SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Seria Einstein uma farsa?
FROM: "Cyberlander" <mrcyberlander@i12.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/12/2004 11:00

Eu conheci o César Lattes quando fiz engª química na UFRJ, um sujeito meio exc~entrico, arrastando as snadálias de dedo pelos corredores do bloco "A", se escondendo pelos cantos (d~e-se o desconto que era a época da ditadura). Ele gostacva quando as meninas calouras vinham puxar papo com ele na cantina (o lado nromal dele hehehehe). Acho que o que estragou ele foi a indicação pro Nobel.O cara é um gênio dedicado, assiti a algumas palestras dele (com projeção filmes super-8 pois na época não existia powerpoint). Ele agora é octogenário(o que no Brasil, para homens é quase sinônimo de caduquice), só lhe resta cultuar seu passado.
[ ]'s
D.C.

CYBERLANDER

Ama a realidade que constróis,
que nem a morte deterá teu voo · ·


----- Original Message -----

From: JVictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 13, 2004 11:24 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Seria Einstein uma farsa?


Tá aí, Takata, falou e disse. Mas o Professor nem chega a morder!

Victor.
----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 13, 2004 4:41 PM
Subject: [ciencialist] Re: Seria Einstein uma farsa?



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Rodrigo Marques <rodmarq72@y...>
> Mas porque então César Lattes, que pelo que sei é um físico competente
> falou estas coisas? Rabugice? Ou porque a inveja é realmente uma m...?

Se tivessem dado um Nobel para Lattes e' possivel q. ele nao mordesse tto.

[]s,

Roberto Takata





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Seria Einstein uma farsa?
FROM: "Alvaro Augusto - Lunabay" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/12/2004 12:22

Mas as críticas de Lattes não são de hoje! Logo, a hipótese da caduquice não
se aplica. Eu tenho até hoje uma exemplar de uma revista que durou apenas
três exemplares, de cujo nome não me lembro. Ela deve ter sido publicada em
1981 e trazia na capa uma ilustração de Lattes esganando Einstein. Na
reportagem, Lattes já desfiava suas críticas altamente embasadas ("Einstein
é uma besta", "defecou sobre o tapete persa da física", etc)...

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "Cyberlander" <mrcyberlander@i12.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, December 14, 2004 11:00 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Seria Einstein uma farsa?



Eu conheci o César Lattes quando fiz engª química na UFRJ, um sujeito meio
exc~entrico, arrastando as snadálias de dedo pelos corredores do bloco "A",
se escondendo pelos cantos (d~e-se o desconto que era a época da ditadura).
Ele gostacva quando as meninas calouras vinham puxar papo com ele na cantina
(o lado nromal dele hehehehe). Acho que o que estragou ele foi a indicação
pro Nobel.O cara é um gênio dedicado, assiti a algumas palestras dele (com
projeção filmes super-8 pois na época não existia powerpoint). Ele agora é
octogenário(o que no Brasil, para homens é quase sinônimo de caduquice), só
lhe resta cultuar seu passado.
[ ]'s
D.C.

CYBERLANDER

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From: JVictor
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 13, 2004 11:24 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Seria Einstein uma farsa?


Tá aí, Takata, falou e disse. Mas o Professor nem chega a morder!

Victor.
----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 13, 2004 4:41 PM
Subject: [ciencialist] Re: Seria Einstein uma farsa?



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Rodrigo Marques <rodmarq72@y...>
> Mas porque então César Lattes, que pelo que sei é um físico competente
> falou estas coisas? Rabugice? Ou porque a inveja é realmente uma m...?

Se tivessem dado um Nobel para Lattes e' possivel q. ele nao mordesse
tto.

[]s,

Roberto Takata





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SUBJECT: Re: Entrevista com Dawkins e evolução dos humanos
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 12:31


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "murilo filo"
> Basta vc relêr o texto com atenção, e ver o ''a menos''...
> Por mim tudo bem, já que êle sugere naves p/colonizar o espaço. Já
> vão tarde.
> Isto é melhor do que a ''seleção administrada'' tentada na II
> Guerra. abr/M.

Continuo sem saber o q. isso tem a ver com nazismo. Ter programa
espacial e' ideologia nazista? Q. eu saiba, nao.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: Entrevista com Dawkins e evolução dos humanos
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 12:40


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
> Pela pequena amostra apresentada, não irá demorar muito e os
> neonazistas mais fanáticos estarão recorrendo a esse pensamento do
> Dawkins para justificar a mentalidade assassina de seu ícone Adolf
> Hitler.

Um neonazista e' capaz de 'justificar' seus pensamentos idiotas ate'
com afirmacoes opostas.

Note-se q. Dawkins nao disse q. a extincao se dara' por causa do fluxo
genico. E sim q. nao havera' evolucao biologica (ou ela dar-se-a' em
um ritmo muito mais lento) em funcao do fluxo genico (o q. seria
errado, mas nada tem de nazista).

> Digo apenas que esse pensamento realmente parece um "treco"
> nazista, como afirmou o Murilo.

Realmente nao sei como se parece.

> ********* início da citação ************
> "Eu não acho que os humanos irão evoluir mais -nós seremos extintos
> antes. A menos que nos mudemos para o espaço e nos separemos em
> colônias, que é o que é preciso para que a evolução divergente
> aconteça. Neste momento, há fluxo gênico em todo o mundo, e isso
> evita a evolução." (Richard Dawkins)
> ********* final da citação ************

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: O Codigo Genético
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 13:32


Cientistas desvendam código genético do arroz - diz o título da
matéria da Folha online
(http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12732.shtml - texto
distribuído pela Agência Lusa)

Detalhe: o código genético foi desvendado em 1961! O q. foi feito é o
*seqüenciamento* do material genético do arroz.

Tudo isso apenas para indicar um sítio muito interessante:

Deciphering the Genetic Code
http://history.nih.gov/exhibits/nirenberg/

(Eu visualizo em futuro bem próximo q. as mensagens secretas serão
codificados em pequenos trechos de ADN - q. poderão ser guardadas na
unha, dente, nas células dos espiões ou simplesmente transmitidas via
internet como inocentes resultados de sequenciamento.)

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Site inacreditável
FROM: Rodrigo Marques <rodmarq72@yahoo.com.br>
TO: Ceticismo Aberto <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>, CienciaList <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, Sociedade Brasileira de "Cticos" e Racionalistas <sbcr@yahoogrupos.com.br>, Sociedade da Terra redonda <strbrasil@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/12/2004 13:46

Pessoal, quem tiver estômago veja este site:
http://www.showdalua.com/

Aqui o cara defende as inacreditáveis teorias:
-nunca houve uma viagem à Lua;
-a bomba atômica não existe;
-a Terra não gira ao redor do Sol;
-a Terra e todos os planetas tem uma órbita independente;
-propõe uma nova teoria da gravidade (a gravidade é uma força externa que vem da lua e planetas sem lua não tem gravidade)
-buracos negros não existem;
-Einstein, Galileu e Copérnico erraram.
Confiram...


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SUBJECT: Re: Site inacreditável
FROM: "brudna" <lrb@iq.ufrgs.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 13:56


Algo intrigante eh que varios sites conspiracionistas tem textos
escritos em vermelho e de varios tamanhos. Sao desorganizado e com
imagens feias. :-) (devem ser memes que acompanham as piracoes)

Ateh
Luis Brudna

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Rodrigo Marques
<rodmarq72@y...> escreveu
> Pessoal, quem tiver estômago veja este site:
> http://www.showdalua.com/
>
> Aqui o cara defende as inacreditáveis teorias:
> -nunca houve uma viagem à Lua;
> -a bomba atômica não existe;
> -a Terra não gira ao redor do Sol;
> -a Terra e todos os planetas tem uma órbita independente;
> -propõe uma nova teoria da gravidade (a gravidade é uma força
externa que vem da lua e planetas sem lua não tem gravidade)
> -buracos negros não existem;
> -Einstein, Galileu e Copérnico erraram.
> Confiram...






SUBJECT: Re: um paradoxo e dois bobos, sera?
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 13:59




> . . . . . .

> Esta placa fica com distribuição de cargas nas suas duas
> superfícies. Lembre que ainda existe um campo elétrico interno que
> deve ser neutralizado no corpo da placa interna do capacitor
> cilíndrico.


Continuando

Bem, neste momento a esfera de tranf. está encostada na sup. interna
da placa interna do capacitor e a carga total deste conjunto (esfera
+ esta superf.) é (quase) igual (em módulo) a carga da atual da
esfera do gerador que, por sua vez, já não é mais a mesma que
inicialmente. Não é mais a mesma porque a capacitância mudou.
A sup. externa da placa interna está com uma carga negativa de
módulo igual a soma da carga da esfera do gerador e da carga
transferida. A placa externa está com uma carga positiva de módulo
igual a esta soma.

As principais falhas do artigo são:
1 - Considerar a capacitância da esfera do gerador como independente
de todas as outras placas metálicas e distribuições de cargas do
espaço. (que são pertencentes ao circuito elétrico da bateria).
2 - Misturar geometria cilíndrica (capacitor cilíndrico) com
esférica (esfera do gerador) e com coisas totalmente assimétricas
(esfera de transferência fora do centro). Isto dificulta os
cálculos. Aquela expressões mostradas no artigo não se aplicam à
esta geometria mista.

Poderia ser ou tudo esférico, ou tudo cilíndrico de comprimento
infinito ou tudo plano de área infinita.

Ex., tudo esférico:
Esfera do gerador, capacitor esférico envolvendo e uma membrana
metálica esférica cujo raio variasse desde o da esfera do gerador
até a interna do capacitor.

Vou tentar refazer os cálculos dele nesta situação e depois (talvez)
eu conto aqui.


Hélio









SUBJECT: Re: [ciencialist] Site inacreditável
FROM: "Alvaro Augusto - Lunabay" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/12/2004 14:46

Esse André Mauro até que começou bem, mostrando que era apenas levemente
maluco e instigando os cientistas a mostrarem que a viagem à Lua realmente
ocorreu. Mas agora ele enfiou o pé na jaca de vez!

[ ]s

Alvaro Augusto

----- Original Message -----
From: "Rodrigo Marques" <rodmarq72@yahoo.com.br>
To: "Ceticismo Aberto" <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>; "CienciaList"
<ciencialist@yahoogrupos.com.br>; "Sociedade Brasileira de Céticos e
Racionalistas" <sbcr@yahoogrupos.com.br>; "Sociedade da Terra redonda"
<strbrasil@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, December 14, 2004 1:46 PM
Subject: [ciencialist] Site inacreditável



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Aqui o cara defende as inacreditáveis teorias:
-nunca houve uma viagem à Lua;
-a bomba atômica não existe;
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-a Terra e todos os planetas tem uma órbita independente;
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vem da lua e planetas sem lua não tem gravidade)
-buracos negros não existem;
-Einstein, Galileu e Copérnico erraram.
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SUBJECT: Re: um paradoxo e dois bobos, sera?
FROM: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 15:00


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Hélio Ricardo Carvalho
<hrc@f...> escreveu
>
>
>
> > . . . . . .

> Vou tentar refazer os cálculos dele nesta situação e depois
(talvez)
> eu conto aqui.
>
>
> Hélio

Gostei muito dessa sua continuidade explicativa, pois só assim
não
restarão duvidas a respeito do assunto.
As vezes é necessário a perda de um pouco mais de tempo com um
assunto, banal ou ele pode originar uma nova teoria errônea,
não?
(memória da água)
Agradeço e espero
Eu por exemplo estou muito preocupado, pois...
O contraditório tem que calar o cérebro, ou...
Solicito permissão para pedir que alguém me explique o
seguinte,
NUMA ESFERA CARREGADA, SENDO O POTENCIAL CONSTANTE EM QUALQUER PONTO
INTERNO E A SUPERFICIE, PORQUE ENTÃO A CARGA ELETRICA EM EXCESSO
NÃO
PODE ESTAR EM QUALQUER PONTO,(POTENCIAL CONSTANTE NÃO É COMO
EQUILIBRIO) MAS APENAS NA SUPERFICIE DO CONDUTOR? É UMA
CONVENÇÃO?
Explicando: se deposito uma carga extra no interior do condutor e ela
vai para a superfície, é porque uma força esta agindo sobre
a carga,
ou não? E se tem uma força agindo é desequilíbrio, se
é
desequilíbrio, o potencial não é o mesmo, entende?






SUBJECT: Re: [ciencialist] Site inacreditável
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/12/2004 15:14

Olá

Já que estamos falando de sites inacreditáveis, deem uma olhada neste, é ótimo (e é sobre ciência, Brudna, já que é um artefato "científico" para permitir a vida eterna..:-)

http://www.alexchiu.com/

Um abraço.

Homero


----- Original Message -----
From: Rodrigo Marques
To: Ceticismo Aberto ; CienciaList ; Sociedade Brasileira de Céticos e Racionalistas ; Sociedade da Terra redonda
Sent: Tuesday, December 14, 2004 1:46 PM
Subject: [ciencialist] Site inacreditável


Pessoal, quem tiver estômago veja este site:
http://www.showdalua.com/

Aqui o cara defende as inacreditáveis teorias:
-nunca houve uma viagem à Lua;
-a bomba atômica não existe;
-a Terra não gira ao redor do Sol;
-a Terra e todos os planetas tem uma órbita independente;
-propõe uma nova teoria da gravidade (a gravidade é uma força externa que vem da lua e planetas sem lua não tem gravidade)
-buracos negros não existem;
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SUBJECT: Água em Marte (era Site inacreditável p/ Alberto)
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/12/2004 15:40

Olá Alberto

Esta mensagem é sobre a descoberta de novas evidencias de água em Marte, mas aproveito para dizer que adorei a resposta as afirmações do site inacreditavel, em especial o sashimi estragado, tô rindo até agora..:-)

Um abraço.

Homero
_______________________________________
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI438801-EI301,00.html

Sonda acha nova prova de água em Marte


O robô americano Spirit descobriu uma nova prova de que houve água em Marte. O anúncio foi feito nesta segunda-feira pela Nasa.
"Os cientistas identificaram um mineral chamado goethita sobre rochas examinadas pelo Spirit", declarou o Jet Propulsion Laboratory (JPL), da Nasa, em um comunicado. "A goethita, assim como a jarosita encontrada pelo Opportunity, é uma prova significativa da presença, no passado, de água em Marte", disse o especialista Goestar Klingelhoefer, da Universidade de Mainz, na Alemanha. Esse mineral "se forma apenas na presença de água, seja em sua forma líquida, sólida ou gasosa", explicou a Agência.

A sonda gêmea Opportunity, que está do lado oposto de Marte, em uma região chamada Meridiani Planum, foi a primeira a estabelecer há meses a presença de água salgada sobre a superfície do Planeta Vermelho. Os dois robôs estão na superfície marciana há cerca de um ano. A dupla terminou sua missão inicial em abril, mas continuou funcionando normalmente além da duração prevista de sua vida útil.


----- Original Message -----
From: Alberto Mesquita Filho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 14, 2004 4:26 PM
Subject: Re: [ciencialist] Site inacreditável


----- Original Message -----
From: "Rodrigo Marques"
Sent: Tuesday, December 14, 2004 12:46 PM
Subject: [ciencialist] Site inacreditável

> Pessoal, quem tiver estômago veja este site:
> http://www.showdalua.com/
> Aqui o cara defende as inacreditáveis teorias:

> -nunca houve uma viagem à Lua;

Como não?!!! Os físicos "modernos" vivem no mundo da Lua desde o início do
século passado.

> -a bomba atômica não existe;

De fato. Isso é invenção de japonês. Em 1945 houve duas epidemias (uma em
Hiroshima e outra em Nagasaki) devidas ao "sashimi" estragado e o governo
japonês decretou a existência da bomba atômica, botando a culpa nos
angelicais estadunidenses.

> -a Terra não gira ao redor do Sol;

Isso todo o mundo sabe e faz parte da sabedoria milenar. A Terra está
situada sobre um prato dourado apoiado nas costas de vários elefantes e
estes equilibram-se sobre o casco de uma tartaruga gigante. Foi a partir
dessa constatação científica que surgiu a expressão popular: "É preciso ter
um saco de elefante".

Existe uma teoria alternativa e bastante promissora, a dizer que a Terra é
ôca e que nós vivemos na superfície interna de uma casca esférica. O Sol
estaria situado no centro da esfera e emitiria luz apenas para um dos lados,
tal e qual um farol náutico . Os que acreditam nessa teoria são obrigados a
assumir ou o giro do farol ou o giro da casca esférica, afim de explicarem a
alternância dos dias e das noites.

> -a Terra e todos os planetas tem uma órbita independente;

Nesse caso discordo. A órbita da Terra não é independente, mas determinada
por Vixenu, o deus da água e que nada mais é senão a tartaruga gigante da
teoria hindu, acima referida. Se a órbita fosse independente não haveria
como explicar o dilúvio universal, resultante de um porre da tartaruga.

> -propõe uma nova teoria da gravidade (a gravidade é uma força externa que
> vem da lua e planetas sem lua não tem gravidade)

Essa teoria promete, mas ainda está na fase das especulações. Por ora é
melhor acreditar que os corpos evoluem para os seus locais naturais,
conforme comprovado cientificamente por Aristóteles.

> -buracos negros não existem;

Essa foi uma hipótese propugnada pelos preconceituosos agentes da
Ku-Klux-Klan, mas não chegou a vingar.

> -Einstein, Galileu e Copérnico erraram.

Essa eu nem vou comentar pois não conheço nenhum dos três. De qualquer
forma, e haja vista que errar é humano, eles parecem estar no bom caminho.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Site inacreditável
FROM: Italo <itscefet03@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 15:41

Sites inacreditáveis va-lá! Mas vida eterna já é SPAM .

Ítalo

Oraculo <oraculo@atibaia.com.br> wrote:
Olá

Já que estamos falando de sites inacreditáveis, deem uma olhada neste, é ótimo (e é sobre ciência, Brudna, já que é um artefato "científico" para permitir a vida eterna..:-)

http://www.alexchiu.com/

Um abraço.

Homero




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Site inacreditável
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/12/2004 15:55

Olá Italo

Por favor, eu não estava fazendo propaganda do sistema de vida eterna..:-) Apenas achei que, por ser um dispositivo "científico" seria do interesse da lista..:-)

Senão como física ou biologia (o dispositivo certamente é uma fraude..:-), pelo menos na área de psicologia, ao demonstrar a capacidade de acreditar em quase qualquer coisa, que a mente humana parece possuir. Vida eterna através de anéis com imãs e vida eterna em paraisos sobrenaturais, a distância é pequena em termos de credulidade..:-)

Um abraço.

Homero

----- Original Message -----
From: Italo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 14, 2004 3:41 PM
Subject: Re: [ciencialist] Site inacreditável


Sites inacreditáveis va-lá! Mas vida eterna já é SPAM .

Ítalo

Oraculo <oraculo@atibaia.com.br> wrote:
Olá

Já que estamos falando de sites inacreditáveis, deem uma olhada neste, é ótimo (e é sobre ciência, Brudna, já que é um artefato "científico" para permitir a vida eterna..:-)

http://www.alexchiu.com/

Um abraço.

Homero




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Site inacreditável
FROM: Italo <itscefet03@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 16:20

Falei brincando, desculpe-me, Homero, se "peguei pesado" (talvez no seu browser não tenha aparecido o smile que eu coloquei, para "denunciar" o tom irônico....).

Ítalo

Oraculo <oraculo@atibaia.com.br> wrote:
Olá Italo

Por favor, eu não estava fazendo propaganda do sistema de vida eterna..:-) Apenas achei que, por ser um dispositivo "científico" seria do interesse da lista..:-)

Senão como física ou biologia (o dispositivo certamente é uma fraude..:-), pelo menos na área de psicologia, ao demonstrar a capacidade de acreditar em quase qualquer coisa, que a mente humana parece possuir. Vida eterna através de anéis com imãs e vida eterna em paraisos sobrenaturais, a distância é pequena em termos de credulidade..:-)

Um abraço.

Homero


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Site inacreditável
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/12/2004 16:26

----- Original Message -----
From: "Rodrigo Marques"
Sent: Tuesday, December 14, 2004 12:46 PM
Subject: [ciencialist] Site inacreditável

> Pessoal, quem tiver estômago veja este site:
> http://www.showdalua.com/
> Aqui o cara defende as inacreditáveis teorias:

> -nunca houve uma viagem à Lua;

Como não?!!! Os físicos "modernos" vivem no mundo da Lua desde o início do
século passado.

> -a bomba atômica não existe;

De fato. Isso é invenção de japonês. Em 1945 houve duas epidemias (uma em
Hiroshima e outra em Nagasaki) devidas ao "sashimi" estragado e o governo
japonês decretou a existência da bomba atômica, botando a culpa nos
angelicais estadunidenses.

> -a Terra não gira ao redor do Sol;

Isso todo o mundo sabe e faz parte da sabedoria milenar. A Terra está
situada sobre um prato dourado apoiado nas costas de vários elefantes e
estes equilibram-se sobre o casco de uma tartaruga gigante. Foi a partir
dessa constatação científica que surgiu a expressão popular: "É preciso ter
um saco de elefante".

Existe uma teoria alternativa e bastante promissora, a dizer que a Terra é
ôca e que nós vivemos na superfície interna de uma casca esférica. O Sol
estaria situado no centro da esfera e emitiria luz apenas para um dos lados,
tal e qual um farol náutico . Os que acreditam nessa teoria são obrigados a
assumir ou o giro do farol ou o giro da casca esférica, afim de explicarem a
alternância dos dias e das noites.

> -a Terra e todos os planetas tem uma órbita independente;

Nesse caso discordo. A órbita da Terra não é independente, mas determinada
por Vixenu, o deus da água e que nada mais é senão a tartaruga gigante da
teoria hindu, acima referida. Se a órbita fosse independente não haveria
como explicar o dilúvio universal, resultante de um porre da tartaruga.

> -propõe uma nova teoria da gravidade (a gravidade é uma força externa que
> vem da lua e planetas sem lua não tem gravidade)

Essa teoria promete, mas ainda está na fase das especulações. Por ora é
melhor acreditar que os corpos evoluem para os seus locais naturais,
conforme comprovado cientificamente por Aristóteles.

> -buracos negros não existem;

Essa foi uma hipótese propugnada pelos preconceituosos agentes da
Ku-Klux-Klan, mas não chegou a vingar.

> -Einstein, Galileu e Copérnico erraram.

Essa eu nem vou comentar pois não conheço nenhum dos três. De qualquer
forma, e haja vista que errar é humano, eles parecem estar no bom caminho.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: Site inacreditável
FROM: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 16:35


Ola.
Com licença de por minha colher nesse angu.
Só vi a parte que trata da terra não girar em torno do sol, não
entendi nada pois não sou entendido no assunto, então pergunto:
O CARA PODE TER ALGUMA RAZÃO, OU É LOUCO MESMO?
Para mim seria muito fácil ficar com a maioria, mas penso que toda
unanimidade é burra, e eu tenho que entender o cara para poder
julgar, e confesso que não entendo nada para poder saber PORQUE A
CONSTELAÇÃO DEVERIA ESTAR EM UM SÓ PONTO UMA VEZ SÓ POR ANO?
ALGUEM PODE EXPLICAR A LOGICA DO FULANO SE É QUE TEM ALGUMA,
GRATO






SUBJECT: Site inacreditável p/ rosevena3
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/12/2004 17:03

Olá rosevena3

Esse é o problema, a lógica do autor é pessoal, impossível de ser replicada por outra pessoa..:-) Assim, é impossível refutar um argumento baseado nessa lógica não convencional..:-)

E o dito "toda unanimidade é burra" deve ser aplicado a opiniões, não a toda afirmação ou conhecimento. A unanimidade conhecida como ciência (ou o conhecimento por ela produzida, que tende a se tornar unanime) não deriva de opiniões mas de conclusões embasadas. E pode (e deve) sempre mudar, claro, mas exige, para tanto, que o motivo da mudança siga algumas regras rígidas, conhecidas como método cientifico. E a mudança, na maioria absoluta das vezes, é mais um ajuste, uma melhora, que uma refutação ou exclusão.

Veja o caso da Terra que gira ao redor do Sol, alegação com a qual o autor não concorda. Essa unanimidade não é burra, é a conclusão de centenas de evidencias, experimentos e calculos realizados ao longo do tempo, que suportam e explicam diversos fenomenos e desdobramentos a respeito do universo físico. Não corremos o risco de descobrir, amanhã ou depois, que na verdade estavamos errados e que a Terra se apoia em um circulo de matal que se apoia sobre elefantes nas costas de uma tartaruga..:-) Mesmo você, se fizer uma replica do sistema solar mecanica (talvez um experimento apra a feira de ciencias da escola..:-), se repetir, em escla, as posições e velocidades de cada planeta e satelite, verá que este modelo se comporta e repete todos os fenomenso que observamos diariamente, dia e noite, ano, eclipses, trajeto dos planetas, etc, etc, etc. Se alguém deseja refutar esse conhecimento, tem de explicar porque isso acontece, não?

Claro que não é possível, para nós leigos e cidadãos comuns, testar TODA afirmação ou teoria que se apresenta. Assim, uma escolha sábia (e não burra), seria decidir acompanhar as alegações e conhecimentos produzidos por um sistema que tem se mostrado confiável a bastante tempo, a ciência. Olhe para os lados o que vê? Desdobramentos confiáveis desse conhecimento. Aviões, computadores, remedios, espectativa de vida de mais de 80 anos, pouca mortalidade infantil, e esta conversa entre nós dois.

As vezes a ciência vai se enganar, e nós junto com ela, mas, estatisticamente, vamos acertar muito mais, muito mesmo, que se escolhermos autores malucos como esse..:-)

O computador em que você escreve e que me envia esta mensagem, assim como a rede Internet que permite isso, é totalmente fruto do conhecimento cientifico. Não há nada nesta conversa que não seja resultado de um conehcimento confiável e cientifico. Seu automóvel, sua espectativa de vida, sua viajem em aviões, sua TV, seu aparelho de som, seu bem estar físico, tudo deriva de um conehcimento confiável, dentro do limite máximo da incerteza deste universo.

Então, se a ciência, dentro de um método, diz que a Terra gira ao redor do Sol, se os desdobramentos disso são visiveis (seu telefone celular fala com o Japão, instantaneamente, se desejar, porque existem satelites em órbita, e estes só podem ficar lá se as equações e cálculos sobre a gravidade e forças físicas estiverem corretos, as mesmas equações e forças fisicas que explicam a órbita da Terra..:-). Mas, as afirmações de pesosas como o autor da página inacreditável o que tem para sustentá-las? Uma lógica pessoal e improvável, afirmações as mais estapafurdias e teorias conspiratórias antigas.

Onde colocaria, digamos, seu dinheiro, se tivesse de apostar em uma delas?..:-)

Um abraço.

Homero



----- Original Message -----
From: rosevena3
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 14, 2004 4:35 PM
Subject: [ciencialist] Re: Site inacreditável



Ola.
Com licença de por minha colher nesse angu.
Só vi a parte que trata da terra não girar em torno do sol, não
entendi nada pois não sou entendido no assunto, então pergunto:
O CARA PODE TER ALGUMA RAZÃO, OU É LOUCO MESMO?
Para mim seria muito fácil ficar com a maioria, mas penso que toda
unanimidade é burra, e eu tenho que entender o cara para poder
julgar, e confesso que não entendo nada para poder saber PORQUE A
CONSTELAÇÃO DEVERIA ESTAR EM UM SÓ PONTO UMA VEZ SÓ POR ANO?
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SUBJECT: eletron não tão nebuloso
FROM: "rayfisica" <rayfisica@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 17:04


Alberto
Li acho que nos três primeiros minutos ou no universo elegante, o
seguinte:
`O repórter pergunta a um estudioso, sobre o fato de apenas três
pessoas compreenderem a teoria da relatividade, dizem que após pensar
um pouco o cientista responde – quem poderia ser a terceira pessoa'.
Acho que dá pra entender o que estou tentando passar.
Pergunto lhe:
TODAS AS PESSOAS QUE TE CRITICAM REALMENTE ENTENDERAM SUAS IDEIAS OU
ALGUMAS ESTÃO APENAS REPETINDO O PENSAMENTO VIGENTE?
QUANTO POR CENTO DAS PESSOAS QUE TIVERAM CONTATO COM SUA TEORIA A
ENTENDEU?
Estou lendo o seu trabalho, depois volto a tc para ti.






SUBJECT: Re: um paradoxo e dois bobos, sera?
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 17:55


"rosevena3"


Vou responder rápido pois tenho que sair logo.

A teoria eletromagnética (quando surgiu com tudo que aprendemos
ainda hoje em física III) desconhece o elétron. Logo, qq carga
colocada no interior do condutor iria se separar em pedaços de carga
ainda menores que se afastariam uma das outras por serem de mesmo
sinal.

:-)


Hélio



<rosevena3@y...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Hélio Ricardo Carvalho
> <hrc@f...> escreveu
> >
> >
> >
> > > . . . . . .
>
> > Vou tentar refazer os cálculos dele nesta situação e depois
> (talvez)
> > eu conto aqui.
> >
> >
> > Hélio
>
> Gostei muito dessa sua continuidade explicativa, pois só assim
> não
> restarão duvidas a respeito do assunto.
> As vezes é necessário a perda de um pouco mais de tempo com um
> assunto, banal ou ele pode originar uma nova teoria errônea,
> não?
> (memória da água)
> Agradeço e espero
> Eu por exemplo estou muito preocupado, pois...
> O contraditório tem que calar o cérebro, ou...
> Solicito permissão para pedir que alguém me explique o
> seguinte,
> NUMA ESFERA CARREGADA, SENDO O POTENCIAL CONSTANTE EM QUALQUER
PONTO
> INTERNO E A SUPERFICIE, PORQUE ENTÃO A CARGA ELETRICA EM EXCESSO
> NÃO
> PODE ESTAR EM QUALQUER PONTO,(POTENCIAL CONSTANTE NÃO É COMO
> EQUILIBRIO) MAS APENAS NA SUPERFICIE DO CONDUTOR? É UMA
> CONVENÇÃO?
> Explicando: se deposito uma carga extra no interior do condutor e
ela
> vai para a superfície, é porque uma força esta agindo sobre
> a carga,
> ou não? E se tem uma força agindo é desequilíbrio, se
> é
> desequilíbrio, o potencial não é o mesmo, entende?





SUBJECT: Re: Site inacreditável
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 18:40


Rodrigo:
Se um país não tiver asilos para doidinhos, onde eles se sentirão à
vontade? Na net, nem mais!
Portanto acho que este site quer fazer concorrência ao de humor em
Ciência. Mas não consegue. A ergonomia do site deixa muito a
desejar: faz lembrar uma drogaria ou feira da ladra (marchè aux
pouces). Nem para aulas dá.
Feio porco e mau
Um abraço
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Rodrigo Marques
<rodmarq72@y...> escreveu
> Pessoal, quem tiver estômago veja este site:
> http://www.showdalua.com/
>
> Aqui o cara defende as inacreditáveis teorias:
> -nunca houve uma viagem à Lua;
> -a bomba atômica não existe;
> -a Terra não gira ao redor do Sol;
> -a Terra e todos os planetas tem uma órbita independente;
> -propõe uma nova teoria da gravidade (a gravidade é uma força
externa que vem da lua e planetas sem lua não tem gravidade)
> -buracos negros não existem;
> -Einstein, Galileu e Copérnico erraram.
> Confiram...
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> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: Site inacreditável
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 19:06


Rosevena:
O cara é mesmo pessoa com deficit em atenção. Pois quem é astrónomo
da lista já lhe deu descrédito. E existe o Hubble situado fora da
Terra e observando o Universo.
Já eras vivo quando o Homem chegou à lua? E teu avô? Por aí já podes
analisar o tal Marco. Aliás este site é a tradução de um americano.
Nem original é desgraçado é. E me parece que nem pertença à academia
brasileirra de Ciência. Depois nenhuma universidade apoio o tipo.
Nem vontade de rir dá pois é prova de ignorância total e acho que
não nos devemos rir com a ignorância. Quem estudou física a sério
topa.
Para antídoto desta página te recomendo esta do Phil Plait
http://www.badastronomy.com/
Um abraço
Maria Natália
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rosevena3" <rosevena3@y...>
escreveu
>
> Ola.
> Com licença de por minha colher nesse angu.
> Só vi a parte que trata da terra não girar em torno do sol, não
> entendi nada pois não sou entendido no assunto, então pergunto:
> O CARA PODE TER ALGUMA RAZÃO, OU É LOUCO MESMO?
> Para mim seria muito fácil ficar com a maioria, mas penso que toda
> unanimidade é burra, e eu tenho que entender o cara para poder
> julgar, e confesso que não entendo nada para poder saber PORQUE A
> CONSTELAÇÃO DEVERIA ESTAR EM UM SÓ PONTO UMA VEZ SÓ POR ANO?
> ALGUEM PODE EXPLICAR A LOGICA DO FULANO SE É QUE TEM ALGUMA,
> GRATO





SUBJECT: RES: [ciencialist] Re: importação de livros
FROM: "pablo" <pablo@unidavi.edu.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/12/2004 19:58

Mirko,

Aqui vão alguns links:

http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Leis/2004/lei10865.htm a
lei
http://jbonline.terra.com.br/jb/papel/cadernob/2004/06/03/jorcab20040603
001.html de junho/04
http://www.interlegis.gov.br/20040709090901/comunidade/casas_legislativa
s/federal/c2/20040709090624 de julho/04
http://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/noticias/gd040604a.htm de
junho/04

Pelo que li agora, parece que os técnicos foram isentados da taxação de
PIS e COFINS.

[ ]



-----Mensagem original-----
De: Mirko Lerotic Filho [mailto:mleroticf@yahoo.com]
Enviada em: terça-feira, 14 de dezembro de 2004 01:36
Para: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Assunto: [ciencialist] Re: importação de livros



Pablo,

Você poderia dar uma referência sobre esse projeto que você citou, de
taxação de importação de livros? Desconheço...

Até onde sei, vale a lei número 10.753, de 30 de outubro de 2003, que
institui a Política Nacional do livro, que diz, em seu artigo número
4:

Art. 4o É livre a entrada no País de livros em língua estrangeira ou
portuguesa, isentos de imposto de importação ou de qualquer taxa,
independente de licença alfandegária prévia.

Peço livros pela Amazon há muitos anos e nunca paguei imposto sobre
importação; o frete, esse sim, pode ficar um pouco caro.

Esse tema já foi discutido aqui na lista. Veja por exemplo a thread:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/39325
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/39326
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/39327
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/39319
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/39320

Saudações,
Mirko Lerotic Filho




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "pablo" <pablo@u...> escreveu
> Prezados,
>
> sei que há ou havia um projeto para se taxar a importação de
livros, e
> que iria sofrer uma modificação para excluir os livros técnicos.
Alguém
> sabe me dizer como ficou esta situação?
> Quero comprar um livro técnico na bn.com ou amazon.com, como o fiz
> algumas vezes até o ano passado. Mas, se irei pagar 60% em cima do
valor
> do livro + frete, desisto.
> E outro questionamento, se excluíram os livros técnicos da taxação
(n
> sei), quem irá e como serão classificados em técnico e não
técnicos? Por
> exemplo quero comprar um livro de nutrição (Krause), será que corro
o
> risco de tê-lo classificado juntamente com aqueles sobre dietas do
Dr.
> Atkins??? Ou, ainda pior, o Atkins seria classificado como técnico?
>
> abraço,
>
> Pablo
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Antídoto para site porcaria
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 20:23


E para quem é novo aqui:
http://www.badastronomy.com/
na parte de astronomia e espaço
Boas leituras
Maria Natália





SUBJECT: Re: Site inacreditável
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 14/12/2004 21:26


Alberto:
E agora com a tua resposta já poderei dar o site dos "despassarados
na lua" aos alunos... mas para trabalho interdisciplinar Português/
História/ F e Q na secção de teatro. Sim deste-me ideia para uma
peça de teatro. Vamos ver se os alunos apoiam. Fazem os textos, o
cenário e o guarda roupa. Vai ser interessante e como a ideia veio
daqui se escreverá: Ideia da loja C-List com apoio de A.M Filho.(por
extenso, claro)
Posso usar estas ideias?
Obrigada
Um abraço
Maria Natália
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
> ----- Original Message -----
> From: "Rodrigo Marques"
> Sent: Tuesday, December 14, 2004 12:46 PM
> Subject: [ciencialist] Site inacreditável
>
> > Pessoal, quem tiver estômago veja este site:
> > http://www.showdalua.com/
> > Aqui o cara defende as inacreditáveis teorias:
>
> > -nunca houve uma viagem à Lua;
>
> Como não?!!! Os físicos "modernos" vivem no mundo da Lua desde o
início do
> século passado.
>
> > -a bomba atômica não existe;
>
> De fato. Isso é invenção de japonês. Em 1945 houve duas epidemias
(uma em
> Hiroshima e outra em Nagasaki) devidas ao "sashimi" estragado e o
governo
> japonês decretou a existência da bomba atômica, botando a culpa nos
> angelicais estadunidenses.
>
> > -a Terra não gira ao redor do Sol;
>
> Isso todo o mundo sabe e faz parte da sabedoria milenar. A Terra
está
> situada sobre um prato dourado apoiado nas costas de vários
elefantes e
> estes equilibram-se sobre o casco de uma tartaruga gigante. Foi a
partir
> dessa constatação científica que surgiu a expressão popular: "É
preciso ter
> um saco de elefante".
>
> Existe uma teoria alternativa e bastante promissora, a dizer que a
Terra é
> ôca e que nós vivemos na superfície interna de uma casca esférica.
O Sol
> estaria situado no centro da esfera e emitiria luz apenas para um
dos lados,
> tal e qual um farol náutico . Os que acreditam nessa teoria são
obrigados a
> assumir ou o giro do farol ou o giro da casca esférica, afim de
explicarem a
> alternância dos dias e das noites.
>
> > -a Terra e todos os planetas tem uma órbita independente;
>
> Nesse caso discordo. A órbita da Terra não é independente, mas
determinada
> por Vixenu, o deus da água e que nada mais é senão a tartaruga
gigante da
> teoria hindu, acima referida. Se a órbita fosse independente não
haveria
> como explicar o dilúvio universal, resultante de um porre da
tartaruga.
>
> > -propõe uma nova teoria da gravidade (a gravidade é uma força
externa que
> > vem da lua e planetas sem lua não tem gravidade)
>
> Essa teoria promete, mas ainda está na fase das especulações. Por
ora é
> melhor acreditar que os corpos evoluem para os seus locais
naturais,
> conforme comprovado cientificamente por Aristóteles.
>
> > -buracos negros não existem;
>
> Essa foi uma hipótese propugnada pelos preconceituosos agentes da
> Ku-Klux-Klan, mas não chegou a vingar.
>
> > -Einstein, Galileu e Copérnico erraram.
>
> Essa eu nem vou comentar pois não conheço nenhum dos três. De
qualquer
> forma, e haja vista que errar é humano, eles parecem estar no bom
caminho.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron
não é
> uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se
repetirá.





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Site inacreditável
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 14/12/2004 23:33

Olá Maria Natália

Sem problemas. Sinto-me lisonjeado com isso. Agradeço em meu nome e não
tenho dúvidas de que os demais membros da C-List endossarão o meu
agradecimento, na base do "quem cala consente" [Não há necessidade de se
manifestarem favoravelmente, pois do contrário receberemos mais de 500 msgs
quase idênticas e o Brudna será obrigado a colocar todo o mundo em
moderação].

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.


----- Original Message -----
From: "Maria Natália" <grasdic@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, December 14, 2004 8:26 PM
Subject: [ciencialist] Re: Site inacreditável


Alberto:
E agora com a tua resposta já poderei dar o site dos "despassarados
na lua" aos alunos... mas para trabalho interdisciplinar Português/
História/ F e Q na secção de teatro. Sim deste-me ideia para uma
peça de teatro. Vamos ver se os alunos apoiam. Fazem os textos, o
cenário e o guarda roupa. Vai ser interessante e como a ideia veio
daqui se escreverá: Ideia da loja C-List com apoio de A.M Filho.(por
extenso, claro)
Posso usar estas ideias?
Obrigada
Um abraço
Maria Natália



SUBJECT: Re: [ciencialist] eletron não tão nebuloso
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/12/2004 01:12

Prezado "rayfisica"

Hoje em dia é muito raro eu receber alguma mensagem relacionada a meus
estudos em física e que consiga me comover, e você, com pouquíssimas
palavras, chegou próximo a isso. Em virtude disso, acredito que você mereça
mais do que uma resposta seca a cada um dos seus quesitos principais.

A título de introdução, diria que em 1983, quando comecei a teorizar em
física, senti-me realmente frente a um problema. A partir do "insight" então
ocorrido [que rememorei com poucas palavras na msg 3610 da lista de
discussão de filosofia Acrópolis -- vide
http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/varios/ac_3612.htm ] até a
apresentação de um opúsculo, que escrevi em 1992 e intitulado "A equação do
elétron e o eletromagnetismo" (1993), eu não estava mais tão somente frente
a um único problema, mas de posse de uma infinidade de questionamentos
interelacionados: alguns de resposta óbvia, outros absurdos e a grande
maioria a desafiar minha perspicácia, ao mesmo tempo que colocava em xeque
quase tudo o que eu fora obrigado a acreditar através do ensino massificante
pelo qual somos obrigados a passar.

Resumindo, até 1992 eu estava frente a um grande problema (exposto em
dois livros, um publicado em 1985 e outro em 1987) e com a obsessão para
resolvê-los. Em 1993, com a publicação do terceiro livro da série, o
problema deixou de ser meu. É bem verdade que surgiram os problemas-filhos,
como citado por Popper...

" Mas ainda que encontremos uma solução, poderemos
descobrir, para nossa satisfação, a existência de toda uma família de
encantadores, se bem que talvez difíceis, problemas-filhos, para cujo
bem-estar poderemos trabalhar, com uma finalidade em vista, até ao fim dos
nossos dias." [Karl Popper]

... mas a verdade é que a obsessão desapareceu e, sob esse aspecto, sinto-me
um ser bastante realizado e satisfeito comigo mesmo. A sociedade, a esse
respeito, não poderá me cobrar mais nada, mesmo porque realizei esse
trabalho de maneira 100% amadorística. Digo então que o problema deixou de
ser meu, pois se eu tiver um pingo de razão, aqueles que me ignoraram,
enquanto recebiam verbas polpudas para zelar pela aceitação, ou não, de
idéias de nossos compatriotas, hão de ser cobrados por *mais esse* descaso.

Vamos então a sua mensagem.

Fico lisonjeado com a comparação entre a minha teoria e a relatividade, mas
é bom lembrar que essa comparação somente fará sentido "a posteriori" e se,
e somente se, a minha teoria conseguir vingar, coisa que ainda não
aconteceu. A despeito disso, vou efetuar algumas considerações:

Em primeiro lugar, eu diria que o paralelismo que você traçou com a
compreensão da relatividade não é perfeito. O jovem Einstein teve a
felicidade de encontrar pela sua frente um editor de periódico respeitável e
chamado Max Planck, aquele mesmo que, na palavras de Thomas Khun, teria dito
o seguinte:

"Uma verdade científica nova não é geralmente apresentada de maneira a
convencer os que se opõem a ela... simplesmente a pouco e pouco eles morrem,
e nova geração que se forma familiariza-se com a verdade desde o princípio."
[Max Planck]

Você (ou alguém aqui na Ciencialist) conhece algum editor nacional e/ou
avaliador por pares (referee) que pensa desta maneira? E que em virtude
disso seria capaz de avaliar e aceitar para publicação algo em que não
acredita, a exemplo do que Planck fez, a despeito de discordar da
interpretação que Einstein deu ao efeito fotoelétrico?

Em segundo lugar, a frase que você cita refere-se à relatividade geral, algo
que surgiu cerca de uma década após a relatividade restrita já estar
praticamente consagrada.

Em terceiro lugar, o que consagrou a relatividade restrita foi o fato dela
responder a algumas perguntas que até então os físicos não tinham resposta
nenhuma. Os físicos de hoje sequer se deram conta que "estão perdidos num
mato e sem cachorro". Eles estão plenamente satisfeitos com a matemática que
dá certo sem que saibam quando, onde, como e nem porquê.

E em quarto lugar, ambas as relatividades --e essa idéia é citada até mesmo
por Einstein-- vão contra o "senso-comum adotado pelos físicos da época" (e,
sob muitos aspectos, quero crer que até mesmo para os físicos da
atualidade). A minha teoria, pelo contrário, tem a pretensão de devolver a
credibilidade à nossa maneira de perceber ou apreciar a fenomenologia
natural, bem ao estilo newtoniano. Sob esse aspecto, é difícil dizer que
alguém realmente chegou a compreender a teoria da relatividade, pois o
próprio Einstein chegou a chamar a atenção para que não se esforçassem muito
neste sentido. Compreender a teoria da relatividade geral, no sentido
apresentado no texto citado, seria equivalente a perceber que ela está
dotada de uma matemática que dá certo sem que se saiba o porquê, a não ser
assumindo uma recorrência a artifícios matemáticos outros e dotados da mesma
falácia, até chegarmos no princípio da relatividade geral e que, como
princípio, é aceito "a priori".

Vamos agora ao cerne da questão.

É difícil dizer quantas pessoas "realmente" entenderam as minhas idéias. Eu
diria que alguns (poucos) torcem pelo meu sucesso, mas fico com a impressão
de que até o momento ninguém chegou sequer a perceber porque eu acho que
esta seria a única saída para a física da atualidade. Desde os tempos em que
militava na medicina observei que o acadêmico brasileiro dificilmente
valoriza temas nossos e menos ainda idéias nossas. Quando publiquei
aquele opúsculo citado acima, em 1993, recebi um conselho do professor
Newton da Costa, emérito professor do Instituto de Matemática e Estatística
(IME) da Usp e que era mais ou menos assim: "Este livro, editado em
português e aqui, no Brasil, está fadado a não ser lido por alguém em
condições de criticá-lo. Por que você não faz uma síntese e a publica no
exterior?" Como cheguei a concluir posteriormente, "este pensamento não
reflete uma opinião solitária, mas sim uma tendência geral, que é até mesmo
defendida em aulas de cursos de graduação da USP" (esse trecho entre aspas
retirei de um dos meus editoriais).

Eu diria então que é bem provável que praticamente ninguém tenha lido a
minha teoria, pelo menos com a disposição de entender. Uma exceção é o
Chalub que participou de um diálogo no news uol há muito tempo, e creio que
você deve ter lido alguma coisa a respeito, pois a thread tinha o nome que
você escolheu para esta da Ciencialist: Um elétron não tão nebuloso [Se
alguém se interessar, poderá acompanhar esse diálogo a partir de
http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/uol1998a.htm ]. Fiquei com a
impressão que ele não entendeu da maneira que seria necessária para a
evolução do diálogo. Alguns chegaram a ler algumas sínteses e/ou alguns
"problemas-filhos", mas não me parece que, além do Chalub, alguém tenha se
esforçado por entender a teoria.

Essa desconsideração para com as minhas idéias eu já flagrei inúmeras vezes
aqui na Ciencialist, e creio ter ficado patente em novembro de 2000, quando
a pedidos de alguns interessados eu me dispus a destrinchar minha teoria
item por item (vide
http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/dsfcvm2.htm ). Ninguém aqui
parece querer arcar com o ônus de ter de repensar a física.
Conseqûentemente, ninguém está interessado em conhecer as minhas idéias,
embora queiram que eu fique sempre repisando no que penso a respeito da
física "moderna". Quando digo o que penso, atendendo a esses insistentes
apelos, eles se ofendem e ficam balbuciando coisas sem sentido.
Eventualmente conseguem se fazer entendidos, e não é raro receberem o troco
devido, ocasião em que acabam "enfiando o rabo entre as pernas", pois jamais
esperavam que alguém pudesse dar uma resposta para coisas que aprenderam na
universidade que não tinha resposta nenhuma [explicar um efeito
aparentemente quântico por um raciocínio 100% clássico].

Em 1992/3 eu solicitei a opinião de muitos eméritos professores da Usp.
Quase todos receberam-me muito bem e acredito que mal saí de suas salas
devem ter jogado meu trabalho na cesta de lixo. Um desses eméritos
professores foi mais delicado e chamou um de seus orientandos de
pós-graduação, solicitando ao mesmo que lê-se a teoria para posterior
discussão. Passado um certo tempo esse orientando começou a me evitar, e eu
logo adivinhei o motivo e parei de procurá-lo.

Em 1994 ou 1995 fui convidado pelo Secretário da Cultura de Bauru para expor
minha teoria numa palestra da Unesp dessa cidade. Soube pelo Secretário que
os professores de física da Unesp foram PROIBIDOS de comparecer ao evento.
Com muita insistência o Secretário conseguiu convencer o Reitor a que
preenchesse a platéia com alunos da Faculdade de Física, ao lado de um dos
professores que foi escolhido (quiçá sorteado) para ouvir as heresias que eu
tinha para apresentar. Essa proibição me foi relatada pelo próprio
Secretário da Cultura, que lamentou bastante o acontecido e quero crer que
sequer entendeu o que estava a acontecer nos bastidores do Olimpo Acadêmico.

Que mais dizer?

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



----- Original Message -----
From: "rayfisica"
Sent: Tuesday, December 14, 2004 4:04 PM
Subject: [ciencialist] eletron não tão nebuloso


Alberto
Li acho que nos três primeiros minutos ou no universo elegante, o
seguinte:
`O repórter pergunta a um estudioso, sobre o fato de apenas três
pessoas compreenderem a teoria da relatividade, dizem que após pensar
um pouco o cientista responde - quem poderia ser a terceira pessoa'.
Acho que dá pra entender o que estou tentando passar.
Pergunto lhe:
TODAS AS PESSOAS QUE TE CRITICAM REALMENTE ENTENDERAM SUAS IDEIAS OU
ALGUMAS ESTÃO APENAS REPETINDO O PENSAMENTO VIGENTE?
QUANTO POR CENTO DAS PESSOAS QUE TIVERAM CONTATO COM SUA TEORIA A
ENTENDEU?
Estou lendo o seu trabalho, depois volto a tc para ti.



SUBJECT: Re: Seria Eintein uma farsa? - entrevista com César Lattes
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 01:40


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "JVictor" <jvoneto@u...>
escreveu

> Quem quiser pode ler, mas trata-se do mesmo lenga lenga. Depois
não digam que não avisei.

Manuel: Nessa entrevista, o César Lattes afirma:... A Teoria da
Relatividade não é invenção dele [do Einstein]. Já existe há
séculos. Vem da Renascença, de Leonardo Da Vinci, Galileu e Giordano
Bruno. Ele não inventou a relatividade.

Manuel: Pois eu vou ainda mais longe: esse estória de que o espaço-
tempo é curvo é uma idéia que remonta aos Eleatas: Parmênides e
Zenão afirmavam que o Ser é esférico e que a sensação de que o tempo
flui não passa de uma ilusão. A conclusão, portanto, é que Einstein
plagiou Parmênides e seus discípulos.

Claro que não concordo com isso (depois explico por que não
concordo).

Esse tipo de crítica que fazem ao físico alemão, alguns céticos
porretas (que acham cheirosíssimos todos os peidos do Einstein)
também o fazem a Freud.

Dois pesos, duas medidas.

Depois que ficou provada a consistência da hipótese do inconsciente,
agora afirmam que a idéia do inconsciente não é do Freud: que,
muuuuuuuuuuuuuuuuuito antes dele, vários literatos e filósofos já
especulavam sobre a existência de um inconsciente.

Estranhamente, esses cientificistas não conseguem perceber as
diferenças que existem entre uma idéia literária, uma conjuntura
filosófica e uma hipótese científica.

Mas só não percebem quando não lhes convém perceber. Desonestidade.

Ósculos,
Manuel Bulcão





SUBJECT: O Ensino da Física nas Escolas
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 03:52


Vai decorrer na Universidade do Minho em 21 de Janeiro de 2005
É o melhor modo de se começar o Ano da Física: preocupando-nos com o
que se anda a ensinar nas escolas aos moços desde os 11 aos 18 anos,
7º ao 12º anos. E uma vez que o currículo é Nacional...vais sair
dali documento. Só que Braga é longe e serão dois dias e com tudo
pago de nosso bolso...
Vejam o programa em
http://www.spf.pt/ensino_fisica_escolas.pdf
Maria Natália






SUBJECT: TIMSS e PIRLS, International Study Center
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 03:58


E me parece que nos EUA quem está a ter melhores classificações não
são os americanos...
http://www.timss.org/
E por aqui também se pode saber o que é isso do TIMSS e do futuro
PIRLS
desculpe Leo
Um abraço
Maria Natália






SUBJECT: Re: TIMSS e PIRLS, International Study Center
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 04:07


Mas pode ler aqui in english:

"TIMSS 2003: Eighth-Grade Performance Up, Fourth-Grade Scores Flat
2004-12-14 - NSTA Reports

American eighth graders - especially African American students -
showed significant gains in both science and math over the last
eight years, while scores for US fourth graders remained relatively
flat in both subjects, says the 2003 Trends in International Math
and Science Study - commonly known as TIMSS - which was released on
December 14.

US Eighth-grade Scores Show Significant Improvement in Science

The 2003 TIMSS assessed the mathematics and science achievement of
half a million students in 49 countries at either the fourth- or
eighth-grade levels. In 2003, the United States was one of 13
countries that demonstrated a significant increase in science
achievement at the eighth grade and was the sole nation of the
participating G-8 countries that showed improvement in science at
this grade level. US eighth graders scored 12 points higher on the
science portion (527 on average) than in 1999 and 15 points higher
than in 1995.

In 2003, the United States ranked ninth out of 45 countries in
student science achievement at the eighth grade. US students scored
lower than students from consistently high-scoring countries, such
as Singapore, Japan, and Korea.

American boys and girls showed significant improvement in eighth-
grade science scores, and gains for minority groups were also
impressive: The average score for African American students was 40
points higher than in 1995, while Hispanic students posted a 36-
point increase since 1995.

"Although much more work needs to be done to further narrow the
achievement gap, the important strides made at the eighth-grade
level can be attributed to work by science teachers, scientists, and
other stakeholders over the past decade to implement the National
Science Education Standards. These standards present a clear vision
of what our students are expected to know and be able to do in
science at all grade levels," said NSTA Executive Director Gerald
Wheeler. "Most states have successfully incorporated the national
standards into state-specific benchmarks, and it appears that
efforts by our teachers and others to adapt standards-based learning
goals into middle-level classroom instruction are working."

Average Science Scores for US Fourth Graders Flat Since 1995

Although US fourth graders came in above international averages in
the 1995 TIMSS, 2003 TIMSS results suggest fourth-grade scores have
not changed much in the past eight years.

In 1995, American fourth graders scored 542 on TIMSS. In 2003, that
average score fell to 536, a decline considered not statistically
significant when compared with 1995. In 1995, only fourth graders in
Japan outperformed US fourth graders, and US students scored higher
their peers in 13 countries. In 2003, US fourth graders were
outperformed by students in two countries (Singapore and Japan), and
they scored higher than students in eight countries.

Both boys and white students at this grade level scored lower in
2003. Although African American fourth graders posted a 25-point
increase since 1995, scores for Hispanic fourth graders remained
largely flat. The gender gap narrowed slightly in the fourth grade.

US Students Show Gains in Eighth-grade Math; Fourth-grade Math
Scores Flat

The average scores of US fourth and eighth graders on the
mathematics portion of TIMSS virtually mirror the science
achievements posted by students.

In both 2003 and 1995, US fourth graders scored 518 on average in
mathematics. Overall, the standing of US fourth graders relative to
their peers in other counties was lower in 2003 than in 1995. While
African American students posted gains, scores for Hispanic fourth
graders remained flat.

US eighth graders, however, showed a significant improvement in
mathematics performance between 1995 and 2003, with scores up 12
points during this time. Both boys and girls showed improvements
since 1995, as did African American students and Hispanic students,
with gains of 29 points and 22 points respectively.

This is the third TIMSS comparison of math and science achievement
worldwide since 1995. The TIMSS 2003 used nationally representative
samples of fourth and eighth graders in all countries. In the United
States, 248 schools and 10,795 students participated in the fourth-
grade assessment, and 232 schools and 8,912 students participated in
the eighth-grade assessment. The assessment entailed a 72-minute
paper-and-pencil assessment at grade four and a 90-minute assessment
in grade eight, and it included questionnaires for students,
administrators, and teachers.

Media outlets, policy makers, and others often cite the TIMSS study
in discussions of science and math achievement. To read the entire
study, go to www.timss.org. See page 19 for additional charts that
accompany this article.""
Maria Natália









--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Maria Natália <grasdic@h...>
escreveu
>
> E me parece que nos EUA quem está a ter melhores classificações
não
> são os americanos...
> http://www.timss.org/
> E por aqui também se pode saber o que é isso do TIMSS e do futuro
> PIRLS
> desculpe Leo
> Um abraço
> Maria Natália





SUBJECT: Mergulho final e fatal dia 15 de Dezembro!
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 05:58


E a chegada de Huygens a Titã está para breve. Veja se tem hipótes
de assistir via TV. Pessoal de telecomunicações não consegue?:

"The next transmission of the ESA TV Service will be:
15-Dec-04 10:00 - 10:15 GMT
Huygens Ready for the Final Plunge
ESA TV Exchanges

Background information on the transmission:
Replay I: 15 December 15:00-15:15 GMT

Replay II: 18 December 11:30 -11:45 GMT

Europe's Huygens probe has covered billions of kilometres, during a
seven-year flight from Earth to Saturn. Now, the moment of the
release of
Huygens onto a trajectory to Titan is approaching, and scientists
and
engineers need maximum confidence in the readyness of the space
probe
for its short but critical mission.

Today's programme provides a detailed overview of the tests that
were
performed and the safeguards built into the system to maximise
chances
for misison success. It includes images from a recent check-out at
ESOC,
where the functioning of Huygens systems was tested.

The script is online under
http://television.esa.int/photos/ESATV15122004.pdf

Transmission of this Exchange on 15 December is not on EbS (because
of
the EuroTop) but on Eutelsat W1 - for the transmission details, see
below.

The second replay on 18 December will be on EbS - for the
transmission
details, see the ESA TV Website.

More background information can be found on
www.esa.int/SPECIALS/Cassini-Huygens.

Transmission details:On 15 December only:

Eutelsat W1 at 10 degrees east, Transponder B4 Middle 1 (SCPC),
vertical, F=11079 MHz, SR=5.632 MS/sec, FEC=3/4

For further information, visit our website at
http://television.esa.int. For other enquires, contact Claus
Habfast, Tel +31 71 565 3838, Fax
+31 71 565 6340, e-mail claus.habfast@esa.int."
Maria Natália





SUBJECT: Re: Telescópios da Nasa descobrem sistema solar em formação
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 06:20


Amauri:
Não me esqueci de tua dúvida e seguiu para investigador.
Entrtanto tens aqueles sites em protuguês.
Um abraço
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Jr"
<amaurijunior2@y...> escreveu
> Maria
>
> Minha duvida é: há pesquisas que mostram que tudo que se originou
a vida veio da poeira cósmica que algumas estrelas mortas deixaram,
por que esta procura?
>
> Amauri
> ----- Original Message -----
> From: Maria Natália
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Sunday, December 12, 2004 8:44 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Telescópios da Nasa descobrem sistema
solar em formação
>
>
>
> Amauri:
> Se existe um sistema solar como o nosso, existe um 4º calhau a
> contar da estrela central ou um 5º. Tudo depende da estrela.
> Portanto posso pensar em condições semelhantes á da Terra. Um
> planeta que estará na mesma situação da que a Terra viveu. Toda
a
> história se repetiria.A probabilidade 50% de existir ou não. Mas
> como não sou bióloga nem antropocêntrica...
> Mas quando falo de vida até essa com suporte não em C, carbono,
> penso. Penso em vida com suporte silício, Si, que também origina
> compostos de cadeia. Mas em que vida é diferente da da Terra.
Sem
> água mas amónia por exemplo. E Vida para mim não é só a
inteligente.
> um virus e uma bactéria me servem como vida. E te lembra que
essa
> vida já existe em Marte.
> Para mim a noção de vida é mais ampla: é haver a hipótese de
> transmissão de um código. E não será transmissão de código o que
se
> faz em feixes ópticos de compostos de Si? Tudo o que se tem
> aprendido em ciência de materiais? Em nano estruturas?
> Não, não leio romances FC. Mas isto até já foi tratado por
pessoal
> de Ciência em ficção científica.
> Para mim a vida cria-se num tubo de ensaio e nem tenho de me
> preocupar com a alma. O químico é um bocado mais frio que um
biólogo
> e se ele for de inorgânica, está tudo dito.
> Sobre outras formas de vida tenho muito mas é em inglês de
> discussões noutros listas americanas. O site honesto é:
> http://www.universetoday.com e nela tens de ir aos foruns onde
mesmo
> sem estares registado podes busacar a sala de discussão
> E outra página mas que deves ler como ficção é esta pois eu com
> ufologia...hum hum
> http://www.gpua.ubbi.com.br/artigos/vida_outros_planetas.htm
> A 2ª vai porque está em português
> E deum modo mais geral e sobre astronomia em português tens este
bom:
> http://www.on.br/pergunte_astro/indice_tema.php
> e ainda abrangendo questões de física:
> http://www.astro.iag.usp.br/perguntas.html
> E creio te ter esclarecido sob o ponto de vista da química
> Um abraço
> Maria Natália
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Jr"
> <amaurijunior2@y...> escreveu
> > Oi Natalia
> >
> > O que tem haver descobrir vida em outro sistema solar e
conhecer
> ciência? Ora, posso analisar isto como uma grande base para o
> progresso de descobertas do sentindo de descobrir vida. Mas a
> ciência ao mesmo tempo, tem que analisar que seres vivos também
> podem respirar e viver de formas diversas, como a pouco
descobriram
> bactérias que respiram gás metano.
> >
> > Bjs
> > Amauri
> > ----- Original Message -----
> > From: Maria Natália
> > To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > Sent: Saturday, December 11, 2004 6:05 PM
> > Subject: [ciencialist] Re: Telescópios da Nasa descobrem
sistema
> solar em formação
> >
> >
> >
> > E a tradução é de confiança?
> > Esta descoberta vem mostrar que pode haver Vida como a nossa
ou
> > diferente. Mas nunca "eles estão entre nós". Continuo a
pensar
> que
> > as dificuldades de contacto são de cerca de 99.9789% de tal
> facto se
> > vir a dar.
> > E que interesse teriam eles em conhcer pessoal mais atrasado
e
> que
> > ainda não se entende nem na comunidade científica? daqui a
> 300000
> > talvez...
> > Uma abraço
> > Maria Natália
> >
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo"
<oraculo@a...>
> > escreveu
> > > Telescópios da Nasa descobrem sistema solar em formação
> > >
> > > http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI436946-
> > EI301,00.html
> > >
> > > Dois observatórios espaciais da Nasa descobriram um
sistema
> solar
> > em plena formação, que inclui meteoritos e pó cósmico em
torno
> de
> > estrelas do tamanho do Sol, informou hoje o Laboratório de
> Propulsão
> > a Jato (JPL). O JPL afirmou em comunicado que o
descobrimento
> foi
> > feito de maneira conjunta pelos telescópios Spitzer e
Hubble,
> que
> > operam em órbita em torno da Terra.
> > > Trata-se da imagem mais clara de que se tem notícia das
fases
> > iniciais da formação de planetas, segundo o laboratório da
> Agência
> > de Aeronáutica e o Espaço dos EUA (Nasa) em Pasadena, na
> Califórnia.
> > >
> > > Os planetas nascem da união de discos de pó e gás
concentrados
> em
> > torno de uma estrela. As imagens são uma espécie de
recriação da
> > evolução do nosso Sistema Solar, precisou a Nasa.
> > >
> > > Segundo Charles Beichman, um astrônomo do JPL, o Hubble
> descobriu
> > a estrela central, de aproximadamente 50 a 25 milhões de
anos, e
> o
> > Spitzer, uma grande nuvem de poeira, "o que mostra que os
> > telescópios podem se complementar". "O Spitzer estabeleceu
pela
> > primeira vez um vínculo direto entre os planetas e os
discos.
> Agora
> > podemos estudar essa relação", disse.
> > >
> > > "A nova imagem do Hubble nos permite lançar o melhor olhar
> > possível sobre a luz refletida de um disco que gira em torno
da
> > massa de um sol", afirmou David Ardila, diretor do estudo e
> > astrônomo da Universidade Johns Hopkins.
> > >
> > > O disco de escombros captado pelo Hubble foi identificado
como
> HG
> > 107146 e fica a uma distância de 88 anos luz da Terra.
> > >
> > >
> > > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
> removidas]
> >
> >
> >
> >
> >
> > ##### ##### #####
> >
> > Para saber mais visite
> > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
> >
> >
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> >
> >
> > Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:
> >
> >
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> > ---------------------------------------------------------------
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> -----------
> > Links do Yahoo! Grupos
> >
> > a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> > http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
> >
> > b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> > ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
> >
> > c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos
> Termos do Serviço do Yahoo!.
> >
> >
> >
> > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
removidas]
>
>
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>
> Para saber mais visite
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
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>
> Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:
>
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-----------
> Links do Yahoo! Grupos
>
> a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
>
> b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
>
> c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos
Termos do Serviço do Yahoo!.
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Células de sangue transferirndo momento angular
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 06:30


E a vêm a caminho uns biosensores e micro máquinas:

"Red blood cells are go! (Dec 14)
http://physicsweb.org/article/news/8/12/8
Physicists in India have shown that red blood cells can transfer
the angular momentum in a circularly polarized laser beam into
rotational motion. The "motor" developed by Deepak Mathur and
colleagues at the Tata Institute of Fundamental Research (TIFR) in
Mumbai could find use in a variety of applications, including
biosensors and cellular micromachines (J A Dharmadhikari et al. 2004
Appl. Phys. Lett. 85 6048)."
Maria Natália






SUBJECT: Re: Site inacreditável p/ rosevena3
FROM: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 07:51


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
escreveu
> Olá rosevena3
>

>
> E o dito "toda unanimidade é burra" deve ser aplicado a opiniões,
não a toda afirmação ou conhecimento. A unanimidade conhecida como
ciência (ou o conhecimento por ela produzida, que tende a se tornar
unanime) não deriva de opiniões mas de conclusões embasadas. E pode
(e deve) sempre mudar, claro, mas exige, para tanto, que o motivo da
mudança siga algumas regras rígidas, conhecidas como método
cientifico. E a mudança, na maioria absoluta das vezes, é mais um
ajuste, uma melhora, que uma refutação ou exclusão.
>

Agradeço, pois tenho um enorme prazer por me permitirem estar aqui.
É lógico que a finalidade é provocar e, portanto volto a frisar:
Toda unanimidade é burra e não que são burros os que pensão de forma
unânime, é que depois de algum tempo o conhecimento por ser unânime
vira crença, ai meu amigo pra economizar tempo a gente engole.
Por exemplo, o éter universal nos 800s.



> Claro que não é possível, para nós leigos e cidadãos comuns, testar
TODA afirmação ou teoria que se apresenta. Assim, uma escolha sábia
(e não burra), seria decidir acompanhar as alegações e conhecimentos
produzidos por um sistema que tem se mostrado confiável a bastante
tempo, a ciência. Olhe para os lados o que vê? Desdobramentos
confiáveis desse conhecimento. Aviões, computadores, remedios,
espectativa de vida de mais de 80 anos, pouca mortalidade infantil, e
esta conversa entre nós dois.
>

Ah a ciência, quem me dera se tivesse permanecido pura, porem caiu na
mão dos homens. (hahaha)
Exatamente por ser muito difícil se não impossível a nós mortais
conferirmos o dito, é que devemos ficar atento.
Dou dois exemplos;
• O santo sudário é verdadeiro ou falso. O método cientifico
levou a duas conclusões diferentes a respeito dele, de acordo com
interesses dos cientistas que utilizaram ele, o método é ferramenta e
não parâmetros rígidos.
• O neutrino, é tão dispendioso o experimento que detecta-o,
que não há exatamente a repetitividade que apregoa o próprio método
cientifico, estamos depositando nossa crença em poucas pessoas, e ó,
por um Nobel...
Nesses dois exemplos, a ciência esta na mão de pessoas, é o poder que
determina o método e não o contrario.
Por exemplo, lembram se da fusão a frio, era tão simples que no dia
seguinte até as universidades brasileiras estavam realizando o
experimento.




> Onde colocaria, digamos, seu dinheiro, se tivesse de apostar em uma
delas?..:-)
>

já ouvi falar nisso

> Um abraço.
>
> Homero
>
>
>
idem





SUBJECT: Re: Site inacreditável
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 10:59



Esta teoria não é do Andre Mauro mas de um tal de Davino Servídio
que o Andre Mauro escutou e engoliu direto. Andre Mauro é cineastra,
não é cientista (Davino também não). Pelo que narra na página me
parece que (na melhor das hipóteses) isto foi um erro de
interpretação dos dados observacionais cometidos pelo Sr. Davino e
que o Andre Mauro engoliu sem questionamento. (?????)

Ele usa como teste as populares "três marias" que fazem parte da
constelação chamada Orion que não estão na linha do "zodíaco" mas
estão mais para o sul (quando vistas do equador). No início da
primavera e do outono a inclinação de ~23o da Terra não é obstáculo
para a visão de estrelas mais ao sul ou mais ao norte celeste. Ele
pode ter se confundido na hora de procurar as três marias.
Não fiz o teste para ver se ele disse a verdade sobre as
observações. Mas estou só supondo que ele (Davino) não usou de má fé
mas sinplesmente errou por ignorancia na hora de interpretar as
observações.


Hélio

Ps.: Eu não sou astrônomo amador (e não tive tempo para rodar
programas de mapa do céu) e posso ter errado algo aqui. Maria
Natália, me socorra.


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rosevena3" <rosevena3@y...>
escreveu
>
> Ola.
> Com licença de por minha colher nesse angu.
> Só vi a parte que trata da terra não girar em torno do sol, não
> entendi nada pois não sou entendido no assunto, então pergunto:
> O CARA PODE TER ALGUMA RAZÃO, OU É LOUCO MESMO?
> Para mim seria muito fácil ficar com a maioria, mas penso que toda
> unanimidade é burra, e eu tenho que entender o cara para poder
> julgar, e confesso que não entendo nada para poder saber PORQUE A
> CONSTELAÇÃO DEVERIA ESTAR EM UM SÓ PONTO UMA VEZ SÓ POR ANO?
> ALGUEM PODE EXPLICAR A LOGICA DO FULANO SE É QUE TEM ALGUMA,
> GRATO





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: um paradoxo e dois bobos, sera?
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/12/2004 12:11

Vamos ao texto abaixo:
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
"rosevena3"

Solicito permissão para pedir que alguém me explique o
seguinte,

"NUMA ESFERA CARREGADA, SENDO O POTENCIAL CONSTANTE EM QUALQUER PONTO INTERNO E A SUPERFICIE,

Léo: Atenção --- essa afirmação só será verdadeira após restabelecido o equilíbrio, ou seja, o potencial eletrostático só será constante (conforme se afirma nessa primeira parte) após estabelecido o equilíbrio de cargas.

PORQUE ENTÃO A CARGA ELETRICA EM EXCESSO NÃO
PODE ESTAR EM QUALQUER PONTO,

Léo: Existe uma fase transitória entre os estados inicial "esfera neutra" e final "esfera eletrizada e em equilíbrio de cargas". Nessa fase transitória podemos discernir as etapas de 'eletrização e busca do equilíbrio'. Assim que for colocada "a segunda carga em excesso" na esfera, elas se repelem (forças coulombianas) e se afastam o máximo possível, na matéria condutora, o mais na 'periferia' possível --- daí nasce a pressão eletrostática na superfície.
Assim, na fase de eletrização há um contínuo movimento de cargas até a obtenção do equilíbrio eletrostático final --- ai sim podemos afirmar que o potencial elétrico é o mesmo em todos os pontos da esfera (superfície e interior --- mesmo nos pontos da parte oca onde não há material algum!).

(POTENCIAL CONSTANTE NÃO É COMO
EQUILIBRIO) MAS APENAS NA SUPERFICIE DO CONDUTOR? É UMA
CONVENÇÃO?

Léo: Não há convenção alguma; as cargas realmente, na fase transitória, deslocam-se sob ação de forças coulombianas e se afastam o máximo possível uma das outras. A tendência seria mesmo abandonarem o corpo. Depois sossegam ... é o equilíbrio em relação a um referencial ligado ao corpo.

[]'


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Site inacreditável
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 15/12/2004 12:32

Olá Rosevena3,

O problema todo é que "não é a Terra que gira ao redor do Sol" e sim "é o SOL que gira ao redor da TERRA"; todo mundo pode constatar isso, todos os dias.

O 'cara' não é louco, apenas não tem razão! Assim como muitos outros, é um 'cara' de apenas 'meias-verdades'; assim como meus professores da 5a série que me ensinaram que a "Terra atrai a Lua" --- nunca me ensinaram a outra metade da 'verdade'.

Esse pessoal gosta muito de esconder as verdades, pois elas são 'doídas'. Veja, dizem que a órbita da Terra é uma elipse. Ora, elipse é uma curva fechada e a trajetória da Terra ao redor do Sol não é fechada (jamais a Terra passará duas vezes pelo mesmo ponto!), pois o Sol se desloca em direção à VEGA, arrastando consigo todos os seus filhotes. Se a Terra nunca poderá estar no mesmo lugar, nós, provisórios moradores da superfície, nunca poderemos ver qqer coisa (constelações, por exemplo) no 'céu', duas vezes, no mesmo ponto.
Ponto final.

aquele abraço,


===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 14 de dezembro de 2004 16:35
Assunto: [ciencialist] Re: Site inacreditável




Ola.
Com licença de por minha colher nesse angu.
Só vi a parte que trata da terra não girar em torno do sol, não
entendi nada pois não sou entendido no assunto, então pergunto:
O CARA PODE TER ALGUMA RAZÃO, OU É LOUCO MESMO?
Para mim seria muito fácil ficar com a maioria, mas penso que toda
unanimidade é burra, e eu tenho que entender o cara para poder
julgar, e confesso que não entendo nada para poder saber PORQUE A
CONSTELAÇÃO DEVERIA ESTAR EM UM SÓ PONTO UMA VEZ SÓ POR ANO?
ALGUEM PODE EXPLICAR A LOGICA DO FULANO SE É QUE TEM ALGUMA,
GRATO




SUBJECT: Blog com dicas de sites (sobre ciência)
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 13:47

Estou tentando manter um blog com dicas de sites sobre ciência. O
objetivo é ampliar a idéia para algo mais completo, mas por enquanto é
o que consigo fazer com o site hospedado gratuitamente.

O endereco eh
http://antiparticula.webcindario.com

Um dos problemas do script WordPress (para fazer blogs) é que as
categorias começam a ficar com muitos ´posts´ e não tem como paginar
automaticamente. :-( Vou ter que encontrar outra plataforma.

