", por mais que seja provado, não é
ciência. Não
adianta você dizer: "Ah, mas eu recolhi provas
documentais, filmei,
peguei testemunhas de que ele abriu a porta".
>
> Usar um termo popperiano (falseado) para tentar dar
"autenticidade"
ao seu argumento fica ainda pior. Mostra que seu
desprezo pela
leitura das fontes básicas (na tentativa de ser
original, como pediu
a mim) não lhe permite sequer entender os conceitos
que tenta usar.
>
> Quando Popper falou em falseabilidade ele não disse
que era
apenas "provar alguma coisa". Ele estava falando de
TEORIAS, e deu as
características que essas teorias tinham que ter para
serem
consideradas científicas. Em sua Décima-oitava tese
ele diz: "Dessa
forma, a lógica dedutiva torna-se a teoria da crítica
racional (...)
uma teoria ou sistema dedutivo é uma tentativa de
explicação e,
conseqüentemente, uma tentativa de solução de um
problema
científico".
>
> Agora a parte mais interessante: "Não existe nenhuma
ciência
puramente observacional, existem somente ciências nas
quais
teorizamos". A lógica dedutiva, generalista, é a
consequência do
método NOMOTÉTICO, algo que já falei por várias vezes
aqui - em
oposição ao método IDEOGRÁFICO utilizado pela
História. No caso não
faz sentido algum falar sobre "falseabilidade" em um
campo que não
faz PREVISÕES sobre aspectos definidos da realidade
através da busca
das REGULARIDADES, "leis gerais" ou UNIFORMIDADES, tal
como se
define.
>
> Falar sobre a "falseabilidade popperiana da
afirmação que Pedro
Álvares Cabral descobriu o Brasil" - um fato singular
- deve fazer o
velho Popper se revirar no caixão...
>
>
> >> A ciencia histórica é a base pra muitas
> >> das ciencias sociais de nossa era, a
> >> propria sociologia é filha da história.
>
> A História é certamente fundamental para as ciências
sociais -
*dependendo* do enfoque que procuramos analisar. Seria
interessante
você saber que existem recortes SINCRÔNICOS e
DIACRÔNICOS pelos quais
se pode analisar fatos sociais e antropológicos. As
análises
diacrônicas levam em conta o fator de evolução
temporal de uma
sociedade ou cultura (aqui temos análises histórias,
etnográficas -
ideográficas no geral). No entanto, nas análises
sincrônicas esse
fator é completamente dispensado. Temos aqui a
antropologia e boa
parte da sociologia estruturalista, bem como a
etnologia.
>
> Isso nada tem a ver, por outro lado, que "história é
ciência" -
muito pelo contrário, se fosse não seria preciso
outras ciências para
compreender as estruturas, funções e verificar
regularidades que
ocorrem, em diversificadas categorias. Lembrando -
algo
importantíssimo a se considerar - que tais
regularidades e
generalizações normalmente ocorrem já num nível
diacrônico (a-
histórico)!
>
> Por fim, dizer que a sociologia é "filha da
história" faz tanto
sentido quanto dizer que a Química é "filha da
alquimia", a
Astronomia da Astrologia, a Física da Metafísica ou
semelhantes.
>
> Leia mais, Júnior... não é ruim. E não é feio ter
bases para
conhecer as coisas, nem cita-las.
>
> Um abraço.
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto
foram removidas]





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Antigravidade
FROM: Eduardo Gueron <edgueron@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 14:43

Ola,

Ja ouvi falar de algumas supostas maquinas de
antigravidade como a exemplificada na mensagem
anterior. Entretanto, nco conhego nenhum tipo de
engenhoca que produza o que se chama de "escudo
antigravitacional" por meio de algum mecanismo que
seja, de fato, de origem gravitacional, geralmente ha
uma forga eletromagnitica envolvida.

Em teoria podermamos ter dois tipos de materiais que
geram antigravidade:
Em grravitagco newtoniana, somente materias com massa
negativa poderiam fornecer essa repulsco oq, por
enquanto, ninguim acredita que existe na natureza.
A outra hipstese i fruto da relatividade geral. Em
primeira aproximagco, a densidade de massa
gravitacional efetiva de um corpo ou um fluido i a
soma de sua densidade (massa por volume e chamarei de
ro) com as 3 componentes da pressco (que chamarei de
p) divididas pela velocidade da luz ao quadrado. Essa
pressco tem interpretagues diferentes dependendo da
natureza do material. No caso de um gas isotrspico
(pressco igual em todas as diregues), a densidade
gravitacional efetiva seria ro+3p/c^2. Ha, na
natureza, materiais com pressco negativa ou tensco
(sslidos, por exemplo). O termo 3p/c^2 ou
(px+py+pz)/c^2 i, geralmente, muito menor do que ro,
portanto, a densidade gravitacional (tb conhecida como
densidade de TOlmann) i pouco menor do que a densidade
ro de fato. HOje, no entanto, ha o problema da
aceleragco medida no Universo (medidas de afastamento
de supernovas, por ex). Caso os dados sejam corretos
(ha varias medidas acordantes) a hipstese natural i se
pensar na existjncia de uma forga repulsiva de
natureza gravitacional. A explicagco possmvel i que o
vacuo seria um tipo de material com p=-rho (ha razues
de estrutura de fluidos e tensor de stress que vco ao
encontro desse resultado). COm essa relagco, a
densidade gravitacional efetiva seria rho+3p=-2rho e,
portanto, repulsiva.

[]'s Eduardo.



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SUBJECT: Ei, eu estou vivo ainda :)
FROM: "profjc2003" <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 14:54


Olá pessoas,

Sei que ando sumido e que vocês não estão com saudades. Além disso
ninguém perguntou nada. :)))

Mas o fato é que ainda estou vivo. E acompanhando vocês (de vez em
quando).

Quem quiser dar uma olhada nos meus últimos escritos visite os links
(e critiquem os textos, tem uma forma de avaliação lá).

No ZOOM:
"O aluno, o professor e a pedagogia do prazer"
http://www.ciadaescola.com.br/zoom/materia.asp?materia=250

"Quebrando computadores"
http://www.ciadaescola.com.br/zoom/materia.asp?materia=251

No meu blog sobre educação:
http://aprendendoaensinar.blogspot.com/

PoiZé, tenho saudades de vocês, mas o tempo anda muito e$ca$$o
ultimamente.

Abraços,
Prof. JC






SUBJECT: Re: [ciencialist] Antigravidade
FROM: JVictor <jvoneto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 15:32

Olá, Eduardo

Eduardo Gueron escreveu:

>
>>Já ouvi falar de algumas supostas máquinas de
>antigravidade como a exemplificada na mensagem
>anterior. Entretanto, não conheço nenhum tipo de
>engenhoca que produza o que se chama de "escudo
>antigravitacional" por meio de algum mecanismo que
>seja, de fato, de origem gravitacional, geralmente há
>uma força eletromagnética envolvida.
>
>Victor: Tenho lido com atenção seus comentários aquí no ciencialist.
>
>
Sobre o assunto objeto dessa comunicação, eu lhe pergunto se conhece o
trabalho de Fran de Aquino, um cientista de uma
Univ.Maranhense, que desenvolve um trabalho nessa direção. Meio
fantasiosa, em minha opinião. Se puder, dê uma lida em seu trabalho e,
se tiver disponibilidade, comente também. O site é fácil de achar. Basta
o nome fran de aquino.

Sds,

Victor.


>__________ Informação do NOD32 1.1042 (20050331) __________
>
>Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 Sistema Antivírus
>http://www.nod32.com.br
>
>
>
>
>



SUBJECT: Re: [ciencialist] Ei, eu estou vivo ainda :)
FROM: gisele campos <giscampos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 15:52

Oi Professor,
Não se preocupe , é assim mesmo, eu tenho 300 e-mails , não consigo se quer ler todos , quanto menos responder ou elucidar a minha existência nesta lista.....
A propósito , qual sua área ?

Gisele - Química


profjc2003 <profjc2003@yahoo.com.br> wrote:
Olá pessoas,

Sei que ando sumido e que vocês não estão com saudades. Além disso
ninguém perguntou nada. :)))

Mas o fato é que ainda estou vivo. E acompanhando vocês (de vez em
quando).

Quem quiser dar uma olhada nos meus últimos escritos visite os links
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No ZOOM:
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"Quebrando computadores"
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No meu blog sobre educação:
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PoiZé, tenho saudades de vocês, mas o tempo anda muito e$ca$$o
ultimamente.

Abraços,
Prof. JC






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SUBJECT: Re: Antigravidade
FROM: "edgueron" <edgueron@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 17:08


Olá Victor,

Fui no site do Fran de Aquino e há um índice de tópicos que ele supõe
explicar com sua nova teoria. Não consegui, no entanto, achar seus
fundamentos que pudessem ser questionados, aceitos ou, ao menos,
entendidos. Só posso dizer uma coisa, basta ele ter solucionado alguns
dos 28 tópicos que ele lista em http://users.elo.com.br/~deaquino//
para ser considerado o maior físico do século. Pelo que pesquisei, não
achei nenhum artigo do Fran de Aquino publicado em uma revista
arbitrada. Sobre o experimento, não entendi exatamente a sua máquina
antigravitacional mas, pelo esquema, não me parece original (lembra
aquela do Russo). O que posso dizer é que se eu conseguisse fazer uma
máquina com resultados mínimos de antigravidade, chamaria uma equipe
para demonstrar publicamente o seu funcionamento e os resultados obtidos.

Ele diz ter descoberto que a força eletromagnética também gravita,
isso é conhecido na R. Geral. As equações de Einstein relacionam
curvatura do espaço com o tensor de energia momento. Esse "tensor de
energia momento" nada mais é do que a descrição da natureza da matéria
que gera o campo gravitacional. Se ela for carregada, por exemplo,
entram nesse tensor componentes do campo elétrico e magnético por ela
gerados. Portanto, quaisquer características da natureza da fonte
gravitacional e não somente sua massa influenciam no campo resultante
que gravita.

Finalmente (essa parte da mensagem escrevi 1 hora após ter escrito os
primeiros parágrafos), dei uma lida (confesso que sem muito cuidado)
no artigo que ele publicou em http://arxiv.org/abs/physics/0212033%20
. Não entendi muito o que ele tentou fazer mas me parece que há alguns
problemas fundamentais claros, por exemplo: Ele diz que a ação
definida em (1) e (2) não pode ser negativa e, portanto, se mg for
negativa, o tempo vai pra trás! Isso é absurdo em diversos aspectos:
1. Não se pode definir ação em relatividade especial considerando a
massa gravitacional porque tal campo não está sendo levado em conta. E
todas as tentativas de se fazer gravitação somente com Relatividade
Especial (ou Restrita) deram errado. 2. Assumindo que ele conseguiu
inventar essa ação. Não há lei alguma que impeça a ação de ser
negativa. Acho que o autor pensou isso do famoso "princípio da mínima
ação". Quando deduzem-se as equações de movimento por meio de extremos
da ação, se calcula a trajetória que faz com que a ação seja
estacionária, ou seja, que sua variação no caminho seja nula. (Grosso
modo falando é como se a derivada nula de uma funçã0 implicasse
necessariamente em um mínimo local, oq não é verdade). 3. Pouco
adiante, ele diz que t/(1-v^2/c^2)^(1/2) muda o sinal se v>c. Não muda
o sinal, vira imaginário!

Bem, isso é só o início. Depois, o autor parte para uma álgebra mais
complicada e mistura spin de um elétron com spin de uma teoria. Spin
de um elétron é um número quântico associado a interação com campo
magnéticos por exemplo. Spin de uma teoria (teoria da gravitação tem
spin 2) é associado a simetrias de teorias de campos (não vou entrar
em detalhes...) Outros erros como usar a lei de Hubble do nada quando
sabemos que ela é uma aproximação observacional para uma região
observada do universo, etc... Enfim, creio que está conceitualmente
equivocada sua teoria oq não invalida a priori seu experimento mas,
como esse eu não vi pessoalmente, nada posso afirmar.