Até
Luís Brudna


SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Site inacreditável
FROM: Luis Brudna <luisbrudna@gmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 13:52

O quão ´não-circular´ (ou elíptica :-) ) é a órbita da Terra? Qual é
o motivo disso? (pergunta de repórter, se fazendo de bobo pra
aproveitar a genialidade do entrevistado ;-) )

Até
Luís Brudna

On Wed, 15 Dec 2004 12:32:59 -0200, Luiz Ferraz Netto
<leobarretos@uol.com.br> wrote:
> Esse pessoal gosta muito de esconder as verdades, pois elas são 'doídas'. Veja, dizem que a órbita da Terra é uma elipse. Ora, elipse é uma curva fechada e a trajetória da Terra ao redor do Sol não é fechada (jamais a Terra passará duas vezes pelo mesmo ponto!), pois o Sol se desloca em direção à VEGA, arrastando consigo todos os seus filhotes.
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@uol.com.br
> http://www.feiradeciencias.com.br


SUBJECT: Re: Site inacreditável
FROM: "Rodrigo Marques" <rodmarq72@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 14:31


Aproveito também para perguntar sobre esse movimento do Sol em
direção à Vega. Como ele é? O Sol vai se chocar com ela?
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luis Brudna <luisbrudna@g...>
escreveu
> O quão ´não-circular´ (ou elíptica :-) ) é a órbita da Terra?
Qual é
> o motivo disso? (pergunta de repórter, se fazendo de bobo pra
> aproveitar a genialidade do entrevistado ;-) )
>
> Até
> Luís Brudna






SUBJECT: Re: eletron não tão nebuloso
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 15:02


Oi Grande Alberto,

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
> Prezado "rayfisica"
>
> Hoje em dia é muito raro eu receber alguma mensagem relacionada a
meus
> estudos em física e que consiga me comover, e você, com
pouquíssimas
> palavras, chegou próximo a isso. ...
> ...
> ...
> ... Vamos agora ao cerne da questão.
>
> É difícil dizer quantas pessoas "realmente" entenderam as minhas
idéias. Eu
> diria que alguns (poucos) torcem pelo meu sucesso,


Eu! Pode me colocar na lista dos que torcem!


>...mas fico com a impressão
> de que até o momento ninguém chegou sequer a perceber porque eu
acho que
> esta seria a única saída para a física da atualidade.
> ...
> ...
> ... Eu diria então que é bem provável que praticamente ninguém
tenha lido a
> minha teoria, pelo menos com a disposição de entender. Uma exceção
é o
> Chalub que participou de um diálogo no news uol há muito tempo, e
creio que
> você deve ter lido alguma coisa a respeito, pois a thread tinha o
nome que
> você escolheu para esta da Ciencialist: Um elétron não tão
nebuloso [Se
> alguém se interessar, poderá acompanhar esse diálogo a partir de
> http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/uol1998a.htm ].


Eu estava lendo com disposição de entender mas parei por uma série
de motivos.
Começamos a trocar msg em pvt e, confesso, falei mais das minhas
heresias e quase nada das suas :-).
Espero poder, no início do ano que vem, recomeçar um diálogo
contigo. Primeiro falando (e criticando) das suas teorias.


> ...
> ...
> ...
> Essa desconsideração para com as minhas idéias eu já flagrei
inúmeras vezes
> aqui na Ciencialist, e creio ter ficado patente em novembro de
2000, quando
> a pedidos de alguns interessados eu me dispus a destrinchar minha
teoria
> item por item (vide
> http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/dsfcvm2.htm ).


Em nov. de 2000 eu ainda não estava na lista :-).

Seu fã (não duvide disto)
Hélio






SUBJECT: Química aqui e lá
FROM: "brudna" <lrb@iq.ufrgs.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 15:50


O quão enfáticos podemos ser quanto as propriedades dos elementos da
tabela periódica?

Pensei nisso ao ler o comentário no ´Jorna da ciência´

--início -
Leitora comenta artigo `Presença de água em Marte no passado não
comprova que tenha havido vida naquele planeta', de Ricardo Ferreira

Será que não seria mais correto afirmar que `Por tudo que sabemos das
suas propriedades, sem água a vida seria impossível... na Terra'

Mensagem de Brancilene de Araújo, do Depto. de Química do Centro de
Ciências Exatas e Naturais da Universidade Federal de Alagoas:

`Tenho acompanhado com interesse e certa curiosidade a discussão sobre
a água em marte e a existência de vida naquele planeta e no resto do
universo. E, uma vez que sou fascinada pela astronomia de uma maneira
geral, me surgiu a questão.

Será mesmo que a água é essencial para a vida em outros planetas ou
sistemas planetários... ou nós estamos apenas procurando evidência de
vida segundo nossos padrões?

Será mesmo que alguns metais constantes da tabela periódica e minerais
essenciais para a vida na Terra, o seriam em outro planeta?

Quem sabe não há outros elementos químicos que nós desconhecemos lá
fora tão importantes para a vida quanto os que aqui existem?

Será que não seria mais correto afirmar que `Por tudo que sabemos das
suas propriedades, sem água a vida seria impossível... na Terra'
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=24059
------fim ----

Até
Luís Brudna






SUBJECT: Re: Química aqui e lá
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 16:13


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "brudna" <lrb@i...> escreveu
> O quão enfáticos podemos ser quanto as propriedades dos elementos da
> tabela periódica?

Podemos com certeza dizer q. hidrogenio tera' um proton em seu nucleo
em qq lugar do universo - por definicao. Em relação 'as propriedades,
elas serao como as leis da fisica: se as leis da fisica forem
universais (o universo for isotropico), as propriedades quimicas serao
universais.

> --início -
> Mensagem de Brancilene de Araújo, do Depto. de Química do Centro de
> Ciências Exatas e Naturais da Universidade Federal de Alagoas:

> Será mesmo que a água é essencial para a vida em outros planetas ou
> sistemas planetários... ou nós estamos apenas procurando evidência
> de vida segundo nossos padrões?

A Nasa esta' *declaradamente* procurando por indicios de vida segundo
os padroes de vida q. encontramos na Terra. Dificilmente poderia ser
diferente, ja' q. ela e' a unica q. conhecemos.

> Quem sabe não há outros elementos químicos que nós desconhecemos lá
> fora tão importantes para a vida quanto os que aqui existem?

Ainda estao procurando elementos transuranicos estaveis.

> Será que não seria mais correto afirmar que `Por tudo que sabemos
> das suas propriedades, sem água a vida seria impossível... na Terra'

Nem essa afirmacao seria rigorosamente correta. Teriamos q. dizer: a
vida, como a conhecemos, seria impossivel sem a presenca de agua
liquida. Se a Terra nao tivesse agua talvez outras formas de vida
poderiam ter emergido.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: eletron não tão nebuloso
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 17:18


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
>
> É difícil dizer quantas pessoas "realmente" entenderam as minhas
idéias. Eu

Minha dificuldade é que todo o site ecientifico pare ser uma coletânea
de mensagens postadas em grupos de discussão e de listas como esta. Se
você tiver uma página em que você aborda de forma mais organizada e,
de preferência, capaz de ser entendida por alguém que tenha completado
o segundo grau, seria ótimo. Tenho curiosidade sempre que vejo tuas
mensagens, principalmente por que você não tem a atitude que se vê em
certos "cientistas" que defendem idéias "alternativas". Pelo
contrário, nunca vi você perder o tino ou o tom com quem quer que seja...

> tinha para apresentar. Essa proibição me foi relatada pelo próprio
> Secretário da Cultura, que lamentou bastante o acontecido e quero
crer que
> sequer entendeu o que estava a acontecer nos bastidores do Olimpo
Acadêmico.

Seria interessante você escrever um "diário de guerra", sem relatar
uma linha da tua teoria, apenas o tipo de recepção que você tem
recebido. Já pensou? E se você conseguir a mesma popularidade daquele
maluco que vende o livro sobre o planeta Hercóbulus (tenho a impressão
que a polêmica, neste caso, vai ser positiva), vai conseguir financiar
a publicação do que quer que seja...

[]s
--
César A. K. Grossmann
http://www.LinuxByGrossmann.cjb.net/





SUBJECT: Re: Site inacreditável
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 20:21


Rodrigo:
O chocar, melhor dizendo, colidir, não é a nossa ideia de colisão
como em desastre de automoveis. Mesmo entre partículas a colisão tem
de ser vista como aproximação pois que nesta já ha interferências,
sobreposições de campos sejam eles gravíticos, magnéticos, eléctricos
Que a galáxia de Andrómeda e a Via Láctea estão em "recta de
colisão " já é conhecido e a previsão é que tal irá suceder antes do
nosso sol se finar. E como disse atrás a colisão é interferência de
campos e duas hipóteses se pôem ou se forma um BN ou a Terra sai
disparada para outras "quintas". Em qualquer dos casos a vida na
Terra tal qual a conhecemos hoje (e se nessa época se mantiver, o
que duvido)deixará de existir pela falta de condições boas de 4º
calhau a contar de uma Estrela tipo Sol.
Mas vá ao ON por a questão pois melhor lhe explicarão como se chegou
a esta ideia de colisão
Se Vega pertence á nossa galáxia basta pensares...Agora se é por
Vega ou por Antares a nossa aproximação Isso pouco contará.
[]'
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Rodrigo Marques"
<rodmarq72@y...> escreveu
>
> Aproveito também para perguntar sobre esse movimento do Sol em
> direção à Vega. Como ele é? O Sol vai se chocar com ela?
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Luis Brudna
<luisbrudna@g...>
> escreveu
> > O quão ´não-circular´ (ou elíptica :-) ) é a órbita da Terra?
> Qual é
> > o motivo disso? (pergunta de repórter, se fazendo de bobo pra
> > aproveitar a genialidade do entrevistado ;-) )
> >
> > Até
> > Luís Brudna





SUBJECT: Re: Química aqui e lá
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 21:54


Luis:
A Tabela Periódica é a ÙNICA coisa que será sempre válida em todo o
Universo!
As roupas as modas o aspecto das pessoas mudam mas isto NUNCA muda.
Tu sabes que as propriedades dos elementos varia consoante a pressão
e tempertaura a que se encontram. O que é o estado Sólido? e o
Líquido? e os comportamentos estão lá na TP. 4g de hidrogénio a
reagir com 32g de oxigénio dão água se a T e a P forem ...? Quem me
garante que se gastem mesmo aqueles 4g mais 32g? É tudo
probabilidade. E a lei de Lavoisiser e que muitos blá bla´nem um
décimo dos que a sabem digeriram, é probabilidade!
Quanto à VIDA concordo com o que as pessoas da tua mensagem
disseram. Vida pode ser diferente. Não me considero a excepção e nem
nossa VIDA um milagre. Surgiu obra de probabilidade de
circunstâncias de Físca e de Química. Aqui foi, lá naquele
extrasolar e em 4º ou 5º calhau será outra coisa. Quem mo dirá? Só
um tal encontro do 7º grau.
A engenharia de materiais muito nos está a desvendar acerca do
comportamento da matéria. E aquilo que é impensável hoje será
trivial amanhã. E surgirão avestruzes (me perdõem as aves) a dizer
que o Homem nunca esteve em Marte e robots isso era o deus deles e
religiosidades várias. E nós seremos os "quadrados" e obscurantistas
químicos ou de Ciência que acreditavamos em coisas obsoletas e
ultrapassadas. Bibliotecas de Alexandria serão queimadas, povos
dizimados e só uma poeira de nós chegará lá em 2800.
Péssimista? Não. Será o decurso normal da nossa vida. Creio que não
estamos preparados para colonizar nenhum planeta se nem na Terra ou
numa lista conseguimos viver em Paz.
E a falta de água em Marte, O ter-se esgotado, partido para o Espaço
pode ser uma das fases de um ciclo que levará a essa outra vida e
que eu neste estado de minha ciência não vejo nem sei. Como se
estivesse a falar antes do BB: "Não tenho física que se aplique como
vou saber?" A minha biologia não o permite.
Um abraço metaquímico da Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "brudna" <lrb@i...> escreveu
>
> O quão enfáticos podemos ser quanto as propriedades dos
elementos da
> tabela periódica?
>
> Pensei nisso ao ler o comentário no ´Jorna da ciência´
>
> --início -
> Leitora comenta artigo `Presença de água em Marte no passado não
> comprova que tenha havido vida naquele planeta', de Ricardo
Ferreira
>
> Será que não seria mais correto afirmar que `Por tudo que sabemos
das
> suas propriedades, sem água a vida seria impossível... na Terra'
>
> Mensagem de Brancilene de Araújo, do Depto. de Química do Centro de
> Ciências Exatas e Naturais da Universidade Federal de Alagoas:
>
> `Tenho acompanhado com interesse e certa curiosidade a discussão
sobre
> a água em marte e a existência de vida naquele planeta e no resto
do
> universo. E, uma vez que sou fascinada pela astronomia de uma
maneira
> geral, me surgiu a questão.
>
> Será mesmo que a água é essencial para a vida em outros planetas ou
> sistemas planetários... ou nós estamos apenas procurando evidência
de
> vida segundo nossos padrões?
>
> Será mesmo que alguns metais constantes da tabela periódica e
minerais
> essenciais para a vida na Terra, o seriam em outro planeta?
>
> Quem sabe não há outros elementos químicos que nós desconhecemos lá
> fora tão importantes para a vida quanto os que aqui existem?
>
> Será que não seria mais correto afirmar que `Por tudo que sabemos
das
> suas propriedades, sem água a vida seria impossível... na Terra'
> http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=24059
> ------fim ----
>
> Até
> Luís Brudna





SUBJECT: Re: eletron não tão nebuloso
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 22:12


Cesar:

Não sabia que essa coisa também andava aí pelo Brasil esse tal Herco
qualquer coisa...Como as doenças se propagam e atravessam o oceano!
Tens algum site dessa "coisa"?
E a ideia do relato de Alberto sobre a "censura2 de seus pares e com
a calma a quele nos habituou e ...ensina e comunica acho que era de
fazer.
Um abraço?
Maria Natália
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, César A. K. Grossmann
<cesarakg@b...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
> <albmesq@u...> escreveu
> >
> > É difícil dizer quantas pessoas "realmente" entenderam as minhas
> idéias. Eu
>
> Minha dificuldade é que todo o site ecientifico pare ser uma
coletânea
> de mensagens postadas em grupos de discussão e de listas como
esta. Se
> você tiver uma página em que você aborda de forma mais organizada
e,
> de preferência, capaz de ser entendida por alguém que tenha
completado
> o segundo grau, seria ótimo. Tenho curiosidade sempre que vejo tuas
> mensagens, principalmente por que você não tem a atitude que se vê
em
> certos "cientistas" que defendem idéias "alternativas". Pelo
> contrário, nunca vi você perder o tino ou o tom com quem quer que
seja...
>
> > tinha para apresentar. Essa proibição me foi relatada pelo
próprio
> > Secretário da Cultura, que lamentou bastante o acontecido e quero
> crer que
> > sequer entendeu o que estava a acontecer nos bastidores do Olimpo
> Acadêmico.
>
> Seria interessante você escrever um "diário de guerra", sem relatar
> uma linha da tua teoria, apenas o tipo de recepção que você tem
> recebido. Já pensou? E se você conseguir a mesma popularidade
daquele
> maluco que vende o livro sobre o planeta Hercóbulus (tenho a
impressão
> que a polêmica, neste caso, vai ser positiva), vai conseguir
financiar
> a publicação do que quer que seja...
>
> []s
> --
> César A. K. Grossmann
> http://www.LinuxByGrossmann.cjb.net/





SUBJECT: Experiência em Fusão a "quente" vai começar
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 22:20



No MIT e na Universidade de Colúmbia estudantes e investigadores
começaram os preparativos para um nova experiência que os levar´ao
confinamento de de plasma (gás ionizado a alta temperatura) usando
campos magnéticos bastante fortes (ói Leo)de um anel supercondutor
de meia tonelada dentro de um recipiente proveniente de um navio.
Esta experiência será a primeira no género para se tentar chegar ao
sonho da energia do futuro.
Site original em: http://web.mit.edu/newsoffice/2004/ldx.html

"MIT and Columbia University students and researchers have begun
operation of a novel experiment that confines high-temperature
ionized gas, called plasma, using the strong magnetic fields from a
half-ton superconducting ring inside a huge vessel reminiscent of a
spaceship. The experiment, the first of its kind, will test whether
nature's way of confining high-temperature gas might lead to a new
source of energy for the world.
First results from the Levitated Dipole Experiment (LDX) were
presented at a meeting of the American Physical Society the week of
Nov. 15. Scientists and students described more than 100 plasma
discharges created within the new device, each lasting from five to
10 seconds. X-ray spectroscopy and visible photography recorded
spectacular images of the hot, confined plasma and of the dynamics
of matter confined by strong magnetic force fields.

A dedication for LDX, the United States' newest approach to nuclear
fusion, was held in late October. Fusion energy is advantageous
because its hydrogen fuel is practically limitless and the resulting
energy would be clean and would not contribute to global warming as
does the burning of fossil fuels.

Scientists using the LDX experiment will conduct basic studies of
confined high-temperature matter and investigate whether the plasma
may someday be used to produce fusion energy on Earth. Fusion energy
is the energy source of the sun and stars. At high temperature and
pressure, light elements like hydrogen are fused together to make
heavier elements, such as helium, in a process that releases large
amounts of energy.

Powerful magnets, such as the ring in LDX, provide the magnetic
fields needed to initiate, sustain and control the plasma in which
fusion occurs. Because the shape of the magnetic force fields
determines the properties of the confined plasma, several different
fusion research experiments are under way throughout the world,
including a second experiment at MIT, the Alcator C-Mod, and the HBT-
EP experiment at Columbia University.

LDX tackles fusion with a unique approach, taking its cue from
nature. The primary confining fields are created by a powerful
superconducting ring about the size of a truck tire and weighing
more than a half-ton that will ultimately be levitated within a
large vacuum chamber. A second superconducting magnet located above
the vacuum chamber provides the force necessary to support the
weight of the floating coil. The resulting force field resembles the
fields of the magnetized planets, such as Earth and Jupiter.
Satellites have observed how these fields can confine plasma at
hundreds of millions of degrees.

The LDX research team is led by Jay Kesner, senior scientist at
MIT's Plasma Science and Fusion Center who earned his Ph.D. from
Columbia University in 1970, and Michael Mauel, a professor of
applied physics at Columbia University who earned his degrees from
MIT (S.B. 1978, S.M., Sc.D.)."
Sonhemos então pois quando o Homem sonha a Vida pula e avança
Maria Natália









SUBJECT: 4 questões "chatinhas" e pôr físicos e químicos a BRINCAR!
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 22:33


I
1--Uma chama em atmosfera de Oxigénio, no espaço, que direcção toma?
2--O Vácuo, vazio, é dieléctrico.De onde vem então a impedância para
a carga fluir?
3- Se em órbita a velocidade de um satélite diminuir o que acontece?
(Esta é fácil)
4-Qual a explicação para o campo eléctrico ser zero dentro de um
condutor? (esta já foi aqui tratada?)
II
Agora para brincadeira:

1--http://physicsweb.org/articles/world/16/3/1/1

From: Engineering.com

2--"DNA Computers"

http://www.engineering.com/content/ContentDisplay?contentId=41010014

2--From: PhysLink.com:

"Genetic Altered Animals"

http://www.physlink.com/Community/Forums/viewmessages.cfm?
Forum=8&Topic=1877

3--"Maurice Wilkins"

http://www.physlink.com/Community/Forums/viewmessages.cfm?
Forum=8&Topic=2973

4--"Ethics Of Nanotechnology"

http://www.physlink.com/Community/Forums/viewmessages.cfm?
Forum=8&Topic=2737

Divirtam-se pois eu HOJE NÃO IREI À CAMA!!!
Maria Natália






SUBJECT: It 's a COOL COOL site!
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 22:37


http://www.scienceiq.com/ UAU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Apenas...No coments
Um abraço
Maria Natália





SUBJECT: E se encontrarmos Vida, aliens, num planeta?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 15/12/2004 23:05


Como falaríamos com eles?
Quanto a mim seria um problema idêntico ao de Colombo ou ao de
Alvares Cabral ao chegar a uma América ou Brasil,não?
Eu vou pelo uso das mãos e claro no bom sentido, pessoal...Nada de
por a mão no indígena!
Um abraço
Matia Natália





SUBJECT: Re: [ciencialist] E se encontrarmos Vida, aliens, num planeta?
FROM: "Cyberlander" <mrcyberlander@i12.com>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/12/2004 00:18

Se fosse uma alien jeitosinha, sei lá, pegava na teta pra ver a consistência, a textura, o calor __ calro tudo dentro do espírito científico de investigação hehehehehe.

Mas agora falando sério, nos filmes de sci-fi a primeira providência seria dissecar o(a) sujeito(a)...
Se houvesse amistosidade (caso contrário daria no pe´) eu tentaria algum tipo de diálogo e talvez fazer alguma coisa junto para aproximação (andar, apreciar paisagens , o que fosse possível), pois acredito que compartilhar momentos é uma forma de trocar experiência. Em resumo, tentaria aprender/ensinar algo para/com nosso anfitrião.
[ ]'s
D.C.

CYBERLANDER

Ama a realidade que constróis,
que nem a morte deterá teu voo · ·


----- Original Message -----

From: Maria Natália
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, December 15, 2004 11:05 PM
Subject: [ciencialist] E se encontrarmos Vida, aliens, num planeta?



Como falaríamos com eles?
Quanto a mim seria um problema idêntico ao de Colombo ou ao de
Alvares Cabral ao chegar a uma América ou Brasil,não?
Eu vou pelo uso das mãos e claro no bom sentido, pessoal...Nada de
por a mão no indígena!
Um abraço
Matia Natália





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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: A experiência de Shahriar - dupla fenda revisitada
FROM: "Alvaro Augusto - Lunabay" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/12/2004 01:25

Não sei se isso já circulou por aqui. Será que Alberto Mesquita está certo,
afinal?

[ ]s

Alvaro Augusto
________________________________________

In March 2004, Shahriar S. Afshar announced at Harvard University the
results of a variation on the similar two-pin-hole "which-way" experiment,
in which he claims to have disproved Bohr's Principle of Complementarity,
also reported in the July 24 edition of New Scientist.

Using his experiment, it is possible to detect interference fringes even
when observing the path of a photon stream, indicating that the wavefunction
does not collapse. If his results are verified, it has far-reaching
implications for the understanding of the quantum world, and invalidates the
Copenhagen interpretation. It would also seem to falsify the Many-worlds
interpretation, which predicts that there should be no interference between
wave functions in universes that are physically distinguishable. However, it
lends support to the Transactional interpretation, which is consistent with
the results.

More information at http://www.irims.org/quant-ph/030503/



SUBJECT: a nebulosidade do eletron ... p/ Alberto
FROM: "dfahlb" <dfahlb@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 03:52


Olá Alberto,

Antes de começar a minha resposta, gostaria de parabenizá-lo por se
esforçar em tentar explicar o que a mecânica quântica já explica.
Sabe-se que a quântica previu pioneiramente vários fenômenos a nível
de partículas, núcleo atômico, atômico e molecular ou ainda no nível
macroscópico, por exemplo, condensado de Bose-Einstein, bandas de
valência dos condutores (gás de férmions), efeito Casimir, etc. Você
não foi o primeiro a tentar explicar vários fenômenos usando apenas a
Mecânica Clássica, e não será o último.

É salutar revisitar os conceitos, a parte histórica, etc, na
espectativa de tentar encontrar algo que possa ter passado
desapercebido por milhares de físicos em mais de 100 anos de
história. Ainda que seja bastante difícil, vale a pena o esforço,
principalmente se conquistado :o) pois o Prêmio Nobel te espera!. (Li
em algum lugar que só o Brasil formaria por volta de 300 doutores em
física por ano, o que deveria equivaler a uns 1000 físicos (sem
mestrado ou doutorado) formados por ano).

Outra coisa é que é realmente lamentável algumas posturas que alguns
dos físicos os quais você se expôs te trataram mal; mas, fazendo o
papel de advogado do diabo, eu levantaria a hipótese de que os
físicos te "dão as costas" não por uma questão de um establishment ou
algo assim.

Pode ser que você tenha a "fama" de ser alguém que vem ficado com a
mesma idéia durante décadas (você disse que é desde 1983). Daí, SE
você estivesse errado (eu disse SE) sugeriria que não valha a pena
discutir com você, afinal, em 30 anos vários físicos já devem ter
discutido com você e você não mudou de idéia daí sugeriria que seria
um esforço em vão. Está certo que na época em que você diz ter
conversado com o pessoal da USP, você só tinha 10 anos de teoria. Mas
hoje já vão 30.

Veja que não estou dizendo que sua teoria está errada e nem que foi
isso que passou pela cabeça dos físicos os quais você conversou. Só
estou fazendo o papel de advogado do diabo mas sem querer ofender ou
concluir, apenas "hipotetizar" com o que pode ter passado pela cabeça
dos físicos (que te trataram mal).Imagino que não tenha sido todos ou
ainda um ou outro não pôde parar para te explicar tim-tim por tim-tim
todos os tijolos elementares nos quais a Física é construída.

Mas o melhor mesmo é ir perguntar a quem "de teu as costas" ou foi
agressivo em todos esses anos. Tipo perguntando:
"Você me agrediu (ou me ignorou) por que?
a) Você acha que não vale a pena parar o teu trabalho para me
explicar a física mais elementar?
b) Você acha que eu sou do tipo que não mudaria de idéia?
c) Etc."

Enquanto você não pergunta (para termos os dados "experimentais")
então ficamos a "hipotetizar" sobre o comportamento deles :o)

Você tem que ver que não é uma coisa fácil para um físico ensinar a
você todos as diciplinas e explicar tudo o que um estudante vê em 4
anos de curso. Ainda mais se você supusesse de antemão que toda a
Física atual estivesse errada e não estivesse a fim de estudá-la.
Agora, talvez, as idéias mais gerais possam ser esboçadas em alguns
poucos dias de conversa :o) Mas muitos físicos achariam ingrata a
missão de resumir 4 anos de estudo em algumas conversar ou nalguns
emails. Imagine: 4 anos de umas 20 horas-aula semanais resumidas para
você o trabalhão que não daria :o)

Mudando um pouco de assunto, talvez seja interessante você ver como
os cientistas em geral pensam ou teorizam. Grosso modo, para eles uma
teoria científica é tida como tendo duas partes:
a ) explica o que já foi observado experimentalmente e
b ) prevê alguma medida que ainda não fora feita.

Daí, sendo feita tal medida e confirmada na experiência as hipóteses
bem como o modelo que as englobem, então, ele, o modelo, ganha o
status de teoria científica. Ou seja, antes de alcançar o status de
teoria, são apenas conjecturas ou hipóteses que possam estar
ocorrendo. Então você teria:

.hipóteses, e mais gerais que eles:
.modelos ou teorias fenomenológicas, e mais geral do que eles:
.teorias ou teorias gerais.

Ainda que eu tenha simplificado um pouco, isso é como um cientista
vai construindo sua teoria. Pode ser que não se concorde com isso ou
que Popper ou Kuhn não goste dessas definições :o) de qualquer forma,
não vou querer entrar no lado epistemológico da questão pois isso
deixo para os filósofos da ciência ou críticos dela. Prefiro me ater
mais a modelos, teorias, concomitantemente com o lado experimental
(ou o "lado prático").

Não sou especialista no lado epistemológico da Ciência. Tento, às
vezes, pretensiosamente, esboçar o que seriam as rotas dela. No
momento, sou um reles aluno com pretensão de ser algum dia professor-
pesquisador (cientista brasileiro). Mas acho que posso conseguir dar
uma definição, ainda que geral, da visão de como se faz teorias
científicas ou o que elas devem respeitar. Talvez eu no futuro me
reduza a um mero crítico de teorias que, como um crítico de poesias
que pode ter a capacidade de dizer que poesia é boa ou ruim mas não
tem talento em escrevê-las (as poesias), seria mal-sucessido em criar
teorias que `funcionem'.

Voltando a epistemologia, se você quer que seu modelo novo esteja bem
próximo da teria geral ainda não obtida pela Ciência, ou seja, que
ele possa estar contido nela, mas de tal maneira que ele seja o mais
completo possível, é interessante que se lance hipóteses que sejam
testáveis experimentalmente e não simplesmente axiomas. Um belo
exemplo disso é a Teoria da Relatividade Restrita na qual com apenas
duas hipóteses (testáveis experimentalmente) Einstein construiu toda
uma teoria! No final do email falo um pouco disso.

Isso posto, acho que dá para você, Alberto, mostrar aos físicos o
porquê de tua teoria estar certa (caso esteja). Sabendo de antemão
que os físicos vão te cobrar resultados experimentais (o "lado
prático" da teoria) é interessante você mostrar a eles algo que
eles "deixaram passar". Me explico:

Falo agora da Teoria Quântica. Mas não falo de Planck
(http://nobelprize.org/physics/laureates/1918/index.html ) com
primeira quantização do campo eletromagnético - os fótons - e nem de
Einstein (http://nobelprize.org/physics/laureates/1921/index.html )do
efeito fotoelétrico e nem o modelo das órbitas de Bohr (
http://nobelprize.org/physics/laureates/1922/index.html ), pois foram
apenas uma aproximação da teoria funcionando mais como modelos
fenomenológicos. Claro que modelos que explicam certas
particularidades devem poder serem englobados por teoria mais
completa.

A primeira Teoria Quântica que surgiu foi a de Schroedinger
(http://nobelprize.org/physics/laureates/1933/index.html ) mais tarde
interpretada fisicamente por Max Born (
http://nobelprize.org/physics/laureates/1954/index.html ). Essa
teoria fez previsões confirmadas experimentalmente (ou seja, "na
prática") para vários átomos; mas antes, explicou os valores
alcançados experimentalmente até o momento.

Então o que eu sugiro para que você convença os físicos (mostrando
também aos demais cientistas como químicos, etc, ou outros
profissionais que lidam com espectroscopia de átomos) é que você
comece explicando a eles, pelo menos, o comportamento de um dos
sistemas mais simples que existe no Universo: o átomo de hidrogênio.
E por que tentar explicar o comportamento do elétron em tal átomo?
Porque ele é o átomo mais simples (contém 1 próton e 1 elétron).
Vamos os resultados experimentais desse átomo? Eles são:

E1 = -13,6 eV
E2 = -3,39 eV
E3 = -1,51 eV
E4 = -0,85 eV
.
.
.

Esses valores são as energias possíveis para o elétron no átomo do
hidrogênio. Repare que eles são discretos (quantizados). Então o que
você fará é o seguinte: pegue a(s) sua(s) equação(ões) que descrevam
o comportamento do elétron no átomo de hidrogênio e tente explicá-la!

Na teoria quântica você pega 2 termos: um é a energia cinética do
elétron (você começa supondo que o elétron não está parado no átomo e
sim com posição variando no tempo) e o outro termo é a energia
potencial entre o elétron (de carga negativa) e o próton (de carga
positiva) pois eles estariam sujeitos a uma força atrativa (a energia
potencial é negativa em sistemas ligados). A esses dois termos
somados você chama da "energia total do sistema" ou
ainda "hamiltoniana do sistema", uma homenagem a Hamilton que propôs
uma maneira diferente de lidar com sistemas físicos na Físicas
Clássica, que seria descrever os sistemas como a soma das energias
dos constituintes dos sistema (Newton pensara mais em termos de
forças e resultantes das forças).

Então, segundo a teoria quântica, uma vez de posse desses 2 termos,
você troca as definições, de uma partícula pontual e clássica, do que
seja momento (massa vezes velocidade) e do que seja posição (x, y, z)
para as definições de operadores posição e momento de uma partícula
que seja descrita com uma função das posições ou momento.

Para uma visão mais quantitativa veja em
http://walet.phy.umist.ac.uk/QM/LectureNotes/node61.html
para o operador momento (equação 11.1 do texto), a Hamiltoniana
clássica de um sistema que contenha energia cinética e potencial
(equação 11.3) e o operador Hamiltoniano (eq. 11.5). O operador
Hamiltoniano tem que operar em algo, na equação 11.5 poderia ser a
função de Schroedinger (a famosa função de onda) no espaço das
configurações (das posições), ou seja, o famoso "psi (x)".

Passo essa referência pois foi citada pelo físico, também vencedor do
Prêmio Nobel, t'Hooft
(http://nobelprize.org/physics/laureates/1999/index.html ) no site
dele http://www.phys.uu.nl/~thooft/theorist.html aonde ele passa
várias referências de como fazer Física pela internet.

Com essa teoria, você consegue explicar, entre outros resultados
experimentais, o espectro do átomo de hidrogênio:
E1 = -13,6 eV
E2 = -3,39 eV
E3 = -1,51 eV
E4 = -0,85 eV
.
.
.
então, tente fazer tua teoria explicar pelo menos esses resultados
experimentais.

Repare que estou dando uma dica apenas: a de você tente explicar os
resultados obtidos experimentalmente de um dos sistemas ligados mais
simples que existe no Universo e daí parta para explicar os mais
complexos que este; afinal, como você deve saber, a quântica explica
átomos mais complexos também ( como disse no começo, a teoria
quântica explica a nível de partículas, nuclear, atômico e molecular
ou ainda no nível macroscópico, por exemplo, condensado de Bose-
Einstein, bandas de valência dos condutores (gás de férmions), efeito
Casimir, etc.)

E sobre o fato de "torcer a favor" ou "torcer contra" você, eu diria
que acho ser possível encontrar outra forma de descrever os fenômenos
a nível de partículas, nuclear, atômico, etc, ainda que você teria
que evocar em algum momento algum atributo não-clássico ao sistema.
Mas é apenas a opinião deste estudante.

Agora, não me surpreenderia o fato de você estar certo mas de certo
me surpreenderia com a nova explicação, imagino. Nem acho que você
não vai conseguir explicar tal sistema simples (elétron e próton se
interagindo) pois afinal você vem a 30 anos pensando nesse problema
ou outros do tipo.

Tendo sua teoria explicando com precisão e "na prática" ou seja, um
caso experimental, tem outra vantagem: ficaria mais fácil para o
leigo em tua teoria entendê-la partindo de uma explicação e cálculo
de tal sistema simples.

Ou seja, se você não calculou, vale a dica e se sim, seria um bom
ponto de partida para explicar a tua teoria. Agora, se você ainda não
explicou ou se tua teoria não conseguisse explicar, os mais céticos à
sua idéia começariam a ter razão. Assim, os físicos que te trataram
mal, estariam completamente errados em te destratar ou ignorar, mas
certos em achar que tua teoria esteja errada.

Agora, estando uma teoria errada, acho que não haveria problemas em
descartá-la, afinal a História mostra que até os 'geniais' erram
(erraram) também. Ou seja, em pior das situações para a tua teoria, o
autor dela, ou seja você, ainda poderia inovar e contribuir
enormemente com outra teoria na Física! Evidente.

Até mais.

P.S.: Na Teoria da Relatividade Restrita com apenas duas hipóteses
(testáveis experimentalmente) Einstein construiu toda uma teoria:

Hipótese 1: a velocidade da luz é a mesma para todos os observadores
[independendo da velocidade deles ou da fonte dessa luz (cuidado aqui
pois estamos comparando a velocidade da luz no mesmo meio e não em
meios diferentes pois sabe-se que a velocidade da luz no vácuo, por
exemplo, é diferente da da luz na água, ar, etc, assim, estaríamos
sempre colocando fontes de luz e observadores no mesmo meio)].
Hipótese 2: as Leis da Física são as mesmas para todos os
referenciais (na Teoria da Relatividade de Galileu, era conhecido
apenas as Leis da Mecânica e as do Eletromagnetismo, ainda não).

Com essas duas hipótese que foram testadas à exaustão pelos físicos
experimentais e ainda o serão durante várias décadas, ou seja,
hipóteses até então confirmadas em laboratório até os dias de hoje,
Einstein conseguiu chegar nas Transformações de Lorentz. Lorentz
ainda supunha um éter luminífero e encontrou as transformações que
levam o seu nome ao tentar explicar o experimento de Michelson-
Morley. Einstein que em suas notas biográficas disse não conhecer as
transformações de Lorentz, as obteve de uma maneira que trouxe uma
nova Física.

Ainda que a Teoria da Relatividade Restrita fosse mais geral que os
modelos fenomenológicos que existiam até então, ela não era geral
pois tratava apenas de corpos em movimento retilíneo e uniforme. Esse
foi um dos motivos de Einstein não ter ganho o Nobel pela elaboração
dela (http://nobelprize.org/physics/laureates/1921/index.html ). Para
referenciais acelerados, Einstein criou a Teoria da Relatividade
Geral mas foi apenas depois de ele ter ganho o Nobel que houveram um
número bem grande de medidas que confirmassem a teoria (antes haviam
dados, mas eram poucos, muito embora os dados confirmassem).


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
> Prezado "rayfisica"
>
> Hoje em dia é muito raro eu receber alguma mensagem relacionada a
meus
> estudos em física e que consiga me comover, e você, com pouquíssimas
> palavras, chegou próximo a isso. Em virtude disso, acredito que
você mereça
> mais do que uma resposta seca a cada um dos seus quesitos
principais.
>
> A título de introdução, diria que em 1983, quando comecei a
teorizar em
> física, senti-me realmente frente a um problema. A partir
do "insight" então
> ocorrido [que rememorei com poucas palavras na msg 3610 da lista de
> discussão de filosofia Acrópolis -- vide
> http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/varios/ac_3612.htm ]
até a
> apresentação de um opúsculo, que escrevi em 1992 e intitulado "A
equação do
> elétron e o eletromagnetismo" (1993), eu não estava mais tão
somente frente
> a um único problema, mas de posse de uma infinidade de
questionamentos
> interelacionados: alguns de resposta óbvia, outros absurdos e a
grande
> maioria a desafiar minha perspicácia, ao mesmo tempo que colocava
em xeque
> quase tudo o que eu fora obrigado a acreditar através do ensino
massificante
> pelo qual somos obrigados a passar.
>
> Resumindo, até 1992 eu estava frente a um grande problema (exposto
em
> dois livros, um publicado em 1985 e outro em 1987) e com a obsessão
para
> resolvê-los. Em 1993, com a publicação do terceiro livro da série, o
> problema deixou de ser meu. É bem verdade que surgiram os problemas-
filhos,
> como citado por Popper...
>
> " Mas ainda que encontremos uma solução, poderemos
> descobrir, para nossa satisfação, a existência de toda uma família
de
> encantadores, se bem que talvez difíceis, problemas-filhos, para
cujo
> bem-estar poderemos trabalhar, com uma finalidade em vista, até ao
fim dos
> nossos dias." [Karl Popper]
>
> ... mas a verdade é que a obsessão desapareceu e, sob esse aspecto,
sinto-me
> um ser bastante realizado e satisfeito comigo mesmo. A sociedade, a
esse
> respeito, não poderá me cobrar mais nada, mesmo porque realizei esse
> trabalho de maneira 100% amadorística. Digo então que o problema
deixou de
> ser meu, pois se eu tiver um pingo de razão, aqueles que me
ignoraram,
> enquanto recebiam verbas polpudas para zelar pela aceitação, ou
não, de
> idéias de nossos compatriotas, hão de ser cobrados por *mais esse*
descaso.
>
> Vamos então a sua mensagem.
>
> Fico lisonjeado com a comparação entre a minha teoria e a
relatividade, mas
> é bom lembrar que essa comparação somente fará sentido "a
posteriori" e se,
> e somente se, a minha teoria conseguir vingar, coisa que ainda não
> aconteceu. A despeito disso, vou efetuar algumas considerações:
>
> Em primeiro lugar, eu diria que o paralelismo que você traçou com a
> compreensão da relatividade não é perfeito. O jovem Einstein teve a
> felicidade de encontrar pela sua frente um editor de periódico
respeitável e
> chamado Max Planck, aquele mesmo que, na palavras de Thomas Khun,
teria dito
> o seguinte:
>
> "Uma verdade científica nova não é geralmente apresentada de
maneira a
> convencer os que se opõem a ela... simplesmente a pouco e pouco
eles morrem,
> e nova geração que se forma familiariza-se com a verdade desde o
princípio."
> [Max Planck]
>
> Você (ou alguém aqui na Ciencialist) conhece algum editor nacional
e/ou
> avaliador por pares (referee) que pensa desta maneira? E que em
virtude
> disso seria capaz de avaliar e aceitar para publicação algo em que
não
> acredita, a exemplo do que Planck fez, a despeito de discordar da
> interpretação que Einstein deu ao efeito fotoelétrico?
>
> Em segundo lugar, a frase que você cita refere-se à relatividade
geral, algo
> que surgiu cerca de uma década após a relatividade restrita já estar
> praticamente consagrada.
>
> Em terceiro lugar, o que consagrou a relatividade restrita foi o
fato dela
> responder a algumas perguntas que até então os físicos não tinham
resposta
> nenhuma. Os físicos de hoje sequer se deram conta que "estão
perdidos num
> mato e sem cachorro". Eles estão plenamente satisfeitos com a
matemática que
> dá certo sem que saibam quando, onde, como e nem porquê.
>
> E em quarto lugar, ambas as relatividades --e essa idéia é citada
até mesmo
> por Einstein-- vão contra o "senso-comum adotado pelos físicos da
época" (e,
> sob muitos aspectos, quero crer que até mesmo para os físicos da
> atualidade). A minha teoria, pelo contrário, tem a pretensão de
devolver a
> credibilidade à nossa maneira de perceber ou apreciar a
fenomenologia
> natural, bem ao estilo newtoniano. Sob esse aspecto, é difícil
dizer que
> alguém realmente chegou a compreender a teoria da relatividade,
pois o
> próprio Einstein chegou a chamar a atenção para que não se
esforçassem muito
> neste sentido. Compreender a teoria da relatividade geral, no
sentido
> apresentado no texto citado, seria equivalente a perceber que ela
está
> dotada de uma matemática que dá certo sem que se saiba o porquê, a
não ser
> assumindo uma recorrência a artifícios matemáticos outros e dotados
da mesma
> falácia, até chegarmos no princípio da relatividade geral e que,
como
> princípio, é aceito "a priori".
>
> Vamos agora ao cerne da questão.
>
> É difícil dizer quantas pessoas "realmente" entenderam as minhas
idéias. Eu
> diria que alguns (poucos) torcem pelo meu sucesso, mas fico com a
impressão
> de que até o momento ninguém chegou sequer a perceber porque eu
acho que
> esta seria a única saída para a física da atualidade. Desde os
tempos em que
> militava na medicina observei que o acadêmico brasileiro
dificilmente
> valoriza temas nossos e menos ainda idéias nossas. Quando publiquei
> aquele opúsculo citado acima, em 1993, recebi um conselho do
professor
> Newton da Costa, emérito professor do Instituto de Matemática e
Estatística
> (IME) da Usp e que era mais ou menos assim: "Este livro, editado em
> português e aqui, no Brasil, está fadado a não ser lido por alguém
em
> condições de criticá-lo. Por que você não faz uma síntese e a
publica no
> exterior?" Como cheguei a concluir posteriormente, "este pensamento
não
> reflete uma opinião solitária, mas sim uma tendência geral, que é
até mesmo
> defendida em aulas de cursos de graduação da USP" (esse trecho
entre aspas
> retirei de um dos meus editoriais).
>
> Eu diria então que é bem provável que praticamente ninguém tenha
lido a
> minha teoria, pelo menos com a disposição de entender. Uma exceção
é o
> Chalub que participou de um diálogo no news uol há muito tempo, e
creio que
> você deve ter lido alguma coisa a respeito, pois a thread tinha o
nome que
> você escolheu para esta da Ciencialist: Um elétron não tão nebuloso
[Se
> alguém se interessar, poderá acompanhar esse diálogo a partir de
> http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/uol1998a.htm ]. Fiquei
com a
> impressão que ele não entendeu da maneira que seria necessária para
a
> evolução do diálogo. Alguns chegaram a ler algumas sínteses e/ou
alguns
> "problemas-filhos", mas não me parece que, além do Chalub, alguém
tenha se
> esforçado por entender a teoria.
>
> Essa desconsideração para com as minhas idéias eu já flagrei
inúmeras vezes
> aqui na Ciencialist, e creio ter ficado patente em novembro de
2000, quando
> a pedidos de alguns interessados eu me dispus a destrinchar minha
teoria
> item por item (vide
> http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/dsfcvm2.htm ). Ninguém
aqui
> parece querer arcar com o ônus de ter de repensar a física.
> Conseqûentemente, ninguém está interessado em conhecer as minhas
idéias,
> embora queiram que eu fique sempre repisando no que penso a
respeito da
> física "moderna". Quando digo o que penso, atendendo a esses
insistentes
> apelos, eles se ofendem e ficam balbuciando coisas sem sentido.
> Eventualmente conseguem se fazer entendidos, e não é raro receberem
o troco
> devido, ocasião em que acabam "enfiando o rabo entre as pernas",
pois jamais
> esperavam que alguém pudesse dar uma resposta para coisas que
aprenderam na
> universidade que não tinha resposta nenhuma [explicar um efeito
> aparentemente quântico por um raciocínio 100% clássico].
>
> Em 1992/3 eu solicitei a opinião de muitos eméritos professores da
Usp.
> Quase todos receberam-me muito bem e acredito que mal saí de suas
salas
> devem ter jogado meu trabalho na cesta de lixo. Um desses eméritos
> professores foi mais delicado e chamou um de seus orientandos de
> pós-graduação, solicitando ao mesmo que lê-se a teoria para
posterior
> discussão. Passado um certo tempo esse orientando começou a me
evitar, e eu
> logo adivinhei o motivo e parei de procurá-lo.
>
> Em 1994 ou 1995 fui convidado pelo Secretário da Cultura de Bauru
para expor
> minha teoria numa palestra da Unesp dessa cidade. Soube pelo
Secretário que
> os professores de física da Unesp foram PROIBIDOS de comparecer ao
evento.
> Com muita insistência o Secretário conseguiu convencer o Reitor a
que
> preenchesse a platéia com alunos da Faculdade de Física, ao lado de
um dos
> professores que foi escolhido (quiçá sorteado) para ouvir as
heresias que eu
> tinha para apresentar. Essa proibição me foi relatada pelo próprio
> Secretário da Cultura, que lamentou bastante o acontecido e quero
crer que
> sequer entendeu o que estava a acontecer nos bastidores do Olimpo
Acadêmico.
>
> Que mais dizer?
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron
não é
> uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se
repetirá.
>
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "rayfisica"
> Sent: Tuesday, December 14, 2004 4:04 PM
> Subject: [ciencialist] eletron não tão nebuloso
>
>
> Alberto
> Li acho que nos três primeiros minutos ou no universo elegante, o
> seguinte:
> `O repórter pergunta a um estudioso, sobre o fato de apenas três
> pessoas compreenderem a teoria da relatividade, dizem que após
pensar
> um pouco o cientista responde - quem poderia ser a terceira pessoa'.
> Acho que dá pra entender o que estou tentando passar.
> Pergunto lhe:
> TODAS AS PESSOAS QUE TE CRITICAM REALMENTE ENTENDERAM SUAS IDEIAS OU
> ALGUMAS ESTÃO APENAS REPETINDO O PENSAMENTO VIGENTE?
> QUANTO POR CENTO DAS PESSOAS QUE TIVERAM CONTATO COM SUA TEORIA A
> ENTENDEU?
> Estou lendo o seu trabalho, depois volto a tc para ti.





SUBJECT: Re: E se encontrarmos Vida, aliens, num planeta?
FROM: "dfahlb" <dfahlb@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 03:55


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Maria Natália <grasdic@h...>
escreveu
>
> Como falaríamos com eles?

Imagine se estivéssemos num estado de linguagem completamente
diferente, tal que não haveria, pelo menos no contato, de estabelecer
uma linguagem? Ou ainda que nós não nos déssemos conta de que
estávamos tento contato com outra forma de vida? Ou ainda que
esse "ET" tentasse comunicar conosco de uma maneira bem estranha?

Veja o filme "Solaris". Ele discute essas questões. Ou ainda leia o
livro :o) mas o livro não li. Só vi o filme.

> Quanto a mim seria um problema idêntico ao de Colombo ou ao de
> Alvares Cabral ao chegar a uma América ou Brasil,não?
> Eu vou pelo uso das mãos e claro no bom sentido, pessoal...Nada de
> por a mão no indígena!
> Um abraço
> Matia Natália





SUBJECT: Re: [ciencialist] A experiência de Shahriar - dupla fenda revisitada
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/12/2004 06:04

----- Original Message -----
From: "Alvaro Augusto - Lunabay"
Sent: Thursday, December 16, 2004 12:25 AM
Subject: [ciencialist] A experiência de Shahriar - dupla fenda revisitada

> Não sei se isso [ http://www.irims.org/quant-ph/030503/ ] já circulou por
> aqui.

Olá Álvaro

Não, ainda não circulou. Os defensores da ficção quântica ainda estão de
queixo caído, logo tão cedo não irão comentar coisa alguma, e muito menos
aqui no Brasil. É bem possível que o Taborda se manifeste, e não é difícil
imaginar o que ele possa vir a dizer, mas não quero quebrar o impacto de sua
mensagem. Quanto aos donos da bola, diria que os membros da gang britânica
do Hawkings já estão se armando, e muito em breve estarão se bombardeando
entre si com o famoso "fogo amigo". O William G. Unruh já começou a se
manifestar, mas os ecos ainda são poucos.

> Será que Alberto Mesquita está certo, afinal?

Não, ainda é muito cedo para isso. O apocalipse quântico está próximo, mas
essa física ficcionista ainda vingará por mais alguns anos. Por enquanto
apenas alguns alicerces, que já estavam podres, começaram a dar sinais de
insolvência. A interpretação de Copenhagen "está indo prá cucuia" e levando
consigo os universos paralelos do Everett. Mas isso ainda é muito pouco, é
tão somente o princípio do fim. Como diz o "alternativo quântico" John G.
Cramer, "The quantum formalism has no problem in predicting the Afshar
result. A simple quantum mechanical calculation using the standard formalism
shows that the wires should intercept only a very small fraction of the
light. The problem encountered by the Copenhagen and Many-Worlds
Interpretations is that the Afshar Experiment has identified a situation in
which these popular interpretations of quantum mechanics are inconsistent
with the quantum formalism itself." [vide
http://www.analogsf.com/0409/altview2.shtml ]

De qualquer maneira, tem muito fanático quântico que está sem dormir, desde
que o Afshar os colocou numa "sinuca de bico".

Grato pela lembrança.

[ ]´s
Alberto
Nobre e Excelso Cavaleiro do Apocalipse Quântico
http://ecientificocultural.com/indice.htm

PS: Se alguém quiser ver uma ilustração didática, com figuras em cores,
sugiro que vá para a seguinte página do site do Afshar:
http://www.sciencefriday.com/images/shows/2004/073004/AfsharExperimentSmall.jpg




SUBJECT: Livros para todos e á borliu
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 06:06


Caríssimos:

Os livros de 5 grandes bibliotecas norteamericanas vão ser
colocadas na íntegra no maior motor de busca da Internet Google. A
versão digitalizada de um milhão de obras cujos direitos de autor já
tinham caído no domínio público vai estar disponível para
leitura "on-line", anunciou o Google. Para já, quatro bibliotecas
universitárias (Harvard, Osford, Michigan e Stanford) e a Biblioteca
Pública de Nova Yorque participam no projecto. Os livros cujos
direitos já sejam públicos vão ficar disponíveis na sua versão
integral, enquanto das restantes obras apenas serão colocados na
internet excertos, de modo a preservar os direitos de autor de quem
as assina, adiantou a AFP. Para já, o Google vai digitalizar cerca
de UM MILHÃO de obras que passam a poder ser consultadas em qualquer
local com acesso à net, assegurando que os únicos "links" desses
documentos derão para a livraria Amazon e para algumas bibliotecas
publicas, diz a Lusa.
É lá vêm os livros de Newton...
Um abraço
Maria Natália







SUBJECT: Re: um paradoxo e dois bobos, sera?
FROM: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 06:08


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Vamos ao texto abaixo:
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
>



Ola
Inicio repetindo "toda unanimidade é burra".
E imploro aos garimpeiros, incluindo ai os cultivadores de ostras,
que peguem leve, por favor.
Há dois tipos de aprendizes, o que não sabe e o que sabe diferente
(incluindo ai o que sabe errado), um determinado assunto.
Ao primeiro basta apenas preencher o vazio, já ao segundo é
necessário demonstrar que agora é o certo que se ensina e as vezes
para isso basta apenas a relação de admiração...
Quando então até o errado passa se por certo (essa ferramenta é
utilizada, por exemplo, pelos ditadores, os religiosos etc.).
Quando o nego já levou tantas bordoadas, que pensa ser apenas um
processo biológico, numa singularidade, desconfia de tudo.
Não que alguém tenha alguma coisa a ver com isso, apenas no sentido
de justificar.
Eu insisto...
Estando o cilindro, esfera ou cubo etc. oco ou não, de material
condutor no nosso exemplo, eletrizado ou não, o campo elétrico em seu
interior é nulo, quer a origem de algum eventual campo elétrico
esteja à superfície ou fora do condutor, não?
Nulo significa que a soma dos vetores é zero, não? (isso em qualquer
ponto interno)
Pelo que aprendi e acredito o campo elétrico existe independente da
carga de prova estar ali ou não, e potencial elétrico é uma
característica (nem sei se o termo é esse) do campo elétrico, sendo
superfície equipotencial, nesse caso região equipotencial, todos os
pontos onde o potencial elétrico tem o mesmo valor em relação a um
referencial, não?
Simplificando ainda mais, devido a minha ignorância e incapacidade de
expressão (uma carga elétrica de prova X depositada num ponto Y de um
campo elétrico adquire energia potencial elétrica W), assim sendo
potencial elétrico é uma característica do campo elétrico, campo
elétrico é uma influencia, alteração (xí) da carga elétrica no meio,
portanto não dependendo da presença de uma segunda carga elétrica, já
energia potencial elétrica é uma relação entre no mínimo duas cargas
elétricas.
Assim sendo caso essa mesma carga elétrica de prova seja depositada
em qualquer ponto de uma "região" equipotencial, sua energia
potencial elétrica será a mesma, ora só que o potencial elétrico é
uma relação entre dois pontos de um campo elétrico, assim sendo não
há potencial elétrico entre dois pontos equipotenciais de um campo,
assim sendo uma carga elétrica depositada em uma região equipotencial
de um campo elétrico, não tem porque mover se para um determinado
ponto dessa região.
Peço que faça se um esforço para entender o que estou tentando dizer.
Repito uma carga elétrica depositada em um campo elétrico nulo não
tem porque mover se para qualquer outro ponto ao mesmo potencial
elétrico, pois todo movimento espontâneo de uma carga elétrica em um
campo elétrico é no sentido de diminuir sua energia potencial
elétrica, e caso todas as cargas movam se espontaneamente para uma
região AO MESMO POTENCIAL ELETRICO, não seria uma violação da
entropia?
Depois volto a questioná-los a respeito da introdução de uma carga
elétrica dentro de um condutor carregado.
Até.






SUBJECT: Re: A experiência de Shahriar - dupla fenda revisitada
FROM: "rayfisica" <rayfisica@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 06:29


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
> ----- Original Message -----
> From: "Alvaro Augusto - Lunabay"
> Sent: Thursday, December 16, 2004 12:25 AM
> Subject: [ciencialist] A experiência de Shahriar - dupla fenda
revisitada


O problema penso eu é que a coisa anda muito imprevisível, andam até
chamando a coisa de religião, gostaria de algum comentário dos
senhores a respeito do paradoxo EPR e da teoria das cordas (Alberto,
eu li no universo elegante que ninguém, entendeu e nem vai entender
essa, nos próximos trezentos anos, é mole).





SUBJECT: Re: [ciencialist] a nebulosidade do eletron ... p/ Alberto
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/12/2004 07:02

----- Original Message -----
From: "dfahlb"
Sent: Thursday, December 16, 2004 2:52 AM
Subject: [ciencialist] a nebulosidade do eletron ... p/ Alberto

Olá "dfahlb"

Grato pela mensagem de certo modo carinhosa e, por outro lado, bastante
realista. Não vou entrar em pormenores pois trata-se do que poderia chamar
uma "mensagem conselheira". Conselhos a gente avalia e, uma vez aprovados,
guarda no nosso arsenal de conhecimentos para utilizá-los no momento
oportuno. Conseqüentemente, só me resta agradecer pela distinção.

Aproveito o ensejo para agradecer também as mensagens solidárias dos amigos
Hélio, Murilo e César (na ordem de chegada).

Quanto à última msg que enviei, em resposta ao Álvaro, peço aos novos
membros não levarem muito a sério minha irreverência com respeito ao
"apocalipse quântico" bem como ao "Nobre e Excelso Cavaleiro...". Isso é uma
brincadeira que os mais antigos Ciencialisteiros [até mesmo os "fanáticos"
quânticos :-)] entendem, mas os novos membros as vezes se assustam com a
mesma.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: E se encontrarmos Vida, aliens, num planeta?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 07:19


Caro dfahlb:
Bem o filme vi que até foi discutido e não gostei. Dizem que os
livros são sempre difernetes e para melhor. Mas calma já digo porque
não gostei. Porque os filmes de FC são para mim mesmo de Ciência e
para se usar em aulas. E aquele dava para aulas de psicologia que
não é de minha área.
Acho que este problema da linguagem nem se vai pôr porque se já
estaremos tão avançados para viagens não robóticas quase de certeza
que teremos equipamento feito pelos colegas de software que servem
de tradutores automáticos. Quiça um ship implantado na zona da
interpretação sons no cérebro. E se eles emitem ondas que vêm até
nós e nem precisaremos de falar fazendo lembrar a teoria da luz de
Aristóteles: os olhos emitiam raios que iriam colher informações
nopsobjectos e as trariam ao cérebros para interpretação. E há
muitas ideias mas todas por enquanto ficcionadas.
Esta discussão está bem viva em:
http://www.universetoday.com/forum/index.php?showtopic=5697
Foi um intervalo na Física dura dos quânticos
Um abraço
Maria Natália


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "dfahlb" <dfahlb@y...>
escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Maria Natália
<grasdic@h...>
> escreveu
> >
> > Como falaríamos com eles?
>
> Imagine se estivéssemos num estado de linguagem completamente
> diferente, tal que não haveria, pelo menos no contato, de
estabelecer
> uma linguagem? Ou ainda que nós não nos déssemos conta de que
> estávamos tento contato com outra forma de vida? Ou ainda que
> esse "ET" tentasse comunicar conosco de uma maneira bem estranha?
>
> Veja o filme "Solaris". Ele discute essas questões. Ou ainda leia
o
> livro :o) mas o livro não li. Só vi o filme.
>
> > Quanto a mim seria um problema idêntico ao de Colombo ou ao de
> > Alvares Cabral ao chegar a uma América ou Brasil,não?
> > Eu vou pelo uso das mãos e claro no bom sentido, pessoal...Nada
de
> > por a mão no indígena!
> > Um abraço
> > Matia Natália





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: um paradoxo e dois bobos, sera?
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/12/2004 08:01

----- Original Message -----
From: "rosevena3"
Sent: Thursday, December 16, 2004 5:08 AM
Subject: [ciencialist] Re: um paradoxo e dois bobos, sera?

Olá "rosevena3"

Estou pegando o bonde andando, pois não lembro das msgs anteriores e estou
sem tempo para consultá-las, mas assim mesmo vou palpitar.

> Estando o cilindro, esfera ou cubo etc. oco ou não, de material
> condutor no nosso exemplo, eletrizado ou não, o campo elétrico em seu
> interior é nulo, quer a origem de algum eventual campo elétrico
> esteja à superfície ou fora do condutor, não?

Eu diria que o campo elétrico "E" da teoria de Maxwell é nulo em todos os
pontos do interior do condutor, e o potencial elétrico "fi" da mesma teoria
é constante.

> Nulo significa que a soma dos vetores é zero, não? (isso em qualquer
> ponto interno)

Perfeito.

> Pelo que aprendi e acredito o campo elétrico existe independente da
> carga de prova estar ali ou não, e potencial elétrico é uma
> característica (nem sei se o termo é esse) do campo elétrico, sendo
> superfície equipotencial, nesse caso região equipotencial, todos os
> pontos onde o potencial elétrico tem o mesmo valor em relação a um
> referencial, não?

Cuidado. Estamos aqui frente a dois campos que se superpõem. Podemos sempre
raciocinar em termos de dois campos como se eles existissem isoladamente
(princípio da superposição), logo o seu raciocínio até aqui está correto.
Mas enquanto existir uma carga no interior do condutor, não podemos mais
dizer que o campo resultante seja nulo, pois esta carga também está gerando
um campo. Podemos sim, em teoria (e creio que seria difícil justificar, a
não ser apelando para o princípio da superposição, verificável em
circunstâncias outras), assumir que o campo da carga externa não desempenha
*inicialmente* nenhuma ação sobre a carga interna. Ou seja, a carga, como um
todo, está numa região equipotencial. Mas cada fração da carga interna
estará sob o efeito do campo das outras frações dessa mesma carga, logo cada
fração não estará mais numa região equipotencial. Se esta carga estiver
mergulhada no vácuo (condutor ôco), ela permanecerá estacionária. Do
contrário, a carga se esfacela em partículas que se dispersam (por repulsão
entre suas frações), ganhando a periferia do condutor. Creio que o Hélio,
numa msg anterior, chegou a comentar algo do tipo.

Em qualquer caso, a carga externa estará sob a ação do campo da carga
interna, e graças a isso as suas partículas irão se redistribuir. Ocorrendo
essa redistribuição, a nova carga externa exercerá o que poderíamos chamar
uma "reação" a exercer algum efeito sobre a carga interna.

> Simplificando ainda mais, devido a minha ignorância e incapacidade de
> expressão (uma carga elétrica de prova X depositada num ponto Y de um
> campo elétrico adquire energia potencial elétrica W), assim sendo
> potencial elétrico é uma característica do campo elétrico, campo
> elétrico é uma influencia, alteração (xí) da carga elétrica no meio,
> portanto não dependendo da presença de uma segunda carga elétrica, já
> energia potencial elétrica é uma relação entre no mínimo duas cargas
> elétricas.

Se a carga Y for indivisível (ou inquebrável) e dotada de frações fixas em
seus pontos (por exemplo, frações aprisionadas numa rede dielétrica), ela
permanecerá estacionária, mas cada um desses pontos (microcargas) serão
afetados pela reação descrita acima. Veja bem, estou raciocinando com
microcargas do eletromagnetismo clássico de Maxwell-Lorentz (e não com a
minha teoria). Ou seja, essa rede dielétrica, após brevíssimo intervalo de
tempo, estará dotada de um grande número de pequenos dipolos elétricos.

> Assim sendo caso essa mesma carga elétrica de prova seja depositada
> em qualquer ponto de uma "região" equipotencial, sua energia
> potencial elétrica será a mesma, ora só que o potencial elétrico é
> uma relação entre dois pontos de um campo elétrico, assim sendo não
> há potencial elétrico entre dois pontos equipotenciais de um campo,
> assim sendo uma carga elétrica depositada em uma região equipotencial
> de um campo elétrico, não tem porque mover se para um determinado
> ponto dessa região.

A carga como um todo não se move, mas suas frações sim, desde que estejam
imersas num meio condutor. E se movem não sob o efeito primeiro do campo da
carga externa, mas do campo de suas frações constituintes. Secundariamente a
carga externa poderá ter um certo efeito sobre as frações da carga interna,
ainda que a resultante sobre a carga toda permaneça nula.

> Peço que faça se um esforço para entender o que estou tentando dizer.
> Repito uma carga elétrica depositada em um campo elétrico nulo não
> tem porque mover se para qualquer outro ponto ao mesmo potencial
> elétrico, pois todo movimento espontâneo de uma carga elétrica em um
> campo elétrico é no sentido de diminuir sua energia potencial
> elétrica, e caso todas as cargas movam se espontaneamente para uma
> região AO MESMO POTENCIAL ELETRICO, não seria uma violação da
> entropia?

Não, a entropia aumentará, da mesma maneira que aumenta quando duas cargas
elétricas de mesmo sinal se afastam em obediência à lei de Coulomb. O
problema é que o meio condutor desfaz a idéia de uma carga elétrica única.
Na realidade são milhares de cargas se repelindo entre si, e nem precisaria
existir nenhuma carga elétrica externa para que o afastamento se
verificasse.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A experiência de Shahriar - dupla fenda revisitada
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/12/2004 08:30

----- Original Message -----
From: "rayfisica"
Sent: Thursday, December 16, 2004 5:29 AM
Subject: [ciencialist] Re: A experiência de Shahriar - dupla fenda
revisitada

> gostaria de algum comentário dos senhores a respeito do paradoxo EPR...

Eu já disse o que penso a respeito na msg C-List 4790 (abril/2000) que
também pode ser lida em
http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/varios/ci4790.htm . Como
trata-se da mensagem final de um diálogo bastante longo (na realidade é uma
síntese do que foi discutido), coloco-me a disposição para o esclarecimento
de alguma dúvida. O desfecho escrito pelo meu net-amigo e oponente Belisário
pode ser lido em http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/4848 .
O diálogo todo pode ser acompanhado a partir de
http://ecientificocultural.com/ECC2/Dialogos/tra.htm

> ...e da teoria das cordas (Alberto,
> eu li no universo elegante que ninguém, entendeu e nem vai entender
> essa, nos próximos trezentos anos, é mole).

Mui amigo!!!! :-)) O que você quer que eu comente? Quantos anos eles levarão
para se enforcar nas supercordas? Eu acho que será antes de 2010, mas esse é
só um palpite sem valor científico. Quanto ao mais, eu diria que 300 anos é
pouco quando comparado à eternidade. ;-))

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Google porá acervo de bibliotecas na internet FSP 15Dez04
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 08:47


Universidades como Harvard, Stanford e Oxford terão livros digitalizados;
usuários poderão fazer buscas gratuitas

Google porá acervo de bibliotecas na internet

JOHN MARKOFF
DO "NEW YORK TIMES"

A Google, operadora do serviço de buscas mais popular da internet, anunciou
ontem acordo com algumas das maiores bibliotecas dos EUA e a da
Universidade de Oxford (Reino Unido) para converter seus acervos em
arquivos digitais, que serão postos na rede.
O objetivo da colaboração entre a Google e as instituições de pesquisa -que
incluem as universidades de Michigan, Harvard e Stanford e a Biblioteca
Pública de Nova York- é criar um acervo de livros, estudos acadêmicos e
coleções especiais no qual usuários poderão fazer buscas gratuitas que
levem em conta não apenas título, autor e assunto das obras mas também seu
conteúdo.
Já é possível acessar parte do acervo de várias bibliotecas do mundo, e
muitos sites publicam obras de domínio público, mas, na maioria dos casos,
a busca imita a consulta a um catálogo em bibliotecas "reais", ou seja, não
é possível incluir o texto das obras na pesquisa.
Sites como o A9 (<http://www.a9.com>www.a9.com), da Amazon.com, e o próprio
Google já permitem a busca dentro de livros à venda cujas editoras
"abriram" as obras, mas o usuário só pode ler trechos dos textos. O Google
Scholar (<http://scholar.google.com>scholar.google.com) e o A9 também acham
palavras e expressões dentro de artigos acadêmicos, mas a leitura integral
dos textos só é permitida a usuários e instituições assinantes das revistas
que os publicam.
A Google deve escanear e digitalizar dezenas de milhares de páginas por dia
em cada uma das bibliotecas. Executivos da empresa não quiseram divulgar o
custo da tarefa, mas analistas estimam que cerca de US$ 10 serão gastos
para cada uma das mais de 15 milhões de obras incluídas no acordo.
Bibliotecários envolvidos no projeto dizem que ele deverá ser concluído em
uma década.
A Google vai publicar o texto integral dos livros que já estão em domínio
público. Os livros cujo direito autoral é privado serão escaneados
integralmente, mas só pequenos trechos de cada obra poderão ser lidos on-line.
Os acervos das universidades de Michigan e Stanford, que, somados, chegam a
15 milhões de obras, deverão ser totalmente digitalizados. O projeto em
Harvard será inicialmente limitado a 40 mil livros. Em Oxford, apenas
livros publicados antes de 1900 serão escaneados, e a Biblioteca Pública de
Nova York só permitiu que materiais frágeis e sob domínio público sejam
digitalizados.
A iniciativa deverá dar início a uma corrida com gigantes como a Amazon, a
Microsoft e a Yahoo!. Como a Google, essas empresas podem comprar o direito
de oferecer acesso aos livros e obter lucros por meio de venda e inserção
de anúncios nos portais de acesso.
Anteontem, a Biblioteca do Congresso dos EUA e bibliotecas de Canadá,
Egito, China e Holanda anunciaram um plano de digitalizar e dar acesso
gratuito via internet a 1 milhão de livros.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Site inacreditável
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/12/2004 09:03

De: "Luis Brudna"


O quão ´não-circular´ (ou elíptica :-) ) é a órbita da Terra? Qual é
o motivo disso? (pergunta de repórter, se fazendo de bobo pra
aproveitar a genialidade do entrevistado ;-) )

O motivo disso são as 'forças centrais'.

[]'
Léo


SUBJECT: Re: um paradoxo e dois bobos, sera?
FROM: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 10:34


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
> ----- Original Message -----
Puxa!
Agora ficou claro.
Por favor, aproveita e disserte caso tenhas tempo, realizando uma
comparação entre a teoria vigente e a sua, objetivando responder por
que, nesse caso claro, sua teoria encaixa se melhor, penso que assim
eu e acho que outros, num dialogo intimista, poderemos entender e até
quiçá, aprender um pouco mais.
Estou sendo sincero.
Quer acredites ou não






SUBJECT: Actualización en Perspectivas
FROM: "Kentaro Mori" <kentaro.mori@itelefonica.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 11:38


CIENCIA

El lado oscuro de la Luna, la Gran Coincidencia Cósmica y una
explicación heterodoxa
No todos se detienen a preguntar por qué la Luna exhibe siempre las
mismas manchas, identificadas por diversas culturas ya sea como un
hombre, un conejo o una mujer cargando un bebé, entre otras muchas
interpretaciones. Piénselo bien ya que es algo intrigante: la Luna
podría girar y al hacerlo mostraría sus otras manchas; nuestros
ancestros podrían haber visto las manchas diferentes de otras partes
del satélite; lo mismo de diferentes partes del mundo podrían ser
vistas diferentes zonas de la Luna?
http://www.perspectivas.com.mx/ci/luna.htm

La marea roja
Por siglos nadie pudo explicarla satisfactoriamente. Los antiguos
griegos la atribuían a la furia de Neptuno. En la Edad media se
hablaba de una ?purgación? de los lechos marinos. Algunos
naturalistas estimaban que era el resultado de influencias lunares.
Otros hablaban de silenciosas erupciones volcánicas, y no faltó el
químico despistado que tratara de resolver el enigma con base en
confusas explicaciones sobre sustancias químicas venenosas
producidas bajo el efecto del fuego central en las entrañas del
planeta?
http://www.perspectivas.com.mx/ci/marea_roja.htm

Anillos de hadas
En otras épocas, la presencia de estas bandas se atribuía a diversos
agentes, tales como los relámpagos, las hormigas, los caracoles, las
pacas de heno que se apilaban en los campos, etcétera. Para la
mentalidad supersticiosa de la Edad Media esto era obra del diablo
o ?cosas de brujas?. Se decía que eran generados por bocanadas de
vapores subterráneos, provenientes del infierno, o que el diablo
mismo había caminado, durante la noche, dejando su huella mientras
batía su mantequilla.
http://www.perspectivas.com.mx/ci/anillos_de_hadas.htm





SUBJECT: Re: A experiência de Shahriar - dupla fenda revisitada
FROM: "rayfisica" <rayfisica@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 11:59


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"
<albmesq@u...> escreveu
> ----- Original Message -----
> From: "rayfisica"
> Sent: Thursday, December 16, 2004 5:29 AM
> Subject: [ciencialist] Re: A experiência de Shahriar - dupla fenda
> revisitada
>> > ...e da teoria das cordas (Alberto,
> > eu li no universo elegante que ninguém, entendeu e nem vai
entender
> > essa, nos próximos trezentos anos, é mole).
>
> Mui amigo!!!! :-)) O que você quer que eu comente? Quantos anos
eles levarão
> para se enforcar nas supercordas? Eu acho que será antes de 2010,
mas esse é
> só um palpite sem valor científico. Quanto ao mais, eu diria que
300 anos é
> pouco quando comparado à eternidade. ;-))


Desculpem me acho que não me fiz entender.
Penso que uma, duas ou dez pessoas compreendendo teoria ela é digamos
COMPREENDIDA, entendeu?
Agora! Quando ninguém entende o porque dos por quês...
Ou é hospício ou é brincadeira, mas nunca ciência.(literalmente-
CIÊNCIA: "Conjunto de conhecimentos socialmente adquiridos ou
produzidos, historicamente acumulados, dotados de universalidade e
objetividade que permitem sua transmissão, e estruturados com
métodos, teorias e linguagens próprias, que visam compreender e,
possibilitam orientar a natureza e as atividades humanas."
[Dicionário Aurélio - Século XXI])
Seria a isso que o velho sábio senhor Albert Einstein chamou loucura.






SUBJECT: Re: um paradoxo e dois bobos, sera?
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 13:27


Olá Alberto e "rosevena3"

Comentários no meio do texto.
Assim como o Alberto vou usar eletromagnetismo clássico de
Maxwell-Lorentz (e não a minha teoria mesmo porque ainda não a tenho
formulada)[:-)].
Isto significa misturar um pouco o eletromagnetismo de Maxwell (que
funciona quase sempre bem numa visão macroscópica) com um pouco de
Lorentz que é uma tentativa de salvar Maxwell para o micro.
(interpretação particular minha, com alguma influencia do Alberto).

"rosevena3" disse:
> > ... Estando o cilindro, esfera ou cubo etc. oco ou não, de
material
> > condutor no nosso exemplo, eletrizado ou não, o campo elétrico
em seu
> > interior é nulo, quer a origem de algum eventual campo elétrico
> > esteja à superfície ou fora do condutor, não?
>

Depois do equilíbrio eletrostático, sim!
A transição para o equilíbrio é um tempo muito curto ~10E-15s
(dizem).

Alberto disse:
> Eu diria que o campo elétrico "E" da teoria de Maxwell é nulo em
todos os
> pontos do interior do condutor, e o potencial elétrico "fi" da
mesma teoria
> é constante.
> ...
> ...

"rosevena3" disse:
> > ... potencial elétrico é uma
> > característica (nem sei se o termo é esse) do campo elétrico,
sendo
> > superfície equipotencial, nesse caso região equipotencial, todos
os
> > pontos onde o potencial elétrico tem o mesmo valor em relação a
um
> > referencial, não?

Alberto resp.:
> Cuidado. Estamos aqui frente a dois campos que se superpõem.
Podemos sempre
> raciocinar em termos de dois campos como se eles existissem
isoladamente
> (princípio da superposição), logo o seu raciocínio até aqui está
correto.
> Mas enquanto existir uma carga no interior do condutor, não
podemos mais
> dizer que o campo resultante seja nulo, pois esta carga também
está gerando
> um campo. Podemos sim, em teoria (e creio que seria difícil
justificar, a
> não ser apelando para o princípio da superposição, verificável em
> circunstâncias outras), assumir que o campo da carga externa não
desempenha
> *inicialmente* nenhuma ação sobre a carga interna. Ou seja, a
carga, como um
> todo, está numa região equipotencial. Mas cada fração da carga
interna
> estará sob o efeito do campo das outras frações dessa mesma carga,
logo cada
> fração não estará mais numa região equipotencial. Se esta carga
estiver
> mergulhada no vácuo (condutor ôco), ela permanecerá estacionária.
Do
> contrário, a carga se esfacela em partículas que se dispersam (por
repulsão
> entre suas frações), ganhando a periferia do condutor. Creio que o
Hélio,
> numa msg anterior, chegou a comentar algo do tipo.

Sim eu comentei isto pois estava somente usando a visão de cargas
como um fluido elétrico que é a visão original do EM e na qual se
basearam para dizer que o campo no interior de um condutor em
equilíbrio é zero. Um fluido pode ser sempre mais dividido. A visão
que veio depois diz que um elétron É uma carga elétrica não
divisível. O Alberto (e de certa forma eu também) não concorda com
isto.

Alberto disse:
>
> Em qualquer caso, a carga externa estará sob a ação do campo da
carga
> interna, e graças a isso as suas partículas irão se redistribuir.
Ocorrendo
> essa redistribuição, a nova carga externa exercerá o que
poderíamos chamar
> uma "reação" a exercer algum efeito sobre a carga interna.
>

Perfeito Alberto. Você sintetizou em poucas palavras o que acontece
(será que é assim mesmo que acontece????).
Desculpa se serei repetitivo. Se você, "rosevena3", á entendeu não
precisa ler o próximo parágrafo.