Abraço, Eduardo.

> Olá, Eduardo
>
> Eduardo Gueron escreveu:
>
> >
> >>Já ouvi falar de algumas supostas máquinas de
> >antigravidade como a exemplificada na mensagem
> >anterior. Entretanto, não conheço nenhum tipo de
> >engenhoca que produza o que se chama de "escudo
> >antigravitacional" por meio de algum mecanismo que
> >seja, de fato, de origem gravitacional, geralmente há
> >uma força eletromagnética envolvida.
> >
> >Victor: Tenho lido com atenção seus comentários aquí no ciencialist.
> >
> >
> Sobre o assunto objeto dessa comunicação, eu lhe pergunto se conhece o
> trabalho de Fran de Aquino, um cientista de uma
> Univ.Maranhense, que desenvolve um trabalho nessa direção. Meio
> fantasiosa, em minha opinião. Se puder, dê uma lida em seu trabalho e,
> se tiver disponibilidade, comente também. O site é fácil de achar.
Basta
> o nome fran de aquino.
>
> Sds,
>
> Victor.
>
>
> >__________ Informação do NOD32 1.1042 (20050331) __________
> >
> >Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 Sistema Antivírus
> >http://www.nod32.com.br
> >
> >
> >
> >
> >





SUBJECT: Re: [ciencialist] Ei, eu estou vivo ainda :)
FROM: Anderson Almeida da Silveira <anderson_a5@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 17:45



gisele campos <giscampos@yahoo.com.br> wrote:
Para todos da ciencialist



me desculpem se nao respondo a todos os -mails , continuem eniando poi eu faço o máximo para pelo menos ler

e que nao tenho pc em casa mas em breve estarei enviando um prolema com a lei da ação e reação

ate , ciencialist


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Gravidade!
FROM: "Rolf Guthmann" <rolfguthmann@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 21:09


O que é Gravidade ?

O que é afinal a gravidade ? Qual é a sua causa ou fonte ? Muitos já
tentaram resolver este antigo quebra-cabeças, mas ninguém, que se
saiba, teve sucesso absoluto. Para Newton, a força da gravidade era
função apenas das massas e da distância entre elas. Para Einstein, a
gravidade causava uma deformação no espaço-tempo contínuo e com esta
idéia, ele desenvolveu uma álgebra muito complexa que a descreve
apenas geometricamente. A maioria dos estudos feitos até hoje
explicam apenas os efeitos da gravidade, não a sua real natureza.
A unificação da gravidade com a eletricidade tem sido um desafio
para muitos grandes físicos nestes últimos 100 anos, Einstein se
dedicou por quase 35 anos a esse problema, não obtendo sucesso,
tanto que Dirac, em 1968, fez uma avaliação negativa da
possibilidade de unificar as forças fundamentais.
Existe hoje, uma grande quantidade de evidências que sugerem um
forte relacionamento e, possivelmente, uma mesma origem fundamental
para o eletromagnetismo e a gravidade. Por exemplo, recentemente,
uma inovadora experiência apresentada no encontro da Sociedade
Astronômica Americana, realizada pela Universidade de Missssouri, em
Columbia, EUA, em conjunto com o Observatório Nacional de
Radioastronomia, constatou através de precisas medições, que a
velocidade de propagação da gravidade é igual a da luz. Outra prova
que se tem da existência de uma relação entre a gravidade e a
eletricidade é a de que ambas obedecem a mesma lei do inverso do
quadrado, embora, suas intensidades a distâncias comparáveis sejam,
imensamente, diferentes.
Veja em: http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/TQG/tqg.html , como
esta relação acontece e o porque desta enorme diferença.
Uma outra evidência se reporta a teoria da relatividade de Einstein,
que está embasada no princípio da equivalência o qual estabelece que
a massa, ou "massa inercial" e o peso, ou "massa gravitacional" de
materiais diferentes sofrem a mesma aceleração em um campo
gravitacional com imensa precisão. Esta teoria, estabelece que a
gravidade e a inércia representam a mesma coisa, porque ambas atuam
sobre um corpo da mesma maneira, onde as suas forças são
proporcionais às massas dos corpos, podemos admitir, então, que a
fonte da gravidade tenha uma origem semelhante a da inércia. É
importante lembrar que esta última resulta de um fenômeno muito
comum, a aplicação de uma força sobre uma massa.
A pergunta : o que é afinal a gravidade? Encontra resposta nestas
duas evidências vistas aqui, então, podemos afirmar que a gravidade
é uma inércia, e é causada por uma força eletromagnética de origem
nuclear, estes indícios ainda apontam, que a diferença relativa das
forças eletrostática e centrifuga nos átomos, é a fonte ou causa da
gravidade, veremos mais adiante, que a origem destas diferenças está
no movimento relativístico dos elétrons e o referencial " de tempo "
adotado.
Para entender como funciona a gravidade, temos que entender como
funciona o tempo, qual a ligação existente entre a gravidade e o
tempo, de onde que o tempo surge, então, devemos encontrar uma
interpretação física que esteja em melhor concordância com a
observação, para isso, substituímos o "princípio da incerteza"
pela " incerteza no tempo" como fator de indefinição no
comportamento das partículas subatômicas, onde esta, significa
dizer, que a partícula está sempre defasada do presente ou do tempo
próprio local, ou ainda, que teremos a cada instante um pequeno
deslocamento temporal, dependendo do observador, ora para o passado,
ora para o futuro, semelhante ao gráfico da curva de uma senoide
numa visão bidimensional, ou a uma curva em espiral, quando
imaginada em três dimensões, sempre em torno do eixo das abscissas,
que representa o tempo próprio ou o presente local.
A geração de gravidade somente acontece quando este átomo se
encontra imerso num campo gravitacional, isto acontece pela
necessidade de um referencial temporal. Este referencial é definido
pela presença do segundo ou de mais átomos, neste caso, a gravidade
gerada também depende da intensidade deste campo, por isso que se
diz que a "gravidade gravita", ou seja, a ignição do início dos
tempos ou o princípio de tudo, só se deu a partir da existência do
segundo átomo no universo.
Se o tempo passa à taxas diferentes em locais diferentes do
universo, conforme a intensidade do potencial gravitacional do
local, propriedade exaustivamente testada e aprovada da teoria da
relatividade geral, adotando o tempo como fator de incerteza, o
mesmo átomo sob a influência de campos gravitacionais com
intensidades diferentes, experimenta o tempo passando a taxas
diferentes, ou seja, a sensação da "massa ou gravidade" deste átomo,
nesses lugares, também será diferente. Esta sutil variação é
extremamente pequena, no seu cálculo não se consegue uma precisão
matemática cientificamente aceitável, mas sua existência é
suficiente para explicar muitos fenômenos não compreendidos que
acontecem no cosmos, como a matéria escura ou as anomalias
gravitacionais experimentadas pelas sondas espaciais.
Considerando o que foi colocado acima, podemos dispensar então o tão
controverso Princípio de Mach, o qual estabelece que as
propriedades inerciais e as gravitacionais da matéria estão de certa
forma ligadas à existência de toda a matéria no universo, também
podemos dispensar a influência das estrelas distantes na definição
do tempo próprio do local, porque o comportamento da água, na
famosa experiência da Tina de Newton, (Como a água sabe que esta em
rotação ??, em rotação a que ??) pode ser perfeitamente explicado,
se considerarmos que a gravidade é gerada pelos átomos, porque neste
caso, a referência seria o próprio átomo acelerado em relação aos
outros, porque cada átomo é uma fonte tempo-gravitacional,
consequentemente, um referencial temporal e uma coletividade deles,
definem um tempo próprio local.
Toda esta intrincada e complexa filosofia, relacionada com a
dificuldade de se explicar a aceleração relativa ou absoluta,
encontra solução quando referenciamos o núcleo do átomo com o
presente ou tempo próprio do local. Ou seja, na dependência, da
inércia ou gravidade com o tempo local, é que encontramos a
explicação para a questão do sistema de referência inercial,
concluiremos que a taxa da freqüência do tempo experimentada pelo
observador, é o que definirá o que será observado.
Podemos, dessa forma, considerar a gravidade, não como sendo uma das
quatro forças básicas ou fundamentais da natureza, mas sim, uma
diferença relativa das interações conhecidas (a força
eletromagnética, a força forte e a força fraca), você pode conferir
em http://rolfguthmann.sites.uol.com.br/index.html como podemos
encontrar a gravidade nos átomos e também a importância do tempo
nesta questão .






SUBJECT: Re: Ei, eu estou vivo ainda :)
FROM: "profjc2003" <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 22:02


Oi Gisele,

Minha área de formação é Física.

Cuidado com o Emiliano... O rapaz é "pegador" ;)

Beijos,
Prof. JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, gisele campos <giscampos@y...>
escreveu
> Oi Professor,
> Não se preocupe , é assim mesmo, eu tenho 300 e-mails , não consigo
se quer ler todos , quanto menos responder ou elucidar a minha
existência nesta lista.....
> A propósito , qual sua área ?
>
> Gisele - Química
>
>
> profjc2003 <profjc2003@y...> wrote:
> Olá pessoas,
>
> Sei que ando sumido e que vocês não estão com saudades. Além disso
> ninguém perguntou nada. :)))
>
> Mas o fato é que ainda estou vivo. E acompanhando vocês (de vez em
> quando).
>
> Quem quiser dar uma olhada nos meus últimos escritos visite os links
> (e critiquem os textos, tem uma forma de avaliação lá).
>
> No ZOOM:
> "O aluno, o professor e a pedagogia do prazer"
> http://www.ciadaescola.com.br/zoom/materia.asp?materia=250
>
> "Quebrando computadores"
> http://www.ciadaescola.com.br/zoom/materia.asp?materia=251
>
> No meu blog sobre educação:
> http://aprendendoaensinar.blogspot.com/
>
> PoiZé, tenho saudades de vocês, mas o tempo anda muito e$ca$$o
> ultimamente.
>
> Abraços,
> Prof. JC
>
>
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} return true;} [input] [input] [input]
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SUBJECT: Explorando o Nada
FROM: Amauri Nolasco Sanches Jr <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: reginaldo.pereira.li@itelefonica.com.br, patricia.ferrari@uol.com.br, Pingao <Conversa_de_Botequim@yahoogrupos.com.br>, Lenia Luz Nogueira <lenia_luz@hotmail.com>, Carolina Marques <marquesacc@hotmail.com>, Elio Mollo <elmo.esp@uol.com.br>, leandro <dantasbarreto@yahoo.com.br>, libertarte@terra.com.br, lovemylife2003@hotmail.com, lenia luz <lenialuz@yahoo.com.br>, kathleensp2004@yahoo.com.br, jan <jandrei@desbrava.com.br>, grasdic@yahoogroups.co.uk, Bruna Ferreira <floorr10@hotmail.com>, egregora_do_amor@yahoogrupos.com.br, Estela <estelinha_@hotmail.com>, Maria Palmira Minholi Dias <m_p_m_d@yahoo.com.br>, ciencia.2005@grupos.com.br, ciencilist <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, -= Diovane Ribeiro =- <zharath@gmail.com>, acropolis@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 23:08

Explorando o Nada


" O Homem comum fala, o Sábio
escuta, o Tolo discute."
Sabedoria Oriental


x

A creação é vibração
Na tentativa de desvendar a origem do universo
físico, a ciência tem especulado a respeito do que
existia antes, ou sobre a fonte original. Durante
muito tempo foi dito que ele teve origem do "nada",
mas isto leva à indagação: O que é o nada? - A esse
respeito vejamos o que nos diz a ciência atual sobre
aquela condição chamada de "nada". Assim transcrevemos
um excelente artigo que situa o pensamento dos físicos
quânticos, escrito pelo comentarista cientifico Manoel
Barbosa, publicado com o título de Tecnologia do
Conhecimento no jornal Diário de Pernambuco em 1995.
A inesgotável riqueza do nada:

"O 'nada' - ou os vazios quânticos - é uma das
principais preocupações da ciência, atual. No 'nada',
desconfiam os cientistas, parece está a matriz do
Todo. Ou de tudo. Ou do universo material em que
vivemos. 'O vazio está cheio de alguma coisa que não é
matéria', define Henri Laborit, biólogo francês
conhecido pelo seu materialismo radical e a
intolerância com as tendências místicas de alguns
cientistas. No vazio quântico há tudo e nada, ao mesmo
tempo. Alguns físicos simplificam a questão e dizem
que no vazio/nada há 'informação' assim pensava o
brasileiro Mário Schemberg. Laborit considera essa
definição insuficiente e dá uma explicação mais
elaborada para o conteúdo do 'nada': 'Variações de
campos elétricos provocados pelo epicentro da matéria
e que persistem quando a matéria já lá não está'.
Outro físico, David Bohm, fala de 'ordem implícita'.
Ele quer dizer: a matéria está implícita no 'nada'- no
vazio há pré-forma; é o molde invisível do molde
visível - que somos nós e asCoisas. Beneviste,
pesquisador francês, provou que a matéria tem memória.
Realizou experiências mostrando que, quando a matéria
deixa de existir num ponto, ficam os vestígios. Até
água deixa esses vestígios - ou memórias. As
experiências de Benveniste foram testadas em vários
laboratórios e os resultados comprovaram a afirmação,
à primeira vista fantástica[1]. Burr e Sheldrake, dois
biólogos, dizem ter identificado 'campos de vida', ou
campos morfogenéticos. É mais ou menos como a "ordem
implícita" de Bohm no reino biológico: cada organismo
teria uma pré-forma da qual os genes seriam apenas
mensageiros materiais. Esse conceito também é chamado
de 'modelo organizador biológico'. Einstein, no seu
intuicionismo avassalador, pensou ter identificado no
universo essa força invisível contida no 'nada' - a
ordem implícita de Bohm - e a incluiu num sistema
conhecimento como 'constante cosmológica'.
Desacreditada - e até repudiada pelo próprio Einstein,
depois - a constante foi recentemente reabilitada com
as descobertas do Telescópio espacial Hubble. Aliás,
com a não descoberta, pis o Hubble não detectou a
chamada 'massa invisível'. Essa massa era a explicação
dada pelos astrônomos para ocorrências cósmicas
inexplicáveis pelo volume de massa visível. Ou seja: a
massa detectável no universo não bastaria para
produzir o próprio universo. Deveria haver massa
oculta e que constituiria 90% de todo o cosmos. O
Hubble demoliu essa crença e pôs no seu lugar uma
explicação parecida com a constante cosmológica. A de
que há alguma coisa muito poderosa no "nada" dando
origem ao todo - e muitos até a estão chamando de
Deus. Para o físico inglês Stephen Hawking isto não é
novidade. Ele já vem falando da 'mente de Deus' para
justificar o comportamento da matéria que volta para o
"nada" pelas goelas dos insaciáveis buracos negros e
atravessa a barreira do tempo".

Vemos, então que a própria ciência, com embasamento
matemático, nega a existência de um "nada absoluto",
quando afirma existir algo indefinível, indetectável,
inefável, fonte de "informações" além do Universo.
Este pensamento da ciência moderna está em
conformidade com o pensamento dos místicos de alto
nível de todos os tempos, especialmente os orientais,
habituados à meditação sobre conceitos metafísicos
elevados. É exatamente num nível além do universo, ou
seja, naquele "nada quântico" referido pela ciência
atual, que eles colocam Deus, o Poder Superior
Criador.

A fonte de todo o conhecimento, o propósito primeiro
de tudo quanto foi criado, e mesmo daquilo que ainda
não foi criado, existe ao menos como "informação" na
citada "Inesgotável Riqueza do Nada", pois ali tem
tudo e tem nada. A ciência tem usado outras expressões
para indicar o que transcende o mundo das partículas
constitutivas do universo detectável. Para isto usam
muitas expressões, entre elas: "Pré-forma da forma" ou
"Ordem Implícita" de Bohm, ou "Modelo Organizador".
Essas expressões são irrelevantes porque nomes
específicos não modificam as conclusões o que importa
é que além da estrutura da matéria existe uma fonte de
consciência.

A própria ciência tem indagado sobre coisas abstratas
como pensamento e consciência, indagado também se o
próprio pensamento também é feito do "nada". Para a
filosofia perene - o conjunto do saber antigo,
originado no oriente - a consciência é o próprio
"nada". Psicólogos - freudianos e comportamentais,
neuro-fisiologistas, e biólogos têm tentado em vão
identificar a substância mental e a sede da
consciência. Ai surge uma outra dúvida: a consciência
é uma propriedade apenas do ser humano ou os animais,
e a própria matéria, também a tem? No caso, a
consciência - como a mente - seria algo especial,
substrato do Todo, ou apenas produto de interações
neuro-quimicas de um organismo? Isto para a ciência
ainda é um mistério insondável embora que para o
místico seja algo bem claro - a consciência é um
aspecto do próprio Poder Superior. O que também
queremos enfatizar é, mesmo que tudo isto sejam
reações da própria matéria biológica, ainda assim o
potencial já estava implícito na origem. Desta forma
todas as reações dos seres vivos nada mais são do que
exteriorizações implícitas na fonte da própria energia
que originou todo o universo, portanto não se tratam
de algo inerente ao mundo objetivo, de algo gerado
pela matéria, mas sim apenas de algo manifestado
através dela.

Técnicos que buscam criar inteligência artificial
(organismos cibernética) não desistem do propósito de
construir máquinas conscientes e se isto chegar a ser
possível, a questão está respondida dentro da
conceituação mística; "Onde quer que se faça presente
uma estrutura apta a manifestar consciência ela ali se
fará presente, desde que se trata de um Poder que
inunda todo cosmos".

Um dos maiores pesquisadores na área da "inteligência
artificial", John Mc Carthy, acredita que dentro de
algumas gerações as máquinas comportar-se-ão como se
tivessem cérebros iguais aos cérebros humanos, e que
não está distante o tempo em que elas serão dotadas
até mesmo de paixões e sentimentos.

Ao místico não causará espécie se isso vier a
acontecer, desde que tal coisa não invalida a idéia da
existência de um Poder Superior, bem pelo contrário,
será um reforço à idéia de que existem manifestações
de algo absoluto, presente em todos e em tudo. Se tal
vier a ocorrer, uma máquina dotada de inteligência a
mencionada qualidade não será algo inerente à máquina
e sim a algo manifestado através dela, algo que
procede da "Inesgotável Riqueza do Nada", do "Vazio
que está cheio de alguma coisa que não é matéria",
daquele chamado "Vazio Quântico" - denominações dada
pela ciência -. Isto é básico na metafísica
espiritualista que considera a consciência como sendo
um dos aspectos do próprio "nada", e se manifesta onde
quer que exista algo, e segundo o modo peculiar de
cada coisa. Assim sendo ela se manifesta de uma forma
numa pessoa humana, de uma outra num vegetal, num
mineral, ou mesmo numa máquina, desde que tudo é mente
no universo, portanto tudo tem consciência.
elementos da creação

Partículas da creação
A teologia se divide em duas correntes: Dualista e
Monista. As religiões que podem ser consideradas
monistas estritas são exatamente aquelas que falam de
uma causa primeira, abrangente, imanente em todas as
coisas, de onde tudo proveio e para onde tudo voltará,
causa esta que tanto está no universo quanto fora
dele, e assim sendo totalizando exatamente o "nada". O
dualismo considera a existência de distintas coisas no
universo, mas isto vai em oposição ao que a ciência
tem como certo, a existência da criação a partir de um
ponto único, o mesmo que afirmam muitas religiões, em
especial aquelas que derivaram dos Vedas.
As religiões místicas, predominantemente orientais,
falam e um Deus metafísico. É o Deus das religiões
orientais, Deus dos filósofos, tanto que chamá-lo de
Deus pode ser considerado um engano por não se tratar
de um "ente" mas um "princípio". É o principio do ser
imutável, ao mesmo tempo em que é, também, a fonte de
todo o porvir, a fonte de toda atividade, o UM do qual
procede toda multiplicidade, e que na China é chamado
Tao, o "Caminho", na Índia de Brahmân, o imutável, e
em algumas doutrinas Poder Superior, ou o "Deus de
Spinoza" o Uno, o que não depende de nada, livre de
sentimentos e paixões, que está dentro, que é
infinito, conteúdo e continente de tudo quanto há.

A ciência, com embasamento matemático nega formalmente
a existência de um "nada" absoluto, quando afirma
existir algo indefinível, indetectável, inefável,
fonte de "informações" além do Universo objetivo
detectável. Este pensamento da ciência moderna está em
conformidade com o pensamento dos místicos de alto
nível de todos os tempos, especialmente os orientais,
habituados à meditação sobre conceitos metafísicos
elevados. É exatamente num nível além do universo, ou
seja, naquele "nada quântico" referido pela ciência
atual, que eles colocam Deus, o Poder Superior.

Numa máquina dotada de inteligência esta não será algo
inerente à máquina e sim a algo que apenas se
manifesta nela desde que, se tudo faz parte da
"Inesgotável Riqueza do Nada", do "Vazio que está
cheio de alguma coisa que não é matéria", daquele
chamado "Vazio Quântico" - denominações dada pela
ciência-. Isto é básico na metafísica espiritualista
que considera a consciência como sendo um dos aspectos
do próprio "nada", ou, indo mais longe, ela é o
próprio "Nada", ou Poder Superior - termo religioso -
que se manifesta onde quer que exista algo e segundo o
modo peculiar de cada coisa. Assim sendo a consciência
se manifesta em tudo quanto existe, mas de uma forma
peculiar em cada coisa; de uma forma numa pessoa
humana; de uma outra maneira num vegetal, num mineral,
ou mesmo numa máquina. Já dizia Hermes, "Tudo é Mente"
ou como as doutrinas védicas afirmam "O Universo é
Mental". Sendo assim, desde que tudo é mente no
universo, logo tudo tem consciência nas devidas
proporções.

As religiões que podem ser consideradas monistas
estritas são exatamente aquelas que falam de uma causa
primeira, abrangente, imanente em todas as coisas, de
onde tudo proveio e para onde tudo voltará, causa esta
que tanto está no universo quanto fora dele, e assim
sendo totalizando exatamente o "nada".

No primeiro livro que editamos falamos de psicólogos e
de consciência celular. Na época da primeira edição
essas afirmativas eram consideradas heréticas, mas
hoje é a própria ciência, em especial cientistas
adeptos da física quântica, que isto Este livro está
mais direcionado àquilo que está por trás do miasma, e
isto nos leva a analisar com detalhes as propriedades
do intelecto, da memória e do pensamento, o que será
feito em um outro capítulo. Alguns metafísicos,
filósofos, e cientistas indagam se o pensamento também
é feito do "nada"? Para a filosofia perene - o
conjunto do saber antigo, originado no oriente - ela é
o próprio "nada". Indagam o que é o pensamento e em
que ele se diferencia da consciência.