Ao colocar um elétron extra no interior do condutor (não sei como
faze-lo aparecer ali sem ter percorrido todo caminho de fora para
dentro mas Vá Lá) em qq ponto fora do centro, ele no início não
sofrerá ação mas será fonte de campo (campo dentro do condutor) que
agirá nos seus "companheiros". Todos vão se afastar (inclusive os
ligados aos núcleos vão tentar isto). Isto muda a distribuição de
cargas na superfície do condutor e agora o campo gerado pelos outros
elétrons (e prótons) no "nosso amiginho" não será mais nulo. Até que
ele chegue à superfície (na verdade ele pode assumir a posição de um
vizinho que por sua vez assumi a de outro e assim por diante até a
superfície). Isto tudo dizem que acontece em aprox. 10e-15s e o
condutor volta a seu estado de equilíbrio eletrostático.
Se for exatamente no centro não tem diferença pois dizem que o
elétron não fica sossegado num lugar só mesmo sem forças agindo
nele :-).

Hélio





SUBJECT: Re: um paradoxo e dois bobos, sera?
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 14:19


Apenas para corrigir umas pequenas incorreções na msg anterior.

Num metal os elétrons ligados ao núcleo não desempenham um papel
muito determinante. Os eventos acontecem com os ditos "elétrons
livres" que por sua fraca energia de ligação são deslocados por
campo mesmo pequeno. E é por isto que acontece aquele trem de
elétrons em movimento (corrente) que mencionei.

Curiosidade: se uma carga Q é aparece (do nada) no centro de um
condutor esférico de 1m de raio, quando as cargas superficiais irão
sentir sua presença?
Assumindo que o efeito de um ligamento de campo eletrostático se
propaga na velocidade da luz:

1 m / c = ~ 3 x 10-9 s

Se o raio for de 1 mm --> ~ 10-12 s


Hélio





SUBJECT: Re: eletron não tão nebuloso
FROM: César A. K. Grossmann <cesarakg@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 15:03


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Maria Natália <grasdic@h...>
escreveu
>
> Cesar:
>
> Não sabia que essa coisa também andava aí pelo Brasil esse tal Herco
> qualquer coisa...Como as doenças se propagam e atravessam o oceano!
> Tens algum site dessa "coisa"?

Sim e não. Eu anotei o nome do tal planeta em um cartaz que vi na rua,
e fiz o que sempre faço quando me lembro: pesquisei no Google:

http://tinyurl.com/5pwo8

De quebra, fiquei então conhecendo o ZetaTalk.com e o
www.badastronomy.com. Pelo menos uma coisa de bom sai destas incursões
pelo estranho mundo dos que ganham dinheiro em cima da ignorância
alheia...

> E a ideia do relato de Alberto sobre a "censura2 de seus pares e com
> a calma a quele nos habituou e ...ensina e comunica acho que era de
> fazer.

O Alberto, só pela forma tranqüila que apresenta suas idéias, pela
disposição ao debate, já merece todo o respeito... Lembra as conversas
de Martinho Lutero e do Papa, Lutero dizia "raciocinemos sobre isto",
e o Papa retorquia "submete-te ou serás excomungado". Embora eu ache
que o Alberto também seja mais facilmente identificado com Galileu...

"Eppur si muove.."

[]s
--
César A. K. Grossmann
http://www.LinuxByGrossmann.cjb.net/





SUBJECT: Vídeos do CERN e procura do Yahoo
FROM: "brudna" <lrb@iq.ufrgs.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 15:36


Interessante

http://livefromcern.web.cern.ch/livefromcern/antimatter/webcast/AM-webcast06.html

ou http://tinyurl.com/6ndyj

Gostei do
" CERN in 2 minutes
In only two minutes, a description of CERN and it's main scientific
activities. " :-)

Agora o Yahoo também tem um sistema de procura de vídeos (beta)
http://video.search.yahoo.com/

Outros serviços que já tinham procura de vídeos
http://www.alltheweb.com/?cat=vid
http://www.altavista.com/video/default

Até
Luís Brudna





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: A experiência de Shahriar - dupla fenda revisitada
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/12/2004 15:42

----- Original Message -----
From: "rayfisica"
Sent: Thursday, December 16, 2004 10:59 AM
Subject: [ciencialist] Re: A experiência de Shahriar - dupla fenda
revisitada

> > > ...e da teoria das cordas (Alberto,
> > > eu li no universo elegante que ninguém, entendeu e nem vai
> > > entender essa, nos próximos trezentos anos, é mole).

> > Mui amigo!!!! :-)) O que você quer que eu comente? Quantos anos
> > eles levarão para se enforcar nas supercordas? Eu acho que será antes de
> > 2010, mas esse é só um palpite sem valor científico. Quanto ao mais, eu
> > diria que 300 anos é pouco quando comparado à eternidade. ;-))

> Desculpem me acho que não me fiz entender.

Eu entendi, apenas quis brincar com os "meus amigos" quânticos, e acabei
gerando uma possível confusão. Desculpe-me pelo mal entendido.

> Penso que uma, duas ou dez pessoas compreendendo teoria ela é digamos
> COMPREENDIDA, entendeu?

De fato, o número não é importante. Ou a teoria é compreensível ou não é.
Ela pode ser compreensível e não ser compreendida pela maioria.

> Agora! Quando ninguém entende o porque dos por quês...
> Ou é hospício ou é brincadeira, mas nunca ciência.(literalmente-
> CIÊNCIA:

Concordo plenamente, e quando me refiro à "ficção" quântica", além da
brincadeira que estou a fazer com os quânticos, e a residir no entre-aspas
(e não aquela brincadeira que você está a se referir), estou também
procurando realçar esse aspecto, ou seja, nem é tão brincadeira assim [Toda
brincadeira tem um fundo de verdade].

Mas eles "não estão nem aí" e consideram essa minha maneira de interpretar a
realidade como "obsoleta". Ou seja, eles costumam condenar esse realismo,
que chamam de medieval, e optam pelo utilitarismo ou pragmatismo defendido
por Bohr [Se a coisa funciona, não seria necessário saber o porquê dela
funcionar].

Eu não sou contra o utilitarismo, acho apenas que ele é uma etapa do
processo do conhecimento. Já os mais fanáticos seguidores de Bohr adotam
esse utilitarismo como um fim e iludem-se com a decretação da
impossibilidade da compreensão da natureza íntima da matéria, como se fosse
um dogma. É nesse sentido que a teoria das cordas será para sempre
incompreensível, pois ela foi semeada por cima desse dogma. Quando disse que
"300 anos é pouco quando comparado à eternidade", estava pretendendo ampliar
a previsão do autor citado, pois creio que a teoria das cordas jamais será
entendida. Felizmente em poucos anos ninguém irá mais se preocupar com essa
incompreensão, pois ela irá ocupar o local para a qual foi destinada, no
setor
de história da ciência das bibliotecas, juntamente com a teoria quântica e
as teorias do epiciclo, do flogisto e do calórico, entre outras.

> Seria a isso que o velho sábio senhor Albert Einstein chamou loucura.

Sim, o Einstein realista do famoso paradoxo EPR chegou a dizer algo do
gênero.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Shahriar Afshar--Quantum Rebel?
FROM: "dfahlb" <dfahlb@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 16:26


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto - Lunabay"
<alvaro@l...> escreveu
> Não sei se isso já circulou por aqui. Será que Alberto Mesquita
está certo,
> afinal?
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
> ________________________________________

O físico Unruh teria respondido a essa suposta violação do princípio
da complementaridade de Borh.

Veja em:
http://axion.physics.ubc.ca/rebel.html

Sobre a complementaridade de Bohr, parece que não caiu ainda :o)





SUBJECT: Ação e ReAção
FROM: marcelo ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: emailferrari@yahoo.com.br
DATE: 16/12/2004 18:04

Até onde vai uma ação?
Onde termina a ação e começa a reação?


__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Tudo é energia
FROM: "brudna" <lrb@iq.ufrgs.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 18:35


Fico confuso com o argumento ´Tudo é energia´.

Onde estão os erros? Que conceitos falhos pode ter esse argumento?
Como aproveitar essa oportunidade para ensinar?


Até
Luís Brudna






SUBJECT: Re: Tudo é energia
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 19:00


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Jr"
> Tudo é energia quando se movimenta ou quando as células se
> reproduzem, mas não é só isso, quando os peixes nadam geram energia e
> quando se tem a fecundação dos animais se gera energia. Tudo que há no
> universo é de alguma forma gerador de energia, o sol com sua fusão
> nuclear é um gerador de energia, um planeta fazendo sua
> rotação....enfim tudo que há movimento gera energia.

Sob essa perspectiva nas verdade nada gera energia. No maximo
transforma energia de uma para outra forma.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/12/2004 19:16

Olá

O problema é a definição de energia. Em geral, uma confusão com os diversos sentidos do termo energia causa problemas ou permite frases de alto impacto como essa "tudo é energia", embora vazia de significado..:-) Como na famosa "navegar é preciso, viver não é preciso" onde os diversos sentidos de precisão podem criar diversas interpretações do poema.

A energia de uma bateria, a energia de um corpo em movimento, a energia produzida pela usina hidroelétrica, nada tem a ver com a energia de um espetáculo de teatro, acordar se sentidno "enérgico", ou a palestra enérgica do professor de filosofia.

Se usarmos um conceito estrito para o termo energia (strictu senso) acho que fica mais fácil analisar a frase "tudo é energia". Primeiro, a capacidade de produzir trabalho é energia. Se produz trabalho, cabe o uso do termo, se não produz, não cabe. Assim, eletricidade é energia, mas uma palestra ou mesmo um elemento químico não são.

Mesmo agora que sabemos que E=mc2, isso não significa que podemos abandonar os conceitos e definições e considerar "tudo" a mesma coisa..:-) Tudo o que, cara-pálid, eu perguntaria ao autor..:-) O fato de que é possível convertar algo em outra coisa não torna as duas uma só.

Acho que o problema da frase "tudo é energia" é mesmo as decorrencias da mesma: e daí? O que o autor ou quem a apresenta quer dizer com isso, quais as implicações decorrentes, caso se aceite como verdade a afirmação? Tudo é energia ENTÃO podemos nos comunicar telepaticamente? Tudo é energia, ENTÃO a homeopatia, usando o "tudo" e a energia, funciona? Ou apenas tudo é energia, e sabemos como relacionar a matéria e a energia em uma equação matematica correta (e, como tudo que existe neste universo é matéria ou energia, esse é um saber consideravel..:-)?

Tudo é energia em geral é uma afirmação-escapatória, usada esotericametne na falta de evidencias ou argumentos confiáveis..:-)

Um abraço.

Homero

----- Original Message -----
From: brudna
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, December 16, 2004 6:35 PM
Subject: [ciencialist] Tudo é energia



Fico confuso com o argumento ´Tudo é energia´.

Onde estão os erros? Que conceitos falhos pode ter esse argumento?
Como aproveitar essa oportunidade para ensinar?


Até
Luís Brudna






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Tudo é energia
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 19:16


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "brudna" <lrb@i...> escreveu
> Fico confuso com o argumento ´Tudo é energia´.
> Onde estão os erros? Que conceitos falhos pode ter esse argumento?
> Como aproveitar essa oportunidade para ensinar?

Depende de como se está definindo energia.

Se se parte do principio de q. realmente tudo e' energia, entao, *por
definicao*, tudo e' energia: tempo, espaco, materia, configuracoes dos
elementos no espaco e no tempo (informacao), as cores, os cheiros, a
carga eletrica, os sabores...

Mas se se parte de uma definicao particular de energia e se procura
generalizar para todos os aspectos do mundo (ou talvez fora dele),
entao e' necessario inicialmente mostrar as interrelacoes (inclusive
quantitativas) entre esses outros aspectos e a energia. Por exemplo, a
famosa formula einsteniana: E = m.c^2. (Claro q. ainda existira' a
discussao de se essa relacao significa identidadade. Por exemplo,
podemos ter uma relacao US$ 1 = R$ 2,70 - o q. nao significa q. dolar
e real sejam identicos, sejam a mesma coisa, embora possamos falar q.,
por exemplo, o poder de compra [em uma dada regiao, em um dado
momento] sejam identicos.)

"Tudo e' energia" noveval guarda uma estreita relacao com "tudo e'
numero" pitagorico.

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Shahriar Afshar -- Quantum Rebel?
FROM: "dfahlb" <dfahlb@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 20:49


Olá pessoal,

É de grande valia fazer como S. Afshar ou W Unruh no sentido de
colocar mais de duas fendas ou ainda adicionar várias lentes, vários
espelhos, prismas, etc, para tentar resolver um problema mais
complexo.

Entretanto, num nível mais elementar você não consegue ter outra
explicação sem evocar uma função do tipo Schroedinger governando o
comportamento de uma partícula.

Experiências simples já evidenciam isso. Videm, por exemplo, em
http://physicsweb.org/articles/world/15/9/1/1/bologna-image
aonde tem-se o resultado experimental de 1 elétron por vez! passando
por uma fenda dupla. Espera-se que o filme fique um tempo grande de
esposição (ou seja, após muitos elétrons tendo passado 1 a 1 e sem
interferirem 1 com o outro) e tem-se a figura de interferência!

A interpretação mais aceita seria que você tem uma função não-local
que governa a partícula e daí as regiões de interferência mesmo para
uma única partícula! Recentemente tem-se feito esperiências com 1
única molécula passando por vez e vê-se também o comportamento
quântico.

Esperiências simples também evidenciam o fato de que ou bloqueando
uma das fendas ou tentando detectar por qual a partícula passou, o
padrão de interferência é destruído. Ou seja, faz-se assim para cada
elétron que vai passando e no final, no filme, ao invés de ter aquela
figura com regiões de interferência, a figura é contínua (aquela
mancha branca - que indica aonde um elétron ou vários colidiram -
fica sem aquelas falhas).

Então, os cientistas tem agora ou aumentado o tamanho (indo para
átomos, depois polímeros (moléculas grandes)) estão querendo
descobrir aonde é que a Mecânica Clássica estaria "voltando" ou seja,
que os efeitos quânticos fossem desprezíveis ou indetectáveis. Alguns
estão propondo lançar vírus por uma fenda dupla.

Outros, como Afshar, preferem "complicar" o sistema de tal forma que
uma outra interpretação também valesse. Outros ainda tendem
investigar o efeito do tempo na medida e por aí vai. Entretanto, acho
que para entender a mecânica quântica bastaria analisar a fenda dupla
sem ir colocando lentes, espelhos, prismas e coisas a mais. Claro que
estes cientistas estão interessados no "ponto de ruptura" da
quântica.

Mas, até o momento, uma coisa podemos dizer com alguma certeza:
experiências mais simples (fundamentais, portanto) não puderam ser
interpretadas de outra maneira.

Até.





SUBJECT: Re: [ciencialist] Shahriar Afshar--Quantum Rebel?
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 16/12/2004 20:55

----- Original Message -----
From: "dfahlb"
Sent: Thursday, December 16, 2004 3:26 PM
Subject: [ciencialist] Shahriar Afshar--Quantum Rebel?

> O físico Unruh teria respondido a essa suposta violação do princípio
> da complementaridade de Borh.
> Veja em: http://axion.physics.ubc.ca/rebel.html
> Sobre a complementaridade de Bohr, parece que não caiu ainda :o)

Apenas para colocar mais lenha na fogueira ;-), diria que vale a pena
analisar a resposta que o Shahriar S. Afshar deu ao Unruh em 19/ago/2004.
Não reproduzo aqui pois essa resposta está protegida por copyright, mas pode
ser lida em http://users.rowan.edu/~afshar/FAQ.htm (é bem pequena, por
sinal -- estou aguardando uma resposta mais extensa, conforme prometido pelo
autor).

Pelo visto, e supondo que a acusação feita pelo Afshar proceda, o Unruh está
tentando cientifizar aquele velho costume político-britânico de propalar
"meias-verdades".

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Electrão como um vector
FROM: "Sergio M. M. Taborda" <sergiotaborda@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 16/12/2004 21:59


Sim, Alberto esta é para si.

Eu andei pensando nas hipoteses que vc usa na sua teoria e não chego a
nenhuma conclusão do pq vc supor que o eletrão pode ser caracterizado
por um vector. Tenho algumas perguntas em relação a isso. A primiera é
exactamente Pq um vector ?
Aceitando que é um vector, será um vector ou um co-vector ?
Depois vc caracteriza o vector como W(w_x,w_y,w_z) = K w1 , onde w1 é
um vector unitário. Isto significa que podemos reduzir o estudo ao K
que não é um vector. Ora, isto não contraria a propria hipotese ?

Depois, eu suponho que W dependa de x,y,z ou seja que as derivadas
parciais am ordem a estes não sejam nulas. O que por conseguinte
significa que as derivadas de K tb dependem.

Depois, se W é um vector no espaço, ele muda a sua orientação ? Ou
seja, como são as derivadas em ordem ao tempo ?

Outra coisa que não consegui encontrar no seu site é a relação entre o
vector do electrão e a carga do electrão.

Se o electrão A cria um campo de efeitos EA e este é captado por um
electrão B que tem o seu campo EB , qual é o efeito de A em B , ou
seja, o que acontece a B ? Sabemos que cargas opostas se repetem, pelo
que EA aplicado em B deverá cria um força em B que faz o electrão se
afastar F=dp/dt. Como encontrar esta força a partir das definições dos
efeitos electricos e magneticos?

Basicamente, como se relaciona a carga , com os campos de efeitos e
estes dois com as forças repulsão e atracção ?

Outra interrogação é se a teoria so se aplica a electrões e protoes ou
a qq particula com carga , e nesse caso como entram as particulas sem
carga ?





SUBJECT: Seqüenciamento do Genoma do Arroz chega ao fim
FROM: Paula Fernandez <paulayaya@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 00:24

fonte:http://www.ufpel.tche.br/noticias.php

Seqüenciamento do Genoma do Arroz chega ao fim

Pesquisa poderá contribuir para o fim da fome no mundo



Está decodificada a seqüência do genoma do arroz. O
anúncio do final do trabalho foi feito simultaneamente
em todos os dez países membros da rede que realizou a
pesquisa, que são Japão, Estados Unidos, França,
China, Índia, Coréia, Taiwan, Tailândia, Brasil e
Reino Unido. No Brasil, o anúncio foi realizado nesta
segunda-feira(13) pelo ministro da Educação, Tarso
Genro, na condição de representante máximo da
instituição envolvida, a Universidade Federal de
Pelotas.

O professor Antônio Costa de Oliveira, da Faculdade de
Agronomia Eliseu Maciel(Faem) da UFPel é o responsável
pela equipe brasileira. Ele está participando de
encontro que reúne 60 pesquisadores dos dez países,
até 20 de dezembro, no Japão. Oliveira é o único
cientista brasileiro na reunião e a fazer parte da
rede internacional que seqüenciou o genoma.

A seqüência completa dos 12 cromossomos do arroz cobre
um total de 390 milhões de pares de bases. Por volta
de 40 mil genes foram identificados. “Sua composição e
distribuição clareiam as principais características do
genoma do arroz”, afirmou o professor Oliveira. Para
ele, o feito não é importante somente para o
melhoramento do arroz, mas fornecerá também valiosas
informações para a análise de outros cereais, como o
milho e o trigo. “Mais importante que isto, é que o
genoma do arroz servirá como pedra de Rosseta para
salvar a fome no mundo, através de sua ampla aplicação
na agricultura e em campos correlatos”, comemorou.

A codificação do genoma do grão começou a
ser realizada em 1997. Antônio Oliveira ingressou na
rede de pesquisadores em 2000. Com o fim do
seqüenciamento, novas etapas do trabalho já estão
planejadas. “Conhecemos as seqüências mas não sabemos
suas funções”, diz Oliveira. Neste sentido, linhas de
pesquisa estão desenhadas na UFPel para dar
prosseguimento às investigações. Entre elas,
tolerância a ácidos orgânicos e ao frio, linhagem para
produção de híbridos e outros gens de importância
agronômica.

Dentro desta área chamada de genômica
funcional, Oliveira levou ao 2º Simpósio Internacional
de Genômica Funcional de Arroz, realizado em novembro
na Universidade do Arizona, Estados Unidos, o trabalho
Expressão diferencial de gens de raiz de arroz sob
condições de hipóxia.

O objetivo da pesquisa é, através da identificação e
estudo dos gens de arroz responsáveis pela sua
tolerância ao encharcamento, transferir esta
característica para outros produtos, como trigo, aveia
e milho para, desta forma, permitir seus cultivos em
áreas onde hoje só se pode plantar arroz. O trabalho
está sendo desenvolvido no Centro de Genômica e
Fitomelhoramento, dentro do Programa de Pós-graduação
em Agronomia da Faem. Estima-se que em dois anos se
tenha algum resultado.

Participa das pesquisas na UFPel o professor Fernando
Irajá Carvalho, líder do grupo de pesquisa em cereais
da Universidade.







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SUBJECT: Re: Tudo é energia
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 01:24


Homero:
E o químico dirá que mesmo aquela cadeira parada, em repouso
elativo, tem energia. Energia interna, energia potencial química e
energia das oscilações, ligações, vibrações, rotacões moléculares.
Um astrofísico falará da energia do vácuo e por aí fora.
É como o orientador de estágio pegar num sapato que coloca em cima
de secretária do estagiário dizendo: e agora com base neste sapato
faça a planificação para aula de química nível 11º ano. Difícil será
introduzir em programa existente, mas faz-se.
E aquele sapato tem tudo e até aula de português permite fazer.
A energia assim falada permite tudo o que a creatividade do
professor quiser.
Definição de energia dá tanta raiva como a definição de força. É que
se necessita do conceito bem esclarecido. Só na universidade se
entende tais definições.
Energia é assim uma expressão em verso de poeta.

Energia é tudo:
Está contigo
foge com a bola
Cavalga no som
no grão de trigo
é núcleo desnudo
dá cabo da tola
De físico bombom*

Um abraço
Maria Natália
* físico muita BOM

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
escreveu
> Olá
>
> O problema é a definição de energia. Em geral, uma confusão com os
diversos sentidos do termo energia causa problemas ou permite frases
de alto impacto como essa "tudo é energia", embora vazia de
significado..:-) Como na famosa "navegar é preciso, viver não é
preciso" onde os diversos sentidos de precisão podem criar diversas
interpretações do poema.
>
> A energia de uma bateria, a energia de um corpo em movimento, a
energia produzida pela usina hidroelétrica, nada tem a ver com a
energia de um espetáculo de teatro, acordar se sentidno "enérgico",
ou a palestra enérgica do professor de filosofia.
>
> Se usarmos um conceito estrito para o termo energia (strictu
senso) acho que fica mais fácil analisar a frase "tudo é energia".
Primeiro, a capacidade de produzir trabalho é energia. Se produz
trabalho, cabe o uso do termo, se não produz, não cabe. Assim,
eletricidade é energia, mas uma palestra ou mesmo um elemento
químico não são.
>
> Mesmo agora que sabemos que E=mc2, isso não significa que podemos
abandonar os conceitos e definições e considerar "tudo" a mesma
coisa..:-) Tudo o que, cara-pálid, eu perguntaria ao autor..:-) O
fato de que é possível convertar algo em outra coisa não torna as
duas uma só.
>
> Acho que o problema da frase "tudo é energia" é mesmo as
decorrencias da mesma: e daí? O que o autor ou quem a apresenta quer
dizer com isso, quais as implicações decorrentes, caso se aceite
como verdade a afirmação? Tudo é energia ENTÃO podemos nos comunicar
telepaticamente? Tudo é energia, ENTÃO a homeopatia, usando o "tudo"
e a energia, funciona? Ou apenas tudo é energia, e sabemos como
relacionar a matéria e a energia em uma equação matematica correta
(e, como tudo que existe neste universo é matéria ou energia, esse é
um saber consideravel..:-)?
>
> Tudo é energia em geral é uma afirmação-escapatória, usada
esotericametne na falta de evidencias ou argumentos confiáveis..:-)
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
> ----- Original Message -----
> From: brudna
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, December 16, 2004 6:35 PM
> Subject: [ciencialist] Tudo é energia
>
>
>
> Fico confuso com o argumento ´Tudo é energia´.
>
> Onde estão os erros? Que conceitos falhos pode ter esse
argumento?
> Como aproveitar essa oportunidade para ensinar?
>
>
> Até
> Luís Brudna
>
>
>
>
>
>
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>
> Para saber mais visite
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
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> a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
>
> b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
>
> c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos
Termos do Serviço do Yahoo!.
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Mais rápido que a luz?
FROM: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 06:15


Pessoal não sei se o assunto já foi tratado aqui se já,
digam me onde.
Caso não peço ajuda para entender
------------------------------------
http://www.fisicaju.com.br/fisica/luz.htm

Experimento americano pode ter superado velocidade da luz

Quinta, 20 de julho de 2000, 11h08min

Um grupo de físicos americanos pode ter descoberto uma
velocidade
superior ao que antes se suponha ser a velocidade máxima do
universo –
a velocidade da luz. Durante gerações, os físicos supuseram
que não
havia nada mais veloz do que o movimento da luz no vazio, uma
velocidade de 300 mil quilômetros por segundo. Mas, em uma
experiência da Universidade de Princeton, Nova Jersey (EUA),
físicos
enviaram um raio de luz de laser através de vapor de césio numa
velocidade tão alta que saiu da câmera antes de terminar de
entrar.
Os cientistas dizem que esta foi a demonstração mais convincente
de
que a velocidade da luz pode ser superada, ao menos sob determinadas
circunstâncias em laboratório.
Os resultados serão publicados na edição de amanhã da
revista
Nature. O feito ainda não tem aplicações práticas imediatas,
mas
experimentos similares têm gerado entusiasmo na comunidade
internacional de físicos teóricos e ópticos. A
experiência de
Princeton põe à prova os limites da teoria da relatividade que
Albert
Einstein descobriu no príncipio do século, segundo a qual a
velocidade das partículas de luz no vazio é a única medida
absoluta
do universo. A velocidade de tudo mais seria relativa ao observador.
Nas circunstâncias cotidianas, um objeto não pode viajar numa
velocidade maior do que a da luz. Em possíveis aplicações
práticas, o
experimento poderia contribuir no desenvolvimento de computadores
mais velozes, que transportariam informações em partículas de
luz.

Agência RBS
Relatividade não foi violada
O experimento de Lijun Wang, A. Kuzmich e A. Dogariu, do NEC
Research Institute, publicado na Nature, 406, 277, de 20 jul 2000,
consiste na propagação de um pulso de laser com 3,7 microns de
extensão por uma cápsula de 6 cm contendo átomos de césio
especialmente excitados ao segundo nível, em uma situação
programada
para que o índice de refração esteja mudando rapidamente. Como
um
pulso de curta duração é necessariamente formado por um grande
número
de ondas com freqüências diferentes, o que se mede é a
interferência
das diferentes freqüências componentes do pulso, que mudam de fase
devido à variação do índice de refração. A fase relativa
muda fazendo
que a parte central do pulso se adiante 1,7% de sua extensão. Como
o
início do pulso inicial ocorre antes do centro do pico de
saída, não
há qualquer violação da casualidade. Como a velocidade de fase
da luz
não muda, só a velocidade de grupo do pulso, não há
qualquer violação
da relatividade. O próprio Lijun Wang, líder da equipe
explica: "Falando precisamente, é a velocidade de transferência
da
informação que é limitada pela velocidade da luz no vácuo."
Toda a
informação necessária sobre o pulso está contida em sua
minúscula
borda frontal. Assim que essa parte do pulso entra na câmara, os
átomos especialmente preparados podem começar a reproduzir
outro
pulso idêntico no outro lado da câmara. (27 jul 2000)

Fonte: Departamento de Astronomia do Instituto de Física da UFRGS
------------------------------------------
PERGUNTO:
Da pra ultrapassar c ou não?
Pois o "Falando precisamente, é a velocidade de transferência
da
informação que é limitada pela velocidade da luz no vácuo."
Me deixou
com a pulga atrás da orelha, junto com a pulga do neutrino.







SUBJECT: Gravidade
FROM: "tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 06:45


Bom dia a todos,

Alguém poderia esclarecer se o professor Fran de Aquino é realmente
brasileiro?
A pergunta é porque ele na Internet ele é quase todo inglês!

E o que dizer de suas pesquisas?
Um brasileiro já domina a gravidade e poucos se aperceberam?

Algum mestre aqui da c_list poderia fazer um convite para ele nos
brindar com os seus conhecimentos?

Mais informações em:

http://users.elo.com.br/~deaquino//

(em algo em português)
http://users.elo.com.br/~deaquino//PORT.htm

"· Born: October 1, 1950 · Place of birth: Brazil · Residence: São
Luís - MA, Brazil
· Affiliation: Physics Department, Maranhão State University, São
Luís - MA, Brazil"


Abraços a todos

Tipoalgo





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: um paradoxo e dois bobos, sera?
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 06:55

----- Original Message -----
From: "rosevena3"
Sent: Thursday, December 16, 2004 9:34 AM
Subject: [ciencialist] Re: um paradoxo e dois bobos, sera?

> Por favor, aproveita e disserte caso tenhas tempo, realizando uma
> comparação entre a teoria vigente e a sua, objetivando responder por
> que, nesse caso claro, sua teoria encaixa se melhor,...

Caro "rosevena3"

Eu diria que a minha teoria não é melhor nem pior, simplesmente visa a
outros objetivos. A teoria de Maxwell é a melhor dentro dos objetivos para
os quais foi proposta, qual seja, para explicar o eletromagnetismo
macroscópico.

Exemplifico com uma analogia: A mecânica dos fluidos, com sua equação de
Navier Stokes, tem-se mostrado ser uma teoria excelente para a resolução de
uma infinidade de problemas em física. Não obstante, jamais conseguiríamos,
com essa teoria, ou equação, estudar a interação entre, por exemplo, duas
moléculas de água, pelo simples fato de que a molécula de água é uma
entidade totalmente diferente dos "elementos infinitesimais de volume" da
mecânica dos fluidos (esses elementos são entidades matemáticas e
imaginárias).

A teoria de Maxwell nada mais é senão o que poderia ser chamado a
eletrodinâmica dos fluidos elétricos. Como tal, ela vale somente para
elementos de volume desse fluido (elementos de carga e elementos de corrente
elétrica), mas é incapaz de resolver qualquer problema no âmbito do
microcosmo, pois as partículas que fazem parte desse *suposto* fluido são
totalmente diferentes dos elementos considerados. Um elétron NÃO É a fração
infinitesimal dos fluidos elétricos, e esse foi, a meu ver, o maior erro
cometido em toda a história da física. Como diria o filósofo Ronald Golias,
:-), "Ouça o que eu digo, pois o que eu digo não está nos livros." Em
decorrência desse erro surgiu a física que, segundo os físicos do início do
século XX, ia contra o senso comum (relatividade e quântica).

Por outro lado, tentar resolver o problema proposto (espalhamento do fluido
ou das partículas elementares através de um condutor) através de uma teoria
válida para o microcosmo não é nada impossível, mas seria equivalente a
tentar matar um mosquito com um canhão (estou parafraseando os matemáticos).
Seria também equivalente a utilizar o formalismo lagrangeano para resolver
um problema de física desses ensinados no segundo grau; ou então estudar uma
colisão de duas bolas de bilhar decompondo as bolas em um número enorme de
moléculas e, a partir daí, tentar aplicar a mecânica estatística ou algo
equivalente. Volto a dizer: é possível, mas não é prático e nem mesmo fácil.
Além do que eu teria antes que firmar as bases da minha teoria, pois ninguém
aqui parece conhecê-las. É possível que na thread que o Taborda inaugurou
(Electrão como vetor) eu consiga evoluir nessa direção, mas não garanto,
pois discutir com o Taborda é algo fantástico e gratificante, mas bastante
imprevisível (as dúvidas vão se acumulando como bola de neve e a gente acaba
se dispersando).

E por falar no Sérgio Taborda, quero apenas dar um alô e dizer que vou
demorar um pouco para responder a sua mensagem, pois ela é longa, delicada e
o tempo não está me ajudando (nessa semana tive muitos compromissos
acadêmicos).

> Estou sendo sincero. Quer acredites ou não

Eu sempre acreditei na boa fé da maioria dos net-amigos da Ciencialist, até
mesmo aqueles com quem tenho "quebrado o pau". É possível que eu tenha sido
mal interpretado quando afirmei recentemente o seguinte (msg 43184): "essa
desconsideração para com as minhas idéias eu já flagrei inúmeras vezes aqui
na Ciencialist...". O termo "desconsideração" parece-me ter sido pesado
demais, pois o que pretendi dizer era que não havia um interesse por novas
idéias, em especial as nacionais (independentemente de serem minhas ou de
terceiros). Tanto assim é que conclui esse pensamento com as seguintes
palavras: "Ninguém aqui parece querer arcar com o ônus de ter de repensar a
física." E esta sim, parece-me retratar uma grande "verdade", não só aqui na
Ciencialist, mas nos meios acadêmicos do Brasil e do mundo (a
pseudofilosofia paradigmática de Thomas Kuhn apóia-se nessa "verdade").

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 06:58


Amauri,

Creio que você quis dizer que todas as ações são realizadas às custas de energia e não que a energia é gerada, criada, nos processos. A energia do universo é constante, não muda. O que há são transformações de uma forma de energia para outra. E as formas são muitas. Mas, no final, a soma de todas elas é sempre a mesma. Sempre. E esse sempre está ancorado em aspectos da natureza, que determinam a razão pela qual a energia se conserva: as simetrias. Estas características da natureza, as simetrias, dizem quais as coisas que nuncam mudam, quando de uma transformação qualquer; igualmente dizem quais coisas nunca podem acontecer expontâneamente, sem uma ajudinha externa. É isto que determina, impõe e define as leis da natureza, que não mudam com o tempo. Pois as simetrias não mudam. A isotropia e a homogeneidade do espaço são os culpados. Se estas últimas propriedades variassem de ponto para ponto ou para direções diferentes um mesmo corpo teria quantidade de movimento diferente a depender da direção do movimento, um comprimento teria medidas diferentes na mesa do moderador Brudna e na sala de Takata, os ponteiros de seus relógios ocupariam posições diferentes em coordenadas diferentes, e por aí afora. A energia do universo variável seria uma indicação, um aviso, de que estas últimas varinhas de condão invariantes deixariam de ser constantes, o que implicaria em leis da natureza também variáveis, uma para cada dia da semana ou para cada casa. A física seria impossível. Os físicos estariam desempregados, os químicos e todos os cientistas, idem; e eu não teria a satisfação de participar deste fórum, aprendendo tanta coisa bonita com tanta gente inteligente. Então, viva as simetrias da natureza, os deuses regulamentadores do que é possível e do que não é possível, nem que as vaca tussa. Os físicos deveriam bradar: meu salário por uma simetria!
É por causa disso que é impossível o MP. Culpem, pois, as simetrias.

Sds,

Victor.

----- Original Message -----
From: Amauri Jr
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, December 17, 2004 6:57 PM
Subject: Re: [ciencialist] Tudo é energia


Tudo é energia quando se movimenta ou quando as células se reproduzem, mas não é só isso, quando os peixes nadam geram energia e quando se tem a fecundação dos animais se gera energia. Tudo que há no universo é de alguma forma gerador de energia, o sol com sua fusão nuclear é um gerador de energia, um planeta fazendo sua rotação....enfim tudo que há movimento gera energia.

Abraços
Amauri
----- Original Message -----
From: brudna
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, December 16, 2004 6:35 PM
Subject: [ciencialist] Tudo é energia



Fico confuso com o argumento ´Tudo é energia´.

Onde estão os erros? Que conceitos falhos pode ter esse argumento?
Como aproveitar essa oportunidade para ensinar?


Até
Luís Brudna






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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 07:30

Natália,

Se você colocar em uma mesa redonda 5 gênios da física e da química para discutirem o que é energia, no sentido mesmo das verdades essenciais por trás desse intuitivo conceito, você acha que todos darão a mesma resposta, embora todos concordem com a conservação dela?
Uma boa experiência, com estudantes do nível médio, acho, é dar-lhes uma tarefa: estudarem o conceito de energia, usando diversas fontes, mas que eles estudem em separado. Depois, juntá-los numa espécie de seminário e pedir-lhes explanarem o que cada um entendeu.
Se eu ainda labutasse na área," juro" que faria algo assim.
Quem sabe, com os jovens, vazios de conceitos batidos e dogmas, não pudéssemos aprender algo mais, a respeito.

Sds,

Victor.

----- Original Message -----
From: Maria Natália
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, December 17, 2004 1:24 AM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia



Homero:
E o químico dirá que mesmo aquela cadeira parada, em repouso
elativo, tem energia. Energia interna, energia potencial química e
energia das oscilações, ligações, vibrações, rotacões moléculares.
Um astrofísico falará da energia do vácuo e por aí fora.
É como o orientador de estágio pegar num sapato que coloca em cima
de secretária do estagiário dizendo: e agora com base neste sapato
faça a planificação para aula de química nível 11º ano. Difícil será
introduzir em programa existente, mas faz-se.
E aquele sapato tem tudo e até aula de português permite fazer.
A energia assim falada permite tudo o que a creatividade do
professor quiser.
Definição de energia dá tanta raiva como a definição de força. É que
se necessita do conceito bem esclarecido. Só na universidade se
entende tais definições.
Energia é assim uma expressão em verso de poeta.

Energia é tudo:
Está contigo
foge com a bola
Cavalga no som
no grão de trigo
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dá cabo da tola
De físico bombom*

Um abraço
Maria Natália
* físico muita BOM

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
escreveu
> Olá
>
> O problema é a definição de energia. Em geral, uma confusão com os
diversos sentidos do termo energia causa problemas ou permite frases
de alto impacto como essa "tudo é energia", embora vazia de
significado..:-) Como na famosa "navegar é preciso, viver não é
preciso" onde os diversos sentidos de precisão podem criar diversas
interpretações do poema.
>
> A energia de uma bateria, a energia de um corpo em movimento, a
energia produzida pela usina hidroelétrica, nada tem a ver com a
energia de um espetáculo de teatro, acordar se sentidno "enérgico",
ou a palestra enérgica do professor de filosofia.
>
> Se usarmos um conceito estrito para o termo energia (strictu
senso) acho que fica mais fácil analisar a frase "tudo é energia".
Primeiro, a capacidade de produzir trabalho é energia. Se produz
trabalho, cabe o uso do termo, se não produz, não cabe. Assim,
eletricidade é energia, mas uma palestra ou mesmo um elemento
químico não são.
>
> Mesmo agora que sabemos que E=mc2, isso não significa que podemos
abandonar os conceitos e definições e considerar "tudo" a mesma
coisa..:-) Tudo o que, cara-pálid, eu perguntaria ao autor..:-) O
fato de que é possível convertar algo em outra coisa não torna as
duas uma só.
>
> Acho que o problema da frase "tudo é energia" é mesmo as
decorrencias da mesma: e daí? O que o autor ou quem a apresenta quer
dizer com isso, quais as implicações decorrentes, caso se aceite
como verdade a afirmação? Tudo é energia ENTÃO podemos nos comunicar
telepaticamente? Tudo é energia, ENTÃO a homeopatia, usando o "tudo"
e a energia, funciona? Ou apenas tudo é energia, e sabemos como
relacionar a matéria e a energia em uma equação matematica correta
(e, como tudo que existe neste universo é matéria ou energia, esse é
um saber consideravel..:-)?
>
> Tudo é energia em geral é uma afirmação-escapatória, usada
esotericametne na falta de evidencias ou argumentos confiáveis..:-)
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
> ----- Original Message -----
> From: brudna
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, December 16, 2004 6:35 PM
> Subject: [ciencialist] Tudo é energia
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>
>
> Fico confuso com o argumento ´Tudo é energia´.
>
> Onde estão os erros? Que conceitos falhos pode ter esse
argumento?
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Gravidade
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 08:19

O Fran de Aquino é brasileiro e é ligado, como Professor, à Universidade informada abaixo. Acho que é maranhense também. Suas teorias são bastante questionáveis, embora bem embasadas matematicamente, via formalismo hamiltoniano. Ele estabelece a inercia dos corpos em termos de efeitos gravitacionais e da influência eletromagnética, postulando que massa inercial e massa gravitacional são diferentes, devido aos efeitos eletromgnéticos, não levados em consideração quando de suas medidas. A partir de uma expresão relacionando as duas massas, estabele novos conceitos de energia, envolvendo esse novo dado, o E.M. Do bojo de sua teoria, ele deduz a TRG, como caso particular! Encontra também que a massa pode ser negativa, e avança todo um conjunto de idéias baseado nesse "descoberta". A partir daí, o céu é o limite, em termos de imaginação. Coisas como produzir energia, pular para cima, contra a gravidade, sem esforço externo, revolução de toda a tecnologia, construção de naves que viajem a velocidades inimagináveis sem nem espichar as bochechas, explicação do "fato" de discos voadores estarem aquí e depois lá, a zilhões de anos luz, e outros etecéteras inconcebíveis, dentro de nossa estrutura de conhecimento científico. Certa vez consultei o Daniel Doro Ferrante e ele me disse que as teorias de Fran de Aquino não gozam de credibilidade junto aos pesquisadores dessas áreas. Particularmente, não aprofundei nada a respeito, por não ter tempo nem ânimo para coisas assim. Apenas fiz uma leitura rápida para sentir o que vem por lá. Por isso, a primeira opinião acima.
Você encontra a teoria completa em seu site.

Sds,

Victor.

----- Original Message -----
From: tipoalgo
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, December 17, 2004 6:45 AM
Subject: [ciencialist] Gravidade



Bom dia a todos,

Alguém poderia esclarecer se o professor Fran de Aquino é realmente
brasileiro?
A pergunta é porque ele na Internet ele é quase todo inglês!

E o que dizer de suas pesquisas?
Um brasileiro já domina a gravidade e poucos se aperceberam?

Algum mestre aqui da c_list poderia fazer um convite para ele nos
brindar com os seus conhecimentos?

Mais informações em:

http://users.elo.com.br/~deaquino//

(em algo em português)
http://users.elo.com.br/~deaquino//PORT.htm

"· Born: October 1, 1950 · Place of birth: Brazil · Residence: São
Luís - MA, Brazil
· Affiliation: Physics Department, Maranhão State University, São
Luís - MA, Brazil"


Abraços a todos

Tipoalgo





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 08:20

Caros amigos (e amigas),

Sugiro que se faça uma (re)leitura do texto retirado do famoso "The
Feynman Lectures on Physics" disponível on-line no endereço:

O que é energia segundo Richard Feynman
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq/material_didatico/textos_interativos_05.htm

Dizer que tudo "É"energia é um engano. Na minha opinião, podemos dizer que
tudo (este tudo se referindo a matéria) POSSUI alguma forma de energia.

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Maria Natália
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, December 17, 2004 1:24 AM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia



Homero:
E o químico dirá que mesmo aquela cadeira parada, em repouso
elativo, tem energia. Energia interna, energia potencial química e
energia das oscilações, ligações, vibrações, rotacões moléculares.
Um astrofísico falará da energia do vácuo e por aí fora.
É como o orientador de estágio pegar num sapato que coloca em cima
de secretária do estagiário dizendo: e agora com base neste sapato
faça a planificação para aula de química nível 11º ano. Difícil será
introduzir em programa existente, mas faz-se.
E aquele sapato tem tudo e até aula de português permite fazer.
A energia assim falada permite tudo o que a creatividade do
professor quiser.
Definição de energia dá tanta raiva como a definição de força. É que
se necessita do conceito bem esclarecido. Só na universidade se
entende tais definições.
Energia é assim uma expressão em verso de poeta.

Energia é tudo:
Está contigo
foge com a bola
Cavalga no som
no grão de trigo
é núcleo desnudo
dá cabo da tola
De físico bombom*

Um abraço
Maria Natália
* físico muita BOM

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
escreveu
> Olá
>
> O problema é a definição de energia. Em geral, uma confusão com os
diversos sentidos do termo energia causa problemas ou permite frases
de alto impacto como essa "tudo é energia", embora vazia de
significado..:-) Como na famosa "navegar é preciso, viver não é
preciso" onde os diversos sentidos de precisão podem criar diversas
interpretações do poema.
>
> A energia de uma bateria, a energia de um corpo em movimento, a
energia produzida pela usina hidroelétrica, nada tem a ver com a
energia de um espetáculo de teatro, acordar se sentidno "enérgico",
ou a palestra enérgica do professor de filosofia.
>
> Se usarmos um conceito estrito para o termo energia (strictu
senso) acho que fica mais fácil analisar a frase "tudo é energia".
Primeiro, a capacidade de produzir trabalho é energia. Se produz
trabalho, cabe o uso do termo, se não produz, não cabe. Assim,
eletricidade é energia, mas uma palestra ou mesmo um elemento
químico não são.
>
> Mesmo agora que sabemos que E=mc2, isso não significa que podemos
abandonar os conceitos e definições e considerar "tudo" a mesma
coisa..:-) Tudo o que, cara-pálid, eu perguntaria ao autor..:-) O
fato de que é possível convertar algo em outra coisa não torna as
duas uma só.
>
> Acho que o problema da frase "tudo é energia" é mesmo as
decorrencias da mesma: e daí? O que o autor ou quem a apresenta quer
dizer com isso, quais as implicações decorrentes, caso se aceite
como verdade a afirmação? Tudo é energia ENTÃO podemos nos comunicar
telepaticamente? Tudo é energia, ENTÃO a homeopatia, usando o "tudo"
e a energia, funciona? Ou apenas tudo é energia, e sabemos como
relacionar a matéria e a energia em uma equação matematica correta
(e, como tudo que existe neste universo é matéria ou energia, esse é
um saber consideravel..:-)?
>
> Tudo é energia em geral é uma afirmação-escapatória, usada
esotericametne na falta de evidencias ou argumentos confiáveis..:-)
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
> ----- Original Message -----
> From: brudna
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, December 16, 2004 6:35 PM
> Subject: [ciencialist] Tudo é energia
>
>
>
> Fico confuso com o argumento ´Tudo é energia´.
>
> Onde estão os erros? Que conceitos falhos pode ter esse
argumento?
> Como aproveitar essa oportunidade para ensinar?
>
>
> Até
> Luís Brudna
>
>
>
>
>
>
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>
> Para saber mais visite
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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>
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> a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
>
> b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
>
> c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos
Termos do Serviço do Yahoo!.
>
>
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> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Mais rápido que a luz?
FROM: "Alvaro Augusto - Lunabay" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 10:02

Parece mais uma das célebres confusões entre velocidade de grupo e de
fase... O texto da Agência RBS diz que não houve violação da "casualidade".
O que é isso? Alguém ir trabalhar de terno e gravata na sexta-feira? :-)

[ ]s

Alvaro Augusto



----- Original Message -----
From: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, December 17, 2004 6:15 AM
Subject: [ciencialist] Mais rápido que a luz?




Pessoal não sei se o assunto já foi tratado aqui se já,
digam me onde.
Caso não peço ajuda para entender
------------------------------------
http://www.fisicaju.com.br/fisica/luz.htm

Experimento americano pode ter superado velocidade da luz

Quinta, 20 de julho de 2000, 11h08min

Um grupo de físicos americanos pode ter descoberto uma
velocidade
superior ao que antes se suponha ser a velocidade máxima do
universo -
a velocidade da luz. Durante gerações, os físicos supuseram
que não
havia nada mais veloz do que o movimento da luz no vazio, uma
velocidade de 300 mil quilômetros por segundo. Mas, em uma
experiência da Universidade de Princeton, Nova Jersey (EUA),
físicos
enviaram um raio de luz de laser através de vapor de césio numa
velocidade tão alta que saiu da câmera antes de terminar de
entrar.
Os cientistas dizem que esta foi a demonstração mais convincente
de
que a velocidade da luz pode ser superada, ao menos sob determinadas
circunstâncias em laboratório.
Os resultados serão publicados na edição de amanhã da
revista
Nature. O feito ainda não tem aplicações práticas imediatas,
mas
experimentos similares têm gerado entusiasmo na comunidade
internacional de físicos teóricos e ópticos. A
experiência de
Princeton põe à prova os limites da teoria da relatividade que
Albert
Einstein descobriu no príncipio do século, segundo a qual a
velocidade das partículas de luz no vazio é a única medida
absoluta
do universo. A velocidade de tudo mais seria relativa ao observador.
Nas circunstâncias cotidianas, um objeto não pode viajar numa
velocidade maior do que a da luz. Em possíveis aplicações
práticas, o
experimento poderia contribuir no desenvolvimento de computadores
mais velozes, que transportariam informações em partículas de
luz.

Agência RBS
Relatividade não foi violada
O experimento de Lijun Wang, A. Kuzmich e A. Dogariu, do NEC
Research Institute, publicado na Nature, 406, 277, de 20 jul 2000,
consiste na propagação de um pulso de laser com 3,7 microns de
extensão por uma cápsula de 6 cm contendo átomos de césio
especialmente excitados ao segundo nível, em uma situação
programada
para que o índice de refração esteja mudando rapidamente. Como
um
pulso de curta duração é necessariamente formado por um grande
número
de ondas com freqüências diferentes, o que se mede é a
interferência
das diferentes freqüências componentes do pulso, que mudam de fase
devido à variação do índice de refração. A fase relativa
muda fazendo
que a parte central do pulso se adiante 1,7% de sua extensão. Como
o
início do pulso inicial ocorre antes do centro do pico de
saída, não
há qualquer violação da casualidade. Como a velocidade de fase
da luz
não muda, só a velocidade de grupo do pulso, não há
qualquer violação
da relatividade. O próprio Lijun Wang, líder da equipe
explica: "Falando precisamente, é a velocidade de transferência
da
informação que é limitada pela velocidade da luz no vácuo."
Toda a
informação necessária sobre o pulso está contida em sua
minúscula
borda frontal. Assim que essa parte do pulso entra na câmara, os
átomos especialmente preparados podem começar a reproduzir
outro
pulso idêntico no outro lado da câmara. (27 jul 2000)

Fonte: Departamento de Astronomia do Instituto de Física da UFRGS
------------------------------------------
PERGUNTO:
Da pra ultrapassar c ou não?
Pois o "Falando precisamente, é a velocidade de transferência
da
informação que é limitada pela velocidade da luz no vácuo."
Me deixou
com a pulga atrás da orelha, junto com a pulga do neutrino.







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SUBJECT: eletrofluor
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 10:17

mais uma missão para o Sir Takata! : )

Contato Naeq:
Nome: Giulia
Email: giulia_bc@yahoo.com.br
Mensagem: Gostaria de saber se vocês teriam alguma informação sobre
eletrofluor relacionado à odontologia.Uma amiga,dentista, vai prestar
concurso este domingo(19/12) e não pudemos encontrar nada a respeito.
Provavelmente, o nome do referido em ingles é muito diferente, pois não
encontramos nada em arquivos de revistas odontológicas britânicas e
americanas.
Obrigada,
Giulia

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
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Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)



SUBJECT: Re: Mais rápido que a luz?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 10:22


Rosevena:
´
Ah! João Magueijo? Ya meu. Malta, pessoal e galera falar muito dele
aqui.
Tu já leu?
Então toma e uma vez que as mensagens devem estar a meses luz e dá
trabalho:

http://tinyurl.com/6s5my

http://www.meguimaraes.com/imagensepalavras/arquivo/002838.html
http://frontwheeldrive.com/joao_magueijo.html
http://www-ctp.mit.edu/cosmo/y0001/magueijo_abs.html
http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT656750-1724,00.html
http://www.cvil.wustl.edu/~dawei/life/astronomy.htm

Entretanto tua dúvida seguiu para João
Um abraço
Maria Natália


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rosevena3" <rosevena3@y...>
escreveu
>
> Pessoal não sei se o assunto já foi tratado aqui se já,
> digam me onde.
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>
> Experimento americano pode ter superado velocidade da luz
>
> Quinta, 20 de julho de 2000, 11h08min
>
> Um grupo de físicos americanos pode ter descoberto uma
> velocidade
> superior ao que antes se suponha ser a velocidade máxima do
> universo –
> a velocidade da luz. Durante gerações, os físicos supuseram
> que não
> havia nada mais veloz do que o movimento da luz no vazio, uma
> velocidade de 300 mil quilômetros por segundo. Mas, em uma
> experiência da Universidade de Princeton, Nova Jersey (EUA),
> físicos
> enviaram um raio de luz de laser através de vapor de césio numa
> velocidade tão alta que saiu da câmera antes de terminar de
> entrar.
> Os cientistas dizem que esta foi a demonstração mais convincente
> de
> que a velocidade da luz pode ser superada, ao menos sob
determinadas
> circunstâncias em laboratório.
> Os resultados serão publicados na edição de amanhã da
> revista
> Nature. O feito ainda não tem aplicações práticas imediatas,
> mas
> experimentos similares têm gerado entusiasmo na comunidade
> internacional de físicos teóricos e ópticos. A
> experiência de
> Princeton põe à prova os limites da teoria da relatividade que
> Albert
> Einstein descobriu no príncipio do século, segundo a qual a
> velocidade das partículas de luz no vazio é a única medida
> absoluta
> do universo. A velocidade de tudo mais seria relativa ao
observador.
> Nas circunstâncias cotidianas, um objeto não pode viajar numa
> velocidade maior do que a da luz. Em possíveis aplicações
> práticas, o
> experimento poderia contribuir no desenvolvimento de computadores
> mais velozes, que transportariam informações em partículas de
> luz.
>
> Agência RBS
> Relatividade não foi violada
> O experimento de Lijun Wang, A. Kuzmich e A. Dogariu, do NEC
> Research Institute, publicado na Nature, 406, 277, de 20 jul 2000,
> consiste na propagação de um pulso de laser com 3,7 microns de
> extensão por uma cápsula de 6 cm contendo átomos de césio
> especialmente excitados ao segundo nível, em uma situação
> programada
> para que o índice de refração esteja mudando rapidamente. Como
> um
> pulso de curta duração é necessariamente formado por um grande
> número
> de ondas com freqüências diferentes, o que se mede é a
> interferência
> das diferentes freqüências componentes do pulso, que mudam de fase
> devido à variação do índice de refração. A fase relativa
> muda fazendo
> que a parte central do pulso se adiante 1,7% de sua extensão. Como
> o
> início do pulso inicial ocorre antes do centro do pico de
> saída, não
> há qualquer violação da casualidade. Como a velocidade de fase
> da luz
> não muda, só a velocidade de grupo do pulso, não há
> qualquer violação
> da relatividade. O próprio Lijun Wang, líder da equipe
> explica: "Falando precisamente, é a velocidade de transferência
> da
> informação que é limitada pela velocidade da luz no vácuo."
> Toda a
> informação necessária sobre o pulso está contida em sua
> minúscula
> borda frontal. Assim que essa parte do pulso entra na câmara, os
> átomos especialmente preparados podem começar a reproduzir
> outro
> pulso idêntico no outro lado da câmara. (27 jul 2000)
>
> Fonte: Departamento de Astronomia do Instituto de Física da UFRGS
> ------------------------------------------
> PERGUNTO:
> Da pra ultrapassar c ou não?
> Pois o "Falando precisamente, é a velocidade de transferência
> da
> informação que é limitada pela velocidade da luz no vácuo."
> Me deixou
> com a pulga atrás da orelha, junto com a pulga do neutrino.





SUBJECT: Re: [ciencialist] Mais rápido que a luz?
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 10:27

Álvaro,

Particularmente, não tenho a menor dúvida. Esses buscadores de prêmios e de causas perdidas deveriam desviar as verbas para coisas realmente produtivas, e não "descobrir" milagres que permitam trabalhar com um computador ultra, ultra rápido, antes mesmos que eles sejam construídos!...É nisso que dá violar a causalidade, tão impossível quanto ressuscitar, isso é o que procuram. Há alguns anos, já se publicou coisas assim, de uns holandeses, acho. Um matemático brasileiro, da Unicamp, encampou a idéia, ciscou, petiscou, assumiur os "resultados"experimentais como verdadeiros, empolgou-se com a foto publicada e escreveu um livro com soluções inéditas das eqs. do eletromagnetismo, tudo dentro dos conformes de suas idéias anti-relativísitcas. Algum tempo depois, lí um livro, o segundo volume das conferências sobre o trabalho de David Bohm, onde ele, um dos conferencistas, questionado, reconheceu o erro do tal experimento, e os etcéteras e tal de direito. Há outros exemplos. A TRG sempre resulta incólume, no fim das contas(nos dois sentidos). E veja que o próprio autor da Relatividade disse inúmeras vezes que não considerava sua teoria como definitiva. Das que inventaram até o momento, ela continua sendo a melhor, superior. Ela até poderá ser revista e complementada. Mas não acredito, de maneira nenhuma que um dia, no passado, eu venha namorar a minha mãe. Credo!, eu filho de mim mesmo?, putz!

Sds,

Victor.
----- Original Message -----
From: Alvaro Augusto - Lunabay
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, December 17, 2004 10:02 AM
Subject: Re: [ciencialist] Mais rápido que a luz?


Parece mais uma das célebres confusões entre velocidade de grupo e de
fase... O texto da Agência RBS diz que não houve violação da "casualidade".
O que é isso? Alguém ir trabalhar de terno e gravata na sexta-feira? :-)

[ ]s

Alvaro Augusto



----- Original Message -----
From: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, December 17, 2004 6:15 AM
Subject: [ciencialist] Mais rápido que a luz?




Pessoal não sei se o assunto já foi tratado aqui se já,
digam me onde.
Caso não peço ajuda para entender
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http://www.fisicaju.com.br/fisica/luz.htm

Experimento americano pode ter superado velocidade da luz

Quinta, 20 de julho de 2000, 11h08min

Um grupo de físicos americanos pode ter descoberto uma
velocidade
superior ao que antes se suponha ser a velocidade máxima do
universo -
a velocidade da luz. Durante gerações, os físicos supuseram
que não
havia nada mais veloz do que o movimento da luz no vazio, uma
velocidade de 300 mil quilômetros por segundo. Mas, em uma
experiência da Universidade de Princeton, Nova Jersey (EUA),
físicos
enviaram um raio de luz de laser através de vapor de césio numa
velocidade tão alta que saiu da câmera antes de terminar de
entrar.
Os cientistas dizem que esta foi a demonstração mais convincente
de
que a velocidade da luz pode ser superada, ao menos sob determinadas
circunstâncias em laboratório.
Os resultados serão publicados na edição de amanhã da
revista
Nature. O feito ainda não tem aplicações práticas imediatas,
mas
experimentos similares têm gerado entusiasmo na comunidade
internacional de físicos teóricos e ópticos. A
experiência de
Princeton põe à prova os limites da teoria da relatividade que
Albert
Einstein descobriu no príncipio do século, segundo a qual a
velocidade das partículas de luz no vazio é a única medida
absoluta
do universo. A velocidade de tudo mais seria relativa ao observador.
Nas circunstâncias cotidianas, um objeto não pode viajar numa
velocidade maior do que a da luz. Em possíveis aplicações
práticas, o
experimento poderia contribuir no desenvolvimento de computadores
mais velozes, que transportariam informações em partículas de
luz.

Agência RBS
Relatividade não foi violada
O experimento de Lijun Wang, A. Kuzmich e A. Dogariu, do NEC
Research Institute, publicado na Nature, 406, 277, de 20 jul 2000,
consiste na propagação de um pulso de laser com 3,7 microns de
extensão por uma cápsula de 6 cm contendo átomos de césio
especialmente excitados ao segundo nível, em uma situação
programada
para que o índice de refração esteja mudando rapidamente. Como
um
pulso de curta duração é necessariamente formado por um grande
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interferência
das diferentes freqüências componentes do pulso, que mudam de fase
devido à variação do índice de refração. A fase relativa
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que a parte central do pulso se adiante 1,7% de sua extensão. Como
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início do pulso inicial ocorre antes do centro do pico de
saída, não
há qualquer violação da casualidade. Como a velocidade de fase
da luz
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qualquer violação
da relatividade. O próprio Lijun Wang, líder da equipe
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informação necessária sobre o pulso está contida em sua
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borda frontal. Assim que essa parte do pulso entra na câmara, os
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Fonte: Departamento de Astronomia do Instituto de Física da UFRGS
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Checked by AVG anti-virus system (http://www.grisoft.com).
Version: 6.0.817 / Virus Database: 555 - Release Date: 15/12/04

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: ICR, Institute for CREATION Research, (Física para cristãos?)
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 10:29


Será?
Isto me veio para às mãos:
http://www.icr.org/pubs/btg-a/btg-174a.htm
Analisemos pois.

bom fds
Maria Natália






SUBJECT: Professores de Física pra malhação, JÁ!
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 10:31


Acho que chegou a hora de estarmos todos a pé pra curtir malhação.
Já se preparou? Ele tá aí:
http://www.physics2005.org/
E quem não malha não é bom físico
Maria Natália, malhando já






SUBJECT: Ação e ReAção
FROM: marcelo ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: emailferrari@yahoo.com.br
DATE: 17/12/2004 11:04

Se eu jogo uma bola contra a parede, ela vai e volta, ação e reação.
A pergunta é: onde termina a ação e começa a reação?



__________________________________________________
Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
http://br.download.yahoo.com/messenger/

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 11:21

De R. Takata:

[ ... ] quantitativas) entre esses outros aspectos e a energia. Por exemplo, a
famosa formula einsteniana: E = m.c^2. (Claro q. ainda existira' a
discussao de se essa relacao significa identidadade. Por exemplo,
podemos ter uma relacao US$ 1 = R$ 2,70 - o q. nao significa q. dolar
e real sejam identicos, sejam a mesma coisa, [ ... ]

Será melhor escrever assim:

1 US$ (a unidade sempre depois do número de medida) = 2,70 (fator de proporcionalidade, adimensional) x 1 R$

generalizando: US$ = 2,70.R$ , comparando grandezas de mesma espécie (monetárias). A grandeza monetária US$ é 2,70 vezes maior que a grandeza monetária R$. Aliás, 'toda grandeza US' é maior que a correspondente 'grandeza Br', veja-se, por exemplo:

1 " = 2,54 x 1 cm

[e não se escreve: "1 = 2,54 . cm1];

o próprio US está mais alto que o Br, basta ver o mapa mundi, o US está lá em cima e nós aqui em baixo.
Tenho dito e uma moeda de 1 real,

[o 'dito' é um objeto?]

[]'

Léo


SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 11:38

De: "Oraculo"
[ ... ]
Se usarmos um conceito estrito para o termo energia (strictu senso) acho que fica mais fácil analisar a frase "tudo é energia". Primeiro, a capacidade de produzir trabalho é energia. Se produz trabalho, cabe o uso do termo, se não produz, não cabe. Assim, eletricidade é energia, mas uma palestra ou mesmo um elemento químico não são.

Léo: Trabalho é grandeza inerentemente associada à força; sempre será "trabalho de uma força"; logo, "tudo é força"?
Por outro lado (tudo tem lado, até as ilhas, 'um monte de terra cercada de água por todos os lados', como dizia minha fessora de geografia --- e até hoje procuro onde está a água do 'lado de baixo e do lado de cima da ilha") ELETRICIDADE não é nada senão o nome dado a um conjunto de fenômenos (como óptica, acústica etc.). Um Curso de Eletricidade, um Curso de Óptica, "Eletricidade - Volume 3" ... fazem sentido. Mas, não queira tratar a 'eletricidade' como grandeza física e muito menos titula-la de energia; a eletricidade não corre pelos fios, a eletricidade não sai do gerador e vai para a lâmpada, a eletricidade não se gasta ao passar pela lâmpada, a eletricidade não retorna ao gerador, do mesmo modo como as ópticas não saem das lanternas e vão bater nas paredes!

> "Tudo é energia, em geral, é uma afirmação-escapatória, usada esotericametne na falta de evidencias ou argumentos confiáveis..:-)"

'O mero' fato de usar a palavra 'tudo' já nos transporta para as pseudociências.

[]'

o mero Léo,




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Mais rápido que a luz?
FROM: "Alvaro Augusto - Lunabay" <alvaro@lunabay.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 12:18

Não conheço o trabalho de Mr McQueijo em detalhes, mas me parece que ele não
invalida a relatividade especial. O que ele diz é a luz pode ter sido mais
rápida no passado, e que estaria ficando mais "cansada" a cada dia que
passa. Isso não invalidade a hipótese da invariância da luz. Notem, essa
hipótese diz apenas que a velocidade da luz deve ser a mesma em todos os
referenciais, não que deva ser constante no tempo. A velocidade pode mudar
ao longo do tempo, desde que o faça em todos lugares ao mesmo tempo. Agora,
qual mecanismo assegura que isso aconteça em todos os lugares ao mesmo
termpo? Sei lá! Deve ser o mesmo mecanismo que assegura que a velocidade da
luz é um invariante!!!

Aqui desse lado do Atlântico nós também temos muita gente querendo ocupar o
lugar de Einstein, mostrando que ele estava errado. Esse é o verdadeiro
graal da física. Dizem que o graal é a busca pela unificação, mas não é. A
unificação é uma tentativa de mostrar que Einstein estava certo, enquanto
mostrar que Einstein estava errado conferiria o verdaderio prêmio de 100
milhões de dólares, mais a garantia de ter o nome inscrito na eternidade, ou
talvez além dela...

[ ]s

Alvaro Augusto



----- Original Message -----
From: "Maria Natália" <grasdic@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, December 17, 2004 10:22 AM
Subject: [ciencialist] Re: Mais rápido que a luz?




Rosevena:
´
Ah! João Magueijo? Ya meu. Malta, pessoal e galera falar muito dele
aqui.
Tu já leu?
Então toma e uma vez que as mensagens devem estar a meses luz e dá
trabalho:

http://tinyurl.com/6s5my

http://www.meguimaraes.com/imagensepalavras/arquivo/002838.html
http://frontwheeldrive.com/joao_magueijo.html
http://www-ctp.mit.edu/cosmo/y0001/magueijo_abs.html
http://revistagalileu.globo.com/Galileu/0,6993,ECT656750-1724,00.html
http://www.cvil.wustl.edu/~dawei/life/astronomy.htm

Entretanto tua dúvida seguiu para João
Um abraço
Maria Natália


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rosevena3" <rosevena3@y...>
escreveu
>
> Pessoal não sei se o assunto já foi tratado aqui se já,
> digam me onde.
> Caso não peço ajuda para entender
> ------------------------------------
> http://www.fisicaju.com.br/fisica/luz.htm
>
> Experimento americano pode ter superado velocidade da luz
>
> Quinta, 20 de julho de 2000, 11h08min
>
> Um grupo de físicos americanos pode ter descoberto uma
> velocidade
> superior ao que antes se suponha ser a velocidade máxima do
> universo -
> a velocidade da luz. Durante gerações, os físicos supuseram
> que não
> havia nada mais veloz do que o movimento da luz no vazio, uma
> velocidade de 300 mil quilômetros por segundo. Mas, em uma
> experiência da Universidade de Princeton, Nova Jersey (EUA),
> físicos
> enviaram um raio de luz de laser através de vapor de césio numa
> velocidade tão alta que saiu da câmera antes de terminar de
> entrar.
> Os cientistas dizem que esta foi a demonstração mais convincente
> de
> que a velocidade da luz pode ser superada, ao menos sob
determinadas
> circunstâncias em laboratório.
> Os resultados serão publicados na edição de amanhã da
> revista
> Nature. O feito ainda não tem aplicações práticas imediatas,
> mas
> experimentos similares têm gerado entusiasmo na comunidade
> internacional de físicos teóricos e ópticos. A
> experiência de
> Princeton põe à prova os limites da teoria da relatividade que
> Albert
> Einstein descobriu no príncipio do século, segundo a qual a
> velocidade das partículas de luz no vazio é a única medida
> absoluta
> do universo. A velocidade de tudo mais seria relativa ao
observador.
> Nas circunstâncias cotidianas, um objeto não pode viajar numa
> velocidade maior do que a da luz. Em possíveis aplicações
> práticas, o
> experimento poderia contribuir no desenvolvimento de computadores
> mais velozes, que transportariam informações em partículas de
> luz.
>
> Agência RBS
> Relatividade não foi violada
> O experimento de Lijun Wang, A. Kuzmich e A. Dogariu, do NEC
> Research Institute, publicado na Nature, 406, 277, de 20 jul 2000,
> consiste na propagação de um pulso de laser com 3,7 microns de
> extensão por uma cápsula de 6 cm contendo átomos de césio
> especialmente excitados ao segundo nível, em uma situação
> programada
> para que o índice de refração esteja mudando rapidamente. Como
> um
> pulso de curta duração é necessariamente formado por um grande
> número
> de ondas com freqüências diferentes, o que se mede é a
> interferência
> das diferentes freqüências componentes do pulso, que mudam de fase
> devido à variação do índice de refração. A fase relativa
> muda fazendo
> que a parte central do pulso se adiante 1,7% de sua extensão. Como
> o
> início do pulso inicial ocorre antes do centro do pico de
> saída, não
> há qualquer violação da casualidade. Como a velocidade de fase
> da luz
> não muda, só a velocidade de grupo do pulso, não há
> qualquer violação
> da relatividade. O próprio Lijun Wang, líder da equipe
> explica: "Falando precisamente, é a velocidade de transferência
> da
> informação que é limitada pela velocidade da luz no vácuo."
> Toda a
> informação necessária sobre o pulso está contida em sua
> minúscula
> borda frontal. Assim que essa parte do pulso entra na câmara, os
> átomos especialmente preparados podem começar a reproduzir
> outro
> pulso idêntico no outro lado da câmara. (27 jul 2000)
>
> Fonte: Departamento de Astronomia do Instituto de Física da UFRGS
> ------------------------------------------
> PERGUNTO:
> Da pra ultrapassar c ou não?
> Pois o "Falando precisamente, é a velocidade de transferência
> da
> informação que é limitada pela velocidade da luz no vácuo."
> Me deixou
> com a pulga atrás da orelha, junto com a pulga do neutrino.





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Ação e ReAção
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <emailferrari@yahoo.com.br>
DATE: 17/12/2004 12:27

De: "marcelo ferrari"

"Se eu jogo uma bola contra a parede, ela vai e volta, ação e reação.
A pergunta é: onde termina a ação e começa a reação?"

A descrição completa do fenômeno implica na teoria dos choques mecânicos, parcialmente elásticos, com 0 < e < 1 (e=coeficiente de restituição).
Chamemos de ação (A) a força que a bola aplica contra a parede e reação (R) a força que a parede aplica contra a bola. Em cada instante, ambas (A e R) têm a mesma intensidade, mesma direção, sentidos opostos e, obviamente, os pontos de aplicações são distintos, um na parede (o da ação) e outro na bola (o da reação).
No instante zero, onde se inicia o choque, o par é nulo, a pressão no interior da bola é PB, a tensão elástica da câmara é TE, a pressão atmosférica é Pat e a temperatura ambiente (igual à do ar da bola, no início) é TA.
Iniciado o choque a pequena A deforma imperceptivelmente a parede e a pequena R deforma a bola, achatando-a, comprimindo o ar, aumentando PB, aumentando TE, aumentando TA interno ... e diminuindo a velocidade do CM da bola. Quando essa velocidade do CM se anula, a A (logo R) é máxima e começa a fase de recuperação da forma da bola. Vale a pena ver tudo isso em fotos estroboscópicas.
E assim a coisa evolui até novamente A (e R) se anularem (fim do choque), bola adquirir velocidade de afastamento menor que aquela de aproximação, ar no interior da bola mais 'quente', etc. Parte da perda de energia cinética é convertida em som.
Galvanômetros balísticos podem medir o tempo de interação bola-parede e assim nos dá a conhecer quanto tempo dura a existência do par ação/reação.
Não tem sentido a pergunta "onde termina a ação e começa a reação", uma vez que são interações simultâneas; as duas começam e terminam juntas, como se pode constatar pelo relato acima.
Por outro lado, é preciso muito cuidado com a redação científica. A frase inicial ["Se eu jogo uma bola contra a parede, ela vai e volta, ação e reação.], por exemplo, pode dar falsa interpretação ao leitor se ele associar "vai" com "ação" e "volta" com "reação".
Se a bola 'grudasse' na parede, ou simplesmente caísse ao chão (bola mucha jogada na parede) --- (eliminando a 'volta') ---, ainda assim existiriam "ação e reação".
Tais tipos de frases sempre levam à má interpretação, veja essa: Um barquinho bateu num transatlântico e afundou --- mas, se ação e reação sempre são iguais, por que o transatlântico tb não afundou?

[]'
Léo





SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: "Oraculo" <oraculo@atibaia.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 13:20

Olá Leo

Recebi e registrado..:-) Obrigado pela correção, vou modificar os exemplos para os próximos embates com o "tudo é energia" (sempre recorrente..:-). Realmente, usei eletricidade de forma um tanto equivocada neste caso, um modo leigo de tratar da coitada. Espero que o sentido geral tenha ficado claro, pelo menos..:-)

Um abraço.

Homero

----- Original Message -----
From: Luiz Ferraz Netto
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, December 17, 2004 11:38 AM
Subject: Re: [ciencialist] Tudo é energia


De: "Oraculo"
[ ... ]
Se usarmos um conceito estrito para o termo energia (strictu senso) acho que fica mais fácil analisar a frase "tudo é energia". Primeiro, a capacidade de produzir trabalho é energia. Se produz trabalho, cabe o uso do termo, se não produz, não cabe. Assim, eletricidade é energia, mas uma palestra ou mesmo um elemento químico não são.

Léo: Trabalho é grandeza inerentemente associada à força; sempre será "trabalho de uma força"; logo, "tudo é força"?
Por outro lado (tudo tem lado, até as ilhas, 'um monte de terra cercada de água por todos os lados', como dizia minha fessora de geografia --- e até hoje procuro onde está a água do 'lado de baixo e do lado de cima da ilha") ELETRICIDADE não é nada senão o nome dado a um conjunto de fenômenos (como óptica, acústica etc.). Um Curso de Eletricidade, um Curso de Óptica, "Eletricidade - Volume 3" ... fazem sentido. Mas, não queira tratar a 'eletricidade' como grandeza física e muito menos titula-la de energia; a eletricidade não corre pelos fios, a eletricidade não sai do gerador e vai para a lâmpada, a eletricidade não se gasta ao passar pela lâmpada, a eletricidade não retorna ao gerador, do mesmo modo como as ópticas não saem das lanternas e vão bater nas paredes!

> "Tudo é energia, em geral, é uma afirmação-escapatória, usada esotericametne na falta de evidencias ou argumentos confiáveis..:-)"

'O mero' fato de usar a palavra 'tudo' já nos transporta para as pseudociências.

[]'

o mero Léo,




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SUBJECT: Re: Ação e ReAção
FROM: marcelo ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: yhoo/grp <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 14:55

"Se eu jogo uma bola contra a parede, ela vai e volta, ação e reação.
A pergunta é: onde termina a ação e começa a reação?"


Luiz, grato pela explicação. Explicou até mais do que eu esperava. Porém, para entender melhor o que estou querendo entender, preciso investigar mais alguns dos pontos que colocou. Se puder continuar me ajudando, agradeço.

LUIZ >>> Chamemos de ação (A) a força que a bola aplica contra a parede e reação (R) a força que a parede aplica contra a bola. Em cada instante, ambas (A e R) têm a mesma intensidade, mesma direção, sentidos opostos.

Então, o que diferencia A de R é apenas o sentido? Ou seja, a ação termina no ponto onde ela muda de sentido, é isto?

LUIZ >>> e, obviamente, os pontos de aplicações são distintos, um na parede (o da ação) e outro na bola (o da reação).

Vc poderia me explicar o que significa "ponto de aplicação"?

LUIZ >>> No instante zero, onde se inicia o choque, o par é nulo.

Interressante, neste instante nulo, o que existe? Existe força? Movimento? Algo?