Como mencionamos antes, os neurofisiologistas e
psicólogos têm em vão tentado identificar a sede da
consciência, sem que até agora hajam chegado ao menor
indício de sua localização. Mas, podemos afirmar que
sejam quais forem as circunstâncias, a consciência e
assim também todas as qualidades inerentes à mente,
pré-existem, isto é, antecedem à forma, pois que antes
de qualquer estrutura tudo já estava implícito no
ponto gênese do universo. Como não existiram dois
pontos de origem, então não se pode negar que tudo
quanto há e se manifesta de alguma forma, já estava
reunido numa só condição - ponto primordial da criação
- conforme o Big. Bang (Fiat Lux) que se desdobrou em
miríades de coisas. Houve uma fragmentação colossal
atingindo não apenas da energia, mas também todas as
condições imateriais existentes. Embora isto seja um
mistério insondável para a ciência oficial não o é
para os pensadores metafísicos e místicos.

Analisando esse tipo de questionamento, o
neurofisiolgista Kant Klavans chama a atenção para uma
dessas características, a "prioceptividade
inconsciente" que se refere ao modo como o corpo sabe
como cada uma de suas partes ocupa um espaço. Seguindo
essa idéia muitos biólogos preocupam-se com outra
questão
A visão unista difere da dualista apenas no que diz
respeito à objetividade. No dualismo Deus se manifesta
objetivamente como polaridades, enquanto que no unismo
como potenciais em que não há polaridades, pois o que
é uno não pode comportar polaridade alguma.

Dizem as Doutrinas Tradicionais Antigas: A Consciência
Cósmica, no processo do "ver a si mesma", se projeta
sob dois aspectos: Um, que consiste na creação de
"espelhos" para nele se refletir - coisas limitadas e
fragmentárias que refletem leis e princípios, ou seja
"substratos" nos quais ela se manifesta - e outro, que
consiste no aspecto "Purucha" que é a própria
consciência essencial - "dando conta de si mesma" a
partir dos elementos constitutivos do outro aspecto
"Prakriti".


********************



Autor: José Laércio do Egito - F.R.C.
email: thot@hotlink.com.br



Notas:

[1] - De inicio as conclusões de Beneviste foram muito
criticadas, e ele até mesmo afastado dos meios
científicos. No entanto muitos pesquisadores
silenciosamente deram continuidade ao trabalho daquele
cientista, chegando às mesmas conclusões e até mais.
No Brasil na UNICAMP este assunto em sido pesquisado
com muita seriedade e as conclusões comprovam o que
Beneviste afirmou com relação à água.

Esta matéria faz parte do livro: HOMEOPATIA -
Conceitos Filosóficos - Visão Metafísica da Angústia
existencial.
Onde adquirir:
Editora ROBE Tel. (011) 220.6620 e 221.2187
robe@robeeeditorial.com.br


BIBLIOGRAFIA.

BOHM, David - Ordem Implícita e Ordem Superimplícita.
Diálogos com Cientistas e Sábios - Cultrix - S. Paulo
CAPRA, Frijof - A Teia da Vida - Ed. Cultrix - São
Paulo
EINSTEIN, Albert - ´The meaning of rrelativity - 5ª
Ed. Princeton University Press.
KRISHNAMURTI / DAVID BOHM - O Futuro da Humanidade -
Edt. Cultrix - S. Paulo


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Ei, eu estou vivo ainda :)
FROM: gisele campos <giscampos@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 02/04/2005 23:36


Oi J.C. ,
(rs....) Achei uma graça seu comentário , "Emiliano é pegador " , mas as mulheres (pelo menos as que conheço) na área de exatas (quimica preferencialmente), tem boas estratégias para "pegadores" , elas o neutralizam e o "cara" se "liquefaz" rapidinho (rs) .
Tem um rapaz aí na lista (sem citar nomes , acho que não precisa) que vai falar que isso não tem "nada a ver com a lista " , mas tem sim , estou citando um processo de neutralização , por favor não me desaponte......

Beijos,
Gisele - Química




profjc2003 <profjc2003@yahoo.com.br> wrote:

Oi Gisele,

Minha área de formação é Física.

Cuidado com o Emiliano... O rapaz é "pegador" ;)

Beijos,
Prof. JC


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, gisele campos <giscampos@y...>
escreveu
> Oi Professor,
> Não se preocupe , é assim mesmo, eu tenho 300 e-mails , não consigo
se quer ler todos , quanto menos responder ou elucidar a minha
existência nesta lista.....
> A propósito , qual sua área ?
>
> Gisele - Química
>
>
> profjc2003 <profjc2003@y...> wrote:
> Olá pessoas,
>
> Sei que ando sumido e que vocês não estão com saudades. Além disso
> ninguém perguntou nada. :)))
>
> Mas o fato é que ainda estou vivo. E acompanhando vocês (de vez em
> quando).
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> PoiZé, tenho saudades de vocês, mas o tempo anda muito e$ca$$o
> ultimamente.
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> Abraços,
> Prof. JC
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SUBJECT: Re: e para química ????
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 00:28


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, gisele campos
> E para Química , tem alguns sites na mesma linha ????

> > --- E m i l i a n o C h e m e l l o
> > > http://www.quimica.net/emiliano
> > > http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Biologia Cap II p/ Takata
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 04:39


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Geraldo M. Barcelos"
> Substâncias químicas

Ligacoes quimicas.

> Durante o século dezenove, químicos organizaram os elementos
> então conhecidos de acordo com substância química

de acordo com as ligacoes quimicas.

> (Néon, Xenônio, Radon, Krypton, etc.) elétrons.

Neônio, Xenônio, Radônio, Criptônio...

> deles/delas para alcançar um Gás Nobre configuração de

Configuracao de eletrons externos de um gás nobre.

> determina o número e tipos de átomos de laços químicos
> daquele elemento podem formar.

os tipos de ligações químicas que átomos daquele elemento podem formar.

> Os participantes deste grupo tendem a
> ganhar um elétron, enquanto adquirindo um custo de -1.

adquirindo carga -1.

> enquanto adquirindo um custo de +1.

adquirindo carga +1

> Oppositely carregou são íones a um ao outro,

Íons de cargas opostas são atraídos um pelo outro.

> usando o palavra natrium grego) forma um laço iônico

uma ligação iônica.

> se tornando a molécula de cloreto de sódio.

Aqui não está muito certo, já q. moléculas são formadas por ligações
covalentes.

> Laços iônicos geralmente formam entre elementos em
> Grupo eu (tendo um elétron na camada exterior) e Grupo VIIa

Ligações iônicas geralmente se formam entre elementos do grupo I [...]
e do grupo VIIa

> Tais laços são relativamente fracos

Tais ligaçõe são relativamente fracas...

Isso é verdadeiro em meio aquoso. No ar, as ligações são bastante
fortes. Na verdade a força da ligação iônica depende da constante
dielétrica do meio.

> soluções produtoras que têm Na e íons de Cl.

produzindo soluções com íons Na+ e Cl-

> carregados; igualmente cada carregou negativamente íon de

cada íon de cloreto negativamente carregado.

> Substâncias convalentes são formadas quando átomos

Ligações covalentes.

> Considerando que elétrons movem muito rápido que eles podem
> ser compartilhados, enquanto preenchendo efetivamente ou
> esvaziando as camadas exteriores dos átomos
> envolveram no laço.

Como os elétrons movem-se bastante rapidamente, eles podem ser
compartilhados, preenchendo ou esvaziando efetivamente as camadas
externas dos átomos envolvidos na ligação.

> Tais laços são chamados laços de elétrons compartilhados.

Essas ligações são chamadas de ligações por compartilhamento de elétrons.

> Uma analogia pode ser feita com crianças: as crianças estão
> como elétrons, e tendem a gastar algum tempo com um pai e o
> resto do tempo deles/delas com o outro pai.

Uma analogia pode ser feita com a guarda de crianças: as crianças são
como elétrons e tendem a passar um tempo com um dos pais e o resto do
tempo com o outro.

> Em um laço de covalent, o elétron nubla
> cercando os núcleos atômicos sobreponha.

Em uma ligação covalente, as nuvens de elétrons envolvendo o núcleo se
sobrepõem.

> Formação de um laço de covalent entre dois atoims de

ligação covalente

> outros átomos, Carbono pode se tornar um átomo estável.
> preenchendo alternadamente e esvaziando sua camada exterior.

alternadamente preenchendo ou esvaziando sua camada externa.

Estável não é bem o termo. Embora happy atom seja muito infeliz (com o
perdão do trocadilho).

> Formação de laços de covalencia no metano.

ligações covalentes.

> Carbono precisa compartilhar quatro elétrons, em efeito tem
> quatro aberturas.

O carbono precisa compartilhar quatro elétrons, com efeito possui
quatro espaços.

> Cada hidrogênio provê um elétron a cada destas aberturas.

a cada um desses espaços.

> Ao mesmo tempo cada hidrogênio precisa encher uma
> abertura que é terminado compartilhando um elétron com o
> carbono.

cada hidrogênio precisa preencher um espaço, o que é feito
compartilhando-se um elétron com o carbono.

> elétron é termed um único laço.

é denominado de ligação simples.

> Quando são compartilhados dois pares de elétrons, uns
> resultados de laço duplo, como em gás carbônico. Laços
> triplos são

ligações duplas e ligações triplas.

> Modos de representar laços de covalencia.

ligações covalentes.

> Nestes casois uma substância polar convalente se desenvolve.

Nesse casos, desenvolve-se uma ligação covalente polar.

> Desde que os elétrons passam tanto tempo com o oxigênio
> (oxigênio que tem um maior electronegatividade, ou afinidade
> de elétron) aquele fim da molécula adquire um custo
> ligeiramente negativo.

Como os elétrons passam mais tempo com o oxigênio (o oxigênio tem uma
maior eletronegatividade ou eletroafinidade), essa extremidade da
molécula adquire uma carga ligeiramente negativa.

> Reciprocamente, a perda dos elétrons do hidrogênio termina
> folhas um custo ligeiramente positivo.

a perda de elétrons pela extremidade do hidrogênio leva a uma carga
ligeiramente positiva.

> água é assim polar, enquanto tendo positivos e lados
> negativos.

possuindo lados positivo e negativo.

> Hidrogênio une seja o resultado da atração elétrica fraca
> entre o fim positivo de uma molécula e o fim negativo de
> outro.

Pontes de hidrogênio resultam da fraca atração elétrica entre a
extremidade positiva de uma molécula e a negativa de outra.

> Individualmente estes laços são muito fracos, embora levado
> dentro um grande bastante quantidade,

essas ligações são muito fracas, embora em grande quantidade

> o resultado é forte bastante unir moléculas ou em uma forma >
tridimensional.

forte o bastante para mater moléculas unidas...

> Formação de um laço de hidrogênio entre o lado de hidrogênio
> de uma molécula de água e o oxigênio apóia de outra molécula
> de água.

pontes de hidrogênio entre o lado do hidrogênio de uma molécula de
água e o lado do oxigênio de outra molécula de água.

> A presença de áreas polares nos aminoácidos que maquilagem
> uma proteína permite para laços de hidrogênio formarem,

A presença de regiões polares nos aminoácidos que formam uma proteína
permite a formação de pontes de hidrogênio

> enquanto dando para a molécula uma forma tridimensional que
> é freqüentemente vital àquela proteína é próprio
> funcionando.

dando à molécula uma forma tridimensional que freqüentemente é vita
para o funcionamento apropriado dessa proteína.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Criminologia como Ciencia ?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 04:42



Mas as fotos de Deus ainda não me chegaram às mãos. Peço que me
envie uma p.f. E que vi ainda este ano rastos de partículas pois na
minha escola trabalhamos com o telescópios de raios cósmicos.
Dirá: mas um milagre é manifestação de um deus. Será? Não será uma
questão de crença, de fé?
Não me refiro à meteorologia como: Tenho fé que amanhã chove"ou
dizendo " se deus quiser a depressão centrada a noroeste de... fará
chever ali e nevar acolá" A matemática se aplica no estudo de
meteorologia sendo ela mesmo a base.
E a biologia ainda é uma ciência que tende a classificar tudo que
encontra. Aliás presentemente a biologia já tem outro nome: ciência
das macromoléculas.E cada vez mais um biológo tem de saber química
(claro tb biofísica)
Mas evidentemente que a Teologia pode vir a ser uma Ciência até porque
pode ser usada a matemática para a escrever. Não digo que não. Mas
agora para mim não é e não se trata de ser agnóstica mas de que sou
química de laboratório e sei que numa chama de uma vela há imensas
coisas que ainda não se explicam. E tão corriqueira e vulgar é uma
vela acesa que já ninguém liga. Contudo não sei tudo sobre ela e não
irei dizer "deus o sabe e mo há-de elucidar". Mas dentro de 6 meses
terei uma amigo com exame de teologia feito e o irei convidar para
demonstrar que a teologia é Ciência. Depois publicarei aqui para todos
sabermos porque os teólogos consideram ciência. Espero que ele me
convença.
Quanto à química ser ramo da física pois até tem razão. Por aqui
andaram uns professores a tentar que até aos 17 anos as Físico
Químicas fossem dadas por 2 professores um F e um Q. Não foi em
frente. Porque para se saber química tem de se saber física e um
físico para ensinar química tem de passar horas em laboratório Madame
Curie na descoberta da radioactividade precisou de química. A química
temn física e a física tem química. Logo seria mau para alunos em
formação terem já estas duas disciplinas compartimentadas e
espartilhadas. As universidades acompanham estas ideias e NENHUM
Futuro prof de F uo Q sai de lá sem saber 50%/50%. Quando estuda os
espectros de uma estrela diz que é fisica mas é a química que lhe fala
das ligações entre átomos. E é difícil dizer onde é a fronteira. Por
isso todos nós temos uma cadeira anual de Química Física. Tb se pode
dizer em certas áreas da filosofia se não estarei já a falar de
psicologia. Não tenho a mania que a ciência é o melhor que há e nem
estou na fase da Ciência ser contrária á religião.
E sendo química tive de saber geologia e ea geologia não tem pernas
para andar sem a física e a química. E a física envia sondas mas a
química que lhe dá asas.Os astrofísicos investigam mas tem ao lado da
matemática cada vez mais química como ferramenta de trabalho. Por aqui
um professor tem de possuir cultura científica e não esperava
certamente que me pusesse aqui a dizer que esta ciência era a mãe das
outras. Os 4 anos de filosofia como a maior parte de meus colegas tem
não me permite dizer tal e se calhar é daí certamente a
interdisciplinaridade que faço com os colegas de filosofia e que não é
ciência.
Há uma cultura sacerdotal na física e estamos numa época em que muitos
físicos falam de Deus. Até há quem apresente motivos semi-religiosos
para obtenção de fundos para projectos de física (EUA).
Por não ser a minha especialidade: sou química, física qb e astrónoma
amadora, é que não me debruço sobre T ser C. Deixo isso para aquele
meu amigo e que sei que por sinal gosta de física (emboa pouco saiba
de química).
Acho que se deveria ler com muita atemção o livro acessível "AS CALÇAS
DE PITÁGORAS" onde muitos destes temas de Física, Deus e guerra dos
sexos é tratada. Vale a pena ler Margaret Werthem.
Espero não fique zangado comigo. Estarei em breve consigo e poderemos
passar a noite a discutir num local com um céu fantástico do
hemisfério sul. Mas por enquanto estou com 3 Olimpíadas e conferências
em cima para além de minhas aulas. Nem tenho aparecido pela Acropole.
Um abraço
Maria Natália
PS: se está no orkut se junte á comunidade onde estamos a discutir se
a teologia é ou não ciéncia, o aborto etc. Enviarei em pvt se o
desejar (ou a quem quiser) Aqui seria spam.


















--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Sergio M. M. Taborda"
<sergiotaborda@t...> escreveu
> Maria Natália wrote:
>
> >
> >
> > Nada contra ser uma ciência. A teologia não o é para alguns? Para mim
> > não pois ainda não consegui triturar um deus e o põr no cromatógrafo
> > ou ver a densidade...
>
> Eu tb nunca consegui fazer isso com um electrão. Será que os electrões
> não existem ?
> A terminação "logia" não significa automáticamente que estamos falando
> de uma ciencia. Aliás indica bem o contrário.
> A fisica e a quimica não têm nomes terminados em "logia". Logia vem de
> loggos , que a palavra inglesa log, ainda preserva o significado.
> Significa anotar para estudo posterior.
> A biologia era isso quando tomou o nome. Era basicamente desenhar
> animais e plantas. De tanto desenho e observação começou a
> classificação, etc...
> A biologia foi apenas uma classificação por muitos anos. Até que alguem
> descobriu a genetica e a juntou com a hipotese de Darwin.
> A teologia é apenas isso, uma classiifcação.
> A meterologia é também apenas um conjunto de métodos que poderiamos
> chamar de a arte de bem medir. Contudo nenhuma ciencia que faz medições
> ousa escapar das recomendações dela.
> Essa historia de que apenas a fisica e a quimica são cienciencia é
visão
> curta. (se fossemos por ai, toda a quimica poderia ser considerada um
> ramo da fisica, e portanto apenas a fisica seria a unica ciencia
> existente. Ora...)
>
>
> Sérgio Taborda





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Criminologia como Ciencia ?
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/04/2005 04:59

----- Original Message -----
From: "Maria Natália"
Sent: Sunday, April 03, 2005 4:42 AM
Subject: [ciencialist] Re: Criminologia como Ciencia ?

> Mas as fotos de Deus ainda não me chegaram às mãos.

Vide http://tinyurl.com/6um4h

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: Física não é ciencia...
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 05:09


Olá!
Mas afinal já se discutia aqui o que era ou não ciência.
Quanto a física não ser Ciência pode dizer, está no seu direito e eu
até lhe direi que a física está associada à teologia. E até está
associada à religião católica. É uma das teses que explica a difícil
entrada das mulheres neste ramo de Ciência. Lembra-se do desgraçado
Giordano? E do padre Bartolomeu de Gusmão? e do Galileu? Andaram à
porrada com a igreja católica...
Mas não me vale pena apanhar aqui o combóio da discussão pois isto já
pode vir de trás e eu não li.
Mas falarei no tal livro e que explica sexo, física e Deus. Pitágoras
não usava calças mas uma túnica.
Veja lá que até temos um cientista a defender tese sobre o seguinte
tema: a ascenção da prostituição relacionada com a entrada da mulher
na universidade
A Física é a Igreja católica da Ciência. Não tenha dúvida e nesse
aspecto com Igreja católica não é Ciência a Física também não.
E me vão bater agora. Foge...
A história não ser Ciência tb estive numa conferência da Gulbenkian e
concordo que não é por ela não prevê a reacção futura 3ª guerra
mundial. O facto de usar química, a física e outras ciências para sua
investigação não fazdela ciência. (nem mole!
Falta de educação científica em padres, sociólogos, historiadores,
fulanos de direito etc a tenho sentido também mas isso é problema
certamente de uma mau ensino fundamental em Ciência destas pessoas.
Muita asneirinha tenho visto que fazem estes Homnes desdenharem a
Ciência. Encontramos sim muitos Homens de Ciência sabendo filosofia,
psicologia e epistemologia ou até fazer poesia. Gostaria que
tivessemos uns, a parte da Ciência para lhes moldar o espírito e
serem mais tolerantes construindo menos muros à sua volta e outros com
a de filosofia, psicologia necessária para compreender que nada é e
nada vale e só dura um instante até que outro venha e nos retire a
"verdade" de nossas mãos.
Estou a fazer curso de teologia.
Um abraço
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Peterson Leal
<petersonleal2000@y...> escreveu
> Oi Junior.
>
> Não se irrite... :-)
>
> Olhe o conteúdo todo da mensagem... isso que você fez
> se chama "seleção de amostras". Onde eu revelei os
> erros que você comete para então concluir que
> "história é ciência" você convenientemente mandou "pra
> baixo do tapete" :-)
>
> Eu não falei só de Sociologia - eu a menciono apenas
> nos casos onde é possível uma comparação didática para
> você entender a possibilidade de conhecimentos sociais
> e humanos científicos e não-científicos. Eu falei de
> História também - aliás - o contexto todo é sobre sua
> cientificidade. Basta ler o texto inteiro :-)
>
> É claro que eu vou lhe dizer que é importante ler
> antes de concluir as coisas (veja a incoerência que
> você cometeu ao não entender Popper - como expliquei
> na última mensagem), já que você mesmo me acusou de
> apenas me "basear em leituras" (?!!), hehe.
>
> E volto a dizer, meu colega listei - história NÃO é
> ciência. Há amplas evidências a favor disso. Quando
> digo que você não conhece as definições mais básicas
> de ciência cito as fontes dos grandes epistemólogos
> modernos, e ainda por cima dos campos especializados
> tanto na História quanto na Antropologia e na
> Sociologia, explicando, etc. Não entendo o motivo de
> sua irritação. Será o fato de não conseguir sustentar
> sua alegação inicial? :-)
>
> Um grande abraço,
>
> Peter.
>
>
> --- junior_br2001 <rtjunior2005@g...> escreveu:
>
> ---------------------------------
>
> Peterson, procure uma lista então de sociologia para
> discutir com
> quem sabe discutir, voce só sabe dizer:
>
> "Deixa o nobre colega Takata em paz... nem cientista
> social ele é"
>
> "Calma Júnior :-) Se você se sente diminuído pelo seu
> conhecimento
> ser menor do que o meu nesse campo (Ciências Sociais)
> realmente eu
> não tenho culpa"
>
> "Leia mais, Júnior... não é ruim. E não é feio ter
> bases para
> conhecer as coisas, nem cita-las."
>
> "O que percebo é uma nítida deficiência em seu
> conhecimento de
> ciência, não apenas de um arcabouço técnico de alguma
> ciência
> específica (até o momento não ficou claro qual sua
> especialidade),
> mas especificamente de base - ou seja, os conceitos
> mais fundamentais
> para qualquer discussão nesse sentido você ainda
> coloca (como bem
> disse o Oráculo) na "eu acho que..." ou "eu
> acredito..."
>
> Sinceramente, eu nãao vou ficar perdendo meu tempo com
> voce. Um
> sociólogo bem preparado não diria as coisas que voce
> acabou de dizer.
> Além do mais ninguém é obrigado a entender de
> sociologia; ainda mais
> ser obrigado a discuti-las , mesmo depois de uma
> negativa .
>
> JR
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Peterson Leal"
>
> <petersonleal2000@y...> escreveu
> > Olá Júnior, colegas e amigos listeiros.
> >
> > A mensagem ficou um pouco longa, mas foi necessário
> para deixar
> claro algumas concepções básicas que eu não havia
> antes percebido que
> eram necessárias serem colocadas para o debate.
> >
> > >> Pois é, sua dependencia de autores externos
> > >> e de tantos livros o impede de aplicar até
> > >> mesmo uma base racional e criativa sobre
> > >> suas opiniões que é por demasia condicionada
> > >> por estes autores e pelo excessivo rigorismo
> > >> nos textos dos livros. Mas cade a pratica?
> >
> > É ao contrário, Júnior. Para se conhecer uma
> ciência, se estuda
> seus principais autores, desde os clássicos aos mais
> modernos -
> principalmente no caso de se discutir sua
> cientificidade como é o que
> está acontecendo aqui, porque aí realmente é
> necessário recorrer a
> definições, e elas estão em algum "meio", seja
> dicionários, seja
> livros específicos que alguém escreveu.
> >
> > É claro que eu tenho a minha opinião - e no caso ela
> concorda
> justamente com os autores que estou citando, motivo
> pelo qual seguem
> as referências. O que percebo é uma nítida deficiência
> em seu
> conhecimento de ciência, não apenas de um arcabouço
> técnico de alguma
> ciência específica (até o momento não ficou claro qual
> sua
> especialidade), mas especificamente de base - ou seja,
> os conceitos
> mais fundamentais para qualquer discussão nesse
> sentido você ainda
> coloca (como bem disse o Oráculo) na "eu acho que..."
> ou "eu
> acredito..." - ainda está na fase do puro "senso
> comum". Sem isso -
> sem sequer base teórica para a discussão chega a
> carecer de sentido
> você falar de prática, já que demonstra desconhecer a
> realidade do
> mercado de trabalho tanto de uma área quanto de outra
> (a afirmação
> que fez sobre Antropologia mensagens atrás foi
> lamentável).
> >
> >
> > >> Voce se baseia só no que os outros dizem,
> > >> cade a sua capacidade crítica sobre esses
> > >> autores e livros?
> >
> > Novamente uma demonstração de desconhecimento,
> agora, do "Ethos" da
> ciência, em um de seus imperativos institucionais que
> é o "comunismo"
> (Merton). O caráter comunal da ciência reflete-se no
> reconhecimento
> dos cientistas de que dependem de uma herança
> cultural. A observação
> de Newton: "Se enxerguei mais longe foi porque estava
> sobre o ombro
> de gigantes" exprime um pouco disso.
> >
> > Eu cito autores que concordam exatamente com as
> noções que eu tomo
> de ciência - mas se quiser excluir essas referências
> do texto
> original fique à vontade :-)
> >
> >
> > >> O que voce tem feito aqui, é so tentar diminuir
> > >> o debatedor com argumentos de que ele não
> > >> sabe nada e que voce é um estudante de sociologia
> > >> que entende de tudo. Isso é o bastante?
> >
> > Calma Júnior :-) Se você se sente diminuído pelo seu
> conhecimento
> ser menor do que o meu nesse campo (Ciências Sociais)
> realmente eu
> não tenho culpa. Aliás, só se isso significa os anos
> que passei nos
> bancos da universidade, os estágios práticos e as
> horas como
> pesquisador bolsista da CNPq/PIBIC. Tudo tem um preço
> :-)
> >
> > Agora você pode fazer o seguinte: você reclamou de
> eu citar os
> autores que concordam com as noções que eu uso no
> debate contra suas
> idéias. Tente ver da seguinte forma: ao invés de
> acreditar que *EU*
> estou tentando diminuir *VOCÊ* ao debater, pense que
> talvez sejam
> suas *idéias* que não estejam consoantes com os
> *autores* que eu cito
> (grande parte deles do pensamento contemporâneo). A
> culpa é deles :-)
> Mas fique à vontade para dialogar nesse sentido,
> através de mim.
> >
> > ======== ======== ========
> > Agora - nessa segunda parte - vamos aos equívocos
> que você cometeu
> ao defender que história é ciência:
> >
> > >> História da ciencia tb procura reproduzir
> > >> as descobertas, teorias da ciencia ,
> > >> experimentos de acordo com fontes e
> > >> escritos deixados e que foram testados
> > >> em autenticidade.
> >
> > Não entendi. Pelo que você escreveu "a história" da
> ciência procura
> REPRODUZIR AS DESCOBERTAS?! As teorias? Tudinho
> novamente? Os
> experimentos, etc.? Puxa... estou surpreso. Deve sair
> super caro
> montar os laboratórios e as mesmas condições da época.
> Nunca tinha
> ouvido falar. De onde você tirou isso?
> >
> >
> > >> Portanto, é isso, história tem base científica,
> > >> ela nao é simplesmente uma forma de
> > >> conhecimento imune a refutações, seus
> > >> pressupostos e hipóteses podem ser falseados
> > >> e corrigidos nos decorrer das eras.
> >
> > Júnior, você está a confundir novamente
> conceitos-base! Confundir
> empirismo e indutivismo com "ciência" é complicado.
> Não que a ciência
> não possa conter essas duas características - mas elas
> sozinhas não
> são ciência. Vou explicar. A análise de UM fato, como
> "João abriu a
> porta no dia tal", por mais que seja provado, não é
> ciência. Não
> adianta você dizer: "Ah, mas eu recolhi provas
> documentais, filmei,
> peguei testemunhas de que ele abriu a porta".
> >
> > Usar um termo popperiano (falseado) para tentar dar
> "autenticidade"
> ao seu argumento fica ainda pior. Mostra que seu
> desprezo pela
> leitura das fontes básicas (na tentativa de ser
> original, como pediu
> a mim) não lhe permite sequer entender os conceitos
> que tenta usar.
> >
> > Quando Popper falou em falseabilidade ele não disse
> que era
> apenas "provar alguma coisa". Ele estava falando de
> TEORIAS, e deu as
> características que essas teorias tinham que ter para
> serem
> consideradas científicas. Em sua Décima-oitava tese
> ele diz: "Dessa
> forma, a lógica dedutiva torna-se a teoria da crítica
> racional (...)
> uma teoria ou sistema dedutivo é uma tentativa de
> explicação e,
> conseqüentemente, uma tentativa de solução de um
> problema
> científico".
> >
> > Agora a parte mais interessante: "Não existe nenhuma
> ciência
> puramente observacional, existem somente ciências nas
> quais
> teorizamos". A lógica dedutiva, generalista, é a
> consequência do
> método NOMOTÉTICO, algo que já falei por várias vezes
> aqui - em
> oposição ao método IDEOGRÁFICO utilizado pela
> História. No caso não
> faz sentido algum falar sobre "falseabilidade" em um
> campo que não
> faz PREVISÕES sobre aspectos definidos da realidade
> através da busca
>