LUIZ >>> Não tem sentido a pergunta "onde termina a ação e começa a reação", uma vez que são interações simultâneas; as duas começam e terminam juntas, como se pode constatar pelo relato acima.

Entendo, mas se A e R são distintos e subsequentes, então existem um fim em A para que comece R. A pregunta é sobre este fim. Faz sentido?

LUIZ >>> Por outro lado, é preciso muito cuidado com a redação científica. A frase inicial ["Se eu jogo uma bola contra a parede, ela vai e volta, ação e reação.], por exemplo, pode dar falsa interpretação ao leitor se ele associar "vai" com "ação" e "volta" com "reação".

Estou partindo esta associação, pois é uma maneira de materializar e visualizar a lei. Entendo a o que vc quer dizer, mas creio que neste caso, a vizualização ajuda.


Marcelo Ferrari.




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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Mais rápido que a luz?
FROM: "dfahlb" <dfahlb@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 15:00


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "rosevena3" <rosevena3@y...>
escreveu
>
> Pessoal não sei se o assunto já foi tratado aqui se já,
> digam me onde.
> Caso não peço ajuda para entender
> ------------------------------------
> http://www.fisicaju.com.br/fisica/luz.htm

Olá Rosevena3,

Antes de mais nada, existem teorias em que se supõe que conforme o
Universo fica "mais velho" o valor das constantes poderiam mudar (sei
que soa engraçado "constantes variando no tempo" :o) ). Ainda que
possam parecer estranhas, tais teorias tem sido bastante trabalhadas
mas no entanto são ainda novas e, como toda teoria nova, se
confirmada nos testes iniciais iriam passar por uma série de
desenvolvimentos ainda.

Foi mais ou menos isso (sobre a velocidade da luz variar no tempo)
que Alvaro Augusto - Lunabay disse em
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/43260 . Não me
lembro agora quem foi o primeiro a propor que as constantes da
Natureza poderiam mudar conforme o Universo fosse evoluindo. De
qualquer forma, os que tenho ouvido falar sobre dizem sempre como o
Alvaro disse "Notem, essa hipótese [da Relatividade de Einstein]diz
apenas que a velocidade da luz deve ser a mesma em todos os
referenciais, não que deva ser constante no tempo."

Entretando me chamou a atenção em alguns pontos do artigo que você
enviou, vamos a ele:

" durante gerações, os físicos supuseram
que não havia nada mais veloz do que o movimento da luz no
vazioDurante gerações, os físicos supuseram que não havia nada mais
veloz do que o movimento da luz NO VAZIO [grifo meu][...]"

Mais para frente diz que " físicos enviaram um raio de luz de laser
através de vapor de césio"

Espere aí!!! É sabido que a velocidade da luz muda quando muda de
meio (refração) e a conjectura inicial era no vazio. Se a velocidade
da luz não é a maior em alguns determinados meios teria a ver com a
interação da luz com a matéria. Uma coisa é a velocidade da luz no
vazio e outra é interagindo com a matéria.

Ou seja, como a luz interage com cargas se você a fizer passar num
meio com muitas cargas, ela terá sua velocidade diminuída. Partículas
que, nesse mesmo meio, interajam pouco, podem ir mais rápido que a
velocidade da luz. E existem tais partículas! Um exemplo são os
neutrinos. Os neutrinos são partículas de massa bem pequena, tão
pequena que um elétron teria a massa de mais de 170 mil neutrinos! O
spin do neutrino é meio (é um férmion, portanto).

Entretanto, a seção de choque do neutrino é bem pequena (interage
pouco com a matéria). Tão pequena que teria-se uma probabilidade bem
alta de eles atravessarem a Terra inteira!!! A luz obviamente não
conseguiria tal feita.

Então, você teria nitidamente, meios opacos à luz e transparentes aos
neutrinos. E outros meios no qual a velocidade da luz seria não-nula
mas menor que as dos neutrinos, tendo isso a ver com a interação
entre a luz com a matéria e os neutrinos com a matéria.

Entretanto, no vácuo, a velocidade da luz é a maior.

Voltando ao artigo que você enviou:

" Relatividade não foi violada "

Os próprios experimentais dizem isso. Experiências outras sobre
velocidades superluminais já foram feitas. Por exemplo:
http://www.nature.com/cgi-taf/DynaPage.taf?
file=/nature/journal/v429/n6987/full/nature02586_fs.html

http://www.nature.com/dynasearch/app/dynasearch.taf

etc.







SUBJECT: Re: Mais rápido que a luz? rosevena3
FROM: "dfahlb" <dfahlb@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 15:03


Re: Mais rápido que a luz?

--- Em ciencialist@y..., "rosevena3" <rosevena3@y...>
escreveu
>
> Pessoal não sei se o assunto já foi tratado aqui se já,
> digam me onde.
> Caso não peço ajuda para entender
> ------------------------------------
> http://www.fisicaju.com.br/fisica/luz.htm

Olá Rosevena3,

Antes de mais nada, existem teorias em que se supõe que conforme o
Universo fica "mais velho" o valor das constantes poderiam mudar (sei
que soa engraçado "constantes variando no tempo" :o) ). Ainda que
possam parecer estranhas, tais teorias tem sido bastante trabalhadas
mas no entanto são ainda novas e, como toda teoria nova, se
confirmada nos testes iniciais iriam passar por uma série de
desenvolvimentos ainda.

Foi mais ou menos isso (sobre a velocidade da luz variar no tempo)
que Alvaro Augusto - Lunabay disse em
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/43260 . Não me
lembro agora quem foi o primeiro a propor que as constantes da
Natureza poderiam mudar conforme o Universo fosse evoluindo. De
qualquer forma, os que tenho ouvido falar sobre dizem sempre como o
Alvaro disse "Notem, essa hipótese [da Relatividade de Einstein]diz
apenas que a velocidade da luz deve ser a mesma em todos os
referenciais, não que deva ser constante no tempo."

Entretando me chamou a atenção em alguns pontos do artigo que você
enviou, vamos a ele:

" durante gerações, os físicos supuseram
que não havia nada mais veloz do que o movimento da luz no
vazioDurante gerações, os físicos supuseram que não havia nada mais
veloz do que o movimento da luz NO VAZIO [grifo meu][...]"

Mais para frente diz que " físicos enviaram um raio de luz de laser
através de vapor de césio"

Espere aí!!! É sabido que a velocidade da luz muda quando muda de
meio (refração) e a conjectura inicial era no vazio. Se a velocidade
da luz não é a maior em alguns determinados meios teria a ver com a
interação da luz com a matéria. Uma coisa é a velocidade da luz no
vazio e outra é interagindo com a matéria.

Ou seja, como a luz interage com cargas se você a fizer passar num
meio com muitas cargas, ela terá sua velocidade diminuída. Partículas
que, nesse mesmo meio, interajam pouco, podem ir mais rápido que a
velocidade da luz. E existem tais partículas! Um exemplo são os
neutrinos. Os neutrinos são partículas de massa bem pequena, tão
pequena que um elétron teria a massa de mais de 170 mil neutrinos! O
spin do neutrino é meio (é um férmion, portanto).

Entretanto, a seção de choque do neutrino é bem pequena (interage
pouco com a matéria). Tão pequena que teria-se uma probabilidade bem
alta de eles atravessarem a Terra inteira!!! A luz obviamente não
conseguiria tal feita.

Então, você teria nitidamente, meios opacos à luz e transparentes aos
neutrinos. E outros meios no qual a velocidade da luz seria não-nula
mas menor que as dos neutrinos, tendo isso a ver com a interação
entre a luz com a matéria e os neutrinos com a matéria.

Entretanto, no vácuo, a velocidade da luz é a maior.

Voltando ao artigo que você enviou:

" Relatividade não foi violada "

Os próprios experimentais dizem isso. Experiências outras sobre
velocidades superluminais já foram feitas. Por exemplo:
http://www.nature.com/cgi-taf/DynaPage.taf?
file=/nature/journal/v429/n6987/full/nature02586_fs.html

http://www.nature.com/dynasearch/app/dynasearch.taf

etc.

Até







SUBJECT: Re: Mais rápido que a luz? rosevena3
FROM: "dfahlb" <dfahlb@yahoo.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 15:09


Esqueci-me de dizer sobre os neutrinos em

"Ou seja, como a luz interage com cargas se você a fizer passar num
meio com muitas cargas, ela terá sua velocidade diminuída. Partículas
que, nesse mesmo meio, interajam pouco, podem ir mais rápido que a
velocidade da luz. E existem tais partículas! Um exemplo são os
neutrinos. Os neutrinos são partículas de massa bem pequena, tão
pequena que um elétron teria a massa de mais de 170 mil neutrinos! O
spin do neutrino é meio (é um férmion, portanto)."

que os neutrinos não tem carga. Isso é um dos motivos que ele
interage pouco com a matéria.

até







SUBJECT: Re: Gravidade
FROM: "tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 15:12


Olá a Vitor e a todos,

Obrigado pelo seu retorno.

O professor Fran, como é conhecido (acho que é "Fran" de Francisco),
parece seguir o método científico em todas as suas fases, incluindo
modelos práticos e análise de resultados. O que está faltando então
para o Santo Graal aparecer? Ou será apenas mais um caso de engodo
cientificamente apresentado. Ou será estória para inglês ver, dai o
idioma principal do seu sítio ser em inglês.
Assumo o meu despreparo para julgar o trabalho do professor Fran de
Aquino; tempo até que eu tenho, mas também é só; por isso estou
recorrendo aos mestres da lista. Já vi muitos (em sítios diversos)
irem contra os seus estudos, mas ele não responde a nada. Será que
essa foi a forma que ele encontrou para manter a sua teoria intacta?

Abraços

Tipoalgo






SUBJECT: Física quântica causa interpretações diferentes entre cientistas
FROM: "Cyberlander" <mrcyberlander@i12.com>
TO: <Undisclosed-Recipient:;>
DATE: 17/12/2004 15:56

repassando...

Física quântica causa interpretações diferentes entre cientistas
MARCELO GLEISER


Sem a menor dúvida, o mundo dos átomos é muito diferente do nosso.

As três primeiras décadas do século 20 foram marcadas por uma combinação de debates angustiados e idéias geniais propostas por um grupo de cientistas que incluía Werner Heisenberg, Niels Bohr, Erwin Schrödinger, Max Planck, Albert Einstein, entre muitos outros. A angústia vinha da crise pela qual passava a chamada física clássica, que, apesar de tão eficiente na descrição das coisas que ocorrem à nossa volta, era praticamente inútil para explicar o que ocorria com os átomos.

Pode-se dizer que a revolução quântica, o resultado dessas várias idéias geniais, foi imposta contra a vontade dos físicos, uma revolução provocada pelo desenvolvimento de tecnologias e técnicas de laboratório que permitiram a exploração de toda uma nova realidade física, invisível aos nossos olhos. Esse ponto é muito importante: na história das ciências naturais, a maioria das revoluções foi causada pela descoberta de novas tecnologias e instrumentação.

A revolução quântica, devido à sua excentricidade, causa grandes confusões de interpretação, especialmente quando os seus conceitos são usados fora de contexto. Para explicar os resultados obtidos no laboratório, os pioneiros da física quântica criaram toda uma nova linguagem, apropriada ao que ocorre em sistemas de dimensões atômicas e subatômicas.

Por exemplo, o elétron não é descrito como uma partícula de posição bem determinada no espaço ou como uma onda com uma posição indeterminada no espaço, mas como sendo potencialmente partícula e onda: a realidade física do elétron e de todas as outras partículas de matéria e radiação é determinada pelo ato de observar. Quem determina se o elétron é partícula ou onda é o observador, na medida em que ele interage com o elétron. De fato, antes de o elétron ser medido, ou seja, antes da interação entre o observador e o observado, não se pode nem dizer que o elétron existe. No mundo quântico, entidades só existem quando medidas por um observador (ou melhor, por um aparelho).

É fácil ver como a dualidade partícula-onda pode ser distorcida fora de contexto. Por exemplo: "Ah! Então, sem observadores, a realidade não existe. Mais ainda, como a realidade é definida pelo observador por meio do ato de observar, e como o observador carrega consigo a sua própria subjetividade, a essência fundamental da realidade é subjetiva, dependente do observador."

A consequência direta dessa interpretação é pôr o homem no centro do cosmo, ao menos na medida em que somos aqueles que têm consciência do que significa observar: a realidade física passa a ser consequência de nossa existência. Pior ainda: como cada observador define a própria realidade, é impossível termos uma realidade universal. Tudo passa a ser ameno a interpretações, a desconstruções subjetivas do mundo e dos seus significados. A própria ciência se torna vítima do seu sucesso: afinal, se o seu objetivo é descrever a realidade e essa realidade é subjetiva, devem existir tantas ciências quanto há observadores. A ciência se torna inútil.

Outra consequência interessante da má interpretação da física quântica é que ela implica um holismo, uma conexão entre tudo o que existe, entre as nossas mentes e o Universo, desde as suas partículas mais fundamentais até as galáxias mais distantes. Inevitavelmente, esse holismo é visto como uma dimensão espiritual da física, uma redescoberta de ensinamentos antigos, em particular aqueles das religiões orientais.

Mesmo físicos, como Fritjof Capra, caem vítimas dessa tentação. O problema com esses abusos do quantum é usar conceitos aplicáveis a uma realidade que existe em dimensões de bilionésimos de metro a situações do nosso cotidiano, que é completamente removido da realidade quântica. As regras que regem as nossas interpretações do que é um elétron ou de como ele se comporta em um átomo são completamente irrelevantes para explicar como nos relacionamos com o mundo à nossa volta, como o nosso cérebro obtém e registra informação desse mundo ou como decidimos agir em nossas vidas. Elétrons não explicam neurônios ou decisões morais que tomamos no decorrer de nossas vidas.

Para aprender sobre o mundo, é necessário se aproximar dele. A espiritualidade que vejo na ciência está nessa aproximação, no constante processo de desvendar algo de novo sobre a natureza, nesse levantar dos véus. É nessa ressonância que reside o mistério, na agonia da dúvida e no êxtase da descoberta.


" A mais profunda emoção que podemos experimentar é inspirada pelo senso de mistério. Essa é a emoção fundamental que inspira a verdadeira arte e a verdadeira ciência. Quem despreza esse fato e não é mais capaz de se questionar ou de se maravilhar, está mais morto do que vivo, sua visão, comprometida. Foi o senso do mistério, mesmo se misturado com o medo, que gerou a religião.
A existência de algo que não podemos penetrar, a percepção da mais profunda razão e da beleza mais radiante no mundo à nossa volta, que apenas em suas formas mais primitivas são acessíveis às nossas mentes, é esse conhecimento e emoção que constituem a verdadeira religiosidade; nesse sentido e nesse sentido apenas, eu sou profundamente religioso. "

( Albert Einstein )


A ciência tb possui seu sentimento de espiritualidade , só que este reside no mistério a ser revelado e não naquele que deveria permanecer eternamente escondido.

Ao descobrirmos uma nova face da natureza nosso sentimento é similar a aquele que vcs experimentam em sua meditações.


Engana-se quem pensa que a ciência e os cientistas são duros e frios.



[ ]'s

D.C.


CYBERLANDER

Ama a realidade que constróis,
que nem a morte deterá teu voo · ·




[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Mais rápido que a luz? rosevena3
FROM: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 17/12/2004 16:21


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "dfahlb" <dfahlb@y...> escreveu
>

---------------
Ficou claro como a luz.
obrigado






SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: "Amauri Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 18:57

Tudo é energia quando se movimenta ou quando as células se reproduzem, mas não é só isso, quando os peixes nadam geram energia e quando se tem a fecundação dos animais se gera energia. Tudo que há no universo é de alguma forma gerador de energia, o sol com sua fusão nuclear é um gerador de energia, um planeta fazendo sua rotação....enfim tudo que há movimento gera energia.

Abraços
Amauri
----- Original Message -----
From: brudna
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, December 16, 2004 6:35 PM
Subject: [ciencialist] Tudo é energia



Fico confuso com o argumento ´Tudo é energia´.

Onde estão os erros? Que conceitos falhos pode ter esse argumento?
Como aproveitar essa oportunidade para ensinar?


Até
Luís Brudna






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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
FROM: "Amauri Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 19:17

"Sob essa perspectiva nas verdade nada gera energia. No maximo
transforma energia de uma para outra forma."

[A] Qual é a lei da dinâmica mesmo? Eu sempre aprendi que tudo gera energia, uma bola de futebol tem que ter energia para se movimentar, só que esse energia começa gerada no pé do jogador, no ponto inicial. Não importa o que gera energia e sim tudo se dara na geração dessa energia.....

Amauri
----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, December 16, 2004 7:00 PM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Jr"
> Tudo é energia quando se movimenta ou quando as células se
> reproduzem, mas não é só isso, quando os peixes nadam geram energia e
> quando se tem a fecundação dos animais se gera energia. Tudo que há no
> universo é de alguma forma gerador de energia, o sol com sua fusão
> nuclear é um gerador de energia, um planeta fazendo sua
> rotação....enfim tudo que há movimento gera energia.



[]s,

Roberto Takata





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SUBJECT: Um questão de preferência
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 19:18

Qual a opção que vc escolheria para o reajuste do salário mínimo: 290 já em janeiro ou 300 em maio de 2005?

Os números dessa comparação, podem ser verificados nas contas a seguir.

1ª Opção: (290 - 260) x (12 + 1) = 30 x 13 = 390 reais a mais em 2005.

2ª Opção: (300 - 260) x (8 + 1) = 40 x 9 = 360 reais a mais em 2005.

Estamos considerarmos que o próximo SM será corrigido em janeiro de 2006.

Entretanto, se o próximo salário mínimo for reajustado somente em maio de 2006, as contas serão diferentes.

1ª Opção: 30 x (13 + 4) = 30 x 17 = 510

2ª Opção: 40 x (9 + 4) = 40 x 13 = 520.

Verificamos que a melhor opção só poderia ser determinada se soubéssemos em que mês o SM será atualizado em 2006.

Mas a escolha tem de ser definida bem antes disso.
E agora, que opção você prefere?

José Renato M. de Almeida
Salvador - Bahia


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Electrão como um vector
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 17/12/2004 19:32

----- Original Message -----
From: "Sergio M. M. Taborda"
Sent: Thursday, December 16, 2004 8:59 PM
Subject: [ciencialist] Electrão como um vector

> Sim, Alberto esta é para si.

Olá, Sérgio! Ói nóis aqui traveiz ;-)

Atualmente você anda muito sério. Gostava mais do irreverente (no bom
sentido) "garotão" Sérgio (o SMMT) que conheci no news "pt.ciencia.geral" do
ano 2000. :-)) Ou será que fui eu que mudei?!!! :-)

> Eu andei pensando nas hipoteses que vc usa na sua teoria e não chego a
> nenhuma conclusão do pq vc supor que o eletrão pode ser caracterizado
> por um vector.

Antes de prosseguir acredito que seria interessante fazer uma adenda que
poderá ser útil para o entendimento do que se segue. Como não é impossível
que existam outros leitores interessados no assunto, deixarei o sintetismo
de lado, logo perdoe-me se incorrer em aparentes redundâncias.

Não estou tentando caracterizar o elétron apenas por um vetor, mas
também. Ou seja, a hipótese 1 da minha teoria preconiza que o elétron pode
(1) ser caracterizado *matematicamente* por (2) sua posição e por (3) um
vetor. A hipótese 1 está portanto a retratar três realidades relacionadas ao
elétron, quais sejam:

1) O elétron não é apenas isso, ou seja, essa seria apenas a sua realidade
matemática. As quatro hipóteses servem para caracterizar a realidade
físico-matemática do elétron, e creio que aí temos um conjunto de hipóteses
suficientes para que possamos evoluir em direção a um objetivo e sem
acrescentar mais nada que não decorra da experimentação. Digo então que
existe uma realidade matemática (hipótese 1), uma realidade
físico-matemática (o conjunto das quatro hipóteses) e uma realidade de fato.
As quatro hipóteses caracterizam um conjunto fechado e a experimentação
representa um conjunto aberto de conhecimentos a serem progressivamente
acumulados.

2) Esse elétron ocupa uma posição no espaço e está sendo assumido como um
objeto clássico. A hipótese 1 admite a existência de uma estrutura interna e
a hipótese 3 reforça o argumento falando num possível raio matemático --ou
seja, esse elétron não está sendo pensado como puntiforme e/ou sem volume
físico, mas sim como algo a ocupar efetivamente uma região do espaço. Em
outras palavras, o elétron físico não deve ser pensado apenas como sendo o
ponto P e um vetor w aí localizado, essa seria tão somente uma simplificação
de natureza matemática, como inúmeras outras que caracterizam a física
clássica newtoniana. Matematicamente o elétron pode ser pensado como
puntiforme no mesmo sentido que aquele que adotamos para um planeta quando
estudamos a órbita que o mesmo percorre ao redor do Sol.

3) Além da posição, eu estou assumindo que esse elétron está dotado de
características vetoriais. Isso se traduz matematicamente pela sua
representação vetorial, ou seja, como um vetor w. Esse vetor não é um
campo vetorial, mas sim um vetor único e a acompanhar o elétron. Como esse
elétron é clássico, não vejo óbices teóricos a comprometerem o procedimento
adotado. Do contrário sim, eu teria ou de acrescentar alguma hipótese a
caracterizar uma possível e previsível anomalia não clássica e/ou então
deixar a liberdade para que essa anomalia viesse a ser constatada
experimentalmente, sem a necessidade de acrescentar hipóteses "ad hoc".
Chego a comentar alguma coisa a respeito dessa liberdade no primeiro
parágrafo que se segue à apresentação das hipóteses.

Para os que não conhecem as hipóteses da minha teoria, diria que elas estão
sintetizadas em http://ecientificocultural.com/Eletron/eletron22.htm e os
comentários sobre as mesmas no primeiro link a seguir. Vamos então para os
questionamentos.

> Tenho algumas perguntas em relação a isso. A primiera é exactamente Pq um
> vector ?

Vou tentar responder apelando para uma analogia. Sei que você não gosta
muito de analogias, mas desde que não nos apeguemos em demasia nas
similaridades, eu diria que elas têm um elevado valor didático.

Imagine que você está frente a um viscosímetro de Couette. Para o que nos
interessa, esse aparato pode ser pensado como um cilindro maciço girante e
mergulhado no centro de um dado volume de água que está contida em um
recipiente que pode ser pensado como sendo outro cilindro, agora oco e em
repouso (pode ser pensado como uma panela dessas de cozinha). À medida em
que o cilindro central gira, ele transmite seu movimento para as moléculas
de água. Se alguém se interessar por mais detalhes relacionados a essa
analogia, e supondo que esteja habituado ao Cálculo Avançado, sugiro que
consulte o artigo "Similaridades entre Campos de Velocidade e o Campo
Eletromagnético" que está em
http://ecientificocultural.com/Eletron2/flettner1.htm ; para os demais creio
que o que direi a seguir seja suficiente.

Suponha que o seu mundo físico-experimental, ou seja, aquele passível de
experimentação, restrinja-se à água. Ou seja, você não tem acesso ao
cilindro central e nem mesmo tem condições de garantir que ele está girando.
Você está assistindo e/ou mergulhado num campo de velocidades e/ou de
vorticidades, mas não tem como agir diretamente sobre o agente causal
(fonte) desse campo. Será que você poderá garantir que a fonte do campo é um
objeto que gira? Quero crer que sim, mas teríamos que recorrer a outras
teorias clássicas já bem conhecidas. Se o raio do cilindro externo (ou da
panela) tender a infinito, é possível que você consiga, através da
experimentação, relacionar a velocidade vetorial V num ponto qualquer do
fluido à distância vetorial R desse ponto ao centro do cilindro, através de
uma equação vetorial do tipo V = W x R, em que W é um vetor que pode ser
pensado como relacionado ao giro do cilindro, mas nada me garante que o seja
a não ser uma suposição bem firmada em teorias outras. Matematicamente
estamos frente a um vetor W que se traduz numa equação a satisfazer um
efeito físico, mas essa experimentação, por si só, não nos garante dizer que
W representa a velocidade angular do cilindro. Podemos então dizer, sem medo
de errar, que uma das características desse cilindro é que ele pode ser
representado matematicamente por um vetor W estimável experimentalmente.

Mas vamos complicar um pouco mais o que chamei de "mundo
físico-experimental". Suponha que você não sente ou não tenha como medir os
efeitos da água a não ser através de certos corpúsculos, digamos, algumas
bolinhas girantes. Você está, ainda que não saiba, girando num mundo não
inercial, sem equipamentos para constatar essa não inercialidade, e enxerga
a distância um cilindro aparentemente em repouso e que atrai algumas dessas
bolinhas e repele outras, conforme o giro se mostre no sentido horário ou
anti-horário. Esse seria o chamado efeito Magnus e, em dúvida, sugiro que
consulte a introdução do artigo acima indicado (Aviso aos demais
net-navegantes: Para a compreensão dessa introdução não é necessário o
conhecimento de Cálculo). Se as bolinhas forem todas idênticas e de giros
idênticos, você poderá até mesmo relacionar essa força a uma hipotética e
desconhecida velocidade V do meio e/ou a um hipotético vetor W do cilindro,
descrito acima, se bem que neste caso você não consegue "materializar" os
vetore V e W, a não ser através de suposições e/ou da recorrência a
artifícios teorizadores. Ou seja, através de um efeito físico (atração e
repulsão), podemos suspeitar de uma característica do cilindro que pode ser
associada a uma propriedade física que pode ser descrita matematicamente
através de um vetor.

Mais uma complicação: Vamos supor que você não consiga enxergar e nem
determinar o giro das bolinhas. A única coisa que você consegue constatar
fisicamente é que algumas dessas bolinhas são atraídas pelo cilindro, outras
são repelidas e outras não sofrem nenhum efeito (aquelas que não giram,
ainda que você não saiba disso). Você pode avaliar essa força de atração ou
de repulsão através, por exemplo, de uma mola. Percebe então uma dependência
entre o módulo da força e a distância do cilindro central. De duas uma: 1)
Se você for um físico mais adepto da experimentação, você procurará refinar
seus equipamentos, procurando visualizar cada vez mais os efeitos que não
estão se mostrando com os métodos atuais; 2) Se você for um físico mais
adepto da teorização, promoverá algumas viagens ao mundo do desconhecido,
até encontrar uma possível solução. Nada impede que você persiga os dois
métodos, mas existem casos em que a teorização economiza etapas e até mesmo
dinheiro, conquanto não seja isenta de riscos de interpretação (a teorização
faz previsões de maneira a que se possa "observar" um dado efeito de maneira
indireta, e aí sim, entraria a experimentação).

Resumindo: Ao observarmos um campo a se manifestar por forças, a exemplo do
campo eletromagnético, não é impossível que consigamos caracterizar o agente
dessa força como sendo um objeto (ou uma partícula) dotado de uma
propriedade física (que pode ser ou não um giro) que possa ser descrita
matematicamente por um vetor. A hipótese 1 aceita essa idéia e a analogia
acima foi apresentada apenas para demonstrar que não há nenhum absurdo nessa
conduta, ainda que eu não a tenha respondido de maneira totalmente
satisfatória. Creio que para tal precisaria escrever um livro a narrar como
o meu pensamento evoluiu, desde 1983 até 1992. Já pensei nisso, mas é coisa
que farei se, e somente se, a minha teoria chegar a vingar enquanto eu
estiver vivo e com disposição para tal.

Responderei o restante da sua msg oportunamente. Para meu controle, mantive
abaixo esse restante. Tenho a impressão que algumas dessas dúvidas devem ter
se dissipado em virtude do que expus acima. Em particular, lembro que o
"meu" eletron é *um* vetor, e não um vetor campo, ou um campo vetorial. Logo
creio não fazer sentido pensarmos em co-vetor. Quando muito poderemos
discutir se ele é ou não um vetor axial, mas deixo isso para a próxima
mensagem.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.

Abaixo, o restante da msg ainda não respondido:

******** início da citação ************

Aceitando que é um vector, será um vector ou um co-vector ?
Depois vc caracteriza o vector como W(w_x,w_y,w_z) = K w1 , onde w1 é
um vector unitário. Isto significa que podemos reduzir o estudo ao K
que não é um vector. Ora, isto não contraria a propria hipotese ?

Depois, eu suponho que W dependa de x,y,z ou seja que as derivadas
parciais am ordem a estes não sejam nulas. O que por conseguinte
significa que as derivadas de K tb dependem.

Depois, se W é um vector no espaço, ele muda a sua orientação ? Ou
seja, como são as derivadas em ordem ao tempo ?

Outra coisa que não consegui encontrar no seu site é a relação entre o
vector do electrão e a carga do electrão.

Se o electrão A cria um campo de efeitos EA e este é captado por um
electrão B que tem o seu campo EB , qual é o efeito de A em B , ou
seja, o que acontece a B ? Sabemos que cargas opostas se repetem, pelo
que EA aplicado em B deverá cria um força em B que faz o electrão se
afastar F=dp/dt. Como encontrar esta força a partir das definições dos
efeitos electricos e magneticos?

Basicamente, como se relaciona a carga , com os campos de efeitos e
estes dois com as forças repulsão e atracção ?

Outra interrogação é se a teoria so se aplica a electrões e protoes ou
a qq particula com carga , e nesse caso como entram as particulas sem
carga ?

******** final da citação ************



SUBJECT: Re: Ação e Reação - sentido
FROM: marcelo ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: emailferrari@yahoo.com.br
DATE: 18/12/2004 07:16

Recebi várias respostas, de vários lugares diferentes, abstraindo, todas parecem apontar para o mesmo lugar: sentido.

A bolinha está indo assim:

> o > o > o > o > o > o >

ao interagir, ou re-agir com a parede fica assim

< o < o < o < o < o < o <

Se...

Ação = > o > o > o > o > o > o >

e reAção = < o < o < o < o < o < o <

O que muda é apenas o sentido, concordam?

Sendo assim, concluo que uma "determinada" ação temina no limite do seu sentido e a reAção começa no ponto de mudança de sentido.

Faz sentido?

marcelo ferrari



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Ação e Reação - sistema fechado
FROM: marcelo ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: emailferrari@yahoo.com.br
DATE: 18/12/2004 07:23

Imagine um quarto fechado com espelhos por todos os lados, em diferentes angulaçoes, aleatórias. Um ambiente fechado onde cada parede reflita a luz para outra parede e assim por diante. Fazemos um buraco em algum canto qualquer e colocamos ali a ponta de uma canhão de raio lazer e ligamos o canhão.

Perguntas:

1) O facho de luz que sai da ponta do canhão vai retornar ao canhão?
2) Porque?
3) Tem alguma lei cientifica que descreve isto?


grato.
marcelo ferrari



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SUBJECT: Re: [ciencialist] Electrão como um vector
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/12/2004 07:27

----- Original Message -----
From: "Sergio M. M. Taborda"
Sent: Thursday, December 16, 2004 8:59 PM
Subject: [ciencialist] Electrão como um vector
----- 2a PARTE -----

Continuação:

> Aceitando que é um vector, será um vector ou um co-vector?

Estou falando em um vetor único e a ser imaginado como algo que acompanha
uma partícula clássica, e não um campo vetorial. Conseqüentemente não pode
ser um co-vetor no sentido mais geral que se dá ao termo (o covetor não é um
vetor, mas sim um tipo de função vetorial). Poderíamos, quando muito, pensar
se esse vetor elétron teria propriedades matemáticas próprias aos vetores
axiais, tais como o vetor deslocamento angular. Não obstante, isso não faz
parte das hipóteses da teoria, o que não significa dizer que a teoria
despreze esse caráter, mas sim que deixa essa característica como algo a ser
explorado pela experimentação e/ou pela interpretação das experiências já
realizadas e ainda não devidamente explicadas. Explico melhor: Ao avançarmos
no estudo da teoria, no sentido de verificarmos se as hipóteses se coadunam
com a experimentação, certamente ficaremos frente as mesmas evidências
experimentais que levaram os físicos "modernos" a suspeitarem sobre a ainda
mal explicada, a meu ver, natureza quiral do elétron como, por exemplo, a
experiência de Stern Gerlach [Natureza quiral, para os que não sabem,
significa dizer que a imagem no espelho não se sobrepõe ao objeto, da mesma
maneira que a mão direita não se sobrepõe à mão esquerda]. Resumindo em
miúdos, porque eu deveria me antecipar à experimentação assumindo, por
hipótese, que o elétron é um férmion? Quero crer que eu estaria, de maneira
desnecessária, me antecipando à experimentação.

Por outro lado, se ele for de fato um férmion isso não deverá entrar em
conflito com o núcleo da teoria (hipóteses básicas), mesmo porque eu não
precisei dessa hipótese para justificar, numa primeira instância, a gênese
do campo eletromagnético. Ir além das hipóteses necessárias é um erro comum,
via de regra flagrado nos teorizadores novatos e/ou como um artifício a
superproteger uma teoria de falseamentos. [Perdoem-me os leitores leigos em
teoria quântica mas o restante deste parágrafo irá parecer um hieróglifo
para vocês e quiçá dotado de incorreções, pois apesar de não ser um profundo
conhecedor de teoria quântica, bem ou mal consigo "me virar no pedaço" ;-).]
Seria como postular, de maneira "ad hoc", o recurso da comutação ou da
anticomutação e, ao mesmo tempo, assumir a possibilidade de ignorá-los
quando assim nos convier, apelando agora para o primariamente assumido, e
por outros motivos, princípio da complementaridade de Bohr. Afinal, não é
isso o que se faz quando identificamos um elétron a um elemento de volume do
fluido elétrico? Onde estaria a quiralidade desse hipotético elemento de
volume, supondo-se que não tenha sido anulada pelo "decreto da
complementaridade de Bohr"? Bem, deixemos a quântica com os quânticos.

> Depois vc caracteriza o vector como W(w_x,w_y,w_z) = K w1 , onde w1 é
> um vector unitário. Isto significa que podemos reduzir o estudo ao K
> que não é um vector. Ora, isto não contraria a propria hipotese?

Você não leu devidamente a hipótese, ou se leu não entendeu. Em nenhum
momento eu escrevi W(w_x,w_y,w_z) = K w1, mas sim W = (w_x,w_y,w_z) = K w1.
Da maneira como você escreveu tem-se a impressão que W é uma função de
alguma coisa relacionada à posição, logo explica-se a sua dúvida anterior
(covetor). Não, (w_x, w_y e w_z) são as componentes do vetor W, assim como
(x, y, z) são as componentes do vetor de posição r, ou seja, r = (x, y, z).

[Lembro aos demais que tanto eu quanto o Sérgio estamos escrevendo num
editor de texto que não comporta determinados caracteres, logo estou
procurando interpretar o que ele escreveu utilizando-me dos mesmos símbolos
por ele utilizado. Quem quiser observar a expressão correta sugiro que se
dirija à webpage http://ecientificocultural.com/Eletron/eletron22.htm e
examine a hipótese 1.]

> Depois, eu suponho que W dependa de x,y,z ou seja que as derivadas
> parciais am ordem a estes não sejam nulas. O que por conseguinte
> significa que as derivadas de K tb dependem.

Não, W não é um vetor campo, mas um vetor fixo ao elétron. Seu valor é
independente da posição (x, y, z), ainda que tenha um fator dependente de
como a estrutura interna do elétron se orienta no espaço. Não se trata de
uma função contínua no espaço, logo não podemos derivá-la direcionalmente.
Temporalmente sim, mas esse é um problema que poderá ou não surgir quando
nos aprofundarmos no estudo da teoria. Por enquanto não há porque nos
preocuparmos com derivações temporais do vetor W.

> Depois, se W é um vector no espaço, ele muda a sua orientação?

Sim, sempre que a estrutura interna do elétron se reorientar o espaço. Por
exemplo, o elétron aprisionado a um átomo está com seu vetor W sempre
girando, independentemente do fato do W em si já poder representar um giro
de outro nível (nível estrutural).

> Ou seja, como são as derivadas em ordem ao tempo?

Depende do movimento que está sendo considerado. Mas como disse acima, você
está se antecipando e, como que, pretendendo chegar ao epílogo de um romance
sem se dar ao trabalho de ler os seus capítulos. As minhas hipóteses sequer
falam em tempo! Quando muito assumem que o elétron *emite* alguma coisa para
o espaço (hipótese 2), logo deve existir um fluxo dessa alguma coisa, e o
tempo está implícito nessa suposição.

> Outra coisa que não consegui encontrar no seu site é a relação entre o
> vector do electrão e a carga do electrão.

Nem poderia encontrar!!! Você nunca leu o desfecho de minhas mensagens? Se
não leu, exponho aqui, mas também estará abaixo: "um elétron não é uma carga
elétrica coulombiana". O máximo que você poderá procurar no meu trabalho é
saber qual o artifício que eu utilizo para chegar numa carga elétrica
macroscópica partindo de estruturas que não se assemelham em nada a uma
carga elétrica. Seria como que montar um quebra cabeças retangular
utilizando-se de peças de formatos outros. Obviamente o elétron exerce um
efeito sobre outros elétrons, mas isso não significa dizer que ele seja uma
carga elétrica. A menos que você assuma que ele é uma carga de outro tipo,
mas ainda não senti necessidade de criar uma "carga mesquitiana". Chamo-o
apenas por elétron, e você dê a ele o nome que quiser, desde que não o
confunda com uma carga elétrica com características coulombianas (aquelas
que geram um campo elétrico de Coulomb).

> Se o electrão A cria um campo de efeitos EA e este é captado por um
> electrão B que tem o seu campo EB , qual é o efeito de A em B , ou
> seja, o que acontece a B?

Isso está exposto no capítulo 6, e poderá vir a originar um bom debate, mas
creio que ainda é muito cedo para isso. Afinal, noto pelas perguntas que
você ainda não conseguiu digerir nem a hipótese 1! ;-))

Lembro que cada elétron cria dois campos de efeitos (ou seja, no sentido
físico da palavra efeito), e não apenas um (a rigor seriam três, mas um
desses pode ser deixado de lado por ora). Esses dois campos de efeitos
(elétrico ou magnético) estariam contidos num único campo matemático
(vetorial) "A" (equações 6.5). Lembro que a notação que você escolheu (EA e
EB) não é muito boa pelo fato de poder vir a gerar inúmeras confusões.
Parece-me que você utilizou "EA" (ou "EB") para se referir ao campo de um
suposto Elétron a ocupar um ponto A (ou B). Acontece que "A" é a expressão
geral do campo fundamental da minha teoria (e também é a expressão utilizada
para o vetor potencial magnético, que sob muitos aspectos confunde-se com o
meu vetor "A"); "E" é o campo elétrico e "B" é o campo de indução magnética,
esse últimos da teoria de Maxwell. Sei que não será fácil expressarmos aqui
as equações vetoriais, mas é sempre bom chamar a atenção para essa
dificuldade que não é apenas de natureza editorial (edição de texto).

> Sabemos que cargas opostas se repetem, pelo
> que EA aplicado em B deverá cria um força em B que faz o electrão se
> afastar F=dp/dt. Como encontrar esta força a partir das definições dos
> efeitos electricos e magneticos?
> Basicamente, como se relaciona a carga , com os campos de efeitos e
> estes dois com as forças repulsão e atracção ?

Um elétron não é uma carga elétrica, logo não espere sempre por essa
repulsão. A repulsão surgirá ou não dependendo das orientações espaciais do
elétron. Esse assunto começa a ser discutido no capítulo 5, no que diz
respeito ao efeito elétrico. É importante lembrar que existe também um
efeito magnético, mesmo que o elétron esteja em repouso (sem entrar nas
considerações de um possível giro associado ao vetor W, ou seja, seria um
repouso no sentido translacional). Vê-se aí mais uma diferença entre o
elétron e a carga elétrica, pois uma carga elétrica em repouso translacional
tem um campo de efeitos magnéticos nulo, para um observador também em
repouso. Ou seja, ao integrarmos o campo de efeitos magnéticos de minha
teoria afim de chegarmos no campo de efeitos magnéticos resultante de uma
carga elétrica, chegamos num valor nulo, como deveria ser para que a teoria
se compatibilizasse com a experimentação. Mas a coisa é bem mais complicada
e não convém entrarmos em detalhes no momento. Tudo a seu tempo.

> Outra interrogação é se a teoria so se aplica a electrões e protoes ou
> a qq particula com carga , e nesse caso como entram as particulas sem
> carga?

Em vista do acima exposto, devolvo a pergunta com outras: O que é uma
partícula com carga? O que é uma partícula sem carga? O que é uma partícula
e o que é uma partícula realmente elementar?

A sua pergunta é realmente interessante, mas quando vista sob um prisma mais
abrangente e a relacionar-se à hipótese 2: O que são informações
eletromagnéticas na sua intimidade? Obviamente a minha teoria não responde a
essa pergunta, mas nada impede que possamos evoluir para teorias mais gerais
e mais representacionais, e a incluir também as informações gravitacionais.
Será que não poderíamos evoluir a idéia do campo "A" a ponto de considerar
aí um terceiro (na realidade um quarto) efeito a contemplar a gravitação?
Não espero responder a isso nas próximas mensagens e nem mesmo garanto que
possa dar uma resposta satisfatória, mas chamo a atenção para a
possibilidade de unificarmos o eletromagnetismo e a gravitação por essa via.
Enfim, não posso fazer sozinho, e numa única existência, aquilo que milhares
de físicos não conseguiram fazer por outras vias nos quase quatrocentos anos
que sucederam a Galileu. Por outro lado, não pretendam entender a minha
teoria em todos os seus detalhes num tempo muito menor do que aquele que
gastariam para entender em profundidade o eletromagnetismo de Maxwell.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Electrão como um vector - ERRATA
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/12/2004 11:12

----- Original Message -----
From: "Alberto Mesquita Filho"
Sent: Friday, December 17, 2004 6:32 PM
Subject: Re: [ciencialist] Electrão como um vector
----- 1a PARTE -----

ERRATA:

Na msg http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/43271 ,

ONDE SE LÊ:

V = W x R

LEIA-SE:

V = f(W, R)

ou então:

V = V(W, R).

Na pressa eu escrevi a equação que se verifica numa plataforma girante
quando deveria ter escrito uma equação a relacionar-se com o cilindro
girante. Acima eu estou substituindo por uma equação mais geral, apenas a
caracterizar a dependência da função, e que seria válida para ambos. Em
dúvida consultar os anexos do artigo citado, pois aí a equação de Navier
Stokes é resolvida para as duas situações:
http://ecientificocultural.com/Eletron2/flettner1.htm

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Electrão como um vector
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 18/12/2004 11:14

----- Original Message -----
From: "Sergio M. M. Taborda"
Sent: Thursday, December 16, 2004 8:59 PM
Subject: [ciencialist] Electrão como um vector

----- 2a PARTE -----

Continuação:

> Aceitando que é um vector, será um vector ou um co-vector?

Estou falando em um vetor único e a ser imaginado como algo que acompanha
uma partícula clássica, e não um campo vetorial. Conseqüentemente não pode
ser um co-vetor no sentido mais geral que se dá ao termo (o covetor não é um
vetor, mas sim um tipo de função vetorial). Poderíamos, quando muito, pensar
se esse vetor elétron teria propriedades matemáticas próprias aos vetores
axiais, tais como o vetor deslocamento angular. Não obstante, isso não faz
parte das hipóteses da teoria, o que não significa dizer que a teoria
despreze esse caráter, mas sim que deixa essa característica como algo a ser
explorado pela experimentação e/ou pela interpretação das experiências já
realizadas e ainda não devidamente explicadas. Explico melhor: Ao avançarmos
no estudo da teoria, no sentido de verificarmos se as hipóteses se coadunam
com a experimentação, certamente ficaremos frente as mesmas evidências
experimentais que levaram os físicos "modernos" a suspeitarem sobre a ainda
mal explicada, a meu ver, natureza quiral do elétron como, por exemplo, a
experiência de Stern Gerlach [Natureza quiral, para os que não sabem,
significa dizer que a imagem no espelho não se sobrepõe ao objeto, da mesma
maneira que a mão direita não se sobrepõe à mão esquerda]. Resumindo em
miúdos, porque eu deveria me antecipar à experimentação assumindo, por
hipótese, que o elétron é um férmion? Quero crer que eu estaria, de maneira
desnecessária, me antecipando à experimentação.

Por outro lado, se ele for de fato um férmion isso não deverá entrar em
conflito com o núcleo da teoria (hipóteses básicas), mesmo porque eu não
precisei dessa hipótese para justificar, numa primeira instância, a gênese
do campo eletromagnético. Ir além das hipóteses necessárias é um erro comum,
via de regra flagrado nos teorizadores novatos e/ou como um artifício a
superproteger uma teoria de falseamentos. [Perdoem-me os leitores leigos em
teoria quântica mas o restante deste parágrafo irá parecer um hieróglifo
para vocês e quiçá dotado de incorreções, pois apesar de não ser um profundo
conhecedor de teoria quântica, bem ou mal consigo "me virar no pedaço" ;-).]
Seria como postular, de maneira "ad hoc", o recurso da comutação ou da
anticomutação e, ao mesmo tempo, assumir a possibilidade de ignorá-los
quando assim nos convier, apelando agora para o primariamente assumido, e
por outros motivos, princípio da complementaridade de Bohr. Afinal, não é
isso o que se faz quando identificamos um elétron a um elemento de volume do
fluido elétrico? Onde estaria a quiralidade desse hipotético elemento de
volume, supondo-se que não tenha sido anulada pelo "decreto da
complementaridade de Bohr"? Bem, deixemos a quântica com os quânticos.

> Depois vc caracteriza o vector como W(w_x,w_y,w_z) = K w1 , onde w1 é
> um vector unitário. Isto significa que podemos reduzir o estudo ao K
> que não é um vector. Ora, isto não contraria a propria hipotese?

Você não leu devidamente a hipótese, ou se leu não entendeu. Em nenhum
momento eu escrevi W(w_x,w_y,w_z) = K w1, mas sim W = (w_x,w_y,w_z) = K w1.
Da maneira como você escreveu tem-se a impressão que W é uma função de
alguma coisa relacionada à posição, logo explica-se a sua dúvida anterior
(covetor). Não, (w_x, w_y e w_z) são as componentes do vetor W, assim como
(x, y, z) são as componentes do vetor de posição r, ou seja, r = (x, y, z).

[Lembro aos demais que tanto eu quanto o Sérgio estamos escrevendo num
editor de texto que não comporta determinados caracteres, logo estou
procurando interpretar o que ele escreveu utilizando-me dos mesmos símbolos
por ele utilizado. Quem quiser observar a expressão correta sugiro que se
dirija à webpage http://ecientificocultural.com/Eletron/eletron22.htm e
examine a hipótese 1.]

> Depois, eu suponho que W dependa de x,y,z ou seja que as derivadas
> parciais am ordem a estes não sejam nulas. O que por conseguinte
> significa que as derivadas de K tb dependem.

Não, W não é um vetor campo, mas um vetor fixo ao elétron. Seu valor é
independente da posição (x, y, z), ainda que tenha um fator dependente de
como a estrutura interna do elétron se orienta no espaço. Não se trata de
uma função contínua no espaço, logo não podemos derivá-la direcionalmente.
Temporalmente sim, mas esse é um problema que poderá ou não surgir quando
nos aprofundarmos no estudo da teoria. Por enquanto não há porque nos
preocuparmos com derivações temporais do vetor W.

> Depois, se W é um vector no espaço, ele muda a sua orientação?

Sim, sempre que a estrutura interna do elétron se reorientar o espaço. Por
exemplo, o elétron aprisionado a um átomo está com seu vetor W sempre
girando, independentemente do fato do W em si já poder representar um giro
de outro nível (nível estrutural).

> Ou seja, como são as derivadas em ordem ao tempo?

Depende do movimento que está sendo considerado. Mas como disse acima, você
está se antecipando e, como que, pretendendo chegar ao epílogo de um romance
sem se dar ao trabalho de ler os seus capítulos. As minhas hipóteses sequer
falam em tempo! Quando muito assumem que o elétron *emite* alguma coisa para
o espaço (hipótese 2), logo deve existir um fluxo dessa alguma coisa, e o
tempo está implícito nessa suposição.

> Outra coisa que não consegui encontrar no seu site é a relação entre o
> vector do electrão e a carga do electrão.

Nem poderia encontrar!!! Você nunca leu o desfecho de minhas mensagens? Se
não leu, exponho aqui, mas também estará abaixo: "um elétron não é uma carga
elétrica coulombiana". O máximo que você poderá procurar no meu trabalho é
saber qual o artifício que eu utilizo para chegar numa carga elétrica
macroscópica partindo de estruturas que não se assemelham em nada a uma
carga elétrica. Seria como que montar um quebra cabeças retangular
utilizando-se de peças de formatos outros. Obviamente o elétron exerce um
efeito sobre outros elétrons, mas isso não significa dizer que ele seja uma
carga elétrica. A menos que você assuma que ele é uma carga de outro tipo,
mas ainda não senti necessidade de criar uma "carga mesquitiana". Chamo-o
apenas por elétron, e você dê a ele o nome que quiser, desde que não o
confunda com uma carga elétrica com características coulombianas (aquelas
que geram um campo elétrico de Coulomb).

> Se o electrão A cria um campo de efeitos EA e este é captado por um
> electrão B que tem o seu campo EB , qual é o efeito de A em B , ou
> seja, o que acontece a B?

Isso está exposto no capítulo 6, e poderá vir a originar um bom debate, mas
creio que ainda é muito cedo para isso. Afinal, noto pelas perguntas que
você ainda não conseguiu digerir nem a hipótese 1! ;-))

Lembro que cada elétron cria dois campos de efeitos (ou seja, no sentido
físico da palavra efeito), e não apenas um (a rigor seriam três, mas um
desses pode ser deixado de lado por ora). Esses dois campos de efeitos
(elétrico ou magnético) estariam contidos num único campo matemático
(vetorial) "A" (equações 6.5). Lembro que a notação que você escolheu (EA e
EB) não é muito boa pelo fato de poder vir a gerar inúmeras confusões.
Parece-me que você utilizou "EA" (ou "EB") para se referir ao campo de um
suposto Elétron a ocupar um ponto A (ou B). Acontece que "A" é a expressão
geral do campo fundamental da minha teoria (e também é a expressão utilizada
para o vetor potencial magnético, que sob muitos aspectos confunde-se com o
meu vetor "A"); "E" é o campo elétrico e "B" é o campo de indução magnética,
esse últimos da teoria de Maxwell. Sei que não será fácil expressarmos aqui
as equações vetoriais, mas é sempre bom chamar a atenção para essa
dificuldade que não é apenas de natureza editorial (edição de texto).

> Sabemos que cargas opostas se repetem, pelo
> que EA aplicado em B deverá cria um força em B que faz o electrão se
> afastar F=dp/dt. Como encontrar esta força a partir das definições dos
> efeitos electricos e magneticos?
> Basicamente, como se relaciona a carga , com os campos de efeitos e
> estes dois com as forças repulsão e atracção ?

Um elétron não é uma carga elétrica, logo não espere sempre por essa
repulsão. A repulsão surgirá ou não dependendo das orientações espaciais do
elétron. Esse assunto começa a ser discutido no capítulo 5, no que diz
respeito ao efeito elétrico. É importante lembrar que existe também um
efeito magnético, mesmo que o elétron esteja em repouso (sem entrar nas
considerações de um possível giro associado ao vetor W, ou seja, seria um
repouso no sentido translacional). Vê-se aí mais uma diferença entre o
elétron e a carga elétrica, pois uma carga elétrica em repouso translacional
tem um campo de efeitos magnéticos nulo, para um observador também em
repouso. Ou seja, ao integrarmos o campo de efeitos magnéticos de minha
teoria afim de chegarmos no campo de efeitos magnéticos resultante de uma
carga elétrica, chegamos num valor nulo, como deveria ser para que a teoria
se compatibilizasse com a experimentação. Mas a coisa é bem mais complicada
e não convém entrarmos em detalhes no momento. Tudo a seu tempo.

> Outra interrogação é se a teoria so se aplica a electrões e protoes ou
> a qq particula com carga , e nesse caso como entram as particulas sem
> carga?

Em vista do acima exposto, devolvo a pergunta com outras: O que é uma
partícula com carga? O que é uma partícula sem carga? O que é uma partícula
e o que é uma partícula realmente elementar?

A sua pergunta é realmente interessante, mas quando vista sob um prisma mais
abrangente e a relacionar-se à hipótese 2: O que são informações
eletromagnéticas na sua intimidade? Obviamente a minha teoria não responde a
essa pergunta, mas nada impede que possamos evoluir para teorias mais gerais
e mais representacionais, e a incluir também as informações gravitacionais.
Será que não poderíamos evoluir a idéia do campo "A" a ponto de considerar
aí um terceiro (na realidade um quarto) efeito a contemplar a gravitação?
Não espero responder a isso nas próximas mensagens e nem mesmo garanto que
possa dar uma resposta satisfatória, mas chamo a atenção para a
possibilidade de unificarmos o eletromagnetismo e a gravitação por essa via.
Enfim, não posso fazer sozinho, e numa única existência, aquilo que milhares
de físicos não conseguiram fazer por outras vias nos quase quatrocentos anos
que sucederam a Galileu. Por outro lado, não pretendam entender a minha
teoria em todos os seus detalhes num tempo muito menor do que aquele que
gastariam para entender em profundidade o eletromagnetismo de Maxwell.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: Ação e Reação - sentido
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/12/2004 13:31


Marcelo:
A tua resposta NÃO TEM SENTIDO! Nem lógico dedutiva é!
Não percebeste nada do que os físicos te estiveram aqui a dizer..
Torna a ler as mensagens enviadas pelos físicos.
Está lá escrito a diferença entre o Reacção e a Acção. E outra coisa
os vectores se representam usando ---- e > ou < e nada de bolinhas.
Essa até fez Einstein dar voltas no túmulo. E já leste as páginas de
mestre Leo no feiradeciencias sobre o tema? Era por aí que deverias
ter começado. Tás perdido? Vai aqui o endereço feiradeciencias.co.br
Onde pará a tua matemática? Ficou no tinteiro.
Vais responder pondo os vectores como deve ser pois isto não é
metafísica, percebes? Aliás tu disseste que querias saber física e
eu agora quero saber qual o teu conceito: se evolui ou não? A tua
resposta me diz que nada sabes de física e te recusas a saber. Então
porque perguntaste? Queres fazer um dos teus contos de autocarro?
Vê lá que andaste para aí a chatear meio mundo por todas as listas
onde fazes publicidade.
Estar na C list é para aprender Ciência e vejo que nada aprendeste,
pá. Tás a gozar com a malta?
Paraste no tempo? E o teu vestibular teve matemática e física?
Vá volta atrás e lê as mensagens. Onde falhámos nós? Ou seria que
leste em diagonal e te estás borrifando para as respostas?
Veremos a tua evolução científica no retorno desta mensagem.
Maria Natália


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, marcelo ferrari
<emailferrari@y...> escreveu
> Recebi várias respostas, de vários lugares diferentes, abstraindo,
todas parecem apontar para o mesmo lugar: sentido.
>
> A bolinha está indo assim:
>
> > o > o > o > o > o > o >
>
> ao interagir, ou re-agir com a parede fica assim
>
> < o < o < o < o < o < o <
>
> Se...
>
> Ação = > o > o > o > o > o > o >
>
> e reAção = < o < o < o < o < o < o <
>
> O que muda é apenas o sentido, concordam?
>
> Sendo assim, concluo que uma "determinada" ação temina no limite
do seu sentido e a reAção começa no ponto de mudança de sentido.
>
> Faz sentido?
>
> marcelo ferrari
>
>
>
> __________________________________________________
> Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
> http://br.download.yahoo.com/messenger/
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: Ação e Reação - sistema fechado
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/12/2004 13:49


Marcelu:

Se ainda estás com conceito de Acção Reacção incorrecto porque te
metes noutra? Espera resposta dos físicos da lista. Assim te
atropelas. Põr questões é fácil. E respondê-las vai ser-te fácil.
Vou fazer contigo como fazemos com as criancinhas que nos pedem a
papinha toda feita. (Takata temos aqui outro que não quer pensar...)
Vais à tua matemática e na seccção de probabilidades vais ler com
atenção toda a introdução. Recordas e depois tornas a fazer a
pergunta. E põe aqui a resposta. O pessoal vê e te ajuda a completar
e assim sucessivamente. A Ciência resulta de raciocínio e é isso que
queremos: por-te a PENSAR CIENTIFICAMENTE. Se queres filosofia te
enganaste na porta.
E deixa-te de metafísicas...Tu nem física sabes.
E outra coisa: cuidado que levas com o feixe laser (de rubi,não?) no
olho e ficas ceguinho. Olha que a lista é aberta e tem pessoa por aí
que pode tentar fazer esta tua "experiência"
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, marcelo ferrari
<emailferrari@y...> escreveu
> Imagine um quarto fechado com espelhos por todos os lados, em
diferentes angulaçoes, aleatórias. Um ambiente fechado onde cada
parede reflita a luz para outra parede e assim por diante. Fazemos
um buraco em algum canto qualquer e colocamos ali a ponta de uma
canhão de raio lazer e ligamos o canhão.
>
> Perguntas:
>
> 1) O facho de luz que sai da ponta do canhão vai retornar ao
canhão?
> 2) Porque?
> 3) Tem alguma lei cientifica que descreve isto?
>
>
> grato.
> marcelo ferrari
>
>
>
> __________________________________________________
> Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
> http://br.download.yahoo.com/messenger/
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: Ação e Reação - sistema fechado
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/12/2004 14:05


Marcelu:

O que é para ti um sistema fechado?

Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, marcelo ferrari
<emailferrari@y...> escreveu
> Imagine um quarto fechado com espelhos por todos os lados, em
diferentes angulaçoes, aleatórias. Um ambiente fechado onde cada
parede reflita a luz para outra parede e assim por diante. Fazemos
um buraco em algum canto qualquer e colocamos ali a ponta de uma
canhão de raio lazer e ligamos o canhão.
>
> Perguntas:
>
> 1) O facho de luz que sai da ponta do canhão vai retornar ao
canhão?
> 2) Porque?
> 3) Tem alguma lei cientifica que descreve isto?
>
>
> grato.
> marcelo ferrari
>
>
>
> __________________________________________________
> Converse com seus amigos em tempo real com o Yahoo! Messenger
> http://br.download.yahoo.com/messenger/
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: Ação e ReAção
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/12/2004 15:13


Leo:
E não seria melhor enviar menino a sua página na feira de ciências?
É que de restrições ele nada percebe.
E depois os vectores ajudariam mesmo. Aliás veja a resposta que ele
lhe enviou. Própria de quem não entendeu mesmo.
Mas o mais grave é que nem nota e parte para outra.
Bom fds
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> De: "marcelo ferrari"
>
> "Se eu jogo uma bola contra a parede, ela vai e volta, ação e
reação.
> A pergunta é: onde termina a ação e começa a reação?"
>
> A descrição completa do fenômeno implica na teoria dos choques
mecânicos, parcialmente elásticos, com 0 < e < 1 (e=coeficiente de
restituição).
> Chamemos de ação (A) a força que a bola aplica contra a parede e
reação (R) a força que a parede aplica contra a bola. Em cada
instante, ambas (A e R) têm a mesma intensidade, mesma direção,
sentidos opostos e, obviamente, os pontos de aplicações são
distintos, um na parede (o da ação) e outro na bola (o da reação).
> No instante zero, onde se inicia o choque, o par é nulo, a pressão
no interior da bola é PB, a tensão elástica da câmara é TE, a
pressão atmosférica é Pat e a temperatura ambiente (igual à do ar da
bola, no início) é TA.
> Iniciado o choque a pequena A deforma imperceptivelmente a parede
e a pequena R deforma a bola, achatando-a, comprimindo o ar,
aumentando PB, aumentando TE, aumentando TA interno ... e diminuindo
a velocidade do CM da bola. Quando essa velocidade do CM se anula, a
A (logo R) é máxima e começa a fase de recuperação da forma da bola.
Vale a pena ver tudo isso em fotos estroboscópicas.
> E assim a coisa evolui até novamente A (e R) se anularem (fim do
choque), bola adquirir velocidade de afastamento menor que aquela de
aproximação, ar no interior da bola mais 'quente', etc. Parte da
perda de energia cinética é convertida em som.
> Galvanômetros balísticos podem medir o tempo de interação bola-
parede e assim nos dá a conhecer quanto tempo dura a existência do
par ação/reação.
> Não tem sentido a pergunta "onde termina a ação e começa a
reação", uma vez que são interações simultâneas; as duas começam e
terminam juntas, como se pode constatar pelo relato acima.
> Por outro lado, é preciso muito cuidado com a redação científica.
A frase inicial ["Se eu jogo uma bola contra a parede, ela vai e
volta, ação e reação.], por exemplo, pode dar falsa interpretação ao
leitor se ele associar "vai" com "ação" e "volta" com "reação".
> Se a bola 'grudasse' na parede, ou simplesmente caísse ao chão
(bola mucha jogada na parede) --- (eliminando a 'volta') ---, ainda
assim existiriam "ação e reação".
> Tais tipos de frases sempre levam à má interpretação, veja essa:
Um barquinho bateu num transatlântico e afundou --- mas, se ação e
reação sempre são iguais, por que o transatlântico tb não afundou?
>
> []'
> Léo





SUBJECT: Novo estado: protopolímero
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/12/2004 18:21


Paul S. Weiss e Gregory McCarty descobriram uma nova estrutura a
que chamaram protopolímero. Esta estrutura cristalina de moléculas
de fenileno foi obtirda sobre filme de cobre a baixa temperatura.Os
protopolímeros formam-se quando od monómeros se junta e ficam
alinhados e interagem som formar ligações químicas. Ora os efeitos
de superfície dos metal tem sido explicados pelas ligações
estabelecidas com o mesmo. Foi a primeira observação de alinhamento
livre de ligações. Esta descoberta pode servir para controlar o
crescimento e arrumação de molécuas permitindo manipulação de nano
estruturas em escala atómica ou molecular. Até podemos pensar em
melhoria de lentes para óculos...
O paper tem o título:"Formation and Manipulation of Protopolymer
Chains," e saiu publicado no Journal of the American Chemical
Society on 15 December 2004.
Entretanto podem saber um pouco mais e de modo ainda acessível em:
http://www.physorg.com/news2272.html
Um abraço
Maria Natália





SUBJECT: Re: Electrão como um vector
FROM: "Sergio M. M. Taborda" <sergiotaborda@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/12/2004 21:54


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alberto Mesquita Filho"

> Continuação:
>
> > Aceitando que é um vector, será um vector ou um co-vector?
>
> Estou falando em um vetor único e a ser imaginado como algo que
acompanha
> uma partícula clássica, e não um campo vetorial.


A minha pergunta sobre pq um vector no sentido mais epistemologico. O
que significa atribuir 3 quantidades ao electrão , o que são elas, e
pq apenas 3 ? pq não 6 (matriz antisimetrica)? pq não 9 (matriz) pq
não uma matriz simetrica em vez de um vector ? Quando vc diz Vector
vcs está postulando a natureza matemática , um modelo matemático, para
a representação do electrão, mas não está informando a razão fisica
para essa escolha. por isso perguntei. Eu sei que sendo uma hipotese,
qq coisa é válida, mas esperava que sendo um assunto fisico, tivesse
algumas desculpa fisica para a escolha.

Agora, um vector, tem 3 quantidades e ele TÊM que sre representado num
sistema de ccordenadas , qq que seja. Essas coordenadas que eu chamei
de w_x, w_y e w_x mas que podemos abreviar para w_i que compem o
vector W têm valores diferentes conforme o sistema de coordenadas.


Conseqüentemente não pode
> ser um co-vetor no sentido mais geral que se dá ao termo (o covetor
não é um
> vetor, mas sim um tipo de função vetorial).

Bem, um co-vetor é um objecto que após uma transformação não matem a
mesma estrutura. Ou seja, os valoes w_i dependeriam do referencia
matemático usado para os representar. Coisa que não acontece com um
vector.

Ou seja, eu estou preocupado com a representação matemática do vector
num sistema de coordenadas. Mas tomemos o sistema carteziano
orto-normado , par ser mais simples.

Podemos encontrar as várias w_i fazendo w_i = u_i.W , onde u_i é o
vector da base.


> certamente ficaremos frente as mesmas evidências
> experimentais que levaram os físicos "modernos" a suspeitarem sobre
a ainda
> mal explicada, a meu ver, natureza quiral do elétron como, por
exemplo, a
> experiência de Stern Gerlach


O que vc está dizendo é que 2 electrões não tem que ser iguais. ora,
isso muito interessante pq vai contra a seua hipotese.
Se W é um vector intrinseco do electrão. Para todos os efeitos esse
vector é o electrão, então 2 eletrões têm que ter o mesmo vector.
Ora um vector, 3 quantidades, não permite quiralidade. Para isso vc
precisa no minimo de uma matix anti-simetrica. (em que os termos fora
do traço seriam diferentes obtendo a quiralidade )

> > Depois vc caracteriza o vector como W(w_x,w_y,w_z) = K w1 , onde w1 é
> > um vector unitário. Isto significa que podemos reduzir o estudo ao K
> > que não é um vector. Ora, isto não contraria a propria hipotese?
>
> Você não leu devidamente a hipótese, ou se leu não entendeu. Em nenhum
> momento eu escrevi W(w_x,w_y,w_z) = K w1, mas sim W = (w_x,w_y,w_z)
= K w1.

É a mesma coisa, na notação que usei.

O que vc está dizendo com isso - embora tlv não conscientemente - é
que o vector pode ser representado por uma função escalar e um outro
vector . Este vector obviamente seria um covector e a função escalar é
apenas para efeitos de normalização.

> Da maneira como você escreveu tem-se a impressão que W é uma função de
> alguma coisa relacionada à posição, logo explica-se a sua dúvida
anterior
> (covetor).

Têm-se, mas não é isso que deveria tem. w_x significa apenas a
primeira coordenada do vector. Ma para ser mais concreto w_x = u_x.W
onde . é o produto interno.

Não, (w_x, w_y e w_z) são as componentes do vetor W, assim como
> (x, y, z) são as componentes do vetor de posição r, ou seja, r = (x,
y, z).

Isso é apenas uma questão de notação. É comum em matemática usar a
notação V (a,b,c) para vector V de ccordenadas a ,b ,c. Uma função é
sempre com letra minuscula. seria algo como g(a,b,c), nunca G(a,b,c)
Mas isso é só notação. O que importa é que estou chamando nomes às
ccordenadas do vector no espaço carteziano usando w para coordendada
do vector W e o x,y,z para numerar as coordenadas, mas escrevendo
apenas "as coordenadas w_i" ou "o vector W" vai dar no mesmo.
Passado esse promenor de nomenclatura ...

> > Depois, eu suponho que W dependa de x,y,z ou seja que as derivadas
> > parciais am ordem a estes não sejam nulas. O que por conseguinte
> > significa que as derivadas de K tb dependem.
>
> Não, W não é um vetor campo, mas um vetor fixo ao elétron.

Ele é fixo ao electrão.ok. isso significa que ele "muda de lugar"
quando o elecrão se move, mas que o seu valor , o seus w_i não mudam.
Eu entendi isso. Portanto, d w_i / d x_i = 0 para qq x_i
Portanto div W = 0 , e rot W = 0;


Seu valor é
> independente da posição (x, y, z), ainda que tenha um fator
dependente de
> como a estrutura interna do elétron se orienta no espaço.

O que é a orientação do electrão, se não a orientação do ppr W ?
Portanto, não vejo que W depende de coisa alguma. Ele é mais como uma
constance universal. Todos os electrões tem um W igual, todos os
protoes têm um W igual e assim vai. Da mesma forma que o momento
angular não depende do ponto do espaço onde o centro de rotação fica,
contudo ele é diferenciaável. A Precessão é isso mesmo. O vector
momento angular roda no espaço. Ora se o W é a orientação do electrão
e essa mode mudar sem que o electrão mude de posição , então W pode
musar e por conseguinte suas coordenadas mudam.


> Não se trata de
> uma função contínua no espaço, logo não podemos derivá-la
direcionalmente.

Podemos, mas o resultado será zero.

> > Ou seja, como são as derivadas em ordem ao tempo?
>
> Depende do movimento que está sendo considerado.

Nenhum. O electrão está parado.

As minhas hipóteses sequer
> falam em tempo!

Isso não significa que ele não exista. Vc fala em explorar a sua
teoria , ora é isso que estou fazendo. E para isso preciso de
considerar o tempo e a variação de W com o tempo.

> > Outra coisa que não consegui encontrar no seu site é a relação entre o
> > vector do electrão e a carga do electrão.
>
> Nem poderia encontrar!!! Você nunca leu o desfecho de minhas
mensagens? Se
> não leu, exponho aqui, mas também estará abaixo: "um elétron não é
uma carga
> elétrica coulombiana".

Vc é que sabe, mas para mim interessa-me saber como se relaciona W com
o numero 1.60217646 × 10^-19 C. A chamada carga do electrão.
A menos que vc tenha uma muito boa razão para que esse numero esteja
errado, ou nõa tenha significado , a sua teoria que fala sobre
electrões deve ao mesmos referir esse numero, nem que seja para
explicar o pq dele não fazer sentido. E foi isso que eu não encontrei,
nem a explicar com a teoria se relaciona com e, nem como não se
relaciona.

O máximo que você poderá procurar no meu trabalho é
> saber qual o artifício que eu utilizo para chegar numa carga elétrica
> macroscópica partindo de estruturas que não se assemelham em nada a uma
> carga elétrica.

E vc sabe o que se assemelha a uma carga electrica ? O que seria ?

Chamo-o
> apenas por elétron, e você dê a ele o nome que quiser, desde que não o
> confunda com uma carga elétrica com características coulombianas
(aquelas
> que geram um campo elétrico de Coulomb).

E quais seria elas ?

Bom, eu parto do principio q vc esteja falando do mesmos electrões que
eu. Esse que ha na natureza e toda a gente diz que estão nos atomos e
tal... ora eles tem propriedade simples como , repelirem-se.
Mas sendo que vc fala tb do protão, dois protoes tb se repelem e um
protão e um electrão não se repelem, eles atraem-se.

Então alguem inventou este numero, a que chamamos carga, que tem sinal
e de forma simples dizenmos que as coisas se atraem se o sinal for
diferente e se repelem caso contrario. Isto, a menos que uma delas
seja zero. Caso em que nada acontece. O sinal da força é portanto dado
pelo produto das cargas. Sendo que forças atractivas são negativas
temos que sign(F) = sign(qa)*sign(qb) , onde qa e qb são as cargas de
duas particulas A e B e sing é a função matemática Sinal (que para
quem nao sabe defini-se para qq x tal que é 0 se x =0 , 1 se x > 0 e
-1 se x<0.)

É desta carga que estou a falar, aliás não conheço outra.

> > Se o electrão A cria um campo de efeitos EA e este é captado por um
> > electrão B que tem o seu campo EB , qual é o efeito de A em B , ou
> > seja, o que acontece a B?
>
> Isso está exposto no capítulo 6,

E qual é o link ? É que eu não consegui navegar até lá.

Já agora, qual é o link que relaciona o campo A com W ?

A pergunta é simples. Como se relaciona o W da particula 1 com o
movimento da particula 2 , supondo que este movimento é apenas devido
à existencia do campo A criado por 1.
Em termos newtonianos, como se relaciona a força sobre a particula 2
com W de 1.


> > Outra interrogação é se a teoria so se aplica a electrões e protoes ou
> > a qq particula com carga , e nesse caso como entram as particulas sem
> > carga?
>
> Em vista do acima exposto, devolvo a pergunta com outras: O que é uma
> partícula com carga? O que é uma partícula sem carga?

Carga é uma propriedade de todo o objecto fisico assim como a massa.
As particulas, sendo objectos fisicos , tem carga. Ela pode ser zero,
caso em que se diz que não têm carga, mas de facto isso é uma dobra na
linguagem para significar que a carga é nula e não que não a têm.
Da mesma forma que um corpo parado tem velocidade, mas é nula.

O que é uma partícula
> e o que é uma partícula realmente elementar?

Ninguem falou em particulas elementares. Particulas são objectos de
estudo fisico - sistemas - que para efeitos desse estudo :
1) não nos preocupamos com o que são, ou qual é a sua estrutura, mas
apenas com suas propriedades fisicas como um todo.
2) são suficientes para explicar / resolver um problema fisico em estudo.
3) são a causa dos efeitos em estudo. (quer directamente ou por
interação com outras particulas)
4) suas dimensões são muito menores que as do sistema onde observamos
os efeitos em estudo.


Sérgio Taborda






SUBJECT: Re: Ação e Reação - sistema fechado
FROM: marcelo ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 18/12/2004 22:43

Imagine um quarto fechado com espelhos por todos os lados, em diferentes angulaçoes, aleatórias. Um ambiente fechado onde cada parede reflita a luz para outra parede e assim por diante. Fazemos um buraco em algum canto qualquer e colocamos ali a ponta de uma canhão de raio lazer e ligamos o canhão.


Perguntas:

1) O facho de luz que sai da ponta do canhão vai retornar ao canhão?
2) Porque?
3) Tem alguma lei cientifica que descreve isto?


NATÁLIA > Marcelo, o que é para ti um sistema fechado?


Sistema fechado é o oposto de aberto. Um circulo, por exemplo, é um sistema fechado. No meu exemplo, a sala tem que ser fechada, ou seja, tem que ter espelhos por todos os lados "cercada de espelhos".

Sobre as suas outras mensagens, veja, fiz uma pergunta para colher opiniões, e não sermões. É sempre a mesma ladainha? Eu entendo que existe todas as implicaçoes disto, daquilo e os cambau, apenas criei um exemplo analógico para facilitar a analise e a analogia, eu determinei o exemplo, a bola que vai e volta. Não tem nada de filosofia, nada de metafisica, nada de fora do comum, é uma coisa que acontece regularmente e de fácil visualização. Eis o porque do exemplo. Determinei no exemplo que ir é ação e voltar é reação. Determinei para poder fazer a pergunta que queria investigar e colher as opiniões. E vc vem com a ladainha da virgem maria. Poxa!Você nem sabe porque eu fiz a pergunta e já fica julgando quem vai pro céu e por inferno. Natália, poupe-me, poupe-me, poupe-me, poupe-me, por favor.


marcelo ferrari



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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Preço do vinho x base da garrafa
FROM: Franco <dfranco@pop.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 00:44

Um inglês, desconfiado a respeito de que garrafas de vinhos cujos fundos
(base da garrafa) tinham maior curvatura fossem mais caros que aqueles
cuja base era menos curva, resolveu tirar a prova. Foi ao supermercado e
tirou medidas de cerca de 50 garrafas, plotou-as em um gráfico e ainda
estabeleceu uma fórmula relacionando o preço do vinho com a profundidade
do fundo da garrafa. Não sei se um sujeito desses pode ser levado a sério.
O link é este:
http://www.itchysquirrel.com/

A mesma página, traduzida pelo Google:
*http://tinyurl.com/3zjz4

*Franco


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Ação e Reação - sistema fechado
FROM: "Sergio M. M. Taborda" <sergiotaborda@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 02:09


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, marcelo ferrari
<emailferrari@y...> escreveu
> Imagine um quarto fechado com espelhos por todos os lados, em
diferentes angulaçoes, aleatórias. Um ambiente fechado onde cada
parede reflita a luz para outra parede e assim por diante. Fazemos um
buraco em algum canto qualquer e colocamos ali a ponta de uma canhão
de raio lazer e ligamos o canhão.
>
>
> Perguntas:
>
> 1) O facho de luz que sai da ponta do canhão vai retornar ao canhão?

Não sei.

> 2) Porque?

Pq vc não especificou como os espelhos estavam orientados, e não disse
onde o furo era feito

> 3) Tem alguma lei cientifica que descreve isto?

Tem. Chama-se Lei da refleção e é do ramo da Optica.
E diz assim:
O angulo do raio incidente é igual ao angulo do raio refletido, onde
os angulos são tomados em relação à perpendicular À supercie no ponto
de incidencia.