SUBJECT: Einstein, 100 anos (Revista Ciencia Hoje)
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 05:12


Revista Ciencia Hoje
Jan-Fev 2005


1905: Um ano miraculoso
os trabalhos revolucionários de Einstein que estão completando cem anos


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Einstein por volta de 1905,
no escritório de patentes em Berna (Suíça)

Há 100 anos, um jovem físico, trabalhando como técnico de terceira classe
em um escritório de patentes em Berna (Suíça), publicou cinco trabalhos.
Todos de excelente qualidade. Dois deles mostrariam, com base em teorias
simples e elegantes, como poderia ser demonstrada experimentalmente a
realidade física de átomos e moléculas, assunto ainda controverso no início
do século passado. Poucos anos depois, graças a essas idéias, a teoria
atômica receberia sua consagração final, suplantando as dúvidas de seus
mais ferrenhos opositores. Os três artigos restantes alteraram
profundamente a face da física moderna. No primeiro a ser concluído naquele
ano, o jovem rebelde e contestador propôs o que mais tarde ele
classificaria como a idéia mais revolucionária de sua vida: a luz, sob
certos aspectos, apresenta uma natureza granular. Em junho e setembro,
concluiu os dois últimos artigos de 1905 e aos quais seu nome estaria
associado para sempre. Eles, em conjunto, dariam origem à teoria da
relatividade, que destruiria o caráter absoluto atribuído, durante séculos,
ao tempo e ao espaço. Seu nome: Albert Einstein.

Berna (Suíça), meados de maio de 1905. Após uma noite de reflexões
intensas, um empregado de terceira classe do escritório de patentes, que
mal completara 26 anos, agradece a seu amigo Michele Besso (1873-1955):
“Obrigado! Resolvi completamente o problema. Uma análise do conceito de
tempo é a solução.” No dia anterior, Albert Einstein (1879-1955) tinha
discutido com Besso cada detalhe de uma questão que o perseguia há tempos.
Seis semanas depois, enviaria um manuscrito para a prestigiosa revista
Annalen der Physik, estabelecendo a relatividade especial e unificando duas
áreas da física: a mecânica e a eletrodinâmica. Em setembro, como
conseqüência da nova teoria, deduziu a expressão E = mc2. Com essa fórmula
– talvez a mais famosa da ciência –, fundiu as leis da conservação da massa
e da energia. Meses antes, em março, havia proposto uma hipótese radical,
que levaria quase duas décadas para ser aceita: a luz exibe um
comportamento corpuscular, ou seja, granular.

É impressionante que apenas um cientista, em poucos meses, tenha dado
contribuições tão importantes para a ciência e que alteraram profundamente
nossas concepções sobre o espaço e o tempo, bem como sobre a estrutura da
radiação. Outra revolução, mais silenciosa e que se estendeu por séculos,
receberia um impulso essencial de Einstein no mesmo ano: a teoria atômica
da matéria. Em abril, com sua tese de doutoramento sobre as dimensões
moleculares e, em maio, com sua análise do movimento browniano, ele
possibilitou a confirmação experimental definitiva da existência de átomos
e moléculas. Não é à toa que 1905 foi designado o annus mirabilis – em
latim, ano miraculoso, maravilhoso, admirável – de Einstein. Entre março e
setembro, produziu cinco trabalhos extraordinários que mudariam a face da
ciência moderna e que o tornariam o cientista mais famoso do século passado.

Uma das mais importantes e intrigantes cartas da história da ciência, de
Einstein para seu amigo Conrad Habicht (1876-1958), em maio de 1905,
registrou esse momento: “Eu lhe prometi quatro trabalhos. O primeiro trata
da radiação e das propriedades energéticas da luz e é muito revolucionário
como você verá. O segundo é uma determinação dos tamanhos reais dos átomos
a partir da difusão e da viscosidade de soluções diluídas de substâncias
neutras. O terceiro prova que, baseado na hipótese da teoria molecular do
calor, corpos da ordem de 1/1.000 mm, suspensos em líquidos, devem executar
um movimento aleatório observável, que é produzido pelo movimento térmico;
de fato, os fisiologistas observaram movimentos de pequenos corpos em
suspensão, inanimados, os quais chamam de ’movimento browniano’. O quarto
artigo, neste momento apenas um rascunho grosseiro, é uma eletrodinâmica de
corpos em movimento, que utiliza uma modificação da teoria do espaço e do
tempo.”

Vamos fazer uma incursão por esses trabalhos, que, escritos em estilo
conciso e direto, são jóias preciosas da cultura universal. Sempre que
possível, nos apoiaremos nas palavras de Einstein. Comentaremos também
características de seu autor e aspectos do contexto da ciência, da
tecnologia e da cultura de sua época que podem contribuir para um melhor
entendimento de sua façanha.

Ildeu de Castro Moreira
Instituto de Física,
Universidade Federal do Rio de Janeiro


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Ei, eu estou vivo ainda :)
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 05:13



Re Bem vindo.

E está fazendo falta. Para já a Física não é Ciência e se deus quiser
amnahã choverá pois por aqui temos seca. LOL
Posso atacar seus escritos?

Maria Natália


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "profjc2003" <profjc2003@y...>
escreveu
>
> Olá pessoas,
>
> Sei que ando sumido e que vocês não estão com saudades. Além disso
> ninguém perguntou nada. :)))
>
> Mas o fato é que ainda estou vivo. E acompanhando vocês (de vez em
> quando).
>
> Quem quiser dar uma olhada nos meus últimos escritos visite os links
> (e critiquem os textos, tem uma forma de avaliação lá).
>
> No ZOOM:
> "O aluno, o professor e a pedagogia do prazer"
> http://www.ciadaescola.com.br/zoom/materia.asp?materia=250
>
> "Quebrando computadores"
> http://www.ciadaescola.com.br/zoom/materia.asp?materia=251
>
> No meu blog sobre educação:
> http://aprendendoaensinar.blogspot.com/
>
> PoiZé, tenho saudades de vocês, mas o tempo anda muito e$ca$$o
> ultimamente.
>
> Abraços,
> Prof. JC





SUBJECT: Quem me convida para a SEITA DO NADA?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 05:15


SOS.
Maria Natália





SUBJECT: Física não é ciencia...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 05:16

At 18:49 28/3/2005, you wrote:

>Takata relaxa, o L.E.R tava apenas tirando um sarro de voce por voce
>ter uma certa inteligencia incomum(aafinal voce é um dos nossos
>supercomputadores dissidentes mais poderosos). Aí ele fica brincando
>c/ voce...heheh
>
>Mas eu encarei como brincadeira o que ele disse de voce. Não sei se
>voce tem a mesma opinião
>
>JR



Mais ou menos, JR, mais ou menos.

A proposta é pressionar o cara no cantinho, obrigando ele a comentar.
(risos)

Mas em vez de comentar, ele geme.
Vou ter que inventar outro mecanismo.
(risos)

L.E.








-
-
-
-
-

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Física não é banana...
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 05:17

At 00:01 29/3/2005, you wrote:

>Dizer que história nao é ciencia, é a mesma coisa que dizer que
>banana nao é fruta.
>
>Pronto nao citei Popper.
>
>Leia a mensgem do Takata, ele explica isso muito bem.
>JR



Mas entre banana e abacate de um lado,
e laranja e caju de outro...
poxa..

existem enormes diferenças.

Fico mesmo pensando que banana e abacate não são frutas.

L.E.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Criminologia como Ciencia ?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 05:21


Alberto Mesquita:

Desculpe caro colega, mas meu computador se recusou a entrar no seu
site com as fotos de Deus. Será intervenção divina, castigo? Ou será
que o endereço vem mal?
Tá ser mauzinho. Não me está ajudando nas minhas aulas de teologia.
Agradeço
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
> ----- Original Message -----
> From: "Maria Natália"
> Sent: Sunday, April 03, 2005 4:42 AM
> Subject: [ciencialist] Re: Criminologia como Ciencia ?
>
> > Mas as fotos de Deus ainda não me chegaram às mãos.
>
> Vide http://tinyurl.com/6um4h
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
> uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se
repetirá.





SUBJECT: Re: Física não é banana...
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 05:26


E já agora não é que não são mesmo? Lhes chamam frutos.
E agora me lembrei daquela anedota do frutinha LOL
Desculpem mas ao estudar teologia fico assim a rir-me muito.
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> At 00:01 29/3/2005, you wrote:
>
> >Dizer que história nao é ciencia, é a mesma coisa que dizer que
> >banana nao é fruta.
> >
> >Pronto nao citei Popper.
> >
> >Leia a mensgem do Takata, ele explica isso muito bem.
> >JR
>
>
>
> Mas entre banana e abacate de um lado,
> e laranja e caju de outro...
> poxa..
>
> existem enormes diferenças.
>
> Fico mesmo pensando que banana e abacate não são frutas.
>
> L.E.


>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: [ciencialist] Einstein, 100 anos (Revista Ciencia Hoje)
FROM: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 10:54

On Apr 3, 2005 5:12 AM, L.E.R.de Carvalho <lecarvalho@infolink.com.br> wrote:
> 1905: Um ano miraculoso
> os trabalhos revolucionários de Einstein que estão completando cem anos
> [...]
> Há 100 anos, um jovem físico, trabalhando como técnico de terceira classe
> em um escritório de patentes em Berna (Suíça), publicou cinco trabalhos.
> Todos de excelente qualidade. Dois deles mostrariam, com base em teorias
> simples e elegantes, como poderia ser demonstrada experimentalmente a
> realidade física de átomos e moléculas, assunto ainda controverso no início
> do século passado. Poucos anos depois, graças a essas idéias, a teoria
> atômica receberia sua consagração final, suplantando as dúvidas de seus
> mais ferrenhos opositores. Os três artigos restantes alteraram
> profundamente a face da física moderna.
> [...]

Não posso deixar de lembrá-los dos Colóquios Convite à Física,
realizados no Instituto de Física da Unviersidade de São Paulo, com
entrada livre para quem queria assistir, em três auditórios, um em que
efetivamente se dá o colóquio e mais dois com transmissão digital ao
vivo.

Transmissão esta que se dá também pela Internet, com a possibilidade
de telespectadores enviarem perguntas via e-mail.

Os titulos escolhidos para este ano são homenagens aos 100 anos dos
"annus mirabilis" de Einstein e podem ser conferidos no site da
organizaçào: http://fma.if.usp.br/convite/

--
Elton Carvalho

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.com/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Antigravidade
FROM: JVictor <jvoneto@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 10:55


Eduardo,

Honestamente, eu já esperava uma avaliação do tipo que você escreveu.
Nem tinha como ser diferente.
Tomei conhecimento da existência dessa teoria há uns anos. Confesso que,
embora intrigado, me interessei um pouco
e lí alguma coisa a respeito, como a motivação original do autor, que
começou lá pelos idos de 1988.
Fran de Aquino busca, em verdade, mostrar o link entre gravitação e
eletromagnetismo. Ele começou seu trabalho dizendo que
massa inercial e massa gravitacional são diferentes e justifica
afirmando que "a percepção de que a diferença entre massa gravitacional
e massa inercial, podia não estar sendo detectada experimentalmente em
virtude de todos os experimentos realizados com esse objetivo
terem sido feitos em condições de baixa densidade de energia
eletromagnética, propusemos um novo conceito para a massa gravitacional
inter-relacionando-a à massa inercial m, através do fator
eletromagnético adimensional ( 1-W/k) onde W é a densidade volumétrica
de energia
eletromagnética externa no centro de massa da partícula e k sua
densidade volumétrica de energia inercial de repouso". Em vista disso,
postula a seguinte relação, entre massa gravitacional(Mg )e massa
inercial (m): Mg = (1-W/k) m. Ou seja, esta equação diz que Mg só será
igual a m na ausência de campos eletromagnéticos! Acrescenta ainda que o
sinal (-) na expressão é justificado pela incorporação do princípio de
Mach à teoria da gravitação. A partir daí, parte para o desenvolvimento
de sua teoria, até chegar à teoria que você deve ter baixado e lido:
"Kinetic Quantum Theory of Gravity", onde ele dá um novo tratamento ao
desenvolvimento original, a partir do princípio da mínima ação, sobre o
que você se posicionou corretamente. Nesse trabalho, a relação acima
toma outra forma, que é da Eq. 41-página 5, obtida a partir "variation
on the inertial Hamilton or inertial kinetic energy", como diz.
Aí, já se encontra a "solução" para se cair para cima..., pois Mg pode
ser negativa! Com isto o homem pretende reverter toda a física atual e
toda a tecnologia, inclusive as leis de conservação. Finalmente, o
moto-perpétuo pode ser possível, é o que estar implícito no bojo da
teoria. Com Mg negativo, será possível desde fechar todas as fábricas de
maquinário pesado do mundo inteiro, fechamento de todas as usinas E.E
como Paulo Afonso, como deslocar-se a velocidade incríveis, entre
outros sonhos. Energia para qualquer coisa você vai ter num estalar de
dedos, como num passe de mágica. É interessante ler suas respostas a
umas perguntas(que acho que mesmo formulou...) sobre o controle da
gravidade.
Ele informa categóricamente que as equações da TRG surgem como casos
particulares, mesmo partindo de que Mg e m são diferentes. Já, aí, há
uma incoerência crucial, sobre o que ele não fala, pelo menos até onde
pude ler . É que se Mg e m diferentes as leis de Newton funcionam
igualmente bem. Sem traumas. Mas com relação à TRG, certamente a coisa
muda de figura, pois a TRG EXIGE que Mg=m! Parece não significar
tanto. Mas é somente tudo!...
É este o nó górdio da questão. Mas ainda não tive tempo de dar uma lida
nos experimentos que diz confirmarem suas teses.
Certa ocasião discutí alguma coisa com D.Ferrante, que é um moço
pesquisador que sabe das coisas, e ele me disse que nenhuma
universidade, nenhum grupo está envolvido com pesquisas nessa linha. Não
há credibilidade suficiente, melhor dizendo, não há credibilidade
alguma. A matemática que usa parte de pressupostos errados, sem qualquer
sustentação experimental.


Sds,

Victor.


edgueron escreveu:

>
> Olá Victor,
>
> >Fui no site do Fran de Aquino e há um índice de tópicos que ele supõe
> explicar com sua nova teoria. Não consegui, no entanto, achar seus
> fundamentos que pudessem ser questionados, aceitos ou, ao menos,
> entendidos. Só posso dizer uma coisa, basta ele ter solucionado alguns
> dos 28 tópicos que ele lista em http://users.elo.com.br/~deaquino//
> <http://users.elo.com.br/%7Edeaquino//>
> para ser considerado o maior físico do século. Pelo que pesquisei, não
> achei nenhum artigo do Fran de Aquino publicado em uma revista
> arbitrada. Sobre o experimento, não entendi exatamente a sua máquina
> antigravitacional mas, pelo esquema, não me parece original (lembra
> aquela do Russo). O que posso dizer é que se eu conseguisse fazer uma
> máquina com resultados mínimos de antigravidade, chamaria uma equipe
> para demonstrar publicamente o seu funcionamento e os resultados obtidos.
>
> Ele diz ter descoberto que a força eletromagnética também gravita,
> isso é conhecido na R. Geral. As equações de Einstein relacionam
> curvatura do espaço com o tensor de energia momento. Esse "tensor de
> energia momento" nada mais é do que a descrição da natureza da matéria
> que gera o campo gravitacional. Se ela for carregada, por exemplo,
> entram nesse tensor componentes do campo elétrico e magnético por ela
> gerados. Portanto, quaisquer características da natureza da fonte
> gravitacional e não somente sua massa influenciam no campo resultante
> que gravita.
>
> Finalmente (essa parte da mensagem escrevi 1 hora após ter escrito os
> primeiros parágrafos), dei uma lida (confesso que sem muito cuidado)
> no artigo que ele publicou em http://arxiv.org/abs/physics/0212033%20
> . Não entendi muito o que ele tentou fazer mas me parece que há alguns
> problemas fundamentais claros, por exemplo: Ele diz que a ação
> definida em (1) e (2) não pode ser negativa e, portanto, se mg for
> negativa, o tempo vai pra trás! Isso é absurdo em diversos aspectos:
> 1. Não se pode definir ação em relatividade especial considerando a
> massa gravitacional porque tal campo não está sendo levado em conta. E
> todas as tentativas de se fazer gravitação somente com Relatividade
> Especial (ou Restrita) deram errado. 2. Assumindo que ele conseguiu
> inventar essa ação. Não há lei alguma que impeça a ação de ser
> negativa. Acho que o autor pensou isso do famoso "princípio da mínima
> ação". Quando deduzem-se as equações de movimento por meio de extremos
> da ação, se calcula a trajetória que faz com que a ação seja
> estacionária, ou seja, que sua variação no caminho seja nula. (Grosso
> modo falando é como se a derivada nula de uma funçã0 implicasse
> necessariamente em um mínimo local, oq não é verdade). 3. Pouco
> adiante, ele diz que t/(1-v^2/c^2)^(1/2) muda o sinal se v>c. Não muda
> o sinal, vira imaginário!
>
> Bem, isso é só o início. Depois, o autor parte para uma álgebra mais
> complicada e mistura spin de um elétron com spin de uma teoria. Spin
> de um elétron é um número quântico associado a interação com campo
> magnéticos por exemplo. Spin de uma teoria (teoria da gravitação tem
> spin 2) é associado a simetrias de teorias de campos (não vou entrar
> em detalhes...) Outros erros como usar a lei de Hubble do nada quando
> sabemos que ela é uma aproximação observacional para uma região
> observada do universo, etc... Enfim, creio que está conceitualmente
> equivocada sua teoria oq não invalida a priori seu experimento mas,
> como esse eu não vi pessoalmente, nada posso afirmar.
>
> Abraço, Eduardo.
>
> > Olá, Eduardo
> >
> > Eduardo Gueron escreveu:
> >
> > >
> > >>Já ouvi falar de algumas supostas máquinas de
> > >antigravidade como a exemplificada na mensagem
> > >anterior. Entretanto, não conheço nenhum tipo de
> > >engenhoca que produza o que se chama de "escudo
> > >antigravitacional" por meio de algum mecanismo que
> > >seja, de fato, de origem gravitacional, geralmente há
> > >uma força eletromagnética envolvida.
> > >
> > >Victor: Tenho lido com atenção seus comentários aquí no ciencialist.
> > >
> > >
> > Sobre o assunto objeto dessa comunicação, eu lhe pergunto se conhece o
> > trabalho de Fran de Aquino, um cientista de uma
> > Univ.Maranhense, que desenvolve um trabalho nessa direção. Meio
> > fantasiosa, em minha opinião. Se puder, dê uma lida em seu trabalho e,
> > se tiver disponibilidade, comente também. O site é fácil de achar.
> Basta
> > o nome fran de aquino.
> >
> > Sds,
> >
> > Victor.
> >
> >
> > >__________ Informação do NOD32 1.1042 (20050331) __________
> > >
> > >Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 Sistema Antivírus
> > >http://www.nod32.com.br
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
>
>
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Para saber mais visite
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
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>
>
> *Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:*
> <http://br.rd.yahoo.com/SIG=12abqa62e/M=264379.5078783.6203979.1588051/D=brclubs/S=2137111528:HM/EXP=1112479719/A=2191897/R=0/SIG=10vqa2grn/*http://br.diversao.yahoo.com/>
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> <http://br.rd.yahoo.com/SIG=12abqa62e/M=264379.5078783.6203979.1588051/D=brclubs/S=2137111528:HM/EXP=1112479719/A=2191897/R=1/SIG=10vqa2grn/*http://br.diversao.yahoo.com/>
>
>
>
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>
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> __________ Informação do NOD32 1.1042 (20050331) __________
>
> Esta mensagem foi verificada pelo NOD32 Sistema Antivírus
> http://www.nod32.com.br