> NATÁLIA > Marcelo, o que é para ti um sistema fechado?
>
>
> Sistema fechado é o oposto de aberto.


Fisicamente não é.
Um sistema aberto é um sistema de onde pode sair e para onde pode
entrar massa e energia.
Um sistema fechado é um sistema de onde pode sair e para pode entrar
energia, mas não massa.
Como vê , não são antonimos.
Um sistema isolado é um sistema de onde não podem sair e para onde não
podem entrar nem energia, nem massa.


>Um circulo, por exemplo, é um sistema fechado.

Não, não é, pq não é um sistema fisico.

> No meu exemplo, a sala tem que ser fechada, ou seja, tem que ter
espelhos por todos os lados "cercada de espelhos".

Quando vc faz um furo ela deixa de ser fechada.


Sergio Taborda





SUBJECT: Malária estudada em química computacional
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 02:28


Usando o RAPID do Centro do Centro de biologia e química médica
estrutural e Química Computacional na Universidade de Uppsala,Suécia
o grupo do Profesor Alwyn Jones conseguiu trabalhar com uma nova
enzima do parasita da malária, Plasmodium falciparum.Eles
sóprecisaram da sequência do amino ácido nessa enzima. Estes
resultados vão permitir pesquisa em futuros fármaco para tratamento
da doença.
Podem ler mais em: Joounal of Biochemistry, Professor Johan Åqvist
estudante de doutoramento Sinisa Bjelic.
http://info.uu.se/fakta.nsf/sidor/uppsala.university.id5D.html
Maria Natália






SUBJECT: Re: Ação e ReAção
FROM: "Sergio M. M. Taborda" <sergiotaborda@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 02:36


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, marcelo ferrari
<emailferrari@y...> escreveu
> Até onde vai uma ação?
> Onde termina a ação e começa a reação?

Esses conceitos não se podem usar assim. Não faz sentido perguntar
onde começa e onde abaca uma ou outra.

Existem dois conceitos chamados acção. A Força de Acção e a Acção
propriamente dita. No contexto vc esta falando da primeira.

A terceira lei de newton enuncia o que é isso , desta forma:

Para cada força exercida por um corpo noutro , existe uma outra força
, exercida por este no primeiro, que é igual e oposta a aquela.

Bom, chamemos de Fa>b à primeira e Fb>a À segunda. A Lei de newton diz
que elas tem que se iguais, ou seja, mesmo modulo, e direcção , e
opostas, ou seja, em sentidos inversos. Se a primeira aponta de sul
para norte, a outra apontará de norte para sul. Mas a leis tb diz que
são duas forças , o que significa que ha dois geradores de força e
dois pontos de apliação.

O exemplo classico é uma pessoa andando. Ao andar vc faz força no chao
e o chao faz força no seu pé. é esta segunda que o faz andar e não a
primeira. A força que vc faz é a acção, pq inicia o processo.
A outra é a reacção pq responde ao processo.
Vc coloca o seu pé à sua frente e empurra o cham no sentido para trás.
O cháo responde com uma força no sentido oposto, o que o faz andar
para a frente.

Básicamente os pares acção-reação são a forma da natureza garantir que
nenhuma perturbação ao seu equilibrio ficará sem resposta.


É a Terra que gira em torno do sol ou o sol que gira em torno da terra
?Esta pergunta não tem sentido fisico, pq na realidade ambos giram em
torno de um 3 ponto que não corresponde nem com um, nem com outro.
Como eu sei ? Porque para cada força que o sol exerça na terra , a
Terra exercerá no sol. Isso significa que a terra está constantemente
caindo no sol e o sol na terra. Aliás, todo o sistema solar é como
uma explosão de granada ao contrario, em que as coisas caem umas para
as outras em vez de se afastarem...
Só que, tem um promenor, que newtow demonstrou. Se a força aplicada
num corpo é central, ou seja, ela aponta sempre para o mesmo local,
essa força produz um movimento de rotação em torno desse local.
Esse ponto será o centro de massa do sistema. Que não tem que ser
nenhum dos corpos. No caso do sol , ele está dentro do volume do sol,
mas isso é mera coincidencia. Poderia não estar.
Ora, isto significa que a terra ficará rodando em torno do ponto para
o qual está caindo, obviamente nunca chegando lá e portanto entrando
num ciclo sem sim, que a mantem eternamente rodando em torno desse ponto.

Sergio Taborda






SUBJECT: Re: Ação e Reação - sentido
FROM: "Sergio M. M. Taborda" <sergiotaborda@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 02:44


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, marcelo ferrari
<emailferrari@y...> escreveu
> Recebi várias respostas, de vários lugares diferentes, abstraindo,
todas parecem apontar para o mesmo lugar: sentido.
>
> A bolinha está indo assim:
>
> > o > o > o > o > o > o >
>
> ao interagir, ou re-agir com a parede fica assim
>
> < o < o < o < o < o < o <
>
> Se...
>
> Ação = > o > o > o > o > o > o >
>
> e reAção = < o < o < o < o < o < o <
>
> O que muda é apenas o sentido, concordam?

Não.
Primeiro Acção e Reacção não são movimentos. São forças.
Segundo, SE A => B implica que A seja verdadeiro o que não acontece.
Ação =/= > o > o > o > o > o > o >
e
Reação =/= > o > o > o > o > o > o >

pelo que nada se conclui daqui.


Sérgio Taborda






SUBJECT: Re: Ação e Reação - sistema fechado
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 02:48


Marcelo:

1-Sistema fechado para um químico e um físico é aquele em que não há
trocas de matéria com o exterior. E nunca se deve definir pela
negativa ou usando o antónimo. Seria esquisito eu dizer que um
quadrado é o que não é pentágono.Embora saibamos que círculo não é
circunferência.
2-Perguntou ou usou um físico para suas pesquisas?
E se um físico lhe respondeu também leu a sua resposta como físico
apenas. Aliás ao dirigir-se numa sala a um físico certamente que não
queria um poema de Rómulo de Carvalho...
Pode pedir a um físico que lhe dê a sua opinião sobre a moda de Ana
Salazar mas olhe que ele não é perito em moda.
3--Deve evitar as mensagens para louvar quem responde. Não é poesia,
não é cantoria, nem é romance ou conto. É apenas falar de Ciência
usando termos científicos. Pediu Ciência e a teve como o tem
qualquer pessoa que se dirija a esta lista. Ajudamos mas não
resolvemos. É só pode ser isso: Nada sabemos mas ao menos o sabemos.
Era só
Maria Natália, que não está para metafísicas

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, marcelo ferrari
<emailferrari@y...> escreveu
> Imagine um quarto fechado com espelhos por todos os lados, em
diferentes angulaçoes, aleatórias. Um ambiente fechado onde cada
parede reflita a luz para outra parede e assim por diante. Fazemos
um buraco em algum canto qualquer e colocamos ali a ponta de uma
canhão de raio lazer e ligamos o canhão.
>





SUBJECT: Re: Ação e Reação - sistema fechado
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 03:27


Sérgio:
Para menino de 8º ano sistema aberto (e falo de química) é aquele é
em não há troca de matéria com o exterior: portanto nem entra nem
sai matéria. Pode ser sistema fechado aquele em que durante 10 min o
aluno junta X mL de AgNO3 (aq) a Y mL de NaCl (aq) e se forma o
precipitado pois que se considera a perda de água por vaporização
como desprezável.
Quando a energia não transita falo em sistema isolado. E nem será
conveniente falar-se de matéria e velocidade da luz pois em lab de
ensino elementar não se podem atingir tais velocidades.
Pelas respostas sobre a dúvida da Acção Reacção se vê que este era o
nível de resposta necessária para este utente da C.List.
Sem dúvida que as leis da óptica Mas não convem esquecer a lei das
probabilidades pois se trata mesmo disso quando não se dá sequer a
orientação nem o tipo de espelhos em causa.
Antónimos---sistema aberto é o que não está fechado e o fechado é o
que não está aberto.
Onde se fala de sistemas, aberto, fechado e isolado pela primeira
vez a crianças, cientificamente falando, não é na física mas na
química.
Mas certamente viu a palavra metafísica no fim...e depois o Marcelo
é linguista e um linguista esgrime com palavras sem relacionar
muitas vezes os conceitos científicos por trás das palavras. Há
efectivamente muitas concepções alternativas no consulente a que não
liguei pois sabia de sua profissão e não o quis enjoar com mais um
dos meus sermões aos peixinhos (o Peixinho q me desculpe). Ai de mim
se ao fim destees anos ainda andava de carroça.LOL
Um abraço ao físico de plantão
Maria Natália


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Sergio M. M. Taborda"
<sergiotaborda@y...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, marcelo ferrari
> <emailferrari@y...> escreveu
> > Imagine um quarto fechado com espelhos por todos os lados, em
> diferentes angulaçoes, aleatórias. Um ambiente fechado onde cada
> parede reflita a luz para outra parede e assim por diante. Fazemos
um
> buraco em algum canto qualquer e colocamos ali a ponta de uma
canhão
> de raio lazer e ligamos o canhão.
> >
> >
> > Perguntas:
> >
> > 1) O facho de luz que sai da ponta do canhão vai retornar ao
canhão?
>
> Não sei.
>
> > 2) Porque?
>
> Pq vc não especificou como os espelhos estavam orientados, e não
disse
> onde o furo era feito
>
> > 3) Tem alguma lei cientifica que descreve isto?
>
> Tem. Chama-se Lei da refleção e é do ramo da Optica.
> E diz assim:
> O angulo do raio incidente é igual ao angulo do raio refletido,
onde
> os angulos são tomados em relação à perpendicular À supercie no
ponto
> de incidencia.
>
> > NATÁLIA > Marcelo, o que é para ti um sistema fechado?
> >
> >
> > Sistema fechado é o oposto de aberto.
>
>
> Fisicamente não é.
> Um sistema aberto é um sistema de onde pode sair e para onde pode
> entrar massa e energia.
> Um sistema fechado é um sistema de onde pode sair e para pode
entrar
> energia, mas não massa.
> Como vê , não são antonimos.
> Um sistema isolado é um sistema de onde não podem sair e para onde
não
> podem entrar nem energia, nem massa.
>
>
> >Um circulo, por exemplo, é um sistema fechado.
>
> Não, não é, pq não é um sistema fisico.
>
> > No meu exemplo, a sala tem que ser fechada, ou seja, tem que ter
> espelhos por todos os lados "cercada de espelhos".
>
> Quando vc faz um furo ela deixa de ser fechada.
>
>
> Sergio Taborda





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Electrão como um vector
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/12/2004 07:08

----- Original Message -----
From: "Sergio M. M. Taborda"
Sent: Saturday, December 18, 2004 8:54 PM
Subject: [ciencialist] Re: Electrão como um vector

> > Continuação: [...]

> A minha pergunta sobre pq um vector no sentido mais epistemologico. O
> que significa atribuir 3 quantidades ao electrão , o que são elas, e
> pq apenas 3 ? pq não 6 (matriz antisimetrica)? pq não 9 (matriz) pq
> não uma matriz simetrica em vez de um vector ? Quando vc diz Vector
> vcs está postulando a natureza matemática , um modelo matemático, para
> a representação do electrão, mas não está informando a razão fisica
> para essa escolha. por isso perguntei. Eu sei que sendo uma hipotese,
> qq coisa é válida, mas esperava que sendo um assunto fisico, tivesse
> algumas desculpa fisica para a escolha.

Espero ter respondido a tudo isso na mensagem introdutória
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/43275
É possível que você não tenha gostado do método analógico utilizado mas, se
foi o caso, eu já esperava por isso. Como o assunto se repete nos demais
questionamentos, e está sendo apresentado de uma maneira um tanto quanto
confusa, vou parar por aqui, pois é possível que eu tenha que voltar a esse
tema mais abaixo.

> Bem, um co-vetor é um objecto que após uma transformação não matem a
> mesma estrutura. Ou seja, os valoes w_i dependeriam do referencia
> matemático usado para os representar. Coisa que não acontece com um
> vector.

Bem, não quero discutir matemática, mas acho que estamos nos referindo a
coisas distintas. Os valores x_i de um vetor de posição r mudam com a
rotação do referencial, e não me parece que o vetor de posição seja um
co-vetor.

De qualquer maneira, a idéia é bastante interessante, mas quando relacionada
a efeitos outros e estudado no capítulo das aberrações relativistas.
Seria o caso de dois observadores, situados em referenciais em movimento (um
em relação ao outro) e visualizando alguma característica física de um
objeto ou fenômeno, destes que se prestam a serem representados por vetores.
Neste caso sugiro que você veja a figura 7 do item 6 do meu artigo "O Espaço
Curvo Euclidiano e a Relatividade Galileana". O item 6 está no URL
http://ecientificocultural.com/Relat/Euclides6.htm , e a página inicial do
artigo em http://ecientificocultural.com/Relat/espaco_curvo01.htm . A figura
7, que pode ser visualizada clicando-se em
http://ecientificocultural.com/Relat/Eucli07.GIF , mostra exatamente como o
vetor w (em vermelho) se mostraria para um observador em repouso e para
outro observador com uma velocidade v = 0,5c.

Para um melhor entendimento da figura talvez fosse necessário ler o item 6
do artigo, mas estou me referindo ao mesmo apenas a título de curiosidade e
a mostrar que essa característica relativística existe na minha teoria,
apesar de não estar explícita em nenhuma das hipóteses. Aliás, uma teoria
terá sido tão melhor axiomatizada quanto mais enxuta for em hipóteses.
Redundância, na montagem de um arcabouço teórico, não combina com
teorização, e espero já ter dito isso com outras palavras.

Essa aberração está a retratar uma virtualidade, se pensarmos em
concordância com os cânones clássicos. Segundo o realismo clássico (e a
física clássica tem muito a ver com esse realismo) um objeto é o que é, a
despeito de como ele se nos aparenta ser. Obviamente, esta aparência pode se
traduzir em um fenômeno físico (por exemplo, na ação de um campo elétrico).
O fenômeno (a ação do campo sobre outros objetos) é real e o campo pode ser
considerado como tal (num contexto relativístico, é bem verdade), mas o
objeto que está produzindo esse campo não é aquele que estamos visualizando
(a aberração) e sim o objeto como ele é na realidade. O artigo citado
ilustra outras aberrações mais simples do que essa (por exemplo, no item 2),
logo não vou me alongar a respeito.

Quando digo que uma estrutura física pode ser descrita matematicamente por
um vetor, há que se destacar que devem existir aberrações dessa estrutura
(ou virtualidades) que também podem ser descritas matematicamente por outros
vetores. A matemática tanto pode representar o real quanto o virtual, e um
físico realista deve saber distinguir, ou pelo menos suspeitar, sobre a qual
desses objetos ele está aplicando a matemática.

Não tenho a pretensão de convencer um utilitarista sobre as vantagens do
realismo, mas posso apontar as diferenças entre os métodos. Dependendo da
metodologia aceita (realista ou utilitarista), até mesmo o vetor de posição
poderia se encaixar no que você chama de co-vetor, mas também não sei se
alguém concordaria com a conceituação que você apresentou para co-vetor.
Enfim, "palavras são palavras, nada mais que palavras".

> > certamente ficaremos frente as mesmas evidências
> > experimentais que levaram os físicos "modernos" a suspeitarem sobre
> > a ainda mal explicada, a meu ver, natureza quiral do elétron como, por
> > exemplo, a experiência de Stern Gerlach

> O que vc está dizendo é que 2 electrões não tem que ser iguais. ...

A experiência de Stern Gerlach não é feita com elétrons, mas sim com átomos.

> ...ora, isso muito interessante pq vai contra a seua hipotese.

Porque haveria de ir? Em qual hipótese você leu que dois elétrons têm que
ser iguais? Eu não fiz esta afirmação e também não disse o contrário. Mas
talvez seja esta uma boa oportunidade para discorrer a respeito.

Em primeiro lugar, e pela hipótese 1, eu diria que existem infinitos
elétrons diferentes, conforme a orientação espacial do elétron. Você poderá
me questionar e dizer que eles seriam idênticos a menos de uma rotação. Mas
essa identidade também não é assumida pela minha teoria, pois eu não fiz
essa hipótese. Se essa identidade de fato existir, deixo a critério da
experimentação, pois não precisei dessa hipótese. Digo mais: deixei essa
hipótese em aberto no núcleo da teoria (núcleo de uma teoria = conjunto das
hipóteses básicas da teoria). Volte a ler a hipótese 1
[ http://ecientificocultural.com/Eletron/eletron22.htm ] e note que lá está
escrito o seguinte: "K é *presumivelmente* constante."

Porque esse cuidado? Afinal, K é ou não é constante?

Na página http://ecientificocultural.com/Eletron/eletron23.htm , em
Comentários sobre H-1, lê-se o seguinte: "Convém deixar um grau de liberdade
na relação que define w, liberdade esta que se mostrará útil em determinadas
circunstâncias." No final do item 7.2.1 (capítulo 7) [vide
http://ecientificocultural.com/Eletron/eletron72.htm#7.2 ] eu volto ao tema
com as seguintes palavras: "Como já afirmei em artigo anterior, o escalar K,
da hipótese 1 (e, portanto, o valor absoluto do vetor w), parece conter
segredos relacionados aos referenciais inerciais, que somente a física
experimental pode decifrar. Seria extremamente interessante verificar se o
seu valor absoluto, uma vez definido, permanece ou não idêntico, qualquer
que seja o referencial inercial considerado. A variabilidade de K seria um
indício fortemente sugestivo a corroborar a intuição de Newton quanto à
existência de um referencial absoluto. É de se esperar, no entanto, a
observação de K aproximadamente constante para v << c."

Esse "é de se esperar" está em acordo com inúmeras experiências já efetuadas
em eletromagnetismo e interpretadas à luz da minha teoria.

> Se W é um vector intrinseco do electrão. Para todos os efeitos esse
> vector é o electrão, então 2 eletrões têm que ter o mesmo vector.

Eu diria de outra maneira: Sempre que K for constante, o módulo do vetor w
será o mesmo. Redundância?!!! Sim, pois K é o módulo do vetor w. ;-)

> Ora um vector, 3 quantidades, não permite quiralidade.

Eu nunca disse o contrário. Você é quem está confundindo o elétron com um
vetor. Eu simplesmente estou representando uma das propriedades do elétron
que interessa para a minha teoria por um vetor. Se este vetor é ou não
axial, isso deve decorrer da observação experimental, e isso é sugerido pela
experiência de Stern Gerlach, dentre outras.

> Para isso vc
> precisa no minimo de uma matix anti-simetrica. (em que os termos fora
> do traço seriam diferentes obtendo a quiralidade )

Se o vetor for axial (e tudo indica que é), fique à vontade para determinar
experimentalmente qual a regra a ser adotada para determinar a quiralidade
*do elétron* (e não do vetor). Para alicerçar a minha teoria eu não precisei
dessa hipótese, mesmo porque achei que não convinha avançar muito em direção
ao representacionalismo. É claro que se pretendermos destrinchar a estrutura
do elétron, teremos que evoluir nessa direção, acrescentando outras
hipóteses, mas para explicar o eletromagnetismo microscósmico creio que
seria correr um risco desnecessário.

> O que vc está dizendo com isso - embora tlv não conscientemente - é
> que o vector pode ser representado por uma função escalar e um outro
> vector . Este vector obviamente seria um covector e a função escalar é
> apenas para efeitos de normalização.

Você está confundindo "vetor" com "campo vetorial". A força, por exemplo, é
um vetor, e como qualquer outro vetor, pode SEMPRE ser representada pelo
produto de um escalar, a que chamamos módulo, por um vetor unitário (ou
versor). O campo elétrico, por outro lado, é um campo que pode ser
representado como o gradiente de uma função escalar. Neste caso sim, podemos
representar o campo elétrico como o produto de uma função escalar (o módulo
do gradiente no ponto considerado) por um versor, com a direção e sentido
desse gradiente. Um versor que tenha a direção e o sentido de um gradiente
pode ser chamado por covetor. Este versor perfura as superfícies
equipotenciais, ou seja, ele "co-tangencia" essas superfícies, e a expressão
co-vetor decorre dessa propriedade.

> Eu entendi isso. Portanto, d w_i / d x_i = 0 para qq x_i
> Portanto div W = 0 , e rot W = 0;

Bem, se a sua matemática permite a derivação de uma função num ponto de
descontinuidade, então não está mais aqui quem falou. Vamos tocar o barco.

> O que é a orientação do electrão, se não a orientação do ppr W ?
> Portanto, não vejo que W depende de coisa alguma. Ele é mais como uma
> constance universal. Todos os electrões tem um W igual, todos os
> protoes têm um W igual e assim vai. Da mesma forma que o momento
> angular não depende do ponto do espaço onde o centro de rotação fica,
> contudo ele é diferenciaável. A Precessão é isso mesmo. O vector
> momento angular roda no espaço. Ora se o W é a orientação do electrão
> e essa mode mudar sem que o electrão mude de posição , então W pode
> musar e por conseguinte suas coordenadas mudam.

Eu diria que você está fazendo uma miscelânea total. Você começa com algumas
dentre as hipóteses ou conseqüências da física moderna (por exemplo, todos
os elétrons seriam iguais). A partir daí você assume que o meu W seria
equivalente a um momento angular que certamente não deve ser clássico, pois
do contrário os elétrons não seriam todos iguais, ainda que o módulo desse
momento fosse, por hipótese, igual. E conclui que o meu W pode ser derivado
temporalmente, coisa que já assumi na msg anterior. Sinceramente, não sei
nem por onde começar minha crítica ao parágrafo, logo deixarei o dito pelo
não dito.

> > Não se trata de uma função contínua no espaço, logo não podemos
> > derivá-la direcionalmente.

> Podemos, mas o resultado será zero.

Creio que não. Seria zero se fosse uma função contínua e de valor constante
na direção da derivação. Mas como disse acima, estou utilizando-me de outra
matemática.

> > > Ou seja, como são as derivadas em ordem ao tempo?

> > Depende do movimento que está sendo considerado.

> Nenhum. O electrão está parado.

Neste caso a resposta é óbvia. A derivada temporal será zero.

> Vc é que sabe, mas para mim interessa-me saber como se relaciona W com
> o numero 1.60217646 × 10^-19 C. A chamada carga do electrão.

Essa suposta carga do elétron foi determinada em campos elétricos
constantes. Eu não falo em números, mas comento sobre o significado
fenomenológico dessa constante a partir do item 4.3. Posteriormente, eu
chego à expressão analítica da lei de Coulomb (item 4.3.1), mas em função do
número N de elétrons que compõem uma carga elétrica (equação 4.19).
Conhecendo-se a carga macroscópica Q, esse número N pode ser estimado por
métodos a apoiarem-se nas leis de Faraday, e com isso a constante da equação
fica determinável. Conhecendo-se a carga Q e o número N, qualquer um ficará
tentado a dividir Q por N na esperança de encontrar a carga do elétron.
Provavelmente chegaremos no número que você apontou, mas isso não significa
dizer que dois elétrons interagem-se através de uma carga deste valor. Por
outro lado, se você entender como cheguei na lei de Coulomb, entenderá
porque esse número é pouco importante para a minha teoria.

> > O máximo que você poderá procurar no meu trabalho é
> > saber qual o artifício que eu utilizo para chegar numa carga elétrica
> > macroscópica partindo de estruturas que não se assemelham em nada a uma
> > carga elétrica.

> E vc sabe o que se assemelha a uma carga electrica ? O que seria?

Assemelha-se aos corpos eletrizados descritos por Coulomb entre 1784 e 1789.

> > Chamo-o apenas por elétron, e você dê a ele o nome que quiser, desde que
> > não o confunda com uma carga elétrica com características coulombianas
> > (aquelas que geram um campo elétrico de Coulomb).

> E quais seria elas?

Respondi logo acima. Em dúvida é só consultar a literatura, mesmo porque a
experiência de Coulomb já foi repetida milhares de vezes.

> Bom, eu parto do principio q vc esteja falando do mesmos electrões que
> eu. Esse que ha na natureza e toda a gente diz que estão nos atomos e
> tal... ora eles tem propriedade simples como , repelirem-se.
> Mas sendo que vc fala tb do protão, dois protoes tb se repelem e um
> protão e um electrão não se repelem, eles atraem-se.

Que mal pergunte, qual foi a experiência que constatou, de maneira
irrefutável, que dois elétrons ou dois prótons se repelem sempre e de
maneira idêntica a uma carga elétrica, ou seja, através de forças
coulombianas?

> > Isso está exposto no capítulo 6,

> E qual é o link ? É que eu não consegui navegar até lá.

Você pode chegar a todos os itens ou capítulos a partir da página
http://ecientificocultural.com/Eletron/eletron0.htm (clique nos links que
estão na tabela intitulada CONTEÚDO). Em particular, o início do capítulo 6
está em http://ecientificocultural.com/Eletron/eletron6.htm e as equações a
que me referi estão na página seguinte, ou seja, em
http://ecientificocultural.com/Eletron/eletron62.htm . Para prosseguir no
capítulo clique no link "Próximo" situado no final da página, ou então volte
para a tabela CONTEÚDO.

> Já agora, qual é o link que relaciona o campo A com W ?

Vide a equação 6.3 em http://ecientificocultural.com/Eletron/eletron6.htm

> A pergunta é simples. Como se relaciona o W da particula 1 com o
> movimento da particula 2 , supondo que este movimento é apenas devido
> à existencia do campo A criado por 1.
> Em termos newtonianos, como se relaciona a força sobre a particula 2
> com W de 1.

As perguntas são simples, mas as resposta não são. Eu diria que o conjunto
dos 8 capítulos (e mais especialmente, a partir do capítulo 4) foram
escritos tendo como finalidade principal apontar um caminho para a resolução
de problemas desse tipo.

> > Em vista do acima exposto, devolvo a pergunta com outras: O que é uma
> > partícula com carga? O que é uma partícula sem carga?

> Carga é [...]

Pô, Sérgio. Eu esqueci que quando faço uma pergunta você sempre responde. No
Brasil nem sempre a gente faz uma pergunta esperando uma resposta. As vezes
a pergunta é colocada apenas no sentido de enfatizar uma afirmação anterior,
ou a demonstrar que o problema é mais complexo do que parece à primeira
vista. Neste caso não era para responder, mesmo porque eu não estou aqui
sabatinando-o. Desculpe-me pelo trabalho que lhe dei, mas não foi
intencional.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: Ação e Reação - sentido
FROM: marcelo ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 07:39


TABORDA > Acção e Reacção não são movimentos.
Ação =/= > o > o > o > o > o > o >
e Reação =/= > o > o > o > o > o > o >

pelo que nada se conclui daqui.


- - - - - - -

Sérgio, "suponhamos" que:

Ação = > o > o > o > o > o > o >
e reAção = < o < o < o < o < o < o <

pergunta:

1)Onde termina a ação e onde começa a reação?

2)Porque?

3)Qual a ligação entre a ação a reação?



grato.

marcelo ferrari



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SUBJECT: Re: Ação e Reação - sistema fechado
FROM: marcelo ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 08:52

Imagine um quarto fechado com espelhos por todos os lados, em diferentes angulaçoes, aleatórias. Um ambiente fechado onde cada parede reflita a luz para outra parede e assim por diante. Fazemos um buraco em algum canto qualquer e colocamos ali a ponta de uma canhão
de raio lazer e ligamos o canhão.

Perguntas:

1) O feixo de luz que sai da ponta do canhão vai retornar ao canhão? Porque?

TABORDA > Não sei. Pq vc não especificou como os espelhos estavam orientados, e não disse
onde o furo era feito

FERRARI > Vamos supor uma esfera espelhada. O feixo de luz que sai da ponta do canhão vai retornar ao canhão? Porque? Tem alguma lei cientifica que descreve isto?

TABORDA > Tem. Chama-se Lei da refleção e é do ramo da Optica. E diz assim: O angulo do raio incidente é igual ao angulo do raio refletido, onde os angulos são tomados em relação à perpendicular à supercie no ponto de incidencia.

Sérgio, e sobre voltar ao ponto de origem, tem alguma lei cientifica sobre isto.

TABORDA > Um sistema fechado é um sistema de onde pode entrar energia, mas não massa. Um sistema isolado é um sistema de onde não podem sair e para onde não
podem entrar nem energia, nem massa.

No meu exemplo, o feixe não pode sair, pois tem espelhos por todos os lados, o único buraco é por onde ele entrou. Ele é fechado, isolado, ou o que?

grato.

marcelo ferrari


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SUBJECT: Enviando email: www.albert.einstein.nom.br
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/12/2004 10:36

Lista,

Eis um site na língua nativa, produzido pelo Físico C.A.Santos, um dos muitos a compreenderem a essência e a importância do trabalho de Einstein. Einstein é mostrado em sua inteireza, os equívocos veiculados pela imprensa a respeito, a respeito de aspectos da pessoa Einstein, são esclarecidos, a verdade dos fatos posta a pratos limpos. Vasta fonte de informações sobre o cientista, vida e obra, é listada, muitas delas resenhadas.
Recomendo.

Victor.

A mensagem está pronta para ser enviada com estes anexos de arquivo ou link:
Atalho para: http://www.albert.einstein.nom.br/

Observação: para se proteger de vírus de computador, os programas de email podem impedir o envio ou recebimento de alguns tipos de anexo de arquivo. Verifique as configurações de email para determinar como os anexos são manipulados.

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SUBJECT: Re: Ação e Reação - sistema fechado
FROM: "Sergio M. M. Taborda" <sergiotaborda@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 12:25


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, marcelo ferrari

> FERRARI > Vamos supor uma esfera espelhada. O feixo de luz que sai
da ponta do canhão vai retornar ao canhão? Porque? Tem alguma lei
cientifica que descreve isto?
>
> TABORDA > Tem. Chama-se Lei da refleção e é do ramo da Optica. E diz
assim: O angulo do raio incidente é igual ao angulo do raio refletido,
onde os angulos são tomados em relação à perpendicular à supercie no
ponto de incidencia.
>
> Sérgio, e sobre voltar ao ponto de origem, tem alguma lei cientifica
sobre isto.

Tem, é aquela. Vc tem que a usar para concluir se sai ou não sai. É um
trabalho que ha que fazer, tem que fazer as continhas... ou vc acha
que fisica é só conversa ?

No caso da esfera a resposta é obvia. Assim que o raio entre ele bate
no ponto oposto da esfera e sendo que nesee ponto o raio de incidencia
faz zero graus com a perpendicular , então a resposta é perpendicular
e no sentido contrário, o feixe volta imediatamente ao furo. Seria o
mesmo a sala ser um cubo com as paredes espelhandas e vc abrir o furo
numa delas, o feixo reflete na parede em frente e volta.

> TABORDA > Um sistema fechado é um sistema de onde pode entrar
energia, mas não massa. Um sistema isolado é um sistema de onde não
podem sair e para onde não
> podem entrar nem energia, nem massa.
>
> No meu exemplo, o feixe não pode sair, pois tem espelhos por todos
os lados, o único buraco é por onde ele entrou. Ele é fechado,
isolado, ou o que?

O feixe pode sair sim, se sair pelo furo por onde entrou.
Um feixe é energia e não é considerado massa. A pergunta é: pode
entrar mais alguma coisa por esse furo ? ar , por exemplo?
Se sim, o sistema é aberto. Se não ele é fechado.

Sergio Taborda





SUBJECT: Re: Ação e Reação - sentido
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 13:04


Marcelo:
1--Que semelhanças há entre a acção e a reacção?
2--Que semelhanças há entre a Acção ea reacção?
Talvez a coisa posta assim na 1ª aproximação ajude a que detectemos
o teu problema. Onde está a tua dificuldade.
3--Vais desenhar um bloco e as forças por vectores assim:
>>>>>>____
>>>>>>>|cor|
>>>>>>>|po |----->
>>>>>>>|___| Estás a ver este boneco' Tenta desenhares como eu fiz
aquela figura para ver se te entendemos. Deves ler outravez a minha
mensagem na outra lista.
[]'
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, marcelo ferrari
<emailferrari@y...> escreveu
>
> TABORDA > Acção e Reacção não são movimentos.
> Ação =/= > o > o > o > o > o > o >
> e Reação =/= > o > o > o > o > o > o >
>
> pelo que nada se conclui daqui.
>
>
> - - - - - - -
>
> Sérgio, "suponhamos" que:
>
> Ação = > o > o > o > o > o > o >
> e reAção = < o < o < o < o < o < o <
>
> pergunta:
>
> 1)Onde termina a ação e onde começa a reação?
>
> 2)Porque?
>
> 3)Qual a ligação entre a ação a reação?
>
>
>
> grato.
>
> marcelo ferrari
>
>
>
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>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: Ação e Reação - sentido
FROM: "rayfisica" <rayfisica@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 15:38


>

Ó eu aqui, ó!
Blz...
Não sou erudito apenas respondo o que penso saber, ok?

1)Onde termina a ação e onde começa a reação?
R - depende do ponto de referencia, por exemplo, a bola e a parede,
do ponto de vista da parede a bola aplica uma ação sobre a parede
e a
parede aplica uma reação sobre a bola e vice e verso.

2)Por quê?
R - A toda ação corresponde uma reação, com a mesma
intensidade,
mesma direção e sentidos contrários.


3)Qual a ligação entre a ação à reação?
R - A toda ação corresponde uma reação, com a mesma
intensidade,
mesma direção e sentidos contrários.


E ai acertei?






SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Electrão como um vector - CORRIGINDO
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/12/2004 16:08

----- Original Message -----
From: "Alberto Mesquita Filho"
Sent: Sunday, December 19, 2004 6:08 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Electrão como um vector


A mensagem introdutória, referida na msg acima, saiu com o link errado. O
correto é:

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/43271

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.





SUBJECT: Re: Ação e Reação - sentido/Errata
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 16:20


Ei Marcelo:
houve gralha.
Deve ler-se

Marcelo:
> 1--Que semelhanças há entre a acção e a reacção?
> 2--Que DIFERENÇAS há entre a Acção ea reacção?
> Talvez a coisa posta assim na 1ª aproximação ajude a que
detectemos

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Maria Natália <grasdic@h...>
escreveu
>
> e grátis. Instale o
> discador do Yahoo! agora.
> >
> > [As partes desta mensagem que não continham texto foram
removidas]





SUBJECT: Um meteoro na Indonésia?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 16:45


vou lá ver se não é desculpa de Governo:
http://br.news.yahoo.com//041219/5/q5vv.html
É quase "um raio que te parte" LOL
Um abraço
Maria Natália





SUBJECT: Sobre dimensões.
FROM: Leandro Aparecido Côco <apocrifos@ig.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 19/12/2004 20:29


Não consigo perceber as outras dimensões além das 4.
Na verdade não consigo ver o tempo como uma dimensão
pelo que entendi as branas criam particulas através da interação com
o espaço-tempo. É isso?

Leandro






SUBJECT: Re: [ciencialist] Um questão de preferência
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 19/12/2004 20:38

A minha preferência é que tal assunto seja postado apenas nos sites de socialismo. Não aqui no C-list.
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "José Renato" <jrma@terra.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 17 de dezembro de 2004 19:18
Assunto: [ciencialist] Um questão de preferência



Qual a opção que vc escolheria para o reajuste do salário mínimo: 290 já em janeiro ou 300 em maio de 2005?

Os números dessa comparação, podem ser verificados nas contas a seguir.

1ª Opção: (290 - 260) x (12 + 1) = 30 x 13 = 390 reais a mais em 2005.

2ª Opção: (300 - 260) x (8 + 1) = 40 x 9 = 360 reais a mais em 2005.

Estamos considerarmos que o próximo SM será corrigido em janeiro de 2006.

Entretanto, se o próximo salário mínimo for reajustado somente em maio de 2006, as contas serão diferentes.

1ª Opção: 30 x (13 + 4) = 30 x 17 = 510

2ª Opção: 40 x (9 + 4) = 40 x 13 = 520.

Verificamos que a melhor opção só poderia ser determinada se soubéssemos em que mês o SM será atualizado em 2006.

Mas a escolha tem de ser definida bem antes disso.
E agora, que opção você prefere?

José Renato M. de Almeida
Salvador - Bahia


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SUBJECT: Fw: Temperatura de um raio
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/12/2004 04:10

Alguém tem um número para eu dar de exemplo? Ou, uma fonte disso?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: Dasdores
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 16 de dezembro de 2004 16:58
Assunto: Temperatura de um raio



Nas dúvidas experimentais, por gentileza coloque aqui o endereço da página, isso facilita o confronto. Agradeço. Meu nome é LUIZ FERRAZ NETTO, meu apelido é LÉO e moro em BARRETOS; dai vem meu e-mail: leobarretos@uol.com.br.

Nome: Willianderson Freire Vieira
Escolaridade: 7ª Série
E-mail: willy13@walla.com


Olá! Estou fazendo um trabalho e gostaria de saber o seguinte: " Que temperatura atinge um raio durante sua trajetória ao solo " ?

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Fw: aerofolio
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/12/2004 04:12

Que digo para o Hugo? Sem assustá-lo!
[]'

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Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
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-----Mensagem Original-----
De: Hugo Pavan
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 16 de dezembro de 2004 19:08
Assunto: aerofolio


1. Se eu quisese fazer um avião,como posso saber as dimensões corretas da asa (ter a melhor eficiencia o possivel)? pois com uma asa muito pequena eu não sairia do chão E isto tem alguma coisa a ver com o peso da maquina no total ou não?

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Ação e Reação - sentido
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <emailferrari@yahoo.com.br>
DATE: 20/12/2004 04:45

Marcelo escreve:
>"Recebi várias respostas, de vários lugares diferentes, abstraindo, todas parecem apontar para o mesmo lugar: sentido."<

Léo: Faz sentido. É o melhor que se pode abstrair dessas várias respostas. O sentido sem dúvida é relativo; para a parede a bola está chegando e ela vai se preparando para entrar em 'reação' --- para a bola é a parede que está se aproximando perigosamente e ela 'vê' nisso um prelúdio para encerrar sua ação. Essa transmissão de informações é inerente ao Universo das coisas. Newton só vislumbrou esse aspécto do universo como um todo, mas não realmente todo, quando terminou a ação dele começou a reação de outro, Huighens, por exemplo.

>"A bolinha está indo assim:
> o > o > o > o > o > o >
ao interagir, ou re-agir com a parede fica assim
< o < o < o < o < o < o <
Se...
Ação = > o > o > o > o > o > o >
e reAção = < o < o < o < o < o < o <
O que muda é apenas o sentido, concordam? "

Léo: Sim, é isso mesmo, o que muda é apenas o sentido. Mudou o sentido de tudo.
Ação é agora algo bem mais profundo, que raia ao infinito da imaginação e a reação que pode ser pensada filosoficamente como re-AÇÃO e uma ação oposto ao efeito da reação; é algo que vem do infinito e vai se tornando finito e no instante zero, onde tudo é possível ou o nada, a reação se inicia e devolve ao universo os efeitos da ação.

>"Sendo assim, concluo que uma "determinada" ação temina no limite do seu sentido e a reAção começa no ponto de mudança de sentido."

Léo: Exatamente, sábias palavras! 'O limite do sentido' ... essa é a pureza do raciocínio que poucos conseguem atingir e, portanto, não conseguem decifrar o enígma da ação e reação de Newton. Realmente é profundo .... a bola vai indo, vai indo, num sentido ... mas, esse sentido tem limite, é o ponto de mudança --- nesse ponto de mudança os sentidos se confundem e no limite do novo sentido nasce a reação. Ela prospera, progride, avança, percorrendo outro sentido ... e agora ela não vê o limite desse novo sentido. Novamente o infinito é o transcendente. Parabéns, poucos conseguem assim, de cara, absorverem a idéia básica da terceira sinfonia de Newton.

>"Faz sentido?"

Léo: E como faz!

marcelo ferrari



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SUBJECT: não há MRU no mundo real!
FROM: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/12/2004 05:14


AFIRMAÇÃO:
Não existe movimento retilíneo uniforme no mundo real.
JUSTIFICATIVA:
Qualquer "informação" ou objeto que viaje no universo esta
sujeita a
forças que alteram suas velocidades no tempo. (x,y,z)
COMENTARIO:
Seria essa a razão do paradoxo de Zenão de Eléia, não
acontecer no
mundo real.

Estou certo?






SUBJECT: Re: Fw: Temperatura de um raio
FROM: "rosevena3" <rosevena3@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/12/2004 05:29


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Alguém tem um número para eu dar de exemplo? Ou, uma fonte disso?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: Dasdores
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: quinta-feira, 16 de dezembro de 2004 16:58
> Assunto: Temperatura de um raio
>
>
>
> Nas dúvidas experimentais, por gentileza coloque aqui o endereço da
página, isso facilita o confronto. Agradeço. Meu nome é LUIZ FERRAZ
NETTO, meu apelido é LÉO e moro em BARRETOS; dai vem meu e-mail:
leobarretos@u...
>
> Nome: Willianderson Freire Vieira
> Escolaridade: 7ª Série
> E-mail: willy13@w...
>
>
> Olá! Estou fazendo um trabalho e gostaria de saber o seguinte: "
Que temperatura atinge um raio durante sua trajetória ao solo " ?
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]

-------------------------------------------------

http://www.fisica.ufc.br/conviteafisica/cien_ens_arquivos/numero7/p09.
pdf

Léu esse é um bom material, porem indo direto a resposta.
No tubo central que tem diâmetro de 10mm a 25mm a temperatura atinge
em média 30000° C.






SUBJECT: Re: [ciencialist] Uma questão de preferência
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/12/2004 08:16

Caro Luiz, tenho a impressão que pra vc Socialismo, Política e Economia, não
são ciências, não são conhecimentos metódicos. E Aritmética Elementar vc
ainda considerada ciência?
Abraços
José Renato
.............................................

----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Sunday, December 19, 2004 7:38 PM
Subject: Re: [ciencialist] Um questão de preferência



A minha preferência é que tal assunto seja postado apenas nos sites de
socialismo. Não aqui no C-list.
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "José Renato" <jrma@terra.com.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 17 de dezembro de 2004 19:18
Assunto: [ciencialist] Um questão de preferência



Qual a opção que vc escolheria para o reajuste do salário mínimo: 290 já em
janeiro ou 300 em maio de 2005?

Os números dessa comparação, podem ser verificados nas contas a seguir.

1ª Opção: (290 - 260) x (12 + 1) = 30 x 13 = 390 reais a mais em 2005.

2ª Opção: (300 - 260) x (8 + 1) = 40 x 9 = 360 reais a mais em 2005.

Estamos considerarmos que o próximo SM será corrigido em janeiro de 2006.

Entretanto, se o próximo salário mínimo for reajustado somente em maio de
2006, as contas serão diferentes.

1ª Opção: 30 x (13 + 4) = 30 x 17 = 510

2ª Opção: 40 x (9 + 4) = 40 x 13 = 520.

Verificamos que a melhor opção só poderia ser determinada se soubéssemos em
que mês o SM será atualizado em 2006.

Mas a escolha tem de ser definida bem antes disso.
E agora, que opção você prefere?

José Renato M. de Almeida
Salvador - Bahia


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SUBJECT: Re: Tudo é energia
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/12/2004 11:53


Oi Brudna,

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "brudna" <lrb@i...> escreveu
>
> Fico confuso com o argumento ´Tudo é energia´.
>
> Onde estão os erros? Que conceitos falhos pode ter esse
argumento?
> Como aproveitar essa oportunidade para ensinar?

Acho que o caminho para saber onde está o erro e como aproveitar
para ensinar está na história da ciência.

Como surgiu o conceito de energia (antes ou depois do conceito de
matéria).
Energia cinética é função da velocidade da matéria (em relação a
que...). Se lanço algo para cima sua velocidade escalar vai
diminuindo e com ela a sua energia cinética.
É transformada em energia potencial???
Ou o conceito de energia potencial foi criado posteriormente para
construir artificialmente, talvez, uma conservação de energia
mecânica?

Hoje é moda falar que matéria nada mais é que energia concentrada.
Não seria melhor (mais lógico) dizer que energia nada mais é que
matéria em movimento?

TUDO É MATÉRIA !!!
:-)

Hélio






SUBJECT: Re: Ação e Reação - sentido
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/12/2004 12:50


Gente,

Não adianta tentar ensinar ao Marcelo. Ele parece uma máquina que
faz uma pergunta e só está programada para receber um SIM ou um NÃO
como resposta. Se a máquina recebe um "A PERGUNTA ESTÁ ERRADA" ela
não sabe o que fazer com isto e repete a mesma pergunta.

O que o Léo está tentando fazer na MSG abaixo é "desesperadamente"
reprogramar esta máquina. Acho muito difícil.

Mas para Léo, nada é impossível!
[:-)]

Hélio.


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> Marcelo escreve:
> >"Recebi várias respostas, de vários lugares diferentes,
abstraindo, todas parecem apontar para o mesmo lugar: sentido."<
>
> Léo: Faz sentido. É o melhor que se pode abstrair dessas várias
respostas. O sentido sem dúvida é relativo; para a parede a bola
está chegando e ela vai se preparando para entrar em 'reação' ---
para a bola é a parede que está se aproximando perigosamente e ela
'vê' nisso um prelúdio para encerrar sua ação. Essa transmissão de
informações é inerente ao Universo das coisas. Newton só vislumbrou
esse aspécto do universo como um todo, mas não realmente todo,
quando terminou a ação dele começou a reação de outro, Huighens, por
exemplo.
>
> >"A bolinha está indo assim:
> > o > o > o > o > o > o >
> ao interagir, ou re-agir com a parede fica assim
> < o < o < o < o < o < o <
> Se...
> Ação = > o > o > o > o > o > o >
> e reAção = < o < o < o < o < o < o <
> O que muda é apenas o sentido, concordam? "
>
> Léo: Sim, é isso mesmo, o que muda é apenas o sentido. Mudou o
sentido de tudo.
> Ação é agora algo bem mais profundo, que raia ao infinito da
imaginação e a reação que pode ser pensada filosoficamente como
re-AÇÃO e uma ação oposto ao efeito da reação; é algo que vem do
infinito e vai se tornando finito e no instante zero, onde tudo é
possível ou o nada, a reação se inicia e devolve ao universo os
efeitos da ação.
>
> >"Sendo assim, concluo que uma "determinada" ação temina no limite
do seu sentido e a reAção começa no ponto de mudança de sentido."
>
> Léo: Exatamente, sábias palavras! 'O limite do sentido' ... essa é
a pureza do raciocínio que poucos conseguem atingir e, portanto, não
conseguem decifrar o enígma da ação e reação de Newton. Realmente é
profundo .... a bola vai indo, vai indo, num sentido ... mas, esse
sentido tem limite, é o ponto de mudança --- nesse ponto de mudança
os sentidos se confundem e no limite do novo sentido nasce a reação.
Ela prospera, progride, avança, percorrendo outro sentido ... e
agora ela não vê o limite desse novo sentido. Novamente o infinito é
o transcendente. Parabéns, poucos conseguem assim, de cara,
absorverem a idéia básica da terceira sinfonia de Newton.
>
> >"Faz sentido?"
>
> Léo: E como faz!
>
> marcelo ferrari
>
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SUBJECT: Re: Ação e Reação - sistema fechado
FROM: marcelo ferrari <emailferrari@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/12/2004 13:27

FERRARI > Sérgio, e sobre voltar ao ponto de origem, tem alguma lei cientifica sobre isto.

TABORDA > Tem, é aquela. Vc tem que a usar para concluir se sai ou não sai. É um trabalho que ha que fazer, tem que fazer as continhas... ou vc acha que fisica é só conversa ?

Sergio, vc conhece alguma equação que preveja quantas vezes a o feixe vai bater até voltar o ponto de origem?

grato.
marcelo ferrari


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SUBJECT: Re: [ciencialist] Sobre dimensões.
FROM: "Amauri Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/12/2004 14:42

oi Leandro

Tem muito físico bom aqui, até um quântico que o caso do JC, que pode te responder literalmente. Estou a estudar e vou falar eu entendi.


O tempo seria algo relacionado como um expresso em movimento, enquanto eu estou aqui a escrever esse e-mail, o "trem" do tempo vai passando e determinando nossas ações. Seria como se tudo tivesse determinado dentro de nosso universo, como se nada pode ser de nossa escolha, esta é a teoria do tempo segundo a Teoria da Relatividade de Einstein.

As dimensões, segundo teoria quântica, são 10 aproximadamente; o que podemos pôr na teoria do tempo quantifico, cada um de nós temos uma cópia em outras dimensões. Você esta numa festa e conhece uma moça bonita, tem varias hipóteses de acontecer de ela ser sua amiga, ela ser sua namorada ou até mesmo te achar sem graça. Cada uma delas seria uma cópia nossa de outra dimensão que entramos a cada decisão nossa, uma decisão provável.

Abraços
Amauri
----- Original Message -----
From: Leandro Aparecido Côco
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Sunday, December 19, 2004 8:29 PM
Subject: [ciencialist] Sobre dimensões.



Não consigo perceber as outras dimensões além das 4.
Na verdade não consigo ver o tempo como uma dimensão
pelo que entendi as branas criam particulas através da interação com
o espaço-tempo. É isso?

Leandro






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SUBJECT: De JVictorUma discussão para abalar o universo - Destaque
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/12/2004 17:46

AN - Uma discussão para abalar o universo - Destaque
Joinville - Quinta-feira, 18 de novembro de 2004 - Santa Catarina - Brasil







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Em Destaque - Big bang


Uma discussão
para abalar o universo


Cosmólogo Mário Novello fala dos estudos que tentam explicar o surgimento da vida


Rubens Herbst

Joinville - Não que seja uma unanimidade, mas não há dúvida de que a teoria mais conhecida a respeito do surgimento do universo é o chamado Big Bang. Você sabe, aquela grandiosa explosão, ocorrida bilhões de ano atrás, que teria dado origem a tudo o que existe. É uma idéia intensamente difundida da década de 70 até a metade da de 90, inclusive pelos meios de comunicação, fazendo com que ela figurasse, pelo menos entre a população em geral, como a melhor explicação científica para o início do universo. Mas isso pode mudar.
Nos últimos dez anos, vêm se discutindo os mecanismos físicos que teriam originado o Big Bang. O termo, aliás, surgiu como uma piada, criada pelo físico russo George Gamow por volta de 1949. Mas as pessoas que defendiam a idéia da explosão adotaram a nomenclatura e lhe retiraram a conotação pejorativa. "O Big Bang nada mais é do que o momento de extrema condensação do universo, e não o seu início", afirma Mário Novello, um dos nomes mais importantes da cosmologia brasileira.
Pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), doutor em física pela Universidade de Genebra, na Suíça, com pós-doutorado no Departamento de Astrofísica da Universidade de Oxford, na Inglaterra, Novello explica que ao invés de uma explosão, o universo passou por um processo de expansão, tanto é que os cientistas não têm dúvidas de que ele foi muito menor e mais quente no passado.
Segundo o pesquisador, nós vivemos nessa atual fase de expansão, que pode parar e iniciar um processo de colapso ou se expandir indefinidamente. "Isso vai depender das propriedades da matéria existentes no nosso universo", diz Novello, ressaltando que os cientistas estão estudando o que delineou essa expansão. "Não sabemos a origem do universo, isso está muito longe de ser descoberto", garante.
Ainda assim, todas as civilizações criaram os seus mitos cosmogônicos (teorias sobre a criação do mundo). A Bíblia dos cristãos e judeus, por exemplo, conta com o Gênesis para explicar a origem de tudo. Novello nota que, pela primeira vez, a ciência está discutindo um modo de construir uma teoria a esse respeito, de forma racional e utilizando todo o conhecimento científico disponibilizado pela física e a astrofísica. Isso não coloca religão e ciência em rota de colisão, garante. "Ciência e religião podem coexistir no momento em que cada uma deixar de ser arrogante e aceitar o saber diferente que a outra traz", afirma. Na opinião de Novello, a ciência não tem explicação racional para tudo. Já a religião deve aceitar que a criação do universo pode ser descrita racionalmente pelos cosmólogos, mesmo que, aparentemente, haja contradição entre a verdade deles e os mitos cosmogônicos deste ou daquele credo.



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Palestras para
professores e alunos da Udesc

Além de sua formação internacional e de coordenar o grupo de Cosmologia e Gravitação do CBPF, que fundou em 1972, Mário Novello acumula em seu currículo mais de cem artigos científicos em publicações internacionais e a autoria de dois livros, "Cosmos et Contexte" (Editora Masson, 1987) e "O Círculo do Tempo: um Olhar Científico sobre Viagens Não-convencionais no Tempo" (Editora Campus, 1998). Desde 1982, o físico promove a Escola Brasileira de Cosmologia e Gravitação e atualmente coordena o Instituto Brasileiro de Cosmologia e Astrofísica (Icra). Em junho, ele recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade Claude Bernard de Lyon, na França. O último físico agraciado com o título foi o russo Andrei Sakharov, prêmio Nobel da Paz em 1975 e o mais famoso dissidente da ex-União Soviética.
Novello esteve esta semana em Joinville para proferir as palestras "Big Bang ou Universo Eterno?" e "Efeitos da Eletrodinâmica não-linear na Cosmologia" aos professores e alunos do Departamento de Física da Udesc. Ele diz que é complicado explicar para o público em geral conceitos que não são do cotidiano e praticamente desconhecidos por quem não é expert. "Isso não é arrogância de cientista, mas uma constatação", ressalta.
Diante dessa dificuldade, Novello lança no final deste mês o livro "Os Jogos da Natureza" (Editora Campus), no qual procura justamente destrinchar alguns desses conceitos para o público em geral. A trama gira em torno da filha de um cosmólogo, cujos sonhos representam todo o conhecimento que os físicos e cosmólogos têm sobre o universo, incluindo buracos negros, criação do universo e viagens no tempo. "Eu trato desses conceitos de uma maneira acessível para o leitor que não tem um acesso maior à ciência", avisa.
Aliás, Novello percebe as pessoas mais interessadas nessas questões, digamos, espaciais. Ele conta que, no ano passado, deu palestras no Rio e em Lyon para uma grande quantidade de pessoas que não eram físicos, e que fizeram perguntas muito interessantes. "Compreender um pouco do universo é compreender muito sobre o papel do homem nele", acredita. (RH)



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Centro criado há 55 anos

O Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) foi fundado em 15 de janeiro de 1949, no Rio, por um grupo de cientistas brasileiros e de pessoas interessadas no desenvolvimento científico do País. Em 1971, foi a primeira organização brasileira a atuar na área da pós-graduação em física e também a primeira a receber autorização governamental para a concessão de diplomas de doutor e mestre. A partir de 1976, passou a fazer parte do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Durante a fase "civil", o CBPF destacou-se pela organização do trabalho em física experimental, particularmente pela ativação do Laboratório de Chacaltaya, contribuindo para a reputação da unidade como centro de excelência em nível internacional. Também se destacou, no início dos anos 60, pelo projeto e construção de aceleradores lineares de elétrons. Ainda na área experimental, ganhou renome com a descoberta da formação de radioisótopos na atmosfera e com métodos especiais para o carregamento e revelação de emulsões nucleares. A partir dos anos 70, a entidade iniciou atividades em física da matéria condensada, tendo sido a primeira instituição brasileira a instalar e operar um liqüefator de hélio.
Após a incorporação ao CNPq, o CBPF se destacou na participação em projetos de colaboração internacional. Também lançou a idéia e promoveu as discussões iniciais que levaram à criação do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron.
Aninhado sob o guarda-chuva do CBPF, o Instituto Brasileiro de Cosmologia e Astrofísica (Icra) será oficializado no final deste ano. O órgão dará suporte aos cosmólogos e astrofísicos - brasileiros e latino-americanos - para ser um pólo de investigação científica, formação de pesquisadores e difusão da cosmologia. (RH)



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Para entender
melhor o universo


Conceitos, teorias e personagens

Cosmologia
É o ramo da astronomia que estuda a origem, a estrutura em grande escala e a evolução do universo. Os astrônomos constroem modelos de universos imaginários com símbolos matemáticos e comparam as propriedades desses modelos com as do universo conhecido. Dois dos modelos mais conhecidos são o universo do Estado Estacionário, no qual matéria nova é criada continuamente para manter uma densidade constante, e o modelo do Big Bang, no qual o universo se expande a partir de uma única explosão.

Big Bang
Grande explosão inicial que deu origem ao universo e que teria ocorrido entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. Esta teoria explica por que as galáxias estão se afastando umas das outras no universo e também prediz a existência da radiação de fundo, detectada posteriormente por Penzias e Wilson em 1964.

Buraco negro
Objeto invisível no espaço exterior, formado quando uma estrela massiva colapsa devido a sua própria gravidade. Um buraco negro possui atração gravitacional tão forte que nem mesmo a luz consegue escapar.

Viagens no tempo
Mesmo garantindo ser difícil especular abertamente sobre as viagens no tempo - "corre-se o risco de provocar um protesto contra o desperdício de dinheiro público em algo tão ridículo", escreveu - o cientista Stephen Hawking afirmou que a base de quase todas as discussões modernas é a teoria da relatividade de Einstein. A possibilidade da deformação do espaço-tempo permitiria ao crononauta (viajante no tempo) encontrar caminhos que interligam diferentes regiões do espaço e do tempo. Esses atalhos são denominados "buracos de minhoca" (tubos de espaço-tempo), que, se existissem, seriam a solução para o limite de velocidade no espaço (uma espaçonave não poderia superar a velocidade da luz). Segundo Hawking, estes atalhos fariam avançar ou retroceder no tempo, sem a necessidade de percorrer grandes distâncias.

Eletrodinâmica
É a parte da física que trata da ação dinâmica das correntes elétricas. A eletrodinâmica quântica é o ramo da física que introduz conceitos da mecânica quântica no campo da eletrodinâmica. Foi tema de trabalho de cientistas, como o dos vencedores do Prêmio Nobel de Física de 1965, o japonês S. Tomonaga e os americanos J. Schwinger e R. Feymar (EUA). Do ponto de vista prático, as fórmulas da eletrodinâmica quântica servem para estudar o comportamento do elétrons e de suas correspondentes antipartículas, os pósitrons.


George Gamow (1904-1968)

Físico russo, naturalizado norte-americano, que em 1948 apresentou a teoria de que o universo poderia ter se originado a partir de um estado de pressão e calor extremos, tendo subsequentemente esfriado. Esta teoria, mais tarde, seria conhecida como a Teoria da Grande Explosão, o conhecido"Big Bang". Gamow também deu importantes contribuições nas áreas da física nuclear e sobre a constituição das estrelas. Juntamente com o físico brasileiro Mário Schömberg, Gamow desenvolveu a teoria do chamado "processo Urca", nome dado em alusão ao cassino da Urca, no Rio. Gamow também escreveu livros de divulgação científica que ajudaram a despertar a curiosidade de muitos atuais pesquisadores em física e astronomia.



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País


Polícia detém
mais de 50 menores


Operação Turismo Seguro inicia na orla da zona Sul

Rio - Um dia após o secretário da Segurança Pública do Rio, Marcelo Itagiba, constatar o óbvio, que polícia precisa fazer mais rondas, abordar suspeitos e ser "mais pró-ativa", cerca de 50 menores foram detidos na orla de Copacabana, na zona Sul, bairro com o maior índice de assalto a turistas. Em Botafogo, agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil detiveram outros 16 menores suspeitos de praticar roubos no bairro, e prenderam um acusado de 18 anos, que já tinha ordem de prisão expedida pela Justiça.
No fim da tarde, todos os menores seriam encaminhados para abrigos da Prefeitura - na prática, como não houve flagrante, serão liberados. "Eles entram por uma porta e saem pela outra", disse o delegado adjunto da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Daniel Valença.
O delegado Marcos Reimão, titular da Core, disse que a participação de uma força de elite da secretaria foi necessária devido ao tamanho do grupo. "Dezessete é brabo, é quase arrastão", declarou Reimão. Segundo ele, a ação partiu de denúncias de motoristas que tinham sido assaltados no bairro e a suspeita foi reforçada pelo fato de um dos menores estar com um pastor alemão.
De acordo com o subchefe da Polícia Civil, José Renato Torres, começa amanhã na orla da zona Sul a operação Turismo Seguro, com participação da DPCA e de todas as delegacias da região, entre elas a de Atendimento ao Turista. Os policiais, segundo ele, vão para as ruas com câmeras filmadoras e fotográficas. A DPCA vai tentar conseguir junto à Vara da Infância e da Juventude mandados de busca e apreensão para menores e adolescentes que estiverem cometendo infrações ou em situações suspeitas.
Dois comandantes de batalhões da PM foram exonerados anteontem. O tenente-coronel Rogério Lira da Costa foi substituído no comando do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE) pelo coronel Roberto de Oliveira Penteado, até então comandante do 21º Batalhão, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. No 27ºBatalhão, em Santa Cruz, saiu o tenente-coronel José Domingos de Sales Filho e entrou o tenente-coronel Elson Haubricks Batista, ex-subcomandante do 19º Batalhão (Copacabana).



--------------------------------------------------------------------



Juiz autoriza
aborto de feto sem cérebro

Goiânia - A Justiça de Goiás autorizou uma mulher grávida de 27 anos a abortar porque o feto está sem cérebro. Foi a quarta vez que o juiz da 1ª Vara Criminal, Jesseir Coelho de Alcântara, autorizou aborto de anencefálico. A decisão foi respaldada em parecer favorável do Ministério Público e laudo médico confirmando a inexistência de massa cefálica no feto e a incapacidade de gestação completa.
O juiz argumentou que a manutenção da gestação poderia causar danos à mãe, além dos riscos de morte do feto poucas horas após o parto ou ainda dentro do útero materno. Alcântara entendeu que, diante das complicações previstas pelo laudo médico, a mãe tem o direito de pedir o aborto. "Não pode a Justiça, na minha limitada visão, deixar de prestigiar a responsável via escolhida pela requerente ao buscar, no Poder Judiciário, a solução para sua pretensão", decidiu o juiz.
A primeira decisão de Alcântara a favor de aborto de feto anencefálico ocorreu em 2001. Naquela ocasião, o magistrado autorizou o aborto de um feto que estava no quinto mês de gestação.
Ele argumentou que três laudos emitidos por médicos diferentes eram unânimes quanto à impossibilidade de sobrevida de feto após o parto. Em julho deste ano, o juiz concedeu direito a aborto a duas mães que enfrentavam o mesmo problema.
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SUBJECT: Re: Sobre dimensões.
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 20/12/2004 18:54


Leandro,

Antes que Amaury e os quânticos mais esotéricos da lista te deixem
doido, eu vou falar um pouco da minha visão das três dimensões
espaciais e do tempo.

A natureza do espaço é uma e a do tempo é outra.

Matematicamente podemos colocar tudo num quadrivetor.
Podemos fazer muitas coisas com a matemática e são coisas úteis para
facilitar o estudo de certos fenômenos naturais mas não são os
fenômenos em si.
Números imaginários não existem são somente frutos de sua
imaginação.
:-)

Leandro disse:
> pelo que entendi as branas criam particulas através da interação
com
> o espaço-tempo.

Na minha humilde opinião (mensagem nesta lista não é um artigo
científico para publicação em revista internacional, logo posso
expressar minhas próprias opiniões) não existe interação COM o
espaço-tempo e sim interações entre matérias no espaço e no tempo.

Sem qualquer um desses componentes (Matéria, Espaço e Tempo), não há
interação.


Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Jr"
<amaurijunior2@y...> escreveu
> oi Leandro
>
> Tem muito físico bom aqui, até um quântico que o caso do JC, que
pode te responder literalmente. Estou a estudar e vou falar eu
entendi.
>
>
> O tempo seria algo relacionado como um expresso em movimento,
enquanto eu estou aqui a escrever esse e-mail, o "trem" do tempo vai
passando e determinando nossas ações. Seria como se tudo tivesse
determinado dentro de nosso universo, como se nada pode ser de nossa
escolha, esta é a teoria do tempo segundo a Teoria da Relatividade
de Einstein.
>
> As dimensões, segundo teoria quântica, são 10 aproximadamente; o
que podemos pôr na teoria do tempo quantifico, cada um de nós temos
uma cópia em outras dimensões. Você esta numa festa e conhece uma
moça bonita, tem varias hipóteses de acontecer de ela ser sua amiga,
ela ser sua namorada ou até mesmo te achar sem graça. Cada uma delas
seria uma cópia nossa de outra dimensão que entramos a cada decisão
nossa, uma decisão provável.
>
> Abraços
> Amauri






SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 20/12/2004 19:18

----- Original Message -----
From: "Hélio Ricardo Carvalho"
Sent: Monday, December 20, 2004 10:53 AM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia


> TUDO É MATÉRIA !!!

Falou e disse.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 00:04

Inclusive aquilo que chamamos de anti-matéria...
Continuamos atropelados pelos diversos vocábulos e significados incompletos!
Abraços
José Renato
...................................................

From: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, December 20, 2004 6:18 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia


>
> ----- Original Message -----
> From: "Hélio Ricardo Carvalho"
> Sent: Monday, December 20, 2004 10:53 AM
> Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia
>
>
>> TUDO É MATÉRIA !!!
>
> Falou e disse.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
> uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se
> repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 02:59

----- Original Message -----
From: "José Renato"
Sent: Monday, December 20, 2004 11:04 PM
Subject: Re: [ciencialist] Tudo é energia

Hélio:
> > > TUDO É MATÉRIA !!!

Alberto:
> > Falou e disse.

José Renato:
> Inclusive aquilo que chamamos de anti-matéria... Continuamos atropelados
> pelos diversos vocábulos e significados incompletos!

Alberto:
Bem lembrado. Eu diria que a "anti-matéria" representa a "materialização"
daquilo que vemos no espelho. Ou seja, "anti-matéria" é tanto "matéria"
quanto aquilo que chamamos matéria. Um férmion (como, por exemplo, o
elétron) tem por imagem no espelho um anti-férmion (no caso assinalado, um
pósitron), enquanto um bóson será sempre idêntico a sua imagem especular,
graças a suas propriedades geométrico-estruturais. Mas essa idéia
incompatibiliza-se com a física "moderna", pelo menos enquanto os físicos
"modernos" continuarem insistindo que não se pode conceber uma estrutura
para partículas elementares como o elétron. É bem verdade que o dia em que
eles fizerem essa concessão, estarão a um passo de retornarem a uma física a
apoiar-se na metodologia clássica ou, em outras palavras, de evoluirem para
uma física "neo-moderna".

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: sabão
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <quimica-qaw@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 07:58

bom-dia pessoal !

alguém responde?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
--------
Prezado Sr. Emiliano,
Estou particulamente interessada em saber se há possibilidade de formação
de sabão em gordura de aves, com a adição de cal virgem(CaO) ou Hidróxido
de Calcio(Ca(OH)2.
Qual a influência na formação do sabão, o teor de acidez desta gordura?

Aguardo seu retorno e agradeço antecipadamente


Adriana Berti Toscan
Nutrição Animal- Aves
Seara Alimentos S.A.
Fone: 48 431 1025
Fax: 48 431 1011
atoscan@seara.com.br




SUBJECT: Novo site inacreditável
FROM: Rodrigo Marques <rodmarq72@yahoo.com.br>
TO: Ceticismo Aberto <ceticismoaberto@yahoogrupos.com.br>, CienciaList <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, Sociedade Brasileira de "Cticos" e Racionalistas <sbcr@yahoogrupos.com.br>, Sociedade da Terra redonda <strbrasil@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 08:00

Pessoal vejam só este site:
http://www.vivendodaluz.com/
Que gosto será que a luz tem???


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SUBJECT: Fw: [ciencialist] Sobre dimensões.
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 09:56

Caros Leandro, Amaury e Hélio, depois de aprender que o tempo "passa,
pressiona, alivia, etc." deixamos de perceber, por nós mesmos, o que são os
diversos fenômenos ou conceitos do que chamamos costumeiramente de tempo.
Vejamos:
1. tempo atmosférico ou condições climáticas de uma região;
2. tempo cronométrico ou duração de um movimento medido em comparação ou em
relação a um movimento padrão;
3. tempo biológico ou duração de movimentos das partes, células, órgãos de
um ser vivo, que definem sua longevidade a depender das condições ambientais
a que está imerso (ovo de galinha gera em 21d);
4. tempo psicológico ou percepção mental do "tempo", depende das condições
emocionais a que o ser está solicitado a interagir com o meio-ambiente.

Resumindo com outras palavras, sempre elas a nos confundir ou esclarecer:
1. o tempo atmosférico tem configuração física;
2. o tempo cronológico é um conceito, uma invenção intelectual, não tem
existência fisica, existem apenas os movimentos a serem comparados para
definir uma medida que chamamos de tempo;
3. o tempo biológico é o tempo cronológico traduzindo os movimentos
biológicos;
4. a percepção de duração ou o tempo psicológico é bastante elástico, pode
parecer "passar" muito rápido quando estamos precisando terminar uma tarefa
urgente ou muito lento como as tardes de domingo ou a espera da pessoa
amada...

Abraços

José Renato

Em tempo:
As 10 dimensões (11 com o tempo!) me parecem que não constam da teoria da
física quântica e sim da teoria das cordas ou supercordas, desenvolvida a
partir da década de 60 do séc. XX;

As infinitas probabilidades do existir, exceto uma, são virtuais,
imaginárias ou apenas possíveis de ocorrer, não significa que ocorram ou,
pior ainda, que todas estejam ocorrendo simultaneamente;

Dentro do determinismo físico dos movimentos no universo, temos condições de
interferir conscientemente ou não. Nossos pensamentos, esperança,
disposição, crenças, suportados na vontade e atitudes concretas, podem
configurar uma realidade diferente daquela que fatos diversos tentam se
impor como única realidade possível e permitida pelo que os romanos chamavam
de Destino.
......................................................


From: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, December 20, 2004 5:54 PM
Subject: [ciencialist] Re: Sobre dimensões.

Leandro, antes que Amaury e os quânticos mais esotéricos da lista te deixem
doido, eu vou falar um pouco da minha visão das três dimensões
espaciais e do tempo.

A natureza do espaço é uma e a do tempo é outra.

Matematicamente podemos colocar tudo num quadrivetor.
Podemos fazer muitas coisas com a matemática e são coisas úteis para
facilitar o estudo de certos fenômenos naturais mas não são os
fenômenos em si.
Números imaginários não existem são somente frutos de sua
imaginação.
:-)
.....................................................
From: "Amauri Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, December 20, 2004 1:42 PM
Subject: Re: [ciencialist] Sobre dimensões.

oi Leandro

Tem muito físico bom aqui, até um quântico que o caso do JC, que pode te
responder literalmente. Estou a estudar e vou falar eu entendi.

O tempo seria algo relacionado como um expresso em movimento, enquanto eu
estou aqui a escrever esse e-mail, o "trem" do tempo vai passando e
determinando nossas ações. Seria como se tudo tivesse determinado dentro de
nosso universo, como se nada pode ser de nossa escolha, esta é a teoria do
tempo segundo a Teoria da Relatividade de Einstein.

As dimensões, segundo teoria quântica, são 10 aproximadamente; o que podemos
pôr na teoria do tempo quantifico, cada um de nós temos uma cópia em outras
dimensões. Você esta numa festa e conhece uma moça bonita, tem varias
hipóteses de acontecer de ela ser sua amiga, ela ser sua namorada ou até
mesmo te achar sem graça. Cada uma delas seria uma cópia nossa de outra
dimensão que entramos a cada decisão nossa, uma decisão provável.

Abraços
Amauri
......................................................
Leandro disse:
> pelo que entendi as branas criam particulas através da interação
com
> o espaço-tempo.

Na minha humilde opinião (mensagem nesta lista não é um artigo
científico para publicação em revista internacional, logo posso
expressar minhas próprias opiniões) não existe interação COM o
espaço-tempo e sim interações entre matérias no espaço e no tempo.

Sem qualquer um desses componentes (Matéria, Espaço e Tempo), não há
interação.


Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Jr"
<amaurijunior2@y...> escreveu
> oi Leandro
>
> Tem muito físico bom aqui, até um quântico que o caso do JC, que
pode te responder literalmente. Estou a estudar e vou falar eu
entendi.
>
>
> O tempo seria algo relacionado como um expresso em movimento,
enquanto eu estou aqui a escrever esse e-mail, o "trem" do tempo vai
passando e determinando nossas ações. Seria como se tudo tivesse
determinado dentro de nosso universo, como se nada pode ser de nossa
escolha, esta é a teoria do tempo segundo a Teoria da Relatividade
de Einstein.
>
> As dimensões, segundo teoria quântica, são 10 aproximadamente; o
que podemos pôr na teoria do tempo quantifico, cada um de nós temos
uma cópia em outras dimensões. Você esta numa festa e conhece uma
moça bonita, tem varias hipóteses de acontecer de ela ser sua amiga,
ela ser sua namorada ou até mesmo te achar sem graça. Cada uma delas
seria uma cópia nossa de outra dimensão que entramos a cada decisão
nossa, uma decisão provável.
>
> Abraços
> Amauri



SUBJECT: Re: [ciencialist] sabão
FROM: "Cyberlander" <cybernews@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 09:59

consultoria grátis, Emiliano? Ou a Nutrição Animal- Aves Seara Alimentos S.A. vai pagar pela resposta?
[ ]'s
D.C.

----- Original Message -----
From: E m i l i a n o C h e m e l l o
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br ; quimica-qaw@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 21, 2004 6:58 AM
Subject: [ciencialist] sabão



bom-dia pessoal !

alguém responde?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
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Prezado Sr. Emiliano,
Estou particulamente interessada em saber se há possibilidade de formação
de sabão em gordura de aves, com a adição de cal virgem(CaO) ou Hidróxido
de Calcio(Ca(OH)2.
Qual a influência na formação do sabão, o teor de acidez desta gordura?

Aguardo seu retorno e agradeço antecipadamente


Adriana Berti Toscan
Nutrição Animal- Aves
Seara Alimentos S.A.
Fone: 48 431 1025
Fax: 48 431 1011
atoscan@seara.com.br




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Inteligência Artificial
FROM: Daniel Camara <danielc@dcc.ufmg.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 10:28

Oi,

Estes livros sao bons, e realmente muito bons para introducao e para
conhecimento de IA classsica, ou seja IA atraves de regras de
inferência. Agora muitas coisas mais novas voce nao vai encontrar la',
por exemplo, redes neuronais e heuristicas como colonia de formigas e
particle sworming nao sao cobertas com certeza. Infelizmente nao sou a
pessoa mais indicada para te ajudar com as respostas as suas duvidas,
mesmo por que nao sei se a entendi direito :). Mas a forma de buscar
uma solucao esta' intimamente ligada a solucao adotada e normalmente e'
dificil fazer isto de forma generica. Se voce criar um resolvedor
automatico de problemas independente... Bom voce vai ganhar muito
dinheiro, para dizer o minimo :). Isto e' o que muita gente sonha a
muitos anos.

Com relacao a bibliografia existem varios livros de IA distribuidos na
Internet que tem assuntos mais novos.

Alguns que tenho link aqui....
Livros on-line
Teoricos
Machine Learning, Neural and Statistical Classification
(http://www.amsta.leeds.ac.uk/~charles/statlog/)
Information Theory, Inference and Learning Algorithms
(http://wol.ra.phy.cam.ac.uk/mackay/itprnn/p3.html#book)

Reinforcement Learning:An Introduction
(http://www.cs.ualberta.ca/~sutton/book/the-book.html)

Livro mais voltados a implementacao
http://www.markwatson.com/opencontent/javaai_lic.htm

Bibliografia em IA
ftp://ftp.ira.uka.de/pub/bibliography/Ai/index.html
http://citeseer.ist.psu.edu/

Espero que tenha ajudado.