SUBJECT: Poincaré versus Einstein
FROM: "PSavio" <psdmo@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/04/2005 11:25

Lista,

Em uma palestra em 1906, Poincaré reafirmou seus dois postulados sobre a relatividade, já imaginado por ele em 1904/1905. São iguais aos postulados de Einstein, de 1905! Não mereceria ao menos uma co-parceria com Einstein, supondo que este não conhecia o trabalho de Poincaré e Lorentz, anterior, sobre a relatividade. Alguns colegas de curso têm dúvidas a respeito da autoria verdadeira, sobre o que um dos professores da área até corrobora essas reticências. Ele já teve cursos com César Lattes.

Pedro


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Poincaré versus Einstein
FROM: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 11:37

On Apr 3, 2005 11:25 AM, PSavio <psdmo@uol.com.br> wrote:
> Em uma palestra em 1906, Poincaré reafirmou seus dois postulados sobre a relatividade, já
> imaginado por ele em 1904/1905. São iguais aos postulados de Einstein, de 1905! Não
> mereceria ao menos uma co-parceria com Einstein, supondo que este não conhecia o trabalho
> de Poincaré e Lorentz, anterior, sobre a relatividade. Alguns colegas de curso têm dúvidas a
> respeito da autoria verdadeira, sobre o que um dos professores da área até corrobora essas
> reticências. Ele já teve cursos com César Lattes.

Bom, até onde eu saiba, Einstein de fez uso consciente da
transformação de Lorentz, que foi originalmente desenvolvida como uma
transformação apra referencial inercial que conservava a equação de
onda eletromagnética. O que Einstein fez foi extender o uso dessas
transformaçòes para a mecânica.

Quanto a Poicaré, lembro de ter ouvido algo sobre iddo do Prof. Moysés
Nussenzveig, mas ele se engalfinhou numa discussào com César Lattes
sobre o assunto logo após uma palestra. É Fato notório que Lattes não
ia com a cara do Betinho e por isso não lhe poupava críticas, mas, nas
palavras do Nussenzveig, isso está mais para o campo da fofoca do que
da Física.

--
Elton Carvalho

/"\ CAMPANHA DA FITA ASCII - CONTRA MAIL HTML
\ / ASCII RIBBON CAMPAIGN - AGAINST HTML MAIL
X http://www.eltonfc.no-ip.com/~eltonfc/htmlmail/htmlmail.html
/ \


SUBJECT: Re: [ciencialist] Quem me convida para a SEITA DO NADA?
FROM: "Silvio" <scordeiro@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/04/2005 12:00

Eu não convido.

nem eu!!!!


nem eu!!!!!

nem eu!!!!!

eu também não!!!!!


nem pensar!!!!!

quem poderia de convidar é o papa: mas ele sifu......

a ética não deixa!!!!!

tem vaga na SUIPA: quer??

tenta corromper um Guardião!!!!

você não passa no exame de feiura!!!!!!

Faça um recurso ao STF!!!!!!
-----Mensagem Original-----
De: "Maria Natália" <grasdic@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: domingo, 3 de abril de 2005 05:15
Assunto: [ciencialist] Quem me convida para a SEITA DO NADA?




SOS.
Maria Natália





##### ##### #####

Para saber mais visite
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SUBJECT: Re: NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 12:11


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, JVictor <jvoneto@u...> escreveu
>
> Caro Marcelo,
>
>
> marcelomjr escreveu:
>
> >
> > Olá,
> >
> > >Lew Paxton Price comenta, analiza e responde a recente rejeição
de um
> > artigo dele da parte de um "peer review". Explore os links abaixo
e
> > leia a interessante resposta de Lew Price em
> > http://www.softcom.net/users/greebo/reject2.htm (ANALYZED
REJECTION)
> >
>
> Victor: Já deu para perceber que você tem um interêsse especial por
esse tema. Mas eu lhe pergunto:
>
> Você leu as teorias do Lew? Qual sua avaliação pessoal? Só uma
questão de saber sua real posição a respeito.
>
> Com relação ao artigo rejeitado, os argumentos do revisor, de meu
ponto de vista, fazem sentido.
> Seria interessante que alguém traduzisse tudo, talvez o próprio
Marcelo fizesse tal "caridade" para os que não gostam da língua
alienígena. É uma boa sugestão, para você, Marcelo!
> Afinal, trata-se de querela que vai azeitar muito juizo por aí
afora.
>
> Sds,
>
> Victor.





SUBJECT: Re: NETHER: Lew Price comenta artigo rejeitado por "peer review"...
FROM: "marcelomjr" <marcelomjr@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 12:43


Olá, Victor,

[desculpe pelo e-mail anterior sem resposta, acho que "apertei" o
botão "Enviar" sem querer...]

Você me perguntou sobre a minha posição a respeito da teoria do
Nether de Lew Price; bem, creio que a melhor e mais interessante
resposta que eu poderia oferecer, é compartilhar a mensagem que
recentemente enviei ao Lew, com a resposta do mesmo na sequencia
(na "língua alienígena" mesmo) onde ele faz um breve comentario sobre
o site e a teoria de Fran De Aquino:

-------------

Data: Wed, 30 Mar 2005 03:44:02 -0300 (ART)
De: "Marcelo M. Jr." <marcelomjr@yahoo.com.br> Adicionar endereço
Assunto: NETHER and Article Rejection
Para: lewprice@softcom.net

Hello, Lew Paxton Price,

First of all, I would like to say that I strongly believe in Nether
(Dynamic Ether) Theory. Without a doubt your theory is the more
logically sound and consistent.

Secondly, I liked very much your article on "Gravity"
[http://www.softcom.net/users/greebo/gravart2.htm] wich was recently
published in your site, it's a very good and instructive read.

I am on your site all the time, checking things out again and again,
and I encourage others to visit it.

Keep up the great work!, and thank you very much for Nether Theory.

Marcelo Moreira Jr. - São Paulo, Brazil.

P.S.: A question: do you think that Fran De Aquino's theory could
make some sense in light of your theory?... Take a look at
http://users.elo.com.br/~deaquino//

-------------------------------------------------


De: "Lew Price" <lewprice@softcom.net> Adicionar endereço
Para: "Marcelo M. Jr." <marcelomjr@yahoo.com.br>
Assunto: Re: NETHER and Article Rejection
Data: Wed, 30 Mar 2005 18:36:52 -0800

Thanks very much, Marcelo.

It is good to hear from people like you.

Best Wishes,

Lew Price

-----------------------------------------------

De: "Lew Price" <lewprice@softcom.net> Adicionar endereço
Para: "Marcelo M. Jr." <marcelomjr@yahoo.com.br>
Assunto: Re: NETHER and Article Rejection
Data: Thu, 31 Mar 2005 14:02:24 -0800

Marcelo,

Finally, there was time to check the site you sent me to.
In light of my theory, I believe that some parts of Fran de Aquino's
theory make sense. However, there was not enough on his website to
allow much of an evaluation. His reference to gravitons makes me
think that his theory in incorrect in at least one regard.
Quantizing gravity is not a problem and is essentially completed in
nether theory by simply knowing the mass of the most
fundamental "particles". It is true that magnetism can be used to
cause gravitational changes. However, I have not been able to find a
configuration of magnets that will allow practical use of this
phenomenon - and I have certainly tried to find one.

If the shielding mentioned can work in a practical manner, why hasn't
the professor developed a new device for "free" energy?

It has always been the shielding that kept me from succeeding in this
regard.

Most theories have some validity to them. I believe that the website
you sent me to would be a better site if the author would begin at
the beginning of his theory and then follow through in a step-by-step
manner. The validity of the math is nearly impossible to see without
a step-by-step development being shown.

Again, thanks for your interest. If you want to discover more, the
CD with the latest E-book on in it is available now and is printable.


Lew


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, JVictor <jvoneto@u...> escreveu
>
> Caro Marcelo,
>
>
> marcelomjr escreveu:
>
> >
> > Olá,
> >
> > >Lew Paxton Price comenta, analiza e responde a recente rejeição
de um
> > artigo dele da parte de um "peer review". Explore os links abaixo
e
> > leia a interessante resposta de Lew Price em
> > http://www.softcom.net/users/greebo/reject2.htm (ANALYZED
REJECTION)
> >
>
> Victor: Já deu para perceber que você tem um interêsse especial por
esse
> tema. Mas eu lhe pergunto:
>
> Você leu as teorias do Lew? Qual sua avaliação pessoal? Só uma
questão
> de saber sua real posição a respeito.
>
> Com relação ao artigo rejeitado, os argumentos do revisor, de meu
ponto
> de vista, fazem sentido.
> Seria interessante que alguém traduzisse tudo, talvez o próprio
Marcelo
> fizesse tal "caridade" para os que não gostam da
> língua alienígena. É uma boa sugestão, para você, Marcelo!
> Afinal, trata-se de querela que vai azeitar muito juizo por aí
afora.
>
> Sds,
>
> Victor.





SUBJECT: Re: [ciencialist] Poincaré versus Einstein
FROM: "Alvaro Augusto \(E\)" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 03/04/2005 12:55

De novo isso?! Então Poincaré postulou a constância da velocidade da luz? E concluiu que o éter é uma hipótese irrelevante?

[ ]s

Alvaro Augusto



----- Original Message -----
From: PSavio
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, April 03, 2005 11:25 AM
Subject: [ciencialist] Poincaré versus Einstein


Lista,

Em uma palestra em 1906, Poincaré reafirmou seus dois postulados sobre a relatividade, já imaginado por ele em 1904/1905. São iguais aos postulados de Einstein, de 1905! Não mereceria ao menos uma co-parceria com Einstein, supondo que este não conhecia o trabalho de Poincaré e Lorentz, anterior, sobre a relatividade. Alguns colegas de curso têm dúvidas a respeito da autoria verdadeira, sobre o que um dos professores da área até corrobora essas reticências. Ele já teve cursos com César Lattes.

Pedro


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Poincaré versus Einstein
FROM: Elton Carvalho <eltonfc@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 03/04/2005 13:0