Abracos

Daniel


fadsoftwares2003 wrote:

>
> Olá Pessoal!
>
> Sou novo na lista, estou fazendo um trabalho sobre Métodos de Busca
> em Inteligência Artificial e gostaria de discutir o assunto com
> algumas pessoas, não sei se aqui seria o lugar correto. Mas vamos
> lá...
>
> Minha dúvida era se poderíamos considerar os métodos de busca como
> a "ferramenta" para produzir soluções em IA independente do paradigma
> adotado, Simbólico ou Conexionista. Sei que para os Conexiosnistas
> isso seria uma afirmação difícil de "engolir", mas para os Simbólicos
> algo mais palpável.
>
> Generalizando,a idéia é sempre *buscar* uma solução satisfatória
> dentro de uma variedade de possibilidade de erros, mesmo se tratanto
> de classificar padrões, tratar ruídos, etc. Isso justificaria o ponto
> de vista acima ou estaria errado?
>
> Se alguém concordar, gostaria de saber se indicariam algum trabalho
> publicado que reforce essa idéia.
>
> E por último, no livro do Stuart J. Russell e Peter Norvig,
> Artificial Intelligence, A modern approach, o qual utilizo como base
> do meu trabalho, no capítulo 4, eles classificam o Simulated
> Annealing como um Algoritmo de Melhoria Iterativa, ou seja, um método
> de busca não informada. Correto ou não?
> Seguindo esse raciocínio, todas as metaheurísticas (Algoritmos
> Genéticos, Agentes Formiga, etc) poderiam ser consideradas como
> métodos de busca não informada?
>
> Me falaram que esse livro é desatualizado, assim como o da Elaine
> Rich, Inteligência Artificial. Mas não encontrei nenhum referência
> melhor, sugestões?
>
> []s
>
> Fabrício Alves Diniz
>
>
>
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>
> <http://br.rd.yahoo.com/SIG=12acra6e7/M=264379.5078783.6203979.1588051/D=brclubs/S=2137111528:HM/EXP=1103713564/A=2191897/R=1/SIG=10vqa2grn/*http://br.diversao.yahoo.com/>
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>
> * Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
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> * Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
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>
> * O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do
> Serviço do Yahoo! <http://br.yahoo.com/info/utos.html>.
>
>


SUBJECT: Re: [ciencialist] sabão
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 10:32

Cyber,

Pelo amor a ciência :-)

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Cyberlander
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 21, 2004 9:59 AM
Subject: Re: [ciencialist] sabão


consultoria grátis, Emiliano? Ou a Nutrição Animal- Aves Seara Alimentos S.A. vai pagar pela resposta?
[ ]'s
D.C.

----- Original Message -----
From: E m i l i a n o C h e m e l l o
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br ; quimica-qaw@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 21, 2004 6:58 AM
Subject: [ciencialist] sabão



bom-dia pessoal !

alguém responde?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
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Prezado Sr. Emiliano,
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SUBJECT: Re: Ação e Reação - sistema fechado
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 11:19


Marcelo:

Tem e deverás pensar em ir a um livro de probabilidades. Trata-se de
uma questão de acaso ou aleatoriedade.
E estou a resonder-te pois colocaste a questão nauma lista e que até
nesta, por ser local público, se presta a leitura de todos. Se
quisesses resposta individual deverias enviá-la em pvt ao colega a
quem te dirigias.
Uma das chatas da sala
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, marcelo ferrari
<emailferrari@y...> escreveu
> FERRARI > Sérgio, e sobre voltar ao ponto de origem, tem alguma
lei cientifica sobre isto.
>
> TABORDA > Tem, é aquela. Vc tem que a usar para concluir se sai ou
não sai. É um trabalho que ha que fazer, tem que fazer as
continhas... ou vc acha que fisica é só conversa ?
>
> Sergio, vc conhece alguma equação que preveja quantas vezes a o
feixe vai bater até voltar o ponto de origem?
>
> grato.
> marcelo ferrari
>
>
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SUBJECT: Re: De JVictorUma discussão para abalar o universo - Destaque
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 11:38


JVictor:
Apenas isto,

"Compreender um pouco do universo é compreender muito sobre o papel
do homem nele",
Esta é uma das razões pelas quais aqui em Portugal a reforma
curricular do nosso ensino tem como referência a Astronomia.
Significa que em TODAS as discplinas a raiz condutora e elo de
ligação é a Posição do Homem no Universo. Vale a pena terem aí um
currículo universal de conteúdos comuns aos varios estados
federados. Sabemos ambos que o que norteia muitas vezes os
curriculos nada têm a ver com a formação da pessoa enquanto cidadão
do Mundo mas para corresponder aos requesitos para um exame que se
chama vestibular e à competição entre universidades. Deveríamos ler
colaboração entre pares e se faria como essa universidade nas suas
sessões de discussão de temas na comunidade.
Obrigada
um abraço
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "JVictor" <jvoneto@u...>
escreveu
> AN - Uma discussão para abalar o universo - Destaque
> Joinville - Quinta-feira, 18 de novembro de
2004 - Santa Catarina - Brasil
>
>
>
>
>
>
>
> ANotícia
>
> D
> E
> S
> T
> A
> Q
> U
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> A Notícia
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> Política
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> Mundo
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> Fórmula 1
> Colunas
> Alça de Mira
> Moacir Pereira
> Informal
> Livre Mercado
> Canal Aberto
> Raul Sartori
> João Carlos Vieira
> Edenilson Leandro
> Moacir Benvenutti
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> Em Destaque - Big bang
>
>
> Uma discussão
> para abalar o universo
>
>
> Cosmólogo Mário Novello fala dos estudos que tentam
explicar o surgimento da vida
>
>
> Rubens Herbst
>
> Joinville - Não que seja uma unanimidade, mas não há
dúvida de que a teoria mais conhecida a respeito do surgimento do
universo é o chamado Big Bang. Você sabe, aquela grandiosa explosão,
ocorrida bilhões de ano atrás, que teria dado origem a tudo o que
existe. É uma idéia intensamente difundida da década de 70 até a
metade da de 90, inclusive pelos meios de comunicação, fazendo com
que ela figurasse, pelo menos entre a população em geral, como a
melhor explicação científica para o início do universo. Mas isso
pode mudar.
> Nos últimos dez anos, vêm se discutindo os mecanismos
físicos que teriam originado o Big Bang. O termo, aliás, surgiu como
uma piada, criada pelo físico russo George Gamow por volta de 1949.
Mas as pessoas que defendiam a idéia da explosão adotaram a
nomenclatura e lhe retiraram a conotação pejorativa. "O Big Bang
nada mais é do que o momento de extrema condensação do universo, e
não o seu início", afirma Mário Novello, um dos nomes mais
importantes da cosmologia brasileira.
> Pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas
(CBPF), doutor em física pela Universidade de Genebra, na Suíça, com
pós-doutorado no Departamento de Astrofísica da Universidade de
Oxford, na Inglaterra, Novello explica que ao invés de uma explosão,
o universo passou por um processo de expansão, tanto é que os
cientistas não têm dúvidas de que ele foi muito menor e mais quente
no passado.
> Segundo o pesquisador, nós vivemos nessa atual fase de
expansão, que pode parar e iniciar um processo de colapso ou se
expandir indefinidamente. "Isso vai depender das propriedades da
matéria existentes no nosso universo", diz Novello, ressaltando que
os cientistas estão estudando o que delineou essa expansão. "Não
sabemos a origem do universo, isso está muito longe de ser
descoberto", garante.
> Ainda assim, todas as civilizações criaram os seus
mitos cosmogônicos (teorias sobre a criação do mundo). A Bíblia dos
cristãos e judeus, por exemplo, conta com o Gênesis para explicar a
origem de tudo. Novello nota que, pela primeira vez, a ciência está
discutindo um modo de construir uma teoria a esse respeito, de forma
racional e utilizando todo o conhecimento científico disponibilizado
pela física e a astrofísica. Isso não coloca religão e ciência em
rota de colisão, garante. "Ciência e religião podem coexistir no
momento em que cada uma deixar de ser arrogante e aceitar o saber
diferente que a outra traz", afirma. Na opinião de Novello, a
ciência não tem explicação racional para tudo. Já a religião deve
aceitar que a criação do universo pode ser descrita racionalmente
pelos cosmólogos, mesmo que, aparentemente, haja contradição entre a
verdade deles e os mitos cosmogônicos deste ou daquele credo.
>
>
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> Palestras para
> professores e alunos da Udesc
>
> Além de sua formação internacional e de coordenar o
grupo de Cosmologia e Gravitação do CBPF, que fundou em 1972, Mário
Novello acumula em seu currículo mais de cem artigos científicos em
publicações internacionais e a autoria de dois livros, "Cosmos et
Contexte" (Editora Masson, 1987) e "O Círculo do Tempo: um Olhar
Científico sobre Viagens Não-convencionais no Tempo" (Editora
Campus, 1998). Desde 1982, o físico promove a Escola Brasileira de
Cosmologia e Gravitação e atualmente coordena o Instituto Brasileiro
de Cosmologia e Astrofísica (Icra). Em junho, ele recebeu o título
de doutor honoris causa da Universidade Claude Bernard de Lyon, na
França. O último físico agraciado com o título foi o russo Andrei
Sakharov, prêmio Nobel da Paz em 1975 e o mais famoso dissidente da
ex-União Soviética.
> Novello esteve esta semana em Joinville para proferir
as palestras "Big Bang ou Universo Eterno?" e "Efeitos da
Eletrodinâmica não-linear na Cosmologia" aos professores e alunos do
Departamento de Física da Udesc. Ele diz que é complicado explicar
para o público em geral conceitos que não são do cotidiano e
praticamente desconhecidos por quem não é expert. "Isso não é
arrogância de cientista, mas uma constatação", ressalta.
> Diante dessa dificuldade, Novello lança no final deste
mês o livro "Os Jogos da Natureza" (Editora Campus), no qual procura
justamente destrinchar alguns desses conceitos para o público em
geral. A trama gira em torno da filha de um cosmólogo, cujos sonhos
representam todo o conhecimento que os físicos e cosmólogos têm
sobre o universo, incluindo buracos negros, criação do universo e
viagens no tempo. "Eu trato desses conceitos de uma maneira
acessível para o leitor que não tem um acesso maior à ciência",
avisa.
> Aliás, Novello percebe as pessoas mais interessadas
nessas questões, digamos, espaciais. Ele conta que, no ano passado,
deu palestras no Rio e em Lyon para uma grande quantidade de pessoas
que não eram físicos, e que fizeram perguntas muito
interessantes. "Compreender um pouco do universo é compreender muito
sobre o papel do homem nele", acredita. (RH)
>
>
>
> -------------------------------------------------------------------
-
>
>
>
> Centro criado há 55 anos
>
> O Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) foi
fundado em 15 de janeiro de 1949, no Rio, por um grupo de cientistas
brasileiros e de pessoas interessadas no desenvolvimento científico
do País. Em 1971, foi a primeira organização brasileira a atuar na
área da pós-graduação em física e também a primeira a receber
autorização governamental para a concessão de diplomas de doutor e
mestre. A partir de 1976, passou a fazer parte do Conselho Nacional
de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
> Durante a fase "civil", o CBPF destacou-se pela
organização do trabalho em física experimental, particularmente pela
ativação do Laboratório de Chacaltaya, contribuindo para a reputação
da unidade como centro de excelência em nível internacional. Também
se destacou, no início dos anos 60, pelo projeto e construção de
aceleradores lineares de elétrons. Ainda na área experimental,
ganhou renome com a descoberta da formação de radioisótopos na
atmosfera e com métodos especiais para o carregamento e revelação de
emulsões nucleares. A partir dos anos 70, a entidade iniciou
atividades em física da matéria condensada, tendo sido a primeira
instituição brasileira a instalar e operar um liqüefator de hélio.
> Após a incorporação ao CNPq, o CBPF se destacou na
participação em projetos de colaboração internacional. Também lançou
a idéia e promoveu as discussões iniciais que levaram à criação do
Laboratório Nacional de Luz Síncrotron.
> Aninhado sob o guarda-chuva do CBPF, o Instituto
Brasileiro de Cosmologia e Astrofísica (Icra) será oficializado no
final deste ano. O órgão dará suporte aos cosmólogos e astrofísicos -
brasileiros e latino-americanos - para ser um pólo de investigação
científica, formação de pesquisadores e difusão da cosmologia. (RH)
>
>
>
> -------------------------------------------------------------------
-
>
>
>
> Para entender
> melhor o universo
>
>
> Conceitos, teorias e personagens
>
> Cosmologia
> É o ramo da astronomia que estuda a origem, a
estrutura em grande escala e a evolução do universo. Os astrônomos
constroem modelos de universos imaginários com símbolos matemáticos
e comparam as propriedades desses modelos com as do universo
conhecido. Dois dos modelos mais conhecidos são o universo do Estado
Estacionário, no qual matéria nova é criada continuamente para
manter uma densidade constante, e o modelo do Big Bang, no qual o
universo se expande a partir de uma única explosão.
>
> Big Bang
> Grande explosão inicial que deu origem ao universo e
que teria ocorrido entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. Esta teoria
explica por que as galáxias estão se afastando umas das outras no
universo e também prediz a existência da radiação de fundo,
detectada posteriormente por Penzias e Wilson em 1964.
>
> Buraco negro
> Objeto invisível no espaço exterior, formado quando
uma estrela massiva colapsa devido a sua própria gravidade. Um
buraco negro possui atração gravitacional tão forte que nem mesmo a
luz consegue escapar.
>
> Viagens no tempo
> Mesmo garantindo ser difícil especular abertamente
sobre as viagens no tempo - "corre-se o risco de provocar um
protesto contra o desperdício de dinheiro público em algo tão
ridículo", escreveu - o cientista Stephen Hawking afirmou que a base
de quase todas as discussões modernas é a teoria da relatividade de
Einstein. A possibilidade da deformação do espaço-tempo permitiria
ao crononauta (viajante no tempo) encontrar caminhos que interligam
diferentes regiões do espaço e do tempo. Esses atalhos são
denominados "buracos de minhoca" (tubos de espaço-tempo), que, se
existissem, seriam a solução para o limite de velocidade no espaço
(uma espaçonave não poderia superar a velocidade da luz). Segundo
Hawking, estes atalhos fariam avançar ou retroceder no tempo, sem a
necessidade de percorrer grandes distâncias.
>
> Eletrodinâmica
> É a parte da física que trata da ação dinâmica das
correntes elétricas. A eletrodinâmica quântica é o ramo da física
que introduz conceitos da mecânica quântica no campo da
eletrodinâmica. Foi tema de trabalho de cientistas, como o dos
vencedores do Prêmio Nobel de Física de 1965, o japonês S. Tomonaga
e os americanos J. Schwinger e R. Feymar (EUA). Do ponto de vista
prático, as fórmulas da eletrodinâmica quântica servem para estudar
o comportamento do elétrons e de suas correspondentes
antipartículas, os pósitrons.
>
>
> George Gamow (1904-1968)
>
> Físico russo, naturalizado norte-americano, que em
1948 apresentou a teoria de que o universo poderia ter se originado
a partir de um estado de pressão e calor extremos, tendo
subsequentemente esfriado. Esta teoria, mais tarde, seria conhecida
como a Teoria da Grande Explosão, o conhecido"Big Bang". Gamow
também deu importantes contribuições nas áreas da física nuclear e
sobre a constituição das estrelas. Juntamente com o físico
brasileiro Mário Schömberg, Gamow desenvolveu a teoria do
chamado "processo Urca", nome dado em alusão ao cassino da Urca, no
Rio. Gamow também escreveu livros de divulgação científica que
ajudaram a despertar a curiosidade de muitos atuais pesquisadores em
física e astronomia.
>
>
>
> -------------------------------------------------------------------
-
>
>
>
> País
>
>
> Polícia detém
> mais de 50 menores
>
>
> Operação Turismo Seguro inicia na orla da zona Sul
>
> Rio - Um dia após o secretário da Segurança Pública do
Rio, Marcelo Itagiba, constatar o óbvio, que polícia precisa fazer
mais rondas, abordar suspeitos e ser "mais pró-ativa", cerca de 50
menores foram detidos na orla de Copacabana, na zona Sul, bairro com
o maior índice de assalto a turistas. Em Botafogo, agentes da
Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil
detiveram outros 16 menores suspeitos de praticar roubos no bairro,
e prenderam um acusado de 18 anos, que já tinha ordem de prisão
expedida pela Justiça.
> No fim da tarde, todos os menores seriam encaminhados
para abrigos da Prefeitura - na prática, como não houve flagrante,
serão liberados. "Eles entram por uma porta e saem pela outra",
disse o delegado adjunto da Delegacia de Proteção à Criança e ao
Adolescente (DPCA), Daniel Valença.
> O delegado Marcos Reimão, titular da Core, disse que a
participação de uma força de elite da secretaria foi necessária
devido ao tamanho do grupo. "Dezessete é brabo, é quase arrastão",
declarou Reimão. Segundo ele, a ação partiu de denúncias de
motoristas que tinham sido assaltados no bairro e a suspeita foi
reforçada pelo fato de um dos menores estar com um pastor alemão.
> De acordo com o subchefe da Polícia Civil, José Renato
Torres, começa amanhã na orla da zona Sul a operação Turismo Seguro,
com participação da DPCA e de todas as delegacias da região, entre
elas a de Atendimento ao Turista. Os policiais, segundo ele, vão
para as ruas com câmeras filmadoras e fotográficas. A DPCA vai
tentar conseguir junto à Vara da Infância e da Juventude mandados de
busca e apreensão para menores e adolescentes que estiverem
cometendo infrações ou em situações suspeitas.
> Dois comandantes de batalhões da PM foram exonerados
anteontem. O tenente-coronel Rogério Lira da Costa foi substituído
no comando do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE) pelo
coronel Roberto de Oliveira Penteado, até então comandante do 21º
Batalhão, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. No
27ºBatalhão, em Santa Cruz, saiu o tenente-coronel José Domingos de
Sales Filho e entrou o tenente-coronel Elson Haubricks Batista, ex-
subcomandante do 19º Batalhão (Copacabana).
>
>
>
> -------------------------------------------------------------------
-
>
>
>
> Juiz autoriza
> aborto de feto sem cérebro
>
> Goiânia - A Justiça de Goiás autorizou uma mulher
grávida de 27 anos a abortar porque o feto está sem cérebro. Foi a
quarta vez que o juiz da 1ª Vara Criminal, Jesseir Coelho de
Alcântara, autorizou aborto de anencefálico. A decisão foi
respaldada em parecer favorável do Ministério Público e laudo médico
confirmando a inexistência de massa cefálica no feto e a
incapacidade de gestação completa.
> O juiz argumentou que a manutenção da gestação poderia
causar danos à mãe, além dos riscos de morte do feto poucas horas
após o parto ou ainda dentro do útero materno. Alcântara entendeu
que, diante das complicações previstas pelo laudo médico, a mãe tem
o direito de pedir o aborto. "Não pode a Justiça, na minha limitada
visão, deixar de prestigiar a responsável via escolhida pela
requerente ao buscar, no Poder Judiciário, a solução para sua
pretensão", decidiu o juiz.
> A primeira decisão de Alcântara a favor de aborto de
feto anencefálico ocorreu em 2001. Naquela ocasião, o magistrado
autorizou o aborto de um feto que estava no quinto mês de gestação.
> Ele argumentou que três laudos emitidos por médicos
diferentes eram unânimes quanto à impossibilidade de sobrevida de
feto após o parto. Em julho deste ano, o juiz concedeu direito a
aborto a duas mães que enfrentavam o mesmo problema.
> Manchetes AN
>
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SUBJECT: Re: Tudo é energia
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 11:55


José Renato,

Já que você falou no assunto e como estou inspirado ultimamente,
vamos lá.
Se um aglomerado de matéria conhecida simplesmente por MATÉRIA
"encontra" um outro aglomerado de matéria chamada de ANTI-MATÉRIA,
os dois se desmancham e o conteúdo material dos dois é emitido
formando o que chamamos campo ou onda (onda DE matéria).

:-)

Não me peça para provar isto ainda pois ainda é pura especulação.
:-)

Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
> Inclusive aquilo que chamamos de anti-matéria...
> Continuamos atropelados pelos diversos vocábulos e significados
incompletos!
> Abraços
> José Renato
> ...................................................
>
> From: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@u...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Monday, December 20, 2004 6:18 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
>
>
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: "Hélio Ricardo Carvalho"
> > Sent: Monday, December 20, 2004 10:53 AM
> > Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia
> >
> >
> >> TUDO É MATÉRIA !!!
> >
> > Falou e disse.
> >
> > [ ]´s
> > Alberto
> > http://ecientificocultural.com/indice.htm
> > Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o
elétron não é
> > uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história
se
> > repetirá.





SUBJECT: Re: [ciencialist] sabão
FROM: "Cyberlander" <cybernews@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 12:51

saquei! ;-) a Adriana deve ser jeitosinha heheheeh
[ ]'s
D.C.
----- Original Message -----
From: E m i l i a n o C h e m e l l o
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 21, 2004 9:32 AM
Subject: Re: [ciencialist] sabão



Cyber,

Pelo amor a ciência :-)

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Cyberlander
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 21, 2004 9:59 AM
Subject: Re: [ciencialist] sabão


consultoria grátis, Emiliano? Ou a Nutrição Animal- Aves Seara Alimentos S.A. vai pagar pela resposta?
[ ]'s
D.C.

----- Original Message -----
From: E m i l i a n o C h e m e l l o
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br ; quimica-qaw@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 21, 2004 6:58 AM
Subject: [ciencialist] sabão



bom-dia pessoal !

alguém responde?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
--------
Prezado Sr. Emiliano,
Estou particulamente interessada em saber se há possibilidade de formação
de sabão em gordura de aves, com a adição de cal virgem(CaO) ou Hidróxido
de Calcio(Ca(OH)2.
Qual a influência na formação do sabão, o teor de acidez desta gordura?

Aguardo seu retorno e agradeço antecipadamente


Adriana Berti Toscan
Nutrição Animal- Aves
Seara Alimentos S.A.
Fone: 48 431 1025
Fax: 48 431 1011
atoscan@seara.com.br




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SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 14:55

Né não, Hélio! Quando o que chamamos de partículas interagem com alguma
anti-partícula combinam-se seus opostos liberando ou emitindo fóton.
Abraços
José Renato
....................................

From: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, December 21, 2004 10:55 AM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia




José Renato,

Já que você falou no assunto e como estou inspirado ultimamente,
vamos lá.
Se um aglomerado de matéria conhecida simplesmente por MATÉRIA
"encontra" um outro aglomerado de matéria chamada de ANTI-MATÉRIA,
os dois se desmancham e o conteúdo material dos dois é emitido
formando o que chamamos campo ou onda (onda DE matéria).

:-)

Não me peça para provar isto ainda pois ainda é pura especulação.
:-)

Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
> Inclusive aquilo que chamamos de anti-matéria...
> Continuamos atropelados pelos diversos vocábulos e significados
incompletos!
> Abraços
> José Renato
> ...................................................
>
> From: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@u...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Monday, December 20, 2004 6:18 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
>
>
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: "Hélio Ricardo Carvalho"
> > Sent: Monday, December 20, 2004 10:53 AM
> > Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia
> >
> >
> >> TUDO É MATÉRIA !!!
> >
> > Falou e disse.
> >
> > [ ]´s
> > Alberto
> > http://ecientificocultural.com/indice.htm
> > Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o
elétron não é
> > uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história
se
> > repetirá.





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 15:21

Apenas para complementar a discussão:

Não há conservação de massa nesta caso da interação de uma partícula com sua antipartícula, somente de 'carga'. Por exemplo: digamos que um elétron vá ao encontro de um pósitron (anti-partícula do elétron). Estes se 'aniquilam' produzindo um fóton.

Antes da colisão: (-) + (+) = neutro

Depois da colisão: fóton (sem carga) = neutro


[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
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" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: José Renato
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 21, 2004 2:55 PM
Subject: Re: [ciencialist] Tudo é energia


Né não, Hélio! Quando o que chamamos de partículas interagem com alguma
anti-partícula combinam-se seus opostos liberando ou emitindo fóton.
Abraços
José Renato
....................................

From: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, December 21, 2004 10:55 AM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia




José Renato,

Já que você falou no assunto e como estou inspirado ultimamente,
vamos lá.
Se um aglomerado de matéria conhecida simplesmente por MATÉRIA
"encontra" um outro aglomerado de matéria chamada de ANTI-MATÉRIA,
os dois se desmancham e o conteúdo material dos dois é emitido
formando o que chamamos campo ou onda (onda DE matéria).

:-)

Não me peça para provar isto ainda pois ainda é pura especulação.
:-)

Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
> Inclusive aquilo que chamamos de anti-matéria...
> Continuamos atropelados pelos diversos vocábulos e significados
incompletos!
> Abraços
> José Renato
> ...................................................
>
> From: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@u...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Monday, December 20, 2004 6:18 PM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
>
>
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: "Hélio Ricardo Carvalho"
> > Sent: Monday, December 20, 2004 10:53 AM
> > Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia
> >
> >
> >> TUDO É MATÉRIA !!!
> >
> > Falou e disse.
> >
> > [ ]´s
> > Alberto
> > http://ecientificocultural.com/indice.htm
> > Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o
elétron não é
> > uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história
se
> > repetirá.





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 16:14

Hélio e José Renato:

Que mal pergunte: Deixando de lado o significado dos termos "fóton", "campo"
e "onda", que por sinal são bem pouco conhecidos e/ou definidos, haveria
alguma diferença importante entre os dois pensamentos abaixo?

Hélio: Se um aglomerado de matéria conhecida simplesmente por MATÉRIA
"encontra" um outro aglomerado de matéria chamada de ANTI-MATÉRIA, os dois
se desmancham e o conteúdo material dos dois é emitido formando o que
chamamos campo ou onda (onda DE matéria).

José Renato: Né não, Hélio! Quando o que chamamos de partículas interagem
com alguma anti-partícula combinam-se seus opostos liberando ou emitindo
fóton.

Bem, talvez a diferença esteja no "desmanchar o conteúdo dos dois" e no
"combinar seus opostos liberando...", mas ainda assim acho que seria a mesma
coisa analisada sob um prisma diferente.

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Moderador Brudna
FROM: "Amauri Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 16:45

Gostaria de pedir ao moderador que esta mensagem esta totalmente fora dos desígnios da lista....afinal aqui o c-list não é bate papo da Uol.....

Obrigado
Amauri
----- Original Message -----
From: E m i l i a n o C h e m e l l o
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 21, 2004 10:32 AM
Subject: Re: [ciencialist] sabão


Cyber,

Pelo amor a ciência :-)

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: Cyberlander
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 21, 2004 9:59 AM
Subject: Re: [ciencialist] sabão


consultoria grátis, Emiliano? Ou a Nutrição Animal- Aves Seara Alimentos S.A. vai pagar pela resposta?
[ ]'s
D.C.

----- Original Message -----
From: E m i l i a n o C h e m e l l o
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br ; quimica-qaw@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 21, 2004 6:58 AM
Subject: [ciencialist] sabão



bom-dia pessoal !

alguém responde?

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
--------
Prezado Sr. Emiliano,
Estou particulamente interessada em saber se há possibilidade de formação
de sabão em gordura de aves, com a adição de cal virgem(CaO) ou Hidróxido
de Calcio(Ca(OH)2.
Qual a influência na formação do sabão, o teor de acidez desta gordura?

Aguardo seu retorno e agradeço antecipadamente


Adriana Berti Toscan
Nutrição Animal- Aves
Seara Alimentos S.A.
Fone: 48 431 1025
Fax: 48 431 1011
atoscan@seara.com.br




##### ##### #####

Para saber mais visite
http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br


##### ##### ##### #####
Links do Yahoo! Grupos










[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br


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Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:
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a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/

b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br

c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do Serviço do Yahoo!.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



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http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br


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São Paulo Rio de Janeiro Curitiba Porto Alegre Belo Horizonte Brasília




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http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/

b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br

c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do Serviço do Yahoo!.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Tudo é energia
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 17:02


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
> Né não, Hélio! Quando o que chamamos de partículas interagem com
alguma
> anti-partícula combinam-se seus opostos liberando ou emitindo
fóton.

Mas é justamente isto que eu disse!!
:-)

Vou falar novamente:

Se um aglomerado de matéria conhecida simplesmente por MATÉRIA
"encontra" um outro aglomerado de matéria chamada de ANTI-MATÉRIA,
os dois se desmancham (combinam-se seus opostos[:-)]) e o conteúdo
material dos dois é emitido
formando o que chamamos campo ou onda TAMBÉM CHAMADO DE FÓTON (2
fótons no mínimo pois há conservação de momento).
:-)

Hélio





SUBJECT: Mais um moderador [administrador]
FROM: "brudna" <lrb@iq.ufrgs.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 17:39


O Takata deu uma sumida, acho que tá de férias.

Promovi o Alberto Mesquita Filho como moderador. Tem privilégios de
aprovação de associados e mensagens moderadas.

Até
Luís Brudna - administrador da Ciencialist
ps: Alberto, aprove todos os cadastros solicitados. Só reprove se for
alguém reincidente fazendo Spam.







SUBJECT: Outro moderador [administrador]
FROM: "brudna" <lrb@iq.ufrgs.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 17:47


:-) Mais um foi promovido.

Luiz Ferraz Netto agora também tem privilégios de moderação da
Ciencialist.

Não sei se o Leo tem prática com o sistema. Se não tiver, deixe que
os outros moderadores tomam conta. :-)

Acho que agora temos um número adequado de moderadores. :-)


Ateh
Luis Brudna - administrador da Ciencialist





SUBJECT: Re: Moderador Brudna
FROM: "brudna" <lrb@iq.ufrgs.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 17:49


Como anunciado. Emiliano está sob moderação temporária. :-)

Até
Luís Brudna - administrador

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Jr"
<amaurijunior2@y...> escreveu
> Gostaria de pedir ao moderador que esta mensagem esta totalmente
fora dos desígnios da lista....afinal aqui o c-list não é bate papo da
Uol.....
>
> Obrigado
> Amauri
> ----- Original Message -----
> From: E m i l i a n o C h e m e l l o
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, December 21, 2004 10:32 AM
> Subject: Re: [ciencialist] sabão
>
>
> Cyber,
>
> Pelo amor a ciência :-)
>
> [ ] 's do Emiliano Chemello
> emiliano@q...
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
>
> " Rien ne se perd, rien ne se crée,
> tout se transforme."
>
> Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)
>
> ----- Original Message -----
> From: Cyberlander
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, December 21, 2004 9:59 AM
> Subject: Re: [ciencialist] sabão
>
>
> consultoria grátis, Emiliano? Ou a Nutrição Animal- Aves Seara
Alimentos S.A. vai pagar pela resposta?
> [ ]'s
> D.C.
>
> ----- Original Message -----
> From: E m i l i a n o C h e m e l l o
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br ;
quimica-qaw@yahoogrupos.com.br
> Sent: Tuesday, December 21, 2004 6:58 AM
> Subject: [ciencialist] sabão
>
>
>
> bom-dia pessoal !
>
> alguém responde?
>
> [ ] 's do Emiliano Chemello
> emiliano@q...
> http://www.quimica.net/emiliano
> http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
> --------
> Prezado Sr. Emiliano,
> Estou particulamente interessada em saber se há possibilidade
de formação
> de sabão em gordura de aves, com a adição de cal virgem(CaO)
ou Hidróxido
> de Calcio(Ca(OH)2.
> Qual a influência na formação do sabão, o teor de acidez desta
gordura?
>
> Aguardo seu retorno e agradeço antecipadamente
>
>
> Adriana Berti Toscan
> Nutrição Animal- Aves
> Seara Alimentos S.A.
> Fone: 48 431 1025
> Fax: 48 431 1011
> atoscan@s...
>
>
>
>
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> Para saber mais visite
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
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> Links do Yahoo! Grupos
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>
>
>
>
>
>
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
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> Para saber mais visite
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
>
> b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
>
> c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos
Termos do Serviço do Yahoo!.
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]
>
>
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> Para saber mais visite
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Belo Horizonte Brasília
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> Links do Yahoo! Grupos
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> a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
>
> b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
>
> c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos
do Serviço do Yahoo!.
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 18:17

----- Original Message -----
From: "E m i l i a n o C h e m e l l o"
Sent: Tuesday, December 21, 2004 2:21 PM
Subject: Re: [ciencialist] Tudo é energia

> Apenas para complementar a discussão:
> Não há conservação de massa nesta caso da interação de uma partícula com
> sua antipartícula [...]

E o que é massa, nessa altura do campeonato? Há quem diga que massa é a
medida da inércia, e há quem diga que a massa de objetos macroscópicos
traduz seu conteúdo de matéria. Alguns mais abusados confundem massa com
matéria e assumem que conservação da massa é equivalente a conservação da
matéria.

Muitos assumem que fóton é matéria, apesar de sua massa em repouso ser nula.
Curiosamente, aqueles que dizem que a massa do fóton em repouso é nula,
apóiam-se num postulado que proibe esse repouso (o postulado da constância
absoluta de "c"). Podemos dizer também que no referencial onde ocorreu a
interação partícula/antipartícula, o fóton tem massa relativística, logo a
massa se conserva. Em meio a tudo isso, ficamos com algumas poucas dúvidas,
tais como:

O que é massa?
O que é inércia?
O que é fóton?
O que é partícula?
O que é antipartícula?
O que é matéria?
O que é campo?
O que é onda?

Ops! Havia esquecido do título desta thread. Acrescento então:

O que é energia?
Energia é movimento?
O que é movimento?
O que é energia potencial?
Existe movimento sem matéria?
A matéria se move, ou matéria é movimento?
Quem sou eu?
Quem é você?
Onde estou, meu Deus?
Deus?!!! Quem é Deus?

Como diria o Léo: :-))))))))))))))))))))))))))))))))))))

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm
Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se repetirá.



SUBJECT: Re: [ciencialist] Outro moderador [administrador]
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 20:01

Se este negócio fosse democrático, haveria eleição pra Moderador.
E eu votaria na Maria Natália.

Ciência é viver perigosamente.

L.E.



At 20:49 21/12/2004, you wrote:
>----- Original Message -----
>From: "brudna"
>Sent: Tuesday, December 21, 2004 4:47 PM
>Subject: [ciencialist] Outro moderador [administrador]
>
> > Não sei se o Leo tem prática com o sistema. Se não tiver, deixe que
> > os outros moderadores tomam conta. :-)
>
>Pra ser sincero, eu também não tenho prática com o sistema, mas eu acabo me
>acertando. Já estou estudando as páginas relacionadas à moderação.
>
>Grato pela confiança e espero que os net-amigos ciencialisteiros desculpem
>por algum deslize que porventura eu possa vir a cometer em virtude de meu
>noviciado como auxiliar de moderador.
>
>Tudo pela Ciencialist. Já dizia o Poeta: "Tudo vale a pena quando a alma não
>é pequena."
>
>[ ]´s
>Alberto
><http://ecientificocultural.com/indice.htm>http://ecientificocultural.com/indice.htm
>
>
>
>##### ##### #####
>
>Para saber mais visite
><http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
>##### ##### ##### #####
>
>
>Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:
><http://br.rd.yahoo.com/SIG=12acaeja9/M=264379.5078783.6203979.1588051/D=brclubs/S=2137111528:HM/EXP=1103752224/A=2191897/R=0/SIG=10vqa2grn/*http://br.diversao.yahoo.com/>
>[]
>
><http://br.rd.yahoo.com/SIG=12acaeja9/M=264379.5078783.6203979.1588051/D=brclubs/S=2137111528:HM/EXP=1103752224/A=2191897/R=1/SIG=10vqa2grn/*http://br.diversao.yahoo.com/>
>[]
> São Paulo Rio de Janeiro Curitiba Porto Alegre Belo Horizonte Brasília
>
>
>----------
>Links do Yahoo! Grupos
> * Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> *
> <http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/>http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
>
> *
> * Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
> *
> <mailto:ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br?subject=Unsubscribe>ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
>
> *
> * O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos
> <http://br.yahoo.com/info/utos.html>Termos do Serviço do Yahoo!.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Outro moderador [administrador]
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 20:49

----- Original Message -----
From: "brudna"
Sent: Tuesday, December 21, 2004 4:47 PM
Subject: [ciencialist] Outro moderador [administrador]

> Não sei se o Leo tem prática com o sistema. Se não tiver, deixe que
> os outros moderadores tomam conta. :-)

Pra ser sincero, eu também não tenho prática com o sistema, mas eu acabo me
acertando. Já estou estudando as páginas relacionadas à moderação.

Grato pela confiança e espero que os net-amigos ciencialisteiros desculpem
por algum deslize que porventura eu possa vir a cometer em virtude de meu
noviciado como auxiliar de moderador.

Tudo pela Ciencialist. Já dizia o Poeta: "Tudo vale a pena quando a alma não
é pequena."

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm



SUBJECT: Re: Outro moderador [administrador]
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 21:36


Oi,

Gostaria de parabenizar o Brudna pelo seu 'tino' ao escolher o Léo e
o Mesquita para auxiliá-lo na dura missão de moderador. Com efeito,
esses dois veteranos da Ciencialist, por serem moderados por
temperamento, são moderadores natos!

Já o mesmo não se pode dizer do Takata: sujeito irascível, áspero,
destemperado, concupiscente... ainda bem que está sumido.

Para que fique a contento, é só o Brudna me incluir: eu, o Mesquita
e o Léo daríamos um triunvirato perfeito.

Abraços,
Manuel Bulcão





SUBJECT: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: ciencialist@yahoogrupos.com.br
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 22:08



Deposite seu voto hoje! Verifique a nova pesquisa de opinião do grupo ciencialist:


O emiliano deve ser moderado?

o sim
o não
o nem sim nem não, muito pelo contrário
o quem deve ser moderado é o Manuel Bulcão


Para votar, visite a seguinte web page:

http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/polls

Nota: Não responda a esta mensagem. Votos de pesquisas não são coletados por e-mail. Para votar, é preciso ir ao site do Yahoo! Grupos listado acima.

Obrigado!










SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 22:38

Pode ser, Alberto... É a maldição de Babel a nos confundir. :- )
[]s
José Renato
...................................................

From: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, December 21, 2004 3:14 PM
Subject: Re: [ciencialist] Tudo é energia


> Hélio e José Renato:
>
> Que mal pergunte: Deixando de lado o significado dos termos "fóton",
> "campo"
> e "onda", que por sinal são bem pouco conhecidos e/ou definidos, haveria
> alguma diferença importante entre os dois pensamentos abaixo?
>
> Hélio: Se um aglomerado de matéria conhecida simplesmente por MATÉRIA
> "encontra" um outro aglomerado de matéria chamada de ANTI-MATÉRIA, os dois
> se desmancham e o conteúdo material dos dois é emitido formando o que
> chamamos campo ou onda (onda DE matéria).
>
> José Renato: Né não, Hélio! Quando o que chamamos de partículas interagem
> com alguma anti-partícula combinam-se seus opostos liberando ou emitindo
> fóton.
>
> Bem, talvez a diferença esteja no "desmanchar o conteúdo dos dois" e no
> "combinar seus opostos liberando...", mas ainda assim acho que seria a
> mesma
> coisa analisada sob um prisma diferente.
>
> [ ]´s
> Alberto
> http://ecientificocultural.com/indice.htm
> Mas indiferentemente a tudo isso, o neutrino tem massa, o elétron não é
> uma carga elétrica coulombiana e a Terra se move. E a história se
> repetirá.
>
>
>
> ##### ##### #####
>
> Para saber mais visite
> http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
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> Links do Yahoo! Grupos
>
>
>
>
>
>
>
>
>
> Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
> Scan engine: McAfee VirusScan / Atualizado em 15/12/2004 / Versão:
> 4.4.00 - Dat 4415
> Proteja o seu e-mail Terra: http://www.emailprotegido.terra.com.br/
>
> E-mail classificado pelo Identificador de Spam Inteligente Terra.
> Para alterar a categoria classificada, visite
> http://www.terra.com.br/centralunificada/emailprotegido/imail/imail.cgi?+_u=jrma&_l=1,1103649726.283603.23845.lusaca.terra.com.br,3999,Des15,Des15
>



SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 21/12/2004 22:44

É verdade, Hélio!
Parece-me que foi o termo "se desmancham" que atropelou meu entendimento.
Valeu!
[]s
José Renato
..............................................
----- Original Message -----
From: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, December 21, 2004 4:02 PM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
> Né não, Hélio! Quando o que chamamos de partículas interagem com
alguma
> anti-partícula combinam-se seus opostos liberando ou emitindo
fóton.

Mas é justamente isto que eu disse!!
:-)

Vou falar novamente:

Se um aglomerado de matéria conhecida simplesmente por MATÉRIA
"encontra" um outro aglomerado de matéria chamada de ANTI-MATÉRIA,
os dois se desmancham (combinam-se seus opostos[:-)]) e o conteúdo
material dos dois é emitido
formando o que chamamos campo ou onda TAMBÉM CHAMADO DE FÓTON (2
fótons no mínimo pois há conservação de momento).
:-)

Hélio





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http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br


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Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
Scan engine: McAfee VirusScan / Atualizado em 15/12/2004 / Versão: 4.4.00 -
Dat 4415
Proteja o seu e-mail Terra: http://www.emailprotegido.terra.com.br/

E-mail classificado pelo Identificador de Spam Inteligente Terra.
Para alterar a categoria classificada, visite
http://www.terra.com.br/centralunificada/emailprotegido/imail/imail.cgi?+_u=jrma&_l=1,1103655812.611334.5512.niassa.terra.com.br,3600,Des15,Des15




SUBJECT: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 23:22


>O emiliano deve ser moderado?



POXA...
SERÁ QUE VOCÊS NÃO ENTENDEM QUE O CARA É QUÍMICO ?

DEIXA ELE, PÔ.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Outro moderador [administrador]
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 23:35


Manuel:


Ex injuria jus non oitur.
Justitia est constans et perpetua voluntas jus suum cuique tribuendi.
Amem
O que quer dizer" A Justiça sem olhar amizades, credo, cor ou raças"
É uma espécie de benção
Abraços
Maria Natália
PS impotentia generandi LOL


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
<manuelbulcao@u...> escreveu
>
> Oi,
>
> Gostaria de parabenizar o Brudna pelo seu 'tino' ao escolher o Léo
e
> o Mesquita para auxiliá-lo na dura missão de moderador. Com
efeito,
> esses dois veteranos da Ciencialist, por serem moderados por
> temperamento, são moderadores natos!
>
> Já o mesmo não se pode dizer do Takata: sujeito irascível, áspero,
> destemperado, concupiscente... ainda bem que está sumido.
>
> Para que fique a contento, é só o Brudna me incluir: eu, o
Mesquita
> e o Léo daríamos um triunvirato perfeito.
>
> Abraços,
> Manuel Bulcão





SUBJECT: Re: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 23:49


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
>
> >O emiliano deve ser moderado?
>
>
>
> POXA...
> SERÁ QUE VOCÊS NÃO ENTENDEM QUE O CARA É QUÍMICO ?
>
> DEIXA ELE, PÔ.

Mané: Ocorre que o Emiliano criou uma enquete na lista "Conversa de
Botequim", indagando se a Natália deveria ou não permanecer naquela
lista (lista esta moderada pelo Zé Carlos, ora vejam!). Por conta
dessa enquete, a Natália foi expulsa.

Uma pessoa que é expulsa de uma lista de discussão
intitulada "conversa de botequim" ou é um anjo ou então um demônio
que nem bêbado agüenta, é o que se presume. A Natália tem toda a
razão para ter ficado muito ofendida. Sou-lhe solidário.

Amplexos,
Manuel Bulcão





SUBJECT: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 21/12/2004 23:58


>Mané: Ocorre que o Emiliano criou uma enquete na lista "Conversa de
>Botequim", indagando se a Natália deveria ou não permanecer naquela
>lista (lista esta moderada pelo Zé Carlos, ora vejam!). Por conta
>dessa enquete, a Natália foi expulsa.
>
>Uma pessoa que é expulsa de uma lista de discussão
>intitulada "conversa de botequim" ou é um anjo ou então um demônio
>que nem bêbado agüenta, é o que se presume. A Natália tem toda a
>razão para ter ficado muito ofendida. Sou-lhe solidário.
>
>Amplexos,
>Manuel Bulcão



O CARA É QUÍMICO.
QUE OUTRA EXPLICAÇÃO DEVO BUSCAR PARA TE CONVENCER QUE NÃO ADIANTA MEXER
NISSO ?

A NATÁLIA FOI PREMIADA EM PLENO NATAL.
FAZ SENTIDO.
L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 00:19


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu

> O CARA É QUÍMICO.
> QUE OUTRA EXPLICAÇÃO DEVO BUSCAR PARA TE CONVENCER QUE NÃO ADIANTA
MEXER NISSO ?

Manuel: MEU AMIGO, BASTA UM FLATO PARA QUE O BROMETO SE TRANSFORME
EM BROMATO, OU VICE-VERSA!

ADEMAIS, NÃO PRECISA GRITAR! :-(

ABRAÇOS!!!
MANUEL BULCÃO





SUBJECT: Re: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 00:45


Manuel:

L.E.R* não sabe nem da missa a metade.Mas nem é preciso ir a essa
lista para se saber.
Creio que os moderadores NUNCA deixarão instalar-se aqui o ambiente
dessa lista que falaste. Seria insultuoso para todos nós.
Sei que apesar de alguns contratempos esta lista é muito capaz de
ensinar a outras o que é a democracia.
Quanto às acções...elas ficam com quem as pratica e nas listas se
nota logo quando mensagens são apagadas. Quem escreveu assume.
Quem entra numa lista deve analisar todos os "postes" indo até à
primeira mensagem para saber onde está e se situar.
Parece OT mas não o é. São normas de segurança de circulação na
internet. Assim como num laboratório se deve ter cuidado a
armazenar reagentes...
Eu sou química. Tenho a infelicidade de ser a única mulher que fala
regularmente.E como ensinar ciência é ser-se revolucionário...
Continuarei agitando as águas e não me assustando com as bombas
caindo aqui e ali porque pratico as normas de segurança.
Conseguem ouvir o que NÃO está sendo dito?
Uma abraço com votos de boa jornada ao triunvirato que ajudará esta
lista a ter e manter a LIBERDADE e respeito com que nasceu.
Um abraço
queridos especialistos
Maria Natália
* Te escrevo em pvt pois isso é OT


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
<manuelbulcao@u...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
> <lecarvalho@i...> escreveu
> >
> > >O emiliano deve ser moderado?
> >
> >
> >
> > POXA...
> > SERÁ QUE VOCÊS NÃO ENTENDEM QUE O CARA É QUÍMICO ?
> >
> > DEIXA ELE, PÔ.
>
> Mané: Ocorre que o Emiliano criou uma enquete na lista "Conversa
de
> Botequim", indagando se a Natália deveria ou não permanecer
naquela
> lista (lista esta moderada pelo Zé Carlos, ora vejam!). Por conta
> dessa enquete, a Natália foi expulsa.
>
> Uma pessoa que é expulsa de uma lista de discussão
> intitulada "conversa de botequim" ou é um anjo ou então um demônio
> que nem bêbado agüenta, é o que se presume. A Natália tem toda a
> razão para ter ficado muito ofendida. Sou-lhe solidário.
>
> Amplexos,
> Manuel Bulcão





SUBJECT: Re: Outro moderador [administrador]
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 01:01


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Maria Natália <grasdic@h...>

> Ex injuria jus non oitur. Justitia est constans et perpetua
voluntas jus suum cuique tribuendi. Amem

Manuel: Data venia, eu estava só brincando. O Mesquita, o Leo e o
Takata são pessoas da melhor índole, até seus inimigos reconhecem
isso!

Ita speratur,
Manuel Bulcão





SUBJECT: Re: Outro moderador [administrador]
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 01:07


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> Já o mesmo não se pode dizer do Takata: sujeito irascível,
> áspero, destemperado, concupiscente... ainda bem que está
> sumido.

Porr#, caral&$, destemperado eh o cac&%$!

============
Seguinte, eu sei q. o pedido eh impossivel de ser atendido, mas tentem
nao trazer questoes pessoais suscitadas alhures para lista
(recomendacao q. eh extensivel no sentido oposto: rusgas aqui geradas,
nao deveriam ser transportadas para outros locais).

Nao hah necessidade de se agir hipocritamente - matar-se em outra
lista e se amar nesta (ou vice-versa).
===========

Feliz Natal pra vc tb, Bulcao. Claro para todos da lista tb.

Nao estou propriamente sumido, mas, sim, estou de ferias. Aproveitando
a onda em q. o governo criou um pacote q. pretende desonerar a
industria livreira no Brasil, tentado aumentar a media de livros lidos
per capita ao ano - menos de 2 - uma sugestao de leitura: A ciencia no
cotidiano de Len Fisher, 2002, ed. Jorge Zahar, 203 pp. - nao
confunfir com A ciencia na vida cotidiana, de Jay Ingram, 2004, ed.
Ediouro, 238 pp. Nao q. este ultimo seja ruim, eh leve e divertido,
mas o humor do australiano Fisher parece-me mais refinado - talvez
contaminado pelo estilo da terra da Rainha, onde trabalha. Ou vai ver
q. Mad Max, Priscilla, Crocodilo Dundee e Babe tEm algo a dizer sobre
a comicidade dos conterraneos dos cangurus. Imagino q. o Luiz Eduardo
deva gostar: hah uma belissima discussao sobre a ciencia de se
mergulhar biscoitos e rosquinhas (ei, em ingles nao hah esse duplo
sentido), trabalho pelo qual, alias, Fisher ganhou um IgNobel; tb como
obter um ovo quente (suspeito q. tb nao exista esse duplo sentido em
ingles) perfeito, no penultimo capitulo o autor analisa a ciencia da
arte do gourmet e do gourmand. (O livro nao eh exclusivamente sobre
culinaria ou sobre a ciencia na culinaria, mas dada as afinidades do
autor, esses temas afloram a quase todo o momento.)

[]s,

Roberto Takata







SUBJECT: Re: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 01:36


Querido L.E.R:
Importa-se de me explicar EM PRIVADO, qual o significado de:
"A NATÁLIA FOI PREMIADA EM PLENO NATAL.
FAZ SENTIDO."
Pq era mal empregue lá? Pq não se deitam pérolas a porcos?
É que há coisas que podem ser mal interpretadas e estar a dar
orientações para a enquete como se estivesse aberta campanha
eleitoral para o sim ou para o não. Ou outras coisas piores. Só
direi às pessoas da lista que antes de votarem analisem as
mensagens, AQUI na sala, desde dia 24 de Julho de 2004.
Chamo a atenção que para se estar numa lista em pleno o proceeso
melhor é ter caixa de correio yahoo.com.br Porque assim TEMOS SEMPRE
toas as MENSAGENS presentes.
Não se trata de estar aqui a tratar assuntos de outra lista mas
apenas de se AVALIAR com olhos de ver ESTA lista. E depois como
somos de ciência faremos a análise estatística dos resultados usando
um método que distinga os votos das pessoas que nunca escrevem das
que interveem e ainda da totalidade.
Não seria de alterar e escrever ainda na enquete: Natália banida/
Emiliano banido? Proíbido a portugueses? Ou estilo BB, quem acha
deve ser banido este mês?
obrigada
Maria Natália Botelho



> >intitulada "conversa de botequim" ou é um anjo ou então um demônio
> >que nem bêbado agüenta, é o que se presume. A Natália tem toda a
> >razão para ter ficado muito ofendida. Sou-lhe solidário.
> >
> >Amplexos,
> >Manuel Bulcão
>
>
>
> O CARA É QUÍMICO.
> QUE OUTRA EXPLICAÇÃO DEVO BUSCAR PARA TE CONVENCER QUE NÃO ADIANTA
MEXER
> NISSO ?
>
> A NATÁLIA FOI PREMIADA EM PLENO NATAL.
> FAZ SENTIDO.
> L.E.
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Comprem, comprem trás as últimas notícias de Física
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 02:30



1--Um novo reactor para reacções em plasma não trémico--
http://www.physorg.com/news2464.html

2-- Novidades do Universo--Cassinizinha no dia 25 de Dezembro me vai
dar uma prenda! 7 anos ~ de alguns sustos e precalços mas a nossa
cápsula vai cumpri seu destino. Atenção químicos vamos saber coiss
interessantes sobre a atmosfera de Titã
http://www.physorg.com/news2465.html

3--Câmara espectral para Satélite feito pela Coreia com equipamento
de Israel
http://www.physorg.com/news2457.html

4--Novidades em tecnologia de computadores e para melhora
performance.
http://www.physorg.com/news2462.html

4--Uma laptop em LINUX
http://www.physorg.com/news2459.html

Um abraço
Maria Natália






SUBJECT: A Ciência no Cotidiano - Len Fisher
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/12/2004 07:50


Caro Takata,

Quanto a referência do livro do Fisher, estou preparando uma resenha sobre ele. Estará no novo site que estarei produzindo a partir do ano que vem. Sem dúvida, os assuntos do livro são de ciência, porém bem mais voltados para a física do que para outra ciência 'hard'. Destaque especial para o capítulo "A física do sexo".

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: rmtakata
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, December 22, 2004 1:07 AM
Subject: [ciencialist] Re: Outro moderador [administrador]



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> Já o mesmo não se pode dizer do Takata: sujeito irascível,
> áspero, destemperado, concupiscente... ainda bem que está
> sumido.

Porr#, caral&$, destemperado eh o cac&%$!

============
Seguinte, eu sei q. o pedido eh impossivel de ser atendido, mas tentem
nao trazer questoes pessoais suscitadas alhures para lista
(recomendacao q. eh extensivel no sentido oposto: rusgas aqui geradas,
nao deveriam ser transportadas para outros locais).

Nao hah necessidade de se agir hipocritamente - matar-se em outra
lista e se amar nesta (ou vice-versa).
===========

Feliz Natal pra vc tb, Bulcao. Claro para todos da lista tb.

Nao estou propriamente sumido, mas, sim, estou de ferias. Aproveitando
a onda em q. o governo criou um pacote q. pretende desonerar a
industria livreira no Brasil, tentado aumentar a media de livros lidos
per capita ao ano - menos de 2 - uma sugestao de leitura: A ciencia no
cotidiano de Len Fisher, 2002, ed. Jorge Zahar, 203 pp. - nao
confunfir com A ciencia na vida cotidiana, de Jay Ingram, 2004, ed.
Ediouro, 238 pp. Nao q. este ultimo seja ruim, eh leve e divertido,
mas o humor do australiano Fisher parece-me mais refinado - talvez
contaminado pelo estilo da terra da Rainha, onde trabalha. Ou vai ver
q. Mad Max, Priscilla, Crocodilo Dundee e Babe tEm algo a dizer sobre
a comicidade dos conterraneos dos cangurus. Imagino q. o Luiz Eduardo
deva gostar: hah uma belissima discussao sobre a ciencia de se
mergulhar biscoitos e rosquinhas (ei, em ingles nao hah esse duplo
sentido), trabalho pelo qual, alias, Fisher ganhou um IgNobel; tb como
obter um ovo quente (suspeito q. tb nao exista esse duplo sentido em
ingles) perfeito, no penultimo capitulo o autor analisa a ciencia da
arte do gourmet e do gourmand. (O livro nao eh exclusivamente sobre
culinaria ou sobre a ciencia na culinaria, mas dada as afinidades do
autor, esses temas afloram a quase todo o momento.)

[]s,

Roberto Takata


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]






SUBJECT: Radiação emitida por celular prejudica DNA
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/12/2004 08:12


Radiação emitida por celular prejudica DNA, diz estudo

Segunda, 20 de dezembro de 2004, 15h57

::: Resumo :::
Ondas de rádio emitidas por telefones celulares prejudicam as células do
corpo e o DNA em condições de laboratório, afirmou um novo estudo financiado
pela União Européia (UE). O chamado estudo Reflexo, conduzido por 12 grupos
de pesquisa em sete países europeus, não chegou a comprovar que os celulares
são um risco à saúde, mas concluiu que é preciso fazer novas pesquisas para
saber se os efeitos prejudiciais se repetem fora do ambiente de laboratório.
A indústria mundial do celular, que movimenta US$ 100 bilhões ao ano, afirma
que não há nenhuma evidência conclusiva sobre efeitos prejudiciais da
radiação eletromagnética. Só este ano, cerca de 650 milhões de aparelhos
celulares devem ser vendidos aos consumidores. Mais de 1,5 bilhão de pessoas
utilizam celulares no mundo.

O projeto de pesquisa, que levou quatro anos e que foi coordenado pelo
grupo alemão Verum, analisou os efeitos da radiação em células humanas e de
animais em laboratório. Depois de serem expostas a campos eletromagnéticos
típicos de celulares, as células mostraram um aumento significativo nos
rompimentos em uma ou nas duas fitas de DNA. Nem sempre o dano pôde ser
reparado pela célula. O DNA leva o material genético de um organismo e suas
diferentes células.
"Houve um dano permanente para as gerações futuras de células", disse o
líder do projeto, Franz Adlkofer. Células que sofrem mutação são
consideradas uma das possíveis causas do câncer. A radiação utilizada no
estudo estava em níveis de taxa de absorção específica (SAR) entre 0,3 e 2
watts por quilo. A maioria dos celulares emite sinais de rádio em níveis de
SAR entre 0,5 e 1 W/kg.

A SAR é a medida da taxa da absorção da radioenergia pelo tecido do
corpo, e o limite recomendado pela Comissão Internacional de Proteção à
Radiação Não-Ionizante é de 2 W/kg. O estudo também analisou outros efeitos
prejudiciais nas células.
Os pesquisadores afirmaram que o estudo não é comprobatório dos riscos à
saúde por causa das condições de laboratório. Mas acrescentaram que "os
efeitos genotóxicos e fenotípicos claramente exigem estudos adicionais ...
em animais ou em voluntários humanos".

Adlkofer recomendou evitar usar o celular quando há uma alternativa
disponível, além da utilização do fone de ouvido sempre que possível. "Não
queremos criar pânico, mas é bom tomar precauções", disse, acrescentando que
as novas pesquisas podem levar mais quatro ou cinco anos.

Os estudos anteriores sobre os efeitos da radiação dos celulares à saúde
mostraram que ele pode existir. Um exemplos é o aquecimento do tecido, que
provocaria dor de cabeça e náusea. Nenhum estudo comprovou, no entanto, que
a radiação cause danos permanentes. Nenhuma das seis maiores indústrias de
celular respondeu imediatamente à divulgação do estudo.

Em um outro anúncio em Hong Kong, uma empresa alemã chamada G-Hanz
apresentou um novo tipo de celular que, segundo afirma, não emite radiação
prejudicial.

Leia esta notícia no original em:
Terra - Notícias - Ciência e Meio Ambiente
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI442466-EI298,00.html

[ ] 's do Emiliano Chemello






SUBJECT: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 09:57

Tudo isso é tão engraçado e divertido como rinhas de galo.

Tem quem aposte.

Tem quem seja o galo.

Tem gente que apenas acha curioso, ache inevitável ficar olhando, e mesmo
se divirta.

Eu acho isso tudo muito miseravel.

Numa lista sobre ciencia isso é inaceitável.

A Natalia deve agradecer esse presente Natalino porque é também desse
combustível que ela vive. Não que lhe agrade ao paladar, mas dele, de
alguma forma, acaba de nutrindo, num fenomeno polioperativo, com
transferencia de massa, de energia e de movimento.

Não vai ser a Física que vai explicar esse fenômeno.
Quem sabe o Bulcão tenha respostas.

Fora de tudo isso, uma certeza: quem faz isso com a Natalia é muito
escrotinho.
Alguém tem que reprimir.

L.E.

At 01:36 22/12/2004, you wrote:

>Querido L.E.R:
>Importa-se de me explicar EM PRIVADO, qual o significado de:
>"A NATÁLIA FOI PREMIADA EM PLENO NATAL.
>FAZ SENTIDO."
>Pq era mal empregue lá? Pq não se deitam pérolas a porcos?
>É que há coisas que podem ser mal interpretadas e estar a dar
>orientações para a enquete como se estivesse aberta campanha
>eleitoral para o sim ou para o não. Ou outras coisas piores. Só
>direi às pessoas da lista que antes de votarem analisem as
>mensagens, AQUI na sala, desde dia 24 de Julho de 2004.
>Chamo a atenção que para se estar numa lista em pleno o proceeso
>melhor é ter caixa de correio yahoo.com.br Porque assim TEMOS SEMPRE
>toas as MENSAGENS presentes.
> Não se trata de estar aqui a tratar assuntos de outra lista mas
>apenas de se AVALIAR com olhos de ver ESTA lista. E depois como
>somos de ciência faremos a análise estatística dos resultados usando
>um método que distinga os votos das pessoas que nunca escrevem das
>que interveem e ainda da totalidade.
>Não seria de alterar e escrever ainda na enquete: Natália banida/
>Emiliano banido? Proíbido a portugueses? Ou estilo BB, quem acha
>deve ser banido este mês?
>obrigada
>Maria Natália Botelho


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Outro moderador [administrador]
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 10:22

Vou olhar.
Thanks.
L.E.



At 01:07 22/12/2004, you wrote:

>--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
> > Já o mesmo não se pode dizer do Takata: sujeito irascível,
> > áspero, destemperado, concupiscente... ainda bem que está
> > sumido.
>
>Porr#, caral&$, destemperado eh o cac&%$!
>
>============
>Seguinte, eu sei q. o pedido eh impossivel de ser atendido, mas tentem
>nao trazer questoes pessoais suscitadas alhures para lista
>(recomendacao q. eh extensivel no sentido oposto: rusgas aqui geradas,
>nao deveriam ser transportadas para outros locais).
>
>Nao hah necessidade de se agir hipocritamente - matar-se em outra
>lista e se amar nesta (ou vice-versa).
>===========
>
>Feliz Natal pra vc tb, Bulcao. Claro para todos da lista tb.
>
>Nao estou propriamente sumido, mas, sim, estou de ferias. Aproveitando
>a onda em q. o governo criou um pacote q. pretende desonerar a
>industria livreira no Brasil, tentado aumentar a media de livros lidos
>per capita ao ano - menos de 2 - uma sugestao de leitura: A ciencia no
>cotidiano de Len Fisher, 2002, ed. Jorge Zahar, 203 pp. - nao
>confunfir com A ciencia na vida cotidiana, de Jay Ingram, 2004, ed.
>Ediouro, 238 pp. Nao q. este ultimo seja ruim, eh leve e divertido,
>mas o humor do australiano Fisher parece-me mais refinado - talvez
>contaminado pelo estilo da terra da Rainha, onde trabalha. Ou vai ver
>q. Mad Max, Priscilla, Crocodilo Dundee e Babe tEm algo a dizer sobre
>a comicidade dos conterraneos dos cangurus. Imagino q. o Luiz Eduardo
>deva gostar: hah uma belissima discussao sobre a ciencia de se
>mergulhar biscoitos e rosquinhas (ei, em ingles nao hah esse duplo
>sentido), trabalho pelo qual, alias, Fisher ganhou um IgNobel; tb como
>obter um ovo quente (suspeito q. tb nao exista esse duplo sentido em
>ingles) perfeito, no penultimo capitulo o autor analisa a ciencia da
>arte do gourmet e do gourmand. (O livro nao eh exclusivamente sobre
>culinaria ou sobre a ciencia na culinaria, mas dada as afinidades do
>autor, esses temas afloram a quase todo o momento.)
>
>[]s,
>
>Roberto Takata
>
>
>
>
>
>
>
>##### ##### #####
>
>Para saber mais visite
><http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br>http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
>
>
>##### ##### ##### #####
>
>
>Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:
><http://br.rd.yahoo.com/SIG=12anao87c/M=264379.5078783.6203979.1588051/D=brclubs/S=2137111528:HM/EXP=1103771306/A=2191897/R=0/SIG=10vqa2grn/*http://br.diversao.yahoo.com/>
>[]
>
><http://br.rd.yahoo.com/SIG=12anao87c/M=264379.5078783.6203979.1588051/D=brclubs/S=2137111528:HM/EXP=1103771306/A=2191897/R=1/SIG=10vqa2grn/*http://br.diversao.yahoo.com/>
>[]
> São Paulo Rio de Janeiro Curitiba Porto Alegre Belo Horizonte Brasília
>
>
>----------
>Links do Yahoo! Grupos
> * Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
> *
> <http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/>http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/
>
> *
> * Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
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>
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> * O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos
> <http://br.yahoo.com/info/utos.html>Termos do Serviço do Yahoo!.


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 10:27


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> Tudo isso é tão engraçado e divertido como rinhas de galo.
>
> Tem quem aposte.
>
> Tem quem seja o galo.
>
> Tem gente que apenas acha curioso, ache inevitável ficar olhando,
e mesmo
> se divirta.
>
> Eu acho isso tudo muito miseravel.
>
> Numa lista sobre ciencia isso é inaceitável.

Manuel: ô LER, você é mesmo um idiota.

Quem é você para dar lição de moral, pôrra! Te manca, rapaz!

Você é mesmo uma criaturinha mesquinha. Um pobre diabo.

Agora vai posar de cientista injuriado, logo quem, o Ler!
Abestalhado que tecla suas mensagens em caixa alta!

Rapaz, você não tem senso do ridículo?

Manuel Bulcão






SUBJECT: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 10:47


>Manuel: ô LER, você é mesmo um idiota.
>Quem é você para dar lição de moral, pôrra! Te manca, rapaz!
>Você é mesmo uma criaturinha mesquinha. Um pobre diabo.
>Agora vai posar de cientista injuriado, logo quem, o Ler!
>Abestalhado que tecla suas mensagens em caixa alta!
>Rapaz, você não tem senso do ridículo?
>Manuel Bulcão



O GALO FALOU.
SUSPENDE O OTORRINOVETERINARIO.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 11:10


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> O GALO FALOU.
> SUSPENDE O OTORRINOVETERINARIO.
>
> L.E.

Manuel: Isso é piada? É pra rir?

Acho que o L.E. está papagaiando o Diogo Mainardi.

Curupaco-papaco,
Manuel Bulcão





SUBJECT: Re: [ciencialist] Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: "Amauri Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/12/2004 12:07

Oi "Ler" (o q?)


E daí o cara ser químico ou não, só porque o cara é químico se faz o que der na cabeça?? Acorda e te manca, você pelo jeito deve ser algo dele....

Amauri
----- Original Message -----
From: L.E.R.de Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Tuesday, December 21, 2004 11:22 PM
Subject: [ciencialist] Nova pesquisa de opinião para ciencialist



>O emiliano deve ser moderado?



POXA...
SERÁ QUE VOCÊS NÃO ENTENDEM QUE O CARA É QUÍMICO ?

DEIXA ELE, PÔ.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



##### ##### #####

Para saber mais visite
http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br


##### ##### ##### #####


Yahoo! Grupos, um serviço oferecido por:







------------------------------------------------------------------------------
Links do Yahoo! Grupos

a.. Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/

b.. Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br

c.. O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos Termos do Serviço do Yahoo!.



[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Para todos uma Lua de Natal
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 13:30


Mas que tem esta Lua de diferente das outras? Para nós com interesse
relativo. Para quem qer ver bem objectos distantes é mau porque se
torna muito claro. É luar!
Para os namorados está mesmo a dar...
Mas falando desta lua que vai por fios dourados na noite: ela é a
MAIS pequena de 2004. Estará alta no céu...a 406700 km de nós!
Tecnicamente falando a lua só estará a 100% cheia no dia 26 de
Dezembro. Vai nascer cedo nos dias 24 e 25.
Mas porque ela é a MAIS pequena? É que não é exacto que a órtbita da
Lua seja uma circunferência.É uma elipse: E as posições extremas
são: o perigeu a 356000 km da T e o apaogeu a 406000 km. verifiquem
qa diferença de 50000 km. Quando a Lua está próximo do apogeu parece-
nos mais pequena. Mas mesmo uma Lua cheia e pequena vai ser muito
brilhante e vai haver pessoal a fazer imagem. Olhar para ela de
binóculo vai ser de se ficar encandeado...Nos telescópios usamos um
filtro próprio e que atenuando o brilho intenso nos faz ver as um
pouco melhor as diferenças de tonalidade entre os mares e as
crateras
Gozem o belo luar e sede românticos ao menos uma vez no ano para
com vossos parceiros de vida.
Adaptado da Nasa podem ler com fotos e extra links ou até fazer uma
poster da Lua em:
http://science.nasa.gov/headlines/y2004/22dec_christmas.htm?list62687
Eu na noite estarei a pensar em vós com o vosso Natal tórrido com
caipirinhas...
Um abraço
Maria Natália










SUBJECT: Pedido [administrador]
FROM: "brudna" <lrb@iq.ufrgs.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 13:43


Vamos cuidar para que mensagens nao sejam mal interpretadas. Para
isso acho melhor evitar a agressividade. Ela pode ocorrer entre duas
pessoas que conhecem o ritmo da brincadeira (Takata e Bulcao, por
exemplo), mas vai acabar confundindo quem nao conhece a interacao
entre as duas pessoas, julgando que eh uma briga real.

Uma brincadeira pode acabar resultando em algo ´mais serio´. :-)

Se nao se comportarem o velho do saco vermelho nao vai trazer
presentes.


Ateh
Luis Brudna - administrador






SUBJECT: Re: Tudo é energia
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 13:50


José Renato,

Acho que este assunto pode continuar mais um pouco. Isto vai ajudar
a aumentar a média de mensagens científicas aqui. :-)

Eu escrevi:
>Mas é justamente isto que eu disse!!
> :-)

Aí você escreveu:
> É verdade, Hélio!
> Parece-me que foi o termo "se desmancham" que atropelou meu
entendimento.
> Valeu!

Agora, APARENTEMENTE me contradizendo, eu digo:
Existe uma diferença "sutil" entre "desmanchar" e "combinar
opostos".

Como o Alberto falou: "...seria a mesma coisa analisada sob um
prisma diferente."

É isto. O prisma.

Para quem acha que TUDO É ENERGIA prefere "combinar opostos" como
termo mais científico e pode aceitar o "desmanchar" como uma figura
de linguagem.

Para quem acha que TUDO É MATÉRIA prefere "desmanchar" como termo
mais científico e pode aceitar o "combinar opostos" como uma figura
de linguagem.

Objetivo disto é mostrar que é possível descrever um resultado
experimental considerando que tudo é matéria.
Como disse antes, isto ainda é muito especulativo e ainda não
consigo explicar tudo. Mas não tenho motivos para parar de "brincar"
com isto nas horas vagas. :-)

Hélio






SUBJECT: Re: Pedido [administrador]/Carvão?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 14:20



Brudna:

No meu tempo...ai o reumático... LOL
...se dizia que quem se portava mal recebia um pedaço de carvão nos
sapatinhos.
A propósito de CARVÃO:
Sei dos vossos churrascos. Gostava de saber se usam carvão e nesse
caso como o obtêm. Natural ou artificial? Vão desbastando as
florestas e fazendo prédios e estradas? Ou tendes processo mais
ecológico?
A seguir vos contarei como se obtem em Portugal. É um processo
químico muito engenhoso.
Vamos contar histórias científicas de Natal? sai o capuchinho
vermelho entra o homem das barbas.
Um abraço
Maria Natália
PS não ganhaste para o susto...

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "brudna" <lrb@i...> escreveu
>
> Vamos cuidar para que mensagens nao sejam mal interpretadas. Para
> isso acho melhor evitar a agressividade. Ela pode ocorrer entre
duas
> pessoas que conhecem o ritmo da brincadeira (Takata e Bulcao, por
> exemplo), mas vai acabar confundindo quem nao conhece a interacao
> entre as duas pessoas, julgando que eh uma briga real.
>
> Uma brincadeira pode acabar resultando em algo ´mais serio´. :-)
>
> Se nao se comportarem o velho do saco vermelho nao vai trazer
> presentes.
>
>
> Ateh
> Luis Brudna - administrador





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Pedido [administrador]/Carvão?
FROM: "Alessandro D. R. Fazenda" <alessandro@servidados.com.br>
TO: "[ciencialist]" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/12/2004 15:40

Ma. Natalia:

Aqui onde eu vivo, no Rio Grande do Sul, na legitima terra do churrasco e onde nascem os melhores churrasqueiros do mundo, só usamos carvão vegetal. No saco de carvão tem umas inscrições tipo "madeira reflorestada" e "ecologico", mas não sei até onde é verdade e onde começa o marketing.
Me disseram que o melhor carvão é o de acácia negra, não sei porque, mas ainda descubro.

sds

Alessandro


----- Original Message -----
From: Maria Natália
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, December 22, 2004 2:20 PM
Subject: [ciencialist] Re: Pedido [administrador]/Carvão?





Brudna:

No meu tempo...ai o reumático... LOL
...se dizia que quem se portava mal recebia um pedaço de carvão nos
sapatinhos.
A propósito de CARVÃO:
Sei dos vossos churrascos. Gostava de saber se usam carvão e nesse
caso como o obtêm. Natural ou artificial? Vão desbastando as
florestas e fazendo prédios e estradas? Ou tendes processo mais
ecológico?
A seguir vos contarei como se obtem em Portugal. É um processo
químico muito engenhoso.
Vamos contar histórias científicas de Natal? sai o capuchinho
vermelho entra o homem das barbas.
Um abraço
Maria Natália
PS não ganhaste para o susto...

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "brudna" <lrb@i...> escreveu
>
> Vamos cuidar para que mensagens nao sejam mal interpretadas. Para
> isso acho melhor evitar a agressividade. Ela pode ocorrer entre
duas
> pessoas que conhecem o ritmo da brincadeira (Takata e Bulcao, por
> exemplo), mas vai acabar confundindo quem nao conhece a interacao
> entre as duas pessoas, julgando que eh uma briga real.
>
> Uma brincadeira pode acabar resultando em algo ´mais serio´. :-)
>
> Se nao se comportarem o velho do saco vermelho nao vai trazer
> presentes.
>
>
> Ateh
> Luis Brudna - administrador






[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Galáxias na galáxia...
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/12/2004 16:49

Afinal, como é que pode se afirmar que foram "descobertas" 30 galáxias nas bordas de uma galáxia maior: a Via Lacta?
Abraços
José Renato

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Nova pesquisa de opinião para cien cialist
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: CIENcialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 17:57


>Oi "Ler" (o q?)
>
>
>E daí o cara ser químico ou não, só porque o cara é químico se faz o que
>der na cabeça?? Acorda e te manca, você pelo jeito deve ser algo dele....
>
>Amauri



OH AMAURI...
EU TAVA SÓ TENTANDO DESVIAR O ASSUNTO.
TEM UM PESSOAL AÍ QUE BRIGA POR COISAS QUE NEM IMAGINO QUAIS SEJAM.

RELAX.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Votos de feliz natal e próspero an o novo
FROM: "manuelbulcao" <manuelbulcao@uol.com.br> (by way of "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>)
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
CC: grasdic@hotmail.com,lrb@iq.ufrgs.br,amaurijunior2@yahoo.com.br,
DATE: 22/12/2004 17:57

Vai te foder, infeliz! :-)
Manuel Bulcão



================


Não entendi.
Tá falando comigo, Manuel ?

Primeiro vocês inventam esse Tribunal de botar gente pra fora.

Agora passam a enviar agressão gratuita em privativo.

Realmente... haja ciencia pra entender esse mundo.

Oh Natalia, tu que é Química, me diz...
tu acha que isso aí é culpa de algum álcool ?

L.E.







-
-
-
-
-
-
-




SUBJECT: Re:
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/12/2004 18:34

Recebí isto e não entendí. O que se passa?

Victor.


----- Original Message -----
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Cc: <grasdic@hotmail.com>; <lrb@iq.ufrgs.br>; <amaurijunior2@yahoo.com.br>
Sent: Wednesday, December 22, 2004 5:57 PM


> X-eGroups-Remote-IP: 200.187.64.7
> From: "manuelbulcao" <manuelbulcao@uol.com.br>(by way of "L.E.R.de
> Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>)
> X-Yahoo-Profile: manuelbulcao
> MIME-Version: 1.0
> Mailing-List: list ciencialist@yahoogrupos.com.br; contact
> ciencialist-owner@yahoogrupos.com.br
> Delivered-To: mailing list ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Precedence: bulk
> List-Unsubscribe: <mailto:ciencialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br>
> Date: Wed, 22 Dec 2004 17:57:24 -0200
> Subject: [ciencialist]
> =?iso-8859-1?Q?Votos_de_feliz_natal_e_pr=F3spero_an_o_novo?=
> Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Content-Type: text/html; charset=ISO-8859-1
> Content-Transfer-Encoding: quoted-printable
>
>
> <html><body>
>
>
>
> <tt>
> Vai te foder, infeliz! :-)<BR>
> Manuel Bulc=E3o<BR>
> <BR>
> <BR>
> <BR>
> =3D=3D=3D=3D=3D=3D=3D=3D=3D=3D=3D=3D=3D=3D=3D=3D<BR>
> <BR>
> <BR>
> N=E3o entendi.<BR>
> T=E1 falando comigo, Manuel ?<BR>
> <BR>
> Primeiro voc=EAs inventam esse Tribunal de botar gente pra fora.<BR>
> <BR>
> Agora passam a enviar agress=E3o gratuita em privativo.<BR>
> <BR>
> Realmente... haja ciencia pra entender esse mundo.<BR>
> <BR>
> Oh Natalia, tu que =E9 Qu=EDmica, me diz...<BR>
> tu acha que isso a=ED =E9 culpa de algum =E1lcool ?<BR>
> <BR>
> L.E.<BR>
> <BR>
> <BR>
> <BR>
> <BR>
> <BR>
> <BR>
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> -<BR>
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> <BR>
> </tt>
>
> <br><br>
> <tt>
> #####&nbsp;&nbsp; #####&nbsp;&nbsp; #####<BR>
> <BR>
> Para saber mais visite<BR>
> <a
> href=3D"http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br">http://www.ciencialist.hpg=
> .ig.com.br</a><BR>
> <BR>
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> ervi=E7o oferecido por:</b></font></td>
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> ndex.html">Rio=20
> de Janeiro</option>
> <option value=3D"http://br.rd.yahoo.com/SIG=3D12aciouh5/M=
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> 31862/A=3D2191897/R=3D5/SIG=3D11ih9vigm/*http://br.diversao.yahoo.com/curit=
> iba/index.html">Curitiba</option>
> <option value=3D"http://br.rd.yahoo.com/SIG=3D12aciouh5/M=
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> 31862/A=3D2191897/R=3D6/SIG=3D11d0trfh2/*http://br.diversao.yahoo.com/poa/i=
> ndex.html">Porto=20
> Alegre</option>
> <option value=3D"http://br.rd.yahoo.com/SIG=3D12aciouh5/M=
> =3D264379.5078783.6203979.1588051/D=3Dbrclubs/S=3D2137111528:HM/EXP=3D11038=
> 31862/A=3D2191897/R=3D7/SIG=3D11c9hnho2/*http://br.diversao.yahoo.com/bh/in=
> dex.html">Belo=20
> Horizonte</option>
> <option value=3D"http://br.rd.yahoo.com/SIG=3D12aciouh5/M=
> =3D264379.5078783.6203979.1588051/D=3Dbrclubs/S=3D2137111528:HM/EXP=3D11038=
> 31862/A=3D2191897/R=3D8/SIG=3D11iplshqf/*http://br.diversao.yahoo.com/brasi=
> lia/index.html">Bras&iacute;lia</option>
> </select>
> </form>
> </td>
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> </table>
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> </tr>
> </table></td>
> </tr>
> </table>
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> <br>
> <tt><hr width=3D"500">
> <b>Links do Yahoo! Grupos</b><br>
> <ul>
> <li>Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:<br><a
> href=3D"http://b=
> r.groups.yahoo.com/group/ciencialist/">http://br.groups.yahoo.com/group/cie=
> ncialist/</a><br>&nbsp;
> <li>Para sair deste grupo, envie um e-mail para:<br><a
> href=3D"mailto:cienc=
> ialist-unsubscribe@yahoogrupos.com.br?subject=3DUnsubscribe">ciencialist-un=
> subscribe@yahoogrupos.com.br</a><br>&nbsp;
> <li>O uso que voc=EA faz do Yahoo! Grupos est=E1 sujeito aos <a
> href=3D"htt=
> p://br.yahoo.com/info/utos.html">Termos do Servi=E7o do Yahoo!</a>.
> </ul>
> </tt>
> </br>
>
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>
>
> </body></html>
>
>
>
>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/12/2004 18:40

Hélio, percebo a matéria como energia-campos "estruturados" em determinada
configuração. Já o espaço, mesmo pleno de energia e campos, considero como
"não estruturado", sem maiores tensões.
Abraços
José Renato
..............................................

----- Original Message -----
From: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, December 22, 2004 12:50 PM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia




José Renato,

Acho que este assunto pode continuar mais um pouco. Isto vai ajudar
a aumentar a média de mensagens científicas aqui. :-)

Eu escrevi:
>Mas é justamente isto que eu disse!!
> :-)

Aí você escreveu:
> É verdade, Hélio!
> Parece-me que foi o termo "se desmancham" que atropelou meu
entendimento.
> Valeu!

Agora, APARENTEMENTE me contradizendo, eu digo:
Existe uma diferença "sutil" entre "desmanchar" e "combinar
opostos".

Como o Alberto falou: "...seria a mesma coisa analisada sob um
prisma diferente."

É isto. O prisma.

Para quem acha que TUDO É ENERGIA prefere "combinar opostos" como
termo mais científico e pode aceitar o "desmanchar" como uma figura
de linguagem.

Para quem acha que TUDO É MATÉRIA prefere "desmanchar" como termo
mais científico e pode aceitar o "combinar opostos" como uma figura
de linguagem.

Objetivo disto é mostrar que é possível descrever um resultado
experimental considerando que tudo é matéria.
Como disse antes, isto ainda é muito especulativo e ainda não
consigo explicar tudo. Mas não tenho motivos para parar de "brincar"
com isto nas horas vagas. :-)

Hélio






##### ##### #####

Para saber mais visite
http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br


##### ##### ##### #####
Links do Yahoo! Grupos









Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
Scan engine: McAfee VirusScan / Atualizado em 15/12/2004 / Versão: 4.4.00 -
Dat 4415
Proteja o seu e-mail Terra: http://www.emailprotegido.terra.com.br/

E-mail classificado pelo Identificador de Spam Inteligente Terra.
Para alterar a categoria classificada, visite
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Outro moderador [administrador]
FROM: "Prof. JC" <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/12/2004 19:21

Ave Léo!

Nós, os mortais comuns, o saudamos, grande Imperador!

Perdoai nossos offtopics assim como perdoamos os nossos credores e não nos
deixei cair em moderação,

Amémdoim!
Prof. JC


----- Original Message -----
From: "brudna" <lrb@iq.ufrgs.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, December 21, 2004 5:47 PM
Subject: [ciencialist] Outro moderador [administrador]




:-) Mais um foi promovido.

Luiz Ferraz Netto agora também tem privilégios de moderação da
Ciencialist.

Não sei se o Leo tem prática com o sistema. Se não tiver, deixe que
os outros moderadores tomam conta. :-)

Acho que agora temos um número adequado de moderadores. :-)


Ateh
Luis Brudna - administrador da Ciencialist





##### ##### #####

Para saber mais visite
http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br


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Links do Yahoo! Grupos












SUBJECT: Re: Tudo é energia
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 22/12/2004 20:11




Este teu "energia-campo" seria composto de que? ... :-)

"Espaço sem maiores tensões"???
O que seria tensão no espaço?

Hoje estou perguntador do tipo do "marcelo ferrari", mas é só por
agora.

[ ]'s
Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
> Hélio, percebo a matéria como energia-campos "estruturados" em
determinada
> configuração. Já o espaço, mesmo pleno de energia e campos,
considero como
> "não estruturado", sem maiores tensões.






SUBJECT: Re: [ciencialist] Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: "Prof. JC" <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/12/2004 20:30

O pior é que ela já foi expulsa de lá três vezes. :)))

Ops, não vem não! Só respondi porque fui CITADO. Reclama aí com quem me
citou, esse caçador de encrencas natalinas. :)

Abraços,
Prof. JC


----- Original Message -----
From: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Tuesday, December 21, 2004 11:58 PM
Subject: [ciencialist] Nova pesquisa de opinião para ciencialist




>Mané: Ocorre que o Emiliano criou uma enquete na lista "Conversa de
>Botequim", indagando se a Natália deveria ou não permanecer naquela
>lista (lista esta moderada pelo Zé Carlos, ora vejam!). Por conta
>dessa enquete, a Natália foi expulsa.
>
>Uma pessoa que é expulsa de uma lista de discussão
>intitulada "conversa de botequim" ou é um anjo ou então um demônio
>que nem bêbado agüenta, é o que se presume. A Natália tem toda a
>razão para ter ficado muito ofendida. Sou-lhe solidário.
>
>Amplexos,
>Manuel Bulcão



O CARA É QUÍMICO.
QUE OUTRA EXPLICAÇÃO DEVO BUSCAR PARA TE CONVENCER QUE NÃO ADIANTA MEXER
NISSO ?

A NATÁLIA FOI PREMIADA EM PLENO NATAL.
FAZ SENTIDO.
L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]






SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: "Prof. JC" <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/12/2004 20:39

Pedindo desculpas antecidas ao Leo e ao Brudna...

Natália, se você for falar alguma coisa do Boteco ou de mim eu abro seu
arquivo e todos saberão quem você é realmente. Inclusive publico na net
todas as suas mensagens e passo o link para conferirem pessoalmente o tipo
de democracia e comportamento que você aprecia e pratica. Então fiquemos
assim: da mesma forma como eu tenho sido ético ao levar não para outras
listas os seus podres, principalmente essa, que é a única onde você é
razoavelmente civilizada, tente não plantar mentiras e nem criar futricas
(que é sua especialidade).

Qualquer dúvida ou problema procure usar o PVT. Você tem meu e-mail, não
tem? É o mesmo que você usou para pedir seu ingresso no Boteco mais de dez
vezes entre uma expulsão e outra. :)

Abraços,
Prof. JC


----- Original Message -----
From: "Maria Natália" <grasdic@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, December 22, 2004 12:45 AM
Subject: [ciencialist] Re: Nova pesquisa de opinião para ciencialist




Manuel:

L.E.R* não sabe nem da missa a metade.Mas nem é preciso ir a essa
lista para se saber.
Creio que os moderadores NUNCA deixarão instalar-se aqui o ambiente
dessa lista que falaste. Seria insultuoso para todos nós.
Sei que apesar de alguns contratempos esta lista é muito capaz de
ensinar a outras o que é a democracia.
Quanto às acções...elas ficam com quem as pratica e nas listas se
nota logo quando mensagens são apagadas. Quem escreveu assume.
Quem entra numa lista deve analisar todos os "postes" indo até à
primeira mensagem para saber onde está e se situar.
Parece OT mas não o é. São normas de segurança de circulação na
internet. Assim como num laboratório se deve ter cuidado a
armazenar reagentes...
Eu sou química. Tenho a infelicidade de ser a única mulher que fala
regularmente.E como ensinar ciência é ser-se revolucionário...
Continuarei agitando as águas e não me assustando com as bombas
caindo aqui e ali porque pratico as normas de segurança.
Conseguem ouvir o que NÃO está sendo dito?
Uma abraço com votos de boa jornada ao triunvirato que ajudará esta
lista a ter e manter a LIBERDADE e respeito com que nasceu.
Um abraço
queridos especialistos
Maria Natália
* Te escrevo em pvt pois isso é OT


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
<manuelbulcao@u...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
> <lecarvalho@i...> escreveu
> >
> > >O emiliano deve ser moderado?
> >
> >
> >
> > POXA...
> > SERÁ QUE VOCÊS NÃO ENTENDEM QUE O CARA É QUÍMICO ?
> >
> > DEIXA ELE, PÔ.
>
> Mané: Ocorre que o Emiliano criou uma enquete na lista "Conversa
de
> Botequim", indagando se a Natália deveria ou não permanecer
naquela
> lista (lista esta moderada pelo Zé Carlos, ora vejam!). Por conta
> dessa enquete, a Natália foi expulsa.
>
> Uma pessoa que é expulsa de uma lista de discussão
> intitulada "conversa de botequim" ou é um anjo ou então um demônio
> que nem bêbado agüenta, é o que se presume. A Natália tem toda a
> razão para ter ficado muito ofendida. Sou-lhe solidário.
>
> Amplexos,
> Manuel Bulcão





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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re:
FROM: "Alberto Mesquita Filho" <albmesq@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 22/12/2004 20:53

----- Original Message -----
From: "JVictor"
Sent: Wednesday, December 22, 2004 5:34 PM
Subject: [ciencialist] Re:

> Recebí isto e não entendí. O que se passa?

Briguinhas que provavelmente ocorreram metade em pvt e metade na lista. Além
do que, a msg saiu "hieroglifada" por razões que a própria razão desconhece
(talvez os especialistas em computação saibam), e acho que foi melhor assim.
Se quiser ler o texto sem hieróglifos sugiro que dirija-se à página web, msg
43371. Espero que a briga termine em pizza, ou melhor, em perus de Natal, um
na casa de cada um dos net-amigos.

Solicito a todos que atendam às recomendações do Brudna (msg
http://br.groups.yahoo.com/group/ciencialist/message/43365 ) bem como
reproduzo a advertência do amigo: "Se não se comportarem o velho do saco
vermelho nao vai trazer presentes."

[ ]´s
Alberto
http://ecientificocultural.com/indice.htm



SUBJECT: Re: [ciencialist] Tudo é energia
FROM: José Renato <jrma@terra.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/12/2004 01:24

Hélio, o meu e acredito que também o seu energia-campo é composto de
fenômenos que denominamos de energia e dos que chamamos de campo! :-))
Tensão no espaço são provocadas pelas forças nucleares, forte e fraca,
magnetismo e gravidade. Exemplo: o átomo é um conjunto material vazio, mais
espaço que matéria, porém devido às "tensões" existentes no núcleo,
interação das subpartículas, nos elétrons - emissores e receptores de quanta
e fótons mas que ainda é considerado uma partícula, digamos,
ndivisível(?) - e entre o núcleo e os elétrons parece ter uma consistência
material "sólida" devido a essa estrutura de tensões.
[]s
José Renato
.......................................................

From: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, December 22, 2004 7:11 PM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia

Este teu "energia-campo" seria composto de que? ... :-)

"Espaço sem maiores tensões"???
O que seria tensão no espaço?

Hoje estou perguntador do tipo do "marcelo ferrari", mas é só por
agora.

[ ]'s
Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
> Hélio, percebo a matéria como energia-campos "estruturados" em
determinada
> configuração. Já o espaço, mesmo pleno de energia e campos,
considero como
> "não estruturado", sem maiores tensões.






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Para alterar a categoria classificada, visite
http://www.terra.com.br/centralunificada/emailprotegido/imail/imail.cgi?+_u=jrma&_l=1,1103753533.708756.20502.cabue.terra.com.br,3444,Des15,Des15




SUBJECT: Re: Tudo é energia
FROM: "Cyberlander" <cybernews@superig.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/12/2004 01:36



fótons são pacotinhos com massa ou picos de onda?
[ ]'s
D.C.



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
> Hélio, o meu e acredito que também o seu energia-campo é composto
de
> fenômenos que denominamos de energia e dos que chamamos de
campo! :-))
> Tensão no espaço são provocadas pelas forças nucleares, forte e
fraca,
> magnetismo e gravidade. Exemplo: o átomo é um conjunto material
vazio, mais
> espaço que matéria, porém devido às "tensões" existentes no
núcleo,
> interação das subpartículas, nos elétrons - emissores e receptores
de quanta
> e fótons mas que ainda é considerado uma partícula, digamos,
> ndivisível(?) - e entre o núcleo e os elétrons parece ter uma
consistência
> material "sólida" devido a essa estrutura de tensões.
> []s
> José Renato
> .......................................................
>
> From: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@f...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Wednesday, December 22, 2004 7:11 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia
>
> Este teu "energia-campo" seria composto de que? ... :-)
>
> "Espaço sem maiores tensões"???
> O que seria tensão no espaço?
>
> Hoje estou perguntador do tipo do "marcelo ferrari", mas é só por
> agora.
>
> [ ]'s
> Hélio
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
> escreveu
> > Hélio, percebo a matéria como energia-campos "estruturados" em
> determinada
> > configuração. Já o espaço, mesmo pleno de energia e campos,
> considero como
> > "não estruturado", sem maiores tensões.
>
>
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es15





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Nova pesquisa de opinião para ciencialist
FROM: "Cyberlander" <cybernews@superig.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/12/2004 02:02

JC vc por aqui! hehehehe
[ ]'s
D.C.
----- Original Message -----
From: Prof. JC
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, December 22, 2004 7:39 PM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Nova pesquisa de opinião para ciencialist



Pedindo desculpas antecidas ao Leo e ao Brudna...

Natália, se você for falar alguma coisa do Boteco ou de mim eu abro seu
arquivo e todos saberão quem você é realmente. Inclusive publico na net
todas as suas mensagens e passo o link para conferirem pessoalmente o tipo
de democracia e comportamento que você aprecia e pratica. Então fiquemos
assim: da mesma forma como eu tenho sido ético ao levar não para outras
listas os seus podres, principalmente essa, que é a única onde você é
razoavelmente civilizada, tente não plantar mentiras e nem criar futricas
(que é sua especialidade).

Qualquer dúvida ou problema procure usar o PVT. Você tem meu e-mail, não
tem? É o mesmo que você usou para pedir seu ingresso no Boteco mais de dez
vezes entre uma expulsão e outra. :)

Abraços,
Prof. JC


----- Original Message -----
From: "Maria Natália" <grasdic@hotmail.com>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Wednesday, December 22, 2004 12:45 AM
Subject: [ciencialist] Re: Nova pesquisa de opinião para ciencialist




Manuel:

L.E.R* não sabe nem da missa a metade.Mas nem é preciso ir a essa
lista para se saber.
Creio que os moderadores NUNCA deixarão instalar-se aqui o ambiente
dessa lista que falaste. Seria insultuoso para todos nós.
Sei que apesar de alguns contratempos esta lista é muito capaz de
ensinar a outras o que é a democracia.
Quanto às acções...elas ficam com quem as pratica e nas listas se
nota logo quando mensagens são apagadas. Quem escreveu assume.
Quem entra numa lista deve analisar todos os "postes" indo até à
primeira mensagem para saber onde está e se situar.
Parece OT mas não o é. São normas de segurança de circulação na
internet. Assim como num laboratório se deve ter cuidado a
armazenar reagentes...
Eu sou química. Tenho a infelicidade de ser a única mulher que fala
regularmente.E como ensinar ciência é ser-se revolucionário...
Continuarei agitando as águas e não me assustando com as bombas
caindo aqui e ali porque pratico as normas de segurança.
Conseguem ouvir o que NÃO está sendo dito?
Uma abraço com votos de boa jornada ao triunvirato que ajudará esta
lista a ter e manter a LIBERDADE e respeito com que nasceu.
Um abraço
queridos especialistos
Maria Natália
* Te escrevo em pvt pois isso é OT


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Manuel Bulcão
<manuelbulcao@u...> escreveu
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
> <lecarvalho@i...> escreveu
> >
> > >O emiliano deve ser moderado?
> >
> >
> >
> > POXA...
> > SERÁ QUE VOCÊS NÃO ENTENDEM QUE O CARA É QUÍMICO ?
> >
> > DEIXA ELE, PÔ.
>
> Mané: Ocorre que o Emiliano criou uma enquete na lista "Conversa
de
> Botequim", indagando se a Natália deveria ou não permanecer
naquela
> lista (lista esta moderada pelo Zé Carlos, ora vejam!). Por conta
> dessa enquete, a Natália foi expulsa.
>
> Uma pessoa que é expulsa de uma lista de discussão
> intitulada "conversa de botequim" ou é um anjo ou então um demônio
> que nem bêbado agüenta, é o que se presume. A Natália tem toda a
> razão para ter ficado muito ofendida. Sou-lhe solidário.
>
> Amplexos,
> Manuel Bulcão





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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Testes de elevada precisão em Relatividade
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/12/2004 04:24


Esta mensagem trata de apenas de Relatividade e nela se encontram
uns links bastante interessantes (principalmente o 3):

1--Física Fundamental na ISS (Estação Espacila Internacional)
http://www.exphy.uni-duesseldorf.de/Laemmerzahl/TT/

2--Óptica Quântica
A melhor prova experimental da isotropia de velocidade da luz
(Experiência de Michelsion-Morley) e a independência da velocidade
da luz (testes de Kennedy-Thorndike) foram realizadas no Instituto
de Física Experimental e universidade de Dusseldorf
http://www.exphy.uni-duesseldorf.de/WelcomeInst.html

3--Física Fundamental: testes de elevada precisão em Relatividade
Geral e Especial
http://www.exphy.uni-duesseldorf.de/ResearchInst/WelcomeFP.html

Vale a pena ler no fds porque o tema exige uma leitura calma.
abs
Maria Natália







SUBJECT: Re: Votos de feliz natal e próspero an o novo/Bêbados e álcool
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/12/2004 05:27


L.E.R:

1--Temos muitas moléculas de álcool lá para as bandas da nebulosa de
Orion (M42 - nuven moleculare gigante) Desde os anos 60 que os rádio-
astrónomos detectaram riscas de emissão de micro-ondas produzidas
por muitas moléculas existentes no meio interestelar. Por incrível
que possa parecer, até a molécula de álcool etílico já foi detectada
nesta zona e a quantidade é de tal ordem que daria para toda a
população mundial andar permanentemente bêbada durante 5000 anos!

2--Mas também região desta constelação foram encontrados muitos
planetas extra solares tamanho de Júpiter. Se haverá Vida e que tipo
de Vida será FC falar-se agora.
A experiência de Miller em 1952 mostrou que a vida pode ter
resultado naturalmente de reações químicas ordinárias. Então, dada a
abundância no universo das moléculas que estão na base da origem da
vida, é perfeitamente legítimo supôr que a vida possa também ter
despontado fora da Terra, algures no cosmos

3--Falar-se "de que eles já estão entre nós" é utopia.

4--E para finalizar o Cometa C/2004 Q2 (Machholz)está visível no
hemisfério Norte perto de Orion e na constelação de Eridanus. Mas
para o pessoal do hemisfério Sum será melhor irem ao site do ON

http://costeira1.astrodatabase.net/cometa/04q2.htm
http://www.astro.up.pt/nd/astro_news/2004/1210pt.html

E para o HSul, no local de Leo:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala24/24_C11.asp
E Rosely Gregio em:
http://rgregio.astrodatabase.net/efemerides_historicas.htm

E foi um dos objectos observados esta noite até às 3 da manhã no
Observatório do Geográfico do Exército. Com 4 alunos de engenharia
física tecnológica e pessoal do CA2000 fizemos fotografia que após
tratamento colocarei aqui. No dia 6 de Janeiro é que teremos uma
hipótese de melhor localização pois ele estará perto das Pleídas e
sendo esta o "enxame aberto dos cábulas" toda a gente o poderá ver
em local escuro.

Fácil é a partir do álcool fazer-se um passeio nos céus.Difícil é um
bêbado alcançar estas coisas.
q.e.d
Maria Natália


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "manuelbulcao"
<manuelbulcao@u...> (by way of "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...>) escreveu
> Vai te foder, infeliz! :-)
> Manuel Bulcão
>
>
>
> ================
>
>
> Não entendi.
> Tá falando comigo, Manuel ?
>
> Primeiro vocês inventam esse Tribunal de botar gente pra fora.
>
> Agora passam a enviar agressão gratuita em privativo.
>
> Realmente... haja ciencia pra entender esse mundo.
>
> Oh Natalia, tu que é Química, me diz...
> tu acha que isso aí é culpa de algum álcool ?
>
> L.E.
>
>
>
>
>
>
>
> -
> -
> -
> -
> -
> -
> -





SUBJECT: Era Pedido [adminis] Esta Carvão?
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/12/2004 06:32


Alessandro:

1--O carvão que se usa aqui é obtido a partir da madeira de
azinheira e sobreiro e é conhecido pelo nome de carvão de azinho ou
de sobro ou mais geralmente carvão de madeira/vegetal (de choça).
Este carvão é obtido pela combustão incompleta de troncos ou achas
secas e que resultam da poda destas árvores do montado.
Aresanalmente ele é obtido empilhando os troncos ou achas em camadas
por tamanhos de modo a se formar uma "meda" (formato parecido ao de
um migloo mas mais largo).Toda a madeira é coberta por terra e barro
deixando-se uma chaminé central. Depois inicia-se a combustão que se
para quando a a cor do fumo fica mais clara. Para parar a combustão
se fecha a chaminé. O calor desemnvolvidoé muito e como a quantidade
ar a circular é pequena estamos perante uma combustão incompleta
como convem. Carvoeiro azelha tapa mal a meda e lá se via tudo em
cinza.
As medas actualmente evoluiram e podem ver mais algumas indicações
em:

http://www.cm-chamusca.pt/circuito/charneca/chouto/
http://tinyurl.com/4nzmu

2-- O churrasco é a tal refeição que decorre ao ar livre e que era
suposto ser feita em colaboração entre todos para a dona de casa ter
uns momentos de descanso...da cozinha...
Acerca do grelhar sobre brasas li um trabalho de uma universidade
dos EUA (?) sobre as substãncias cancerígenas que se podem gerar na
queima e que sob a forma de vapor penetram na carne. O conselho dado
era de que a carne NUNCA fosse a grelhar sem ser bem untada de molho
(estar a macerar num molho), óleo ou azeite que protegeria a carne.
O deitar petróleo ou gasolina para atear as chamas também trás
consigo a má queima de hidrocarbonetos.
Também se põe o problema da carne por causa de loucuras. e quanto à
crua o perigo da toxoplasmose. Prefiro a carne de veado, de javali,
emas ou avestruz.
O estudo foi mesmo sério e não se trata de hoax ou campanha contra
gaúchos...
Se recomenda também que não se use madeira de móveis velhos por
causa dos terpenos presentes em vernizes e tintas ou até pesticidas.
Esta preocupação é recente...Pois na idade média quando se queimavam
na praça pública os indesejáveis qualquer lenha servia. Hoje se usam
processos mais soft mas de resultados que apresentam falhas.
E sobre o nosso carvão é o que tenho a dizer.
Seria interessante uma tese sobre a procura das causas de essa
madeira ser a escolhida para melhor churrasco.
Um abraço
Maria Natália
Porque a cozinha é um laboratório de química

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alessandro D. R. Fazenda"
<alessandro@s...> escreveu
> Ma. Natalia:
>
> Aqui onde eu vivo, no Rio Grande do Sul, na legitima terra do
churrasco e onde nascem os melhores churrasqueiros do mundo, só
usamos carvão vegetal. No saco de carvão tem umas inscrições
tipo "madeira reflorestada" e "ecologico", mas não sei até onde é
verdade e onde começa o marketing.
> Me disseram que o melhor carvão é o de acácia negra, não sei
porque, mas ainda descubro.
>
> sds
>
> Alessandro
>
>
> ----- Original Message -----
> From: Maria Natália
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Wednesday, December 22, 2004 2:20 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Pedido [administrador]/Carvão?
>
>
>
>
>
> Brudna:
>
> No meu tempo...ai o reumático... LOL
> ...se dizia que quem se portava mal recebia um pedaço de carvão
nos
> sapatinhos.
> A propósito de CARVÃO:
> Sei dos vossos churrascos. Gostava de saber se usam carvão e nesse
> caso como o obtêm. Natural ou artificial? Vão desbastando as
> florestas e fazendo prédios e estradas? Ou tendes processo mais
> ecológico?
> A seguir vos contarei como se obtem em Portugal. É um processo
> químico muito engenhoso.
> Vamos contar histórias científicas de Natal? sai o capuchinho
> vermelho entra o homem das barbas.
> Um abraço
> Maria Natália
> PS não ganhaste para o susto...
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "brudna" <lrb@i...> escreveu
> >
> > Vamos cuidar para que mensagens nao sejam mal interpretadas.
Para
> > isso acho melhor evitar a agressividade. Ela pode ocorrer entre
> duas
> > pessoas que conhecem o ritmo da brincadeira (Takata e Bulcao, por
> > exemplo), mas vai acabar confundindo quem nao conhece a interacao
> > entre as duas pessoas, julgando que eh uma briga real.
> >
> > Uma brincadeira pode acabar resultando em algo ´mais serio´. :-
)
> >
> > Se nao se comportarem o velho do saco vermelho nao vai trazer
> > presentes.
> >
> >
> > Ateh
> > Luis Brudna - administrador
>
>
>
>
>
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: Tudo é energia
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/12/2004 07:05


DC:

O fotão é partícula que na teoria corpuscular constitui a radiação
(luz). E pico, critas de onde se falamos na teoria ondulatória da
luz. Estas duas teorias se completam e posso encarar a luz como onda
ou corpúsculo consoante a sua interação com o meio (objecto) Ambas
transportam energia. Quer a masa quer a energia estão quantizadas,
os tais pacotes de energia.
Os fotões de maior energia são os de maior frequência e estão neste
caso os da raios UV, radiação X e Raios cósmicos que têm poder
ionizante e penetrante elevados.
Um abarço
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Cyberlander"
<cybernews@s...> escreveu
>
>
> fótons são pacotinhos com massa ou picos de onda?
> [ ]'s
> D.C.
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
> escreveu
> > Hélio, o meu e acredito que também o seu energia-campo é
composto
> de
> > fenômenos que denominamos de energia e dos que chamamos de
> campo! :-))
> > Tensão no espaço são provocadas pelas forças nucleares, forte e
> fraca,
> > magnetismo e gravidade. Exemplo: o átomo é um conjunto material
> vazio, mais
> > espaço que matéria, porém devido às "tensões" existentes no
> núcleo,
> > interação das subpartículas, nos elétrons - emissores e
receptores
> de quanta
> > e fótons mas que ainda é considerado uma partícula, digamos,
> > ndivisível(?) - e entre o núcleo e os elétrons parece ter uma
> consistência
> > material "sólida" devido a essa estrutura de tensões.
> > []s
> > José Renato
> > .......................................................
> >
> > From: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@f...>
> > To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > Sent: Wednesday, December 22, 2004 7:11 PM
> > Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia
> >
> > Este teu "energia-campo" seria composto de que? ... :-)
> >
> > "Espaço sem maiores tensões"???
> > O que seria tensão no espaço?
> >
> > Hoje estou perguntador do tipo do "marcelo ferrari", mas é só por
> > agora.
> >
> > [ ]'s
> > Hélio
> >
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
> > escreveu
> > > Hélio, percebo a matéria como energia-campos "estruturados" em
> > determinada
> > > configuração. Já o espaço, mesmo pleno de energia e campos,
> > considero como
> > > "não estruturado", sem maiores tensões.
> >
> >
> >
> >
> >
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> > Para saber mais visite
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> > Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
> > Scan engine: McAfee VirusScan / Atualizado em 22/12/2004 /
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SUBJECT: Re: Galáxias na galáxia...
FROM: "Rodrigo Marques" <rodmarq72@yahoo.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/12/2004 08:07


Pelo que eu sei existiam duas, a pequena e a grande nuvem de
Magalhães...e parecia que a Via-Láctea estava "engolindo" pelo menos
uma delas, mas não posso dar certeza...
--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
escreveu
> Afinal, como é que pode se afirmar que foram "descobertas" 30
galáxias nas bordas de uma galáxia maior: a Via Lacta?
> Abraços
> José Renato
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Boas Festas
FROM: "Sandra Rosario" <coffeacruda@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 23/12/2004 17:58


Feliz Natal e um maravilhoso 2005 para todos do grupo ciencialist.
Abraços
Sandra Rosario

_________________________________________________________________
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SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Votos de feliz natal e próspero an o novo/Bêbados e álcool
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/12/2004 19:08


Caros amigos do Ciencialist:
Desejo a todos um feliz Natal. Se durante algumas intervenções minhas alguém ficou chateado, ou se sentiu de alguma maneira agredido, peço desculpas; se assim foi, digo que não houve a intenção.
Se alguém não me perdoar, farei queixas a papai Noé.

Feliz Natal a todos, de coração.

Victor.


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SUBJECT: Fw: Fisica e Plantas Medicinais
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/12/2004 19:27

não sei.

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: BelPiva
Para: leobarretos@uol.com.br
Enviada em: quinta-feira, 2 de dezembro de 2004 12:29
Assunto: Fisica e Plantas Medicinais


Ola
Gostaria de saber em quais, ou quais conteudos de Fisica
posso associar Plantas Medicinais.

Osmar B Mende

e-mail osmarbmendes@bol.com.br

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SUBJECT: SUGESTÃO DE LINK
FROM: "Cyberlander" <cybernews@superig.com.br>
TO: <Undisclosed-Recipient:;>
DATE: 23/12/2004 19:32

link para site introdutório à FILOSOFIA DA CIÊNCIA ...


http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/aires.htm

[ ]'S
D.C.

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SUBJECT: Re: [ciencialist] Novo site inacreditável
FROM: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 23/12/2004 20:07

Rodrigo,

O pessoal site está de brincadeira, prá zombar dos outros, ou o quê?

Victor.

----- Original Message -----
From: Rodrigo Marques
To: Ceticismo Aberto ; CienciaList ; Sociedade Brasileira de Céticos e Racionalistas ; Sociedade da Terra redonda
Sent: Tuesday, December 21, 2004 8:00 AM
Subject: [ciencialist] Novo site inacreditável


Pessoal vejam só este site:
http://www.vivendodaluz.com/
Que gosto será que a luz tem???


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SUBJECT: ciência - O que é epistemologia ?
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: "gmail" <chemello@gmail.com>, <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <naeq-ucs@yahoogrupos.com.br>, <quimica-qaw@yahoogrupos.com.br>
DATE: 24/12/2004 08:46

O que é Epistemologia ?
http://www.terravista.pt/FerNoronha/2265/index.htm
Sojia, Filosofia na Web

O termo significa "estudo da ciência" (do grego episthme = conhecimento,
ciência, e logoV = estudo, discurso). É usada em dois sentidos: para indicar
o estudo da origem e do valor do conhecimento humano em geral (e neste
sentido é sinônimo de gnosiologia ou crítica); ou para significar o estudo
as ciências (físicas e humanas), dos princípios sobre o qual se fundam, dos
critérios de verificação e de verdade, do valor dos sistemas científicos.
Pode-se dividi-la em dois sentidos básicos:

a) a crítica do conhecimento científico: exame dos princípios, das hipóteses
e das conclusões das diferentes ciências, tendo em vista determinar seu
alcance e seu valor objetivo.
b) a filosofia da ciência (empirismo, racionalismo, etc), e a história do
desenvolvimento científico.


Breve Prospecto Histórico

Desde que Comte negou à filosofia um domínio próprio de objetos e
confiou-lhe como tarefa específica o estudo das ciências, a determinação de
seus objetos e de suas tarefas, a sua divisão e coordenação, a atenção dos
filósofos dirigiu-se sempre mais para a ciência, a qual se tornou, para
muitos, o argumento principal e central de sua análise. Além disso, a
indagação atenta e aprofundada das características e das funções do saber
científico era exigida quer pela orientação positiva da filosofia, quer
pelos enormes desenvolvimentos e pela extraordinária importância que a
ciência havia adquirido durante os últimos dois séculos, período no qual ela
demonstrou ser um saber extremamente fecundo e prático.

Essa instâncias foram o ponto de partida de uma parte da filosofia, chamada
filosofia da ciência, ou epistemologia . Esta se identifica com a crítica
metodológica da ciência, na medida em que essa crítica tende à explicitação
consciente e sistemática do método e das condições de validade dos juízos -
particulares, singulares ou universais - tornados próprios pelos cientistas,
perseguindo assim uma reconstrução racional, convencionalmente designada por
senso empírico-pragmático, do conceito de conhecimento científico.

A epistemologia propõe-se a responder às seguintes questões: o que é
conhecimento científico? Em outras palavras, em que consiste propriamente o
trabalho do cientista? Que faz ele quando faz ciência? Interpreta, descreve,
explica, prevê? Faz apenas conjecturas ou verdadeiras asserções (gerais e
singulares) que espelham fielmente os aspectos dos fatos? E quando o
cientista explica, o que é que ele explica dos fatos: sua função, origem,
gênese, essência, fim? Qual é o status lógico das leis na ciência? São elas
resultados de procedimentos indutivos (e o que quer dizer indução para a
ciência?), ou antes, conjecturas da imaginação científica que deverão
sujeitar-se a provas empíricas? Em que sentido se fala em causalidade nas
ciências empíricas? Quando, então podemos dizer que uma teoria é "melhor" do
que outra? O que queremos dizer quando afirmamos que as ciências empíricas
são objetivas? Qual é o papel da experiência na pesquisa científica?
Podemos observar que na epistemologia existem mais perguntas que respostas.
Tais perguntas brotam da pergunta inicial sobre o que seja o conhecimento
científico.

Essas questões começaram a impor-se à atenção dos filósofos pelo fim do
século XVIII, no momento em que a atitude de confiança otimista e exaltação
cega das ciências foi substituída por um ceticismo e uma crítica aguda nos
confrontos do conhecimento científico. O nascimento e desenvolvimento da
filosofia da ciência deve-se diretamente à tomada de consciência da
problematicidade desse conhecimento. Tal consciência era ainda ausente em
Descartes, Newton, Kant, Comte, e Spencer.

Os primeiros resultados significativos dessa nova disciplina dizem respeito
à matemática e à geometria. Estas não são mais concebidas como ciências
reais, como representações de situações objetivas, mas sim como construções
formais: como sistemas fundados em postulados escolhidos arbitrariamente e
construídos com técnica da dedução lógica das conseqüências que comportam
tais postulados. Assim, por ação dos epistemólogos e outros estudiosos, a
matemática e a geometria tomaram consciência de sua especificidade como
ciência do possível, diferente da física, que ao contrário, é a ciência do
real.

No concernente à física e às ciências experimentais em geral, passa-se de
uma visão estática e mecanicista a uma visão dinâmica, probabilista e
relativista das leis da natureza. Essa mudança foi motivada pelas
descobertas da entropia, da radiatividade, dos quanta , etc.

Conseqüentemente, os conceitos de um espaço, e de um tempo absolutos, como
também os de simultaneidade, perderam todo o valor. A idéia de espaço curvo
toma o lugar da idéia euclidiana de espaço retilíneo. A idéia de relações
necessárias de causalidade é substituída pela idéia de indeterminação.

Nas ciências da natureza, no início do século XIX, ressalta-se uma série de
questões filosóficas relativas ao caráter e à função do conhecimento
experimental. As ciências naturais não aparecem mais no campo do saber como
conhecimento absoluto com pretensões imperialistas e limites próprios. Seu
âmbito é a quantidade. De tal sorte a física ganha um perfil matemático,
relegando a segundo plano as intenções ontológicas e os elementos sensíveis.

Daí a tendência a reduzir o conhecimento experimental a puros dados métricos
e ao esquema relacional desses dados. Tal esforço de quantificação e
matematização da física acentua os traços que a distinguem tanto do
conhecimento comum, quanto do filosófico.

A filosofia da ciência propriamente dita teve um considerável
desenvolvimento em nosso século, dando origem a três movimentos principais:
o neopositivismo, a interpretação metafísica, e o racionalismo científico.

Os defensores mais qualificados dos neopositivistas são Wittgenstein,
Carnap, e Russel. Os neopositivistas dividem as ciências em dois grandes
ramos: as lógico-matemáticas, e as experimentais. As primeiras são
constituídas por proposições analíticas, ou seja, tautológicas; as segundas
são compostas por proposições factuais. As proposições lógicas e
matemáticas, destituídas de conteúdo, não são mais do que regras para a
utilização dos símbolos e a ordenação das proposições. As experimentais ou
factuais são as empiricamente verificáveis: isto acontece se elas são
traduzíveis em proposições de caráter empírico.

Em contraste radical com o neopositivismo coloca-se a concepção metafísica
da ciência. Esta afirma que a ciência envolve uma metafísica e somente nela
encontra seu fundamento último. Conforme esta concepção, o trabalho
científico apresenta-se como descoberta progressiva da realidade, ou como a
auto-manifestação do espírito humano através da pesquisa científica. No
primeiro caso, refere-se a uma concepção metafísica realista; no segundo, a
uma concepção metafísica idealista.

Um dos maiores expoentes do realismo metafísico é Émile Meyerson
(1859-1933), o qual afirma que a ciência "não é positiva e não contém mesmo
dados positivos, no sentido rigoroso que foi dado a este termo por Comte e
seus seguidores, ou seja, dados desprovidos de qualquer ontologia. A
ontologia faz parte da própria ciência e dela não pode ser separada". É o
realismo do senso comum, segundo Meyerson, que se prolonga na ciência sem
solução de continuidade. A ciência, progredindo na direção do senso comum,
cria essências, cujo caráter real não somente não é eliminado, mas é
intensificado.

Já na interpretação metafísica idealista da ciência, sustenta-se que a
subjetividade é um fator importante na pesquisa cientifica. Nesta
interpretação destacam-se as "leis epistemológicas". Sua característica
peculiar é serem dedutíveis unicamente através do estudo de nossos métodos
de observação. Essas leis necessárias, universais, e exatas constituem o
elemento a priori da física, e das outras ciências experimentais.

Segundo outro grande grupo de autores, a ciência é obra da razão humana, uma
espécie de máquina gerada por ela, cujas estruturas e leis internas é
preciso descobrir. Enquanto o interesse da interpretação metafísica
dirigia-se à infra-estrutura ontológica da ciência, e o do neopositivismo a
seus conteúdos como tais, tomados em seu grau máximo de cristalização
objetiva, o esforço do racionalismo científico, por sua vez, tende a
clarificar o sentido do opus rationale que constitui a ciência.

O principal expoente desta interpretação epistemológica é Gaston Bachelard
(1844-1962), para quem a filosofia da ciência contemporânea não pode aceitar
nem a solução realista, nem a idealista. Segundo ele, deve colocar-se num
meio termo entre ambos, no qual sejam retomados e superados: "Um realismo
que se deparou com a dúvida científica não pode mais ser do mesmo teor que o
realismo imediato... um racionalismo que retificou os juízos a priori, como
sucedeu nos novos ramos da geometria, não pode mais ser um racionalismo
fechado" .

Bachelard em sua gnosiologia, põe o binômio experiência-razão na base de
todo o conhecimento humano. Entretanto, não se trata de um condomínio de
potências iguais, pois o elemento teórico é que desempenha o papel
normativo: "O sentido de setor epistemológico parece-nos bastante claro. Ele
vai certamente do racional para o real, e não na ordem inversa, do real do
geral, como professaram todos os filósofos, de Aristóteles a Bacon" .

Posição análoga à de Bachelard é a sustentada por Karl Popper (1902 -) que
também rejeita decididamente o empirismo em nome de uma certa espécie de
racionalismo . O controle das teorias, a corroboração das proposições
científicas, segundo Popper, não é obtida diretamente, como querem os
neopositivistas, recorrendo à verificação experimental, mas sim
indiretamente, através do processo de falsicabilidade . Este critério
estabelece que uma teoria pode ser considerada científica unicamente se
satisfaz a duas condições:

- ser falsificável, ou seja, poder vir a ser desmentida e contradita em
linha de princípio;
- não ter sido ainda provada como falsa de fato.

O critério do estágio científico de uma teoria é a sua "falsicabilidade", ou
"refutabilidade", ou seja a sua controlabilidade. O critério de demarcação
entre teorias empíricas e não empíricas, não é a verificabilidade, mas sim
sua falsicabilidade. Com efeito, uma lei científica jamais poderá ser
inteiramente confirmada, ao passo que pode ser totalmente falsificada.

O lógico na construção da ciência são os problemas, e com eles, as
hipóteses, as conjecturas, e não as observações. Observamos através de um
ponto de vista, sempre sob o estímulo de um problema. Todos os conhecimentos
são respostas a problemas prévios. Adquirimos os conhecimentos que se
prestam para solucionar nossas interrogações, nossos problemas. Por isso, as
teorias científicas não são cúmulos de observações, mas sistemas de
conjecturas arriscadas e temerárias. Antes de tudo, ciência é invenção de
hipóteses ; a experiência desempenha um papel de controle das teorias.

Percebe-se assim que na epistemologia, a razão humana ainda não conseguiu
chegar a uma solução satisfatória e definitiva, com a qual todos possam
concordar. Mesmo na filosofia da ciência, recolocam-se as alternativas
clássicas: idealismo ou realismo? Racionalismo ou positivismo?

Nessa situação poderíamos ser tentados a abandonar o ambiente de pesquisa
filosófica. Esta, entretanto, não é a melhor decisão, pois o homem é dotado
de razão para procurar a razão das coisas, ou seja, para encontrar uma
explicação profunda, geral, exaustiva, uma explicação filosófica. Assim,
sobre todos os aspectos da realidade, e sobre todos os setores do conhecer e
do agir, será preciso continuar a filosofar. E mesmo no futuro serão obtidos
resultados alternativos, como no passado.

Bibliografia
JOLIVET, R. Curso de Filosofia. Agir, S.Paulo: 1986.
KANT, I. Crítica da Razão Pura. Coleção "Os Pensadores". Nova Cultural,
S.Paulo: 1996.
MONDIN, B. Introdução à Filosofia. Paulinas, S.Paulo: 1987.
MORA, J.F. Dicionário de Filosofia. Martins Fontes, S.Paulo: 1994.
REALE, G. História da Filosofia. Vol. I, II, III. Paulus, S.Paulo: 1991.
TOBIAS, J.A. Iniciação à Filosofia. Unoeste, Pres.Prudente: 1986.


[ ] 's do Emiliano Chemello



SUBJECT: Bons votos!
FROM: "israelmg2003" <israel-cordeiro@ig.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/12/2004 08:58


Um feliz natal e um feliz e próspero 2005 para todos, que em 2005 em
primeiro lugar a PAZ esteja conosco.

Israel





SUBJECT: off topic - teste p/novos moderadores
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br, forum-ciencia@yahoogrupos.com.br
CC: avalanchedrive@hotmail.com
DATE: 24/12/2004 16:56

Oi, lista...
todos aí?
Há coisas que, mesmo eu, sempre ligado nelas, ainda procuro entender e
descobrir.
Um exemplo? Natal!
Tem que ver com aquela nossa parte que, queiramos ou não, está aí, negada,
esquecida, mas ainda muito presente em nós e/ou em nossas casas. Um
mistério, queiramos ou não!
Somos uma alma que tem um corpo, muito mais que um corpo com uma alma, e a
humanidade brutal, milagrosamente, ainda consegue manter momentos coletivos
que lembram êste fato básico.
Somos alma, viva, refinada, sutíl, forte, inspiradora, criadora, superior,
enorme e... grátis!
Para ser mais maravilhosa ainda, basta sair, estar mais livre, nem que seja
um pouquinho, desta grosseira e incompleta prisão mental, algo, por sua vez,
derivado daquêle corpo que é da alma, pristina e colaborativa.
Que pelo menos como consolo, ou como indício, flua hoje em todos nós outra
coisinha que também não existiria sem nossa alma viva, as emoções, sejam
elas quais forem. Nem vou falar de amôr!
No Natal comemora-se o nascimento de uma das maiores almas, comemoremos
também as nossas; as de cada um, um presente!
Bom Natal para todos! Abração sincero. Murilo SP 24/dez./2004




SUBJECT: RE: [ciencialist] ciência - O que é epistemologia ?
FROM: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 24/12/2004 17:05

Gente, êste texto é uma jóia.
Emiliano: P A R A B E N S!

>From: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
>Reply-To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
>To: "gmail"
><chemello@gmail.com>,<ciencialist@yahoogrupos.com.br>,<naeq-ucs@yahoogrupos.com.br>,<quimica-qaw@yahoogrupos.com.br>
>Subject: [ciencialist] ciência - O que é epistemologia ?
>Date: Fri, 24 Dec 2004 08:46:19 -0200
>
>O que é Epistemologia ?
>http://www.terravista.pt/FerNoronha/2265/index.htm
>Sojia, Filosofia na Web
>
>O termo significa "estudo da ciência" (do grego episthme = conhecimento,
>ciência, e logoV = estudo, discurso). É usada em dois sentidos: para
>indicar
>o estudo da origem e do valor do conhecimento humano em geral (e neste
>sentido é sinônimo de gnosiologia ou crítica); ou para significar o estudo
>as ciências (físicas e humanas), dos princípios sobre o qual se fundam, dos
>critérios de verificação e de verdade, do valor dos sistemas científicos.
>Pode-se dividi-la em dois sentidos básicos:
>
>a) a crítica do conhecimento científico: exame dos princípios, das
>hipóteses
>e das conclusões das diferentes ciências, tendo em vista determinar seu
>alcance e seu valor objetivo.
>b) a filosofia da ciência (empirismo, racionalismo, etc), e a história do
>desenvolvimento científico.
>
>
>Breve Prospecto Histórico
>
>Desde que Comte negou à filosofia um domínio próprio de objetos e
>confiou-lhe como tarefa específica o estudo das ciências, a determinação de
>seus objetos e de suas tarefas, a sua divisão e coordenação, a atenção dos
>filósofos dirigiu-se sempre mais para a ciência, a qual se tornou, para
>muitos, o argumento principal e central de sua análise. Além disso, a
>indagação atenta e aprofundada das características e das funções do saber
>científico era exigida quer pela orientação positiva da filosofia, quer
>pelos enormes desenvolvimentos e pela extraordinária importância que a
>ciência havia adquirido durante os últimos dois séculos, período no qual
>ela
>demonstrou ser um saber extremamente fecundo e prático.
>
>Essa instâncias foram o ponto de partida de uma parte da filosofia, chamada
>filosofia da ciência, ou epistemologia . Esta se identifica com a crítica
>metodológica da ciência, na medida em que essa crítica tende à explicitação
>consciente e sistemática do método e das condições de validade dos juízos -
>particulares, singulares ou universais - tornados próprios pelos
>cientistas,
>perseguindo assim uma reconstrução racional, convencionalmente designada
>por
>senso empírico-pragmático, do conceito de conhecimento científico.
>
>A epistemologia propõe-se a responder às seguintes questões: o que é
>conhecimento científico? Em outras palavras, em que consiste propriamente o
>trabalho do cientista? Que faz ele quando faz ciência? Interpreta,
>descreve,
>explica, prevê? Faz apenas conjecturas ou verdadeiras asserções (gerais e
>singulares) que espelham fielmente os aspectos dos fatos? E quando o
>cientista explica, o que é que ele explica dos fatos: sua função, origem,
>gênese, essência, fim? Qual é o status lógico das leis na ciência? São elas
>resultados de procedimentos indutivos (e o que quer dizer indução para a
>ciência?), ou antes, conjecturas da imaginação científica que deverão
>sujeitar-se a provas empíricas? Em que sentido se fala em causalidade nas
>ciências empíricas? Quando, então podemos dizer que uma teoria é "melhor"
>do
>que outra? O que queremos dizer quando afirmamos que as ciências empíricas
>são objetivas? Qual é o papel da experiência na pesquisa científica?
>Podemos observar que na epistemologia existem mais perguntas que respostas.
>Tais perguntas brotam da pergunta inicial sobre o que seja o conhecimento
>científico.
>
>Essas questões começaram a impor-se à atenção dos filósofos pelo fim do
>século XVIII, no momento em que a atitude de confiança otimista e exaltação
>cega das ciências foi substituída por um ceticismo e uma crítica aguda nos
>confrontos do conhecimento científico. O nascimento e desenvolvimento da
>filosofia da ciência deve-se diretamente à tomada de consciência da
>problematicidade desse conhecimento. Tal consciência era ainda ausente em
>Descartes, Newton, Kant, Comte, e Spencer.
>
>Os primeiros resultados significativos dessa nova disciplina dizem respeito
>à matemática e à geometria. Estas não são mais concebidas como ciências
>reais, como representações de situações objetivas, mas sim como construções
>formais: como sistemas fundados em postulados escolhidos arbitrariamente e
>construídos com técnica da dedução lógica das conseqüências que comportam
>tais postulados. Assim, por ação dos epistemólogos e outros estudiosos, a
>matemática e a geometria tomaram consciência de sua especificidade como
>ciência do possível, diferente da física, que ao contrário, é a ciência do
>real.
>
>No concernente à física e às ciências experimentais em geral, passa-se de
>uma visão estática e mecanicista a uma visão dinâmica, probabilista e
>relativista das leis da natureza. Essa mudança foi motivada pelas
>descobertas da entropia, da radiatividade, dos quanta , etc.
>
>Conseqüentemente, os conceitos de um espaço, e de um tempo absolutos, como
>também os de simultaneidade, perderam todo o valor. A idéia de espaço curvo
>toma o lugar da idéia euclidiana de espaço retilíneo. A idéia de relações
>necessárias de causalidade é substituída pela idéia de indeterminação.
>
>Nas ciências da natureza, no início do século XIX, ressalta-se uma série de
>questões filosóficas relativas ao caráter e à função do conhecimento
>experimental. As ciências naturais não aparecem mais no campo do saber como
>conhecimento absoluto com pretensões imperialistas e limites próprios. Seu
>âmbito é a quantidade. De tal sorte a física ganha um perfil matemático,
>relegando a segundo plano as intenções ontológicas e os elementos
>sensíveis.
>
>Daí a tendência a reduzir o conhecimento experimental a puros dados
>métricos
>e ao esquema relacional desses dados. Tal esforço de quantificação e
>matematização da física acentua os traços que a distinguem tanto do
>conhecimento comum, quanto do filosófico.
>
>A filosofia da ciência propriamente dita teve um considerável
>desenvolvimento em nosso século, dando origem a três movimentos principais:
>o neopositivismo, a interpretação metafísica, e o racionalismo científico.
>
>Os defensores mais qualificados dos neopositivistas são Wittgenstein,
>Carnap, e Russel. Os neopositivistas dividem as ciências em dois grandes
>ramos: as lógico-matemáticas, e as experimentais. As primeiras são
>constituídas por proposições analíticas, ou seja, tautológicas; as segundas
>são compostas por proposições factuais. As proposições lógicas e
>matemáticas, destituídas de conteúdo, não são mais do que regras para a
>utilização dos símbolos e a ordenação das proposições. As experimentais ou
>factuais são as empiricamente verificáveis: isto acontece se elas são
>traduzíveis em proposições de caráter empírico.
>
>Em contraste radical com o neopositivismo coloca-se a concepção metafísica
>da ciência. Esta afirma que a ciência envolve uma metafísica e somente nela
>encontra seu fundamento último. Conforme esta concepção, o trabalho
>científico apresenta-se como descoberta progressiva da realidade, ou como a
>auto-manifestação do espírito humano através da pesquisa científica. No
>primeiro caso, refere-se a uma concepção metafísica realista; no segundo, a
>uma concepção metafísica idealista.
>
>Um dos maiores expoentes do realismo metafísico é Émile Meyerson
>(1859-1933), o qual afirma que a ciência "não é positiva e não contém mesmo
>dados positivos, no sentido rigoroso que foi dado a este termo por Comte e
>seus seguidores, ou seja, dados desprovidos de qualquer ontologia. A
>ontologia faz parte da própria ciência e dela não pode ser separada". É o
>realismo do senso comum, segundo Meyerson, que se prolonga na ciência sem
>solução de continuidade. A ciência, progredindo na direção do senso comum,
>cria essências, cujo caráter real não somente não é eliminado, mas é
>intensificado.
>
>Já na interpretação metafísica idealista da ciência, sustenta-se que a
>subjetividade é um fator importante na pesquisa cientifica. Nesta
>interpretação destacam-se as "leis epistemológicas". Sua característica
>peculiar é serem dedutíveis unicamente através do estudo de nossos métodos
>de observação. Essas leis necessárias, universais, e exatas constituem o
>elemento a priori da física, e das outras ciências experimentais.
>
>Segundo outro grande grupo de autores, a ciência é obra da razão humana,
>uma
>espécie de máquina gerada por ela, cujas estruturas e leis internas é
>preciso descobrir. Enquanto o interesse da interpretação metafísica
>dirigia-se à infra-estrutura ontológica da ciência, e o do neopositivismo a
>seus conteúdos como tais, tomados em seu grau máximo de cristalização
>objetiva, o esforço do racionalismo científico, por sua vez, tende a
>clarificar o sentido do opus rationale que constitui a ciência.
>
>O principal expoente desta interpretação epistemológica é Gaston Bachelard
>(1844-1962), para quem a filosofia da ciência contemporânea não pode
>aceitar
>nem a solução realista, nem a idealista. Segundo ele, deve colocar-se num
>meio termo entre ambos, no qual sejam retomados e superados: "Um realismo
>que se deparou com a dúvida científica não pode mais ser do mesmo teor que
>o
>realismo imediato... um racionalismo que retificou os juízos a priori, como
>sucedeu nos novos ramos da geometria, não pode mais ser um racionalismo
>fechado" .
>
>Bachelard em sua gnosiologia, põe o binômio experiência-razão na base de
>todo o conhecimento humano. Entretanto, não se trata de um condomínio de
>potências iguais, pois o elemento teórico é que desempenha o papel
>normativo: "O sentido de setor epistemológico parece-nos bastante claro.
>Ele
>vai certamente do racional para o real, e não na ordem inversa, do real do
>geral, como professaram todos os filósofos, de Aristóteles a Bacon" .
>
>Posição análoga à de Bachelard é a sustentada por Karl Popper (1902 -) que
>também rejeita decididamente o empirismo em nome de uma certa espécie de
>racionalismo . O controle das teorias, a corroboração das proposições
>científicas, segundo Popper, não é obtida diretamente, como querem os
>neopositivistas, recorrendo à verificação experimental, mas sim
>indiretamente, através do processo de falsicabilidade . Este critério
>estabelece que uma teoria pode ser considerada científica unicamente se
>satisfaz a duas condições:
>
>- ser falsificável, ou seja, poder vir a ser desmentida e contradita em
>linha de princípio;
>- não ter sido ainda provada como falsa de fato.
>
>O critério do estágio científico de uma teoria é a sua "falsicabilidade",
>ou
>"refutabilidade", ou seja a sua controlabilidade. O critério de demarcação
>entre teorias empíricas e não empíricas, não é a verificabilidade, mas sim
>sua falsicabilidade. Com efeito, uma lei científica jamais poderá ser
>inteiramente confirmada, ao passo que pode ser totalmente falsificada.
>
>O lógico na construção da ciência são os problemas, e com eles, as
>hipóteses, as conjecturas, e não as observações. Observamos através de um
>ponto de vista, sempre sob o estímulo de um problema. Todos os
>conhecimentos
>são respostas a problemas prévios. Adquirimos os conhecimentos que se
>prestam para solucionar nossas interrogações, nossos problemas. Por isso,
>as
>teorias científicas não são cúmulos de observações, mas sistemas de
>conjecturas arriscadas e temerárias. Antes de tudo, ciência é invenção de
>hipóteses ; a experiência desempenha um papel de controle das teorias.
>
>Percebe-se assim que na epistemologia, a razão humana ainda não conseguiu
>chegar a uma solução satisfatória e definitiva, com a qual todos possam
>concordar. Mesmo na filosofia da ciência, recolocam-se as alternativas
>clássicas: idealismo ou realismo? Racionalismo ou positivismo?
>
>Nessa situação poderíamos ser tentados a abandonar o ambiente de pesquisa
>filosófica. Esta, entretanto, não é a melhor decisão, pois o homem é dotado
>de razão para procurar a razão das coisas, ou seja, para encontrar uma
>explicação profunda, geral, exaustiva, uma explicação filosófica. Assim,
>sobre todos os aspectos da realidade, e sobre todos os setores do conhecer
>e
>do agir, será preciso continuar a filosofar. E mesmo no futuro serão
>obtidos
>resultados alternativos, como no passado.
>
>Bibliografia
>JOLIVET, R. Curso de Filosofia. Agir, S.Paulo: 1986.
>KANT, I. Crítica da Razão Pura. Coleção "Os Pensadores". Nova Cultural,
>S.Paulo: 1996.
>MONDIN, B. Introdução à Filosofia. Paulinas, S.Paulo: 1987.
>MORA, J.F. Dicionário de Filosofia. Martins Fontes, S.Paulo: 1994.
>REALE, G. História da Filosofia. Vol. I, II, III. Paulus, S.Paulo: 1991.
>TOBIAS, J.A. Iniciação à Filosofia. Unoeste, Pres.Prudente: 1986.
>
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello
>




SUBJECT: APROVAR -- oanjobranco
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 25/12/2004 07:30

Recebi 'incumbência' de aprovar/desaprovar "O anjo branco", via Yahoo!. Ao tentar fazer isso verifiquei que o bom senso dos demais moderadores já me haviam antecipado, aprovando o novo 'C-listman'.
A ele meus votos de boa permanência e que nos brinde com um pouco, do muito que nos falta, em termos de conhecimento científico.
Minha recomendação --- apresente-se ao grupo.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================

-----Mensagem Original-----
De: "Aviso do Yahoo!Grupos" <ciencialist-acceptsub-tlzfxFVrhH8BWE18k4wwWd8@yahoogrupos.com.br>
Para: <ciencialist-owner@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: sexta-feira, 24 de dezembro de 2004 10:43
Assunto: APROVAR -- oanjobranco <machado_jr@terra.com.br> gostaria de entrar no grupo ciencialist




SUBJECT: Re: [ciencialist] off topic - teste p/novos moderadores
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <forum-ciencia@yahoogrupos.com.br>
CC: <avalanchedrive@hotmail.com>
DATE: 25/12/2004 09:24

Nesse natal gastei 867,80 R$ em presentes (esse moderador está incluso entre os presenteados --- 'ganhei' uma rotomatic, 10 000 rpm. Esse $$ todo aliviou-me bastante a 'alma'. Assim sendo, e mesmo já fora do prazo, BOM NATAL a todos(as).
aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "murilo filo" <avalanchedrive@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>; <forum-ciencia@yahoogrupos.com.br>
Cc: <avalanchedrive@hotmail.com>
Enviada em: sexta-feira, 24 de dezembro de 2004 16:56
Assunto: [ciencialist] off topic - teste p/novos moderadores



Oi, lista...
todos aí?
Há coisas que, mesmo eu, sempre ligado nelas, ainda procuro entender e
descobrir.
Um exemplo? Natal!



SUBJECT: Re: Pedido [administrador]
FROM: Manuel Bulcão <manuelbulcao@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/12/2004 16:08


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "brudna" <lrb@i...> escreveu

>Vamos cuidar para que mensagens nao sejam mal interpretadas. Para
isso acho melhor evitar a agressividade. Ela pode ocorrer entre duas
pessoas que conhecem o ritmo da brincadeira (Takata e Bulcao, por
exemplo), mas vai acabar confundindo quem nao conhece a interacao
entre as duas pessoas, julgando que eh uma briga real.

Manuel: Como disse o L.E.R., essa lista é uma lista de ciência.
Ocorre que ela é antiga, de modo que os seus membros --
principalmente os da velha guarda -- são também amigos. Ora, entre
amigos as brincadeiras são algo corrente, e não há nada de miserável
nisso. A propósito, acho bastante pertinente as críticas que Sartre
fez ao "espírito de seriedade", tanto que gosto muito dos e-mails do
L.E.R, que são muito divertidos, mesmo quando ele dá total vazão à
sua casca-grossice, chegando mesmo a enviar flatos virtuais.

Quando criei a enquete fatídica, é claro que eu estava brincando,
tanto que incluí nas opções um "nem sim nem não, muito pelo
contrário", e também "quem deve ser moderado é o Manuel Bulcão".
Aliás, votei nesta última opção.

Ressalte-se, também, que a pergunta da enquete era "O Emiliano deve
ser moderado?"; logo, não foi sugerido a expulsão do rapaz - foi o
pedido do Amauri ao Brudna para que ele fosse posto em moderação e,
também, o ocorrido no "Boteco do Zé" (onde muitos ciencialisteiros
costumam encher a cara) que me inspiraram a fazer aquela brincadeira.

Posso ter interpretado errado a mensagem do L. E. Carvalho (uma
conseqüência do embotamento etílico? Talvez) quando ele tachou a
brincadeira de miserável. Uma mensagem no mínimo incoveniente,
sobretudo porque, antes, eu o havia remetido em privado um e-mail de
feliz 2005, dizendo-lhe que ele não esquentasse, pois eu estava
apenas tirando um sarro.

De resto, minha participação nessa lista não se restringe a
piadinhas. Não raro, participo de discussões científicas.

De todo modo, peço desculpas, e reitero meus votos de um
incomensuravelmente feliz 2005 a todos.

E por falar em votos de feliz natal, enviei um ao Takata em privado,
mas a mensagem retornou. Isso é uma falta de consideração!:-(

Abraços,
Manuel Bulcão





SUBJECT: Pedido [administrador]
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/12/2004 16:24

OH, MANÉ...

QUANDO TU BEBE, TU FICA SÉRIO, NÉ ?

BEBUM QUE CHORA NUM É MOLE NAUN.

VAI LÁ.

POR MIM, TA LIMPO.

NUM TEM POBREMA.

MAS PAREM DE FICAR SACANEANDO COM A NATALIA OH PA.

DEVEMOS TER MAIS TOLERANCIA COM OS QUIMICOS E COM AS MULERES.

FELIZ NATAL PRA VOCE.

FICA COM O LEO.

L.E.

At 16:08 25/12/2004, you wrote:


>--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "brudna" <lrb@i...> escreveu
>
> >Vamos cuidar para que mensagens nao sejam mal interpretadas. Para
>isso acho melhor evitar a agressividade. Ela pode ocorrer entre duas
>pessoas que conhecem o ritmo da brincadeira (Takata e Bulcao, por
>exemplo), mas vai acabar confundindo quem nao conhece a interacao
>entre as duas pessoas, julgando que eh uma briga real.
>
>Manuel: Como disse o L.E.R., essa lista é uma lista de ciência.
>Ocorre que ela é antiga, de modo que os seus membros --
>principalmente os da velha guarda -- são também amigos. Ora, entre
>amigos as brincadeiras são algo corrente, e não há nada de miserável
>nisso. A propósito, acho bastante pertinente as críticas que Sartre
>fez ao "espírito de seriedade", tanto que gosto muito dos e-mails do
>L.E.R, que são muito divertidos, mesmo quando ele dá total vazão à
>sua casca-grossice, chegando mesmo a enviar flatos virtuais.
>
>Quando criei a enquete fatídica, é claro que eu estava brincando,
>tanto que incluí nas opções um "nem sim nem não, muito pelo
>contrário", e também "quem deve ser moderado é o Manuel Bulcão".
>Aliás, votei nesta última opção.
>
>Ressalte-se, também, que a pergunta da enquete era "O Emiliano deve
>ser moderado?"; logo, não foi sugerido a expulsão do rapaz - foi o
>pedido do Amauri ao Brudna para que ele fosse posto em moderação e,
>também, o ocorrido no "Boteco do Zé" (onde muitos ciencialisteiros
>costumam encher a cara) que me inspiraram a fazer aquela brincadeira.
>
>Posso ter interpretado errado a mensagem do L. E. Carvalho (uma
>conseqüência do embotamento etílico? Talvez) quando ele tachou a
>brincadeira de miserável. Uma mensagem no mínimo incoveniente,
>sobretudo porque, antes, eu o havia remetido em privado um e-mail de
>feliz 2005, dizendo-lhe que ele não esquentasse, pois eu estava
>apenas tirando um sarro.
>
>De resto, minha participação nessa lista não se restringe a
>piadinhas. Não raro, participo de discussões científicas.
>
>De todo modo, peço desculpas, e reitero meus votos de um
>incomensuravelmente feliz 2005 a todos.
>
>E por falar em votos de feliz natal, enviei um ao Takata em privado,
>mas a mensagem retornou. Isso é uma falta de consideração!:-(
>
>Abraços,
>Manuel Bulcão


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Neste Natal da Natália
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 25/12/2004 16:41


http://www.dgrh.unicamp.br/natal2004/natal_dgrh_2004.html
Um abraço
Maria Natália





SUBJECT: I.A. sera q vai ter?
FROM: "Amauri Jr" <amaurijunior2@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>, <grasdic@yahoogroups.co.uk>
DATE: 25/12/2004 19:16

Oi Pessoal

Eu li uma vez um projeto de IA com rede neurais, eles fizeram uma CPU, ou HD, que se auto-programava; mas tiveram que desligar, pois com apenas um minuto ele tinha a inteligncia de um menino de dez anos. Ser que podemos um dia ter andrides de auto-programao? Tipo os exterminadores do filme "Exterminador do Futuro"?

Amauri

[As partes desta mensagem que no continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: Fw: Fisica e Plantas Medicinais
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/12/2004 00:26


Leo:
Creio que deve ser em fitofísica.
http://www.metabase.net/docs/earth/15094.html
E uma vez que existe a biofísica...
Talvez por este link ele chegue a alguma conclusão
Um abraço
Maria Natália


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> não sei.
>
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: BelPiva
> Para: leobarretos@u...
> Enviada em: quinta-feira, 2 de dezembro de 2004 12:29
> Assunto: Fisica e Plantas Medicinais
>
>
> Ola
> Gostaria de saber em quais, ou quais conteudos de Fisica
> posso associar Plantas Medicinais.
>
> Osmar B Mende
>
> e-mail osmarbmendes@b...
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Alguém vigiando enquanto dormimos
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/12/2004 02:00


Mas não falo de bombeiros. Falo de outros homens e que vigiam os céus
Aqueles que estao estudando movimentos de asteróides e que tratam
dos possíveis impactos com a Terra:
http://neo.jpl.nasa.gov/risk/2004mn4.html
Um abraço
Maria Natália





SUBJECT: Re: Sobre dimensões.
FROM: Leandro Aparecido Côco <apocrifos@ig.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/12/2004 18:34


não existe interação COM o
espaço-tempo e sim interações entre matérias no espaço e no tempo.
Quais matérias com o espaço tempo para criar particulas?

Outra coisa: Como que uma vibração de onda (ou sei lá o que seja) de
uma brana pode criar particulas?



-- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Hélio Ricardo Carvalho
<hrc@f...> escreveu
>
> Leandro,
>
> Antes que Amaury e os quânticos mais esotéricos da lista te deixem
> doido, eu vou falar um pouco da minha visão das três dimensões
> espaciais e do tempo.
>
> A natureza do espaço é uma e a do tempo é outra.
>
> Matematicamente podemos colocar tudo num quadrivetor.
> Podemos fazer muitas coisas com a matemática e são coisas úteis
para
> facilitar o estudo de certos fenômenos naturais mas não são os
> fenômenos em si.
> Números imaginários não existem são somente frutos de sua
> imaginação.
> :-)
>
> Leandro disse:
> > pelo que entendi as branas criam particulas através da
interação
> com
> > o espaço-tempo.
>
> Na minha humilde opinião (mensagem nesta lista não é um artigo
> científico para publicação em revista internacional, logo posso
> expressar minhas próprias opiniões) não existe interação COM o
> espaço-tempo e sim interações entre matérias no espaço e no tempo.
>
> Sem qualquer um desses componentes (Matéria, Espaço e Tempo), não

> interação.
>
>
> Hélio
>
>
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Amauri Jr"
> <amaurijunior2@y...> escreveu
> > oi Leandro
> >
> > Tem muito físico bom aqui, até um quântico que o caso do JC, que
> pode te responder literalmente. Estou a estudar e vou falar eu
> entendi.
> >
> >
> > O tempo seria algo relacionado como um expresso em movimento,
> enquanto eu estou aqui a escrever esse e-mail, o "trem" do tempo
vai
> passando e determinando nossas ações. Seria como se tudo tivesse
> determinado dentro de nosso universo, como se nada pode ser de
nossa
> escolha, esta é a teoria do tempo segundo a Teoria da Relatividade
> de Einstein.
> >
> > As dimensões, segundo teoria quântica, são 10 aproximadamente; o
> que podemos pôr na teoria do tempo quantifico, cada um de nós temos
> uma cópia em outras dimensões. Você esta numa festa e conhece uma
> moça bonita, tem varias hipóteses de acontecer de ela ser sua
amiga,
> ela ser sua namorada ou até mesmo te achar sem graça. Cada uma
delas
> seria uma cópia nossa de outra dimensão que entramos a cada decisão
> nossa, uma decisão provável.
> >
> > Abraços
> > Amauri





SUBJECT: Re: Tudo é energia
FROM: Leandro Aparecido Côco <apocrifos@ig.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 26/12/2004 19:10


Amiga, qual a frequência do foton na teoria ondulatória?
Como me parece muito inteligente, poderia me dizer uma coisa?
Por que na física quântica não podemos definir a velocidade e a
posição de uma particula simultâneamente sem alterar o resultado um
do outro?


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Maria Natália <grasdic@h...>
escreveu
>
> DC:
>
> O fotão é partícula que na teoria corpuscular constitui a radiação
> (luz). E pico, critas de onde se falamos na teoria ondulatória da
> luz. Estas duas teorias se completam e posso encarar a luz como
onda
> ou corpúsculo consoante a sua interação com o meio (objecto) Ambas
> transportam energia. Quer a masa quer a energia estão quantizadas,
> os tais pacotes de energia.
> Os fotões de maior energia são os de maior frequência e estão neste
> caso os da raios UV, radiação X e Raios cósmicos que têm poder
> ionizante e penetrante elevados.
> Um abarço
> Maria Natália
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Cyberlander"
> <cybernews@s...> escreveu
> >
> >
> > fótons são pacotinhos com massa ou picos de onda?
> > [ ]'s
> > D.C.
> >
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
> > escreveu
> > > Hélio, o meu e acredito que também o seu energia-campo é
> composto
> > de
> > > fenômenos que denominamos de energia e dos que chamamos de
> > campo! :-))
> > > Tensão no espaço são provocadas pelas forças nucleares, forte e
> > fraca,
> > > magnetismo e gravidade. Exemplo: o átomo é um conjunto material
> > vazio, mais
> > > espaço que matéria, porém devido às "tensões" existentes no
> > núcleo,
> > > interação das subpartículas, nos elétrons - emissores e
> receptores
> > de quanta
> > > e fótons mas que ainda é considerado uma partícula, digamos,
> > > ndivisível(?) - e entre o núcleo e os elétrons parece ter uma
> > consistência
> > > material "sólida" devido a essa estrutura de tensões.
> > > []s
> > > José Renato
> > > .......................................................
> > >
> > > From: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@f...>
> > > To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > > Sent: Wednesday, December 22, 2004 7:11 PM
> > > Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia
> > >
> > > Este teu "energia-campo" seria composto de que? ... :-)
> > >
> > > "Espaço sem maiores tensões"???
> > > O que seria tensão no espaço?
> > >
> > > Hoje estou perguntador do tipo do "marcelo ferrari", mas é só
por
> > > agora.
> > >
> > > [ ]'s
> > > Hélio
> > >
> > >
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
> > > escreveu
> > > > Hélio, percebo a matéria como energia-campos "estruturados" em
> > > determinada
> > > > configuração. Já o espaço, mesmo pleno de energia e campos,
> > > considero como
> > > > "não estruturado", sem maiores tensões.
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > ##### ##### #####
> > >
> > > Para saber mais visite
> > > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
> > >
> > >
> > > ##### ##### ##### #####
> > > Links do Yahoo! Grupos
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
> > > Scan engine: McAfee VirusScan / Atualizado em 22/12/2004 /
> Versão:
> > 4.4.00 -
> > > Dat 4416
> > > Proteja o seu e-mail Terra:
> http://www.emailprotegido.terra.com.br/
> > >
> > > E-mail classificado pelo Identificador de Spam Inteligente
Terra.
> > > Para alterar a categoria classificada, visite
> > >
> >
>
http://www.terra.com.br/centralunificada/emailprotegido/imail/imail.c
> > gi?
> >
>
+_u=jrma&_l=1,1103753533.708756.20502.cabue.terra.com.br,3444,Des15,D
> > es15





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Sobre dimensões.
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 07:03


>"não existe interação COM o
espaço-tempo e sim interações entre matérias no espaço e no tempo.
Quais matérias com o espaço tempo para criar particulas?
Outra coisa: Como que uma vibração de onda (ou sei lá o que seja) de
uma brana pode criar particulas?"

Léo: A falta de entendimento é apenas devido a erro de grafia; não é brana ... é brahma! Com essa correção fica claro que tudo pode ser criado com o abuso na quantidade.

aquele abraço a todos e, aproveitando o embalo brahmanístico, meus votos de excelente ano de 2005 'for all'.

Espero que no dia 25, passado, tenham pendurado algumas maçãs em suas árvores de natal para comemorar o nascimento daquele que deu 'sentido' ao mundo que vivemos. A 'direção' quem deu foi FORD e a relatividade do 'dia em si' foi explicada pelo meu companheiro de 'jogar dados'(*).

aquele abraço,




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 07:16


>"Amiga, qual a frequência do foton na teoria ondulatória?
Como me parece muito inteligente, poderia me dizer uma coisa?
Por que na física quântica não podemos definir a velocidade e a
posição de uma particula simultâneamente sem alterar o resultado um
do outro?"

O 'tom' dessa mensagem parece-me áspero. Aprecio que releiam suas mensagens antes de 'enviar'.
Assim sendo, respondo em lugar da 'atacada':

A freqüência do fóton da teoria ondulatória é alta; praticamente em todas as páginas de estudo deparamos com a palavra "fóton"; ela apareceu pela primeira vez com Einstein ao fazer o tratamento do efeito fotoelétrico.
Em quântica (o que quer que seja isso) não é a velocidade e a posição de uma partícula que sofrem dos males de uma 'indeterminação' e sim 'a quantidade de movimento' e a coordenada de posição da partícula.

Outra apreciação é que tomem cuidado com o 'restante' da mensagem --- cortem o desnecessário ao entendimento de sua própria postagem --- o lixo é cumulativo!

aquele abraço
daquele que baixou violentamente de status social; de deus para moderador!

Léo


SUBJECT: refrigerante
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 07:59

Por que o refrigerante, quando quente, faz 'mais espuma' quando transferido da garrafa para o copo do que o refrigerante 'mais gelado'? Admite-se como 'quente' uma temperatura de 25 ºC e o 'mais gelado' como sendo a temperatura média de um congelador, que eu chuto ser algo entorno de 5 ºC

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)


[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
FROM: "Alvaro Augusto - Electra" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 10:28

Dê uma olhada em http://en.wikipedia.org/wiki/Uncertainty_principle

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "Leandro Aparecido Côco" <apocrifos@ig.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Sunday, December 26, 2004 7:10 PM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia




Amiga, qual a frequência do foton na teoria ondulatória?
Como me parece muito inteligente, poderia me dizer uma coisa?
Por que na física quântica não podemos definir a velocidade e a
posição de uma particula simultâneamente sem alterar o resultado um
do outro?


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Maria Natália <grasdic@h...>
escreveu
>
> DC:
>
> O fotão é partícula que na teoria corpuscular constitui a radiação
> (luz). E pico, critas de onde se falamos na teoria ondulatória da
> luz. Estas duas teorias se completam e posso encarar a luz como
onda
> ou corpúsculo consoante a sua interação com o meio (objecto) Ambas
> transportam energia. Quer a masa quer a energia estão quantizadas,
> os tais pacotes de energia.
> Os fotões de maior energia são os de maior frequência e estão neste
> caso os da raios UV, radiação X e Raios cósmicos que têm poder
> ionizante e penetrante elevados.
> Um abarço
> Maria Natália
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Cyberlander"
> <cybernews@s...> escreveu
> >
> >
> > fótons são pacotinhos com massa ou picos de onda?
> > [ ]'s
> > D.C.
> >
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
> > escreveu
> > > Hélio, o meu e acredito que também o seu energia-campo é
> composto
> > de
> > > fenômenos que denominamos de energia e dos que chamamos de
> > campo! :-))
> > > Tensão no espaço são provocadas pelas forças nucleares, forte e
> > fraca,
> > > magnetismo e gravidade. Exemplo: o átomo é um conjunto material
> > vazio, mais
> > > espaço que matéria, porém devido às "tensões" existentes no
> > núcleo,
> > > interação das subpartículas, nos elétrons - emissores e
> receptores
> > de quanta
> > > e fótons mas que ainda é considerado uma partícula, digamos,
> > > ndivisível(?) - e entre o núcleo e os elétrons parece ter uma
> > consistência
> > > material "sólida" devido a essa estrutura de tensões.
> > > []s
> > > José Renato
> > > .......................................................
> > >
> > > From: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@f...>
> > > To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > > Sent: Wednesday, December 22, 2004 7:11 PM
> > > Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia
> > >
> > > Este teu "energia-campo" seria composto de que? ... :-)
> > >
> > > "Espaço sem maiores tensões"???
> > > O que seria tensão no espaço?
> > >
> > > Hoje estou perguntador do tipo do "marcelo ferrari", mas é só
por
> > > agora.
> > >
> > > [ ]'s
> > > Hélio
> > >
> > >
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
> > > escreveu
> > > > Hélio, percebo a matéria como energia-campos "estruturados" em
> > > determinada
> > > > configuração. Já o espaço, mesmo pleno de energia e campos,
> > > considero como
> > > > "não estruturado", sem maiores tensões.
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > ##### ##### #####
> > >
> > > Para saber mais visite
> > > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
> > >
> > >
> > > ##### ##### ##### #####
> > > Links do Yahoo! Grupos
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > Esta mensagem foi verificada pelo E-mail Protegido Terra.
> > > Scan engine: McAfee VirusScan / Atualizado em 22/12/2004 /
> Versão:
> > 4.4.00 -
> > > Dat 4416
> > > Proteja o seu e-mail Terra:
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Terra.
> > > Para alterar a categoria classificada, visite
> > >
> >
>
http://www.terra.com.br/centralunificada/emailprotegido/imail/imail.c
> > gi?
> >
>
+_u=jrma&_l=1,1103753533.708756.20502.cabue.terra.com.br,3444,Des15,D
> > es15




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
FROM: "Alvaro Augusto - Electra" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 10:29

Dê uma olhada em http://en.wikipedia.org/wiki/Uncertainty_principle

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "Leandro Aparecido Côco" <apocrifos@ig.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Sunday, December 26, 2004 7:10 PM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia




Amiga, qual a frequência do foton na teoria ondulatória?
Como me parece muito inteligente, poderia me dizer uma coisa?
Por que na física quântica não podemos definir a velocidade e a
posição de uma particula simultâneamente sem alterar o resultado um
do outro?


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Maria Natália <grasdic@h...>
escreveu
>
> DC:
>
> O fotão é partícula que na teoria corpuscular constitui a radiação
> (luz). E pico, critas de onde se falamos na teoria ondulatória da
> luz. Estas duas teorias se completam e posso encarar a luz como
onda
> ou corpúsculo consoante a sua interação com o meio (objecto) Ambas
> transportam energia. Quer a masa quer a energia estão quantizadas,
> os tais pacotes de energia.
> Os fotões de maior energia são os de maior frequência e estão neste
> caso os da raios UV, radiação X e Raios cósmicos que têm poder
> ionizante e penetrante elevados.
> Um abarço
> Maria Natália
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Cyberlander"
> <cybernews@s...> escreveu
> >
> >
> > fótons são pacotinhos com massa ou picos de onda?
> > [ ]'s
> > D.C.
> >
> >
> >
> > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
> > escreveu
> > > Hélio, o meu e acredito que também o seu energia-campo é
> composto
> > de
> > > fenômenos que denominamos de energia e dos que chamamos de
> > campo! :-))
> > > Tensão no espaço são provocadas pelas forças nucleares, forte e
> > fraca,
> > > magnetismo e gravidade. Exemplo: o átomo é um conjunto material
> > vazio, mais
> > > espaço que matéria, porém devido às "tensões" existentes no
> > núcleo,
> > > interação das subpartículas, nos elétrons - emissores e
> receptores
> > de quanta
> > > e fótons mas que ainda é considerado uma partícula, digamos,
> > > ndivisível(?) - e entre o núcleo e os elétrons parece ter uma
> > consistência
> > > material "sólida" devido a essa estrutura de tensões.
> > > []s
> > > José Renato
> > > .......................................................
> > >
> > > From: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@f...>
> > > To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> > > Sent: Wednesday, December 22, 2004 7:11 PM
> > > Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia
> > >
> > > Este teu "energia-campo" seria composto de que? ... :-)
> > >
> > > "Espaço sem maiores tensões"???
> > > O que seria tensão no espaço?
> > >
> > > Hoje estou perguntador do tipo do "marcelo ferrari", mas é só
por
> > > agora.
> > >
> > > [ ]'s
> > > Hélio
> > >
> > >
> > >
> > > --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, José Renato <jrma@t...>
> > > escreveu
> > > > Hélio, percebo a matéria como energia-campos "estruturados" em
> > > determinada
> > > > configuração. Já o espaço, mesmo pleno de energia e campos,
> > > considero como
> > > > "não estruturado", sem maiores tensões.
> > >
> > >
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> > > Para saber mais visite
> > > http://www.ciencialist.hpg.ig.com.br
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> > es15




SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
FROM: "Alvaro Augusto - Electra" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 10:29

A confusão aumentaria se um engenheiro elétrico fosse adicionado à lista. No
meu caso, a definição seria assim: "energia é aquilo de onde tiro o meu
sustento"...

Na verdade, nem tudo é energia. Além da energia, existem as cordas...

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Friday, December 17, 2004 7:30 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia



Natália,

Se você colocar em uma mesa redonda 5 gênios da física e da química para
discutirem o que é energia, no sentido mesmo das verdades essenciais por
trás desse intuitivo conceito, você acha que todos darão a mesma resposta,
embora todos concordem com a conservação dela?
Uma boa experiência, com estudantes do nível médio, acho, é dar-lhes uma
tarefa: estudarem o conceito de energia, usando diversas fontes, mas que
eles estudem em separado. Depois, juntá-los numa espécie de seminário e
pedir-lhes explanarem o que cada um entendeu.
Se eu ainda labutasse na área," juro" que faria algo assim.
Quem sabe, com os jovens, vazios de conceitos batidos e dogmas, não
pudéssemos aprender algo mais, a respeito.

Sds,

Victor.

----- Original Message -----
From: Maria Natália
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, December 17, 2004 1:24 AM
Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia



Homero:
E o químico dirá que mesmo aquela cadeira parada, em repouso
elativo, tem energia. Energia interna, energia potencial química e
energia das oscilações, ligações, vibrações, rotacões moléculares.
Um astrofísico falará da energia do vácuo e por aí fora.
É como o orientador de estágio pegar num sapato que coloca em cima
de secretária do estagiário dizendo: e agora com base neste sapato
faça a planificação para aula de química nível 11º ano. Difícil será
introduzir em programa existente, mas faz-se.
E aquele sapato tem tudo e até aula de português permite fazer.
A energia assim falada permite tudo o que a creatividade do
professor quiser.
Definição de energia dá tanta raiva como a definição de força. É que
se necessita do conceito bem esclarecido. Só na universidade se
entende tais definições.
Energia é assim uma expressão em verso de poeta.

Energia é tudo:
Está contigo
foge com a bola
Cavalga no som
no grão de trigo
é núcleo desnudo
dá cabo da tola
De físico bombom*

Um abraço
Maria Natália
* físico muita BOM

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
escreveu
> Olá
>
> O problema é a definição de energia. Em geral, uma confusão com os
diversos sentidos do termo energia causa problemas ou permite frases
de alto impacto como essa "tudo é energia", embora vazia de
significado..:-) Como na famosa "navegar é preciso, viver não é
preciso" onde os diversos sentidos de precisão podem criar diversas
interpretações do poema.
>
> A energia de uma bateria, a energia de um corpo em movimento, a
energia produzida pela usina hidroelétrica, nada tem a ver com a
energia de um espetáculo de teatro, acordar se sentidno "enérgico",
ou a palestra enérgica do professor de filosofia.
>
> Se usarmos um conceito estrito para o termo energia (strictu
senso) acho que fica mais fácil analisar a frase "tudo é energia".
Primeiro, a capacidade de produzir trabalho é energia. Se produz
trabalho, cabe o uso do termo, se não produz, não cabe. Assim,
eletricidade é energia, mas uma palestra ou mesmo um elemento
químico não são.
>
> Mesmo agora que sabemos que E=mc2, isso não significa que podemos
abandonar os conceitos e definições e considerar "tudo" a mesma
coisa..:-) Tudo o que, cara-pálid, eu perguntaria ao autor..:-) O
fato de que é possível convertar algo em outra coisa não torna as
duas uma só.
>
> Acho que o problema da frase "tudo é energia" é mesmo as
decorrencias da mesma: e daí? O que o autor ou quem a apresenta quer
dizer com isso, quais as implicações decorrentes, caso se aceite
como verdade a afirmação? Tudo é energia ENTÃO podemos nos comunicar
telepaticamente? Tudo é energia, ENTÃO a homeopatia, usando o "tudo"
e a energia, funciona? Ou apenas tudo é energia, e sabemos como
relacionar a matéria e a energia em uma equação matematica correta
(e, como tudo que existe neste universo é matéria ou energia, esse é
um saber consideravel..:-)?
>
> Tudo é energia em geral é uma afirmação-escapatória, usada
esotericametne na falta de evidencias ou argumentos confiáveis..:-)
>
> Um abraço.
>
> Homero
>
> ----- Original Message -----
> From: brudna
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Thursday, December 16, 2004 6:35 PM
> Subject: [ciencialist] Tudo é energia
>
>
>
> Fico confuso com o argumento ´Tudo é energia´.
>
> Onde estão os erros? Que conceitos falhos pode ter esse
argumento?
> Como aproveitar essa oportunidade para ensinar?
>
>
> Até
> Luís Brudna



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
FROM: "Alvaro Augusto - Electra" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 10:38


----- Original Message -----
From: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, December 27, 2004 7:16 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia


> O 'tom' dessa mensagem parece-me áspero. Aprecio que releiam suas
mensagens antes de 'enviar'.
> Assim sendo, respondo em lugar da 'atacada':

> A freqüência do fóton da teoria ondulatória é alta; praticamente em todas
as páginas de estudo deparamos com a palavra "fóton"; ela apareceu pela
primeira vez
> com Einstein ao fazer o tratamento do efeito fotoelétrico.

Na verdade, o termo "fóton" não foi usado por Einstein em seus primeiros
artigos. O termo aparece pela primeira vez com Gilbert Lewis, químico
norte-americano, em carta ao editor da Nature, em 1926. Ver
http://www.nobeliefs.com/photon.htm e
http://en.wikipedia.org/wiki/Gilbert_N._Lewis

> Outra apreciação é que tomem cuidado com o 'restante' da mensagem ---
cortem o desnecessário ao entendimento de sua própria postagem --- o lixo é
> cumulativo!

Seria bom também que as pessoas tomasse o cuidado de não cortar TUDO. De vez
em quando é difícil saber do que alguém está falando, ou a quem está
respondendo...

[ ]s

Alvaro Augusto



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Sobre dimensões.
FROM: "Alvaro Augusto - Electra" <alvaro@electraenergy.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 10:43

A vibração de uma brana não cria propriamente partículas. A vibração de uma
brana É a partícula. Por exemplo, uma 1-brana, anteriormente denominada
"corda" contém energia, e essa energia, de acordo com E=mc2, aparece no
mundo quadridimensional sob a forma de massa. Da mesma forma, a interação
entre branas produz partículas, mas são partículas virtuais.

[ ]s

Alvaro Augusto


----- Original Message -----
From: "Leandro Aparecido Côco" <apocrifos@ig.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Sunday, December 26, 2004 6:34 PM
Subject: [ciencialist] Re: Sobre dimensões.




não existe interação COM o
espaço-tempo e sim interações entre matérias no espaço e no tempo.
Quais matérias com o espaço tempo para criar particulas?

Outra coisa: Como que uma vibração de onda (ou sei lá o que seja) de
uma brana pode criar particulas?



-- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Hélio Ricardo Carvalho
<hrc@f...> escreveu
>
> Leandro,
>
> Antes que Amaury e os quânticos mais esotéricos da lista te deixem
> doido, eu vou falar um pouco da minha visão das três dimensões
> espaciais e do tempo.
>
> A natureza do espaço é uma e a do tempo é outra.
>
> Matematicamente podemos colocar tudo num quadrivetor.
> Podemos fazer muitas coisas com a matemática e são coisas úteis
para
> facilitar o estudo de certos fenômenos naturais mas não são os
> fenômenos em si.
> Números imaginários não existem são somente frutos de sua
> imaginação.
> :-)
>
> Leandro disse:
> > pelo que entendi as branas criam particulas através da
interação
> com
> > o espaço-tempo.
>
> Na minha humilde opinião (mensagem nesta lista não é um artigo
> científico para publicação em revista internacional, logo posso
> expressar minhas próprias opiniões) não existe interação COM o
> espaço-tempo e sim interações entre matérias no espaço e no tempo.
>
> Sem qualquer um desses componentes (Matéria, Espaço e Tempo), não

> interação.
>
>
> Hélio
>



SUBJECT: refrigerante
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/12/2004 11:49

At 07:59 27/12/2004, you wrote:
> Por que o refrigerante, quando quente, faz 'mais espuma' quando
> transferido da garrafa para o copo do que o refrigerante 'mais gelado'?
> Admite-se como 'quente' uma temperatura de 25 ºC e o 'mais gelado' como
> sendo a temperatura média de um congelador, que eu chuto ser algo entorno
> de 5 ºC
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello



Uma geladeira comum tem uma temperatura acima de 5º C.
E o seu congelador tem uma temperatura bem abaixo dessa, talvez em torno de
10ºC.

Só te dou uma dica: os refrigerantes, em geral, são colocados dentro da
garrafa, já resfriados, com a água bem gelada.

(Pega êle, Físico-Química...)

L.e.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] refrigerante
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 12:00

Olá L.E.R,

Dei parâmetros de temperatura para a pergunta não ficar muito vaga. É um fenômeno que venho observando faz tempo e gostaria de saber se minhas idéias estão de acordo com as idéias dos demais participantes da lista.

Não estou me referindo ao 'antes' do refrigerante, mas sim quando o abrimos e despejamos em um copo. A quantidade daquela 'espuma' que se forma varia com a temperatura. Quanto mais gelado o refrigerante estiver, menos espuma irá produzir.

A resposta deve percorrer, creio eu, analisando a gás que faz o refrigerante ter 'bolinhas'.

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: L.E.R.de Carvalho
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 27, 2004 11:49 AM
Subject: [ciencialist] refrigerante


At 07:59 27/12/2004, you wrote:
> Por que o refrigerante, quando quente, faz 'mais espuma' quando
> transferido da garrafa para o copo do que o refrigerante 'mais gelado'?
> Admite-se como 'quente' uma temperatura de 25 ºC e o 'mais gelado' como
> sendo a temperatura média de um congelador, que eu chuto ser algo entorno
> de 5 ºC
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello



Uma geladeira comum tem uma temperatura acima de 5º C.
E o seu congelador tem uma temperatura bem abaixo dessa, talvez em torno de
10ºC.

Só te dou uma dica: os refrigerantes, em geral, são colocados dentro da
garrafa, já resfriados, com a água bem gelada.

(Pega êle, Físico-Química...)

L.e.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



##### ##### #####

Para saber mais visite
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##### ##### ##### #####


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[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: refrigerante
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/12/2004 12:02

At 12:00 27/12/2004, you wrote:
>Olá L.E.R,
>
> Dei parâmetros de temperatura para a pergunta não ficar muito vaga. É
> um fenômeno que venho observando faz tempo e gostaria de saber se minhas
> idéias estão de acordo com as idéias dos demais participantes da lista.
>
> Não estou me referindo ao 'antes' do refrigerante, mas sim quando o
> abrimos e despejamos em um copo. A quantidade daquela 'espuma' que se
> forma varia com a temperatura. Quanto mais gelado o refrigerante estiver,
> menos espuma irá produzir.
>
> A resposta deve percorrer, creio eu, analisando a gás que faz o
> refrigerante ter 'bolinhas'.
>
>[ ] 's do Emiliano Chemello


Eu não disse que o que ocorreu antes, no engarrafamento, vá influir nessa
hora que você pretende olhar.

Eu disse pra você considerar a motivação de refrigerar antes de embalar.

Pensai.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Refrigerante e Handbook de Físico-Química
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/12/2004 12:04

A resposta está em qualquer handbook de Físico-Química.

Sugiro olhar as curvas de solubilidade de dióxido de carbono em água.
E como a curva varia com a temperatura.

Para uma boa correlação, sugiro olhar também as curvas para cloreto de sódio.

L.E.




SUBJECT: Re: Sobre dimensões.
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/12/2004 13:18


Alvaro,

O que seria "vibração" neste contexto??

Seria uma mudança de posição DE matéria NO espaço de forma periódica
NO tempo????
:-)

Hélio.

PS. para Leandro: Não diga que não avisei.


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Alvaro Augusto - Electra"
<alvaro@e...> escreveu
> A vibração de uma brana não cria propriamente partículas. A vibração
de uma
> brana É a partícula. Por exemplo, uma 1-brana, anteriormente denominada
> "corda" contém energia, e essa energia, de acordo com E=mc2, aparece no
> mundo quadridimensional sob a forma de massa. Da mesma forma, a
interação
> entre branas produz partículas, mas são partículas virtuais.
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "Leandro Aparecido Côco" <apocrifos@i...>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Sunday, December 26, 2004 6:34 PM
> Subject: [ciencialist] Re: Sobre dimensões.
>
>
>
>
> não existe interação COM o
> espaço-tempo e sim interações entre matérias no espaço e no tempo.
> Quais matérias com o espaço tempo para criar particulas?
>
> Outra coisa: Como que uma vibração de onda (ou sei lá o que seja) de
> uma brana pode criar particulas?
>
>
>
> -- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, Hélio Ricardo Carvalho
> <hrc@f...> escreveu
> >
> > Leandro,
> >
> > Antes que Amaury e os quânticos mais esotéricos da lista te deixem
> > doido, eu vou falar um pouco da minha visão das três dimensões
> > espaciais e do tempo.
> >
...
...
...





SUBJECT: Proporcao divina
FROM: André da Cruz <decolhp@pop.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/12/2004 15:07

Ola amigos da ciencialist, procurei nos arquivos do grupo e o assunto da Proporcao
Divina (o numero PHI) foi discutido no ano de 2000 nessa lista.

Atualmente tenho visto discussoes em um nivel muito elevado de conhecimento
cientifico. Gostaria que alguns membros dessa lista abordassem novamente esse tema,
pois ele virou uma noticia recente, visto que eh abordado no best-seller O CODIGO
DA VINCI.

Realmente a proporcao divina, o numero PHI que eh encontrado a partir da serie de
Fibonacci esta presente em muitas proporcoes da natureza, desde ossos e medidas do
nosso corpo, como em flores e muitas outras propriedades da natureza.

Leonardo da Vinci tomou essa -proporcao divina- como uma verdade e em muitos de
seus momentos tentou justifica-la.

Atualmente eh sabido que se trata apenas de uma proporcao logica, que pode ser
encontrado em tudo. Ja vi alguns artigos e sites em ingles que explicam melhor a
matematica dessa questao, deixando o misticismo e o divino de lado.

Como no livro O CODIGO DA VINCI o autor trata essa proporcao como verdadeira,
dedicando 2 paginas a ela (eu comecei a ler o livro ontem) gostaria que os amigos
cientistas dessa lista pudessem explicar melhor (matematica e cientificamente) essa
questao que eh tao simples e nao tem nada de divina ou misteriosa.

Obrigado
abracos e feliz 2005 a todos

Andre da Cruz



SUBJECT: Revista Ciencia Hoje
FROM: André da Cruz <decolhp@pop.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/12/2004 16:13

Alguem eh assinante da revista CIENCIA HOJE?
http://cienciahoje.uol.com.br/

Em caso positivo, o que acham? Qual a qualidade da revista, textos, artigos e se
recomendam?

Eu vi no site da revista e achei algumas coisas interessantes, mas antes de assinar
queria a opiniao de algum assinante.

E em outro caso, qual outra revista cientifica (de uma linguagem compreensivel aos
nao cientistas-formados) voces recomendariam?

Obrigado a todos
Andre



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
FROM: "Prof. JC" <profjc2003@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 16:18

Me parece que "energia" não é "coisa", mas tão somente um conceito que nos
permite "relacionar coisas" e fazer previsões sobre o comportamento das
"coisas relacionadas".

Feynman dá uma boa definição de energia no capítulo 4, volume 1, de seu "The
Feynman Lectures on Physics".

Abraços,
Prof. JC

----- Original Message -----
From: "Alvaro Augusto - Electra" <alvaro@electraenergy.com.br>
To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Sent: Monday, December 27, 2004 10:29 AM
Subject: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia


>
> A confusão aumentaria se um engenheiro elétrico fosse adicionado à lista.
No
> meu caso, a definição seria assim: "energia é aquilo de onde tiro o meu
> sustento"...
>
> Na verdade, nem tudo é energia. Além da energia, existem as cordas...
>
> [ ]s
>
> Alvaro Augusto
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "JVictor" <jvoneto@uol.com.br>
> To: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
> Sent: Friday, December 17, 2004 7:30 AM
> Subject: Re: [ciencialist] Re: Tudo é energia
>
>
>
> Natália,
>
> Se você colocar em uma mesa redonda 5 gênios da física e da química para
> discutirem o que é energia, no sentido mesmo das verdades essenciais por
> trás desse intuitivo conceito, você acha que todos darão a mesma resposta,
> embora todos concordem com a conservação dela?
> Uma boa experiência, com estudantes do nível médio, acho, é dar-lhes uma
> tarefa: estudarem o conceito de energia, usando diversas fontes, mas que
> eles estudem em separado. Depois, juntá-los numa espécie de seminário e
> pedir-lhes explanarem o que cada um entendeu.
> Se eu ainda labutasse na área," juro" que faria algo assim.
> Quem sabe, com os jovens, vazios de conceitos batidos e dogmas, não
> pudéssemos aprender algo mais, a respeito.
>
> Sds,
>
> Victor.
>
> ----- Original Message -----
> From: Maria Natália
> To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> Sent: Friday, December 17, 2004 1:24 AM
> Subject: [ciencialist] Re: Tudo é energia
>
>
>
> Homero:
> E o químico dirá que mesmo aquela cadeira parada, em repouso
> elativo, tem energia. Energia interna, energia potencial química e
> energia das oscilações, ligações, vibrações, rotacões moléculares.
> Um astrofísico falará da energia do vácuo e por aí fora.
> É como o orientador de estágio pegar num sapato que coloca em cima
> de secretária do estagiário dizendo: e agora com base neste sapato
> faça a planificação para aula de química nível 11º ano. Difícil será
> introduzir em programa existente, mas faz-se.
> E aquele sapato tem tudo e até aula de português permite fazer.
> A energia assim falada permite tudo o que a creatividade do
> professor quiser.
> Definição de energia dá tanta raiva como a definição de força. É que
> se necessita do conceito bem esclarecido. Só na universidade se
> entende tais definições.
> Energia é assim uma expressão em verso de poeta.
>
> Energia é tudo:
> Está contigo
> foge com a bola
> Cavalga no som
> no grão de trigo
> é núcleo desnudo
> dá cabo da tola
> De físico bombom*
>
> Um abraço
> Maria Natália
> * físico muita BOM
>
> --- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Oraculo" <oraculo@a...>
> escreveu
> > Olá
> >
> > O problema é a definição de energia. Em geral, uma confusão com os
> diversos sentidos do termo energia causa problemas ou permite frases
> de alto impacto como essa "tudo é energia", embora vazia de
> significado..:-) Como na famosa "navegar é preciso, viver não é
> preciso" onde os diversos sentidos de precisão podem criar diversas
> interpretações do poema.
> >
> > A energia de uma bateria, a energia de um corpo em movimento, a
> energia produzida pela usina hidroelétrica, nada tem a ver com a
> energia de um espetáculo de teatro, acordar se sentidno "enérgico",
> ou a palestra enérgica do professor de filosofia.
> >
> > Se usarmos um conceito estrito para o termo energia (strictu
> senso) acho que fica mais fácil analisar a frase "tudo é energia".
> Primeiro, a capacidade de produzir trabalho é energia. Se produz
> trabalho, cabe o uso do termo, se não produz, não cabe. Assim,
> eletricidade é energia, mas uma palestra ou mesmo um elemento
> químico não são.
> >
> > Mesmo agora que sabemos que E=mc2, isso não significa que podemos
> abandonar os conceitos e definições e considerar "tudo" a mesma
> coisa..:-) Tudo o que, cara-pálid, eu perguntaria ao autor..:-) O
> fato de que é possível convertar algo em outra coisa não torna as
> duas uma só.
> >
> > Acho que o problema da frase "tudo é energia" é mesmo as
> decorrencias da mesma: e daí? O que o autor ou quem a apresenta quer
> dizer com isso, quais as implicações decorrentes, caso se aceite
> como verdade a afirmação? Tudo é energia ENTÃO podemos nos comunicar
> telepaticamente? Tudo é energia, ENTÃO a homeopatia, usando o "tudo"
> e a energia, funciona? Ou apenas tudo é energia, e sabemos como
> relacionar a matéria e a energia em uma equação matematica correta
> (e, como tudo que existe neste universo é matéria ou energia, esse é
> um saber consideravel..:-)?
> >
> > Tudo é energia em geral é uma afirmação-escapatória, usada
> esotericametne na falta de evidencias ou argumentos confiáveis..:-)
> >
> > Um abraço.
> >
> > Homero
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: brudna
> > To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
> > Sent: Thursday, December 16, 2004 6:35 PM
> > Subject: [ciencialist] Tudo é energia
> >
> >
> >
> > Fico confuso com o argumento ´Tudo é energia´.
> >
> > Onde estão os erros? Que conceitos falhos pode ter esse
> argumento?
> > Como aproveitar essa oportunidade para ensinar?
> >
> >
> > Até
> > Luís Brudna
>
>
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>




SUBJECT: Re: [ciencialist] Revista Ciencia Hoje
FROM: "E m i l i a n o C h e m e l l o" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 16:34

Olá André,

Já assinei a revista ciência hoje. Sem dúvida, antes de dizer se ela é
boa ou não, devo conhecer o leitor. Para não deixar-lhe sem opinião, diria
que ela é muito diferente da Superinteressante e Galileu. Possui outro
enfoque. Uma revista mais 'hard', com resultados de pesquisas aqui no Brasil
e no Mundo, além de matérias com nível de dificuldade bastante grande. Por
não possuir muito $$$, baixo os pdf's disponibilizados pela revista de
'algumas' resportagens. Veja mais em http://cienciahoje.uol.com.br/view/209
. Entre e baixe uma reportagem do seu agrado. Leia e veja se é o que você
procura.

[ ] 's do Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq

" Rien ne se perd, rien ne se crée,
tout se transforme."

Antoine Laurent de Lavoisier (químico francês, 1743 - 1794)

----- Original Message -----
From: André da Cruz
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 27, 2004 4:13 PM
Subject: [ciencialist] Revista Ciencia Hoje


Alguem eh assinante da revista CIENCIA HOJE?
http://cienciahoje.uol.com.br/

Em caso positivo, o que acham? Qual a qualidade da revista, textos, artigos
e se
recomendam?

Eu vi no site da revista e achei algumas coisas interessantes, mas antes de
assinar
queria a opiniao de algum assinante.

E em outro caso, qual outra revista cientifica (de uma linguagem
compreensivel aos
nao cientistas-formados) voces recomendariam?

Obrigado a todos
Andre



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SUBJECT: Re: Revista Ciencia Hoje
FROM: "bombaspr" <bombaspr@uol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/12/2004 19:16


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "E m i l i a n o C h e m e
l l o" <chemelloe@y...> escreveu
> Olá André,
>
> Já assinei a revista ciência hoje. Sem dúvida, antes de dizer
se ela é
> boa ou não, devo conhecer o leitor. Para não deixar-lhe sem
opinião, diria
> que ela é muito diferente da Superinteressante e Galileu. Possui
outro
> enfoque. Uma revista mais 'hard', com resultados de pesquisas aqui
no Brasil
> e no Mundo, além de matérias com nível de dificuldade bastante
grande.
===========================

Na verdade os textos são escritos de forma que um biólogo entenda
uma matéria sobre física, por ex., isto é, embora possam ser
profundos, os assuntos são iniciados com uma introdução
perfeitamente digerível.

Questão de opinião, mas embora leia as duas prefiro a Ciência Hoje
do que a Scientific American (esta as vezes tem textos
ininteligíveis, ao menos para mim...).

Galileu e Superinteressante são revistas para curiosos (uma boa
opção para introduzir os jovens no mundo da ciência, penso).

Inté+
Mauro

P.S.: Aproveitando o assunto dos refrigerantes. Por que a Coca Cola
faz mais espuma se colocada sobre o gelo se comparado a colocarmos
um gelo sobre o refrigerante? (Não deveria ser o calor, e não o
frio, a liberar o gás?






SUBJECT: Re: refrigerante
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/12/2004 22:34


L.E.R:

1-E qual será a temperatura ambiente em sala de enchimento de
produtos gaseificados nas fábricas?
2-A soubilidades dos gases em água* normalmente diminui quando a
temperatura aumenta, considerando uma dada pressão que permanece
constante durante o processo. Quando se aquece água num copo ou
recipiente de Pyrex se vê a formação de bolhas de ar junto à parede
de vidro antes de a água entre em ebulição. Da próxima vez que
aquecermos a água em nossos balões de laboratório ou nas máquinas de
café de vidro vejamos se as bolhas de ar dissolvidas não estão a
sair da solução antes desta entrar em ebulição.
E alguém aqui é pescador? Sai com a caninha de pesca para
dar "banho" à minhoca (isco)? Num dia quente de verão, uma pescadora
experiente (e física) escolhe normalmente zonas profundas do lago ou
curso de água pois sabe que os peixes escolhem as zonas fundas
porque a quantidade de oxigénio existente nas zonas frias é maior do
que nas zonas quentes (da superfície). Pois é, peixe sofre e tem
metabolismo sensível a estas variações de concentração de oxigénio
dissolvido: a solubilidade diminui com a temperatura! Além de terem
de fugir de uma BOA pescadora e que até sabe física...
Boas pescas neste fim de ano frio nooso e quente vosso.
Maria Natália, "matadora" de peixes...e não só...
* entendo por refrigerante qualquer bebida que tem por solvente a
agua como vinho, sucos, cerveja...


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> At 07:59 27/12/2004, you wrote:
> > Por que o refrigerante, quando quente, faz 'mais espuma'
quando
> > transferido da garrafa para o copo do que o refrigerante 'mais
gelado'?
> > Admite-se como 'quente' uma temperatura de 25 ºC e o 'mais
gelado' como
> > sendo a temperatura média de um congelador, que eu chuto ser
algo entorno
> > de 5 ºC
> >
> >[ ] 's do Emiliano Chemello
>
>
>
> Uma geladeira comum tem uma temperatura acima de 5º C.
> E o seu congelador tem uma temperatura bem abaixo dessa, talvez em
torno de
> 10ºC.
>
> Só te dou uma dica: os refrigerantes, em geral, são colocados
dentro da
> garrafa, já resfriados, com a água bem gelada.
>
> (Pega êle, Físico-Química...)
>
> L.e.
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Mistérios para os Watson da C-List
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/12/2004 22:53


Puxai pelos cordelinhos e rolinhos de...massa cinzenta:
http://www.space.com/scienceastronomy/mysteries_quiz_041227.html
Passai com caipirinha fresca enquanto estou na neve
Maria Natália





SUBJECT: refrigerante y gaseosas
FROM: "L.E.R.de Carvalho" <lecarvalho@infolink.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 27/12/2004 23:19


>
>* entendo por refrigerante qualquer bebida que tem por solvente a
>agua como vinho, sucos, cerveja...



No Brasil, refrigerante é aquilo que, em espanhol, é "gaseosas".

Sem gás... creio que já não é mais refrigerante.

L.E.

[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]



SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: refrigerante
FROM: "Emiliano Chemello - Yahoo Grupos" <chemelloe@yahoo.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 27/12/2004 23:24

Natália,

Gostaria de ouvir/ler sua opinião sobre meu questionamento. Vou reproduzi-lo
abaixo:

################

Por que o refrigerante, quando quente, faz 'mais espuma' quando transferido
da garrafa para o copo do que o refrigerante 'mais gelado'? Admite-se como
'quente' uma temperatura de 25 ºC e o 'mais gelado' como sendo a temperatura
média de um congelador, que eu chuto ser algo entorno de 5 ºC

################

[ ]'s do

Emiliano Chemello
emiliano@quimica.net
http://www.quimica.net/emiliano
http://www.ucs.br/ccet/defq/naeq
[ MSN ] chemelloe@hotmail.com
[ ICQ ] 145060604

"Rien ne se perd, rien ne se crée, tout se transforme"
Lavoisier, químico francês (1743-1794)

----- Original Message -----
From: Maria Natália
To: ciencialist@yahoogrupos.com.br
Sent: Monday, December 27, 2004 10:34 PM
Subject: [ciencialist] Re: refrigerante



L.E.R:

1-E qual será a temperatura ambiente em sala de enchimento de
produtos gaseificados nas fábricas?
2-A soubilidades dos gases em água* normalmente diminui quando a
temperatura aumenta, considerando uma dada pressão que permanece
constante durante o processo. Quando se aquece água num copo ou
recipiente de Pyrex se vê a formação de bolhas de ar junto à parede
de vidro antes de a água entre em ebulição. Da próxima vez que
aquecermos a água em nossos balões de laboratório ou nas máquinas de
café de vidro vejamos se as bolhas de ar dissolvidas não estão a
sair da solução antes desta entrar em ebulição.
E alguém aqui é pescador? Sai com a caninha de pesca para
dar "banho" à minhoca (isco)? Num dia quente de verão, uma pescadora
experiente (e física) escolhe normalmente zonas profundas do lago ou
curso de água pois sabe que os peixes escolhem as zonas fundas
porque a quantidade de oxigénio existente nas zonas frias é maior do
que nas zonas quentes (da superfície). Pois é, peixe sofre e tem
metabolismo sensível a estas variações de concentração de oxigénio
dissolvido: a solubilidade diminui com a temperatura! Além de terem
de fugir de uma BOA pescadora e que até sabe física...
Boas pescas neste fim de ano frio nooso e quente vosso.
Maria Natália, "matadora" de peixes...e não só...
* entendo por refrigerante qualquer bebida que tem por solvente a
agua como vinho, sucos, cerveja...


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
> At 07:59 27/12/2004, you wrote:
> > Por que o refrigerante, quando quente, faz 'mais espuma'
quando
> > transferido da garrafa para o copo do que o refrigerante 'mais
gelado'?
> > Admite-se como 'quente' uma temperatura de 25 ºC e o 'mais
gelado' como
> > sendo a temperatura média de um congelador, que eu chuto ser
algo entorno
> > de 5 ºC
> >
> >[ ] 's do Emiliano Chemello
>
>
>
> Uma geladeira comum tem uma temperatura acima de 5º C.
> E o seu congelador tem uma temperatura bem abaixo dessa, talvez em
torno de
> 10ºC.
>
> Só te dou uma dica: os refrigerantes, em geral, são colocados
dentro da
> garrafa, já resfriados, com a água bem gelada.
>
> (Pega êle, Físico-Química...)
>
> L.e.
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





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SUBJECT: Fw: Relatorio
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/12/2004 08:16

Alguém se habilita para esse espertinho?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "HEWERTON DO NASCIMENTO CAJU" <hcajusp@hotmail.com>
Para: <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 27 de dezembro de 2004 20:14
Assunto: Relatorio


| GOSTARIA DE SABER SE VC TEM COMO ME ENVIAR POR E-MAIL RELATORIOS SOBRE:
| 1- DEFORMAÇOES DE MOLAS;
| 2- OSCILACOES DE ONDAS;
| 3- EMPUXO.
| DESDE JA AGRADEÇO A SUA AJUDA. ESTOU PRECISANDO PARA ENTREGAR COMO NOTA PARA
| A FACULDADE. ESTUDO ENGENHARIA DE PRODUÇAO. ATE MAIS!!
| HEWERTON CAJU.
|
| _________________________________________________________________
| MSN Hotmail, o maior webmail do Brasil. http://www.hotmail.com
|


SUBJECT: Fw: Cinemática dúvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/12/2004 08:18

O buraco da dúvida da menina é tremendamente mais prá baixo ... há chances?
Todo um curso de 'funções'?
[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "contatosandra" <contatosandra@uol.com.br>
Para: "leobarretos" <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: segunda-feira, 27 de dezembro de 2004 16:52
Assunto: Cinemática dúvida


Olá professor! Estou prestando vestibular e minha dúvida é a
seguinte:
Na fórmula: s = so + vo.t + (1/2).a.t2, o que explica a
velocidade ser igual a inicial e nao a final p[or exemplo?

No seu site encontrei a seguinte explicação:
21.2. Parâmetro B - é o valor da derivada da função horária
para t = 0, o que o identifica com a velocidade inicial do
movimento: B = vo .
Lembramos: v = ds/dt = B + 2C.t e, para t=0, v = vo = B.

21.3. Parâmetro C - é o valor da derivada segunda da função
horária, para qualquer t, e identifica-se como a metade do
valor da aceleração escalar: C = a/2 .
Lembramos: a= d2s/dt2 = dv/dt = 2C , donde, C = a/2.

e segundo essa explicação, o que entendi é que então o
istante t que acompanha o V0 é diferente do instante t que é
elevado ao quadrado e acompanha a aceleração, matematicamente
tal conclusão é impossível pois temos a seguinte
possibilidade:
s = s1 + v1.(t-t1) + a(t-t1)2/2

Gostaria também de saber porque que o (t-t1) que acompanha a
aceleração é elevado ao quadrado.
Muito obrigada!





__________________________________________________________________________
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SUBJECT: Re: Fw: Cinemática dúvida
FROM: Hélio Ricardo Carvalho <hrc@fis.puc-rio.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 28/12/2004 10:30


Léo,

Realmente é todo um curso de funções. Uma explicação algébrica cai na
necessidade da compreensão do significado do que seja uma integral.
Talvez para ela fique melhor uma explicação geométrica no gráfico de
VxT.
Primeiro mostrar num gráfico de M.U. que a área abaixo da linha
horizontal representa o espaço percorrido (S - S0).
Depois ainda num gráfico VxT mas agora de um M.U.V. em que já parta de
um v0, mostrar que podemos achar a área da figura somando duas partes
da área total: Um retângulo abaixo de v0 [v0*(t-t0)] [ou v0*t se t0=0]
e um triângulo acima de v0 [base * altura /2]
= [(t-t0)*(v-v0)/2]
= [(t-t0)*(a*(t-t0))/2]
= (1/2)a(t-t0)^2

Ficando assim:
S-S0 = v0*(t-t0) + (1/2)*a*(t-t0)^2

Se ainda ficar confuso como foi determinada a altura(v-v0) podemos
dizer que a tangente do ângulo oposto a altura é dv/dt=a logo
a=altura/(t-t0)
altura= a*(t-t0).

Hélio



--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
>...
> -----Mensagem Original-----
>...Estou prestando vestibular e minha dúvida é a
> seguinte:
> Na fórmula: s = so + vo.t + (1/2).a.t2, o que explica a
> velocidade ser igual a inicial e nao a final p[or exemplo?
>
> No seu site encontrei a seguinte explicação:
> 21.2. Parâmetro B - é o valor da derivada da função horária
> para t = 0, o que o identifica com a velocidade inicial do
> movimento: B = vo .
> Lembramos: v = ds/dt = B + 2C.t e, para t=0, v = vo = B.
>
> 21.3. Parâmetro C - é o valor da derivada segunda da função
> horária, para qualquer t, e identifica-se como a metade do
> valor da aceleração escalar: C = a/2 .
> Lembramos: a= d2s/dt2 = dv/dt = 2C , donde, C = a/2.
>
> e segundo essa explicação, o que entendi é que então o
> istante t que acompanha o V0 é diferente do instante t que é
> elevado ao quadrado e acompanha a aceleração, matematicamente
> tal conclusão é impossível pois temos a seguinte
> possibilidade:
> s = s1 + v1.(t-t1) + a(t-t1)2/2
>
> Gostaria também de saber porque que o (t-t1) que acompanha a
> aceleração é elevado ao quadrado.
> Muito obrigada!
>





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: Cinemática dúvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 28/12/2004 11:44

Oi Hélio,

a dúvida da garota é 'bem ampla' --- na verdade! Abrange tanto Física como Matemática. Para ela a expressão s = Vo.t + (1/2)a.t^2 não tem significado algum, em ambos os ramos do conhecimento.

Tentei dar a ela um minúsculo 'Vo' para tentar levantar 1/2 pálpebra de seu olho; veja o que lhe escrevi:

+++++++++++++++++

Oi Sandra,

sua dúvida básica está no conhecimento de 'funções', um tópico de matemática.
Uma função relaciona duas grandezas , normalmente indicadas com y e x (em física pode ser s e t, v e t, a e t, f e t, etc.). A finalidade da função é a seguinte: quando vc conhece o valor da grandeza x (que pode ser qqer grandeza, em física), a expressão permite calcular o valor (ou valores) da grandeza y .

Há muitos tipos de funções, eis alguns exemplos:

1) y = 4 é uma função constante e está nos informando que o valor de y é 4, independente de qqer valor assumido por outras grandezas (sejam elas, x, v, g ,h etc ... pois nem mesmo aparece essa letra na expressão "y=4"!).
Na Física, uma equação do tipo s = 4 significa que o móvel permanece na posição 4 metros, a contar da origem dos espaços, indefinidamente, por todo tempo --- tá parado!

2) y = 2.x é uma função linear que nos indica que y tem sempre o dobro do valor de x. Na Física, uma equação do tipo s = 2.t indica que o espaço s varia duas vezes mais rapidamente que o valor de t (t = tempo, s = espaço), a contar de uma origem dos tempos. Assim, para t = 0 (valor que t assume na origem dos tempos) o espaço s , vale s = 2.0 = 0 . Esse valor do espaço quando t = 0 recebe o nome de espaço inicial (So) e indica onde o móvel está ao ser acionado o cronômetro que começa a registrar o tempo t. Para qqer outro valor de t (por exemplo t = 4 s) é só substituir na expressão do movimento (no exemplo, s = 2.t) para obter a posição correspondente do móvel (no caso, s = 2.4 = 8 m).
Na Física, toda expressão (ou lei horária) onde aparece o "t" com expoente 1 (que não se escreve), ou seja, uma função do primeiro grau, traduz um movimento uniforme, ou seja, aquele em que o espaço varia proporcionalmente com o tempo (como é o caso da lei s = 2t). Depois se mostra que, se isso acontece, sua velocidade é constante.

3) y = 2.x + 3.x^2 (é uma função do segundo grau, pois aparece um termo onde o x está elevado ao quadrado).

Esse é um pequeno empurrão prá vc. É bom pegar um manual de matemática e outro de cinemática escalar e estudar junto o desenvolvimento das funções e seus exemplos nas equações horárias.

aquele abraço,
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

Foi uma tentativa; com reflexo ou não, tentei!

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Hélio Ricardo Carvalho" <hrc@fis.puc-rio.br>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: terça-feira, 28 de dezembro de 2004 10:30
Assunto: [ciencialist] Re: Fw: Cinemática dúvida




Léo,

Realmente é todo um curso de funções. Uma explicação algébrica cai na
necessidade da compreensão do significado do que seja uma integral.
Talvez para ela fique melhor uma explicação geométrica no gráfico de
VxT.
Primeiro mostrar num gráfico de M.U. que a área abaixo da linha
horizontal representa o espaço percorrido (S - S0).
Depois ainda num gráfico VxT mas agora de um M.U.V. em que já parta de
um v0, mostrar que podemos achar a área da figura somando duas partes
da área total: Um retângulo abaixo de v0 [v0*(t-t0)] [ou v0*t se t0=0]
e um triângulo acima de v0 [base * altura /2]
= [(t-t0)*(v-v0)/2]
= [(t-t0)*(a*(t-t0))/2]
= (1/2)a(t-t0)^2

Ficando assim:
S-S0 = v0*(t-t0) + (1/2)*a*(t-t0)^2

Se ainda ficar confuso como foi determinada a altura(v-v0) podemos
dizer que a tangente do ângulo oposto a altura é dv/dt=a logo
a=altura/(t-t0)
altura= a*(t-t0).

Hélio






SUBJECT: Viagem a Portugal de André Facina
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/12/2004 01:36


Poderá parecer Of Topic mas não é.
O GRASDIC, Grupo de Astronomia e de Divulgação Cientifica e que está
presente nesta lista através de sua dinamizadora, torna público que
André Luiz Facina foi o escolhido para vir a Portugal permanecer 30
dias em visita cultural e científica.
São os 5 anos deste grupo que se pretende comemorar em 2005 por meio
do início de intercâmbio Portugal Brasil e para o qual pedimos o
apoio de todos.
Queremos que se conheça:
1- Como é o ensino em Portugal: assistindo a aulas teóricas e de
laboratório em duas escolas públicas de ensino secundário (7º ao 12º
anos=11 a 18 anos de idade);
2-Como são as Universidades públicas de Lisboa e Aveiro com livre
trnsito em bibliotecas e departamentos de Física, Química e
Informática;
3- Que se faz nos centros Ciência Viva e museu interactivos de
Ciência, Oceanário,Aquário, Jardim botãnico e Zoológico;
4- Centros de Astrofísica e Geofísica, Observatório e Planetário e
Sociedades de astronomia, Física e de Química;
5- frequência de cursos: livre sobre cosmologia na Faculdade de
Ciências da Universidade de Lisboa e de astronomia observacional com
telescópio ETX90Ec e Konus newtoniano, 2 noites de trabalho de campo
com astrofotógrafos nacionais na Atalaia;
6- Peça de teatro Einstein e Picasso, no Teatro Trindade, uma semana
de aulas livres de Capoeira, Karaté shotokai,ginástica manutenção,
aeróbica e musculação (à escolha)...no Ginásio Clube Português.
Para além das visitas habituais ao monumentos da cidade de Lisboa e
Serras da Arrábida e Sintra e rios Tejo e Sado com seus roazes.
Depois de muito pensar em datas de modo a não prejudicar aulas de um
lado e outro se escolheu mês de Fevereiro.
A escolha sobre este elemento da lista de Ciência e Astronomia do
GRASDIC se deve a ter de ser brasileiro, em início de vida
universitária, maior e não tendo hipóteses de por seu meios
financeiros se deslocar à Europa.
Esperamos que os pais de André sintam o significado e a Alegria que
este acontecimento se reveste para o nosso colega de listas.
Esperemos que o autorizem a vir.
A viagem está marcada e as datas estipuladas.
O que se pede a este jovem apenas? Que seja portadores no seu
regresso ao Brasil do que se faz e e se luta em Portugal para o
avanço da Ciência.
E dentro de 10 meses contamos estar aí com um grupo de alunos e
sermos bem recebidos por vós.
Um abraço especial para o André que deve estar surpreso a estas
horas quem sabe se chorando...
Maria Natália Botelho, pedindo desculpa do OT





SUBJECT: Re: refrigerante y gaseosas
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/12/2004 01:48


L.E.R.

E após esta minha mensagem já podes compreender em que projectos
tenho andado metida e quão cheia de trabalho e sobretudo
responsabilidade.
Nem sei quando poderei respirar...mas voltando à gasosa, suco, sumo
e pirolito...
Portanto concluo que refrigerante tem gás e que quando cai em copo
produz espuma e bolhas de gás que é dióxido de carbono, CO2.
Aos outros produtos sem gás chamamos sumos se % de sumo é perto de
90% e néctar se perto de 30 a 45% de sumo natural e claro resto
água e açucar.
O pirolito existia antigamente no tempo do carro de ferro "chora",
antepassado dos eléctricos(estilo S Francisco,pois)
Obrigada
Maria Natália

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "L.E.R.de Carvalho"
<lecarvalho@i...> escreveu
>
> >
> >* entendo por refrigerante qualquer bebida que tem por solvente a
> >agua como vinho, sucos, cerveja...
>
>
>
> No Brasil, refrigerante é aquilo que, em espanhol, é "gaseosas".
>
> Sem gás... creio que já não é mais refrigerante.
>
> L.E.
>
> [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]





SUBJECT: Re: Fw: Cinemática dúvida
FROM: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/12/2004 04:47


--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> -----Mensagem Original-----
> De: "contatosandra" <contatosandra@u...>
> Na fórmula: s = so + vo.t + (1/2).a.t2, o que explica a
> velocidade ser igual a inicial e nao a final p[or exemplo?

Poderemos usar a velocidade final, mas aih a formula tem outra cara.

Considerando-se q. o deslocamento deltaS eh dado pela diferenca entre
a posicao final S e a posicao inicial So, eh facil ver q. a posicao
final S depende da posicao inicial So e do deslocamento realizado.

deltaS = S - So (1)

S = So + deltaS (2)

Ok, precisamos entao calcular o deslocamento deltaS realizado. Para
velocidade constante eh facil notar pela definicao de velocidade - o
qto um corpo se desloca em um determinado tempo (a taxa de alteracao
da posicao) q. o deslocamento serah dado pela velocidade multiplicada
pelo intervalo de tempo:

V = deltaS/deltat (3)

deltaS = V.deltat (4)

(Para simplificar consideremos q. o instante inicial to eh igual a 0,
assim deltat serah igual ao instante final t.)

deltaS = V.t (5)

Mas isso para velocidades constantes. No caso estamos considerando
velocidades q. variam uniformente no tempo - movimento uniformente
acelerado. Se o movimento eh acelerado, eh facil ver q. as velocidades
iniciais sao menores do q as velocidades finais pela definicao de
aceleracao:

a = dV/dt (6)

Como estamos considerando uma variacao uniforme, poderemos considerar
um intervalo maior em lugar de uma variacao infinitesimal (a
aceleracao serah igual em qq ponto dentro desse intervalo):

a = deltaV/deltat (7)

Considerando-se to=0

a = deltaV/t (8)

A aceleracao entao serah dada pela diferenca entre a velocidade final
V e a velocidade inicial Vo dividida pelo intervalo de tempo t

a =(V-Vo)/t (9)

Reescrevendo, poderemos obter a velocidade final V em funcao da
velocidade inicial Vo e intervalo t de tempo e a aceleracao a:

V = Vo + a.t (10)

Eh facil ver q. a velocidade final V, em um movimento acelerado serah
maior do q. a velocidade inicial Vo (e no caso de movimento
desacelerado serah menor). Eh tb facil notar q. qq velocidade em um
instante intermediario, serah uma velocidade de intensidade
intermediaria entre a velocidade final e a inicial - e seu valor serah
proporcional ao tempo decorrido desde o inicio.

Ok, para velocidades constantes notamos q. o deslocamento eh obtido
multiplicando-se a velocidade pelo intervalo de tempo:

deltaS = V.t (5)

Mas e no movimento em q a velocidade varia? Basta pegar a velocidade
media desempenhada pelo corpo no intervalo de tempo considerado. E
qual eh essa velocidade media? No caso de movimentos em q. a
velocidade varia uniformemente, poderemos considerar a velocidade
media como a media aritimetica entre a velocidade inicial Vo e a final
V (ou alternativamente, como a velocidade desempenhada pelo corpo na
metade do intervalo de tempo).

Vm = (V + Vo)/2 (11)

Substituindo-se (11) em (5) teremos:

deltaS = Vm.t = [(V + Vo)/2].t (12)

Desenvolvendo e reescrevendo:

deltaS = Vo.t/2 + V.t/2 (13)

E qual a velocidade final? Por (10) sabemos q:

V = Vo + a.t (10)

Substituindo-se (10) em (13), temos:

deltaS = Vo.t/2 + (Vo + a.t)t/2 (14)

Desenvolvendo e reescrevendo:

deltaS = Vo.t/2 + Vo/2 + (a.t).t/2 = Vo.t + (1/2).a.t^2 (15)

Substituindo (15) em (2), temos a equacao horaria do espaco para
movimentos uniformemente acelerados:

S = So + Vo.t + (1/2).a.t^2 (16)

Seguindo esses passos eh possivel se reescrever em funcao da
velocidade final V. E tb eh possivel se perceber de onde surge a
potencia quadratica do tempo a multiplicar a aceleracao a (bem como o
fator meio 1/2).

Posto de outro modo a posicao final S depende da posicao inicial So
(isso eh facil de se perceber, por exemplo, se o objeto nao se movesse
- em relacao ao referencial adotado - a posicao final seria igual 'a
inicial e se a posicao inicial estivesse mais perto do referencial, a
posicao final seria mais perto do referencial; se posicao inicial
fosse mais longe, a posicao final seria mais longe...), depende tb do
deslocamento proporcionado pelo movimento basal (representado pela
velocidade inicial - considere um movimento retilineo uniforme - isto
eh, sem aceleracao e veremos como a posicao final depende da
velocidade q. o objeto desempenha -- se o objeto se desloca
lentamente, pouco se moverah em relacao a posicao inicial; se se
desloca rapidamente, terah se afastado mais depois do mesmo tempo) e
depende ainda do deslocamento proporcionado pela velocidade q. se
acresce a cada instante 'a velocidade inicial (como eh uma taxa de uma
taxa, isto eh, uma taxa da variacao da velocidade q eh uma taxa da
variacao da posicao ou taxa de deslocamento, surge o t^2).

[]s,

Roberto Takata





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: Cinemática dúvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/12/2004 08:12

Já enviei para a Sandra o novo quadro de informações do Takata sobre o MU e MUV e as obtenções de suas leis horárias, num quadro bem didático.
Cumprimentos,

... e isso vale para excelente 2005 para todos.

aquele abraço,
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "rmtakata" <rmtakata@altavista.net>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 29 de dezembro de 2004 04:47
Assunto: [ciencialist] Re: Fw: Cinemática dúvida




--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
> -----Mensagem Original-----
> De: "contatosandra" <contatosandra@u...>
> Na fórmula: s = so + vo.t + (1/2).a.t2, o que explica a
> velocidade ser igual a inicial e nao a final p[or exemplo?

Poderemos usar a velocidade final, mas aih a formula tem outra cara.

[ ... ]


SUBJECT: Fw: "VENTILADORES E EXAUSTORES"
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: "ciencialist" <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/12/2004 08:18

Alguém pode dar algum 'luz' (ou 'vento') prá esse consulente?

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "jsp" <jsp@uol.com.br>
Para: "leobarretos" <leobarretos@uol.com.br>
Enviada em: terça-feira, 28 de dezembro de 2004 16:32
Assunto: "VENTILADORES E EXAUSTORES"


PREZADO PROFESSOR,
ESTOU NECESSITANDO DE UMA LITERATURA NÃO
MUITO CIENTIFICA QUE ME PERMITA FAZER
CORRETAMENTE DIMENSIONAMENTOS DE VENTILADORES DE
EXAUSTORES INDUSTRIAIS. TENHO ENCONTRADO MUITA
DIFICULDADE EM ENCONTRAR ESSE TIPO DE LITERATURA
À RESPEITO DA DINÃMICA DA GERAÇÃO DE VENTOS. SOU
ENGENHEIRO AGRONOMO E CERTAMENTE TENHO UM POUCO
DE FACILIDADE DE ESTUDAR ESSE ASSUNTO SE
ENCONTRA UMA LITERATURA BOA. SE O PROFESSOR
SOUBER ONDE ENCONTRAR E ALGUM TÍTULO QUE ME
RECOMENDE FICAREI GRATO. JAMIL 064 99875044
jsp@uol.com.br.

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SUBJECT: Re: Fw: Cinemática dúvida
FROM: Maria Natália <grasdic@hotmail.com>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/12/2004 08:23


Leo:
Peço desculpa de só agora poder intervir mas preparar viagem para
alguém que vem a Portugal é mesmo de andar cheia de trabalho.
Acerca da dúvida desta moça: me parece esquisito o seguinte: porque
se dá esta expressão com derivadas? è de matéria de vestibular o
cálculo de derivadas e se calhar primitivas?
Mas esta mesma equação nada tem de difícil pois se chega a ela via
experimental com ou sem sensores e via queda livre ou descida de
plano inclinado. Há também o processo matemática a partir de
carrinhos dinâmicos deslizando em planos inclinados (mesas co
calçes) e estuido de pontos deixados em fita (estilo cauda) fixada a
de carrinho e que passa por marcador magnético de segundos. Mas
pronto suponhamos que vocês não usam o trabalho de laboratório para
chegar às leis...
A moça não conhecerá a equação das velocidades de um movimento
uniformementoe variado? Pois é a partir dela que se pode deduzir a
equação dos espaços. É uma dedução analítica e que acho por demais
evidente. As velocidades no M acelerado aumentam linearmete ou seja
o aumento (variação de velocidade) é directamente proporcional aos
tempos gastos em adquiri-las. Dito usando derivadas a derivada da
velocidade é constante. E se chama aceleração. Escrevendo então a
equação se chega à expressão matemática V= V0 + at ( S I) (é uma
equação algébrica). Esta equação pode ser representada gráficamente
e dá uma recta que se V0=o m por segundo passan pela origem. Como
menina deu antes, deve saber todo o Movimento rectilíneo e uniforme
e sabe que existe a velocidade média por exemplo numa viagem de
automóvel RJ---SP pode determinar a velocidade média (aliás é a 1ª
grandeza a ser dada e ainda antes do MU) Se o conceito estiver bem
apreendido* sucede q traçando gráfico de velocidade MUV (opta por A
e depois extrapola pois se trata de eq. algébrica) de movimento com
velocidade inicila. Do MRUniforme sabe o que é a área entre a curva
das velocidades e os eixos lhe dá o espaço percorrido.Em matemática
avançada iriamos por integrais...(Mas será do programa de
matemática? vestibular)Voltando ao grafico onde deve ter uma recta
que fiorma triângulo rectângulo pode começar em recta passando pela
origem V0= =M por segundo quandt t=0 segundos e vê que a lei dos
espaços (a tal área) é a equação que ela apresenta do 2º grau.
Pode também imaginar que o carro vai a uma velocidade média naquele
intervalo de tempo T0 a t f ou t simplesmente. Assim transforma o
triângulo rectângulo num rectãngulo semelhante ou seja com a mesma
área. (Basta ir a meio da hipotenusa e traça uma recta paralela a
eixos dos tempos do gráfico v=f(t). E calcula a área do rectângulo.
(no movi/o uniforme e uma recta paralela ao eixo dos tempos pois a
velocidade é constante. eixo vertical das velocidades) ( e não vou
falar em ordenadas e abcissas) finalmente a equação que resulta
dessa área deve vir expressa como o que o movimento tem de constante
e que é a aceleração. Escreve a eq de definição de aceleração e faz
substituições e surge
x= v . t ^2 (SI). Depois vai para movimento com v0 e assim a recta
já não passa pelo origem (gráfico V=f(t)Corta o eixo das velocidades
em vo velocidade inicial. A área compreendida agora é igual a um
rectãngulo e um triãngulo rectãngulo e etc e tal como atrás de chega
a uma equação de 2º grau mas completa x=x0 + v0 t +1/2a t^2 (SI)
Outra coisa NÃO USA S nem S0 nas equações. ISSO JÀ DESAPARECEU há
mais de 6 anos ou 10 anos e se usa o x e x0 em ves de S minúsculo
por causa das confusões com símbolo de tempo e que é o segundo s.
Não é mania. São normas internacionais.Mas j+á vos tinha falado
nisto. E agora não tenho tempo mas prometo voltar ao assunto. JURO!
Será que está confuso sem desenho? pois está mas eu não tenho editor
nem tempo e tenho ali à porta o Emiliano...
Acerca da menina: noto concepções alternativas terríveis acerca de
velocidade inicial, velocidade média e vejo ainda qe ESTA MOÇA ESTÁ
PENSANDO mais uma vez que a física são fórmulas matémáticas Mas não
a FÍSICA são conceitos apenas! e raciocínio. Cheira-me a que teve
como explicador de física alguém da área da matemática e ainda noto
que esta menina NUNCA FOI A LABORATÓRIO de Física trabalhar SOZINHA
8ou seja ser ela a realizar, medir, alterar, discutir, mudar,
extrapolar e verificar, comentar, criticar, refazer e SUAR.
E é só
Um abraço
Maria Natália
* OS CONCEITOS, o digerir destas grandezas são fundamentais e deve
ser adquirido hands on (a sair pelos dedos). Sim isso dá pena
pessoal a estudar f´´isica como se se tratasse de código de leis.

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> O buraco da dúvida da menina é tremendamente mais prá baixo ... há
chances?
> Todo um curso de 'funções'?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "contatosandra" <contatosandra@u...>
> Para: "leobarretos" <leobarretos@u...>
> Enviada em: segunda-feira, 27 de dezembro de 2004 16:52
> Assunto: Cinemática dúvida
>
>
> Olá professor! Estou prestando vestibular e minha dúvida é a
> seguinte:
> Na fórmula: s = so + vo.t + (1/2).a.t2, o que explica a
> velocidade ser igual a inicial e nao a final p[or exemplo?
>
> No seu site encontrei a seguinte explicação:
> 21.2. Parâmetro B - é o valor da derivada da função horária
> para t = 0, o que o identifica com a velocidade inicial do
> movimento: B = vo .
> Lembramos: v = ds/dt = B + 2C.t e, para t=0, v = vo = B.
>
> 21.3. Parâmetro C - é o valor da derivada segunda da função
> horária, para qualquer t, e identifica-se como a metade do
> valor da aceleração escalar: C = a/2 .
> Lembramos: a= d2s/dt2 = dv/dt = 2C , donde, C = a/2.
>
> e segundo essa explicação, o que entendi é que então o
> istante t que acompanha o V0 é diferente do instante t que é
> elevado ao quadrado e acompanha a aceleração, matematicamente
> tal conclusão é impossível pois temos a seguinte
> possibilidade:
> s = s1 + v1.(t-t1) + a(t-t1)2/2
>
> Gostaria também de saber porque que o (t-t1) que acompanha a
> aceleração é elevado ao quadrado.
> Muito obrigada!
>
>
>
>
>
>
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> Acabe com aquelas janelinhas que pulam na sua tela.
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SUBJECT: Re: Fw: "VENTILADORES E EXAUSTORES"
FROM: "tipoalgo" <tipoalgo@bol.com.br>
TO: ciencialist@yahoogrupos.com.br
DATE: 29/12/2004 09:18


Olá jsp,

Ai vão dois caminhos que tratam um pouco do assunto.

http://www.ventisilva.com.br/FalandoExaustores.htm
http://myspace.eng.br/eng/ar/vent1.asp

Como dica faça uma pesquisa simples no google
(http://www.google.com/intl/pt-BR/) usando ventiladores exaustores
como palavras chaves e então é só "garimpar" ou então acrescentar
mais alguma palavra chave.

Abraços

Tipoalgo





SUBJECT: Re: [ciencialist] Re: Fw: Cinemática dúvida
FROM: "Luiz Ferraz Netto" <leobarretos@uol.com.br>
TO: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
DATE: 29/12/2004 09:53

Oi Natália,

A maioria dos livros didáticos de Ensino Médio, em Física, usam da "derivada" apenas como um algoritmo para se calcular a velocidade (a partir da lei horária) e a aceleração (a partir da lei de velocidade). Derivada nesses livros não tem significado de limite de nada, é simples algoritmo mesmo (faça que dá certo!) com meia dúzia de regras de derivação.

Se vc pegar qqer aluno do Ensino médio e propor a seguinte questão (como exemplo):

>>> Dada a lei de movimento s = a.cos(w.t+@), com a, w e @ constantes em relação a t, obter a lei de velocidade e aceleração --- sem o uso de derivadas --- pelas definições. <<<

verá que será um desastre total. E não é pelo fato da lei acima ser 'senoidal' não, mesmo se fosse 'algébrica' não teriam a menor idéia de como fazer isso! Basta tentar propor a seguinte lei horária : s = 3.t^3 e pedir lei de velocidade e aceleração, sem derivadas, e teremos novamente uma catástrofe.

Eu faço esse tratamento em:
http://www.feiradeciencias.com.br/sala19/texto32.asp

mas, rarissimamente (para não dizer nenhum!) algum aluno ou professor comenta esse trabalho (ou pede a continuação dele!). Sabe por que? Porque professores e alunos nunca fizeram esse tratamento em sala de aula --- usam da "derivada" e fim de papo!

Na Sala 04 de Cinemática tenho vários experimentos (tb com kit marcador de tempo + fita) para constatação do MU e MUV. Quantas são as escolas que fazem algo disso em sala de aula ou em laboratório?

Ao fim e ao cabo continuarei contribuindo com minha parcela --- até desistir!

[]'
===========================
Luiz Ferraz Netto [Léo]
leobarretos@uol.com.br
http://www.feiradeciencias.com.br
===========================
-----Mensagem Original-----
De: "Maria Natália" <grasdic@hotmail.com>
Para: <ciencialist@yahoogrupos.com.br>
Enviada em: quarta-feira, 29 de dezembro de 2004 08:23
Assunto: [ciencialist] Re: Fw: Cinemática dúvida




Leo:
Peço desculpa de só agora poder intervir mas preparar viagem para
alguém que vem a Portugal é mesmo de andar cheia de trabalho.
Acerca da dúvida desta moça: me parece esquisito o seguinte: porque
se dá esta expressão com derivadas? è de matéria de vestibular o
cálculo de derivadas e se calhar primitivas?
Mas esta mesma equação nada tem de difícil pois se chega a ela via
experimental com ou sem sensores e via queda livre ou descida de
plano inclinado. Há também o processo matemática a partir de
carrinhos dinâmicos deslizando em planos inclinados (mesas co
calçes) e estuido de pontos deixados em fita (estilo cauda) fixada a
de carrinho e que passa por marcador magnético de segundos. Mas
pronto suponhamos que vocês não usam o trabalho de laboratório para
chegar às leis...
A moça não conhecerá a equação das velocidades de um movimento
uniformementoe variado? Pois é a partir dela que se pode deduzir a
equação dos espaços. É uma dedução analítica e que acho por demais
evidente. As velocidades no M acelerado aumentam linearmete ou seja
o aumento (variação de velocidade) é directamente proporcional aos
tempos gastos em adquiri-las. Dito usando derivadas a derivada da
velocidade é constante. E se chama aceleração. Escrevendo então a
equação se chega à expressão matemática V= V0 + at ( S I) (é uma
equação algébrica). Esta equação pode ser representada gráficamente
e dá uma recta que se V0=o m por segundo passan pela origem. Como
menina deu antes, deve saber todo o Movimento rectilíneo e uniforme
e sabe que existe a velocidade média por exemplo numa viagem de
automóvel RJ---SP pode determinar a velocidade média (aliás é a 1ª
grandeza a ser dada e ainda antes do MU) Se o conceito estiver bem
apreendido* sucede q traçando gráfico de velocidade MUV (opta por A
e depois extrapola pois se trata de eq. algébrica) de movimento com
velocidade inicila. Do MRUniforme sabe o que é a área entre a curva
das velocidades e os eixos lhe dá o espaço percorrido.Em matemática
avançada iriamos por integrais...(Mas será do programa de
matemática? vestibular)Voltando ao grafico onde deve ter uma recta
que fiorma triângulo rectângulo pode começar em recta passando pela
origem V0= =M por segundo quandt t=0 segundos e vê que a lei dos
espaços (a tal área) é a equação que ela apresenta do 2º grau.
Pode também imaginar que o carro vai a uma velocidade média naquele
intervalo de tempo T0 a t f ou t simplesmente. Assim transforma o
triângulo rectângulo num rectãngulo semelhante ou seja com a mesma
área. (Basta ir a meio da hipotenusa e traça uma recta paralela a
eixos dos tempos do gráfico v=f(t). E calcula a área do rectângulo.
(no movi/o uniforme e uma recta paralela ao eixo dos tempos pois a
velocidade é constante. eixo vertical das velocidades) ( e não vou
falar em ordenadas e abcissas) finalmente a equação que resulta
dessa área deve vir expressa como o que o movimento tem de constante
e que é a aceleração. Escreve a eq de definição de aceleração e faz
substituições e surge
x= v . t ^2 (SI). Depois vai para movimento com v0 e assim a recta
já não passa pelo origem (gráfico V=f(t)Corta o eixo das velocidades
em vo velocidade inicial. A área compreendida agora é igual a um
rectãngulo e um triãngulo rectãngulo e etc e tal como atrás de chega
a uma equação de 2º grau mas completa x=x0 + v0 t +1/2a t^2 (SI)
Outra coisa NÃO USA S nem S0 nas equações. ISSO JÀ DESAPARECEU há
mais de 6 anos ou 10 anos e se usa o x e x0 em ves de S minúsculo
por causa das confusões com símbolo de tempo e que é o segundo s.
Não é mania. São normas internacionais.Mas j+á vos tinha falado
nisto. E agora não tenho tempo mas prometo voltar ao assunto. JURO!
Será que está confuso sem desenho? pois está mas eu não tenho editor
nem tempo e tenho ali à porta o Emiliano...
Acerca da menina: noto concepções alternativas terríveis acerca de
velocidade inicial, velocidade média e vejo ainda qe ESTA MOÇA ESTÁ
PENSANDO mais uma vez que a física são fórmulas matémáticas Mas não
a FÍSICA são conceitos apenas! e raciocínio. Cheira-me a que teve
como explicador de física alguém da área da matemática e ainda noto
que esta menina NUNCA FOI A LABORATÓRIO de Física trabalhar SOZINHA
8ou seja ser ela a realizar, medir, alterar, discutir, mudar,
extrapolar e verificar, comentar, criticar, refazer e SUAR.
E é só
Um abraço
Maria Natália
* OS CONCEITOS, o digerir destas grandezas são fundamentais e deve
ser adquirido hands on (a sair pelos dedos). Sim isso dá pena
pessoal a estudar f´´isica como se se tratasse de código de leis.

--- Em ciencialist@yahoogrupos.com.br, "Luiz Ferraz Netto"
<leobarretos@u...> escreveu
> O buraco da dúvida da menina é tremendamente mais prá baixo ... há
chances?
> Todo um curso de 'funções'?
> []'
> ===========================
> Luiz Ferraz Netto [Léo]
> leobarretos@u...
> http://www.feiradeciencias.com.br
> ===========================
> -----Mensagem Original-----
> De: "contatosandra" <contatosandra@u...>
> Para: "leobarretos" <leobarretos@u...>
> Enviada em: segunda-feira, 27 de dezembro de 2004 16:52
> Assunto: Cinemática dúvida
>
>
> Olá professor! Estou prestando vestibular e minha dúvida é a
> seguinte:
> Na fórmula: s = so + vo.t + (1/2).a.t2, o que explica a
> velocidade ser igual a inicial e nao a final p[or exemplo?
>
> No seu site encontrei a seguinte explicação:
> 21.2. Parâmetro B - é o valor da derivada da função horária
> para t = 0, o que o identifica com a velocidade inicial do
> movimento: B = vo .
> Lembramos: v = ds/dt = B + 2C.t e, para t=0, v = vo = B.
>
> 21.3. Parâmetro C - é o valor da derivada segunda da função
> horária, para qualquer t, e identifica-se como a metade do
> valor da aceleração escalar: C = a/2 .
> Lembramos: a= d2s/dt2 = dv/dt = 2C , donde, C = a/2.
>
> e segundo essa explicação, o que entendi é que então o
> istante t que acompanha o V0 é diferente do instante t que é
> elevado ao quadrado e acompanha a aceleração, matematicamente
> tal conclusão é impossível pois temos a seguinte
> possibilidade:
> s = s1 + v1.(t-t1) + a(t-t1)2/2
>
> Gostaria também de saber porque que o (t-t1) que acompanha a
> aceleração é elevado ao quadrado.
> Muito obrigada!
>
>
>
>
>
>
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